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        <title>Clinical Papers Podcast</title>
        <description><![CDATA[Podcast dedicado a resumir papers ou artigos científicos voltados para o tema oncologia. Aqui iremos além, iremos discutir o que está nas entrelinhas. Tudo isso com humor, simplicidade e seriedade. Sejam muito bem vindos!]]></description>
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        <itunes:summary><![CDATA[Podcast dedicado a resumir papers ou artigos científicos voltados para o tema oncologia. Aqui iremos além, iremos discutir o que está nas entrelinhas. Tudo isso com humor, simplicidade e seriedade. Sejam muito bem vindos!]]></itunes:summary>
        <itunes:subtitle>Clinical Papers Podcast</itunes:subtitle>
        <itunes:author>Ranyell Spencer</itunes:author>

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            <itunes:email>clinicalpaperspodcast@gmail.com</itunes:email>
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        <itunes:category text="Health"/><item>
            <title># 123 - NICHE-2 - Imunoterapia neoadjuvante no câncer de cólon localmente avançado com dMMR</title>
            <description><![CDATA[  <p>Após a publicação do Estudo com dostarlimabe para tratamento de câncer de reto - confira o ep.105 do nosso podcast - o NICHE-2 avaliou o uso de imunoterapia em paciente com câncer de cólon avançado com ausência das proteínas de gene de reparo de dna.</p><p><br></p><p>Apesar de ser um estudo fase II, os doutores Ranyell Spencer (H9J), Allan Pereira (HSL) e Renata D'Alpino (Oncoclínicas), discutem o abstract publicado e apresentado na ESMO 2022.</p><p><br></p><p>Estudo importante, que certamente irá mudar a conduta nesses pacientes!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Após a publicação do Estudo com dostarlimabe para tratamento de câncer de reto - confira o ep.105 do nosso podcast - o NICHE-2 avaliou o uso de imunoterapia em paciente com câncer de cólon avançado com ausência das proteínas de gene de reparo de dna.</p><p><br></p><p>Apesar de ser um estudo fase II, os doutores Ranyell Spencer (H9J), Allan Pereira (HSL) e Renata D'Alpino (Oncoclínicas), discutem o abstract publicado e apresentado na ESMO 2022.</p><p><br></p><p>Estudo importante, que certamente irá mudar a conduta nesses pacientes!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Após a publicação do Estudo com dostarlimabe para tratamento de câncer de reto - confira o ep.105 do nosso podcast - o NICHE-2 avaliou o uso de imunoterapia em paciente com câncer de cólon avançado com ausência das proteínas de gene de reparo de dna.Apesar de ser um estudo fase II, os doutores Ranyell Spencer (H9J), Allan Pereira (HSL) e Renata D'Alpino (Oncoclínicas), discutem o abstract publicado e apresentado na ESMO 2022.Estudo importante, que certamente irá mudar a conduta nesses pacientes!Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 03 Dec 2022 10:41:45 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Após a publicação do Estudo com dostarlimabe para tratamento de câncer de reto - confira o ep.105 do nosso podcast - o NICHE-2 avaliou o uso de imunoterapia em paciente com câncer de cólon avançado com ausência das proteínas de gene de reparo de dna. Apesar de ser um estudo fase II, os doutores Ranyell Spencer (H9J), Allan Pereira (HSL) e Renata D'Alpino (Oncoclínicas), discutem o abstract publicado e apresentado na ESMO 2022. Estudo importante, que certamente irá mudar a conduta nesses pacientes! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#122 - Papel da colonoscopia no diagnóstico de câncer colorretal e sobrevida</title>
            <description><![CDATA[  <p>A realização de métodos de rastreamento do câncer colorretal é discutida há muito tempo. </p><p><br></p><p>Retossigmoidoscopia, sangue oculto e a própria colonoscopia são métodos consagrados, mas que são passíveis de muitas críticas, principalmente pela forma que a maioria dos estudos foi conduzida e aderência a tais exames.</p><p><br></p><p>Neste episódio, o Dr. Ranyell Spencer (DASA oncologia), juntamente com os Drs. Allan Pereira (Hospital Sírio Libanês) e Marcos Valadão (INCA) discutem um paper sensacionalista e polêmico publicado recentemente na NEJM que randomizou pacientes para fazer a colonoscopia - ou quase isso - e avaliou o impacto dessa intervenção quanto ao surgimento de câncer e morte relacionada. </p><p><br></p><p>Episódio TOP das GALÁXIAS!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2208375</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A realização de métodos de rastreamento do câncer colorretal é discutida há muito tempo. </p><p><br></p><p>Retossigmoidoscopia, sangue oculto e a própria colonoscopia são métodos consagrados, mas que são passíveis de muitas críticas, principalmente pela forma que a maioria dos estudos foi conduzida e aderência a tais exames.</p><p><br></p><p>Neste episódio, o Dr. Ranyell Spencer (DASA oncologia), juntamente com os Drs. Allan Pereira (Hospital Sírio Libanês) e Marcos Valadão (INCA) discutem um paper sensacionalista e polêmico publicado recentemente na NEJM que randomizou pacientes para fazer a colonoscopia - ou quase isso - e avaliou o impacto dessa intervenção quanto ao surgimento de câncer e morte relacionada. </p><p><br></p><p>Episódio TOP das GALÁXIAS!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2208375</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A realização de métodos de rastreamento do câncer colorretal é discutida há muito tempo. Retossigmoidoscopia, sangue oculto e a própria colonoscopia são métodos consagrados, mas que são passíveis de muitas críticas, principalmente pela forma que a maioria dos estudos foi conduzida e aderência a tais exames.Neste episódio, o Dr. Ranyell Spencer (DASA oncologia), juntamente com os Drs. Allan Pereira (Hospital Sírio Libanês) e Marcos Valadão (INCA) discutem um paper sensacionalista e polêmico publicado recentemente na NEJM que randomizou pacientes para fazer a colonoscopia - ou quase isso - e avaliou o impacto dessa intervenção quanto ao surgimento de câncer e morte relacionada. Episódio TOP das GALÁXIAS!Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2208375</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 23 Nov 2022 02:36:02 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A realização de métodos de rastreamento do câncer colorretal é discutida há muito tempo. Retossigmoidoscopia, sangue oculto e a própria colonoscopia são métodos consagrados, mas que são passíveis de muitas críticas, principalmente pela forma que a maioria dos estudos foi conduzida e aderência a tais exames. Neste episódio, o Dr. Ranyell Spencer (DASA oncologia), juntamente com os Drs. Allan Pereira (Hospital Sírio Libanês) e Marcos Valadão (INCA) discutem um paper sensacionalista e polêmico publicado recentemente na NEJM que randomizou pacientes para fazer a colonoscopia - ou quase isso - e avaliou o impacto dessa intervenção quanto ao surgimento de câncer e morte relacionada. Episódio TOP das GALÁXIAS! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2208375</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#121 - ESMO 2022 - Resumo dos principais artigos de Oncoginecologia</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio diferente: 15 minutos repletos das novidades da ESMO 2022 sobre oncoginecologia!</p><p><br></p><p>As dras. Mariana Scaranti e Aknar Calabrich estão com tudo na "ponta da língua" e falam sobre os principais Estudos discutidos nesse importante congresso europeu de oncologia.</p><p><br></p><p>Atualizações, resultados finais, análises interinas.... Tudo em um só episódio. Athena, Solo-1, Atalante, Paola e muitos outros papers resumidos de modo direto e prático.</p><p><br></p><p>Você não pode ficar fora dessa!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio diferente: 15 minutos repletos das novidades da ESMO 2022 sobre oncoginecologia!</p><p><br></p><p>As dras. Mariana Scaranti e Aknar Calabrich estão com tudo na "ponta da língua" e falam sobre os principais Estudos discutidos nesse importante congresso europeu de oncologia.</p><p><br></p><p>Atualizações, resultados finais, análises interinas.... Tudo em um só episódio. Athena, Solo-1, Atalante, Paola e muitos outros papers resumidos de modo direto e prático.</p><p><br></p><p>Você não pode ficar fora dessa!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio diferente: 15 minutos repletos das novidades da ESMO 2022 sobre oncoginecologia!As dras. Mariana Scaranti e Aknar Calabrich estão com tudo na "ponta da língua" e falam sobre os principais Estudos discutidos nesse importante congresso europeu de oncologia.Atualizações, resultados finais, análises interinas.... Tudo em um só episódio. Athena, Solo-1, Atalante, Paola e muitos outros papers resumidos de modo direto e prático.Você não pode ficar fora dessa!Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 09 Nov 2022 12:12:38 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Episódio diferente: 15 minutos repletos das novidades da ESMO 2022 sobre oncoginecologia! As dras. Mariana Scaranti e Aknar Calabrich estão com tudo na "ponta da língua" e falam sobre os principais Estudos discutidos nesse importante congresso europeu de oncologia. Atualizações, resultados finais, análises interinas.... Tudo em um só episódio. Athena, Solo-1, Atalante, Paola e muitos outros papers resumidos de modo direto e prático. Você não pode ficar fora dessa! Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#120 – CASPIAN – Durvalumabe (com ou sem tremelimumabe + platina/etoposide) como primeira linha em pacientes com câncer de pulmão de pequenas células avançado.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Após mais de três décadas de pouca evolução em relação ao tratamento do câncer de pulmão de pequenas células (CPPC), o surgimento e desenvolvimento de imunoterapia, baseadas em inibidores de checkpoint, em particular dos anti PD-L1, <strong>durvalumabe</strong> e <strong>atezolizumab</strong>e, forneceram melhorias significativas em termos de Sobrevida Global para tais pacientes com doença avançada. Além disso, o tratamento com essa terapia, vem conseguindo um benefício de sobrevida mais duradouro, o que é impressionante!</p><p>&nbsp;</p><p>Entretanto, como os trabalhos de imunoterapia em paciente com CPPC são relativamente recentes, ainda não está claro se o ganho de sobrevida a longo prazo vai permanecer nesse cenário.</p><p><br></p><p>Neste episódio, o Dr. Luiz Fernando Araújo (DASA Oncologia), juntamente com a Dra. Clarissa Baldotto (Oncologia D’Or) discutem os resultados a longo prazo (após 3 anos de seguimento) do <strong>CASPIAN</strong>. Este foi um grande estudo fase III que avaliou o tratamento com durvalumabe como primeira linha, <strong>com ou sem</strong> tremelimumabe, em combinação com etoposide + cisplatina ou carboplatina em pacientes com CPPC.</p><p><br></p><p>Com mais de 800 pacientes randomizados, esse tempo de seguimento (mediana de 39,4 meses, maturidade de 86%), continuou a mostrara a manutenção de ganho de sobrevida com Hazard Ratio de 0,71 com o durvalumabe isolado; A SG mediana foi de 12,9 versus 10,5 meses, e a taxa de SG em 36 meses foi de 17,6% versus 5,8%.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: <a href="https://www.esmoopen.com/article/S2059-7029(22)00029-1/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.esmoopen.com/article/S2059-7029(22)00029-1/fulltext</a></p><p><br></p><p>Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Após mais de três décadas de pouca evolução em relação ao tratamento do câncer de pulmão de pequenas células (CPPC), o surgimento e desenvolvimento de imunoterapia, baseadas em inibidores de checkpoint, em particular dos anti PD-L1, <strong>durvalumabe</strong> e <strong>atezolizumab</strong>e, forneceram melhorias significativas em termos de Sobrevida Global para tais pacientes com doença avançada. Além disso, o tratamento com essa terapia, vem conseguindo um benefício de sobrevida mais duradouro, o que é impressionante!</p><p>&nbsp;</p><p>Entretanto, como os trabalhos de imunoterapia em paciente com CPPC são relativamente recentes, ainda não está claro se o ganho de sobrevida a longo prazo vai permanecer nesse cenário.</p><p><br></p><p>Neste episódio, o Dr. Luiz Fernando Araújo (DASA Oncologia), juntamente com a Dra. Clarissa Baldotto (Oncologia D’Or) discutem os resultados a longo prazo (após 3 anos de seguimento) do <strong>CASPIAN</strong>. Este foi um grande estudo fase III que avaliou o tratamento com durvalumabe como primeira linha, <strong>com ou sem</strong> tremelimumabe, em combinação com etoposide + cisplatina ou carboplatina em pacientes com CPPC.</p><p><br></p><p>Com mais de 800 pacientes randomizados, esse tempo de seguimento (mediana de 39,4 meses, maturidade de 86%), continuou a mostrara a manutenção de ganho de sobrevida com Hazard Ratio de 0,71 com o durvalumabe isolado; A SG mediana foi de 12,9 versus 10,5 meses, e a taxa de SG em 36 meses foi de 17,6% versus 5,8%.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: <a href="https://www.esmoopen.com/article/S2059-7029(22)00029-1/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.esmoopen.com/article/S2059-7029(22)00029-1/fulltext</a></p><p><br></p><p>Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Após mais de três décadas de pouca evolução em relação ao tratamento do câncer de pulmão de pequenas células (CPPC), o surgimento e desenvolvimento de imunoterapia, baseadas em inibidores de checkpoint, em particular dos anti PD-L1, durvalumabe e atezolizumabe, forneceram melhorias significativas em termos de Sobrevida Global para tais pacientes com doença avançada. Além disso, o tratamento com essa terapia, vem conseguindo um benefício de sobrevida mais duradouro, o que é impressionante! Entretanto, como os trabalhos de imunoterapia em paciente com CPPC são relativamente recentes, ainda não está claro se o ganho de sobrevida a longo prazo vai permanecer nesse cenário.Neste episódio, o Dr. Luiz Fernando Araújo (DASA Oncologia), juntamente com a Dra. Clarissa Baldotto (Oncologia D’Or) discutem os resultados a longo prazo (após 3 anos de seguimento) do CASPIAN. Este foi um grande estudo fase III que avaliou o tratamento com durvalumabe como primeira linha, com ou sem tremelimumabe, em combinação com etoposide + cisplatina ou carboplatina em pacientes com CPPC.Com mais de 800 pacientes randomizados, esse tempo de seguimento (mediana de 39,4 meses, maturidade de 86%), continuou a mostrara a manutenção de ganho de sobrevida com Hazard Ratio de 0,71 com o durvalumabe isolado; A SG mediana foi de 12,9 versus 10,5 meses, e a taxa de SG em 36 meses foi de 17,6% versus 5,8%.Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.esmoopen.com/article/S2059-7029(22)00029-1/fulltextEste episódio teve o apoio da AstraZeneca</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 27 Oct 2022 14:34:41 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Após mais de três décadas de pouca evolução em relação ao tratamento do câncer de pulmão de pequenas células (CPPC), o surgimento e desenvolvimento de imunoterapia, baseadas em inibidores de checkpoint, em particular dos anti PD-L1, durvalumabe e atezolizumabe, forneceram melhorias significativas em termos de Sobrevida Global para tais pacientes com doença avançada. Além disso, o tratamento com essa terapia, vem conseguindo um benefício de sobrevida mais duradouro, o que é impressionante! &amp;nbsp; Entretanto, como os trabalhos de imunoterapia em paciente com CPPC são relativamente recentes, ainda não está claro se o ganho de sobrevida a longo prazo vai permanecer nesse cenário. Neste episódio, o Dr. Luiz Fernando Araújo (DASA Oncologia), juntamente com a Dra. Clarissa Baldotto (Oncologia D’Or) discutem os resultados a longo prazo (após 3 anos de seguimento) do CASPIAN. Este foi um grande estudo fase III que avaliou o tratamento com durvalumabe como primeira linha, com ou sem tremelimumabe, em combinação com etoposide + cisplatina ou carboplatina em pacientes com CPPC. Com mais de 800 pacientes randomizados, esse tempo de seguimento (mediana de 39,4 meses, maturidade de 86%), continuou a mostrara a manutenção de ganho de sobrevida com Hazard Ratio de 0,71 com o durvalumabe isolado; A SG mediana foi de 12,9 versus 10,5 meses, e a taxa de SG em 36 meses foi de 17,6% versus 5,8%. Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.esmoopen.com/article/S2059-7029(22)00029-1/fulltext Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#119 – PET-NECK – Vigilância vs. Esvaziamento cervical em tumores avançados de cabeça e pescoço</title>
            <description><![CDATA[  <p>O papel da vigilância guiada por imagem em comparação com o esvaziamento cervical planejado para pacientes com CEC de cabeça e pescoço com doença linfonodal avançada (N2 ou N3) após o tratamento com QT/RT ainda é uma questão passível de debate.</p><p>&nbsp;</p><p>No intuito de responder a essa pergunta, em 2016 foi publicado na NEJM, um estudo randomizado “apelidado” de pet-neck! Estudo importante, de não-inferioridade, que randomizou aproximadamente 900 pacientes com CEC avançado de cabeça e pescoço (N2 ou N3) entre um grupo de vigilância guiada por PET-CT versus esvaziamento cervical “up front” após tratamento com RT/QT.</p><p><br></p><p>Foram 37 Centros no Reino Unido que recrutaram pacientes entre 2007 e 2012, com o objetivo primário de Sobrevida Global. Oitenta e quatro por cento (84%) dos pacientes tinham tumor de orofaringe, 61% doença N2b e 75% era HPV +. A taxa de SG em 2 anos foi de 84,9% para o grupo de vigilância e de 81,5% para o grupo de cirurgia up front.</p><p><br></p><p>Neste episódio os doutores Renan Lira, Ciro Eduardo Souza e José Flávio Marin discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante ferramenta (PET-CT) nesse cenário a fim de evitar cirurgias desnecessárias mas com especial atenção em relação a dados de sobrevida.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O papel da vigilância guiada por imagem em comparação com o esvaziamento cervical planejado para pacientes com CEC de cabeça e pescoço com doença linfonodal avançada (N2 ou N3) após o tratamento com QT/RT ainda é uma questão passível de debate.</p><p>&nbsp;</p><p>No intuito de responder a essa pergunta, em 2016 foi publicado na NEJM, um estudo randomizado “apelidado” de pet-neck! Estudo importante, de não-inferioridade, que randomizou aproximadamente 900 pacientes com CEC avançado de cabeça e pescoço (N2 ou N3) entre um grupo de vigilância guiada por PET-CT versus esvaziamento cervical “up front” após tratamento com RT/QT.</p><p><br></p><p>Foram 37 Centros no Reino Unido que recrutaram pacientes entre 2007 e 2012, com o objetivo primário de Sobrevida Global. Oitenta e quatro por cento (84%) dos pacientes tinham tumor de orofaringe, 61% doença N2b e 75% era HPV +. A taxa de SG em 2 anos foi de 84,9% para o grupo de vigilância e de 81,5% para o grupo de cirurgia up front.</p><p><br></p><p>Neste episódio os doutores Renan Lira, Ciro Eduardo Souza e José Flávio Marin discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante ferramenta (PET-CT) nesse cenário a fim de evitar cirurgias desnecessárias mas com especial atenção em relação a dados de sobrevida.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O papel da vigilância guiada por imagem em comparação com o esvaziamento cervical planejado para pacientes com CEC de cabeça e pescoço com doença linfonodal avançada (N2 ou N3) após o tratamento com QT/RT ainda é uma questão passível de debate. No intuito de responder a essa pergunta, em 2016 foi publicado na NEJM, um estudo randomizado “apelidado” de pet-neck! Estudo importante, de não-inferioridade, que randomizou aproximadamente 900 pacientes com CEC avançado de cabeça e pescoço (N2 ou N3) entre um grupo de vigilância guiada por PET-CT versus esvaziamento cervical “up front” após tratamento com RT/QT.Foram 37 Centros no Reino Unido que recrutaram pacientes entre 2007 e 2012, com o objetivo primário de Sobrevida Global. Oitenta e quatro por cento (84%) dos pacientes tinham tumor de orofaringe, 61% doença N2b e 75% era HPV +. A taxa de SG em 2 anos foi de 84,9% para o grupo de vigilância e de 81,5% para o grupo de cirurgia up front.Neste episódio os doutores Renan Lira, Ciro Eduardo Souza e José Flávio Marin discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante ferramenta (PET-CT) nesse cenário a fim de evitar cirurgias desnecessárias mas com especial atenção em relação a dados de sobrevida.Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 22 Oct 2022 14:58:16 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O papel da vigilância guiada por imagem em comparação com o esvaziamento cervical planejado para pacientes com CEC de cabeça e pescoço com doença linfonodal avançada (N2 ou N3) após o tratamento com QT/RT ainda é uma questão passível de debate. &amp;nbsp; No intuito de responder a essa pergunta, em 2016 foi publicado na NEJM, um estudo randomizado “apelidado” de pet-neck! Estudo importante, de não-inferioridade, que randomizou aproximadamente 900 pacientes com CEC avançado de cabeça e pescoço (N2 ou N3) entre um grupo de vigilância guiada por PET-CT versus esvaziamento cervical “up front” após tratamento com RT/QT. Foram 37 Centros no Reino Unido que recrutaram pacientes entre 2007 e 2012, com o objetivo primário de Sobrevida Global. Oitenta e quatro por cento (84%) dos pacientes tinham tumor de orofaringe, 61% doença N2b e 75% era HPV +. A taxa de SG em 2 anos foi de 84,9% para o grupo de vigilância e de 81,5% para o grupo de cirurgia up front. Neste episódio os doutores Renan Lira, Ciro Eduardo Souza e José Flávio Marin discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante ferramenta (PET-CT) nesse cenário a fim de evitar cirurgias desnecessárias mas com especial atenção em relação a dados de sobrevida. Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#118 - Oncofertilidade - Captação "ex vivo" de oócitos maduros em paciente com tumor de ovário bilateral</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio Emocionante!</p><p><br></p><p>Ranyell Spencer e Georgia Cintra discutem um relato de caso onde a paciente era portadora de um tumor bilateral de ovário, mas que foi possível preservar sua fertilidade com possibilidade real dela vir a ser mãe um dia!</p><p><br></p><p>Este é um episódio para TODOS OS PÚBLICOS! Notícias de utilidade para o público geral e científico.</p><p><br></p><p>Como é a técnica, em quais casos, questões éticas e muito mais neste episódio fantástico!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: <a href="https://www.scielo.br/j/rbgo/a/KX9Pc94jHGPWpZb8nsRsBhD/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.scielo.br/j/rbgo/a/KX9Pc94jHGPWpZb8nsRsBhD/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio Emocionante!</p><p><br></p><p>Ranyell Spencer e Georgia Cintra discutem um relato de caso onde a paciente era portadora de um tumor bilateral de ovário, mas que foi possível preservar sua fertilidade com possibilidade real dela vir a ser mãe um dia!</p><p><br></p><p>Este é um episódio para TODOS OS PÚBLICOS! Notícias de utilidade para o público geral e científico.</p><p><br></p><p>Como é a técnica, em quais casos, questões éticas e muito mais neste episódio fantástico!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: <a href="https://www.scielo.br/j/rbgo/a/KX9Pc94jHGPWpZb8nsRsBhD/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.scielo.br/j/rbgo/a/KX9Pc94jHGPWpZb8nsRsBhD/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio Emocionante!Ranyell Spencer e Georgia Cintra discutem um relato de caso onde a paciente era portadora de um tumor bilateral de ovário, mas que foi possível preservar sua fertilidade com possibilidade real dela vir a ser mãe um dia!Este é um episódio para TODOS OS PÚBLICOS! Notícias de utilidade para o público geral e científico.Como é a técnica, em quais casos, questões éticas e muito mais neste episódio fantástico!Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.scielo.br/j/rbgo/a/KX9Pc94jHGPWpZb8nsRsBhD/</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 04 Oct 2022 01:23:53 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Episódio Emocionante! Ranyell Spencer e Georgia Cintra discutem um relato de caso onde a paciente era portadora de um tumor bilateral de ovário, mas que foi possível preservar sua fertilidade com possibilidade real dela vir a ser mãe um dia! Este é um episódio para TODOS OS PÚBLICOS! Notícias de utilidade para o público geral e científico. Como é a técnica, em quais casos, questões éticas e muito mais neste episódio fantástico! Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.scielo.br/j/rbgo/a/KX9Pc94jHGPWpZb8nsRsBhD/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#117 – KEYNOTE-716  - Pembrolizumabe versus placebo como terapia adjuvante em pacientes com melanoma IIB ou IIC operados</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sabe-se que o Pembrolizumabe prolonga a tanto a SG quanto a SLPem pacientes com melanoma avançado. Neste episódio, os Drs. Allan Pereira e Rodrigo Munhoz (Sírio Libanês SP) discutiram o KEYNOTE-716 que avaliou o uso do pembrolizumabe como terapia adjuvante em pacientes com melanoma de estágio II de alto risco completamente ressecado.</p><p>Estudo importante, fase 3, randomizado que envolveu 160 Centros em várias partes do mundo, incluindo o Brasil. Nele foram recrutados pacientes com melanoma completamente ressecado estágios IIB ou IIC (TNM T3b ou T4 com biópsia de linfonodo sentinela negativa).</p><p>Entre 2018 e 2020, quase 1.200 pacientes foram recrutados. Com um tempo de follow-up de cerca de 14 meses, 54 (11%) de 487 pacientes no grupo pembrolizumab e 82 (17%) de 489 no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,65 (IC 0·46–0·92), (p=0·0066). Uma segunda análise com tempo médio de follow-up de 21 meses, 72 (15%) pacientes no grupo pembrolizumab e 115 (24%) no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,61 (IC 0.45-0.82).</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(22)00562-1/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(22)00562-1/fulltext</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sabe-se que o Pembrolizumabe prolonga a tanto a SG quanto a SLPem pacientes com melanoma avançado. Neste episódio, os Drs. Allan Pereira e Rodrigo Munhoz (Sírio Libanês SP) discutiram o KEYNOTE-716 que avaliou o uso do pembrolizumabe como terapia adjuvante em pacientes com melanoma de estágio II de alto risco completamente ressecado.</p><p>Estudo importante, fase 3, randomizado que envolveu 160 Centros em várias partes do mundo, incluindo o Brasil. Nele foram recrutados pacientes com melanoma completamente ressecado estágios IIB ou IIC (TNM T3b ou T4 com biópsia de linfonodo sentinela negativa).</p><p>Entre 2018 e 2020, quase 1.200 pacientes foram recrutados. Com um tempo de follow-up de cerca de 14 meses, 54 (11%) de 487 pacientes no grupo pembrolizumab e 82 (17%) de 489 no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,65 (IC 0·46–0·92), (p=0·0066). Uma segunda análise com tempo médio de follow-up de 21 meses, 72 (15%) pacientes no grupo pembrolizumab e 115 (24%) no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,61 (IC 0.45-0.82).</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(22)00562-1/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(22)00562-1/fulltext</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sabe-se que o Pembrolizumabe prolonga a tanto a SG quanto a SLPem pacientes com melanoma avançado. Neste episódio, os Drs. Allan Pereira e Rodrigo Munhoz (Sírio Libanês SP) discutiram o KEYNOTE-716 que avaliou o uso do pembrolizumabe como terapia adjuvante em pacientes com melanoma de estágio II de alto risco completamente ressecado.Estudo importante, fase 3, randomizado que envolveu 160 Centros em várias partes do mundo, incluindo o Brasil. Nele foram recrutados pacientes com melanoma completamente ressecado estágios IIB ou IIC (TNM T3b ou T4 com biópsia de linfonodo sentinela negativa).Entre 2018 e 2020, quase 1.200 pacientes foram recrutados. Com um tempo de follow-up de cerca de 14 meses, 54 (11%) de 487 pacientes no grupo pembrolizumab e 82 (17%) de 489 no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,65 (IC 0·46–0·92), (p=0·0066). Uma segunda análise com tempo médio de follow-up de 21 meses, 72 (15%) pacientes no grupo pembrolizumab e 115 (24%) no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,61 (IC 0.45-0.82). Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(22)00562-1/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 22 Sep 2022 13:29:56 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sabe-se que o Pembrolizumabe prolonga a tanto a SG quanto a SLPem pacientes com melanoma avançado. Neste episódio, os Drs. Allan Pereira e Rodrigo Munhoz (Sírio Libanês SP) discutiram o KEYNOTE-716 que avaliou o uso do pembrolizumabe como terapia adjuvante em pacientes com melanoma de estágio II de alto risco completamente ressecado. Estudo importante, fase 3, randomizado que envolveu 160 Centros em várias partes do mundo, incluindo o Brasil. Nele foram recrutados pacientes com melanoma completamente ressecado estágios IIB ou IIC (TNM T3b ou T4 com biópsia de linfonodo sentinela negativa). Entre 2018 e 2020, quase 1.200 pacientes foram recrutados. Com um tempo de follow-up de cerca de 14 meses, 54 (11%) de 487 pacientes no grupo pembrolizumab e 82 (17%) de 489 no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,65 (IC 0·46–0·92), (p=0·0066). Uma segunda análise com tempo médio de follow-up de 21 meses, 72 (15%) pacientes no grupo pembrolizumab e 115 (24%) no grupo placebo recaíram ou foram a óbito: HR 0,61 (IC 0.45-0.82). &amp;nbsp; Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(22)00562-1/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#116 - ADAURA - Osimertinibe adjuvante em pacientes com câncer de pulmão não pequenas células EGFR mutados, operados (IB-IIIA) – Dados atualizados – ESMO 2022</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em 2020 o estudo ADAURA avaliou o osimertinibe como tratamento adjuvante, após a cirurgia, para pacientes com câncer de pulmão não pequenas células EGFR mutados. Esse grande e importante Estudo mostrou, em sua primeira análise, que o osimertinib adjuvante obteve um benefício significativo de sobrevida livre de doença (SLD) quando comparado com o placebo em pacientes com câncer de pulmão EGFRm completamente ressecado, ± quimioterapia adjuvante (QT). O estudo incluiu pacientes estágio II-IIIA com Hazard Ratio (HR) pra SLD de 0,17 (p&lt;0,0001); mantendo um excelente benefício mesmo incluindo pacientes estágio IB: IB-IIIA SLD HR, 0,20 (p&lt;0,0001).</p><p><br></p><p>AINDA ESTA SEMANA foram divulgados na ESMO 2022 os resultados mais maduros das análises exploratórias atualizadas de SLD e padrões de recorrência após 2 anos de acompanhamento incremental!</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio os doutores Luiz Henrique Araújo (DASA Oncologia) e Adriana Barrichello (Sírio Libanês Brasília) discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante droga para um doença tão agressiva, que é o câncer de pulmão.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em 2020 o estudo ADAURA avaliou o osimertinibe como tratamento adjuvante, após a cirurgia, para pacientes com câncer de pulmão não pequenas células EGFR mutados. Esse grande e importante Estudo mostrou, em sua primeira análise, que o osimertinib adjuvante obteve um benefício significativo de sobrevida livre de doença (SLD) quando comparado com o placebo em pacientes com câncer de pulmão EGFRm completamente ressecado, ± quimioterapia adjuvante (QT). O estudo incluiu pacientes estágio II-IIIA com Hazard Ratio (HR) pra SLD de 0,17 (p&lt;0,0001); mantendo um excelente benefício mesmo incluindo pacientes estágio IB: IB-IIIA SLD HR, 0,20 (p&lt;0,0001).</p><p><br></p><p>AINDA ESTA SEMANA foram divulgados na ESMO 2022 os resultados mais maduros das análises exploratórias atualizadas de SLD e padrões de recorrência após 2 anos de acompanhamento incremental!</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio os doutores Luiz Henrique Araújo (DASA Oncologia) e Adriana Barrichello (Sírio Libanês Brasília) discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante droga para um doença tão agressiva, que é o câncer de pulmão.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em 2020 o estudo ADAURA avaliou o osimertinibe como tratamento adjuvante, após a cirurgia, para pacientes com câncer de pulmão não pequenas células EGFR mutados. Esse grande e importante Estudo mostrou, em sua primeira análise, que o osimertinib adjuvante obteve um benefício significativo de sobrevida livre de doença (SLD) quando comparado com o placebo em pacientes com câncer de pulmão EGFRm completamente ressecado, ± quimioterapia adjuvante (QT). O estudo incluiu pacientes estágio II-IIIA com Hazard Ratio (HR) pra SLD de 0,17 (p&lt;0,0001); mantendo um excelente benefício mesmo incluindo pacientes estágio IB: IB-IIIA SLD HR, 0,20 (p&lt;0,0001).AINDA ESTA SEMANA foram divulgados na ESMO 2022 os resultados mais maduros das análises exploratórias atualizadas de SLD e padrões de recorrência após 2 anos de acompanhamento incremental! Neste episódio os doutores Luiz Henrique Araújo (DASA Oncologia) e Adriana Barrichello (Sírio Libanês Brasília) discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante droga para um doença tão agressiva, que é o câncer de pulmão. Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 16 Sep 2022 23:32:58 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em 2020 o estudo ADAURA avaliou o osimertinibe como tratamento adjuvante, após a cirurgia, para pacientes com câncer de pulmão não pequenas células EGFR mutados. Esse grande e importante Estudo mostrou, em sua primeira análise, que o osimertinib adjuvante obteve um benefício significativo de sobrevida livre de doença (SLD) quando comparado com o placebo em pacientes com câncer de pulmão EGFRm completamente ressecado, ± quimioterapia adjuvante (QT). O estudo incluiu pacientes estágio II-IIIA com Hazard Ratio (HR) pra SLD de 0,17 (p&amp;lt;0,0001); mantendo um excelente benefício mesmo incluindo pacientes estágio IB: IB-IIIA SLD HR, 0,20 (p&amp;lt;0,0001). AINDA ESTA SEMANA foram divulgados na ESMO 2022 os resultados mais maduros das análises exploratórias atualizadas de SLD e padrões de recorrência após 2 anos de acompanhamento incremental! &amp;nbsp; Neste episódio os doutores Luiz Henrique Araújo (DASA Oncologia) e Adriana Barrichello (Sírio Libanês Brasília) discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante droga para um doença tão agressiva, que é o câncer de pulmão. &amp;nbsp; Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Este episódio teve o apoio da AstraZeneca</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#115 – Transformação Digital – O que a Saúde pode aprender com outras Indústrias?</title>
            <description><![CDATA[  <p>Apesar da profissão médica adotar muitos dos tipos de tecnologias avançadas presentes atualmente, como é o caso da medicina molecular e cirurgia robótica, a Saúde fica atrás de muitas outras indústrias na adoção de inovações digitais. </p><p><br></p><p>Impulsionado por vários fatores, incluindo a explosão da telemedicina para prestar atendimento durante a pandemia, o setor de saúde chegou a um ponto em que deve alcançar uma maior transformação digital e deve fazê-lo aproveitando tecnologias novas e existentes. À medida que buscam suas transformações, as organizações de saúde podem se beneficiar da análise dos sucessos e fracassos digitais de organizações e empresas em outros setores que estão à frente e, muitas vezes, avançados no tempo.</p><p><br></p><p>Neste episódio sobre Inovação e Tecnologia em Saúde, Nivaldo Vieira, Bruno Wance e Thiago Jorge discutem um paper muito interessante que fala sobre os cases de fracasso e sucesso em se tratando de transformação digital em outras áreas, mas que podem servir de exemplo para a Saúde. Saiba por que a Nike tentou inovar, mas quem “se deu bem” foi a Amazon! </p><p>&nbsp;</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.21.0434" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.21.0434</a></p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Apesar da profissão médica adotar muitos dos tipos de tecnologias avançadas presentes atualmente, como é o caso da medicina molecular e cirurgia robótica, a Saúde fica atrás de muitas outras indústrias na adoção de inovações digitais. </p><p><br></p><p>Impulsionado por vários fatores, incluindo a explosão da telemedicina para prestar atendimento durante a pandemia, o setor de saúde chegou a um ponto em que deve alcançar uma maior transformação digital e deve fazê-lo aproveitando tecnologias novas e existentes. À medida que buscam suas transformações, as organizações de saúde podem se beneficiar da análise dos sucessos e fracassos digitais de organizações e empresas em outros setores que estão à frente e, muitas vezes, avançados no tempo.</p><p><br></p><p>Neste episódio sobre Inovação e Tecnologia em Saúde, Nivaldo Vieira, Bruno Wance e Thiago Jorge discutem um paper muito interessante que fala sobre os cases de fracasso e sucesso em se tratando de transformação digital em outras áreas, mas que podem servir de exemplo para a Saúde. Saiba por que a Nike tentou inovar, mas quem “se deu bem” foi a Amazon! </p><p>&nbsp;</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.21.0434" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.21.0434</a></p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Apesar da profissão médica adotar muitos dos tipos de tecnologias avançadas presentes atualmente, como é o caso da medicina molecular e cirurgia robótica, a Saúde fica atrás de muitas outras indústrias na adoção de inovações digitais. Impulsionado por vários fatores, incluindo a explosão da telemedicina para prestar atendimento durante a pandemia, o setor de saúde chegou a um ponto em que deve alcançar uma maior transformação digital e deve fazê-lo aproveitando tecnologias novas e existentes. À medida que buscam suas transformações, as organizações de saúde podem se beneficiar da análise dos sucessos e fracassos digitais de organizações e empresas em outros setores que estão à frente e, muitas vezes, avançados no tempo.Neste episódio sobre Inovação e Tecnologia em Saúde, Nivaldo Vieira, Bruno Wance e Thiago Jorge discutem um paper muito interessante que fala sobre os cases de fracasso e sucesso em se tratando de transformação digital em outras áreas, mas que podem servir de exemplo para a Saúde. Saiba por que a Nike tentou inovar, mas quem “se deu bem” foi a Amazon!  Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse: https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.21.0434</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 05 Sep 2022 13:41:01 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Apesar da profissão médica adotar muitos dos tipos de tecnologias avançadas presentes atualmente, como é o caso da medicina molecular e cirurgia robótica, a Saúde fica atrás de muitas outras indústrias na adoção de inovações digitais. Impulsionado por vários fatores, incluindo a explosão da telemedicina para prestar atendimento durante a pandemia, o setor de saúde chegou a um ponto em que deve alcançar uma maior transformação digital e deve fazê-lo aproveitando tecnologias novas e existentes. À medida que buscam suas transformações, as organizações de saúde podem se beneficiar da análise dos sucessos e fracassos digitais de organizações e empresas em outros setores que estão à frente e, muitas vezes, avançados no tempo. Neste episódio sobre Inovação e Tecnologia em Saúde, Nivaldo Vieira, Bruno Wance e Thiago Jorge discutem um paper muito interessante que fala sobre os cases de fracasso e sucesso em se tratando de transformação digital em outras áreas, mas que podem servir de exemplo para a Saúde. Saiba por que a Nike tentou inovar, mas quem “se deu bem” foi a Amazon! &amp;nbsp; Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.21.0434</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#114 – HIMALAYA– Tremelimumabe (T) e Durvalumabe (D) como primeira linha de tratamento em pacientes com HCC avançado.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Uma única dose inicial de T (anti-CTLA-4) adicionada a D (anti-PD-L1) no regime STRIDE (Single T Regular Interval D) já havia demonstrado atividade contra HCC avançado. </p><p>Neste Estudo fase III, randomizado, os autores avaliaram a eficácia e segurança do esquema STRIDE vs. sorafenib nesses pacientes com HCC não passíveis de tratamento cirúrgico. </p><p>Com o objetivo primário de sobrevida global (SG), o estudo foi considerado positivo após o recrutamento de mais de 1100 pacientes. Apesar disto, este paper merece muitas críticas pertinentes!</p><p>&nbsp;</p><p>O HIMALAYA foi o primeiro grande estudo que evolveu uma população diversificada e representativa de HCC avançado, um grande período de seguimento, e  avaliou esse esquema de imunoterapia mono vs. combinada.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biachi, Allan Pereira e Luíza Dib!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2022.40.4_suppl.379" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2022.40.4_suppl.379</a></p>  ]]></description>
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            <itunes:summary>Uma única dose inicial de T (anti-CTLA-4) adicionada a D (anti-PD-L1) no regime STRIDE (Single T Regular Interval D) já havia demonstrado atividade contra HCC avançado. Neste Estudo fase III, randomizado, os autores avaliaram a eficácia e segurança do esquema STRIDE vs. sorafenib nesses pacientes com HCC não passíveis de tratamento cirúrgico. Com o objetivo primário de sobrevida global (SG), o estudo foi considerado positivo após o recrutamento de mais de 1100 pacientes. Apesar disto, este paper merece muitas críticas pertinentes! O HIMALAYA foi o primeiro grande estudo que evolveu uma população diversificada e representativa de HCC avançado, um grande período de seguimento, e  avaliou esse esquema de imunoterapia mono vs. combinada. Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biachi, Allan Pereira e Luíza Dib!Para saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2022.40.4_suppl.379</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 15 Aug 2022 15:12:57 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Uma única dose inicial de T (anti-CTLA-4) adicionada a D (anti-PD-L1) no regime STRIDE (Single T Regular Interval D) já havia demonstrado atividade contra HCC avançado. Neste Estudo fase III, randomizado, os autores avaliaram a eficácia e segurança do esquema STRIDE vs. sorafenib nesses pacientes com HCC não passíveis de tratamento cirúrgico. Com o objetivo primário de sobrevida global (SG), o estudo foi considerado positivo após o recrutamento de mais de 1100 pacientes. Apesar disto, este paper merece muitas críticas pertinentes! &amp;nbsp; O HIMALAYA foi o primeiro grande estudo que evolveu uma população diversificada e representativa de HCC avançado, um grande período de seguimento, e avaliou esse esquema de imunoterapia mono vs. combinada. &amp;nbsp; Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biachi, Allan Pereira e Luíza Dib! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2022.40.4_suppl.379</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 113 - RTOG 91-11: Câncer de laringe localmente avançado: comparação de 3 estratégias não operatórias - Resultados de longo prazo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com o objetivo primário de SLL (sobrevida livre de laringectomia), mais de 500 pacientes com tumores EC III e IV de laringe (regiões glóticas ou supraglóticas) foram randomizados para receber QT de indução com cisplatina/fluorouracil + RT (braço de controle), cisplatina/RT concomitante ou RT isolada.</p><p><br></p><p>Neste episódio, Renan Lira, Genival B. de Carvalho, Fernando Arruda e Gilberto Castro discutem esse importante paper que trouxe os protocolos de preservação de tumores de laringe para a prática clínica!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 113 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3577950/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3577950/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo primário de SLL (sobrevida livre de laringectomia), mais de 500 pacientes com tumores EC III e IV de laringe (regiões glóticas ou supraglóticas) foram randomizados para receber QT de indução com cisplatina/fluorouracil + RT (braço de controle), cisplatina/RT concomitante ou RT isolada.</p><p><br></p><p>Neste episódio, Renan Lira, Genival B. de Carvalho, Fernando Arruda e Gilberto Castro discutem esse importante paper que trouxe os protocolos de preservação de tumores de laringe para a prática clínica!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 113 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3577950/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3577950/</a></p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Thu, 28 Jul 2022 13:22:09 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com o objetivo primário de SLL (sobrevida livre de laringectomia), mais de 500 pacientes com tumores EC III e IV de laringe (regiões glóticas ou supraglóticas) foram randomizados para receber QT de indução com cisplatina/fluorouracil + RT (braço de controle), cisplatina/RT concomitante ou RT isolada. Neste episódio, Renan Lira, Genival B. de Carvalho, Fernando Arruda e Gilberto Castro discutem esse importante paper que trouxe os protocolos de preservação de tumores de laringe para a prática clínica! &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 113 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3577950/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#112 - OPRA Trial: Preservação de órgão e Terapia Neoadjuvante Total em câncer de reto</title>
            <description><![CDATA[  <p>Publicado em abril de 2022, o OPRA Trial é o resultado de um esforço da equipe do Memorial (MSKCC) dos EUA, que vem fazendo um trabalho contínuo com foco em preservação de órgão, para pacientes com câncer de reto. </p><p>Neste paper, os autores investigam o papel da terapia neoadjuvante total e seu papel em ganho de sobrevida livre de doença, além de taxa de preservação de órgão, poupando o paciente de uma cirurgia desnecessária.</p><p>Um episódio rico em comentários de experts na área! Guilherme Cotti, Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Elton Leite discutem a aplicabilidade deste Estudo na prática e quais críticas são pertinentes ao que foi feito.</p><p>Sejam bem vindos ao episódio de número 112 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35483010/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Publicado em abril de 2022, o OPRA Trial é o resultado de um esforço da equipe do Memorial (MSKCC) dos EUA, que vem fazendo um trabalho contínuo com foco em preservação de órgão, para pacientes com câncer de reto. </p><p>Neste paper, os autores investigam o papel da terapia neoadjuvante total e seu papel em ganho de sobrevida livre de doença, além de taxa de preservação de órgão, poupando o paciente de uma cirurgia desnecessária.</p><p>Um episódio rico em comentários de experts na área! Guilherme Cotti, Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Elton Leite discutem a aplicabilidade deste Estudo na prática e quais críticas são pertinentes ao que foi feito.</p><p>Sejam bem vindos ao episódio de número 112 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35483010/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Publicado em abril de 2022, o OPRA Trial é o resultado de um esforço da equipe do Memorial (MSKCC) dos EUA, que vem fazendo um trabalho contínuo com foco em preservação de órgão, para pacientes com câncer de reto. Neste paper, os autores investigam o papel da terapia neoadjuvante total e seu papel em ganho de sobrevida livre de doença, além de taxa de preservação de órgão, poupando o paciente de uma cirurgia desnecessária.Um episódio rico em comentários de experts na área! Guilherme Cotti, Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Elton Leite discutem a aplicabilidade deste Estudo na prática e quais críticas são pertinentes ao que foi feito.Sejam bem vindos ao episódio de número 112 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35483010/</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:28:44 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Publicado em abril de 2022, o OPRA Trial é o resultado de um esforço da equipe do Memorial (MSKCC) dos EUA, que vem fazendo um trabalho contínuo com foco em preservação de órgão, para pacientes com câncer de reto. Neste paper, os autores investigam o papel da terapia neoadjuvante total e seu papel em ganho de sobrevida livre de doença, além de taxa de preservação de órgão, poupando o paciente de uma cirurgia desnecessária. Um episódio rico em comentários de experts na área! Guilherme Cotti, Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Elton Leite discutem a aplicabilidade deste Estudo na prática e quais críticas são pertinentes ao que foi feito. Sejam bem vindos ao episódio de número 112 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35483010/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#111 - Value Based Healthcare - Insights sobre Medicina Baseada e Valor</title>
            <description><![CDATA[  <p>"Neste episódio, ousamos!" Essas foram as primeiras palavras do Nivaldo Vieira - nosso head de inovação do Clinical Papers Podcast - que, juntamente com Bruno Wance e Diogo Rosa (um expert nessa área) discutem medicina baseada em valor.</p><p>Você já ouviu falar em Michael Porter e seu livro "Repensando a Saúde" ?</p><p>Convido você a ouvir este episódio inédito, que está repleto de conceitos incríveis sobre esse importante e atual tema!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>"Neste episódio, ousamos!" Essas foram as primeiras palavras do Nivaldo Vieira - nosso head de inovação do Clinical Papers Podcast - que, juntamente com Bruno Wance e Diogo Rosa (um expert nessa área) discutem medicina baseada em valor.</p><p>Você já ouviu falar em Michael Porter e seu livro "Repensando a Saúde" ?</p><p>Convido você a ouvir este episódio inédito, que está repleto de conceitos incríveis sobre esse importante e atual tema!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>"Neste episódio, ousamos!" Essas foram as primeiras palavras do Nivaldo Vieira - nosso head de inovação do Clinical Papers Podcast - que, juntamente com Bruno Wance e Diogo Rosa (um expert nessa área) discutem medicina baseada em valor.Você já ouviu falar em Michael Porter e seu livro "Repensando a Saúde" ?Convido você a ouvir este episódio inédito, que está repleto de conceitos incríveis sobre esse importante e atual tema!Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 09 Jul 2022 16:24:16 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>"Neste episódio, ousamos!" Essas foram as primeiras palavras do Nivaldo Vieira - nosso head de inovação do Clinical Papers Podcast - que, juntamente com Bruno Wance e Diogo Rosa (um expert nessa área) discutem medicina baseada em valor. Você já ouviu falar em Michael Porter e seu livro "Repensando a Saúde" ? Convido você a ouvir este episódio inédito, que está repleto de conceitos incríveis sobre esse importante e atual tema! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 110 – ATHENA: Rucaparibe vs. Placebo no tratamento de manutenção em pacientes com câncer de ovário avançado.</title>
            <description><![CDATA[  <p>O Estudo ATHENA foi desenhado para avaliar o tratamento de manutenção em primeira linha com o rucaparibe em uma ampla população de pacientes, incluindo aqueles sem mutações BRCA1 ou BRCA2 (BRCA) ou outras evidências de deficiência de recombinação homóloga (HRD), ou com características clínicas de alto risco, como doença residual por exemplo.</p><p><br></p><p>Neste episódio as dras. Mariana Scaranti e Angélica Nogueira discutem os resultados deste Estudo, que comparou rucaparibe versus placebo, e, aparentemente veio comprovar a utilização desta, digamos, linha de tratamento para pacientes com câncer de ovário de alto grau, estágio III-IV.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 110 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.22.01003" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.22.01003</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O Estudo ATHENA foi desenhado para avaliar o tratamento de manutenção em primeira linha com o rucaparibe em uma ampla população de pacientes, incluindo aqueles sem mutações BRCA1 ou BRCA2 (BRCA) ou outras evidências de deficiência de recombinação homóloga (HRD), ou com características clínicas de alto risco, como doença residual por exemplo.</p><p><br></p><p>Neste episódio as dras. Mariana Scaranti e Angélica Nogueira discutem os resultados deste Estudo, que comparou rucaparibe versus placebo, e, aparentemente veio comprovar a utilização desta, digamos, linha de tratamento para pacientes com câncer de ovário de alto grau, estágio III-IV.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 110 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.22.01003" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.22.01003</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O Estudo ATHENA foi desenhado para avaliar o tratamento de manutenção em primeira linha com o rucaparibe em uma ampla população de pacientes, incluindo aqueles sem mutações BRCA1 ou BRCA2 (BRCA) ou outras evidências de deficiência de recombinação homóloga (HRD), ou com características clínicas de alto risco, como doença residual por exemplo.Neste episódio as dras. Mariana Scaranti e Angélica Nogueira discutem os resultados deste Estudo, que comparou rucaparibe versus placebo, e, aparentemente veio comprovar a utilização desta, digamos, linha de tratamento para pacientes com câncer de ovário de alto grau, estágio III-IV.Sejam bem vindos ao episódio 110 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse:https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.22.01003</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 01 Jul 2022 14:08:28 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O Estudo ATHENA foi desenhado para avaliar o tratamento de manutenção em primeira linha com o rucaparibe em uma ampla população de pacientes, incluindo aqueles sem mutações BRCA1 ou BRCA2 (BRCA) ou outras evidências de deficiência de recombinação homóloga (HRD), ou com características clínicas de alto risco, como doença residual por exemplo. Neste episódio as dras. Mariana Scaranti e Angélica Nogueira discutem os resultados deste Estudo, que comparou rucaparibe versus placebo, e, aparentemente veio comprovar a utilização desta, digamos, linha de tratamento para pacientes com câncer de ovário de alto grau, estágio III-IV. Sejam bem vindos ao episódio 110 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.22.01003</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 109 – DYNAMIC: QT adjuvante guiada por ctDNA em pacientes EC II de cólon.</title>
            <description><![CDATA[  <p>O uso da QT adjuvante no câncer de cólon em estágio II continua sendo muito controverso. Estudos anteriores já demonstraram um prognóstico pior para os pacientes que, após serem submetidos a cirurgia, contém DNA tumoral circulante (ctDNA) no plasma.</p><p>&nbsp;</p><p>É exatamente onde este paper se encaixa: Será que há benefício com QT adjuvante para pacientes ctDNA-positivos após a ressecção cirúrgica do tumor primário?</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biacchi e Allan Pereira.</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2200075?query=featured_home" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2200075?query=featured_home</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O uso da QT adjuvante no câncer de cólon em estágio II continua sendo muito controverso. Estudos anteriores já demonstraram um prognóstico pior para os pacientes que, após serem submetidos a cirurgia, contém DNA tumoral circulante (ctDNA) no plasma.</p><p>&nbsp;</p><p>É exatamente onde este paper se encaixa: Será que há benefício com QT adjuvante para pacientes ctDNA-positivos após a ressecção cirúrgica do tumor primário?</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biacchi e Allan Pereira.</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2200075?query=featured_home" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2200075?query=featured_home</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O uso da QT adjuvante no câncer de cólon em estágio II continua sendo muito controverso. Estudos anteriores já demonstraram um prognóstico pior para os pacientes que, após serem submetidos a cirurgia, contém DNA tumoral circulante (ctDNA) no plasma. É exatamente onde este paper se encaixa: Será que há benefício com QT adjuvante para pacientes ctDNA-positivos após a ressecção cirúrgica do tumor primário?Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biacchi e Allan Pereira.Para saber mais sobre o paper, acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2200075?query=featured_home</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 28 Jun 2022 19:11:09 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O uso da QT adjuvante no câncer de cólon em estágio II continua sendo muito controverso. Estudos anteriores já demonstraram um prognóstico pior para os pacientes que, após serem submetidos a cirurgia, contém DNA tumoral circulante (ctDNA) no plasma. &amp;nbsp; É exatamente onde este paper se encaixa: Será que há benefício com QT adjuvante para pacientes ctDNA-positivos após a ressecção cirúrgica do tumor primário? Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast! Com Tiago Biacchi e Allan Pereira. Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2200075?query=featured_home</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#108 - DESTINY-Breast04: Trastuzumab Deruxtecan em pacientes com câncer de mama avançado HER2 "Low"</title>
            <description><![CDATA[  <p>O DESTINY-Breast04 é o primeiro RCT a benefícios clinicamente significativos para pacientes com câncer de mama metastático HER2 <em>low</em>.</p><p><br></p><p>Como regra geral, pacientes com câncer de mama avançado e baixos níveis de expressão de HER2 (HER2 low) são considerados como HER2-negativos porque as terapias direcionadas a HER2 geralmente se mostram ineficazes nesse cenário. O DESTINY-Breast04 quebra esse paradigma, abrindo as portas para uma nova opção de tratamento para esses pacientes.</p><p><br></p><p>Com um seguimento mediano de 18,4 meses, o braço T-DXd reduziu em 50% o PFS (9,9 vs 5,1 meses; HR 0,50, IC 95% [0,40, 0,63]; P &lt;. 0001), e em 36%&nbsp;a SG (23,4 vs 16,8 meses; HR 0,64, IC 95% [0,49, 0,84]; P = 0,0010).</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast, com Romualdo Barroso e Carlos dos Anjos.</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2203690</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O DESTINY-Breast04 é o primeiro RCT a benefícios clinicamente significativos para pacientes com câncer de mama metastático HER2 <em>low</em>.</p><p><br></p><p>Como regra geral, pacientes com câncer de mama avançado e baixos níveis de expressão de HER2 (HER2 low) são considerados como HER2-negativos porque as terapias direcionadas a HER2 geralmente se mostram ineficazes nesse cenário. O DESTINY-Breast04 quebra esse paradigma, abrindo as portas para uma nova opção de tratamento para esses pacientes.</p><p><br></p><p>Com um seguimento mediano de 18,4 meses, o braço T-DXd reduziu em 50% o PFS (9,9 vs 5,1 meses; HR 0,50, IC 95% [0,40, 0,63]; P &lt;. 0001), e em 36%&nbsp;a SG (23,4 vs 16,8 meses; HR 0,64, IC 95% [0,49, 0,84]; P = 0,0010).</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast, com Romualdo Barroso e Carlos dos Anjos.</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2203690</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O DESTINY-Breast04 é o primeiro RCT a benefícios clinicamente significativos para pacientes com câncer de mama metastático HER2 low.Como regra geral, pacientes com câncer de mama avançado e baixos níveis de expressão de HER2 (HER2 low) são considerados como HER2-negativos porque as terapias direcionadas a HER2 geralmente se mostram ineficazes nesse cenário. O DESTINY-Breast04 quebra esse paradigma, abrindo as portas para uma nova opção de tratamento para esses pacientes.Com um seguimento mediano de 18,4 meses, o braço T-DXd reduziu em 50% o PFS (9,9 vs 5,1 meses; HR 0,50, IC 95% [0,40, 0,63]; P &lt;. 0001), e em 36% a SG (23,4 vs 16,8 meses; HR 0,64, IC 95% [0,49, 0,84]; P = 0,0010).Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast, com Romualdo Barroso e Carlos dos Anjos.Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2203690</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 28 Jun 2022 19:09:18 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O DESTINY-Breast04 é o primeiro RCT a benefícios clinicamente significativos para pacientes com câncer de mama metastático HER2 low. Como regra geral, pacientes com câncer de mama avançado e baixos níveis de expressão de HER2 (HER2 low) são considerados como HER2-negativos porque as terapias direcionadas a HER2 geralmente se mostram ineficazes nesse cenário. O DESTINY-Breast04 quebra esse paradigma, abrindo as portas para uma nova opção de tratamento para esses pacientes. Com um seguimento mediano de 18,4 meses, o braço T-DXd reduziu em 50% o PFS (9,9 vs 5,1 meses; HR 0,50, IC 95% [0,40, 0,63]; P &amp;lt;. 0001), e em 36%&amp;nbsp;a SG (23,4 vs 16,8 meses; HR 0,64, IC 95% [0,49, 0,84]; P = 0,0010). Sejam bem vindos ao episódio 109 do Clinical Papers Podcast, com Romualdo Barroso e Carlos dos Anjos. Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2203690</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 107 – Analgesia pelo bloqueio do plano eretor da espinha no pós operatório de cirurgia pediátrica de quadril</title>
            <description><![CDATA[  <p>O bloqueio do plano eretor da espinha (ESPB) em pacientes pediátricos é uma técnica anestésica recente que pode melhorar a analgesia pós-operatória em pacientes pediátrico submetidos a cirurgia do quadril.</p><p><br></p><p>O estudo discutido hoje teve como objetivo investigar o efeito do ESPB nesses pacientes e sua relação com o uso de opióide no pós operatório e em quanto tempo havia a necessidade desse resgate.</p><p><br></p><p>Estudo recente, agora de janeiro de 2022 e muito interessante que pode mudar sua prática frente a esses pacientes!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 107 do Clinical Papers Podcast, com Gabriel Redondano, José Luiz de Campos e Ranyell Spencer!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/papr.13099" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/papr.13099</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O bloqueio do plano eretor da espinha (ESPB) em pacientes pediátricos é uma técnica anestésica recente que pode melhorar a analgesia pós-operatória em pacientes pediátrico submetidos a cirurgia do quadril.</p><p><br></p><p>O estudo discutido hoje teve como objetivo investigar o efeito do ESPB nesses pacientes e sua relação com o uso de opióide no pós operatório e em quanto tempo havia a necessidade desse resgate.</p><p><br></p><p>Estudo recente, agora de janeiro de 2022 e muito interessante que pode mudar sua prática frente a esses pacientes!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 107 do Clinical Papers Podcast, com Gabriel Redondano, José Luiz de Campos e Ranyell Spencer!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/papr.13099" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/papr.13099</a></p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Wed, 22 Jun 2022 18:42:05 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O bloqueio do plano eretor da espinha (ESPB) em pacientes pediátricos é uma técnica anestésica recente que pode melhorar a analgesia pós-operatória em pacientes pediátrico submetidos a cirurgia do quadril. O estudo discutido hoje teve como objetivo investigar o efeito do ESPB nesses pacientes e sua relação com o uso de opióide no pós operatório e em quanto tempo havia a necessidade desse resgate. Estudo recente, agora de janeiro de 2022 e muito interessante que pode mudar sua prática frente a esses pacientes! Sejam bem vindos ao episódio 107 do Clinical Papers Podcast, com Gabriel Redondano, José Luiz de Campos e Ranyell Spencer! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/papr.13099</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 106 - ORATOR Trial - Cirurgia Robótica Transoral vs. IMRT para tumores de orofaringe</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio, o Dr. Renan Lira e o Dr. Diego Rezende discutem os resultados a longo prazo do ORATOR Trial. Estudo muito interessante, publicado na JCO agora em fevereiro de 2022 que comparou as técnicas de radioterapia (IMRT) vs. Cirurgia (robótica), avaliando desfechos de qualidade de vida, como tratamento para tumores de orofaringe.</p><p><br></p><p>Apesar de pequeno e passível de críticas, é um estudo decisivo na conduta desses pacientes.</p><p><br></p><p>Você vai adorar esse episódio! Ele está cheio de conceitos interessantes e uma discussão muito elegante e inteligente entre esses colegas que se encontram em lados, praticamente, opostos nessa situação.</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos ao episódio 106 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para sabem mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31416685/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio, o Dr. Renan Lira e o Dr. Diego Rezende discutem os resultados a longo prazo do ORATOR Trial. Estudo muito interessante, publicado na JCO agora em fevereiro de 2022 que comparou as técnicas de radioterapia (IMRT) vs. Cirurgia (robótica), avaliando desfechos de qualidade de vida, como tratamento para tumores de orofaringe.</p><p><br></p><p>Apesar de pequeno e passível de críticas, é um estudo decisivo na conduta desses pacientes.</p><p><br></p><p>Você vai adorar esse episódio! Ele está cheio de conceitos interessantes e uma discussão muito elegante e inteligente entre esses colegas que se encontram em lados, praticamente, opostos nessa situação.</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos ao episódio 106 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para sabem mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31416685/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio, o Dr. Renan Lira e o Dr. Diego Rezende discutem os resultados a longo prazo do ORATOR Trial. Estudo muito interessante, publicado na JCO agora em fevereiro de 2022 que comparou as técnicas de radioterapia (IMRT) vs. Cirurgia (robótica), avaliando desfechos de qualidade de vida, como tratamento para tumores de orofaringe.Apesar de pequeno e passível de críticas, é um estudo decisivo na conduta desses pacientes.Você vai adorar esse episódio! Ele está cheio de conceitos interessantes e uma discussão muito elegante e inteligente entre esses colegas que se encontram em lados, praticamente, opostos nessa situação.Sejam muito bem vindos ao episódio 106 do Clinical Papers Podcast!Para sabem mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31416685/</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 15 Jun 2022 01:19:21 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio, o Dr. Renan Lira e o Dr. Diego Rezende discutem os resultados a longo prazo do ORATOR Trial. Estudo muito interessante, publicado na JCO agora em fevereiro de 2022 que comparou as técnicas de radioterapia (IMRT) vs. Cirurgia (robótica), avaliando desfechos de qualidade de vida, como tratamento para tumores de orofaringe. Apesar de pequeno e passível de críticas, é um estudo decisivo na conduta desses pacientes. Você vai adorar esse episódio! Ele está cheio de conceitos interessantes e uma discussão muito elegante e inteligente entre esses colegas que se encontram em lados, praticamente, opostos nessa situação. Sejam muito bem vindos ao episódio 106 do Clinical Papers Podcast! Para sabem mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31416685/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 105 – Câncer de Reto – “PD-1 Blockade” em pacientes com deficiência de genes de reparo de dna.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sabemos que a RT/QT neoadjuvantes seguidas da ETM é o tratamento padrão para pacientes com câncer de reto localmente avançado. No entanto, há um grupo muito especial de pacientes cujo tumor tem relação com a deficiência no reparo de dna, ou instabilidade microssatélite.</p><p>&nbsp;</p><p>Sabe-se também que, na doença metastática, a terapia antiPD-1 tem excelentes resultados para esse tipo de paciente, e agora chegou a vez de fazer essa terapia como primeira escolha para aqueles com doença localmente avançada, o que, em teoria, evitaria a cirurgia e radioterapia com todas as suas potenciais complicações.</p><p>&nbsp;</p><p>A droga se chama dostarlimab, e se emocione também com o impressionante resultado deste Estudo. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 105 do Clinical Papers Podcast! Com Gustavo Fernandes e Ranyell Spencer!</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sabemos que a RT/QT neoadjuvantes seguidas da ETM é o tratamento padrão para pacientes com câncer de reto localmente avançado. No entanto, há um grupo muito especial de pacientes cujo tumor tem relação com a deficiência no reparo de dna, ou instabilidade microssatélite.</p><p>&nbsp;</p><p>Sabe-se também que, na doença metastática, a terapia antiPD-1 tem excelentes resultados para esse tipo de paciente, e agora chegou a vez de fazer essa terapia como primeira escolha para aqueles com doença localmente avançada, o que, em teoria, evitaria a cirurgia e radioterapia com todas as suas potenciais complicações.</p><p>&nbsp;</p><p>A droga se chama dostarlimab, e se emocione também com o impressionante resultado deste Estudo. &nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 105 do Clinical Papers Podcast! Com Gustavo Fernandes e Ranyell Spencer!</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sabemos que a RT/QT neoadjuvantes seguidas da ETM é o tratamento padrão para pacientes com câncer de reto localmente avançado. No entanto, há um grupo muito especial de pacientes cujo tumor tem relação com a deficiência no reparo de dna, ou instabilidade microssatélite. Sabe-se também que, na doença metastática, a terapia antiPD-1 tem excelentes resultados para esse tipo de paciente, e agora chegou a vez de fazer essa terapia como primeira escolha para aqueles com doença localmente avançada, o que, em teoria, evitaria a cirurgia e radioterapia com todas as suas potenciais complicações. A droga se chama dostarlimab, e se emocione também com o impressionante resultado deste Estudo.   Sejam bem vindos ao episódio 105 do Clinical Papers Podcast! Com Gustavo Fernandes e Ranyell Spencer!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 10 Jun 2022 16:11:03 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sabemos que a RT/QT neoadjuvantes seguidas da ETM é o tratamento padrão para pacientes com câncer de reto localmente avançado. No entanto, há um grupo muito especial de pacientes cujo tumor tem relação com a deficiência no reparo de dna, ou instabilidade microssatélite. &amp;nbsp; Sabe-se também que, na doença metastática, a terapia antiPD-1 tem excelentes resultados para esse tipo de paciente, e agora chegou a vez de fazer essa terapia como primeira escolha para aqueles com doença localmente avançada, o que, em teoria, evitaria a cirurgia e radioterapia com todas as suas potenciais complicações. &amp;nbsp; A droga se chama dostarlimab, e se emocione também com o impressionante resultado deste Estudo. &amp;nbsp; &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 105 do Clinical Papers Podcast! Com Gustavo Fernandes e Ranyell Spencer!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 104 – CAIRO I e II – Papel da ressecção do tumor primário em CCR metastático</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sempre que nos deparamos com um paciente com ec IV de câncer colorretal, há uma dúvida de como devemos prosseguir em relação ao tumor primário: ressecção “up front” ou quimioterapia.</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio, Tiago Biachi e Ranyell Spencer discutem esse tema polêmico, utilizando por base dois estudos grandes os famosos CAIROs 1 e 2. São estudos com uma coorte prospectiva que avaliou essa questão. Apesar de antigos, são clássicos do assunto e não podem ficar de fora!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 104 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sempre que nos deparamos com um paciente com ec IV de câncer colorretal, há uma dúvida de como devemos prosseguir em relação ao tumor primário: ressecção “up front” ou quimioterapia.</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio, Tiago Biachi e Ranyell Spencer discutem esse tema polêmico, utilizando por base dois estudos grandes os famosos CAIROs 1 e 2. São estudos com uma coorte prospectiva que avaliou essa questão. Apesar de antigos, são clássicos do assunto e não podem ficar de fora!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 104 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sempre que nos deparamos com um paciente com ec IV de câncer colorretal, há uma dúvida de como devemos prosseguir em relação ao tumor primário: ressecção “up front” ou quimioterapia. Neste episódio, Tiago Biachi e Ranyell Spencer discutem esse tema polêmico, utilizando por base dois estudos grandes os famosos CAIROs 1 e 2. São estudos com uma coorte prospectiva que avaliou essa questão. Apesar de antigos, são clássicos do assunto e não podem ficar de fora!Sejam bem vindos ao episódio 104 do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 09 Jun 2022 17:47:09 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sempre que nos deparamos com um paciente com ec IV de câncer colorretal, há uma dúvida de como devemos prosseguir em relação ao tumor primário: ressecção “up front” ou quimioterapia. &amp;nbsp; Neste episódio, Tiago Biachi e Ranyell Spencer discutem esse tema polêmico, utilizando por base dois estudos grandes os famosos CAIROs 1 e 2. São estudos com uma coorte prospectiva que avaliou essa questão. Apesar de antigos, são clássicos do assunto e não podem ficar de fora! Sejam bem vindos ao episódio 104 do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 103 – FOHAIC-1: QT intra-arterial com Oxaliplatina + Fluorouracil vs. Sorafenib em pacientes com CHC avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>A infusão hepática de quimioterapia intra-arterial com fluorouracil infusional, leucovorin e oxaliplatina (HAIC-FO) vem demonstrando segurança e atividade antitumoral encorajadoras quando utilizados estudos prévio menores para pacientes com CHC localmente avançado.</p><p><br></p><p>Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o estudo fase III, FOHAIC-1, que avaliou essa estratégia de infusão intra-arterial para pacientes com CHC avançado, previamente não tratados com terapia sistêmica vs. sorafenibe.</p><p>&nbsp;</p><p>Apesar de positivo, a principal crítica desse estudo é exatamente o braço controle com sorafenib, que não vem demonstrando ser o melhor tratamento para essa situação.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 103 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34905388/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34905388/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A infusão hepática de quimioterapia intra-arterial com fluorouracil infusional, leucovorin e oxaliplatina (HAIC-FO) vem demonstrando segurança e atividade antitumoral encorajadoras quando utilizados estudos prévio menores para pacientes com CHC localmente avançado.</p><p><br></p><p>Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o estudo fase III, FOHAIC-1, que avaliou essa estratégia de infusão intra-arterial para pacientes com CHC avançado, previamente não tratados com terapia sistêmica vs. sorafenibe.</p><p>&nbsp;</p><p>Apesar de positivo, a principal crítica desse estudo é exatamente o braço controle com sorafenib, que não vem demonstrando ser o melhor tratamento para essa situação.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 103 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34905388/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34905388/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A infusão hepática de quimioterapia intra-arterial com fluorouracil infusional, leucovorin e oxaliplatina (HAIC-FO) vem demonstrando segurança e atividade antitumoral encorajadoras quando utilizados estudos prévio menores para pacientes com CHC localmente avançado.Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o estudo fase III, FOHAIC-1, que avaliou essa estratégia de infusão intra-arterial para pacientes com CHC avançado, previamente não tratados com terapia sistêmica vs. sorafenibe. Apesar de positivo, a principal crítica desse estudo é exatamente o braço controle com sorafenib, que não vem demonstrando ser o melhor tratamento para essa situação.Sejam bem vindos ao episódio 103 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34905388/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 04 Jun 2022 13:35:58 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A infusão hepática de quimioterapia intra-arterial com fluorouracil infusional, leucovorin e oxaliplatina (HAIC-FO) vem demonstrando segurança e atividade antitumoral encorajadoras quando utilizados estudos prévio menores para pacientes com CHC localmente avançado. Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o estudo fase III, FOHAIC-1, que avaliou essa estratégia de infusão intra-arterial para pacientes com CHC avançado, previamente não tratados com terapia sistêmica vs. sorafenibe. &amp;nbsp; Apesar de positivo, a principal crítica desse estudo é exatamente o braço controle com sorafenib, que não vem demonstrando ser o melhor tratamento para essa situação. Sejam bem vindos ao episódio 103 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34905388/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 102 - EMPOWER –Cemiplimabe em paciente com tumor de colo de útero recidivado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sabemos que mulheres com recaída de câncer de colo uterino têm um prognóstico desfavorável. Novas estratégias de tratamento envolvendo imunoterapia estão sendo desenvolvidas. Nesse cenário, o Cemiplimabe, anticorpo anti PD-1, foi testado.</p><p><br></p><p>O EMPOWER é um estudo fase 3 que incluiu pacientes que tiveram progressão da doença após QT com platina de primeira linha. Foram um total de 608 mulheres sendo o benefício de sobrevida global consistente em ambos os subgrupos histológicos (carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma.</p><p><br></p><p>Neste episódio, a dra. Mariana Scaranti entrevista a dra. Andreia Melo co-autora desse importante paper publicado na NEJM.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 102 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112187" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112187</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sabemos que mulheres com recaída de câncer de colo uterino têm um prognóstico desfavorável. Novas estratégias de tratamento envolvendo imunoterapia estão sendo desenvolvidas. Nesse cenário, o Cemiplimabe, anticorpo anti PD-1, foi testado.</p><p><br></p><p>O EMPOWER é um estudo fase 3 que incluiu pacientes que tiveram progressão da doença após QT com platina de primeira linha. Foram um total de 608 mulheres sendo o benefício de sobrevida global consistente em ambos os subgrupos histológicos (carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma.</p><p><br></p><p>Neste episódio, a dra. Mariana Scaranti entrevista a dra. Andreia Melo co-autora desse importante paper publicado na NEJM.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 102 do Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112187" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112187</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sabemos que mulheres com recaída de câncer de colo uterino têm um prognóstico desfavorável. Novas estratégias de tratamento envolvendo imunoterapia estão sendo desenvolvidas. Nesse cenário, o Cemiplimabe, anticorpo anti PD-1, foi testado.O EMPOWER é um estudo fase 3 que incluiu pacientes que tiveram progressão da doença após QT com platina de primeira linha. Foram um total de 608 mulheres sendo o benefício de sobrevida global consistente em ambos os subgrupos histológicos (carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma.Neste episódio, a dra. Mariana Scaranti entrevista a dra. Andreia Melo co-autora desse importante paper publicado na NEJM.Sejam bem vindos ao episódio 102 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse:https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112187</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 31 May 2022 12:14:51 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sabemos que mulheres com recaída de câncer de colo uterino têm um prognóstico desfavorável. Novas estratégias de tratamento envolvendo imunoterapia estão sendo desenvolvidas. Nesse cenário, o Cemiplimabe, anticorpo anti PD-1, foi testado. O EMPOWER é um estudo fase 3 que incluiu pacientes que tiveram progressão da doença após QT com platina de primeira linha. Foram um total de 608 mulheres sendo o benefício de sobrevida global consistente em ambos os subgrupos histológicos (carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma. Neste episódio, a dra. Mariana Scaranti entrevista a dra. Andreia Melo co-autora desse importante paper publicado na NEJM. Sejam bem vindos ao episódio 102 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112187</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 101 – DESTINY-Breast03: Trastuzumab Deruxtecan vs. Trastuzumab Emtansine para câncer de mama</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sabe-se que o trastuzumabe emtansina é o tratamento padrão atual para pacientes com câncer de mama metastático HER-2positivo como segunda linha. Ocorre que no estudo Destiny Breast 02, a conjugação do trastuzumabe com o deruxtecan mostrou excelentrs resultados em relação a taxa de resosta. Este podcast comenta o Destiny Breas 03 agora comparando esses dois esquemas em pacientes com câncer de mama metastático HER2-positivo previamente tratados com trastuzumabe e um taxano.</p><p>Com resultados extremamente animadores, saiba tudo sobre esse tipo de terapia e de como esse estudo pode ajudar na prática diária.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 101 do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Romualdo Barroso!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2115022</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sabe-se que o trastuzumabe emtansina é o tratamento padrão atual para pacientes com câncer de mama metastático HER-2positivo como segunda linha. Ocorre que no estudo Destiny Breast 02, a conjugação do trastuzumabe com o deruxtecan mostrou excelentrs resultados em relação a taxa de resosta. Este podcast comenta o Destiny Breas 03 agora comparando esses dois esquemas em pacientes com câncer de mama metastático HER2-positivo previamente tratados com trastuzumabe e um taxano.</p><p>Com resultados extremamente animadores, saiba tudo sobre esse tipo de terapia e de como esse estudo pode ajudar na prática diária.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 101 do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Romualdo Barroso!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2115022</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sabe-se que o trastuzumabe emtansina é o tratamento padrão atual para pacientes com câncer de mama metastático HER-2positivo como segunda linha. Ocorre que no estudo Destiny Breast 02, a conjugação do trastuzumabe com o deruxtecan mostrou excelentrs resultados em relação a taxa de resosta. Este podcast comenta o Destiny Breas 03 agora comparando esses dois esquemas em pacientes com câncer de mama metastático HER2-positivo previamente tratados com trastuzumabe e um taxano.Com resultados extremamente animadores, saiba tudo sobre esse tipo de terapia e de como esse estudo pode ajudar na prática diária.Sejam bem vindos ao episódio 101 do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Romualdo Barroso! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2115022</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 23 May 2022 15:27:13 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sabe-se que o trastuzumabe emtansina é o tratamento padrão atual para pacientes com câncer de mama metastático HER-2positivo como segunda linha. Ocorre que no estudo Destiny Breast 02, a conjugação do trastuzumabe com o deruxtecan mostrou excelentrs resultados em relação a taxa de resosta. Este podcast comenta o Destiny Breas 03 agora comparando esses dois esquemas em pacientes com câncer de mama metastático HER2-positivo previamente tratados com trastuzumabe e um taxano. Com resultados extremamente animadores, saiba tudo sobre esse tipo de terapia e de como esse estudo pode ajudar na prática diária. Sejam bem vindos ao episódio 101 do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Romualdo Barroso! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2115022</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 100 - PREOPANC – QT/RT Neoadjuvante vs. Cirurgia para câncer de pâncreas ressecável ou borderline – Resultados de longo prazo</title>
            <description><![CDATA[  <p>O benefício da quimiorradioterapia neoadjuvante no câncer de pâncreas ressecável ou borderline permanece controverso. Como os resultados do estudo PREOPANC não conseguiram demonstrar um benefício de SG na primeira publicação, os autores resolveram analisar em mais longo prazo. Estudo importante, fase III, no qual os pacientes foram randomizados para receberem QT/RT neoadjuvante ou cirurgia up front em 16 centros da Holanda.</p><p>Acompanhe este episódio e saiba mais sobre o tema com Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Rodrigo Hanriot.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 100 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35084987/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35084987/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O benefício da quimiorradioterapia neoadjuvante no câncer de pâncreas ressecável ou borderline permanece controverso. Como os resultados do estudo PREOPANC não conseguiram demonstrar um benefício de SG na primeira publicação, os autores resolveram analisar em mais longo prazo. Estudo importante, fase III, no qual os pacientes foram randomizados para receberem QT/RT neoadjuvante ou cirurgia up front em 16 centros da Holanda.</p><p>Acompanhe este episódio e saiba mais sobre o tema com Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Rodrigo Hanriot.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 100 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35084987/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35084987/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O benefício da quimiorradioterapia neoadjuvante no câncer de pâncreas ressecável ou borderline permanece controverso. Como os resultados do estudo PREOPANC não conseguiram demonstrar um benefício de SG na primeira publicação, os autores resolveram analisar em mais longo prazo. Estudo importante, fase III, no qual os pacientes foram randomizados para receberem QT/RT neoadjuvante ou cirurgia up front em 16 centros da Holanda.Acompanhe este episódio e saiba mais sobre o tema com Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Rodrigo Hanriot. Sejam bem vindos ao episódio 100 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35084987/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 07 May 2022 13:53:12 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O benefício da quimiorradioterapia neoadjuvante no câncer de pâncreas ressecável ou borderline permanece controverso. Como os resultados do estudo PREOPANC não conseguiram demonstrar um benefício de SG na primeira publicação, os autores resolveram analisar em mais longo prazo. Estudo importante, fase III, no qual os pacientes foram randomizados para receberem QT/RT neoadjuvante ou cirurgia up front em 16 centros da Holanda. Acompanhe este episódio e saiba mais sobre o tema com Ranyell Spencer, Gustavo Fernandes e Rodrigo Hanriot. &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 100 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35084987/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 99 - SOLO1/GOG 3004 - Terapia de manutenção de Olaparibe em pacientes com câncer de ovário BRCA mutadas – resultados de longo prazo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com o pressuposto de que ainda faltam tratamentos que consigam manter resposta a longo prazo em pacientes com câncer de ovário foi idealizado o Estudo SOLO1/GOG 3004, demonstrando que o olaparibe melhorou significativamente a sobrevida livre de progressão quando comparado com o placebo em pacientes com mutação BRCA, no entanto a sobrevida livre de progressão mediana não foi alcançada.</p><p>Neste episódio, as dras. Mariana Scaranti e a Daniele Assad discutem o resultado a longo prazo deste importante paper, realizado após 5 anos de acompanhamento.</p><p>Estuo importante, envolvendo mais de 100 centros em 15 países. As pacientes foram randomizadas para receber olaparibe (300 mg duas vezes ao dia) vs. placebo.</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 99 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00531-3/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00531-3/fulltext</a></p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com o pressuposto de que ainda faltam tratamentos que consigam manter resposta a longo prazo em pacientes com câncer de ovário foi idealizado o Estudo SOLO1/GOG 3004, demonstrando que o olaparibe melhorou significativamente a sobrevida livre de progressão quando comparado com o placebo em pacientes com mutação BRCA, no entanto a sobrevida livre de progressão mediana não foi alcançada.</p><p>Neste episódio, as dras. Mariana Scaranti e a Daniele Assad discutem o resultado a longo prazo deste importante paper, realizado após 5 anos de acompanhamento.</p><p>Estuo importante, envolvendo mais de 100 centros em 15 países. As pacientes foram randomizadas para receber olaparibe (300 mg duas vezes ao dia) vs. placebo.</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 99 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00531-3/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00531-3/fulltext</a></p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com o pressuposto de que ainda faltam tratamentos que consigam manter resposta a longo prazo em pacientes com câncer de ovário foi idealizado o Estudo SOLO1/GOG 3004, demonstrando que o olaparibe melhorou significativamente a sobrevida livre de progressão quando comparado com o placebo em pacientes com mutação BRCA, no entanto a sobrevida livre de progressão mediana não foi alcançada.Neste episódio, as dras. Mariana Scaranti e a Daniele Assad discutem o resultado a longo prazo deste importante paper, realizado após 5 anos de acompanhamento.Estuo importante, envolvendo mais de 100 centros em 15 países. As pacientes foram randomizadas para receber olaparibe (300 mg duas vezes ao dia) vs. placebo.Sejam bem vindos ao episódio 99 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00531-3/fulltext </itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 03 May 2022 12:33:21 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com o pressuposto de que ainda faltam tratamentos que consigam manter resposta a longo prazo em pacientes com câncer de ovário foi idealizado o Estudo SOLO1/GOG 3004, demonstrando que o olaparibe melhorou significativamente a sobrevida livre de progressão quando comparado com o placebo em pacientes com mutação BRCA, no entanto a sobrevida livre de progressão mediana não foi alcançada. Neste episódio, as dras. Mariana Scaranti e a Daniele Assad discutem o resultado a longo prazo deste importante paper, realizado após 5 anos de acompanhamento. Estuo importante, envolvendo mais de 100 centros em 15 países. As pacientes foram randomizadas para receber olaparibe (300 mg duas vezes ao dia) vs. placebo. Sejam bem vindos ao episódio 99 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00531-3/fulltext &amp;nbsp;</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 98 - KEYNOTE-811 – Duplo bloqueio (PD-1 e HER2) em câncer gástrico HER2-positivo</title>
            <description><![CDATA[  <p><br></p><p>A amplificação ou super expressão do HER2 ocorre em cerca de 20% dos adenocarcinomas gástricos avançados ou da junção gastroesofágica. Há mais de uma década, a terapia combinada com trastuzumabe (anticorpo anti-HER2) e QT tornou-se o tratamento padrão de primeira linha para esses pacientes HER2+. HOWEVER: a adição do anticorpo anti PD-1 (pembrolizumabe) à QT não melhore significativamente a eficácia no câncer gástrico HER2-, outros estudos apoiam a adição de pembrolizumabe na doença HER2+.</p><p>O KEYNOTE-811 é um estudo fase III, randomizado que avaliou o uso do pembrolizumabe + trastuzumabe e QT para adenocarcinoma gástrico ou TEG irressecável ou metastático, HER2-positivo.</p><p>Um episódio enxuto, clean onde Tiago e Allan discutem pontos críticos deste importante artigo.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 98 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34912120/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><br></p><p>A amplificação ou super expressão do HER2 ocorre em cerca de 20% dos adenocarcinomas gástricos avançados ou da junção gastroesofágica. Há mais de uma década, a terapia combinada com trastuzumabe (anticorpo anti-HER2) e QT tornou-se o tratamento padrão de primeira linha para esses pacientes HER2+. HOWEVER: a adição do anticorpo anti PD-1 (pembrolizumabe) à QT não melhore significativamente a eficácia no câncer gástrico HER2-, outros estudos apoiam a adição de pembrolizumabe na doença HER2+.</p><p>O KEYNOTE-811 é um estudo fase III, randomizado que avaliou o uso do pembrolizumabe + trastuzumabe e QT para adenocarcinoma gástrico ou TEG irressecável ou metastático, HER2-positivo.</p><p>Um episódio enxuto, clean onde Tiago e Allan discutem pontos críticos deste importante artigo.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 98 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34912120/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A amplificação ou super expressão do HER2 ocorre em cerca de 20% dos adenocarcinomas gástricos avançados ou da junção gastroesofágica. Há mais de uma década, a terapia combinada com trastuzumabe (anticorpo anti-HER2) e QT tornou-se o tratamento padrão de primeira linha para esses pacientes HER2+. HOWEVER: a adição do anticorpo anti PD-1 (pembrolizumabe) à QT não melhore significativamente a eficácia no câncer gástrico HER2-, outros estudos apoiam a adição de pembrolizumabe na doença HER2+.O KEYNOTE-811 é um estudo fase III, randomizado que avaliou o uso do pembrolizumabe + trastuzumabe e QT para adenocarcinoma gástrico ou TEG irressecável ou metastático, HER2-positivo.Um episódio enxuto, clean onde Tiago e Allan discutem pontos críticos deste importante artigo. Sejam bem vindos ao episódio 98 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34912120/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 30 Apr 2022 00:25:09 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A amplificação ou super expressão do HER2 ocorre em cerca de 20% dos adenocarcinomas gástricos avançados ou da junção gastroesofágica. Há mais de uma década, a terapia combinada com trastuzumabe (anticorpo anti-HER2) e QT tornou-se o tratamento padrão de primeira linha para esses pacientes HER2+. HOWEVER: a adição do anticorpo anti PD-1 (pembrolizumabe) à QT não melhore significativamente a eficácia no câncer gástrico HER2-, outros estudos apoiam a adição de pembrolizumabe na doença HER2+. O KEYNOTE-811 é um estudo fase III, randomizado que avaliou o uso do pembrolizumabe + trastuzumabe e QT para adenocarcinoma gástrico ou TEG irressecável ou metastático, HER2-positivo. Um episódio enxuto, clean onde Tiago e Allan discutem pontos críticos deste importante artigo. &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 98 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34912120/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 97 – Médicos “Híbridos” como geradores de valor em Saúde</title>
            <description><![CDATA[  <p>Na prática médica moderna, os médicos estão trabalhando cada vez mais em áreas acadêmicas não associadas diretamente ao exercício da medicina, como o aprendizado de novas tecnologias e softwares ou design.</p><p>Esses são os chamados: “médicos híbridos” e surgiram porque a experiência médica tradicional não é mais suficiente para oferecer os melhores cuidados de qualidade.</p><p>Programas de treinamento para médicos híbridos estão se tornando comuns. Cerca de 9-10% dos estudantes de medicina dos EUA são atualmente matriculados em programas de dupla graduação e um há cada vez mais um número crescente de médicos concluindo bolsas em áreas como informática em saúde.</p><p>Neste episódio os colegas Nivaldo Vieira e Bruno Wance convidaram o médico radioterapeuta Fábio Moraes para discutir um artigo que mostra o valor social que esses médicos oferecem para seus locais de trabalho, melhorando o desempenho de suas próprias equipes, promovendo a comunicação entre disciplinas e criando novas oportunidades de colaboração.</p><p>Não perca este episódio inovador e disruptivo em medicina!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 97 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.20.0271" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.20.0271</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Na prática médica moderna, os médicos estão trabalhando cada vez mais em áreas acadêmicas não associadas diretamente ao exercício da medicina, como o aprendizado de novas tecnologias e softwares ou design.</p><p>Esses são os chamados: “médicos híbridos” e surgiram porque a experiência médica tradicional não é mais suficiente para oferecer os melhores cuidados de qualidade.</p><p>Programas de treinamento para médicos híbridos estão se tornando comuns. Cerca de 9-10% dos estudantes de medicina dos EUA são atualmente matriculados em programas de dupla graduação e um há cada vez mais um número crescente de médicos concluindo bolsas em áreas como informática em saúde.</p><p>Neste episódio os colegas Nivaldo Vieira e Bruno Wance convidaram o médico radioterapeuta Fábio Moraes para discutir um artigo que mostra o valor social que esses médicos oferecem para seus locais de trabalho, melhorando o desempenho de suas próprias equipes, promovendo a comunicação entre disciplinas e criando novas oportunidades de colaboração.</p><p>Não perca este episódio inovador e disruptivo em medicina!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 97 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.20.0271" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.20.0271</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Na prática médica moderna, os médicos estão trabalhando cada vez mais em áreas acadêmicas não associadas diretamente ao exercício da medicina, como o aprendizado de novas tecnologias e softwares ou design.Esses são os chamados: “médicos híbridos” e surgiram porque a experiência médica tradicional não é mais suficiente para oferecer os melhores cuidados de qualidade.Programas de treinamento para médicos híbridos estão se tornando comuns. Cerca de 9-10% dos estudantes de medicina dos EUA são atualmente matriculados em programas de dupla graduação e um há cada vez mais um número crescente de médicos concluindo bolsas em áreas como informática em saúde.Neste episódio os colegas Nivaldo Vieira e Bruno Wance convidaram o médico radioterapeuta Fábio Moraes para discutir um artigo que mostra o valor social que esses médicos oferecem para seus locais de trabalho, melhorando o desempenho de suas próprias equipes, promovendo a comunicação entre disciplinas e criando novas oportunidades de colaboração.Não perca este episódio inovador e disruptivo em medicina! Sejam bem vindos ao episódio 97 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.20.0271</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 14 Apr 2022 18:15:11 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Na prática médica moderna, os médicos estão trabalhando cada vez mais em áreas acadêmicas não associadas diretamente ao exercício da medicina, como o aprendizado de novas tecnologias e softwares ou design. Esses são os chamados: “médicos híbridos” e surgiram porque a experiência médica tradicional não é mais suficiente para oferecer os melhores cuidados de qualidade. Programas de treinamento para médicos híbridos estão se tornando comuns. Cerca de 9-10% dos estudantes de medicina dos EUA são atualmente matriculados em programas de dupla graduação e um há cada vez mais um número crescente de médicos concluindo bolsas em áreas como informática em saúde. Neste episódio os colegas Nivaldo Vieira e Bruno Wance convidaram o médico radioterapeuta Fábio Moraes para discutir um artigo que mostra o valor social que esses médicos oferecem para seus locais de trabalho, melhorando o desempenho de suas próprias equipes, promovendo a comunicação entre disciplinas e criando novas oportunidades de colaboração. Não perca este episódio inovador e disruptivo em medicina! &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 97 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://catalyst.nejm.org/doi/full/10.1056/CAT.20.0271</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 96 – IMpower010 – Atezolizumabe após tratamento adjuvante para câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC)</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com o objetivo de avaliar o uso de imunoterapia num cenário adjuvante para câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio inicial, foram recrutados mais de 1200 pacientes em 22 países para serem randomizados entre receberem atezolizumabe ou BSC após QT adjuvante baseada em platina.</p><p>O endpoint primário do Estudo foi sobrevida livre de doença, que foi testado hierarquicamente nos 1. subgrupo populacional estágio II–IIIA cujos tumores expressaram PD-L1 em ​​1% ou mais das células tumorais (SP263), 2) todos os pacientes estágio II– IIIA e, 3) população com intenção de tratar (ITT) (estágio IB-IIIA).</p><p>Saiba dos “pormenores” desse importante estudo com os drs. Luiz Henrique Araújo e Fernando Abrão, nosso time de tumores de pulmão e mediastino!&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 96 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34555333/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34555333/</a></p><p>Esse episódio tem o apoio de PMIScience</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo de avaliar o uso de imunoterapia num cenário adjuvante para câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio inicial, foram recrutados mais de 1200 pacientes em 22 países para serem randomizados entre receberem atezolizumabe ou BSC após QT adjuvante baseada em platina.</p><p>O endpoint primário do Estudo foi sobrevida livre de doença, que foi testado hierarquicamente nos 1. subgrupo populacional estágio II–IIIA cujos tumores expressaram PD-L1 em ​​1% ou mais das células tumorais (SP263), 2) todos os pacientes estágio II– IIIA e, 3) população com intenção de tratar (ITT) (estágio IB-IIIA).</p><p>Saiba dos “pormenores” desse importante estudo com os drs. Luiz Henrique Araújo e Fernando Abrão, nosso time de tumores de pulmão e mediastino!&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 96 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34555333/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34555333/</a></p><p>Esse episódio tem o apoio de PMIScience</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com o objetivo de avaliar o uso de imunoterapia num cenário adjuvante para câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio inicial, foram recrutados mais de 1200 pacientes em 22 países para serem randomizados entre receberem atezolizumabe ou BSC após QT adjuvante baseada em platina.O endpoint primário do Estudo foi sobrevida livre de doença, que foi testado hierarquicamente nos 1. subgrupo populacional estágio II–IIIA cujos tumores expressaram PD-L1 em ​​1% ou mais das células tumorais (SP263), 2) todos os pacientes estágio II– IIIA e, 3) população com intenção de tratar (ITT) (estágio IB-IIIA).Saiba dos “pormenores” desse importante estudo com os drs. Luiz Henrique Araújo e Fernando Abrão, nosso time de tumores de pulmão e mediastino! Sejam bem vindos ao episódio 96 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34555333/Esse episódio tem o apoio de PMIScience</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 11 Apr 2022 16:15:56 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com o objetivo de avaliar o uso de imunoterapia num cenário adjuvante para câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio inicial, foram recrutados mais de 1200 pacientes em 22 países para serem randomizados entre receberem atezolizumabe ou BSC após QT adjuvante baseada em platina. O endpoint primário do Estudo foi sobrevida livre de doença, que foi testado hierarquicamente nos 1. subgrupo populacional estágio II–IIIA cujos tumores expressaram PD-L1 em ​​1% ou mais das células tumorais (SP263), 2) todos os pacientes estágio II– IIIA e, 3) população com intenção de tratar (ITT) (estágio IB-IIIA). Saiba dos “pormenores” desse importante estudo com os drs. Luiz Henrique Araújo e Fernando Abrão, nosso time de tumores de pulmão e mediastino!&amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 96 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34555333/ Esse episódio tem o apoio de PMIScience</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 95 – KEYNOTE 826 – Pembrolizumabe para pacientes com câncer de colo uterino persistente, recorrente ou metastático</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sabe-se que o Pembrolizumabe tem eficácia comprovada no tratamento do câncer de colo uterino, mas o seu uso associado à quimioterapia com ou sem bevacizumabe ainda era incerto.</p><p>No artigo discutido esta semana, as dras Mariana Scaranti e Samantha Cabral comentam o Estudo KEYNOTE 826 para responder a esta pergunta. Foram avaliadas mais de 500 pacientes para o desfecho principal de sobrevida livre de progressão.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 95 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112435</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sabe-se que o Pembrolizumabe tem eficácia comprovada no tratamento do câncer de colo uterino, mas o seu uso associado à quimioterapia com ou sem bevacizumabe ainda era incerto.</p><p>No artigo discutido esta semana, as dras Mariana Scaranti e Samantha Cabral comentam o Estudo KEYNOTE 826 para responder a esta pergunta. Foram avaliadas mais de 500 pacientes para o desfecho principal de sobrevida livre de progressão.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 95 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112435</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sabe-se que o Pembrolizumabe tem eficácia comprovada no tratamento do câncer de colo uterino, mas o seu uso associado à quimioterapia com ou sem bevacizumabe ainda era incerto.No artigo discutido esta semana, as dras Mariana Scaranti e Samantha Cabral comentam o Estudo KEYNOTE 826 para responder a esta pergunta. Foram avaliadas mais de 500 pacientes para o desfecho principal de sobrevida livre de progressão. Sejam bem vindos ao episódio 95 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112435</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 07 Apr 2022 22:49:06 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sabe-se que o Pembrolizumabe tem eficácia comprovada no tratamento do câncer de colo uterino, mas o seu uso associado à quimioterapia com ou sem bevacizumabe ainda era incerto. No artigo discutido esta semana, as dras Mariana Scaranti e Samantha Cabral comentam o Estudo KEYNOTE 826 para responder a esta pergunta. Foram avaliadas mais de 500 pacientes para o desfecho principal de sobrevida livre de progressão. &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio 95 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2112435</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 94 - POLO – Olaparibe de manutenção em pacientes com câncer de pâncreas metastáticos BRCA mutados</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pacientes com mutação germinativa BRCA1 ou BRCA2 representam um pequeno subgrupo de pacientes com câncer pancreático metastático. A ideia proposta por este paper publicado no NEJM é a de que o Olaparibe pudesse ter atividade antitumoral nesta população. Para isso foi realizado um estudo fase III randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia do olaparibe como terapia de manutenção em pacientes que tinham uma mutação germinativa BRCA1 ou BRCA2 e câncer de pâncreas metastático.</p><p>Dos 3.315 previamente seleionandos, 154 foram randomizados para receber olaparibe ou placebo.</p><p>Saiba sobre os resultados deste estudo e avalie a aplicabilidade dessa droga na sua prática diária com Tiago Biachi e Alla Pereira.</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 94 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1903387</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pacientes com mutação germinativa BRCA1 ou BRCA2 representam um pequeno subgrupo de pacientes com câncer pancreático metastático. A ideia proposta por este paper publicado no NEJM é a de que o Olaparibe pudesse ter atividade antitumoral nesta população. Para isso foi realizado um estudo fase III randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia do olaparibe como terapia de manutenção em pacientes que tinham uma mutação germinativa BRCA1 ou BRCA2 e câncer de pâncreas metastático.</p><p>Dos 3.315 previamente seleionandos, 154 foram randomizados para receber olaparibe ou placebo.</p><p>Saiba sobre os resultados deste estudo e avalie a aplicabilidade dessa droga na sua prática diária com Tiago Biachi e Alla Pereira.</p><p>Sejam bem vindos ao episódio 94 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1903387</p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Mon, 04 Apr 2022 14:30:29 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Pacientes com mutação germinativa BRCA1 ou BRCA2 representam um pequeno subgrupo de pacientes com câncer pancreático metastático. A ideia proposta por este paper publicado no NEJM é a de que o Olaparibe pudesse ter atividade antitumoral nesta população. Para isso foi realizado um estudo fase III randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia do olaparibe como terapia de manutenção em pacientes que tinham uma mutação germinativa BRCA1 ou BRCA2 e câncer de pâncreas metastático. Dos 3.315 previamente seleionandos, 154 foram randomizados para receber olaparibe ou placebo. Saiba sobre os resultados deste estudo e avalie a aplicabilidade dessa droga na sua prática diária com Tiago Biachi e Alla Pereira. Sejam bem vindos ao episódio 94 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1903387</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#93 – Fenômenos Epigenéticos – Classificação dos tumores do SNC baseada na metilação do DNA</title>
            <description><![CDATA[  <p>Para o manejo ideal dos pacientes com câncer, o diagnóstico patológico preciso é fundamental! Para as cerca de 100 entidades tumorais conhecidas do sistema nervoso central (SNC), a padronização do processo de diagnóstico mostrou-se particularmente desafiadora - com substancial variabilidade interobservador no diagnóstico histopatológico desses tumores.</p><p>Neste episódio a Dra Caroline Chaul, juntamente com o Dr Felipe D`Almeida, discutiram o principal estudo relacionado ao tema, um verdadeiro divisor de águas que mostrou o desenvolvimento de uma abordagem abrangente para a classificação de tumores do SNC baseada na metilação do DNA, demonstrando sua aplicação em um cenário de diagnóstico de rotina.</p><p>Aprenda tudo sobre fenômenos epigenéticos e como sua aplicabilidade clínica vem atuando não só no diagnóstico, mas no modo de pensar sobre os tumores de forma geral.</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Para o manejo ideal dos pacientes com câncer, o diagnóstico patológico preciso é fundamental! Para as cerca de 100 entidades tumorais conhecidas do sistema nervoso central (SNC), a padronização do processo de diagnóstico mostrou-se particularmente desafiadora - com substancial variabilidade interobservador no diagnóstico histopatológico desses tumores.</p><p>Neste episódio a Dra Caroline Chaul, juntamente com o Dr Felipe D`Almeida, discutiram o principal estudo relacionado ao tema, um verdadeiro divisor de águas que mostrou o desenvolvimento de uma abordagem abrangente para a classificação de tumores do SNC baseada na metilação do DNA, demonstrando sua aplicação em um cenário de diagnóstico de rotina.</p><p>Aprenda tudo sobre fenômenos epigenéticos e como sua aplicabilidade clínica vem atuando não só no diagnóstico, mas no modo de pensar sobre os tumores de forma geral.</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Para o manejo ideal dos pacientes com câncer, o diagnóstico patológico preciso é fundamental! Para as cerca de 100 entidades tumorais conhecidas do sistema nervoso central (SNC), a padronização do processo de diagnóstico mostrou-se particularmente desafiadora - com substancial variabilidade interobservador no diagnóstico histopatológico desses tumores.Neste episódio a Dra Caroline Chaul, juntamente com o Dr Felipe D`Almeida, discutiram o principal estudo relacionado ao tema, um verdadeiro divisor de águas que mostrou o desenvolvimento de uma abordagem abrangente para a classificação de tumores do SNC baseada na metilação do DNA, demonstrando sua aplicação em um cenário de diagnóstico de rotina.Aprenda tudo sobre fenômenos epigenéticos e como sua aplicabilidade clínica vem atuando não só no diagnóstico, mas no modo de pensar sobre os tumores de forma geral.</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 30 Mar 2022 20:21:19 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Para o manejo ideal dos pacientes com câncer, o diagnóstico patológico preciso é fundamental! Para as cerca de 100 entidades tumorais conhecidas do sistema nervoso central (SNC), a padronização do processo de diagnóstico mostrou-se particularmente desafiadora - com substancial variabilidade interobservador no diagnóstico histopatológico desses tumores. Neste episódio a Dra Caroline Chaul, juntamente com o Dr Felipe D`Almeida, discutiram o principal estudo relacionado ao tema, um verdadeiro divisor de águas que mostrou o desenvolvimento de uma abordagem abrangente para a classificação de tumores do SNC baseada na metilação do DNA, demonstrando sua aplicação em um cenário de diagnóstico de rotina. Aprenda tudo sobre fenômenos epigenéticos e como sua aplicabilidade clínica vem atuando não só no diagnóstico, mas no modo de pensar sobre os tumores de forma geral.</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#92 – DESKTOP III – Papel Da Cirurgia Citorredutora nas Pacientes com Câncer de Ovário Recidivado</title>
            <description><![CDATA[  <p>O tratamento das pacientes com câncer de ovário recidivado tem sido baseado principalmente na terapia sistêmica com o papel da cirurgia citorredutora secundária não estando tão claro em muitos estudos.</p><p>Publicado recentemente no NEJM, o DESKTOP III randomizou pacientes com câncer de ovário, que tiveram uma primeira recaída após um intervalo livre de platina, para receber a cirurgia citorredutora seguida de terapia baseada em platina ou quimioterapia apenas.</p><p>Saiba também sobre os Estudos anteriores (desktop I e II) e o AGO score que foi usado como preditor de uma citorredução ótima.</p><p>Estudo fácil de ler, bem desenhado e positivo para o braço cirúrgico!</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Reitan Ribeiro, Thales Batista e Ranyell Spencer!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2103294" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2103294</a></p>  ]]></description>
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            <pubDate>Tue, 21 Dec 2021 19:49:28 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O tratamento das pacientes com câncer de ovário recidivado tem sido baseado principalmente na terapia sistêmica com o papel da cirurgia citorredutora secundária não estando tão claro em muitos estudos. Publicado recentemente no NEJM, o DESKTOP III randomizou pacientes com câncer de ovário, que tiveram uma primeira recaída após um intervalo livre de platina, para receber a cirurgia citorredutora seguida de terapia baseada em platina ou quimioterapia apenas. Saiba também sobre os Estudos anteriores (desktop I e II) e o AGO score que foi usado como preditor de uma citorredução ótima. Estudo fácil de ler, bem desenhado e positivo para o braço cirúrgico! Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Reitan Ribeiro, Thales Batista e Ranyell Spencer! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2103294</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#91 - JCOG0603 – Hepatectomia seguida de mFOLFOX6 vs. Seguimento (sem QT) em pacientes com EC IV de CCR para fígado</title>
            <description><![CDATA[  <p>A quimioterapia adjuvante realizada após a hepatectomia em pacientes com CCR IC IV (apenas para o fígado) ainda é controversa.&nbsp;Para tentar responder se há REALMENTE algum benefício com essa conduta, este ensaio clínico de fase II ou III (JCOG0603) conduzido no Japão foi realizado. Neste importante estudo, pacientes com idade entre 20 e 75 anos de idade foram randomizados para hepatectomia isolada versus 12 ciclos de mFOLFOX6 adjuvante após hepatectomia.</p><p>Com uma discussão surpreendente, o Dr. Gustavo Fernandes participou deste episódio e levantou questões até culturais sobre fazer QT mesmo com evidências escassas.</p><p>Divirta-se também sabendo a origem do sobrenome Spencer e saiba o que é o “Spencer Shrinkage Pehnomenom”!</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 91 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.21.01032</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A quimioterapia adjuvante realizada após a hepatectomia em pacientes com CCR IC IV (apenas para o fígado) ainda é controversa.&nbsp;Para tentar responder se há REALMENTE algum benefício com essa conduta, este ensaio clínico de fase II ou III (JCOG0603) conduzido no Japão foi realizado. Neste importante estudo, pacientes com idade entre 20 e 75 anos de idade foram randomizados para hepatectomia isolada versus 12 ciclos de mFOLFOX6 adjuvante após hepatectomia.</p><p>Com uma discussão surpreendente, o Dr. Gustavo Fernandes participou deste episódio e levantou questões até culturais sobre fazer QT mesmo com evidências escassas.</p><p>Divirta-se também sabendo a origem do sobrenome Spencer e saiba o que é o “Spencer Shrinkage Pehnomenom”!</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 91 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.21.01032</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A quimioterapia adjuvante realizada após a hepatectomia em pacientes com CCR IC IV (apenas para o fígado) ainda é controversa. Para tentar responder se há REALMENTE algum benefício com essa conduta, este ensaio clínico de fase II ou III (JCOG0603) conduzido no Japão foi realizado. Neste importante estudo, pacientes com idade entre 20 e 75 anos de idade foram randomizados para hepatectomia isolada versus 12 ciclos de mFOLFOX6 adjuvante após hepatectomia.Com uma discussão surpreendente, o Dr. Gustavo Fernandes participou deste episódio e levantou questões até culturais sobre fazer QT mesmo com evidências escassas.Divirta-se também sabendo a origem do sobrenome Spencer e saiba o que é o “Spencer Shrinkage Pehnomenom”!Sejam bem-vindos ao episódio 91 do Clinical Papers PodcastPara saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.21.01032</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 03 Dec 2021 21:47:12 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A quimioterapia adjuvante realizada após a hepatectomia em pacientes com CCR IC IV (apenas para o fígado) ainda é controversa.&amp;nbsp;Para tentar responder se há REALMENTE algum benefício com essa conduta, este ensaio clínico de fase II ou III (JCOG0603) conduzido no Japão foi realizado. Neste importante estudo, pacientes com idade entre 20 e 75 anos de idade foram randomizados para hepatectomia isolada versus 12 ciclos de mFOLFOX6 adjuvante após hepatectomia. Com uma discussão surpreendente, o Dr. Gustavo Fernandes participou deste episódio e levantou questões até culturais sobre fazer QT mesmo com evidências escassas. Divirta-se também sabendo a origem do sobrenome Spencer e saiba o que é o “Spencer Shrinkage Pehnomenom”! Sejam bem-vindos ao episódio 91 do Clinical Papers Podcast Para saber mais sobre o paper, acesse: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.21.01032</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#90 Revisited STARS – SBRT vs. Cirurgia para tumor de pulmão estádio I NPC</title>
            <description><![CDATA[  <p>Dois famosos estudos sobre o tema, STARS e ROSEL, mostraram uma maior sobrevida após radioterapia ablativa estereotáxica (SBRT) quando comparada com cirurgia para câncer de pulmão de células não pequenas em estágio inicial operável (NSCLC), entretanto, essa análise teve muitas limitações.</p><p>Neste episódio discutimos um estudo que mostra os resultados de longo prazo do estudo STARS revisitado. Nesta “nova versão”, o grupo SBRT foi reconstituído com um tamanho de amostra maior, com uma cirurgia mais atual com menos morbi mortalidade pós-operatória.</p><p>E agora? Será que esses resultados mais atuais, apesar de positivos, mudaram a conduta frente a essa situação?</p><p>Saiba mais sobre Propensity Score Matching neste episódio!</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 90 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00401-0/fulltext</p><p>Esse episódio teve o apoio da PMIScience</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Dois famosos estudos sobre o tema, STARS e ROSEL, mostraram uma maior sobrevida após radioterapia ablativa estereotáxica (SBRT) quando comparada com cirurgia para câncer de pulmão de células não pequenas em estágio inicial operável (NSCLC), entretanto, essa análise teve muitas limitações.</p><p>Neste episódio discutimos um estudo que mostra os resultados de longo prazo do estudo STARS revisitado. Nesta “nova versão”, o grupo SBRT foi reconstituído com um tamanho de amostra maior, com uma cirurgia mais atual com menos morbi mortalidade pós-operatória.</p><p>E agora? Será que esses resultados mais atuais, apesar de positivos, mudaram a conduta frente a essa situação?</p><p>Saiba mais sobre Propensity Score Matching neste episódio!</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 90 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00401-0/fulltext</p><p>Esse episódio teve o apoio da PMIScience</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Dois famosos estudos sobre o tema, STARS e ROSEL, mostraram uma maior sobrevida após radioterapia ablativa estereotáxica (SBRT) quando comparada com cirurgia para câncer de pulmão de células não pequenas em estágio inicial operável (NSCLC), entretanto, essa análise teve muitas limitações.Neste episódio discutimos um estudo que mostra os resultados de longo prazo do estudo STARS revisitado. Nesta “nova versão”, o grupo SBRT foi reconstituído com um tamanho de amostra maior, com uma cirurgia mais atual com menos morbi mortalidade pós-operatória.E agora? Será que esses resultados mais atuais, apesar de positivos, mudaram a conduta frente a essa situação?Saiba mais sobre Propensity Score Matching neste episódio!Sejam bem-vindos ao episódio 90 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00401-0/fulltextEsse episódio teve o apoio da PMIScience</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 25 Oct 2021 11:47:53 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Dois famosos estudos sobre o tema, STARS e ROSEL, mostraram uma maior sobrevida após radioterapia ablativa estereotáxica (SBRT) quando comparada com cirurgia para câncer de pulmão de células não pequenas em estágio inicial operável (NSCLC), entretanto, essa análise teve muitas limitações. Neste episódio discutimos um estudo que mostra os resultados de longo prazo do estudo STARS revisitado. Nesta “nova versão”, o grupo SBRT foi reconstituído com um tamanho de amostra maior, com uma cirurgia mais atual com menos morbi mortalidade pós-operatória. E agora? Será que esses resultados mais atuais, apesar de positivos, mudaram a conduta frente a essa situação? Saiba mais sobre Propensity Score Matching neste episódio! Sejam bem-vindos ao episódio 90 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00401-0/fulltext Esse episódio teve o apoio da PMIScience</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#89 NELSON - Redução da mortalidade por câncer de pulmão utilizando rastreamento com TC de baixa dosagem.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Publicado em fevereiro de 2020, este é um dos mais importantes estudos sobre o tema “rastreamento em tabagistas” para diagnóstico de câncer de pulmão. Foram mais de 13.000 homens rastreados com TC de baixa dosagem. Com um seguimento mínimo de 10 anos, o estudo foi concluído.</p><p>O título é encorajador para a realização dessa estratégia de rastreamento, mas será que isso é tão, digamos, “empolgante”assim?</p><p>Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estratégias de rastreamento em oncologia.</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 89 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1911793</p><p>Este episódio tem o apoio de: PMI Science</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Publicado em fevereiro de 2020, este é um dos mais importantes estudos sobre o tema “rastreamento em tabagistas” para diagnóstico de câncer de pulmão. Foram mais de 13.000 homens rastreados com TC de baixa dosagem. Com um seguimento mínimo de 10 anos, o estudo foi concluído.</p><p>O título é encorajador para a realização dessa estratégia de rastreamento, mas será que isso é tão, digamos, “empolgante”assim?</p><p>Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estratégias de rastreamento em oncologia.</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 89 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1911793</p><p>Este episódio tem o apoio de: PMI Science</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Publicado em fevereiro de 2020, este é um dos mais importantes estudos sobre o tema “rastreamento em tabagistas” para diagnóstico de câncer de pulmão. Foram mais de 13.000 homens rastreados com TC de baixa dosagem. Com um seguimento mínimo de 10 anos, o estudo foi concluído.O título é encorajador para a realização dessa estratégia de rastreamento, mas será que isso é tão, digamos, “empolgante”assim?Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estratégias de rastreamento em oncologia.Sejam bem-vindos ao episódio 89 do Clinical Papers PodcastPara saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1911793Este episódio tem o apoio de: PMI Science</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 05 Oct 2021 23:01:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Publicado em fevereiro de 2020, este é um dos mais importantes estudos sobre o tema “rastreamento em tabagistas” para diagnóstico de câncer de pulmão. Foram mais de 13.000 homens rastreados com TC de baixa dosagem. Com um seguimento mínimo de 10 anos, o estudo foi concluído. O título é encorajador para a realização dessa estratégia de rastreamento, mas será que isso é tão, digamos, “empolgante”assim? Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estratégias de rastreamento em oncologia. Sejam bem-vindos ao episódio 89 do Clinical Papers Podcast Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1911793 Este episódio tem o apoio de: PMI Science</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#88 IDEA - Duração da QT adjuvante para pacientes com CCR (estadio III): resultados finais.</title>
            <description><![CDATA[  <p>A Colaboração IDEA é a união de dados de 6 estudos prospectivos que fizeram a mesma pergunta no sentido de investigar a sobrevida livre de doença em relação à não inferioridade de 3 versus 6 meses de quimioterapia adjuvante para pacientes com câncer de cólon estadio III.</p><p>Os pacientes foram recrutados de julho de 2007 a dezembro, 2015, em 12 países (CALGB / SWOG 80702, IDEA, SCOT, ACHIEVE, TOSCA e HORG). Todos os ensaios clínicos foram randomizados para 3 ou 6 meses de adjuvância com fluorouracil, leucovorin e oxaliplatina (FOLFOX) a cada 2 semanas ou capecitabina e oxaliplatina (CAPOX) a cada 3 semanas, a critério do médico assistente.</p><p>Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estudos de não-inferioridade.</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 88 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33271092/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A Colaboração IDEA é a união de dados de 6 estudos prospectivos que fizeram a mesma pergunta no sentido de investigar a sobrevida livre de doença em relação à não inferioridade de 3 versus 6 meses de quimioterapia adjuvante para pacientes com câncer de cólon estadio III.</p><p>Os pacientes foram recrutados de julho de 2007 a dezembro, 2015, em 12 países (CALGB / SWOG 80702, IDEA, SCOT, ACHIEVE, TOSCA e HORG). Todos os ensaios clínicos foram randomizados para 3 ou 6 meses de adjuvância com fluorouracil, leucovorin e oxaliplatina (FOLFOX) a cada 2 semanas ou capecitabina e oxaliplatina (CAPOX) a cada 3 semanas, a critério do médico assistente.</p><p>Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estudos de não-inferioridade.</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 88 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33271092/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A Colaboração IDEA é a união de dados de 6 estudos prospectivos que fizeram a mesma pergunta no sentido de investigar a sobrevida livre de doença em relação à não inferioridade de 3 versus 6 meses de quimioterapia adjuvante para pacientes com câncer de cólon estadio III.Os pacientes foram recrutados de julho de 2007 a dezembro, 2015, em 12 países (CALGB / SWOG 80702, IDEA, SCOT, ACHIEVE, TOSCA e HORG). Todos os ensaios clínicos foram randomizados para 3 ou 6 meses de adjuvância com fluorouracil, leucovorin e oxaliplatina (FOLFOX) a cada 2 semanas ou capecitabina e oxaliplatina (CAPOX) a cada 3 semanas, a critério do médico assistente.Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estudos de não-inferioridade.Sejam bem-vindos ao episódio 88 do Clinical Papers PodcastPara saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33271092/</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 21 Sep 2021 00:08:06 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A Colaboração IDEA é a união de dados de 6 estudos prospectivos que fizeram a mesma pergunta no sentido de investigar a sobrevida livre de doença em relação à não inferioridade de 3 versus 6 meses de quimioterapia adjuvante para pacientes com câncer de cólon estadio III. Os pacientes foram recrutados de julho de 2007 a dezembro, 2015, em 12 países (CALGB / SWOG 80702, IDEA, SCOT, ACHIEVE, TOSCA e HORG). Todos os ensaios clínicos foram randomizados para 3 ou 6 meses de adjuvância com fluorouracil, leucovorin e oxaliplatina (FOLFOX) a cada 2 semanas ou capecitabina e oxaliplatina (CAPOX) a cada 3 semanas, a critério do médico assistente. Saiba sobre esse incrível paper com os Doutores Ranyell Spencer, Thiago Biachi e Allan Pereira, além de tirar suas dúvidas sobre estudos de não-inferioridade. Sejam bem-vindos ao episódio 88 do Clinical Papers Podcast Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33271092/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#87 - CheckMate-649 - Nivolumabe + QT vs. QT para tratamento de tumor gástrico ou TEG localmente avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio, o Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o CheckMate-649, um estudo randomizado que avaliou o uso de nivolumab como primeira linha de tratamento em pacientes com câncer gástrico, transição esofagogástrica ou adenocarcinoma de esôfago avançados, não tratado,&nbsp;irressecáveis&nbsp;ou metastáticos.</p><p>Os pacientes foram randomizados para receber&nbsp;nivolumabe + quimioterapia vs. Quimioterapia isolada.</p><p>Um estudo controverso, mas que vem mudando a conduta principalmente nos EUA, tendo em vista a aprovação pelo FDA, e aqui no Brasil está batendo na porta!</p><p>Mais um episódio atual e provocativo!</p><p>Sejam bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)00797-2/fulltext</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio, o Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o CheckMate-649, um estudo randomizado que avaliou o uso de nivolumab como primeira linha de tratamento em pacientes com câncer gástrico, transição esofagogástrica ou adenocarcinoma de esôfago avançados, não tratado,&nbsp;irressecáveis&nbsp;ou metastáticos.</p><p>Os pacientes foram randomizados para receber&nbsp;nivolumabe + quimioterapia vs. Quimioterapia isolada.</p><p>Um estudo controverso, mas que vem mudando a conduta principalmente nos EUA, tendo em vista a aprovação pelo FDA, e aqui no Brasil está batendo na porta!</p><p>Mais um episódio atual e provocativo!</p><p>Sejam bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)00797-2/fulltext</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio, o Tiago Biachi e Allan Pereira discutem o CheckMate-649, um estudo randomizado que avaliou o uso de nivolumab como primeira linha de tratamento em pacientes com câncer gástrico, transição esofagogástrica ou adenocarcinoma de esôfago avançados, não tratado, irressecáveis ou metastáticos.Os pacientes foram randomizados para receber nivolumabe + quimioterapia vs. Quimioterapia isolada.Um estudo controverso, mas que vem mudando a conduta principalmente nos EUA, tendo em vista a aprovação pelo FDA, e aqui no Brasil está batendo na porta!Mais um episódio atual e provocativo!Sejam bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)00797-2/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 30 Aug 2021 22:47:09 +0000</pubDate>
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            <title>#86 - E a Nicotina? Qual o papel dessa substância com o câncer?</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nesse episódio 86 iremos discutir o vício do tabagismo, métodos de cessação, e o papel da nicotina nesse ciclo.</p><p>Quando uma pessoa fuma, ela está inalando milhares de outras substâncias que são os verdadeiros vilões dessa história.</p><p>Este é o segundo episódio introdutório ao tema tem o objetivo de esclarecer dados epidemiológicos, e auxiliar colegas e pacientes a cessar o tabagismo, explicando mecanismos desse vício e indicando alternativas para lidar com esse problema, principalmente em pacientes oncológicos.</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nesse episódio 86 iremos discutir o vício do tabagismo, métodos de cessação, e o papel da nicotina nesse ciclo.</p><p>Quando uma pessoa fuma, ela está inalando milhares de outras substâncias que são os verdadeiros vilões dessa história.</p><p>Este é o segundo episódio introdutório ao tema tem o objetivo de esclarecer dados epidemiológicos, e auxiliar colegas e pacientes a cessar o tabagismo, explicando mecanismos desse vício e indicando alternativas para lidar com esse problema, principalmente em pacientes oncológicos.</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nesse episódio 86 iremos discutir o vício do tabagismo, métodos de cessação, e o papel da nicotina nesse ciclo.Quando uma pessoa fuma, ela está inalando milhares de outras substâncias que são os verdadeiros vilões dessa história.Este é o segundo episódio introdutório ao tema tem o objetivo de esclarecer dados epidemiológicos, e auxiliar colegas e pacientes a cessar o tabagismo, explicando mecanismos desse vício e indicando alternativas para lidar com esse problema, principalmente em pacientes oncológicos.Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 11 Aug 2021 22:57:41 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Nesse episódio 86 iremos discutir o vício do tabagismo, métodos de cessação, e o papel da nicotina nesse ciclo. Quando uma pessoa fuma, ela está inalando milhares de outras substâncias que são os verdadeiros vilões dessa história. Este é o segundo episódio introdutório ao tema tem o objetivo de esclarecer dados epidemiológicos, e auxiliar colegas e pacientes a cessar o tabagismo, explicando mecanismos desse vício e indicando alternativas para lidar com esse problema, principalmente em pacientes oncológicos. Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#85 – PRODIGE 23 – FOLFIRINOX associado a RT neoadjuvante para pacientes com câncer de reto localmente avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Publicado agora em abril de 2021, o PRODIGE 23 traz em seu resumo a conclusão de que, esse esquema de quimioterapia neoadjuvante deve mudar a prática clínica. Mas, como diz o Mário Sérgio Cortella: Será?!?!</p><p>Ouça esse episódio 85 do Clinical Papers Podcast e descubra que a adição de irinotecano ao TNT com FOLFOX pode ser “demais” para melhorar os resultados relacionados ao tratamento de câncer de reto localmente avançado.</p><p>Com uma revisão !TOP! sobre o tratamento de câncer de reto, os drs. Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pereira mostram o que está nas entrelinhas desse importante estudo.</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 85 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00079-6/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Publicado agora em abril de 2021, o PRODIGE 23 traz em seu resumo a conclusão de que, esse esquema de quimioterapia neoadjuvante deve mudar a prática clínica. Mas, como diz o Mário Sérgio Cortella: Será?!?!</p><p>Ouça esse episódio 85 do Clinical Papers Podcast e descubra que a adição de irinotecano ao TNT com FOLFOX pode ser “demais” para melhorar os resultados relacionados ao tratamento de câncer de reto localmente avançado.</p><p>Com uma revisão !TOP! sobre o tratamento de câncer de reto, os drs. Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pereira mostram o que está nas entrelinhas desse importante estudo.</p><p>Sejam bem-vindos ao episódio 85 do Clinical Papers Podcast</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00079-6/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Publicado agora em abril de 2021, o PRODIGE 23 traz em seu resumo a conclusão de que, esse esquema de quimioterapia neoadjuvante deve mudar a prática clínica. Mas, como diz o Mário Sérgio Cortella: Será?!?!Ouça esse episódio 85 do Clinical Papers Podcast e descubra que a adição de irinotecano ao TNT com FOLFOX pode ser “demais” para melhorar os resultados relacionados ao tratamento de câncer de reto localmente avançado.Com uma revisão !TOP! sobre o tratamento de câncer de reto, os drs. Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pereira mostram o que está nas entrelinhas desse importante estudo.Sejam bem-vindos ao episódio 85 do Clinical Papers PodcastPara saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00079-6/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 31 Jul 2021 14:29:02 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Publicado agora em abril de 2021, o PRODIGE 23 traz em seu resumo a conclusão de que, esse esquema de quimioterapia neoadjuvante deve mudar a prática clínica. Mas, como diz o Mário Sérgio Cortella: Será?!?! Ouça esse episódio 85 do Clinical Papers Podcast e descubra que a adição de irinotecano ao TNT com FOLFOX pode ser “demais” para melhorar os resultados relacionados ao tratamento de câncer de reto localmente avançado. Com uma revisão !TOP! sobre o tratamento de câncer de reto, os drs. Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pereira mostram o que está nas entrelinhas desse importante estudo. Sejam bem-vindos ao episódio 85 do Clinical Papers Podcast Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00079-6/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#84 – Série Tabagismo – Confiança pública sobre redução de danos</title>
            <description><![CDATA[  <p>Maio foi o mês de conscientização contra o tabagismo, e nós aqui do Clinical Papers Podcast iremos iniciar uma série de episódios com o objetivo&nbsp;de&nbsp;desmistificar termos relacionados ao tema, mostrar dados reais e discutir tumores relacionados ao tabagismo.</p><p>Neste episódio inicial, discutimos um paper publicado no International Journal or Environmental Reserarch and Public Health agora em maio de 2021, tendo como primeira autora a Dra. Tamar Antin, Diretora do Center for Critical Public Health nos EUA, cujo trabalho enfoca o papel do estigma na prática e formulação de políticas públicas em saúde. Ela defende que “ignorar os benefícios potenciais de métodos de redução de danos pode levar à perda da confiança nessas estratégias.”</p><p>Tema controverso, mas que tem por objetivo de engajar colegas médicos sobre essa discussão em oferecer opções menos danosas, considerando o contexto atual e descrença por parte da população em relação às políticas de Saúde Pública nesta área.</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34067476/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Maio foi o mês de conscientização contra o tabagismo, e nós aqui do Clinical Papers Podcast iremos iniciar uma série de episódios com o objetivo&nbsp;de&nbsp;desmistificar termos relacionados ao tema, mostrar dados reais e discutir tumores relacionados ao tabagismo.</p><p>Neste episódio inicial, discutimos um paper publicado no International Journal or Environmental Reserarch and Public Health agora em maio de 2021, tendo como primeira autora a Dra. Tamar Antin, Diretora do Center for Critical Public Health nos EUA, cujo trabalho enfoca o papel do estigma na prática e formulação de políticas públicas em saúde. Ela defende que “ignorar os benefícios potenciais de métodos de redução de danos pode levar à perda da confiança nessas estratégias.”</p><p>Tema controverso, mas que tem por objetivo de engajar colegas médicos sobre essa discussão em oferecer opções menos danosas, considerando o contexto atual e descrença por parte da população em relação às políticas de Saúde Pública nesta área.</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34067476/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Maio foi o mês de conscientização contra o tabagismo, e nós aqui do Clinical Papers Podcast iremos iniciar uma série de episódios com o objetivo de desmistificar termos relacionados ao tema, mostrar dados reais e discutir tumores relacionados ao tabagismo.Neste episódio inicial, discutimos um paper publicado no International Journal or Environmental Reserarch and Public Health agora em maio de 2021, tendo como primeira autora a Dra. Tamar Antin, Diretora do Center for Critical Public Health nos EUA, cujo trabalho enfoca o papel do estigma na prática e formulação de políticas públicas em saúde. Ela defende que “ignorar os benefícios potenciais de métodos de redução de danos pode levar à perda da confiança nessas estratégias.”Tema controverso, mas que tem por objetivo de engajar colegas médicos sobre essa discussão em oferecer opções menos danosas, considerando o contexto atual e descrença por parte da população em relação às políticas de Saúde Pública nesta área. Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34067476/</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 09:56:09 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Maio foi o mês de conscientização contra o tabagismo, e nós aqui do Clinical Papers Podcast iremos iniciar uma série de episódios com o objetivo&amp;nbsp;de&amp;nbsp;desmistificar termos relacionados ao tema, mostrar dados reais e discutir tumores relacionados ao tabagismo. Neste episódio inicial, discutimos um paper publicado no International Journal or Environmental Reserarch and Public Health agora em maio de 2021, tendo como primeira autora a Dra. Tamar Antin, Diretora do Center for Critical Public Health nos EUA, cujo trabalho enfoca o papel do estigma na prática e formulação de políticas públicas em saúde. Ela defende que “ignorar os benefícios potenciais de métodos de redução de danos pode levar à perda da confiança nessas estratégias.” Tema controverso, mas que tem por objetivo de engajar colegas médicos sobre essa discussão em oferecer opções menos danosas, considerando o contexto atual e descrença por parte da população em relação às políticas de Saúde Pública nesta área. &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34067476/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#83 – CRITICS – PER-PROTOCOL analysis: QT adjuvante é superior a RT/QT após cirurgia D2 para Câncer Gástrico.</title>
            <description><![CDATA[  <p>O CRITICS trial foi um estudo randomizado e controlado no qual foram incluídos 788 pacientes com adenocarcinoma gástrico ou de TEG ressecáveis. Os pacientes foram recrutados da Holanda, Suécia e Dinamarca, sendo randomizados para receber QT pós-operatória ou RT/QT.</p><p>Este Estudo em questão, fez uma análise per-protocol, incluindo apenas os que iniciaram o tratamento adjuvante, para avaliar desfechos como sobrevida global e livre de recorrência.</p><p>&nbsp;</p><p>Saiba mais sobre análise de sensibilidade com este podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para ter acesso grátis ao paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33227408/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O CRITICS trial foi um estudo randomizado e controlado no qual foram incluídos 788 pacientes com adenocarcinoma gástrico ou de TEG ressecáveis. Os pacientes foram recrutados da Holanda, Suécia e Dinamarca, sendo randomizados para receber QT pós-operatória ou RT/QT.</p><p>Este Estudo em questão, fez uma análise per-protocol, incluindo apenas os que iniciaram o tratamento adjuvante, para avaliar desfechos como sobrevida global e livre de recorrência.</p><p>&nbsp;</p><p>Saiba mais sobre análise de sensibilidade com este podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para ter acesso grátis ao paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33227408/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O CRITICS trial foi um estudo randomizado e controlado no qual foram incluídos 788 pacientes com adenocarcinoma gástrico ou de TEG ressecáveis. Os pacientes foram recrutados da Holanda, Suécia e Dinamarca, sendo randomizados para receber QT pós-operatória ou RT/QT.Este Estudo em questão, fez uma análise per-protocol, incluindo apenas os que iniciaram o tratamento adjuvante, para avaliar desfechos como sobrevida global e livre de recorrência. Saiba mais sobre análise de sensibilidade com este podcast! Para ter acesso grátis ao paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33227408/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 29 May 2021 12:31:41 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O CRITICS trial foi um estudo randomizado e controlado no qual foram incluídos 788 pacientes com adenocarcinoma gástrico ou de TEG ressecáveis. Os pacientes foram recrutados da Holanda, Suécia e Dinamarca, sendo randomizados para receber QT pós-operatória ou RT/QT. Este Estudo em questão, fez uma análise per-protocol, incluindo apenas os que iniciaram o tratamento adjuvante, para avaliar desfechos como sobrevida global e livre de recorrência. &amp;nbsp; Saiba mais sobre análise de sensibilidade com este podcast! &amp;nbsp; Para ter acesso grátis ao paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33227408/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#82 - CHECKMATE-577 - Nivolumabe adjuvante em pacientes com câncer de esôfago e TEG ressecados</title>
            <description><![CDATA[  <p>O câncer de esôfago e de TEG atualmente são tratados com esquemas que envolvem QT ou RT/QT de modo neoadjuvante seguidos de cirurgia. Apesar disso, o risco de recorrência ainda permanece alto, principalmente para esquemas como o adotado pelo CROSS Trial.</p><p>Neste episódio Allan Pereira e Tiago Biachi, discutem o CHECKMATE 577, um estudo fase III, randomizado, que avaliou o uso do Nivolumabe adjuvante em pacientes com tumores ressecados (II ou III) que receberam terapia neoadjuvante com RT/QT e mantinham doença residual na peça operatória.</p><p>Episódio com bastante informação e completíssimo sobre esse tema!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2032125</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O câncer de esôfago e de TEG atualmente são tratados com esquemas que envolvem QT ou RT/QT de modo neoadjuvante seguidos de cirurgia. Apesar disso, o risco de recorrência ainda permanece alto, principalmente para esquemas como o adotado pelo CROSS Trial.</p><p>Neste episódio Allan Pereira e Tiago Biachi, discutem o CHECKMATE 577, um estudo fase III, randomizado, que avaliou o uso do Nivolumabe adjuvante em pacientes com tumores ressecados (II ou III) que receberam terapia neoadjuvante com RT/QT e mantinham doença residual na peça operatória.</p><p>Episódio com bastante informação e completíssimo sobre esse tema!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2032125</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O câncer de esôfago e de TEG atualmente são tratados com esquemas que envolvem QT ou RT/QT de modo neoadjuvante seguidos de cirurgia. Apesar disso, o risco de recorrência ainda permanece alto, principalmente para esquemas como o adotado pelo CROSS Trial.Neste episódio Allan Pereira e Tiago Biachi, discutem o CHECKMATE 577, um estudo fase III, randomizado, que avaliou o uso do Nivolumabe adjuvante em pacientes com tumores ressecados (II ou III) que receberam terapia neoadjuvante com RT/QT e mantinham doença residual na peça operatória.Episódio com bastante informação e completíssimo sobre esse tema! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2032125</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 17 May 2021 20:17:54 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O câncer de esôfago e de TEG atualmente são tratados com esquemas que envolvem QT ou RT/QT de modo neoadjuvante seguidos de cirurgia. Apesar disso, o risco de recorrência ainda permanece alto, principalmente para esquemas como o adotado pelo CROSS Trial. Neste episódio Allan Pereira e Tiago Biachi, discutem o CHECKMATE 577, um estudo fase III, randomizado, que avaliou o uso do Nivolumabe adjuvante em pacientes com tumores ressecados (II ou III) que receberam terapia neoadjuvante com RT/QT e mantinham doença residual na peça operatória. Episódio com bastante informação e completíssimo sobre esse tema! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2032125</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#81 - FAST-Forward - 1 vs. 3 semanas de radioterapia de baixa dose para tumores de mama</title>
            <description><![CDATA[  <p>Venha saber mais sobre radioterapia hipofracionada ouvindo este episódio!</p><p>O FAST-Forward é um estudo multicêntrico, de fase 3, randomizado, de não inferioridade realizado em 97 hospitais no Reino Unido. Pacientes com pelo menos 18 anos de idade e portadoras de carcinoma invasivo da mama (pT1–3, pN0–1, M0) eram randomizadas para esquemas de RT após cirurgia de conservação da mama ou mastectomia.</p><p>Esquemas com 26 ou 27 Gy em 5 frações foi comparada com o esquema padrão de&nbsp;40 Gy em 15 frações.</p><p>Com o endpoint primário de recidiva do tumor de mama ipsilateral, este Estudo foi considerado positivo!</p><p>Aprenda sobre conceitos em câncer de mama e um pouco desta história com Wesley Andrade e Rodrigo Hanriot.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30932-6/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Venha saber mais sobre radioterapia hipofracionada ouvindo este episódio!</p><p>O FAST-Forward é um estudo multicêntrico, de fase 3, randomizado, de não inferioridade realizado em 97 hospitais no Reino Unido. Pacientes com pelo menos 18 anos de idade e portadoras de carcinoma invasivo da mama (pT1–3, pN0–1, M0) eram randomizadas para esquemas de RT após cirurgia de conservação da mama ou mastectomia.</p><p>Esquemas com 26 ou 27 Gy em 5 frações foi comparada com o esquema padrão de&nbsp;40 Gy em 15 frações.</p><p>Com o endpoint primário de recidiva do tumor de mama ipsilateral, este Estudo foi considerado positivo!</p><p>Aprenda sobre conceitos em câncer de mama e um pouco desta história com Wesley Andrade e Rodrigo Hanriot.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30932-6/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Venha saber mais sobre radioterapia hipofracionada ouvindo este episódio!O FAST-Forward é um estudo multicêntrico, de fase 3, randomizado, de não inferioridade realizado em 97 hospitais no Reino Unido. Pacientes com pelo menos 18 anos de idade e portadoras de carcinoma invasivo da mama (pT1–3, pN0–1, M0) eram randomizadas para esquemas de RT após cirurgia de conservação da mama ou mastectomia.Esquemas com 26 ou 27 Gy em 5 frações foi comparada com o esquema padrão de 40 Gy em 15 frações.Com o endpoint primário de recidiva do tumor de mama ipsilateral, este Estudo foi considerado positivo!Aprenda sobre conceitos em câncer de mama e um pouco desta história com Wesley Andrade e Rodrigo Hanriot. Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30932-6/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 25 Apr 2021 23:53:49 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Venha saber mais sobre radioterapia hipofracionada ouvindo este episódio! O FAST-Forward é um estudo multicêntrico, de fase 3, randomizado, de não inferioridade realizado em 97 hospitais no Reino Unido. Pacientes com pelo menos 18 anos de idade e portadoras de carcinoma invasivo da mama (pT1–3, pN0–1, M0) eram randomizadas para esquemas de RT após cirurgia de conservação da mama ou mastectomia. Esquemas com 26 ou 27 Gy em 5 frações foi comparada com o esquema padrão de&amp;nbsp;40 Gy em 15 frações. Com o endpoint primário de recidiva do tumor de mama ipsilateral, este Estudo foi considerado positivo! Aprenda sobre conceitos em câncer de mama e um pouco desta história com Wesley Andrade e Rodrigo Hanriot. &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30932-6/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#80 - O prognóstico dos pacientes com T3N0 portadores de CCR depende do número de linfonodos examinados</title>
            <description><![CDATA[  <p>Poucos estudos examinaram a relação entre o número de linfonodos examinados e o prognóstico de pacientes com câncer colorretal.</p><p>Neste em especial, foram examinados dados do National Cancer Data Base (NCDB) para determinar se o número de linfonodos examinados tem valor prognóstico para câncer do cólon T3N0.</p><p>&nbsp;</p><p>Dados de mais de 35 mil pacientes com câncer de cólon T3N0 tratados cirurgicamente entre o período de 1985 a 1991. Foram confeccionados então três estratos de linfonodos (1–7, 8–12 e &gt;=13) e que diferenciaram significativamente em relação às taxas de sobrevida de 5 anos.</p><p>Esses resultados demonstraram sim, que o prognóstico do câncer de cólon T3N0 depende do número de linfonodos examinados.</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://link.springer.com/article/10.1245/ASO.2003.03.058</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Poucos estudos examinaram a relação entre o número de linfonodos examinados e o prognóstico de pacientes com câncer colorretal.</p><p>Neste em especial, foram examinados dados do National Cancer Data Base (NCDB) para determinar se o número de linfonodos examinados tem valor prognóstico para câncer do cólon T3N0.</p><p>&nbsp;</p><p>Dados de mais de 35 mil pacientes com câncer de cólon T3N0 tratados cirurgicamente entre o período de 1985 a 1991. Foram confeccionados então três estratos de linfonodos (1–7, 8–12 e &gt;=13) e que diferenciaram significativamente em relação às taxas de sobrevida de 5 anos.</p><p>Esses resultados demonstraram sim, que o prognóstico do câncer de cólon T3N0 depende do número de linfonodos examinados.</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://link.springer.com/article/10.1245/ASO.2003.03.058</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Poucos estudos examinaram a relação entre o número de linfonodos examinados e o prognóstico de pacientes com câncer colorretal.Neste em especial, foram examinados dados do National Cancer Data Base (NCDB) para determinar se o número de linfonodos examinados tem valor prognóstico para câncer do cólon T3N0. Dados de mais de 35 mil pacientes com câncer de cólon T3N0 tratados cirurgicamente entre o período de 1985 a 1991. Foram confeccionados então três estratos de linfonodos (1–7, 8–12 e &gt;=13) e que diferenciaram significativamente em relação às taxas de sobrevida de 5 anos.Esses resultados demonstraram sim, que o prognóstico do câncer de cólon T3N0 depende do número de linfonodos examinados. Para saber mais sobre o paper, acesse: https://link.springer.com/article/10.1245/ASO.2003.03.058</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 17:39:59 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Poucos estudos examinaram a relação entre o número de linfonodos examinados e o prognóstico de pacientes com câncer colorretal. Neste em especial, foram examinados dados do National Cancer Data Base (NCDB) para determinar se o número de linfonodos examinados tem valor prognóstico para câncer do cólon T3N0. &amp;nbsp; Dados de mais de 35 mil pacientes com câncer de cólon T3N0 tratados cirurgicamente entre o período de 1985 a 1991. Foram confeccionados então três estratos de linfonodos (1–7, 8–12 e &amp;gt;=13) e que diferenciaram significativamente em relação às taxas de sobrevida de 5 anos. Esses resultados demonstraram sim, que o prognóstico do câncer de cólon T3N0 depende do número de linfonodos examinados. &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://link.springer.com/article/10.1245/ASO.2003.03.058</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#79 - Prontuário Eletrônico - Concordância entre o comportamento médico e a documentação no prontuário</title>
            <description><![CDATA[  <p>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio iremos discutir o tema: Prontuário Eletrônico.</p><p>Usamos como base, um paper publicado na JAMA Network em 2019. Nele os autores avaliaram, a partir de gravações em imagem do exame físico, a concordância entre o que era realizado e confrontou o que era anotado no prontuário.</p><p>O que você acha que aconteceu? Qual a concordância dos achados? E, o mais relevante: Essa concordância é realmente necessária?</p><p>Saiba mais sobre esse tema e outros como “burnout” médico neste episódio!</p><p>&nbsp;</p><p>Siga-nos também no canal do YouTube!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31532513/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio iremos discutir o tema: Prontuário Eletrônico.</p><p>Usamos como base, um paper publicado na JAMA Network em 2019. Nele os autores avaliaram, a partir de gravações em imagem do exame físico, a concordância entre o que era realizado e confrontou o que era anotado no prontuário.</p><p>O que você acha que aconteceu? Qual a concordância dos achados? E, o mais relevante: Essa concordância é realmente necessária?</p><p>Saiba mais sobre esse tema e outros como “burnout” médico neste episódio!</p><p>&nbsp;</p><p>Siga-nos também no canal do YouTube!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31532513/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast! Neste episódio iremos discutir o tema: Prontuário Eletrônico.Usamos como base, um paper publicado na JAMA Network em 2019. Nele os autores avaliaram, a partir de gravações em imagem do exame físico, a concordância entre o que era realizado e confrontou o que era anotado no prontuário.O que você acha que aconteceu? Qual a concordância dos achados? E, o mais relevante: Essa concordância é realmente necessária?Saiba mais sobre esse tema e outros como “burnout” médico neste episódio! Siga-nos também no canal do YouTube! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31532513/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 20 Mar 2021 02:49:08 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Neste episódio iremos discutir o tema: Prontuário Eletrônico. Usamos como base, um paper publicado na JAMA Network em 2019. Nele os autores avaliaram, a partir de gravações em imagem do exame físico, a concordância entre o que era realizado e confrontou o que era anotado no prontuário. O que você acha que aconteceu? Qual a concordância dos achados? E, o mais relevante: Essa concordância é realmente necessária? Saiba mais sobre esse tema e outros como “burnout” médico neste episódio! &amp;nbsp; Siga-nos também no canal do YouTube! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31532513/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#78 - PRODIGE 7 - Papel da HIPEC após a Citorredução em pacientes com metástase peritoneal de origem colorretal</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sejam bem vindos ao <em>Clinical Papers Podcast</em>!</p><p><br></p><p>Neste episódio, iremos discutir um <em>paper</em> publicado agora em fev/2021 na LANCET <em>Oncology</em>: O Estudo PRODIGE 7. </p><p>Nele, seus autores, avaliaram o papel da HIPEC, após a realização da cirurgia de citorredução completa, em pacientes com metástase peritoneal de origem colorretal. </p><p>Entenda como os autores pensam e qual o racional deste importante Estudo.</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30599-4/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sejam bem vindos ao <em>Clinical Papers Podcast</em>!</p><p><br></p><p>Neste episódio, iremos discutir um <em>paper</em> publicado agora em fev/2021 na LANCET <em>Oncology</em>: O Estudo PRODIGE 7. </p><p>Nele, seus autores, avaliaram o papel da HIPEC, após a realização da cirurgia de citorredução completa, em pacientes com metástase peritoneal de origem colorretal. </p><p>Entenda como os autores pensam e qual o racional deste importante Estudo.</p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30599-4/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast!Neste episódio, iremos discutir um paper publicado agora em fev/2021 na LANCET Oncology: O Estudo PRODIGE 7. Nele, seus autores, avaliaram o papel da HIPEC, após a realização da cirurgia de citorredução completa, em pacientes com metástase peritoneal de origem colorretal. Entenda como os autores pensam e qual o racional deste importante Estudo.Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30599-4/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 16:52:19 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Neste episódio, iremos discutir um paper publicado agora em fev/2021 na LANCET Oncology: O Estudo PRODIGE 7. Nele, seus autores, avaliaram o papel da HIPEC, após a realização da cirurgia de citorredução completa, em pacientes com metástase peritoneal de origem colorretal. Entenda como os autores pensam e qual o racional deste importante Estudo. Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30599-4/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#77 - KEYNOTE-177 - Pembrolizumabe em pacientes com câncer colorretal avançado MSI High.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio iremos discutir o KEYNOTE-177, um importante estudo publicado em dezembro de 2020 na NEJM. Nele, os autores avaliaram o uso de Pembrolizumabe como primeira linha em pacientes com tumores colorretais avançados e portadores de Instabilidade de Microssatélites.</p><p>&nbsp;</p><p>Reveja conceitos, aprenda um pouco mais sobre estatística e entenda qual o racional da utilização desse tipo de imunoterapia para o tratamento desses tumores.</p><p>&nbsp;</p><p>Siga-nos também no canal do YouTube!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2017699</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Neste episódio iremos discutir o KEYNOTE-177, um importante estudo publicado em dezembro de 2020 na NEJM. Nele, os autores avaliaram o uso de Pembrolizumabe como primeira linha em pacientes com tumores colorretais avançados e portadores de Instabilidade de Microssatélites.</p><p>&nbsp;</p><p>Reveja conceitos, aprenda um pouco mais sobre estatística e entenda qual o racional da utilização desse tipo de imunoterapia para o tratamento desses tumores.</p><p>&nbsp;</p><p>Siga-nos também no canal do YouTube!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2017699</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast! Neste episódio iremos discutir o KEYNOTE-177, um importante estudo publicado em dezembro de 2020 na NEJM. Nele, os autores avaliaram o uso de Pembrolizumabe como primeira linha em pacientes com tumores colorretais avançados e portadores de Instabilidade de Microssatélites. Reveja conceitos, aprenda um pouco mais sobre estatística e entenda qual o racional da utilização desse tipo de imunoterapia para o tratamento desses tumores. Siga-nos também no canal do YouTube! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2017699</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 05 Mar 2021 19:00:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Bem-vindos a terceira temporada do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Neste episódio iremos discutir o KEYNOTE-177, um importante estudo publicado em dezembro de 2020 na NEJM. Nele, os autores avaliaram o uso de Pembrolizumabe como primeira linha em pacientes com tumores colorretais avançados e portadores de Instabilidade de Microssatélites. &amp;nbsp; Reveja conceitos, aprenda um pouco mais sobre estatística e entenda qual o racional da utilização desse tipo de imunoterapia para o tratamento desses tumores. &amp;nbsp; Siga-nos também no canal do YouTube! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2017699</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#76 - RAPIDO Trial – RT de curso curto + QT vs. Tratamento convencional para câncer de reto localmente avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>O tratamento padrão para o adenocarcinoma de reto localmente avançado é radioterapia neoadjuvante (50,4GY/28 dias) +- QT adjuvante após a cirugia (TME).</p><p>O uso de um esquema com radioterapia de curso rápido, hipofracionada, pode antecipar o uso de quimioterapia e diminuir o risco de progressão sistêmica com melhora em sobrevida..</p><p><br></p><p>Com um modelo ousado de tratamento, o RAPIDO trial foi criado. No entanto, alguns erros metodológicos graves põem em xeque os resultados deste importante estudo.</p><p>&nbsp;</p><p>Esse é o último episódio de 2020!</p><p>Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper acesse:</p><p>https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30555-6/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O tratamento padrão para o adenocarcinoma de reto localmente avançado é radioterapia neoadjuvante (50,4GY/28 dias) +- QT adjuvante após a cirugia (TME).</p><p>O uso de um esquema com radioterapia de curso rápido, hipofracionada, pode antecipar o uso de quimioterapia e diminuir o risco de progressão sistêmica com melhora em sobrevida..</p><p><br></p><p>Com um modelo ousado de tratamento, o RAPIDO trial foi criado. No entanto, alguns erros metodológicos graves põem em xeque os resultados deste importante estudo.</p><p>&nbsp;</p><p>Esse é o último episódio de 2020!</p><p>Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper acesse:</p><p>https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30555-6/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O tratamento padrão para o adenocarcinoma de reto localmente avançado é radioterapia neoadjuvante (50,4GY/28 dias) +- QT adjuvante após a cirugia (TME).O uso de um esquema com radioterapia de curso rápido, hipofracionada, pode antecipar o uso de quimioterapia e diminuir o risco de progressão sistêmica com melhora em sobrevida..Com um modelo ousado de tratamento, o RAPIDO trial foi criado. No entanto, alguns erros metodológicos graves põem em xeque os resultados deste importante estudo. Esse é o último episódio de 2020!Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper acesse:https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30555-6/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 25 Dec 2020 15:18:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O tratamento padrão para o adenocarcinoma de reto localmente avançado é radioterapia neoadjuvante (50,4GY/28 dias) +- QT adjuvante após a cirugia (TME). O uso de um esquema com radioterapia de curso rápido, hipofracionada, pode antecipar o uso de quimioterapia e diminuir o risco de progressão sistêmica com melhora em sobrevida.. Com um modelo ousado de tratamento, o RAPIDO trial foi criado. No entanto, alguns erros metodológicos graves põem em xeque os resultados deste importante estudo. &amp;nbsp; Esse é o último episódio de 2020! Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30555-6/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#75 - ACT II: Análise post-hoc - Melhor momento para avaliar a resposta clínica completa após RT/QT em CEC de canal anal</title>
            <description><![CDATA[  <p>Guidelines recomendam que a avaliação da resposta após tratamento com RT/QT para CEC de canal anal seja feita entre 6 a 12 semanas após o início do tratamento. Usando dados do estudo ACT II, os autores desse paper ​​determinaram o que seria “o momento ideal” para avaliar a resposta clínica do tumor após a quimiorradioterapia.</p><p><br></p><p>Mesmo sendo um estudo questionável (em se tratando de métodos), essa análise foi pré planejada e tem muita aplicabilidade prática diária.</p><p><br></p><p>Não perca a discussão deste artigo, com os colegas Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pareira.</p><p><br></p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28209296/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Guidelines recomendam que a avaliação da resposta após tratamento com RT/QT para CEC de canal anal seja feita entre 6 a 12 semanas após o início do tratamento. Usando dados do estudo ACT II, os autores desse paper ​​determinaram o que seria “o momento ideal” para avaliar a resposta clínica do tumor após a quimiorradioterapia.</p><p><br></p><p>Mesmo sendo um estudo questionável (em se tratando de métodos), essa análise foi pré planejada e tem muita aplicabilidade prática diária.</p><p><br></p><p>Não perca a discussão deste artigo, com os colegas Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pareira.</p><p><br></p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28209296/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Guidelines recomendam que a avaliação da resposta após tratamento com RT/QT para CEC de canal anal seja feita entre 6 a 12 semanas após o início do tratamento. Usando dados do estudo ACT II, os autores desse paper ​​determinaram o que seria “o momento ideal” para avaliar a resposta clínica do tumor após a quimiorradioterapia.Mesmo sendo um estudo questionável (em se tratando de métodos), essa análise foi pré planejada e tem muita aplicabilidade prática diária.Não perca a discussão deste artigo, com os colegas Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pareira.Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28209296/</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 08 Dec 2020 16:30:46 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Guidelines recomendam que a avaliação da resposta após tratamento com RT/QT para CEC de canal anal seja feita entre 6 a 12 semanas após o início do tratamento. Usando dados do estudo ACT II, os autores desse paper ​​determinaram o que seria “o momento ideal” para avaliar a resposta clínica do tumor após a quimiorradioterapia. Mesmo sendo um estudo questionável (em se tratando de métodos), essa análise foi pré planejada e tem muita aplicabilidade prática diária. Não perca a discussão deste artigo, com os colegas Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Allan Pareira. Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28209296/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#74 - ACT II - RT com cisplatina ou mitomicina com ou sem QT de manutenção para CEC de canal anal</title>
            <description><![CDATA[  <p>O tratamento padrão para o CEC de canal anal é praticamente o mesmo desde a década de 70. Muito tem sido feito no sentido de se tentar substituir a mitomicina por cisplatina nesse cenário, no entanto os resultados ainda são conflitantes.</p><p>O ACT II Trial foi um estudo com modelo fatorial 2 × 2, onde os pacientes eram randomizados em 4 grupos: mitomicina ou cisplatina, com fluorouracil e radioterapia; com ou sem dois cursos de QT de manutenção.</p><p> .Com mais de 900 pacientes incluídos, esse foi um estudo negativo, mas que tem influenciado muito a conduta para o tratamento desta doença.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(13)70086-X/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O tratamento padrão para o CEC de canal anal é praticamente o mesmo desde a década de 70. Muito tem sido feito no sentido de se tentar substituir a mitomicina por cisplatina nesse cenário, no entanto os resultados ainda são conflitantes.</p><p>O ACT II Trial foi um estudo com modelo fatorial 2 × 2, onde os pacientes eram randomizados em 4 grupos: mitomicina ou cisplatina, com fluorouracil e radioterapia; com ou sem dois cursos de QT de manutenção.</p><p> .Com mais de 900 pacientes incluídos, esse foi um estudo negativo, mas que tem influenciado muito a conduta para o tratamento desta doença.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(13)70086-X/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O tratamento padrão para o CEC de canal anal é praticamente o mesmo desde a década de 70. Muito tem sido feito no sentido de se tentar substituir a mitomicina por cisplatina nesse cenário, no entanto os resultados ainda são conflitantes.O ACT II Trial foi um estudo com modelo fatorial 2 × 2, onde os pacientes eram randomizados em 4 grupos: mitomicina ou cisplatina, com fluorouracil e radioterapia; com ou sem dois cursos de QT de manutenção. .Com mais de 900 pacientes incluídos, esse foi um estudo negativo, mas que tem influenciado muito a conduta para o tratamento desta doença. Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(13)70086-X/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 29 Nov 2020 15:08:07 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O tratamento padrão para o CEC de canal anal é praticamente o mesmo desde a década de 70. Muito tem sido feito no sentido de se tentar substituir a mitomicina por cisplatina nesse cenário, no entanto os resultados ainda são conflitantes. O ACT II Trial foi um estudo com modelo fatorial 2 × 2, onde os pacientes eram randomizados em 4 grupos: mitomicina ou cisplatina, com fluorouracil e radioterapia; com ou sem dois cursos de QT de manutenção. .Com mais de 900 pacientes incluídos, esse foi um estudo negativo, mas que tem influenciado muito a conduta para o tratamento desta doença. &amp;nbsp; Sejam muito bem-vindos ao Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(13)70086-X/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#73 - KEYNOTE-181:  Pembrolizumabe vs. QT em câncer de esôfago avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sabe-se que pacientes com câncer de esôfago localmente avançado têm um prognóstico desfavorável com opções de tratamento limitadas após QT de primeira linha.</p><p><br></p><p>Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem este estudo que randomizou mais de 600 pacientes com CEC ou Adenocarcinoma localmente avançado ou metastático de esôfago, para receber como segunda linha de tratamento Pembrolizumabe ou QT.</p><p><br></p><p>Com um resultado a favor do braço Pembrolizumabe, este estudo merece sua atenção para os dados estatísticos e críticas sobre a metodologia utilizada!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/pdf/10.1200/JCO.20.01888</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sabe-se que pacientes com câncer de esôfago localmente avançado têm um prognóstico desfavorável com opções de tratamento limitadas após QT de primeira linha.</p><p><br></p><p>Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem este estudo que randomizou mais de 600 pacientes com CEC ou Adenocarcinoma localmente avançado ou metastático de esôfago, para receber como segunda linha de tratamento Pembrolizumabe ou QT.</p><p><br></p><p>Com um resultado a favor do braço Pembrolizumabe, este estudo merece sua atenção para os dados estatísticos e críticas sobre a metodologia utilizada!</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/pdf/10.1200/JCO.20.01888</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sabe-se que pacientes com câncer de esôfago localmente avançado têm um prognóstico desfavorável com opções de tratamento limitadas após QT de primeira linha.Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem este estudo que randomizou mais de 600 pacientes com CEC ou Adenocarcinoma localmente avançado ou metastático de esôfago, para receber como segunda linha de tratamento Pembrolizumabe ou QT.Com um resultado a favor do braço Pembrolizumabe, este estudo merece sua atenção para os dados estatísticos e críticas sobre a metodologia utilizada!Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast!Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/pdf/10.1200/JCO.20.01888</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 16 Nov 2020 12:52:14 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Sabe-se que pacientes com câncer de esôfago localmente avançado têm um prognóstico desfavorável com opções de tratamento limitadas após QT de primeira linha. Neste episódio, Tiago Biachi e Allan Pereira discutem este estudo que randomizou mais de 600 pacientes com CEC ou Adenocarcinoma localmente avançado ou metastático de esôfago, para receber como segunda linha de tratamento Pembrolizumabe ou QT. Com um resultado a favor do braço Pembrolizumabe, este estudo merece sua atenção para os dados estatísticos e críticas sobre a metodologia utilizada! Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/pdf/10.1200/JCO.20.01888</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#72 - "Machine Learning" em oncologia: O que nós médicos devemos saber.</title>
            <description><![CDATA[  <p>“A quantidade, atrelada à complexidade dos dados científicos e clínicos em oncologia, têm crescido exponencialmente nos últimos anos. Essa, digamos, atuação, não se limita aos domínios dos dados eletrônicos de saúde, dados radiográficos, histológicos e genômica. Esse crescimento é a promessa de um entendimento mais profundo que pode culminar em um atendimento oncológico mais personalizado e eficaz.</p><p>Entretanto, tais objetivos requerem o desenvolvimento de novos aprimoramentos para que possamos, como profissionais de saúde, fazer uso dessa imensa e rica rede de dados disponíveis.”</p><p>...</p><p>Neste episódio discutimos, mais do que um paper, mas esse tema tão “inovador” e aparentemente complexo, mas que está em nossa volta, em tudo o que fazemos. Trata-se de uma revisão que uma visão geral dos fundamentos do “machine learning” e destaca o progresso atual e os desafios na aplicação dessa tecnologia para o diagnóstico, prognóstico e recomendações de tratamento em oncologia.</p><p>...</p><p>Sejam bem vindos ao Inovador Clinical Papers Podcast!</p><p>...</p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/CCI.20.00049</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>“A quantidade, atrelada à complexidade dos dados científicos e clínicos em oncologia, têm crescido exponencialmente nos últimos anos. Essa, digamos, atuação, não se limita aos domínios dos dados eletrônicos de saúde, dados radiográficos, histológicos e genômica. Esse crescimento é a promessa de um entendimento mais profundo que pode culminar em um atendimento oncológico mais personalizado e eficaz.</p><p>Entretanto, tais objetivos requerem o desenvolvimento de novos aprimoramentos para que possamos, como profissionais de saúde, fazer uso dessa imensa e rica rede de dados disponíveis.”</p><p>...</p><p>Neste episódio discutimos, mais do que um paper, mas esse tema tão “inovador” e aparentemente complexo, mas que está em nossa volta, em tudo o que fazemos. Trata-se de uma revisão que uma visão geral dos fundamentos do “machine learning” e destaca o progresso atual e os desafios na aplicação dessa tecnologia para o diagnóstico, prognóstico e recomendações de tratamento em oncologia.</p><p>...</p><p>Sejam bem vindos ao Inovador Clinical Papers Podcast!</p><p>...</p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/CCI.20.00049</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>“A quantidade, atrelada à complexidade dos dados científicos e clínicos em oncologia, têm crescido exponencialmente nos últimos anos. Essa, digamos, atuação, não se limita aos domínios dos dados eletrônicos de saúde, dados radiográficos, histológicos e genômica. Esse crescimento é a promessa de um entendimento mais profundo que pode culminar em um atendimento oncológico mais personalizado e eficaz.Entretanto, tais objetivos requerem o desenvolvimento de novos aprimoramentos para que possamos, como profissionais de saúde, fazer uso dessa imensa e rica rede de dados disponíveis.”...Neste episódio discutimos, mais do que um paper, mas esse tema tão “inovador” e aparentemente complexo, mas que está em nossa volta, em tudo o que fazemos. Trata-se de uma revisão que uma visão geral dos fundamentos do “machine learning” e destaca o progresso atual e os desafios na aplicação dessa tecnologia para o diagnóstico, prognóstico e recomendações de tratamento em oncologia....Sejam bem vindos ao Inovador Clinical Papers Podcast!...Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/CCI.20.00049</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 05 Nov 2020 17:59:47 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>“A quantidade, atrelada à complexidade dos dados científicos e clínicos em oncologia, têm crescido exponencialmente nos últimos anos. Essa, digamos, atuação, não se limita aos domínios dos dados eletrônicos de saúde, dados radiográficos, histológicos e genômica. Esse crescimento é a promessa de um entendimento mais profundo que pode culminar em um atendimento oncológico mais personalizado e eficaz. Entretanto, tais objetivos requerem o desenvolvimento de novos aprimoramentos para que possamos, como profissionais de saúde, fazer uso dessa imensa e rica rede de dados disponíveis.” ... Neste episódio discutimos, mais do que um paper, mas esse tema tão “inovador” e aparentemente complexo, mas que está em nossa volta, em tudo o que fazemos. Trata-se de uma revisão que uma visão geral dos fundamentos do “machine learning” e destaca o progresso atual e os desafios na aplicação dessa tecnologia para o diagnóstico, prognóstico e recomendações de tratamento em oncologia. ... Sejam bem vindos ao Inovador Clinical Papers Podcast! ... Para ler o paper na íntegra, acesse: https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/CCI.20.00049</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#71 - RTOG 0521 – Docetaxel, radioterapia e supressão androgênica em pacientes com câncer de próstata localizado de alto risco</title>
            <description><![CDATA[  <p>A RT, juntamente com a supressão androgênica (AS), é uma opção de tratamento padrão para pacientes com câncer de próstata localizado de alto risco. Com a hipótese de que a adição de QT com docetaxel poderia melhorar a sobrevida global dos pacientes este estudo foi criado. Recrutados entre 2005 e 2009, pacientes com doença não metastática de alto risco foram randomizados receber SA mais RT com ou sem docetaxel adjuvante.</p><p>.....</p><p>Ainda que “vintage”, esse esquema melhorou a SG de 89% para 93% em 4 anos, com melhora da sobrevida livre de doença e redução na taxa de metástases à distância. Foi, portanto, um estudo positivo, sugerindo que docetaxel pode ser uma opção de tratamento a ser discutida em pacientes de alto risco.</p><p>&nbsp;.....</p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6506419/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A RT, juntamente com a supressão androgênica (AS), é uma opção de tratamento padrão para pacientes com câncer de próstata localizado de alto risco. Com a hipótese de que a adição de QT com docetaxel poderia melhorar a sobrevida global dos pacientes este estudo foi criado. Recrutados entre 2005 e 2009, pacientes com doença não metastática de alto risco foram randomizados receber SA mais RT com ou sem docetaxel adjuvante.</p><p>.....</p><p>Ainda que “vintage”, esse esquema melhorou a SG de 89% para 93% em 4 anos, com melhora da sobrevida livre de doença e redução na taxa de metástases à distância. Foi, portanto, um estudo positivo, sugerindo que docetaxel pode ser uma opção de tratamento a ser discutida em pacientes de alto risco.</p><p>&nbsp;.....</p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6506419/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A RT, juntamente com a supressão androgênica (AS), é uma opção de tratamento padrão para pacientes com câncer de próstata localizado de alto risco. Com a hipótese de que a adição de QT com docetaxel poderia melhorar a sobrevida global dos pacientes este estudo foi criado. Recrutados entre 2005 e 2009, pacientes com doença não metastática de alto risco foram randomizados receber SA mais RT com ou sem docetaxel adjuvante......Ainda que “vintage”, esse esquema melhorou a SG de 89% para 93% em 4 anos, com melhora da sobrevida livre de doença e redução na taxa de metástases à distância. Foi, portanto, um estudo positivo, sugerindo que docetaxel pode ser uma opção de tratamento a ser discutida em pacientes de alto risco. .....Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6506419/</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 26 Oct 2020 17:44:54 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A RT, juntamente com a supressão androgênica (AS), é uma opção de tratamento padrão para pacientes com câncer de próstata localizado de alto risco. Com a hipótese de que a adição de QT com docetaxel poderia melhorar a sobrevida global dos pacientes este estudo foi criado. Recrutados entre 2005 e 2009, pacientes com doença não metastática de alto risco foram randomizados receber SA mais RT com ou sem docetaxel adjuvante. ..... Ainda que “vintage”, esse esquema melhorou a SG de 89% para 93% em 4 anos, com melhora da sobrevida livre de doença e redução na taxa de metástases à distância. Foi, portanto, um estudo positivo, sugerindo que docetaxel pode ser uma opção de tratamento a ser discutida em pacientes de alto risco. &amp;nbsp;..... Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6506419/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#70 - STRASS Trial - RT + Cirurgia vs. Cirurgia para sarcomas de retroperitôneo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ao contrário dos sarcomas de extremidade, a eficácia da radioterapia nos casos de sarcoma retroperitoneal ainda não está estabelecida. Com o objetivo de avaliar o impacto da radioterapia pré-operatória associada à cirurgia versus cirurgia isolada na sobrevida livre de recorrência abdominal, o STRASS Trial foi idealizado. </p><p>.....</p><p>Também conhecido como EORTC-62092, este estudo incluiu 31 instituições localizadas em 13 países da Europa e América do Norte. Incluindo apenas pacientes com idade ≥18 anos portadores de sarcoma retroperitoneal primário localizado e passíveis de ressecção, este estudo teve resultado negativo e não rejeitando a hipótese nula, com sobrevida livre de recorrência abdominal mediana de 4,5 anos no grupo de radioterapia + cirurgia e 5,0 anos no grupo apenas de cirurgia (p = 0,95).</p><p>.....</p><p>Os autores concluíram então que “A radioterapia pré-operatória não deve ser considerada como tratamento padrão para o sarcoma retroperitoneal.”</p><p>.....</p><p>No entanto os Drs. Ranyell Spencer e Elton Leite discutiram esse paper e discordaram dessa conclusão diante de vieses sistemáticos do estudo.</p><p>.....</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>.....</p><p>Não perca esta discussão e saiba mais sobre o paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30446-0/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ao contrário dos sarcomas de extremidade, a eficácia da radioterapia nos casos de sarcoma retroperitoneal ainda não está estabelecida. Com o objetivo de avaliar o impacto da radioterapia pré-operatória associada à cirurgia versus cirurgia isolada na sobrevida livre de recorrência abdominal, o STRASS Trial foi idealizado. </p><p>.....</p><p>Também conhecido como EORTC-62092, este estudo incluiu 31 instituições localizadas em 13 países da Europa e América do Norte. Incluindo apenas pacientes com idade ≥18 anos portadores de sarcoma retroperitoneal primário localizado e passíveis de ressecção, este estudo teve resultado negativo e não rejeitando a hipótese nula, com sobrevida livre de recorrência abdominal mediana de 4,5 anos no grupo de radioterapia + cirurgia e 5,0 anos no grupo apenas de cirurgia (p = 0,95).</p><p>.....</p><p>Os autores concluíram então que “A radioterapia pré-operatória não deve ser considerada como tratamento padrão para o sarcoma retroperitoneal.”</p><p>.....</p><p>No entanto os Drs. Ranyell Spencer e Elton Leite discutiram esse paper e discordaram dessa conclusão diante de vieses sistemáticos do estudo.</p><p>.....</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>.....</p><p>Não perca esta discussão e saiba mais sobre o paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30446-0/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ao contrário dos sarcomas de extremidade, a eficácia da radioterapia nos casos de sarcoma retroperitoneal ainda não está estabelecida. Com o objetivo de avaliar o impacto da radioterapia pré-operatória associada à cirurgia versus cirurgia isolada na sobrevida livre de recorrência abdominal, o STRASS Trial foi idealizado. .....Também conhecido como EORTC-62092, este estudo incluiu 31 instituições localizadas em 13 países da Europa e América do Norte. Incluindo apenas pacientes com idade ≥18 anos portadores de sarcoma retroperitoneal primário localizado e passíveis de ressecção, este estudo teve resultado negativo e não rejeitando a hipótese nula, com sobrevida livre de recorrência abdominal mediana de 4,5 anos no grupo de radioterapia + cirurgia e 5,0 anos no grupo apenas de cirurgia (p = 0,95)......Os autores concluíram então que “A radioterapia pré-operatória não deve ser considerada como tratamento padrão para o sarcoma retroperitoneal.”.....No entanto os Drs. Ranyell Spencer e Elton Leite discutiram esse paper e discordaram dessa conclusão diante de vieses sistemáticos do estudo......Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!.....Não perca esta discussão e saiba mais sobre o paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30446-0/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 19 Oct 2020 16:26:02 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Ao contrário dos sarcomas de extremidade, a eficácia da radioterapia nos casos de sarcoma retroperitoneal ainda não está estabelecida. Com o objetivo de avaliar o impacto da radioterapia pré-operatória associada à cirurgia versus cirurgia isolada na sobrevida livre de recorrência abdominal, o STRASS Trial foi idealizado. ..... Também conhecido como EORTC-62092, este estudo incluiu 31 instituições localizadas em 13 países da Europa e América do Norte. Incluindo apenas pacientes com idade ≥18 anos portadores de sarcoma retroperitoneal primário localizado e passíveis de ressecção, este estudo teve resultado negativo e não rejeitando a hipótese nula, com sobrevida livre de recorrência abdominal mediana de 4,5 anos no grupo de radioterapia + cirurgia e 5,0 anos no grupo apenas de cirurgia (p = 0,95). ..... Os autores concluíram então que “A radioterapia pré-operatória não deve ser considerada como tratamento padrão para o sarcoma retroperitoneal.” ..... No entanto os Drs. Ranyell Spencer e Elton Leite discutiram esse paper e discordaram dessa conclusão diante de vieses sistemáticos do estudo. ..... Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! ..... Não perca esta discussão e saiba mais sobre o paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30446-0/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#69 - Deruxtecan + Trastuzumabe pacientes com câncer gástrico HER2+ e progressão após primeira linha de QT</title>
            <description><![CDATA[  <p>Aproximadamente 15% dos pacientes com câncer gástrico apresentam superexpressão ou amplificação de HER2. Embora a quimioterapia associada ao trastuzumabe seja o padrão de tratamento para o câncer gástrico HER2-positivo, vários estudos randomizados com outros agentes direcionados ao HER2 falharam em mostrar um benefício de sobrevivência.</p><p>...........</p><p>A combinação Fam-Trastuzumab-Deruxtecan é um novo conjugado anticorpo-fármaco com três componentes: um AC monoclonal humanizado anti-HER2 iGG1 com a mesma sequência de aminoácidos do trastuzumab; uma carga útil de inibidor de topoisomerase 1; e um ligante clivável à base de tetrapeptídeo.</p><p>...........</p><p>Esse é um estudo fase II que incluiu 187 pacientes do Japão e da Coreia do Sul com câncer gástrico avançado expressando HER2 ou adenocarcinoma da TEG que progrediram em dois ou mais regimes de tratamento anteriores, incluindo fluoropirimidina e quimioterapia de platina e trastuzumabe.</p><p>..........</p><p>Saiba mais sobre o tema e o mecanismo de ação desta combinação com Tiago Biachi e Allan Pereira!</p><p>&nbsp;.........</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;.........</p><p>Para ler o paper na íntegra acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004413</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Aproximadamente 15% dos pacientes com câncer gástrico apresentam superexpressão ou amplificação de HER2. Embora a quimioterapia associada ao trastuzumabe seja o padrão de tratamento para o câncer gástrico HER2-positivo, vários estudos randomizados com outros agentes direcionados ao HER2 falharam em mostrar um benefício de sobrevivência.</p><p>...........</p><p>A combinação Fam-Trastuzumab-Deruxtecan é um novo conjugado anticorpo-fármaco com três componentes: um AC monoclonal humanizado anti-HER2 iGG1 com a mesma sequência de aminoácidos do trastuzumab; uma carga útil de inibidor de topoisomerase 1; e um ligante clivável à base de tetrapeptídeo.</p><p>...........</p><p>Esse é um estudo fase II que incluiu 187 pacientes do Japão e da Coreia do Sul com câncer gástrico avançado expressando HER2 ou adenocarcinoma da TEG que progrediram em dois ou mais regimes de tratamento anteriores, incluindo fluoropirimidina e quimioterapia de platina e trastuzumabe.</p><p>..........</p><p>Saiba mais sobre o tema e o mecanismo de ação desta combinação com Tiago Biachi e Allan Pereira!</p><p>&nbsp;.........</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;.........</p><p>Para ler o paper na íntegra acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004413</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Aproximadamente 15% dos pacientes com câncer gástrico apresentam superexpressão ou amplificação de HER2. Embora a quimioterapia associada ao trastuzumabe seja o padrão de tratamento para o câncer gástrico HER2-positivo, vários estudos randomizados com outros agentes direcionados ao HER2 falharam em mostrar um benefício de sobrevivência............A combinação Fam-Trastuzumab-Deruxtecan é um novo conjugado anticorpo-fármaco com três componentes: um AC monoclonal humanizado anti-HER2 iGG1 com a mesma sequência de aminoácidos do trastuzumab; uma carga útil de inibidor de topoisomerase 1; e um ligante clivável à base de tetrapeptídeo............Esse é um estudo fase II que incluiu 187 pacientes do Japão e da Coreia do Sul com câncer gástrico avançado expressando HER2 ou adenocarcinoma da TEG que progrediram em dois ou mais regimes de tratamento anteriores, incluindo fluoropirimidina e quimioterapia de platina e trastuzumabe...........Saiba mais sobre o tema e o mecanismo de ação desta combinação com Tiago Biachi e Allan Pereira! .........Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! .........Para ler o paper na íntegra acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004413</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 13:01:08 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Aproximadamente 15% dos pacientes com câncer gástrico apresentam superexpressão ou amplificação de HER2. Embora a quimioterapia associada ao trastuzumabe seja o padrão de tratamento para o câncer gástrico HER2-positivo, vários estudos randomizados com outros agentes direcionados ao HER2 falharam em mostrar um benefício de sobrevivência. ........... A combinação Fam-Trastuzumab-Deruxtecan é um novo conjugado anticorpo-fármaco com três componentes: um AC monoclonal humanizado anti-HER2 iGG1 com a mesma sequência de aminoácidos do trastuzumab; uma carga útil de inibidor de topoisomerase 1; e um ligante clivável à base de tetrapeptídeo. ........... Esse é um estudo fase II que incluiu 187 pacientes do Japão e da Coreia do Sul com câncer gástrico avançado expressando HER2 ou adenocarcinoma da TEG que progrediram em dois ou mais regimes de tratamento anteriores, incluindo fluoropirimidina e quimioterapia de platina e trastuzumabe. .......... Saiba mais sobre o tema e o mecanismo de ação desta combinação com Tiago Biachi e Allan Pereira! &amp;nbsp;......... Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp;......... Para ler o paper na íntegra acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004413</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#68 - Resultados finais - Ipilimumab vs. Placebo seguido de RT pós em pacientes metastáticos resistentes a castração com docetaxel</title>
            <description><![CDATA[  <p>O estudo CA184-043 avaliou a RT para metástases ósseas seguida por ipilimumab ou placebo em homens com câncer de próstata metastático resistente à castração (mCRPC) que haviam recebido docetaxel previamente. No entanto, em uma análise anterior, o desfecho primário (SG) foi negativo.</p><p>Esse <em>paper</em>, relata os resultados finais daquele estudo, com um tempo adicional de acompanhamento de 2,4 anos, conseguindo recrutar cerca de 800 pacientes.</p><p>Apesar do resultado positivo a favor do braço ipilimumab, esse estudo foi considerado “gerador de hipótese”.</p><p>Saiba do porquê disso neste episódio!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Acesse o paper através do link:</p><p><a href="https://www.europeanurology.com/article/S0302-2838(20)30604-7/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.europeanurology.com/article/S0302-2838(20)30604-7/fulltext</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O estudo CA184-043 avaliou a RT para metástases ósseas seguida por ipilimumab ou placebo em homens com câncer de próstata metastático resistente à castração (mCRPC) que haviam recebido docetaxel previamente. No entanto, em uma análise anterior, o desfecho primário (SG) foi negativo.</p><p>Esse <em>paper</em>, relata os resultados finais daquele estudo, com um tempo adicional de acompanhamento de 2,4 anos, conseguindo recrutar cerca de 800 pacientes.</p><p>Apesar do resultado positivo a favor do braço ipilimumab, esse estudo foi considerado “gerador de hipótese”.</p><p>Saiba do porquê disso neste episódio!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Acesse o paper através do link:</p><p><a href="https://www.europeanurology.com/article/S0302-2838(20)30604-7/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.europeanurology.com/article/S0302-2838(20)30604-7/fulltext</a></p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Sat, 26 Sep 2020 13:24:07 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O estudo CA184-043 avaliou a RT para metástases ósseas seguida por ipilimumab ou placebo em homens com câncer de próstata metastático resistente à castração (mCRPC) que haviam recebido docetaxel previamente. No entanto, em uma análise anterior, o desfecho primário (SG) foi negativo. Esse paper, relata os resultados finais daquele estudo, com um tempo adicional de acompanhamento de 2,4 anos, conseguindo recrutar cerca de 800 pacientes. Apesar do resultado positivo a favor do braço ipilimumab, esse estudo foi considerado “gerador de hipótese”. Saiba do porquê disso neste episódio! &amp;nbsp; Sejam bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Acesse o paper através do link: https://www.europeanurology.com/article/S0302-2838(20)30604-7/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#67 - Calculadora para previsão de risco de linfonodo sentinela positividade em pacientes com melanoma: o Nomograma do Instituto Australiano de Melanoma.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em pacientes com melanoma, o risco de metástase para linfonodo sentinela (LS) varia de acordo com vários parâmetros clínico-patológicos. Existem alguns modelos de predição quanto a positividade desse LS no intuito de indicar a cirurgia de pesquisa do LS apenas para casos com alto risco. Isso já vem sendo aplicado por grandes Instituições e pelo próprio NCCN americano.</p><p><br></p><p>Com o objetivo de aprimorar o que já existe, e criar uma ferramenta própria, o Instituto Australiano de Melanoma acrescentou alguns critérios e comparou essa nova “ferramenta” com outro banco de dados fora da Austrália (MD Anderson) a fim de aprimorar a tal seleção dos pacientes e prever com mais precisão a positividade do LS.</p><p><br></p><p>Uma calculadora online está disponível em <a href="http://www.melanomarisk.org.au" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.melanomarisk.org.au</a></p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32530761/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32530761/</a></p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em pacientes com melanoma, o risco de metástase para linfonodo sentinela (LS) varia de acordo com vários parâmetros clínico-patológicos. Existem alguns modelos de predição quanto a positividade desse LS no intuito de indicar a cirurgia de pesquisa do LS apenas para casos com alto risco. Isso já vem sendo aplicado por grandes Instituições e pelo próprio NCCN americano.</p><p><br></p><p>Com o objetivo de aprimorar o que já existe, e criar uma ferramenta própria, o Instituto Australiano de Melanoma acrescentou alguns critérios e comparou essa nova “ferramenta” com outro banco de dados fora da Austrália (MD Anderson) a fim de aprimorar a tal seleção dos pacientes e prever com mais precisão a positividade do LS.</p><p><br></p><p>Uma calculadora online está disponível em <a href="http://www.melanomarisk.org.au" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.melanomarisk.org.au</a></p><p><br></p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32530761/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32530761/</a></p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em pacientes com melanoma, o risco de metástase para linfonodo sentinela (LS) varia de acordo com vários parâmetros clínico-patológicos. Existem alguns modelos de predição quanto a positividade desse LS no intuito de indicar a cirurgia de pesquisa do LS apenas para casos com alto risco. Isso já vem sendo aplicado por grandes Instituições e pelo próprio NCCN americano.Com o objetivo de aprimorar o que já existe, e criar uma ferramenta própria, o Instituto Australiano de Melanoma acrescentou alguns critérios e comparou essa nova “ferramenta” com outro banco de dados fora da Austrália (MD Anderson) a fim de aprimorar a tal seleção dos pacientes e prever com mais precisão a positividade do LS.Uma calculadora online está disponível em www.melanomarisk.org.auPara saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32530761/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 12 Sep 2020 12:49:08 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em pacientes com melanoma, o risco de metástase para linfonodo sentinela (LS) varia de acordo com vários parâmetros clínico-patológicos. Existem alguns modelos de predição quanto a positividade desse LS no intuito de indicar a cirurgia de pesquisa do LS apenas para casos com alto risco. Isso já vem sendo aplicado por grandes Instituições e pelo próprio NCCN americano. Com o objetivo de aprimorar o que já existe, e criar uma ferramenta própria, o Instituto Australiano de Melanoma acrescentou alguns critérios e comparou essa nova “ferramenta” com outro banco de dados fora da Austrália (MD Anderson) a fim de aprimorar a tal seleção dos pacientes e prever com mais precisão a positividade do LS. Uma calculadora online está disponível em www.melanomarisk.org.au Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32530761/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title># 66 – Revisão Sistemática e Metanálise - Efeito da suplementação nutricional perioperatória sobre complicações pós-operatórias</title>
            <description><![CDATA[  <p>Uma das coisas “esquecidas” durante o tratamento, principalmente cirúrgico, é como o paciente chegou para o procedimento do ponto de vista nutricional. Muitas vezes o foco na doença é tanto que se esquece de avaliar coisas básicas como essas, afinal, a cascata de resposta inflamatória, que pode piorar todo o resultado da cirurgia, tem seu início dias antes do procedimento.</p><p>Neste episódio, Ranyell Spencer e Tiago Biachi discutem um <em>paper</em> muito interessante sobre esse tema e de como a suplementação nutricional pode impactar positivamente nos resultados cirúrgicos.</p><p>Para isso a equipe do Clinical Papers convidou o cirurgião oncológico Guilherme Ravanini para engrandecer os comentários, o que foi incrível!</p><p>&nbsp;</p><p>Aprenda conosco sobre metanálise neste episódio!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio #66 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31062270/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31062270/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Uma das coisas “esquecidas” durante o tratamento, principalmente cirúrgico, é como o paciente chegou para o procedimento do ponto de vista nutricional. Muitas vezes o foco na doença é tanto que se esquece de avaliar coisas básicas como essas, afinal, a cascata de resposta inflamatória, que pode piorar todo o resultado da cirurgia, tem seu início dias antes do procedimento.</p><p>Neste episódio, Ranyell Spencer e Tiago Biachi discutem um <em>paper</em> muito interessante sobre esse tema e de como a suplementação nutricional pode impactar positivamente nos resultados cirúrgicos.</p><p>Para isso a equipe do Clinical Papers convidou o cirurgião oncológico Guilherme Ravanini para engrandecer os comentários, o que foi incrível!</p><p>&nbsp;</p><p>Aprenda conosco sobre metanálise neste episódio!</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos ao episódio #66 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse:</p><p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31062270/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31062270/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Uma das coisas “esquecidas” durante o tratamento, principalmente cirúrgico, é como o paciente chegou para o procedimento do ponto de vista nutricional. Muitas vezes o foco na doença é tanto que se esquece de avaliar coisas básicas como essas, afinal, a cascata de resposta inflamatória, que pode piorar todo o resultado da cirurgia, tem seu início dias antes do procedimento.Neste episódio, Ranyell Spencer e Tiago Biachi discutem um paper muito interessante sobre esse tema e de como a suplementação nutricional pode impactar positivamente nos resultados cirúrgicos.Para isso a equipe do Clinical Papers convidou o cirurgião oncológico Guilherme Ravanini para engrandecer os comentários, o que foi incrível! Aprenda conosco sobre metanálise neste episódio! Sejam bem vindos ao episódio #66 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31062270/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 22 Aug 2020 12:54:40 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Uma das coisas “esquecidas” durante o tratamento, principalmente cirúrgico, é como o paciente chegou para o procedimento do ponto de vista nutricional. Muitas vezes o foco na doença é tanto que se esquece de avaliar coisas básicas como essas, afinal, a cascata de resposta inflamatória, que pode piorar todo o resultado da cirurgia, tem seu início dias antes do procedimento. Neste episódio, Ranyell Spencer e Tiago Biachi discutem um paper muito interessante sobre esse tema e de como a suplementação nutricional pode impactar positivamente nos resultados cirúrgicos. Para isso a equipe do Clinical Papers convidou o cirurgião oncológico Guilherme Ravanini para engrandecer os comentários, o que foi incrível! &amp;nbsp; Aprenda conosco sobre metanálise neste episódio! &amp;nbsp; Sejam bem vindos ao episódio #66 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31062270/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#65 - Resultados de longo prazo da linfadenectomia de resgate em pacientes com recidiva linfonodal após PTR</title>
            <description><![CDATA[  <p>O tratamento das recaídas linfonodais exclusivas após PTR (prostatectomia radical) através da cirurgia de linfadenectomia permanece controverso. A hipótese aqui é tratar o paciente com recaída linfonodal através de cirurgia, poupando o paciente de terapias outras (como hormônio e radioterapia) além de oferecer benefício em sobrevida.</p><p>Então, com o objetivo de investigar os resultados oncológicos de longo prazo dessa cirurgia, este estudo, publicado agora em julho de 2020, incluiu 189 pacientes com elevação do PSA e recorrência apenas linfonodal recrutados entre 2002 e 2011.</p><p>Você terá acesso à veracidade dos resultados além de críticas e comentários de <em>experts</em> na área. Quais os possíveis vieses? É isso que se vê na prática clínica? A cirurgia, foi adequada?</p><p><br></p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0302283820304723" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0302283820304723</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O tratamento das recaídas linfonodais exclusivas após PTR (prostatectomia radical) através da cirurgia de linfadenectomia permanece controverso. A hipótese aqui é tratar o paciente com recaída linfonodal através de cirurgia, poupando o paciente de terapias outras (como hormônio e radioterapia) além de oferecer benefício em sobrevida.</p><p>Então, com o objetivo de investigar os resultados oncológicos de longo prazo dessa cirurgia, este estudo, publicado agora em julho de 2020, incluiu 189 pacientes com elevação do PSA e recorrência apenas linfonodal recrutados entre 2002 e 2011.</p><p>Você terá acesso à veracidade dos resultados além de críticas e comentários de <em>experts</em> na área. Quais os possíveis vieses? É isso que se vê na prática clínica? A cirurgia, foi adequada?</p><p><br></p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0302283820304723" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0302283820304723</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O tratamento das recaídas linfonodais exclusivas após PTR (prostatectomia radical) através da cirurgia de linfadenectomia permanece controverso. A hipótese aqui é tratar o paciente com recaída linfonodal através de cirurgia, poupando o paciente de terapias outras (como hormônio e radioterapia) além de oferecer benefício em sobrevida.Então, com o objetivo de investigar os resultados oncológicos de longo prazo dessa cirurgia, este estudo, publicado agora em julho de 2020, incluiu 189 pacientes com elevação do PSA e recorrência apenas linfonodal recrutados entre 2002 e 2011.Você terá acesso à veracidade dos resultados além de críticas e comentários de experts na área. Quais os possíveis vieses? É isso que se vê na prática clínica? A cirurgia, foi adequada?Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0302283820304723</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 18 Aug 2020 22:01:01 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O tratamento das recaídas linfonodais exclusivas após PTR (prostatectomia radical) através da cirurgia de linfadenectomia permanece controverso. A hipótese aqui é tratar o paciente com recaída linfonodal através de cirurgia, poupando o paciente de terapias outras (como hormônio e radioterapia) além de oferecer benefício em sobrevida. Então, com o objetivo de investigar os resultados oncológicos de longo prazo dessa cirurgia, este estudo, publicado agora em julho de 2020, incluiu 189 pacientes com elevação do PSA e recorrência apenas linfonodal recrutados entre 2002 e 2011. Você terá acesso à veracidade dos resultados além de críticas e comentários de experts na área. Quais os possíveis vieses? É isso que se vê na prática clínica? A cirurgia, foi adequada? Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0302283820304723</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#64 - Re apresentação: #22 - MSLT2 Trial: Dissecção linfononal após LNS+ em melanoma</title>
            <description><![CDATA[  <p>Agora com um apoio especial da Novartis, relançamos o episódio 22. Juntamente com ele, liberamos um vídeo sobre a história do Linfonodo Sentinela no nosso canal no YouTube e nas redes sociais. Aproveitem essa discussão, e em breve traremos mais sobre esse tema!</p><p><br></p><p>Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Agora com um apoio especial da Novartis, relançamos o episódio 22. Juntamente com ele, liberamos um vídeo sobre a história do Linfonodo Sentinela no nosso canal no YouTube e nas redes sociais. Aproveitem essa discussão, e em breve traremos mais sobre esse tema!</p><p><br></p><p>Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Agora com um apoio especial da Novartis, relançamos o episódio 22. Juntamente com ele, liberamos um vídeo sobre a história do Linfonodo Sentinela no nosso canal no YouTube e nas redes sociais. Aproveitem essa discussão, e em breve traremos mais sobre esse tema!Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 13 Aug 2020 22:50:33 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Agora com um apoio especial da Novartis, relançamos o episódio 22. Juntamente com ele, liberamos um vídeo sobre a história do Linfonodo Sentinela no nosso canal no YouTube e nas redes sociais. Aproveitem essa discussão, e em breve traremos mais sobre esse tema! Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</itunes:subtitle></item>
        
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            <title># 63 - GOG-0213 - Bevacizumabe e paclitaxel–carboplatina e citorredução secundária em tumores recorrentes platino sensíveis de ovário</title>
            <description><![CDATA[  <p>A reexposição à platina é, atualmente, o padrão de tratamento para mulheres com câncer de ovário que recorrem após 6 meses da primeira exposição.&nbsp;Esse é um conceito comum para caracterizar as pacientes como “platina sensíveis”...</p><p>Neste episódio, os colegas Reitan Ribeiro, Tiago Biachi e Angélica Nogueira, comentam o estudo GOG 0213 que teve por objetivo explorar os papéis da citorredução cirúrgica secundária e bevacizumabe nesta população</p><p>Com mais de 65 Centros incluídos, este é um estudo fase III randomizado muito importante que recrutou mais 700 mulheres numa randomização (1: 1) para QT padrão (6 x 3 semanas de paclitaxel e carboplatina) ou o mesmo regime com a adição de bevacizumabe a cada 3 semanas e continuado como manutenção a cada 3 semanas até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável...</p><p>Tiago está com a língua afiada, mas Angélica realmente mostrou pra que veio!...</p><p>Aprenda mais sobre o que é o GOG <em>Group</em>, além de novos conceitos sobre pacientes “platina sensíveis” e todos os comentários sobre o <em>paper</em>.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 63 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5715461/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5715461/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A reexposição à platina é, atualmente, o padrão de tratamento para mulheres com câncer de ovário que recorrem após 6 meses da primeira exposição.&nbsp;Esse é um conceito comum para caracterizar as pacientes como “platina sensíveis”...</p><p>Neste episódio, os colegas Reitan Ribeiro, Tiago Biachi e Angélica Nogueira, comentam o estudo GOG 0213 que teve por objetivo explorar os papéis da citorredução cirúrgica secundária e bevacizumabe nesta população</p><p>Com mais de 65 Centros incluídos, este é um estudo fase III randomizado muito importante que recrutou mais 700 mulheres numa randomização (1: 1) para QT padrão (6 x 3 semanas de paclitaxel e carboplatina) ou o mesmo regime com a adição de bevacizumabe a cada 3 semanas e continuado como manutenção a cada 3 semanas até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável...</p><p>Tiago está com a língua afiada, mas Angélica realmente mostrou pra que veio!...</p><p>Aprenda mais sobre o que é o GOG <em>Group</em>, além de novos conceitos sobre pacientes “platina sensíveis” e todos os comentários sobre o <em>paper</em>.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindos ao episódio 63 do Clinical Papers Podcast!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5715461/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5715461/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A reexposição à platina é, atualmente, o padrão de tratamento para mulheres com câncer de ovário que recorrem após 6 meses da primeira exposição. Esse é um conceito comum para caracterizar as pacientes como “platina sensíveis”...Neste episódio, os colegas Reitan Ribeiro, Tiago Biachi e Angélica Nogueira, comentam o estudo GOG 0213 que teve por objetivo explorar os papéis da citorredução cirúrgica secundária e bevacizumabe nesta populaçãoCom mais de 65 Centros incluídos, este é um estudo fase III randomizado muito importante que recrutou mais 700 mulheres numa randomização (1: 1) para QT padrão (6 x 3 semanas de paclitaxel e carboplatina) ou o mesmo regime com a adição de bevacizumabe a cada 3 semanas e continuado como manutenção a cada 3 semanas até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável...Tiago está com a língua afiada, mas Angélica realmente mostrou pra que veio!...Aprenda mais sobre o que é o GOG Group, além de novos conceitos sobre pacientes “platina sensíveis” e todos os comentários sobre o paper.Sejam bem vindos ao episódio 63 do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5715461/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 08 Aug 2020 12:18:04 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A reexposição à platina é, atualmente, o padrão de tratamento para mulheres com câncer de ovário que recorrem após 6 meses da primeira exposição.&amp;nbsp;Esse é um conceito comum para caracterizar as pacientes como “platina sensíveis”... Neste episódio, os colegas Reitan Ribeiro, Tiago Biachi e Angélica Nogueira, comentam o estudo GOG 0213 que teve por objetivo explorar os papéis da citorredução cirúrgica secundária e bevacizumabe nesta população Com mais de 65 Centros incluídos, este é um estudo fase III randomizado muito importante que recrutou mais 700 mulheres numa randomização (1: 1) para QT padrão (6 x 3 semanas de paclitaxel e carboplatina) ou o mesmo regime com a adição de bevacizumabe a cada 3 semanas e continuado como manutenção a cada 3 semanas até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável... Tiago está com a língua afiada, mas Angélica realmente mostrou pra que veio!... Aprenda mais sobre o que é o GOG Group, além de novos conceitos sobre pacientes “platina sensíveis” e todos os comentários sobre o paper. Sejam bem vindos ao episódio 63 do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5715461/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#62 - HERO Study - Relugolix oral como terapia de deprivação androgênica em câncer de próstata avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>A utilização de análogos de LH/RH (por exemplo, leuprolida), como modalidade de castração para pacientes com câncer de próstata é muito conhecida e comumente utilizada. Entretanto, devido ao aumento inicial dos níveis de testosterona, essa terapia pode gerar complicações além do fato de ter um potencial negativo decorrente do atraso no seu efeito terapêutico. Em contrapartida, o relugolix, um antagonista oral do GnRH, por não promover esses efeitos, pode evitar esses problemas e ter um melhor benefício terapêutico quando comparados com essa, digamos, terapia padrão.</p><p>...</p><p>O HERO foi um estudo de fase III, que randomizou pacientes para para receber relugolix (oral) ou leuprolida (IV) por 48 semanas, com o objetivo primário de avaliar a supressão sustentada de testosterona até os níveis de castração (&lt;50 ng por decilitro) durante esse período.</p><p>...</p><p>Será o fim da Leuprolida nesse cenário?!!</p><p>...</p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004325" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004325</a></p>  ]]></description>
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            <pubDate>Tue, 28 Jul 2020 21:39:48 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A utilização de análogos de LH/RH (por exemplo, leuprolida), como modalidade de castração para pacientes com câncer de próstata é muito conhecida e comumente utilizada. Entretanto, devido ao aumento inicial dos níveis de testosterona, essa terapia pode gerar complicações além do fato de ter um potencial negativo decorrente do atraso no seu efeito terapêutico. Em contrapartida, o relugolix, um antagonista oral do GnRH, por não promover esses efeitos, pode evitar esses problemas e ter um melhor benefício terapêutico quando comparados com essa, digamos, terapia padrão. ... O HERO foi um estudo de fase III, que randomizou pacientes para para receber relugolix (oral) ou leuprolida (IV) por 48 semanas, com o objetivo primário de avaliar a supressão sustentada de testosterona até os níveis de castração (&amp;lt;50 ng por decilitro) durante esse período. ... Será o fim da Leuprolida nesse cenário?!! ... Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2004325</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#61 - BEACON Trial - Encorafenibe, Binimetinibe e Cetuximabe em pacientes com Câncer Colorretal BRAF V600E mutados</title>
            <description><![CDATA[  <p>	Pacientes com câncer colorretal metastático, portadores da mutação BRAF V600E têm um prognóstico muito ruim, com uma mediana de SG em torno de 4 a 6 meses após falha da terapia inicial. Sabendo que a inibição do BRAF de maneira isolada tem atividade limitada, devido à reativação desta via através da sinalização do EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico), faz todo o sentido associarmos terapias alvo do mesmo modo que foi feito para melanoma, agora nesse novo cenário. </p><p>	Neste ensaio clínico randomizado, mais de 600 pacientes foram incluídos nos três braços do estudo numa proporção de 1: 1: 1 para receber encorafenibe, binimetinibe e cetuximabe (grupo de terapia tripla); encorafenibe e cetuximabe (grupo de terapia dupla); ou a escolha dos investigadores de cetuximabe e irinotecano ou cetuximabe e FOLFIRI &nbsp;(grupo controle).</p><p>	Apesar do estudo ter sido considerado positivo para o <em>endpoint</em> primário, este <em>paper</em> tem sido muito questionado diante de inúmeros problemas metodológicos, o que fez com que a NEJM recebesse, inclusive, cartas questionando como foi possível sua publicação nessa revista tão conceituada!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Tiago Biachi, Ranyell Spencer e Allan Pereira.</p><p>&nbsp;</p><p>Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1908075" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1908075</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>	Pacientes com câncer colorretal metastático, portadores da mutação BRAF V600E têm um prognóstico muito ruim, com uma mediana de SG em torno de 4 a 6 meses após falha da terapia inicial. Sabendo que a inibição do BRAF de maneira isolada tem atividade limitada, devido à reativação desta via através da sinalização do EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico), faz todo o sentido associarmos terapias alvo do mesmo modo que foi feito para melanoma, agora nesse novo cenário. </p><p>	Neste ensaio clínico randomizado, mais de 600 pacientes foram incluídos nos três braços do estudo numa proporção de 1: 1: 1 para receber encorafenibe, binimetinibe e cetuximabe (grupo de terapia tripla); encorafenibe e cetuximabe (grupo de terapia dupla); ou a escolha dos investigadores de cetuximabe e irinotecano ou cetuximabe e FOLFIRI &nbsp;(grupo controle).</p><p>	Apesar do estudo ter sido considerado positivo para o <em>endpoint</em> primário, este <em>paper</em> tem sido muito questionado diante de inúmeros problemas metodológicos, o que fez com que a NEJM recebesse, inclusive, cartas questionando como foi possível sua publicação nessa revista tão conceituada!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Tiago Biachi, Ranyell Spencer e Allan Pereira.</p><p>&nbsp;</p><p>Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1908075" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1908075</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>	Pacientes com câncer colorretal metastático, portadores da mutação BRAF V600E têm um prognóstico muito ruim, com uma mediana de SG em torno de 4 a 6 meses após falha da terapia inicial. Sabendo que a inibição do BRAF de maneira isolada tem atividade limitada, devido à reativação desta via através da sinalização do EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico), faz todo o sentido associarmos terapias alvo do mesmo modo que foi feito para melanoma, agora nesse novo cenário. 	Neste ensaio clínico randomizado, mais de 600 pacientes foram incluídos nos três braços do estudo numa proporção de 1: 1: 1 para receber encorafenibe, binimetinibe e cetuximabe (grupo de terapia tripla); encorafenibe e cetuximabe (grupo de terapia dupla); ou a escolha dos investigadores de cetuximabe e irinotecano ou cetuximabe e FOLFIRI  (grupo controle).	Apesar do estudo ter sido considerado positivo para o endpoint primário, este paper tem sido muito questionado diante de inúmeros problemas metodológicos, o que fez com que a NEJM recebesse, inclusive, cartas questionando como foi possível sua publicação nessa revista tão conceituada!Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Tiago Biachi, Ranyell Spencer e Allan Pereira. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1908075</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 25 Jul 2020 13:59:50 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Pacientes com câncer colorretal metastático, portadores da mutação BRAF V600E têm um prognóstico muito ruim, com uma mediana de SG em torno de 4 a 6 meses após falha da terapia inicial. Sabendo que a inibição do BRAF de maneira isolada tem atividade limitada, devido à reativação desta via através da sinalização do EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico), faz todo o sentido associarmos terapias alvo do mesmo modo que foi feito para melanoma, agora nesse novo cenário. Neste ensaio clínico randomizado, mais de 600 pacientes foram incluídos nos três braços do estudo numa proporção de 1: 1: 1 para receber encorafenibe, binimetinibe e cetuximabe (grupo de terapia tripla); encorafenibe e cetuximabe (grupo de terapia dupla); ou a escolha dos investigadores de cetuximabe e irinotecano ou cetuximabe e FOLFIRI &amp;nbsp;(grupo controle). Apesar do estudo ter sido considerado positivo para o endpoint primário, este paper tem sido muito questionado diante de inúmeros problemas metodológicos, o que fez com que a NEJM recebesse, inclusive, cartas questionando como foi possível sua publicação nessa revista tão conceituada! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Tiago Biachi, Ranyell Spencer e Allan Pereira. &amp;nbsp; Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1908075</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#60 - MOBILE Trial – Preparo mecânico com antibióticos para colectomias eletivas.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Estudos anteriores mostraram que era possível diminuir as taxas de infecção de ferida e morbidade pós-operatória com a utilização do preparo intestinal associado ao uso de antibióticos. Isso fez com que muitas Sociedades médicas recomendassem essas medidas no pré-operatório de pacientes que iriam ser submetidos a ressecção intestinal.</p><p>&nbsp;</p><p>Com o objetivo de estudar esse tema em um contexto prospectivo e randomizado, o MOBILE Trial foi desenhado e publicado na LANCET em agosto de 2019. Esse estudo foi negativo para seu <em>endopoint</em> primário.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma pergunta a ser respondida é: O fato de existir um estudo randomizado negativo, muda sua conduta baseada em prática clínica?</p><p>&nbsp;</p><p>Não perca a discussão desse <em>paper</em> e saiba mais sobre preparo de cólon e seu real impacto em morbi mortalidade pós-operatória.</p><p>.....</p><p>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi</p><p>.....</p><p>Tenha acesso ao paper na íntegra através no link: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31269-3/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31269-3/fulltext</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Estudos anteriores mostraram que era possível diminuir as taxas de infecção de ferida e morbidade pós-operatória com a utilização do preparo intestinal associado ao uso de antibióticos. Isso fez com que muitas Sociedades médicas recomendassem essas medidas no pré-operatório de pacientes que iriam ser submetidos a ressecção intestinal.</p><p>&nbsp;</p><p>Com o objetivo de estudar esse tema em um contexto prospectivo e randomizado, o MOBILE Trial foi desenhado e publicado na LANCET em agosto de 2019. Esse estudo foi negativo para seu <em>endopoint</em> primário.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma pergunta a ser respondida é: O fato de existir um estudo randomizado negativo, muda sua conduta baseada em prática clínica?</p><p>&nbsp;</p><p>Não perca a discussão desse <em>paper</em> e saiba mais sobre preparo de cólon e seu real impacto em morbi mortalidade pós-operatória.</p><p>.....</p><p>Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi</p><p>.....</p><p>Tenha acesso ao paper na íntegra através no link: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31269-3/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31269-3/fulltext</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Estudos anteriores mostraram que era possível diminuir as taxas de infecção de ferida e morbidade pós-operatória com a utilização do preparo intestinal associado ao uso de antibióticos. Isso fez com que muitas Sociedades médicas recomendassem essas medidas no pré-operatório de pacientes que iriam ser submetidos a ressecção intestinal. Com o objetivo de estudar esse tema em um contexto prospectivo e randomizado, o MOBILE Trial foi desenhado e publicado na LANCET em agosto de 2019. Esse estudo foi negativo para seu endopoint primário. Uma pergunta a ser respondida é: O fato de existir um estudo randomizado negativo, muda sua conduta baseada em prática clínica? Não perca a discussão desse paper e saiba mais sobre preparo de cólon e seu real impacto em morbi mortalidade pós-operatória......Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.....Tenha acesso ao paper na íntegra através no link: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31269-3/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 18 Jul 2020 12:28:32 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Estudos anteriores mostraram que era possível diminuir as taxas de infecção de ferida e morbidade pós-operatória com a utilização do preparo intestinal associado ao uso de antibióticos. Isso fez com que muitas Sociedades médicas recomendassem essas medidas no pré-operatório de pacientes que iriam ser submetidos a ressecção intestinal. &amp;nbsp; Com o objetivo de estudar esse tema em um contexto prospectivo e randomizado, o MOBILE Trial foi desenhado e publicado na LANCET em agosto de 2019. Esse estudo foi negativo para seu endopoint primário. &amp;nbsp; Uma pergunta a ser respondida é: O fato de existir um estudo randomizado negativo, muda sua conduta baseada em prática clínica? &amp;nbsp; Não perca a discussão desse paper e saiba mais sobre preparo de cólon e seu real impacto em morbi mortalidade pós-operatória. ..... Sejam bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi ..... Tenha acesso ao paper na íntegra através no link: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31269-3/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#59 - PROSPER Trial – Enzalutamida e Sobrevida em pacientes com câncer de próstata não metastáticos resistentes a castração</title>
            <description><![CDATA[  <p>	Resultados preliminares em outros estudos mostraram que a enzalutamida melhorou significativamente a sobrevida livre de metástases em homens que tinham câncer de próstata não metastático e resistente à castração. Com o objetivo de avaliar a Sobrevida Livre de Doença e Global nesses pacientes, o PROSPER Trial foi um estudo fase III, duplo-cego, que avaliou o uso da Enzalutamida vs. Placebo nesses pacientes.</p><p>	Esse estudo foi positivo para seus <em>endpoints</em> primário e secundário, mas às custas de maiores efeitos colaterais, onde os pacientes do grupo intervenção tiveram uma SG de 67 meses comparados com 56,3 meses do grupo placebo. Mas, e como trazemos esse uso para nossa prática? A utilização de PET PMSA muda algo nesse cenário?</p><p>	Saiba disso e muito mais neste episódio!</p><p>	Sejam muito bem-vindos a mais um Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2003892" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2003892</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>	Resultados preliminares em outros estudos mostraram que a enzalutamida melhorou significativamente a sobrevida livre de metástases em homens que tinham câncer de próstata não metastático e resistente à castração. Com o objetivo de avaliar a Sobrevida Livre de Doença e Global nesses pacientes, o PROSPER Trial foi um estudo fase III, duplo-cego, que avaliou o uso da Enzalutamida vs. Placebo nesses pacientes.</p><p>	Esse estudo foi positivo para seus <em>endpoints</em> primário e secundário, mas às custas de maiores efeitos colaterais, onde os pacientes do grupo intervenção tiveram uma SG de 67 meses comparados com 56,3 meses do grupo placebo. Mas, e como trazemos esse uso para nossa prática? A utilização de PET PMSA muda algo nesse cenário?</p><p>	Saiba disso e muito mais neste episódio!</p><p>	Sejam muito bem-vindos a mais um Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2003892" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2003892</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>	Resultados preliminares em outros estudos mostraram que a enzalutamida melhorou significativamente a sobrevida livre de metástases em homens que tinham câncer de próstata não metastático e resistente à castração. Com o objetivo de avaliar a Sobrevida Livre de Doença e Global nesses pacientes, o PROSPER Trial foi um estudo fase III, duplo-cego, que avaliou o uso da Enzalutamida vs. Placebo nesses pacientes.	Esse estudo foi positivo para seus endpoints primário e secundário, mas às custas de maiores efeitos colaterais, onde os pacientes do grupo intervenção tiveram uma SG de 67 meses comparados com 56,3 meses do grupo placebo. Mas, e como trazemos esse uso para nossa prática? A utilização de PET PMSA muda algo nesse cenário?	Saiba disso e muito mais neste episódio!	Sejam muito bem-vindos a mais um Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2003892</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 15 Jul 2020 15:47:51 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Resultados preliminares em outros estudos mostraram que a enzalutamida melhorou significativamente a sobrevida livre de metástases em homens que tinham câncer de próstata não metastático e resistente à castração. Com o objetivo de avaliar a Sobrevida Livre de Doença e Global nesses pacientes, o PROSPER Trial foi um estudo fase III, duplo-cego, que avaliou o uso da Enzalutamida vs. Placebo nesses pacientes. Esse estudo foi positivo para seus endpoints primário e secundário, mas às custas de maiores efeitos colaterais, onde os pacientes do grupo intervenção tiveram uma SG de 67 meses comparados com 56,3 meses do grupo placebo. Mas, e como trazemos esse uso para nossa prática? A utilização de PET PMSA muda algo nesse cenário? Saiba disso e muito mais neste episódio! Sejam muito bem-vindos a mais um Clinical Papers Podcast Urologia! Com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot! Para saber mais sobre o paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2003892</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#58 - QOL - Qualidade de Vida em pacientes com câncer de colo de útero após histerectomia aberta vs. minimamente invasiva (análise secundária do LACC Trial)</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos uma análise secundária do LACC <em>Trial</em> (já discutido no episódio 39) onde os autores relatam os dados de qualidade de vida entre os grupos Cirurgia Minimamente Invasiva <em>vs.</em> Cirurgia Aberta para o tratamento dos tumores de colo de útero iniciais. Foram aplicados alguns questionários de qualidade de vida, como o FACT-Cx, em vários momentos: antes da cirurgia, entre 1 e 6 semanas, entre 3 e 6 meses após a cirurgia. O Estudo concluiu que não há benefício em qualidade de vida para as pacientes que foram submetidas a laparoscopia ou cirurgia robótica.</p><p>&nbsp;</p><p>Reitan Ribeiro foi um dos autores desse estudo recentemente publicado na LANCET Oncology agora em 2020, e juntamente com Ranyell Spencer e Adalberto Rios, vai falar das dificuldades enfrentadas e de suas impressões clínicas sobre o tema.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o tema, leia o artigo através do link</p><p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470204520300814" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470204520300814</a><strong>&nbsp;﻿</strong></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos uma análise secundária do LACC <em>Trial</em> (já discutido no episódio 39) onde os autores relatam os dados de qualidade de vida entre os grupos Cirurgia Minimamente Invasiva <em>vs.</em> Cirurgia Aberta para o tratamento dos tumores de colo de útero iniciais. Foram aplicados alguns questionários de qualidade de vida, como o FACT-Cx, em vários momentos: antes da cirurgia, entre 1 e 6 semanas, entre 3 e 6 meses após a cirurgia. O Estudo concluiu que não há benefício em qualidade de vida para as pacientes que foram submetidas a laparoscopia ou cirurgia robótica.</p><p>&nbsp;</p><p>Reitan Ribeiro foi um dos autores desse estudo recentemente publicado na LANCET Oncology agora em 2020, e juntamente com Ranyell Spencer e Adalberto Rios, vai falar das dificuldades enfrentadas e de suas impressões clínicas sobre o tema.</p><p>&nbsp;</p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o tema, leia o artigo através do link</p><p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470204520300814" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470204520300814</a><strong>&nbsp;﻿</strong></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos uma análise secundária do LACC Trial (já discutido no episódio 39) onde os autores relatam os dados de qualidade de vida entre os grupos Cirurgia Minimamente Invasiva vs. Cirurgia Aberta para o tratamento dos tumores de colo de útero iniciais. Foram aplicados alguns questionários de qualidade de vida, como o FACT-Cx, em vários momentos: antes da cirurgia, entre 1 e 6 semanas, entre 3 e 6 meses após a cirurgia. O Estudo concluiu que não há benefício em qualidade de vida para as pacientes que foram submetidas a laparoscopia ou cirurgia robótica. Reitan Ribeiro foi um dos autores desse estudo recentemente publicado na LANCET Oncology agora em 2020, e juntamente com Ranyell Spencer e Adalberto Rios, vai falar das dificuldades enfrentadas e de suas impressões clínicas sobre o tema. Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o tema, leia o artigo através do linkhttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470204520300814 ﻿</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 11 Jul 2020 09:30:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos uma análise secundária do LACC Trial (já discutido no episódio 39) onde os autores relatam os dados de qualidade de vida entre os grupos Cirurgia Minimamente Invasiva vs. Cirurgia Aberta para o tratamento dos tumores de colo de útero iniciais. Foram aplicados alguns questionários de qualidade de vida, como o FACT-Cx, em vários momentos: antes da cirurgia, entre 1 e 6 semanas, entre 3 e 6 meses após a cirurgia. O Estudo concluiu que não há benefício em qualidade de vida para as pacientes que foram submetidas a laparoscopia ou cirurgia robótica. &amp;nbsp; Reitan Ribeiro foi um dos autores desse estudo recentemente publicado na LANCET Oncology agora em 2020, e juntamente com Ranyell Spencer e Adalberto Rios, vai falar das dificuldades enfrentadas e de suas impressões clínicas sobre o tema. &amp;nbsp; Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o tema, leia o artigo através do link https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470204520300814&amp;nbsp;﻿</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#57 - STAMPEDE - Radioterapia no tumor primário, em pacientes com câncer de próstata metastático recém diagnosticado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com base em estudos anteriores, surgiu a hipótese de quê a radioterapia prostática melhoraria a sobrevida global em homens com doença metastática, mais ainda em pacientes com baixa carga de doença.</p><p>A ideia então era a de comparar o tratamento padrão para câncer de próstata metastático, com e sem radioterapia.</p><p>Esse é o braço H do estudo STAMPEDE, publicado em dezembro de 2018, onde os pacientes com câncer de próstata metastático recém diagnosticados, foram recrutados de 117 hospitais na Suíça e no Reino Unido. Apesar de não mostrar um benefício de sobrevida global, os pacientes com baixa carga de doença tiveram um ganho sobrevida livre de doença (HR 0.76 P&lt;.0001).</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia, com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p><br></p><p>Para ter acesso na íntegra ao artigo, acesse: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32486-3/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32486-3/fulltext</a></p><p><br></p><p>#STAMPEDE #radioterapia #prostata #urologia #clinicalpaperspodcast #metastase #cancer</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com base em estudos anteriores, surgiu a hipótese de quê a radioterapia prostática melhoraria a sobrevida global em homens com doença metastática, mais ainda em pacientes com baixa carga de doença.</p><p>A ideia então era a de comparar o tratamento padrão para câncer de próstata metastático, com e sem radioterapia.</p><p>Esse é o braço H do estudo STAMPEDE, publicado em dezembro de 2018, onde os pacientes com câncer de próstata metastático recém diagnosticados, foram recrutados de 117 hospitais na Suíça e no Reino Unido. Apesar de não mostrar um benefício de sobrevida global, os pacientes com baixa carga de doença tiveram um ganho sobrevida livre de doença (HR 0.76 P&lt;.0001).</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia, com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!</p><p><br></p><p>Para ter acesso na íntegra ao artigo, acesse: <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32486-3/fulltext" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32486-3/fulltext</a></p><p><br></p><p>#STAMPEDE #radioterapia #prostata #urologia #clinicalpaperspodcast #metastase #cancer</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com base em estudos anteriores, surgiu a hipótese de quê a radioterapia prostática melhoraria a sobrevida global em homens com doença metastática, mais ainda em pacientes com baixa carga de doença.A ideia então era a de comparar o tratamento padrão para câncer de próstata metastático, com e sem radioterapia.Esse é o braço H do estudo STAMPEDE, publicado em dezembro de 2018, onde os pacientes com câncer de próstata metastático recém diagnosticados, foram recrutados de 117 hospitais na Suíça e no Reino Unido. Apesar de não mostrar um benefício de sobrevida global, os pacientes com baixa carga de doença tiveram um ganho sobrevida livre de doença (HR 0.76 P&lt;.0001).Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia, com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot!Para ter acesso na íntegra ao artigo, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32486-3/fulltext#STAMPEDE #radioterapia #prostata #urologia #clinicalpaperspodcast #metastase #cancer</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 03 Jul 2020 23:26:11 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com base em estudos anteriores, surgiu a hipótese de quê a radioterapia prostática melhoraria a sobrevida global em homens com doença metastática, mais ainda em pacientes com baixa carga de doença. A ideia então era a de comparar o tratamento padrão para câncer de próstata metastático, com e sem radioterapia. Esse é o braço H do estudo STAMPEDE, publicado em dezembro de 2018, onde os pacientes com câncer de próstata metastático recém diagnosticados, foram recrutados de 117 hospitais na Suíça e no Reino Unido. Apesar de não mostrar um benefício de sobrevida global, os pacientes com baixa carga de doença tiveram um ganho sobrevida livre de doença (HR 0.76 P&amp;lt;.0001). Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast Urologia, com Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot! Para ter acesso na íntegra ao artigo, acesse: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32486-3/fulltext #STAMPEDE #radioterapia #prostata #urologia #clinicalpaperspodcast #metastase #cancer</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#56 - Fenômeno Will Rogers - "Viés de migração de estágio"</title>
            <description><![CDATA[  <p>O que tem a ver um comediante americano nascido em 1879 (Will Rogers) com o Dr. Alvan Feinstein (grande médico e cientista) que, em 1985, publicou um dos papers mais interessantes e inteligentes de toda a história da oncologia?</p><p>O Dr. Alvan estudou um fenômeno, que ele mesmo intitulou de "Fenômeno Will Rogers", onde percebeu que recolocando pacientes com câncer de pulmão em seus devidos estadiamentos, agora com métodos mais criteriosos e novos exames de imagem, a sobrevida por estágio era melhor, sem, no entanto, melhorar a sobrevida global como um todo.</p><p>Esse é um episódio mais descontraído, onde Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Carlos Dzik comentam o fenômeno além de outros como o viés de "lead time", sempre fazendo um paralelo com a atualidade.</p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do clinical papers podcast.</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4000199/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4000199/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O que tem a ver um comediante americano nascido em 1879 (Will Rogers) com o Dr. Alvan Feinstein (grande médico e cientista) que, em 1985, publicou um dos papers mais interessantes e inteligentes de toda a história da oncologia?</p><p>O Dr. Alvan estudou um fenômeno, que ele mesmo intitulou de "Fenômeno Will Rogers", onde percebeu que recolocando pacientes com câncer de pulmão em seus devidos estadiamentos, agora com métodos mais criteriosos e novos exames de imagem, a sobrevida por estágio era melhor, sem, no entanto, melhorar a sobrevida global como um todo.</p><p>Esse é um episódio mais descontraído, onde Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Carlos Dzik comentam o fenômeno além de outros como o viés de "lead time", sempre fazendo um paralelo com a atualidade.</p><p>Sejam bem vindos a mais um episódio do clinical papers podcast.</p><p>Para saber mais sobre o paper, acesse: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4000199/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4000199/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O que tem a ver um comediante americano nascido em 1879 (Will Rogers) com o Dr. Alvan Feinstein (grande médico e cientista) que, em 1985, publicou um dos papers mais interessantes e inteligentes de toda a história da oncologia?O Dr. Alvan estudou um fenômeno, que ele mesmo intitulou de "Fenômeno Will Rogers", onde percebeu que recolocando pacientes com câncer de pulmão em seus devidos estadiamentos, agora com métodos mais criteriosos e novos exames de imagem, a sobrevida por estágio era melhor, sem, no entanto, melhorar a sobrevida global como um todo.Esse é um episódio mais descontraído, onde Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Carlos Dzik comentam o fenômeno além de outros como o viés de "lead time", sempre fazendo um paralelo com a atualidade.Sejam bem vindos a mais um episódio do clinical papers podcast.Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4000199/</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 27 Jun 2020 12:12:33 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O que tem a ver um comediante americano nascido em 1879 (Will Rogers) com o Dr. Alvan Feinstein (grande médico e cientista) que, em 1985, publicou um dos papers mais interessantes e inteligentes de toda a história da oncologia? O Dr. Alvan estudou um fenômeno, que ele mesmo intitulou de "Fenômeno Will Rogers", onde percebeu que recolocando pacientes com câncer de pulmão em seus devidos estadiamentos, agora com métodos mais criteriosos e novos exames de imagem, a sobrevida por estágio era melhor, sem, no entanto, melhorar a sobrevida global como um todo. Esse é um episódio mais descontraído, onde Ranyell Spencer, Tiago Biachi e Carlos Dzik comentam o fenômeno além de outros como o viés de "lead time", sempre fazendo um paralelo com a atualidade. Sejam bem vindos a mais um episódio do clinical papers podcast. Para saber mais sobre o paper, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/4000199/</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#55 - Citorredução Secundária na Recorrência do Câncer de Ovário</title>
            <description><![CDATA[  <p>A chamada Cirurgia Citorredutora é muito utilizada para pacientes com câncer de ovário. Existe uma dúvida sobre o papel dessa cirurgia nos casos de recorrência nas mulheres consideradas “platina sensíveis”. A falta de estudos fase III fizeram com que o grupo do MD Anderson (EUA) tentasse responder a essa pergunta.</p><p>Este é o Primeiro episódio oficial do Clinical Papers Ginecologia, onde o nosso novo componente, o Dr Reitan Ribeiro, fará uma discussão mais detalhada desse estudo.</p><p>Foram quase 500 pacientes randomizados entre fazer cirurgia ou QT após recaída. Esse foi um estudo considerado negativo, contestado recentemente na ASCO 2020. Vale muito a pena ouvir esse episódio!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1902626" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1902626</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A chamada Cirurgia Citorredutora é muito utilizada para pacientes com câncer de ovário. Existe uma dúvida sobre o papel dessa cirurgia nos casos de recorrência nas mulheres consideradas “platina sensíveis”. A falta de estudos fase III fizeram com que o grupo do MD Anderson (EUA) tentasse responder a essa pergunta.</p><p>Este é o Primeiro episódio oficial do Clinical Papers Ginecologia, onde o nosso novo componente, o Dr Reitan Ribeiro, fará uma discussão mais detalhada desse estudo.</p><p>Foram quase 500 pacientes randomizados entre fazer cirurgia ou QT após recaída. Esse foi um estudo considerado negativo, contestado recentemente na ASCO 2020. Vale muito a pena ouvir esse episódio!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi!</p><p>&nbsp;</p><p>Para saber mais sobre o paper acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1902626" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1902626</a></p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Fri, 19 Jun 2020 18:35:19 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A chamada Cirurgia Citorredutora é muito utilizada para pacientes com câncer de ovário. Existe uma dúvida sobre o papel dessa cirurgia nos casos de recorrência nas mulheres consideradas “platina sensíveis”. A falta de estudos fase III fizeram com que o grupo do MD Anderson (EUA) tentasse responder a essa pergunta. Este é o Primeiro episódio oficial do Clinical Papers Ginecologia, onde o nosso novo componente, o Dr Reitan Ribeiro, fará uma discussão mais detalhada desse estudo. Foram quase 500 pacientes randomizados entre fazer cirurgia ou QT após recaída. Esse foi um estudo considerado negativo, contestado recentemente na ASCO 2020. Vale muito a pena ouvir esse episódio! Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi! &amp;nbsp; Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1902626</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#54 - Câncer de Próstata - Associação entre PSA prévio a RT de resgate e Sobrevida com a adição de terapia antiandrogênica de longo prazo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Homens com recorrência bioquímica de câncer de próstata são tratados geralmente com RT em associação com terapia anti-androgênica (TAA). “HOWEVER” esse tratamento tem morbidades e não há marcadores bioquímicos que identificam os pacientes que mais se beneficiariam dessa associação.</p><p>Há cerca de três anos, foi publicado um grande estudo que randomizou mais de 700 pacientes entre receber ou não TAA durante o tratamento com RT.&nbsp;</p><p>Neste episódio os colegas Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot (os mais novos componentes da equipe!) irão discutir um paper publicado na JAMA Oncol agora em março de 2020, derivado do RTOG 9601 (os quatro primeiros números do telefone do Korkes), que examina o papel dos níveis de PSA pré RT/TAA e sua relação com sobrevida.</p><p>Uma dica: um dos grandes problemas dessa terapia foi a dose utilizada da bicalutamida: 150mg/d durante 2 anos!</p><p>Sejam muito bem-vindos ao episódio #54 OU episódio #01 do Clinical Papers UROLOGIA!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Homens com recorrência bioquímica de câncer de próstata são tratados geralmente com RT em associação com terapia anti-androgênica (TAA). “HOWEVER” esse tratamento tem morbidades e não há marcadores bioquímicos que identificam os pacientes que mais se beneficiariam dessa associação.</p><p>Há cerca de três anos, foi publicado um grande estudo que randomizou mais de 700 pacientes entre receber ou não TAA durante o tratamento com RT.&nbsp;</p><p>Neste episódio os colegas Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot (os mais novos componentes da equipe!) irão discutir um paper publicado na JAMA Oncol agora em março de 2020, derivado do RTOG 9601 (os quatro primeiros números do telefone do Korkes), que examina o papel dos níveis de PSA pré RT/TAA e sua relação com sobrevida.</p><p>Uma dica: um dos grandes problemas dessa terapia foi a dose utilizada da bicalutamida: 150mg/d durante 2 anos!</p><p>Sejam muito bem-vindos ao episódio #54 OU episódio #01 do Clinical Papers UROLOGIA!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Homens com recorrência bioquímica de câncer de próstata são tratados geralmente com RT em associação com terapia anti-androgênica (TAA). “HOWEVER” esse tratamento tem morbidades e não há marcadores bioquímicos que identificam os pacientes que mais se beneficiariam dessa associação.Há cerca de três anos, foi publicado um grande estudo que randomizou mais de 700 pacientes entre receber ou não TAA durante o tratamento com RT. Neste episódio os colegas Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot (os mais novos componentes da equipe!) irão discutir um paper publicado na JAMA Oncol agora em março de 2020, derivado do RTOG 9601 (os quatro primeiros números do telefone do Korkes), que examina o papel dos níveis de PSA pré RT/TAA e sua relação com sobrevida.Uma dica: um dos grandes problemas dessa terapia foi a dose utilizada da bicalutamida: 150mg/d durante 2 anos!Sejam muito bem-vindos ao episódio #54 OU episódio #01 do Clinical Papers UROLOGIA!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 13 Jun 2020 11:19:40 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Homens com recorrência bioquímica de câncer de próstata são tratados geralmente com RT em associação com terapia anti-androgênica (TAA). “HOWEVER” esse tratamento tem morbidades e não há marcadores bioquímicos que identificam os pacientes que mais se beneficiariam dessa associação. Há cerca de três anos, foi publicado um grande estudo que randomizou mais de 700 pacientes entre receber ou não TAA durante o tratamento com RT.&amp;nbsp; Neste episódio os colegas Carlos Dzik, Fernando Korkes e Rodrigo Hanriot (os mais novos componentes da equipe!) irão discutir um paper publicado na JAMA Oncol agora em março de 2020, derivado do RTOG 9601 (os quatro primeiros números do telefone do Korkes), que examina o papel dos níveis de PSA pré RT/TAA e sua relação com sobrevida. Uma dica: um dos grandes problemas dessa terapia foi a dose utilizada da bicalutamida: 150mg/d durante 2 anos! Sejam muito bem-vindos ao episódio #54 OU episódio #01 do Clinical Papers UROLOGIA!</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#53 - IMbrave 150 - Atezolizumabe e Bevacizumabe em pacientes com HCC irressecável</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio o Dr. Allan Pereira, juntamente com o Tiago Biacci, irão comentar um recente estudo do grupo IMbrave 150, publicado na NEJM agora agora em maio de 2020.</p><p>Esse é um estudo fase III multicêntrico que randomizou mais de 500 pacientes com HCC localmente avançado, irressecável ou metastático para receber sorafenibe (o que é considerado como tratamento padrão) vs. a combinação de atezolizumabe e bevacizumabe, um inibidor de check point imune com um antiangiogênico. Esse estudo foi positivo em seus dois desfechos co-primários, tanto sobre vida global quanto e sobrevida livre de progressão com uma mediana de 6.8 vs. 4.3 meses a favor do braço intervenção</p><p><br></p><p>A pergunta é: Será que você deve mudar sua prática clínica já, com base nesse estudo?</p><p><br></p><p>Pra saber disso e muito mais eu convido você a acompanhar o mais este episódio do nosso Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para ter acesso ao paper, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa1915745" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa1915745</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio o Dr. Allan Pereira, juntamente com o Tiago Biacci, irão comentar um recente estudo do grupo IMbrave 150, publicado na NEJM agora agora em maio de 2020.</p><p>Esse é um estudo fase III multicêntrico que randomizou mais de 500 pacientes com HCC localmente avançado, irressecável ou metastático para receber sorafenibe (o que é considerado como tratamento padrão) vs. a combinação de atezolizumabe e bevacizumabe, um inibidor de check point imune com um antiangiogênico. Esse estudo foi positivo em seus dois desfechos co-primários, tanto sobre vida global quanto e sobrevida livre de progressão com uma mediana de 6.8 vs. 4.3 meses a favor do braço intervenção</p><p><br></p><p>A pergunta é: Será que você deve mudar sua prática clínica já, com base nesse estudo?</p><p><br></p><p>Pra saber disso e muito mais eu convido você a acompanhar o mais este episódio do nosso Clinical Papers Podcast!</p><p><br></p><p>Para ter acesso ao paper, acesse: <a href="https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa1915745" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa1915745</a></p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Sat, 06 Jun 2020 16:05:02 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio o Dr. Allan Pereira, juntamente com o Tiago Biacci, irão comentar um recente estudo do grupo IMbrave 150, publicado na NEJM agora agora em maio de 2020. Esse é um estudo fase III multicêntrico que randomizou mais de 500 pacientes com HCC localmente avançado, irressecável ou metastático para receber sorafenibe (o que é considerado como tratamento padrão) vs. a combinação de atezolizumabe e bevacizumabe, um inibidor de check point imune com um antiangiogênico. Esse estudo foi positivo em seus dois desfechos co-primários, tanto sobre vida global quanto e sobrevida livre de progressão com uma mediana de 6.8 vs. 4.3 meses a favor do braço intervenção A pergunta é: Será que você deve mudar sua prática clínica já, com base nesse estudo? Pra saber disso e muito mais eu convido você a acompanhar o mais este episódio do nosso Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper, acesse: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa1915745</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#52 - QT neoadjuvante ou cirurgia "up front" para câncer de ovário EC IIIC ou IV</title>
            <description><![CDATA[  <p>Há cerca de 10 anos, um importante estudo foi publicado na revista NEJM, comparando o uso de QT neoadjuvante vs. cirurgia "up front" para tumores de ovário metastáticos para o peritônio (IIIc ou IV). Esse foi um estudo de não inferioridade positivo.</p><p>Por mais que pareça antigo, esse paper ainda é de extrema relevância na literatura.</p><p>Não perca este episódio com o Dr. Reitan Ribeiro, aprenda mais sobre essa doença e ouça também a discussão sobre estudos de não inferioridade em um clima extremamente leve e proveitoso.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.</p><p><br></p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa0908806</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Há cerca de 10 anos, um importante estudo foi publicado na revista NEJM, comparando o uso de QT neoadjuvante vs. cirurgia "up front" para tumores de ovário metastáticos para o peritônio (IIIc ou IV). Esse foi um estudo de não inferioridade positivo.</p><p>Por mais que pareça antigo, esse paper ainda é de extrema relevância na literatura.</p><p>Não perca este episódio com o Dr. Reitan Ribeiro, aprenda mais sobre essa doença e ouça também a discussão sobre estudos de não inferioridade em um clima extremamente leve e proveitoso.</p><p><br></p><p>Sejam bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.</p><p><br></p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa0908806</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Há cerca de 10 anos, um importante estudo foi publicado na revista NEJM, comparando o uso de QT neoadjuvante vs. cirurgia "up front" para tumores de ovário metastáticos para o peritônio (IIIc ou IV). Esse foi um estudo de não inferioridade positivo.Por mais que pareça antigo, esse paper ainda é de extrema relevância na literatura.Não perca este episódio com o Dr. Reitan Ribeiro, aprenda mais sobre essa doença e ouça também a discussão sobre estudos de não inferioridade em um clima extremamente leve e proveitoso.Sejam bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa0908806</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 31 May 2020 13:02:34 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Há cerca de 10 anos, um importante estudo foi publicado na revista NEJM, comparando o uso de QT neoadjuvante vs. cirurgia "up front" para tumores de ovário metastáticos para o peritônio (IIIc ou IV). Esse foi um estudo de não inferioridade positivo. Por mais que pareça antigo, esse paper ainda é de extrema relevância na literatura. Não perca este episódio com o Dr. Reitan Ribeiro, aprenda mais sobre essa doença e ouça também a discussão sobre estudos de não inferioridade em um clima extremamente leve e proveitoso. Sejam bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Para ler o paper na íntegra, acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa0908806</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#51 - ESOPRESSO - Papel da esofagectomia após resposta completa para CEC de esôfago</title>
            <description><![CDATA[  <p>O CEC de esôfago é um tumor relacionado a uso de cigarro e álcool. Sabe-se que esse tumor responde muito bem ao tratamento com RT/QT, com taxas de resposta patológica que podem chegar a 50%.</p><p>A dúvida é se há a necessidade de cirurgia logo após a neoadjuvância com RT/QT, assumindo o risco de operar pacientes que não têm mais tumor na peça cirúrgica, ou se podemos esperar, baseados em exames "preditores de resposta", para operar apenas os casos que recaírem.</p><p>Esse foi o objetivo do grupo coreano, que publicou esse estudo avaliando o papel do PET-CT como preditor de resposta patológica nesse cenário.</p><p>Mesmo com um problema enorme de recrutamento, os autores publicaram seus resultados na Anticancer Research em agosto de 2019. Vamos juntos discutir conosco os problemas desse paper!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.</p><p><br></p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28179343/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28179343/</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O CEC de esôfago é um tumor relacionado a uso de cigarro e álcool. Sabe-se que esse tumor responde muito bem ao tratamento com RT/QT, com taxas de resposta patológica que podem chegar a 50%.</p><p>A dúvida é se há a necessidade de cirurgia logo após a neoadjuvância com RT/QT, assumindo o risco de operar pacientes que não têm mais tumor na peça cirúrgica, ou se podemos esperar, baseados em exames "preditores de resposta", para operar apenas os casos que recaírem.</p><p>Esse foi o objetivo do grupo coreano, que publicou esse estudo avaliando o papel do PET-CT como preditor de resposta patológica nesse cenário.</p><p>Mesmo com um problema enorme de recrutamento, os autores publicaram seus resultados na Anticancer Research em agosto de 2019. Vamos juntos discutir conosco os problemas desse paper!</p><p><br></p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.</p><p><br></p><p>Para ler o paper na íntegra, acesse: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28179343/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28179343/</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O CEC de esôfago é um tumor relacionado a uso de cigarro e álcool. Sabe-se que esse tumor responde muito bem ao tratamento com RT/QT, com taxas de resposta patológica que podem chegar a 50%.A dúvida é se há a necessidade de cirurgia logo após a neoadjuvância com RT/QT, assumindo o risco de operar pacientes que não têm mais tumor na peça cirúrgica, ou se podemos esperar, baseados em exames "preditores de resposta", para operar apenas os casos que recaírem.Esse foi o objetivo do grupo coreano, que publicou esse estudo avaliando o papel do PET-CT como preditor de resposta patológica nesse cenário.Mesmo com um problema enorme de recrutamento, os autores publicaram seus resultados na Anticancer Research em agosto de 2019. Vamos juntos discutir conosco os problemas desse paper!Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi.Para ler o paper na íntegra, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28179343/</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 22 May 2020 12:08:57 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O CEC de esôfago é um tumor relacionado a uso de cigarro e álcool. Sabe-se que esse tumor responde muito bem ao tratamento com RT/QT, com taxas de resposta patológica que podem chegar a 50%. A dúvida é se há a necessidade de cirurgia logo após a neoadjuvância com RT/QT, assumindo o risco de operar pacientes que não têm mais tumor na peça cirúrgica, ou se podemos esperar, baseados em exames "preditores de resposta", para operar apenas os casos que recaírem. Esse foi o objetivo do grupo coreano, que publicou esse estudo avaliando o papel do PET-CT como preditor de resposta patológica nesse cenário. Mesmo com um problema enorme de recrutamento, os autores publicaram seus resultados na Anticancer Research em agosto de 2019. Vamos juntos discutir conosco os problemas desse paper! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Para ler o paper na íntegra, acesse: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28179343/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#50 - Bloqueio do PD-1 em pacientes com deficiência de enzimas de reparo de DNA</title>
            <description><![CDATA[  <p>Como uma observação minuciosa pode mudar o curso das coisas!</p><p>Neste paper publicado na NEJM em 2015, os autores partiram da simples observação de que ao realizarem o bloqueio do PD-1 em um caso de paciente com câncer de cólon, mas com deficiência de gene de reparo de DNA, tinha causado uma excelente resposta clínica.</p><p>Este é um estudo fase II, não randomizado que avaliou essa estratégia com o uso de Pembrolizumab e comparou a resposta clínica entre pacintes proficientes da enzima vs. àqueles com deficiência nas enzimas de reparo do DNA, para tumores de cólon e outros gastrointestinais.</p><p>Aprenda mais sobre Imunoterapia e Oncogenética neste episódio!</p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1500596" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1500596</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Como uma observação minuciosa pode mudar o curso das coisas!</p><p>Neste paper publicado na NEJM em 2015, os autores partiram da simples observação de que ao realizarem o bloqueio do PD-1 em um caso de paciente com câncer de cólon, mas com deficiência de gene de reparo de DNA, tinha causado uma excelente resposta clínica.</p><p>Este é um estudo fase II, não randomizado que avaliou essa estratégia com o uso de Pembrolizumab e comparou a resposta clínica entre pacintes proficientes da enzima vs. àqueles com deficiência nas enzimas de reparo do DNA, para tumores de cólon e outros gastrointestinais.</p><p>Aprenda mais sobre Imunoterapia e Oncogenética neste episódio!</p><p>Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p><p>Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1500596" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1500596</a></p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Fri, 15 May 2020 12:59:23 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Como uma observação minuciosa pode mudar o curso das coisas! Neste paper publicado na NEJM em 2015, os autores partiram da simples observação de que ao realizarem o bloqueio do PD-1 em um caso de paciente com câncer de cólon, mas com deficiência de gene de reparo de DNA, tinha causado uma excelente resposta clínica. Este é um estudo fase II, não randomizado que avaliou essa estratégia com o uso de Pembrolizumab e comparou a resposta clínica entre pacintes proficientes da enzima vs. àqueles com deficiência nas enzimas de reparo do DNA, para tumores de cólon e outros gastrointestinais. Aprenda mais sobre Imunoterapia e Oncogenética neste episódio! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1500596</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#49 - GIST - Três vs. Um ano de Imatinibe adjuvante para GIST ressecado</title>
            <description><![CDATA[  <p>O tratamento com imatinibe para GIST (tumor do estroma gastrointestinal) estava em plena ascensão em 2012, ano que este paper foi publicado na revista JAMA. A dúvida era se o seu uso por mais tempo (3 vs. 1 ano) em um cenário adjuvante tinha melhores resultados, tendo em vista o benefício comprovado em um estudo prévio publicado em 2009.</p><p>Com um resultado extremamente positivo, este paper é um clássico e sempre deve estar nas suas aulas sobre o tema.</p><p>Você não pode perder este episódio. Aprenda também sobre imunoistoquímica e entenda mais sobre essa doença que, apesar de rara, tem um tratamento todo especial.</p><p>Seja bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast, com Ranyell Spencer e Tiago Biacci.</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O tratamento com imatinibe para GIST (tumor do estroma gastrointestinal) estava em plena ascensão em 2012, ano que este paper foi publicado na revista JAMA. A dúvida era se o seu uso por mais tempo (3 vs. 1 ano) em um cenário adjuvante tinha melhores resultados, tendo em vista o benefício comprovado em um estudo prévio publicado em 2009.</p><p>Com um resultado extremamente positivo, este paper é um clássico e sempre deve estar nas suas aulas sobre o tema.</p><p>Você não pode perder este episódio. Aprenda também sobre imunoistoquímica e entenda mais sobre essa doença que, apesar de rara, tem um tratamento todo especial.</p><p>Seja bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast, com Ranyell Spencer e Tiago Biacci.</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O tratamento com imatinibe para GIST (tumor do estroma gastrointestinal) estava em plena ascensão em 2012, ano que este paper foi publicado na revista JAMA. A dúvida era se o seu uso por mais tempo (3 vs. 1 ano) em um cenário adjuvante tinha melhores resultados, tendo em vista o benefício comprovado em um estudo prévio publicado em 2009.Com um resultado extremamente positivo, este paper é um clássico e sempre deve estar nas suas aulas sobre o tema.Você não pode perder este episódio. Aprenda também sobre imunoistoquímica e entenda mais sobre essa doença que, apesar de rara, tem um tratamento todo especial.Seja bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast, com Ranyell Spencer e Tiago Biacci.</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 08 May 2020 18:47:34 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O tratamento com imatinibe para GIST (tumor do estroma gastrointestinal) estava em plena ascensão em 2012, ano que este paper foi publicado na revista JAMA. A dúvida era se o seu uso por mais tempo (3 vs. 1 ano) em um cenário adjuvante tinha melhores resultados, tendo em vista o benefício comprovado em um estudo prévio publicado em 2009. Com um resultado extremamente positivo, este paper é um clássico e sempre deve estar nas suas aulas sobre o tema. Você não pode perder este episódio. Aprenda também sobre imunoistoquímica e entenda mais sobre essa doença que, apesar de rara, tem um tratamento todo especial. Seja bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast, com Ranyell Spencer e Tiago Biacci.</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#48 - Vias Livres de COVID - Live 25/04/2020</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio, nós do Clinical Papers Podcast compartilhamos o áudio de uma live feita no dia 25/04/2020 sobre o tema "VIAS LIVRES DE COVID". Juntamente com o colega Reitan Ribeiro discutimos os insights do documento feito pela SBCO - Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica no qual, o Reitan juntamente com a Diretoria participaram ativamente.</p><p><br></p><p>Aprenda sobre:</p><p>- O que são VIAS LIVRES DE COVID;</p><p>- Como se preparar para atender casos oncológicos em meio a pandemia;</p><p>- Benefícios com a adoção dessa prática;</p><p>- Pontos chave para implementação das Vias Livres de COVID no seu hospital ou clínica;</p><p><br></p><p>👉 Faça parte da comunidade no Instagram do @clpapers.</p><p><br></p><p>👉 Tenha acesso ao documento na íntegra pelo site:</p><p>https://www.sbco.org.br/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio, nós do Clinical Papers Podcast compartilhamos o áudio de uma live feita no dia 25/04/2020 sobre o tema "VIAS LIVRES DE COVID". Juntamente com o colega Reitan Ribeiro discutimos os insights do documento feito pela SBCO - Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica no qual, o Reitan juntamente com a Diretoria participaram ativamente.</p><p><br></p><p>Aprenda sobre:</p><p>- O que são VIAS LIVRES DE COVID;</p><p>- Como se preparar para atender casos oncológicos em meio a pandemia;</p><p>- Benefícios com a adoção dessa prática;</p><p>- Pontos chave para implementação das Vias Livres de COVID no seu hospital ou clínica;</p><p><br></p><p>👉 Faça parte da comunidade no Instagram do @clpapers.</p><p><br></p><p>👉 Tenha acesso ao documento na íntegra pelo site:</p><p>https://www.sbco.org.br/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio, nós do Clinical Papers Podcast compartilhamos o áudio de uma live feita no dia 25/04/2020 sobre o tema "VIAS LIVRES DE COVID". Juntamente com o colega Reitan Ribeiro discutimos os insights do documento feito pela SBCO - Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica no qual, o Reitan juntamente com a Diretoria participaram ativamente.Aprenda sobre:- O que são VIAS LIVRES DE COVID;- Como se preparar para atender casos oncológicos em meio a pandemia;- Benefícios com a adoção dessa prática;- Pontos chave para implementação das Vias Livres de COVID no seu hospital ou clínica;&#128073; Faça parte da comunidade no Instagram do @clpapers.&#128073; Tenha acesso ao documento na íntegra pelo site:https://www.sbco.org.br/</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 01 May 2020 09:49:36 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio, nós do Clinical Papers Podcast compartilhamos o áudio de uma live feita no dia 25/04/2020 sobre o tema "VIAS LIVRES DE COVID". Juntamente com o colega Reitan Ribeiro discutimos os insights do documento feito pela SBCO - Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica no qual, o Reitan juntamente com a Diretoria participaram ativamente. Aprenda sobre: - O que são VIAS LIVRES DE COVID; - Como se preparar para atender casos oncológicos em meio a pandemia; - Benefícios com a adoção dessa prática; - Pontos chave para implementação das Vias Livres de COVID no seu hospital ou clínica; &#128073; Faça parte da comunidade no Instagram do @clpapers. &#128073; Tenha acesso ao documento na íntegra pelo site: https://www.sbco.org.br/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#47 - Tratamento do H. Pylori em pacientes com história familiar de câncer gástrico</title>
            <description><![CDATA[  <p>A infecção por H. Pylori é conhecida como fator de risco para câncer gástrico em todo o mundo. No entanto, o papel de seu tratamento na redução de risco para esta neoplasia ainda é bastante estudado. O paper que discutimos neste episódio avalia a redução de risco em pacientes com história familiar de câncer gástrico quando submetidos ao tratamento dessa infecção. Este é um estudo feito em um único centro coreano, duplo cego, placebo controlado, publicado na NEJM ainda este ano de 2020, no qual um grupo de pesquisadores coreanos randomizaram mais de 1600 pacientes para receberem placebo vs. tratamento para H. Pylori por 7 dias. Com uma redução de mais de 50% de risco em desenvolver câncer gástrico, num seguimento de 9.2 anos, o estudo foi considerado positivo. Os resultados foram ainda melhores para os pacientes que negativaram a bactéria vs. para os que trataram e mantiveram a infecção. Não perca este episódio e saiba mais sobre a fisiopatologia do H. Pylori no câncer gástrico! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1909666</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A infecção por H. Pylori é conhecida como fator de risco para câncer gástrico em todo o mundo. No entanto, o papel de seu tratamento na redução de risco para esta neoplasia ainda é bastante estudado. O paper que discutimos neste episódio avalia a redução de risco em pacientes com história familiar de câncer gástrico quando submetidos ao tratamento dessa infecção. Este é um estudo feito em um único centro coreano, duplo cego, placebo controlado, publicado na NEJM ainda este ano de 2020, no qual um grupo de pesquisadores coreanos randomizaram mais de 1600 pacientes para receberem placebo vs. tratamento para H. Pylori por 7 dias. Com uma redução de mais de 50% de risco em desenvolver câncer gástrico, num seguimento de 9.2 anos, o estudo foi considerado positivo. Os resultados foram ainda melhores para os pacientes que negativaram a bactéria vs. para os que trataram e mantiveram a infecção. Não perca este episódio e saiba mais sobre a fisiopatologia do H. Pylori no câncer gástrico! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1909666</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A infecção por H. Pylori é conhecida como fator de risco para câncer gástrico em todo o mundo. No entanto, o papel de seu tratamento na redução de risco para esta neoplasia ainda é bastante estudado. O paper que discutimos neste episódio avalia a redução de risco em pacientes com história familiar de câncer gástrico quando submetidos ao tratamento dessa infecção. Este é um estudo feito em um único centro coreano, duplo cego, placebo controlado, publicado na NEJM ainda este ano de 2020, no qual um grupo de pesquisadores coreanos randomizaram mais de 1600 pacientes para receberem placebo vs. tratamento para H. Pylori por 7 dias. Com uma redução de mais de 50% de risco em desenvolver câncer gástrico, num seguimento de 9.2 anos, o estudo foi considerado positivo. Os resultados foram ainda melhores para os pacientes que negativaram a bactéria vs. para os que trataram e mantiveram a infecção. Não perca este episódio e saiba mais sobre a fisiopatologia do H. Pylori no câncer gástrico! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1909666</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 09 Apr 2020 19:26:42 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A infecção por H. Pylori é conhecida como fator de risco para câncer gástrico em todo o mundo. No entanto, o papel de seu tratamento na redução de risco para esta neoplasia ainda é bastante estudado. O paper que discutimos neste episódio avalia a redução de risco em pacientes com história familiar de câncer gástrico quando submetidos ao tratamento dessa infecção. Este é um estudo feito em um único centro coreano, duplo cego, placebo controlado, publicado na NEJM ainda este ano de 2020, no qual um grupo de pesquisadores coreanos randomizaram mais de 1600 pacientes para receberem placebo vs. tratamento para H. Pylori por 7 dias. Com uma redução de mais de 50% de risco em desenvolver câncer gástrico, num seguimento de 9.2 anos, o estudo foi considerado positivo. Os resultados foram ainda melhores para os pacientes que negativaram a bactéria vs. para os que trataram e mantiveram a infecção. Não perca este episódio e saiba mais sobre a fisiopatologia do H. Pylori no câncer gástrico! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast. Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1909666</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#46 - Regressão espontânea de Tumores Desmoides de parede abdominal</title>
            <description><![CDATA[  <p>Os tumores desmoides são considerados localmente agressivos mas sem capacidade de enviar metástases a distância. No entanto evoluem com altos índices de recidivas culminando em cirurgias extensas e até amputações de membros. Quando esses tumores ocorrem na parede abdominal, a cirurgia é mais factível e a pergunta que se faz é se essa cirurgia é realmente necessária. A Dra Sylvie Bonvalot é a primeira autora desse paper publicado na Annals of Surgical Oncology em 2013, onde questiona o papel da cirurgia mesmo nos casos de tumores desmoides de parede abdominal, tendo em vista altas taxas de regressão espontânea. Vamos aprender mais sobre essa doença com o Dr. Ranyell Spencer e Tiago Biacchi. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para acessar ao paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24052312</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Os tumores desmoides são considerados localmente agressivos mas sem capacidade de enviar metástases a distância. No entanto evoluem com altos índices de recidivas culminando em cirurgias extensas e até amputações de membros. Quando esses tumores ocorrem na parede abdominal, a cirurgia é mais factível e a pergunta que se faz é se essa cirurgia é realmente necessária. A Dra Sylvie Bonvalot é a primeira autora desse paper publicado na Annals of Surgical Oncology em 2013, onde questiona o papel da cirurgia mesmo nos casos de tumores desmoides de parede abdominal, tendo em vista altas taxas de regressão espontânea. Vamos aprender mais sobre essa doença com o Dr. Ranyell Spencer e Tiago Biacchi. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para acessar ao paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24052312</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Os tumores desmoides são considerados localmente agressivos mas sem capacidade de enviar metástases a distância. No entanto evoluem com altos índices de recidivas culminando em cirurgias extensas e até amputações de membros. Quando esses tumores ocorrem na parede abdominal, a cirurgia é mais factível e a pergunta que se faz é se essa cirurgia é realmente necessária. A Dra Sylvie Bonvalot é a primeira autora desse paper publicado na Annals of Surgical Oncology em 2013, onde questiona o papel da cirurgia mesmo nos casos de tumores desmoides de parede abdominal, tendo em vista altas taxas de regressão espontânea. Vamos aprender mais sobre essa doença com o Dr. Ranyell Spencer e Tiago Biacchi. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para acessar ao paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24052312</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 23 Mar 2020 12:37:24 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Os tumores desmoides são considerados localmente agressivos mas sem capacidade de enviar metástases a distância. No entanto evoluem com altos índices de recidivas culminando em cirurgias extensas e até amputações de membros. Quando esses tumores ocorrem na parede abdominal, a cirurgia é mais factível e a pergunta que se faz é se essa cirurgia é realmente necessária. A Dra Sylvie Bonvalot é a primeira autora desse paper publicado na Annals of Surgical Oncology em 2013, onde questiona o papel da cirurgia mesmo nos casos de tumores desmoides de parede abdominal, tendo em vista altas taxas de regressão espontânea. Vamos aprender mais sobre essa doença com o Dr. Ranyell Spencer e Tiago Biacchi. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para acessar ao paper na íntegra, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24052312</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#45 - Uso de QT "padrão" com doxo e ifo vs. QT por histologia para tratamento de sarcomas ressecados</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em mais uma semana da nossa imersão em sarcomas, vamos discutir esse paper publicado na Lancet Oncol em 2017. Um estudo fase III randomizado, que avaliou o uso perioperatório de QT para o tratamento de SPM de alto grau, localizados em extremidades e tronco. A hipótese era a de que o uso de uma quimioterapia mais específica para o tratamento de certos subtipos histológicos de sarcomas acarretaria em uma maior sobrevida quando comparada com a terapia "padrão" com doxorrubicina e ifosfamida. Com um resultado surpreendente, o estudo foi fechado precocemente e teve seus resultados publicados a partir de uma análise interina de futilidade. Já pode imaginar o que aconteceu certo!? Não perca mais um episódio do Clinical Papers Podcast com Ranyell Spencer e Tiago Biachi! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28499583</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em mais uma semana da nossa imersão em sarcomas, vamos discutir esse paper publicado na Lancet Oncol em 2017. Um estudo fase III randomizado, que avaliou o uso perioperatório de QT para o tratamento de SPM de alto grau, localizados em extremidades e tronco. A hipótese era a de que o uso de uma quimioterapia mais específica para o tratamento de certos subtipos histológicos de sarcomas acarretaria em uma maior sobrevida quando comparada com a terapia "padrão" com doxorrubicina e ifosfamida. Com um resultado surpreendente, o estudo foi fechado precocemente e teve seus resultados publicados a partir de uma análise interina de futilidade. Já pode imaginar o que aconteceu certo!? Não perca mais um episódio do Clinical Papers Podcast com Ranyell Spencer e Tiago Biachi! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28499583</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em mais uma semana da nossa imersão em sarcomas, vamos discutir esse paper publicado na Lancet Oncol em 2017. Um estudo fase III randomizado, que avaliou o uso perioperatório de QT para o tratamento de SPM de alto grau, localizados em extremidades e tronco. A hipótese era a de que o uso de uma quimioterapia mais específica para o tratamento de certos subtipos histológicos de sarcomas acarretaria em uma maior sobrevida quando comparada com a terapia "padrão" com doxorrubicina e ifosfamida. Com um resultado surpreendente, o estudo foi fechado precocemente e teve seus resultados publicados a partir de uma análise interina de futilidade. Já pode imaginar o que aconteceu certo!? Não perca mais um episódio do Clinical Papers Podcast com Ranyell Spencer e Tiago Biachi! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28499583</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 14 Mar 2020 11:44:39 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em mais uma semana da nossa imersão em sarcomas, vamos discutir esse paper publicado na Lancet Oncol em 2017. Um estudo fase III randomizado, que avaliou o uso perioperatório de QT para o tratamento de SPM de alto grau, localizados em extremidades e tronco. A hipótese era a de que o uso de uma quimioterapia mais específica para o tratamento de certos subtipos histológicos de sarcomas acarretaria em uma maior sobrevida quando comparada com a terapia "padrão" com doxorrubicina e ifosfamida. Com um resultado surpreendente, o estudo foi fechado precocemente e teve seus resultados publicados a partir de uma análise interina de futilidade. Já pode imaginar o que aconteceu certo!? Não perca mais um episódio do Clinical Papers Podcast com Ranyell Spencer e Tiago Biachi! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28499583</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#44 - 3 vs. 5 ciclos de QT em pacientes com sarcomas de alto grau: "RCT from Italian and Spanish group"</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em 2012 o grupo de pesquisadores da Itália e Espanha dedicado a sarcoma se reuniu para publicar os resultados do estudo randomizado que avaliou 3 vs. 5 ciclos de QT com doxorrubicina e ifosfamida para pacientes com sarcomas de alto grau de tronco e extremidades. A motivação desse estudo veio do fato de que muitos paciente não conseguem terminar 5 ciclos desse esquema tendo em vista sua toxicidade. Neste episódio nós do Clinical Papers tivemos como convidada a Dra. Veridiana Camargo, médica oncologista que engrandeceu a discussão com sua experiência no tema. Esse foi um estudo de não inferioridade publicado no J Clin Oncol e você pode acessá-lo pelo link:https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22312103 Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em 2012 o grupo de pesquisadores da Itália e Espanha dedicado a sarcoma se reuniu para publicar os resultados do estudo randomizado que avaliou 3 vs. 5 ciclos de QT com doxorrubicina e ifosfamida para pacientes com sarcomas de alto grau de tronco e extremidades. A motivação desse estudo veio do fato de que muitos paciente não conseguem terminar 5 ciclos desse esquema tendo em vista sua toxicidade. Neste episódio nós do Clinical Papers tivemos como convidada a Dra. Veridiana Camargo, médica oncologista que engrandeceu a discussão com sua experiência no tema. Esse foi um estudo de não inferioridade publicado no J Clin Oncol e você pode acessá-lo pelo link:https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22312103 Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em 2012 o grupo de pesquisadores da Itália e Espanha dedicado a sarcoma se reuniu para publicar os resultados do estudo randomizado que avaliou 3 vs. 5 ciclos de QT com doxorrubicina e ifosfamida para pacientes com sarcomas de alto grau de tronco e extremidades. A motivação desse estudo veio do fato de que muitos paciente não conseguem terminar 5 ciclos desse esquema tendo em vista sua toxicidade. Neste episódio nós do Clinical Papers tivemos como convidada a Dra. Veridiana Camargo, médica oncologista que engrandeceu a discussão com sua experiência no tema. Esse foi um estudo de não inferioridade publicado no J Clin Oncol e você pode acessá-lo pelo link:https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22312103 Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 07 Mar 2020 11:46:07 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em 2012 o grupo de pesquisadores da Itália e Espanha dedicado a sarcoma se reuniu para publicar os resultados do estudo randomizado que avaliou 3 vs. 5 ciclos de QT com doxorrubicina e ifosfamida para pacientes com sarcomas de alto grau de tronco e extremidades. A motivação desse estudo veio do fato de que muitos paciente não conseguem terminar 5 ciclos desse esquema tendo em vista sua toxicidade. Neste episódio nós do Clinical Papers tivemos como convidada a Dra. Veridiana Camargo, médica oncologista que engrandeceu a discussão com sua experiência no tema. Esse foi um estudo de não inferioridade publicado no J Clin Oncol e você pode acessá-lo pelo link:https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22312103 Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#43 - Metanálise - Uso de QT adjuvante para Sarcomas de Partes Moles</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em 1997 uma metanálise muito importante sobre o uso de QT adjuvante em sarcomas de partes moles (SPM) foi publicada: a famosa SMAC. Passaram-se 10 anos, e surgiu essa nova que atualizou os dados de estudos randomizados, mas, agora, com um esquema de QT mais atual. Publicada na renomada revista CANCER em 2008, esse estudo foi um marco em direção ao tratamento adjuvante atual dessa doença. Aproveite este episódio e aprenda mais sobre metanálise e seus detalhes estatísticos com nossa discussão. Aproveite também para revisar SPM: uma doença rara mas que afeta pacientes jovens em fase produtiva de vida. Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18521899</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em 1997 uma metanálise muito importante sobre o uso de QT adjuvante em sarcomas de partes moles (SPM) foi publicada: a famosa SMAC. Passaram-se 10 anos, e surgiu essa nova que atualizou os dados de estudos randomizados, mas, agora, com um esquema de QT mais atual. Publicada na renomada revista CANCER em 2008, esse estudo foi um marco em direção ao tratamento adjuvante atual dessa doença. Aproveite este episódio e aprenda mais sobre metanálise e seus detalhes estatísticos com nossa discussão. Aproveite também para revisar SPM: uma doença rara mas que afeta pacientes jovens em fase produtiva de vida. Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18521899</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em 1997 uma metanálise muito importante sobre o uso de QT adjuvante em sarcomas de partes moles (SPM) foi publicada: a famosa SMAC. Passaram-se 10 anos, e surgiu essa nova que atualizou os dados de estudos randomizados, mas, agora, com um esquema de QT mais atual. Publicada na renomada revista CANCER em 2008, esse estudo foi um marco em direção ao tratamento adjuvante atual dessa doença. Aproveite este episódio e aprenda mais sobre metanálise e seus detalhes estatísticos com nossa discussão. Aproveite também para revisar SPM: uma doença rara mas que afeta pacientes jovens em fase produtiva de vida. Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18521899</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 29 Feb 2020 09:50:57 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em 1997 uma metanálise muito importante sobre o uso de QT adjuvante em sarcomas de partes moles (SPM) foi publicada: a famosa SMAC. Passaram-se 10 anos, e surgiu essa nova que atualizou os dados de estudos randomizados, mas, agora, com um esquema de QT mais atual. Publicada na renomada revista CANCER em 2008, esse estudo foi um marco em direção ao tratamento adjuvante atual dessa doença. Aproveite este episódio e aprenda mais sobre metanálise e seus detalhes estatísticos com nossa discussão. Aproveite também para revisar SPM: uma doença rara mas que afeta pacientes jovens em fase produtiva de vida. Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Com Ranyell Spencer e Tiago Biachi. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18521899</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#42 - J-FORCE Trial - Adição da Olanzapina ao tratamento padrão para prevenção de vômitos induzidos por QT</title>
            <description><![CDATA[  <p>Náuseas e vômitos são os sintomas mais frequentes de um paciente que faz quimioterapia. O estudo J-FORCE avaliou o uso da Olanzapina (5mg) adicionada ao esquema padrão de tratamento para combater e prevenir náuseas e vômitos em pacientes submetidos a QT com cisplatina. Esse foi um estudo japonês, randomizado publicado na Lancet em 2019. Com um resultado positivo, acreditamos que esse paper tenha mudado conduta e possa ajudar a muitos pacientes durante o seu tratamento. Saiba mais sobre esse tema com Tiago e Ranyell, e, quem sabe, leve isso para sua prática clínica. Seja muito bem vindo ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(19)30678-3/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Náuseas e vômitos são os sintomas mais frequentes de um paciente que faz quimioterapia. O estudo J-FORCE avaliou o uso da Olanzapina (5mg) adicionada ao esquema padrão de tratamento para combater e prevenir náuseas e vômitos em pacientes submetidos a QT com cisplatina. Esse foi um estudo japonês, randomizado publicado na Lancet em 2019. Com um resultado positivo, acreditamos que esse paper tenha mudado conduta e possa ajudar a muitos pacientes durante o seu tratamento. Saiba mais sobre esse tema com Tiago e Ranyell, e, quem sabe, leve isso para sua prática clínica. Seja muito bem vindo ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(19)30678-3/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Náuseas e vômitos são os sintomas mais frequentes de um paciente que faz quimioterapia. O estudo J-FORCE avaliou o uso da Olanzapina (5mg) adicionada ao esquema padrão de tratamento para combater e prevenir náuseas e vômitos em pacientes submetidos a QT com cisplatina. Esse foi um estudo japonês, randomizado publicado na Lancet em 2019. Com um resultado positivo, acreditamos que esse paper tenha mudado conduta e possa ajudar a muitos pacientes durante o seu tratamento. Saiba mais sobre esse tema com Tiago e Ranyell, e, quem sabe, leve isso para sua prática clínica. Seja muito bem vindo ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(19)30678-3/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 15 Feb 2020 12:33:51 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Náuseas e vômitos são os sintomas mais frequentes de um paciente que faz quimioterapia. O estudo J-FORCE avaliou o uso da Olanzapina (5mg) adicionada ao esquema padrão de tratamento para combater e prevenir náuseas e vômitos em pacientes submetidos a QT com cisplatina. Esse foi um estudo japonês, randomizado publicado na Lancet em 2019. Com um resultado positivo, acreditamos que esse paper tenha mudado conduta e possa ajudar a muitos pacientes durante o seu tratamento. Saiba mais sobre esse tema com Tiago e Ranyell, e, quem sabe, leve isso para sua prática clínica. Seja muito bem vindo ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(19)30678-3/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#41 - PORTEC-3 Trial - QT adjuvante vs. RT para pacientes com tumor de endométrio de alto risco</title>
            <description><![CDATA[  <p>Publicado na LANCET Oncol em 2018, o PORTEC-3 Trial avaliou o papel da QT (radiossensibilizante e adjuvante) para o tratamento de pacientes com tumor de endométrio de alto risco. O estudo teve como objetivo primário dois endpoints que seriam: Sobrevida global e Livre de falha (óbito por doença ou recorrência). Após os autores randomizarem mais de 650 mulheres, com um seguimento de 60.2 meses, o estudo foi considerado negativo para o benefício dessa estratégia mais “agressiva” vs. radioterapia no que se referiu, principalmente, a sobrevida global. Em especial, no final do episódio Ranyell e Tiago discutem o papel do médico na decisão compartilhada com os pacientes, além da necessidade de publicação de estudos negativos. Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(18)30079-2/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Publicado na LANCET Oncol em 2018, o PORTEC-3 Trial avaliou o papel da QT (radiossensibilizante e adjuvante) para o tratamento de pacientes com tumor de endométrio de alto risco. O estudo teve como objetivo primário dois endpoints que seriam: Sobrevida global e Livre de falha (óbito por doença ou recorrência). Após os autores randomizarem mais de 650 mulheres, com um seguimento de 60.2 meses, o estudo foi considerado negativo para o benefício dessa estratégia mais “agressiva” vs. radioterapia no que se referiu, principalmente, a sobrevida global. Em especial, no final do episódio Ranyell e Tiago discutem o papel do médico na decisão compartilhada com os pacientes, além da necessidade de publicação de estudos negativos. Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(18)30079-2/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Publicado na LANCET Oncol em 2018, o PORTEC-3 Trial avaliou o papel da QT (radiossensibilizante e adjuvante) para o tratamento de pacientes com tumor de endométrio de alto risco. O estudo teve como objetivo primário dois endpoints que seriam: Sobrevida global e Livre de falha (óbito por doença ou recorrência). Após os autores randomizarem mais de 650 mulheres, com um seguimento de 60.2 meses, o estudo foi considerado negativo para o benefício dessa estratégia mais “agressiva” vs. radioterapia no que se referiu, principalmente, a sobrevida global. Em especial, no final do episódio Ranyell e Tiago discutem o papel do médico na decisão compartilhada com os pacientes, além da necessidade de publicação de estudos negativos. Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(18)30079-2/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:28:11 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Publicado na LANCET Oncol em 2018, o PORTEC-3 Trial avaliou o papel da QT (radiossensibilizante e adjuvante) para o tratamento de pacientes com tumor de endométrio de alto risco. O estudo teve como objetivo primário dois endpoints que seriam: Sobrevida global e Livre de falha (óbito por doença ou recorrência). Após os autores randomizarem mais de 650 mulheres, com um seguimento de 60.2 meses, o estudo foi considerado negativo para o benefício dessa estratégia mais “agressiva” vs. radioterapia no que se referiu, principalmente, a sobrevida global. Em especial, no final do episódio Ranyell e Tiago discutem o papel do médico na decisão compartilhada com os pacientes, além da necessidade de publicação de estudos negativos. Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(18)30079-2/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#40 - Adição de QT neoadjuvante para o tratamento de câncer de colo de útero</title>
            <description><![CDATA[  <p>A Dra. Samantha Cabral é oncologista em São Paulo e discutiu um paper de sua autoria publicado na JCO em agosto de 2019. Com o objetivo de avaliar a ação da neoadjuvância com cisplatina e gencitabina, antes da RT/QT em pacientes com tumor localmente avançado de colo de útero, o estudo teve como objetivo primário sobrevida livre de progressão em 3 anos. Esse é um estudo fase II, randomizado, que mostrou um resultado negativo, mas que mudou a conduta da Instituição envolvida. Aproveite esse episódio para aprender sobre câncer de colo de útero, e ver que “panela velha” ainda faz comida boa! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.19.00674</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A Dra. Samantha Cabral é oncologista em São Paulo e discutiu um paper de sua autoria publicado na JCO em agosto de 2019. Com o objetivo de avaliar a ação da neoadjuvância com cisplatina e gencitabina, antes da RT/QT em pacientes com tumor localmente avançado de colo de útero, o estudo teve como objetivo primário sobrevida livre de progressão em 3 anos. Esse é um estudo fase II, randomizado, que mostrou um resultado negativo, mas que mudou a conduta da Instituição envolvida. Aproveite esse episódio para aprender sobre câncer de colo de útero, e ver que “panela velha” ainda faz comida boa! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.19.00674</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A Dra. Samantha Cabral é oncologista em São Paulo e discutiu um paper de sua autoria publicado na JCO em agosto de 2019. Com o objetivo de avaliar a ação da neoadjuvância com cisplatina e gencitabina, antes da RT/QT em pacientes com tumor localmente avançado de colo de útero, o estudo teve como objetivo primário sobrevida livre de progressão em 3 anos. Esse é um estudo fase II, randomizado, que mostrou um resultado negativo, mas que mudou a conduta da Instituição envolvida. Aproveite esse episódio para aprender sobre câncer de colo de útero, e ver que “panela velha” ainda faz comida boa! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.19.00674</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 31 Jan 2020 13:30:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A Dra. Samantha Cabral é oncologista em São Paulo e discutiu um paper de sua autoria publicado na JCO em agosto de 2019. Com o objetivo de avaliar a ação da neoadjuvância com cisplatina e gencitabina, antes da RT/QT em pacientes com tumor localmente avançado de colo de útero, o estudo teve como objetivo primário sobrevida livre de progressão em 3 anos. Esse é um estudo fase II, randomizado, que mostrou um resultado negativo, mas que mudou a conduta da Instituição envolvida. Aproveite esse episódio para aprender sobre câncer de colo de útero, e ver que “panela velha” ainda faz comida boa! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.19.00674</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#39 - LACC Trial - Cirurgia Minimamente Invasiva vs. Convencional para o tratamento do câncer de colo de útero</title>
            <description><![CDATA[  <p>Os avanços tecnológicos permitiram o surgimento de técnicas minimamente invasivas, sejam elas a robótica ou laparoscópica, para o tratamento de vários tipos de tumores. Tais avanços para o tratamento do câncer de colo de útero não foram diferentes. Nesse sentido, muitos trabalhos são feitos com o objetivo de comprovar a superioridade ou não inferioridade dessas técnicas em relação à convencional ou aberta. Em outubro de 2019 foi publicado no NEJM o primeiro estudo fase III sobre o tema, onde o primeiro autor, o Dr. Pedro Ramirez do MD Anderson foi o investigador principal. Com resultados que frustraram a comunidade de cirurgiões, esse estudo foi negativo para provar a não inferioridade do método e foi fechado precocemente, antes de completar o recrutamento, devido a problemas no braço controle. Não perca esse episódio e ouça até o final para ver como um trabalho bem feito, mesmo que negativo, pode mudar a conduta e fazer história! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao artigo acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1806395</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Os avanços tecnológicos permitiram o surgimento de técnicas minimamente invasivas, sejam elas a robótica ou laparoscópica, para o tratamento de vários tipos de tumores. Tais avanços para o tratamento do câncer de colo de útero não foram diferentes. Nesse sentido, muitos trabalhos são feitos com o objetivo de comprovar a superioridade ou não inferioridade dessas técnicas em relação à convencional ou aberta. Em outubro de 2019 foi publicado no NEJM o primeiro estudo fase III sobre o tema, onde o primeiro autor, o Dr. Pedro Ramirez do MD Anderson foi o investigador principal. Com resultados que frustraram a comunidade de cirurgiões, esse estudo foi negativo para provar a não inferioridade do método e foi fechado precocemente, antes de completar o recrutamento, devido a problemas no braço controle. Não perca esse episódio e ouça até o final para ver como um trabalho bem feito, mesmo que negativo, pode mudar a conduta e fazer história! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao artigo acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1806395</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Os avanços tecnológicos permitiram o surgimento de técnicas minimamente invasivas, sejam elas a robótica ou laparoscópica, para o tratamento de vários tipos de tumores. Tais avanços para o tratamento do câncer de colo de útero não foram diferentes. Nesse sentido, muitos trabalhos são feitos com o objetivo de comprovar a superioridade ou não inferioridade dessas técnicas em relação à convencional ou aberta. Em outubro de 2019 foi publicado no NEJM o primeiro estudo fase III sobre o tema, onde o primeiro autor, o Dr. Pedro Ramirez do MD Anderson foi o investigador principal. Com resultados que frustraram a comunidade de cirurgiões, esse estudo foi negativo para provar a não inferioridade do método e foi fechado precocemente, antes de completar o recrutamento, devido a problemas no braço controle. Não perca esse episódio e ouça até o final para ver como um trabalho bem feito, mesmo que negativo, pode mudar a conduta e fazer história! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao artigo acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1806395</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 25 Jan 2020 10:24:35 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Os avanços tecnológicos permitiram o surgimento de técnicas minimamente invasivas, sejam elas a robótica ou laparoscópica, para o tratamento de vários tipos de tumores. Tais avanços para o tratamento do câncer de colo de útero não foram diferentes. Nesse sentido, muitos trabalhos são feitos com o objetivo de comprovar a superioridade ou não inferioridade dessas técnicas em relação à convencional ou aberta. Em outubro de 2019 foi publicado no NEJM o primeiro estudo fase III sobre o tema, onde o primeiro autor, o Dr. Pedro Ramirez do MD Anderson foi o investigador principal. Com resultados que frustraram a comunidade de cirurgiões, esse estudo foi negativo para provar a não inferioridade do método e foi fechado precocemente, antes de completar o recrutamento, devido a problemas no braço controle. Não perca esse episódio e ouça até o final para ver como um trabalho bem feito, mesmo que negativo, pode mudar a conduta e fazer história! Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao artigo acesse: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1806395</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#38 - CLARINET - Uso do Lanreotide no tratamento de tumores neuroendócrinos metastáticos</title>
            <description><![CDATA[  <p>O estudo CLARINET foi publicado na NEJM em 2014. Apesar de “antigo”, esse é um paper que deve ser visitado para entender-mos melhor os Tumores Neuroendócrinos (TNE) e discutir-mos estratégias de tratamento diante de uma doença indolente. Trata-se de um estudo fase III randomizado que avaliou o uso da droga Lanreotide (um análogo da somatostatina) no tratamento do pacientes metastáticos com TNE de baixo grau. A pergunta final que tiramos do estudo, o que é importante saber para a prática clínica é: vale a pena utilizar um tratamento diante de uma doença indolente com o objetivo de evitar progressão, que não se reflete em ganho de sobrevida? Aproveite esse episódio para questionar sobre o assunto! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1316158</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O estudo CLARINET foi publicado na NEJM em 2014. Apesar de “antigo”, esse é um paper que deve ser visitado para entender-mos melhor os Tumores Neuroendócrinos (TNE) e discutir-mos estratégias de tratamento diante de uma doença indolente. Trata-se de um estudo fase III randomizado que avaliou o uso da droga Lanreotide (um análogo da somatostatina) no tratamento do pacientes metastáticos com TNE de baixo grau. A pergunta final que tiramos do estudo, o que é importante saber para a prática clínica é: vale a pena utilizar um tratamento diante de uma doença indolente com o objetivo de evitar progressão, que não se reflete em ganho de sobrevida? Aproveite esse episódio para questionar sobre o assunto! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1316158</p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Fri, 17 Jan 2020 13:04:18 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O estudo CLARINET foi publicado na NEJM em 2014. Apesar de “antigo”, esse é um paper que deve ser visitado para entender-mos melhor os Tumores Neuroendócrinos (TNE) e discutir-mos estratégias de tratamento diante de uma doença indolente. Trata-se de um estudo fase III randomizado que avaliou o uso da droga Lanreotide (um análogo da somatostatina) no tratamento do pacientes metastáticos com TNE de baixo grau. A pergunta final que tiramos do estudo, o que é importante saber para a prática clínica é: vale a pena utilizar um tratamento diante de uma doença indolente com o objetivo de evitar progressão, que não se reflete em ganho de sobrevida? Aproveite esse episódio para questionar sobre o assunto! Procure-nos nas redes sociais e faça parte desse projeto! Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1316158</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#37 - FOWARC Trial - FOLFOX6 + RT para tratamento do câncer de reto</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com a proposta de avaliar a ação do esquema FOLFOX6 + RT para o tratamento do câncer de reto, o FOWARC trial é um estudo chinês, fase III randomizado, que avaliou pacientes entre 18-75 anos portadores de tumores estadios II/III. Esta publicação mostra o resultado final desse importante estudo que foi ousado em considerar um braço sem radioterapia, mesmo para pacientes com linfonodo + no mesorreto. Publicado recentemente, e com uma média de seguimento de 45.2 meses, o estudo não mostrou diferença significativa entre os braços, em termos de sobrevida livre de doença em três anos. Ainda passível de muitas críticas, acompanhe conosco a discussão desse paper e veja que nem tudo que reluz é ouro! Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários. Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31557064</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com a proposta de avaliar a ação do esquema FOLFOX6 + RT para o tratamento do câncer de reto, o FOWARC trial é um estudo chinês, fase III randomizado, que avaliou pacientes entre 18-75 anos portadores de tumores estadios II/III. Esta publicação mostra o resultado final desse importante estudo que foi ousado em considerar um braço sem radioterapia, mesmo para pacientes com linfonodo + no mesorreto. Publicado recentemente, e com uma média de seguimento de 45.2 meses, o estudo não mostrou diferença significativa entre os braços, em termos de sobrevida livre de doença em três anos. Ainda passível de muitas críticas, acompanhe conosco a discussão desse paper e veja que nem tudo que reluz é ouro! Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários. Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31557064</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com a proposta de avaliar a ação do esquema FOLFOX6 + RT para o tratamento do câncer de reto, o FOWARC trial é um estudo chinês, fase III randomizado, que avaliou pacientes entre 18-75 anos portadores de tumores estadios II/III. Esta publicação mostra o resultado final desse importante estudo que foi ousado em considerar um braço sem radioterapia, mesmo para pacientes com linfonodo + no mesorreto. Publicado recentemente, e com uma média de seguimento de 45.2 meses, o estudo não mostrou diferença significativa entre os braços, em termos de sobrevida livre de doença em três anos. Ainda passível de muitas críticas, acompanhe conosco a discussão desse paper e veja que nem tudo que reluz é ouro! Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários. Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31557064</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:24:21 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com a proposta de avaliar a ação do esquema FOLFOX6 + RT para o tratamento do câncer de reto, o FOWARC trial é um estudo chinês, fase III randomizado, que avaliou pacientes entre 18-75 anos portadores de tumores estadios II/III. Esta publicação mostra o resultado final desse importante estudo que foi ousado em considerar um braço sem radioterapia, mesmo para pacientes com linfonodo + no mesorreto. Publicado recentemente, e com uma média de seguimento de 45.2 meses, o estudo não mostrou diferença significativa entre os braços, em termos de sobrevida livre de doença em três anos. Ainda passível de muitas críticas, acompanhe conosco a discussão desse paper e veja que nem tudo que reluz é ouro! Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários. Você está no Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31557064</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#36 - Especial Natal - Relação entre consumo de chocolate e Prêmio Nobel</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em 2012 a revista New England Journal of Medicine publicou um estudo que tinha por objetivo correlacionar o consumo de chocolate com o número de ganhadores do prêmio nobel. A teoria é a de que o consumo de flavonóides (presentes no chocolate) ajudam na função cognitiva o que refletiria diretamente na chance de se ganhar um prêmio nobel. Esse foi um estudo ecológico e teve um resultado surpreendente! Neste episódio especial de natal, nós contamos com a ajuda do Dr. Wilson Costa que nos falou sobre o tema. Aprenda mais sobre estudo ecológico, e principalmente, como ficar atento ao que acontece com a pesquisa e de como a história é contada. Depois de nos ouvir esta semana, para e se questione: "será que isso pode ter acontecido com outras tantas correlações que tirei como verdade?" Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMon1211064</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em 2012 a revista New England Journal of Medicine publicou um estudo que tinha por objetivo correlacionar o consumo de chocolate com o número de ganhadores do prêmio nobel. A teoria é a de que o consumo de flavonóides (presentes no chocolate) ajudam na função cognitiva o que refletiria diretamente na chance de se ganhar um prêmio nobel. Esse foi um estudo ecológico e teve um resultado surpreendente! Neste episódio especial de natal, nós contamos com a ajuda do Dr. Wilson Costa que nos falou sobre o tema. Aprenda mais sobre estudo ecológico, e principalmente, como ficar atento ao que acontece com a pesquisa e de como a história é contada. Depois de nos ouvir esta semana, para e se questione: "será que isso pode ter acontecido com outras tantas correlações que tirei como verdade?" Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMon1211064</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em 2012 a revista New England Journal of Medicine publicou um estudo que tinha por objetivo correlacionar o consumo de chocolate com o número de ganhadores do prêmio nobel. A teoria é a de que o consumo de flavonóides (presentes no chocolate) ajudam na função cognitiva o que refletiria diretamente na chance de se ganhar um prêmio nobel. Esse foi um estudo ecológico e teve um resultado surpreendente! Neste episódio especial de natal, nós contamos com a ajuda do Dr. Wilson Costa que nos falou sobre o tema. Aprenda mais sobre estudo ecológico, e principalmente, como ficar atento ao que acontece com a pesquisa e de como a história é contada. Depois de nos ouvir esta semana, para e se questione: "será que isso pode ter acontecido com outras tantas correlações que tirei como verdade?" Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMon1211064</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 26 Dec 2019 13:00:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em 2012 a revista New England Journal of Medicine publicou um estudo que tinha por objetivo correlacionar o consumo de chocolate com o número de ganhadores do prêmio nobel. A teoria é a de que o consumo de flavonóides (presentes no chocolate) ajudam na função cognitiva o que refletiria diretamente na chance de se ganhar um prêmio nobel. Esse foi um estudo ecológico e teve um resultado surpreendente! Neste episódio especial de natal, nós contamos com a ajuda do Dr. Wilson Costa que nos falou sobre o tema. Aprenda mais sobre estudo ecológico, e principalmente, como ficar atento ao que acontece com a pesquisa e de como a história é contada. Depois de nos ouvir esta semana, para e se questione: "será que isso pode ter acontecido com outras tantas correlações que tirei como verdade?" Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!. Para ter acesso ao paper na íntegra, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMon1211064</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#35 - Uso de paraquedas para prevenir trauma: Revisão Sistemática e Metanálise</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com o objetivo de determinar se o uso de paraquedas é eficiente para prevenir trauma/óbito em indivíduos que sofrem queda de grandes alturas, esse estudo foi publicado em 2003 na BJM. Ficou surpreso?! Nós também!! Mas acredite: Esse estudo é realmente importante e abrirá seus olhos para muito do que fazemos no dia a dia. Faça um paralelo com o que lê e pense em tantos "absurdos" que você pode estar "comprando" como verdadeiros só porque são tirados de estudos randomizados bem desenhados. Aprenda mais sobre importantes conceitos de medicina baseada em evidência e de como ser crítico consigo mesmo diante de pré conceitos frente a observações sólidas e de senso comum. SIga-nos nas redes sociais e comente o que acha sobre o tema. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.bmj.com/content/327/7429/1459</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo de determinar se o uso de paraquedas é eficiente para prevenir trauma/óbito em indivíduos que sofrem queda de grandes alturas, esse estudo foi publicado em 2003 na BJM. Ficou surpreso?! Nós também!! Mas acredite: Esse estudo é realmente importante e abrirá seus olhos para muito do que fazemos no dia a dia. Faça um paralelo com o que lê e pense em tantos "absurdos" que você pode estar "comprando" como verdadeiros só porque são tirados de estudos randomizados bem desenhados. Aprenda mais sobre importantes conceitos de medicina baseada em evidência e de como ser crítico consigo mesmo diante de pré conceitos frente a observações sólidas e de senso comum. SIga-nos nas redes sociais e comente o que acha sobre o tema. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.bmj.com/content/327/7429/1459</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com o objetivo de determinar se o uso de paraquedas é eficiente para prevenir trauma/óbito em indivíduos que sofrem queda de grandes alturas, esse estudo foi publicado em 2003 na BJM. Ficou surpreso?! Nós também!! Mas acredite: Esse estudo é realmente importante e abrirá seus olhos para muito do que fazemos no dia a dia. Faça um paralelo com o que lê e pense em tantos "absurdos" que você pode estar "comprando" como verdadeiros só porque são tirados de estudos randomizados bem desenhados. Aprenda mais sobre importantes conceitos de medicina baseada em evidência e de como ser crítico consigo mesmo diante de pré conceitos frente a observações sólidas e de senso comum. SIga-nos nas redes sociais e comente o que acha sobre o tema. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.bmj.com/content/327/7429/1459</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 20 Dec 2019 20:59:42 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com o objetivo de determinar se o uso de paraquedas é eficiente para prevenir trauma/óbito em indivíduos que sofrem queda de grandes alturas, esse estudo foi publicado em 2003 na BJM. Ficou surpreso?! Nós também!! Mas acredite: Esse estudo é realmente importante e abrirá seus olhos para muito do que fazemos no dia a dia. Faça um paralelo com o que lê e pense em tantos "absurdos" que você pode estar "comprando" como verdadeiros só porque são tirados de estudos randomizados bem desenhados. Aprenda mais sobre importantes conceitos de medicina baseada em evidência e de como ser crítico consigo mesmo diante de pré conceitos frente a observações sólidas e de senso comum. SIga-nos nas redes sociais e comente o que acha sobre o tema. Sejam muito bem vindos ao Clinical Papers Podcast! Para ter acesso ao paper na íntegra, acesso o link: https://www.bmj.com/content/327/7429/1459</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#34 - Utilização de QT de indução com Gencitabina e Cisplatina para o tratamento de tumores de nasofaringe</title>
            <description><![CDATA[  <p>Muitos estudos mostraram eficácia com o uso de QT/RT para o tratamento do câncer de nasofaringe, no entanto a utilização de QT de indução, associado a essa terapia, ainda não tinha sido testada. Neste episódio #34 discutimos um estudo fase III que comparou a utilização de gencitabina e cisplatina de indução + RT/QT vs. RT/QT isoladamente nesse cenário oncológico. Com um total de 480 pacientes tratados, esse estudo teve resultados surpreendentes e mudou o tratamento dessa doença. Aprenda mais sobre o tratamento dos tumores de cabeça e pescoço com nosso time! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1905287 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Muitos estudos mostraram eficácia com o uso de QT/RT para o tratamento do câncer de nasofaringe, no entanto a utilização de QT de indução, associado a essa terapia, ainda não tinha sido testada. Neste episódio #34 discutimos um estudo fase III que comparou a utilização de gencitabina e cisplatina de indução + RT/QT vs. RT/QT isoladamente nesse cenário oncológico. Com um total de 480 pacientes tratados, esse estudo teve resultados surpreendentes e mudou o tratamento dessa doença. Aprenda mais sobre o tratamento dos tumores de cabeça e pescoço com nosso time! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1905287 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Muitos estudos mostraram eficácia com o uso de QT/RT para o tratamento do câncer de nasofaringe, no entanto a utilização de QT de indução, associado a essa terapia, ainda não tinha sido testada. Neste episódio #34 discutimos um estudo fase III que comparou a utilização de gencitabina e cisplatina de indução + RT/QT vs. RT/QT isoladamente nesse cenário oncológico. Com um total de 480 pacientes tratados, esse estudo teve resultados surpreendentes e mudou o tratamento dessa doença. Aprenda mais sobre o tratamento dos tumores de cabeça e pescoço com nosso time! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1905287 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 14 Dec 2019 11:55:13 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Muitos estudos mostraram eficácia com o uso de QT/RT para o tratamento do câncer de nasofaringe, no entanto a utilização de QT de indução, associado a essa terapia, ainda não tinha sido testada. Neste episódio #34 discutimos um estudo fase III que comparou a utilização de gencitabina e cisplatina de indução + RT/QT vs. RT/QT isoladamente nesse cenário oncológico. Com um total de 480 pacientes tratados, esse estudo teve resultados surpreendentes e mudou o tratamento dessa doença. Aprenda mais sobre o tratamento dos tumores de cabeça e pescoço com nosso time! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1905287 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#33 - Top 10 razões que fazem com que um paper não seja publicado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Publicar um paper ou artigo científico exige muita dedicação e trabalho. Mas não é só isso! Desde a idealização do mesmo até a publicação de fato há uma grande jornada feita pelo pesquisador e seu time. Pensar em qual revista, qual a forma ou formato, ter usado corretamente dos métodos, escrito bem o texto e ter tido tempo pra fazer tudo isso - muitas vezes abrindo mão de estar com sua família a amigos - são desafios constantes na vida de um pesquisador de sucesso. Neste episódio do Clinical Papers, discutimos esses aspectos e damos dicas importantes que podem impactar na sua trajetória de pesquisador! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Publicar um paper ou artigo científico exige muita dedicação e trabalho. Mas não é só isso! Desde a idealização do mesmo até a publicação de fato há uma grande jornada feita pelo pesquisador e seu time. Pensar em qual revista, qual a forma ou formato, ter usado corretamente dos métodos, escrito bem o texto e ter tido tempo pra fazer tudo isso - muitas vezes abrindo mão de estar com sua família a amigos - são desafios constantes na vida de um pesquisador de sucesso. Neste episódio do Clinical Papers, discutimos esses aspectos e damos dicas importantes que podem impactar na sua trajetória de pesquisador! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Publicar um paper ou artigo científico exige muita dedicação e trabalho. Mas não é só isso! Desde a idealização do mesmo até a publicação de fato há uma grande jornada feita pelo pesquisador e seu time. Pensar em qual revista, qual a forma ou formato, ter usado corretamente dos métodos, escrito bem o texto e ter tido tempo pra fazer tudo isso - muitas vezes abrindo mão de estar com sua família a amigos - são desafios constantes na vida de um pesquisador de sucesso. Neste episódio do Clinical Papers, discutimos esses aspectos e damos dicas importantes que podem impactar na sua trajetória de pesquisador! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 06 Dec 2019 13:01:42 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Publicar um paper ou artigo científico exige muita dedicação e trabalho. Mas não é só isso! Desde a idealização do mesmo até a publicação de fato há uma grande jornada feita pelo pesquisador e seu time. Pensar em qual revista, qual a forma ou formato, ter usado corretamente dos métodos, escrito bem o texto e ter tido tempo pra fazer tudo isso - muitas vezes abrindo mão de estar com sua família a amigos - são desafios constantes na vida de um pesquisador de sucesso. Neste episódio do Clinical Papers, discutimos esses aspectos e damos dicas importantes que podem impactar na sua trajetória de pesquisador! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#32 - KEYNOTE-048 - Pembrolizumab com ou sem QT para tratamento de CEC de cabeça e pescoço</title>
            <description><![CDATA[  <p>O KEYNOTE-048 foi um estudo publicado na LANCET em outubro deste ano de 2019 onde comparou pembrolizumab com ou sem quimioterapia vs. um terceiro braço de quimioterapia com cetuximab (esquema este oriundo de um estudo chamado EXTREME) como controle, para pacientes com carcinoma espinocelular recorrente ou metastático de cabeça e pescoço. Este estudo tem um desenho muito complexo com várias análises estatísticas de modo que vale muito a pena você ouvir um modo simplificado e fácil sobre o tema. Eu e Tiago contamos com a ajuda do nosso colega Felipe Roitberg para este episódio. Aprenda sobre PD1 e PDL1 além de um pouco de imunoterapia nesta semana! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)32591-7/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O KEYNOTE-048 foi um estudo publicado na LANCET em outubro deste ano de 2019 onde comparou pembrolizumab com ou sem quimioterapia vs. um terceiro braço de quimioterapia com cetuximab (esquema este oriundo de um estudo chamado EXTREME) como controle, para pacientes com carcinoma espinocelular recorrente ou metastático de cabeça e pescoço. Este estudo tem um desenho muito complexo com várias análises estatísticas de modo que vale muito a pena você ouvir um modo simplificado e fácil sobre o tema. Eu e Tiago contamos com a ajuda do nosso colega Felipe Roitberg para este episódio. Aprenda sobre PD1 e PDL1 além de um pouco de imunoterapia nesta semana! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)32591-7/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O KEYNOTE-048 foi um estudo publicado na LANCET em outubro deste ano de 2019 onde comparou pembrolizumab com ou sem quimioterapia vs. um terceiro braço de quimioterapia com cetuximab (esquema este oriundo de um estudo chamado EXTREME) como controle, para pacientes com carcinoma espinocelular recorrente ou metastático de cabeça e pescoço. Este estudo tem um desenho muito complexo com várias análises estatísticas de modo que vale muito a pena você ouvir um modo simplificado e fácil sobre o tema. Eu e Tiago contamos com a ajuda do nosso colega Felipe Roitberg para este episódio. Aprenda sobre PD1 e PDL1 além de um pouco de imunoterapia nesta semana! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)32591-7/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 30 Nov 2019 20:57:47 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O KEYNOTE-048 foi um estudo publicado na LANCET em outubro deste ano de 2019 onde comparou pembrolizumab com ou sem quimioterapia vs. um terceiro braço de quimioterapia com cetuximab (esquema este oriundo de um estudo chamado EXTREME) como controle, para pacientes com carcinoma espinocelular recorrente ou metastático de cabeça e pescoço. Este estudo tem um desenho muito complexo com várias análises estatísticas de modo que vale muito a pena você ouvir um modo simplificado e fácil sobre o tema. Eu e Tiago contamos com a ajuda do nosso colega Felipe Roitberg para este episódio. Aprenda sobre PD1 e PDL1 além de um pouco de imunoterapia nesta semana! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link e tenha acesso na íntegra: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)32591-7/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#31 - Sunitinibe adjuvante para pacientes com câncer de rim de alto risco</title>
            <description><![CDATA[  <p>O câncer de rim vem aumentando em incidência e o tratamento para tumores avançados tem se resumido apenas no procedimento cirúrgico tendo em vista que terapias sistêmicas em cenários peri-operatórios não têm se mostrado efetivas. O sunitinibe, inibidor do VEGF, tem se mostrado efetivo na doença metastática. Com o objetivo de testar essa droga no cenário adjuvante, o Dr. Ravaud publicou esse estudo em 2016 na NEJM. Saiba mais sobre hazard ratio e risco relativo durante a discussão deste paper! Para saber mais acesse o link e tenha o paper na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1611406 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O câncer de rim vem aumentando em incidência e o tratamento para tumores avançados tem se resumido apenas no procedimento cirúrgico tendo em vista que terapias sistêmicas em cenários peri-operatórios não têm se mostrado efetivas. O sunitinibe, inibidor do VEGF, tem se mostrado efetivo na doença metastática. Com o objetivo de testar essa droga no cenário adjuvante, o Dr. Ravaud publicou esse estudo em 2016 na NEJM. Saiba mais sobre hazard ratio e risco relativo durante a discussão deste paper! Para saber mais acesse o link e tenha o paper na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1611406 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O câncer de rim vem aumentando em incidência e o tratamento para tumores avançados tem se resumido apenas no procedimento cirúrgico tendo em vista que terapias sistêmicas em cenários peri-operatórios não têm se mostrado efetivas. O sunitinibe, inibidor do VEGF, tem se mostrado efetivo na doença metastática. Com o objetivo de testar essa droga no cenário adjuvante, o Dr. Ravaud publicou esse estudo em 2016 na NEJM. Saiba mais sobre hazard ratio e risco relativo durante a discussão deste paper! Para saber mais acesse o link e tenha o paper na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1611406 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 22 Nov 2019 08:00:02 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O câncer de rim vem aumentando em incidência e o tratamento para tumores avançados tem se resumido apenas no procedimento cirúrgico tendo em vista que terapias sistêmicas em cenários peri-operatórios não têm se mostrado efetivas. O sunitinibe, inibidor do VEGF, tem se mostrado efetivo na doença metastática. Com o objetivo de testar essa droga no cenário adjuvante, o Dr. Ravaud publicou esse estudo em 2016 na NEJM. Saiba mais sobre hazard ratio e risco relativo durante a discussão deste paper! Para saber mais acesse o link e tenha o paper na íntegra: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1611406 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#30 - Respondendo a um ouvinte: Hora de ajustar a rota?</title>
            <description><![CDATA[  <p>Recebemos um feed back muito especial de um ouvinte gabaritado! Será que devemos modificar um pouco o formato do podcast? Este episódio fala um pouco do nosso projeto e homenageia um ouvinte e profissional que nos ensinou muito em nossa formação. Muito gratificante para nós recebermos esse tipo de comentário e será um prazer prestar esta homenagem!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Recebemos um feed back muito especial de um ouvinte gabaritado! Será que devemos modificar um pouco o formato do podcast? Este episódio fala um pouco do nosso projeto e homenageia um ouvinte e profissional que nos ensinou muito em nossa formação. Muito gratificante para nós recebermos esse tipo de comentário e será um prazer prestar esta homenagem!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Recebemos um feed back muito especial de um ouvinte gabaritado! Será que devemos modificar um pouco o formato do podcast? Este episódio fala um pouco do nosso projeto e homenageia um ouvinte e profissional que nos ensinou muito em nossa formação. Muito gratificante para nós recebermos esse tipo de comentário e será um prazer prestar esta homenagem!</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 19 Nov 2019 19:27:10 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Recebemos um feed back muito especial de um ouvinte gabaritado! Será que devemos modificar um pouco o formato do podcast? Este episódio fala um pouco do nosso projeto e homenageia um ouvinte e profissional que nos ensinou muito em nossa formação. Muito gratificante para nós recebermos esse tipo de comentário e será um prazer prestar esta homenagem!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#29 - Como Dr. Steven Rosemberg mudou a história do tratamento de Sarcomas de Partes Moles</title>
            <description><![CDATA[  <p>Em 1982 foi publicado um trabalho na Annals of Surgery pelo então renomado dr Steven Rosenberg sobre o tratamento dos sarcomas de partes moles de extremidades(SPM). Até aquela época, a principal modalidade de tratamento para esses tumores era a cirurgia de amputação do membro. Trouxemos esse paper emblemático para o clinical papers tendo em vista que até hoje muitos profissionais médicos ainda indicam esse procedimento de amputação para pacientes com essa doença. O que, na maioria das vezes não se justifica, tendo em vista que não altera em nada a sobrevida desses pacientes. Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1352604/ e baixe o artigo gratuitamente!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Em 1982 foi publicado um trabalho na Annals of Surgery pelo então renomado dr Steven Rosenberg sobre o tratamento dos sarcomas de partes moles de extremidades(SPM). Até aquela época, a principal modalidade de tratamento para esses tumores era a cirurgia de amputação do membro. Trouxemos esse paper emblemático para o clinical papers tendo em vista que até hoje muitos profissionais médicos ainda indicam esse procedimento de amputação para pacientes com essa doença. O que, na maioria das vezes não se justifica, tendo em vista que não altera em nada a sobrevida desses pacientes. Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1352604/ e baixe o artigo gratuitamente!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Em 1982 foi publicado um trabalho na Annals of Surgery pelo então renomado dr Steven Rosenberg sobre o tratamento dos sarcomas de partes moles de extremidades(SPM). Até aquela época, a principal modalidade de tratamento para esses tumores era a cirurgia de amputação do membro. Trouxemos esse paper emblemático para o clinical papers tendo em vista que até hoje muitos profissionais médicos ainda indicam esse procedimento de amputação para pacientes com essa doença. O que, na maioria das vezes não se justifica, tendo em vista que não altera em nada a sobrevida desses pacientes. Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1352604/ e baixe o artigo gratuitamente!</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 16 Nov 2019 09:54:37 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Em 1982 foi publicado um trabalho na Annals of Surgery pelo então renomado dr Steven Rosenberg sobre o tratamento dos sarcomas de partes moles de extremidades(SPM). Até aquela época, a principal modalidade de tratamento para esses tumores era a cirurgia de amputação do membro. Trouxemos esse paper emblemático para o clinical papers tendo em vista que até hoje muitos profissionais médicos ainda indicam esse procedimento de amputação para pacientes com essa doença. O que, na maioria das vezes não se justifica, tendo em vista que não altera em nada a sobrevida desses pacientes. Para saber mais sobre o paper acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1352604/ e baixe o artigo gratuitamente!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#28: SWOG Trial - FOLFIRI ou FOLFOX com Bevacizumab vs. Cetuximab em CCR</title>
            <description><![CDATA[  <p>A combinação de anticorpos monoclonais com quimioterapia oferece benefícios para pacientes com tumores avançados ou metastáticos. HOWEVER qual deles tem maior eficiência em pacientes não tratados previamente? Estamos falando do cetuximab e bevacizumab novamente! Estamos quase lá! O objetivo é fazer um “background” sobre o assunto e discutirmos em breve a questão da lateralidade para câncer colorretal (ccr). O SWOG Trial, publicado no JAMA em 2017, teve o objetivo comparar a combinação de cetuximab vs. bevacizuma com FOLFIRI ou FOLFOX no tratamento de pacientes com ccr “KRAS wyld-type”. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28632865</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A combinação de anticorpos monoclonais com quimioterapia oferece benefícios para pacientes com tumores avançados ou metastáticos. HOWEVER qual deles tem maior eficiência em pacientes não tratados previamente? Estamos falando do cetuximab e bevacizumab novamente! Estamos quase lá! O objetivo é fazer um “background” sobre o assunto e discutirmos em breve a questão da lateralidade para câncer colorretal (ccr). O SWOG Trial, publicado no JAMA em 2017, teve o objetivo comparar a combinação de cetuximab vs. bevacizuma com FOLFIRI ou FOLFOX no tratamento de pacientes com ccr “KRAS wyld-type”. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28632865</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A combinação de anticorpos monoclonais com quimioterapia oferece benefícios para pacientes com tumores avançados ou metastáticos. HOWEVER qual deles tem maior eficiência em pacientes não tratados previamente? Estamos falando do cetuximab e bevacizumab novamente! Estamos quase lá! O objetivo é fazer um “background” sobre o assunto e discutirmos em breve a questão da lateralidade para câncer colorretal (ccr). O SWOG Trial, publicado no JAMA em 2017, teve o objetivo comparar a combinação de cetuximab vs. bevacizuma com FOLFIRI ou FOLFOX no tratamento de pacientes com ccr “KRAS wyld-type”. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28632865</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 08 Nov 2019 14:07:21 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A combinação de anticorpos monoclonais com quimioterapia oferece benefícios para pacientes com tumores avançados ou metastáticos. HOWEVER qual deles tem maior eficiência em pacientes não tratados previamente? Estamos falando do cetuximab e bevacizumab novamente! Estamos quase lá! O objetivo é fazer um “background” sobre o assunto e discutirmos em breve a questão da lateralidade para câncer colorretal (ccr). O SWOG Trial, publicado no JAMA em 2017, teve o objetivo comparar a combinação de cetuximab vs. bevacizuma com FOLFIRI ou FOLFOX no tratamento de pacientes com ccr “KRAS wyld-type”. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28632865</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#27 - ADORE Trial - FOLFOX vs. 5-FU adjuvante em câncer de Reto - "Long Terms Results"</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nesse episódio eu e Tiago iremos discutir o ADORE Trial e seus resultados de longo prazo. Esse foi um estudo importante para o tratamento de câncer de reto pois avaliou a utilização de FOLFOX vs. 5-FU adjuvante em pacientes estádio patológico ypII/III pós neoadjuvância com RT/QT. Publicado recentemente na JCO, o ADORE Trial mostrou uma superioridade em DFS com o uso do FOLFOX ás custas de uma maior toxicidade com esse esquema. MAS, será que essa superioridade em DFS teve impacto em Sobrevida Global? Para saber a resposta e muito mais ouça o Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper através do link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2018.36.15_suppl.3501 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nesse episódio eu e Tiago iremos discutir o ADORE Trial e seus resultados de longo prazo. Esse foi um estudo importante para o tratamento de câncer de reto pois avaliou a utilização de FOLFOX vs. 5-FU adjuvante em pacientes estádio patológico ypII/III pós neoadjuvância com RT/QT. Publicado recentemente na JCO, o ADORE Trial mostrou uma superioridade em DFS com o uso do FOLFOX ás custas de uma maior toxicidade com esse esquema. MAS, será que essa superioridade em DFS teve impacto em Sobrevida Global? Para saber a resposta e muito mais ouça o Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper através do link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2018.36.15_suppl.3501 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários!</p>  ]]></content:encoded>
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            <pubDate>Mon, 04 Nov 2019 01:21:47 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Nesse episódio eu e Tiago iremos discutir o ADORE Trial e seus resultados de longo prazo. Esse foi um estudo importante para o tratamento de câncer de reto pois avaliou a utilização de FOLFOX vs. 5-FU adjuvante em pacientes estádio patológico ypII/III pós neoadjuvância com RT/QT. Publicado recentemente na JCO, o ADORE Trial mostrou uma superioridade em DFS com o uso do FOLFOX ás custas de uma maior toxicidade com esse esquema. MAS, será que essa superioridade em DFS teve impacto em Sobrevida Global? Para saber a resposta e muito mais ouça o Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper através do link: https://ascopubs.org/doi/abs/10.1200/JCO.2018.36.15_suppl.3501 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários!</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#26 - FIRE-3 - FOLFIRI + Cetuximabe ou Bevacizumabe para ECIV de CCR</title>
            <description><![CDATA[  <p>Cetuximabe e Bevacizumabe têm demonstrado aplicabilidade clínica no câncer colorretal. A maioria dos estudos no entanto utiliza a associação dessas drogas com esquemas contendo oxaliplatina. O FIRE-3 foi um estudo publicado na THE LANCET Oncology em 2014 que comparou o uso de ambas as terapias com FOLFIRI avaliando como endpoint primário taxa de resposta ao RECIST para pacientes EC IV KRAS wild-type. Não se preocupe com esses nomes esquisitos! Eu e Tiago explicaremos pra você! Esse é o primeiro de dois estudos que falaremos com o objetivo de tratar do tema “lateralidade em câncer colorretal”. Veja também como você deve se comportar diante de um estudo patrocinado. O que isso pode implicar em análise e divulgação de dados. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(14)70330-4/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Cetuximabe e Bevacizumabe têm demonstrado aplicabilidade clínica no câncer colorretal. A maioria dos estudos no entanto utiliza a associação dessas drogas com esquemas contendo oxaliplatina. O FIRE-3 foi um estudo publicado na THE LANCET Oncology em 2014 que comparou o uso de ambas as terapias com FOLFIRI avaliando como endpoint primário taxa de resposta ao RECIST para pacientes EC IV KRAS wild-type. Não se preocupe com esses nomes esquisitos! Eu e Tiago explicaremos pra você! Esse é o primeiro de dois estudos que falaremos com o objetivo de tratar do tema “lateralidade em câncer colorretal”. Veja também como você deve se comportar diante de um estudo patrocinado. O que isso pode implicar em análise e divulgação de dados. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(14)70330-4/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Cetuximabe e Bevacizumabe têm demonstrado aplicabilidade clínica no câncer colorretal. A maioria dos estudos no entanto utiliza a associação dessas drogas com esquemas contendo oxaliplatina. O FIRE-3 foi um estudo publicado na THE LANCET Oncology em 2014 que comparou o uso de ambas as terapias com FOLFIRI avaliando como endpoint primário taxa de resposta ao RECIST para pacientes EC IV KRAS wild-type. Não se preocupe com esses nomes esquisitos! Eu e Tiago explicaremos pra você! Esse é o primeiro de dois estudos que falaremos com o objetivo de tratar do tema “lateralidade em câncer colorretal”. Veja também como você deve se comportar diante de um estudo patrocinado. O que isso pode implicar em análise e divulgação de dados. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(14)70330-4/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 25 Oct 2019 20:02:40 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Cetuximabe e Bevacizumabe têm demonstrado aplicabilidade clínica no câncer colorretal. A maioria dos estudos no entanto utiliza a associação dessas drogas com esquemas contendo oxaliplatina. O FIRE-3 foi um estudo publicado na THE LANCET Oncology em 2014 que comparou o uso de ambas as terapias com FOLFIRI avaliando como endpoint primário taxa de resposta ao RECIST para pacientes EC IV KRAS wild-type. Não se preocupe com esses nomes esquisitos! Eu e Tiago explicaremos pra você! Esse é o primeiro de dois estudos que falaremos com o objetivo de tratar do tema “lateralidade em câncer colorretal”. Veja também como você deve se comportar diante de um estudo patrocinado. O que isso pode implicar em análise e divulgação de dados. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(14)70330-4/fulltext Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#25 - ENABLE III - Cuidados paliativos: Qual o melhor momento para seu início?</title>
            <description><![CDATA[  <p>Alguns estudos têm apoiado a ideia de que a introdução de cuidados paliativos ao tratamento melhora a qualidade de vida e até a sobrevida em pacientes com câncer. No entanto, o “timing” para o início dessa terapia ainda não está bem estabelecido. O ENABLE III é um estudo fase III randomizado que avaliou a introdução da prática de cuidados paliativos precoce vs. tardia em pacientes com expectativa de vida de até 24 meses, seja por doença recidivada ou avançada ao diagnóstico. Neste episódio, discutimos “insights” sobre o tema e muitos dos conceitos que circundam esta área tão bonita e necessária ao tratamento dos pacientes oncológicos. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25800768 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Alguns estudos têm apoiado a ideia de que a introdução de cuidados paliativos ao tratamento melhora a qualidade de vida e até a sobrevida em pacientes com câncer. No entanto, o “timing” para o início dessa terapia ainda não está bem estabelecido. O ENABLE III é um estudo fase III randomizado que avaliou a introdução da prática de cuidados paliativos precoce vs. tardia em pacientes com expectativa de vida de até 24 meses, seja por doença recidivada ou avançada ao diagnóstico. Neste episódio, discutimos “insights” sobre o tema e muitos dos conceitos que circundam esta área tão bonita e necessária ao tratamento dos pacientes oncológicos. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25800768 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Alguns estudos têm apoiado a ideia de que a introdução de cuidados paliativos ao tratamento melhora a qualidade de vida e até a sobrevida em pacientes com câncer. No entanto, o “timing” para o início dessa terapia ainda não está bem estabelecido. O ENABLE III é um estudo fase III randomizado que avaliou a introdução da prática de cuidados paliativos precoce vs. tardia em pacientes com expectativa de vida de até 24 meses, seja por doença recidivada ou avançada ao diagnóstico. Neste episódio, discutimos “insights” sobre o tema e muitos dos conceitos que circundam esta área tão bonita e necessária ao tratamento dos pacientes oncológicos. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25800768 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 13:00:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Alguns estudos têm apoiado a ideia de que a introdução de cuidados paliativos ao tratamento melhora a qualidade de vida e até a sobrevida em pacientes com câncer. No entanto, o “timing” para o início dessa terapia ainda não está bem estabelecido. O ENABLE III é um estudo fase III randomizado que avaliou a introdução da prática de cuidados paliativos precoce vs. tardia em pacientes com expectativa de vida de até 24 meses, seja por doença recidivada ou avançada ao diagnóstico. Neste episódio, discutimos “insights” sobre o tema e muitos dos conceitos que circundam esta área tão bonita e necessária ao tratamento dos pacientes oncológicos. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25800768 Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#24 - LION Trial - Papel da Linfadenectomia em Câncer de Ovário Avançado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pense num episódio massa!!!!! Publicado em maio de 2019 no NEJM, o LION Trial randomizou pacientes com carcinoma epitelial de ovário, que tinham metástases peritoneais, mas sem linfonodos pélvicos ou retroperitoneais clinicamentes suspeitos, e avaliou o papel da linfadenectomia sistemática na sobrevida global dessas pacientes. Mesmo que o estudo tenha sido considerado negativo para o endpoint primário, sua feitura e a forma de randomização determinaram a conduta para esses casos. Com um convidado especial conseguimos retirar o melhor desse paper e mostrar o que realmente importa saber sobre o tema. Sejam muito bem vindos a mais um episódio! O artigo e o vídeo ilustrativo do paper estão disponíveis de maneira GRATUITA no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1808424</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pense num episódio massa!!!!! Publicado em maio de 2019 no NEJM, o LION Trial randomizou pacientes com carcinoma epitelial de ovário, que tinham metástases peritoneais, mas sem linfonodos pélvicos ou retroperitoneais clinicamentes suspeitos, e avaliou o papel da linfadenectomia sistemática na sobrevida global dessas pacientes. Mesmo que o estudo tenha sido considerado negativo para o endpoint primário, sua feitura e a forma de randomização determinaram a conduta para esses casos. Com um convidado especial conseguimos retirar o melhor desse paper e mostrar o que realmente importa saber sobre o tema. Sejam muito bem vindos a mais um episódio! O artigo e o vídeo ilustrativo do paper estão disponíveis de maneira GRATUITA no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1808424</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pense num episódio massa!!!!! Publicado em maio de 2019 no NEJM, o LION Trial randomizou pacientes com carcinoma epitelial de ovário, que tinham metástases peritoneais, mas sem linfonodos pélvicos ou retroperitoneais clinicamentes suspeitos, e avaliou o papel da linfadenectomia sistemática na sobrevida global dessas pacientes. Mesmo que o estudo tenha sido considerado negativo para o endpoint primário, sua feitura e a forma de randomização determinaram a conduta para esses casos. Com um convidado especial conseguimos retirar o melhor desse paper e mostrar o que realmente importa saber sobre o tema. Sejam muito bem vindos a mais um episódio! O artigo e o vídeo ilustrativo do paper estão disponíveis de maneira GRATUITA no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1808424</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 11 Oct 2019 04:00:00 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Pense num episódio massa!!!!! Publicado em maio de 2019 no NEJM, o LION Trial randomizou pacientes com carcinoma epitelial de ovário, que tinham metástases peritoneais, mas sem linfonodos pélvicos ou retroperitoneais clinicamentes suspeitos, e avaliou o papel da linfadenectomia sistemática na sobrevida global dessas pacientes. Mesmo que o estudo tenha sido considerado negativo para o endpoint primário, sua feitura e a forma de randomização determinaram a conduta para esses casos. Com um convidado especial conseguimos retirar o melhor desse paper e mostrar o que realmente importa saber sobre o tema. Sejam muito bem vindos a mais um episódio! O artigo e o vídeo ilustrativo do paper estão disponíveis de maneira GRATUITA no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1808424</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#23 - ToGA Trial -Uso do Trastuzumab para tratamento de pacientes com câncer gástrico HER2+</title>
            <description><![CDATA[  <p>O ToGA trial avaliou a adição do Trastuzumab ao esquema de quimioterapia com fluorouracil e cisplatina para pacientes com câncer gástrico ou de TEG avançados/metastáticos. Esse famoso estudo, publicado na LANCET em 2010, randomizou 594 pacientes e foi realizado em mais de 24 Países e 122 Centros. Os pacientes HER2 positivos 3+ ou 2+ com FISH+ foram os mais beneficiados com essa terapia, atingindo sobrevida superior a 16 meses de mediana. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! http://mauriciolema.webhost4life.com/rolmm/files/toga.pdf Aprenda um pouco mais sobre HER2 e imuno-histoquímica conosco nesta semana. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O ToGA trial avaliou a adição do Trastuzumab ao esquema de quimioterapia com fluorouracil e cisplatina para pacientes com câncer gástrico ou de TEG avançados/metastáticos. Esse famoso estudo, publicado na LANCET em 2010, randomizou 594 pacientes e foi realizado em mais de 24 Países e 122 Centros. Os pacientes HER2 positivos 3+ ou 2+ com FISH+ foram os mais beneficiados com essa terapia, atingindo sobrevida superior a 16 meses de mediana. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! http://mauriciolema.webhost4life.com/rolmm/files/toga.pdf Aprenda um pouco mais sobre HER2 e imuno-histoquímica conosco nesta semana. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O ToGA trial avaliou a adição do Trastuzumab ao esquema de quimioterapia com fluorouracil e cisplatina para pacientes com câncer gástrico ou de TEG avançados/metastáticos. Esse famoso estudo, publicado na LANCET em 2010, randomizou 594 pacientes e foi realizado em mais de 24 Países e 122 Centros. Os pacientes HER2 positivos 3+ ou 2+ com FISH+ foram os mais beneficiados com essa terapia, atingindo sobrevida superior a 16 meses de mediana. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! http://mauriciolema.webhost4life.com/rolmm/files/toga.pdf Aprenda um pouco mais sobre HER2 e imuno-histoquímica conosco nesta semana. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 04 Oct 2019 14:23:42 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O ToGA trial avaliou a adição do Trastuzumab ao esquema de quimioterapia com fluorouracil e cisplatina para pacientes com câncer gástrico ou de TEG avançados/metastáticos. Esse famoso estudo, publicado na LANCET em 2010, randomizou 594 pacientes e foi realizado em mais de 24 Países e 122 Centros. Os pacientes HER2 positivos 3+ ou 2+ com FISH+ foram os mais beneficiados com essa terapia, atingindo sobrevida superior a 16 meses de mediana. Para saber mais sobre esse paper, acesse o link abaixo e tenha acesso grátis na íntegra! http://mauriciolema.webhost4life.com/rolmm/files/toga.pdf Aprenda um pouco mais sobre HER2 e imuno-histoquímica conosco nesta semana. Siga-nos nas redes sociais e faça seus comentários! Sejam muito bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#22 - MSLT2 Trial: Dissecção linfononal após LNS+ em melanoma</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 28 Sep 2019 12:24:46 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos o MSLT2 publicado na NEJM em 2017. Com a proposta de verificar o valor, em termos de sobrevida, da linfadenectomia complementar à realização do Linfonodo Sentinela (LNS), os autores randomizaram mais de 1900 pacientes com LNS positivo. Esse estudo teve seu resultado publicado antecipadamente diante do alcance precoce do número de eventos: sobrevida específica por câncer Não houve diferença entre os grupos comparados, mas o autor ressalta que a ausência de linfonodos comprometidos na dissecção foi um dos principais fatores prognósticos, o que ocorreu em 11,5% dos casos. Não perca esse episódio e confira grátis o paper e o vídeo referência no link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1613210</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#21 - Hipóteses, Erros e Valor de "p". O mundo da estatística por trás dos papers.</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio especial discutimos aspectos importantes sobre a estatística dos estudos científicos. Recentemente o tal do "p" tem sido colocado à prova por importantes revistas científicas. O nosso amigo Vinícius Calsavara (matemático e estatístico) é o convidado deste #ep21 e nos ajudará a explicar muitas questões que sobre o tema. Este episódio é muito especial! Conceitos sobre erro alfa e beta, Hipóteses nula e alternativa são discutidos sob três pontos de vista de um modo dinâmico e fácil. Ouça até o final e veja o que há de mais interessante sobre o assunto! Sejam muito bem vindos a mais episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio especial discutimos aspectos importantes sobre a estatística dos estudos científicos. Recentemente o tal do "p" tem sido colocado à prova por importantes revistas científicas. O nosso amigo Vinícius Calsavara (matemático e estatístico) é o convidado deste #ep21 e nos ajudará a explicar muitas questões que sobre o tema. Este episódio é muito especial! Conceitos sobre erro alfa e beta, Hipóteses nula e alternativa são discutidos sob três pontos de vista de um modo dinâmico e fácil. Ouça até o final e veja o que há de mais interessante sobre o assunto! Sejam muito bem vindos a mais episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio especial discutimos aspectos importantes sobre a estatística dos estudos científicos. Recentemente o tal do "p" tem sido colocado à prova por importantes revistas científicas. O nosso amigo Vinícius Calsavara (matemático e estatístico) é o convidado deste #ep21 e nos ajudará a explicar muitas questões que sobre o tema. Este episódio é muito especial! Conceitos sobre erro alfa e beta, Hipóteses nula e alternativa são discutidos sob três pontos de vista de um modo dinâmico e fácil. Ouça até o final e veja o que há de mais interessante sobre o assunto! Sejam muito bem vindos a mais episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 20 Sep 2019 14:23:38 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio especial discutimos aspectos importantes sobre a estatística dos estudos científicos. Recentemente o tal do "p" tem sido colocado à prova por importantes revistas científicas. O nosso amigo Vinícius Calsavara (matemático e estatístico) é o convidado deste #ep21 e nos ajudará a explicar muitas questões que sobre o tema. Este episódio é muito especial! Conceitos sobre erro alfa e beta, Hipóteses nula e alternativa são discutidos sob três pontos de vista de um modo dinâmico e fácil. Ouça até o final e veja o que há de mais interessante sobre o assunto! Sejam muito bem vindos a mais episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#20 - COREAN trial - Laparoscopia vs. Cirurgia aberta para câncer de reto</title>
            <description><![CDATA[  <p>O COREAN Trial é um estudo randomizado de não inferioridade publicado na LANCET Oncology em 2014. Nele foram comparados os métodos: Cirurgia laparoscópica vs. cirurgia aberta para tratamento de pacientes com tumores de reto médio e baixo (que tinham sido submetidos a tratamento neoadjuvante) recrutados entre 2006-2009. Com 340 pacientes avaliados, este estudo atingiu a margem de não inferioridade e para o endpoint primário de sobrevida livre de doença em três anos e foi considerado positivo. Não perca a discussão sobre estudos de não inferioridade, equivalência e superioridade. Sejam muito bem vindos a mais um episiódio do Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24837215</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O COREAN Trial é um estudo randomizado de não inferioridade publicado na LANCET Oncology em 2014. Nele foram comparados os métodos: Cirurgia laparoscópica vs. cirurgia aberta para tratamento de pacientes com tumores de reto médio e baixo (que tinham sido submetidos a tratamento neoadjuvante) recrutados entre 2006-2009. Com 340 pacientes avaliados, este estudo atingiu a margem de não inferioridade e para o endpoint primário de sobrevida livre de doença em três anos e foi considerado positivo. Não perca a discussão sobre estudos de não inferioridade, equivalência e superioridade. Sejam muito bem vindos a mais um episiódio do Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24837215</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O COREAN Trial é um estudo randomizado de não inferioridade publicado na LANCET Oncology em 2014. Nele foram comparados os métodos: Cirurgia laparoscópica vs. cirurgia aberta para tratamento de pacientes com tumores de reto médio e baixo (que tinham sido submetidos a tratamento neoadjuvante) recrutados entre 2006-2009. Com 340 pacientes avaliados, este estudo atingiu a margem de não inferioridade e para o endpoint primário de sobrevida livre de doença em três anos e foi considerado positivo. Não perca a discussão sobre estudos de não inferioridade, equivalência e superioridade. Sejam muito bem vindos a mais um episiódio do Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24837215</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 16 Sep 2019 21:30:52 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O COREAN Trial é um estudo randomizado de não inferioridade publicado na LANCET Oncology em 2014. Nele foram comparados os métodos: Cirurgia laparoscópica vs. cirurgia aberta para tratamento de pacientes com tumores de reto médio e baixo (que tinham sido submetidos a tratamento neoadjuvante) recrutados entre 2006-2009. Com 340 pacientes avaliados, este estudo atingiu a margem de não inferioridade e para o endpoint primário de sobrevida livre de doença em três anos e foi considerado positivo. Não perca a discussão sobre estudos de não inferioridade, equivalência e superioridade. Sejam muito bem vindos a mais um episiódio do Clinical Papers Podcast! Tenha acesso ao paper na íntegra pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24837215</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#19 - EORTC 40983 - Cirurgia/QT vs. Cirurgia para o tratamento de metástase hepática de origem colorretal</title>
            <description><![CDATA[  <p>A cirurgia é o principal tratamento para pacientes com metástase hepática de câncer colorretal? O que você acha? Se você quer saber mais sobre esse assunto não perca este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Eu e Tiago discutimos o famoso EORTC 40983 (um atualização do famoso EPOC Trial de 2008). Com um resultado surpreendente esse paper gera muita discussão em torno do assunto. Com mais de 350 pacientes randomizados, o EORTC 40983 é um estudo multicêntrico, randomizado com mais de 70 Centros distribuídos pela Europa, Austrália e China. Não perca a discussão do paper e tire suas próprias conclusões. Quimioterapia peri operatória + Cirurgia vs. Cirurgia isolada? Quem vencerá essa disputa!?!? Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24120480</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A cirurgia é o principal tratamento para pacientes com metástase hepática de câncer colorretal? O que você acha? Se você quer saber mais sobre esse assunto não perca este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Eu e Tiago discutimos o famoso EORTC 40983 (um atualização do famoso EPOC Trial de 2008). Com um resultado surpreendente esse paper gera muita discussão em torno do assunto. Com mais de 350 pacientes randomizados, o EORTC 40983 é um estudo multicêntrico, randomizado com mais de 70 Centros distribuídos pela Europa, Austrália e China. Não perca a discussão do paper e tire suas próprias conclusões. Quimioterapia peri operatória + Cirurgia vs. Cirurgia isolada? Quem vencerá essa disputa!?!? Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24120480</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A cirurgia é o principal tratamento para pacientes com metástase hepática de câncer colorretal? O que você acha? Se você quer saber mais sobre esse assunto não perca este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Eu e Tiago discutimos o famoso EORTC 40983 (um atualização do famoso EPOC Trial de 2008). Com um resultado surpreendente esse paper gera muita discussão em torno do assunto. Com mais de 350 pacientes randomizados, o EORTC 40983 é um estudo multicêntrico, randomizado com mais de 70 Centros distribuídos pela Europa, Austrália e China. Não perca a discussão do paper e tire suas próprias conclusões. Quimioterapia peri operatória + Cirurgia vs. Cirurgia isolada? Quem vencerá essa disputa!?!? Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24120480</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 06 Sep 2019 00:46:21 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>A cirurgia é o principal tratamento para pacientes com metástase hepática de câncer colorretal? O que você acha? Se você quer saber mais sobre esse assunto não perca este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Eu e Tiago discutimos o famoso EORTC 40983 (um atualização do famoso EPOC Trial de 2008). Com um resultado surpreendente esse paper gera muita discussão em torno do assunto. Com mais de 350 pacientes randomizados, o EORTC 40983 é um estudo multicêntrico, randomizado com mais de 70 Centros distribuídos pela Europa, Austrália e China. Não perca a discussão do paper e tire suas próprias conclusões. Quimioterapia peri operatória + Cirurgia vs. Cirurgia isolada? Quem vencerá essa disputa!?!? Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24120480</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#18 - REGATTA study - papel da gastrectomia profilática em adenocarcinoma gástrico metastático</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste mais novo episódio do Clinical Papers discutimos o REGATTA study. Esse paper, que teve um resultado negativo, praticamente definiu a conduta no câncer gástrico metastático. A grande pergunta desse estudo publicado na LANCET em 2016 foi se a gastrectomia profilática em pacientes metastáticos teria impacto em sobrevida. Após analisados em torno de 175 pacientes, o estudo foi finalizado porque preencheu critérios de análise interina por futilidade. Interessante foi ver que alguns pacientes que iniciaram QT pré operatória tiveram resposta completa e foram eventualmente curados! Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(15)00553-7/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste mais novo episódio do Clinical Papers discutimos o REGATTA study. Esse paper, que teve um resultado negativo, praticamente definiu a conduta no câncer gástrico metastático. A grande pergunta desse estudo publicado na LANCET em 2016 foi se a gastrectomia profilática em pacientes metastáticos teria impacto em sobrevida. Após analisados em torno de 175 pacientes, o estudo foi finalizado porque preencheu critérios de análise interina por futilidade. Interessante foi ver que alguns pacientes que iniciaram QT pré operatória tiveram resposta completa e foram eventualmente curados! Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(15)00553-7/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste mais novo episódio do Clinical Papers discutimos o REGATTA study. Esse paper, que teve um resultado negativo, praticamente definiu a conduta no câncer gástrico metastático. A grande pergunta desse estudo publicado na LANCET em 2016 foi se a gastrectomia profilática em pacientes metastáticos teria impacto em sobrevida. Após analisados em torno de 175 pacientes, o estudo foi finalizado porque preencheu critérios de análise interina por futilidade. Interessante foi ver que alguns pacientes que iniciaram QT pré operatória tiveram resposta completa e foram eventualmente curados! Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(15)00553-7/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 29 Aug 2019 17:03:57 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste mais novo episódio do Clinical Papers discutimos o REGATTA study. Esse paper, que teve um resultado negativo, praticamente definiu a conduta no câncer gástrico metastático. A grande pergunta desse estudo publicado na LANCET em 2016 foi se a gastrectomia profilática em pacientes metastáticos teria impacto em sobrevida. Após analisados em torno de 175 pacientes, o estudo foi finalizado porque preencheu critérios de análise interina por futilidade. Interessante foi ver que alguns pacientes que iniciaram QT pré operatória tiveram resposta completa e foram eventualmente curados! Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper pelo link: https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(15)00553-7/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#17 - Porque devemos ir aos Congressos</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio vamos conversar com vocês sobre ir a congressos! Você acha importante ir a esses eventos? Quais são os congressos de sua preferência? Porquê? Ouça nossas opiniões, e adquira dicas incríveis sobre como se comportar nesses encontros e de como fazer contatos! Nós aproveitamos muito esses encontros e seria incrível encontrá-los por lá! Encontramos esse link muito legal sobre o assunto, aproveite e leia mais em: https://www.unibh.br/blog/por-que-devo-participar-de-congressos-simposios-e-seminarios/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio vamos conversar com vocês sobre ir a congressos! Você acha importante ir a esses eventos? Quais são os congressos de sua preferência? Porquê? Ouça nossas opiniões, e adquira dicas incríveis sobre como se comportar nesses encontros e de como fazer contatos! Nós aproveitamos muito esses encontros e seria incrível encontrá-los por lá! Encontramos esse link muito legal sobre o assunto, aproveite e leia mais em: https://www.unibh.br/blog/por-que-devo-participar-de-congressos-simposios-e-seminarios/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio vamos conversar com vocês sobre ir a congressos! Você acha importante ir a esses eventos? Quais são os congressos de sua preferência? Porquê? Ouça nossas opiniões, e adquira dicas incríveis sobre como se comportar nesses encontros e de como fazer contatos! Nós aproveitamos muito esses encontros e seria incrível encontrá-los por lá! Encontramos esse link muito legal sobre o assunto, aproveite e leia mais em: https://www.unibh.br/blog/por-que-devo-participar-de-congressos-simposios-e-seminarios/</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 22 Aug 2019 12:59:56 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio vamos conversar com vocês sobre ir a congressos! Você acha importante ir a esses eventos? Quais são os congressos de sua preferência? Porquê? Ouça nossas opiniões, e adquira dicas incríveis sobre como se comportar nesses encontros e de como fazer contatos! Nós aproveitamos muito esses encontros e seria incrível encontrá-los por lá! Encontramos esse link muito legal sobre o assunto, aproveite e leia mais em: https://www.unibh.br/blog/por-que-devo-participar-de-congressos-simposios-e-seminarios/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#16 - RTOG 9410: Terapia sequencial vs. cocomitante com RT/QT para câncer de pulmão</title>
            <description><![CDATA[  <p>O RTOG 9410 avaliou a sequência de tratamento para câncer de pulmão não pequenas células em pacientes com doença inoperável EC II, IIIa e IIIb. Foram 610 pacientes randomizados para a terapia sequencial com RT/QT vs. concommmitante. Com resultados muito bons, o esquema concomitante foi superior, mas com um preço importante a pagar: toxicidade. Marcos André e Tiago Biachi conversam sobre esse artigo publicado no J Natl Cancer em 2011 e foi decisivo para a mudança e padronização dessa conduta em câncer de pulmão não pequenas células. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper GRATUITAMENTE pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21903745</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O RTOG 9410 avaliou a sequência de tratamento para câncer de pulmão não pequenas células em pacientes com doença inoperável EC II, IIIa e IIIb. Foram 610 pacientes randomizados para a terapia sequencial com RT/QT vs. concommmitante. Com resultados muito bons, o esquema concomitante foi superior, mas com um preço importante a pagar: toxicidade. Marcos André e Tiago Biachi conversam sobre esse artigo publicado no J Natl Cancer em 2011 e foi decisivo para a mudança e padronização dessa conduta em câncer de pulmão não pequenas células. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper GRATUITAMENTE pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21903745</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O RTOG 9410 avaliou a sequência de tratamento para câncer de pulmão não pequenas células em pacientes com doença inoperável EC II, IIIa e IIIb. Foram 610 pacientes randomizados para a terapia sequencial com RT/QT vs. concommmitante. Com resultados muito bons, o esquema concomitante foi superior, mas com um preço importante a pagar: toxicidade. Marcos André e Tiago Biachi conversam sobre esse artigo publicado no J Natl Cancer em 2011 e foi decisivo para a mudança e padronização dessa conduta em câncer de pulmão não pequenas células. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper GRATUITAMENTE pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21903745</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 15 Aug 2019 14:49:42 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O RTOG 9410 avaliou a sequência de tratamento para câncer de pulmão não pequenas células em pacientes com doença inoperável EC II, IIIa e IIIb. Foram 610 pacientes randomizados para a terapia sequencial com RT/QT vs. concommmitante. Com resultados muito bons, o esquema concomitante foi superior, mas com um preço importante a pagar: toxicidade. Marcos André e Tiago Biachi conversam sobre esse artigo publicado no J Natl Cancer em 2011 e foi decisivo para a mudança e padronização dessa conduta em câncer de pulmão não pequenas células. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao paper GRATUITAMENTE pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21903745</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#15 - RT/QT pré vs. pós op para tumor de reto: German Trial</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste mais novo episódio do Clinical Papers Podcast discutimos um trabalho clássico publicado na revista New England Journal of Medicine em 2004. O estudo publicado por Rolf Sauer, também conhecido como German Trial, comparou o uso de RT/QT pré vs. pós operatória pra tumores de reto T3-4 ou N+. O objetivo primário do estudo foi sobrevida global, mas, com um resultado surpreendente para dados de recidiva local e toxicidade, este paper vem tem sido utilizado para ditar a conduta padrão para câncer de reto localmente avançado e mudou as orientações do NIH desde então. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao artigo pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa040694</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste mais novo episódio do Clinical Papers Podcast discutimos um trabalho clássico publicado na revista New England Journal of Medicine em 2004. O estudo publicado por Rolf Sauer, também conhecido como German Trial, comparou o uso de RT/QT pré vs. pós operatória pra tumores de reto T3-4 ou N+. O objetivo primário do estudo foi sobrevida global, mas, com um resultado surpreendente para dados de recidiva local e toxicidade, este paper vem tem sido utilizado para ditar a conduta padrão para câncer de reto localmente avançado e mudou as orientações do NIH desde então. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao artigo pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa040694</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste mais novo episódio do Clinical Papers Podcast discutimos um trabalho clássico publicado na revista New England Journal of Medicine em 2004. O estudo publicado por Rolf Sauer, também conhecido como German Trial, comparou o uso de RT/QT pré vs. pós operatória pra tumores de reto T3-4 ou N+. O objetivo primário do estudo foi sobrevida global, mas, com um resultado surpreendente para dados de recidiva local e toxicidade, este paper vem tem sido utilizado para ditar a conduta padrão para câncer de reto localmente avançado e mudou as orientações do NIH desde então. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao artigo pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa040694</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 07 Aug 2019 23:36:39 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste mais novo episódio do Clinical Papers Podcast discutimos um trabalho clássico publicado na revista New England Journal of Medicine em 2004. O estudo publicado por Rolf Sauer, também conhecido como German Trial, comparou o uso de RT/QT pré vs. pós operatória pra tumores de reto T3-4 ou N+. O objetivo primário do estudo foi sobrevida global, mas, com um resultado surpreendente para dados de recidiva local e toxicidade, este paper vem tem sido utilizado para ditar a conduta padrão para câncer de reto localmente avançado e mudou as orientações do NIH desde então. Não perca mais este episódio! Tenha acesso ao artigo pelo link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa040694</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#14 - Rastreamento com CT de baixa dose vs. Rx em paciente de risco para câncer de pulmão</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rastreamento de câncer de pulmão em população de alto riso vale a pena? Não percam esse mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Neste episódio discutimos um estudo fase III, randomizado que comparou o uso de tomografia computadorizada com baixa dose vs. rx simples como métodos de rastreamento para câncer de pulmão. Publicado na revista New England Journal of Medicine em 2011, esse foi um dos primeiros papers que trataram desse tema. Saiba mais sobre rastreamento e tabagismo com os comentários do nosso time de especialistas e aproveite essa oportunidade para se manter atualizado! Tenha acesso gratuito ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21714641</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rastreamento de câncer de pulmão em população de alto riso vale a pena? Não percam esse mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Neste episódio discutimos um estudo fase III, randomizado que comparou o uso de tomografia computadorizada com baixa dose vs. rx simples como métodos de rastreamento para câncer de pulmão. Publicado na revista New England Journal of Medicine em 2011, esse foi um dos primeiros papers que trataram desse tema. Saiba mais sobre rastreamento e tabagismo com os comentários do nosso time de especialistas e aproveite essa oportunidade para se manter atualizado! Tenha acesso gratuito ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21714641</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rastreamento de câncer de pulmão em população de alto riso vale a pena? Não percam esse mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Neste episódio discutimos um estudo fase III, randomizado que comparou o uso de tomografia computadorizada com baixa dose vs. rx simples como métodos de rastreamento para câncer de pulmão. Publicado na revista New England Journal of Medicine em 2011, esse foi um dos primeiros papers que trataram desse tema. Saiba mais sobre rastreamento e tabagismo com os comentários do nosso time de especialistas e aproveite essa oportunidade para se manter atualizado! Tenha acesso gratuito ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21714641</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 01 Aug 2019 02:46:11 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Rastreamento de câncer de pulmão em população de alto riso vale a pena? Não percam esse mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Neste episódio discutimos um estudo fase III, randomizado que comparou o uso de tomografia computadorizada com baixa dose vs. rx simples como métodos de rastreamento para câncer de pulmão. Publicado na revista New England Journal of Medicine em 2011, esse foi um dos primeiros papers que trataram desse tema. Saiba mais sobre rastreamento e tabagismo com os comentários do nosso time de especialistas e aproveite essa oportunidade para se manter atualizado! Tenha acesso gratuito ao paper pelo link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21714641</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#13 - Como manter-se atualizado: Dicas e Estratégias</title>
            <description><![CDATA[  <p>Como manter-se atualizado com tanta fonte de informação disponível? Neste episódio iremos ajudar vocês com várias dicas nesse sentido! Iremos sugerir sites, estratégias de estudo e vídeos que podem lhe ajudar diariamente a manter-se frente a frente com as mais novas e relevantes informações clínicas. Não se esqueça que o mais importante é manter um comportamento de estudar continuamente; sabe aquela velha máxima: “devagar e sempre”. Pois é, muitas vezes queremos fazer tudo em um dia e subestimamos o que fazemos ao longo do ano! Sejam muito bem vindos a este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Como manter-se atualizado com tanta fonte de informação disponível? Neste episódio iremos ajudar vocês com várias dicas nesse sentido! Iremos sugerir sites, estratégias de estudo e vídeos que podem lhe ajudar diariamente a manter-se frente a frente com as mais novas e relevantes informações clínicas. Não se esqueça que o mais importante é manter um comportamento de estudar continuamente; sabe aquela velha máxima: “devagar e sempre”. Pois é, muitas vezes queremos fazer tudo em um dia e subestimamos o que fazemos ao longo do ano! Sejam muito bem vindos a este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Como manter-se atualizado com tanta fonte de informação disponível? Neste episódio iremos ajudar vocês com várias dicas nesse sentido! Iremos sugerir sites, estratégias de estudo e vídeos que podem lhe ajudar diariamente a manter-se frente a frente com as mais novas e relevantes informações clínicas. Não se esqueça que o mais importante é manter um comportamento de estudar continuamente; sabe aquela velha máxima: “devagar e sempre”. Pois é, muitas vezes queremos fazer tudo em um dia e subestimamos o que fazemos ao longo do ano! Sejam muito bem vindos a este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 24 Jul 2019 13:06:18 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Como manter-se atualizado com tanta fonte de informação disponível? Neste episódio iremos ajudar vocês com várias dicas nesse sentido! Iremos sugerir sites, estratégias de estudo e vídeos que podem lhe ajudar diariamente a manter-se frente a frente com as mais novas e relevantes informações clínicas. Não se esqueça que o mais importante é manter um comportamento de estudar continuamente; sabe aquela velha máxima: “devagar e sempre”. Pois é, muitas vezes queremos fazer tudo em um dia e subestimamos o que fazemos ao longo do ano! Sejam muito bem vindos a este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#12 - Tratamento neoadjuvante com QT/RT e LOSARTANA para tumores de pâncreas</title>
            <description><![CDATA[  <p>O que vocês acham de acrescentar LOSARTANA ao FOLFIRINOX para o tratamento do câncer de pâncreas? Será que faz sentido?!?! Neste episódio discutimos um estudo fase II que avaliou a adição dessa droga ao tratamento de QT/RT como estratégia de neoadjuvância para tumores localmente avançados. Publicado na JAMA Oncol. 2019;5(7):1020-1027, esse esquema inovador trouxe resultados surpreendentes! Ouça também nossa discussão e aprenda mais sobre critérios de ressecabilidade e o que é o tão famoso NCCN. Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2734827</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O que vocês acham de acrescentar LOSARTANA ao FOLFIRINOX para o tratamento do câncer de pâncreas? Será que faz sentido?!?! Neste episódio discutimos um estudo fase II que avaliou a adição dessa droga ao tratamento de QT/RT como estratégia de neoadjuvância para tumores localmente avançados. Publicado na JAMA Oncol. 2019;5(7):1020-1027, esse esquema inovador trouxe resultados surpreendentes! Ouça também nossa discussão e aprenda mais sobre critérios de ressecabilidade e o que é o tão famoso NCCN. Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2734827</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O que vocês acham de acrescentar LOSARTANA ao FOLFIRINOX para o tratamento do câncer de pâncreas? Será que faz sentido?!?! Neste episódio discutimos um estudo fase II que avaliou a adição dessa droga ao tratamento de QT/RT como estratégia de neoadjuvância para tumores localmente avançados. Publicado na JAMA Oncol. 2019;5(7):1020-1027, esse esquema inovador trouxe resultados surpreendentes! Ouça também nossa discussão e aprenda mais sobre critérios de ressecabilidade e o que é o tão famoso NCCN. Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2734827</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 17 Jul 2019 21:07:59 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>O que vocês acham de acrescentar LOSARTANA ao FOLFIRINOX para o tratamento do câncer de pâncreas? Será que faz sentido?!?! Neste episódio discutimos um estudo fase II que avaliou a adição dessa droga ao tratamento de QT/RT como estratégia de neoadjuvância para tumores localmente avançados. Publicado na JAMA Oncol. 2019;5(7):1020-1027, esse esquema inovador trouxe resultados surpreendentes! Ouça também nossa discussão e aprenda mais sobre critérios de ressecabilidade e o que é o tão famoso NCCN. Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2734827</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#11 - "Mismatch Repair Deficiency", MSI e Sobrevida: Análise Exploratória do MAGIC Trial</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com o objetivo de examinar a associação entre a instabilidade microssatélite e sobrevida para os pacientes com tumores de estômago, a Dra. Elisabeth Smyth fez uma análise exploratória dos resultados do famoso Magic Trial. Publicado em 2017, este importante estudo avaliou prevalência, prognóstico e predição de resposta a quimioterapia com ECF/ECX entre os pacientes operados classificando-os em MSI Low ou High. A autora concluiu que os pacientes MSI high tiveram melhor prognóstico quando apenas operados, sendo a quimioterapia deletéria nesses casos! Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast e saiba mais sobre o tema! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5824280/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo de examinar a associação entre a instabilidade microssatélite e sobrevida para os pacientes com tumores de estômago, a Dra. Elisabeth Smyth fez uma análise exploratória dos resultados do famoso Magic Trial. Publicado em 2017, este importante estudo avaliou prevalência, prognóstico e predição de resposta a quimioterapia com ECF/ECX entre os pacientes operados classificando-os em MSI Low ou High. A autora concluiu que os pacientes MSI high tiveram melhor prognóstico quando apenas operados, sendo a quimioterapia deletéria nesses casos! Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast e saiba mais sobre o tema! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5824280/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com o objetivo de examinar a associação entre a instabilidade microssatélite e sobrevida para os pacientes com tumores de estômago, a Dra. Elisabeth Smyth fez uma análise exploratória dos resultados do famoso Magic Trial. Publicado em 2017, este importante estudo avaliou prevalência, prognóstico e predição de resposta a quimioterapia com ECF/ECX entre os pacientes operados classificando-os em MSI Low ou High. A autora concluiu que os pacientes MSI high tiveram melhor prognóstico quando apenas operados, sendo a quimioterapia deletéria nesses casos! Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast e saiba mais sobre o tema! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5824280/</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 10 Jul 2019 13:59:55 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com o objetivo de examinar a associação entre a instabilidade microssatélite e sobrevida para os pacientes com tumores de estômago, a Dra. Elisabeth Smyth fez uma análise exploratória dos resultados do famoso Magic Trial. Publicado em 2017, este importante estudo avaliou prevalência, prognóstico e predição de resposta a quimioterapia com ECF/ECX entre os pacientes operados classificando-os em MSI Low ou High. A autora concluiu que os pacientes MSI high tiveram melhor prognóstico quando apenas operados, sendo a quimioterapia deletéria nesses casos! Ouça este mais novo episódio do Clinical Papers Podcast e saiba mais sobre o tema! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA Oncol., acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5824280/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#10 - FLOT 4: a randomised, phase 2/3 trial</title>
            <description><![CDATA[  <p>Publicado ainda este ano de 2019, o FLOT 4 é um estudo onde os autores utilizaram fluorouracil, leucovorin, oxaliplatina e docetaxel para tratamento de adenocarcinoma de estômago e TEG. Após o MAGIC Trial (ECF/ECX), comentado no episódio 9 do nosso podcast, esse novo esquema de quimioterapia vem sendo adotado como o que há de mais eficaz e moderno para o tratamento dessa doença. O ganho de sobrevida com o FLOT 4 foi de 15 meses com o HR de 0.77. Percebam a evolução do tratamento se juntar-mos o MAGIC com FLOT 4: 13 + 15 meses = 28 meses de ganho em sobrevida global!! Incrível não!?!? Não perca esse mais novo episódio e saiba mais sobre toda essa história! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista The Lancet Oncol, acesse o link: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32557-1/fulltext</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Publicado ainda este ano de 2019, o FLOT 4 é um estudo onde os autores utilizaram fluorouracil, leucovorin, oxaliplatina e docetaxel para tratamento de adenocarcinoma de estômago e TEG. Após o MAGIC Trial (ECF/ECX), comentado no episódio 9 do nosso podcast, esse novo esquema de quimioterapia vem sendo adotado como o que há de mais eficaz e moderno para o tratamento dessa doença. O ganho de sobrevida com o FLOT 4 foi de 15 meses com o HR de 0.77. Percebam a evolução do tratamento se juntar-mos o MAGIC com FLOT 4: 13 + 15 meses = 28 meses de ganho em sobrevida global!! Incrível não!?!? Não perca esse mais novo episódio e saiba mais sobre toda essa história! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista The Lancet Oncol, acesse o link: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32557-1/fulltext</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Publicado ainda este ano de 2019, o FLOT 4 é um estudo onde os autores utilizaram fluorouracil, leucovorin, oxaliplatina e docetaxel para tratamento de adenocarcinoma de estômago e TEG. Após o MAGIC Trial (ECF/ECX), comentado no episódio 9 do nosso podcast, esse novo esquema de quimioterapia vem sendo adotado como o que há de mais eficaz e moderno para o tratamento dessa doença. O ganho de sobrevida com o FLOT 4 foi de 15 meses com o HR de 0.77. Percebam a evolução do tratamento se juntar-mos o MAGIC com FLOT 4: 13 + 15 meses = 28 meses de ganho em sobrevida global!! Incrível não!?!? Não perca esse mais novo episódio e saiba mais sobre toda essa história! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista The Lancet Oncol, acesse o link: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32557-1/fulltext</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 03 Jul 2019 15:29:17 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Publicado ainda este ano de 2019, o FLOT 4 é um estudo onde os autores utilizaram fluorouracil, leucovorin, oxaliplatina e docetaxel para tratamento de adenocarcinoma de estômago e TEG. Após o MAGIC Trial (ECF/ECX), comentado no episódio 9 do nosso podcast, esse novo esquema de quimioterapia vem sendo adotado como o que há de mais eficaz e moderno para o tratamento dessa doença. O ganho de sobrevida com o FLOT 4 foi de 15 meses com o HR de 0.77. Percebam a evolução do tratamento se juntar-mos o MAGIC com FLOT 4: 13 + 15 meses = 28 meses de ganho em sobrevida global!! Incrível não!?!? Não perca esse mais novo episódio e saiba mais sobre toda essa história! Para saber mais sobre o estudo publicado na revista The Lancet Oncol, acesse o link: https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(18)32557-1/fulltext</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#09 - The MAGIC Trial</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o famoso MAGIC Trial. Esse trabalho foi considerado um divisor de águas no tratamento do câncer gástrico e de JEG devendo ter a nossa atenção. David Cunningham e seus colaboradores investigaram o papel da quimioterapia perioperatória comparada com a cirurgia isolada para os pacientes. Com esse tratamento ousado, seu trabalho foi publicado no New England Journal of Medicine em 2006, tendo excelentes resultados! Não perca esse mais novo episódio e aprenda um pouco também sobre a famosa curva de sobrevida Kaplan-Meier e o método de log rank. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista NEJM, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa055531</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o famoso MAGIC Trial. Esse trabalho foi considerado um divisor de águas no tratamento do câncer gástrico e de JEG devendo ter a nossa atenção. David Cunningham e seus colaboradores investigaram o papel da quimioterapia perioperatória comparada com a cirurgia isolada para os pacientes. Com esse tratamento ousado, seu trabalho foi publicado no New England Journal of Medicine em 2006, tendo excelentes resultados! Não perca esse mais novo episódio e aprenda um pouco também sobre a famosa curva de sobrevida Kaplan-Meier e o método de log rank. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista NEJM, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa055531</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos o famoso MAGIC Trial. Esse trabalho foi considerado um divisor de águas no tratamento do câncer gástrico e de JEG devendo ter a nossa atenção. David Cunningham e seus colaboradores investigaram o papel da quimioterapia perioperatória comparada com a cirurgia isolada para os pacientes. Com esse tratamento ousado, seu trabalho foi publicado no New England Journal of Medicine em 2006, tendo excelentes resultados! Não perca esse mais novo episódio e aprenda um pouco também sobre a famosa curva de sobrevida Kaplan-Meier e o método de log rank. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista NEJM, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa055531</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 27 Jun 2019 01:30:53 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos o famoso MAGIC Trial. Esse trabalho foi considerado um divisor de águas no tratamento do câncer gástrico e de JEG devendo ter a nossa atenção. David Cunningham e seus colaboradores investigaram o papel da quimioterapia perioperatória comparada com a cirurgia isolada para os pacientes. Com esse tratamento ousado, seu trabalho foi publicado no New England Journal of Medicine em 2006, tendo excelentes resultados! Não perca esse mais novo episódio e aprenda um pouco também sobre a famosa curva de sobrevida Kaplan-Meier e o método de log rank. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista NEJM, acesse o link: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa055531</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#08 - Tipos de Estudos Científicos e Níveis de Evidência</title>
            <description><![CDATA[  <p>Você sabia que há muitas condutas em oncologia baseadas em estudos não randomizados e até série de casos?!?! Neste episódio iremos comentar sobre os tipos de estudos científicos e os níveis de evidência e pesquisa. Um episódio com uma linguagem bem mais fácil e acessível sobre o tema onde todos vamos aprender! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Você sabia que há muitas condutas em oncologia baseadas em estudos não randomizados e até série de casos?!?! Neste episódio iremos comentar sobre os tipos de estudos científicos e os níveis de evidência e pesquisa. Um episódio com uma linguagem bem mais fácil e acessível sobre o tema onde todos vamos aprender! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Você sabia que há muitas condutas em oncologia baseadas em estudos não randomizados e até série de casos?!?! Neste episódio iremos comentar sobre os tipos de estudos científicos e os níveis de evidência e pesquisa. Um episódio com uma linguagem bem mais fácil e acessível sobre o tema onde todos vamos aprender! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 19 Jun 2019 13:23:12 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Você sabia que há muitas condutas em oncologia baseadas em estudos não randomizados e até série de casos?!?! Neste episódio iremos comentar sobre os tipos de estudos científicos e os níveis de evidência e pesquisa. Um episódio com uma linguagem bem mais fácil e acessível sobre o tema onde todos vamos aprender! Seja muito bem vindo a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#07 - The COLOFOL Randomized Clinical Trial</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o The COLOFOL Randomized Clinical Trial. Esse excelente paper foi publicado na famosa revista JAMA em maio de 2018. Nele, os autores investigaram o efeito de um seguimento mais vs. menos intensivo após o tratamento de pacientes com tumores colorretais e seu efeito na sobrevida global e câncer específica. Não perca a discussão sobre randomização em bloco e muitos conceitos sobre follow up que irão mudar a forma com a qual você trata desse tema. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA, acesse o link e obtenha grátis esse paper! https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2681744</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o The COLOFOL Randomized Clinical Trial. Esse excelente paper foi publicado na famosa revista JAMA em maio de 2018. Nele, os autores investigaram o efeito de um seguimento mais vs. menos intensivo após o tratamento de pacientes com tumores colorretais e seu efeito na sobrevida global e câncer específica. Não perca a discussão sobre randomização em bloco e muitos conceitos sobre follow up que irão mudar a forma com a qual você trata desse tema. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA, acesse o link e obtenha grátis esse paper! https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2681744</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos o The COLOFOL Randomized Clinical Trial. Esse excelente paper foi publicado na famosa revista JAMA em maio de 2018. Nele, os autores investigaram o efeito de um seguimento mais vs. menos intensivo após o tratamento de pacientes com tumores colorretais e seu efeito na sobrevida global e câncer específica. Não perca a discussão sobre randomização em bloco e muitos conceitos sobre follow up que irão mudar a forma com a qual você trata desse tema. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA, acesse o link e obtenha grátis esse paper! https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2681744</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 12 Jun 2019 11:50:19 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos o The COLOFOL Randomized Clinical Trial. Esse excelente paper foi publicado na famosa revista JAMA em maio de 2018. Nele, os autores investigaram o efeito de um seguimento mais vs. menos intensivo após o tratamento de pacientes com tumores colorretais e seu efeito na sobrevida global e câncer específica. Não perca a discussão sobre randomização em bloco e muitos conceitos sobre follow up que irão mudar a forma com a qual você trata desse tema. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista JAMA, acesse o link e obtenha grátis esse paper! https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2681744</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#06 - "Oxaliplatin versus Mitomycin C for HIPEC"</title>
            <description><![CDATA[  <p>Com o objetivo de comparar Mitomicina C vs. Oxaliplatina na HIPEC para pacientes com Câncer Colorretal, os autores desse paper avaliaram, de modo retrospectivo, mais de 200 pacientes em termos de sobrevida. O dr. David Morris e seus colaboradores concluíram que os pacientes que receberam oxaliplatina (n=106) durante a HIPEC tiveram melhores taxas de sobrevida global (56 vs. 29m) quando comparados com os que usaram mitomicina (n=96). Interessante dizer que a sobrevida livre de doença foi igual! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27780675 Quer saber mais sobre a discussão desse trabalho? Acesse o spotify ou podcast no seu smartphone, ou acesse o nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo de comparar Mitomicina C vs. Oxaliplatina na HIPEC para pacientes com Câncer Colorretal, os autores desse paper avaliaram, de modo retrospectivo, mais de 200 pacientes em termos de sobrevida. O dr. David Morris e seus colaboradores concluíram que os pacientes que receberam oxaliplatina (n=106) durante a HIPEC tiveram melhores taxas de sobrevida global (56 vs. 29m) quando comparados com os que usaram mitomicina (n=96). Interessante dizer que a sobrevida livre de doença foi igual! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27780675 Quer saber mais sobre a discussão desse trabalho? Acesse o spotify ou podcast no seu smartphone, ou acesse o nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Com o objetivo de comparar Mitomicina C vs. Oxaliplatina na HIPEC para pacientes com Câncer Colorretal, os autores desse paper avaliaram, de modo retrospectivo, mais de 200 pacientes em termos de sobrevida. O dr. David Morris e seus colaboradores concluíram que os pacientes que receberam oxaliplatina (n=106) durante a HIPEC tiveram melhores taxas de sobrevida global (56 vs. 29m) quando comparados com os que usaram mitomicina (n=96). Interessante dizer que a sobrevida livre de doença foi igual! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27780675 Quer saber mais sobre a discussão desse trabalho? Acesse o spotify ou podcast no seu smartphone, ou acesse o nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 05 Jun 2019 02:09:02 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Com o objetivo de comparar Mitomicina C vs. Oxaliplatina na HIPEC para pacientes com Câncer Colorretal, os autores desse paper avaliaram, de modo retrospectivo, mais de 200 pacientes em termos de sobrevida. O dr. David Morris e seus colaboradores concluíram que os pacientes que receberam oxaliplatina (n=106) durante a HIPEC tiveram melhores taxas de sobrevida global (56 vs. 29m) quando comparados com os que usaram mitomicina (n=96). Interessante dizer que a sobrevida livre de doença foi igual! https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27780675 Quer saber mais sobre a discussão desse trabalho? Acesse o spotify ou podcast no seu smartphone, ou acesse o nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#05 - CROSS Trial - "Preoperative Chemoradiotherapy for Esophageal or Junctional Cancer"</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o CROSS trial. Esse famoso paper publicado teve como investigador principal o Dr. van der Gaast em maio de 2012. Nele, os autores comparam um esquema de radio/quimioterapia neadjuvante vs. cirurgia up front para tumores de esôfago distal e TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram incluídos 366 pacientes para a análise, recrutados desde março de 2004 a dezembro de 2008. Com uma mediana de sobrevida de 49,4 meses comparada a 24 meses do grupo de cirurgia apenas, o tratamento com RT/QT se mostrou superior e mudou a conduta desde então. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista the New England Journal of Medicine em maio de 2012, acesse o link abaixo e obtenha grátis o artigo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22646630</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos o CROSS trial. Esse famoso paper publicado teve como investigador principal o Dr. van der Gaast em maio de 2012. Nele, os autores comparam um esquema de radio/quimioterapia neadjuvante vs. cirurgia up front para tumores de esôfago distal e TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram incluídos 366 pacientes para a análise, recrutados desde março de 2004 a dezembro de 2008. Com uma mediana de sobrevida de 49,4 meses comparada a 24 meses do grupo de cirurgia apenas, o tratamento com RT/QT se mostrou superior e mudou a conduta desde então. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista the New England Journal of Medicine em maio de 2012, acesse o link abaixo e obtenha grátis o artigo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22646630</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos o CROSS trial. Esse famoso paper publicado teve como investigador principal o Dr. van der Gaast em maio de 2012. Nele, os autores comparam um esquema de radio/quimioterapia neadjuvante vs. cirurgia up front para tumores de esôfago distal e TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram incluídos 366 pacientes para a análise, recrutados desde março de 2004 a dezembro de 2008. Com uma mediana de sobrevida de 49,4 meses comparada a 24 meses do grupo de cirurgia apenas, o tratamento com RT/QT se mostrou superior e mudou a conduta desde então. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista the New England Journal of Medicine em maio de 2012, acesse o link abaixo e obtenha grátis o artigo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22646630</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 29 May 2019 02:22:06 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos o CROSS trial. Esse famoso paper publicado teve como investigador principal o Dr. van der Gaast em maio de 2012. Nele, os autores comparam um esquema de radio/quimioterapia neadjuvante vs. cirurgia up front para tumores de esôfago distal e TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram incluídos 366 pacientes para a análise, recrutados desde março de 2004 a dezembro de 2008. Com uma mediana de sobrevida de 49,4 meses comparada a 24 meses do grupo de cirurgia apenas, o tratamento com RT/QT se mostrou superior e mudou a conduta desde então. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista the New England Journal of Medicine em maio de 2012, acesse o link abaixo e obtenha grátis o artigo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22646630</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#04 - Metodologia para leitura de um artigo científico</title>
            <description><![CDATA[  <p>Este é um episódio especial direcionado a todos, mesmo que não sejam da área médica, mas que discutem e lêem papers. Iremos aqui descrever qual é a nossa metodologia ao ler um artigo. O que você deve atentar em cada tópico, qual a sequência e o porquê. Esperamos que gostem desse mais novo episódio! Divirta-se ao final com alguns erros de gravação... :) Visitem nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br e faça seu comentário!</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Este é um episódio especial direcionado a todos, mesmo que não sejam da área médica, mas que discutem e lêem papers. Iremos aqui descrever qual é a nossa metodologia ao ler um artigo. O que você deve atentar em cada tópico, qual a sequência e o porquê. Esperamos que gostem desse mais novo episódio! Divirta-se ao final com alguns erros de gravação... :) Visitem nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br e faça seu comentário!</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Este é um episódio especial direcionado a todos, mesmo que não sejam da área médica, mas que discutem e lêem papers. Iremos aqui descrever qual é a nossa metodologia ao ler um artigo. O que você deve atentar em cada tópico, qual a sequência e o porquê. Esperamos que gostem desse mais novo episódio! Divirta-se ao final com alguns erros de gravação... :) Visitem nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br e faça seu comentário!</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 22 May 2019 02:57:52 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Este é um episódio especial direcionado a todos, mesmo que não sejam da área médica, mas que discutem e lêem papers. Iremos aqui descrever qual é a nossa metodologia ao ler um artigo. O que você deve atentar em cada tópico, qual a sequência e o porquê. Esperamos que gostem desse mais novo episódio! Divirta-se ao final com alguns erros de gravação... :) Visitem nosso site: www.clinicalpaperspodcast.com.br e faça seu comentário!</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#03 - "Adoption of Total Neoadjuvant Therapy for Locally Advanced Rectal Cancer"</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo grupo do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC) de Nova Iorque. A primeira autora é a Dra. Andrea Cercek e o mentor do estudo é o Dr. Matin Weiser, cirurgião oncológico do grupo de tumores colorretais. O paper traz o conceito de TNT ou total neoadjuvant therapy que significa fazer toda a quimioterapia e radio/quimioterapia (RT/QT) antes da cirurgia para pacientes com tumores de reto. É uma verdadeira descrição de como isso é feito no MSKCC e seus resultados. É um estudo retrospectivo com as informações colhidas de um banco de dados entre os períodos de 2009 a 2015. Foram analisados 628 pacientes T3/4 ou N+ que receberam esquema convencional com RT/QT neoadjuvante ou TNT. Não há dados de sobrevida, e o que chama mais atenção é o fato de que os pacientes que fizeram TNT tiveram maiores taxas de resposta patológica e clínica completa mantida e que, quando somadas, resultam em 36% versus 21% com o esquema convencional. Para saber mais sobre o estudo publicado na JAMA Oncol. 2018;4(6):e180071, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5885165/</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo grupo do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC) de Nova Iorque. A primeira autora é a Dra. Andrea Cercek e o mentor do estudo é o Dr. Matin Weiser, cirurgião oncológico do grupo de tumores colorretais. O paper traz o conceito de TNT ou total neoadjuvant therapy que significa fazer toda a quimioterapia e radio/quimioterapia (RT/QT) antes da cirurgia para pacientes com tumores de reto. É uma verdadeira descrição de como isso é feito no MSKCC e seus resultados. É um estudo retrospectivo com as informações colhidas de um banco de dados entre os períodos de 2009 a 2015. Foram analisados 628 pacientes T3/4 ou N+ que receberam esquema convencional com RT/QT neoadjuvante ou TNT. Não há dados de sobrevida, e o que chama mais atenção é o fato de que os pacientes que fizeram TNT tiveram maiores taxas de resposta patológica e clínica completa mantida e que, quando somadas, resultam em 36% versus 21% com o esquema convencional. Para saber mais sobre o estudo publicado na JAMA Oncol. 2018;4(6):e180071, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5885165/</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo grupo do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC) de Nova Iorque. A primeira autora é a Dra. Andrea Cercek e o mentor do estudo é o Dr. Matin Weiser, cirurgião oncológico do grupo de tumores colorretais. O paper traz o conceito de TNT ou total neoadjuvant therapy que significa fazer toda a quimioterapia e radio/quimioterapia (RT/QT) antes da cirurgia para pacientes com tumores de reto. É uma verdadeira descrição de como isso é feito no MSKCC e seus resultados. É um estudo retrospectivo com as informações colhidas de um banco de dados entre os períodos de 2009 a 2015. Foram analisados 628 pacientes T3/4 ou N+ que receberam esquema convencional com RT/QT neoadjuvante ou TNT. Não há dados de sobrevida, e o que chama mais atenção é o fato de que os pacientes que fizeram TNT tiveram maiores taxas de resposta patológica e clínica completa mantida e que, quando somadas, resultam em 36% versus 21% com o esquema convencional. Para saber mais sobre o estudo publicado na JAMA Oncol. 2018;4(6):e180071, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5885165/</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 15 May 2019 13:51:46 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo grupo do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC) de Nova Iorque. A primeira autora é a Dra. Andrea Cercek e o mentor do estudo é o Dr. Matin Weiser, cirurgião oncológico do grupo de tumores colorretais. O paper traz o conceito de TNT ou total neoadjuvant therapy que significa fazer toda a quimioterapia e radio/quimioterapia (RT/QT) antes da cirurgia para pacientes com tumores de reto. É uma verdadeira descrição de como isso é feito no MSKCC e seus resultados. É um estudo retrospectivo com as informações colhidas de um banco de dados entre os períodos de 2009 a 2015. Foram analisados 628 pacientes T3/4 ou N+ que receberam esquema convencional com RT/QT neoadjuvante ou TNT. Não há dados de sobrevida, e o que chama mais atenção é o fato de que os pacientes que fizeram TNT tiveram maiores taxas de resposta patológica e clínica completa mantida e que, quando somadas, resultam em 36% versus 21% com o esquema convencional. Para saber mais sobre o estudo publicado na JAMA Oncol. 2018;4(6):e180071, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5885165/</itunes:subtitle></item>
        
        <item>
            <title>#02 - CRITICS - "CT vs. CT/RT after surgery and preoperative chemotherapy for resectable gastric cancer"</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo Dr. Annemieke Cats em abril de 2018. Nele, o Dr Cats, de modo inovador, compara o esquema ECF de quimioterapia perioperatória vs. QT/RT como adjuvante pós terapia com ECF seguido de cirurgia para adenocarcinoma gástrico ou de TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram recrutados 788 pacientes oriundos de 56 hospitais da Holanda, Suécia e Dinamarca. Os pacientes foram recrutados entre janeiro de 2007 e abril de 2015. Com uma mediana de follow up de 61.4 meses, não houve diferença estatisticamente significativa de sobrevida entre os grupos (ECF perioperatória e RT/QT adjuvante). O estudo foi considerado negativo, tendo em vista que diferença estimada de 10% de sobrevida global a favor do braço QT/RT não foi atingida. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista Lancet Oncol em abril de 2018, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29650363</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo Dr. Annemieke Cats em abril de 2018. Nele, o Dr Cats, de modo inovador, compara o esquema ECF de quimioterapia perioperatória vs. QT/RT como adjuvante pós terapia com ECF seguido de cirurgia para adenocarcinoma gástrico ou de TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram recrutados 788 pacientes oriundos de 56 hospitais da Holanda, Suécia e Dinamarca. Os pacientes foram recrutados entre janeiro de 2007 e abril de 2015. Com uma mediana de follow up de 61.4 meses, não houve diferença estatisticamente significativa de sobrevida entre os grupos (ECF perioperatória e RT/QT adjuvante). O estudo foi considerado negativo, tendo em vista que diferença estimada de 10% de sobrevida global a favor do braço QT/RT não foi atingida. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista Lancet Oncol em abril de 2018, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29650363</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo Dr. Annemieke Cats em abril de 2018. Nele, o Dr Cats, de modo inovador, compara o esquema ECF de quimioterapia perioperatória vs. QT/RT como adjuvante pós terapia com ECF seguido de cirurgia para adenocarcinoma gástrico ou de TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram recrutados 788 pacientes oriundos de 56 hospitais da Holanda, Suécia e Dinamarca. Os pacientes foram recrutados entre janeiro de 2007 e abril de 2015. Com uma mediana de follow up de 61.4 meses, não houve diferença estatisticamente significativa de sobrevida entre os grupos (ECF perioperatória e RT/QT adjuvante). O estudo foi considerado negativo, tendo em vista que diferença estimada de 10% de sobrevida global a favor do braço QT/RT não foi atingida. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista Lancet Oncol em abril de 2018, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29650363</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 08 May 2019 00:17:19 +0000</pubDate>
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        <itunes:subtitle>Neste episódio discutimos um paper publicado pelo Dr. Annemieke Cats em abril de 2018. Nele, o Dr Cats, de modo inovador, compara o esquema ECF de quimioterapia perioperatória vs. QT/RT como adjuvante pós terapia com ECF seguido de cirurgia para adenocarcinoma gástrico ou de TEG. É um estudo fase III, randomizado onde foram recrutados 788 pacientes oriundos de 56 hospitais da Holanda, Suécia e Dinamarca. Os pacientes foram recrutados entre janeiro de 2007 e abril de 2015. Com uma mediana de follow up de 61.4 meses, não houve diferença estatisticamente significativa de sobrevida entre os grupos (ECF perioperatória e RT/QT adjuvante). O estudo foi considerado negativo, tendo em vista que diferença estimada de 10% de sobrevida global a favor do braço QT/RT não foi atingida. Para saber mais sobre o estudo publicado na revista Lancet Oncol em abril de 2018, acesse o link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29650363</itunes:subtitle></item>
        
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            <title>#01 - “FOLFIRINOX or Gemcitabine as Adjuvant Therapy for Pancreatic Cancer”</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste primeiro episódio, discutimos um paper publicado na revista “The New England Journal of Medicine” intitulado: “FOLFIRINOX or Gemcitabine as Adjuvant Therapy for Pancreatic Cancer” cujo principal autor é o pesquisador T. Conroy do grupo PRODIGE ou Canadian Cancer Trials Group and the Unicancer Group. O gap do estudo é saber se a utilização de FOLFIRINOX como terapia adjuvante aumenta sobrevida em pacientes operados por adenocarcinoma de pâncreas. Foram randomizados 493 pacientes, após a ressecção do tumor entre fazer folfirinox ou gencitabina como esquemas de quimioterapia adjuvantes. Com uma mediana de follow up de 33,6 meses o grupo que fez folfirinox teve melhores resultados de sobrevida (21,6 vs. 12,8 meses) quando comparado com gencitabina. O que gerou um hazard ratio de 0,58. Quer saber mais sobre o paper N Engl J Med 2018;379:2395-406, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30575490</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste primeiro episódio, discutimos um paper publicado na revista “The New England Journal of Medicine” intitulado: “FOLFIRINOX or Gemcitabine as Adjuvant Therapy for Pancreatic Cancer” cujo principal autor é o pesquisador T. Conroy do grupo PRODIGE ou Canadian Cancer Trials Group and the Unicancer Group. O gap do estudo é saber se a utilização de FOLFIRINOX como terapia adjuvante aumenta sobrevida em pacientes operados por adenocarcinoma de pâncreas. Foram randomizados 493 pacientes, após a ressecção do tumor entre fazer folfirinox ou gencitabina como esquemas de quimioterapia adjuvantes. Com uma mediana de follow up de 33,6 meses o grupo que fez folfirinox teve melhores resultados de sobrevida (21,6 vs. 12,8 meses) quando comparado com gencitabina. O que gerou um hazard ratio de 0,58. Quer saber mais sobre o paper N Engl J Med 2018;379:2395-406, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30575490</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste primeiro episódio, discutimos um paper publicado na revista “The New England Journal of Medicine” intitulado: “FOLFIRINOX or Gemcitabine as Adjuvant Therapy for Pancreatic Cancer” cujo principal autor é o pesquisador T. Conroy do grupo PRODIGE ou Canadian Cancer Trials Group and the Unicancer Group. O gap do estudo é saber se a utilização de FOLFIRINOX como terapia adjuvante aumenta sobrevida em pacientes operados por adenocarcinoma de pâncreas. Foram randomizados 493 pacientes, após a ressecção do tumor entre fazer folfirinox ou gencitabina como esquemas de quimioterapia adjuvantes. Com uma mediana de follow up de 33,6 meses o grupo que fez folfirinox teve melhores resultados de sobrevida (21,6 vs. 12,8 meses) quando comparado com gencitabina. O que gerou um hazard ratio de 0,58. Quer saber mais sobre o paper N Engl J Med 2018;379:2395-406, acesse: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30575490</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 30 Apr 2019 13:59:52 +0000</pubDate>
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