<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">
  <channel>
    <title />
    <link />
    <description />
    <image>
      <title />
      <width>350</width>
      <height>67</height>
      <link />
      <url>http://www.opovo.com.br/imagens/logo-portal.gif</url>
    </image>	
    
    <atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/colunascript" /><feedburner:info uri="colunascript" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>colunascript</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
      
      
	     <category>Plano De Fuga, Raul - O Início, o Fim e o Meio e o Curso Como Ver Um Filme em Fortaleza</category>
             <title>Plano De Fuga, Raul - O Início, o Fim e o Meio e o Curso Como Ver Um Filme em Fortaleza</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/u1ucDuPFPkI/i-plano-de-fuga-i-i-raul-o-inicio-o-fim-e-o-meio-i-e-o-curso-i-como-ver-um-filme-i-em-fortaleza.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 23 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O7C8QU3CFjCK8wJ2D-aKCQo4kSs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O7C8QU3CFjCK8wJ2D-aKCQo4kSs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O7C8QU3CFjCK8wJ2D-aKCQo4kSs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O7C8QU3CFjCK8wJ2D-aKCQo4kSs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/u1ucDuPFPkI" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/05/23/noticiasscript,2844087/i-plano-de-fuga-i-i-raul-o-inicio-o-fim-e-o-meio-i-e-o-curso-i-como-ver-um-filme-i-em-fortaleza.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Em Cartaz: Paraísos Artificiais e O Exótico Hotel Marigold  Nas Locadoras: Tudo Pelo Poder e Anderson Silva: Como Água</category>
             <title>Em Cartaz: Paraísos Artificiais e O Exótico Hotel Marigold  Nas Locadoras: Tudo Pelo Poder e Anderson Silva: Como Água</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/V-AYvJvQMwQ/em-cartaz-i-paraisos-artificiais-i-e-i-o-exotico-hotel-marigold-i-br-nas-locadoras-i-tudo-pelo-poder-i-e-i-anderson-silva-como-agua-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 16 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SNsnegomw2ryZmxq5azM8zs-e5o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SNsnegomw2ryZmxq5azM8zs-e5o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SNsnegomw2ryZmxq5azM8zs-e5o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SNsnegomw2ryZmxq5azM8zs-e5o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/V-AYvJvQMwQ" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/05/16/noticiasscript,2839826/em-cartaz-i-paraisos-artificiais-i-e-i-o-exotico-hotel-marigold-i-br-nas-locadoras-i-tudo-pelo-poder-i-e-i-anderson-silva-como-agua-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Anjos da Lei e Amanhã Nunca Mais</category>
             <title>Anjos da Lei e Amanhã Nunca Mais</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/lnfQHntyeQ8/i-anjos-da-lei-i-e-i-amanha-nunca-mais-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/05/09/2836117/amanha_nunca_mais_xlg.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Comédia Policial &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um policial de ação. É comédia. É uma adaptação de uma série de TV. Será capaz de ser bom? Ainda mais em tempos de filmes de ação desmiolados, cheios de efeitos especiais ou comédias idiotas sem noção e sem graça... Eis que surge uma comédia policial divertidíssima. E das mãos de diretores vindo do mundo da animação (de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Tá Chovendo Hamburguer!&lt;/span&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E olhe que pensei que a comédia policial engraçadamente desbocada dos anos 80 tinha morrido e que nunca mais iria assistir algo do estilo de&lt;span style="font-style: italic"&gt; Um Tira da Pesada I (&lt;/span&gt;1984) e &lt;span style="font-style: italic"&gt;II &lt;/span&gt;(1987), &lt;span style="font-style: italic"&gt;Fuga à Meia-Noite&lt;/span&gt; (1988) ou alguns momentos da quadrilogia de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Máquina Mortífera &lt;/span&gt;(1987; 1989; 1992; 1998), principalmente em se tratando de parceiros policiais diferentes, mas complementares. Algo que &lt;span style="font-style: italic"&gt;Os Bad Boys &lt;/span&gt;(1995) e &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Hora do Rush &lt;/span&gt;(1998) rasparam e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Chumbo Grosso &lt;/span&gt;(2007) definitivamente satirizou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o filme &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Anjos da Lei (21 Jump Street, 2012) &lt;/span&gt;da dupla Phil Lord &amp; Chris Miller, baseado na série de TV homônima exibida entre 1987 e 1991, capta em essência e diversão a exata dessas comédias policiais oitentistas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o uso da autoparódia fica impossível segurar o riso quando o chefe de polícia afirma que a dupla de policiais (Channing Tatum e Jonah Hill) fará parte de um programa dos anos 80, porque eles não têm ideias novas e por isso têm de reciclá-las, o qual tem de se infiltrar num colégio e se passarem por alunos. A missão é de tentar capturar traficantes de uma nova droga. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os clichês assumidos temos o Capitão de Polícia Dickinson (Ice Cube) é negro e cheio de marra; a dupla de policiais que se odeia e se amam, são diferentes, mas iguais, pois se complementam... E a sacada de trocar as suas identidades, ao fazer o gordinho perdedor entrar na turma popular, e o garotão bonitão se enturmar com os nerds. E a pergunta que se repete: vocês não são velhos para o ginásio? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Química hilária entre Tatum e Hill (co-autor do roteiro), principalmente pela troca de identidades, e uma ponta de luxo de Johnny Depp, que para quem não sabe foi o astro da série de TV &lt;span style="font-style: italic"&gt;Anjos da Lei&lt;/span&gt;.  &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS: Jonah Hill &lt;/span&gt;indicado ao Oscar e Globo de Ouro de coadjuvante por &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Homem que Mudou o Jogo &lt;/span&gt;(2011); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Superbad &amp;ndash; É Hoje! &lt;/span&gt;(2007); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Tá Rindo do Quê? &lt;/span&gt;(2009); &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Primeiro Mentiroso&lt;/span&gt; (2009); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Cyrus &lt;/span&gt;(2010); &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Channing Tatum&lt;/span&gt; atuou em&lt;span style="font-style: italic"&gt; Ela Dança, Eu Danço&lt;/span&gt; (2008); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Veia de Lutador&lt;/span&gt; (2009); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Inimigos Públicos&lt;/span&gt; (2009); &lt;span style="font-style: italic"&gt;G.I. Joe&lt;/span&gt; (2009); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Querido John&lt;/span&gt; (2010); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Para Sempre&lt;/span&gt; (2012),&lt;span style="font-weight: bold"&gt; Ice Cube&lt;/span&gt; atuou em &lt;span style="font-style: italic"&gt;Boy Z&amp;acute;N The Hood &amp;ndash; Os Donos da Rua&lt;/span&gt; (1991); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Os Saqueadores&lt;/span&gt; (1992); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Duro Aprendizado&lt;/span&gt; (1995); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Anaconda &lt;/span&gt;(1997); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Três Reis&lt;/span&gt; (1999); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Triplo X 2&lt;/span&gt; (2005);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Uma Nova Chance para o Amanhã&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceria com um possível cruzamento das histórias de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Alice País das Maravilhas, Depois de Horas &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Corra Lola Corra&lt;/span&gt; tendo como cenário a louca noite São Paulo? A resposta vem em forma de película e é o nacional &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Amanhã Nunca Mais&lt;/span&gt; (Idem, 2011), a estreia na direção de Tadeu Jungle estrelado por Lázaro Ramos. &lt;br /&gt;E prepare-se, pois a noite de Walter (Ramos), um médico anestesista, pai de família e que não sabe dizer não, noite será estranha, tensa. E muito divertida. Acredito que parte do insucesso do longa nos cinemas se deu ao fato de ter um péssimo trailer, sem nenhum tipo de atrativo... Eu mesmo não acreditava nele, mas &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Amanhã Nunca Mais &lt;/span&gt;já está disponível nas locadoras e garanto que vale a espiada. Veja o filme e tente se imaginar na pele do coitado do Walter, que tem de no meio de um plantão médico atravessar a cidade de São Paulo (e seus loucos) para pegar um bolo do aniversário de sua filha. Mas com uma vantagem: você está se divertindo!  &lt;span style="font-weight: bold"&gt;O DVD enviado para avaliação não contém Extras. NOTA: 7,0&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano&lt;/span&gt; (siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;span style="font-style: italic"&gt;#Cineminha &lt;/span&gt;na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9DTfZ97w6GFA0JX8WZntCTzORks/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9DTfZ97w6GFA0JX8WZntCTzORks/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9DTfZ97w6GFA0JX8WZntCTzORks/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9DTfZ97w6GFA0JX8WZntCTzORks/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/lnfQHntyeQ8" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 09 Mai 2012 19:37:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/05/09/noticiasscript,2836117/i-anjos-da-lei-i-e-i-amanha-nunca-mais-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Os Vingadores - The Avengers</category>
             <title>Os Vingadores - The Avengers</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/1nwP7aJstZ8/i-os-vingadores-the-avengers-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/05/04/2833233/OSVINGADORES.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Super Super-Heróis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de preparar (muito bem) o público ao plantar pistas e conectar as histórias de&lt;em&gt; Homem de Ferro&lt;/em&gt; (2008), &lt;em&gt;O Incrível Hulk &lt;/em&gt;(2008), &lt;em&gt;Homem de Ferro 2&lt;/em&gt; (2010), &lt;em&gt;Thor &lt;/em&gt;(2011) até &lt;em&gt;Capitão América &lt;/em&gt;(2011), a Marvel Studios finalmente nos apresenta o seu supra sumo da diversão: &lt;strong&gt;Os Vingadores &amp;ndash; The Avengers (The Avengers, 2012)&lt;/strong&gt; de Joss Whedon, ou os super super heróis, dos quadrinhos para o cinema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O roteiro é simples. Ameaça, recrutamento e missão. O vilão mor é Loki (Tom Hiddleston, sensacional), e com pose de Rei, quer comandar a Terra. Nick Fury (Samuel L. Jackson, demais) reúne e instiga o grupo, mas a parte mais humana da história é protagonizada pelo agente Phil Coulson da S.H.I.E.L.D. (Clark Gregg, excelente).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e a agente Viúva Negra (Scarlett Johansson) se garantem em suas missões, sejam físicas ou em jogadas de inteligência (como no interrogatório com Loki conduzido pela Viúva Negra como uma conversa, de ótimo desfecho). Seriam personagens de apoio, mas se configuram com destaque em meio aos heróis, e com muito mérito aos dois ótimos atores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A construção dos personagens não existe, pois já os conhecemos. E aí vem a jogada mais importante do roteiro de Joss Whedon: o de unir (não sem antes brigar um pouquinho) as diferentes personalidades dos heróis e formar um grupo que se complementa exatamente pelas suas diferenças.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Homem de Ferro/Tony Stark (Robert Downey Jr. que arrebenta, sempre) é o cara das tiradas, o herói fanfarrão. Mas porque que todas &amp;ndash; TODAS &amp;ndash; suas frases precisam ser engraçadinhas? Tipo ele não leva nada a sério? Ok, mas um ou outro diálogo seria bem vindo. Capitão América (Chris Evans, se sai bem) sempre aceita a missão e a lidera como um líder nato. Firme, forte e agüenta até a última pancada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de um Eric Bana existencial &amp;ndash; em filme de 2003 e fora da saga Vingadores &amp;ndash; e Edward Norton em clima de sessão da tarde, finalmente o Dr. Bruce Banner alia profundidade necessária com a fúria do&lt;em&gt; Incrível Hulk&lt;/em&gt;. E sim, Hulk esmaga! E também diverte (como no confronto com Loki, o "Deus franzino" e no chega pra lá em Thor). É, indiscutivelmente, a melhor surpresa da aventura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu lembro que Thor (Chris Hemsworth, ok) prometera à Natalie Portman que acharia um meio de voltar. Mas ao final do filme, não tinha como. Afinal, ele volta na cola de Loki? Ficou um buraco nesse ponto do roteiro. Thor é um Deus, mas é o que tem menos representatividade aqui. Sim, o vilão vem diretamente do seu filme solo, é seu irmão (adotivo) Loki, e talvez essa seja a única justificativa para sua presença. Tipo o dono da bola no futebol.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As estratégias de guerra e as infindáveis batalhas no terço final soam como um grande espetáculo visual. Começa repetitivo, mas quando os quatro heróis se entrosam, empolgante. E muito. Mesmo com os alienígenas &amp;lsquo;colunas vertebrais&amp;rsquo;, vulgo Chitauri não sejam exatamente vilões a altura. Mas são explorados como maior ameaça ao mundo. Estão mais para peões de Loki do que outra coisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edição consegue um certo ritmo ao filme, que mesmo com quase duas horas e 20 minutos, equilibra alívios cômicos, tensão e ação. E a trilha acompanha a batida, principalmente ao emoldurar momentos épicos de batalhas com tons tão pulsantes. A produção é linda, os efeitos especiais funcionam, e os detalhes dos uniformes detonados após tanta porrada transmite vida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já os efeitos especificamente tridimensionais não agradam por completo. Tem seus (pouquíssimos) momentos, mas principalmente nas lutas finais o embate com os aliens deixa isso ainda pior. Se quiser dispensar o 3D, o faça, sem medo e confira em 2D, sem culpa alguma. A diversão ainda assim será completa e garantida. E nem pense em perder a cena em meio aos créditos do filme.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas sim, Os Vingadores é um filmaço de super heróis. Do nível de &lt;em&gt;Superman 1 &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;2&lt;/em&gt; (1978; 1980), &lt;em&gt;X-Men 2 &lt;/em&gt;(2003), mas ainda abaixo de &lt;em&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas &lt;/em&gt;(2008). Um grande feito para Joss Whedon, para Marvel Studios e, melhor para o público, que pode aplaudir, urrar, ver e rever os seus super heróis prediletos com tanta qualidade no cinema. Quando estreia o próximo? &lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS Filmografia do diretor Joss Whedon: &lt;/strong&gt;escreveu o roteiro de &lt;em&gt;Buffy &amp;ndash; A Caça-Vampiros &lt;/em&gt;(1992) e criou a série de TV homônima; escreveu o roteiro de &lt;em&gt;Toy Story &lt;/em&gt;(1995), &lt;em&gt;Alien: A Ressurreição &lt;/em&gt;(1997), &lt;em&gt;Titan&lt;/em&gt; (2000), &lt;em&gt;Atlantis &amp;ndash; O Reino Perdido &lt;/em&gt;(2001) e &lt;em&gt;A Cabana na Floresta &lt;/em&gt;(2011); Criou as séries de TV &lt;em&gt;Angel &amp;ndash; O Caça Vampiros &lt;/em&gt;(1999~2004), &lt;em&gt;Dollhouse &lt;/em&gt;(2009~2010) e &lt;em&gt;Firefly &lt;/em&gt;(2002~2003). O último virou filme, que o mesmo escreveu e dirigiu, batizado de &lt;em&gt;Serenity &lt;/em&gt;(2005); Em 2012 escreve e dirige mais uma adaptação de &lt;em&gt;Shakespeare &lt;/em&gt;da peça &lt;em&gt;Muito Barulho por Nada&lt;/em&gt;;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano &lt;/strong&gt;(siga no Twitter &lt;em&gt;@DanielHerculano&lt;/em&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete&lt;em&gt; #Cineminha &lt;/em&gt;na &lt;em&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/em&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;em&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/em&gt;), Pablo Villaça (&lt;em&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/em&gt;), Ruy Gardnier (&lt;em&gt;O Globo/Contracampo&lt;/em&gt;) e Joaquim Assis (&lt;em&gt;Roteirista&lt;/em&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;em&gt;A%2b Business Criativo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kiPbbtaeS_ICwQ9iLo7jU2Ha0rM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kiPbbtaeS_ICwQ9iLo7jU2Ha0rM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kiPbbtaeS_ICwQ9iLo7jU2Ha0rM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kiPbbtaeS_ICwQ9iLo7jU2Ha0rM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/1nwP7aJstZ8" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Sex, 04 Mai 2012 20:17:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/05/04/noticiasscript,2833233/i-os-vingadores-the-avengers-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Em cartaz: À Toda Prova, O Lórax - Em Busca da Trúfula Perdida, Guerra É Guerra! e Espelho, Espelho Meu</category>
             <title>Em cartaz: À Toda Prova, O Lórax - Em Busca da Trúfula Perdida, Guerra É Guerra! e Espelho, Espelho Meu</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/g4BNyEAsVqs/em-cartaz-i-a-toda-prova-i-i-o-lorax-em-busca-da-trufula-perdida-i-i-guerra-e-guerra-i-e-i-espelho-espelho-meu-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/04/25/2827091/lorax_1.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;À Toda Prova (Haywire, 2011)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dirigido pelo oscarizado Steven Soderbergh (&lt;em&gt;Traffic&lt;/em&gt;), essa fita de ação mistura MMA com espionagem. Estrelado pela lutadora Gina Carano, o longa nos mostra num longo flashback o porquê essa assassina profissional (meio &lt;em&gt;Nikita&lt;/em&gt;) está ao mesmo tempo fugindo e procurando vingança. Com cenas de ação brutais e elenco estelar (Michael Douglas, Antonio Banderas, Michael Fassbender, Ewan McGregor e Channing Tatum) essa aventura tensa demonstra que o cru pode também virar produto pasteurizado. O que poderia ser uma espécie de &lt;em&gt;Jason Bourne&lt;/em&gt; de saias é apenas um filme ok. &lt;strong&gt;NOTA: 6,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Lórax &amp;ndash; Em Busca da Trúfula Perdida (The Lorax, 2012)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Numa cidade toda de plástico, onde a felicidade é tão artificial quanto seu material e a qual até o ar têm de ser comprado, um garoto busca satisfazer o sonho de seu grande amor: encontrar a última árvore do mundo, conhecida como a Trúfula Perdida. Baseado na obra de Dr. Seuss, essa animação maravilhosa traz uma mensagem edificante sobre a necessidade da conservação da natureza. Um filme colorido que fala de sonhos e amor numa diversão para toda a família, em versões 2D e 3D.&lt;strong&gt; NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Guerra É Guerra! (This Means War! 2012)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você acreditaria que dois dos melhores (e bonitões) agentes secretos do mundo iriam duelar pela mesma mulher? Talvez, talvez... Mas e se essa mulher fosse a Reese Whiterspoon. Difícil, não é? O filme traz o charme de Chris Pine (o Capitão Kirk do nosso &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt;) e Tom Hardy (o próximo vilão do novo &lt;em&gt;Batman &amp;ndash; O Cavaleiro das Trevas Ressurge&lt;/em&gt;) como os amigos que vão se enfrentar por, pasmem, Reese Whiterspoon. Então, esse é o mote da comédia romântica (com toques de ação) dirigido pelo sempre esxagerado McG (o mesmo de &lt;em&gt;As Panteras&lt;/em&gt;). De resultado às vezes engraçado, às vezes não, mas sempre exagerado e irreal. &lt;strong&gt;NOTA: 6,5&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Espelho, Espelho Meu (Mirror Mirror, 2012)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dirigido pelo carnavalesco Tarsem Singh, a mais nova versão de carne e osso para o conto da Branca de Neve é assumidamente uma versão cômica, colorida e aloprada. Mas extremamente boba que grita exagero e transborda em breguice. A bruxa malvada é Julia Roberts e acredito que está se divertindo mais do que qualquer um... Mais até mesmo que o próprio público. Algumas piadas e situações funcionam, mas a maioria não. Já os sete anões são chatinhos demais e ao final a música (e coreografia) indiana é a coroação do brega e meio. Como todo o filme é. Ainda no elenco o ótimo Nathan Lane faz o que pode como o serviçal mor, o carisma inocente do Príncipe de Armie Hammer e uma apagadinha Lilly Collins como Branca de Neve. &lt;strong&gt;NOTA: 4,0&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano&lt;/strong&gt; (siga no Twitter &lt;em&gt;@DanielHerculano&lt;/em&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;em&gt;#Cineminha&lt;/em&gt; na &lt;em&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/em&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;em&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/em&gt;), Pablo Villaça (&lt;em&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/em&gt;), Ruy Gardnier (&lt;em&gt;O Globo/Contracampo&lt;/em&gt;) e Joaquim Assis (&lt;em&gt;Roteirista&lt;/em&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;em&gt;A%2b Business Criativo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRdjW0POfQQsSzZ8wVrqY6aVFGQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRdjW0POfQQsSzZ8wVrqY6aVFGQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRdjW0POfQQsSzZ8wVrqY6aVFGQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uRdjW0POfQQsSzZ8wVrqY6aVFGQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/g4BNyEAsVqs" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 25 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/04/25/noticiasscript,2827091/em-cartaz-i-a-toda-prova-i-i-o-lorax-em-busca-da-trufula-perdida-i-i-guerra-e-guerra-i-e-i-espelho-espelho-meu-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Em Cartaz: Precisamos Falar Sobe O Kevin, Área Q e Um Método Perigoso</category>
             <title>Em Cartaz: Precisamos Falar Sobe O Kevin, Área Q e Um Método Perigoso</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/t-0bHuwtEUM/em-cartaz-i-precisamos-falar-sobe-o-kevin-i-i-area-q-i-e-i-um-metodo-perigoso-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/04/19/2824137/2we-need-to-talk-about-kevin-poster-05.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Precisamos Falar Sobe O Kevin (We Need To Talk About The Kevin, 2011) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma família feliz. Pai, mãe e um casal de filhos. Será? De narrativa entrecortada com idas e vindas nos fatos que cristalizam o drama da mãe que perdeu a família num ato inexplicável e de carga dramática de inimaginável potência. Na história a cor vermelha é jogada na tela em forma de coisas (como as latas de tomate no supermercado, entre outros), tintas e nuances, sempre indicando o tom do perigo a cada momento. Sua protagonista Tilda Swinton, não merecia a indicação e sim vencer o Oscar por sua estupenda entrega e atuação como a mãe golpeada pelo destino. Um drama denso, pesado, mas gratificante ao extremo. Anote na categoria de prioridade. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 9,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Área Q (Area Q, 2012)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Unir alienígenas e mensagem de espiritismo num mesmo filme funciona? Após ter o filho desaparecido sem ter deixado vestígios, um jornalista americano (Isaiah Washington) é convocado a fazer uma matéria sobre possíveis contatos alienígenas no Brasil, na chamada &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Área Q &lt;/span&gt;(entre Quixadá e Quixermobim, no Ceará). A primeira ficção científica do Brasil (co-produzida com os EUA) é divertida, tem paisagens belíssimas e utiliza ideias diluídas de Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977) e Contato (1997). Sua primeira metade é simples, bem construída e até tensa. Em se tratando de uma produção de baixo orçamento possui efeitos especiais decentes, mas peca na edição embolada (com flahbacks de flashbacks) e em, principalmente, forçar a barra com uma mensagem de vida. No elenco há a participação dispensável de Tania Khallil, como personagem sem sentido e apática atuação. Isaiah Washington é um bom ator, Murilo Rosa não compromete, mas o grande destaque vai para o hilário guia cearense Eliosvaldo (interpretado com muito jeito pelo carioca Ricardo Conti). Se não levar a sério se torna uma diversão ligeira. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 6,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Um Método Perigoso (A Dangerous Method, 2011)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que poderia ser um inteligente confronto de ideias de dois dos maiores mestres da psicologia (Jung e Freud) se torna apenas um drama estranho e sem nenhum tipo de emoção. O foco maior é no envolvimento entre Carl Jung (Michael Fassbender, frio feito iceberg) e uma paciente sua (Keira Knightley, sisuda e distante dali), a primeira a ser tratada com o método criado por Sigmund Freud (Viggo Mortensen, que carrega no esteriótipo de eterno fumante), a psico-análise, depois conhecida como psicanálise. Baseado na peça &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Cura Falante (&lt;/span&gt;assinada por Christopher Hampton) e no livro &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Método Mais Perigoso &lt;/span&gt;(de John Kerr) o filme de David Cronenberg fracassa em não desenvolver ou gerar discusssões sobre os métodos de tratamento e/ou estudos disseminados durante a história. Talvez ler um livro seja melhor. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 3,0 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano &lt;/span&gt;(siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;span style="font-style: italic"&gt;#Cineminha &lt;/span&gt;na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dcbt3ghbcxB_fN-TXYSDOhx2LXg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dcbt3ghbcxB_fN-TXYSDOhx2LXg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dcbt3ghbcxB_fN-TXYSDOhx2LXg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dcbt3ghbcxB_fN-TXYSDOhx2LXg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/t-0bHuwtEUM" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qui, 19 Abr 2012 20:25:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/04/19/noticiasscript,2824137/em-cartaz-i-precisamos-falar-sobe-o-kevin-i-i-area-q-i-e-i-um-metodo-perigoso-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Fúria de Titãs 2 (3D)</category>
             <title>Fúria de Titãs 2 (3D)</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/U4z13m-qsM8/i-furia-de-titas-2-i-3d.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/04/11/2818249/furia-de-titans-2-poster.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Fúria em Vão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Está com os ouvidos em dia? Ok, agora se prepare para perder parte da audição em &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Fúria de Titãs 2 (Wrath of Titans, 2012) &lt;/span&gt;de Jonathan Liebesman. A aventura que continua a história do Semi-Deus Perseus (Sam Worthington) e o restabelece (mais uma vez) como a única esperança para a paz entre Deuses e Humanos possui cerca de uma hora e 39 minutos de duração. E reserva mais ou menos uma hora com os efeitos sonoros mais ensurdecedores que meus ouvidos já tentaram agüentar. Ininterruptamente. Um horror. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Uma avenura que, com quase ou nenhum conteúdo disponível, e que prefere literalmente berrar pela atenção do espectador mais chegado a uma demonstração de efeitos (mais especiais que o anterior, diga-se de passagem), batalhas intermináveis e muito blá blá blá acerca de lendas, Deuses, poderes mágicos e crenças. Além de jogar em duas frentes de narrativas, no mundo dos Deuses e suas conseqüências para os humanos. Deu até sono. Mas a zoada insuportável não me deixou nem cochilar direito.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com uma ligeira vantagem de não se ater apenas as legendas em 3D do seu antecessor, mas que não consegue impressionar neste quesito, seu efeito tridimensional é dispensável. Se os Deuses e Semi-Deuses demonstram todo seu poder numa historinha rala e que insiste em ser grandiosa, Hollywood também faz o mesmo com o seu poder de persuasão que persiste em seduzir os mais suscetíveis aos efeitos especiais estrondosos numa fúria em vão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só tenho a lamentar que os competentes Liam Nesson (Zeus) e Ralph Fiennes (Hades), Bill Nighy (Hephaestus), Danny Houston (Poseidon) e Rosamund Pike (Andrômeda) e o até carismático Sam Worthington tenham de aturar tanta maquiagem, perucas postiças, apliques no cabelo e barbas falsas por um sucesso de bilheteria bem questionável. E esquecível. Pronto já esqueci. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 2,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS: Filmografia do diretor Jonathan Liebesman&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-style: italic"&gt;No Cair da Noite &lt;/span&gt;(2003); &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Massacre da Serra Elétrica: O Início &lt;/span&gt;(2006); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Manipulador de Cérebros &lt;/span&gt;(2008); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles&lt;/span&gt; (2011); Será diretor do vindoura nova versão para o cinema das &lt;span style="font-style: italic"&gt;Tartarugas Ninjas&lt;/span&gt; (2012);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano &lt;/span&gt;(siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;span style="font-style: italic"&gt;#Cineminha &lt;/span&gt;na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1HWMNAIr_AP2cAEyYSJQWOXJOck/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1HWMNAIr_AP2cAEyYSJQWOXJOck/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1HWMNAIr_AP2cAEyYSJQWOXJOck/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1HWMNAIr_AP2cAEyYSJQWOXJOck/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/U4z13m-qsM8" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 11 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/04/11/noticiasscript,2818249/i-furia-de-titas-2-i-3d.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>John Carter - Entre Dois Mundos e Sob o Domínio do Medo</category>
             <title>John Carter - Entre Dois Mundos e Sob o Domínio do Medo</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/QWSOMGAJKas/i-john-carter-entre-dois-mundos-i-e-i-sob-o-dominio-do-medo-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Sessãozaça da Tarde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado na série de livros de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Princesa de Marte/John Carter de Marte &lt;/span&gt;de Edgar Rice Burroughs, publicado originalmente a partir de 1912, a aventura de ficção &lt;span style="font-weight: bold"&gt;John Carter &amp;ndash; Entre Dois Mundos (John Carter, 2012) &lt;/span&gt;é a estreia do diretor (e roteirista) de animação Andrew Stanton nos filmes com atores (live action). O resultado? Uma sessãozaça da tarde, com muitos efeitos especiais, uma história mirabolante que envolve viagens mágicas entre a Terra e Marte, luta de classes, jogos de poder entre povos de outro mundo, romance e boas doses de diversão. Mas pode dispensar o 3D. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veterano da Guerra Civil americana, John Carter (Taylor Kitsch) é transportado magicamente para Marte, onde se torna prisioneiro e, graças a diferença de gravidade dos planetas, depois um grande guerreiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que se diga que você já viu esse filme antes, em várias ocasiões diferentes, sim temos elementos já utilizados nas ficções &lt;span style="font-style: italic"&gt;Avatar &lt;/span&gt;(2009)&lt;span style="font-style: italic"&gt;, Saga Star Wars, O Planeta dos Macacos &lt;/span&gt;(1968) e até mesmo em épicos como &lt;span style="font-style: italic"&gt;Fúria de Titãs &lt;/span&gt;(1981) e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Gladiador &lt;/span&gt;(2001)... Mas o que aconteceu foi o inverso. O material base de &lt;span style="font-weight: bold"&gt;John Carter&lt;/span&gt; foi publicado bem antes (a partir de 1912), e por isso que na verdade muitos desses filmes que se inspiraram, indiretamente, na obra de Burroughs.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus efeitos são realmente bem especiais, sua ação grandiosa e com ótima presença (de corpo e espírito) do protagonista Taylor Kitsh. Só fica um pouqinho complicado acompanhar a inúmeras nomeações estranhas da trama, como Dejah Thoris; Sola; Tars Tarkas; Tal Hajus; Matai Shang; Tardos Mors; Sab Than; Kantos Kan; Powell; Sarkoja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a brincadeira (ou seria homenagem) com o próprio autor, personagem do filme Edgar Rice Burroughs caiu bem. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;John Carter &lt;/span&gt;é uma boa aventura que merecia até continuação, mas infelizmente isso depende do seu resultado final de bilheteria, que como Marte, está no vermelho. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,0&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O diretor e roteirista Andrew Stanton foi indicado ao Oscar de roteiro original por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Toy Story &lt;/span&gt;(1995)&lt;span style="font-style: italic"&gt;, Procurando Nemo &lt;/span&gt;(2003)&lt;span style="font-style: italic"&gt; &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Wall-E &lt;/span&gt;(2008). Venceu o Oscar de melhor animação por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Procurando Nemo &lt;/span&gt;(2003) e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Wall-E &lt;/span&gt;(2008) e foi indicado ao Oscar de roteiro adaptado por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Toy Story 3 &lt;/span&gt;(2010); &lt;span style="font-weight: bold"&gt;O roteirista Michael Chabon&lt;/span&gt; escreveu o livro que virou filme &lt;span style="font-style: italic"&gt;Garotos Incríveis &lt;/span&gt;(2000) e a história de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Homem-Aranha 2 &lt;/span&gt;(2004); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Cães de Palha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando soube que a refilmagem de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Straw Dogs&lt;/span&gt; (1971) de Sam Peckinpah, e estrelado por Dustin Hoffman (e Susan George) seria estrelado por James Marsden e Kate Bosworth, não acreditei que poderia sair algo de bom. O temor foi atenuado ao saber que o diretor e roteirista seria o digno (e subestimado) Rod Lurie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a refilmagem homônima do suspense, &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Sob o Domínio do Medo (Straw Dogs, 2011)&lt;/span&gt; é um suspense bem escrito, dirigido e traz até surpreendentes atuações de Marsden e Bosworth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inteligente personagem de James Marsden compara os caipiras, que trabalham na reforma de sua casa, e que antes eram astros do futebol americano local, aos &lt;span style="font-style: italic"&gt;Cães de Palha&lt;/span&gt;. Nos antigos rituais chineses, os &lt;span style="font-style: italic"&gt;Cães de Palha&lt;/span&gt; (do título original), eram os cachorros que antes eram cultuados, mas ao final do ritual eram usados como oferenda aos Deuses e por isso deixados de lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças são bem vindas. Do cenário do filme, do interior da Inglaterra &amp;ndash; interior dos EUA, da profissão do protagonista VS. os caipiras &amp;ndash; de matemático VS. analfabetos e agora um roteirista de Hollywood VS. ex-jogadores de futebol americano. Outra sacada inteligente vem num diálogo entre o roteirista e um dos caipiras, que diz gostar de filmes de terror, ao estilo &lt;span style="font-style: italic"&gt;Jogos Mortais&lt;/span&gt; (2004) e perguntando: &lt;span style="font-style: italic"&gt;você escreveu algum filme que eu tenha visto? &lt;/span&gt;E a resposta: &lt;span style="font-style: italic"&gt;creio que não&lt;/span&gt;. Mas o seu final é sangrentamente digno de &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Jogos Mortais&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suspense vende Bosworth como &amp;ldquo;a&amp;rdquo; beleza e sensualidade irresistível, mas não é. Está mais para uma piriguete arrumada. Mas com a sua dedicação ao desespero e à situação aterrorizante nos faz esquecer tudo isso. Marsden também não deixa por menos. Se a princípio você não imagina como ele pode reagir à tamanha provocação, com a construção do seu personagem baseado na inteligência, muito bem costurado no roteiro, acompanhamos do que é capaz. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/span&gt; Bons extras com os especiais &amp;lsquo;Controvérsia: Um Clássico Refeito&amp;rsquo;; &amp;lsquo;A Dinâmica do Poder: A Montagem&amp;rsquo;; &amp;lsquo;Dentro do Sítio: O Último Espetáculo&amp;rsquo;; &amp;lsquo;Criando a Casa: Design de Produção&amp;rsquo;; e &amp;lsquo;Comentários com o roteirista/diretor Rod Lurie&amp;rsquo;; &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Filmografia do diretor Rod Lurie&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-style: italic"&gt;Minutos Extremos&lt;/span&gt; (1999); &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Conspiração&lt;/span&gt; (2000); &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Última Fortaleza&lt;/span&gt; (2001); O&lt;span style="font-style: italic"&gt; Resgate de um Campeão&lt;/span&gt; (2007); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Faces da Verdade&lt;/span&gt; (2008); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano&lt;/span&gt; (siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete #Cineminha na Beach Park FM 101.7. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FBWK1mzEyNYW-ePsxAgRfdJn6OM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FBWK1mzEyNYW-ePsxAgRfdJn6OM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FBWK1mzEyNYW-ePsxAgRfdJn6OM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FBWK1mzEyNYW-ePsxAgRfdJn6OM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/QWSOMGAJKas" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 04 Abr 2012 11:53:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/04/04/noticiasscript,2814639/i-john-carter-entre-dois-mundos-i-e-i-sob-o-dominio-do-medo-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Projeto X, O Dublê do Diabo e O Guarda</category>
             <title>Projeto X, O Dublê do Diabo e O Guarda</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/eiNwhT7gZAw/i-projeto-x-i-i-o-duble-do-diabo-i-e-i-o-guarda-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 21 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CAfoZgzwwcZMgI7WUUluN_lVUyU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CAfoZgzwwcZMgI7WUUluN_lVUyU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CAfoZgzwwcZMgI7WUUluN_lVUyU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CAfoZgzwwcZMgI7WUUluN_lVUyU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/eiNwhT7gZAw" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/03/21/noticiasscript,2805304/i-projeto-x-i-i-o-duble-do-diabo-i-e-i-o-guarda-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Poder sem Limites e A Dama de Ferro</category>
             <title>Poder sem Limites e A Dama de Ferro</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/eLrWEB49MxQ/i-poder-sem-limites-i-e-i-a-dama-de-ferro-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/03/14/2800335/PODERSEMLIMITESfilmechronicle2012poster2.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Os Anti-Heróis &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Wikipédia: A telecinésia (ou telecinese) é a alegada capacidade de mover fisicamente um objeto com a força psíquica (da mente), fazendo-o levitar, mover-se ou apenas ser abalado pela mente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Depois de entrar num buraco no meio do nada, três adolescentes (Dane DeHaan, Alex Russo, Michael B. Jordan) passam a ter poderes telecinéticos. E nada mais precisa ser explicado. Esse é o mote simples, e bacanudo de &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Poder sem Limites (Chronicle, 2012) &lt;/span&gt;de Josh Trank, que tem algo de aventura, suspense e até drama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo filmado no estilo câmera na mão (ao estilo dos bem sucedidos &amp;ndash; na bilheteria &amp;ndash; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Bruxa de Blair&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic"&gt;Atividade Paranormal&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Cloverfield: Monstro&lt;/span&gt;) a trama mistura (muito bem) adolescentes, poderes (e a mudança de comportamento que provoca), (anti) heróis e suas possíveis conseqüências. Ou seriam inconseqüências? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tom é de realidade e acerta em apresentar o protagonista quase sem amigos. Tem um primo e só. É vítima de violência doméstica (do pai geralmente bêbado), a mãe é acometida de câncer, sofre bullying no colégio, é tímido e virgem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Poderes nas mãos desse garoto e uma explosão é questão de tempo. Primeiro na diversão e depois na violência, catapultada tanto por seus problemas sociais quando a doença da sua mãe. Os dois lados da mesma moeda eclodem e o confronto com a justiça passa a ser inevitável. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/span&gt; O trio de protagonistas. Dane DeHaan faz o papel de Jesse na série de TV &lt;span style="font-style: italic"&gt;In Treatment&lt;/span&gt; (2008~) e de Timbo em &lt;span style="font-style: italic"&gt;True Blood&lt;/span&gt; (2008~); Alex Russo atuou em &lt;span style="font-style: italic"&gt;Wasted on the Young&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Almost a King&lt;/span&gt;, ambos de 2010; Michael B. Jordan atuou em &lt;span style="font-style: italic"&gt;Hardball &amp;ndash; O Jogo da Vida&lt;/span&gt; (2001) e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Red Tails&lt;/span&gt; (2012), faz o papel de Vince Howard em &lt;span style="font-style: italic"&gt;Friday Night Lights&lt;/span&gt; (2006~) e de Alex em &lt;span style="font-style: italic"&gt;Parenthood&lt;/span&gt; (2010~); &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;A Dama de Lata&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não sei se &lt;span style="font-weight: bold"&gt;A Dama de Ferro (The Iron Lady, 2011) &lt;/span&gt;de Phyllida Lloyd, é um filme sobre a demência ou sobre a figura de Margaret Thatcher. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com uma visão extremamente feminista da história de uma das mulheres mais poderosas da política mundial recente, o drama peca por ter uma narrativa embolada, ser repetitivo e nada subjetivo. Vide as cenas com o salto alto no meio da multidão, o chapéu feminino do meio dos homens, ela no centro da tribuna do parlamento ou a sua produção para se tornar a candidata ideal à Primeira Ministra, algo que aparenta um quero ser &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Discurso do Rei&lt;/span&gt; (2010)... Mas não é, nem de longe. As idas e vindas do tempo não ajudam e tampouco os flashbacks, que nunca foram tão tolos (quando, aos sussurros é dito que ela é filha de dono de mercearia) e até a menção romântica à &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Rei e Eu&lt;/span&gt; é desenhada, previsível e recorrente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na tentativa de humanizá-la esquece-se a política, o olhar insiste em fazê-la conversar com seu marido (já morto), um personagem mal escrito, apagado e caricato (coitado do excelente Jim Broadbent, que se resume a fazer graça com o dia a dia, a sorrir amarelo dos mandos e desmandos de sua esposa). Quanto aos personagens de apoio, parece que não existem. São figuras sem rosto ante à Thatcher. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;A Dama de Ferro&lt;/span&gt; só não é &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Dama de Lata&lt;/span&gt; por causa da incomparável Meryl Streep. Com unhas, dentes (postiços), maquiagem e cabelo laqueado a diva detona nos discursos, brinca de atuar com seu sotaque inglês e passa por cima de tudo e todos em qualquer que seja a situação (ou confronto). Até na sua queda. Palmas para Streep e vaias para o filme demente de ruim. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 4,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS: &lt;/span&gt;da mesma diretora de &lt;span style="font-style: italic"&gt;Mamma Mia!&lt;/span&gt; (2008), &lt;span style="font-weight: bold"&gt;A Dama de Ferro&lt;/span&gt; venceu o Globo de Ouro de melhor atriz-drama (Meryl Streep), o Oscar de melhor maquiagem, e deu novamente o Oscar de melhor atriz à Meryl Streep, seu terceiro. O primeiro foi como coadjuvante por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Kramer Vs. Kramer&lt;/span&gt; (1979) e o segundo como melhor atriz por &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Escolha de Sofia&lt;/span&gt; (1982);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano&lt;/span&gt; (siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete&lt;span style="font-style: italic"&gt; #Cineminha&lt;/span&gt; na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bFFmFRMBk44pkMetXhcylmMnY1U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bFFmFRMBk44pkMetXhcylmMnY1U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bFFmFRMBk44pkMetXhcylmMnY1U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bFFmFRMBk44pkMetXhcylmMnY1U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/eLrWEB49MxQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 14 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/03/14/noticiasscript,2800335/i-poder-sem-limites-i-e-i-a-dama-de-ferro-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>A Invenção de Hugo Cabret 3D e Drive</category>
             <title>A Invenção de Hugo Cabret 3D e Drive</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/3kl7M7EO3gU/i-a-invencao-de-hugo-cabret-3d-i-e-i-drive-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/03/07/2796632/550w_movies_drive_poster.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um Sonho Iluminado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você entra numa sala escura, escolhe um lugar para sentar e uma luz é projetada numa grande tela branca. Como um convite a um sonho iluminado. Esso é a alma de &lt;strong&gt;A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011) &lt;/strong&gt;do mestre Martin Scorsese, que desde a primeira cena faz com que o espectador, de forma imersiva, faça parte da magia do cinema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Na Paris da década de 30, o órfão Hugo Cabret (Asa Butterfield, ótimo) vive escondido a cuidar dos relógios da estação de trem e a cuidar dos relógios da estação e em busca da reconstrução de um autômato (ou pequeno robô) deixado por seu pai. Na incessante tentativa de achar respostas conhece a garota Isabelle (Chloe Grace Moretz, doce) que o leva a descobrir o segredo cinematográfico de Papa George (Ben Kingsley, divino).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Os filmes tem o poder de captar os sonhos." &lt;/strong&gt;(George Méliès)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Scorsese abre mais uma obra prima com sua câmera em primeira pessoa, nos movimentando através da estação de trem em Paris que abriga Hugo Cabret. Quase podemos sentir a neve cair do céu e a fumaça que paira no ar. Compartilhamos o olhar curioso de Hugo através das passagens mágicas, do tempo e do espaço. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Repleto de movimento, de profundidade narrativa e com o uso devido da tridimensionalidade, somos tragados para um álbum vivo de imagens mágicas e de atmosfera artística perfeita. Fiel em sua concepção original de livro infantil sua fotografia de sonho é viva, vibrante e de beleza embasbacante complementado por uma direção de arte e cenários soberbos. Além dos belos figurinos. Em suma, tecnicamente perfeito. E artisticamente louvável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Ir ao cinema era como ter sonhos no meio do dia." &lt;/strong&gt;(Hugo Cabret)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como a própria Isabelle diz, se a livraria é uma mistura de &lt;em&gt;Oz&lt;/em&gt; %2b &lt;em&gt;Terra do Nunca &lt;/em&gt;%2b &lt;em&gt;Ilha do Tesouro&lt;/em&gt;, acrescento que o próprio filme é tudo isso %2b um quê de Pinóquio, com a importante função condutora do autômato na trama. A Invenção de Hugo Cabret é como uma engrenagem mágica, em sua grandiosidade de imagens e num elenco coeso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Até Sacha Baron Coen está perfeitamente dividido entre o caricato (em seu trabalho de inspetor da estação &amp;ndash; com o inseparável cachorro) e o contido (no quesito coração). Temos ainda a preciosa participação de Jude Law (o pai de Hugo), o eterno Christopher Lee (o Monsieur Labisse da livraria), a doçura de Emily Mortimer (a florista) e a brutalidade de Ray Winstone (tio Claude).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com cenas inesquecíveis por quase todo o longa, vide as reações no cinema (mudo!), o pássaro dentro de uma caixa e os desenhos voando (como se fossem vivos), a sequencia cinematográfica do trem na estação (e o sonho do sonho), a livraria e a Academia de Cinema, a exibição de Viagem à Lua (de George Méliès), a compreensão do mundo aos olhos de uma criança e como essa mensagem (do pai) iluminou o seu caminho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"Venham sonhar comigo."&lt;/strong&gt; (George Méliès)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;NOTA: 10,00&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filmografia premiada de Martin Scorsese:&lt;/strong&gt; Venceu o Oscar de filme e diretor por &lt;em&gt;Os Infiltrados &lt;/em&gt;(2006), também indicado ao Globo de Ouro de filme (drama) e pelo qual venceu o prêmio de diretor; Indicado ao Oscar de filme e direção, vencedor do Globo de Ouro de filme (drama) e indicado à diretor por &lt;em&gt;O Aviador&lt;/em&gt; (2004); Indicado ao Oscar e Globo de Ouro de filme, direção e roteiro adaptado por&lt;em&gt; Os Bons Companheiros &lt;/em&gt;(1990); Venceu o Globo de Ouro de diretor por &lt;em&gt;Gangues de Nova York&lt;/em&gt; (2002), também indicado por filme (drama) e ao Oscar de filme e diretor; Indicado ao Globo de Ouro de diretor por &lt;em&gt;Cassino&lt;/em&gt; (1995); Indicado ao oscar de roteiro adaptado e ao Globo de Ouro de filme (drama) e diretor por &lt;em&gt;A Época da Inocência &lt;/em&gt;(1993); Indicado ao Oscar de diretor por &lt;em&gt;A Última Tentação de Cristo&lt;/em&gt; (1989); Indicado ao Oscar e Globo de Ouro de filme e diretor por &lt;em&gt;Touro Indomável &lt;/em&gt;(1980); Venceu o prêmio de diretor e concorreu à Palma de Ouro em Cannes por &lt;em&gt;Depois de Horas &lt;/em&gt;(1985); Venceu a Palma de Ouro em Cannes por &lt;em&gt;Taxi Driver&lt;/em&gt; (1976); Concorreu à Palma de Ouro em Cannes por &lt;em&gt;Alice não mora mais aqui &lt;/em&gt;(1974); Concorreu à Palma de Ouro em Cannes por &lt;em&gt;O Rei da Comédia&lt;/em&gt; (1983); Concorreu ao Urso de Ouro em Berlim por &lt;em&gt;Cabo do Medo &lt;/em&gt;(1991); por &lt;strong&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;(2011) venceu o Globo de Ouro de direção;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Cavaleiro Solitário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Durante o dia o protagonista divide seu tempo entre ser dublê-motorista de filmes e mecânico de oficina. Á noite dirige o carro de fuga para criminosos. Uma sinopse como essa daria algo entre um &lt;em&gt;Grindhouse &lt;/em&gt;ou no máximo um filme de ação safado tipo Supercine.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas estamos falando do incrível, fantástico e superlativo &lt;strong&gt;Drive &lt;/strong&gt;(Idem, 2011) ou algo como um &lt;em&gt;Taxi Driver&lt;/em&gt; (1976) dirigido por Quentin Tarantino. E a obra de Nicolas Winding Refn, que ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, também tem algo similar ao filme de Martin Scorsese com uma verve tarantinesca. A violência estilizada, seu personagem calado, mas forte (numa estupenda atuação de Ryan Gosling) e em busca de justiça, um roteiro redondo e a esnobada geral do Oscar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Há milhares de ruas nesta cidade. Diga a hora e o lugar e te dou um tempo de cinco minutos. Haja o que houver nesses cinco minutos, estou à disposição. Seja o que for. Mas o que houver após esses cinco minutos está por sua conta."&lt;/em&gt; (Ryan Gosling)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Sempre de Palito na boca, ele quase não fala. E nem precisa de um nome. Ele é apenas "o garoto". Sua apresentação na primeira sequência é perfeita, enquanto a batida da trilha instiga o desdobramento da ação milimetricamente estudada. Alí está desenhado quem (e como) guiará não apenas o volante, mas toda a trama do filme.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nem quando está em ação "o garoto" demonstra reação. É frio e calculista. Até quando a explosão de violência é necessária seus movimentos são calculados. Milimétrico. Até sua paixão é silenciosa. Quase platônica. O perigo está ali estampado na alma dos dois, quando se olham no elevador. O amor é expresso em olhares, e, naquele momento não há nada mais perigoso. Aqui a sutileza é a base. Uma mão ao passar a marcha. Um sorriso no canto da boca de Carey Mulligan. Ele nem pisca. Nem precisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A fotografia é precisa e reflete seus momentos distintos. Na presença dela, as cores são quentes, como ao avistá-la no supermercado ou quando chega com o carro enguiçado.  Nos seus trabalhos (de motorista e mecânico), há muitas sombras e alguma escuridão. E dá-lhe a trilha de Cliff Martinez a pulsar entre a melancolia e a tensão de uma narrativa objetiva, seca e sincera.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Palmas para Ryan Gosling ou "o garoto". Um monstro. Um samurai do volante. Um cavaleiro solitário. Um motorista que defende os fracos e oprimidos. E que está muito bem acompanhado no elenco. Mulligan é a doçura em formato de mulher. E mesmo para uma pessoa tão fria, quem não se apaixonaria? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Bryan Cranston faz com gosto um eterno perdedor (Shannon) que ainda crê na vitória final. Um magnífico Albert Brooks estende a mão à Gosling ao tentar cumprimentá-lo e escuta "&lt;em&gt;minhas mãos estão meios sujas (de graxa)&lt;/em&gt;", mas se traduz maleficamente na própria fala ao respondê-lo: &lt;em&gt;"as minhas também&lt;/em&gt;". Christina Hendricks é personagem acessório como a parceira no crime Blache, Ron Pearlman um intimidador Nino e Oscar Isaac como o sofrido Standard.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;E com confrontos tão tensos quanto carregados no tom da imprevisibilidade, o perfeito &lt;strong&gt;Drive &lt;/strong&gt;dá um nó na garganta e deixa o espectador igual ao seu protagonista: não dá chance nem para piscar. &lt;strong&gt;NOTA: 10,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/strong&gt; A hype pelo filme instigou também uma arte por trás da arte de &lt;strong&gt;Drive&lt;/strong&gt;. Vários posters inspirados no filme foram produzidos, e com resultados que acompanham a sua obra inspiradora: espetacular, cool, cult e digno de aplausos. Alem de sua trilha sonora, ultracool, que será lançada em LP;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano&lt;/strong&gt; (siga no Twitter &lt;em&gt;@DanielHerculano&lt;/em&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;em&gt;#Cineminha&lt;/em&gt; na &lt;em&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/em&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;em&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/em&gt;), Pablo Villaça (&lt;em&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/em&gt;), Ruy Gardnier (&lt;em&gt;O Globo/Contracampo&lt;/em&gt;) e Joaquim Assis (&lt;em&gt;Roteirista&lt;/em&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;em&gt;A%2b Business Criativo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4qseBjp-JxMT_8rw7dhPosgGsY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4qseBjp-JxMT_8rw7dhPosgGsY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4qseBjp-JxMT_8rw7dhPosgGsY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_4qseBjp-JxMT_8rw7dhPosgGsY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/3kl7M7EO3gU" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 07 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/03/07/noticiasscript,2796632/i-a-invencao-de-hugo-cabret-3d-i-e-i-drive-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>O Homem que Mudou o Jogo</category>
             <title>O Homem que Mudou o Jogo</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/ksz9dn3uxIA/i-o-homem-que-mudou-o-jogo-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jogo da Vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Indicado a seis Oscars (melhor filme, ator, ator coadjuvante, roteiro adaptado, edição e edição de som), &lt;strong&gt;O Homem que Mudou o Jogo (Moneyball, 2011)&lt;/strong&gt; de Bennet Miller, é um digno drama de baseball com ótimas interpretações de Brad Pitt e Jonah Hill.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Temos que lembrar que ele é o cara. Só responde aos donos e à Deus.&amp;rdquo; (sobre a função e o poder de Brad Pitt dentro do Oklahoma Athletics)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fotografia que traduz o drama em cores sóbrias, o filme reconta a história real de Billy Beane (Pitt), ex-jogador de baseball que é o manager geral do Oklahoma Athletics, equipe modesta, mas que fez uma impressionante temporada em 2001, chegando às finais de divisão contra o poderoso Nova York Yankees. Jogaram com garra, mas perderam. Ao final da temporada a expectativa para a seguinte não é das melhores, pois seus três maiores destaques do ano são contratados por grandes times. Seu maior desafio é remontar o time sem muita grana, e ao conhecer Peter Brand (Hill) e seu programa de estatísticas chamado Moneyball, ele tem a chance de mudar o jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro joga bem com o poder da escolha e com a colaboração valorosa da edição traz vários flashbacks (desde 1984) da história do jogador Beane, e como as suas escolhas o transformaram e o prepararam para o que vem agora. E saiba que o baseball é fio condutor da história com uma grande quantidade de informações, jogadas e detalhes do jogo. O mínimo de noção do esporte lhe fará bem, assim a trama fluirá melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Você acredita no Moneyball?&amp;rdquo; &amp;ldquo;100%.&amp;rdquo;&amp;nbsp; &amp;ldquo;Então vamos abalar as estruturas.&amp;rdquo; (Pitt e Hill)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitt faz uma interessante construção de pesonagem, maculado por uma escolha do passado baseada em dinheiro, com uma separação nas costas, mas extremamente duro no trabalho, comprovado nas reuniões, negociações, trocas e dispensas de jogadores. Além da supertição de não assistir aos jogos do próprio time. A relação com sua filha tem a importante função de torná-lo sensível, pois apesar da família desfeita, há muito afeto entre os dois. A cena chave envolve uma canção e como a filha traduz o sentimento do pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem comediante Jonah Hill surpreende num bom papel dramático, com função essencial para a história e como bom complemento de Pitt. O treinador do Athletics, o sempre competente Philip Seymour Hoffman faz praticamente uma figuração de luxo, situação semelhante da bela Robin Wright (a ex-esposa). Entre os acontecimentos há várias cenas que evocam reflexão, responsabilidade e solidão, o diretor Bennet Miller faz vários planos gerais com pessoas sozinhas em grandes lugares. E geralmente vazios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão explode na metáfora da resposta de uma porposta milionária ou como fazer suas escolhas e de que ganhar é bom, mas perder também é ganhar quando se muda a forma de fazer um jogo chamado baseball. Ou seria a vida? &lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/strong&gt; do mesmo diretor do premiado Capote (2005), &lt;strong&gt;O Homem que Mudou o Jogo&lt;/strong&gt; foi indicado ao Globo de Ouro de filme (drama), roteiro, ator (Brad Pitt) e ator coadjuvante (Jonah Hill);&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano&lt;/strong&gt; (siga no Twitter @DanielHerculano) é estudante de Jornalismo e titular do programete #Cineminha na Beach Park FM 101.7. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (Uol/Globo de Ouro), Pablo Villaça (Cinema em Cena/OFCS), Ruy Gardnier (O Globo/Contracampo) e Joaquim Assis (Roteirista). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; A%2b Business Criativo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lHSLsoR4nMFLvgTEljLKyZDuqoE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lHSLsoR4nMFLvgTEljLKyZDuqoE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lHSLsoR4nMFLvgTEljLKyZDuqoE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lHSLsoR4nMFLvgTEljLKyZDuqoE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/ksz9dn3uxIA" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Seg, 27 Fev 2012 10:50:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/02/27/noticiasscript,2791611/i-o-homem-que-mudou-o-jogo-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>O Artista</category>
             <title>O Artista</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/2OM8Z6l1fZE/i-o-artista-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/02/15/2783848/Poster_O_Artista-550x808.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Arte da Simplicidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O filme começa. É preto e branco. Não há diálogos. Somente uma trilha sonora e caracteres que reproduzem os diálogos. Uma banda toca sua trilha dentro de um cinema lotado. Seu astro o acompanha por trás da tela, aguardando ansioso o fim do filme, os créditos e a reação do público. Ao final, aplausos. Mas onde está o som? Não há, pois estamos assistindo um mesmo filme mudo. Em preto e branco. Sem diálogos. E com os caracteres como diálogos. E essa homenagem ao cinema chama-se &lt;strong&gt;O Artista (The Artist, 2011)&lt;/strong&gt;, escrito e dirigido por Michael Hazanavicous, e se torna uma experiência única conferi-lo no cinema e absorver a genial arte da simplicidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A trama é fantástica, contextualizando com a própria história do cinema. E, 1927 um astro de cinema, George Valentin (Jean Dujardin) é aclamado pelo público e imprensa. Vive a fase áurea do sucesso. Por acaso conhece a figurante Peppy Miller (Bérénice Bejo), e se engraça pela atriz que filme após filme cresce em status. Com a chegada dos filmes falados em 1929, Valentin resiste e continua a investir em filmes mudos. Mas o fracasso não tarda a chegar e o mundo se esquece do astro de outrora. Por outro lado, Miller é uma das estrelas do atual cinema, e as vidas dos dois estão cada vez mais distantes.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sua projeção em 4x3, um retângulo mínimo que resgata os filmes mudos do início do cinema, é como um olhar carinhoso ao passado. A história da ascensão do filme falado e a consequente decadência do cinema mudo, que leva consigo o seu astro, que não aceita o som, é digno com sua própria linguagem. Após o surgimento do som, no camarim ouvimos o som. Sim! Num perfeito pesadelo, literal, para o protagonista. É digno ao usar os próprios artifícios com maestria sem enganar o espectador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A direção de Hazanavicous é leve, divertida e até emocional. No estúdio há uma curiosa (e sutil) demonstração visual da história ao mostrar Valentin descendo as escadas enquanto Miller sobre, numa alusão clara do status das carreiras de cada um. A música é genial, narrando o filme em tom e ritmo, com um roteiro simples, mas que funciona como uma declaração de amor ao cinema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação de Dujardin tem um quê de caricatura, mas brinca com o status do astro de cinema, seu poder com a platéia e sua posição no showbiz. Ao se demonstrar apaixonado, atraído, é puro desconcerto em forma de gente e no desespero é o próprio fundo do poço. Seu coadjuvante é o adorável cãozinho Uggie, uma atração a parte. Bejo faz uma doce Peppy Miller e com carisma conquista platéia e astro. Há ainda as preciosas participações de John Goodman (O chefe do estúdio), Penelope Ann Miller (a esposa), James Cromwell (o motorista) e Malcom McDoweel (figurante).   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;O Artista&lt;/span&gt; é comédia romântica que trabalha com a sutileza a seu favor. Como nas inesquecíveis sequências do primeiro encontro entre o astro e uma mera fã (mas futura estrela), a paquera com as pernas ao ensaiar passos no estúdio, a cena gravada e regravada onde os dois dançam num salão lotado, mas só tem olhos um pro outro, e até mesmo num restaurante entre uma entrevista e a desolação. Até o Bang! Veja e entenda porque a arte é fundamental para a mente, para alma e para o coração. Pode aplaudir. &lt;strong&gt;NOTA: 10,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;[VIDEO1]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Prêmios:&lt;/span&gt; São 59 prêmios e 80 indicações, entre eles, indicado à &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Palma de Ouro&lt;/span&gt; em Cannes, venceu o prêmio de melhor ator; Foi o melhor filme e diretor no Círculo de Críticos de New York; Venceu o &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Globo de Ouro&lt;/span&gt; de filme (comédia ou musical), trilha sonora e ator; Venceu 7 &lt;span style="font-weight: bold"&gt;BAFTA&lt;/span&gt;s, incluindo melhor filme, diretor e roteiro original; Concorre em 10 categorias no &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Oscar&lt;/span&gt;: melhor filme, diretor, ator, atriz coadjuvante, roteiro original, edição, trilha sonora, fotografia, figurino e direção de arte &amp; cenários; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano&lt;/span&gt; (siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;span style="font-style: italic"&gt;#Cineminha&lt;/span&gt; na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lc0WvwzeVGWNPpIluHf3JRwIHUI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lc0WvwzeVGWNPpIluHf3JRwIHUI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lc0WvwzeVGWNPpIluHf3JRwIHUI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lc0WvwzeVGWNPpIluHf3JRwIHUI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/2OM8Z6l1fZE" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 15 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/02/15/noticiasscript,2783848/i-o-artista-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Millennium - Os Homens Que Não Amavam As Mulheres, Histórias cruzadas e As Aventuras De Tin Tim</category>
             <title>Millennium - Os Homens Que Não Amavam As Mulheres, Histórias cruzadas e As Aventuras De Tin Tim</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/aiqbGkFWvgc/i-millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres-i-i-historias-cruzadas-i-e-i-as-aventuras-de-tin-tim-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Garota da Tatuagem de Dragão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Numa versão de Trent Reznor &amp; Atticus Ross para a clássica Immigrant Song do Led Zeppelin a abertura (de arrepiar) já denuncia o autor de cinema David Fincher. O visceral que alia sua técnica às trucagens da indústria (efeitos, fotografia, edição, trilha, mixagem de som) a serviço da densidade artística. Basta olhar sua filmografia e perfil (nas informações especiais abaixo) para comprovar e que por isso é talhado e meio para a espinhosa função de conduzir a adaptação americana do primeiro livro da Trilogia de Stieg Larsson, (já filmado na Suécia com sucesso artístico e de público) homônimo: &lt;strong&gt;Millenium &amp;ndash; Os Homens que Não Amavam as Mulheres (The Girl With The Dragon Tatoo, 2011)&lt;/strong&gt;, uma obra tensa e arrebatadora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A trama nos apresenta Mikael Blomkvist, um jornalista recém processado (Daniel Craig) e uma inteligentíssima hacker, Lisbeth Salander, que são contratados para, juntos, desvendarem um crime ocorrido há 40 anos: o desaparecimento e possível assassinado de uma jovem de 16 anos, Harriet, sobrinha do patriarca da família Vanger, o contratante. O local do desaparecimento e investigação é uma congelada ilha da Suécia, seus personagens peculiares os respectivos segredos do passado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São impressionantes duas horas e trinta e oito minutos com o ritmo que segue a mesma toada desde a abertura, que vai além do cool. A trama central é o desaparecimento de Harriet, mas para chegarmos ao produto final há a construção perfeita de um quebra-cabeça visual, orquestrado por Fincher, adaptado de forma soberba por Steven Zaillian e com um brilhante trabalho de edição. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro são duas histórias paralelas e que seguem apresentando os protagonistas. Mikael, o jornalista da revista Millennium, que, após fortes acusações é perseguido pelo empresário acusado. E a sua escolha à proposta de trabalho investigativo no caso Harriet é bom para os dois lados: bom para ele, que se resguarda, e bom para o contratante, que tem um profissional gabaritado, mas desacreditado no mercado atual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.	&amp;ldquo;Ela é diferente&amp;rdquo; 2. &amp;ldquo;Diferente como?&amp;rdquo; 1. &amp;ldquo;De todas as formas&amp;rdquo; (a apresentação de Lisbeth Salander)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do outro lado temos Lisbeth. Seu visual é esquisito. Parece que veio das trevas. Ela é a garota de tatuagem de dragão. Calças de couro, camisas cortadas, piercings, cabelo desgrenhado e sem sobrancelha. Por baixo disso há a construção, as motivações e a absurda interpretação de Rooney Mara! Existem sentimentos, conforme a relação com seu antigo tutor (que tem um derrame), e isso é perfeitamente demonstrado. Mas para a sociedade em geral uma desajustada, uma pária. E a justiça do estado não tarda a chegar. A justiça injusta onde &amp;ldquo;o estado cuida de você&amp;rdquo;. Ledo engano. Mas dessa violentíssima experiência há a armadilha da armadilha, um banho para limpar a dor, uma decisão moral de se tatuar (mais uma vez) onde a dor não é problema e uma vingança perfeita. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;E após cerca de uma hora, do cruzamento das respectivas perspicácias é formada a dupla perfeita: Mikael que busca decifrar o enigma e Lisbeth que está preparada para resolvê-lo. O motivo pessoal de Lisbeth, unido às suas habilidades de hacker, são a força motriz na dedicação ao se debruçar sobre o caso, numa impetuosidade sem fim. A vida a preparou para isso e sua motivação de buscar um assassino de mulheres arregala seus olhos, acelera seu coração, borbulha sua mente e fazem o filme pulsar de uma forma eletrizante. E quando a admiração entre Mikael e Lisbeth é mútua, se cristaliza após tiros e fuga, com banho e curativos e termina numa recompensa especial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"Segredos? E quem não tem?"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aplausos para o não uso de diálogos expositivos e nunca forçar uma explicação. O roteiro, à princípio emaranhado, com flashbacks (classudos), reconstrução da ação com as fotos antigas, com muitos personagens, vário  nomes e funções diferentes, se desenrola com uma fluidez impressionante. Com saídas além de plausíveis, mas acima de tudo inteligentes, como ao explicar a situação da revista Millennium e do jornalista Mikael através de uma reportagem de TV, a descoberta das citações bíblicas, o fim do caso Harriet ou até mesmo os diálogos espetaculares com um assassino assumido. Nada ocorre por acaso. Tudo é costurado e justificado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se no início a trilha é instigante, Reznor &amp; Ross são ainda mais brilhantes com suas variações sensacionais na evolução da música junto com a história, seja em momentos investigativos, tensos, de fuga ou num hipnotizante zumbido que acompanha boa parte da narrativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;E daí? Todo mundo mente. O tempo todo.&amp;rdquo; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O clima de frio intenso da ilha sueca combina com os personagens. Cada um na sua ilha de passado tão perigoso como areia movediça. A sensação de nó na garganta é constante com a tensão contínua num ambiente em que todos fumam e bebem o tempo inteiro. E quando o silêncio precede o medo, prepare-se para, literalmente ir ao submundo da mais pura perversão humana (e hereditária). E Fincher nos coloca no centro da história ao apontar uma câmera investigativa e depois mergulha numa fuga em primeira pessoa, a bordo de uma moto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Millenium &amp;ndash; Os Homens que Não Amavam as Mulheres&lt;/strong&gt; é um suspense policial forte, tão violento e denso quanto a obrigatória experiência sensorial de vê-lo no cinema. Além de trazer uma das mais bem construídas anti-heroínas acidentais da história recente: Lisbeth Salander. Desde já ansioso para conferir o próximo Millennium. &lt;strong&gt;NOTA: 10,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perfil de David Fincher:&lt;/strong&gt; Estreou no cinema com &lt;em&gt;Alien&amp;sup3;&lt;/em&gt; (1992), mas o filme que chegou aos cinemas foi editado pelos produtores. Para ver sua visão da obra assista ao DVD com Versão do Diretor. Quando ninguém achou que poderia ir além de &lt;em&gt;O Silêncio dos Inocentes&lt;/em&gt; (1991) no quesito &amp;lsquo;filmes de Serial Killer&amp;rsquo;, e se não foi, no mínimo a igualou numa obra prima policial (&lt;em&gt;Se7en&lt;/em&gt;, 1995). Exercitou o estilo suspense-técnico (&lt;em&gt;Vidas em Jogo&lt;/em&gt;, 1997; &lt;em&gt;O Quarto do Pânico&lt;/em&gt;, 2002) e transformou a pancadaria numa crítica à sociedade de consumo em forma de poesia visual (&lt;em&gt;Clube da Luta&lt;/em&gt;, 1999). Nas últimas três obras foi reconhecido como cineasta mais sério. Voltou ao tema de Serial Killer com um &amp;lsquo;caso não resolvido&amp;rsquo; (&lt;em&gt;Zodíaco&lt;/em&gt;, 2007 - concorreu à Palma de Ouro em Cannes), mas com o uso da técnica a serviço da densidade artística. Extraiu dum conto (antigo) de um caso peculiar uma história mágica (&lt;em&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;/em&gt;, 2008 - indicado ao Oscar e Globo de Ouro de filme e direção) e contou a história da invenção do Facebook como o retrato de uma geração (&lt;em&gt;A Rede Social&lt;/em&gt;, 2010 - indicado ao Oscar de filme e direção, e vencedor do Globo de Ouro de filme (drama) e direção).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZZZZZ&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Indicado à quatro Oscars (melhor filme, atriz, e duas de suas atrizes coadjuvantes) o drama racial &lt;strong&gt;Histórias Cruzadas (The Help, 2011)&lt;/strong&gt; é a estreia na direção em longas de Tate Taylor, baseado no livro &lt;em&gt;A Resposta &lt;/em&gt;de Kathryn Stocket. A trama que aborda as visões das empregadas domésticas numa sociedade norte-americana (racista) do sul, em meados dos anos 60.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E um filme cheio de adjetivos. Colorido. Maniqueísta. Artificial. Exagerado. Caricato. E demais. A obra grita em forma de caricatura com seu tom colorido e tortas de chocolate. Insiste em divertir com as histórias difíceis, onde o tema racismo é tratado com tanta leveza que parece um sofrimento irreal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inclua algumas pequenas vinganças (as privadas e o uso dos banheiros; e a piada da torta zilhões de vezes, em situações e pessoas diferentes), acusações de lado a lado e por fim a junção das tais histórias cruzadas, que através de uma jornalista (Emma Stone, ok) se transforma num livro popularesco de sucesso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os poucos destaques de &lt;strong&gt;Histórias CruZzZzZadas&lt;/strong&gt; são a trilha sonora incidental, que incluem canções de Bob Dylan e Johnny Cash, e as atuações das coadjuvantes. Jessica Chastain abraça o exagero e se assume como uma caricatura de perua brega, mas de coração bondoso e a favorita ao Oscar de coadjuvante Octavia Spencer, como a espevitada empregada Milly, a fazedora de tortas de chocolate (?!). &lt;strong&gt;NOTA: 5,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Emma Stone&lt;/strong&gt; indicada ao Globo de Ouro de atriz (comédia) por &lt;em&gt;A Mentira&lt;/em&gt; (2010); &lt;strong&gt;Bryce Dallas Howard&lt;/strong&gt; indicada ao Globo de Ouro de atriz (Minissérie ou Filme de TV) por &lt;em&gt;As You Like It&lt;/em&gt; (2006); &lt;strong&gt;Viola Davis&lt;/strong&gt; indicada ao Oscar e Globo de Ouro de coadjuvante por &lt;em&gt;Dúvida&lt;/em&gt; (2008). Indicada ao Oscar de atriz por &lt;strong&gt;Histórias Cruzadas&lt;/strong&gt;, que também concorreu ao Globo de Ouro; &lt;strong&gt;Octavia Spencer&lt;/strong&gt; venceu o Globo de Ouro de coadjuvante por &lt;strong&gt;Histórias Cruzadas&lt;/strong&gt;, concorre também ao Oscar; &lt;strong&gt;Jessica Chastain&lt;/strong&gt; indicada ao Globo de Ouro de coadjuvante por &lt;strong&gt;Histórias Cruzadas&lt;/strong&gt;;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aventura Cinematográfica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aventura cinematográfica, literalmente, a animação &lt;strong&gt;As Aventuras de Tintim (The Adventures of Tintin, 2011)&lt;/strong&gt; de Steven Spielberg é de encher os olhos, divertir a mente e afagar o coração cinéfilo. Programa indispensável no cinema, e em 3D o longa apresenta o jornalista TinTim (Jamie Bell, sempre na companhia de seu cachorro Milu, uma graça) envolvido no Segredo do Licorne, um navio naufragado há anos e que envolve seu descendente direto, o Capitão Haddock (Andy Serkis, perfeito) e um ambicioso caçador de tesouros Rackhan (Daniel Craig, dando uma de malvado).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Baseado nos quadrinhos de Hergé, o personagem Tintim, outrora inspiração ao próprio Spielberg e Lucas para criarem o personagem de Indiana Jones, se transforma numa aventura impressionante, de alma completamente divertida e de ritmo acelerado. Produzido belissimamente em captura de movimentos, a adaptação &lt;strong&gt;As Aventuras de Tintim&lt;/strong&gt; não teria melhor representação senão num desenho repleto de movimentos, cores, formas, som e muita, mas muita diversão. Vencedor do Globo de ouro de melhor animação a obra (tecnicamente perfeita) traz ainda a bela trilha do mestre John Williams (mais uma vez indicado ao Oscar). TinTim é cinema em estado puro. E que venha o próximo. &lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/strong&gt; Em 2011, Steven Spielberg dirigiu dois filmes distintos, o sério &lt;em&gt;Cavalo de Guerra&lt;/em&gt; (indicado ao Oscar de melhor filme) e a diversão &lt;strong&gt;Tintim &lt;/strong&gt;(trilha). Mas essa não foi a primeira vez; Em 2005: o dramaço histórico &lt;em&gt;Munique&lt;/em&gt; (concorreu aos Oscars de melhor filme e direção) e a superprodução &lt;em&gt;Guerra dos Mundos&lt;/em&gt; (concorreu aos Oscars técnicos); Em 1997: o histórico e sério &lt;em&gt;Amistad&lt;/em&gt; (concorreu à quatro oscars, incluindo ator coadjuvante) e o sucesso de bilheteria &lt;em&gt;Mundo Perdido &amp;ndash; Jurassic Park &lt;/em&gt;(concorreu como melhor efeito especial); Em 1993: Spielberg (finalmente) ganhou o Oscar de melhor filme e diretor no drama de guerra (e histórico) &lt;em&gt;A Lista de Schindler&lt;/em&gt; e no mesmo ano ganhou vários Oscars técnicos com a diversão &lt;em&gt;Jurassic Park&lt;/em&gt;; Em 1989: o sério foi &lt;em&gt;Além da Eternidade&lt;/em&gt; e a diversão (e sucesso de bilheteria) &lt;em&gt;Indiana Jones&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;Última Cruzada&lt;/em&gt; (Oscar de melhor efeito sonoro);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano&lt;/strong&gt; (siga no Twitter &lt;em&gt;@DanielHerculano&lt;/em&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;em&gt;#Cineminha&lt;/em&gt; na &lt;em&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/em&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;em&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/em&gt;), Pablo Villaça (&lt;em&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/em&gt;), Ruy Gardnier (&lt;em&gt;O Globo/Contracampo&lt;/em&gt;) e Joaquim Assis (&lt;em&gt;Roteirista&lt;/em&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação d&amp;acute; &lt;em&gt;A%2b Business Criativo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O3Z-bXS1qGgPrc0dKxB8DN2z9RE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O3Z-bXS1qGgPrc0dKxB8DN2z9RE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O3Z-bXS1qGgPrc0dKxB8DN2z9RE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O3Z-bXS1qGgPrc0dKxB8DN2z9RE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/aiqbGkFWvgc" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Sex, 10 Fev 2012 20:02:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/02/10/noticiasscript,2781855/i-millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres-i-i-historias-cruzadas-i-e-i-as-aventuras-de-tin-tim-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>J. Edgar, Os Descendentes e 2 Coelhos</category>
             <title>J. Edgar, Os Descendentes e 2 Coelhos</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/A9Yguyab5RI/i-j-edgar-i-i-os-descendentes-i-e-i-2-coelhos-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Biografia Histórica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Desde que ganhou o Oscar de filme e direção por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Os Imperdoáveis&lt;/span&gt; (1992), passando por uma segunda vitória com filme e direção em Menina de Ouro (2004), poucos foram os deslizes de Clint Eastwood. E o seu interesse por momentos históricos resultaram em obras respeitáveis, seja a II Guerra Mundial visto dos dois lados (americano &amp;ndash; &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Conquista da Honra&lt;/span&gt;; e japonês &amp;ndash; &lt;span style="font-style: italic"&gt;Cartas de Iwo Jima&lt;/span&gt;, ambos de 2006) e parte da biografia de Nelson Mandela (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Invictus&lt;/span&gt;, 2009). Agora sua visão cinematográfica continua firme ao se debruça sobre um pedaço da história americana na biografia histórica de John Edgar Hoover em &lt;span style="font-weight: bold"&gt;J. Edgar (Idem, 2011).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história centra seus holofotes sobre a vida do fundador do FBI, o controverso, temido, admirado e odiado John Edgar Hoover, que de 1924 à 1972, atravessou os mandatos de oito Presidentes americanos, e muitas histórias acobertadas, inclusive as suas. Você não saberá exatamente todos os meandros por trás da criação do FBI, mas muito sobre a vida de Hoover (Leonardo DiCaprio), sua escolha sexual reprimida até mesmo por ele, e seu casto caso de amor, e o nr. 2 durante 44 anos no FBI, Clyde Tolson (Armie Hammer).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De fotografia fria, descolorada, adequando-se ao tom impessoal e quase sem emoção do seu protagonista, a obra traz uma notável performance de Leonardo DiCaprio, indicado ao Globo de Ouro de ator (drama), mas inexplicavelmente ausente na lista do Oscar. Sem esquecer a formidável ajuda de uma perfeita maquiagem (também esquecido pelo Oscar) e um excelente elenco de apoio (um sensível Hammer, a lady Judi Dench como sua mãe, e a eterna secretária e fiel escudeira, a ótima Naomi Watts). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se há momentos emotivos? Sim, poucos, mas em especial três momentos delicados com DiCaprio e Hammer, uma para cada uma e outra envolvendo os dois.&lt;span style="font-weight: bold"&gt; J. Edgar&lt;/span&gt; é uma grande obra, mas o drama será ainda mais proveitoso caso o espectador seja familiarizado com fatos históricos americanos. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 8,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Filmes dirigidos, mas não estrelados por Clint Eastwood: concorreu à Palma de Ouro em Cannes com &lt;span style="font-style: italic"&gt;Bird &lt;/span&gt;(1988) e venceu do Globo de Ouro de direção; &lt;span style="font-style: italic"&gt;Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal&lt;/span&gt;  (1997); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Sobre Meninos e Lobos&lt;/span&gt; (2003) indicado ao Oscar e Globo de Ouro de filme (drama) e direção; concorreu à Palma de Ouro em Cannes com &lt;span style="font-style: italic"&gt;A Troca&lt;/span&gt; (2008); indicado ao Globo de Ouro de direção por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Invictus&lt;/span&gt; (2009);  &lt;span style="font-style: italic"&gt;Além da Vida&lt;/span&gt; (2010), um dos 10 melhores filmes do ano da National Board of Review;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Vida que Segue &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um sorriso surge na tela, mas a alegria é momentânea. Em seguida a narração em off de George Clooney já adianta: não adianta morar num paraíso (Havaí), ter dinheiro (fruto de uma herança e não de uma conquista), um bom emprego e uma grande família (não necessariamente unida). A vida sempre pode trazer surpresas. Boas ou ruins. E, essencialmente, como saber lidar quando o pior acontece é a grande questão de &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Os Descendentes (The Descendents, 2011)&lt;/span&gt; de Alexander Payne.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após receber a trágica notícia que sua esposa foi parar na UTI após um acidente de barco, um advogado (Clooney) terá de se reaproximar de suas filhas (Shailene Woodley e Amara Miller), saber lidar com uma revelação familiar e decidir sobre a venda milionária de terras herdadas por sua família de descendentes nobres do Havaí.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com todos esses acontecimentos simultâneos, uma crise de consciência não tarda a chegar. Em meio ao clima de tristeza que os cerca na ilha, o diretor ameniza o sofrimento ao lançar seu olhar no paraíso e suas belíssimas paisagens. As cores são sóbrias e um uso predominantemente do azul, adornado musicalmente pela trilha havaiana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As reações de Clooney são na medida de suas sensações, seja na dor, na surpresa, chutar o pau da barraca numa conversa franca ou um impulso que soa como uma doce vingança, em que esboça até um sorriso. A melhor atuação de sua carreira até aqui é de arrepiar, até a última declaração lacrimosa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vencedor do Globo de Ouro de filme (drama) e ator (Clooney), o muito bem conduzido &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Os Descendentes&lt;/span&gt; concorre ao Oscar de melhor filme, diretor, roteiro adaptado, edição e ator, ainda traz participações de Beau Bridges, Robert Foster e nos apresenta a espetacular Shailene Woodley, a filha mais velha que tem uma cena belíssima mergulho na tristeza culminando com o choro na piscina para esconder as lágrimas em silêncio. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alexander Payne: indicado ao Grande Prêmio do Júri em Sundance por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Ruth em Questão&lt;/span&gt; (1996); indicado ao Oscar de roteiro original por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Eleição&lt;/span&gt; (1999); concorreu à Palma de Ouro em Cannes com &lt;span style="font-style: italic"&gt;As Confissões de Schimdt &lt;/span&gt;(2002) venceu o Globo de Ouro de roteiro, indicado pela direção e filme (drama); venceu o Oscar de roteiro original e os Globos de Ouro de filme (comédia ou musical) e roteiro, também indicado pela direção e ao Oscar de filme e direção por &lt;span style="font-style: italic"&gt;Sideways &amp;ndash; Entre Umas e Outras&lt;/span&gt; (2005);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Made in Brazil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O hacker Edgar (Fernando Alves Pinto) fará 30 anos e em meio a uma crise existencial decide bolar um plano genial. Ganhar milhões de dólares e matar dois coelhos com uma cajadada só: culpar um político corrupto pelo rombo no dinheiro e denunciar um bandido (Marat Descartes) procurado pela polícia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parece sinopse de filme americano, mas a fita é a nacional &lt;span style="font-weight: bold"&gt;2 Coelhos (Idem, 2012)&lt;/span&gt; de Afonso Poyart, uma excelente surpresa. O produto final é acelerado, com personagens e histórias entrelaçadamente bem sacadas, roteiro amarrado, edição vibrante, linguagem publicitária e boas atuações do anti-herói Fernando Alves Pinto, Alessandra Negrini (bela e sensual) e o vilão Marat Descartes. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[VIDEO1]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano&lt;/span&gt; (siga no Twitter&lt;span style="font-style: italic"&gt; @DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;span style="font-style: italic"&gt;#Cineminha&lt;/span&gt; na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação da &lt;span style="font-style: italic"&gt;A%2b Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iH_EoZalWcMkOyycxhy9hPYybYE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iH_EoZalWcMkOyycxhy9hPYybYE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iH_EoZalWcMkOyycxhy9hPYybYE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iH_EoZalWcMkOyycxhy9hPYybYE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/A9Yguyab5RI" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 01 Fev 2012 19:44:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/02/01/noticiasscript,2776866/i-j-edgar-i-i-os-descendentes-i-e-i-2-coelhos-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Cavalo de Guerra, O Espião que Sabia Demais e Amizade Colorida</category>
             <title>Cavalo de Guerra, O Espião que Sabia Demais e Amizade Colorida</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/ZGXeprvr-l8/i-cavalo-de-guerra-i-i-o-espiao-que-sabia-demais-i-e-i-amizade-colorida-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/01/26/2773891/1.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Sentimentalismo Animal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser um cineasta já consagrado tanto pela bilheteria quanto pela crítica, Steven Spielberg ainda rende opiniões divergentes. E a maior delas recai sobre o sentimentalismo exacerbado que reflete nas suas obras. Uns a abraçam o estilo Spielberg de ser, outros a comparam como uma apelação sentimentalóide. Na maioria das suas obras eu gosto de sua abordagem dramática (sentimental) e com &lt;strong&gt;Cavalo de Guerra (War Horse, 2011)&lt;/strong&gt;, se aproxima ao máximo do estilo de filmar à moda antiga. São grandiosos e longos planos gerais, de narrativa clássica e otimista, com personagens tocados pela boa índole e num palco, ao mesmo tempo, tão propício (a guerra, o bem Vs. o mal) quanto inexplorado (a 1&amp;ordm;. Guerra Mundial). &lt;br /&gt;O resultado? Uma bela e inocente obra. Tecnicamente perfeito e que concorre à seis Oscars, incluindo melhor filme, fotografia, edição, trilha sonora, direção de artes &amp; cenários, som e edição de som. A trama conta a história do cavalo Joey, nascido nos belos e verdes campos do interior da Inglaterra e comprado por uma família de humildes fazendeiros. Logo identificado com o belo e forte potro, o jovem Albert (Jeremy Irvine) que o treinará para arar o campo, em busca do sustento da família. Até chegar a Guerra, que muda tudo.&lt;br /&gt;Não se engane o protagonista é o cavalo, e o sentimentalismo que escorre pelo drama é animal. Com uma trilha sonora belamente orquestrada pelo mestre John Williams, a obra tem sequências igualmente orquestradas por Spielberg. E poderosas, como quando o cavalo é feito prisioneiro e tem de lutar contra a violência e os maltratos... Repare na sujeira, no tom escuro, cinza e negro da fotografia, e nos corpos dos cavalos mortos. Essa é visão do protagonista. Mas sempre há esperança. E o mais forte e intenso momento do filme comprova isso: a fuga do cavalo de guerra que vai parar no arame farpado. Capaz de provocar os mais diferentes sentimentos. Até entre aliados e alemães, numa cena inusitada e diálogos idem.  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cavalo de Guerra&lt;/strong&gt; é um ótimo drama, e torna o elenco apenas coadjuvante (Emily Watson, David Thewlis, Niels Arestrup, Petter Mullan e Tom Hiddleston) em frente ao poder sentimental do cavalo Joey, suas paisagens sensacionais e a técnica exemplar. &lt;strong&gt;NOTA: 8,0&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filmes sérios (e premiados) de Spielberg:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;A Cor Púrpura&lt;/em&gt; (1985) indicado ao Oscar e Globo de Ouro de filme e direção; &lt;em&gt;A Lista de Schindler&lt;/em&gt; (1993) vencedor do Oscar e Globo de Ouro de filme e direção; &lt;em&gt;Amistad&lt;/em&gt; (1997) indicado ao Globo de Ouro de filme (drama) e direção; &lt;em&gt;O Resgate do Soldado Ryan&lt;/em&gt; (1998) vencedor do Oscar de direção; indicado ao Oscar de filme e venceu o Globo de Ouro de filme e direção; &lt;em&gt;Império do So&lt;/em&gt;l (1987) indicado ao Globo de Ouro de filme (drama); &lt;em&gt;Munique&lt;/em&gt; (2005) indicado ao Oscar de filme e direção, e indicado ao Globo de Ouro de filme (drama); &lt;em&gt;Inteligência Artificial&lt;/em&gt; (2001) indicado ao Globo de Ouro de direção;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espionagem Minuciosa&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Espião que Sabia Demais (Tinker Tailor Soldier Spy, 2011)&lt;/strong&gt; de Tomas Alfredson, é um filme essencialmente de espionagem. Sua trama mostra um agente renegado (Gary Oldman) de volta ao topo da cadeia do Serviço Secreto de Inteligência Britânico em busca de um agente duplo plantado pela Rússia. Esqueça os tiros, as perseguições, efeitos especiais ou o glamour. O cansaço e as rugas, estampado nos rostos dos agentes secretos, são os reflexos dos anos de intenso trabalho. Os olhos tristes e frios dizem mais que qualquer palavra. E o jogo para descobrir quem é o traidor está apenas começando. E será aplaudido ao final da sua minuciosa investigação.&lt;br /&gt;No princípio há uma missão, completamente tensa, mas são disparados apenas três tiros durante todo o filme. O jogo é duro, difícil e a traição pode estar em qualquer sorriso. Seus diálogos são preciosos e o poder dos olhos do magnífico Oldman é maior que qualquer força da natureza. Ali está a sua maior força de interpretação. O seu grande elenco é também grandioso. Há um discreto Colin Firth, mas necessário. Temos ainda os competentes Tom Hardy, Mark Strong, John Hurt, Toby Jones, Stephen Graham e Benedict Cumberbatch.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Espião que Sabia Demais &lt;/strong&gt;é feito de silêncios e sutilezas. Nunca há a necessidade de revelações bombásticas, explicações ou explicitações de algum que aconteceu. Preste atenção aos nomes dos personagens e suas sutilezas. Repare na astúcia que mostra a mudança de óculos do protagonista (Gary Oldman). Assim você pode diferenciar sempre o passado do presente, sempre recorrente nas idas e vindas do tempo. Perfeito. A fotografia é basicamente cinza, fria até a alma, seus cenários são maravilhosos e a notável trilha sonora de Alberto Iglesias completa a obra prima. E lembre-se: tudo que se passa na tela é importante. Agora pode aplaudir... ClapClapClap. &lt;strong&gt;NOTA: 10&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/strong&gt; Prêmios: indicado ao Oscar de melhor ator (Gary Oldman), roteiro adaptado e trilha sonora; Concorreu ao Leão de Ouro em Veneza; 12 indicações ao BAFTA (melhor filme britânico, filme, direção, roteiro adaptado, fotografia, edição, figurino, trilha sonora, direção de arte, som e ator &amp;ndash; Gary Oldman);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amigos com Benefícios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Justin Timblerlake (muito à vontade) é um editor que tem uma proposta de emprego pela caça talentos Mila Kunis (com química), e que exige mudança de L.A. para NY. E nós já sabemos o que vai acontecer no divertido &lt;strong&gt;Amizade Colorida (Friends With Benefits, 2011)&lt;/strong&gt;, já nas locadoras. Boa produção, temas atuais (internet, mundo da informação rápida, flash mob) e um bom jogo com as situações: o truque inicial com dois encontros simultâneos com um mesmo propósito e a brincadeira com os clichês de comédia romântica. O que embola um pouco é um recheio repetitivo (as transas sendo narradas como um manual de instruções), e a historinha de esconde-esconde com os próprios sentimentos. Participações do ótimo Richard Jenkins (o pai de Timberlake), a classe da espetacular Patricia Clarkson (a mãe doidona de Kunis), um divertido Woody Harrelson como um gay sem nenhum tipo de estardalhaço e uma ponta engraçadinha de Emma Stone (a ex-namorada). Nos extras Cenas Excluídas; Cenas Editadas; Comentários com o diretor Will Gluck, Justin Timberlake e Mila Kunis. &lt;strong&gt;NOTA: 7,5&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano&lt;/strong&gt; (siga no Twitter @DanielHerculano) é estudante de Jornalismo e titular do programete #Cineminha na Beach Park FM 101.7. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (Uol/Globo de Ouro), Pablo Villaça (Cinema em Cena/OFCS), Ruy Gardnier (O Globo/Contracampo) e Joaquim Assis (Roteirista). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação da A%2b Business Criativo.
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4fYrv7cvQyAZycELTwW217PP74/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4fYrv7cvQyAZycELTwW217PP74/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4fYrv7cvQyAZycELTwW217PP74/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4fYrv7cvQyAZycELTwW217PP74/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/ZGXeprvr-l8" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qui, 26 Jan 2012 17:01:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/01/26/noticiasscript,2773891/i-cavalo-de-guerra-i-i-o-espiao-que-sabia-demais-i-e-i-amizade-colorida-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>O Garoto da Bicicleta, Um Conto Chinês e Sentidos do Amor</category>
             <title>O Garoto da Bicicleta, Um Conto Chinês e Sentidos do Amor</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/jJqjyHK4M_4/i-o-garoto-da-bicicleta-i-i-um-conto-chines-i-e-i-sentidos-do-amor-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/01/18/2570297/sentidosdoamor.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;O Poder do Perdão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Diferente da maioria de dramas americanos pasteurizados (cito como exemplo maior o risível &lt;span style="font-style: italic"&gt;Um Sonho Possível&lt;/span&gt;, 2010), o franco-belga é um filme que envolve temas como família abandona criança, deliquência juvenil e adoção,&lt;span style="font-weight: bold"&gt; O Garoto da Bicicleta (Le gamin ao veló, 2011)&lt;/span&gt; dos Irmãos Dardenne, evita a cada cena evocar o choro sentimental. Apelar para o choro fácil? Nessa bela obra isso não tem vez. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O indomado Cyril (Thomas Doret, uma excelente surpresa) é um menino de 12 anos que ainda não supera o fato do seu pai (Jérémie Renier, frio e ideal ao personagem) o ter abandonado num internato. Em uma de suas buscas por respostas ele encontra a afeição da cabeleireira de bom coração Samantha (Cécile de France, tão pura e doce que é capaz de derreter), que o acolherá em sua casa nos fins de semana.&lt;br /&gt;Vencedor do Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes em 2011,&lt;span style="font-weight: bold"&gt; O Garoto da Bicicleta&lt;/span&gt; indica uma reação em cadeia para a deliquência juvenil em decorrência do desprezo e abandono na infância. De narrativa simples e seca, a trama traz com naturalidade os problemas do dia a dia entre pais e filhos (adotivos ou não) com elementos da realidade moral e econômica, os perigos das más influências e o poder incontrolável (e mudo) do perdão. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 8,0&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[VIDEO1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Um Bom Conto &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Um Conto Chinês (Um cuento chino, 2011)&lt;/span&gt; escrito e dirigido por Sebastián Borensztein, equilibra o drama, comédia e até um pouco de romance ao narrar uma boa história sobre choque cultural, a difícil mudança de rotina e o poder das coincidências. Ou seria do destino?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A trama nos apresenta um veterano de guerra (o soberbo Ricardo Dárin) dono de uma loja de ferragens, que há mais de 20 anos vive recluso e cheio de manias. Tudo muda completamente quando, literalmente, cai um chinês (Ignácio Huang, carismático) em sua vida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cinema argentino é sensacional, com vários filmes estupendos nos últimos anos (o maior destaque é o Oscar de filme estrangeiro para &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Segredo dos Seus Olhos&lt;/span&gt;, de 2009), e &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Um Conto Chinês&lt;/span&gt; é um deles. Não tão espetacular como outros, mas um bom conto, muito bem interpretado, produzido e escrito. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;NOTA: 7,5&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/span&gt; Ricardo Dárin estrelou &lt;span style="font-style: italic"&gt;Nove Rainhas&lt;/span&gt; (2000); &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Filho da Noiva&lt;/span&gt; (2001); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Clube da Lua&lt;/span&gt; (2004); &lt;span style="font-style: italic"&gt;XXY&lt;/span&gt; (2007); &lt;span style="font-style: italic"&gt;O Segredo dos Seus Olhos&lt;/span&gt; (2009); &lt;span style="font-style: italic"&gt;Abutres&lt;/span&gt; (2010);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;O Sentido Perfeito &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Dirigido por David Mackenzie, o drama romântico &lt;span style="font-weight: bold"&gt;Sentidos do Amor (Perfect Sense, 2011)&lt;/span&gt; apresenta uma trama interessantíssima. Enquanto uma cientista (Eva Green) estuda sobre uma epidemia que começa a roubar as percepções sensoriais das pessoas, ao mesmo tempo descobre o amor por um chefe de cozinha (Ewan McGregor).&lt;br /&gt;As cenas que antecedem a perda dos sentidos são incríveis, e a descoberta de outros sentidos melhor ainda. As imagens se transmutam em sentimentos através das cores, com uma fotografia ora fria (na maior parte do tempo), ora quente (quando há romance), além das atuações encharcadas de sensibilidade e a química do casal (o charmoso McGregor e a bela Green). &lt;br /&gt;Há uma espécie de fusão das histórias de&lt;span style="font-style: italic"&gt; Ensaio Sobre a Cegueira&lt;/span&gt; (2008) e &lt;span style="font-style: italic"&gt;Contágio &lt;/span&gt;(2011), mas de resultado melhor, recompensador e que bate forte no ser humano. Principalmente os sensíveis ao sentido perfeito, que é à força do amor. &lt;span style="font-weight: bold"&gt;O DVD disponibilizado não possui extras. NOTA: 9,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;*Daniel Herculano&lt;/span&gt; (siga no Twitter &lt;span style="font-style: italic"&gt;@DanielHerculano&lt;/span&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;span style="font-style: italic"&gt;#Cineminha&lt;/span&gt; na &lt;span style="font-style: italic"&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/span&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/span&gt;), Pablo Villaça (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/span&gt;), Ruy Gardnier (&lt;span style="font-style: italic"&gt;O Globo/Contracampo&lt;/span&gt;) e Joaquim Assis (&lt;span style="font-style: italic"&gt;Roteirista&lt;/span&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação da &lt;span style="font-style: italic"&gt;A+ Business Criativo&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q3AFZC8nFjncGkE9mNBK35jCx2g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q3AFZC8nFjncGkE9mNBK35jCx2g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q3AFZC8nFjncGkE9mNBK35jCx2g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q3AFZC8nFjncGkE9mNBK35jCx2g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/jJqjyHK4M_4" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 18 Jan 2012 23:06:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/01/18/noticiasscript,2570297/i-o-garoto-da-bicicleta-i-i-um-conto-chines-i-e-i-sentidos-do-amor-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Missão Impossível: Protocolo Fantasma, Delírio de loucura e 30 minutos ou menos</category>
             <title>Missão Impossível: Protocolo Fantasma, Delírio de loucura e 30 minutos ou menos</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/yZqEkmcyzWk/i-missao-impossivel-protocolo-fantasma-i-i-delirio-de-loucura-i-e-i-30-minutos-ou-menos-i.shtml</link>
             
               <description>&lt;div style="float:left"&gt;&lt;img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/01/11/2469835/Delirio-de-loucura.jpg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Missão Cinematográfica &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor de animação premiado, Brad Bird estreia na direção de live action com &lt;strong&gt;Missão: Impossível &amp;ndash; Protocolo Fantasma (Mission: Impossible &amp;ndash; Ghost Protocol, 2011)&lt;/strong&gt;, uma aventura de espionagem brilhante, tensa e repleta de sequências memoráveis. Um incansável Tom Cruise está de volta pela quarta vez como o agente Ethan Hunt, numa trama que se aproxima mais do que nunca do clima (um pouco mais leve) da série de TV a qual é baseada, e com honras, é uma verdadeira missão cinematograficamente cumprida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Após uma incrível e arquitetada fuga da prisão na Rússia, Hunt recebe a arriscada missão de impedir o objetivo do terrorista Cobalto (Michael Nyqvist): detonar uma guerra nuclear. O pavio está aceso. Sobe o tema musical.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A trama possui crescentes fases de dificuldade nas missões e nas mãos de Bird, que cria sequências maravilhosas, a fita flui e jamais perde tempo. Imagine uma explosão espetacular. Multiplique. Ela está aqui. E que tal uma perseguição (implacável) em meio a uma tempestade de areia? Ou escalar em Dubai o prédio mais alto do mundo grudado nas janelas de vidros? Ah, tem ainda uma incrível fuga de uma prisão e um confronto tenso e meio num estacionamento móvel. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Há ainda a sensualidade e obstinação de Paula Patton, o misterioso analista chefe Jeremy Renner e os momentos bem humorados, cortesia dos diálogos (e química) entre Cruise e Simon Pegg (antes responsável apenas pelas engenhocas tecnológicas da IMF, agora é um novo agente de campo) e da sequência envolvendo o personagem Brij Nath (Anil Kapoor), um milionário que se acha sedutor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A trilha (de Michael Giacchino) pulsa o tema clássico em várias versões e até dita o ritmo do filme. Entre as sábias soluções da trama há a inclusão de um flashback importante (com Josh Holloway), um link com a parte III e um mistério desvendado. Ainda há a reviravolta da reviravolta, literalmente num acidente de carro (e com a participação de Tom Wilkinson) que envolve morte, perseguição e fuga, uma sutil homenagem à série de TV (em ação infiltrada com disfarces; as máscaras) e ao primeiro filme de 1996 (as roupas de imãs que lembram Cruise pendurado).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;E diferente da mensagem padrão da IMF que se auto destrói em 5 segundos, esse&lt;strong&gt; Missão Impossível 4 &lt;/strong&gt;ficará na memória com suas ações simultâneas (e sensacionais), sua tensão constante, que sincronizada com a história não perde de tempo entre uma missão e outra. Quando chega o próximo?&lt;strong&gt; NOTA: 8,5&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES ESPECIAIS:&lt;/strong&gt; Brad Bird escreveu e dirigiu &lt;em&gt;Ratatouille &lt;/em&gt;(2007), Oscar e Globo de Ouro de animação;&lt;em&gt; Os Incríveis&lt;/em&gt; (2004); &lt;em&gt;O Gigante de Ferro&lt;/em&gt; (1999);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Maior que a Vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Lançado em Blu-ray e DVD pela Classicline o clássico esquecido de Nicholas Ray, &lt;strong&gt;Delírio de Loucura (Bigger Than Life, 1956)&lt;/strong&gt; - indicado ao Leão de Ouro em Veneza, que traz a soberba interpretação de James Mason, uma ótima performance da bela Barbara Rush e um dos primeiros papéis de Walter Matthau no cinema. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No drama, um pacato professor e também dedicado pai de família (Mason) descobre que tem poucos meses de vida por causa de uma doença rara. Sua única opção é um tratamento experimental com a substância cortisona. Mas após a volta para casa sua esposa (Rush) e seu filho (Christopher Olsen, muito bem) sofrem com os efeitos colaterais do remédio. Interessante notar que no último terço há a adição de uma crescente tensão com a situação provocada pelo medicamento. Mas a lição que fica é que nada é maior que a vida e temos de lutar por ela, principalmente quando se possui o amor da família.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O suspense dramático está estampado na fantástica cena em que o professor insiste que seu filho resolva um problema matemático, enquanto a esposa tenta servir o jantar o quanto antes, quando o diretor Ray se utiliza de um jogo de sombras exuberante (repare no tamanho da sombra do professor com os demais em cena). Nos extras o cartaz original, a sinopse, curiosidades, clipe remix e trailers. &lt;strong&gt;NOTA: 9,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comédia (Irônica) Agitada &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Olhem os personagens: um pai militar que ganhou na loteria. Um filho com mais de 30 que mora na casa do pai e não faz nada, a não ser tentar se divertir com o melhor amigo, os quais ambos não possuem nada na cabeça. Um entregador de pizza apaixonado pela irmã do melhor amigo, que é professor. E o que acontece? Os dois bobões querem matar o militar e ficar com a grana. Contratam um matador de aluguel, mas para arrecadar a grana do assassinato por encomenda pedem uma pizza. Prendem o entregar à um colete-bomba e o chantageiam. Ou ele rouba o banco e trás 100 mil dólares ou bum! E assim, freneticamente é o ponto de partida para a comédia (irônica) que envolve roubo a banco, assassinato e entrega de pizzas em &lt;strong&gt;30 Minutos ou Menos (30 Minutes or Less, 2011)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Entendeu?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dirigido por Ruben Fleischer (do divertidíssimo &lt;em&gt;Zumbilândia&lt;/em&gt;, de 2009) um elenco bem afiado, com Jesse Eisenberg (o entregador de pizzas), Aziz Ansari (o melhor amigo), a beldade Dilshad Valdsaria (o interesse romântico), Danny McBride e Nick Swardson (a dupla de bobos), Fred Ward (o militar milionário) e Michael Peña é o assassino latino. Inédito nos cinemas o desbocado &lt;strong&gt;30 Minutos ou Menos&lt;/strong&gt; já está nas locadoras com extras tímidos: Cenas Excluídas e Editadas; Explosão com Elenco e Equipe. &lt;strong&gt;NOTA: 7,0&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Daniel Herculano&lt;/strong&gt; (siga no Twitter &lt;em&gt;@DanielHerculano&lt;/em&gt;) é estudante de Jornalismo e titular do programete &lt;em&gt;#Cineminha&lt;/em&gt; na &lt;em&gt;Beach Park FM 101.7&lt;/em&gt;. Crítico de cinema formado em cursos de Ana Maria Bahiana (&lt;em&gt;Uol/Globo de Ouro&lt;/em&gt;), Pablo Villaça (&lt;em&gt;Cinema em Cena/OFCS&lt;/em&gt;), Ruy Gardnier (&lt;em&gt;O Globo/Contracampo&lt;/em&gt;) e Joaquim Assis (&lt;em&gt;Roteirista&lt;/em&gt;). É graduado em Comunicação Social e assessor de comunicação da &lt;em&gt;A+ Business Criativo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pe9Bd_atDXMgx8-RTFb76uFbs8E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pe9Bd_atDXMgx8-RTFb76uFbs8E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pe9Bd_atDXMgx8-RTFb76uFbs8E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pe9Bd_atDXMgx8-RTFb76uFbs8E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/yZqEkmcyzWk" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Qua, 11 Jan 2012 22:52:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/01/11/noticiasscript,2469835/i-missao-impossivel-protocolo-fantasma-i-i-delirio-de-loucura-i-e-i-30-minutos-ou-menos-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Compramos um Zoológico, Imortais e Ataque ao Prédio</category>
             <title>Compramos um Zoológico, Imortais e Ataque ao Prédio</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/GaWKh1AUbsE/i-compramos-um-zoologico-i-i-imortais-i-e-i-ataque-ao-predio-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 04 Jan 2012 23:10:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pguF_O1EExgKdaJcaNdmLm4WPw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pguF_O1EExgKdaJcaNdmLm4WPw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pguF_O1EExgKdaJcaNdmLm4WPw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pguF_O1EExgKdaJcaNdmLm4WPw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/GaWKh1AUbsE" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2012/01/04/noticiasscript,2368432/i-compramos-um-zoologico-i-i-imortais-i-e-i-ataque-ao-predio-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Os Melhores (e os Piores) do Cinema em 2011</category>
             <title>Os Melhores (e os Piores) do Cinema em 2011</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/zoZBoBUv5-g/os-melhores-e-os-piores-do-cinema-em-2011.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 28 Dez 2011 22:37:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kv0pJo3FKhNGlFbqFDDywlc3pJI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kv0pJo3FKhNGlFbqFDDywlc3pJI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kv0pJo3FKhNGlFbqFDDywlc3pJI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kv0pJo3FKhNGlFbqFDDywlc3pJI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/zoZBoBUv5-g" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2011/12/28/noticiasscript,2364893/os-melhores-e-os-piores-do-cinema-em-2011.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Tudo Pelo Poder, Os Especialistas e A Minha Canção de Amor</category>
             <title>Tudo Pelo Poder, Os Especialistas e A Minha Canção de Amor</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/H7MZ2z2vgkE/i-tudo-pelo-poder-i-i-os-especialistas-i-e-i-a-minha-cancao-de-amor-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qui, 22 Dez 2011 21:32:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0R-XQp-gMWbVp7gJt6dMCYj1CPg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0R-XQp-gMWbVp7gJt6dMCYj1CPg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0R-XQp-gMWbVp7gJt6dMCYj1CPg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0R-XQp-gMWbVp7gJt6dMCYj1CPg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/H7MZ2z2vgkE" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2011/12/22/noticiasscript,2362082/i-tudo-pelo-poder-i-i-os-especialistas-i-e-i-a-minha-cancao-de-amor-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>''Gato de botas'', ''Em busca de um assassino'' e ''O menino de ouro''</category>
             <title>''Gato de botas'', ''Em busca de um assassino'' e ''O menino de ouro''</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/k6OAIRSKBx8/gato-de-botas-em-busca-de-um-assassino-e-o-menino-de-ouro.shtml</link>
             
	     <pubDate>Seg, 19 Dez 2011 18:17:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/__XzJlgeR0JBECPZYwI2Mfoa4IA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/__XzJlgeR0JBECPZYwI2Mfoa4IA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/__XzJlgeR0JBECPZYwI2Mfoa4IA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/__XzJlgeR0JBECPZYwI2Mfoa4IA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/k6OAIRSKBx8" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2011/12/19/noticiasscript,2360295/gato-de-botas-em-busca-de-um-assassino-e-o-menino-de-ouro.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Os Muppets, Happy Feet 2 - O Pinguim (3D) e Não Sei Como Ela Consegue</category>
             <title>Os Muppets, Happy Feet 2 - O Pinguim (3D) e Não Sei Como Ela Consegue</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/c_Oy6fUNkp0/i-os-muppets-i-i-happy-feet-2-o-pinguim-3d-i-e-i-nao-sei-como-ela-consegue-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 07 Dez 2011 05:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dAchHc4R-u6k5JmqNzA6avsfwX0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dAchHc4R-u6k5JmqNzA6avsfwX0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dAchHc4R-u6k5JmqNzA6avsfwX0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dAchHc4R-u6k5JmqNzA6avsfwX0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/c_Oy6fUNkp0" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2011/12/07/noticiasscript,2350809/i-os-muppets-i-i-happy-feet-2-o-pinguim-3d-i-e-i-nao-sei-como-ela-consegue-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>Amanhecer - Parte 1</category>
             <title>Amanhecer - Parte 1</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/zwL2E9hDKsg/i-amanhecer-parte-1-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 30 Nov 2011 05:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_87iMEBIyALBarbzcyuY1CGZnao/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_87iMEBIyALBarbzcyuY1CGZnao/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_87iMEBIyALBarbzcyuY1CGZnao/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_87iMEBIyALBarbzcyuY1CGZnao/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/zwL2E9hDKsg" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2011/11/30/noticiasscript,2345494/i-amanhecer-parte-1-i.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>O Preço do Amanhã e Assalto em Dose Dupla</category>
             <title>O Preço do Amanhã e Assalto em Dose Dupla</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/colunascript/~3/mwP06OVN6iw/i-o-preco-do-amanha-i-e-i-assalto-em-dose-dupla-i.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 25 Nov 2011 22:22:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6442_txa-mRTbFA6KhrwFSvAdT0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6442_txa-mRTbFA6KhrwFSvAdT0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6442_txa-mRTbFA6KhrwFSvAdT0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6442_txa-mRTbFA6KhrwFSvAdT0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/colunascript/~4/mwP06OVN6iw" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2011/11/25/noticiasscript,2343002/i-o-preco-do-amanha-i-e-i-assalto-em-dose-dupla-i.shtml</feedburner:origLink></item>
 </channel>
</rss>

