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	<title>Notícias - Olhar Digital</title>
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	<description>O futuro passa primeiro aqui</description>
	<lastBuildDate>Sat, 13 Jun 2026 14:56:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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	<item>
		<title>El Niño: o fenômeno que muda o clima do planeta inteiro </title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/el-nino-o-fenomeno-que-muda-o-clima-do-planeta-inteiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1341099</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como o aquecimento do Pacífico afeta cada um dos cinco continentes</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/el-nino-o-fenomeno-que-muda-o-clima-do-planeta-inteiro/">El Niño: o fenômeno que muda o clima do planeta inteiro </a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Esta semana, a chegada do El Niño foi <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/11/ciencia-e-espaco/agora-e-fato-o-el-nino-ja-chegou-climatologista-faz-alerta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oficializada </a>pelas autoridades climáticas mundiais, marcando o início de um período que promete alterar o comportamento meteorológico em diversos <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/24/ciencia-e-espaco/continentes-se-desfazendo-por-baixo-podem-solucionar-misterio-antigo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">continentes</a>. O nome pode até parecer inofensivo, mas, por trás do termo, esconde-se um dos motores naturais mais poderosos que o nosso planeta enfrenta periodicamente.</p>



<p>Mas, afinal, o que é esse fenômeno e por que ele é capaz de reconfigurar a vida de milhões de pessoas, do campo à cidade, ao redor do planeta?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-1024x683.jpg" alt="el niño" class="wp-image-1341101" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-1536x1024.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-2048x1365.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/el-nio-3-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Como o El Niño pode afetar o mundo. &#8211; Crédito: coffeekai &#8211; iStockPhoto</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aquecimento-do-pacifico-o-ponto-de-partida"><strong>Aquecimento do Pacífico: o ponto de partida</strong></h2>



<p>Para entender o El Niño, precisamos olhar para o Oceano Pacífico Equatorial, uma vasta extensão de água que ocupa quase um terço do globo. Em condições normais, ventos fortes – conhecidos como <a href="https://portal.inmet.gov.br/glossario/glossario#V:~:text=por%20exemplo%2C%20turbul%C3%AAncia.-,VENTOS%20AL%C3%8DSIOS%20%3E,-Ventos%20persistentes%2C%20principalmente" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">alísios </a>– sopram de leste para oeste, empurrando as águas superficiais quentes em direção à Indonésia e à Austrália.</p>



<p>Esse movimento permite que, perto da costa da<a href="https://olhardigital.com.br/2022/03/04/ciencia-e-espaco/ancestral-mais-antigo-dos-dinossauros-da-america-do-sul-e-descoberto-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> América do Sul</a>, águas profundas e mais frias, ricas em nutrientes, subam para a superfície. É um sistema de equilíbrio térmico que mantém o clima global em uma espécie de &#8220;ritmo padrão&#8221;.</p>



<p>O El Niño acontece quando esse sistema entra em colapso. Por motivos que os cientistas ainda investigam, mas que envolvem uma complexa dança entre oceano e atmosfera, os ventos alísios enfraquecem drasticamente. Sem a força desses ventos para empurrar a água, a massa de água quente que estava no Pacífico oeste &#8220;retorna&#8221; e se espalha em direção ao centro e ao leste do oceano, aquecendo o Pacífico próximo à costa do Peru e do Equador.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="625" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/sstanomaly-mur-20151101-1024x625.webp" alt="el niño 2015" class="wp-image-1341102" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/sstanomaly-mur-20151101-1024x625.webp 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/sstanomaly-mur-20151101-300x183.webp 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/sstanomaly-mur-20151101-768x469.webp 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/sstanomaly-mur-20151101-150x92.webp 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/sstanomaly-mur-20151101.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O El Niño está associado a temperaturas da superfície do mar equatoriais acima da média. O calor característico do fenômeno é evidente no mapa de novembro de 2015. &#8211; Crédito: NASA</figcaption></figure>



<p>Ao aquecer uma área imensa do oceano, o El Niño muda o local onde as grandes nuvens de tempestade se formam. Como a atmosfera é um fluido conectado, a mudança na posição dessas nuvens altera as correntes de ar em todo o planeta, o que chamamos de &#8220;<a href="https://www.climate.gov/news-features/blogs/enso/what-are-teleconnections-connecting-earths-climate-patterns-global" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">teleconexões</a>&#8220;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-os-continentes-reagem-ao-el-nino"><strong>Como os continentes reagem ao El Niño</strong></h2>



<p>Quando o motor do Pacífico muda de marcha, o resultado é um efeito dominó que afeta cada continente de maneira distinta. Sobre essa abrangência, o climatologista Carlos Nobre, doutor em Meteorologia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, e referência internacional em <a href="https://olhardigital.com.br/2024/03/31/ciencia-e-espaco/plantar-arvores-em-lugares-errados-aumenta-o-aquecimento-global/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aquecimento global</a>, explica que o fenômeno vai muito além de uma peculiaridade oceânica. </p>



<p>Segundo o especialista, o El Niño atinge áreas tropicais, subtropicais e até latitudes médias, sendo &#8220;um fenômeno com efeitos globais&#8221;. Nobre ressalta que, enquanto em locais como o Sul do Brasil o evento costuma provocar chuvas excessivas, em outras regiões, como a Amazônia e o Nordeste, ele &#8220;favorece secas severas&#8221;. O impacto se estende ainda pelo México, sul dos Estados Unidos, costa da Colômbia e Equador, além de estar associado a estiagens na Índia, África Austral e Indonésia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="699" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre-1024x699.jpeg" alt="carlos nobre" class="wp-image-1340080" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre-1024x699.jpeg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre-300x205.jpeg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre-768x524.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre-1536x1048.jpeg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre-150x102.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carlos-Nobre.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Carlos Nobre alerta que há alta probabilidade de um dos El Niños mais intensos já registrados, exigindo preparação para seus impactos. &#8211; Crédito: Divulgação / IEA</figcaption></figure>



<p>Analisando caso a caso, na América do Norte, o efeito é igualmente notável. O El Niño tende a<a href="https://www.canada.ca/en/environment-climate-change/services/weather-general-tools-resources/el-nino.html#ENandJetstream" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"> desviar a corrente de jato</a>, uma espécie de &#8220;estrada de ventos&#8221; em alta altitude. Isso costuma trazer invernos mais chuvosos e tempestuosos para o sul dos Estados Unidos, enquanto o Canadá e o norte dos EUA tendem a enfrentar invernos com temperaturas acima da média, com menos neve do que o habitual.</p>



<p>Na África, o cenário é variado.<a href="https://wmo.int/media/news/el-nino-la-nina-update-may-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"> De acordo</a> com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o leste do continente pode experimentar chuvas acima da média, o que, embora possa ajudar em algumas culturas, também traz riscos de enchentes. Já o sul do continente africano frequentemente lida com a escassez de água, afetando a segurança alimentar de milhões de pessoas que dependem da agricultura de subsistência.</p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/10/ciencia-e-espaco/el-nino-amazonas-decreta-alerta-climatico-diante-de-cenario-de-seca-e-calor-extremo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">El Niño: Amazonas decreta alerta climático diante de cenário de seca e calor extremo</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/07/ciencia-e-espaco/super-el-nino-avanca-com-oceanos-6-c-acima-da-media/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Super El Niño avança com oceanos 6 °C acima da média</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/ciencia-e-espaco/super-el-nino-ou-el-nino-entenda-as-diferencas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Super El Niño ou El Niño? Entenda as diferenças</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-desafio-da-adaptacao-e-o-risco-de-rupturas"><strong>O desafio da adaptação e o risco de rupturas</strong></h2>



<p>Ao olharmos para o futuro, a preocupação aumenta. Nobre alerta que, hoje, o El Niño tende a se tornar um evento ainda mais vigoroso, uma vez que &#8220;o Oceano Pacífico está mais quente&#8221;. Para o climatologista, o cenário é agravado pela crise climática, pois os impactos do fenômeno podem ser &#8220;amplificados pelo aquecimento global&#8221;, especialmente nos períodos em que outros oceanos também registram temperaturas acima da média.</p>



<p>Diante dessa realidade, a atenção se volta para a necessidade urgente de resiliência. Oswaldo Lucon, pesquisador do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP), enfatiza que o foco deve estar na preparação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="753" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/oswaldo-lucon-1024x753.jpg" alt="oswaldo lucon entrevista" class="wp-image-1340085" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/oswaldo-lucon-1024x753.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/oswaldo-lucon-300x221.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/oswaldo-lucon-768x565.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/oswaldo-lucon-150x110.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/oswaldo-lucon.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Oswaldo Lucon, especialista em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista ao Olhar Digital. &#8211; Crédito: Olhar Digital</figcaption></figure>



<p>Para ele, é fundamental investir em &#8220;brigadas de incêndio, planos de contingência para segurança hídrica e estruturas de apoio para a população mais vulnerável&#8221;, como espaços climatizados. No longo prazo, o especialista defende que a adaptação precisa ser financiada, sugerindo que o recurso siga o princípio do &#8220;poluidor-pagador&#8221;, envolvendo diretamente os produtores e consumidores de combustíveis fósseis.</p>



<p>Lucon faz ainda um alerta severo sobre os danos aos ecossistemas. O pesquisador adverte que estamos diante de possíveis pontos de não retorno, ou<em> tipping points</em>. &#8220;Uma geleira que derrete não volta facilmente. Uma espécie extinta não retorna&#8221;. Essas rupturas, segundo ele, geram efeitos em cascata que agravam drasticamente os problemas climáticos que já enfrentamos, tornando a ação preventiva não apenas uma escolha política, mas uma necessidade de sobrevivência global.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>EUA proíbem uso das novas IAs da Anthropic por estrangeiros</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/pro/eua-proibem-uso-das-novas-ias-da-anthropic-por-estrangeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Pro]]></category>
		<category><![CDATA[anthropic]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1341092</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialistas alertam que as novas IAs da Anthropic podem ser usadas para acessar dados sensíveis, contornar proteções e explorar falhas</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/pro/eua-proibem-uso-das-novas-ias-da-anthropic-por-estrangeiros/">EUA proíbem uso das novas IAs da Anthropic por estrangeiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma decisão anunciada pelo governo dos <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/23/pro/estados-unidos-acusam-china-de-roubo-de-ia-em-escala-industrial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos </a>na sexta-feira (12) provocou forte repercussão no setor de inteligência artificial. O Departamento de Comércio determinou que estrangeiros não poderão acessar os novos modelos de IA lançados pela Anthropic, empresa responsável pelo assistente <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/inteligencia-artificial/claude-fable-5-nova-ia-da-anthropic-reduz-dois-meses-de-trabalho-a-um-dia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Claude</a>.&nbsp;</p>



<p>A medida vale tanto para pessoas que vivem fora do país quanto para estrangeiros que estão em território estadunidense.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="691" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-1024x691.jpg" alt="Logo do Claude Mythos em um smartphone que está sobre uma mesa" class="wp-image-1325513" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-1024x691.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-300x203.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-768x518.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-1536x1037.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-2048x1382.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/claude_mythos-150x101.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Especialistas alertam que a IA poderosa da Anthropic pode ser usada para obter informações sensíveis, burlar regras de segurança ou explorar vulnerabilidades tecnológicas. &#8211; Crédito: Saulo Ferreira Angelo/Shutterstock</figcaption></figure>



<p><strong>Em resumo:</strong></p>



<ul>
<li>EUA proibiram estrangeiros de acessar novos modelos da Anthropic;</li>



<li>Anthropic suspendeu globalmente ferramentas Fable 5 e Mythos 5;</li>



<li>Governo teme <em>jailbreaks </em>que burlam proteções de segurança;</li>



<li>Empresa critica medida e pede regras transparentes;</li>



<li>Caso amplia debate entre inovação, segurança e regulação.</li>
</ul>



<p>Para cumprir a determinação, a companhia precisou interromper o acesso global aos modelos recém-lançados. A ordem foi emitida poucos dias após a chegada ao mercado das ferramentas Fable 5 e Mythos 5, apresentadas pela empresa como uma nova geração de sistemas de inteligência artificial com capacidades avançadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-anthropic-ve-exagero-na-decisao-do-governo"><strong>Anthropic vê exagero na decisão do governo</strong></h2>



<p>Embora o governo não tenha detalhado oficialmente os motivos da restrição, fontes ligadas ao caso indicam que a preocupação estaria relacionada à possibilidade de os sistemas serem alvo de técnicas conhecidas como “<em>jailbreak</em>”, segundo o jornal<a href="https://www.nytimes.com/2026/06/12/technology/anthropic-mythos-fable5-blocked.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em> The New York Times</em></a>. Esse tipo de procedimento busca contornar os mecanismos de segurança das IAs para obter respostas ou comportamentos que normalmente seriam bloqueados.</p>



<p>Na prática, um <em>jailbreak </em>utiliza instruções elaboradas, simulações ou estratégias de engenharia de prompt para convencer o sistema a ignorar limitações impostas pelos desenvolvedores. Especialistas alertam que esse recurso pode ser usado para obter informações sensíveis, burlar regras de segurança ou explorar vulnerabilidades tecnológicas.</p>



<p>A Anthropic afirmou que sempre reconheceu a existência desse tipo de risco, mas considera a reação do governo exagerada. Em comunicado divulgado em seu <a href="https://www.anthropic.com/news/fable-mythos-access" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">site </a>e nas <a href="https://x.com/AnthropicAI/status/2065597531644743999" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">redes sociais</a>, a empresa classificou a decisão como um possível mal-entendido e defendeu que eventuais restrições devem seguir critérios transparentes, baseados em evidências técnicas e em processos regulatórios claros.</p>



<p><p></p><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">The US government, citing national security authorities, has issued an export control directive to suspend all access to Fable 5 and Mythos 5 by any foreign national, whether inside or outside the United States, including foreign national Anthropic employees.<br><br>The net effect of…</p>— Anthropic (@AnthropicAI) <a href="https://x.com/AnthropicAI/status/2065597531644743999?ref_src=twsrc%5Etfw">June 13, 2026</a></blockquote> <script async="" src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>



<p>Para a companhia, impedir o acesso aos modelos por causa da possibilidade de jailbreak criaria um precedente que poderia afetar praticamente toda a indústria de inteligência artificial. Isso porque nenhuma grande empresa do setor está totalmente livre desse tipo de vulnerabilidade, apesar dos constantes investimentos em mecanismos de proteção.</p>



<p>Os modelos afetados haviam sido disponibilizados ao público poucos dias antes da restrição. Inicialmente, o acesso seria gratuito por um período limitado. Depois, os usuários passariam a utilizar a tecnologia por meio de cobrança baseada em requisições feitas às interfaces de programação (APIs).</p>



<p>O sistema Fable 5 foi desenvolvido com camadas extras de proteção para impedir respostas relacionadas a temas considerados sensíveis, como <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/10/inteligencia-artificial/ia-da-anthropic-bloqueia-ate-tarefas-basicas-de-ciberseguranca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cibersegurança </a>ofensiva, biologia avançada e outras áreas que poderiam ser exploradas para atividades ilegais. A empresa afirma que consultas consideradas de maior risco seriam direcionadas para versões mais antigas da tecnologia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-1024x681.jpg" alt="Logo da Anthropic em um smartphone na horizontal" class="wp-image-1320820" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-1024x681.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-768x511.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-1536x1022.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-2048x1362.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anthropic-2-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">EUA restringem acesso ao Fable, IA da Anthropic voltada para segurança digital e análise de código. &#8211; Crédito: Samuel Boivin/Shutterstock</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-especialistas-divergem-sobre-a-medida"><strong>Especialistas divergem sobre a medida</strong></h2>



<p>Apesar dessas barreiras, especialistas divergem sobre a eficácia das medidas. Parte da comunidade de segurança digital considera que sistemas tão avançados podem representar novas ameaças caso caiam em mãos mal-intencionadas. Outros pesquisadores argumentam que as mesmas capacidades podem ser utilizadas para fortalecer defesas e identificar vulnerabilidades antes que criminosos as explorem.</p>



<p>As discussões sobre os riscos dos novos modelos ganharam força após testes realizados por pesquisadores que tiveram acesso antecipado ao Mythos. Alguns classificaram a ferramenta como um avanço preocupante no campo da cibersegurança, enquanto outros a enxergaram como uma evolução gradual das tecnologias já disponíveis no mercado.</p>



<p>A decisão dos EUA também ocorre em meio a um debate mais amplo sobre a supervisão da IA. Recentemente, o governo passou a discutir mecanismos para ampliar o monitoramento de sistemas avançados antes de sua liberação ao público. A mudança representa uma postura mais cautelosa em relação ao rápido crescimento da tecnologia.</p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/google-contesta-decisao-historica-sobre-responsabilidade-por-conteudo-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google contesta decisão histórica sobre responsabilidade por conteúdo de IA</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/ciencia-e-espaco/como-o-espaco-pode-alimentar-as-ias-do-futuro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como o espaço pode alimentar as IAs do futuro?</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/pro/chatgpt-foi-um-acidente-diz-brasileiro-ex-openai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT foi um acidente, diz brasileiro ex-OpenAI</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-nao-tenho-palavras-diz-ex-conselheiro-de-inteligencia-artificial-de-trump"><strong>“Não tenho palavras”, diz ex-conselheiro de Inteligência Artificial de Trump</strong></h2>



<p>A relação entre a Casa Branca e a Anthropic já vinha apresentando atritos. Meses atrás, órgãos federais foram orientados a interromper o uso de ferramentas da empresa após divergências sobre a utilização dos modelos por forças militares. A startup defendia a adoção de salvaguardas técnicas para evitar usos considerados inadequados.</p>



<p>Mesmo diante das restrições, modelos anteriores da Anthropic continuam disponíveis. A empresa informou que sistemas como o<a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/28/inteligencia-artificial/anthropic-lanca-claude-opus-4-8-com-foco-em-precisao-e-novos-recursos-de-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Opus 4.8</a> não foram afetados pela ordem governamental e seguem operando normalmente para clientes autorizados.</p>



<p>A decisão causou surpresa entre especialistas em tecnologia e ex-integrantes do governo americano. Entre os críticos está Dean Ball, ex-conselheiro de inteligência artificial da administração Trump, que <a href="https://x.com/deanwball/status/2065591470040424629" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">reagiu à notícia nas redes sociais</a> dizendo: &#8220;Não tenho palavras&#8221;. Em seguida, classificou a medida como &#8220;desconcertante&#8221;. Para analistas do setor, a restrição contrasta com outras iniciativas recentes dos Estados Unidos voltadas ao fortalecimento da liderança do país no desenvolvimento de tecnologias avançadas.</p>



<p><p></p><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">If this is true, it is just baffling. An administration whose posture is that we *should* export advanced AI chips to China, which also wants to ban… Britain (and every other non-American on Earth)… from using our best models? I have no words. <a href="https://t.co/xcJpPVaxsY">https://t.co/xcJpPVaxsY</a></p>— Dean W. Ball (@deanwball) <a href="https://x.com/deanwball/status/2065591470040424629?ref_src=twsrc%5Etfw">June 13, 2026</a></blockquote> <script async="" src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>



<p>O caso também reacendeu o debate sobre como equilibrar inovação e segurança. Enquanto governos discutem formas de reduzir riscos associados às novas tecnologias, empresas do setor alertam para a necessidade de regras claras que não impeçam o avanço de ferramentas consideradas estratégicas para a economia e para a pesquisa científica. Por enquanto, não há previsão oficial para o fim das restrições impostas aos novos modelos da Anthropic.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/pro/eua-proibem-uso-das-novas-ias-da-anthropic-por-estrangeiros/">EUA proíbem uso das novas IAs da Anthropic por estrangeiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lua hoje: confira a fase da Lua deste sábado 13/06/2026</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/lua-hoje-confira-a-fase-da-lua-deste-sabado-13-06-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<category><![CDATA[lua hoje]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1339822</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em qual fase a Lua está hoje, 13 de junho de 2026? Confira e veja o calendário completo do mês </p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/lua-hoje-confira-a-fase-da-lua-deste-sabado-13-06-2026/">Lua hoje: confira a fase da Lua deste sábado 13/06/2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, 13 de junho de 2026, a Lua está no último dia da<a href="https://olhardigital.com.br/2024/01/02/ciencia-e-espaco/fases-da-lua-de-2024-veja-o-calendario-completo-de-cada-mes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> fase Minguante</a>, está 2% visível e decrescendo. Falta apenas um dia para a Lua Nova. Confira o calendário completo de fases da Lua em junho.</p>



<p>As informações sobre as fases da Lua do mês de junho são do<a href="https://portal.inmet.gov.br/paginas/luas" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"> Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-lua-hoje-confira-as-proximas-fases"><strong>Lua hoje: confira as próximas fases</strong></h2>



<p>As fases da Lua no mês de junho de 2026 começaram no dia 8 com a chegada da Lua Minguante. A mudança ocorreu às 07h03 (horário de Brasília).</p>



<p>Já no domingo (14) é a vez da Lua Nova, às 23h56. A Lua Crescente surge às 18h55 do dia 21 do mês. As fases da Lua do mês de junho de 2026 contam ainda com a Lua Cheia, no dia 29, às 20h58.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="186" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fases-da-Lua-1024x186.png" alt="fases da Lua" class="wp-image-391673" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fases-da-Lua-1024x186.png 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fases-da-Lua-300x55.png 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fases-da-Lua-768x140.png 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fases-da-Lua-150x27.png 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fases-da-Lua.png 1100w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 &#8211; Shutterstock</figcaption></figure>



<p id="block-a8960387-e80f-4874-8412-27aea17ed728"><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul id="block-db5c99f4-0f4a-45d0-b0a6-a00ff3768fdd">
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2022/12/13/tira-duvidas/entenda-o-que-e-a-lua-como-e-quando-ela-se-formou/">Entenda o que é a Lua, como e quando ela se formou</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2019/02/19/dicas-e-tutoriais/superlua-saiba-como-tirar-a-melhor-foto-possivel-com-uma-camera-de-celular/">Saiba como tirar a melhor foto possível com uma câmera de celular</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2021/07/08/tira-duvidas/nao-consegue-tirar-foto-da-lua-confira-5-dicas-que-vao-ajudar-na-hora-do-clique/">7 dicas para fotografar a lua com seu celular</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-calendario-fases-da-lua-junho-de-2026"><strong>Calendário fases da lua junho de 2026</strong></h2>



<ul>
<li>Lua Minguante: dia 8 às 07h03</li>



<li>Lua Nova: dia 14 às 23h56</li>



<li>Lua Crescente: dia 21 às 18h55</li>



<li>Lua Cheia: dia 29 às 20h58</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-o-ciclo-lunar"><strong>O que é o ciclo lunar?</strong></h2>



<p>Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.</p>



<p>Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="480" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-1024x480.jpg" alt="" class="wp-image-1217776" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-1024x480.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-300x141.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-768x360.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-1536x720.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-2048x961.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/11/fases-da-lua-1-150x70.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nova, Crescente, Cheia e Minguante são as quatro fases principais da Lua. &#8211; Crédito: Allexxandar &#8211; Shutterstock</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entenda-cada-fase-da-lua"><strong>Entenda cada fase da Lua</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-lua-nova">Lua Nova</h3>



<p>Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-lua-crescente">Lua Crescente</h3>



<p>Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-lua-cheia">Lua Cheia</h3>



<p>Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-lua-minguante">Lua Minguante</h3>



<p>Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-qual-a-fase-da-lua-hoje">Qual a fase da Lua hoje?</h2>



<p>Hoje a Lua está na<a href="https://olhardigital.com.br/2024/01/02/ciencia-e-espaco/fases-da-lua-de-2024-veja-o-calendario-completo-de-cada-mes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> fase Minguante</a>.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/lua-hoje-confira-a-fase-da-lua-deste-sabado-13-06-2026/">Lua hoje: confira a fase da Lua deste sábado 13/06/2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jogos de hoje (13/06/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/internet-e-redes-sociais/jogos-de-hoje-13-06-26-onde-assistir-futebol-ao-vivo-e-horarios-das-partidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Mozelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet e Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[agenda de jogos]]></category>
		<category><![CDATA[ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[jogos ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[jogos de futebol]]></category>
		<category><![CDATA[jogos de hoje]]></category>
		<category><![CDATA[jogos do dia]]></category>
		<category><![CDATA[onde assistir]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[streamings]]></category>
		<category><![CDATA[tv ao vivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1340646</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quer saber quem joga hoje? Confira horários e onde assistir ao vivo aos jogos de hoje (13/06/26) do futebol do Brasil e do mundo na TV e no streaming</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/internet-e-redes-sociais/jogos-de-hoje-13-06-26-onde-assistir-futebol-ao-vivo-e-horarios-das-partidas/">Jogos de hoje (13/06/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/esportes/jogos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Confira a agenda de jogos dos próximos dias aqui!</strong></a></li>
</ul>



<p>Confira aqui, no <strong>Olhar Digital</strong>, onde assistir, ao vivo, às partidas de <strong>hoje, 13 de junho de 2026</strong>. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da <strong>Copa do Mundo</strong>.</p>



<p>Confira, a seguir, os jogos deste <strong>sábado (13)</strong> (horário de Brasília):</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-onde-assistir-aos-jogos-de-hoje-e-horarios-das-partidas-13-06-26">Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (13/06/26)</h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-copa-do-mundo-2026">Copa do Mundo 2026</h3>



<ul>
<li>Catar x Suíça — 16h — <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ljah6d9m7Z0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CazéTV</a></li>



<li>Brasil x Marrocos — 19h — TV Globo, SBT, N Sports, sportv, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vC3fV_awcWE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CazéTV</a> e ge tv</li>



<li>Haiti x Escócia — 22h — <a href="https://www.youtube.com/watch?v=yBUg81qhrNo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CazéTV</a></li>
</ul>



<p><strong>Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique&nbsp;<a href="https://www.primevideo.com/offers/?benefitId=premierefcbr&amp;tag=odofertas-20" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></strong></p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2022/08/24/dicas-e-tutoriais/futebol-ao-vivo-conheca-5-apps-para-assistir-aos-jogos-pelo-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como assistir aos jogos de futebol ao vivo no celular com estes aplicativos</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2023/06/26/dicas-e-tutoriais/como-assistir-a-jogos-de-futebol-ao-vivo-gratuitamente-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como assistir a jogos de futebol ao vivo gratuitamente online</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2021/01/22/dicas-e-tutoriais/os-5-melhores-aplicativos-para-acompanhar-resultado-de-futebol-com-o-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Resultado do futebol hoje? Veja os 5 melhores aplicativos para acompanhar seu time</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-quais-sao-os-jogos-que-vao-passar-na-globo-neste-sabado-13">Quais são os jogos que vão passar na Globo neste sábado (13)?</h2>



<p>A seguir, o <strong>Olhar Digital</strong> traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste sábado (13) (horário de Brasília):</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-copa-do-mundo-2026-0">Copa do Mundo 2026</h3>



<ul>
<li>Brasil x Marrocos — 19h — TV Globo para todo o Brasil</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-futebol-ao-vivo-conheca-aplicativos-para-assistir-aos-jogos-pelo-celular">Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular</h2>



<p>Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2021/09/18/internet-e-redes-sociais/entenda-por-que-sua-internet-banda-larga-e-ruim-mesmo-com-velocidade-alta/">internet</a>&nbsp;popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a&nbsp;<strong>jogos de futebol ao vivo e online</strong>&nbsp;no seu&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2023/02/03/dicas-e-tutoriais/os-10-melhores-smartphones-top-de-linha-em-2023/">celular</a>.</p>



<p><a href="https://olhardigital.com.br/2021/03/18/cinema-e-streaming/sem-piratear-veja-opcoes-de-sites-para-assistir-a-filmes-online-gratis/">Filmes</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2021/03/23/cinema-e-streaming/como-assistir-a-series-online-gratis-confira-uma-lista-de-sites-seguros/">séries</a>, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/editorias/cinema-e-streaming/">streaming</a>. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2021/03/31/cinema-e-streaming/tiktok-transmitira-jogo-da-copa-do-nordeste/">esportes também</a>. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Olhar Digital</strong>&nbsp;preparou um&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2022/08/24/dicas-e-tutoriais/futebol-ao-vivo-conheca-5-apps-para-assistir-aos-jogos-pelo-celular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo especial</a>&nbsp;ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/internet-e-redes-sociais/jogos-de-hoje-13-06-26-onde-assistir-futebol-ao-vivo-e-horarios-das-partidas/">Jogos de hoje (13/06/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ex-atleta paralímpico pode ir ao espaço em missão histórica </title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/ex-atleta-paralimpico-pode-ir-ao-espaco-em-missao-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[astronautas]]></category>
		<category><![CDATA[Atletas]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Paralimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1339605</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ex-atleta paralímpico, o britânico John McFall pode se tornar a primeira pessoa com deficiência física a viver e trabalhar no espaço</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/ex-atleta-paralimpico-pode-ir-ao-espaco-em-missao-historica/">Ex-atleta paralímpico pode ir ao espaço em missão histórica </a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um ex-atleta paralímpico está perto de entrar para a história da <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/03/ciencia-e-espaco/navegar-pela-luz-o-futuro-da-exploracao-espacial-pode-estar-nas-velas-solares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">exploração espacial</a>. O britânico John McFall, astronauta da reserva da Agência Espacial Europeia (ESA), poderá se tornar a primeira pessoa com deficiência física a viver e trabalhar em órbita da <a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/19/ciencia-e-espaco/efeito-atmosferico-nunca-visto-fora-da-terra-e-detectado-em-marte/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terra</a>.</p>



<p>A possibilidade surgiu após a assinatura de um acordo entre o governo do Reino Unido e a empresa americana Vast, responsável pelo desenvolvimento de uma nova geração de estações espaciais privadas. O objetivo da parceria é buscar financiamento para levar McFall a uma missão científica na futura estação Haven-1.</p>



<p><strong>Em resumo:</strong></p>



<ul>
<li>Ex-atleta paralímpico pode integrar missão espacial histórica;</li>



<li>John McFall pode se tornar primeira pessoa com deficiência física a viver no espaço;</li>



<li>Parceria entre Reino Unido e Vast viabiliza financiamento;</li>



<li>Missão é planejada para a futura estação privada Haven-1 da Vast;</li>



<li>Projeto simboliza inclusão, ciência e avanços médicos.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="544" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/02/John-McFall.jpg" alt="" class="wp-image-1058124" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/John-McFall.jpg 900w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/John-McFall-300x181.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/John-McFall-768x464.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/02/John-McFall-150x91.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption class="wp-element-caption">John McFall, em entrevista concedida em 2022, quando ele foi selecionado para o corpo de astronautas da ESA. &#8211; Crédito: ESA</figcaption></figure>



<p>Aos 45 anos, McFall acumula uma trajetória marcada por superação e conquistas. Ele perdeu a perna direita aos 19 anos em um acidente de motocicleta, mas seguiu carreira no esporte de alto rendimento. Em 2008, conquistou a medalha de bronze nos 100 metros rasos nos Jogos Paralímpicos de Pequim. Além do esporte, formou-se em medicina e atualmente atua como cirurgião no Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-astronauta-vai-participar-de-pesquisas-sobre-o-corpo-humano-no-espaco"><strong>Astronauta vai participar de pesquisas sobre o corpo humano no espaço</strong></h2>



<p>A Haven-1 será a primeira estação espacial da Vast e está sendo desenvolvida para operar na órbita baixa da Terra, região onde também se encontra a <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/09/ciencia-e-espaco/estacao-espacial-internacional-pode-continuar-ativa-alem-do-previsto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estação Espacial Internacional </a>(ISS). O projeto prevê o lançamento da estrutura a bordo de um foguete Falcon 9, da SpaceX, possivelmente já no próximo ano.</p>



<p>Apesar do entusiasmo em torno da iniciativa, o acordo não garante a participação de McFall na missão. O documento assinado estabelece que a Agência Espacial do Reino Unido ajudará a empresa a buscar patrocinadores e recursos financeiros necessários para tornar o voo uma realidade.</p>



<p>Caso a missão seja confirmada, o astronauta participará de pesquisas sobre o comportamento do corpo humano no ambiente espacial. Os estudos deverão abordar temas como fisiologia, mobilidade e o uso de próteses em condições de <a href="https://olhardigital.com.br/2024/03/15/ciencia-e-espaco/crime-no-espaco-cientistas-investigam-como-sangue-se-comporta-em-microgravidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">microgravidade</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/estao-Heaven-1024x683.jpg" alt="estação espacial Heaven" class="wp-image-1339615" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/estao-Heaven-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/estao-Heaven-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/estao-Heaven-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/estao-Heaven-150x100.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/estao-Heaven.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ilustração da estação Haven-1 em órbita com a cápsula Dragon acoplada. &#8211; Crédito: Vast</figcaption></figure>



<p>Os resultados dessas investigações podem trazer benefícios que vão além da exploração espacial. Segundo autoridades britânicas, os conhecimentos obtidos poderão contribuir para o desenvolvimento de próteses mais leves, eficientes e adaptáveis ao cotidiano dos usuários.</p>



<p>As pesquisas também poderão ampliar a compreensão de doenças que afetam músculos e ossos, como osteoporose e atrofia muscular. Os dados coletados no espaço ainda poderão ajudar no aperfeiçoamento de técnicas de reabilitação para pessoas amputadas.</p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/ciencia-e-espaco/nasa-do-brasil-saiba-o-que-a-agencia-espacial-brasileira-faz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“NASA do Brasil”: saiba o que a Agência Espacial Brasileira faz </a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/ciencia-e-espaco/brasil-pode-lancar-astronautas-ao-espaco-entenda-os-desafios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil pode lançar astronautas ao espaço? Entenda planos e desafios</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/29/ciencia-e-espaco/astronautas-da-china-voltam-a-terra-apos-missao-espacial-recorde/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Astronautas da China voltam à Terra após missão espacial recorde</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-missao-representa-superacao-de-barreiras"><strong>Missão representa superação de barreiras</strong></h2>



<p>Para McFall, a missão teria um significado que ultrapassa os avanços científicos. Em um <a href="https://www.gov.uk/government/news/astronaut-with-physical-disability-could-be-first-to-enter-orbit-after-ground-breaking-agreement" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">comunicado</a>, ele disse que o projeto representa uma oportunidade de demonstrar que pessoas com deficiência podem ocupar espaços antes considerados inacessíveis. O astronauta afirma que o voo enviaria uma mensagem poderosa sobre inclusão e superação de barreiras.</p>



<p>A ministra espacial do Reino Unido, Liz Lloyd, elogiou a trajetória de John McFall e afirmou que suas conquistas no esporte, na medicina e na ciência demonstram uma determinação extraordinária. “O Reino Unido está empenhado em estar na vanguarda dos voos espaciais tripulados inclusivos”, declarou. Segundo ela, a iniciativa dá continuidade ao trabalho pioneiro já realizado por McFall e cria uma oportunidade concreta para que ele participe de uma missão espacial. “Estou ansiosa para ver o que podemos alcançar juntos”, acrescentou.</p>



<p>A Vast também vem expandindo sua atuação no setor espacial. Recentemente, a empresa assinou um contrato com o governo francês para realizar duas missões: uma destinada a levar um astronauta francês à ISS e outra à futura Haven-1. O acordo reforça a crescente participação da iniciativa privada na exploração humana do espaço.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/ex-atleta-paralimpico-pode-ir-ao-espaco-em-missao-historica/">Ex-atleta paralímpico pode ir ao espaço em missão histórica </a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Como era o bafo do T. Rex? Exposições tentam responder curiosidade sobre o predador</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/como-era-o-bafo-do-t-rex-exposicoes-tentam-responder-curiosidade-sobre-o-predador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wagner Edwards]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[dinossauro]]></category>
		<category><![CDATA[mau hálito]]></category>
		<category><![CDATA[tiranossauro rex]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores e museus recorreram à paleontologia para recriar cheiros que podem ter marcado o mundo onde viveu o T. Rex</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisadores e desenvolvedores de exposições em museus norte-americanos recorreram a evidências paleontológicas e comparações com espécies atuais para tentar responder a uma curiosidade incomum: <a href="https://www.popsci.com/science/t-rex-breath/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">qual seria o cheiro do hálito de um Tiranossauro Rex?</a> As iniciativas ganharam destaque em mostras dedicadas ao período Cretáceo e ao famoso predador pré-histórico.</p>



<p>Os experimentos foram desenvolvidos em instituições dos Estados Unidos que buscam tornar a experiência dos visitantes mais imersiva por meio do olfato. A proposta é aproximar o público de um ambiente que existiu há cerca de 66 milhões de anos, recriando aromas associados tanto aos animais quanto à vegetação da época.</p>



<p>Com base em características anatômicas do T. rex e em estudos sobre os ecossistemas em que viveu, especialistas concluíram que o predador provavelmente tinha um hálito bastante desagradável, resultado dos hábitos alimentares e do acúmulo de resíduos orgânicos na boca.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-museus-transformam-hipoteses-cientificas-em-experiencias-sensoriais">Museus transformam hipóteses científicas em experiências sensoriais</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="853" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-Capa-t-rex.jpg" alt="Capa - t-rex" class="wp-image-1151107" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-Capa-t-rex.jpg 640w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-Capa-t-rex-225x300.jpg 225w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-Capa-t-rex-150x200.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption">Capa &#8211; t-rex Imagem: Shutterstock AI Generator</figcaption></figure></div>


<p>Uma das iniciativas foi desenvolvida pelo Field Museum, em Chicago, durante a reformulação da exposição dedicada a Sue, um dos fósseis de T. rex mais completos já descobertos. A equipe responsável decidiu ampliar a interação dos visitantes, estimulando diferentes sentidos, inclusive o olfato.</p>



<p>Segundo Ben Miller, desenvolvedor de exposições da instituição, a ideia surgiu da tentativa de responder perguntas pouco convencionais sobre o cotidiano desses animais extintos. A partir dessa proposta, foram criadas fragrâncias inspiradas tanto no ambiente natural da época quanto no próprio predador.</p>



<p>A reconstrução do suposto hálito do dinossauro levou em consideração a estrutura de sua dentição e a forma como se alimentava. Conforme explicou Miller à revista <a href="https://www.popsci.com/science/t-rex-breath/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Popular Science</a>, a distância entre os dentes favoreceria a retenção de fragmentos de carne por períodos prolongados.</p>



<p>“<em>T. rex tem dentes relativamente espaçados. Ele provavelmente engolia grande parte do alimento sem mastigar, o que faria com que pedaços de carne permanecessem na boca por muito tempo</em>”, afirmou Ben Miller, desenvolvedor de exposições do Field Museum.</p>



<p>Para reproduzir esse cenário, os responsáveis pela exposição utilizaram como referência um odor artificial empregado no treinamento de cães de resgate. O resultado inicial foi considerado intenso demais para o público e precisou ser suavizado antes de ser incorporado ao espaço expositivo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="738" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-1024x738.jpg" alt="" class="wp-image-913656" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-1024x738.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-300x216.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-768x553.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-1536x1107.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-2048x1475.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-695x500.jpg 695w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Tiranossauro-rex-1-150x108.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Herschel Hoffmeyer/Shutterstock</figcaption></figure></div>


<p>Além do cheiro atribuído ao predador, a mostra passou a apresentar aromas inspirados na flora que dominava partes da América do Norte no fim do período Cretáceo. Entre as referências escolhidas estavam espécies associadas a gengibre, tulipeiro e cipreste, utilizadas como aproximações modernas de plantas que compunham aquelas paisagens antigas.</p>



<p>Outra instituição a explorar o potencial educativo dos odores foi o Children&#8217;s Museum of Indianapolis. Em uma área dedicada aos dinossauros, os visitantes são convidados a identificar, por meio do cheiro, qual opção representaria uma possível fonte de alimento para um T. rex.</p>



<p>De acordo com Melissa Pederson, desenvolvedora de exposições do museu, duas das alternativas apresentadas remetem a plantas, enquanto a terceira tenta reproduzir o esterco de um grande dinossauro herbívoro. Para chegar ao resultado, a equipe buscou uma referência contemporânea em animais de grande porte com dieta baseada em vegetais.</p>



<p>A solução encontrada foi utilizar um <em>aroma </em>inspirado em fezes de elefante. Consoante o relato de Pederson à Popular Science, o cheiro surpreende por não ser necessariamente repulsivo, apresentando características levemente adocicadas.</p>



<p>“<em>É um aroma que tem certa doçura</em>”, relatou Melissa Pederson, desenvolvedora de exposições do Children&#8217;s Museum of Indianapolis.</p>



<p>Para os organizadores, a inclusão de cheiros contribui para despertar emoções e ampliar o envolvimento do público com temas científicos. A estratégia também ajuda a transformar conceitos abstratos sobre a vida pré-histórica em experiências mais concretas para crianças e famílias.</p>
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		<title>Ônibus espaciais: uma história de avanços, segredos e tragédias</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/onibus-espaciais-uma-historia-de-avancos-segredos-e-tragedias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 09:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus espaciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de três décadas, o programa dos ônibus espaciais da NASA realizou 135 missões, com 133 voos bem-sucedidos e duas tragédias fatais</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/onibus-espaciais-uma-historia-de-avancos-segredos-e-tragedias/">Ônibus espaciais: uma história de avanços, segredos e tragédias</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na tarde de 14 de abril de 1981, o deserto da Califórnia foi palco de um feito quase inacreditável. Desafiando a engenharia da época, um veículo com asas, do tamanho de um jato comercial, descia dos céus em silêncio, planando sem <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/ciencia-e-espaco/sistema-de-propulsao-2-em-1-esta-para-ser-testado-no-espaco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">propulsão </a>após sobreviver à reentrada atmosférica a 27 mil km/h. O toque das rodas do ônibus espacial Columbia na pista da Base de Edwards, da Força Aérea dos <a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/26/ciencia-e-espaco/eua-testam-robo-inedito-para-consertar-e-reabastecer-satelites-em-orbita/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a>, fez mais do que encerrar com sucesso a histórica missão STS-1: inaugurou uma era na qual o espaço deveria se tornar um endereço acessível e rotineiro.</p>



<p>O conceito daquela máquina audaciosa havia nascido pouco mais de 10 anos antes, na virada entre as décadas de 1960 e 1970. Enquanto os astronautas do programa Apollo ainda deixavam suas pegadas no solo lunar, a cúpula da <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/09/ciencia-e-espaco/nasa-do-brasil-saiba-o-que-a-agencia-espacial-brasileira-faz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NASA </a>já sentia os primeiros sinais de que o interesse político começava a mudar. Os Estados Unidos haviam vencido a União Soviética na corrida até a Lua e, com o objetivo principal cumprido, o entusiasmo do governo esfriou rapidamente, dando lugar a uma cobrança inédita por economia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="597" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-1.jpg" alt="ônibus espacial columbia" class="wp-image-477042" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-1.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-1-300x179.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-1-768x458.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-1-150x90.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">O ônibus espacial Columbia pousa na pista 23 no leito do lago na Base da Força Aérea de Edwards, Califórnia, ao concluir a primeira missão orbital em 14 de abril de 1981. &#8211; Crédito: Arquivo/NASA</figcaption></figure>



<p>O problema estava no desperdício da tecnologia da época. <a href="https://www.planetary.org/space-policy/cost-of-apollo" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">De acordo</a> com a <em>Planetary Society</em>, o programa Apollo havia custado mais de 309 bilhões de dólares em valores corrigidos, baseando-se em um modelo financeiramente inviável. Cada foguete Saturno V, uma obra-prima de engenharia, funcionava como um artigo de luxo descartável. Após o lançamento, suas peças bilionárias eram simplesmente abandonadas no oceano após um único uso.</p>



<p>Para sustentar a presença do país na órbita terrestre, a lógica precisava mudar radicalmente. Em vez de descartar espaçonaves a cada missão, a nova diretriz exigia veículos robustos e reutilizáveis – uma frota permanente capaz de ir e voltar do espaço com a mesma regularidade de um avião comercial.</p>



<p>Sob essa nova premissa econômica e tecnológica, a NASA começou a delinear o projeto do <em>Space Transportation System</em> (STS), que ficou mundialmente conhecido como ônibus espacial. A proposta era fascinante: um sistema híbrido capaz de decolar com a potência de um foguete, atuar em órbita como um laboratório ou cargueiro e retornar à Terra pousando como um avião convencional.&nbsp;</p>



<p>A promessa de uma nave quase totalmente reaproveitável (à exceção de algumas partes que eram descartadas e da necessidade de recondicionamento de motores para cada voo) alimentava o plano ambicioso de realizar dezenas de voos por ano, reduzindo drasticamente os custos e transformando o acesso ao espaço em uma operação rotineira.</p>



<p>O engenheiro espacial Lucas Fonseca, consultor externo do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA) e propositor da Garatéa-L, primeira missão lunar brasileira, explica que uma das premissas do programa era tentar reutilizar a maior quantidade possível de partes para que abaixasse o custo de chegar ao espaço.&nbsp;</p>



<p>“Até os ônibus espaciais, tudo que ia ao espaço, com exceção daquelas pequenas cápsulas que retornavam com os astronautas, era descartado. A ideia do ônibus espacial era reutilizar boa parte disso, e aí eles fizeram um veículo que tinha o formato parecido com o de um avião, para ver se conseguiria retornar o veículo para usar o mesmo veículo para o novo lançamento”, disse Fonseca em entrevista ao <strong>Olhar Digital</strong>. “Só que ele tinha outros componentes, como os dois boosters laterais, que eram aqueles dois pinos brancos do lado do tanque de combustível laranja do ônibus espacial, que ajudavam a tirar a massa do ônibus espacial da Terra, vencer a gravidade e chegar em órbita. Aqueles boosters caíam no mar, eram resgatados e recondicionados para voar novamente. A parte laranja, aquele tanque gigantesco, onde se concentrava todo o combustível necessário para chegar em órbita, era perdido, aquilo não tinha retorno”. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Lancamento-de-onibus-espacial-1024x576.jpg" alt="Lançamento de ônibus espacial" class="wp-image-477041" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Lancamento-de-onibus-espacial-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Lancamento-de-onibus-espacial-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Lancamento-de-onibus-espacial-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Lancamento-de-onibus-espacial-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Lancamento-de-onibus-espacial.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ao todo, a NASA lançou 135 missões, distribuídas entre cinco ônibus espaciais &#8211; Crédito: NASA</figcaption></figure>



<p>Conforme explica o professor e escritor Rui Botelho, editor do canal <a href="https://www.youtube.com/@BrazilianSpace" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em>Brazilian Space</em></a> e ex-servidor de carreira da <a href="https://www.gov.br/aeb/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Agência Espacial Brasileira (AEB)</a>, os ônibus espaciais eram capazes de realizar missões variadas, desde o lançamento e a recuperação de satélites até a manutenção de infraestruturas espaciais, como ocorreu no conserto do telescópio Hubble.</p>



<p>A espaçonave também permitia que os astronautas realizassem pesquisas de forma autônoma. &#8220;O próprio ônibus levava no seu compartimento de carga um laboratório próprio, onde os astronautas se deslocavam na cabine pressurizada para esse sistema, que também era pressurizado; este ambiente onde eles faziam experimentos em órbita&#8221;, detalha Botelho em entrevista ao <strong>Olhar Digital</strong>.</p>



<p>O encerramento de cada missão exigia manobras precisas. Após a conclusão das tarefas, a nave reduzia sua velocidade orbital para iniciar a reentrada. O processo envolvia uma frenagem atmosférica realizada com a parte inferior do veículo, protegida por pastilhas térmicas. &#8220;Essas pastilhas vão aquecendo, aquecendo, aquecendo, e esse calor não é dissipado para o restante da nave; elas são uma proteção&#8221;, explica o professor. Com essa blindagem, o veículo diminuía gradualmente a velocidade durante a descida até atingir a altitude necessária para o planeio final, pousando, por fim, como uma aeronave convencional.</p>



<p>Após cada missão, ele ainda precisava passar por manutenção antes de ser usado novamente. “Então a ideia principal aqui era um sistema que poderia reutilizar parte dele para jogar os preços de acesso ao espaço para baixo”, resume Fonseca.</p>



<p>Na prática, porém, a ideia de tornar os voos orbitais cotidianos e acessíveis esbarrou em desafios muito mais complexos do que o previsto. A manutenção das naves era minuciosa, os custos continuavam elevados e cada lançamento exigia meses de preparação. Aos poucos, o projeto que simbolizava o futuro da exploração espacial também passou a expor os riscos extremos de colocar vidas humanas em jogo.&nbsp;</p>



<p>O programa revolucionou a engenharia aeroespacial, levou astronautas à órbita por três décadas e serviu como a espinha dorsal para a construção da <a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/09/ciencia-e-espaco/estacao-espacial-internacional-pode-continuar-ativa-alem-do-previsto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estação Espacial Internacional </a>(ISS). Mas a mesma história que consolidou esse legado ficou marcada por duas tragédias que mudaram para sempre os padrões de segurança dos voos tripulados ao espaço.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-eram-e-quantos-onibus-espaciais-existiram"><strong>Como eram e quantos ônibus espaciais existiram?</strong></h2>



<p>O chamado veículo orbitador (Orbiter Vehicle) tinha 37 metros de comprimento, 23,8 metros de envergadura e pesava 78 toneladas, contando com três potentes motores RS-25 na cauda. Projetado com capacidade para transportar sete astronautas e até 24 toneladas de carga para a órbita baixa, ele exigia uma força monumental para ser tirado do chão: um gigantesco tanque externo abastecido com mais de 760 toneladas de hidrogênio e oxigênio líquidos, ladeado por dois foguetes auxiliares de combustível sólido que pesavam 600 toneladas cada um.</p>



<p>O lançamento ocorria verticalmente, como o de um foguete convencional. Os motores principais e os dois foguetes auxiliares operavam em conjunto para vencer os primeiros quilômetros de atmosfera. Após o impulso inicial, os propulsores laterais eram ejetados e caíam de paraquedas no oceano, onde eram resgatados para reutilização.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Destaque-onibus-espacial-1024x576.jpg" alt="Visão de lado de um ônibus espacial pousando" class="wp-image-477047" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Destaque-onibus-espacial-1024x576.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Destaque-onibus-espacial-300x169.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Destaque-onibus-espacial-768x432.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Destaque-onibus-espacial-150x84.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Destaque-onibus-espacial.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Após três décadas de lançamentos, a NASA aposentou seus ônibus espaciais &#8211; Crédito: Arquivo Nacional dos EUA</figcaption></figure>



<p>Pouco tempo depois, o tanque externo também se desprendia, mas não era reaproveitado, sendo destruído pelo calor da reentrada atmosférica. Após concluir suas missões em órbita, o ônibus espacial iniciava seu retorno enfrentando a turbulência extrema e o calor incandescente da alta atmosfera, onde o atrito transformava o ar ao redor da nave em um manto de plasma. Vencida essa etapa, o veículo passava a planar com os motores desligados até realizar o pouso na pista.&nbsp;</p>



<p>Entre o lançamento inaugural em 1981 e o pouso derradeiro em 2011, o programa dos ônibus espaciais cruzou três décadas. Ao longo de 135 missões, a NASA levou ao espaço 355 astronautas (306 homens e 49 mulheres), de 16 nações diferentes. A frota que sustentou essa era foi composta por seis veículos, cada um com uma trajetória única de marcos técnicos e dramas humanos.</p>



<p>A história começou, na verdade, quatro anos antes do primeiro voo orbital, em 1977, com o protótipo experimental Enterprise realizando testes de voo e pouso. Embora crucial para validar o design aerodinâmico, esse modelo nunca recebeu motores ou proteção térmica, jamais cruzando a fronteira do espaço. Segundo Fonseca, “o Enterprise só serviu para fazer testes atmosféricos, mas ele foi necessário para que se dominasse a tecnologia, para que se construísse outros ônibus espaciais”.&nbsp;</p>



<p>O “batismo de fogo orbital” veio com o Columbia, lançado em 12 de abril de 1981, levando a bordo os tripulantes da missão STS-1, John Young e Robert Crippen. Ao longo de 22 anos, o veículo realizou 28 missões e transportou um total de 160 astronautas até o seu voo final em 2003.</p>



<p>Em 1983, o ônibus espacial Challenger expandiu a capacidade da frota. Em seu voo inaugural (STS-6), levou ao espaço os astronautas Paul Weitz, Karol Bobko, Donald Peterson e Story Musgrave – os dois últimos responsáveis pela primeira caminhada espacial do programa. Ao todo, a nave completou nove missões bem-sucedidas e transportou 60 tripulantes, incluindo Sally Ride, a primeira mulher estadunidense no espaço, e Guion Bluford, o primeiro negro do país em órbita, antes de ser destruída em 1986 com sete astronautas a bordo.</p>



<p>O Discovery assumiu o papel de cavalo de batalha da NASA a partir de 1984, estreando na missão STS-41-D sob o comando de Henry Hartsfield. Esse veículo se tornou a espaçonave mais ativa da história com 39 missões concluídas e 252 astronautas transportados, sendo a responsável por colocar o Telescópio Espacial Hubble em órbita, em 1990 (STS-31), e por levar o veterano John Glenn de volta ao espaço aos 77 anos, em 1998 (STS-95).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="508" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-espacial-discovery.jpg" alt="ônibus espacial Discovery" class="wp-image-1340549" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-espacial-discovery.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-espacial-discovery-300x152.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-espacial-discovery-768x390.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-espacial-discovery-150x76.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ônibus espacial Discovery, a espaçonave mais ativa da história da NASA, com 39 missões concluídas e 252 astronautas transportados &#8211; Crédito: NASA</figcaption></figure>



<p>“O Discovery colocou em órbita o Telescópio Espacial Hubble, um experimento que modificou todo o estudo e conhecimento da humanidade. O que o Hubble agregou de conhecimento só é comparável ao que o James Webb está fazendo agora, mais recentemente”, ressalta Botelho. “Era uma nave muito confiável, a nave principal. Começou com ela a construção da Estação Espacial Internacional”. </p>



<p>Em 1985, foi a vez do Atlantis estrear no espaço com a STS-51-J, uma missão militar sigilosa comandada por Karol Bobko. A nave encerrou sua trajetória com 33 voos e 207 tripulantes lançados, destacando-se pelas acoplagens na estação russa Mir e por realizar o último voo da era dos ônibus espaciais, em 2011.&nbsp;</p>



<p>O caçula da família, Endeavour, foi construído a partir de peças sobressalentes para substituir o Challenger. Seu primeiro voo ocorreu em 1992 com a missão STS-49, comandada por Daniel Brandenstein, e foi marcado pela caminhada espacial inédita de três astronautas – Pierre Thuot, Richard Hieb e Thomas Akers – para resgatar um satélite Intelsat. O veículo realizou 25 missões e levou 173 pessoas ao espaço até ser aposentado, dois meses antes do encerramento do programa.</p>



<p>Durante essas três décadas, os ônibus espaciais funcionaram como verdadeiras &#8220;ferramentas multiuso&#8221; na órbita terrestre, acumulando um histórico de conquistas que inclui:</p>



<ul>
<li>Lançar e consertar satélites de comunicações e defesa diretamente no espaço;</li>



<li>Operar laboratórios científicos em microgravidade a bordo de seus compartimentos de carga;</li>



<li>Lançar e manter o Telescópio Espacial Hubble, que recebeu cinco missões complexas de reparo e modernização;</li>



<li>Colocar grandes observatórios em órbita, como o renomado telescópio de raios-X Chandra;</li>



<li>Transportar e acoplar os principais módulos estruturais da ISS.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-133-sucessos-e-dois-fracassos-fatais"><strong>133 sucessos e dois fracassos fatais</strong></h2>



<p>Embora 133 das 135 missões dos ônibus espaciais tenham sido concluídas com sucesso, o programa ficou marcado por dois acidentes fatais que tiraram a vida de 14 astronautas. As tragédias interromperam as operações da NASA, revelaram falhas técnicas e operacionais e provocaram mudanças profundas nos protocolos de segurança das missões espaciais.</p>



<p>O primeiro desastre ocorreu em<a href="https://olhardigital.com.br/2026/01/28/ciencia-e-espaco/tragedia-transmitida-ao-vivo-40-anos-da-explosao-do-onibus-espacial-challenger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> 28 de janeiro de 1986</a>, durante o lançamento da missão STS-51-L pelo Challenger, matando os sete tripulantes a bordo. Centenas de pessoas – entre elas, muitas crianças – assistiam ao lançamento no local, enquanto milhões acompanhavam ao vivo pela televisão.</p>



<p>O clima de entusiasmo se justificava pelo apelo educativo da viagem. Para aproximar a ciência das salas de aula, a NASA criou o projeto “Professor no Espaço” e escolheu, entre milhares de candidatos, Christa McAuliffe, professora em uma escola pública de Concord, no estado de New Hampshire. A proposta era que ela gravasse aulas e realizasse experimentos diretamente da órbita da Terra.</p>



<p>Além disso, a missão também carregava objetivos científicos e políticos importantes, como colocar em órbita um satélite de comunicações e outro voltado para observar o famoso cometa Halley.&nbsp;</p>



<p>A tripulação transmitia uma mensagem de inclusão. O grupo contava com duas mulheres, o primeiro astronauta de origem asiática e o segundo astronauta negro da agência – diversidade que procurava mostrar que o espaço pertencia a todos.</p>



<p>No dia do lançamento, no entanto, uma forte onda de frio atingiu a Flórida, chegando a congelar partes da plataforma. A decolagem foi adiada por algumas horas, mas a autorização final veio no início da tarde.</p>



<p>Apenas 73 segundos após deixar o chão, próximo ao momento de máxima pressão atmosférica, o Challenger se desintegrou pelos ares. Diante das câmeras e do público perplexo, o veículo se rompeu em meio a uma gigantesca nuvem de fumaça, matando todos a bordo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="690" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-1024x690.jpg" alt="challenger" class="wp-image-1250780" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-1024x690.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-300x202.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-768x517.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-1536x1034.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-2048x1379.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/01/tripulantes-nibus-espacial-challenger-1-150x101.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A tripulação do ônibus espacial Challenger. Na fileira de baixo, da esquerda para a direita: Michael Smith, Dick Scobee e Ronald McNair. Na fileira de cima, da esquerda para a direita: Ellison Onizuka, Christa McAuliffe, Gregory Jarvis e Judith Resnik. Todos morreram no desastre, com transmissão ao vivo pela TV. &#8211; Crédito: NASA</figcaption></figure>



<p>Além da professora McAuliffe, a tragédia vitimou o comandante Francis Scobee, o piloto Michael Smith, os especialistas Ellison Onizuka, Judith Resnik e Ronald McNair, e o engenheiro Gregory Jarvis. Foi o primeiro desastre tecnológico dessa escala transmitido ao vivo para o mundo.</p>



<p>Para entender o que deu errado, o governo dos EUA criou a Comissão Rogers, um grupo formado por investigadores e cientistas. Segundo o relatório final, uma peça de borracha, responsável por vedar um dos foguetes auxiliares, perdeu elasticidade e falhou por causa do frio intenso.&nbsp;</p>



<p>“Esse anel de vedação é justamente para não deixar com que os gases que estão queimando ali dentro não se dispersem lateralmente. Eles são direcionados para a tubeira do motor, para a parte de baixo do motor, direcionando o empuxo verticalmente para baixo”, explica o professor Botelho. “E, nesse dia muito frio, quebrando até um parâmetro de segurança que a própria empresa fabricante havia especificado, foi decidido que a missão seria lançada. Esse anel de vedação encolheu durante o período anterior ao lançamento, com a exposição do equipamento ao tempo. E esse encolhimento não permitiu que a vedação acontecesse. Os gases e a queima que foi escapando desse anel de vedação de um dos boosters de combustível sólido acabou atingindo o tanque laranja, o que ocasionou a explosão da nave”.</p>



<p>A investigação também revelou um grave problema de comunicação. Engenheiros sabiam do risco de lançar a nave naquela temperatura e tentaram avisar a diretoria, mas essas preocupações não foram tratadas com o devido rigor. O caso virou referência em debates sobre como grandes instituições lidam com riscos e prevenção.&nbsp;</p>



<p>A segunda tragédia ocorreu 17 anos depois, em <a href="https://olhardigital.com.br/2023/02/01/ciencia-e-espaco/20-anos-do-desastre-do-onibus-espacial-columbia-relembre-uma-das-maiores-tragedias-da-historia-da-nasa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1º de fevereiro de 2003</a>, com o ônibus espacial Columbia. Após uma missão científica bem-sucedida de 16 dias no espaço, a nave iniciava seu retorno à Terra. Faltando apenas 16 minutos para o pouso planejado no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, a comunicação com a base foi repentinamente cortada.</p>



<p>Moradores do Texas e da Louisiana olharam para o céu e viram múltiplos rastros de fumaça. O Columbia havia se desintegrado na alta atmosfera, a quase 62 km de altitude e a uma velocidade de 20 mil km/h. O acidente tirou a vida do comandante Rick Husband, do piloto William McCool, dos especialistas de missão David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Michael Anderson, além do primeiro astronauta de Israel, Ilan Ramon.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="800" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-tripulantes.jpg" alt="columbia" class="wp-image-477034" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-tripulantes.jpg 1000w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-tripulantes-300x240.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-tripulantes-768x614.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/02/onibus-espacial-columbia-tripulantes-150x120.jpg 150w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Astronautas mortos no acidente do ônibus espacial Columbia. Da esquerda para a direita: David Brown, Rick Husband, Laurel Clark, Kalpana Chawla, Michael Anderson, William McCool e Ilan Ramon &#8211; Crédito: Arquivo NASA</figcaption></figure>



<p>O que mais impressionou o mundo foi a descoberta de que o destino da nave havia sido selado logo nos primeiros segundos do lançamento, 16 dias antes. Durante a decolagem, um pedaço da espuma que isolava o tanque externo de combustível se soltou. Embora fosse um material leve, a velocidade do foguete era tão alta que o impacto daquele bloco abriu um buraco na parte inferior da asa esquerda do ônibus espacial, danificando as placas de carbono que protegiam o veículo contra o calor extremo. </p>



<p>“A missão ocorreu normal. Só que no retorno à Terra, como a nave volta frenando na atmosfera e gerando aquele aquecimento, o local onde havia ocorrido o desgaste pelo impacto acabou permitindo que esse calor que deveria ser contido por essas pastilhas não fosse retido e ele atingisse a nave, penetrasse e causasse o colapso que acabou acontecendo”, explica Botelho. “Isso já foi em uma altitude que pôde ser acompanhado por algumas câmeras que estavam filmando. E os destroços se espalharam por boa parte dos Estados Unidos. Nenhum dos astronautas sobreviveu”. </p>



<p>Com a tragédia do Columbia, ficou claro que a NASA ainda sofria dos mesmos problemas de cultura organizacional do passado. Engenheiros chegaram a alertar sobre o impacto da espuma durante o lançamento e pediram imagens de satélite para avaliar possíveis danos, mas a preocupação foi minimizada pela gerência.&nbsp;</p>



<p>Depois do acidente, a frota permaneceu em solo por mais de dois anos enquanto a agência revisava protocolos de segurança. Embora os voos tenham sido retomados para concluir a construção da ISS, o desastre do Columbia foi o ponto de virada que confirmou a insustentabilidade do programa. A complexidade, os custos elevados e o risco extremo inerentes aos ônibus espaciais tornaram inevitável o encerramento definitivo do programa em 2011.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Os dois acidentes marcaram muito a humanidade e tiveram um impacto de imagem terrível para o projeto. Ainda assim, na balança do que se propôs, das expectativas dessa realidade, sem sombra de dúvidas, os ônibus espaciais são um marco histórico, uma contribuição muito grande para a humanidade. E, ainda que tenham ocorrido os acidentes, que foram terríveis, valeu muito ter desenvolvido esse sistema.</em></p>
<cite><em>Rui Botelho, editor do canal Brazilian Space e ex-servidor da AEB</em></cite></blockquote>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="763" height="1024" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho-763x1024.jpeg" alt="Rui Botelho - AEB" class="wp-image-1339522" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho-763x1024.jpeg 763w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho-224x300.jpeg 224w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho-768x1030.jpeg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho-1145x1536.jpeg 1145w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho-150x201.jpeg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/rui-botelho.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /><figcaption class="wp-element-caption">Rui Botelho, ex-servidor de carreira da Agência Espacial Brasileira (AEB), ressalta que os dois acidentes marcaram muito a humanidade &#8211; Crédito: Rui Botelho</figcaption></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-heranca-deixada-para-a-geracao-spacex-e-artemis"><strong>A herança deixada para a geração SpaceX e Artemis</strong></h2>



<p>Mesmo com as cicatrizes e os altos custos, o programa deixou um legado de lições que moldam a forma como a NASA e o setor privado operam hoje. A principal herança é a transição de uma visão centralizada para uma parceria estratégica entre o setor público e empresas privadas, permitindo que a inovação avance com mais agilidade e segurança.</p>



<p>Se os ônibus espaciais foram os pioneiros da reutilização, a era atual (liderada por empresas privadas, como a SpaceX) transformou essa visão em uma rotina industrial. Hoje, o pouso de propulsores de foguetes, algo que até poucos anos atrás parecia um feito tecnicamente improvável, tornou-se um procedimento comum. A diferença crucial é que, agora, a segurança e a automação digital guiam o design dos veículos desde os primeiros desenhos, priorizando sistemas de escape de emergência e redundâncias que a estrutura complexa dos antigos orbitadores não permitia.&nbsp;</p>



<p>Esse aprendizado é o pilar central do programa Artemis, que tem por objetivo retornar à Lua, estabelecendo por lá uma presença humana sustentável. Diferentemente do projeto dos ônibus espaciais, que se restringia à órbita terrestre baixa, a nova fase da exploração utiliza tecnologias desenvolvidas para serem modulares, mais leves e, sobretudo, menos vulneráveis a falhas críticas. O custo-benefício, que tanto pressionou a gestão da NASA no passado, agora é otimizado por veículos versáteis, adaptáveis a diferentes missões, seja para o transporte de cargas ou de tripulação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Começamos lá, na década de 1950, com o projeto Mercury, depois o Gemini, finalmente as missões Apollo, até culminar nos ônibus espaciais. Boa parte da tecnologia empregada nos foguetes da SpaceX são herança do que foi aprendido ao longo das décadas com essas missões. Quando você olha para o Programa Artemis, tem uma herança maior ainda, porque o foguete SLS reutiliza os motores da época dos ônibus espaciais. Os boosters laterais no SLS são uma herança clara do ônibus espacial, são os mesmos propulsores com uma seção adicionada, para ter um pouco mais de combustível para queimar, de propulsão sólida. Então, você vê que esses programas todos impactaram o que é hoje a astronáutica moderna</em>.</p>
<cite><em>Lucas Fonseca, engenheiro espacial.</em></cite></blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="642" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca-1024x642.jpg" alt="Lucas Fonseca" class="wp-image-1339520" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca-1024x642.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca-300x188.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca-768x481.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca-1536x962.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca-150x94.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/lucas-fonseca.jpg 1596w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Lucas Fonseca, consultor do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA), detalhou sobre a história dos ônibus espaciais ao Olhar Digital. &#8211; Crédito: Lucas Fonseca</figcaption></figure>



<p>Mais do que máquinas, a principal herança dos ônibus espaciais para a geração atual está na construção de uma cultura mais forte de segurança, transparência técnica e valorização da vida humana. A partir das lições aprendidas com acidentes como os do Challenger e do Columbia, foram criados processos mais formais de revisão independente, regras mais rigorosas para analisar riscos e um ambiente que incentiva o questionamento entre engenheiros e especialistas.&nbsp;</p>



<p>Hoje, enquanto a nova geração de astronautas se prepara para missões que levam a humanidade de volta ao solo lunar e visam o futuro horizonte de Marte, eles carregam o aprendizado de 30 anos de voos orbitais.&nbsp;</p>



<p>O sonho de tornar o espaço acessível não morreu com a aposentadoria dos ônibus espaciais; apenas amadureceu, provando que o caminho para as estrelas não é feito só de tecnologia de ponta, mas da responsabilidade constante em proteger aqueles que desbravam o desconhecido.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/13/ciencia-e-espaco/onibus-espaciais-uma-historia-de-avancos-segredos-e-tragedias/">Ônibus espaciais: uma história de avanços, segredos e tragédias</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google contesta decisão histórica sobre responsabilidade por conteúdo de IA</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/google-contesta-decisao-historica-sobre-responsabilidade-por-conteudo-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Mozelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 01:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Pro]]></category>
		<category><![CDATA[ai overview]]></category>
		<category><![CDATA[Alphabet]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta decisão pode impactar significativamente outros desenvolvedores de inteligência artificial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://olhardigital.com.br/tag/alphabet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alphabet</a>, empresa-mãe do <a href="https://olhardigital.com.br/tag/google/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google</a>, anunciou, nesta sexta-feira (12), que irá <strong>recorrer</strong> de uma decisão judicial alemã que considerou a empresa <strong>legalmente responsável</strong> por alegações falsas que aparecem nos Resumos de IA (AI Overviews), uma funcionalidade que exibe sumários gerados por inteligência artificial (IA) acima dos resultados tradicionais de busca.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-decisao-judicial-contra-o-google-marca-precedente-importante">Decisão judicial contra o Google marca precedente importante</h2>



<ul>
<li>O tribunal de Munique (Alemanha) emitiu uma decisão histórica contra os resumos gerados por IA do Google, determinando que o AI Overviews constitui conteúdo próprio da empresa;</li>



<li>Esta decisão pode impactar significativamente outros desenvolvedores de inteligência artificial;</li>



<li>&#8220;Este caso foca em erros específicos e pontuais, não na forma fundamental como o AI Overviews exibe conteúdo da web. Discordamos da decisão e planejamos recorrer&#8221;, disse um porta-voz do Google por e-mail à <em><a href="https://www.reuters.com/world/google-appeal-german-court-ruling-assigning-liability-ai-overviews-false-claims-2026-06-12/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reuters</a></em>;</li>



<li>O processo foi movido por duas editoras alemãs que alegaram que os Resumos de IA falsamente as vincularam a golpes e práticas comerciais duvidosas;</li>



<li>A empresa reconhece que, embora a grande maioria dos AI Overviews seja precisa, podem ocorrer casos em que os resumos perdem contexto ou interpretam mal o conteúdo da web.</li>
</ul>



<p></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="612" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica-1024x612.jpg" alt="Ícone do Google em um smartphone ao lado de um martelo de juiz" class="wp-image-954541" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica-1024x612.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica-300x179.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica-768x459.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica-1536x919.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica-150x90.jpg 150w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/08/google-justica.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tribunal de Munique (Alemanha) emitiu uma decisão histórica contra os resumos gerados por IA do Google, determinando que o AI Overviews constitui conteúdo próprio da empresa &#8211; Imagem: Ascannio/Shutterstock</figcaption></figure></div>


<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/03/internet-e-redes-sociais/google-permitira-que-sites-parem-de-aparecer-nos-resultados-de-busca-com-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google permitirá que sites parem de aparecer nos resultados de busca com IA</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2025/10/11/dicas-e-tutoriais/6-funcoes-do-google-que-todo-mundo-precisa-testar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 funções do Google que todo mundo precisa testar</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/05/06/internet-e-redes-sociais/sua-pesquisa-no-google-pode-ter-como-resposta-comentarios-em-rede-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sua pesquisa no Google pode ter como resposta comentários em rede social</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-na-industria-de-conteudo">Impactos na indústria de conteúdo</h2>



<p>A integração de IA nos resultados de busca online do Google tem gerado críticas de editores e provedores de conteúdo, que afirmam que isso afetou negativamente seu tráfego, audiência e receita. Reguladores antitruste também estão investigando a questão.</p>



<p>O Google afirmou que toma ações rápidas contra violações de suas políticas para AI Overviews e que está comprometido em melhorar continuamente a precisão da tecnologia.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/google-contesta-decisao-historica-sobre-responsabilidade-por-conteudo-de-ia/">Google contesta decisão histórica sobre responsabilidade por conteúdo de IA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Presidente da SpaceX diz que fusão com Tesla &#8220;pode facilitar a vida de Musk&#8221;</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/presidente-da-spacex-diz-que-fusao-com-tesla-pode-facilitar-a-vida-de-musk/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[News]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 01:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[fusão]]></category>
		<category><![CDATA[spaceX]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1341034</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gwynne Shotwell, presidente e COO da SpaceX, sinalizou abertura a uma possível fusão entre a SpaceX e a Tesla durante entrevista à CNBC</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Gwynne Shotwell</strong>, presidente e COO da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/spacex/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SpaceX</a>, sinalizou <strong>abertura</strong> a uma possível <strong>fusão</strong> entre a SpaceX e a <a href="https://olhardigital.com.br/tag/tesla/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tesla</a> durante entrevista à <em>CNBC</em>. Segundo ela, a operação &#8220;<strong>poderia facilitar um pouco a vida de Elon</strong>&#8221; — referindo-se a Elon Musk, que comanda as duas empresas.</p>



<p>A Tesla tem valor de mercado atual de aproximadamente <strong>US$ 1,26 trilhão (R$ 6,4 trilhões)</strong>. Musk tem posicionado a montadora como uma empresa de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial (IA)</a> e robótica, embora a maior parte de sua receita ainda venha da venda de <a href="https://olhardigital.com.br/tag/veiculos-eletricos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veículos elétricos</a>. Uma fusão com a SpaceX é vista por alguns como um <strong>passo relevante</strong> para concretizar esse posicionamento.</p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul>
<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/11/ciencia-e-espaco/elon-musk-revela-visao-da-spacex-para-o-futuro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Elon Musk revela visão da SpaceX para o futuro</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/quer-investir-na-spacex-veja-como-brasileiros-podem-comprar-acoes-da-empresa-de-musk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quer investir na SpaceX? Veja como brasileiros podem comprar ações da empresa de Musk</a></li>



<li><a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/spacex-estreia-na-bolsa-com-acoes-acima-do-esperado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MAIOR IPO DA HISTÓRIA: SpaceX estreia na bolsa com ações acima do esperado</a></li>
</ul>



<p></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="771" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-1024x771.jpg" alt="Logo da Tesla em um smartphone com indicadores financeiros atrás" class="wp-image-1310457" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-1024x771.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-300x226.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-768x578.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-1536x1156.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-2048x1542.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/tesla-150x113.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fusão poderia facilitar as coisas para o dono das duas empresas &#8211; Imagem:RKY Photo/Shutterstock</figcaption></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading" id="h-spacex-e-tesla-vao-se-fundir">SpaceX e Tesla vão se fundir?</h2>



<ul>
<li><strong>Há indícios de que a SpaceX já se prepara para uma operação desse tipo</strong>;</li>



<li>Antes de sua estreia na bolsa — <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/spacex-tudo-sobre-o-maior-dia-da-historia-da-empresa-de-elon-musk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o maior IPO da história</a> —, a empresa alterou seu documento de registro S-1 para incluir uma nova frase na seção de fatores de risco: &#8220;<strong>Podemos emitir uma quantidade significativa de ações em conexão com transações futuras</strong>&#8220;;</li>



<li>O trecho funciona como um aviso aos investidores sobre possível diluição futura. Um alerta desse tipo não seria necessário para um negócio de pequena escala, o que aponta para a Tesla como destinatária mais provável da cláusula;</li>



<li>Musk já demonstrou conforto em unir as diferentes partes de seu portfólio. A SpaceX adquiriu a empresa de inteligência artificial <strong>xAI</strong>, também de Musk, no início deste ano;</li>



<li>Antes disso, a xAI havia adquirido o <strong>X</strong> em uma transação totalmente em ações, no ano anterior.</li>
</ul>
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		<title>Paramount: compra da Warner Bros. Discovery é aprovada pelos EUA</title>
		<link>https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/paramount-compra-da-warner-bros-discovery-e-aprovada-pelos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Mozelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 00:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema e Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Paramount]]></category>
		<category><![CDATA[Warner]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros.]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros. Discovery]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://olhardigital.com.br/?p=1341029</guid>

					<description><![CDATA[<p>Decisão, divulgada nesta sexta-feira (12), permite que a Paramount se combine com a empresa de entretenimento e mídia rival</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/paramount-compra-da-warner-bros-discovery-e-aprovada-pelos-eua/">Paramount: compra da Warner Bros. Discovery é aprovada pelos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou a aquisição de <strong>US$ 111 bilhões (R$ 561,8 bilhões)</strong> da <a href="https://olhardigital.com.br/tag/warner-bros-discovery/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Warner Bros. Discovery</a> pela <a href="https://olhardigital.com.br/tag/paramount" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paramount</a> Skydance, removendo um grande obstáculo regulatório para uma das fusões de mídia mais observadas da era Donald Trump.</p>



<p>A decisão, divulgada nesta sexta-feira (12) pelo <em><a href="https://www.politico.com/news/2026/06/12/paramount-acquisition-warner-bros-approved-00960300?utm_medium=iframely&amp;utm_source=buzzfeed" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Politico</a></em>, permite que a Paramount se combine com a empresa de entretenimento e mídia por trás de um vasto estúdio de cinema e televisão, <em>CNN</em> e o serviço de streaming HBO Max, que seria combinado com o Paramount+ para criar uma nova plataforma com aproximadamente <strong>200 milhões</strong> de assinantes.</p>



<p>Após uma análise extensa, autoridades do Departamento de Justiça determinaram que a transação <strong>não representava</strong> uma ameaça à concorrência e optaram por não contestá-la. O departamento aprovou a fusão <strong>sem exigir</strong> desinvestimentos, remédios comportamentais ou concessões.</p>



<p>Em comunicado, a Divisão Antitruste disse que sua revisão de oito meses &#8220;determinou, com base nas evidências recebidas em sua investigação, que a transação não é provável que resulte em danos à concorrência ou aos consumidores estadunidenses&#8221; e poderia <strong>aumentar a competição</strong> ao criar um concorrente mais forte em streaming, televisão e cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-paramount-e-warner-processo-de-revisao-intenso">Paramount e Warner: processo de revisão intenso</h2>



<p>O departamento informou que os investigadores revisaram mais de <strong>dois milhões</strong> de documentos, conduziram <strong>horas</strong> de depoimentos e trabalharam junto com procuradores-gerais estaduais antes de chegar à decisão.</p>



<p>Três semanas atrás, o CEO da Paramount, <strong>David Ellison</strong>, passou aproximadamente <strong>duas horas</strong> em reunião presencial com autoridades da Divisão Antitruste, incluindo advogados de carreira. Durante a sessão, os funcionários pressionaram Ellison com perguntas sobre a transação e seus efeitos competitivos até ficarem satisfeitos por terem esgotado suas preocupações.</p>



<p></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://olhardigital.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-1024x683.jpg" alt="Ações da Netflix" class="wp-image-1306695" srcset="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-1024x683.jpg 1024w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-300x200.jpg 300w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-768x512.jpg 768w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-1536x1025.jpg 1536w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-2048x1366.jpg 2048w, https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2026/04/netflix-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Netflix voltou à cena após a Paramount acusar a streamer de tentar sabotar a aquisição da Warner &#8211; Imagem: JOCA_PH/Shutterstock</figcaption></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading" id="h-oposicao-da-industria">Oposição da indústria</h2>



<ul>
<li>O negócio, que transformaria o ecossistema de Hollywood ao combinar dois estúdios historicamente rivais, é contestado por muitos na indústria do entretenimento, que temem que possa levar a <strong>demissões em massa</strong>, entre outras preocupações;</li>



<li>Trabalhadores de Hollywood temem que a fusão possa desencadear outra onda de demissões em uma indústria já abalada por anos de consolidação;</li>



<li>Críticos argumentam que os bilhões em economias de custos prometidas virão às custas de empregos, menos oportunidades para criadores e maior concentração de poder em cinema, televisão e streaming;</li>



<li>A decisão segue uma batalha de lobby cada vez mais amarga em Washington. Esta semana, a Paramount acusou a <strong>Netflix</strong> de conduzir uma &#8220;<strong>campanha de terra arrasada</strong>&#8221; contra o acordo da Warner Bros., alegando que a gigante do streaming estava encorajando oposição dos Teamsters e outros em uma tentativa de afundar a transação. A Netflix <strong>rejeitou</strong> a alegação, chamando-a de &#8220;<strong>absurda</strong>&#8220;.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-revisao-estadual-continua">Revisão estadual continua</h2>



<p>A aprovação do Departamento de Justiça <strong>não encerra</strong> o escrutínio legal da fusão. O Procurador-Geral da Califórnia, <strong>Rob Bonta</strong>, tem revisado a transação e ainda pode processar para bloquear o acordo, apesar dos reguladores federais aprovarem.</p>



<p>&#8220;A fusão da Warner Bros. e Paramount permanece sob investigação pelo Departamento de Justiça da Califórnia&#8221;, disse um porta-voz do escritório de Bonta.</p>
<p>O post <a href="https://olhardigital.com.br/2026/06/12/pro/paramount-compra-da-warner-bros-discovery-e-aprovada-pelos-eua/">Paramount: compra da Warner Bros. Discovery é aprovada pelos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://olhardigital.com.br">Olhar Digital</a>.</p>
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