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    <title>claudiobr</title>
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    <description>Entusiasta da Análise de Negócios Ágil</description>
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      <pubDate>Sun, 03 Feb 2013 07:19:00 -0800</pubDate>
      <title>Minha história em São Paulo contada na Revista Bicicleta (na íntegra aqui)</title>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;No final do ano passado a &lt;a href="http://www.revistabicicleta.com.br/edicoes_da_revista_bicicleta.php" target="_blank"&gt;Revista Bicicleta&lt;/a&gt; me convidou a contar a minha hist&amp;oacute;ria com as magrelas em S&amp;atilde;o Paulo para uma se&amp;ccedil;&amp;atilde;o da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eu fiquei muito feliz com a oportunidade de deixar um registro do que aconteceu nesses &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s anos muito especiais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segue abaixo a transcri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mat&amp;eacute;ria e no final, as fotos das p&amp;aacute;ginas da revista. Ali&amp;aacute;s, a revista &amp;eacute; muito bem feita e traz muitas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para quem ama as bicis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Edicao_media_2420130107181933capa_24" height="267" src="http://getfile6.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2013-02-03/FgCdisextDihgtkyJyHoHniurupslmqjdwrukeCfgGrEaqDqicArvChpgyAF/edicao_media_2420130107181933CAPA_24.jpg.scaled500.jpg" width="200" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Passar um m&amp;ecirc;s inteiro trabalhando em S&amp;atilde;o Paulo? Bem, isso pareceu meio estranho quando propuseram, principalmente porque S&amp;atilde;o Paulo para mim lembrava &amp;ldquo;dinheiro&amp;rdquo;, &amp;ldquo;viol&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;, &amp;ldquo;tr&amp;acirc;nsito&amp;rdquo;, &amp;ldquo;alagamentos&amp;rdquo; e &amp;ldquo;caos social&amp;rdquo; (os quatro &amp;uacute;ltimos gra&amp;ccedil;as ao Datena). A ess&amp;ecirc;ncia do preconceito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante 10 anos S&amp;atilde;o Paulo se limitava a viagens a trabalho inevit&amp;aacute;veis o mais curtas poss&amp;iacute;vel, muitas delas de bate-volta, contudo, ap&amp;oacute;s quatorze anos em Florian&amp;oacute;polis eu havia passado por algumas mudan&amp;ccedil;as radicais como o fim do casamento e ter largado um bom emprego para abrir a minha empresa, ent&amp;atilde;o, por que n&amp;atilde;o? Aceitei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desci no aeroporto de Congonhas, porta de entrada das minhas visitas anteriores e segui a tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o: depois de uma bela fila embarquei em um t&amp;aacute;xi e fui para a empresa que fica na Faria Lima com a Rebou&amp;ccedil;as. Eu s&amp;oacute; conhecia essas ruas por causa do Banco Imobili&amp;aacute;rio jogado na inf&amp;acirc;ncia. Trabalhei o dia todo e precisava ir para o hotel onde passaria o pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s. Estava com a mala. Bora pegar um t&amp;aacute;xi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao sair o mundo havia se transformado ao redor da empresa. Cheguei no meio da manh&amp;atilde;, agora era hor&amp;aacute;rio de pico e estava tudo parado ou se arrastando. Achei um taxi e embarquei. O hotel tamb&amp;eacute;m ficava em uma rua do Banco Imobili&amp;aacute;rio, a Nove de Julho e a apenas quatro quil&amp;ocirc;metros do trabalho. Bem, contei no rel&amp;oacute;gio: de porta a porta foram 44 minutos e 40 reais. quase um real por minuto de desfrute.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim seria dif&amp;iacute;cil. Eu n&amp;atilde;o tinha fundos para gastar 40 reais/minutos para ir e 40 reais/minutos para voltar. Belo empres&amp;aacute;rio! Os &amp;ocirc;nibus, minha feliz op&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Florian&amp;oacute;polis desde 2003, pouco ajudavam. Eu precisava de uma alternativa, ent&amp;atilde;o, na manh&amp;atilde; do segundo dia em S&amp;atilde;o Paulo eu sa&amp;iacute; cedinho e resolvi caminhar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uau. Cheguei em 40 minutos! Sem pressa, sem gastar e passeando por belas ruas daquela regi&amp;atilde;o. Parece que os 6 Km/h do ser humano m&amp;eacute;dio eram equivalentes &amp;agrave; velocidade do carro m&amp;eacute;dio naquela regi&amp;atilde;o, mas eu n&amp;atilde;o fiquei satisfeito. Faltava alguma coisa. Foi quando me veio &amp;agrave; cabe&amp;ccedil;a algo surpreendente que havia visto na &amp;uacute;ltima viagem para S&amp;atilde;o Paulo: uma bicicleta dobr&amp;aacute;vel. Estava em um carro na Faria Lima (agora eu sei que era l&amp;aacute;) quando fomos ultrapassados por um sujeito em uma daquelas bicicletas exc&amp;ecirc;ntricas de aro 20&amp;rsquo;&amp;rsquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procurei na Internet, encontrei uma autorizada e o modelo de entrada, a ECO 1: branquinha, sem marchas. R$ 750,00. Liguei, imprimi a rota de volta e na hora do almo&amp;ccedil;o me fui de t&amp;aacute;xi para a Av. Sumar&amp;eacute;. A Corrida, minha &amp;uacute;ltima foi de 7 Km e custou R$ 26,00. Fechei a porta pensando: &amp;ldquo;todo dia n&amp;atilde;o t&amp;aacute;xi! Te vejo uma hora dessas&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O teste seria: se eu fizer os 7 Km de subida entre a loja e o trabalho eu faria os quatro de ia mais os quatro de volta brincando. Entrei na loja onde entraria muitas vezes no futuro (dei uma dobr&amp;aacute;vel para cada pessoa de casa em Florian&amp;oacute;polis), fui super bem atendido e sa&amp;iacute; de l&amp;aacute; com a bicicleta, rapidamente apelidada de &amp;ldquo;Tet&amp;eacute;ia&amp;rdquo;, capacete e luzes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E agora? Tinha que voltar. Eu tinha 32 anos, estava bem sedent&amp;aacute;rio, mas n&amp;atilde;o estava morto! Cheguei numa boa no trabalho e rapidinho. Naquele dia eu n&amp;atilde;o tinha os conhecimentos de comportamento no tr&amp;acirc;nsito que tenho hoje, mas saber dirigir carros me ajudou no mais importante na seguran&amp;ccedil;a do ciclista nas ruas: ser previs&amp;iacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duas da tarde eu estava entrando triunfante no escrit&amp;oacute;rio com a Tet&amp;eacute;ia dobradinha que ficou ali, dia ap&amp;oacute;s dia, esperando ao lado da minha mesa a hora de ir para casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Tet&amp;eacute;ia teve um efeito enorme na minha rotina e no meu jeito de perceber S&amp;atilde;o Paulo. Eu ansiava por acordar e fazer meu trajeto at&amp;eacute; o trabalho. &amp;nbsp;Ao chegar, lamentava ele ser t&amp;atilde;o r&amp;aacute;pido e trabalhava esperando a hora de fazer o rol&amp;ecirc; de volta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; conhecia um monte de gente que havia perguntado sobre a bicicleta estranha e era conhecido como o cara da bicicleta estranha. No dialeto local a express&amp;atilde;o era &amp;ldquo;da hora essa bike mano!&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meu hotel era daqueles de baixo custo, tudo certinho, limpinho, eficiente e... est&amp;eacute;ril. Foi o mais perto que cheguei de viver em uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o espacial, ent&amp;atilde;o d&amp;aacute; para imaginar a depress&amp;atilde;o que seria passar os finais de semana ali sozinho, sem conhecer ningu&amp;eacute;m, ent&amp;atilde;o eu sa&amp;iacute;a cedinho com a Tet&amp;eacute;ia e s&amp;oacute; voltava &amp;agrave; noite.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu explorava a zona sul de S&amp;atilde;o Paulo sem GPS e sem conhecimento pr&amp;eacute;vio, s&amp;oacute; parando para perguntar para que lado era o qu&amp;ecirc;: Avenita Paulista, parque do Ibirapuera e arredores, ciclovia da Marginal Pinheiros e por a&amp;iacute; vai.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Me apropriei de S&amp;atilde;o Paulo&amp;rdquo; como alguns amigos paulistanos dizem e aquela cidade &amp;ldquo;horr&amp;iacute;vel&amp;rdquo; n&amp;atilde;o era t&amp;atilde;o horr&amp;iacute;vel assim, ela apenas ficava feia quando olh&amp;aacute;vamos por tr&amp;aacute;s dos vidros de uma c&amp;aacute;psula de lata cercada de c&amp;aacute;psulas de lata emitindo fuma&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No primeiro momento &amp;nbsp;eu pensava que eu via S&amp;atilde;o Paulo assim porque estava em uma &amp;aacute;rea nobre da cidade, contudo, conforme fui conhecendo (sempre pedalando) outras regi&amp;otilde;es notei a verdade universal de que todos os lugares ficam mais bonitos quando voc&amp;ecirc; tem acesso direto a eles, quando passa devagar e se permite se misturar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Notei que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o precisa ser um catarinense distante impressionado com o que a TV no fim de tarde fala sobre S&amp;atilde;o Paulo para desenvolver preconceito com a cidade, voc&amp;ecirc; pode ser simplesmente um paulistano, nascido aqui mesmo, que s&amp;oacute; usa carro para se locomover. No carro n&amp;atilde;o se v&amp;ecirc; pessoas, ruas, &amp;aacute;rvores, casas. Voc&amp;ecirc; v&amp;ecirc; pistas, outros carros e obst&amp;aacute;culos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Amei aquilo tudo e, juro, por acaso, encontrei uma vaga de trabalho muito legal em S&amp;atilde;o Paulo ainda na terceira semana na cidade. Qual era a pergunta mesmo? Ahh, por que n&amp;atilde;o? Terminei o trabalho daquele m&amp;ecirc;s, dei dez dias em Florian&amp;oacute;polis me preparando, procurando onde ficar perto do novo trabalho, l&amp;aacute; no sul da cidade, pr&amp;oacute;ximo a Santo Amaro (&amp;eacute;, claro que n&amp;atilde;o ia morar em bairro de Banco Imobili&amp;aacute;rio!).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cheguei para trabalhar sem ter certo onde ficar. Fui para um hotel &amp;ldquo;esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o espacial&amp;rdquo; por cinco dias, mas na Internet encontrei um cara sensacional, baixista ac&amp;uacute;stico vindo do interior de S&amp;atilde;o Paulo morando a 6 Km do meu trabalho. Era uma casa, n&amp;atilde;o um apartamento e esse cara gostava de viver uma vida simples. Aprendi muito com ele e ele comigo durante dois &amp;oacute;timos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde os primeiros passeios pela cidade fui conhecendo pessoas ligadas a bicicletas, conheci a bicicletada nacional (passeio enorme realizado todas as &amp;uacute;ltimas sextas-feiras do m&amp;ecirc;s) e v&amp;aacute;rios grupos. Rapidinho conhecia mais gente legal em S&amp;atilde;o Paulo do que na minha terra natal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo do tempo mudei de emprego, de trajeto e de bicicletas. Conforme trocava de bicicleta ia levando a anterior para Florian&amp;oacute;polis para incentivar meus pais a voltar a pedalar. Eles voltaram e hoje pedalam muito.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram-se a Tet&amp;eacute;ia, a Tet&amp;eacute;ia II (com sete marchas) e depois a Aretha (com seis marchas) chegando por fim ao Jipinho, uma dobr&amp;aacute;vel com oito marchas e suspens&amp;atilde;o nas duas rodas, uma m&amp;aacute;quina com a qual eu rodei nada menos que seis mil quil&amp;ocirc;metros em um ano entre os 30 Km de ida e volta para o trabalho na Av. Paulista e as descidas para Santos (fant&amp;aacute;stica viagem que n&amp;atilde;o canso de fazer). Isso tudo sem acidentes e sem assaltos. N&amp;atilde;o pode ser simplesmente sorte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando tenho algum trabalho em outra cidade costumo levar uma dobr&amp;aacute;vel comigo, seja no &amp;ocirc;nibus, seja no avi&amp;atilde;o, assim, al&amp;eacute;m de manter o h&amp;aacute;bito acabo conhecendo melhor cada cidade, seja o Rio de Janeiro, seja Bauru. Desembarcar em outra cidade, desdobrar a bicicleta e sair dali mesmo pedalando rumo ao hotel ou ao evento traz uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autonomia sensacional. Desdobrar a bicicleta ap&amp;oacute;s retirar da esteira de bagagens de Congonhas e sair pedalando enquanto todos aguardam naquela fila enorme para os taxis tamb&amp;eacute;m. Em dia de chuva ent&amp;atilde;o, nem se fala.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ano passado eu comecei a sentir uma dor insistente no quadril que logo notei estar vinculada &amp;agrave;s pedaladas. Eu levei um tempo para descobrir o que era e qual a gravidade, o que me deixou bastante preocupado. Foi nesse per&amp;iacute;odo de dois meses que arranjei uma bicicleta com motor el&amp;eacute;trico (tamb&amp;eacute;m dobr&amp;aacute;vel) e passei a us&amp;aacute;-la para ir e voltar do trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse per&amp;iacute;odo serviu para eu separar bem os componentes da bicicleta na minha cabe&amp;ccedil;a. A bicicleta com motor resolvia o meu problema log&amp;iacute;stico, contudo, todos os demais benef&amp;iacute;cios da bicicleta, aqueles vindos do v&amp;iacute;nculo entre o esfor&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico e o movimento, a autonomia, a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pernas (perna se constr&amp;oacute;i, n&amp;atilde;o se compra), as recompensas qu&amp;iacute;micas no c&amp;eacute;rebro estavam fora do meu alcance.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por um bom tempo eu sentia uma esp&amp;eacute;cie de vergonha por n&amp;atilde;o estar pedalando, fiquei retra&amp;iacute;do e n&amp;atilde;o cumprimentava os ciclistas por quem passava. Isso foi um exagero, claro, eu estava usando um meio, apesar de haver problemas com a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em S&amp;atilde;o Paulo, leg&amp;iacute;timo para resolver meu problema. Mesmo assim, recomendo o uso de bicicletas com motor somente quando n&amp;atilde;o h&amp;aacute; alternativa uma vez que o que se perde quando se apela para um motor &amp;eacute; justamente o v&amp;iacute;nculo com o mundo real.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com motor nosso estado de esp&amp;iacute;rito rapidamente se volta para a pressa de quem n&amp;atilde;o sente a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o seu esfor&amp;ccedil;o e o movimento. Do nada me vi apressado e irritado. Abandonei a bicicleta com motor de vez no exato dia em que me recuperei como se elas fossem as muletas usadas enquanto a perna quebrada sarava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Engra&amp;ccedil;ado como a cidade grande e a &amp;ldquo;vida adulta&amp;rdquo; levam voc&amp;ecirc; a esquecer as coisas &amp;oacute;bvias que amava. Meu amigo m&amp;uacute;sico chegou a competir com patroc&amp;iacute;nio em provas de downhill, mas a sua bicicleta estava parada havia oito anos. Ele se empolgou tanto que adotou novamente a magrela esquecida, comprou uma speed e logo estava fazendo trajetos maiores que o meu para dar aula nas casas dos seus alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalhei muito desde que cheguei em S&amp;atilde;o Paulo, muitos projetos para grandes empresas daquelas que anunciam na TV, contudo, o que aquece meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o mesmo &amp;eacute; pensar nas dez, doze pessoas que influenciei diretamente com o exemplo (e um pouco de milit&amp;acirc;ncia ciloativista) e que hoje fazem da bicicleta o seu meio de transporte principal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma dessas pessoas acabou virando meu amor, minha companheira e nossa hist&amp;oacute;ria foi se desenrolando ao redor das bicicletas. Ela, paulistana que conheci em um dos clientes que atendi como consultor, gostou da ideia, comprou a Tet&amp;eacute;ia III de mim (hoje se chama Alcides).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi ela quem encontrou nossas bicicletas &amp;ldquo;grandes&amp;rdquo; maravilhosas: o Guacamole e a Laurinda em uma loja de Crici&amp;uacute;ma por um pre&amp;ccedil;o &amp;oacute;timo e que volta e meia viaja de carona sentadinha sobre o quadro com as pernas cruzadas, como ontem quando fomos ao cinema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Moramos no centro da cidade onde fazemos tudo a p&amp;eacute; ou de bicicleta e ela me ensina sobre a hist&amp;oacute;ria da cidade, rua por rua, pr&amp;eacute;dio por pr&amp;eacute;dio. Hoje, domingo, fomos pedalando coletar mudas de plantas frut&amp;iacute;feras nos canteiros das ruas da Vila Mariana para plantar na hortinha de casa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu amo S&amp;atilde;o Paulo. Eu amo voc&amp;ecirc;...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;P&amp;aacute;ginas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

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      <pubDate>Thu, 10 Jan 2013 09:51:00 -0800</pubDate>
      <title>Até onde vamos para não alterar o escopo</title>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Essa semana um pr&amp;eacute;dio p&amp;uacute;blico constru&amp;iacute;do em Ponta Grossa no Paran&amp;aacute; chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;iacute;dia por possuir algumas features digamos, peculiares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/v/predio-publico-no-parana-tem-todas-as-paredes-de-vidro-ate-as-do-banheiro/2333126/" target="_blank"&gt;&lt;img title="423000b29565277cbba173e4b5e57fee55cf1076" src="http://blog.lambda3.com.br/wp-content/uploads//2013/01/423000b29565277cbba173e4b5e57fee55cf1076.jpg" border="0" height="184" alt="423000b29565277cbba173e4b5e57fee55cf1076" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O edif&amp;iacute;cio possui quase todas as paredes de vidro, o que, ali&amp;aacute;s, ficou muito bonito, contudo, essas paredes tamb&amp;eacute;m foram usadas nos sanit&amp;aacute;rios. No piso t&amp;eacute;rreo &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel observar nitidamente o uso do banheiro que possui, inclusive, um chuveiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img title="tn_620_600_banheiro120157 (1)" src="http://blog.lambda3.com.br/wp-content/uploads//2013/01/tn_620_600_banheiro120157-1.jpg" border="0" height="276" alt="tn_620_600_banheiro120157 (1)" width="306" /&gt;&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; Aldinan/Gazeta do Povo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra peculiaridade foram as sa&amp;iacute;das de emerg&amp;ecirc;ncia que constituem em portas que d&amp;atilde;o para o vazio, ou seja, a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; pular para fora do pr&amp;eacute;dio do segundo e terceiro pavimentos e torcer que o ch&amp;atilde;o seja mais agrad&amp;aacute;vel do que o fogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto do pr&amp;eacute;dio contava com banheiros transparentes e &amp;eacute; claro que os respons&amp;aacute;veis pela constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o questionaram a prefeitura a respeito.&amp;nbsp;A resposta foi que o projeto n&amp;atilde;o poderia ser alterado e que tudo deveria ser feito &amp;agrave; risca.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Em entrevista por telefone &amp;agrave; Gazeta do Povo, o propriet&amp;aacute;rio da empresa, engenheiro Carlos Nakazima, afirmou que a construtora seguiu o projeto &amp;agrave; risca e que n&amp;atilde;o constavam do memorial descritivo sugest&amp;otilde;es para impedir a transpar&amp;ecirc;ncia dos banheiros e nem o projeto da escada. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o posso alterar um projeto arquitet&amp;ocirc;nico sem a autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem o criou. N&amp;oacute;s identificamos o problema, est&amp;aacute;vamos cientes e avisamos a Prefeitura antes da inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A empresa est&amp;aacute; aberta a questionamentos&amp;rdquo;, salienta.&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1333844&amp;amp;tit=Banheiros-transparentes-causam-estranheza-em-obra-publica-de-Ponta-Grossa" title="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1333844&amp;amp;tit=Banheiros-transparentes-causam-estranheza-em-obra-publica-de-Ponta-Grossa"&gt;http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1333844&amp;amp;tit=Banheiros-transparentes-causam-estranheza-em-obra-publica-de-Ponta-Grossa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Uma resposta tradicional para esse problema seria dizer que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio investir no gerenciamento de projetos, que algu&amp;eacute;m deveria ser responsabilizado por isso (centralizar tudo) e que a passagem de bast&amp;atilde;o entre as fases deveria ser melhor observada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;iacute; est&amp;aacute; o perigo, pois investir mais nisso estressaria o vetor errado e n&amp;atilde;o trataria as causas dos problemas que envolvem a dist&amp;acirc;ncia entre: quem vai usar de fato, quem vai pagar, quem vai desenhar e quem vai desenvolver; a falta de ciclos de feedback e a ideia de que um projeto s&amp;oacute; anda em uma dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o: para frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como um projeto faseado s&amp;oacute; anda para a frente, n&amp;atilde;o havia um ambiente que amparasse esse tipo de questionamento, afinal, as fases anteriores estavam marcadas como &amp;ldquo;completas&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta dada pela prefeitura aos questionamentos do engenheiro s&amp;atilde;o uma boa evid&amp;ecirc;ncia disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, mesmo que voc&amp;ecirc; descubra algo absurdo sendo feito ser&amp;aacute; visto n&amp;atilde;o como algu&amp;eacute;m que est&amp;aacute; auxiliando, mas como algu&amp;eacute;m que est&amp;aacute; atrapalhando, possivelmente atrasando o trabalho do vai vai cavalinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos sentimos compelidos a nos agarrar ao desenho inicial. Nesse caso chegou ao ponto de virarem motivo de piada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas dizem que todos os projetos s&amp;atilde;o, em algum momento &amp;aacute;geis. Os que n&amp;atilde;o come&amp;ccedil;am &amp;aacute;geis terminam &amp;aacute;geis, pois depois que o problema gigante aparece h&amp;aacute; duas sa&amp;iacute;das: cancelar ou aumentar a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as partes e focar no que traz valor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora que caiu na boca do povo eles v&amp;atilde;o correr para a segunda op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; para deletar o pr&amp;eacute;dio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem pagou o pato foi o diretor do conservat&amp;oacute;rio de m&amp;uacute;sica que utilizar&amp;aacute; o pr&amp;eacute;dio, que aparentemente, nunca foi consultado a respeito do projeto, apesar de ser o principal interessado. Espero que esse vidro tenha boas propriedades ac&amp;uacute;sticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma obra civil feita para o governo possui uma s&amp;eacute;rie de restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es que nos incentivam a correr para o escopo fechado, para o faseamento e a falta de ciclos de feedback. N&amp;atilde;o acho que sirva de desculpa, mas tudo bem, larguei a engenharia civil no quarto semestre e n&amp;atilde;o &amp;eacute; nem de longe o meu campo de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contudo, com que cara ficamos quando o produto &amp;eacute; software desenvolvido para a iniciativa privada? O que justifica que tenhamos os mesmos problemas que ocorreram nessa obra?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o mais nas nossas mentes do que no mundo real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diz a&amp;iacute;, voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; entregou algum banheiro transparente por n&amp;atilde;o poder alterar o escopo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A piadinha infame &amp;eacute; que, pelo menos nesse projeto, n&amp;atilde;o d&amp;aacute; para dizer que faltou transpar&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja a mat&amp;eacute;ria aqui e tire as suas conclus&amp;otilde;es:&amp;nbsp;&lt;a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/v/predio-publico-no-parana-tem-todas-as-paredes-de-vidro-ate-as-do-banheiro/2333126/" title="http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/v/predio-publico-no-parana-tem-todas-as-paredes-de-vidro-ate-as-do-banheiro/2333126/"&gt;http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/v/predio-publico-no-parana-tem-todas-as-paredes-de-vidro-ate-as-do-banheiro/2333126/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="border: 0px; font-family: Helvetica Neue, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #373737; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote style="border: 0px; font-family: Georgia, Bitstream Charter, serif; font-size: 15px; font-style: italic; margin: 0px 3em; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #373737; line-height: 24px;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidade sobre edif&amp;iacute;cios de vidro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="border: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div class="wp-caption alignnone" style="border: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; padding: 9px; vertical-align: baseline; background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-3562" src="http://blog.lambda3.com.br/wp-content/uploads//2013/01/heinkel-300x240.jpg" height="240" alt="Foto: &lt;a href="http://www.historytoday.com/rowena-hammal/never-surrender-british-civilian-morale-during-second-world-war"&gt;http://www.historytoday.com/rowena-hammal/never-surrender-british-civilian-mo...&lt;/a&gt;" width="300" style="height: auto; display: block; margin: 0px auto; border: 1px solid #eeeeee; padding: 6px;" /&gt;
&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Foto: &lt;a href="http://www.historytoday.com/rowena-hammal/never-surrender-british-civilian-morale-during-second-world-war"&gt;http://www.historytoday.com/rowena-hammal/never-surrender-british-civilian-mo...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Ao longo da segunda guerra mundial Londres sofreu muitos bombardeios, o que acabava com as janelas e portas de vidro de casas e edif&amp;iacute;cios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Ao longo da guerra os Londrinos se especializaram em produzir vidro bom, mais barato e em maior quantidade que era imediatamente utilizado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Com o fim da guerra e dos bombardeios come&amp;ccedil;ou a sobrar muito vidro. Os construtores aproveitaram aquele vidro todo e passaram a fazer bel&amp;iacute;ssimos edif&amp;iacute;cios com paredes inteiras de vidro que, por deixar a luz e o escasso sol de Londres entrar, eram excelentes para aquela cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Como n&amp;oacute;s focamos na est&amp;eacute;tica, passamos a construir edif&amp;iacute;cios de vidro, inclusive em cidades como o Rio de Janeiro e cidades da regi&amp;atilde;o nordeste.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Acontece que o Brasil tem a maior incid&amp;ecirc;ncia de sol do mundo, temperaturas m&amp;eacute;dias altas, ent&amp;atilde;o colocaram cortinas e, consequentemente, refrigera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas muita refrigera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;O c&amp;uacute;mulo da inefici&amp;ecirc;ncia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Isso lembra o h&amp;aacute;bito de usar terno preto e gravata em um pa&amp;iacute;s tropical, tamb&amp;eacute;m copiado da Inglaterra/Fran&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p style="border: 0px; font-family: Helvetica Neue, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #373737; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/ate-onde-vamos-para-nao-alterar-o-escopo"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/1W2JIqFLxR0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Wed, 05 Dec 2012 11:59:00 -0800</pubDate>
      <title>Aprendendo muito com a classificação brasileira de ocupações</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/MnnuHVHOg14/aprendendo-muito-com-a-classificacao-brasilei-52543</link>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;M&amp;ecirc;s passado recebi um convite para participar no dia primeiro de dezembro como analista de neg&amp;oacute;cios de um trabalho realizado pela FIPE para o Minist&amp;eacute;rio do Trabalho referente &amp;agrave; CBO, a Classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O trabalho tomou um s&amp;aacute;bado inteiro e, apesar de estar com muita vontade de usar meu tempo com outra coisa algo me dizia que valeria a pena e valeu.&lt;p /&gt;O objetivo do trabalho era em uma sess&amp;atilde;o que levaria o dia todo com alguns intervalos definir quais eram os deveres e as tarefas que definiam quatro ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es representadas por profissionais presentes.&lt;p /&gt;A Classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o serve para o reconhecimento pelo Minist&amp;eacute;rio do Trabalho da exist&amp;ecirc;ncia das ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Esse reconhecimento &amp;eacute; usado para guiar programas de governo, sensos, pesquisas e outras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional do Trabalho mant&amp;eacute;m uma classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas &amp;eacute; claro que ela n&amp;atilde;o abrange todas as ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de todos os pa&amp;iacute;ses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile9.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-12-05/kDyrDunljEvugumCrtlmHmIvbdbtftAuAmmedrBxqtcADwfrjIeJmjbaDJIk/cbo_01.jpg.scaled1000.jpg"&gt;&lt;img alt="Cbo_01" height="262" src="http://getfile4.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-12-05/kDyrDunljEvugumCrtlmHmIvbdbtftAuAmmedrBxqtcADwfrjIeJmjbaDJIk/cbo_01.jpg.scaled500.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Quando falamos em abrang&amp;ecirc;ncia estamos falando de todas mesmo. O trabalho de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual envolve aproximadamente duas mil sess&amp;otilde;es com sete mil profissionais. Eu confesso que fiquei muito interessado por esse trabalho. Imagine um analista de neg&amp;oacute;cios poder conhecer profissionais de todas as ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes, entender seus objetivos e o que fazem para atingi-los? &amp;Eacute; um conhecimento muito rico.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; deve estar se perguntando se profissionais do sexo est&amp;atilde;o nessa lista e a resposta &amp;eacute; sim. Outra ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o interessante &amp;eacute; a de catador de papel. Segundo a facilitadora, metade dos participantes da sess&amp;atilde;o naquele dia eram analfabetos e mesmo assim ela foi muita produtiva, trazendo ao conhecimento da classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o tarefas as quais elas nem faziam ideia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;uacute;ltima classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o a An&amp;aacute;lise de Neg&amp;oacute;cios estava agrupada junto com ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es voltadas para a publicidade, o que era muito estranho, uma vez que os objetivos s&amp;atilde;o muito distintos, ent&amp;atilde;o, dessa vez ela foi mudada de agrupamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A priori o novo agrupamento me pareceu apenas &amp;ldquo;menos pior&amp;rdquo; do que o anterior, pois envolvia na primeira metade ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es prioritariamente voltadas para vendas. O primeiro pensamento que me veio &amp;agrave; mente foi &amp;ldquo;nossa, como &amp;eacute; que essas pessoas sabem onde enquadrar cada ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&amp;rdquo; e o segundo foi &amp;ldquo;nossa, estamos ferrados, pois n&amp;atilde;o vamos poder mudar isso&amp;rdquo;.&lt;p /&gt;Acontece que as pessoas respons&amp;aacute;veis sabem como agrupar. Ocorre que no mesmo grupo estavam ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que, como viemos a descobrir ao longo do dia, tem muito a ver com an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios: Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas, Ouvidor e Analista de Mercado.&lt;p /&gt;Apesar dos agrupamentos, cada ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem a sua defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria. &amp;Eacute; comum as ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es compartilharem tarefas entre si, contudo, h&amp;aacute; tarefas exclusivas e a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tarefas e os diferentes objetivos que elas atendem &amp;eacute; que definem uma ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Photo_1_3_p" height="336" src="http://getfile9.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-12-05/dFBulBqeFsGjsknBubJaAnsCbBIaFuHtwuuluzqDezgdwvJDAjbaEgpAutHd/photo_1_3_p.jpg.scaled500.jpg" width="450" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;O m&amp;eacute;todo utilizado para o trabalho se chama &lt;a href="http://www.dacum.org/"&gt;DACUM&lt;/a&gt;, um acr&amp;ocirc;nimo para &amp;ldquo;Developing a Curriculum&amp;rdquo;, ou &amp;ldquo;Desenvolvendo um Curr&amp;iacute;culo&amp;rdquo;. O m&amp;eacute;todo consiste em um processo de storyboarding que fornece uma representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual do que o trabalhador faz em termos de deveres, tarefas, conhecimentos, habilidades, tratos e em alguns casos ferramentas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Hum... pera&amp;iacute;... &amp;ldquo;story&amp;rdquo;... &amp;ldquo;tarefas&amp;rdquo;... &amp;ldquo;representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual&amp;rdquo;...&lt;p /&gt;N&amp;atilde;o foi &amp;agrave; toa eu me sentir confort&amp;aacute;vel com o que eu vi na parede. Esse m&amp;eacute;todo &amp;eacute; a cara do story mapping.&lt;p /&gt;Na primeira coluna s&amp;atilde;o colocados objetivos principais. No caso de um professor, o grande objetivo principal seria &amp;ldquo;ensinar&amp;rdquo;. Nas colunas seguintes s&amp;atilde;o colocados pap&amp;eacute;is representando as tarefas que o profissional executa para atingir esse objetivo.&lt;p /&gt;A forma com a qual as facilitadoras trabalhavam o vocabul&amp;aacute;rio para que consegu&amp;iacute;ssemos pensar no que deveria ir parar na parede tamb&amp;eacute;m era muito similar &amp;agrave; facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma story mapping. &lt;p /&gt;Lembro da facilitadora separando claramente o que era um objetivo do que era uma tarefa perguntando &amp;ldquo;ok, voc&amp;ecirc; quer isso, mas o que, objetivamente, voc&amp;ecirc; faz para chegar a esse resultado?&amp;rdquo;. Muito bom. Nada melhor do que fazer muito alguma coisa para ficar muito bom nisso.&lt;p /&gt;Bem, eu j&amp;aacute; falei que gostaria de ter a oportunidade de conhecer melhor o m&amp;aacute;ximo de ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, claro que isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, a n&amp;atilde;o ser que eu me prepare e consiga trabalho na FIPE, contudo, esse s&amp;aacute;bado permitiu que eu conhecesse um pouco mais das ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ocupavam a mesa conosco.&lt;p /&gt;Notei que quase todas compartilham de preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es similares &amp;agrave;s preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que temos na an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios. Por exemplo: como analistas de neg&amp;oacute;cios defendemos que o valor do nosso trabalho est&amp;aacute; na compreens&amp;atilde;o das reais necessidades das partes interessadas e n&amp;atilde;o no simples ato de &amp;ldquo;tirar pedidos&amp;rdquo; registrando o que as pessoas pedem.&lt;p /&gt;No caso do rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas, existe uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em ir al&amp;eacute;m da melhoria da imagem de uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o intuito &amp;eacute; melhorar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;p /&gt;No caso da ouvidoria, o objetivo &amp;eacute; garantir voz para quem n&amp;atilde;o tem, buscar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ou, pelo menos respostas para os demandantes e n&amp;atilde;o se limitar ao que chamaram de &amp;ldquo;encaminhadoria&amp;rdquo;, ou seja, o simples ato de encaminhar problemas para outras &amp;aacute;reas da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;p /&gt;S&amp;eacute;rio, eu nem pensava nisso antes desse s&amp;aacute;bado. No caso da an&amp;aacute;lise de mercado, soube que o gerente de projetos est&amp;aacute; absorvendo todas as atividades do analista de mercado. Bem, a minha teoria &amp;eacute; a de que se o gerente de projetos n&amp;atilde;o absorver atividades dos demais n&amp;atilde;o sobra muito para fazer (pausa para uma boa risada), ent&amp;atilde;o na pr&amp;aacute;tica o gerente de projetos &amp;eacute; um analista de mercado que reporta para o neg&amp;oacute;cio e para os clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro aspecto que me deixou bem satisfeito no s&amp;aacute;bado foi que fazia tempo que eu n&amp;atilde;o era uma parte interessada tendo meu trabalho facilitado por algu&amp;eacute;m. Sou sempre eu quem facilita (ou co-facilita) e quase nunca sou parte interessada, s&amp;oacute; me interesso mesmo pelo bem geral da na&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No s&amp;aacute;bado eu estava realmente preocupado com como a an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios seria representada, como fazer com que meus interlocutores compreendessem o que fazemos e o que &amp;eacute; importante para a nossa ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem diferente e me ajudou a buscar ainda mais empatia com as pessoas que participam das minhas facilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;p /&gt;E ent&amp;atilde;o, como ficou a an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios na nova CBO??? N&amp;atilde;o posso dizer, &amp;eacute; segredo at&amp;eacute; o come&amp;ccedil;o do ano que vem quando ser&amp;aacute; publicada. S&amp;oacute; posso dizer que acho que o Fabr&amp;iacute;cio Laguna (&lt;a href="http://www.iiba.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=72:cbo2012&amp;amp;catid=6:artigos&amp;amp;Itemid=15"&gt;o relato dele est&amp;aacute; aqui&lt;/a&gt;), presidente do IIBA S&amp;atilde;o Paulo e eu fizemos um bom trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/aprendendo-muito-com-a-classificacao-brasilei-52543"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/MnnuHVHOg14" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Sun, 25 Nov 2012 06:24:00 -0800</pubDate>
      <title>Construir a coisa certa</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/fz1VggfLYls/construir-a-coisa-certa</link>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;O livro &amp;ldquo;&lt;a href="http://www.amazon.com/Leading-Lean-Software-Development-Results/dp/0321620704/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;amp;qid=1353841440&amp;amp;sr=8-2&amp;amp;keywords=mary+poppendieck"&gt;Leading Lean Software Development: Results Are not the Point&lt;/a&gt;&amp;rdquo; &amp;eacute; o tipo de livro que s&amp;oacute; deve ser lido pelas pessoas que gostam de desafiar suas cren&amp;ccedil;as e conceitos-chave a cada cap&amp;iacute;tulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Showcover" height="328" src="http://getfile6.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-11-25/wvgoIHqcGspFIsrGuejoEthzcHusknenBHInwqxGJxwzvnlcmprJxoeEhsvm/ShowCover.jpg.scaled500.jpg" width="250" /&gt;
&lt;/div&gt;
O cap&amp;iacute;tulo 3 &amp;ldquo;Reliable Delivery&amp;rdquo; (entrega confi&amp;aacute;vel) descreve em detalhes o processo de &amp;nbsp;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Empire State Building, que, lan&amp;ccedil;ado em 1931 manteve por 40 anos o t&amp;iacute;tulo de edif&amp;iacute;cio mais alto do mundo. Por que o edif&amp;iacute;cio &amp;eacute; exemplo de entrega confi&amp;aacute;vel? Porque ele foi constru&amp;iacute;do em apenas 20 meses.&lt;p /&gt;A maior parte dos fatores que levaram a esse sucesso de entrega tamb&amp;eacute;m fazem sentido quando pensamos em desenvolvimento de software e eu sugiro que todos os interessados em entrega leiam pelo menos esse cap&amp;iacute;tulo.&lt;p /&gt;Eu sempre prego que &amp;ldquo;entrega&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;delivery&amp;rdquo; devem ser preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do analista de neg&amp;oacute;cios, afinal, nenhum trabalho feito pelo AN (a n&amp;atilde;o ser aquele que evita que software seja desenvolvido) faz sentido se o software n&amp;atilde;o estiver dispon&amp;iacute;vel no momento certo, contudo, o que mais me chamou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesse cap&amp;iacute;tulo foi o fato de que apesar de ter atendido &amp;agrave;s expectativas da sant&amp;iacute;ssima trindade prazo, custo e escopo com qualidade, o Empire State, como NEG&amp;Oacute;CIO foi um fracasso.&lt;p /&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Empire_state_building_from_the_top_of_the_rock" height="267" src="http://getfile6.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-11-25/xwosyIExHzpFipdtIreIwvmubIajrbgctBAjIsuyuarhmtukfpkeBDsGbEgs/Empire_State_Building_from_the_Top_of_the_Rock.jpg.scaled500.jpg" width="200" /&gt;
&lt;/div&gt;
No momento em que foi lan&amp;ccedil;ado, dia primeiro de maio de 1931 o edif&amp;iacute;cio estava localizado em uma &amp;aacute;rea da cidade com pequeno fluxo de pessoas, havia uma enxurrada de ofertas de escrit&amp;oacute;rios baratos na cidade e o pa&amp;iacute;s ainda n&amp;atilde;o havia sa&amp;iacute;do da grande depress&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica. Esses fatores levaram o empreendimento a decolar apenas 15 anos ap&amp;oacute;s a sua constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;p /&gt;Ap&amp;oacute;s anos me preocupando com como entregar os projetos da melhor forma, como elicitar os requisitos e comunic&amp;aacute;-los, como aprender com o feedback que recebemos do desenvolvimento iterativo e incremental de software e aplicar o aprendizado em seguida, &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/o-dia-em-que-me-tornei-desnecessario"&gt;como aproximar quem paga, quem vai utilizar e quem est&amp;aacute; construindo em um ambiente harmonioso&lt;/a&gt;, n&amp;atilde;o atingi a paz de esp&amp;iacute;rito, muito pelo contr&amp;aacute;rio, uma pulga enorme surgiu atr&amp;aacute;s da minha orelha: &lt;p /&gt;Ser&amp;aacute; que fa&amp;ccedil;o esse trabalho todo sem nem ao menos saber se estamos construindo a coisa certa? Passeio esse tempo construindo meu Empire State Building?&lt;p /&gt;Para trabalhar essa hip&amp;oacute;tese passei em exame mental as iniciativas das quais eu participei nos &amp;uacute;ltimos 15 anos e notei que elas se separam, quase que naturalmente, em duas categorias bem distintas com base no que se esperava do meu papel de analista de neg&amp;oacute;cios.&lt;p /&gt;A primeira categoria, que batizei de &amp;ldquo;efic&amp;aacute;cia&amp;rdquo;, possui as iniciativas nas quais eu tinha acesso de fato ao neg&amp;oacute;cio, compreendia seu funcionamento de ponta a ponta e via em primeira m&amp;atilde;o como a nossa iniciativa o impactaria, permitindo adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es no curso. A melhor delas envolveu o gerenciamento de um produto j&amp;aacute; estabelecido no mercado.&lt;p /&gt;A segunda categoria, a &amp;ldquo;efici&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;, possui as iniciativas nas quais eu estruturava todo o meu trabalho sobre uma ou mais premissas passadas a mim por algu&amp;eacute;m. Eu tomava essas premissas como verdadeiras com base na autoridade de quem as repassou e desenvolvia todo o trabalho a partir dali.&lt;p /&gt;A primeira categoria re&amp;uacute;ne iniciativas em organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es menores, nas quais eu atuei na maior parte das vezes como colaborador interno, como &amp;ldquo;intraempreendedor&amp;rdquo; enquanto a segunda categoria tende a reunir as iniciativas de organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es maiores, nas quais eu atuei como consultor externo.&lt;p /&gt;&amp;Eacute; muito natural que isso ocorra, afinal, quando voc&amp;ecirc; contrata algu&amp;eacute;m para fazer um trabalho para voc&amp;ecirc;, o objeto dessa contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esse trabalho, j&amp;aacute; nasce como uma premissa, ela &amp;eacute; o que &amp;ldquo;deve&amp;rdquo; ser feito e entregue. &lt;p /&gt;Quando as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o maiores, mesmo quando n&amp;atilde;o existe a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agentes externos, existe a &amp;ldquo;contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras &amp;aacute;reas&amp;rdquo;, no nosso caso TI, e essa contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o tende a seguir o mesmo modelo mental da terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;p /&gt;Isso se d&amp;aacute; porque poucas empresas sabem trabalhar como modelos como &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/pra-nao-dizer-que-nao-falei-de-arvores"&gt;mapa estrat&amp;eacute;gico&lt;/a&gt; e acabam cobrando as &amp;aacute;reas com base no seu desempenho individual gerando mais negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos do que coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;p /&gt;Qual seria ent&amp;atilde;o a diferen&amp;ccedil;a primordial entre essas duas categorias? Apelo &amp;agrave; frase de Peter Drucker para explicar:&lt;p /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;a efici&amp;ecirc;ncia consiste em fazer certo as coisas &lt;br /&gt;e a efic&amp;aacute;cia em fazer as coisas certas.&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Veja, n&amp;atilde;o estou propondo uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Falsa_dicotomia"&gt;falsa dicotomia&lt;/a&gt;, n&amp;atilde;o existe uma escolha obrigat&amp;oacute;ria entre efici&amp;ecirc;ncia e efic&amp;aacute;cia, o que existe no nosso trabalho de an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios &amp;eacute; um foco na efici&amp;ecirc;ncia e desapego pela efic&amp;aacute;cia.&lt;p /&gt;Abra&amp;ccedil;amos a premissa, seja qual for, e fazemos o nosso melhor para atend&amp;ecirc;-la. Chegamos ao cliente e ouvimos &amp;ldquo;oferecer o produto x at&amp;eacute; a data y nos trar&amp;aacute; N% de retorno e possibilitar&amp;aacute; que yada yada yada aconte&amp;ccedil;a&amp;rdquo;. Colocamos isso no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e partimos para o trabalho.&lt;p /&gt;Isso est&amp;aacute; errado? Teoricamente n&amp;atilde;o. Veja a &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=wZvSEEg39N4C&amp;amp;pg=PA3&amp;amp;dq=babok&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=fw-yUNulNaXw0gHilYHYDA&amp;amp;ved=0CD8Q6AEwAQ#v=onepage&amp;amp;q=o%20que%20%C3%A9%20an%C3%A1lise%20de%20neg%C3%B3cios&amp;amp;f=false"&gt;defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios&lt;/a&gt;:&lt;p /&gt;&amp;ldquo;An&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios &amp;eacute; o conjunto de atividades e t&amp;eacute;cncias utilizadas para servir como liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as partes interessada, no intuito de compreender a estrutura, pol&amp;iacute;ticas e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e para recomendar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que permitam que a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o alcance suas metas&amp;rdquo;.&lt;p /&gt;NADA na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios envolve questionar ou desafiar as premissas (metas), o trabalho do analista de neg&amp;oacute;cios &amp;eacute; facilitar que a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o alcance as suas metas, n&amp;atilde;o questionar as metas, rever as metas e o que seria melhor, testar as metas.&lt;p /&gt;O modelo mental dentro do qual essa defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi escrita &amp;eacute; o modelo mental que subordina a an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios ao gerenciamento de projetos, n&amp;atilde;o ao neg&amp;oacute;cio.&lt;p /&gt;N&amp;atilde;o existe modelo de trabalho que dificulte mais o desafio de premissas do que o gerenciamento de projetos, porque &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto"&gt;um projeto &amp;eacute; um esfor&amp;ccedil;o tempor&amp;aacute;rio empreendido para criar um produto, servi&amp;ccedil;o ou resultado exclusivo&lt;/a&gt;.&lt;p /&gt;Uma vez definido um projeto, questionar produto, servi&amp;ccedil;o ou resultado exclusivo &amp;eacute; um ato que fere a pr&amp;oacute;pria natureza do projeto. &lt;p /&gt;Um projeto traz o mesmo risco para um neg&amp;oacute;cio que trabalhar desenvolvendo &amp;eacute;picos ou casos de uso de 45 p&amp;aacute;ginas traz para o desenvolvimento de software. Lotes de trabalho menores s&amp;atilde;o muito ben&amp;eacute;ficos para o desenvolvimento, permitem um feedback mais r&amp;aacute;pido, descoberta e tratamento de defeitos mais cedo e mudan&amp;ccedil;as de rumo menos traum&amp;aacute;ticas. &lt;p /&gt;A conta &amp;eacute; a mesma para um neg&amp;oacute;cio: o custo de descobrir que a sua ideia estava errada &amp;eacute; muito superior ao custo de implementar uma estrutura que permita que voc&amp;ecirc; teste suas ideias de forma barata e mais r&amp;aacute;pida.&lt;br /&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Dada_303" height="267" src="http://getfile1.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-11-25/BkfenjtaDDDoFodBtFAEFFvmjazpjwCwJgdJJyIxuHoDwHtopjsxBqgzkrvo/dada_303.JPG.scaled500.jpg" width="200" /&gt;
&lt;/div&gt;
A an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios que deveria ser um belo cisne negro desafiador de premissas nasceu e hoje cresce achando que &amp;eacute; um patinho feio defensor de premissas.&lt;p /&gt;O que hoje chamamos de an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios deveria ostentar um nome menos pomposo, algo como promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consenso em projetos e ser sim uma subdisciplina do gerenciamento de projetos.&lt;p /&gt;Isso &amp;eacute; o melhor que podemos fazer quando estamos em um ambiente onde as premissas n&amp;atilde;o podem ser questionadas. Se voc&amp;ecirc; &amp;eacute; analista de neg&amp;oacute;cios em um projeto e seu trabalho contribuir para a efic&amp;aacute;cia do trabalho dos demais (requisitos mais claros e n&amp;atilde;o amb&amp;iacute;guos, consenso entre as partes interessadas e tudo mais) voc&amp;ecirc; ser&amp;aacute; considerado um bom profissional indepentende do fato do produto, servi&amp;ccedil;o ou resultado exclusivo criado trazer ou n&amp;atilde;o resultado.&lt;p /&gt;De qualquer forma, a falta de v&amp;iacute;nculo com o resultado para o neg&amp;oacute;cio deveria impedir que ostent&amp;aacute;ssemos &amp;ldquo;neg&amp;oacute;cio&amp;rdquo; no crach&amp;aacute;.&lt;p /&gt;Ok, mas n&amp;oacute;s temos op&amp;ccedil;&amp;otilde;es? Sim, n&amp;oacute;s temos op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Eu vejo pelo menos duas.&lt;p /&gt;A primeira &amp;eacute; buscar trabalhar com iniciativas menores como startups. As startups (fora aquelas abertas com o dinheiro do papai) n&amp;atilde;o tem tempo a perder, elas precisam validar as suas hip&amp;oacute;teses rapidamente, sentir o pulso do mercado e adaptar, tudo em ciclos curtos. Trabalhar como analista de neg&amp;oacute;cios nesse contexto &amp;eacute; excitante e voc&amp;ecirc; pode se divertir muito. Contudo, trabalhar assim tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; desgastante ao ponto que raramente uma empresa mant&amp;eacute;m essa forma de trabalhar depois de ter conseguido superar as suas maiores incertezas. Quando a ca&amp;ccedil;a est&amp;aacute; garantida voc&amp;ecirc; pode deixar um pouco de gordura se acumular onde antes havia uma barriga de tanquinho. Nosso sonho inconsciente &amp;eacute; o conforto, n&amp;atilde;o tem jeito. Pelo jeito s&amp;oacute; pessoas como o Steve Jobs n&amp;atilde;o buscam instintivamente estabilizar um dia.&lt;p /&gt;A segunda op&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; aceitarmos que o nosso trabalho &amp;eacute; de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consenso em projetos e fazermos esse trabalho da melhor forma poss&amp;iacute;vel.&lt;p /&gt;Ok, eu chamei esse cara de patinho feio, mas ele n&amp;atilde;o &amp;eacute; feio, &amp;eacute; s&amp;oacute; &amp;ldquo;menos bonito&amp;rdquo;. Quer saber, talvez seja at&amp;eacute; mais bonito.&lt;p /&gt;Existe uma beleza na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consenso em projeto e essa beleza est&amp;aacute; no simples fato de que quando voc&amp;ecirc; trabalha com isso voc&amp;ecirc; trabalha para ativamente melhorar as vidas das pessoas envolvidas no projeto.&lt;p /&gt;Quando voc&amp;ecirc; promove uma melhor comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; fazendo com que as pessoas passem os dias com menos receio de serem mal compreendidas. Quando voc&amp;ecirc; diminui a ambiguidade dos requisitos voc&amp;ecirc; diminui a inseguran&amp;ccedil;a de todos, quando voc&amp;ecirc; d&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para que desenvolvedores interfiram no produto voc&amp;ecirc; aumenta o senso de prop&amp;oacute;sito deles e por a&amp;iacute; vai.&lt;p /&gt;Dizer que isso n&amp;atilde;o tem valor &amp;eacute; como dizer que o trabalho de um profissional da sa&amp;uacute;de n&amp;atilde;o tem valor porque ele n&amp;atilde;o compreende ou interfere ativamente nas metas do neg&amp;oacute;cio no qual seu paciente trabalha.&lt;p /&gt;Ser um promotor do consenso no projeto implica trabalhar pelo bem-estar dos envolvidos no projeto partindo da sua ferramenta de trabalho, o escopo do produto do projeto, seja ele salvar golfinhos, seja construir a estrela da morte. Isso &amp;eacute; fazer o bem de forma tang&amp;iacute;vel e &amp;eacute; totalmente v&amp;aacute;lido inclusive como sua meta de vida profissional.&lt;p /&gt;Vale lembrar que esse &amp;uacute;ltimo par&amp;aacute;grafo pode ser uma premissa a partir da qual voc&amp;ecirc; pode construir a sua carreira. Nesse caso, insisto que voc&amp;ecirc; a questione e a desafie, afinal, o produto aqui &amp;eacute; a sua vida e as metas da sua vida s&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; quem faz. &lt;p /&gt;Esse &amp;ldquo;neg&amp;oacute;cio&amp;rdquo; &amp;eacute; seu. Nada de simplesmente adotar as premissas dos outros ok?&lt;p /&gt;E quanto a mim? &amp;Eacute;, eu acredito nessa premissa. Apesar de sentir satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando trabalho no lado da efic&amp;aacute;cia, os momentos nos quais me senti mais feliz no trabalho foram aqueles nos quais sentia no olhar das pessoas do neg&amp;oacute;cio, dos clientes e dos desenvolvedores que a vida deles havia melhorado em parte por causa do meu trabalho. &lt;p /&gt;Me sinto construindo a coisa certa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/fz1VggfLYls" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Thu, 25 Oct 2012 11:16:00 -0700</pubDate>
      <title>Nós vendemos soluções ou estamos presos dentro do cercadinho?</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/XFX33IrUZKk/artigo-nos-vendemos-solucoes-ou-estamos-preso</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/artigo-nos-vendemos-solucoes-ou-estamos-preso</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es...&lt;p /&gt; Segundo o BABOK 2.0 uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;ldquo;um conjunto de mudan&amp;ccedil;as no estado atual da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que s&amp;atilde;o feitas com o intuito de permitir que ela atenda a uma necessidade do neg&amp;oacute;cio, resolva um problema ou se beneficie de uma oportunidade&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;p&gt;O mais importante a respeito de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, fora a sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a necessidade do neg&amp;oacute;cio, claro, &amp;eacute; que &amp;ldquo;grande parte das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es envolve um sistema de componentes de solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que interagem entre si e cada componente &amp;eacute; potencialmente uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o em si mesmo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile5.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-25/fCxsHFkkzqkwejCnwuBaAmoAzaCyheJIviGdxfsdgecceaFfxBhvjpBaDwtx/planolandia.png.scaled1000.png"&gt;&lt;img alt="Planolandia" height="326" src="http://getfile2.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-25/fCxsHFkkzqkwejCnwuBaAmoAzaCyheJIviGdxfsdgecceaFfxBhvjpBaDwtx/planolandia.png.scaled500.png" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Isso implica que quando n&amp;oacute;s chamamos um sistema de &amp;ldquo;solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; corremos um enorme risco de tomarmos uma parte como o todo, pois &amp;eacute; muito prov&amp;aacute;vel que o sistema seja, de fato, um dos componentes da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nem sempre o mais importante.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; Digamos que nossa empresa preste atendimento p&amp;oacute;s-vendas, ou suporte tamb&amp;eacute;m via telefone para os clientes atuais (caso real).&amp;nbsp;&lt;p /&gt; A empresa tem como meta anual um acr&amp;eacute;scimo no volume de venda sobre a sua base de clientes (clientes atuais), ela quer vender mais para quem j&amp;aacute; &amp;eacute; cliente, ou seja, conseguir uma parcela maior da carteira dele (share of wallet).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; Algu&amp;eacute;m do p&amp;oacute;s-venda e suporte lembrou que &amp;eacute; comum clientes expressarem desejo por incrementos nos produtos atuais ou at&amp;eacute; mesmo novos produtos durante as intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do p&amp;oacute;s-venda e suporte, mas que os atendentes n&amp;atilde;o sabem exatamente como proceder.  &lt;p /&gt; Alguns passam os dados de contato da &amp;aacute;rea comercial, outros de pessoas espec&amp;iacute;ficas na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que podem auxiliar, contudo, h&amp;aacute; sempre a impress&amp;atilde;o de que essas oportunidades n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o bem exploradas e a certeza de que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhuma informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a respeito delas para a&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;n&amp;aacute;lise depois que a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; encerrada.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Por outro lado, a &amp;aacute;rea comercial alegava que as oportunidades oriundas do p&amp;oacute;s-venda e do suporte chegavam com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es truncadas, pouca clareza da necessidade e &amp;agrave;s vezes por diferentes meios como e-mail, telefone e at&amp;eacute; bilhetes colados no monitor. Quando uma oportunidade como essa &amp;eacute; registrada no sistema de for&amp;ccedil;a de vendas, respons&amp;aacute;vel pelo gerenciamento, a comercial n&amp;atilde;o encontra a origem correta (deveria ser suporte ou p&amp;oacute;s-venda) e acaba informando algo aproximado.&amp;nbsp;&lt;p /&gt; Bem, o problema seria melhorar o aproveitamento dessas oportunidades de venda, mas e a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Bem, neste caso a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o se dividiu em alguns componentes: &lt;p /&gt;&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um acordo n&amp;iacute;vel operacional entre p&amp;oacute;s-venda, suporte e comercial no qual as &amp;aacute;reas geradoras de oportunidades se comprometeram a coletar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es junto aos clientes no formato determinado pela comercial e no qual a comercial se comprometia a iniciar o tratamento das oportunidades em no m&amp;aacute;ximo um dia &amp;uacute;til ap&amp;oacute;s a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Treinamento dos atendentes do p&amp;oacute;s-venda e do suporte para a detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poss&amp;iacute;veis oportunidades junto aos clientes e coleta correta de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Adequa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no sistema de for&amp;ccedil;a de vendas para a entrada de novos atores (p&amp;oacute;s-venda e suporte), digo atores e n&amp;atilde;o usu&amp;aacute;rios, porque eles possuem uma intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o sistema levemente diferente dos demais atores. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio inserir duas novas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de origem de oportunidade (p&amp;oacute;s-venda e suporte) para que o resultado desse trabalho possa ser medido.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;S&amp;atilde;o tr&amp;ecirc;s componentes (dimens&amp;otilde;es?). Podemos dizer que o primeiro &amp;eacute; humano, o segundo processual e o terceiro tecnol&amp;oacute;gico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Fica claro para voc&amp;ecirc; que se ignor&amp;aacute;ssemos os itens 1 e 2 e implement&amp;aacute;ssemos apenas o 3 a coisa ficaria no m&amp;iacute;nimo capenga? &lt;p /&gt; Pois &amp;eacute;, isso acontece todos os dias o tempo todo em um monte de lugares. Colocar o status de solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o sistema, para o componente tecnol&amp;oacute;gico ignorando o que est&amp;aacute; ao redor nos faz correr o risco de fazermos uma entrega tecnicamente perfeita que surte pouco efeito pr&amp;aacute;tico.  &lt;p /&gt; Um bom exemplo disso s&amp;atilde;o todas as features que voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; entregou ao longo da vida que foram pouco ou nunca usadas. Fa&amp;ccedil;a um levantamento r&amp;aacute;pido a&amp;iacute;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A cena &amp;eacute; cl&amp;aacute;ssica, algu&amp;eacute;m chama voc&amp;ecirc; para conversar e diz algo como &amp;ldquo;o pessoal do suporte vai come&amp;ccedil;ar a usar o SFA, precisamos fazer algumas adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Conversa com eles, v&amp;ecirc; como tem que ser e...&amp;rdquo;. &lt;p /&gt; &amp;Eacute; nesse ponto que a TI ou o fornecedor precisa tomar uma decis&amp;atilde;o consciente do que oferece e at&amp;eacute; onde v&amp;atilde;o as suas responsabilidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;div&gt;Se optar por se limitar ao componente software deve tamb&amp;eacute;m se conformar com os limites disso e com a prov&amp;aacute;vel baixa relev&amp;acirc;ncia que ter&amp;aacute; nos resultados finais.&amp;nbsp;Isso inclui quem utiliza m&amp;eacute;todos iterativos e incrementais com muito foco na entrega e pouco questionamento do que foi entregue.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Esse tipo de posicionamento &amp;eacute; bom para quem gosta de usar o argumento &amp;ldquo;fiz tudo o que era da minha responsabilidade&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;entreguei tudo que voc&amp;ecirc;s pediram&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;div&gt;Optar por se envolver com os demais componentes da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por coordenar esfor&amp;ccedil;os &amp;eacute; como abrir um portal para novas dimens&amp;otilde;es: &amp;eacute; mais perigoso, &amp;eacute; mais arriscado, mas &amp;eacute; ali que est&amp;atilde;o as grandes oportunidades de fazer a diferen&amp;ccedil;a e tamb&amp;eacute;m de aprender muito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;div&gt;Ali&amp;aacute;s, pensar em ficar restrito ao componente da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o "software" me parece ser como optar por viver em duas dimens&amp;otilde;es quando somos afetados e temos a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perceber tr&amp;ecirc;s, como se f&amp;ocirc;ssemos viver na &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aZyfkHg1H8Q"&gt;Planol&amp;acirc;ndia de Edwin Abbot explicada com maestria pelo saudoso Carl Sagan (assista, &amp;eacute; sensacional)&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;div&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/aZyfkHg1H8Q?wmode=transparent" allowfullscreen frameborder="0" height="417" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
N&amp;atilde;o sou partid&amp;aacute;rio de falsas dicotomias, ent&amp;atilde;o adoraria se algu&amp;eacute;m apontasse uma terceira alternativa para a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde que, claro, n&amp;atilde;o seja a de se responsabilizar pela solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e focar apenas no seu componente. Essa &amp;eacute; um tiro no p&amp;eacute;. &lt;p /&gt; Uma boa analogia para o pensamento fora da caixinha (nesse caso, software &amp;eacute; apenas um componente da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o) &amp;eacute; a campanha da Coca Cola Zero que passou a vender latinhas e garrafas contendo &amp;ldquo;nomes pr&amp;oacute;prios&amp;rdquo; (a professora de portugu&amp;ecirc;s est&amp;aacute; orgulhosa agora) junto com o seu slogan &amp;ldquo;quanto mais, melhor&amp;rdquo;.&amp;nbsp;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile6.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-25/zhwkfbFAnbntaEiJqtCtkvjzJejCccqIjAFdgCFcpnfusruCujjanaEgItsd/latas-coca-cola-zero-quanto-mais-amigos-melhor-nomes_MLB-F-3194104216_092012.jpg.scaled1000.jpg"&gt;&lt;img alt="Latas-coca-cola-zero-quanto-mais-amigos-melhor-nomes_mlb-f-3194104216_092012" height="486" src="http://getfile3.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-25/zhwkfbFAnbntaEiJqtCtkvjzJejCccqIjAFdgCFcpnfusruCujjanaEgItsd/latas-coca-cola-zero-quanto-mais-amigos-melhor-nomes_MLB-F-3194104216_092012.jpg.scaled500.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;A publicidade convencional costuma contar com componentes de solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem definidos e estabelecidos como comerciais em diferentes m&amp;iacute;dias (somos bombardeados, em m&amp;eacute;dia, por tr&amp;ecirc;s mil comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es publicit&amp;aacute;rias por dia) e os publicit&amp;aacute;rios (divididos em v&amp;aacute;rias subespecializa&amp;ccedil;&amp;otilde;es) costumam trabalhar da mesma forma que a TI ou os fornecedores, ou seja, focados no seu nicho de costume.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt; A promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Coca Cola Zero foi abrangente e envolveu al&amp;eacute;m dos componentes tradicionais uma mudan&amp;ccedil;a que impactou a pr&amp;oacute;pria produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o na f&amp;aacute;brica. &lt;p /&gt; Se voc&amp;ecirc; trabalhou com produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o em massa sabe que quanto mais unidades de um modelo espec&amp;iacute;fico de alguma coisa voc&amp;ecirc; fizer maior ser&amp;aacute; o seu ganho econ&amp;ocirc;mico.  &lt;p /&gt; J&amp;aacute; vi casos de empresas aliment&amp;iacute;cias concorrentes que combinaram que cada uma faria um tipo de produto na sua f&amp;aacute;brica para que todas evitassem o enorme custo do setup das m&amp;aacute;quinas na hora de produzir outra coisa. &lt;p /&gt; Em suma, fazer o que a Coca fez &amp;eacute; complicado e &amp;eacute; caro e deu um baita resultado. Eu nem tomo mais tanta Coca Cola, mas comprei uma com o nome da minha pessoa favorita para guardar de lembran&amp;ccedil;a. &lt;p /&gt; O componente software da campanha da Coca permitia voc&amp;ecirc; publicar uma foto de uma latinha com o seu nome em uma rede social, algo que (tirando a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na rede social que n&amp;atilde;o existia) eu teria feito com a biblioteca GD do PHP em 1999 de t&amp;atilde;o simples que &amp;eacute;. Imagine qual seria o impacto da campanha se apenas o componente de software tivesse sido entregue. &lt;p /&gt; Ahh, mas &amp;eacute; a Coca Cola! Eles j&amp;aacute; davam minigarrafas de refrigerante antes de eu nascer. Tudo bem, mas ser&amp;aacute; que trabalhar nos diferentes componentes da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; funciona nessas circunst&amp;acirc;ncias? Claro que n&amp;atilde;o.  &lt;p /&gt; O primeiro exemplo que eu dei &amp;eacute;, de fato, uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem ordin&amp;aacute;ria e foi necess&amp;aacute;rio apenas dar um passo atr&amp;aacute;s para ver a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como um todo e desejo de aprender. Ok, e se eu quiser entregar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o que eu preciso fazer? Que tal contratar algu&amp;eacute;m que entende de neg&amp;oacute;cios (seja l&amp;aacute; como se mede isso em algu&amp;eacute;m), e dar a ele a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de analista de neg&amp;oacute;cios? N&amp;atilde;o resolve? N&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o mesmo. &lt;p /&gt; Contratar um analista de neg&amp;oacute;cios e deix&amp;aacute;-lo restrito dentro do cercadinho do seu componente da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o vai resolver. Isso pode at&amp;eacute; ser considerado crueldade, principalmente se o pobre analista realmente gostar de neg&amp;oacute;cios e criar empatia com ele.&amp;nbsp;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="2661072-a-poor-man-close-into-a-cage" height="400" src="http://getfile8.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-25/abDvHDexcnegGHIwagubCicGBikqbdGwwnzEsJihcqBhzqHkblxBczmggsug/2661072-a-poor-man-close-into-a-cage.jpg.scaled500.jpg" width="321" /&gt;
&lt;/div&gt;
 O caminho est&amp;aacute; em desenvolver um ambiente, um contexto que aumente a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os diferentes componentes poss&amp;iacute;veis da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para que eles estejam abertos para sugest&amp;otilde;es e mudan&amp;ccedil;as voc&amp;ecirc; precisa se abrir para sugest&amp;otilde;es e mudan&amp;ccedil;as no seu componente. &lt;p /&gt; Isso depende de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, confian&amp;ccedil;a e lembra a terceira frase do manifesto pelo desenvolvimento &amp;aacute;gil de software: &amp;ldquo;Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o cliente mais que negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos&amp;rdquo;. &lt;p /&gt; Tanto para a &amp;aacute;rea de TI quanto para o fornecedor isso tem a ver com saber vender, com como fechar uma boa venda onde o terreno est&amp;aacute; prop&amp;iacute;cio para que um bom trabalho seja realizado em seguida, seja um trabalho orientado ao planejamento seja orientado &amp;agrave; mudan&amp;ccedil;a. &lt;p /&gt; Eu sou analista de neg&amp;oacute;cios (aquele cara ali na jaula) e me interesso em atender &amp;agrave; necessidade do neg&amp;oacute;cio ficando muito frustrado quando mandam eu ficar no cercadinho, por isso j&amp;aacute; aviso bem cedo que &amp;ldquo;Quanto mais sair da caixinha melhor&amp;rdquo;.&lt;p /&gt;&lt;/div&gt;
	
&lt;/p&gt;

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/XFX33IrUZKk" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Wed, 24 Oct 2012 06:32:00 -0700</pubDate>
      <title>Ouça a minha palestra na Jornada de Informática da UNESP Bauru e acompanhe os slides</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/Rm4VEzOfeLI/ouca-a-minha-palestra-na-jornada-de-informati</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/ouca-a-minha-palestra-na-jornada-de-informati</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile7.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-11-01/qFnmJIlcrCasukmmmIJrFGlmzzfqgqtrIHzmvgqIJGhnvtuaucACsADJfgnb/521772_10151503001144428_977606377_n.jpg.scaled1000.jpg"&gt;&lt;img alt="521772_10151503001144428_977606377_n" height="375" src="http://getfile3.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-11-01/qFnmJIlcrCasukmmmIJrFGlmzzfqgqtrIHzmvgqIJGhnvtuaucACsADJfgnb/521772_10151503001144428_977606377_n.jpg.scaled500.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diferente da &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/ouca-a-minha-palestra-do-ba-brazil-2011-e-aco" title="&amp;Aacute;udio e slides da palestra"&gt;palestra do BABRAZIL 2011&lt;/a&gt; que tinha como p&amp;uacute;blico alvo analistas de neg&amp;oacute;cios a palestra da &amp;uacute;ltima sexta-feira (19/10) teve como p&amp;uacute;blico alvo estudantes de sistemas de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ci&amp;ecirc;ncias da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo da palestra foi armar esses futuros profissionais com conhecimentos sobre neg&amp;oacute;cios suficientes para que possam ter uma atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais abrangente no desenvolvimento de produtos ou passar a executar atividades de an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios em iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A palestra &amp;eacute; longa e o &amp;aacute;udio n&amp;atilde;o est&amp;aacute; dos melhores, contudo quem participou disse que valeu muito a pena. Convido voc&amp;ecirc; a assistir:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/14833895" frameborder="0" height="356" width="427"&gt; &lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 5px;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.slideshare.net/oclaudiobr/anlise-de-negcios-como-ferramenta-para-desenvolver-produtos-de-sucesso-unesp-bauru" title="An&amp;aacute;lise de Neg&amp;oacute;cios como ferramenta para desenvolver produtos de sucesso - UNESP Bauru (&amp;aacute;udio sincronizado!)" target="_blank"&gt;An&amp;aacute;lise de Neg&amp;oacute;cios como ferramenta para desenvolver produtos de sucesso - UNESP Bauru (&amp;aacute;udio sincronizado!)&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/oclaudiobr" target="_blank"&gt;Claudio Kerber&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/ouca-a-minha-palestra-na-jornada-de-informati"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

	| &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/ouca-a-minha-palestra-na-jornada-de-informati#comment"&gt;Leave a comment&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;raquo;&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/Rm4VEzOfeLI" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Sun, 14 Oct 2012 17:21:00 -0700</pubDate>
      <title>Palestra para estudantes. Adoro! UNESP Bauru dia 19/10</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/VOQNUUOoN04/palestra-para-estudantes-adoro-unesp-bauru-di</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/palestra-para-estudantes-adoro-unesp-bauru-di</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Gosto muito de falar para estudantes em palestras e workshops. Os estudantes s&amp;atilde;o sim mais jovens, inspirados e menos influenciados pelos v&amp;iacute;cios comumente adquiridos no mundo do trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile4.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-16/pbzmjzBbJlcFkBBvukqhFFCjmfrbhvdIsqhqkFjAatapaGhEzIzjBBIbxCAG/168613_10150164474004428_5381672_n.jpg.scaled1000.jpg"&gt;&lt;img alt="168613_10150164474004428_5381672_n" height="375" src="http://getfile2.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-16/pbzmjzBbJlcFkBBvukqhFFCjmfrbhvdIsqhqkFjAatapaGhEzIzjBBIbxCAG/168613_10150164474004428_5381672_n.jpg.scaled500.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estudantes do terceiro grau em fases mais avan&amp;ccedil;adas possuem uma vantagem extra: eles j&amp;aacute; est&amp;atilde;o fazendo incurs&amp;otilde;es no mercado e j&amp;aacute; est&amp;atilde;o levando os primeiros sustos e as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o despertando quest&amp;otilde;es complexas. Algumas eu consigo responder, outras espero respondermos juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou sempre aberto a palestrar sem custos em faculdades, mas acho que ando divulgando pouco isso, uma vez que a &amp;uacute;ltima vez na qual tive esse prazer foi em junho de 2001 na Uninove.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Logo_fc" height="150" src="http://getfile4.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-14/oHwBnwzGuafyBzpdxyipyJyarxBhzxongGgnxCjyjvsqiypichzohtCllAgD/logo_fc.gif.scaled500.gif" width="150" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sexta-feira vou para Bauru palestrar na XIII Jornada de Inform&amp;aacute;tica. Fiz um pouco de elicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto aos organizadores e o tema ser&amp;aacute;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;An&amp;aacute;lise de Neg&amp;oacute;cios como ferramenta para&amp;nbsp;desenvolver produtos de sucesso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Passamos anos estudando e nos aprimorando sobre &amp;ldquo;como fazer&amp;rdquo; software, como desenvolver solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, contudo, onde fica o &amp;ldquo;o que fazer&amp;rdquo; e como justificamos &amp;ldquo;por que fazer&amp;rdquo;?&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Seriam &amp;ldquo;o que fazer&amp;rdquo; e &amp;ldquo;por que fazer&amp;rdquo; quest&amp;otilde;es alheias aos profissionais de tecnologia? Seriam essas quest&amp;otilde;es que dever&amp;iacute;amos deixar nas m&amp;atilde;os de profissionais mais pr&amp;oacute;ximos ao mercado e afeitos a esses assuntos? Eu acredito que n&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O sucesso de um produto passa pela rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o estreita entre a descoberta e a entrega e profissionais de TI que d&amp;ecirc;em sentido ao que produzem atrav&amp;eacute;s do envolvimento com a forma com que seu trabalho afeta clientes e usu&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o o ativo mais importante que uma iniciativa pode ter.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Nessa palestra apresentarei a an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios como disciplina, sua hist&amp;oacute;ria, &amp;aacute;reas de conhecimento, t&amp;eacute;cnicas, ferramentas e aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e irei al&amp;eacute;m, apresentando aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;aacute;ticas desses conhecimentos por times de desenvolvimento que aplicamos ao longo do tempo em produtos que envolviam software e tamb&amp;eacute;m hardware.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www2.fc.unesp.br/jornada_informatica/index.php"&gt;http://www2.fc.unesp.br/jornada_informatica/index.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser&amp;aacute; um enorme prazer tanto participar do evento, conversar com as pessoas (aprender um bocado com isso) quanto conhecer Bauru, pois as bicicletas e a companheira de pedal v&amp;atilde;o me acompanhar na viagem.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/palestra-para-estudantes-adoro-unesp-bauru-di"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

	| &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/palestra-para-estudantes-adoro-unesp-bauru-di#comment"&gt;Leave a comment&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;raquo;&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/VOQNUUOoN04" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Sun, 07 Oct 2012 10:45:00 -0700</pubDate>
      <title>Por onde andei</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/goICtOLr1Ho/por-onde-andei</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/por-onde-andei</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;O que mais me mant&amp;eacute;m inspirado para escrever aqui s&amp;atilde;o as intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os times de desenvolvimento. Sim, sou analista de neg&amp;oacute;cios e o senso comum nos leva a pensar em um analista focado no lado da descoberta, do o que fazer e do porque fazer, contudo, sou fascinado pela import&amp;acirc;ncia que a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o do time de desenvolvimento com o neg&amp;oacute;cio tem para o sucesso das iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando um desenvolvedor se envolve com o produto sendo desenvolvido todos ganham. Ganha o neg&amp;oacute;cio que consegue validar hip&amp;oacute;teses mais r&amp;aacute;pido, que passa a contar com a surpreendente e muitas vezes inesperada criatividade do desenvolvedor. O desenvolvedor d&amp;aacute; sentido e significado ao seu trabalho, pois entende o contexto e pode ver com seus pr&amp;oacute;prios olhos o impacto que ele traz para as pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2012 acabei me envolvendo com iniciativas que envolviam pessoas, mas onde eu tive que trabalhar com mais afinco meu lado t&amp;eacute;cnico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que iniciativas foram essas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira foi envolvimento com BI, business intelligence, a arte de cruzar dados de bases de dados transacionais (de sistemas usados nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es) com diversas outras fontes para gerar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que sejam &amp;uacute;teis para o neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa iniciativa come&amp;ccedil;amos trabalhando com o Pentaho na sua vers&amp;atilde;o community (aberta) e terminamos utilizando o QlikView, um aplicativo pago, fechado e... impressionante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da elicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dever de todo analista de neg&amp;oacute;cios, esse trabalho envolveu diferentes habilidades e conhecimentos: minera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dados em bancos grandes e complexos como ERPs e CRMs, ETL (extraction, transformation, loading) e por fim o conhecimento espec&amp;iacute;fico nas plataformas utilizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais interessante nesse trabalho foi conseguir construir an&amp;aacute;lises de dados que envolviam diferentes fontes de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relevantes para o neg&amp;oacute;cio. N&amp;atilde;o se trata de fazer gr&amp;aacute;ficos e tabelas rebuscados de apenas um sistema, mas sim de permitir que correla&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre diferentes informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sejam estudadas pelo neg&amp;oacute;cio, no caso informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ERP, do Smart Ad Server e do Google Analytics.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile0.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-07/wJmllDuhBzClfoibwzHmsmvqHfwohvvBlyyazxbeclbqBJtkJDDjtCEcjsmq/alhos_e_bugalhos.png.scaled1000.png"&gt;&lt;img alt="Alhos_e_bugalhos" height="191" src="http://getfile6.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-10-07/wJmllDuhBzClfoibwzHmsmvqHfwohvvBlyyazxbeclbqBJtkJDDjtCEcjsmq/alhos_e_bugalhos.png.scaled500.png" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;em&gt;[Sim! d&amp;aacute; para comparar ma&amp;ccedil;&amp;atilde;s com bananas, alhos com bugalhos e isso &amp;eacute; muito bom, basta fazer compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es com n&amp;uacute;meros relativos, n&amp;atilde;o absolutos].&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A segunda iniciativa foi a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma intranet. Sim, as intranets ainda existem. N&amp;atilde;o mais como pens&amp;aacute;vamos nos anos 90 e isso ficou claro quando contrapus dois modelos mentais, um literalmente centralizado, o do Central Desktop e o descentralizado, o do Google Apps.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu pretendo fazer um post sobre cada uma das iniciativas com todas as reflex&amp;otilde;es que elas merecem, tanto t&amp;eacute;cnicas quanto sociol&amp;oacute;gicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre os times de desenvolvimento me aguardem. Logo logo volto para a minha &amp;ldquo;cacha&amp;ccedil;a&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/por-onde-andei"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/goICtOLr1Ho" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Fri, 06 Jul 2012 11:07:00 -0700</pubDate>
      <title>Hoje - Mini Palestra no TDC 2012</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/_yd5e0mDBNc/hoje-mini-palestra-no-tdc-2012</link>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Vou apresentar na pr&amp;aacute;tica como o Pentaho pode ser usado para extrair dados de um arquivo com a pior formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o poss&amp;iacute;vel para leitura, a formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o para impress&amp;atilde;o, e grav&amp;aacute;-los em um arquivo separado por v&amp;iacute;rgulas ou mesmo em uma base de dados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Tamb&amp;eacute;m vou falar sobre como o processo pode ser implementado em um servidor e agendado para execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o peri&amp;oacute;dica ou a partir de outros eventos (chegada de arquivos &amp;agrave; uma pasta, recebimento de e-mails entre outros).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Pentaho" height="299" src="http://getfile9.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-07-06/fCDqiClrEgkxHdgkfBytqJfzdwFeHzqgIHdndbGIeBxvlFlblfzEjfrufFEe/pentaho.jpg.scaled500.jpg" width="450" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A palestra ser&amp;aacute; na trilha de banco de dados do TDC:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2012/saopaulo/trilha-banco-de-dados-university#programacao"&gt;http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2012/saopaulo/trilha-banco-de-dados-university#programacao&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E sobre an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios? N&amp;atilde;o vai falar nada? &amp;Eacute; isso mesmo. Na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2012 vou me limitar a apresentar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o interessante para um problema concreto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;eacute; l&amp;aacute;.&lt;/p&gt;

	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/hoje-mini-palestra-no-tdc-2012"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/_yd5e0mDBNc" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Fri, 30 Mar 2012 11:38:00 -0700</pubDate>
      <title>Conversa rápida: Desobediência Civil</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/zTNc_9X-29g/conversa-rapida-desobediencia-civil</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/conversa-rapida-desobediencia-civil</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Na semana passada participei do Conversa R&amp;aacute;pida onde os palestrantes possuem alguns minutos para falar sobre qualquer assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fugir do habitual n&amp;atilde;o falei nem de an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios nem de bicicleta, preferi falar sobre Desobedi&amp;ecirc;ncia Civil, um assunto que me chamou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz uns 11 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/kENmQyo4L1k?wmode=transparent" allowfullscreen frameborder="0" height="417" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/conversa-rapida-desobediencia-civil"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/zTNc_9X-29g" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Wed, 28 Mar 2012 08:15:00 -0700</pubDate>
      <title>Meu primeiro artigo na InfoQ internacional! ||||| The Day I Become Unnecessary - Part 1</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/k91HYn81tcI/meu-primeiro-artigo-na-infoq-internacional-th</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/meu-primeiro-artigo-na-infoq-internacional-th</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;O meu artigo "&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/o-dia-em-que-me-tornei-desnecessario" target="_self"&gt;O dia em que me tornei desnecess&amp;aacute;rio&lt;/a&gt;" foi, sem mod&amp;eacute;stia, um sucesso. Escrevi do cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com base em uma experi&amp;ecirc;ncia muito legal que tive quando estava na Stefanini atuando como Agile BA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;eacute; hoje foram incr&amp;iacute;veis (para mim)&amp;nbsp;11.118 pageviews.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gra&amp;ccedil;as ao convite do coordenador da &amp;aacute;rea Agile da InfoQ Shane Hastie pude publicar o artigo l&amp;aacute;. Para deixar mais interessante eu o dividi em duas partes e a primeira foi ao ar essa semana em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.infoq.com/articles/day-became-unnecessary-part1"&gt;http://www.infoq.com/articles/day-became-unnecessary-part1&amp;nbsp;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.infoq.com/articles/day-became-unnecessary-part1"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.infoq.com/articles/day-became-unnecessary-part1"&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Infoq2" height="423" src="http://getfile5.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-03-28/hHAbEecmAczEoewmgBoAyyFmesmCCoAmIBrDjouwaokAAojHrArFzHfIiahG/infoq2.png.scaled500.png" width="450" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegue l&amp;aacute;, d&amp;ecirc; uma lida e deixe seu coment&amp;aacute;rio. Eu adoraria estender a discu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao &amp;acirc;mbito internacional e tamb&amp;eacute;m de ter muitos acessos e coment&amp;aacute;rios para publicar mais textos nessa publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;atilde;o legal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/k91HYn81tcI" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Tue, 06 Mar 2012 13:28:00 -0800</pubDate>
      <title>Pra não dizer que não falei de árvores</title>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Algu&amp;eacute;m na sua empresa aborda voc&amp;ecirc; com uma ideia, uma iniciativa a ser feita para atingir um objetivo, algo que desejam alcan&amp;ccedil;ar. O que fazer? Como avaliar? Como pensar no que ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio e nas suas implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es?&lt;p /&gt; Aqui vai o primeiro passo: Desenhe uma arvorezinha. &lt;p /&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;a href="http://getfile6.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-03-06/GJFuiIGkpEDAgGyltgxwAIFkooIudqrfwCcIupmvHstzBsDHkhJwcrsBqyHf/IMG_3225.JPG.scaled1000.jpg"&gt;&lt;img alt="Img_3225" height="669" src="http://getfile0.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2012-03-06/GJFuiIGkpEDAgGyltgxwAIFkooIudqrfwCcIupmvHstzBsDHkhJwcrsBqyHf/IMG_3225.JPG.scaled500.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O lance da arvorezinha &amp;eacute; o seguinte: Pense na empresa como uma arvorezinha, genial n&amp;atilde;o? Pois eu acho que &amp;eacute; desde a primeira vez que rabiscaram isso para mim*.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; No topo temos os frutos, os frutos s&amp;atilde;o a perspectiva financeira. Na perspectiva financeira temos objetivos bem comuns como &amp;ldquo;aumentar a receita&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;diminuir os custos&amp;rdquo;, claro que existem outros com nomes mais elaborados, mas, basicamente tem a ver com quanto dinheiro a mais a empresa vai ficar.&lt;p /&gt; Frutos n&amp;atilde;o se sustentam por si s&amp;oacute;, eles precisam dos galhos. Os galhos s&amp;atilde;o os clientes e tudo o que tem a ver com eles, como, por exemplo, os produtos que voc&amp;ecirc; oferece em troca dos &amp;ldquo;nutrientes&amp;rdquo;. Nessa perspectiva temos objetivos como &amp;ldquo;vender mais coisas para um mesmo cliente&amp;rdquo;, &amp;ldquo;conseguir novos clientes&amp;rdquo;, &amp;ldquo;perder menos clientes&amp;rdquo; e por a&amp;iacute; vai.&lt;p /&gt; Galhos tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o se sustentam por si, e a&amp;iacute; vem o tronco. O tronco s&amp;atilde;o os processos da empresa e a tecnologia que apoia esses processos. Os objetivos aqui tem muito a ver com efici&amp;ecirc;ncia, com saber fazer as coisas de um jeito melhor, que consuma menos recursos e entregue mais para os galhos como &amp;ldquo;aumentar a velocidade de resposta do call center&amp;rdquo;, &amp;ldquo;melhorar a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos ociosos na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.&lt;p /&gt; Um belo tronco n&amp;atilde;o se sustenta sem as ra&amp;iacute;zes. As ra&amp;iacute;zes s&amp;atilde;o o que diferenciam uma empresa de uma m&amp;aacute;quina. As ra&amp;iacute;zes s&amp;atilde;o as pessoas.  Os objetivos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s pessoas tem a ver com &amp;ldquo;contratar mais pessoas com a compet&amp;ecirc;ncia x&amp;rdquo;, &amp;ldquo;desenvolver a compet&amp;ecirc;ncia y no grupo w de pessoas&amp;rdquo; ou simplesmente &amp;ldquo;se livrar do grupo z de pessoas&amp;rdquo;.&lt;p /&gt; Pensar na arvorezinha implica pensarmos que:&lt;p /&gt; &lt;strong&gt;1.	Para aumentar a receita... &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.	... precisamos de um novo produto x adicional para fazer com que nossos clientes gastem mais... &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.	... para isso vamos precisar desenvolver o produto adicional e aumentar nossa estrutura de suporte al&amp;eacute;m de fazer altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na forma de cobran&amp;ccedil;a... &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.	... e vamos precisar de novos desenvolvedores e analistas de suporte, al&amp;eacute;m de treinar o pessoal de cobran&amp;ccedil;a para lidar com os novos casos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; Parece simpl&amp;oacute;rio, e &amp;eacute;, mas se uma ideia n&amp;atilde;o passar por um filtro simples assim n&amp;atilde;o merece aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;p /&gt; Gosto da arvorezinha da mesma forma que gosto do business model canvas e do lean startup canvas, gosto porque ela trabalha com o pensamento visual permitindo que discutamos o que interessa com todos os envolvidos independente do seu conhecimento no que tange aos neg&amp;oacute;cios.&lt;p /&gt; O teste da arvorezinha serve para evitarmos o pensamento m&amp;aacute;gico de que novas iniciativas n&amp;atilde;o possuem v&amp;iacute;nculos com outras perspectivas. Pense naquele produto novo que foi criado apesar de simplesmente n&amp;atilde;o haver algu&amp;eacute;m para desenvolv&amp;ecirc;-lo? Um claro problema de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre ra&amp;iacute;z e tronco. E naquele caso no qual disseram que nossa receita cresceria 10% no pr&amp;oacute;ximo ano sem que voc&amp;ecirc; visse nenhuma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas outras perspectivas que levasse voc&amp;ecirc; a acreditar nisso? Loucura? Ahh, voc&amp;ecirc; sabe que acontece.&lt;p /&gt; A arvorezinha tamb&amp;eacute;m pode ser cruel com algumas iniciativas cruciais como &amp;ldquo;mudar todo nosso sistema de asp para .net&amp;rdquo;. O exerc&amp;iacute;cio aqui come&amp;ccedil;a com localizar essa iniciativa, acredito que seja em processos e tecnologia, no tronco.  Pensando para cima, nos galhos: produtos e os clientes. Voc&amp;ecirc; pergunta &amp;ldquo;isso vai fazer com que vendamos mais, perdamos menos clientes, tiremos mais dinheiro dos nossos clientes ou coisa assim?&amp;rdquo; e, pensando nos frutos: isso vai nos trazer mais faturamento, lucro ou queda nos custos?&lt;p /&gt; Pensando para baixo, nas ra&amp;iacute;zes: temos compet&amp;ecirc;ncia para fazer isso? Vamos precisar contratar, treinar ou tercerizar?&lt;p /&gt; &amp;Eacute; mais ou menos por a&amp;iacute;. Coloque a arvorezinha na sua caixa de ferramentas. Existem mil maneiras de us&amp;aacute;-la, invente uma! &lt;p /&gt;&lt;br /&gt; A arvorezinha &amp;eacute; baseada nos Mapas Estrat&amp;eacute;gicos (&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/225108/mapas+estrategicos:+balanced+scorecard)"&gt;http://www.submarino.com.br/produto/1/225108/mapas+estrategicos:+balanced+sco...&lt;/a&gt;.  &lt;p /&gt;&lt;p /&gt; * Quem me explicou isso foi o Miguel Rivero Neto na D&amp;iacute;gitro em 2007. Altamente did&amp;aacute;tico como sempre.&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/E54HvwLZuIA" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Wed, 15 Feb 2012 09:15:00 -0800</pubDate>
      <title>Gerenciamento de riscos: o poder é de vocês</title>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Minha amiga chega ao trabalho e ap&amp;oacute;s alguns minutos se d&amp;aacute; conta de um fato aterrador: n&amp;atilde;o consegue lembrar se tirou ou n&amp;atilde;o a sanduicheira da tomada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; conhece a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, talvez o mais desagrad&amp;aacute;vel seja o fato de simplesmente n&amp;atilde;o conseguirmos lembrar. A mem&amp;oacute;ria &amp;eacute; assim: prega pe&amp;ccedil;as para dar sabor &amp;agrave; vida, transforma em probabilidades o que poderia ser certeza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem, os riscos fazem parte da nossa vida. Para que um risco exista basta determinarmos qualquer resultado esperado em qualquer ramo da atividade humana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acordo pela manh&amp;atilde;, abro os olhos e penso: &amp;ldquo;vou trabalhar&amp;rdquo;. Pronto! Com essa frase nasceu o risco de eu n&amp;atilde;o trabalhar hoje ou talvez nunca mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Riscos existem, podemos lidar com eles, ignor&amp;aacute;-los (n&amp;atilde;o saber da sua exist&amp;ecirc;ncia) ou simplesmente aceit&amp;aacute;-los e as suas consequ&amp;ecirc;ncias. Ignoramos riscos que n&amp;atilde;o conhecemos e aceitamos riscos que achamos pouco prov&amp;aacute;veis, como fa&amp;ccedil;o com o risco da minha casa ser atingida por um aster&amp;oacute;ide.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como vamos lidar com um risco depende de uma equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o simples na qual pesamos o qu&amp;atilde;o ruim as coisas ser&amp;atilde;o se esse risco se concretizar, qual a probabilidade desse risco acontecer de fato e por fim, qual o custo que vamos ter em lidar com ele.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;lt; (Bomba / Probabilidade)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em PT-br: o custo da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o deve superar o custo da bomba explodir em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; probabilidade dela explodir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os seres humanos que habitam o planeta hoje s&amp;atilde;o descendentes dos seres humanos que souberam aplicar essa equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da melhor forma dado cada momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou usar a hist&amp;oacute;ria da minha amiga para descrever o que podemos fazer em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um risco, no caso dela o risco da sanduicheira esquentar demais e causar um inc&amp;ecirc;ndio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira op&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um risco &amp;eacute; &lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;evitar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Trata-se da velha hist&amp;oacute;ria de que prevenir &amp;eacute; melhor do que remediar, s&amp;oacute; que para evitar um risco voc&amp;ecirc; precisa agir com anteced&amp;ecirc;ncia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu saio de casa dou uma geral nas tomadas e desligo at&amp;eacute; mesmo equipamentos sem muito risco, at&amp;eacute; para proteg&amp;ecirc;-los de sobrecargas na rede. Isso tem um custo: s&amp;atilde;o minutos perdidos da minha vida todos os dias e uma boa chance de adquirir um transtorno obsessivo-compulsivo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o a continha e at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o esse custo &amp;eacute; menor do que a bomba em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; probabilidade percebida por mim (casa velha).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha amiga ainda podia evitar o risco voltando para casa e se certificando de que a sanduicheira est&amp;aacute; fora da tomada, contudo o custo disso &amp;eacute; bastante alto dado o fato do transporte na cidade dela ser bem prec&amp;aacute;rio e uma reuni&amp;atilde;o importante estar marcada para logo mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui vai algo importante: O custo de evitar s&amp;oacute; ficou grande porque o risco se tornou consciente quando era tarde demais. Podemos argumentar que ela poderia ser mais respons&amp;aacute;vel, bla bla bla, mas ser&amp;iacute;amos apenas engenheiros de obra pronta, pois depois que o risco aparece costuma parecer &amp;oacute;bvio para todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; virtualmente imposs&amp;iacute;vel conhecer todos os riscos com anteced&amp;ecirc;ncia, dessa forma, cuidado com a obsess&amp;atilde;o de prever e evitar todos os riscos, isso pode ter um custo muito alto para a empreitada e voc&amp;ecirc; corre o risco :) de criar uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seguran&amp;ccedil;a total nas pessoas que n&amp;atilde;o tem fundamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A segunda op&amp;ccedil;&amp;atilde;o se chama &lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;transferir&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Minha amiga paga seguro do im&amp;oacute;vel e em &amp;uacute;ltima inst&amp;acirc;ncia um inc&amp;ecirc;ndio acidental &amp;eacute; coberto pela sua ap&amp;oacute;lice.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transfer&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; isso: algu&amp;eacute;m com mais condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do que voc&amp;ecirc; de lidar com a explos&amp;atilde;o da bomba aluga essa capacidade para voc&amp;ecirc; em troca de dinheiro antecipado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As seguradoras e planos de sa&amp;uacute;de fazem a mesma continha que n&amp;oacute;s fazemos, s&amp;oacute; que do lado inverso. No caso da seguradora: Se a quantidade de dinheiro recebido pelo seguro dos im&amp;oacute;veis for superior do que a m&amp;eacute;dia gasta pagando pelos que de fato pegam fogo, somado aos custos operacionais voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; no lucro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No filme Clube da luta existe um exemplo do tipo de conta simples que as empresas fazem, falam da decis&amp;atilde;o de fazer ou n&amp;atilde;o recall de ve&amp;iacute;culos que est&amp;atilde;o causando acidentes com mortes horrorosas, fam&amp;iacute;lias inteiras morrendo queimadas. O racioc&amp;iacute;nio &amp;eacute;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A: n&amp;uacute;mero de carros em uso&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;B: taxa prov&amp;aacute;vel de falha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;C: custo m&amp;eacute;dio de um acordo judicial&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se A X B X C der um custo inferior ao enorme custo de um recall a empresa simplesmente n&amp;atilde;o faz o recall permitindo as mortes e pagando seu pre&amp;ccedil;o na justi&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/SMVkUgQR9NQ?wmode=transparent" allowfullscreen frameborder="0" height="417" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cruel? Bem, &amp;eacute; exatamente o mesmo tipo de c&amp;aacute;lculo que n&amp;oacute;s fazemos no nosso dia a dia. Fazemos uma s&amp;eacute;rie de escolhas baseadas em custos e comodidades que afetam pessoas ou outros seres e como eles est&amp;atilde;o distantes nem nos damos conta. Isso se chama externaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos custos, mas &amp;eacute; assunto para outro post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;oacute;s pagamos o seguro porque percebemos que o custo &amp;eacute; inferior ao custo do nosso im&amp;oacute;vel vezes a probabilidade dele pegar fogo. Minha amiga tem seguro, mas digamos que ele n&amp;atilde;o cobre outros problemas advindos do seu lar (veja que usei lar e n&amp;atilde;o im&amp;oacute;vel) pegar fogo como perder suas coisas, mem&amp;oacute;rias e o tempo sem ter onde morar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vez que evitar era muito caro e transferir n&amp;atilde;o parecia uma boa a minha amiga decidiu &lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;mitigar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mitigar um risco implica fazer algo que diminua a probabilidade ou as conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias do problema. A mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser feita com anteced&amp;ecirc;ncia, mas tamb&amp;eacute;m pode ser uma ferramenta &amp;uacute;til depois do risco aparecer caso voc&amp;ecirc; for criativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A id&amp;eacute;ia dela foi ligar para o s&amp;iacute;ndico e solicitar que ele desligasse a chave geral de energia do seu apartamento. Essa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o diminui a probabilidade do apartamento pegar fogo a quase zero (mesmo com tudo desligado a probabilidade ainda existe) e tranq&amp;uuml;iliza a pessoa uma vez que tanto faz a sanduicheira estar ou n&amp;atilde;o na tomada (fonte daquela sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desagrad&amp;aacute;vel de d&amp;uacute;vida). &amp;Eacute; um grito de liberdade &amp;ldquo;dane-se maldita sanduicheira!&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todavia, existe um custo, esse custo est&amp;aacute; no tempo gasto ligando para s&amp;iacute;ndico, est&amp;aacute; em dever mais um favor para ele (favor &amp;eacute; custo), em provavelmente perder o que ela tem na geladeira e no tempo gasto reprogramando eletrodom&amp;eacute;sticos como r&amp;aacute;dio rel&amp;oacute;gios e televisores modernos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha amiga fez as contas e optou por mitigar dessa forma. Voc&amp;ecirc; pode n&amp;atilde;o concordar com a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dela e isso faz todo sentido porque risco e probabilidade tem a ver com percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o. H&amp;aacute; pessoas que n&amp;atilde;o d&amp;atilde;o bola para alguns riscos enquanto valorizam outros. Esse fen&amp;ocirc;meno &amp;eacute; fruto da diversidade de experi&amp;ecirc;ncias humanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todavia, essas diverg&amp;ecirc;ncias na forma de ver os riscos e as probabilidades pode gerar muitos problemas que v&amp;atilde;o explodir mais &amp;agrave; frente, pois a forma de lidar com os riscos tem tudo a ver com &amp;ldquo;custos&amp;rdquo; e ali o sapato &amp;eacute; apertado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; por isso que dentro do gerenciamento de riscos, o primeiro a ser analisado &amp;eacute; justamente esse, o da diferen&amp;ccedil;a de percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para isso vale conversar com os envolvidos na sua empreitada, deixar as coisas claras e decidir as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em conjunto. Muitas ideias boas podem surgir disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conforme a empreitada avan&amp;ccedil;a novas coisas acontecem e a nossa percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o muda ficando mais abrangente, o que possibilita que percebamos riscos que hav&amp;iacute;amos negligenciado, dessa forma, um bom gerenciamento de riscos al&amp;eacute;m de participativo deve ser iterativo, ou seja, deve ocorrer em ciclos para absorver essas novas percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es e para manter o consenso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra ferramenta fant&amp;aacute;stica do gerenciamento de riscos &amp;eacute; enfrent&amp;aacute;-los, traz&amp;ecirc;-los para mais perto para saber se realmente s&amp;atilde;o aquilo que voc&amp;ecirc; pensava. Isso est&amp;aacute; no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agile no desenvolvimento de software e do lean no que tange ao modelo de neg&amp;oacute;cios como um todo. Quanto mais cedo e mais barato voc&amp;ecirc; lidar com seus riscos, melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrevi este artigo porque gerenciamento de riscos tem sido vendido como uma ci&amp;ecirc;ncia dominada por poucos escolhidos e realizada dentro de salas fechadas quando na verdade trata-se de uma atividade natural humana que deve ser realizada por todos os envolvidos o tempo todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como dizia o Capit&amp;atilde;o Planeta, o poder &amp;eacute; de voc&amp;ecirc;s. Que tal se reunir com os envolvidos, fazer um brainstorm para descobrir os principais riscos e depois bater um bom papo sobre como lidar com eles?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sua sanduicheira - vida pessoal - &amp;eacute; fundamental, mas os riscos que afetam o seu trabalho tamb&amp;eacute;m merecem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o consciente.&lt;/p&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

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      <pubDate>Mon, 13 Feb 2012 06:05:00 -0800</pubDate>
      <title>Cuidado com o sênior</title>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;
&lt;p&gt;A regi&amp;atilde;o metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo n&amp;atilde;o chega a ser digamos, montanhosa, contudo existem algumas subidas que desafiam quem deseja utilizar a bicicleta como meio de transporte, principalmente para quem gostaria de chegar no ponto B sem suar al&amp;eacute;m da conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um desses desafios &amp;eacute; chegar &amp;agrave; Avenida Paulista. Em termos relativos ela est&amp;aacute; l&amp;aacute; no alto e n&amp;atilde;o importa por onde voc&amp;ecirc; chega: voc&amp;ecirc; precisa subir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sou considerado um ciclista experiente, talvez n&amp;atilde;o pelo tempo que pedalo nas ruas de S&amp;atilde;o Paulo (dois anos), mas pela dist&amp;acirc;ncia di&amp;aacute;ria e a freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, s&amp;atilde;o 30 km todos os dias &amp;uacute;teis para ir trabalhar. Minha bicicleta atual est&amp;aacute; beirando os cinco mil rodados o que me transformaria em termos relativos em um ciclista urbano pleno ou s&amp;ecirc;nior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente montamos um grupo de ciclistas geeks, uma galera muito alto astral, do bem que trabalha com inform&amp;aacute;tica (sim, isso &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel) e que est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando a pedalar pela cidade de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No nosso primeiro passeio montei uma rota que inclu&amp;iacute;a o caminho que eu considerava &amp;ldquo;o menos pior&amp;rdquo; (uma vez que bom n&amp;atilde;o existe) para subir &amp;agrave; Paulista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Passeamos pela Paulista, vimos as luzes de natal, descemos para o Ibirapuera ver a &amp;aacute;rvore e voltamos para a nossa avenida querida, foi muito divertido. Fizemos outros passeios depois desse, um na sexta-feira 13 e outro no anivers&amp;aacute;rio de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na semana passada o pessoal estava louco para fazer um passeio, mas eu n&amp;atilde;o podia por causa de uma dor no joelho. Meus amigos insistiram, falaram que eu era o cara, mas eu sugeri que eles fossem sem mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eles foram, se divertiram, superaram as dificuldades e descobriram um caminho ainda melhor para subir para a Paulista coisa de duas ruas distante do caminho que eu considerava melhor, mas que eu havia ignorado, talvez por simples acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como eu prefiro validar as hip&amp;oacute;teses ao inv&amp;eacute;s de simplesmente discuti-las,hoje, segunda-feira, mudei o meu caminho, encontrei a rua e subi. N&amp;atilde;o &amp;eacute; que &amp;eacute; super leve, m&amp;atilde;o &amp;uacute;nica e n&amp;atilde;o tem &amp;ocirc;nibus?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A moral da hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; que devemos ter muito cuidado com a palavra &amp;ldquo;S&amp;ecirc;nior&amp;rdquo;. Essa palavra n&amp;atilde;o pode ser tomada como &amp;ldquo;aquele que sabe mais e que guia os outros&amp;rdquo;. &amp;nbsp;Acredito que s&amp;ecirc;nior no nosso ramo tem mais a ver com aquele que aprende mais e aplica o que aprende.&amp;nbsp;O passado s&amp;oacute; tem import&amp;acirc;ncia se ele ajuda no presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; nas m&amp;atilde;os daqueles que v&amp;atilde;o e fazem.&lt;/p&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/3t8hs10qYYU" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Fri, 16 Dec 2011 11:02:00 -0800</pubDate>
      <title>A Cigarra e a Formiga</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/OMKYKHUhtKM/a-cigarra-e-a-formiga</link>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;No bosque havia uma cigarra faceira, vivia cantando e batendo papo por a&amp;iacute;, conversava com quase todos, menos com as formigas que passavam o ver&amp;atilde;o todo carregando comida para seu formigueiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dia a cigarra abordou uma formiguinha e perguntou&amp;nbsp;&amp;ldquo;por que voc&amp;ecirc; passa o dia carregando comida para sua casa?&amp;rdquo;,&amp;nbsp;&amp;ldquo;para termos o que comer durante o inverno&amp;rdquo;, respondeu a pequenina, &amp;ldquo;e voc&amp;ecirc; faz o que mais da vida?&amp;rdquo;, &amp;ldquo;eu leio sobre como carregar mais comida por viagem, como e descanso para o trabalho do dia seguinte&amp;rdquo;, &amp;ldquo;s&amp;eacute;rio? Uau, quer fazer uma pausa para tocar uma musiquinha e relaxar?&amp;rdquo;, &amp;ldquo;n&amp;atilde;o posso, nossa metodologia de trabalho me impede de parar dentro do turno de trabalho, nem devia ter parado para falar com voc&amp;ecirc;, afinal, estou cheia de trabalho atrasado&amp;rdquo;, &amp;ldquo;bel&amp;ecirc; ent&amp;atilde;o &amp;nbsp;formiguinha, manda brasa a&amp;ecirc;&amp;rdquo;, disse a cigarra enquanto afinava o viol&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Cigarraformiga" height="250" src="http://getfile1.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2011-12-16/pIgCiovptjwrAGCkuaFDmIawioBHuCmCFxlgJxJcGgEyhroGFjujvbjGcpcE/cigarraformiga.jpg.scaled500.jpg" width="343" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A formiguinha se foi levando cinq&amp;uuml;enta vezes o peso do seu corpo nas costas e a cigarra queimou um paiero enquanto mandava ver numa milonga paraguaia para umas joaninhas que estavam por ali.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ver&amp;atilde;o se foi e o inverno implac&amp;aacute;vel chegou. As formigas se trancaram no formigueiro quentinho e repleto de comida. L&amp;aacute;, tinham tudo o que precisavam, mas era um t&amp;eacute;dio. Como n&amp;atilde;o havia muito espa&amp;ccedil;o, podiam no m&amp;aacute;ximo dormir, estudar ou escutar palestras motivacionais sobre coleta de alimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maior divers&amp;atilde;o das formiguinhas durante o inverno era esperar os outros insetos baterem na porta implorando por comida e abrigo, cada vez que um aparecia era um evento, elas sorteavam qual teria o privil&amp;eacute;gio de escolher se mandaria o bicho se catar ou se trocaria um prato de sopa quente por duas horas de discurso sobre a import&amp;acirc;ncia de se prevenir para o inverno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V&amp;aacute;rios insetos apareceram e sofreram nas m&amp;atilde;os das formiguinhas, mas a safada da cigarra n&amp;atilde;o aparecia. Algumas formiguinhas chegaram a montar um bol&amp;atilde;o de apostas quanto ao dia e o estado no qual a violeira iria aparecer. &amp;ldquo;Aposto que vai at&amp;eacute; querer trocar o viol&amp;atilde;o por comida&amp;rdquo; dizia uma, &amp;ldquo;hahaha&amp;rdquo; tergiversava a outra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas nada... A primavera chegou, as formigas voltaram a trabalhar e nada da cigarra. O bol&amp;atilde;o agora era para apostar o dia e como ela havia morrido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao procurar comida em uma rota conhecida a formiguinha ouviu ao longe um som familiar, parecia ser um chamam&amp;eacute;, n&amp;atilde;o que ela desse muita bola para estilos musicais. Para seu espanto, sim... Era a safada da cigarra, corada, sorridente fazendo um fandango para umas pulgas que estavam por ali esperando o cachorro das tr&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A formiguinha correu em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cigarra com os olhos arregalados e perguntou &amp;ldquo;voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; viva? Onde voc&amp;ecirc; estava? Te esperamos o inverno todo!!&amp;rdquo;, a cigarra jogou o paiero para o outro lado da boca, sorriu e respondeu &amp;ldquo;ahh, nem te conto, bati tanto papo por a&amp;iacute; que acabei conhecendo um pato&amp;rdquo;, &amp;ldquo;u&amp;eacute;, ele n&amp;atilde;o te comeu?&amp;rdquo;, &amp;ldquo;n&amp;atilde;o, fizemos um som juntos e ele acabou me apresentando a turma toda, a&amp;iacute; quando o inverno chegou me perguntaram se eu ia voar para algum lugar tropical como eles para escapar desse frio, afinal, s&amp;oacute; ot&amp;aacute;rio para ficar por aqui nessa &amp;eacute;poca&amp;rdquo;, &amp;ldquo;ot&amp;aacute;rio???? T&amp;aacute; t&amp;aacute;, continua, e a&amp;iacute;?&amp;rdquo;, &amp;ldquo;ent&amp;atilde;o, eu falei que minhas asinhas n&amp;atilde;o me levam muito longe e n&amp;atilde;o lido bem com o vento, ent&amp;atilde;o ele disse que me levava, mas eu tinha que ir tocando um som para animar a viagem&amp;rdquo;, &amp;ldquo;nossaaaa&amp;rdquo;, &amp;ldquo;pois &amp;eacute;, a viagem foi muito boa, vi coisas que nem imaginava, ficamos quatro meses visitando praias lind&amp;iacute;ssimas e conhecendo uma bicharada muito louca&amp;rdquo;, &amp;ldquo;por que voc&amp;ecirc; voltou?&amp;rdquo;, &amp;ldquo;queria ver uns amigos, e matar a saudade, afinal, aqui &amp;eacute; a minha terra n&amp;eacute;, e voc&amp;ecirc;? Como anda a vida?&amp;rdquo;, &amp;ldquo;ahhh, aumentamos a produtividade em 2,35% j&amp;aacute; na primeira semana&amp;rdquo;, &amp;ldquo;ahh, legal, s&amp;oacute;...&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A formiguinha se despediu da cigarra e continuou a sua labuta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cigarra bateu forte com o p&amp;eacute; no ch&amp;atilde;o e perguntou &amp;ldquo;quem quer um forr&amp;oacute;? Aprendi na &amp;uacute;ltima viagem! e come&amp;ccedil;ou a tocar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/a-cigarra-e-a-formiga"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/OMKYKHUhtKM" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 04:37:00 -0800</pubDate>
      <title>Ouça a minha palestra do BA BRAZIL 2011 e acompanhe os slides</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/V7ucAuv58hU/ouca-a-minha-palestra-do-ba-brazil-2011-e-aco</link>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;&lt;strong style="font-weight: bold; font-size: 14px; font-family: Georgia, Times New Roman, Times, serif; vertical-align: baseline; line-height: 21px; padding: 0px; margin: 0px;"&gt;AN, Voc&amp;ecirc; N&amp;atilde;o Sabe o Que Est&amp;aacute; Perdendo! M&amp;eacute;todos para Aproveitar ao M&amp;aacute;ximo o Potencial do Time de Desenvolvimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, Times New Roman, Times, serif; font-size: 12px; font-style: italic; line-height: 21px;"&gt;O seu desenvolvedor inexperiente j&amp;aacute; &amp;eacute; um usu&amp;aacute;rio experiente. Como usu&amp;aacute;rio, ele conheceu a Internet na sua inf&amp;acirc;ncia (dele e da Internet), fez compras on-line, votou em urnas eletr&amp;ocirc;nicas, usou redes sociais e provavelmente est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando a declarar o imposto de renda atrav&amp;eacute;s de um sistema. Nesta palestra, discutiremos como criar um ambiente no qual o potencial dessa perspectiva &amp;uacute;nica de &amp;ldquo;desenvolvedor-usu&amp;aacute;rio&amp;rdquo; pode ser aproveitado no desenvolvimento de produtos de software. A empatia desse novo perfil de desenvolvedor, aliada &amp;agrave; sua criatividade, pode encantar os usu&amp;aacute;rios e simplificar a vida do analista de neg&amp;oacute;cios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os slides est&amp;atilde;o sincronizados com o &amp;aacute;udio:&lt;/p&gt;
&lt;div style=""&gt;&lt;strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/oclaudiobr/palestra-babrazil-20111124semefeitos-10417879" title="AN, Voc&amp;ecirc; N&amp;atilde;o Sabe o Que Est&amp;aacute; Perdendo!" target="_blank"&gt;AN, Voc&amp;ecirc; N&amp;atilde;o Sabe o Que Est&amp;aacute; Perdendo!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/10417879" frameborder="0" height="355" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;div style="padding: 5px 0 12px;"&gt;View another &lt;a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank"&gt;webinar&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/oclaudiobr" target="_blank"&gt;Claudio Kerber&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/ouca-a-minha-palestra-do-ba-brazil-2011-e-aco"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/V7ucAuv58hU" height="1" width="1"/&gt;</description>
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    <item>
      <pubDate>Wed, 30 Nov 2011 03:45:00 -0800</pubDate>
      <title>Faça a prova para CBAP em português</title>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s a tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do BABOK 2.0 em portugu&amp;ecirc;s agora &amp;eacute; a vez de traduzir a prova de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para que isso seja poss&amp;iacute;vel o IIBA precisa de um n&amp;uacute;mero razo&amp;aacute;vel (acima de 50) pessoas interessadas em fazer a prova na nossa l&amp;iacute;ngua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se voc&amp;ecirc; tem interesse, entre nesse endere&amp;ccedil;o&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.iiba.org.br/PesquisaCert.php"&gt;http://www.iiba.org.br/PesquisaCert.php&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e informe os seus dados para que essa iniciativa v&amp;aacute; para a frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;div class='p_embed p_image_embed'&gt;
&lt;img alt="Images" height="115" src="http://getfile0.posterous.com/getfile/files.posterous.com/temp-2011-11-30/EJAijalagsFmvHGwqAkAzIgFynxdgFCFgtJwuIoeeAyCqqrEwiAAhFoABvyI/images.jpg" width="437" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/faca-a-prova-para-cbap-em-portugues"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/VgzkrLIL460" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Tue, 08 Nov 2011 08:56:00 -0800</pubDate>
      <title>Dê a sua contribuição para a Extensão Ágil do BABOK</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/NZF0Peg1HY8/de-a-sua-contribuicao-para-a-extensao-agil-do</link>
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      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;A Extens&amp;atilde;o &amp;Aacute;gil do BABOK ou Agile Extension &amp;eacute; um esfor&amp;ccedil;o conjunto de profissionais praticantes da an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cio em contextos &amp;aacute;geis no intuito de unir duas partes do desenvolvimento de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de software em uma vis&amp;atilde;o comum: a descoberta e a entrega.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A descoberta (discovery) &amp;eacute; o lado que literalmente "descobre" o que deve ser feito e porque, e a entrega, bem, a entrega &amp;eacute; quem desenvolve e entrega o software.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo da extens&amp;atilde;o &amp;aacute;gil &amp;eacute; auxiliar quem est&amp;aacute; no lado da descoberta a visualizar e a entender a entrega e vice-versa uma vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Onde est&amp;aacute; o valor nisso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem, tudo o que descobrimos do lado do problema s&amp;atilde;o hip&amp;oacute;teses. Acreditamos que alterar uma determinada interface dar&amp;aacute; um certo ganho, acreditamos que vender para a Argentina (o que implica em internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas) aumentar&amp;aacute; o faturamento em N, acreditamos que o relat&amp;oacute;rio X ajudar&amp;aacute; o neg&amp;oacute;cio a compreender melhor as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es na demanda e por a&amp;iacute; vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O analista de neg&amp;oacute;cios que conseguir validar mais r&amp;aacute;pido essas hip&amp;oacute;teses correr&amp;aacute; muito menos risco do que aquele que as estoca para serem validades em grandes pacotes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como ele faz isso? Intercalando descoberta e entrega atrav&amp;eacute;s de metodologias &amp;aacute;geis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me arrisco (aqui sou eu e apenas eu falando) a dizer que em um modelo ideal, a entrega &amp;eacute; componente da descoberta, a entrega realiza a descoberta, fecha um ciclo para iniciar o pr&amp;oacute;ximo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficou interessado? Ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; tem duas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es dependendo do quanto sobre isso voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; sabe:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Ler o draft da Extens&amp;atilde;o &amp;Aacute;gil do BABOK para j&amp;aacute; ir aprendendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Ler o draft da Extens&amp;atilde;o &amp;Aacute;gil do BABOK para dar seu feedback e ajudar o pessoal a fazer um &amp;oacute;timo livro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O download est&amp;aacute; nessa p&amp;aacute;gina, vai l&amp;aacute;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.iiba.org/imis15/IIBA/Professional_Development/The_Agile_Extension_of_the_BABOK/IIBA_Website/Professional_Development/Agile_Extension.aspx?hkey=c7942e53-b6fa-479e-a057-03a820596f02"&gt;http://www.iiba.org/imis15/IIBA/Professional_Development/The_Agile_Extension_of_the_BABOK/IIBA_Website/Professional_Development/Agile_Extension.aspx?hkey=c7942e53-b6fa-479e-a057-03a820596f02&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O formul&amp;aacute;rio de feedback est&amp;aacute; aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=en_US&amp;amp;formkey=dGtscUtIbVNFZmhGVE1faFZISktoZlE6MQ#gid=0"&gt;https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=en_US&amp;amp;formkey=dGtscUtIbVNFZmhGVE1faFZISktoZlE6MQ#gid=0&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/de-a-sua-contribuicao-para-a-extensao-agil-do"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

	| &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/de-a-sua-contribuicao-para-a-extensao-agil-do#comment"&gt;Leave a comment&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;raquo;&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/NZF0Peg1HY8" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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        <posterous:firstName>Claudio</posterous:firstName>
        <posterous:lastName>Br</posterous:lastName>
        <posterous:nickName>claudiobr</posterous:nickName>
        <posterous:displayName>Claudio Br</posterous:displayName>
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    <item>
      <pubDate>Thu, 27 Oct 2011 12:09:00 -0700</pubDate>
      <title>AN, você não sabe o que está perdendo! Métodos para aproveitar ao máximo o potencial do time de desenvolvimento</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/8xqBcxhzxwE/an-voce-nao-sabe-o-que-esta-perdendo-metodos</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/an-voce-nao-sabe-o-que-esta-perdendo-metodos</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;O seu desenvolvedor inexperiente j&amp;aacute; &amp;eacute; um usu&amp;aacute;rio experiente. Como usu&amp;aacute;rio, ele conheceu a Internet na sua inf&amp;acirc;ncia (dele e da Internet), fez compras on-line, votou em urnas eletr&amp;ocirc;nicas, usou redes sociais e provavelmente est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando a declarar o imposto de renda atrav&amp;eacute;s de um sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta palestra, discutiremos como criar um ambiente no qual o potencial dessa perspectiva &amp;uacute;nica de &amp;ldquo;desenvolvedor-usu&amp;aacute;rio&amp;rdquo; pode ser aproveitado no desenvolvimento de produtos de software. A empatia desse novo perfil de desenvolvedor, aliada &amp;agrave; sua criatividade, pode encantar os usu&amp;aacute;rios e simplificar a vida do analista de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Sexta-feira* 25/11 em Porto Alegre no&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://babrazil.com" title="BABRAZIL"&gt;&lt;img src="http://babrazil.com/wp-content/uploads/2011/10/badge.jpg" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;a href="http://babrazil.com" title="BABRAZIL"&gt;www.babrazil.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;*&amp;nbsp;pode vir de camiseta e bermuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://babrazil.com/resumos-das-palestras/"&gt;Veja aqui todas as palestras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claudio Br &amp;eacute; administrador de empresas com habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em marketing e trabalha com sistemas gerenciais e Internet desde 1997. Na sua hist&amp;oacute;ria, valoriza a multiplicidade de experi&amp;ecirc;ncias e os aprendizados conquistados nas mais diversas iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como entusiasta da an&amp;aacute;lise de neg&amp;oacute;cios, recorre a ela para promover ao mesmo tempo a vis&amp;atilde;o do todo e a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos detalhes. Dedicou-se &amp;agrave; tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do BABOK 2.0 para o portugu&amp;ecirc;s e escreve sobre o tema no seu blog (blog.claudiobr.com). Claudio Br &amp;eacute; Agile Business Analyst no Grupo RBS em S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;p /&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/an-voce-nao-sabe-o-que-esta-perdendo-metodos"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

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&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/8xqBcxhzxwE" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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    <item>
      <pubDate>Wed, 26 Oct 2011 05:05:00 -0700</pubDate>
      <title>Refletindo sobre a frase de happy hour</title>
      <link>http://feedproxy.google.com/~r/claudiobr-kerber/~3/w1kJNl_Ny6o/refletindo-sobre-a-frase-de-happy-hour</link>
      <guid isPermaLink="false">http://blog.claudiobr.com/refletindo-sobre-a-frase-de-happy-hour</guid>
      <description>&lt;p&gt;
	&lt;p&gt;No meio de uma conversa no Happy Hour &amp;Aacute;gil na qual discutia os problemas intr&amp;iacute;ncecos do conceito de "projeto" e como ele &amp;eacute; incompat&amp;iacute;vel com desenvolvimento de software, pregando a sua substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo conceito de "produto" soltei essa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;"Projeto tem come&amp;ccedil;o, meio e... foda-se"&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algu&amp;eacute;m j&amp;aacute; deve ter dito isso em algum momento (n&amp;atilde;o encontrei no Google, se n&amp;atilde;o est&amp;aacute; l&amp;aacute;, ser&amp;aacute; que existe?), mas foi muito espont&amp;acirc;neo. Eu gosto das frases espont&amp;acirc;neas, elas parecem vir direto do subconsciente que &amp;eacute; bem mais esperto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; uma frase forte*, mas passa a ideia do sentimento que temos ao entregar (quando conseguimos) o que o projeto se prop&amp;ocirc;s. Como um projeto &amp;eacute; uma iniciativa tempor&amp;aacute;ria de um determinado grupo de pessoas para atingir um resultado &amp;uacute;nico, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um cuidado com o que vem depois, mesmo quando h&amp;aacute; sucesso e ficar encadeando projetos &amp;eacute; insano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aprendizado entre projetos &amp;eacute; muito dif&amp;iacute;cil, dado que equipes mudam e quem trabalhava no anterior quer se livrar do fardo e quem est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando o novo n&amp;atilde;o tem viv&amp;ecirc;ncia com o assunto para dar valor ou mesmo para compreender os ensinamentos. Toda uma cultura e linguagem se perde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu prego o uso do conceito de produto, um produto visto como algo que nasce, atinge seu m&amp;iacute;nimo vi&amp;aacute;vel e evolui ao sabor do contexto no qual est&amp;aacute; inserido atrav&amp;eacute;s das m&amp;atilde;os de pessoas que possuem um relacionamento caloroso com ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, acredito que o menos pior projeto que pode ser feito &amp;eacute; justamente um projeto de implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto. Esse projeto tem como resultado o primeiro rascunho execut&amp;aacute;vel do processo**. Entregue esse rascunho, o projeto morre e tanto o produto quanto o processo entram em PDCA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em julho palestrei no TDC2011 na trilha de ALM falando sobre isso. Os slides est&amp;atilde;o longe de conter todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;ees da palestra, mas d&amp;atilde;o uma boa ideia dos argumentos principais:&amp;nbsp;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/slides-da-palestra-vantagens-e-meios-de-conve"&gt;http://blog.claudiobr.com/slides-da-palestra-vantagens-e-meios-de-conve&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ali&amp;aacute;s, em novembro vou palestrar no &lt;a href="http://babrazil.com/" title="BA Brazil"&gt;BABRAZIL&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em Porto Alegre. N&amp;atilde;o perca!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote class="posterous_medium_quote"&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* tudo bem que esse verbo perdeu bastante do seu impacto dos anos 80 pra c&amp;aacute;. Lembro que em 88, aos 10 anos eu fiz uso dele na mesa do almo&amp;ccedil;o e fui duramente reprimido pela minha m&amp;atilde;e que perguntou: "onde voc&amp;ecirc; aprendeu isso pi&amp;aacute;???" e eu respondi: "com o pai, quando ele falou como estava o trabalho no banco". Meu pai surpreso disse "eu n&amp;atilde;o, eu n&amp;atilde;o falei isso!".&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;** pensando bem, d&amp;aacute; para fugir de um projeto ali tamb&amp;eacute;m. Basta considerar que o processo &amp;eacute; um produto em evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o (algo muito salutar) e instituir que a primeira vers&amp;atilde;o do processo &amp;eacute; o m&amp;iacute;nimo produto vi&amp;aacute;vel desse processo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
	
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.claudiobr.com/refletindo-sobre-a-frase-de-happy-hour"&gt;Permalink&lt;/a&gt; 

	| &lt;a href="http://blog.claudiobr.com/refletindo-sobre-a-frase-de-happy-hour#comment"&gt;Leave a comment&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;raquo;&lt;/a&gt;

&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/claudiobr-kerber/~4/w1kJNl_Ny6o" height="1" width="1"/&gt;</description>
      <posterous:author>
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        <posterous:firstName>Claudio</posterous:firstName>
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        <posterous:displayName>Claudio Br</posterous:displayName>
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