<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173</id><updated>2024-08-28T00:44:02.733-07:00</updated><title type='text'>Letra Corrida: ateliê de literatura e criatividade</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.letracorrida.com.br/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-8983635981009320244</id><published>2017-12-15T07:49:00.000-08:00</published><updated>2017-12-15T07:49:14.649-08:00</updated><title type='text'>Como fazer seu projeto cultural dar certo - literatura</title><content type='html'>&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.mostrasescdeartes.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/10/digitao_mini.jpg&quot; style=&quot;cursor: pointer; float: right; height: 250px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 250px;&quot; /&gt;Aqui, enrolada em editais de literatura, circulação, difusão, publicação, edição e coisa e tal, a dúvida: o que é preciso conter um projeto cultural? E a literatura, como fica no meio disso tudo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, enrolada com a Funarte e o Proac, editais que aprendi a dar conta apenas depois que resolvi escrever, e viver de escrever. Hein? É. Sem mais comentários sobre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, navegando pela internet, apanhado de manuais, vamos lá, arriscar e coisa e tal. Nos encontraremos em algum edital por aí? Com certeza! E será um prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah sim, pois não, se você tiver alguma dica, é só usar os comentários para fazer o seu. E vamos simbora!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS&lt;/span&gt;Estrutura básica (montagem e captação de recursos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve sempre considerar a função e o objetivo da materialização do mesmo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• a quem se destina ?&lt;br /&gt;
• quem fará sua leitura?&lt;br /&gt;
• quais seus objetivos?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;DADOS GERAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Apresentação&lt;/span&gt;: o projeto deve ser montado de forma organizada, lógica, bem diagramado, com o máximo de informações visuais (gráficos, fotos, etc.) e principalmente limpo.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[Essa parte de informações visuais eu acho interessante, ainda não me habituei, já que o currículo acadêmico, aquele da Plataforma Lattes requer outros princípios. Quanto à estética, ok! Todo mundo sabe que uma informação bem apresentada faz toda a diferença!]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Linguagem&lt;/span&gt;: deve ser acessível de modo a evitar textos rebuscados, repletos de adjetivos e informações subjetivas. O texto deve ser claro, conciso, objetivo e direto.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[Metáforas e Figuras de Linguagens e Metonímias apenas no material stricto da coisa: aquela literatura que vai anexa aos projetos como exemplo. Não sei se concordo muito com isso, parece que é mais criativo escrever um projeto com capacidade linguística igualmente criativo, mas talvez os proponentes tenham exagerado e coisa e tal, e para a avaliação ficar mais democrática e coisa e tal seja mesmo necessário uma linguagem simples e concisa. Talvez, não sei. O que você acha?]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Informações&lt;/span&gt;: devem ser quantificadas e precisas, principalmente a respeito do público a ser atingido pelo projeto, já que são informações que interessam em demasia aos futuros patrocinadores.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[Em resumo: escrever de acordo com o edital. Não adianta nada mandar um projeto de crônicas para um processo seletivo de contos. É! Mas vale arriscar, vais que...]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Leis de Incentivo&lt;/span&gt;: deve-se sempre seguir as orientações e especificações básicas de cada uma das leis.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[Óbvio!]&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;PARTES DE UM PROJETO CULTURAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disposição e organização de cada uma das partes de um projeto cultural variam de acordo com o direcionamento. O destaque e a ênfase de uma ou outra informação também vão depender desta função do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Atenção&lt;/span&gt;: nem todos os itens abaixo representam todos os itens obrigatórios de um projeto cultural. Lembre-se de escolher os itens determinados pelo edital! O Excesso de informações pode ser prejudicial!]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;I. Capa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Identificação do Projeto (título e área)&lt;br /&gt;
• Identificação do Proponente (nome)&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Título&lt;/span&gt;: escolher um bom nome é importante para transmitir a idéia central do projeto, e de forma mais rápida. Além de dar uma idéia concisa e clara da sua proposta, um nome sucinto e objetivo facilita a compreensão e ajuda a atingir os objetivos com mais eficiência.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;II. Apresentação / Introdução / Descrição (o quê)&lt;/span&gt;Descrição breve e clara do objeto que se pretende desenvolver, incluindo os temas abordados e seus desdobramentos. Pode ser uma ação, uma atividade ou um produto cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• O que é o projeto?&lt;br /&gt;
• Qual sua missão? Qual seu objetivo geral? (Listar os principais objetivos)&lt;br /&gt;
• Qual seu histórico e contexto (como surgiu a idéia, qual a importância)?&lt;br /&gt;
• Quem são os principais envolvidos e quais suas funções?&lt;br /&gt;
• Qual será o formato final e quais os resultados esperados?&lt;br /&gt;
(dados concretos, para analise das dimensões e potencial do projeto)&lt;br /&gt;
• Qual é o público alvo?&lt;br /&gt;
• Quando e onde será realizado?&lt;br /&gt;
• Qual será o valor total do investimento solicitado?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
A apresentação é uma das partes mais importantes na elaboração do projeto. É por meio dela que as comissões de seleção poderão entender – de forma rápida e objetiva – a proposta integral do projeto. Seja claro e objetivo, incluindo apenas as informações essenciais ao seu entendimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto deve transmitir segurança no conhecimento sobre o tema, autoconfiança, talvez um toque de entusiasmo, mas não promessas extravagantes! Deve conter a exposição clara, de maneira encadeada e cronológica do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concentre-se em descrever o conteúdo específico do projeto, evitando dissertar sobre as referências teóricas e conceituais que lhe dão suporte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma síntese. Comece com um histórico do objeto, descrevendo como surgiu a idéia de realizá-lo, qual sua importância e seus principais objetivos, o número de pessoas envolvidas, a qual público ele se destina e, finalmente, em que período e local ocorrerá.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;III. Objetivos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Descrever de forma clara O Quê se pretende fazer, bem como indicação dos resultados que se pretende atingir, dos produtos finais a serem elaborados e os benefícios da ação ou atividade cultural, se possível a curto, médio e longo prazo. Os objetivos devem ser formulados visando especificar aquilo que se quer atingir a partir da realização do projeto, apresentando soluções para uma demanda ou respondendo a uma oportunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• O que se pretende com o projeto?&lt;br /&gt;
• Para que foi pensado e proposto?&lt;br /&gt;
• Que impacto se pretende causar com este projeto?&lt;br /&gt;
• Que ações se pretende realizar para alcançar este impacto?&lt;br /&gt;
• Quais são os benefícios culturais, sociais e econômicos derivados do projeto?&lt;br /&gt;
• Qual a influência e a intervenção na formação cultural?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Destacar a contribuição cultural e social que o projeto pode exercer em relação à comunidade, à área de inserção, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adequar os objetivos do projeto às exigências estabelecidas no regulamento do patrocinador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso o projeto tenha mais de um objetivo, mencionar todos. (Faça um pequeno parágrafo com o objetivo geral e organize em tópicos os específicos. Os objetivos devem iniciar com um verbo, ser claros e sucintos.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[Eu tinha um professor que dizia: os objetivos de qualquer projeto iniciam-se com verbos: realizar, apresentar, representar, auxiliar, editar, aproximar, relatar, etc, etc, etc]&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;IV. Justificativa (porque)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Explicitar a importância do projeto e as motivações que o levaram a apresentá-lo, observando os critérios de avaliação previstos no edital, quando houver. Apresentação e explicação das razões e motivações para a realização do projeto, considerando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Motivo da demanda por recursos públicos;&lt;br /&gt;
• As suas contribuições para o desenvolvimento da área de criação do objeto;&lt;br /&gt;
• A criatividade, pioneirismo e ineditismo;&lt;br /&gt;
• A importância deste projeto no conjunto da obra do candidato.&lt;br /&gt;
• Em que contexto se insere? E qual sua importância dentro desse contexto?&lt;br /&gt;
• Por que foi pensado e proposto? Por que a iniciativa de realizar o projeto?&lt;br /&gt;
• Qual o diferencial do projeto? (ineditismo, pioneirismo, resgate histórico, etc.)&lt;br /&gt;
• Que circunstâncias favorecem sua execução?&lt;br /&gt;
• Como o projeto atende aos critérios de seleção e qualificação estabelecidos pelo patrocinador?&lt;br /&gt;
• Quais as contribuições para o desenvolvimento cultural do público ao qual se destina ou da localidade/região na qual se insere?&lt;br /&gt;
• Qual a experiência do proponente?&lt;br /&gt;
• Já foram desenvolvidas outras ações para este público pelo proponente?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Atributos&lt;/span&gt;: enfatizar os principais atributos do projeto, lembrando que ele deve ser justificado culturalmente, como criatividade, contemporaneidade, tradição, irreverência, popularidade, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Relevância Cultural&lt;/span&gt;: há projetos em que é necessário estabelecer uma relevância cultural, ou seja, seu valor simbólico, histórico e cultural e as manifestações artísticas e culturais envolvidas. Além disso é preciso evidencias os benefícios gerados pelas ações sugeridas, a partir do alcance visado e da área de atuação da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em caso de projetos em que se atinja a uma população em específico, é importante esclarecer que o projeto responde a uma determinada demanda percebida e identificada por você através de diagnósticos ou pesquisas sobre a região e/ou comunidade em questão.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;V. Sinopse / Release / Mecânica de Funcionamento / Produto (como)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Apresentação concisa do conteúdo da proposta cultural apresentada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• O produtor deve sempre explicar sucintamente o conceito central do projeto e seu mecanismo de funcionamento. É o momento de dizer o que é o projeto e como vai funcionar: duração, conteúdo, forma de produção e produto final.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Descrição técnica da obra&lt;/span&gt;: Descrever estilo narrativo a ser empregado, o número previsto de páginas, utilização de ilustrações, divisão em capítulos e demais características técnicas da criação.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;VI. Público Alvo (quem)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Identificação do(s) público(s) ao qual o projeto se destina, presumindo, sempre que possível, uma quantidade direta e indireta do público a ser atingido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Para quem o projeto foi pensado e proposto?&lt;br /&gt;
• Quais são as características (perfil) do público que pretende atingir?&lt;br /&gt;
(condições de vida, escolaridade, idade, gênero, classe social, localização geográfica, área de atuação, etc)&lt;br /&gt;
• Qual a estimativa de público?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Sempre que possível, faça uma estimativa da quantidade direta e indireta do público a ser atingido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aspectos que podem auxiliar na definição do público:&lt;br /&gt;
* onde o projeto será desenvolvido,&lt;br /&gt;
* a linguagem a que se refere (artes visuais, literatura, dança, musica, teatro, etc),&lt;br /&gt;
* qual sua proposta (experimental, popular, massiva, erudita, etc),&lt;br /&gt;
* entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o proponente conhecer seu público pode ainda detalhar aspectos como faixa etária, área de atuação, condições de vida, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As características do projeto ou mesmo a trajetória do proponente podem já ter ou indicar um determinado público, que já possua um envolvimento com a ação ou atividade cultural proposta ou, ao contrário, a desconheça ou não tenha acesso e possa dela se beneficiar de alguma forma.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;VII. Resultados Previstos / Metas a Atingir&lt;/span&gt;Apresentação dos resultados a serem atingidos pelo projeto e os benefícios produzidos a partir de sua realização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Quais serão as metas para cada um dos objetivos?&lt;br /&gt;
• Quais são os benefícios culturais, sociais e econômicos?&lt;br /&gt;
• Quais os resultados finais do projeto?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Os resultados devem ser mensuráveis e revelar o alcance dos objetivos específicos. Por exemplo: publicação com textos apresentados em palestras ou seminários, DVD com edição dos saraus realizados, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se possível apresentar dados quantitativos, como: tiragem, número de espetáculos ou mostras, público atingido, cidades abrangidas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Como fazer&lt;/b&gt;: Volte ao item “objetivos” e tente traduzi-lo em resultados práticos ou produtos, que possam ser vistos ou experimentados. Busque resultados para cada objetivo específico, analisando os que, de fato, são viáveis de se concretizarem.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;VIII. Estratégias de Ação (Memorial Descritivo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Refere-se ao detalhamento das etapas de trabalho. Enumerar e descrever as atividades necessárias para atingir o(s) objetivo(s) desejado(s) e explicar como se pretende desenvolvê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Qual a programação do projeto?&lt;br /&gt;
• Como ele será realizado? Existem etapas distintas? Quais?&lt;br /&gt;
• Quem são os responsáveis por cada etapa? Que atividades desenvolverão?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Como fazer&lt;/span&gt;: Para elaborar a estratégia de ação volte aos itens “objetivos” e “resultados previstos” e liste todas as atividades que serão necessárias para atingi-los. Ordene as ações por etapas de realização e preveja o tempo de duração de cada uma. Liste também os serviços a serem desenvolvidos em cada etapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: A estratégia de ação do projeto deve ser coerente com os itens “orçamento” e “cronograma”. Ela demonstra a capacidade de administração do proponente, bem como a proximidade que o proponente possui com a linguagem do projeto e a produção cultural.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Demonstrar a capacidade do proponente em viabilizar o projeto;&lt;br /&gt;
• Incluir relação de livros publicados e propostas culturais desenvolvidas pelo proponente;&lt;br /&gt;
• Detalhar os objetivos e mostrar claramente as etapas da realização;&lt;br /&gt;
• Prever o tempo de duração de cada etapa;&lt;br /&gt;
• Relacionar e descrever as parcerias (institucionais: órgãos públicos, fundações e instituições; promocionais: veículos de comunicação associados; e empresariais: apoio e colaboração em recursos humanos, materiais ou financeiros);&lt;br /&gt;
• Demonstrar coerência com o orçamento; e&lt;br /&gt;
• Destacar as ações que não serão subsidiadas pelo edital, mas que são importantes na compreensão geral do projeto. Neste caso é necessário indicar como essas ações serão custeadas, em coluna específica do orçamento físico-financeiro.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;IX. Plano de Distribuição dos Produtos Culturais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Indicar tiragem, número de ingressos e/ou o público estimado.&lt;br /&gt;
• Informar se os produtos serão comercializados e/ou se haverá distribuição gratuita.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Em caso de distribuição gratuita informar os beneficiados, indicar o percentual de distribuição comercial (discriminar a quantidade e o valor pretendido), o percentual de distribuição gratuita (discriminar a quantidade e a destinação), o percentual para o patrocinador (até 10%) e editora (no caso de publicação), etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em alguns editais e leis de incentivo, a instância financiadora solicita que 20% do produto seja distribuído de maneira gratuita, neste caso o proponente também deve listar quais entidades são beneficiadas, como bibliotecas, escolas públicas, videotecas, etc.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;X. Planos de Acesso, Divulgação e Comunicação&lt;/span&gt;Especificar a forma de divulgação do projeto e seu plano de mídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• De que forma será divulgado ou desenvolvido o trabalho de assessoria de imprensa?&lt;br /&gt;
• Quantos cartazes, folders, outdoors e outros instrumentos de comunicação serão utilizados?&lt;br /&gt;
• Quais produtos poderão ser disponibilizados ao final do projeto: livros, fotos, gravações, textos, etc.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
*Indicar as ações e os materiais de divulgação do projeto, com suas respectivas especificações e quantidades.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
* Material Gráfico (cartazes, convites, programas, filipetas, faixas, banners)&lt;br /&gt;
* Ações promocionais&lt;br /&gt;
* Release (dados informativos sobre o evento, local, dia, horário, contatos)&lt;br /&gt;
* Arte final para material gráfico&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Indicar em quais veículos de comunicação o projeto será divulgado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
* Mídia Impressa (jornais, revistas, boletins)&lt;br /&gt;
* Mídia Digital (sites, blogs, podcasts, etc)&lt;br /&gt;
* Mídia Radiofônica (quais rádios)&lt;br /&gt;
* Mídia Televisiva&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Em outras palavras, o plano irá apresentar a publicidade, marketing e assessoria de imprensa do projeto. É possível formular um plano de comunicação alternativo, mais barato e eficiente se o proponente conhecer o seu público.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XI - Contrapartidas / Retornos para o patrocinador&lt;/span&gt;Indicação de atividades culturais a serem realizadas como contrapartida ou do impacto social do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Quais são as atividades de contrapartida?&lt;br /&gt;
• Como serão realizadas?&lt;br /&gt;
• Quando e onde?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
As contrapartidas podem ser:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Institucionais&lt;/span&gt;: formas de aplicação das logomarcas dos parceiros nos materiais de divulgação, compromisso de mencionar as parcerias nos materiais de divulgação para imprensa e entrevistas concedidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Estruturais&lt;/span&gt;: iniciativas de impacto social, de formação de público e reflexão. Exemplo: capacitação de jovens para a produção cultural, geração de oportunidade de trabalho para comunidades de baixa renda, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Compensatórias&lt;/span&gt;: iniciativas que promovam a democratização do acesso aos bens culturais resultantes do projeto. Exemplo: permitir acesso gratuito ou a preços populares para o público, portadores de necessidades especiais, portadores de doenças crônicas graves, idosos, estudantes de escolas públicas.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Proponha ações ou atividades que estimulem a participação do público no projeto, seja de formação ou de intercâmbio, e que tenham resultados mensuráveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Indique de maneira clara quais os benefícios que receberão os patrocinadores e apoiadores.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
(Às vezes a publicidade, a divulgação e a associação da marca do patrocinador não são os únicos benefícios, poderá oferecer como contrapartida parte do produto cultural, no caso de livros, CDs, ingressos etc. outro beneficio pode ser a integração de clientes do patrocinador ao projeto cultural, através da realização de cursos, palestras, oficinas ou a cessão de vagas para a realização destas atividades dentro do projeto.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: Toda ação ou atividade cultural se insere em um contexto econômico, social e político. Por esta razão, o proponente deverá pensar em como atuar neste contexto, tendo como princípio o compromisso cidadão. As atividades culturais indicadas devem estar articuladas com as diretrizes da política cultural da instituição em que o projeto será inscrito.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XII – Patrocínio ou Apoio cultural / Cotas / Permuta&lt;/span&gt;Discutir a inserção do logo do patrocinador, não esquecendo que cabe ao patrocinador lugar de destaque em qualquer que seja a peça produzida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
P&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;lano de Cotas&lt;/span&gt;: quando o proponente estiver adaptando o seu projeto para a captação de recursos, deverá indicar cotas de patrocínio para que a empresa possa escolher. As cotas são níveis hierárquicos de parcerias: patrocínio, co-patrocínio, apoio, promoção, colaboração, etc. Para cada cota determine um custo e uma divulgação da marca diferenciados.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XIII. Material Utilizado / Previsto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Especificação de toda a estrutura material necessária, relacionando os equipamentos indispensáveis para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Utilize valores e orçamento razoáveis e dentro da realidade.&lt;br /&gt;
• Não supre-valorize seu projeto, isto pode tirar a credibilidade de sua proposta.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Aqui também pode haver uma fusão com o quesito custos, ou não, dependendo da intenção. É importante distinguir o material de consumo (que é usado sem volta durante o projeto – exemplo energia elétrica, papel, etc) do material permanente (de uso continuado após o final do projeto – ex: instrumentos musicais), a forma de obtenção de cada material e destinação após o final do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também o cálculo do trabalho dos assim chamados recursos humanos: artistas, colaboradores, pessoal técnico, pessoal administrativo etc. calcular o tempo de contrato e a quantia a ser recebida – salário, complementação salarial, etc.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XIV. Organização / Ficha Técnica&lt;/span&gt;Número de profissionais envolvidos e respectivas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Nomes dos responsáveis por cada fase/etapa do projeto, implementação das diretrizes estruturais, divulgação, coordenação e documentação necessária.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XV. Dados sobre o(s) Proponente(s)&lt;/span&gt;É muito importante encontrar no próprio texto do projeto os dados de identificação de seu autor. Além de servir para facilitar a identificação do próprio projeto, o simples fato de se poder achar um nome de referencia facilitará também o contato daqueles que, ao manusearem o projeto, tiverem interesse em aproveitá-lo, discuti-lo ou mesmo levá-lo adiante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Currículo&lt;/span&gt;: resumido do proponente e dos principais envolvidos no projeto, com ênfase na área cultural. É interessante ressaltar a experiência do proponente em temas relacionados aos editais, quando for o caso.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XVI. Cronograma / Etapas&lt;/span&gt;O cronograma situa no tempo as ações ou procedimentos necessários para a realização do projeto. Deve ser apresentado em forma de tabela, por itens e não em texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Em que período as ações/etapas do projeto serão realizadas?&lt;br /&gt;
• Quanto tempo durará cada etapa?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
C&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;omo fazer&lt;/span&gt;: O cronograma é conseqüência da “estratégia de ação”. Desenhe uma tabela contendo as etapas do projeto e seu período de execução (semana, quinzena ou mês). O cronograma geralmente é dividido em pré-produção (ou preparação), produção e pós-produção, que significam, respectivamente, o momento prévio da execução do projeto, a sua execução de fato e o momento posterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enumeração e detalhamento das etapas previstas para a execução da obra, como, por exemplo, pesquisas históricas, levantamentos bibliográficos, elaboração de capítulos, revisão de texto entre outras etapas que o candidato julgar necessárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: Algumas ações são comuns a vários projetos, como: reserva do local de realização do projeto, impressão das peças gráficas, divulgação, inscrições, ensaios, montagem, estréia, pagamento de serviços e profissionais, prestação de contas, entre outros. Em algumas ocasiões os editais e mecanismos de financiamento indicam um período de execução, o que significa que não se pode propor um cronograma que o extrapole.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Previsão de duração do projeto&lt;/span&gt;: Informar a data prevista para início e término do projeto, considerando todas as suas etapas.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
* Procure detalhar as formas de desenvolvimento no transcorrer do projeto, metodologia utilizada e prazos necessários para sua realização. Quando será realizada cada uma das atividades pretendidas. Deve-se calcular o tempo que vai ser gasto em cada etapa do projeto, incluindo-se o tempo gasto na aquisição material necessário ao desenvolvimento do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Seja realista ao estabelecer prazos e ao definir seu cronograma de trabalho. Os projetos culturais costumam ser elaborados e apresentados com muita antecedência. O prazo ideal para realização de um projeto é de seis meses, dependendo de sua amplitude. Projetos de pequeno porte também precisam de no mínimo três meses de antecedência para sua captação de recursos e execução.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XVII. Orçamento Físico-Financeiro&lt;/span&gt;Indicação dos recursos financeiros necessários para execução do projeto, com valores unitários e totais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Qual o custo de cada etapa do cronograma?&lt;br /&gt;
• Quais valores unitários e totais?&lt;br /&gt;
• Quais são as fontes previstas?&lt;br /&gt;
• Quanto será solicitado a cada fonte?&lt;br /&gt;
• Qual o valor total do projeto?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Como fazer&lt;/span&gt;: O orçamento também deve ser apresentado em forma de tabela, por itens e não em texto. Sugere-se que o orçamento pelo menos indique: item, valor unitário, quantidade e valor total. O valor total do projeto é a multiplicação de todos os itens anteriores. Remeta-se às ações indicadas no cronograma e veja quais gastos estão implícitos em cada uma delas. Geralmente os projetos prevêem recursos para: pessoal e serviços; infra-estrutura e montagem; material de consumo; material gráfico; custos administrativos; comunicação e divulgação; impostos e taxas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: A maioria dos editais possui uma cota limite de financiamento. Caso o projeto extrapole o valor determinado, deverá comprovar a existência de outras fontes de financiamento. Neste caso, divida os totais em valor solicitado ao edital e valor total do projeto.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Listar todos os itens;&lt;br /&gt;
• Dependendo do tipo de projeto serão necessários três orçamentos.&lt;br /&gt;
• Incluir um cabeçalho com o Título do projeto e outros dados relevantes (nome do proponente) na parte superior da planilha do orçamento físico-financeiro.&lt;br /&gt;
• Procurar ter rigor nas cotações, fornecendo sempre custos coerentes aos do mercado.&lt;br /&gt;
• Refletir e detalhar o valor solicitado, considerando as etapas de trabalho descritas na estratégia de ação, assim como indicar os recursos provenientes de outras entidades (se houver), considerando a incidência de todas as tributações previstas em lei, inclusive as trabalhistas e de direitos autorais.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Observações gerais:&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Os custos de divulgação/comercialização do projeto não poderão ultrapassar 20% do valor total do projeto.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Os custos administrativos do projeto não poderão ultrapassar 15% do valor total do projeto, independente do fato de uma parte ou todos os serviços serem terceirizados.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
• Os impostos incidentes sobre pagamento de serviços, mediante recibo, somente deverão constar do orçamento, quando os mesmos forem recolhidos pelo proponente. Neste caso, os valores dos recolhimentos deverão ser especificados nos campos próprios da planilha.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XVIII. Avaliação dos resultados&lt;/span&gt;Apresentação de indicadores para avaliação do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
• O que precisa ser avaliado?&lt;br /&gt;
• Como pode ser avaliado?&lt;br /&gt;
• Como será apresentada esta avaliação? E para quem?&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Como fazer&lt;/span&gt;: Volte ao item “resultados previstos” e tente identificar que ações auxiliam para checar os resultados. Pode ser através de questionários de pesquisa de público, de clipagens de materiais de imprensa, de entrevistas, da quantidade de ingressos ou produtos vendidos, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Muita atenção&lt;/span&gt;: Os indicadores servem para comparar os “resultados previstos” com os resultados reais do projeto e permitem avaliar se o projeto foi bem sucedido. Eles podem ser quantitativos: número de participantes, espetáculos, beneficiados, etc; ou qualitativos: análise da divulgação, da satisfação do público e da verba total do projeto.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XIX. Estimativa de arrecadação&lt;/span&gt;Multiplique o valor unitário do ingresso ou produto cultural pela quantidade pessoas poderão adquiri-lo – esta estimativa pode ser feita, por exemplo, a partir do número de lugares do local onde será realizado o projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XX. Ficha técnica ou créditos&lt;/span&gt;Direção, Produção, Realização, Coordenação, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XXI. Carta(s) de anuência&lt;/span&gt;Comprova a participação dos profissionais envolvidos indicados na ficha técnica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XXII. Material gráfico&lt;/span&gt;Folders, matérias de jornal, dvd’s, entre outros materiais que indiquem outros projetos do proponente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;XXI. Contatos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Nome dos responsáveis, telefones, e-mails, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;[&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Observação Final&lt;/span&gt;: Geralmente é de bom tom, em um projeto de literatura, colocar em anexo textos de própria autoria, a menos que o edital declare sua posição contrária. Também é importante observar o limite de páginas para esse fim. Nossa sugestão fica entre 5 a 10 laudas, dependendo do projeto, do edital e coisa e tal.]&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Guias para a Elaboração de Projetos Culturais&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
-&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/dir/39162803/e26ebc2d/Sesi.html&quot;&gt;Guia SESI de Investimento Cultural&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
-&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/_JUvTqxh/democultural_manualprojetos.html&quot;&gt;Manual de apoio à Elaboração de Projetos de Democratização Cultural&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
-&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/lfBN5QBQ/sp_guia_apoio_cultural2008.html&quot;&gt;Guia de Apoio Cultural - Secr. de Relações Institucionais do Gov. do Estado de São Paulo&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
-&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/Kg79Krbv/pronac_manual.html&quot;&gt;Manual do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
-&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/ADbWa2nC/soudapaz_manual_execucaoprojet.html&quot;&gt;Manual de Execução de Projetos Culturais - Instituto Sou da Paz&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
-&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/document/bS7B8Zi7/bh_manual_gestaoincentivo2008.html&quot;&gt;Manual de Gestão de Projetos Culturais Incentivo Fiscal - BH&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
* Para elaboração desse documento foram consultados os seguintes sites:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- Funarte (Fundação Nacional de Artes)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- Proac (Programa de Ação Cultural)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- Fundação Cultural do Estado da Bahia (&lt;a href=&quot;http://www.fundacaocultural.ba.gov.br/editais/pdf/manual_projetos.pdf&quot;&gt;Orientações para elaboração de projetos culturais&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- Prefeitura de Santo André (&lt;a href=&quot;http://www.santoandre.sp.gov.br/bnews3/images/multimidia/programas/Manual.pdf&quot;&gt;Elaboração de projetos culturais&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- Blog Elaborar Projeto Cultural (&lt;a href=&quot;http://elaborarprojetocultural.blogspot.com/&quot;&gt;http://elaborarprojetocultural.blogspot.com/&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- (&lt;a href=&quot;http://www.mtg.org.br/assessoria%20-Como%20Elaborar%20um%20Projeto%20Cultural.doc&quot;&gt;Como elaborar um projeto cultural&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
- Associação Brasileira de Captadores de Recursos (&lt;a href=&quot;http://www.captacao.org/recursos/noticias/guias-auxiliam-em-elaborac-o-de-projetos.html&quot;&gt;Guias auxiliam em elaboração de projetos&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: Times; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/8983635981009320244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/8983635981009320244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2017/12/como-fazer-seu-projeto-cultural-dar.html' title='Como fazer seu projeto cultural dar certo - literatura'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-5537780200933109007</id><published>2017-12-15T07:39:00.000-08:00</published><updated>2017-12-15T07:39:45.717-08:00</updated><title type='text'>Premio UBE</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-USVLrs5lt3o5v1UYN2hyygesGy36srShcIeB41bnzNPdN4QQfT9qTz5meeoVX3GMmw-rDjZlZDJnn4gaePVvI2EZIvCAoPSVmU4uiY5PbFCgUFDjBcLJzLT2P82nsHBIc-AKDd9zYoo/s1600-h/UBE2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-USVLrs5lt3o5v1UYN2hyygesGy36srShcIeB41bnzNPdN4QQfT9qTz5meeoVX3GMmw-rDjZlZDJnn4gaePVvI2EZIvCAoPSVmU4uiY5PbFCgUFDjBcLJzLT2P82nsHBIc-AKDd9zYoo/s400/UBE2.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Há vários mundos dentro daquilo que se chama literatura. É que a sociedade se constitui assim mesmo, com seus guetos, pelos semelhantes, através das identificações, e também pelo oposto disso tudo, as diferenças, as distâncias, por aqueles que não têm tampas. Existe o conservador e o rebelde (literatura marginal?), o clássico e o moderno (contos de uma frase ou aforismos que valem um conto?), o sério e o irreverente (a crônica como gênero menor?), o mundo e o sub-mundo (literatura pulp feita de papel para os enjeitados?) e por aí adiante, o mundo acadêmico das letras, e sua gente (eu no dentro?).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma cerimônia feita em antítese. De um lado os premiados já com livros publicados. De outro, os autores de livros inéditos. O patrocínio da Petrobrás ainda estou esperando, já que custeei minha própria viagem, sem ajuda, sem nada, apenas com aquele banner estendido ao lado da mesa principal no auditório oficial. Perdi alguma coisa? Talvez. O garoto do Piauí foi com gosto, meio às pressas, confortavelmente, pertencia ao time dos com livros já publicados, aqueles escolhidos pela comissão julgadora sem conhecimento prévio dos autores, grana da Petrobrás? Só se foi para estes, não pude apurar, mas é fato que o dinheiro foi para alguém diferente dos inéditos. Nesta linha mais fraca, muitos de fora nem chegaram a ir, deixando os residentes do Rio de Janeiro a promessa da festa e aquele almoço por adesão no dia seguinte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Está certo que existe uma putisse minha em relação ao prêmio. Primeiro pela falta de contato com a gente da organização. Recebi apenas um único telefonema, informando minha colocação, o provável dia da condecoração e aquele tom suspeito no ar: olha, minha querida, parabéns, vire-se para chegar ao Rio de Janeiro, já lhe disse o dia, anota o auditório. Da suspeita veio a certeza na medida em que, ao vasculhar a internet, nenhum telefone de contato com a União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro. A convicção do dane-se você, queridinha, veio com o telefonema para a sede de São Paulo, olha meu bem, lá não tem telefone, comunicamo-nos (no bom portugês) por email com o presidente. Passou o email, mas sempre voltava, como se os amarelinhos dos correios pudessem me dizer: foi e voltou, moça. Aham! Caixa postal cheia? Não sei. O que sei é que a estranheza permanecia com outros telefonemas e aquela falta de vontade para resolver o problema (que se repetia, e se repetia, e se repetia) da falta de contato, olha minha senhora, eu quero ir receber meu prêmio, mas preciso de mais informações, não tem como me ajudar? Não teve. Nova busca na internet e outra idéia. Por que não ligar diretamente na Academia Brasileira de Letras, local do evento? Um vão; de nada sabiam. Nada de telefones para contatos, veja bem minha senhora, eu quero ir receber meu prêmio, mas preciso de mais informações, não tem como me ajudar? Não teve. Na última idéia, algum resultado. Achar na lista o telefone da residência de alguém, daquele único nome que despontava no edital do concurso, o secretário da instituição, que foi muito simpático em receber meu alô fora de hora (será que você pode me ajudar?) em sua residência em Copacabana. Ajudou, na medida do que lhe era possível, confirmando o evento, a hora e a razão. E tem ajuda de custo? Veja bem, a literatura, você sabe como é... Sei, sei. Mas, e depois? E aquele cartaz estampado da Petrobrás? Onde será que eu perdi o bonde? Só me restou mesmo pegar aquele de Santa Tereza, aquele no Pão de Açúcar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A cerimônia foi digna. Pessoas bem vestidas, solenes. Hino francês, hino brasileiro. Algumas palavras na oficialidade, um ou outro protocolo e, na vez de cada um subir e buscar seu certificado no estilo colação de grau, os aplausos dos familiares e amigos mais chegados que estavam na platéia, um ou outro cônjuge coruja, alguns membros da instituição, música nos intervalos para eliminar o cansaço. Minha vez, protocolo à risca, também na estica, pose para as fotografias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É fato haver uma alegria contida. Uma felicidade, um reconhecimento. Para alguém que, em menos de dois anos, resolveu ser escritora e cronista; para alguém que montou apenas um único livro na vida, receber tal honraria por certo que é um motivo de muito orgulho. E tem a coisa da competição, não se pode negar, sempre há o gostinho daquele ouro, prata e bronze dos primeiro, segundo e terceiro lugares, aquela fila que chega depois, sabe-se lá com que critério ou julgamento, na exatidão da arte ou na inexistência dela. A tristeza fica por conta da mensagem subliminar do pouco caso que ainda se faz, não com a literatura, com as pessoas e seus valores. É que tem um povo tão grande, em quantidade, em espírito, em várias outras formas, espalhados por aí, que na falha, no furo, na falta, no “foda-se” (e como eu odeio essa concepção de “liga o foda-se e seja feliz” colocando todo o outro, que é a sociedade, na qualidade de menor, como se ela não fosse importante, como se não houvesse mais necessidade de respeito, como se tudo fosse uma coisa darwinista de que os mais fortes sobrevivem, e então os alunos não respeitam mais os professores – de quem é a responsabilidade desse país de iletrados? – e por aí vai, nesse egoísmo de vida tosco coroado com aquela ilusão “eu nasci sozinho”, mesmo com todo mundo ciente de que nenhum ser humano sobrevive ou se reconhece sem o outro depois do parto); no foda-se tudo parece um círculo vicioso daquele tipo eu finjo quê..., eles fingem também. Daí que a roda na mesmice continua e, no sistema, nada de novo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A parte interessante ficou mesmo com as diferenças. Há literatura de todas as formas, e a acadêmica faz cerimônia, festa a rigor, terno, gravata, vestido longo e sapatos altos num lugar onde a idade revela a experiência, o respeito e a tradição, templo sagrado no qual as formalidades permanecem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os vencedores: Lúcia Freitas de Andradre, Jorge Luiz Lima de Souza, Ademir Moreno Aguilar, Avelina Maria Noronha de Almeida, Flávia Savary, Ângela Togeiro, Érika da Silveira Batista, Helton Reginaldo Cenci, Sérgio José Meurer, Celso Antônio Lopes da Silva, Anibal Albuquerque, Hélio Rubens Batista Ribeiro Costa, Pedro Pazelli, Márcia Regina de Araújo Duarte, Fernanda de Aragão e Ramirez, Alda Estellita Lins, Marcos Vinicius Quiroga, Amélia Alves, Marilda Oliveira, Getúlio Cardoso, Augusto Sérgio, Ana Helena Ribeiro, Olívia Barradas, Norma Guilhon, Emanuel de Moraes, Gabriel Nascente Beatriz R. Dutra, José Carlos Ribeiro, Marco Aurélio Baggio, Ítalo Suassuna, Emil de Castro, Diogo Mendes Souza, Patrícia Engel Secco, Edu Engel, Jorge Ariel Madrazo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5537780200933109007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5537780200933109007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2017/12/premio-ube.html' title='Premio UBE'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-USVLrs5lt3o5v1UYN2hyygesGy36srShcIeB41bnzNPdN4QQfT9qTz5meeoVX3GMmw-rDjZlZDJnn4gaePVvI2EZIvCAoPSVmU4uiY5PbFCgUFDjBcLJzLT2P82nsHBIc-AKDd9zYoo/s72-c/UBE2.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-7635530672993798889</id><published>2015-01-06T10:34:00.000-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.772-08:00</updated><title type='text'>O tamanho da sua literatura - começar do zero</title><content type='html'>Quando eu resolvi que seria escritora, imaginava o tamanho do investimento, de tempo e dinheiro. Comparei com o que eu vivo na Educação Física. Os anos que levei para me formar, o mestrado, o doutorado, e o gasto com isso tudo. Nunca achei que, na literatura, fosse diferente. Que era eu escrever meia dúzia de coisinhas que, então, os louros todos viriam. Seis anos desde que tomei a decisão de ser escritora, e ainda não cheguei a publicar meia dúzia de coisinhas. Um fato previsível, pelo estilo de vida que levo, açucarado pelo intento: começar do zero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muita gente chega aqui no blog com dúvidas, querendo a receita de como virar um escritor lido e publicado, sem qualquer tipo de gasto. Receita que não tenho. Tenho umas outras, de investimentos, que aprendi no curso da BOVESPA, e algo de empreendorismo arrematado sobre as vistas do SEBRAE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E na onda dessa auto-ajuda literária, só posso dizer que você é do tamanho do seu investimento, sua literatura também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, com uma profissão paralela muito distante da literatura, tenho mesmo que correr por fora. Talvez quem esteja numa área correlata gaste menos tempo, ou corra mais devagar pela raia de dentro: e como os contatos facilitam nessa etapa! Eu, que não os tenho, invisto em começar a tê-los. Aí está o tempo gasto com eventos, palestras, lançamentos, facebook, msn, skype e todas as possibilidades de estar mais perto do maior número possível de pessoas da área (realmente a corrida é mais tranquila para os que já estão correlatos, os jornalistas, os estudantes e profissionais das letras, os comunicadores, etc, etc, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/7635530672993798889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/7635530672993798889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2015/01/TamanhodaLiteratura.html' title='O tamanho da sua literatura - começar do zero'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-1071269663412690632</id><published>2014-12-04T12:06:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.036-08:00</updated><title type='text'>O portfolio literario</title><content type='html'>Você é um escritor ou um artista? Então, por que não ter um portfófio digital e/ou um e-portfólio? É fácil de fazer, sem custos de impressão e, em muitos casos, pode ser enviado por email. Já existem muitos editores de livros, curadores e galerias de arte aceitando versões digitais e/ou on-line do seu conjunto de ideias, textos, livros, fanzines, HQ´s, fotos, eventos, saraus, projetos aprovados, projetos em andamento, projetos para divulgação; seu buque de trabalhos artísticos e literários. Só que, em vez dos modelos mais tradicionais, impressos, espiralados, um novo modelo para ser configurado e baixado de seu site, de seu blog, de seu sítio virtual ou para ser enviado por email. Os benefícios são muitos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitas maneiras de criar um portfólio digital e muitos programas de software que você pode usar. Mas antes, vamos cuidar um pouco da segurança do seu computador (e dos seus dados), que é seu espaço de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;segurança do computador&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é sempre bom ter:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;antivírus&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.baixaki.com.br/download/Avira-AntiVir-Personal-Edition-Classic.htm&quot;&gt;Avira AntiVir Personal Edition Classic&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é uma boa alternatia e é gratuito);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;anti-spyware&lt;/u&gt;&amp;nbsp;e um&amp;nbsp;&lt;u&gt;anti-malware&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.baixaki.com.br/download/spyware-terminator.htm&quot;&gt;Spyware Terminator&lt;/a&gt;&amp;nbsp;protege seu computador contra arquivos maliciosos provenientes da navegação pela internet, tais como spywares, adwares, trojans, malwares, parasitewares e hijackers dentre outros, uma outra alternativa é o Ad-aware);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;removedor de arquivos desnecessários&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.baixaki.com.br/download/ccleaner.htm&quot;&gt;Ccleaner&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é um bom limpador de porcarias e com ele é possível apagar arquivos desnecessários ao PC, ganhar maior privacidade e melhorar o desempenho da máquina).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;recuperador de arquivos perdidos&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.baixaki.com.br/download/recuva.htm&quot;&gt;Recuva&lt;/a&gt;, cujas limitações aparecem quando o arquivo a ser recuperado já tiver seu espaço anterior em HD já reescrito com novas atividades, o que impossibilita sua recuperação total ou parcial, mas em último caso...)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Depois dos cuidados básicos de proteção do seu computador, é a parte de organizar e instalar os&amp;nbsp;&lt;b&gt;seus programas essenciais&lt;/b&gt;. Você vai precisar de:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;leitor de formatos&lt;/u&gt;. O&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.adobe.com/br/&quot;&gt;pacote da Adobe&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é essencial à qualquer máquina. São eles: Reader, Flash Player, Air, Shocwave Player.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;editor de texto e slides&lt;/u&gt;. O mais tradicional é o pacote&amp;nbsp;&lt;b&gt;Microsoft Office&lt;/b&gt;, mas é possível instalar o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://pt.openoffice.org/&quot;&gt;OpenOffice&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/&quot;&gt;BrOffice&lt;/a&gt;, de licença aberta e que não fica muito a desejar em relação ao anterior.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;conversor para&amp;nbsp;&lt;b&gt;pdf&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;. Eu uso o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.dopdf.com/&quot;&gt;doPDF&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que é leve, simples e não requer muita habilidade. Ter um convertor de pdf é essencial e você pode ficar seguro de que a pessoa para qual você enviar o seu portfólio digital será capaz de visualizá-lo sem alterações no formato. Falo em nome dos documentos que estarão anexados aos emais ou disponíveis para download no seu site. Também é muito importante salvar um arquivo de texto em pdf, principalmente em se tratando de diagramação, estilo, fonte, imagens, espaçamento, etc.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um c&lt;u&gt;ompactador de arquivos&lt;/u&gt;. Existem vários, do WinRAR, WinZip e o que eu prefiro, o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.7-zip.org/&quot;&gt;7-zip&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;um&amp;nbsp;&lt;u&gt;editor de imagens, programação e diagramação&lt;/u&gt;. Aqui falamos de coisas mais profissionais. O mercado utiliza o pacote&amp;nbsp;&lt;b&gt;Adobe CS5&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(Photoshop, Indesign, Illustrator, Dreamweaver e Flash), mas há alternativos no mercado, e gratuitos (alguns open source), como o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.photoscape.org/ps/main/index.php&quot;&gt;PhotoScape&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(em substituição ao Photoshop, em português), o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.scribus.net/&quot;&gt;Scribus&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(em substituição ao Indesing, em português), o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://inkscape.org/&quot;&gt;Inkscape&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(em substituição ao Illustrator, em português), o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://rome.adobe.com/&quot;&gt;Project ROME&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(da Adobe e para desenvolvimento de sites e blogs, bem como o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.movabletype.org/&quot;&gt;Movable type&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.codelobster.com/&quot;&gt;Codelobster PHP&lt;/a&gt;) e para a linguagem em flash use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://flash-slide-show-maker-professional.softonic.com.br/&quot;&gt;Flash Slide Show Maker&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(ára criar apresentações profissionais, em inglês)&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.aquafadas.com/en/bannerzest/&quot;&gt;BannerZest&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(pra criar banner animados),&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.anychart.com/home/&quot;&gt;AnyChart&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(para criar gráficos animados) ou a opção on-line&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://sproutinc.com/&quot;&gt;Sprout-Builder&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(em inglês). Além disso é possíve recorrer para outros...&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;u&gt;&lt;b&gt;RECURSOS WEB&lt;/b&gt;&amp;nbsp;de criação e manutenção de sites e blogs&lt;/u&gt;, principalmente para quem não entende de programação como eu, pode ser uma boa solução de incremento:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criação de páginas e sites&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.webnode.com.br/&quot;&gt;Webnode&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(simples, prático, eficaz e em português), o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.snappages.com/&quot;&gt;SnapPages&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(bastante intuitivo), ou o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.webs.com/&quot;&gt;Freewebs&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(para blogueiros de plantão).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para criação de um&amp;nbsp;&lt;b&gt;fórum de discussão&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.lefora.com/&quot;&gt;Lefora&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;dúvidas sobre a cor&lt;/b&gt;&amp;nbsp;que combina com qual, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://colorschemedesigner.com/&quot;&gt;Color Scheme Desinger&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para diversos&amp;nbsp;&lt;b&gt;efeitos em fotos&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://funphotobox.com/&quot;&gt;Funny Photo Effect&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e/ou o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.picnik.com/&quot;&gt;Picnik&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criar um cartoon&lt;/b&gt;&amp;nbsp;de seu rosto e construir seu avatar, uma opção é o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://mywebface.mywebsearch.com/download/index.jhtml?partner=GRxdm058&amp;amp;sub_id=36000&quot;&gt;MyWebFace&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para fazer uma&amp;nbsp;&lt;b&gt;nuvem de palavras&lt;/b&gt;, como se fossem tags de qualquer texto use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.wordle.net/&quot;&gt;Wordle&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e divirta-se.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criar uma playlist&lt;/b&gt;&amp;nbsp;de músicas e arquivos de som, use&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.myflashfetish.com/&quot;&gt;MyFlashFetish&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.goear.com/&quot;&gt;GoEar&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;converter arquivos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;de um formato para outro, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.online-convert.com/&quot;&gt;OnLine-Convert&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para criar um&amp;nbsp;&lt;b&gt;pano de fundo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;que é a sua cara, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.bgpatterns.com/&quot;&gt;BgPatterns&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criar o logo da sua página&lt;/b&gt;, ateliê ou empresa, brinque com o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.logofactoryweb.com/&quot;&gt;Logo Factor Web&lt;/a&gt;, o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.logoease.com/&quot;&gt;Logo Ease&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou o gerador de gráfico&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://pt.cooltext.com/&quot;&gt;CoolText&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;fazer um selo&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.says-it.com/&quot;&gt;Says-it&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criar um Quiz&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://free.quizinator.com/&quot;&gt;QuizInator&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para inserir&amp;nbsp;&lt;b&gt;mensagens relacionadas&lt;/b&gt;&amp;nbsp;nos seus posts, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.linkwithin.com/&quot;&gt;LinkWithin&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;caixa de mensagens&lt;/b&gt;&amp;nbsp;use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.linkwithin.com/&quot;&gt;Shoutmix&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;mais comunicabilidade&lt;/b&gt;&amp;nbsp;no seu site, use a barra de ferramentas&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.wibiya.com/&quot;&gt;wibiya&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;b&gt;OUTROS PROGRAMAS&lt;/b&gt;&amp;nbsp;que podem ser de interesse:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;fazer um logo exclusivo&amp;nbsp;&lt;/b&gt;para seu portifólio, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://logomaker.softonic.com.br/&quot;&gt;Logo Maker&lt;/a&gt;, em inglês.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criar menus drop-down&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://baixa.ki/d48320&quot;&gt;Drop Down Menu Builder&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criação de site de comunidades&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://openacs.org/&quot;&gt;Open ACS&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;editar topos para seu site ou blog&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://baixa.ki/d57386&quot;&gt;XHeader&lt;/a&gt;, com mais de mil modelos prontos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;editar vídeos&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://baixa.ki/d47965&quot;&gt;VideoSpin&lt;/a&gt;, em português.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;editar arquivos de audio&lt;/b&gt;, com vários efeitos, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://expstudio-audio-editor.softonic.com.br/&quot;&gt;EXPStudio Audio&lt;/a&gt;, em inglês.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;editar imagens&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://meesoft.logicnet.dk/Analyzer/&quot;&gt;Image Analyser&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para um&amp;nbsp;&lt;b&gt;cliente/servidor de FTP&lt;/b&gt;&amp;nbsp;gratuíto, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://filezilla-project.org/&quot;&gt;Filezilla&lt;/a&gt;, em português.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;traduzir o inglês&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e ver o dicionário, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.lingoes.net/&quot;&gt;Lingoes&lt;/a&gt;, em português.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;editar texto com suporte a várias linguagens de programação&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://notepad-plus-plus.org/&quot;&gt;Notepad++&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(substitui os recursos do dreamweaver), em português.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;saber a medida exata do que está na tela&lt;/b&gt;, use a régua&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.hexagora.com/en_dw_winruler.asp&quot;&gt;Window Ruler&lt;/a&gt;, em inglês.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;emular drives de arquivos em formato ISO&lt;/b&gt;, use&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://baixa.ki/d45748&quot;&gt;Virtual CloneDriver&lt;/a&gt;, em inglês.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para&amp;nbsp;&lt;b&gt;criar animações com boneco palito&lt;/b&gt;, use o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://pivot-stickfigure-animator.softonic.com.br/&quot;&gt;Pivot Stickfigure Animator&lt;/a&gt;, em inglês.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;COMO PENSAR UM PORTFÓLIO LITERÁRIO E/OU ARTÍSTICO?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de você estar munido com esses mais diversos recursos, que tal finalmente definir o portfólio? Os passos estão a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Definir os objetivos do portfólio e o contexto&lt;/b&gt;: identificar a finalidade e público para o portfólio (qual é a audiência?), as normas, regras, partes, estilos que serão utilizados como estrutura de organização para o portfólio (quais são os padrões possíveis de criação?), os equipamentos e softwares disponíveis, o nível de portfólio adequado para iniciar seu desenvolvimento on-line ou digital (quais são os recursos disponíveis?);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Definir o conteúdo do portfólio&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(construir uma coleção de itens que reresentem seus esforços e realizações ao longo de suas experiências): identificar os artefatos, objetos artigos, dispositivos (exemplos do seu trabalho, especificamente que em formato eletrônico), ou experiências que você precisa demonstrar. Você pode ter conteúdos que demonstram mais de um indicador, e isso é ótimo. Coletar e armazenar os artefatos em pastas apropriadas no seu disco ou servidor. Insira personalidade no design do seu portifólio com alguns dos recursos gráficos de softwares que sejam capazes de adicionar estilo e elegância. Use multimeios. Use um scanner (ou câmera) para digitalizar as imagens. Use um microfone e um programa de digitalização de som para digitalizar artefatos de áudio. Use uma câmera de vídeo, digitalização de hardware e software para digitalizar artefatos de vídeo.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;O portfólio reflexivo&lt;/b&gt;: Defina os balanços gerais reflexivos sobre cada objetivo e selecione aqueles artefatos que representam o cumprimento das normas ou metas estabelecidas. Escreva instruções explicativas para cada artefato, elaborando a razão pela qual foi selecionado e seu significado e valor no portfólio. A partir das reflexões e comentários, defina metas para o futuro. O portfólio se torna uma ferramenta de planejamento ao longo do tempo quando tomamos essas reflexões e definimos novas metas, a partir da análise e identificação de falhas e/ou ausências de conteúdos relacionados aos objtivos estabelecidos. Para cada indicador, escreva uma declaração sobre o que você ainda precisa aprender nesta área em específico, definindo algumas metas razoáveis para si mesmo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;O portfólio on-line e/ou digital&lt;/b&gt;. Organize os elementos selecionados em formatos digitais, que permitam ligações de hiperlink/hipertexto. Selecione os software de criação disponíveis no seu computador e estabeleça vínculos entre os artefatos e o recurso disponível para inserí-lo ao portfólio. Escolha a plataforma de disposição na web (se blog, site, download, link, etc) e, boa sorte! É só elaborar um material de fácil uso e navegação e divulgar por ai. Se você quiser, volte aqui pra divulgar seu trabalho falando sobre sua experiência nos comentários desse post.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
Simbora lá?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;zemanta-pixie&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;zemanta-pixie-img&quot; src=&quot;http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=fabca3ea-17b0-86ae-8b46-7215e30627ba&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/1071269663412690632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/1071269663412690632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/o-portfolio-literario.html' title='O portfolio literario'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-49476556226204021</id><published>2014-12-04T12:05:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.776-08:00</updated><title type='text'>Das menções honrosas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhg13A03MynZQ8sUn0dtZJLsbrllwdP5yoPLLylfKPHKOk2rhDPSE9mdnFpaj712tnVlWb1M4JKLSEtABAjj9slNW5YnEymXG2BzuYFyLgTOpPCEyl_U3iE3rmptqBOZAcASHdZS2bODeWv/s1600/lapis.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhg13A03MynZQ8sUn0dtZJLsbrllwdP5yoPLLylfKPHKOk2rhDPSE9mdnFpaj712tnVlWb1M4JKLSEtABAjj9slNW5YnEymXG2BzuYFyLgTOpPCEyl_U3iE3rmptqBOZAcASHdZS2bODeWv/s320/lapis.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sobre prêmios e literatura existem muitos pensamentos que são contra e muitos que são a favor. E muita discussão também. Na linha dos argumentos das boas defesas, aquela politicamente correta: certo seria que os prêmios visassem os escritores novatos, como forma de revelação e apoio. Eu, novata, apoio, concordo, endosso, assino embaixo. Talvez quando eu for mais experiente, macaca velha, com os quadrigêmeos a tiracolo, talvez quando isso acontecer eu mude de lado e queira garfar a outra fatia, aquela dos prêmios de boa grana: os 30mil do Jabuti, os 50mil do Prêmio Cruz e Sousa e os 100mil do Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa. Mas como sempre resta uma esperança, os 200mil do Prêmio São Paulo de Literatura vão, nessa mesma quantia, tanto para autores de longa estrada quanto para aqueles que são estreantes. Daí por diante é só pensar no conjunto a obra, atingir um nível Prêmio Nobel e embolsar a grana da aposentadoria lá pelos 70 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tem prêmio literário que é um engodo (e estou diferenciando prêmio de concurso, se é que, em literatura, exista tal diferença). Serve mesmo para encher os bolsos dos organizadores com a taxa de inscrição e a recompensa é a edição de um livro-coletânea com cerca de 250 exemplares a serem distribuídos pelos próprios autores-vencedores. E olha que a comissão organizadora ainda exige a doação dos direitos autorais. E tem prêmio que, mais acima desta constelação para enriquecimento com dinheiro alheio, pode ser uma boa estratégia de divulgação, pode representar o ingresso do autor estreante na mídia e coisa e tal. E para estes, aquilo que é de consolo, a Menção Honrosa. Um bom exemplo é o Prêmio SESC de Literatura, muito desejado pelos autores estreantes, já que é destinado apenas a eles. A premiação, em duas categorias – conto e romance – é a publicação de 4 mil exemplares do livro e um contrato com a Editora Record (10% preço de capa). A outra grande graça é o autor participar, Brasil adentro, dos eventos de literatura promovidos pelo SESC.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estou de olho nesse prêmio. Tanto que, ao ver a lista e os comentários dos vencedores de 2008 (resultado divulgado em março de 2009), algumas coisas me chamaram a atenção. Principalmente as Menções Honrosas. Do total de 457 inscrições, 20 romances e 51 livros de conto chegaram à fase final, resultando em 1 vencedor por categoria. Até ai, nada de novo. No entanto, com 31 livros a menos, a categoria romance embolsou mais três menções honrosas, nenhuma foi destinada aos livros de contos, maioria das inscrições. O fato é que deve haver um motivo que eu, longe, não posso afirmar, apenas especular.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um amigo meu, poeta português e vencedor do Prêmio Júlio Brandão (cujo qual eu nunca ouvi falar, mas que altera o status literário do gajo), foi categórico: é mais fácil escrever um romance do que um conto. Na ocasião eu não entendi, não saquei, não peguei. Ele dizia que era por conta do conflito e da estrutura dos textos e coisa e tal. E mesmo ele me dando argumentos consistentes para a defesa de sua teoria, eu, pela obviedade do menor número de páginas, continuei acreditando que seria infinitivamente mais fácil escrever um bom conto do que um bom romance (eliminando-se o talento natural de cada um). Pensava assim até a divulgação do resultado destas menções honrosas, agora já não sei.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sei que deve haver uma razão mais plausível para que as honras aos livros de contos deixassem de serem dadas. Ao pé da letra, Menção Honrosa é uma distinção conferida a uma obra não premiada, porém merecedora de citação. Um prêmio (de consolação?) dado por um ato que, embora não tendo sido distinto em primeiro lugar, merece ser citado. Aí que está o cerne da questão: nenhum outro livro de contos mereceu tal citação? Não houve, de fato, honradez? Mérito? E se não teve nada disso, até que ponto o livro vencedor é, de fato, uma porta de entrada à literatura? E de qual literatura estamos falando?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São questões interessantes. Será que meu amigo poeta não está com a razão? Que não é tão simples assim escrever um conto e que, então, esse bando de novos autores recorreu ao mesmo erro que o meu, de acreditar que a quantidade de páginas breves facilitaria o ato de ser um bom contista? A sentença “sem honra, sem qualidade literária” me escancara dúvidas. Será que não venceu o menos pior? Por outro lado, os prêmios, os concursos, os campeonatos, os jogos não são assim? Naquela leva, naquele ano, naquela vez vence, de fato, o melhor plantel. Coisa de momento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E olhando pelo borne exato da coisa, de qualquer forma, ser o melhor entre os piores – com ou sem menção honrosa – resulta em oportunidade, não se pode negar. Então que ela seja bem aproveitada, pois, como dizem, a ocasião faz o ladrão.&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/49476556226204021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/49476556226204021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/das-mencoes-honrosas.html' title='Das menções honrosas'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhg13A03MynZQ8sUn0dtZJLsbrllwdP5yoPLLylfKPHKOk2rhDPSE9mdnFpaj712tnVlWb1M4JKLSEtABAjj9slNW5YnEymXG2BzuYFyLgTOpPCEyl_U3iE3rmptqBOZAcASHdZS2bODeWv/s72-c/lapis.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-3856269075337510185</id><published>2014-12-04T12:02:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.284-08:00</updated><title type='text'>Entre os fanzines e a literatura</title><content type='html'>Oi, faz tempo que eu não... saudades. Queria dizer que, ontem, ao comemorarmos o dia internacional do fanzine, na I Fanzinada, evento que idealizamos no ABC, no espaço Gambalaia, aconteceram alguns fatos curiosos. Quero dizer de dois:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBnHRNcWd5s_Di42D5pDsU4dAz9CJj09YaDO-qdcTK7P2J-1cf9iBmzYcD_DHtzoTtbKPAWXfn3Pjb4nuGDGcnMiVUwzTdud3LxyflsHy-u6bTTDJ3zJzrIv1F1Q-sN6VVrUNTa3XxjgU/s1600/30042011%2528004%2529.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBnHRNcWd5s_Di42D5pDsU4dAz9CJj09YaDO-qdcTK7P2J-1cf9iBmzYcD_DHtzoTtbKPAWXfn3Pjb4nuGDGcnMiVUwzTdud3LxyflsHy-u6bTTDJ3zJzrIv1F1Q-sN6VVrUNTa3XxjgU/s320/30042011%2528004%2529.jpg&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
* O primeiro, logo de cara, resume-se pela foto ao lado, e pela frase: &quot;para ler fanzines, qualquer idade&quot;. É que uma senhorinha percebeu o movimento, entrou no espaço, e começou a folhear todos os zines que estavam por lá. Aquele peixe fora d´água logo dentro ficou. Adorei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Depois, os fanzineiros do século passado, documentário de Márcio Sno, que você pode ver logo abaixo. Eu me senti do século passado, de quando trocávamos as cartas, você se lembra? Que reaproveitávamos os selos? Pasta de dentes para limpar, vapor para descolá-lo do envelope? Os truques para enviarmos mais papéis do que se podia nas cartas sociais? Veja o documentário, você vai gostar de voltar no tempo, tão recente, mas já do século passado.&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/19998552?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&quot; width=&quot;400&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/19998552&quot;&gt;Fanzineiros do Século Passado - Capítulo 1&lt;/a&gt;&amp;nbsp;from&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/marciosno&quot;&gt;Márcio Sno&lt;/a&gt;&amp;nbsp;on&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/&quot;&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aguardo sua resposta com as notícias daí.&lt;br /&gt;
Um grande beijo da sua amiga de sempre!</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3856269075337510185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3856269075337510185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/entre-os-fanzines-e-literatura.html' title='Entre os fanzines e a literatura'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBnHRNcWd5s_Di42D5pDsU4dAz9CJj09YaDO-qdcTK7P2J-1cf9iBmzYcD_DHtzoTtbKPAWXfn3Pjb4nuGDGcnMiVUwzTdud3LxyflsHy-u6bTTDJ3zJzrIv1F1Q-sN6VVrUNTa3XxjgU/s72-c/30042011%2528004%2529.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-6902602630543263580</id><published>2014-12-04T12:01:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.432-08:00</updated><title type='text'>sobre os ebooks e suas vendas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;post-title&quot; style=&quot;background-color: white; border-bottom-color: rgb(231, 231, 231); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; color: #676767; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; position: relative; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: 0px; font-family: Bitter, serif; font-size: 26px; line-height: 1.1em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
20 lugares para vender seu e-book&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;meta&quot; style=&quot;border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #f4f4f4; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-left-radius: 6px; border-bottom-right-radius: 6px; border-top-left-radius: 6px; border-top-right-radius: 6px; border: 0px; font-size: 11px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 3px 10px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Por&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; color: #338abe; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://plus.google.com/110679803712266822468&quot; rel=&quot;author&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #338abe; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: initial; vertical-align: baseline;&quot; title=&quot;Perfil de Denise Helena no Google Plus&quot;&gt;Denise Helena&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;post-title&quot; style=&quot;background-color: white; border-bottom-color: rgb(231, 231, 231); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; color: #676767; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; position: relative; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;ul class=&quot;widgets&quot; style=&quot;border: 0px; bottom: 9px; list-style: none; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; position: absolute; right: -5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;border: 0px; display: block; float: left; line-height: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;div id=&quot;___plusone_0&quot; style=&quot;border: 0px none; display: inline-block; float: none; font-size: 1px; height: 20px; line-height: normal; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 90px;&quot;&gt;
&lt;iframe allowtransparency=&quot;true&quot; data-gapiattached=&quot;true&quot; frameborder=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; id=&quot;I0_1360288152744&quot; marginheight=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; name=&quot;I0_1360288152744&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;https://plusone.google.com/_/+1/fastbutton?bsv&amp;amp;size=medium&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;origin=http%3A%2F%2Fbr.wwwhatsnew.com&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fbr.wwwhatsnew.com%2F2012%2F11%2F20-lugares-para-vender-seu-e-book-e-as-taxas-pagas%2F&amp;amp;gsrc=3p&amp;amp;ic=1&amp;amp;jsh=m%3B%2F_%2Fscs%2Fapps-static%2F_%2Fjs%2Fk%3Doz.gapi.pt_PT.Vou8Ij85vZ8.O%2Fm%3D__features__%2Fam%3DgQI%2Frt%3Dj%2Fd%3D1%2Frs%3DAItRSTNo6yazKPj2V_e3qZMCQGMP6IR7eg#_methods=onPlusOne%2C_ready%2C_close%2C_open%2C_resizeMe%2C_renderstart%2Concircled&amp;amp;id=I0_1360288152744&amp;amp;parent=http%3A%2F%2Fbr.wwwhatsnew.com&amp;amp;rpctoken=69556724&quot; style=&quot;border-style: none; border-width: 0px; height: 20px; left: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; position: static; top: 0px; vertical-align: baseline; visibility: visible; width: 90px;&quot; tabindex=&quot;0&quot; title=&quot;+1&quot; vspace=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;border: 0px; display: block; float: left; line-height: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;iframe allowtransparency=&quot;true&quot; class=&quot;twitter-share-button twitter-count-horizontal&quot; data-twttr-rendered=&quot;true&quot; frameborder=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.1359159993.html#_=1360288152708&amp;amp;count=horizontal&amp;amp;id=twitter-widget-0&amp;amp;lang=pt&amp;amp;original_referer=http%3A%2F%2Fbr.wwwhatsnew.com%2F2012%2F11%2F20-lugares-para-vender-seu-e-book-e-as-taxas-pagas%2F&amp;amp;size=m&amp;amp;text=20%20lugares%20para%20vender%20seu%20e-book&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fbr.wwwhatsnew.com%2F2012%2F11%2F20-lugares-para-vender-seu-e-book-e-as-taxas-pagas%2F&amp;amp;via=pooldigital&quot; style=&quot;border-width: 0px; height: 20px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; position: relative; top: 0px; vertical-align: baseline; width: 123px;&quot; title=&quot;Twitter Tweet Button&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;border: 0px; display: block; float: left; line-height: 13px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;iframe allowtransparency=&quot;true&quot; frameborder=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://br.wwwhatsnew.com/2012/11/20-lugares-para-vender-seu-e-book-e-as-taxas-pagas/&amp;amp;layout=button_count&amp;amp;show_faces=false&amp;amp;width=100&amp;amp;action=like&amp;amp;font=arial&amp;amp;colorscheme=light&quot; style=&quot;border-style: none; height: 20px; margin: 0px; outline: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; position: relative; top: 0px; vertical-align: baseline; width: 100px;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;meta&quot; style=&quot;border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #f4f4f4; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-left-radius: 6px; border-bottom-right-radius: 6px; border-top-left-radius: 6px; border-top-right-radius: 6px; border: 0px; font-size: 11px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 3px 10px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Escrito no dia 28/11/2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;entry&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #676767; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; outline: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Embora tenham bons sites para se baixar e-books grátis, temos que levar em conta que a rede não é exclusiva para o conteúdo gratuito e também há boas opções pagas, e esses espaços são vitrines virtuais que se soubermos utilizar, e oferecer um bom conteúdo, eles podem se converter numa rentável ideia de negócio de baixo custo (começando pela simples distribuição e altas comissões recebidas). Graças a&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.hongkiat.com/blog/sell-ebooks/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Hongkiat&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;hoje mostraremos aqui 20 desses sites:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
1.&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.lulu.com/publish/ebooks/?cid=es_pubpage_ebooks&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Lulu&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/11/lulu-vender-ebooks.jpg&quot; src=&quot;http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/11/lulu-vender-ebooks.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Um dos mais populares por seu amplo público, as facilidades de publicação que incluem até um simples assistente de edição (para criar até a capa) e a parceria que dispõe para compartilhar em outros espaços como a iBookstore e os dispositivos de Barnes &amp;amp; Noble.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucros por venda: 90%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
2.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://payhip.com/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Payhip&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pode baixar seu livro e compartilhar com facilidade, via redes sociais, um link a uma página especial de download e com facilidade, via redes sociais, um link a uma página especial de download. Inclui pagamentos via PayPal.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 100%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
3.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://kdp.amazon.com/self-publishing/signin&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Amazon Kindle Direct Publishing&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A Kindle Store, o brilhante eco-sistema de e-books que se complementa com a gama de dispositivos de leitura de Amazon que empresas como Google e Apple quiseram ter, é uma das melhores opções na hora de publicar conteúdo com um público objetivo amplo.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 35% – 70%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
4.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.smashwords.com/about/how_to_publish_on_smashwords&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Smashwords&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Publicação em múltiplas lojas, ISBN, conversão de e-books a múltiplos formatos para serem lidos desde mais dispositivos e guias e sugestões de publicação e mercado.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 60% – 85%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
5.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.myebook.com/index.php&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;MyeBook&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
MyeBook é conhecido por seu aplicativo de leitura em Flash e sua ferramenta de edição gráfica, e qualquer um pode fazer uso delas para compartilhar seus livros ou outros textos digitais desde um colorido espaço personalizado (que inclui pagamentos por PayPal).&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 90%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
6.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pubit.barnesandnoble.com/pubit_app/bn?t=pi_reg_home&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;PubIt!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um produto de Barnes &amp;amp; Noble para publicar conteúdo e comercializá-lo especialmente em formato NOOK ou em qualquer um dos demais formatos populares de publicação.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 40% – 65%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
7.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.booktango.com/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Booktango&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um dos melhores pois apesar de permitir criar um desenho de capa para logo comercializá-lo nos sites de Barnes &amp;amp; Noble, iBookstore, Kobo, Sony, Amazon, Google y Scribd sem maior inconveniente, não cobra comissões e integra pagamentos com PayPal.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 100%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
8.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bookbaby.com/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;BookBaby&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para se preocupar só em escrever o livro que em BookBaby, com um sistema de publicação baseado em pacotes de pagamentos, se encarregam dos detalhes (desde a parte gráfica até poder compartilhar em sites como em iBookstore, Amazon, Barnes &amp;amp; Noble, Sony Reader Store e Kobo, entre outros.&lt;br /&gt;
Registro: US$ 99 – US$ 249 | Lucro por venda: 100%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
9.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.kobobooks.com/kobowritinglife&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Kobo Writing Life&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/11/kobo.jpg&quot; src=&quot;http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/11/kobo.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Tão simples como subir um arquivo de Word e esperar que seja editado e convertido em um ebook de luxo que logo estará disponível para milhares de usuários de todo o mundo, em múltiplos formatos de leitura tanto para PC como para dispositivos móveis.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 70% – 80%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
10.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blurb.com/ebook&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Blurb&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Bastante chamativo por seu sistema de criação de ebooks que inclui modelos, galerias de imagens de Facebook a Instagram disponíveis a uns cliques, edições especiais para o formato iPad e conversões digitais desde arquivos em PDF. Se publicam em Blurb e iBookstore.&lt;br /&gt;
Registro: Gratuito | Lucro por venda: 80%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
11.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.e-junkie.com/ej/selling-ebooks.htm&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;E-Junkie&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para trabalhar com livros digitais exclusivamente em PDF pois o formato se facilita para as ferramentas de proteção (marcas d’água, cópias, assinaturas, etc.). Admite pagamentos por PayPal.&lt;br /&gt;
Registro: US$ 5 por mês | Lucro por venda: 100%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
12.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://support.scribd.com/entries/20531628-uploading-to-sell&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Scribd&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Muitos têm utilizado Scribd para conseguir apresentações e revisar artigos ou livros especializados, ao que deve sua grande popularidade. Pois bem, em Scribd também se pode compartilhar conteúdo de pagamento -embora no momento está limitado a poucos países-.&lt;br /&gt;
Registro: Grátis | Lucros por venda: 80%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
13.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://payspree.com/vendors.php&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;PaySpree&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Gratuito para um só livro, com páginas de download criptografadas, gestão de afiliados, sob comissões e pagamentos com moedas virtuais.&lt;br /&gt;
Registro: Grátis | Lucro por venda: 90% – 100%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
14.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ebookit.com/index.php&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;eBookIt!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com promoções especiais até para conseguir e distribuir cópias impressas, e conversão e publicação nos principais canais de distribuição online já mencionados (Amazon, Google, Barnes &amp;amp; Noble e os demais).&lt;br /&gt;
Registro: Desde US$ 149 | Lucro por venda: 50% – 80%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
15.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://sellfy.com/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Sellfy&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tão simples como arrastar o arquivoé a interface de Sellfy, selecionar o preço e esperar as compras. Recebe pagamentos via PayPal e permite criar promoções via Social Media (como descontos por compartilhar).&lt;br /&gt;
Registro: Gratis | Lucro por venda: 95%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
16.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.clickbank.com/sell_products.html&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;ClickBank&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Um conhecido em matéria de plataformas de publicidade de produtos digitais por afiliados que conta com milhares de usuários em todo o mundo.&lt;br /&gt;
Registro: US$49.95 | Lucro por venda: 50% – 90%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
17.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.payloadz.com/ebooks.aspx&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;PayLoadz&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Uma vitrine de boa reputação e com centenas de usuários, com bastante ajuda e informação para os novatos em venda de ebooks.&lt;br /&gt;
Registro: US$ 14.95 por mês | Lucro por venda: 95%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
18.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ebookmall.com/publish-ebooks/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;eBookMall&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/11/ebookmall.jpg&quot; src=&quot;http://wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2012/11/ebookmall.jpg&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Uma excelente loja para publicar livros digitais já prontos para carregar (em PDF ou ePub) e vender. Excetuando seu sistema de categorização lateral, é bastante elegante e rápido.&lt;br /&gt;
Registro: Grátis | lucro por venda: 50%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
19.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.click2sell.eu/en/sell-ebooks-online.html&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Click2Sell&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Click2Sell oferece programas de afiliados e para os que se preocupam demais pela segurança de seu conteúdo, oferece várias ferramentas de proteção para evitar a cópia ilegal. Permite receber pagamentos via PayPal.&lt;br /&gt;
Registro: Grátis | Lucro por venda: 90% – 95%&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
20.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://instabuck.com/&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: 0px; color: #0f4464; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Instabuck&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com suporte de pagamentos via PayPal, ClickBank e AlertPay, garantindo um processo de venda rápida, um serviço especial de estatísticas (com apps para móveis), páginas especiais de promoção e test A/B para melhorar as estratégias de mercado.&lt;br /&gt;
Registro: US$ 4.99 por mês | Lucro por venda: 100%&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/6902602630543263580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/6902602630543263580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/sobre-os-ebooks-e-suas-vendas.html' title='sobre os ebooks e suas vendas'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-7463703298419563429</id><published>2014-12-04T11:59:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.662-08:00</updated><title type='text'>Agente literário: ter ou nao ter </title><content type='html'>&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Uma pessoa inteligente contrata uma outra ainda mais inteligente para trabalhar para ela.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.negociosdobairro.com.br/wp-content/uploads/2007/08/livros.jpg&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.negociosdobairro.com.br/wp-content/uploads/2007/08/livros.jpg&quot; style=&quot;float: left; height: 188px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 241px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Falta de tempo, falta de conhecimento, falta de estrutura e falta de contatos. Estas são as típicas faltas de um escritor iniciante, e eu sempre me deparo com elas quando penso em publicar meu livro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que eu sei é que escritores vivem dos seus livros, que devem ser palpáveis (o e-book será, mas ainda não é a bola da vez). É por isso que eu digo que não é muito interessante fazer literatura só quando a inspiração chegar, principalmente para quem quer fazer dela seu ofício. Trabalho, trabalho, trabalho, veja o exemplo de Marina Colasanti.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quer seu livro publicado? Com ou sem agente literário, é preciso montar uma estratégia, traçar metas, estabelecer objetivos, determinar caminhos (e vários, para se ter outras opções de escolha). É fato: dos inúmeros autores que enviam seus originais para as editoras, principalmente as de renome (por que se aventurar a começar de baixo?), apenas alguns conseguem seus objetivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muito do que um agente literário faz, você pode fazê-lo também. Então, para quê pagar um? Voilá!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Agente Literário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Profissional do mercado editorial que faz o elo entre as editoras e os autores. Dentre outras coisas, ele trata da promoção de um escritor e administra sua carreira literária, representando-o legalmente junto de editores, com quem negocia os respectivos termos contratuais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Perfil do Agente Literário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Agente Literário atua em conjunto com outras agências literárias internacionais e editoras ao redor do mundo, promovendo pessoal e individualmente seus autores e obras, buscando sempre a maior divulgação e sucesso dos escritores que representa. Para isso ele deverá ter uma boa rede de contatos, um bom conhecimento da área, conhecimento técnico e demonstrar competência. No mínimo:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
• deve entender de contratos na hora de representar o escritor em negociações relativas a traduções da obra, adaptações para outras linguagens (como cinema, teatro), publicações no estrangeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• deve entender do mercado editorial brasileiro, de marketing editorial para contribuir melhor na promoção do livro, no intuito de maior vendagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• deve ter amplo acesso aos editores, saber que tipo de literatura eles procuram. Só assim, quando procurados por um escritor, poderão indicá-lo a melhor editora para os seus livros.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Funções do Agente Literário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
• fazer a ponte entre o autor e a editora, concentrando todos os esforços para a publicação da obra numa única pessoa e, assim, evitando perda de tempo e dinheiro para o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• avaliar a obra, identificá-la, enquadrá-la em alguma linha editorial e apresentá-la às editoras que possuam um catálogo que melhor se ajuste ao perfil do trabalho apresentado, com o objetivo de publicar seu livro conforme as expectativas do autor e de acordo com a atual política do mercado editorial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• providenciar o envio dos originais para as editoras e monitorar o andamento de todo o processo até a contratação da obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• marcar reuniões nas editoras para tentar viabilizar a publicação de uma determinada obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• cuidar do contrato que o autor celebrará com a editora e de todos os processos burocráticos compreendidos por essa negociação (geralmente inclui assessoria jurídica no momento da assinatura do contrato de edição)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• fiscalizar a divulgação, a distribuição e a comercialização da obra pela editora e, até mesmo em pontos de vendas, no sentido de possibilitar ao autor as informações sobre esses processos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• agendar eventos, congressos, entrevistas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• orientar o autor nas entrevistas e nos eventos em que a presença do autor for solicitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• fazer intermediação entre escritores, roteiristas, autores, outros agentes literários, editoras e mídia, através de interesses comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• marcar presença nos principais eventos e feiras literárias e culturais do Brasil, possibilitando e facilitando o contato entre escritores e editores com diversos agente literários nacionais e internacionais.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Remuneração:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É feita através de um acordo/contrato com o autor e pode ser de várias maneiras, desde a cobrança de uma taxa mensal por um determinado período de assessoria (no mínimo 200 reais por mês), a um percentual sobre os ganhos em direitos autorais, percentual este que pode variar de 10 a 20% sobre o montante de ganhos do autor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Geralmente, o agente literário sobrevive de uma parte dos direitos autorais do escritor. Quanto maior o ganho do escritor maior o do agente literário também, de maneira que os dois devem atuar em conjunto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Observações:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* o escritor, uma vez sozinho, precisa correr atrás, investir tempo e dinheiro em busca de editoras, esse caminho pode ser mais curto com um agente literário e o dinheiro investido seria direcionado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* o agente literário não faz milagres, visto que valem as mesmas regras de seleção editorial tanto para os trabalhos fornecidos pelos agentes, quanto pelo próprio autor ou outro tipo de representante. Desta forma, agentes não dão garantias de publicação.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* fora os contatos, que o agende deve ter, e de sobra, não há diferenciação de tratamento na negociação do contrato com a editora. Um agente tenta conseguir o melhor acordo para o autor, mas ao custo de ficar com uma parcela dos direitos autorais.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
*quando a editora diz que só recebe material de agentes, provavelmente ela está indicando uma preferência por autores muito conhecidos. Ou seja, a linha editorial dela não está aberta para autores inéditos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* os autores iniciantes devem montar uma estratégia de chegar até editoras que aceita autores desconhecidos. Há uma quantidade respeitável de editoras pequenas que se arriscam bastante, ninguém precisa ficar aborrecido com as grandes e hiper seletivas (embora eu, particularmente, ache que não custa nada tentar as grandes também, e principalmente).&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pontos Positivos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
• contratar um agente literário oferece maior chance de ter a sua obra publicada, já que eles têm bons contatos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• maior visibilidade no segmento editorial, já que esses profissionais vão até as editoras e expõe toda a proposta do livros;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• uma melhora considerável do texto, já que muitos agentes fazem uma revisão ortográfica do texto (eu prefiro dar a cada um o que é de cada um. Prefiro considerar o agente literário um administrador e que o escritor contrate uma outra pessoa para verificar o texto).&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pontos negativos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
• os agentes não se comprometem a publicar a obra, ou seja, você paga e não tem garantia de que o seu livro será publicado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• os agentes cuidam de vários livros ao mesmo tempo, de diferentes autores, e não se dedicará integralmente ao seu livro.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O escritor precisa de um agente literário quando:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
1. Não sabe os trâmites para chegar a uma editora e ter seu livro publicado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Não tem tempo para se dedicar em procurar uma editora que tenha uma linha editorial adequada ao projeto de seu livro;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Não tem tempo para administrar sua carreira de escritor;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Não conhece as demandas e a política do mercado editorial;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Quer que sua obra seja apresentada às pessoas certas, nas editoras certas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Quando, por conta própria, tudo parece dar errado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Quando não consegue implementar sua própria carreira literária;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Quando acredita que uma pessoa inteligente contrata outra pessoa, ainda mais inteligente, para trabalhar para ele.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Antes de contratar um agente literário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
• tenha claro quais são objetivos como escritor e que tipo de editora você tem interesse;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• faça uma pesquisa prévia, mesmo que breve, sobre as editoras que você considera que são adequadas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• submeta sua obra para análise de outras pessoas. É importante um feedback que não seja do parente mais próximo ou do amigo mais chegado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Na dúvida, siga os passos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
1. Determine se é preciso ter um agente literário, ou não. Você, como escritor, é o único capaz de discernir sobre a necessidade ou não de um agente literário de acordo com os seus próprios objetivos em relação à carreira literária. Note que esta resposta depende inteiramente de que tipo de trabalho literário você desenvolve e o que você quer fazer com ele.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
2. Assegure se o seu material está pronto para um agente. Uma boa medida de segurança é assegurar o material que vai ser apresentado ao agente (e aos editores) na Biblioteca Nacional, setor de registros. A literatura faz dos direitos autorais sua moeda de troca. Tendo o material em ordem, no caso de autores já estabelecidos, é possível submeter apenas uma parte do manuscrito e talvez um esboço do livro. Já os escritores novos e/ou desconhecidos devem estar preparados para submeter o manuscrito inteiro, principalmente em se tratando de textos ficcionais, romances, novela. Abre-se uma exceção aos escritores cuja obra constitui-se de capítulos, e então é possível apresentar um esboço ou um projeto do material a ser produzido.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ao escolher um agente literário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
• pesquise sobre trabalhos anteriores e, se possível, identifique alguns clientes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• verifique com quais editoras o agente trabalha, se pequenas, de médio e/ou grande portes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• verifique se a editora que você tem interesse se encontra na lista de editoras que seu futuro agente tem contato, ou se ele trabalha com editoras similares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• verifique se as editoras com as quais ele trabalha têm uma linha editorial próxima a sua;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• verifique a linha editorial dos clientes com quais ele trabalha e se é compatível com a sua;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• se possível, converse com algum cliente e obtenha referências sobre o trabalho do agente;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• verifique se o seu agente tem bons contatos, se ele participa de eventos e festas literárias, se ele promove encontros, etc, enfim, se ele é uma pessoa ativa dentro do mercado editorial.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
OBS: Encontrar um agente e encontrar um agente que esteja ao seu lado são duas coisas diferentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tome cuidado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Negocie com cautela o contrato que você vai assinar com o agente. Repito que a moeda de troca são os direitos autorais e, muitas vezes, os agentes amarram os escritores com um contrato de exclusividade, já que eles negociam um percentual da venda dos direitos autorais dos livros.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Taxas da leitura, taxas da manipulação, taxas de submissão e as taxas da avaliação não devem ser consideradas normais.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os Serviços Adicionais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Alguns agentes estão afiliados com outros fornecedores de serviço tais como desenhistas, especialistas em marketing, assessores de imprensa e tentarão empurrar estes serviços para você. No entanto, até que seu trabalho esteja publicado, você não tem nenhuma necessidade para tais serviços e não deve pagar por eles.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
* Os agentes que aceitam autores ainda inéditos têm o mesmo problema que os editores, que é separar o minimamente publicável das pilhas de material pouquíssimo profissional. Assim sendo, a maioria cobra uma taxa para fazer a leitura da obra e avaliar suas possibilidades de ser negociada com alguma editora. Fique atento.&lt;/blockquote&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/7463703298419563429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/7463703298419563429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/agente-literario-ter-ou-nao-ter.html' title='Agente literário: ter ou nao ter '/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-6705569345882862214</id><published>2014-12-04T11:55:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.318-08:00</updated><title type='text'>Quais as taxas para publicar um livro?</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://economia.bicodocorvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/custo-1.jpg&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://economia.bicodocorvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/custo-1.jpg&quot; style=&quot;cursor: pointer; float: right; height: 300px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 247px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Estou aqui, dando voltas até conseguir publicar meu primeiro livro, de forma independente e com o selo do &quot;Letra Corrida - Ateliê de Literatura e Criatividade&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de procurar editoras, dessas que a gente paga pra publicar e que dizem ser uma vantagem por conta da distribuição e coisa e tal, cheguei àquela velha conclusão: &quot;venha a mim, ao vosso reino nada!&quot;. É que a maioria dessas editoras não promete distribuição. Hunf! Vai entender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, analisando o custo-benefício (e eu ainda acho que, mesmo com as impressões em demanda bombando país adentro, melhor mesmo é fazer uma pequena tiragem com 500 volumes - opinião minha, claro), saí em busca de uma gráfica e dos detalhes burocráticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em termos de orçamento, o Emerson, da&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.graficaviena.com.br/site.asp&quot;&gt;Gráfica Viena&lt;/a&gt;, bastante especializada em livros, ofereceu o melhor custo-benefício para as tiragens solicitadas (300, 500 e 1000). E digo mais, o cara é de uma atenção ímpar. Veio até minha casa trazer o material da empresa e está acompanhando todo o processo de confecção do livro como se fosse dele. E não é uma delícia encontrar profissionais assim? Principalmente num mundo de trabalho rancoroso em que vivemos? Clap! Clap! O contato dele: emerson@editoraviena.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí, conversando com o cara, ele ainda indicou uma distribuidora e tals. Que eu ainda não entrei em contato, mas que já deixo a dica aqui, se mais alguém se interessar em montar um selo literário e iniciar no ramo (vamos deixar o debate da demanda pra depois, ok?). A empresa:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.codice.com.br/&quot;&gt;Códice&lt;/a&gt;. E vamos ver o pito que ela apita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis que então chegamos ao ponto chave. Os dados burocráticos, o registro, o ISBN, quanto custa publicar e editar seu próprio livro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos lá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. O primeiro passo é você fazer um cadastro de autor/editor na Biblioteca Nacional. Hoje custa 180,00 reais. (Ainda bem que esse cadastro é pago apenas para o primeiro livro, ufa!).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Então você envia os dados do livro a ser publicado (são bastantes detalhes para serem enviados em fichas específicas) para conseguir o ISBN. Cujo custo é de 12,00 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Um último passo dessa etapa de registro é solicitar o código de barras, que pode ser em arquivo digital ou fotolito ao preço de 22,00 reais cada. A solicitação de ambos tem desconto e fica em 40,00 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS: Essas três etapas são feitas concomitantemente, em documentos enviados por correio. Isso eu acho uma facilidade. Os dados e o código de barras chegaram pelo email no prazo prometido. Eficiência total! Clap! Clap!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. De posse do ISBN, você entra no site da Câmara Brasileira do Livro para solicitar a Ficha Catalográfica. Preenche os dados solicitados online, envia um pedaço do livro, a folha de rosto, os dados todos e paga uma outra taxa de 70,00 reais. Em cinco dias eles prometem enviar a ficha por email.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Ainda resta um detalhe importante. Os direitos autorais. Você envia para o Escritório de Direitos Autorais uma cópia do material se for inédito e não publicado ou duas cópias do livro publicado, preenche a ficha e paga 20,00 reais. Simples assim. Tá, nem é tão simples. Tem que pagar com GRU, no Banco do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Ainda é interessante não esquecer de fazer o depósito legal do livro, quando ele ficar pronto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparte bacana disso tudo é que o livro vai ficar exatamente do jeito que você quer. Claro que é preciso contratar um bom diagramador para colocar o livro no InDesing e alguém para fazer uma capa bem bacana. Mas você pode escolher tudo: a gramatura do papel, a gramatura da capa, se vai ser com ou sem orelhas, o que colocar nas orelhas, a cor e o tipo de papel. E dependendo, você pode até fazer um projeto editorial com fonte, espaçamento, número de páginas de acordo com o seu orçamento. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que é isso. Por enquanto. Boa sorte para você nessa empreitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Taxas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- cadastro de autor/editor: 180,00&lt;br /&gt;
- solicitação de ISBN: 12,00&lt;br /&gt;
- solicitação de Código de Barras: 22,00&lt;br /&gt;
- ficha catalográfica: 70,00&lt;br /&gt;
- Registro de Direitos Autorais: 20,00&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Custo Total de Taxas: 304,00&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os custos de diagramação e capa giram em torno de 700,00 a 1.500,00 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os custos de impressão na gráfica, para 500 livros é de mais ou menos 3.000,00 reais, dependendo do papel, da gramatura, do tipo, da capa, da orelha e coisa e tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que um bom livro precisa de uma revisão de português, e tals. Que custa por volta de 500,00 reais e depende do número de páginas e dos serviços extras do revisor. É possível encontrar serviços mais baratos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, o custo total de um BOM livro, com 500 exemplares fica entre 4.000,00 e 5.000,00 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chutando alto, cada unidade vai custar entre 7 e 10 reais. E você pode vender por 20,00 ou 25,00 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá, mas não esqueça de somar a isso os gastos com o lançamento! Convites, despesas com os correios, aquele coquetel bacana, a parceria com o espaço e coisa e tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelas minhas contas, vender 250 livros praticamente empata! O que é até um bom negócio! Depende de sua divulgação e coisa e tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma vez, boa sorte na sua empreitada!</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/6705569345882862214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/6705569345882862214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/quais-as-taxas-para-publicar-um-livro.html' title='Quais as taxas para publicar um livro?'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-4179333754992902198</id><published>2014-12-04T11:54:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.504-08:00</updated><title type='text'>A formação do escritor</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://byfiles.storage.msn.com/y1pabllh4dYf86HdqeOsZglmWR2rpN7bG1qCrKXjXTUfI27bPa59aZjPKG36BAFFhGD2lNE5tDFYUc&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://byfiles.storage.msn.com/y1pabllh4dYf86HdqeOsZglmWR2rpN7bG1qCrKXjXTUfI27bPa59aZjPKG36BAFFhGD2lNE5tDFYUc&quot; height=&quot;239&quot; width=&quot;420&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Marina Colasanti, mulher chique e de veste elegante, afirmou (no programa Sempre um Papo) que escrever é a sua profissão. Como tal, se Marina não programar o trabalho, sua obra literária com mais de 40 livros, e de diversos gêneros, perde-se em si mesma. É que, no Brasil, os editores não fazem cobrar escritores para entrega de originais. No contra-ponto, Marcelino Freire deixou marca no seu blog eraOdito. Lá pelas tantas disse que um livro publicado a cada 3 anos não o colocava numa situação confortável como escritor. É preciso se dedicar mais. No complemento: embora não estejamos acostumados com a idéia, um escritor não precisa ser um jornalista, ou um professor, ou um advogado, ou outra coisa qualquer com emprego formal, um médico, um servidor público, um psicanalista e por aí vai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se existe um mercado editorial, por mais falho que possa ser, existe a possibilidade de se viver de escrever. É preciso encarar o ofício como outro qualquer que coloca arroz-feijão na mesa, bater metas, cumprir objetivos e deixar um pouco de lado a visão romântica de que faz literatura só no enlaço da inspiração. Neste ponto sei que alguém irá questionar, na ponta da ironia e do preconceito: existe literatura e existe literatura. Insisto em dizer que literatura é literatura, seja ela de agrado ou não, seja ela boa ou ruim, seja ela engajada, de resistência, transformista, esquerdista, direitista, evangelista, feminista, judaica, mongol, africana, portuguesa, latina, americana, etc, etc, etc. E qualquer pessoa pode fazê-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Repito: qualquer pessoa pode fazer literatura e bem lá no fundinho todo mundo tem alguma coisa pra contar de um jeito especial, todo mundo tem uma crítica afiada, todo mundo tem um olhar cotidiano, todo mundo um monte de coisa mas nem todo mundo é alfabetizado. É preciso esforços que configurem mudanças, que ofereça acesso à leitura, isso para que, então, uma nova geração de leitores se sinta instigada a fazer própria literatura. Já disse uma vez e repito, quando confirmam existir esta ou aquela literatura, há um endeusamento, e quando os livros ficam trancados em bibliotecas elegantes e intocáveis, e quanto mais disso existir, mais distante a população ficará de qualquer literatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesta confluência, quem conta aumenta um conto e quem quer ser um escritor faz formação? No sul se montou um curso de graduação e a idéia ganha ares país afora. Mas é preciso uma formação formal para o ofício de escrever? É preciso aprender a colocar as frases daquele jeito que dizem, e falam, e classificam, e ganham concursos? É preciso sempre se fazer literatura engajada, ou literatura fantástica, dizer que Paulo Coelho não faz literatura? Que isso, que aquilo outro? Que os críticos... que os ensaístas... que os cronistas... que os contistas... que eles isso tudo ou aquilo outro? Que o bom mesmo é ser romancista, o gênero dos reconhecidos? Pacotes, pacotes e mais pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tá, não se pode negar, estar a par do mundo literário, ler essa ou aquela obra de referência, saber das novidades, ler os lançamentos e abraçar o mundo dos críticos faz parte da engrenagem e faz a roda girar. Mas formação, assim, formal, é preciso? Diploma, certificados, que garantias dão? Eu, cá com meus botões digitais e sempre apoiando as iniciativas em rede digo logo das outras formas. E elas existem. Vou dizer de algumas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;http://www.museudapessoa.net/literatura/podcasts.htm&quot;&gt;Memórias da Literatura&lt;/a&gt;. Uma boa dica pra quem quer fazer uma formação informal para ganhar tarimba pro mundo literário é acompanhar os podcasts que são produzidos pelo Museu da Pessoa e disponibilizados na web. Uma união entre Brasil e Portugal. Tem João Gilberto Noll, tem José Mindlin e tem, para continuar exemplos, Fernando Bonassi, Moacyr Scliar e Nelida Piñon no eterno debate “Como Nasce um Escritor?”. Por aí vai, clique-se!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Os podcasts geralmente são programas com um formato leve, como se fossem ondas de rádio. E nessa via web, é possível encontrar o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://aci.reitoria.unesp.br/radio/perfil_literario/&quot;&gt;Perfil Literário&lt;/a&gt;, programa de rádio da Universidade Estadual Paulista. Lá também tem um bom caldo. Tem Cristovão Tezza, tem Milton Hatoum, Marisa Lajolo, Andrea Del Fuego, Marçal Aquino, Xico Sá, Moacyr Scliar, Ignácio de Loyola Brandão e Tatiana Belink para dizer de alguns.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dica é fuçar os arquivos do programa&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.sempreumpapo.com.br/&quot;&gt;Sempre um Papo&lt;/a&gt;, já mencionado acima. Mas se a onda é ver essa gente pessoalmente, como sugestão do meu amigo e poeta Guilherme Salla, além dos festivais de literatura se proliferando ainda-bem-país-adentro, o SESC está aí oferecendo muitas rodas de leituras e muitas oportunidades de encontrar pessoas, fazer contatos, trilhar os rumos da literatura, com palestras e oficinas. E por falar em Oficinas Culturais, a dica para quem está no Estado de São Paulo é acessar a página da Associação Amigos das Oficinas Culturais e se inscrever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quem está na capital conta com as atividades na&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.assaoc.org.br/programacao/capital/palavra-mario-de-andrade.php&quot;&gt;Casa Mário de Andrade&lt;/a&gt;, literalmente, com bem anotou Carlos Drummond de Andrade: “Aqui [casa de Mário de Andrade] tudo se acumulou. Esta é a Rua Lopes Chaves, 546, outrora 108”. É na antiga casa do escritor que funciona, desde agosto de 1990, a Oficina da Palavra, cuja programação é voltada para o texto e para a literatura. Os projetos incluem o estudo e a criação de diversos gêneros literários (conto, romance, poesia e dramaturgia), jornalismo, crítica, interpretação de textos e redação, somados a palestras, ciclos de depoimentos de escritores, leituras dramáticas, recitais, mostras de filmes e lançamentos de livros, bem como atividades correlatas como, por exemplo, ilustração e encadernação. Entre os nomes que já passaram pela programação da Oficina da Palavra estão Marcos Rey, Lygia Fagundes Telles, Ivan Ângelo, José Simão, Caio Fernando Abreu, João Silvério Trevisan, Ruth Rocha, João Cabral de Melo Neto, Ignácio de Loyola Brandão e Renata Pallotini, entre muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Saiba mais sobre a Oficina da Palavra na Casa Mário de Andrade:&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entrevista:&amp;nbsp;&lt;b&gt;Rosa Camargo Artigas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cargo: Coordenadora Geral da Oficina da Palavra – Casa Mário de Andrade.&lt;/div&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;b&gt;Como funciona a Oficina da Palavra? Há cursos palestras, apresentações, saraus?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A Oficina da Palavra é uma unidade da rede de Oficinas Culturais da Secretaria da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo. No entanto, ela se diferencia um pouco das outras unidades porque ela é vocacionada para a área de literatura, produção crítica e texto. Ou seja, tudo aquilo que abrange a palavra escrita ou falada. A nossa programação varia a cada semestre, com diferentes coordenadores de atividades e temas abordados.. Os formatos são compostos, em geral, por oficinas, ciclos de debates, cursos, palestras e leituras dramáticas nas áreas de literatura, poesia, dramaturgia, roteiro para cinema e vídeo, crítica, história, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Toda programação é gratuita?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Toda a programação é gratuita para o público, mas é sempre bom lembrar que as atividades ( os professores, a infraestrutura da casa, os funcionários, equipamentos etc) são pagas com verbas públicas, portanto com os impostos pagos pelos cidadãos. Por isso há uma responsabilidade muito grande dos dois lados: de nós que montamos a programação e procuramos o máximo de qualidade no atendimento do público, e dos freqüentadores que têm o compromisso de respeitarem os professores, a infra-estrutura da casa, os horários, a freqüência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Quem pode participar? Como se inscrever?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa pode se inscrever e participar dentro do que cada projeto propõe: faixa etária para o qual ele é dirigido, pré-requisitos de cada proposta. As inscrições podem ser feitas por e-mail ou pessoalmente na Oficina, no horário de funcionamento da administração que é das 12:00 às 20:00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A casa é tombada?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A casa foi tombada pelo CONDEPHAAT (órgão estadual de tombamento) em 1976. Inicialmente foi alugada pelos familiares para a Escola de Teatro Macunaíma. Antes, em 1968, o acervo de obras de arte, a biblioteca e os documentos pertencentes a Mário de Andrade foram transferidos para a Universidade de São Paulo, formando o acervo inicial do atual Instituto de Estudos Brasileiros (IEB). A casa passou para o Estado em 1983, funcionando inicialmente como Casa de Cultura. Mais tarde, em 1990, passou a pertencer à rede de Oficinas do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Em que período Mário de Andrade morou na casa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A família de Mário de Andrade adquiriu as três casas geminadas da Rua Lopes Chaves em 1921. Mário viveu na casa até sua morte, em 25 de fevereiro de 1945.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Nessa época já aconteciam encontros?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Segundo testemunhos, a casa era um ponto de encontro de intelectuais modernistas. Muitas das reuniões de preparação da Semana de Arte Moderna de 1922 aconteceram nesse espaço. Mais tarde, outras gerações de artistas e intelectuais freqüentaram a casa: escritores, poetas, arquitetos, artistas, historiadores como Antonio Cândido, Sergio Milliet, Lourival Gomes Machado, Paulo Duarte, Luis Saia, Oneyda Alvarenga, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Existe algum espaço preservado dessa época?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Somente as estantes e uma conversadeira, fixas nas paredes, permanecem na casa. Há também um velho piano no qual, segundo contam, Mário de Andrade dava aulas. Tudo o mais está guardado e disponível para consulta pública no IEB. A casa, é bom lembrar, não foi tombada por seu valor arquitetônico e sim pela memória de seu ilustre morador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Há uma poesia em que Mário fala da casa, não? Como ela se chama? A senhora sabe se ele a fez como um “testamento” para o uso do imóvel?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Há vários poemas de Mário de Andrade falando da casa da Rua Lopes Chaves. Não há, no entanto, nada que comprove que eles possam ter um caráter de testamento, expressão de uma vontade do poeta. Num desses poemas, inclusive, Mário pede para ser ignorado (“Mamãe, me dá essa lua... Ser esquecido e ignorado como esses nomes de rua”). No entanto, acho que manter a casa, utilizá-la para fins culturais, cuidar da memória de Mário de Andrade - e de outros artistas - é uma tarefa de todo e qualquer cidadão que respeite e acredite na importância desse grande intelectual para a cultura brasileira. Essa questão devia, inclusive, se estender para outras casas ou espaços das cidades brasileiras que são testemunho de importantes períodos da nossa história.&lt;/blockquote&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/4179333754992902198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/4179333754992902198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/a-formacao-do-escritor.html' title='A formação do escritor'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-222590664925072912</id><published>2014-12-04T11:53:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.511-08:00</updated><title type='text'>Ainda sobre os premios literarios</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_hGGq2Bji6rE/Se_W1rNXa1I/AAAAAAAAI2U/BT414lYiWLA/s1600/m%C3%A3e_medalhas.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_hGGq2Bji6rE/Se_W1rNXa1I/AAAAAAAAI2U/BT414lYiWLA/s320/m%C3%A3e_medalhas.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Há uma subjetividade intrínseca da qual não se pode dar conta. É preciso acreditar ou, pelo seu inverso, lutar (dentro, propondo mudanças; fora, em forma de resistência). Um modelo que não é só da literatura, mas dos sistemas sociais: sempre tem gente de dentro, gente de fora e gente em cima do muro. Os que não estão sobre o muro, e têm uma opinião definida, precisam acreditar, e acreditam (contra ou a favor), são convictos, de alguma forma, às vezes não em todas as situações. Aqui vale a máxima de que cada caso é um caso, ora pois, diriam nossos patrícios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O fato é que os lugares fornecidos pelos prêmios literários vão sempre para os que acreditam, em si e/ou no sistema. Alguns conseguirão pela resistência, outros por fazerem parte do esquema e tem aqueles, incautos, que conseguirão pela sorte de estarem no lugar certo, no momento certo e coisa e tal. Caiu no colo? Talvez. Cartas marcadas? Talvez. Informações privilegiadas? Talvez. Amigo do júri? Talvez. Competência? Provavelmente. Para estes, sempre haverá um algo parecido com Menção Honrosa, respeitando-se, aqui, a idoneidade do concurso [para participar de um, é preciso saber escolher os de boa fé – ou, no mínimo, os menos mafiosos –, faz parte do jogo].&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Também não se pode negar o movimento pelo inverso. Como no esporte, nem sempre é o melhor aquele que vence. Nem sempre a arbitragem é a mais correta, ou a mais imparcial. Há uma subjetividade intrínseca da qual não se pode dar conta. Quando eu fazia curso preparatório para me tornar árbitra de basquetebol (aos que não sabem, sou formada em Educação Física), uma situação de dúvida foi colocada por parte dos instrutores:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
“num lance em que dois jogadores disputam e, quase ao mesmo tempo, as mãos de ambos jogam a bola para fora da quadra, como um árbitro deve se comportar caso ele não saiba exatamente qual foi o jogador que tocou a bola por último?”&lt;/blockquote&gt;
A resposta foi óbvia, e todo juiz sabe: nestas situações o árbitro deve apontar a posse de bola para qualquer um, e apenas um dos times, com convicção, apito firme para manter a autoridade em quadra. Como eu fui atleta, e como a maioria de nós tínhamos uma relação bem próxima com a modalidade, esta resposta não nos surpreendia. O que me chamou mesmo a atenção foi a frase do instrutor, árbitro internacional:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
“o árbitro, em cada lance, pode ouvir reclamação e xingamentos de apenas um dos times, se ele ouvir dos dois lados ao mesmo tempo, não estará fazendo uma boa atuação em quadra e, neste caso, é lógico que você vai apontar a bola em favor do time que você tem mais afinidades. Um exemplo: eu não gosto do Oscar [o mão santa], e se eu tiver dúvidas, não vou dar a posse de bola pro time dele”.&lt;/blockquote&gt;
Um exagero? Talvez. O fato é que se este tipo de atitude não for intencional, muitas vezes ela pode ser inconsciente, a psicanálise explica. E o mesmo pode acontecer em literatura.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quem é que garante ser idôneo e imparcial full time na vida? Ora, os jurados, em quaisquer áreas, também estão suscetíveis aos desvios conscientes e às armadilhas inconscientes. Quer seja porque um deles se identifica com um tipo de escrita e não outro, ou porque um tema tenha lhe tocado mais fundo, mesmo que o valor literário não esteja aí arraigado, ou o inverso, tem jurados que só analisam a estrutura do texto e deixam de lado o conteúdo, quer seja porque ele tenha reconhecido o estilo do seu amigo escritor e quis dar aquela forcinha, mesmo que o texto não apresente o melhor embate. E tudo isso pode ser um ato inconsciente já que há uma subjetividade intrínseca da qual não se pode dar conta, a psicanálise não se cansa de explicar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O fato é que é preciso acreditar e arriscar. No meio da semana recebi um telefonema dizendo que meu livro, ainda inédito, ficou em 2º lugar no Prêmio Alejandro Cabassa, mulheres cronistas, promovido pela União Brasileira de Escritores. Eu, que ainda não conheço as pessoas que circulam no meio literário. Eu, que apenas um ano e meio atrás decidi que seria escritora, e que seria cronista. Eu, que ainda não sei o caminho das pedras. Eu, que nunca ganhei um tostão com literatura. Eu, que ainda me considero imatura. Eu, que acreditei na diferença do meu texto, preparei o original, submeti ao concurso sem ter tido tempo de mandar o texto para um revisor e pensando que, talvez, quem sabe, uma menção honrosa pudesse me cair nas mãos, já que eu não sou amiga, já que eu não sou conhecida, já que eu não tenho contatos, já que concursos são cartas marcadas, já que isso e aquilo outro e blá blá blá.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sim, estou super feliz com meu 2º lugar. E mais esperançosa com o mundo dos prêmios literários. Eu e as pessoas que me conhecem, que também voltaram a acreditar, não só no sistema, mas em si mesmas:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Como fico feliz! E acho que esta sua batalha nos dá um grande ânimo na nossa vida de nunca desistir! Grata e parabéns!”&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Este foi apenas um dos emails que recebi dos amigos. E a conclusão é aquela, de sempre: é preciso acreditar, dentro ou fora do sistema. Participando ou fazendo resistência. É preciso ter convicções, se jogar no mundo e enfrentar a batalha. Sempre isso, a literatura é como a vida [um momento romântico para finalizar].&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/222590664925072912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/222590664925072912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/ainda-sobre-os-premios-literarios.html' title='Ainda sobre os premios literarios'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_hGGq2Bji6rE/Se_W1rNXa1I/AAAAAAAAI2U/BT414lYiWLA/s72-c/m%C3%A3e_medalhas.gif" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-1348921199620335235</id><published>2014-12-04T11:52:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.360-08:00</updated><title type='text'>Edição Independente ou as Pequenas Editoras?</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://doctorpe.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/P%C3%A9s_Grandes_Pequenos.jpg&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://doctorpe.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/P%C3%A9s_Grandes_Pequenos.jpg&quot; style=&quot;cursor: pointer; float: left; height: 365px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 242px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto muitos escritores têm um editor, eu tenho um gráfico. E há uma diferença nisso porque o cara é do tipo pró-ativo, não perde oportunidades de negócio e, voilá, passou alguns dias na Bienal do Livro aqui em São Paulo. Eu o acompanhei num desses dias e acabei conhecendo um mundo literário que eu desconhecia: parte dos bastidores das gráficas, das editoras, das distribuidoras e dos autores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O passeio pelas distribuidoras foi inusitado. Algumas dão uma atenção especial para os novos autores, desses como eu, outras ignoram. E aí reside a diferença entre os grandes e os pequenos. Ou, aprova-se o poder do capital, claro! As contas não são difíceis. Em média uma distribuidora cobra 60% preço de capa de cada livro que ela vai colocar à venda. Desses, entre 40 e 50% vão para as livrarias (que, físicas ou virtuais, também cobram um jabá extra para colocar o livro na vitrine, de fácil acesso aos visitantes; ou então, esse valor, caso você não seja um best seller é apenas para a estante mesmo). DETALHE: sendo grande ou pequeno, o negócio tem que ser feito através de CNPJ e nota comercial (bem diferente da nota de serviços que eu vou ter com o Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade). Coisas do mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, lá pelas tantas, e tantas horas de Bienal ao lado de um gráfico fazendo seus próprios negócios, perguntas, dúvidas, anseios, conversas e coisa e tal. Quanto custa um estande na Bienal? 600 reais vai só para o chão e é o preço do metro quadrado. O mínimo permitido são de 24 (se não me engano), o que dá 14.400 reais. A Bienal oferece um estande básico, com armação básica, cujo serviço é 150 reais o metro quadrado (não sei se inclui o aluguel da estrutura). Ok, conta simples: 3.600 mais 14.400 resulta em basicamente 18.000 reais. E aquela ideia de ter um estande pro Letra Corrida daqui dois anos, vai indo água abaixo. Porque ainda tem toda a decoração, o material de divulgação, o material de exposição e coisa e tal! Blá! Por baixo, assim, baixinho, bem se vai uns 25.000 reais para ter o mínimo do mínimo numa Bienal. E não esqueça: nem estou dizendo ainda dos recursos humanos, afinal, o estande precisa contar com um pessoal para recepcionar o público e coisa e tal! Blá! A solução, pra daqui dois anos, seria juntar uns 150 autores independentes e dividir o espaço. 200 reais pra cada um. É. Pois é! Com uma boa logística, até que seria bem interessante. Quem topa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda nessa contagem do mercado editorial, e eu sou capitalista sim, analiso custo, benefício, tento identificar a margem de lucro e o preço real da coisa toda só pra evitar abusos, o que nem sempre consigo, não é difícil encontrar pelo mundo editorial a discussão das pequenas editoras, das pseudo editoras e das grandes editoras. Observe:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
“Um autor não deve pagar para ser publicado. Um autor não deve aceitar jamais comparticipar custos de publicação com a editora. Um autor deve exigir pagamento pelos direitos de autor e esse pagamento nunca deve vir em forma de descontos ou promessas ou festas de lançamento. Um autor nunca deve pagar por exemplares de uma obra sua se não tiver recebido um livro sequer. E estas coisas envolvem sempre uma coisa chamada contratos. Exijam sempre um contrato e depois leiam as entrelinhas todas.” (Safaa Dib, editora)&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde que li essa frase, muitas questões adentraram meus pensamentos. Afinal, qual é a função de um editora? Por que eu deveria pagar para ter meu livro publicado por uma delas? E por que é tão difícil assim o acesso para as grandes editoras? O mercado certamente me daria boa parte dessas respostas, mas, vamos aos acontecimentos na própria Bienal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gráfico, que não é só meu gráfico, mas de muitas outras pessoas, e editoras, e coisa e tal, me apresentou algumas delas. Gente bacana, por certo. A minha divergência está no capital e no idealismo da coisa mesmo. Uma das conversas deu-se mais ou menos assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Cena] Diálogo entre eu e uma moça de uma dessas editoras que a gente paga para publicar. E, diga-se em passagem, gasta-se geralmente o dobro para publicar numa dessas editoras do que fazer tudo sozinho em uma gráfica especializada. Digo no taco a taco de achar um capista, e pagá-lo, achar alguém para diagramar o livro, e pagar esse alguém (a profissional que meu gráfico indicou cobra cerca de 1.000 reais os dois trabalhos, e claro que vai depender do número de páginas). Pagar ISBN, código de barras, ficha catalográfica, cadastro de autor-editor (as editoras não gastam com isso, e o autor-editor paga apenas uma vez essa taxa), direitos autorais, impressão e distribuição (hein?... alôoo, pequenas editoras... distribuição é importante!!!).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se em média gasta-se 50% a mais contratando um serviço especializado, e a dificuldade é mesmo achar um bom capista e um bom diagramador (já que as gráficas geralmente oferecem orçamentos pela internet e os dados burocráticos são todos feitos por correios ou através da própria internet), então, o que justificaria esses 50% a mais? Distribuição. Claro! Vamos ao papo:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
- tá, me dá uma razão para eu gastar 5mil e publicar com vocês...&lt;br /&gt;
- seu livro vai fazer parte de um projeto editorial.&lt;br /&gt;
- meu livro já tem um projeto editorial, capista e diagramador.&lt;br /&gt;
- ah, entendi, seu livro está pronto, mas mesmo assim, precisamos fazer alterações e padronizar seu livro de acordo com nossa proposta editoral.&lt;br /&gt;
- (opa, perdi a individualidade, coisas institucionais). Ok. Mas eu digo de alcance. Quero saber a vantagem de publicar um livro com vocês em termos de alcance.&lt;br /&gt;
- bom, nós não garantimos a venda do seu livro, isso você tem que ver com seu próprio livreiro! Nós deixamos à venda no nosso site e no site da Livraria Cultura (aqui paga-se um extra, óbvio).&lt;br /&gt;
- (eita, mais um custo, livreiro, sinônimo para distribuidor? Talvez. E se está à venda, pressupõe um contrato de direitos de autor e, da venda desses livros, 10% é pro autor, 40 a 50% pra livraria, o que sobra entre 30 e 40% para o próprio editor que, até aqui, não gastou um centavo). Não vejo grande vantagem de eu não fazer uma publicação independente, se eu tenho capista, diagramador e gráfico.&lt;br /&gt;
-[uma voz de homem que veio de fora] Nada garante que você venda seus próprios livros.&lt;br /&gt;
- eu vou gastar o dobro com vocês, e nada me garante que vocês vendam o meu livro. Eu, a depender de mim, vou me esforçar mais do que vocês, que fazem negócios (às custas do autor, claro, mas suprimi essa parte).&lt;br /&gt;
- e você acha que é fácil? Eu estou no mercado à 7 anos e tenho 50 títulos.&lt;br /&gt;
- (ora pois, se hoje ele tem 50, ele começou com 1, a conta é simples, por que eu não posso?) Aposto que você começou sua editora porque você achou difícil publicar com grandes editoras e caro publicar com as pequenas (é óbvio que aí está um negócio em potencial).&lt;br /&gt;
- [silêncio]&lt;br /&gt;
- eu só quero saber um bom motivo para publicar com vocês, que faça com que eu gaste o dobro (afinal, existem custos que valem à pena, e se fosse eu representando o Letra Corrida, daria mil razões e outros mil benefícios, podem crer). Eu posso contratar uma distribuidora.&lt;br /&gt;
- e você sabe quanto cobra uma distribuidora?&lt;br /&gt;
- (será que esse foi o sinal de que, de fato, eles não trabalham com uma?). Sei sim, cerca de 60%.&lt;br /&gt;
- e você não acha caro?&lt;br /&gt;
- acho que eu teria 40% de retorno, em vez dos 10% relativo aos direitos autorais (falo de uma produção independente como esta que estou me aventurando).&lt;br /&gt;
- [o homem se aborreceu!] Bom, boa sorte com seu livro!&lt;br /&gt;
- Obrigada!&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que cada um tem que avaliar e saber o que é melhor para si. Com uma gráfica, cuidando de todo o processo que, sim, é trabalhoso e moroso, gasto cerca de 50% a menos e recupero o investimento, contando os gastos com o lançamento, vendendo entre 200 e 250 livros, da minha tiragem de 500. Parece muito, mas acho ser bem possível. Bem diferente de eu vender através de uma editora a me pagar 10%. É preciso vender bem mais que 500 livros para qualquer retorno do dinheiro. Nenhum autor fica rico no Brasil, mas tem muitas editoras que tiram o pé da lama, com certeza!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é claro que depende dos objetivos de cada um. Por certo que há uma vantagem em se fazer tudo por uma editora. Ela vai fazer praticamente todo o processo de edição sozinha e coisa e tal. Mas se a questão é ter um livro publicado, não vejo vantagens. No meu caso, também não vejo vantagem em associar meu nome às pequenas editoras. Mas é preciso começar de algum lugar, disso eu não tenho dúvidas. E, se todos os cálculos e metas que propus ao meu projeto derem certo, eu tenho um saldo de 250 livros que ainda posso mandar para alguma distribuidora. É que, a partir daí, qualquer venda passa a ser lucro, mesmo que mínimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você, qual o seu caminho?</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/1348921199620335235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/1348921199620335235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/edicao-independente-ou-as-pequenas.html' title='Edição Independente ou as Pequenas Editoras?'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-8323069368649070476</id><published>2014-12-04T11:47:00.000-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.967-08:00</updated><title type='text'>Ferramentas e aplicativos para escritores</title><content type='html'>Tá, eu sei, eu deveria estar imersa no texto do doutorado para entregar ainda nesse ano. Ok, ok. Eu confesso, estou atrasada pacas, e os amigos já estão sentindo minha ausência e coisa e tal. Até hoje não agradeci nas redes sociais os parabéns pelo aniversário e os parabéns pelo lançamento. E do dia 5 de outubro já se vão 1 mês e 10 dias. Blá, talvez eu consiga me redimir antes do natal. Esse parágrafo é um molho? Ou mesmo uma introdução? Ou sei lá o quê? Fico com a última opção e, talvez, com um pedido de desculpas aos que deixei na mão. Que coisa!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, então, voltando às desculpas, antes de eu editar as fotos do lançamento - obrigada a todos que participaram, presencial ou mentalmente -, um software interessante (para escritores!) que achei na internet procurando uma linha do tempo pro doutorado (que é em esporte!). É a tal da lógica googleana. Vamos lá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;STORY BOOK&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.techsupportalert.com/files/images/storybook.jpg&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.techsupportalert.com/files/images/storybook.jpg&quot; style=&quot;cursor: pointer; float: left; height: 281px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 400px;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Basicamente, um assistente de texto para evitar histórias sem sentido! Sim, estamos falando de grandes histórias, como romances, novelas, roteiros de cinema. Que tenham bastantes personagens, conflitos, características peculiares e coisa e tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Qual seu ponto de lógica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Se apoia na coerência textual e ajuda o escritor a manter uma visão geral da história (roteiro) enquanto escreve. Calcule então o trabalho do escritor para manter a coerência do texto com tantos personagens e cenários distintos. É, pois é... o software foi feito para facilitar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Como se dá sua gestão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Se a trama se complica em muitos caminhos, o StorYBook desembaraça. A gestão das diferentes vertentes é feita a partir da listagem de atores e os lugares onde as ações acontecem. O inter-relacionamento entre estes dois blocos mantém o texto coeso. As informações ficam disponíveis em fichas que podem ser acessadas a qualquer momento. Cada eixo do enredo recebe uma cor distinta para facilitar a identificação. De acordo com&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://storybook.softonic.com.br/&quot;&gt;Rafael Videiro&lt;/a&gt;, com o Story Book, se a mocinha se casar com o mocinho e o bandido, não será falta de coerência. Será falta de vergonha. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Quem criou?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Criado e mantido por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://storybook.intertec.ch/joomla/&quot;&gt;Martin Mustun&lt;/a&gt;, disponível para download&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://storybook.intertec.ch/joomla/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e contém uma versão em português desenvolvida por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://bardo.castelodotempo.com/&quot;&gt;Cárlisson Galdino&lt;/a&gt;. Este último, pra facilitar ainda mais, fez um tutorial de uso do programa que você pode acessar&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://bardo.castelodotempo.com/artigos/storybook-ferramenta-para-escritores&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, um bom programa... será que serve pro doutorado? Quem sabe, né? Não custa tentar verificar a coerência do texto acadêmico com ele. Um absurdo? Talvez. Depois eu conto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bons escritos para todos nós. E boas leituras!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já existe àlgum tempo, mas apenas agora me deparei com o recurso. ainda não testei. Falta de tempo. Que tal você experimentar e, depois, voltar aqui para contar? Crie suas próprias histórias interativas com&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://gimcrackd.com/etc/src/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Twine&lt;/a&gt;, software livre que permite você organizar graficamente a sua história como um mapa que pode ser reorganizado enquanto você trabalha. Uma opção criativa. O resultado é uma página na web e você facilmente poderá divulgá-la entre seus amigos, em formato html. Divirta-se!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Piadas à parte com o título, Unbound – Ajuda os escritores a decidirem o tema de seu próximo livro. Desde que conheci o site&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://br.wwwhatsnew.com/&quot;&gt;wwwhat´s new&lt;/a&gt;&amp;nbsp;aprendo e descubro coisas novas todos os dias. Adoro principalmente as dicas da Denise Helena, que fez esse achado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;post-title&quot;&gt;
&lt;h1&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.wwwhatsnew.com/2011/06/unbound-%E2%80%93-ajuda-os-escritores-a-decidirem-o-tema-de-seu-proximo-livro/&quot;&gt;Unbound – Ajuda os escritores a decidirem o tema de seu próximo livro&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;meta&quot;&gt;
Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;Denise Helena&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- 03/06/2011&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-full wp-image-18477&quot; src=&quot;http://br.wwwhatsnew.com/wp-content/uploads/2011/06/unbound.jpg&quot; height=&quot;276&quot; title=&quot;unbound&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você gostaria de ler um livro sobre algum evento histórico específico, escrito pelo seu autor favorito ou sobre uma questão técnica, também desenvolvido por alguém já conhecido,&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://unbound.co.uk/&quot;&gt;Unbound&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;pode ser o que procura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este é um projeto que permite aos escritores receberem feedback de seus futuros leitores. Segundo comentam, já contam com bastante nomes conhecidos, e muitos que estão iniciando neste universo. Os leitores podem ajudar a definir o tema do livro, analisando as idéias apresentadas. Quando uma idéia recebe um número suficiente de “votos”, o escritor começa a trabalhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o desenvolvimento do livro, podemos ser informados sobre seu status, podemos aparecer na seção de agradecimentos, obtermos descontos e bônus … enfim, participar, quem sabe, de um próximo best-seller.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ótima idéia, e agora só nos resta torcer para que recebam a atenção de muitos grandes escritores e aumentar, assim, sua popularidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No site &quot;Escola Criatividade&quot;, surgiu este post com 15 aplicativos web para organizar a vida de quem escreve. Não concordo com todos, mas o texto é uma ótima visão de como estes recursos otimizam o tempo de trabalho... ah se eu fosse assim, organizada... rsrsrs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.escolacriatividade.com/aplicacoes-web-indispensaveis-para-quem-escreve/&quot; rel=&quot;bookmark&quot; title=&quot;Link para 15 Aplicações Web indispensáveis para quem escreve&quot;&gt;15 Aplicações Web indispensáveis para quem escreve&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;postmetadata&quot;&gt;
&lt;em&gt;14-04-2011, em&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.escolacriatividade.com/categoria/aplicacoes/&quot; rel=&quot;category tag&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Aplicações&quot;&gt;Aplicações&lt;/a&gt;, por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.escolacriatividade.com/author/diogo-espinha/&quot; title=&quot;Posts de Diogo Espinha&quot;&gt;Diogo Espinha&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://springpadit.com/home/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;1. SPRINGPAD&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Springpad é uma aplicação gratuita que é ótima para manter organizadas as suas notas e marcadores, de forma fácil e intuitiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://wridea.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;2. WRIDEA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Wridea é uma das melhores aplicações web para você tirar as suas notas e ideias. Desta forma, será impossível você esquecer alguma ideia que teve!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.autocrit.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;3. AUTOCRIT&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Autocrit é uma aplicação web que lhe permite editar e criar o seu livro de forma rápida. Tem funcionalidades de detecção de erros e outras ferramentas úteis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://wordpress.org/extend/plugins/editorial-calendar/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;4. EDITORIAL CALENDER&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Com Editorial Calender você poderá determinar, organizar e estipular como e quando você irá fazer os seus artigos. É um plugin&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.escolawp.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;WordPress&lt;/a&gt;&amp;nbsp;extremamente útil para quem escreve com regularidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.zemanta.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;5. ZEMANTA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Zemanta é como um conselheiro virtual. Enquanto você executa as suas tarefas de blogagem, Zemanta dá-lhe dicas e sugestões úteis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.instapaper.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;6. INSTAPAPER&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Instapaper é uma aplicação web simples para você guardar páginas web para ler mais tarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.evernote.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;7. EVERNOTE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Evernote será provavelmente a aplicação mais completa da nossa lista. Permite-lhe guardar todo o tipo de notas, sejam elas em texto ou multimédia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.aviary.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;8. AVIARY&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Aviary é uma aplicação simples que lhe permite retocar rapidamente imagens que pretenda utilizar nos seus artigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://reader.google.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;9. GOOGLE READER&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Ler o que outros blogueiros escrevem é uma tarefa comum aos melhores blogueiros da acualidade. Se você realmente quer dar esse salto, expanda os seus horizontes com Google Reader e fique a par do que os seus colegas blogueiros escrevem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://wufoo.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;10. WUFOO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Com Wufoo você poderá criar formulários de contacto, inquérito online e convites de forma rápida e fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://polldaddy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;11. POLLDADDY&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;PollDaddy é a melhor maneira de você perceber o que pensam as outras pessoas. Criando votações, você poderá ter uma melhor ideia daquilo que os seus leitores acham das suas criações!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.bibme.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;12. BIBME&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Bibme permite-lhe ter uma bibliografia formatada pelo serviço, de forma profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://hootsuite.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;13. HOOTSUITE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Um ponto importante para os editores e escritores é manter contacto com os seus seguidores. Agora que milhões de pessoas utilizam o Twitter e Facebook, você tem mesmo de entrar nesta área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://docs.google.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;14. GOOGLE DOCS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Google Docs é uma aplicação web super completa que lhe dá acesso a folhas de cálculo, de texto e outras online.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://loosestitch.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;15. LOOSESTITCH&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Com Loosestitch você poderá criar brainstorms e partilhar as suas ideias com os editores. É simples e rápido!&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;zemanta-pixie&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;zemanta-pixie-img&quot; src=&quot;http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=927c62ee-b20f-8c3d-a8ca-f544ca7fd682&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/8323069368649070476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/8323069368649070476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/ferramentas-e-aplicativos-para.html' title='Ferramentas e aplicativos para escritores'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-5969881246210540227</id><published>2014-12-04T11:45:00.003-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.157-08:00</updated><title type='text'>De olho nos editais</title><content type='html'>Cartas marcadas? Mesmo sabendo que existem, sempre vale a pena tentar. Exatamente o porquê eu não sei. Para sentir a alegria do blá-blá-blá, talvez. Os acadêmicos ainda podem colocar uma nota no curriculo Lattes, que tem de tudo, que cabe um tudo, e que conta cada espirro que a gente dá. Fico cá pensado se coloco um item sobre a geladeira da brastemp que ganhei num desses concursos de frases, e o curso no Festival da Mantiqueira, dos pequenos concursos escolares, aquele da Associação Nacional de Jornais, um papelzinho: parabéns, seu texto está entre os 50 melhores. Hein? Que coisa estranha. Receber uma carta dessas causa certa frustração, muitos avos por fração. E quem é que vive com dúvidas de uma distância numérica tão grande? Descobri que eu precisava de um portfólio literário, mesmo não o tendo, para conseguir editais, prêmios e concursos. Também não tenho graduação em letras, nem em comunição, nem em qualquer área correlata. Treinamento em Esportes, bacharelado mesmo, nada de licenciatura. Corpo, quadra, bola. Lígua que gerencia corpo, quadra, bola. Letra que constituem frases: estas pernas rápidas e ágeis, estes braços longos, este arremesso preciso. Tem tudo a ver. Fonema e corpo, mas muitos não se dão conta, preferem a dicotomia. Corpo-corpo, mente-mente. Talvez isso não tenha nada a ver, mas foi na intersecção que construí meu portfólio literário, mesmo sem tê-lo. Mas era preciso criar ações com resultados rápidos para, então, tê-lo. E surgiram projetos, mais corpo-a-corpo literário do que papel e computador. O livro de crônicas espiralado de textos juntados escritos pra cá, pra acolá, num vai-vem. 65 folhas em A4, TNR, espaçamento 1,5. Algo me dizia: curto para um concurso, textos desconexos que precisam de alinhavo. Talvez mais umas 10 crônicas, quem sabe, um pouco mais do tempo que não existia. Prazos. Apenas uma arrumação para um leve alinhavar, constituir uma unidade, um todo para um pequeno volume, um ok para um adiamento caso não fosse possível naquela tentativa qualquer láurea. Já me contentaria com uma mensão honrosa. Depois, ações em prol da literatura, coisas de quem sempre foi professor ou de quem sempre olhou pro lado da formação, do estímulo, da vontade que, de mim se ajunta aos outros, um todo. E em pouco tempo, um portfolio literário.</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5969881246210540227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5969881246210540227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/de-olho-nos-editais.html' title='De olho nos editais'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-5962277608284048329</id><published>2014-12-04T11:45:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.113-08:00</updated><title type='text'>O Projeto Literário - Tópicos interessantes</title><content type='html'>Das novidades de janeiro: doutorado, doutorado, doutorado. Acho fácil escrever, é só iniciar com uma letra maiúscula e terminar com o ponto final. Mas acho trabalhoso. E muito. Aquela palavra ali não está soando bem, talvez o sentido seja outro... É quando a pesquisa começa. Pelo menos no dicionário. Recebi o modelo de relatório de 90 dias para ser entregue para a funarte. Tópicos interessantes, principalmente para quem pensa num próximo projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
1. descreva a que público se destina a obra e o que o levou a escrever para este público.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
2. descreva as atividades envolvidas em cada etapa do projeto, como se deu o processo de criação em determinada etapa, se realizou alguma pesquisa, se participou de seminários, feiras, encontros sobre a literatura.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
3. se o projeto contou com outro apoio financeiro: governos municipal, estadual e federal, Ongs, entidades do sistema S (Senai, Sebrae, Sesi, Sesc, Senac), entidades privadas.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
4. descreva a obra concluida, relatando a quantidade de capítulos, o número de páginas, as referências utilizadas, se houver, entre outras ações conclusivas que achar pertinente.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
5. descreva os benefícios que o projeto trouxe para o artista proponente no desenvolvimento do seu processo criativo.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
6. descreva os benefícios que a obra trará para a área de política pública do livro/leitura.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
7. descreva as dificuldades encontradas e como elas foram solucionadas.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
8. exponha outras observações que considerar importante e/ou liste os anexos, materiais de divulgação, textos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Eu nunca tinha pensado o quão coincidente é o trabalho de um escritor ficcional com um pesquisador científico. Ok, anotadas as dicas para o próximo projeto... em literatura científica? E eu achando que estava virando a mesa, trocando de área, indo atrás do meu sonho, continuo a pesquisar e escrever, pesquisar e escrever, pesquisar e escrever. É, quem foi que disse que a literatura é assim tão distante do corpo. Língua e corpo. Essas pernas volezes, esses braços longos, mãos e pés que constituem uma literatura de quem sou. Letra e músculo. Prosa e pele. Minha chuteira no armário esperando apenas montar as palavras que dou de pênalti.</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5962277608284048329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5962277608284048329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/o-projeto-literario-topicos.html' title='O Projeto Literário - Tópicos interessantes'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-2327866937828071816</id><published>2014-12-04T11:40:00.003-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.618-08:00</updated><title type='text'>O escritor deve sofrer para escrever?</title><content type='html'>*&amp;nbsp;&lt;b&gt;Acha que o escritor deve sofrer para escrever? Deve vivenciar fatos e emoções que tornem sua obra mais crível? Que deve escrever sobre coisas, fatos e emoções que realmente conheça, ou isso é apenas para os mais extremistas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://magickalgraphics.com/Graphics/Occult/BooksCandles/book7.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://magickalgraphics.com/Graphics/Occult/BooksCandles/book7.gif&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
É mais fácil escrever sobre aquilo que se sabe, não tenho dúvidas. E talvez a pergunta seja outra que não essa, mas: uma pessoa para ser tornar um &quot;grande&quot; escritor deve ter sofrido na vida? Lendo o livro &quot;A Louca da Casa&quot; de Rosa Montero há um que desse sofrimento imprenscindível necessário à alma dos escritores como se as linhas poéticas e o texto em prosa só pudessem existir através da dor, da miséria, da guerra, do holocausto, da deficiência física ou mental, do fascismo, da ditadura, da exploração sexual, da pedofilia ou daquilo que dizem ser podre na humanidade. Basta vermos os temas que a maioria dos prêmios literários conferem. Por um lado não nego que uma das funções da literatura é justamente essa, a de retratar a sociedade através de sua crueldade e fazer dessa obra um alerta, mais do que um retrato. No entanto há um algo dentro de mim que diz: e seu eu não estiver afim? Quer dizer, será mesmo que para ser um escritor reconhecido e laureado é necessário escrever apenas sobre esses temas como reflexo da sua própria dor? O filho eterno, os avós que fugiram da guerra - quer dizer, dos escritores brasileiros jovens, quais deles entendem realmente o significado da guerra? Ou mesmo os jovens escritores africanos que passaram a vida toda em Portugal ou na Europa desde os três anos de idade - o quê esses jovens escritores tem a dizer? Qual é o tamanho da dor deles não fosse os noticiários da tevê ou aquilo que é legado familiar? Porque é bem claro que ainda existe uma negação para uma escrita feita de marginalidade, os cordéis, os raps, os funks, uma série de manifestações que os letrados ainda ignoram. Em lugar, aplaudem aqueles que dos marginalizados escrevem o que torna a coisa toda, de certo modo, um tanto irônica. O quê uma jovem de classe média que mora no Rio de Janeiro tem de experiência em rinhas ou porcos abatidos? Qualquer um pode escrever e fazer literatura. É preciso apenas uma ideia na cabeça, uma vontade e tempo.&lt;/blockquote&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/2327866937828071816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/2327866937828071816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/o-escritor-deve-sofrer-para-escrever.html' title='O escritor deve sofrer para escrever?'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-1701301329970121275</id><published>2014-12-04T11:40:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.468-08:00</updated><title type='text'>Todo escritor tem uma linha temática em sua literatura?</title><content type='html'>Dessa vez, uma dobradinha no projeto: eles me entrevistam.&lt;br /&gt;
por Cezar Fittipaldi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&amp;nbsp;&lt;b&gt;Consegue ter em mente uma linha temática em sua literatura? Acha que o artista deve transmitir suas crenças e valores, ou a arte independe de ideologias e deve ser apenas entretenimento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.bibliotheca.org.uk/wp-content/uploads/2010/12/book.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.bibliotheca.org.uk/wp-content/uploads/2010/12/book.jpg&quot; height=&quot;133&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Fatalmente meus textos recaem sobre o sujeito. Talvez seja por isso que eu quis, antes de escrever contos ou outros estilos, ser cronista. É o que não se vê, os conflitos que estão dentro que me interessam. Como cronista eu posso expor o meu dentro e o meu grito. Assim, dito em primeira pessoa. A partir do momento em que o cronista parte de sua própria realidade, sua concepção sobre o mundo, o que é real e o que é imaginário se confundem no texto. As crônicas literárias têm um estilo característico, diferente dos textos de opinião. E essa confusão entre os dois tem me incomodado ultimamente, principalmente com a internet, onde qualquer texto de blog vira crônica (ou artigo) quando, ao meu ver, são textos de opinião. Acredito que o escrever sempre levará ao outro algo daquele que escreve. Um algo que pode ter muitas interpretações das quais o leitor não distinguirá o que dali é realidade, fato ou ilusão. Digo isso tanto em relação às crônicas quanto em relação aos contos. Ainda não me aventurei no romance, mas creio que tenha semelhanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artista tem que fazer o que ele acredita. Nem todo escritor é um artista e um grande artista pode trabalhar apenas para fins de entretenimento. Acho fundamental existirem livros para entreter, de fácil linguagem e acesso, com histórias feitas para todos, com qualquer história que desperte interesse em qualquer pessoa, uma única que seja. O que não dá é tornar a literatura inacessível e as pessoas continuarem acreditando que não é para elas, que literatura é aquele algo de linguagem culta preso aos acadêmicos e aos críticos literários. Por isso as propostas do Letra Corrida: Ateliê de Literatura e Criatividade têm como principal objetivo tornar a literatura possível para todos, por isso são atividades itinerantes sem distinção de público, idade ou nível de formação educacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/1701301329970121275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/1701301329970121275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/todo-escritor-tem-uma-linha-tematica-em.html' title='Todo escritor tem uma linha temática em sua literatura?'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-6386834660343237805</id><published>2014-12-04T11:38:00.000-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.273-08:00</updated><title type='text'>O suporte digital como futuro da literatura</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você considera o suporte digital o futuro da literatura? Ou é uma saudosista que vê livros com papel, capa, cheiro de livros e colocados em estantes?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não é possível negar o avanço tecnológico uma vez que já podemos nos deitar com um livro em mãos, digo dos e-readers e e-books, e sem malabarismos para segurar aquelas 500 páginas em peso e tal. Ainda me lembro do peso do conhecimento que carregava nas costas, na época de estudante, antes das mochilas de rodinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De outro lado, fico pensando nessa questão dos direitos autorais e da pirataria. Se cada livro de papel é passado de mão em mão, cada arquivo digital atinge muito mais pessoas. Pensando nisso que pretendo, num futuro próximo, colocar o Língua Crônica em suporte digital, com opção de impressão sob demanda, para os saudosistas. Neste momento, confesso, a pirataria não me incomoda. Não sei se um dia serei fisgada pelo capitalismo que impera por detrás da discussão. Talvez. Sei que a edição autoral do meu livro ainda não se pagou. Quem sabe um dia. Só que nessa busca ao sol, como dizem por aí, quero mais é estar em todos os lugares. Acho que Paulo Coelho concordaria comigo, só gostaria que ele incluísse no site onde ele próprio disponibiliza seus livros em arquivo digital, gratuitamente, seu primeiro livro, Arquivos do Inferno, que dizem ser muito bom, mas que ele próprio renegou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda continuando com a resposta, até alguns anos atrás eu era cri-cri, não emprestava livros e eu própria tinha uma necessidade de sequer não abrí-lo totalmente pra não estragar a lombada. Era importante que eles ficassem sempre novos e, depois de lido, ali na estante, brilhando. Sem uma marquinha sequer. Um Deus intocável. Então eu comecei a ver as coisas de outra forma e passei a enxergar os livros como uma necessidade urgente do país, de todos. E das minhas prateleiras eles começaram a voar, de mãos em mãos, muitos deles sem voltar. E que não voltem, que se vão até se esgotarem, porque, sim, livros se esgotam, às vezes ficam ultrapassados e quando isso acontece, no meu caso, viram book arts, mas essa é outra história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que tudo tem um contra-ponto. Acho que os livros em papel ganharão versões mais artísticas, como um presente de luxo, algo para colecionadores. Se pararmos para pensar, os LP´s estão voltando com tudo, uma prova de que os suportes antigos podem continuar extistindo junto com os novos, sem problemas. De qualquer forma, acredito que essa seja uma realidade distante, o livro em papel ainda receberá investimentos porque ele ainda é o acesso mais fácil para expandir.&lt;/blockquote&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/6386834660343237805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/6386834660343237805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/o-suporte-digital-como-futuro-da.html' title='O suporte digital como futuro da literatura'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-2418006179874137576</id><published>2014-12-04T11:36:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.727-08:00</updated><title type='text'>Afinal, o que é viver de literatura?</title><content type='html'>Da série: Eles me Entrevistam.&lt;br /&gt;
Pergunta enviada por Cezar Fittipaldi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;No panorama da literatura brasileira atual, contemporânea, há uma evidente aura de globalização. Alguns autores estão sendo traduzidos no exterior, existem várias correntes surgindo, temos até um &quot;best seller&quot; global, Paulo Coelho. Tem pretensões de viver exclusivamente da literatura? E em caso afirmativo, pode detalhar as estratégias para tal?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSIpX36Bt6lDaAefqFIM8Btd74m3tp97NV250zoubOQt76BKX8tJUSb1L3-Z2koacoB8WYUU8zrInW9JyeXTZlmNvdaLqEzrxNdNL_WgMp-HMKMr4Hjgj4dlbvHEF-s7XRt9sWXpRAndE/s1600/literatura.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSIpX36Bt6lDaAefqFIM8Btd74m3tp97NV250zoubOQt76BKX8tJUSb1L3-Z2koacoB8WYUU8zrInW9JyeXTZlmNvdaLqEzrxNdNL_WgMp-HMKMr4Hjgj4dlbvHEF-s7XRt9sWXpRAndE/s320/literatura.jpg&quot; height=&quot;192&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Quando me foi pedido para que eu escolhesse um curso superior para fazer, eram três as possibilidades: educação física (a mais óbvia porque o esporte era a coisa mais presente na minha vida até aquele momento), as artes plásticas (porque além do esporte eu gostava de criar com as mãos) e a matemática (por conta do raciocínio lógico, dos desafios de resolver problemas e equações mesmo sendo tão dislexa com a aritimética). Nunca consegui me imaginar numa sala vestindo terninhos e sapatos altos para encarar uma empresa. A matemática para mim não tinha esse caráter docente, enxergava mais como uma forma de pensamentos complexos de cálculos abstratos, que sempre foi o que me fascinou. Foi a primeira carreira que tirei do bolo. As artes plásticas sairam fora depois de a mesma frase martelar a minha cabeça muitas e muitas vezes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- um artista não é um curso de graduação,&lt;br /&gt;
- um artista não é um curso de graduação,&lt;br /&gt;
- um artista não é um curso de graduação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário sempre achei necessário ter uma formação para trabalhar com o corpo. Talvez pelo fato de eu ter sido vítima de especialização precoce - muito treinamento físico em idade inadequada - , o que contribuiu para eu querer outras coisas além do esporte profissional como carreira. Mas por quê estou contando todo esse percurso? Sempre me pareceu desnecessário um escritor precisar de um conhecimento técnico que nãos fosse um bom domínio da língua e isso uma boa formação escolar era capaz de oferecer os recursos necessários. O aprofundamento de temas também sempre me pareceu claro depender do amadurecimento de cada um, das experiências de vida e da forma como cada pessoa compreende, escreve e lê o mundo. A curiosidade que vejo, agora refletindo, é que em nenhum momento sequer passou pela minha cabeça a opção do curso de letras já que eu ficava tardes e tardes escrevendo, escrevendo e escrevendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digo de tudo isso porque, uma vez que sempre estive longe da mecânica do universo das letras, tanto em relação às críticas literárias, às suas correntes, ao processo mercadológico que aí estão envolvidos, fica muito evidente que eu não faço uma correta ideia do que, hoje, é considerado literatura contemporânea brasileira. Sequer de outro país. Sei de alguns autores que estão em evidência. Alguns eu li, outros não. Sei de autores que, fora desse circuito mercadológico, têm seus nomes respeitados mas eu, embora procure, não sei quem, de fato, são. Sei que Nelson de Oliveira vem produzindo coletâneas e mais coletâneas para divulgar os novos nomes de nossa literatura. Mas acredito que sejam os novos nomes que o próprio Nelson de Oliveira conhece por uma coincidência ou outra ou por pertencerem ao mesmo grupo de pares. Uma indicação aqui, outra ali, mais uma acolá. E me incomoda pensar que para cada rótulo que se cria, como forma de mídia, se deixa de lado um tanto de outras possibilidades e de escritores que nós sequer sabemos que existem. Fico até pensando, caso algum dia eu seja convidada a participar de tais compêndios, até que ponto esta mistura que se cria entre os rótulos e os autores correspondem às minhas expectativas literárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me incomoda, hoje, não saber traçar um panorama consistente deste mundo que chamam literário. Acompanho dele o que posso, frequento festas, lançamentos, bibliotecas e livrarias. Estou sempre rodeada de um livro, uma frase, um blábláblá. Sei que os envolvimentos, como os romances, precisam de tempo para se constituirem e se estabelecerem. Desta forma, acho que só serei capaz de responder a essa pergunta, com maior precisão, daqui alguns anos. Até lá, claro que tenho uma estratégia, planos mirabolantes para, daqui quatro ou cinco anos eu poder viver exclusivamente de minha literatura. E o &quot;minha&quot; aí posto nessa frase faz toda uma diferença. Pra mim, que sou de outra área de formação e CLT, viver de literatura é um conceito abrangente. Se eu viro a mesa, deixo minha primeira opção de carreira de lado para encarar a literatura, montar oficinas de criação literária, montar projetos de estímulo à leitura e muitas outras ações parecidas correspondem a esse viver de literatura. Mas creio que a pergunta que foi feita vá um pouco mais além. Diz da ideia de eu querer viver da renda de meus livros vendidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que eu não vejo de uma forma ruim, e acho perfeitamente possível, poder fazer dos livros de contos, crônicas e romances o meu cofrinho principal, principalmente se ele, somados mais uns quatro ou cinco anos, se tornar um algo auto-sustentável. Mas acho pouco. Caso isso aconteça e, sim, eu tenho uma estratégia para isso (digo sempre que me aposentarei aos 40 anos, junto com o término dos Jogos Olímpicos a ser realizados aqui no Brasil), estarei correndo atrás de outros desafios. Talvez eu decida começar tudo de novo, mais uma vez, e escolher uma nova profissão. Talvez eu queira viver das artes plásticas ou volte para a graduação para estudar cálculo diferenciado. Metade de mim já tem vontade uma vontade política e talvez este também seja um novo caminho. O que eu sei, por enquanto, é que as estratégias pertencem a mim. Aos poucos vou as revelando, na medida em pesquiso e aprendo mais sobre o mundo literário. Quem acompanha o blog já sabe um pouco como eu penso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PARTICIPE!&lt;br /&gt;Deixe sua pergunta para a tag &quot;Eles me entrevistam&quot; e mate sua curiosidade.&lt;br /&gt;É fácil, use os comentários para deixar sua pergunta ou sua opinião sobre os temas aqui debatidos!&lt;/b&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/2418006179874137576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/2418006179874137576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/afinal-o-que-e-viver-de-literatura.html' title='Afinal, o que é viver de literatura?'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSIpX36Bt6lDaAefqFIM8Btd74m3tp97NV250zoubOQt76BKX8tJUSb1L3-Z2koacoB8WYUU8zrInW9JyeXTZlmNvdaLqEzrxNdNL_WgMp-HMKMr4Hjgj4dlbvHEF-s7XRt9sWXpRAndE/s72-c/literatura.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-4120402384160154977</id><published>2014-12-04T11:35:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.392-08:00</updated><title type='text'>Se você quer ser um escritor, estabeleça um plano</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://ospassarinhos.files.wordpress.com/2010/07/143_pb1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://ospassarinhos.files.wordpress.com/2010/07/143_pb1.jpg&quot; height=&quot;145&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
No próximo dia 30 entrego o livro para a Funarte. Também é o dia da qualificação do meu doutorado em esportes. E tem exatos 4 anos e meio que eu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. decidi ser escritora (reconhecida e blábláblá e coisa e tal)&lt;br /&gt;
2. entrei no curso de doutorado em esportes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tracei o plano aos 30, quando nasci de novo, boêmia. Uma ideia simples: arrumar uma fonte de finaciamento em que me desse mais tempo para o mundo das letras do que aquele que eu tinha. E para este ganha-pão, um ofício que eu pudesse tirar de &quot;letra&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estratégia: dedicar-me às disciplinas e ao doutorado no primeiro ano para, na contrapartida, e me distrair, continuar na boemia e ir em todos os eventos literários que eu soubesse existir {só para conhecer o ambiente em que estava prestes a esmurrar a porta com os dois pés, começando com o direito}. Isso foi em 2007, ano em que, para incrementar a carreira docente, acrescentei no desafio um curso de especialização em Divulgação Científica. Muita gente não acreditava, alguns poucos me admiravam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para 2008 a mesma estratégia de ir a eventos literários, ler bastante livros e fazer muitas e muitas pesquisas na internet. Terminar o curso de especialização [aqui teve um porém que, por ser porém, fica pra ser contado em outra ocasião], terminar as disciplinas faltantes para o doutorado e iniciar a pesquisa bibliográfica e a escrita da tese com algumas ideias em papel rascunho. Ok.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em 2008 eu ergui as mangas: comecei a escrever (casualmente) para o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.jornalirismo.com.br/&quot;&gt;Jornalirismo&amp;nbsp;&lt;/a&gt;(que ainda continua na casualidade, infelizmente) e para o Portal Comunique-se! (também muito casualmente) e outras ações que cito abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Participação no&amp;nbsp;&lt;b&gt;1º Festival da Mantiqueira - Diálogos com a Literatura&lt;/b&gt;&amp;nbsp;depois de ter ganhado o concurso de frases que me deu o direito de ir para o evento com tudo pago e fazer a oficina de contos com o Marcelino Freire. Foi a primeira ocasião em que estive cara-a-cara com alguns escritores que estavam na mídia. O debate mais caloroso envolveu o Marçal Aquino e o Mário Prata na tenda principal. Nunca vou me esquecer disso e da conversa que tive com o Zuenir Ventura. Também pelo fato de ter conhecido a Beatriz Galvão, agitadora cultural, amiga das boas e companheira para muitos eventos futuros: gomeral, flip, etc, etc, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Também foi o ano do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=3401&quot;&gt;&lt;b&gt;Cartografia Web Literária&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, evento que aconteceu no SESC Consolação e que originou o texto&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://cincodeoutubro.blogspot.com/2008/09/cerveja-escarlate.html&quot;&gt;Cerveja Escarlate&lt;/a&gt;&amp;nbsp;{levei um susto com algumas personas do mundo literário} e a publicação, no Portal Cronópios da crônica&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=3481&quot;&gt;N&#39;inhos Virtuais&lt;/a&gt;. Esta última, sem o apóstrofo, acabou indo parar no livro Língua Crônica, história que está algumas linhas pra baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quase na mesma época aconteceu o&amp;nbsp;&lt;b&gt;Seminário de Violência e Literatura&lt;/b&gt;&amp;nbsp;no Centro Cultural São Paulo, ocasião em que participei da palestra-oficina do angolano Nelson Saúte e conheci outras pessoas bacanas no mundo literário e, principalmente, do cenário das &quot;letras das línguas portuguesas&quot;.&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/noticias/?p=5525&quot;&gt;Veja como foi a programação aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empolgada com esse envolvimento literário que então se iniciava, resolvi fazer uma oficina de contos com o escritor Marçal Aquino, também no SESC Consolação. Um cara bacana que produziu camisetas para a turma com os dizeres &quot;eu leio os russos&quot;, escrito em russo, claro, e só pra fazer todo um sentido. No balanço dos meus planos iniciais, a conta era simples: eu tinha mais 1 ano e meio, e só, para me tornar uma escritora, de pouca mídia mas de fato. E o fato é que era preciso que eu virasse a mesa e, pelo andar da coisa, eu tinha pouco tempo para isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então em 2009 eu fiquei sabendo do Concurso de Literatura que ocorre anualmente na União Brasileira de Escritores, sede do Rio de Janeiro. Foi assim que, de repente, eu tinha dois meses para montar um livro de crônicas e coisa e tal, um desafio. Juntei todas as crônicas que eu já havia escrito na vida, e isso significava todos os 5 ou 6 textos que eu havia espalhado pela internet no ano anterior. Tudo eles, em doc conforme edital, espaçamento duplo, TNR 12, não chegavam a 25 páginas escritas e isso significava que eu tinha muito o que fazer. Foi a primeira vez que eu escrevi longe do conceito de inspiração e perto dos conceitos de produção e trabalho. Consegui fechar 60 páginas nem tão boas quanto eu gostaria, sem uma unidade, mas com uma estratégia: trilogias. É que, com pouco material em mãos, eu tinha que dar um jeito de conferir uma certa unidade a um livro com textos tão diversos em conteúdos, formas e temas. Foi aí que, então, nasceu o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://linguacronica.blogspot.com/&quot;&gt;Língua Crônica&lt;/a&gt;, ainda inédito e segundo lugar com direito à cerimônia de premiação na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O doutorado ficou um pouco de lado para dar espaço ao romance da vida real e coisa e tal. Um ano ok dentro do planejamento e do esperado. O que não se esperava ficou mesmo pra 2010, uma baixa emocional que me levou a chorar 3 meses seguidos por todos os dias. Para me reerguer, a decisão: tirar o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://linguacronica.blogspot.com/&quot;&gt;Língua Crônica&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do ineditismo e publicá-lo. Edição independente, pensada depois de muitas e muitas pesquisas sobre o mercado editorial e coisa e tal. Até que, em novembro, o lançamento com direito a festa, amigos, muitos, e música ao vivo. Também como parte desse sair do fundo do poço das emoções que não damos conta, resolvi, de última madrugada, escrever um projeto de contos para concorrer à Bolsa de Criação Literária da Funarte, mais de 1500 concorrentes para o sudeste e 30 vagas, uma minha e um novo ânimo para secar as lágrimas de tristeza e deixar surgirem novas, de alegria. E, no saldo positivo para a literatura, um ano negativo para o doutorado e para o amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que, num dia desses de 2010, eu acordei e me dei conta de que eu tinha um livro {ainda inédito} premiado e uma bolsa de literatura super concorrida para um outro livro que eu sequer sabia se seria capaz de escrevê-lo. O&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://linguacronica.blogspot.com/&quot;&gt;Língua Crônica&lt;/a&gt;&amp;nbsp;deixou de ser inédito e está seguindo seu próprio caminho em 2011 com direito a inscrição no Jabuti e tals {a meta é ficar entre os finalistas, vamos que vamos!}. E até o fim dessa semana eu entrego os 12 contos da proposta Funarte, um desafio que conto em outra ocasião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos em 2011. Nestes primeiros seis meses do ano eu escrevi meu primeiro livro de contos e eu vivi todo um doutorado deixado de lado durante um ano e meio. E, embora eu tenha me atrasado com a tese e deixado para terminá-la em último mês antes do jubilamento acadêmico, recuperei a certeza de que é possível virar a mesa sim, basta querermos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, além de tudo isso, dou aulas em um curso de graduação e em outro curso de pós-graduação. É a verba que me sustenta. Ou quase. E para os próximos seis meses espero:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Inscrever o livro de contos no Prêmio SESC de autores estreantes. Quem sabe não sai uma publicação de grande editora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Esquematizar de uma vez por todas os espaços físico e virtual do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.letracorrida.com.br/&quot;&gt;Letra Corrida : Ateliê de Literatura e Criatividade&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Terminar o doutorado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveito o espaço para agradecer a todos que sempre estiveram comigo durante esses anos e pedir as devidas desculpas pelo sumiço da boemia que, em breve, me terá em regresso junto com as novas propostas para o&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://sertaopaulsitano.blogspot.com/&quot;&gt;blog Ser-Tão Paulistano&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigada, amigos!</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/4120402384160154977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/4120402384160154977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/se-voce-quer-ser-um-escritor-estabeleca.html' title='Se você quer ser um escritor, estabeleça um plano'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-5169292810515330092</id><published>2014-12-04T11:34:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.889-08:00</updated><title type='text'>Bolsa Funarte de Criação Literária: O que eu aprendi?</title><content type='html'>É preciso não ter medo de escrever algo realmente ruim. Este foi o principal aprendizado que a Bolsa de Criação Literária da Funarte pôde me oferecer. Eu, escritora estreante, tinha outras idéias sobre o processo de escrita direcionada aos contos, crônicas e romances, dentre outros estilos. No entanto, uma certeza se manteve: é preciso dedicação e se debruçar sobre os escritos para além da inspiração. Trabalho. E muito, pois cada texto para ser lapidado deve estar muito além do óbvio e requer esforço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que eu não gostaria de contabilizar essa experiência de querer jogar um texto no lixo, de tão péssimo, e não poder. Em troca, o aprendizado veio de chofre num único verbo: enfrentá-lo. Este escrever mesmo quando a inspiração não vem, para criar hábito; este manter se torna um processo de fundamental importância para todos aqueles que quiserem se fazer através da literatura, esta vista enquanto objeto de leitura, ou seja, nas suas formas consumíveis: livros, e-books e outros formatos impressos e/ou digitais que, então, direcionam os escritores para outros estados de sujeito como, por exemplo, personas de eventos literários, feiras, festas, palestras, entrevistas e outras formas de divulgação da literatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esta bolsa de criação literária aprendi que não tem jeito, é preciso unir criatividade com o trabalho, inspiração com o planejamento. Também pude ver o esforço solitário que está submerso no processo e - para quem sempre teve uma vida dinâmica, baseada em corpos inquietos já que minha formação acadêmica está voltada à educação física e aos esportes - a presença dos amigos, para que me tirassem de casa, passou a ser uma peça fundamental no desenvolvimento e construção deste livro. Foram eles que permitiram que as coisas não permanecessem num vazio, num oco, sem eco e deram significado à minha existência e ao ofício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Discutir com os outros sobre aquilo que se escreve também entrou na lista dos aprendizados fornecidos pela bolsa de criação literária. Deste recurso muito utilizei uma vez que, na construção de papéis, principalmente os do universo masculino, daquilo que eles têm e desejam e que elas não têm e desejam, necessitaram de um debate para além da pesquisa, de forma que as personagens pudessem representar a construção social que se encontra submersa no texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendi a função do primeiro leitor e a urgência do texto. E se a faca for afiada, mesmo, melhor colocar um item de folga no planejamento. Daí a importância de ter feito um pré-projeto para cumprir e, com ele, não fugir da dimensão do tema abordado. Mais uma vez a folga para os imprevistos, para os novos textos que não estavam ali e que, então, se fizeram necessários, quer tenha sido por desejo ou necessidade. Ter um pequeno roteiro ou um projeto inteiro, após esse processo de criação literária, tornou-se um dos principais meio de desenvolvimento para a concretização do deste livro e de outros projetos que dele surgiram, além do gerenciamento de tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, deixo registrado aqui, o valor e importância da Bolsa Funarte de Criação Literária não apenas para o desenvolvimento de minha carreira literária, um início com pé direito, confesso, como também para o crescimento e fomento da literatura em seus diversos aspectos.</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5169292810515330092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/5169292810515330092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/bolsa-funarte-de-criacao-literaria-o.html' title='Bolsa Funarte de Criação Literária: O que eu aprendi?'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-580795543155183277</id><published>2014-12-04T11:31:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:24.069-08:00</updated><title type='text'>Pequenas e grandes dicas para escrever</title><content type='html'>Recebi estas&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.theatlanticwire.com/entertainment/2011/06/so-youre-writing-book-heres-15-tips/38428/&quot;&gt;15 dicas para escrever um livro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de um amigo que, como eu, busca seu lugar na literatura. Aliás, como muitos e, talvez, como você. Adaptei alguns dos tópicos de acordo com o que acredito, pelo menos para quem quer viver de literatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOW0GhLiLt42CnMj-yjeyjMJrWQMDt4qbK6k2xig8NBcB3_Qiv2jSEGhCcYVj1tyXX3mJt2igz10zIHwKpp1cMGmus2z8mLXs6Xr3ZLWCgUTmQESR9HhQzivuOCxQVGpB31rcsgvmSN0sd/s760/escritor.GIF&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOW0GhLiLt42CnMj-yjeyjMJrWQMDt4qbK6k2xig8NBcB3_Qiv2jSEGhCcYVj1tyXX3mJt2igz10zIHwKpp1cMGmus2z8mLXs6Xr3ZLWCgUTmQESR9HhQzivuOCxQVGpB31rcsgvmSN0sd/s760/escritor.GIF&quot; height=&quot;300&quot; width=&quot;253&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
1.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Ter a coragem de escrever uma coisa ruim, muito ruim&lt;/b&gt;. - Essa eu acho a primeira e fundamental dica para quem se aventura na literatura. Estou passando por ela, na marra, já que estou com prazos para entregar o livro para a Funarte. Claro que eu gostaria de, nunca, contabilizar essa experiência de querer jogar um texto no lixo, de tão péssimo, e não poder. Em troca, enfrentá-lo. E, para enfrentá-lo, vamos para a próxima dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Escrever mesmo quando a inspiração não vem&lt;/b&gt;. - Para criar hábito, manter a escrita, afinal, você precisa produzir se quiser viver de literatura. Não tem jeito, é preciso unir criatividade com o trabalho, inspiração com o planejamento, ok, mais uma dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Planejar e usar ferramentas de gerenciamento de projetos&lt;/b&gt;. - Claro, pra facilitar as coisas e sobrar mais tempo livre para o ócio porque, vamos combinar, ele é bem amigo da criatividade, outra dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Ter amigos que tirem você de casa&lt;/b&gt;. - Fundamental para aqueles momentos em que a cabeça fica girando em torno do mesmo eixo e tudo parece um vazio, um oco, um eco. E, se a faca for afiada, mesmo, melhor colocar um item &quot;folga&quot; no planejamento. Mas se mesmo com os amigos você não consegue deixar de trabalhar no texto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Discutir com os outros o assunto que se escreve&lt;/b&gt;. - Isso é legal, usei bastante esse recurso em dois contos que estão nesse livro para a Funarte. Principalmente nos momentos em que eu escrevia sobre o universo masculino, daquilo que eles têm que elas não têm. E, nesse debate entre escritor e leitor...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Ter outros amigos (ou não) para lerem seus texos em primeira mão e retornarem um feedback&lt;/b&gt;. Não que você acate a todas as sugestões ou que resolva escrever para os leitores e deles ficar escravo, mas para descobrir os engasgos do texto, aqueles trechos em que você quis passar uma ideia e quê se perderam no meio de tantos pensamentos e coisa e tal, mais uma dica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Fazer tantas pesquistas quanto possíveis, dentro e fora da internet, com a vida real ou através de autores e livros que, de alguma forma, lhe sejam úteis durante o processo&lt;/b&gt;. - Alguém já disse que é mais fácil escrever sobre aquilo que se sabe. Bingo! Depois, para organizar as ideias, e fechar o ciclio em 360 graus é só...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Escrever um pré-projeto para ter a dimensão do que será abordado&lt;/b&gt;, como se dará o planejamento afinal e voltar para o item 1. - Essa parte eu sempre dispensei. Mas ter feito um projeto para a Funarte tem sido bastante útil para muitos dos passos acima descritos, então, voilá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
só não se esqueça, no meio desse tanto de deveres, de&amp;nbsp;&lt;b&gt;Usar programas como um bom processor de texto e organização de conteúdo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;ou de quebrar tantas e quantas regras dessas acima descritas. É que, no fundo, para ser um escritor basta existir e fazer acontecer, e que tudo isso seja do seu jeito, com a sua forma, com o seu próprio tempo e suas próprias regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos que vamos em busca de nossa própria voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vou, e você?</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/580795543155183277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/580795543155183277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/pequenas-e-grandes-dicas-para-escrever.html' title='Pequenas e grandes dicas para escrever'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOW0GhLiLt42CnMj-yjeyjMJrWQMDt4qbK6k2xig8NBcB3_Qiv2jSEGhCcYVj1tyXX3mJt2igz10zIHwKpp1cMGmus2z8mLXs6Xr3ZLWCgUTmQESR9HhQzivuOCxQVGpB31rcsgvmSN0sd/s72-c/escritor.GIF" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-3729140058903357684</id><published>2014-12-04T11:28:00.005-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.201-08:00</updated><title type='text'>Os preços da Lei Rouanet et all - Estabelecendo Parâmetros</title><content type='html'>Já tinha visto antes, mas o blog Acesso está dando a tabela de preços que será utilizada como guia para a elaboração de projetos que se utilizam da Lei Rouanet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja:&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Servi%C3%A7os-AGOSTO2011.xls&quot;&gt;Serviços-AGOSTO2011&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogacesso.com.br/wp-content/uploads/2011/10/MDO-AGOSTO2011.xls&quot;&gt;MDO-AGOSTO2011&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
E clique aqui pra baixo para ler o post completo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogacesso.com.br/?p=4066&amp;amp;cpage=1#comment-34300&quot;&gt;Tabela de preços da Rouanet | Acesso, o blog da democratização cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROAC ICMS</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3729140058903357684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3729140058903357684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/os-precos-da-lei-rouanet-et-all.html' title='Os preços da Lei Rouanet et all - Estabelecendo Parâmetros'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-3540112351627540348</id><published>2014-12-04T11:26:00.001-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:23.093-08:00</updated><title type='text'>Das leis de apoio à produção artística e cultural</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_9Fr4sRXCTIiru7_dyHIhvB7yXR9lQHtQBqrrgBE0pnDuXNexZRoeTIpD3BYVSC76lx26ApWQXPMpe0iFc8AR61oVIDxYO_tgwzz0FtaHzhf-4ElcdLVInNisemnqtr_t7BDw5VgH7x0/s1600/pe+na+bunda.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_9Fr4sRXCTIiru7_dyHIhvB7yXR9lQHtQBqrrgBE0pnDuXNexZRoeTIpD3BYVSC76lx26ApWQXPMpe0iFc8AR61oVIDxYO_tgwzz0FtaHzhf-4ElcdLVInNisemnqtr_t7BDw5VgH7x0/s200/pe+na+bunda.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Vamos combinar que não é só a arte e a cultura que precisam estar em constante movimento. As pessoas também, principalmente aquelas que fazem a arte e a cultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nunca monótonas nem presas à mesmice, arte e cultura estão sempre inovando e sempre contam com um ritmo diferente, com uma nova dança das cadeiras. E vamos combinar, tem espaço pra todo mundo, é só pedir licença: poética, artística, musical. Literária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
E vamos combinar que em vez de produzir ciúmes porque fulano está sob os holofotes, muito mais saudável é levantar a bunda da cadeira e ir lá fazer a diferença. É, vamos combinar que a política tem, muitas vezes, o infortúnio de limitar a arte e cultura para alguns, para poucos. Mas nem sempre, e tem muitas ações governamentais bacanas, só não vê quem não está afim. Quem reclama por reclamar. Quem se coloca à margem e quem é do contra. Não é suficiente? Não é e é muito bom esse sempre querer mais. É ele que põe o mundo da arte e da cultura para girar, que põe em debate. Lei Rouanet. Editais de Fomento. Ações do Ministério da Cultura. Reforma. Bora levantar a bunda da cadeira, deixar o desfile de vaidades de lado, o ciúme e colocar mais uma peça na engrenagem?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos combinar que os holofotes da arte e da cultura são generosos, não se pode negar. Sobre suas luzes é possível aplaudir e vaiar de um tudo. Tem poesia boa e tem poesia ruim, tem prosa boa e tem prosa ruim. Tem crônica e tem conto, bons e ruins. Tem ensaio e tem dança, moderna, contemporânea, axé, funk, punk. Tem a literatura marginal, aquela que é comercial e a não-comercial, aquela que compreendida e a outra, incompreendida. Tem aquela de frases curtas, que virou estilo e está na moda. Tem as de frases longas, clássicas e neoclássicas. Tem novela, tem ficção, tem bolero e rock´n roll. Tem moda de viola, tem cultura caipira, tem cultura sertaneja, tem cultura retirante, tem cultura paulistana. Por aí vai, vamos combinar que espaço tem, e mistura, e samba-rock, e jornalismo literário, e crônica poética, e contação de causo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Então vamos por os pontos nos is e fechar logo o tema: se a montanha não vai até Maomé, é preciso que Maomé vá até a montanha. Tem jeito não. Os holofotes acompanham o que está em movimento. Uma mistura de cores, sons e letras. Até quando artista vai se fechar num eu sou melhor que você e travar o eixo de rolamento? O inverso, formar grupos de elogios, amigo de amigo e coisa e tal também engripa. É que nesse caso a arte e a cultura giram-giram sem sair do lugar, a roda-gigante engasga e o trepa-trepa desmonta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos combinar que o buraco é mais embaixo. Que a arte e a cultura não podem depender apenas de ações do governo ou de grandes empresas que descontam seus impostos de renda, mais uma vez o governo. Que a arte e a cultura não podem depender de suas próprias vaidades, nem de ciúmes. Que a arte e a cultura precisam de uma reforma de pessoa para pessoa, respeitando-se as diferenças. Que deveria haver uma causa maior envolvida em tudo isso e que tudo isso depende não só das ações do Estado, mas também do cidadão, para que a ele pertença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
E vamos combinar que estamos todos no mesmo pacote e que esperar vir de algum lugar não vai levar ninguém a lugar algum. É, pois é! Bora levantar a bunda da cadeira, deixar o desfile de vaidades de lado, o ciúme e colocar mais uma peça na engrenagem?&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3540112351627540348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3540112351627540348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/das-leis-de-apoio-producao-artistica-e.html' title='Das leis de apoio à produção artística e cultural'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_9Fr4sRXCTIiru7_dyHIhvB7yXR9lQHtQBqrrgBE0pnDuXNexZRoeTIpD3BYVSC76lx26ApWQXPMpe0iFc8AR61oVIDxYO_tgwzz0FtaHzhf-4ElcdLVInNisemnqtr_t7BDw5VgH7x0/s72-c/pe+na+bunda.gif" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2167590963475260173.post-3204019817388218446</id><published>2014-12-04T11:25:00.002-08:00</published><updated>2018-02-03T21:08:22.944-08:00</updated><title type='text'>Por uma literatura mais profana</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://fixoemetalico.files.wordpress.com/2009/07/sacro-profano-orig.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fixoemetalico.files.wordpress.com/2009/07/sacro-profano-orig.jpg&quot; height=&quot;168&quot; width=&quot;420&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Marçal Aquino, no programa Provocações da TV Cultura:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;blockquote&gt;
“(..), sequer me considero um escritor. Sagrada é a literatura.”&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É da semelhança disso que me vem o incômodo, colocar a literatura no lugar daquilo que, aos mortais, é inatingível. E há, de fato, um Olímpio para quem, hoje, determina o estético valor das letras. É como reconhecer um bom vinho. O sujeito faz um curso e aprende o sabor do sim e o sabor do não. Não depende mais do que é palatável à particularidade de cada um, mas a um conjunto de Best Sellers e Prêmios Literários que propagam seus ditames de lá e para cá, nas tendências que se criam e que se fazem lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na lei, uma crítica ao Paulo Coelho: o que ele faz não é literatura! Eu já cansei. Tanto, que passei a defendê-lo, e em literatura. Se é de gosto ou não gosto, não importa, é de cada um. E se Houaiss define literatura como sendo o uso estético da linguagem escrita, problema dele, eu defino como um conjunto de palavras que compõe um todo que narra, faz rima, ficção, paródia, declama, conta, romanceia e por aí vai, inventa, cronica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A estética existe para cada um dizer sobre o seu (apenas isso) gostar de ler, que é diferente do gostar de ler das outras pessoas. E aqui vale a nota: pode não ser imortal, posto que é chama. É que um livrinho de banca de jornal pode ser mais infinito que outro, preso ao cordão de ouro de uma literatura para poucos. Por que não colocar aquela pedra de gelo na taça do vinho ou uma boa colher de açúcar? Aquilo que está no lugar do inatingível diz pouco a um povo e não há leitura que o sustente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas quem foi que disse? É que sacramentar as letras não me parece boa idéia. É colocar a literatura ao nível de Deus. No lugar do inquestionável. E nesta seita, como na política ou qualquer outra forma hierarquizada de sociedade, o topo é uma minoria de semideuses, aqueles que manipulam a lista dos 10 livros mais vendidos da semana, determinam os vencedores do prêmio Jabuti e, por aí vai, ditam tendências. A cachaça tem que ser de Salinas enquanto Rosa Montero, em seu livro A Louca da Casa, diz que o romancista isto, que ele aquilo e coisa e tal, mantendo a literatura no lugar do mito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tem muita igreja e templo abandonados, como tem muita biblioteca vazia. Um escritor que sequer se diz escritor remonta um equívoco: a literatura, aquilo que ele não faz (o que se faz então?), não é para um leitor profano, aquele que lê caixa de cereais à mesa do café, bula de remédio, letreiro de ônibus ou busca informações na Revista Veja, tão condenada pelos jornalistas, intelectuais e pensadores de fino trato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que mais me deixa com a pulga atrás da orelha é ver que as pessoas que colocam a literatura para trás dos montes são as mesmas que ditam o ato de escrever: deve-se ter um bom início de parágrafo, deve-se evitar a mesóclise, tratar-se-á de escrever frases curtas e, para todo o resto, não se esqueça da literatura engajada, aquela que vem da tragédia, da fome, da sede, da guerra, do nazismo, da miséria, da cor, do gênero, da raça e da pobreza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pois sagrada é a literatura, dizem! Não pode ser de re-uso como uma meia furada, ou rasurada, amassada, escrita e reescrita com palavras do povo, consumida profanamente ou atirada aos porcos, embora fale deles. E para todo templo de admiração impalpável, paredes e mais paredes recobertas pelas obras dos grandes mestres. E neste museu não se pode tocá-las, apalpá-las, folheá-las ou fotografá-las, apenas manter-se à ausência: “sequer me considero um escritor”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É como impedir os olhos da leitura, cegá-los depois da alfabetização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
_____________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo, um vídeo de incentivo a leitura&lt;br /&gt;
(para longe do lugar inatingível de uma literatura para poucos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ler devia ser proibido&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3204019817388218446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2167590963475260173/posts/default/3204019817388218446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.letracorrida.com.br/2014/12/por-uma-literatura-mais-profana.html' title='Por uma literatura mais profana'/><author><name>Fernanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12440247333208603151</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>