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        <title>O pequeno investidor</title>
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        <description>O site que ensina a investir!</description>
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        <language>pt-br</language>
        <pubDate>Wed, 22 Feb 2012 11:10:06 -0200</pubDate>
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            <title>Análise da Petrobras</title>
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            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-20-às-16.40.07.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

Petrobras e Vale são as empresas mais populares da bolsa de valores brasileira. Nos últimos 17 anos, foram a razão da alegria de muitos investidores que investiram seus recursos em suas ações. Mas, nos últimos tempos, ambas as empresas têm trilhado caminhos bastante distintos. Enquanto a Vale ainda se mantém com um forte ritmo de crescimento em seus lucros, a Petrobras tem derrapado desde que se anunciou a descoberta de petróleo no pré-sal. Muito da performance apenas mediana se deve a problemas de câmbio e à variação no preço do petróleo (problemas com os quais a Vale também tem que lidar, já que é uma característica do setor de &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt;), mas decerto o fator que tem mais afastado os investidores da Petrobras é a excessiva interferência do governo brasileiro na companhia. Mas, apesar dos problemas, vale a pena investir na companhia?
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Vendas da Petrobras aumentam em ritmo superior ao lucro&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O primeiro fator a ser destacado é que o lucro por ação da Petrobras tem crescido a um ritmo menor do que o ritmo de crescimento da receita líquida. Dê uma olhada nos seguintes gráficos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="LPA.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/LPA.png" alt="LPA" width="650" height="160" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro gráfico mostra o crescimento do lucro por ação da Petrobras. Veja como o lucro por ação mostra um crescimento constante até 2006, em 2007 uma queda abrupta, seguido de forte crescimento em 2008. Em 2009, nova queda no lucro, para um avanço forte em relação a 2009, mas pequeno em relação a 2008. Em 2011, um lucro por ação próximo ao obtido em 2008. O segundo gráfico mostra o crescimento da receita líquida de vendas - ou seja, o valor líquido que a empresa recebeu por suas vendas no período. A receita variou bem menos do que o lucro por ação da Petrobras - tem crescido com relativa constância em todo o período, com uma breve queda em 2009, justamente o ano em que a crise do setor imobiliário norte-americano mais afetou a economia real. De lá para cá, a receita apresentou uma continuidade no ritmo de crescimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso tudo fica ainda mais claro quando examinamos o terceiro gráfico, que consolida a comparação entre o crescimento do lucro por ação e a receita líquida de vendas: vejam como a receita mantém um ritmo de crescimento vigoroso por todo o período, enquanto o lucro por ação cresce a um ritmo bastante inferior. No período compreendido entre 2004 e 2011, o lucro por ação cresceu a uma taxa composta de 8,10%, ao passo que a receita líquida evoluiu a uma taxa composta de 10,71%. Parece uma diferença pequena, mas ela é responsável por uma grande distorção ao final: os lucros cresceram 86,52% entre 2004 e 2011, ao passo que a receita líquida de vendas cresceu 125,67% no mesmo período - uma performance quase 50% inferior!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Por que a relação entre o lucro e a receita é importante? Por que ela mostra se a empresa tem sido eficiente na administração de seus recursos. Uma empresa que consiga aumentar seus lucros a uma taxa superior ao do aumento da receita provavelmente está diminuindo seus custos. Já uma empresa que aumente os lucros a uma taxa muito inferior ao do aumento de sua receita provavelmente está administrando seus recursos de maneira ineficiente. Infelizmente, parece que é o que está acontecendo com a Petrobras. Quando examinamos a margem de lucro da Petrobras, isso fica claro:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="MLucro.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/MLucro.png" alt="MLucro" width="650" height="160" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O gráfico indica que a Petrobras tem perdido eficiência, ou seja, sua margem de lucro tem diminuído ao longo dos anos. A margem de lucro bruta caiu de 41,68% para 31,63% entre 2004 e 2011 (uma queda de aproximadamente 25%), e a margem de lucro líquida também caiu consideravelmente, de 16,51% para 13,64% - cerca de 18% no período.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa queda de eficiência também pode ser observada com o exame do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) da empresa:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ROE.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ROE.png" alt="ROE" width="310" height="268" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O ROE da companhia despencou de 28,68% em 2004 para 10,10% em 2011. Ou seja, em apenas 7 anos o retorno sobre o patrimônio líquido da empresa caiu aproximadamente 65%! É uma queda imperdoável. O ROE indica a eficiência com que a companhia consegue transformar seu patrimônio líquido em lucro líquido. Uma queda de 65% significa que a Petrobras precisa, hoje, de um patrimônio três vezes maior do que o de 2004 para gerar o mesmo lucro líquido daquele ano! O resultado só não foi mais impactante para o acionista porque o patrimônio líquido da empresa avançou significativamente no período - mais do que três vezes -, o que tornou possível que o lucro apresentado em 2011 seja superior ao de 2004:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="VPA.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/VPA1.png" alt="Petrobras" width="326" height="298" border="0" /&gt;Como você pode observar, o valor do patrimônio por ação - ou seja, a fração do patrimônio líquido que corresponde a cada ação da empresa - saltou de R$ 4,77 para R$25,29 - um aumento de 429,68%, ou 23,17% ao ano. Mas esse salto não foi linear. Entre 2004 e 2009, a taxa de crescimento foi de 16,97% ao ano. Entre 2010 e 2011, de apenas 7,53% ao ano. Mas… entre 2009 e 2010, a taxa saltou de R$ 12,22 para R$ 23,52 - um aumento espetacular de 92,47%. Por que isso aconteceu? Como você está lembrado, &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/11/os-resultados-da-capitalizacao-da-petrobras-para-o-investidor/"&gt;em 2010 a empresa realizou um processo de capitalização magnífico&lt;/a&gt;, que aumentou espetacularmente seu patrimônio. Mas a que custo? O de tornar a empresa extremamente ineficiente na geração de lucro para o acionista. Como era esperado, o aumento abrupto do patrimônio líquido é o fator que explica a queda abrupta no ROE, já que o novo patrimônio em reservas do pré-sal ainda não foi capaz de gerar um aumento substancial nos lucros da empresa. Como o patrimônio aumentou abruptamente sem gerar lucro novo, a rentabilidade total do patrimônio líquido despencou. A aposta da companhia é de que o lucro do pré-sal só será percebido nos próximos anos, e por isso o investidor não teria com o que me preocupar. De minha parte, continuo com as "barbas de molho". O ROE da Petrobras já vinha despencando desde 2005. As margens de lucro também já vinham apresentando desempenho inconsistente. A capitalização da empresa só veio a confirmar a perda de eficiência, não gerá-la. A empresa continua bastante capaz de honrar suas dívidas. Seu índice de liquidez geral está em 2,22 - resultado também impactado pelo processo de capitalização, já que os ativos da companhia aumentaram bastante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, não há o que se preocupar no tocante à capacidade de a empresa continuar operando. O que me preocupa é a capacidade dela gerar valor a seus acionistas. Esta parece ser a última das preocupações da Petrobras. O lucro vem sendo inconstante, a empresa tem perdido eficiência ao longo do tempo e, para piorar, os dividendos pagos também têm sido bastante inconstantes:&lt;/p&gt;

&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="div.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/div.png" alt="Div" width="314" height="272" border="0" /&gt;Como pode ser observado, a empresa pagou menos dividendos em 2011 do que pagava em 2006! Pior do que isso, a tendência dos últimos anos tem sido declinante. Desde 2008, quando a Petrobras pagou aproximadamente o mesmo valor em dividendos por ação, o valor pago tem diminuído a cada ano.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Que rentabilidade esperar das ações da Petrobras?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;É difícil prever como serão os próximos anos da empresa. O pré-sal ainda deve exigir muitos investimentos antes que traga os lucros que dele se espera. Além disso, o retorno esperado depende de muitas variáveis que não estão nas mãos da companhia: a regulação do setor, a interferência do governo, o câmbio, o preço do petróleo. Além disso, eventualmente a empresa necessitará de uma nova capitalização para poder investir o montante necessário para explorar o pré-sal, tornando-a ainda mais ineficiente na geração de lucro. São esses os motivos que me levaram, há algum tempo, a me desfazer das ações que eu tinha da empresa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De qualquer modo, tracei uma expectativa de rentabilidade para quem decidir investir na empresa. Realizei dois tipos de simulação: uma moderada, levando em consideração o ritmo de crescimento do lucro por ação da Petrobras nos últimos oito anos; e uma bastante conservadora, levando em consideração o ritmo de crescimento do lucro por ação a um ritmo mais baixo, de metade do ritmo que a empresa apresentou no período. Sei que essa é uma previsão bastante conservadora, mas acredito que é melhor ser conservador do que otimista demais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vejamos os resultados:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cálculos moderados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em primeiro lugar, indico que os cálculos aqui indicados &lt;strong&gt;não significam qualquer recomendação de compra ou venda da empresa&lt;/strong&gt;. São apenas estimativas nas quais eu me baseio para decidir investir ou não em uma companhia, e não que eu esteja recomendando para ninguém. Ressalto que não sou analista de mercado certificado e, portanto, minhas considerações devem ser objeto de reflexão por parte dos leitores, que são os únicos responsáveis por suas decisões de investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para efetuar esses cálculos, levei em consideração que a Petrobras tem apresentado um crescimento médio no lucro por ação de 8,10% ao ano de 2004 a 2011 e, por considerar essa taxa medianamente razoável para o longo prazo, decidi utilizá-la para projetar o crescimento dos lucros nos próximos 10 anos. Além disso, considerei que a empresa deverá manter o patamar dos dividendos em sua média histórica dos últimos 8 anos, de cerca de 3,76% ao ano. Com esses parâmetros em mãos, tracei a seguinte projeção:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/moder.png"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-19360 aligncenter" title="moder" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/moder.png" alt="" width="535" height="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, mantido esse ritmo de crescimento, a Petrobras teria, em 2022, um lucro por ação de R$ 6,02. Como o P/L médio apresentado pela companhia no período de 2004 a 2011 foi de 11,52, utilizei esse indicador para calcular a cotação média esperada para 2022 - que seria de R$ 69,34. Com uma cotação atual de R$ 24,05, isso significaria uma rentabilidade total de 188,32%, ou 11,17% ao ano, sem computar os dividendos. Computando-os, a rentabilidade total já seria de 256,75%, ou 13,56% ao ano. Trata-se de rentabilidade superior à apresentada pela Selic, que está na casa de 10,5% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assumindo essas premissas, quem investir hoje R$ 24.500,00, comprando 1.000 ações da empresa, poderá esperar um patrimônio total, sem reinvestir dividendos, de R$ 85.798,12 em 2022. Ressalte-se apenas que isso depende de o mercado manter o P/L em sintonia com sua média histórica. Caso o P/L atual seja mantido, na casa de 9,42, a cotação média esperada já ficaria na casa de R$ 56,70, e a rentabilidade já cairia para 135,76% (sem dividendos), ou 8,95% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Note ainda que, se as premissas estiverem adequadas, os preços atuais da Petrobras indicam que, quem comprar ações hoje, estará levando a empresa por um índice P/L equivalente a 4,00 em relação aos lucros projetados para 2022.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cálculos conservadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso adotássemos a premissa mais conservadora de que o crescimento do lucro por ação da Petrobras cairia para 50% do ritmo apresentado nos últimos 8 anos, a rentabilidade esperada do investimento seria muito pior. A nova projeção seria a seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/conserv1.png"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-19361 aligncenter" title="conserv" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/conserv1.png" alt="" width="536" height="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com essas premissas, em 2022 o lucro por ação da Petrobras estaria na casa de R$ 3,95, e a cotação média esperada, com o P/L médio dos últimos anos, seria de R$ 45,55 em 2022. No total, a rentabilidade esperada sem dividendos é de 89,4% (ou 6,6% ao ano). Com os dividendos, o retorno já subiria para 157,65%, ou 9,93% ao ano. Perceba o quanto os dividendos geram impacto positivo para a rentabilidade ao final do período: nesse último caso, mais conservador, eles corresponderiam a quase metade de toda a rentabilidade obtida no investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo de indicadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Seguem, ainda, algumas tabelas com minhas premissas. Nessa primeira tabela, resumo uma simulação de um investimento inicial de alguém que adquirisse 1.000 ações da empresa aos preços atuais. Indico a rentabilidade esperada conforme as premissas que estabeleci acima. Na parte final do gráfico está a margem de segurança esperada atualmente. Pelos meus cálculos, extraído de uma média das premissas conservadora e moderada, o preço justo das ações da companhia é de R$ 31,21 - aproximadamente 22,95% acima do preço atual. Uma premissa mais conservadora indicaria um preço justo de R$ 30,62, com uma margem de segurança de 21,45%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/indic1.png"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19362" title="indic1" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/indic1.png" alt="" width="515" height="447" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conclusões? De minha parte, acredito que os indicadores da Petrobras ainda mostram forte incerteza sobre o futuro da empresa. De qualquer modo, mesmo quem decida investir na empresa aos preços atuais pode esperar obter uma rentabilidade medianamente superior à renda fixa nos próximos anos. Se as expectativas dos mais otimistas se confirmarem, é possível até que minha projeção moderada se mostre conservadora demais. De minha parte, embora acredite que seja razoável a probabilidade de o futuro ser mais otimista do que minhas previsões, prefiro permanecer cauteloso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://Os%20resultados%20da%20capitaliza%C3%A7%C3%A3o%20da%20Petrobras%20para%20o%20investidor%20(12.5)"&gt;Os resultados da capitalização da Petrobras para o investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/souza-cruz/"&gt;Análise da Souza Cruz &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/a-capitalizacao-da-petrobras-e-o-pequeno-investidor/"&gt;A capitalização da Petrobras e o pequeno investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/analise-da-companhia-siderurgica-nacional/"&gt;Análise da Companhia Siderúrgica Nacional &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/cielo/"&gt;Análise da Cielo &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/analise-de-drogasil/"&gt;Análise de Drogasil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/analise-da-eletropaulo/"&gt;Análise da Eletropaulo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/todo-mundo-tem-que-investir-em-petrobras-e-vale/"&gt;Todo mundo tem que investir em Petrobras e Vale? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/analise-fundamentalista-tecnica/"&gt;Análise fundamentalista ou análise técnica? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/ambev-uma-empresa-com-vantagem-competitiva/"&gt;Ambev: uma empresa com vantagem competitiva &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/zLrmdouqtto" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Feb 2012 16:57:46 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Poupança e tesouro direto: o que é mais rentável?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Lquneu_TshA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poupança ou tesouro direto? O que rende mais? Muitas vezes, é difícil comparar a rentabilidade entre investimentos de natureza diferentes. Afinal, cada investimento está sujeito a uma regulação diferente, a impostos diferentes, e a uma metodologia de cálculo diferente. Por essa razão, muitas pessoas preferem nem tentar comparar investimentos de natureza diferente e acabam por decidir investir na modalidade de investimento mais cômoda - normalmente, a poupança. Nesse post, pretendo traçar uma comparação entre a rentabilidade líquida do &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/?s=%22tesouro+direto%22"&gt;Tesouro Direto&lt;/a&gt; e a poupança, a fim de verificar qual modalidade de investimento é potencialmente a mais atrativa para o investidor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-20-às-16.40.07.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Os custos do tesouro direto diminuem o retorno dos títulos públicos em relação à poupança&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De partida, os títulos do tesouro direto já têm uma desvantagem séria com relação à poupança: eles trazem embutidos três taxas, que reduzem substancialmente a rentabilidade do investimento. Em primeiro lugar, existe a taxa de negociação, que corresponde a 0,10% sobre o valor total investido. Em um investimento de R$ 10.000,00, essa taxa corresponderia a R$ 10,00. Além disso, existe a taxa de custódia cobrada pela BM&amp;amp;F Bovespa, correspondente a 0,3% por ano de investimento - ou R$ 30,00 sobre um investimento de R$ 10.000,00. Por fim, existe a taxa de custódia cobrada pelo próprio agente de custódia, que é a instituição a partir da qual os títulos são negociados. Ela varia entre 0% e 1% ao ano. Essas taxas são cobradas automaticamente no momento em que a aplicação é efetuada.&lt;/p&gt;

E também não podemos desconsiderar os efeitos do imposto de renda na rentabilidade: há uma alíquota entre 15% e 22,5%, que diminui ao longo do tempo. A alíquota mais baixa é cobrada para os investimentos com prazo superior a 720 dias. Investimentos resgatados em menos de 30 dias após a aplicação sofrem ainda a incidência de IOF. Portanto, não se esqueça: o ideal, ao investir no Tesouro Direto, é aplicar apenas o valor que se deseja resgatar a partir de dois anos após o momento da aplicação.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Custos com impostos e taxas podem levar a retorno menor no tesouro direto em relação à poupança&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ao investir no tesouro direto, o investidor tem o poder de controlar três variáveis que terão impacto fundamental em sua rentabilidade: o prazo do investimento, que afetará a alíquota de Imposto de Renda; a instituição financeira onde investe seus recursos, que afeta a &lt;a title="As taxas de administração cobradas no tesouro direto" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/" target="_blank"&gt;taxa cobrada pelo agente de custódia&lt;/a&gt;; e o título do tesouro direto que pretende adquirir, o que determina a rentabilidade bruta esperada. Esses fatores são essenciais para definir se é melhor investir no tesouro direto ou na poupança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para comparar ambas as modalidades de investimento, fiz algumas simulações, variando o prazo do investimento e a taxa de custódia. Para realizar a simulação, escolhi vários títulos do tesouro direto - alguns corrigidos pela inflação, como as NTN-B Principal, e outros com taxas pré-fixadas. Como parâmetro de comparação, fixei a rentabilidade da poupança em 7,45%, que corresponde à taxa dos últimos 12 meses. Além disso, usei a remuneração da data de 17 de fevereiro para fixar a rentabilidade dos títulos do tesouro direto, e para o cálculo da inflação nos títulos corrigidos pelo IPCA, usei o índice de inflação de 6%. Por fim, considerei a rentabilidade dos títulos apenas baseada na taxa esperada por quem decidisse carregar os títulos até o vencimento, desconsiderando os efeitos da flutuação nas taxas de juros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No primeiro exemplo, o investidor aplicou seus recursos por um prazo superior a dois anos, garantindo a menor alíquota de imposto de renda possível, e escolheu uma instituição que não cobra a taxa do agente de custódia. Vejamos os resultados:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="sim1.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sim1.png" alt="tesouro direto" width="600" height="141" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, o &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/recomendo/tesourodireto"&gt;Tesouro Direto&lt;/a&gt; apresentou, nessas circunstâncias, uma rentabilidade líquida bastante superior à poupança. No melhor caso - a NTN-B Principal com vencimento em 2024 teve uma rentabilidade de 9,19%, 23,33% superior à da poupança. No pior cenário (LTN 2015), o investidor ainda conseguiria uma rentabilidade 11,12% superior à poupança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vejamos o segundo cenário:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="sim2.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sim2.png" alt="Sim2" width="600" height="136" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nessa simulação, o agente de custódia cobra uma taxa de 0,5% (como o Banco do Brasil, por exemplo), e o investidor decidiu aplicar seus recursos por apenas um ano, recolhendo um imposto de renda à base da alíquota de 22,5%. Nessa situação, a vantagem do tesouro direto sobre a poupança diminui consideravelmente. Em três casos - NTN-B Principal com vencimento em 2015, LTN com vencimento em 2015 e NTN-F com vencimento em 2017, a rentabilidade é inclusive inferior à da poupança. Isso reforça o que havíamos dito antes: tesouro direto é para investimentos superiores a 2 anos!!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="sim3.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sim3.png" alt="Sim3" width="600" height="136" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O terceiro cenário é o pior dos três. Nele, o investidor aplica em uma instituição que cobra 1% de taxa de agente de custódia (como o Itaú, por exemplo), e investe por um prazo inferior a um ano, incorrendo em uma alíquota de imposto de renda de 22,5%. Nessa situação, TODOS os títulos do tesouro direto examinados apresentariam rentabilidade inferior à da poupança - em alguns casos, inferior em mais de 10%!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essas simulações mostram a importância de escolher instituições que cobrem uma taxa de custódia mais baixa e de manter os títulos em sua carteira de investimentos por pelo menos 720 dias. Não cumpridas essas condições, investir no tesouro direto pode resultar em rentabilidade bastante inferior à da poupança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/tesouro-direto-rende-mais-que-a-bolsa-na-decada/"&gt;Tesouro Direto rende mais que a bolsa na década &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/comeando-investir-no-tesouro-direto/"&gt;Começando a investir no tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/manual-do-tesouro-direto/"&gt;Manual do Tesouro Direto&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/"&gt;As taxas de administração cobradas no tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/boas-novidades-para-o-tesouro-direto/"&gt;Boas novidades para o Tesouro Direto &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Lquneu_TshA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Feb 2012 16:47:09 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/tesouro-direto-poupanca/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Brasil é o que mais paga dividendos por ação entre os BRICs</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/XhFWzjcHXyQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Mais uma boa notícia para os investidores brasileiros: o &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;das empresas brasileiras, que reflete o percentual pago em dividendos em relação ao total investido em uma companhia, é o maior entre os países emergentes.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Dividendos brasileiros estão entre os maiores do planeta&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É o que mostra matéria do &lt;a href="https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/2/16/dividendo-na-bolsa-local-e-o-mais-atrativo-entre-os-bric" target="_blank"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;Mesmo após a valorização superior a 14% do Índice Bovespa no ano, a bolsa brasileira ainda se mostra atrativa ao investidor em relação a outros mercados emergentes. Entre os países que compõem o grupo dos Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China), o Ibovespa é aquele que apresenta o maior retorno médio com dividendos para os investidores. Além disso, o mercado acionário local está mais barato que a média de outros emergentes. Isso quer dizer que o investidor pode sair comprando tudo, sem realizar muita análise? Não é bem assim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

Estimativas da Ágora Corretora mostram que o retorno apenas com dividendos - o chamado "dividend yield" - projetado para o Índice Bovespa neste ano é de 3,6%, em média. O valor está acima dos 2% registrados pela Rússia, enquanto a bolsa da China apresenta "dividend yield" médio de 1,6% e a da Índia, de 1,5%.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Um &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;mais elevado pode sinalizra que, mesmo após as altas recentes, as ações do Ibovespa podem estar desvalorizadas. Isso acontece porque, quanto mais baratas as ações de uma empresa, maior o &lt;em&gt;dividend yield&lt;/em&gt;, desconsiderados outros fatores.  Por exemplo, uma empresa que distribua R$ 1,00 em dividendos por ação e esteja cotada a R$ 10,00 paga um &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;de 10%; uma empresa que distribua o mesmo valor e esteja cotada a R$ 5,00, tem uma rentabilidade em dividendos de 20%.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Não apenas os dividendos levam a essa conclusão; o P/L brasileiro também indica atratividade&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A matéria ainda  indica que o indicador P/L do Ibovespa está mais atraente do que o dos demais BRICs, o que sugere, novamente, que os preços das ações brasileiras estão razoáveis para o investidor de longo prazo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;Quando se fala em Preço/Lucro (P/L, indicador que dá uma ideia do prazo para o investidor ter retorno dos papéis), o Ibovespa também se mostra ainda bastante atraente. Quanto menor essa relação, melhor. Esse indicador da bolsa brasileira se mostra mais alto apenas que os das bolsas da Rússia e de Hong Kong. O P/L do mercado acionário brasileiro é de 10,8 vezes, enquanto o russo está em 5,8 vezes e o de Hong Kong, em 9,4.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;"Mesmo após vários pregões de alta, o Brasil ainda se mostra mais atrativo e abaixo da média dos outros países", ressalta Cataldo, da Ágora. Entre os emergentes analisados, a bolsa da Índia é a que se mostra mais cara, com P/L de 17,6 vezes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;À primeira vista, apesar de o Ibovespa ter apresentado uma das maiores valorizações entre os mercados acionários mundiais neste ano, a bolsa brasileira ainda não está cara, afirma Martins, do BofA. O investidor, no entanto, deve manter uma certa cautela, pois o fluxo de recursos para o Brasil ocorreu de maneira muito forte e rápida, abrindo espaço para a realização de lucros. Só para se ter ideia, no acumulado do ano, o saldo (aplicações menos resgates) de investimento estrangeiro na bolsa estava positivo em R$ 7,644 bilhões até o dia 13 de fevereiro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pelos cálculos do BofA, o P/L da bolsa local projetado para os próximos 12 meses é de 9,9 vezes ante 10,4 dos emergentes e de 11,5 vezes no mundo. Observando-se o P/L histórico do Ibovespa, é possível perceber também que não há sobrevalorização, diz Martins, lembrando que a média histórica do indicador é de 11 vezes.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Será que os bons tempos na bolsa podem estar voltando? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/empresas-dividendos/"&gt;As empresas que mais pagaram dividendos nos últimos cinco anos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/lucro-por-acao-dividendos/"&gt;Não confunda o lucro por ação da empresa com dividendos! &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/08/a-taxa-de-crescimento-dos-dividendos/"&gt;A taxa de crescimento dos dividendos &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/09/dividendos-reduz-preco-acao/"&gt;O pagamento de dividendos reduz o preço da ação? 
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/e-possivel-viver-de-dividendos/"&gt;É possível viver de dividendos? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/receber-dividendos-ou-juros-da-renda-fixa/"&gt;Receber dividendos ou juros da renda fixa?&lt;/a&gt; 
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/03/a-forca-do-reinvestimento-dos-dividendos/"&gt;A força do reinvestimento dos dividendos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/XhFWzjcHXyQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 19 Feb 2012 12:34:56 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/dividendo/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Porque você não deveria investir em IPO</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/oyq-GIlXlEI/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em janeiro, o iBovespa apresentou uma boa alta, e com ela vieram notícias de novos IPO. Ou seja, muitas empresas brasileiras estão planejando abrir seu capital, emitindo ações para se capitalizar. No exterior, até o Facebook está pretendendo aproveitar o (será?) bom momento das ações no mundo para lançar suas ações no mercado. Para muitos, essa é uma boa oportunidade de investir nessas empresas, apostando no seu crescimento futuro. Mas será que o investimento em Ofertas Públicas Iniciais vale a pena? E que cuidados é importante tomar antes de decidir investir em um IPO?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por que uma empresa ofereceria suas ações em um IPO?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos lá, respire fundo e reflita sobre a seguinte situação: você é um empresário bem sucedido, tem uma empresa de sucesso comprovado, com crescimento sustentável. Sua empresa é conhecida por ter vantagem comparativa durável. Ou seja, ela tem maiores margens de lucro que a concorrência, uma marca reconhecida e de prestígio, apresenta bons lucros. Sua situação é confortável no mercado. Pensou direitinho na situação? Se imaginou na cadeira de CEO da empresa, sendo bajulado por todo mundo, com um salário que te permite passar um mês inteirinho de férias em Dubai, nos melhores hotéis do mundo? Bacana… agora que você imaginou essa situação pra lá de confortável, eu te pergunto: por que você abriria o capital de sua empresa?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Basicamente, você faria isso por três razões: (i) você acredita que a sua empresa tem condições de se expandir a taxas muito mais rápidas com o dinheiro que ingressar com a venda das ações; (ii) sua empresa não está tão bem quanto a situação descrita no parágrafo anterior deu a entender, e precisa do dinheiro para continuar funcionando; e (iii) o mercado está topando pagar preços tão absurdos pelas ações de sua empresa que seria irracional não vendê-las. Existem exemplos de cada uma dessas situações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas quero que você compreenda o seguinte: uma empresa só emite ações em uma Oferta Pública Inicial (ou IPO, que é a sigla para o termo em inglês) em benefício próprio. Para o bem ou para o mal do investidor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cuidado para não pagar um preço alto demais em um IPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Facebook não está emitindo ações porque o Mark Zuckerberg é um sujeito bacana. Aliás, se você já leu a biografia dele e a história da criação do Facebook ou assistiu ao filme bacana que Hollywood fez , sabe muito bem que ele é tão ávido pelo seu negócio quanto qualquer outro empresário. Ou seja, para que o Facebook decida emitir ações em um IPO, é preciso que haja boas razões para isso: ou a empresa precisa de mais capital para se expandir, ou não está dando conta do recado com o dinheiro disponível atualmente, ou divisa que o mercado topa pagar muito alto por suas ações. Como não acredito que o Facebook esteja precisando de capital, nem que ele esteja passando por dificuldades, é bem provável que estejam tentando aproveitar a popularidade da rede social para inflar os preços das ações em seu IPO. Afinal, os preços anunciados nas últimas semanas indicam que cada ação da rede social seria negociada a uma relação Preço por Lucro próxima a 100. Muito além de qualquer critério razoável… por isso, é bem provável que o único motivo de o Facebook estar abrindo seu capital é agora é que suas ações podem ser vendidas por um preço caro demais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Claro, o futuro é imprevisível. Quando o Google emitiu suas ações, também havia essa suspeita (o P/L estava na casa dos 67), mas a empresa conseguiu manter um crescimento tão absurdo de lá para cá que quem investiu nela naquela época obteve bons lucros. Mas essa não é a regra dos IPOs: em boa parte dos casos, a ação é emitida simplesmente por um preço alto demais para ser justificado. Como Warren Buffett costuma dizer, "é muito melhor comprar uma empresa espetacular a um preço razoável do que uma companhia razoável a um preço alto".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Infelizmente, o histórico de IPOs das empresas brasileiras tem sido bem complicado para quem apostou neles. Essa semana, mais um caso prejudicial a quem investiu no IPO  veio à tona: o Itaú ofereceu aos acionistas da Redecard R$ 35,00 para fechar o capital da empresa, retirando suas ações do mercado. E este é o lado oposto do IPO: a OPA (Oferta Pública de Ações) é o fechamento do capital aberto de uma empresa, tornando suas ações indisponíveis para o mercado. Normalmente, isso acontece quando a controladora da empresa acredita que as ações estão baratas. O lado ruim da história é que, no IPO, o índice Preço por Lucro da empresa estava na casa de 30, e hoje está na casa dos 17. Ou seja, a empresa teve seu capital aberto com base em uma avaliação superior à de hoje. Para empatar com a avaliação da época do IPO, o acionista deveria receber ao menos uns R$ 60,00 por ação. De qualquer maneira, quem investiu na Redecard no seu IPO e terá que se desfazer por aproximadamente R$ 36,00, terá um lucro decente com a valorização do ativo e os dividendos pagos no período, de cerca de 68%. Parece muito, mas é menos do que a Selic pagou - cerca de 10% ao ano, desde o IPO. Quem investiu no IPO da Magazine Luiza também não deve estar muito contente, com sua desvalorização de mais de 1/3 desde a emissão das ações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De minha parte, prefiro não investir em IPOs. Os dados históricos são muito poucos, e é difícil prever o que a empresa fará com o dinheiro recebido. Em alguns casos, o dinheiro é simplesmente desperdiçado e não agrega valor algum à companhia. Em outros casos de sucesso, o dinheiro é bem investido, como ocorreu com Drogasil, Le Lis Blanc e Natura há alguns anos. Mas é difícil saber o que vai acontecer. Não é possível elaborar qualquer análise fundamentalista decente sem histórico da companhia e, por essa razão, prefiro ficar de fora da farra dos IPOs. Tem quem invista neles esperando lucro rápido, mas isso também não é fácil de prever. É apenas sorte - e, como sabemos, a sorte não garantirá seu lucro no mundo dos investimentos. De minha parte, mantenho distância de qualquer IPO.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=1808"&gt;Porque não investir em empresas do setor aéreo &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=16779"&gt;Porque vale a pena investir em ações em períodos de baixa &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=52"&gt;Você é inteligente demais para investir em ações? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3082"&gt;Porque você pode bater a rentabilidade de fundos de investimento &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=2946"&gt;Porque investir em small caps &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3382"&gt;Aprendendo a investir com Peter Lynch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Wed, 15 Feb 2012 09:09:57 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/porque-voce-nao-deveria-investir-em-ipo/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Warren Buffett explica porque as ações são melhor investimento do que ouro e títulos públicos</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/5z6VA7h_doQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UhwetK4cSvhe8u6ws6loKe2NmXI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UhwetK4cSvhe8u6ws6loKe2NmXI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UhwetK4cSvhe8u6ws6loKe2NmXI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UhwetK4cSvhe8u6ws6loKe2NmXI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aprender com Warren Buffett é sempre uma honra e um prazer. O "velhinho", além de ser um investidor espetacular, não hesitar em ensinar ao mundo seu estilo de investir e suas convicções. &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1021853/ensaios+de+warren+buffett:+licoes+para+investidores+e+administradores&amp;amp;Franq=286121"&gt;Suas cartas, publicadas anualmente como relatórios da Berkshire Hathaway&lt;/a&gt;, são verdadeiras lições para os investidores.  E, mais uma vez, ele decidiu compartilhar seus ensinamentos. Em um artigo publicado na revista Fortune durante a semana passada (a prévia de sua carta anual), Buffett explicou sua convicção de que, no longo prazo, o investimento em ações trará mais retorno do que o investimento em títulos públicos (&lt;em&gt;bonds&lt;/em&gt;) ou em ativos como o ouro. Tomei a liberdade de traduzir o artigo para os leitores de &lt;em&gt;O pequeno investidor. &lt;/em&gt;Espero que vocês gostem tanto do texto quanto eu!
&lt;br /&gt;PS: Peço perdão por algum equívoco de tradução. Não sou tradutor profissional e tomei certas liberdades na hora de traduzir o texto, com o objetivo de torná-lo mais acessível e claro ao público brasileiro.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Título: Porque as ações batem o ouro e os títulos públicos&lt;/strong&gt; (&lt;a href="http://finance.fortune.cnn.com/2012/02/09/warren-buffett-berkshire-shareholder-letter/"&gt;publicado na revista Fortune&lt;/a&gt;)&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autor: Warren Buffett&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas vezes, investir é descrito como o processo de abrir mão de dinheiro no presente com a expectativa de receber mais dinheiro no futuro. Na Berkshire Hathaway (BRKA), adotamos uma abordagem mais exigente, definindo o investimento como a transferência, para outros, do poder de compra presente com a expectativa razoável de receber mais poder de compra -- depois que os impostos tenham sido pagos sobre os ganhos nominais -- no futuro. Mais sucintamente, investir é abrir mão do consumo no presente de modo a ter a possibilidade de consumir mais em uma data posterior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;De nossa definição decorre um corolário importante: o risco de um investimento &lt;/span&gt;&lt;em&gt;não &lt;/em&gt;é medido pelo beta (um termo de Wall Street que mede a volatilidade e é muitas vezes utilizado como medida de risco), mas pela probabilidade -- a probabilidade razoável -- de que o investimento cause a seu proprietário a perda de poder de compra durante o período de manutenção do ativo em sua propriedade. Os preços de um ativo podem flutuar bastante e não ser arriscado investir nele, desde que seja razoavelmente certo que ele retorne um poder aquisitivo crescente durante o período em que está na propriedade do investidor. Como veremos, o investimento em um ativo cujos preços são estáveis podem carregar muito risco embutido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As possibilidades de investimento são muitas e variadas. Todavia, há três categorias amplas, e é importante compreender as características de cada uma. Então, vamos investigá-las.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Investimentos denominados em uma determinada moeda incluem fundos de negociação de moedas, títulos públicos, hipotecas, depósitos bancários, entre outros instrumentos. Muitos desses investimentos baseados em moeda são tidos como "seguros". Mas a verdade é que eles estão entre os ativos mais arriscados. Seu beta pode ser igual a zero, mas seu risco é elevadíssimo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Durante o século pass ado, esses instrumentos destruíram o poder aquisitivo de investidores em muitos países, mesmo durante o tempo em que eles continuaram a receber o pagamento de juros e do capital investido. Esse resultado horrível, além disso, ocorrerá novamente no futuro. Os governos determinam o valor fundamental do dinheiro, e forças sistêmicas irão levá-los a adotar políticas inflacionárias. De tempos em tempos essas políticas saem do controle.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Mesmo nos Estados Unidos, onde é forte o desejo por uma moeda estável, o valor do dólar diminuiu incríveis 86% desde 1965, quando assumi o controle da Berkshire. Hoje, é necessário usar US$ 7,00 para comprar o que custava apenas US$ 1,00 naquela época. Consequentemente, uma instituição isenta de impostos necessitaria captar juros anuais de 4,3% de seus investimentos em títulos públicos durante todo esse período apenas para manter seu poder aquisitivo. Seus administradores estariam sendo ingênuos se considerassem &lt;/span&gt;&lt;em&gt;qualquer&lt;/em&gt; parte desses juros como "renda".
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Para investidores que pagam impostos, como você ou eu, o quadro é ainda pior. Durante o mesmo período de 47 anos, a rolagem contínua dos títulos do tesouro norte-americano renderam 5,7% anualmente. Parece satisfatório. Mas, se um investidor individual pagasse um imposto de renda de, em média, 25%, os juros de 5,7% não teria trazido &lt;em&gt;nenhum &lt;/em&gt;retorno real. O imposto de renda teria retirado 1,4% do rendimento nominal, e o imposto inflacionário invisível teria devorado os 4,3% restantes. É importante notar que o imposto inflacionário representou mais do que o triplo do imposto de renda que nosso investidor pensara ser o seu principal obstáculo. A expressão "Deus seja louvado" pode estar impressa em nossas cédulas, mas as mãos que ativam a impressora do governo é bastante humana.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;É verdade que altas taxas de juros podem compensar os investidores pelo risco inflacionário de investimentos baseados em moeda -- e, de fato, as taxas do início da década de 1990 cumpriram esse papel. As taxas de juro atuais, contudo, nem de perto anulam os riscos para o poder aquisitivo dos investidores. Nesse momento, os títulos públicos deveriam vir com um alerta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nas condições atuais, portanto, não gosto de investimentos baseados em moeda. Mesmo assim, a Berkshire possui uma quantidade significativa desses investimentos - especialmente os de curto prazo. Na Berkshire, a necessidade de ampla liquidez ocupa um lugar central e &lt;em&gt;nunca &lt;/em&gt;será diminuída, por mais que as taxas de juros recebidas sejam inadequadas. Para suprir essa necessidade, investimos basicamente em títulos do tesouro norte-americano, o único investimento com os quais se pode contar para garantir a liquidez mesmo nas condições econômicas mais caóticas. Para trabalharmos, precisamos de um nível de liquidez de US$ 20 bilhões; US$ 10 bilhões é nosso mínimo absoluto.
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Para além das exigências que a liquidez e a legislação impõem sobre nós, investiremos em ativos relacionados a moeda apenas se for oferecida a possibilidade de um ganho incomum - seja porque o preço de um título de crédito está definido equivocadamente, como pode ocorrer em fiascos periódicos com títulos podres, ou porque os juros se elevam a um nível que oferece a possibilidade de realizar ganhos de capital substanciais em títulos seguros quando as taxas de juros caem &lt;em&gt;[nota do tradutor: é por essa razão que os títulos do tesouro direto apresentam rentabilidade excepcional quando a taxa Selic cai]&lt;/em&gt;. Embora tenhamos explorado ambas as oportunidades no passado - e podemos fazer isso novamente - não acreditamos nessas perspectivas. Hoje, um comentário irônico que Shelby Cullom Davis fez há algum tempo parece adequado: "Títulos promovidos como se oferecessem retornos sem risco agora estão negociados a preços que possibilitam o risco sem qualquer retorno".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A segunda grande categoria de investimentos envolve ativos que jamais produzirão nada, mas que são adquiridos na esperança de que outra pessoa - que também sabe que o ativo será eternamente improdutivo - pagará mais por ele no futuro. As tulipas, de todas as coisas, rapidamente se tornaram a favorita de tais investidores no século XVII.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa classe de ativos requer uma quantidade em expansão de compradores, que, por sua vez, estão atraídos porque acreditam que o número de compradores irá se expandir ainda mais. Os proprietários &lt;em&gt;não&lt;/em&gt; estão atraídos pelo que o ativo pode produzir - ele irá permanecer sem vida eternamente -, mas pela crençad e que outros o irão desejar ainda mais avidamente no futuro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O maior ativo nessa categoria é o ouro, que atualmente é o grande favorito de investidores que temem quase todos os outros ativos, em especial o papel moeda (e eles estão certos em temer o seu valor, como já destacado). O ouro, contudo, tem duas falhas significativas: ele não é nem muito útil, nem procria. É verdade, o ouro tem alguma utilidade industrial e decorativa, mas a demanda para esses propósitos é tanto limitada quanto incapaz de estimular nova produção. Enquanto isso, se você possui um quilo de ouro pela eternidade, continuará possuindo um quilo de ouro no fim dos tempos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;O que motiva a maioria dos compradores de ouro é a sua crença de que a quantidade de medrosos aumentará. Na última década, essa crença se provou correta. Para além dela, o preço crescente gerou entusiasmo adicional pela compra do ouro, atraindo compradores que enxergam a elevação dos preços como uma validação de uma tese de investimento. Quando os investidores que "pegaram a carona" entram em uma festa, criam sua própria verdade -- &lt;/span&gt;&lt;em&gt;por um momento. [Nota do tradutor: reflitam sobre a situação dos imóveis no Brasil… ]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nos últimos 15 anos, tanto as ações da internet quanto o mercado imobiliário demonstraram os excessos extraordinários que podem ser criados pela combinação de uma tese inicialmente prudente com a divulgação pública de preços crescentes. Nessas bolhas, um exército de investidores originalmente céticos sucumbiu à "prova" entregue pelo mercado, e a quantidade de compradores - por um tempo - se expandiu suficiente para manter o trem em movimento. Mas bolhas infladas o suficiente inevitavelmente estouram. E então o velho provérbio é confirmado mais uma vez: "o que o homem sábio faz no início, o tolo faz no final".
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Hoje, o estoque mundial de ouro é de 170.000 toneladas. Se todo esse ouro fosse fundido, formaria um cubo de aproximadamente 20 metros de lado (Você pode imaginá-lo confortavelmente dentro da área interna de um campo de beisebol). A US$ 1.750 a onça - o preço do ouro no momento em que escrevo - seu valor seria de US$ 9,6 trilhões. Chame esta pilha de cubo A.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos criar uma pilha B que custe o mesmo valor. Para ela, poderíamos comprar &lt;em&gt;toda &lt;/em&gt;a área cultivável dos Estados Unidos (400 milhões de acres que rendem cerca de US$ 200 bilhões anualmente), mais 16 Exxon Mobils (a companhia mais lucrativa do mundo, que rende mais de US$ 40 bilhões anualmente). Depois dessas compras, teríamos cerca de US$ 1 trilhão de troco, para despesas diárias (afinal, seria estranho se sentir sem dinheiro depois desses gastos extravagantes). Você pode imaginar um investidor com US$ 9,6 trilhões escolhendo a pilha A em detrimento da pilha B?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além do valor absurdo do estoque atual de ouro, os preços atuais tornam a produção anual do ouro avaliada em cerca de US$ 160 bilhões. Os compradores - seja de jóias ou para o uso industrial, indivíduos medrosos ou especuladores - precisam absorver continuamente essa quantia adicional para simplesmente manter um equilíbrio nos preços atuais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Daqui a um século, os 400 milhões de acres de terra arável terão produzido quantidades absurdas de milho, trigo, algodão e outras culturas - e continuará a produzir valores generosos, seja qual for a moeda. A Exxon Mobil provavelmente terá devolvido trilhões de dólares em dividendos a seus proprietários e também terá em seu poder ativos avaliados em muitos outros trilhões (e, lembre-se, você tem 16 Exxons). As 170.000 toneladas de ouro permanecerão com o mesmo tamanho e ainda incapazes de produzir qualquer coisa. Você pode amar o seu cubo, mas ele não irá responder.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reconheço que daqui a 100 anos, quando as pessoas estiverem com medo, provavelmente continuarão a investir em ouro. Estou confiante, contudo, que os US$ 9,6 trilhões da avaliação presente da pilha A trarão um retorno, em juros compostos, muito inferior ao alcançado pela pilha B.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Nossas primeiras duas categorias usufruem da máxima popularidade em picos de terror: o medo de um colapso econômico leva os indivíduos a buscar ativos baseados em moeda, e mais particularmente títulos do tesouro americano, e o medo do colapso da moeda impulsiona a busca por ativos estéreis como o ouro. Nós ouvimos a expressão "dinheiro é absoluto" &lt;/span&gt;&lt;em&gt;[Nota do tradutor: a expressão usada por Buffett é "cash is king"]&lt;/em&gt; ao final de 2008, justamente quando o dinheiro deveria ter sido investido, e não desaplicado. De modo similar, escutamos a mesma expressão no início da década de 1980, logo quando os investimentos em renda fixa estavam no patamar mais atraente. Nessas ocasiões, investidores que precisavam de um público que os apoiasse pagaram um valor muito alto por esse conforto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Minha própria preferência - e você já sabia disso - é nossa terceira categoria: o investimento em ativos produtivos, seja negócios, fazendas, ou o mercado imobiliário. Idealmente, esses ativos deveriam ter a capacidade, em tempos inflacionários, de trazer um retorno que manterá seu poder aquisitivo ao mesmo tempo em que exige o mínimo de novos investimentos. Fazendas, imóveis e muitos negócios como a Coca-Cola, a IBM e nossa própria See's Candy são aprovadas nesse teste. Outras empresas - pense em nossas empresas de utilidade pública, por exemplo [&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Nota do tradutor: traduzi o termo "utilities" por "empresas de utilidade pública". São empresas que prestam serviços públicos, como telefonia, energia elétrica e transporte]&lt;/em&gt; - não satisfazem esse requisito porque a inflação impõe grandes exigências de capital sobre elas. Para lucrar mais, seus proprietários precisam investir mais. Ainda assim, esses investimentos serão superiores a ativos baseados em moeda ou não produtivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Independentemente de a moeda daqui a um século ser baseada no ouro, conchas do mar, dente de tubarão ou em um pedaço de papel (como hoje), as pessoas desejarão trocar dois minutos de seu trabalho diário por uma garrafa de Coca-Cola. No futuro, a população dos Estados Unidos movimentará mais bens, consumirá mais alimentos, e exigirá mais habitações do que exige hoje. As pessoas irão eternamente trocar o que elas produzem pelo que outros produzem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os negócios de nosso país continuarão a entregar eficientemente bens e serviços desejados por nossos cidadãos. Metaforicamente, essas "vacas" comerciais viverão por séculos e produzirão cada vez mais quantidades de "leite". Seu valor será determinado não pelo meio de troca, mas por sua capacidade de produzir leite. O resultado da venda do leite será acumulado pelos proprietários das vacas, assim como fizeram no século XX, quando o índice Dow Jones subiu de 66 pontos para 11.497 pontos (e também pagou muitos dividendos).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O objetivo da Berkshire será aumentar a sua propriedade de negócios de primeira categoria. Nossa primeira opção será possui-los inteiramente - mas também seremos os proprietários de grandes quantidades de ações negociadas no mercado. Acredito que, acima de qualquer período longo de tempo, essa categoria de investimento ser provará a vencedora entre as três que examinamos. Mais importante, ela será, de longe, a mais segura.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3273"&gt;O melhor investimento de 2011 &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=17806"&gt;O melhor investimento de 2012 &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=34"&gt;Aforismos de Warren Buffett &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=5874"&gt;Aprendendo a investir com as cartas de Warren Buffett &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3872"&gt;Investimento ativo e passivo em ações &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:59:31 -0200</pubDate>
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            <title>Tem ou não tem? Bolha imobiliária</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Al67ZoJViXA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Recentemente, a revista Construção e Negócios publicou texto a respeito da bolha imobiliária brasileira. A matéria apresenta os argumentos de um lado e de outro a respeito da existência de uma &lt;a title="E se acontecer uma crise imobiliária no Brasil?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/e-se-acontecer-uma-crise-imobiliaria-no-brasil/" target="_blank"&gt;bolha imobiliária&lt;/a&gt; no Brasil e, para nossa grata surpresa, menciona o blog &lt;a href="http://www.bolhaimobiliaria.com/" target="_blank"&gt;Bolha Imobiliária&lt;/a&gt;, nosso parceiro, assim como nosso blog, O pequeno investidor, como referências no assunto. Fico feliz pela boa repercussão dos textos publicados aqui, muitos dos quais republicados na matéria: é sinal de que nossas ideias estão sendo debatidas. Segue o texto:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.revistaconstrucaoenegocios.com.br/materias.php?FhIdMateria=1961" target="_blank"&gt;Tem ou não tem?&lt;/a&gt; (Revista Construção e Negócios)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; Lucas Rizzi&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para uns, o setor está apenas recuperando o tempo perdido em anos e anos de estagnação. Para outros, a escalada dos preços pode estar criando o ambiente propício para o nascimento de um fenômeno já visto em nações desenvolvidas, como a Espanha. Não importa de que lado você esteja, o fato é que o debate sobre a existência ou não de uma bolha imobiliária no mercado brasileiro tem aumentado nos últimos tempos. E é fato também que no centro das discussões está a cidade de São Paulo, maior e mais rica do País e símbolo da pujança do segmento, com a bola da vez alternando entre a área comercial e a residencial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;“Em São Paulo, por exemplo, praticamente todos os edifícios de escritórios compartilhados estão com preços inadequados, acima do valor justo”, afirma João da Rocha Lima Junior, professor titular de real estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e diretor do Grupo Unitas, que presta consultoria na área. O preço justo, ou adequado, teria que ser arbitrado a partir de uma combinação entre custos e expectativas de rentabilidade. Porém, em alguns segmentos, os investidores estão quantificando essa margem de renda no futuro baseados no cenário atual, o que aumenta a chance de superestimá-la. “Isso é um defeito de postura, que só pode ser corrigido com informação. Informação inadequada resulta em mercado desequilibrado.” E isso costuma variar entre diferentes tipos de produtos e também pela sua posição geográfica. Uma cidade como a capital paulista, por exemplo, pode estar com valores inadequados em um determinado bairro ou região. “No mercado residencial, os produtos de classe média, em bairros como Vila Mariana e Perdizes, também estão supervalorizados, mas não tanto como os comerciais”, acrescenta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, na comparação entre os dois segmentos que podem ser foco de formação de uma bolha, o professor destaca que, se no caso dos escritórios o risco já existe e é bem real, no residencial as evidências dos últimos meses indicam que o mercado está mais lento, com os preços parando de subir, ao mesmo tempo em que a velocidade das vendas está caindo muito. “As empresas estão com ganhos menores e os preços, provavelmente, devem parar ou subir numa curva tão fora do crescimento dos custos, como vinha acontecendo. Então não é razoável admitir uma continua elevação nos valores no ritmo em que estava nesse setor.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para Sandra Ralston, vice-presidente da consultoria Colliers International Brasil, havia uma demanda represada muito grande no segmento, o que, aliada à recente desaceleração nos preços, deve afastar o risco de bolha. Com base na idéia de que um empreendimento imobiliário, para garantir seu sucesso, precisa ter os três “P” (preço, produto e praça), alguns &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/imoveis/"&gt;imóveis&lt;/a&gt; comerciais supervalorizados podem sofrer no futuro, mas não o mercado como um todo. “Algumas coisas estão um pouco além, como salas na Vila Mariana por R$ 14 mil o m². Se tiver alguma coisa vai ser em um ou outro empreendimento. A bolha nada mais é do que um desequilíbrio entre oferta e demanda. Não é algo que eu acredito que vá acontecer nos próximos dois anos, pelo menos”, explica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, algumas características do mercado em São Paulo, para onde a maioria das atenções estão voltadas, tornam um projeto mais caro do que o normal, como as restrições do plano diretor, a demora para aprovação de uma construção e a própria escassez de terrenos, que deve provocar uma diminuição no número de lançamentos em 2012. Mesmo assim, o atual movimento de queda na taxa de juros, que nas previsões de Sandra pode chegar a 9,5% ou 9%, vai favorecer o mercado. “Isso provoca uma fuga do investidor para ativos reais”, explica.
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Já o professor de finanças da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Samy Dana, o risco de estourar uma bolha no País reside justamente no segmento residencial. E o cálculo que ele faz para chegar a essa conclusão é muito simples. Hoje, o valor de um imóvel no centro paulistano está em torno de R$ 10 mil/m². Sendo assim, um apartamento de 100 m² vai custar R$ 1milhão, aproximadamente, sem considerar algum desconto que possa ter. Se esse dinheiro fosse colocado em uma aplicação conservadora, como a poupança, iria render em torno de 0,5% ou 0,6% ao mês, ou seja, R$ 6 mil. “Eu duvido que alguém pague R$ 6 mil ou mais para morar em um imóvel de 100 m² no centro do São Paulo. É melhor deixar rendendo no banco e pagar aluguel. Para o investidor também, é melhor não comprar e aplicar em outra coisa.”
&lt;br /&gt;
&lt;!-- google_ad_section_end --&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Segundo ele, esse descompasso entre o valor da residência e o aluguel, em um futuro próximo, vai levar o mercado a uma encruzilhada: ou os preços caem, ou a locação aumenta. “E eu não acredito que haja espaço para o aluguel subir, então os preços vão começar a cair quando as pessoas passarem a olhar de forma mais racional”, garante. Os motivos que impulsionam a alta, na opinião do professor, é o crédito barato, com pessoas que nunca tiveram acesso a financiamento conseguindo comprar imóveis; o famoso sonho da casa própria, onde o pensamento imperante é de que é melhor ter do que alugar, mesmo que isso vá de encontro à lógica financeira; e o fato de o setor ter andado de lado por muitos anos, com uma oferta muito pequena. “Há espaço sim para crescimento do mercado, mas não para crescimento de preços. Não dá para investir com o metro quadrado nesses valores”, ressalta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na região central de São Paulo, Samy Dana calcula que os empreendimentos chegam a custar o dobro do seu valor real, situação que também se repete em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Essa atitude de maximizar os lucros sem contar o dia de amanhã já estaria se refletindo no mercado de&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/acoes/"&gt;ações&lt;/a&gt;, com os papéis de algumas construtoras sofrendo com fortes desvalorizações em 2011. “Não tenho dúvidas de que sofremos uma bolha imobiliária, e ela pode estourar em 2012, principalmente por causa da crise internacional. Os preços estão absurdamente altos, ainda mais nos imóveis residenciais das grandes cidades”, salienta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, ele ressalta que mesmo que uma bolha exploda os efeitos não serão os mesmos que foram vistos nos Estados Unidos, onde o grau de alavancagem era muito maior. O conservadorismo dos bancos brasileiros evitaria uma quebradeira como a que aconteceu entre os americanos. “Pode ter inadimplência, uma queda no setor, mas não na economia como um todo. O PIB não vai cair”, explica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, o problema está justamente na dificuldade em perceber ou prever a formação de uma bolha, o que em geral só acontece quando ele se esvanece. No mercado paulistano de escritórios, só vai ser possível saber se os empreendimentos foram supervalorizados ou não quando estiveram prontos, daqui dois ou três anos, já que eles são completamente vendidos ainda na planta. “Só vai dar para notar quando os investidores perceberem que os aluguéis não estão compatíveis com o valor que ele previu”, salienta João da Rocha Lima Junior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas segundo ele não há muito o quê fazer perante isso. Pela Lei da Avidez e da Riqueza, termo que o professor da Poli prefere utilizar no lugar da famosa Lei da Oferta e da Procura, se o vendedor tiver a oportunidade de comercializar pelo preço mais caro possível, ele vai fazer isso. Enquanto isso, se o comprador puder adquirir o imóvel por um valor mais barato, também não irá hesitar. “Dessa forma, esse jogo de forças de mercado não pode ser resolvido a não ser pelo seu próprio reequilíbrio.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), a existência de uma bolha imobiliária no Brasil está fora de questão. Ele explica que um evento desse tipo só acontece em decorrência da concessão de crédito para pessoas que não têm capacidade de pagamentos, ou então pela comercialização de imóveis por preços acima do seu valor real. Viana Neto defende que os bancos brasileiros são bastante ortodoxos. Dessa maneira, no Brasil só consegue acesso a financiamentos quem pode provar que é capaz de pagar. “Quem não consegue, não vai ter crédito, não tem perigo. E quando o imóvel está acima de preço de mercado ele não passa pelos avaliadores do banco de maneira nenhuma”, conta. Outro dado que o presidente do Creci-SP utiliza para corroborar a sua visão é o ticket médio de financiamento residencial, que atualmente corresponde a 62% do valor da residência, garantindo ao banco ao menos 38% do total. “E ainda tem a alienação fiduciária. Se não pagou você perde o imóvel na hora.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nos segmentos comercial e industrial, a chance de uma bolha acontecer seria ainda menor, porque os investidores estudam muito mais para fazer uma aquisição para não pagar mais do que o imóvel realmente vale. “Nesses setores é mais difícil ainda de ter bolha do que no residencial, porque quem faz negócios dessa natureza vai pesquisar com muito mais profundidade.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bolhaimobiliaria.com&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acredite você ou não na formação de uma bolha no &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/mercado-imobiliario/"&gt;mercado imobiliário&lt;/a&gt; brasileiro, é impossível negar que o assunto vem sendo cada vez mais discutido. Para agrupar todas as notícias e artigos que são publicados sobre o tema, um morador de Curitiba criou uma página na internet chamada bolhaimobiliária.com. O site é inspirado no www.opequenoinvestidor.com.br, de autoria de Fabio Portela, onde sempre havia textos sobre a hipervalorização dos imóveis em Brasília. “Como ele sempre cogitou a existência de uma bolha de preços, conversei com ele por email e perguntei o que ele achava de criar o site, com o intuito de centralizar os artigos”, diz o criador do blog, que prefere manter o anonimato. A única coisa que ele diz é que vive na capital paranaense, tem 28 anos e trabalha na área de TI, mas estuda economia como hobby e pretende, talvez um dia, cursar uma faculdade e se tornar profissional. “Prefiro ficar no anonimato por questão pessoal por se tratar de um assunto bem delicado e que mexe com muito peixe grande”, diz. No início, eram basicamente artigos do Fábio Portela que explicavam algumas teorias sobre a hipervalorização imobiliária. Aos poucos começaram a surgir textos de outras pessoas, que foram levados para o site. Hoje, tudo o que saí sobre o tema em jornais, revistas, portais, blogs e etc. é publicado. Nos últimos meses, a página mantém uma média de 1,5 mil a 2 mil visitantes diários. “A visitação aumenta conforme cresce o número de pesquisas no google do termo ‘bolha imobiliária’. Eu jamais pensei que poderia chegar neste patamar”, conta. Outra motivação para a criação do blog ocorreu quando seu autor se mudou para Curitiba, em 2008, e se espantou com a rápida subida nos preços do local onde alugava um apartamento, saltando dos R$ 90 mil para R$ 210 mil em pouco tempo. “Daí vem a revolta, porque eu não concordo que o direito do cidadão de ter uma moradia se torne objeto de especulação. Por este motivo, e outros, resolvi criar o blog, como forma de protesto.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/quanto-custa-um-apartamento-de-r-milho/"&gt;Quanto custa um apartamento de R$ 1.5 milhão?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/12/bolha-imobiliria-continua-inflando/"&gt;Bolha imobiliária continua inflando… | imóveis &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/o-que-e-uma-bolha/"&gt;O que é uma bolha? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/12/investir-em-imovel-e-lucro-garantido/"&gt;"Investir em imóvel é lucro garantido" &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/o-mercado-imobiliario-nao-e-uma-maquina-de-lucros-perpetuos/"&gt;O mercado imobiliário não é uma máquina de lucros perpétuos &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Al67ZoJViXA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:22:34 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Dicas para economizar no supermercado</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/3zs9WfRtkhA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não tem como fugir das compras periódicas no supermercado. Mas, se não é possível evitá-las, é perfeitamente possível economizar um pouquinho adotando certas práticas que tornam o processo mais eficiente, fazendo com que se evite certas armadilhas para o seu bolso. No fim das contas, pode até sobrar um dinheirinho extra pra você investir...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quantas vezes você não foi ao supermercado pensando em gastar R$ 100 e acabou gastando R$ 150 ou R$ 200 porque acabou levando pra casa um item ou outro de que você não precisava? Mas por que isso aconteceu? Não se engane: um supermercado não é apenas uma grande loja em que você pode pegar o que quiser para depois pagar. &lt;a href="http://economia.uol.com.br/infograficos/2011/05/17/armadilhas-dos-supermercados.jhtm"&gt;&lt;strong&gt;Tudo &lt;/strong&gt;nele é projetado para otimizar o valor gasto por cada consumidor&lt;/a&gt; - ou seja, para espremer até o último centavo possível. Inevitavelmente, todos já caímos (e provavelmente cairemos) em algumas das armadilhas preparadas para que isso acontecesse, mas tomar consciência delas é importante para que se possa evitá-las e acabar consumindo algo inconscientemente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos às principais armadilhas que você pode enfrentar em um supermercado:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Ambiente -&lt;/strong&gt; o ambiente em um supermercado é meticulosamente preparado para que você se sinta confortável e não sinta o tempo passar. Na maioria dos estabelecimentos, não há relógios ou janelas para o mundo externo, e não faz nem muito calor ou frio. Tudo isso decorre de planejamento para que você permaneça por lá o máximo tempo possível. Sem relógios ou janelas, os consumidores perdem a noção do tempo. Com um clima relativamente agradável, se sentem bem o suficiente para não querer sentir urgência para sair do supermercado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-02-às-18.23.00.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Promotores de produtos - &lt;/strong&gt;essa talvez seja a mais óbvia e direta estratégia de tentar induzir o consumidor a levar para casa algo que não deseje. Os promotores de produtos preparam a amostra de um produto - café, churrasco, bolos, etc. - para que os consumidores experimentem gratuitamente. Muitos acabam levando o produto para casa sem que tenham previamente planejado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Produtos de primeira necessidade ficam distantes da entrada do estabelecimento - &lt;/strong&gt;você já reparou como os produtos de que você mais necessita normalmente ficam longe da entrada? A padaria e o açougue ficam bem no fundo. O material de limpeza, nas últimas seções do estabelecimento. Isso acontece para que o consumidor tenha que passar, antes de chegar a essas seções, pelas prateleiras de vários outros produtos que não havia planejado adquirir anteriormente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Cuidado com as falsas promoções - &lt;/strong&gt;Você já reparou que, às vezes, os supermercados disponibilizam produtos estão em vitrines de promoção distantes dos lugares em que normalmente aqueles produtos específicos deveriam estar localizados? Por exemplo: disponibilizar uma vitrine com um achocolatado em pó específico perto dos produtos de limpeza (e não próximo à seção de alimentos). Por que isso acontece? Para evitar que o consumidor compare o preço específico daquele achocolatado com o de outra marca, induzindo-o a levar aquele específico. Na maioria dos casos, vale à pena ir à seção específica e fazer a comparação.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Localização dos produtos nas prateleiras é projetada para estimular o consumo de determinadas marcas - &lt;/strong&gt;Muitas vezes, o supermercado tem acordos especiais com determinados fornecedores, o que o faz divulgar melhor seus produtos. Uma maneira de fazer isso sem ser ostensivo é disponibilizar os produtos em lugares mais acessíveis nas prateleiras. Os supermercados normalmente disponibilizam os produtos que desejam promover nos níveis intermediários das prateleiras, nem muito acima da vista de uma pessoa de altura média, nem muito abaixo, de modo que aqueles produtos sejam os primeiros produtos a serem vistos. Como nem todo mundo tem o hábito de pesquisar os produtos similares, esses produtos acabam sendo mais comprados, por pura comodidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/submarino2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


Portanto, fique ciente desses aspectos para evitar ser traído por eles. Não deixe nunca de pesquisar pelos produtos mais baratos e de qualidade: infelizmente, é a única forma de evitar ser traído pela maneira como o supermercado é projetado.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Hábitos úteis para gastar menos no supermercado&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Certos hábitos ajudam a economizar mais nas compras ao supermercado. Veja algumas dicas que podem ajudar a tornar seu gasto mais eficiente:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Planejamento - &lt;/strong&gt;não deixe de planejar as contas com supermercado. Faça a lista de compras com os itens realmente necessários e atenha-se a ela. Para elaborá-la, é importante administrar a quantidade de produtos de limpeza e de alimentos que é realmente necessária no seu dia a dia, a fim de evitar desperdícios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Não vá ao supermercado com fome - &lt;/strong&gt;fazer compras com fome é prejudicial por duas razões. Em primeiro lugar, você estará predisposto a se alimentar no próprio supermercado, gastando mais do que pretendia. Em segundo lugar, você poderá adquirir produtos alimentícios de que não necessita apenas por estar com fome, por impulso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Não faça compras com crianças pequenas - &lt;/strong&gt;embora seja interessante ir às compras com crianças pequenas periodicamente, até com o intuito de ajudar na educação financeira delas, não faça disso um hábito regular. Muitas vezes, elas acabam implorando por itens desnecessários e os pais acabam se deixando levar pelos pedidos dos "anjinhos". Quem nunca viu aquela criança de 4 ou 5 anos chorando, implorando pelo chocolatezinho que viu na fila do caixa - e que foi colocado ali de propósito, para estimular esse desejo no último momento em que o consumidor estará no estabelecimento?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Faça compras menores, regularmente - &lt;/strong&gt;muitos brasileiros ainda permanecem com o hábito de fazer compras "de mês", onde compram produtos demais com o objetivo de que eles durem pelos próximos 30 dias. Foi uma prática não apenas útil, mas rigorosamente necessária, nos anos de inflação galopante que vivemos até o Plano Real. Comprar o suficiente para 30 dias (e além) era garantia de menores gastos, graças à inflação. Mas, numa economia em que a inflação é mais estável, como a que temos hoje, essa prática pode levar a gastos ainda maiores. Afinal, inevitavelmente todos têm que passar no mercado pelo menos uma vez por semana, nem que seja para comprar produtos mais perecíveis, como verduras e legumes. Além disso, comprar para prazos muito longos pode levar ao desperdício, já que alguns dos produtos que não forem consumidos no prazo podem simplesmente perder a validade. O ideal, então, é fazer compras semanalmente ou a cada quinze dias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Se o produto tem refil, utilize-o - &lt;/strong&gt;alguns produtos de limpeza têm refil. Ou seja, você adquire o produto completo primeiro e, depois, apenas compra o conteúdo dele, sem a embalagem. Normalmente, a diferença de preço é relativamente alta, o que torna preferível a aquisição do refil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/dicas-para-economizar-mais-dinheiro/"&gt;5 dicas para economizar mais dinheiro &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/dividas/"&gt;Dicas para pagar suas dívidas &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/enriquecer-rapidamente/"&gt;Dicas para enriquecer rapidamente&lt;/a&gt; 
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/dicas-economia-ferias/"&gt;Dicas de economia nas férias &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/economizar-erros/"&gt;Economizar melhor: os 8 erros financeiros mais comuns que dificultam a tarefa &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/as-dicas-de-analistas-financeiros/"&gt;As "dicas" de analistas financeiros &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/de-quanto-voce-precisa-para-se-aposentar/"&gt;De quanto você precisa para a sua aposentadoria? &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 09:00:09 -0200</pubDate>
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            <title>Balanço da carteira em janeiro de 2012</title>
            <description><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"><img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"></a>
<br />Janeiro foi um excelente mês para quem  terminou 2011 com uma parte de seu patrimônio investido no mercado financeiro. A maioria dos títulos do Tesouro Direto apresentou uma rentabilidade razoável e as ações dispararam. E, como tem sido de praxe, o início do mês é hora para conferirmos o desempenho de minha carteira de investimentos.</p>

<h2>Carteira perdeu pro Ibovespa no mês, mas apresentou excelente rentabilidade</h2>

<p>sDepois de um ano de 2011 em que perdeu mais de 18%, o Ibovespa disparou em janeiro: se valorizou em 11,13%. Como dissemos em artigo recente, essa disparada confirma aquilo que sempre temos dito: que <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-risco-de-sair-da-bolsa/">um dos maiores riscos para quem investe é ficar fora do mercado de ações</a>. Às vezes, estão todos preocupados com uma determinada crise e, não mais do que de repente, o mercado se recupera rapidamente. Quem vende suas ações, esperando entrar em um momento no qual o mercado estiver menos instável, pode simplesmente perder a maior parte do movimento de alta. Não estou dizendo que os próximos meses serão de rentabilidade excepcional, o que pode ou não vir a acontecer. Pode ser até que o Ibovespa venha a descer a níveis inferiores aos de agosto, quando tocou os 49.000 pontos. Mas pode ocorrer também o oposto, e o Ibovespa disparar para formar uma nova máxima. Quem sabe o que pode vir a acontecer? NINGUÉM. De qualquer modo, perceba uma coisa: em apenas um mês, o Ibovespa reverteu mais da metade de todo o prejuízo do ano passado. Ano passado caiu 18%, agora já subiu mais que 11%.</p>

<p>Como minha carteira de ações não se desvalorizou muito no ano passado, era esperado que subisse menos do que o Ibovespa no início da recuperação. Foi o que efetivamente aconteceu. Vejamos o comparativo com o índice:</p>

<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="jan2012.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/jan2012.png" alt="Jan2012" width="240" height="172" border="0" /></p>

<p>Graças à forte alta, entre o final de maio de 2008 e janeiro de 2012, o Ibovespa acumula queda de 6,55%. Registro esse período porque comecei a registrar a performance de minha carteira apenas nessa época, quando voltei a investir em ações. Desde então, a carteira de ações tem uma alta acumulada de 26,42%. No mês, acompanhou parcialmente a alta do Ibovespa, subindo 5,84% no mês de janeiro.</p>

<p><a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"><img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"></a></p>

<p>Ou seja, mesmo em um período no qual a economia mundial tem passado por uma forte crise, a carteira tem garantido uma valorização razoável - aproximadamente 0,56% ao mês. O resultado é fraco quando comparado a outros ativos, mas acredito que tem tudo para se recuperar no longo prazo. De qualquer modo, como o parâmetro de comparação adotado é o Ibovespa, a carteira o tem superado com consistência, com valorização superior ao índice em 35,28%.
<br />Ao comparar o resultado do índice com a composição completa da carteira, os resultados de janeiro são um pouco piores. A carteira como um todo teve rentabilidade positiva de 4,90%, contra os 11,13% do índice. Mas, no longo prazo, a diversificação com os títulos do tesouro direto tem se mostrado bastante útil. Entre maio de 2008 e janeiro de 2012, a carteira teve rentabilidade acumulada de 33,73% contra os -6,55% do índice. Ou seja, a carteira como um todo apresentou um retorno 43,10% superior ao do Ibovespa. A meu ver, é uma performance bastante significativa, mostrando os benefícios da abordagem de investimento nesses primeiros 4 anos de registro.</p>

<h3>Vencedores, perdedores e novos ativos na carteira em janeiro de 2012</h3>

<p>É importante verificar, ainda, quais foram os ativos que apresentaram as piores e as melhores performance em janeiro. Segue a tabela com o resumo do desempenho:</p>

<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/rjan20121.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-19103" title="rjan2012" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/rjan20121.png" alt="" width="663" height="401" /></a></p>

<p>Na média, o mês foi excepcional. Quanto ao tesouro direto, as NTN-B Principal com vencimento em 2015 apresentaram rentabilidade superior a 2% e, desse ponto de vista, a carteira se beneficiou bastante, já que a maior parte da alocação da renda fixa está nesses títulos. As NTN-B Principal com vencimento em 2024 apresentaram rendimento pífio, de 0,06%.</p>

<p>Quanto às ações, as vencedoras do mês na carteira foram Banco do Brasil (+14,73%), CSN (+21,83%) e Inepar (+18,88%). Todas essas foram ações que apanharam bastante em 2012 e, por essa razão, tinham muito espaço para se recuperar. Quanto às ações da Inepar, reitero que se trata de ações que nem considero tanto da carteira, já que pretendo me desfazer delas (só não o fiz até agora por ter uma quantidade tão pequena delas na carteira que pagaria quase o valor a ser recebido por elas apenas em corretagem e emolumentos). Só fiz o registro porque, afinal, as ações estão na carteira. Quanto ao Banco do Brasil e à CSN, trata-se de duas empresas que, de fato, compõem a carteira para o longo prazo - e aproveitei o período de queda nos últimos meses para adquirir mais ações de ambas. Apenas duas ações encerraram o mês no vermelho: Ambev e Eletropaulo.</p>

<p>Ainda aproveitei o décimo-terceiro salário recebido em dezembro para realizar novas aquisições. Comprei ações de Ambev, CSN, Vale, Eletropaulo, Saraiva, Marcopolo, Randon, Eternit e abri posição na Brasil Foods. Um pouquinho de cada, como a minha estratégia de investimentos indica ser aconselhável. Tendo em vista as incertezas do mês, preferi não efetuar o lançamento coberto de opções.</p>

<p>Vamos ver o que fevereiro nos aguarda...</p>

<p><a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&id=36467"><img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"></a></p>

<p><strong>Artigos recomendados: </strong></p>

<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/balanco-final-da-carteira-de-investimentos-como-foi-o-ano-de-2011/">Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011? </a>
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<a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-melhor-investimento-de-2012/">O melhor investimento de 2012 </a>
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<a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/07/estabilidade-na-carteira-x-seguranca-contra-risco/">Estabilidade na carteira x Segurança contra risco </a>
<br /><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/previsoes-ibovespa-2012/">Já começaram as previsões dos analistas para 2012… </a></p>]]></description>
            <pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:28:17 -0200</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>Economista Ricardo Amorim não acredita em bolha imobiliária no Brasil</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/6qzDPLtXBoQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estamos vivendo uma bolha imobiliária? O economista Ricardo Amorim é famoso por suas previsões. Ainda aguardamos ansiosamente os 30.000 pontos previstos no ano passado e os 200.000 pontos para os próximos 2 ou 3 anos mas, enquanto isso não acontece, o economista continua a formular suas análises. A mais recente indica que o mercado imobiliário brasileiro não vive uma bolha imobiliária. Veja entrevista em que ele apresenta seus argumentos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/1emitW-3Z2E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Argumentos do economista contra a hipótese da bolha imobiliária&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se você não teve tempo de assistir à entrevista, resumo os principais argumentos.
&lt;br /&gt;O primeiro deles indica que o que aconteceu nos últimos anos foi uma atualização dos preços do mercado imobiliário brasileiro em relação ao que aconteceu no mercado internacional. Como a economia brasileira melhorou, o número de pessoas que pode comprar imóvel também cresceu. Esse também foi um efeito da maior disponibilidade de crédito, que de 2004 para cá quintuplicou - antes, o crédito imobiliário representava apenas 1% do PIB, e agora é de cerca de 5%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-02-às-18.23.00.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo ele, não há risco de formação de bolha no curto prazo, só há médio/longo prazo, porque no Brasil não haveria um dos ingredientes que usualmente levam à formação de bolhas. De acordo com Ricardo Amorim, são dois os fatores que levam à formação de bolhas: 1) a sensação de que todos querem entrar em um determinado mercado (no caso, o imobiliário); e 2) o "ar" que infla a bolha, a alavancagem. E a bolha estouraria apenas se o dinheiro emprestado para a alavancagem do mercado deixasse de estar disponível. Segundo ele, esse segundo elemento - alavancagem - não está disponível no mercado imobiliário brasileiro. Ele traz dados externos para sustentar essa hipótese - quando a bolha americana estourou, o crédito imobiliário representava 80% do PIB. Na Suíça, representa 130% do PIB; em Portugal e Espanha, 60%; e no Reino Unido, quase 100%. Faltaria muito até que o crédito imobiliário representasse esses percentuais por aqui, e por isso uma bolha imobiliária estaria longe de nossas terras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para 2012, Ricardo Amorim prevê um primeiro semestre complicado para o setor: em razão da crise européia, a atividade econômica e o ritmo de financiamento diminuirão nos próximos 6 meses. Com a restrição de crédito, as empresas devem crescer menos. Mas, segundo ele, nada disso levará a impacto negativo nos preços dos imóveis, porque a linha de crédito da poupança continuará disponível.  Mas ele concorda que não é razoável esperar que alta nos próximos 5 anos será a mesma dos últimos 5 anos, porque dependeria da manutenção do ritmo de expansão: em 5 anos o crédito imobiliário saltou de 1% para 5% do PIB e, mantido o ritmo, o crescimento dos preços somente seria idêntico se essa proporção chegasse a 25%. Apesar disso, ele prevê redução de ritmo do crescimento, não redução dos preços.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conselho para 2012? O vidente dos 200.000 pontos para o iBovespa até 2015 sustenta que o investidor seja defensivo, alocando seus recursos para a renda fixa e para os imóveis, porque as ações são sujeitas a quedas abruptas.
&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Argumentos são insuficientes para descartar a hipótese de bolha imobiliária&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Examinemos melhor os argumentos de Ricardo Amorim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em primeiro lugar, concordo parcialmente com ele: em grande parte, o crescimento do setor imobiliário de 2004 até agora foi fruto da recuperação dos preços, que estavam excessivamente baixos no início do século. Como já disse antes, do final da década de 1980 até o início dos anos 2000 imóveis foram um péssimo investimento no país - em alguns casos, os preços mantiveram-se no mesmo patamar durante todo o período, perdendo grande parte de seu valor real em decorrência da inflação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas não acredito que isso explique todo o movimento de alta. São duas as grandes teses delineadas pelo economista. A primeira tese é a de que não há alavancagem em nosso mercado imobiliário, em razão da proporção do financiamento imobiliário e o nosso PIB, quando comparado com outros países. Mas Ricardo Amorim desconsidera vários fatores:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1) É importante considerar que os juros elevados no Brasil são um dos motivos pelos quais o financiamento imobiliário representa uma pequena parte de nosso PIB. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mesmo que os juros ainda caiam um bocado, não acredito que o país tenha condição de sustentar uma taxa de juros tão baixa como a dos EUA. Lá, é perfeitamente possível financiar um apartamento ou uma casa por juros tão baixos quanto 2,8% ao ano. Isso significa que alguém que financie uma casa que custe US$ 200.000,00, pagaria uma prestação de US$ 1.320,00. Sem dar entrada. Aqui no Brasil, mesmo com um bom convênio, você conseguiria financiar R$ 200.000,00 com uma prestação de R$ 3.270,00 - mesmo desconsiderando as flutuações do câmbio, é um valor duas vezes e meia mais caro do que financiamento similar nos EUA. Juros altos limitam muito o poder aquisitivo da população.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E, mesmo assim, é possível encontrar imóveis proporcionalmente mais caros no Brasil do que nos EUA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2) A estrutura econômica de cada país precisa ser levada em consideração na hora de comparar a relação entre o crédito imobiliário e o PIB&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cada país tem uma estrutura econômica diferenciada. Nos EUA, a disponibilidade de crédito é muito maior do que a daqui do Brasil, até porque os bancos americanos têm mais dinheiro para emprestar do que os nossos. Por aqui, a poupança já dá sinais de que não poderá permanecer como a grande força na composição do nosso crédito imobiliário. Ou seja, será necessário extrair dinheiro de outros lugares, e por enquanto não há nenhuma fonte alternativa de grande peso. E precisamos nos lembrar de que dinheiro não se cria do nada: com as crises a que o próprio Amorim se refere, é difícil acreditar que nossos bancos passarão a ser ainda mais arrojados na concessão de crédito para o setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/submarino2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma comparação simplista da proporção do crédito imobiliário no PIB brasileiro com a de outros países esconde ainda outras questões. Por exemplo, se levarmos o discurso de Ricardo Amorim a sério, poderíamos nos perguntar: por que a bolha imobiliária americana explodiu quando a relação entre o crédito e o PIB era de 80%, se na Suíça essa relação chegou a 130%? Ou seja, os americanos tinham boas razões, em 2007, para acreditar que não viviam uma bolha imobiliária. Era só pegar a Suíça como exemplo para acreditar que a farra poderia continuar indefinidamente. Evidentemente, mesmo com uma composição entre crédito e PIB bastante inferior, a bolha explodiu nos EUA. Assim como explodiu na Espanha e em Portugal, que tinham uma relação crédito/PIB ainda menor do que a americana.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em outras palavras, a relação entre crédito imobiliário e PIB não precisa ser muito elevada para que ocorra uma bolha. Não há correlação necessária.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3) A alavancagem excessiva existe sim, no setor imobiliário brasileiro… só não onde Ricardo Amorim está procurando&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Ricardo Amorim, são dois os fatores que levam à formação de bolhas: a sensação de que todos querem entrar em um determinado mercado e a alavancagem excessiva. Segundo ele, no Brasil só temos o primeiro requisito: ainda falta termos alavancagem excessiva. Esse argumento é comum entre os que acreditam que as recentes altas são justificadas. O problema é que eles utilizam a estrutura do financiamento imobiliário do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) para justificar essa opinião, e esse é um erro. Nossa bolha não está sendo causada pelos imóveis financiados pelo SFH, mas pelos imóveis financiados diretamente nas construtoras. E não dá pra misturar as duas estruturas de financiamento, que são bastante diferentes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estrutura do SFH é extremamente segura: para que alguém consiga financiar um imóvel pelo sistema, é preciso mostrar a compatibilidade de sua renda com as prestações, e os juros são relativamente pré-fixados. Ou seja, é possível divisar, com certa segurança, se alguém terá condição de honrar o compromisso. Para que o leitor tenha uma idéia, alguém com uma renda bruta familiar de R$ 20.000,00 e deseje comprar um apartamento de R$ 800.000,00 (um apê normal de 100 metros quadrados e três quartos em Brasília, com elevador e garagem) por mês somente poderia financiar, pelo SFH, 63% do financiamento do imóvel. Teria que dar uma entrada de R$ 293.000, e financiaria os restantes R$ 507.000 em "módicas" parcelas de R$ 5.992,00 ao longo de 30 anos  - e para encontrar os cálculos basta fazer uma simulação, acessando o &lt;a href="http://www8.caixa.gov.br/siopiinternet/simulaOperacaoInternet.do?method=inicializarCasoUso"&gt;simulador da Caixa Econômica Federal&lt;/a&gt;. Ou seja, é muito caro o financiamento pelo SFH, e há muitas regras que restringem a elevação sustentável do preço. Se esse apartamento tiver seu preço elevado para R$ 900.000 (uma alta módica de 12% no valor do imóvel), o sujeito que tem renda familiar de R$ 20.000 já precisaria ter uma economia de R$ 400.000. Bem mais complicado, não é? Com uma estrutura dessas, é difícil que bolhas se elevem por muito tempo, pois fica cada vez mais difícil ter acesso ao financiamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pois é…  o problema não é o SFH, mas o financiamento direto nas construtoras. As construtoras oferecem, para o mesmo apartamento de R$ 800.000,00, a seguinte estrutura de pagamento: uma entrada de R$ 20.000,00, mais prestações mensais de R$ 1.000,00 e duas semestrais de R$ 10.000,00 por cinco anos, até que a empresa termine o empreendimento. Ao longo desse tempo, o preço do imóvel é corrigido pelo INCC, que mede a inflação nesse setor. O valor remanescente vai sendo deixado para o fim, quando será exigido o seu pagamento (a famosa parcela de chaves). Ao longo de um ano, o financiamento pagará apenas cerca de 4% do imóvel, mas o seu preço será corrigido pelo INCC (que tem ficado na casa dos 7% ao ano): ou seja, o comprador paga 4%, mas o preço do imóvel financiado aumenta 7%. O resultado é que, no momento em que ele tiver que pagar as chaves, o valor a ser pago será ainda superior ao valor inicial. E nesse momento o comprador terá três opções: (i) pagar, à vista, TODO o valor do imóvel; (ii) financiar pelo SFH ou (iii) financiar o restante pela construtora. Dificilmente o bravo investidor teria, em mãos, o valor total do imóvel. Você conhece quantas pessoas com R$ 800.000 nas mãos? A segunda opção é irreal, já que o investidor deveria ter, em mãos, ao menos o valor da entrada (uns 15% a 20% do imóvel) para conseguir o financiamento do imóvel. Com uma renda de R$ 20.000 por mês, esse valor seria ainda maior, pois as regras exigiriam um financiamento de no máximo R$ 507.000, como já vimos. Dificilmente ele teria esse valor economizado e, portanto, provavelmente não teria acesso ao financiamento pelo SFH. A terceira opção é ainda mais drástica, porque as condições de financiamento direto pela construtora são ainda mais draconianas: em alguns casos, os juros são extorsivos, na casa de 1% + IGP-M ao mês. Ou seja, em alguns casos, com o IGP-M mais alto, essa dívida poderia subir a uma razão de quase 20% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se isso não é alavancagem excessiva, eu não sei o que é.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4) A proporção entre renda per capita e o preço dos imóveis é extremamente elevada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já falei sobre isso no que diz respeito à &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/relacao-entre-renda-per-capita-e-preco-dos-imoveis-tambem-indica-bolha/"&gt;situação do setor imobiliário em Brasília&lt;/a&gt;, e acredito que várias cidades do Brasil enfrentam o mesmo problema. É importante termos mais estudos para afirmar isso com completa clareza, mas acredito que os preços dos imóveis no Brasil se descolaram da renda per capita da população. Amorim compara a relação entre o crédito e o PIB do Brasil com a de outros países, mas não comparou outro indicador que, acredito, é ainda mais importante: a relação entre a renda per capita da população e o preço dos imóveis. Esse indicador é mais importante porque a renda per capita é um indicador da capacidade de pagamento da população. Em Brasília, por exemplo, estamos vendo uma situação em que essa relação se descolou tanto que já é superior à relação vista nos EUA durante a sua bolha imobiliária. Em Brasília, um imóvel de 3 quartos médio no Plano Piloto custa o equivalente a 14 vezes a renda per capita da população; nos EUA, antes da crise estourar, essa relação estava em 7 (Orlando), 9 (Seattle) e 7,5 (Washington), para que o leitor tenha uma idéia. Precisamos de mais dados sobre as cidades brasileiras, mas considero que mesmo para um estudo preliminar esse dado é alarmante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim... se o Ricardo Amorim realmente acredita que a bolsa brasileira vai chegar a 200.000 pontos até 2015, por que recomenda o investimento em renda fixa e em imóveis? Afinal, Ibovespa a 200.000 pontos significa uma alta de 210% em 3 anos, ou uns 46% ao ano. Será que ele acha que nossos imóveis irão se valorizar tanto nesse período?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS: quando critico as previsões do economista, não estou atacando a capacidade técnica do Ricardo Amorim, que é um grande profissional. Estou atacando a pretensão de qualquer pessoa de estipular qualquer patamar para a bolsa de valores. Pode até ser que em 2015 vejamos o Ibovespa a 200.000 pontos, mas não considero que possível prever. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://Li%C3%A7%C3%B5es%20da%20bolha%20imobili%C3%A1ria%20espanhola%20para%20o%20Brasil"&gt;Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/explicando-a-bolha-imobiliaria-brasileira/"&gt;Explicando a bolha imobiliária brasileira&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/e-se-acontecer-uma-crise-imobiliaria-no-brasil/"&gt;E se acontecer uma crise imobiliária no Brasil? &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/6qzDPLtXBoQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:34:49 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A bolha criada pelo programa "Minha Casa, Minha Vida"</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/IIuvT7q4isc/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que o programa "Minha Casa, Minha Vida" tem vários problemas, os leitores do blog já sabiam. Há várias fraudes no programa, sendo que a principal diz respeito a construtoras sem escrúpulos que propagandeiam que suas unidades podem ser vendidas pelo programa quando não satisfazem os critérios estabelecidos pela Caixa Econômica. Mas, como também já salientamos, o principal problema é que o programa tem gerado uma bolha imobiliária no setor de imóveis de menor custo, o que, no longo prazo, pode até inviabilizar o próprio programa. Agora, os empresários do setor desejam que o governo aumente ainda mais os limites de preço do programa. Obviamente, se isso acontecer, os preços desses imóveis terão espaço para altas ainda maiores. Isso não pode dar certo...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segue matéria do Estado de São Paulo sobre a questão. Os destaques negritados foram marcados por mim:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;Título e fonte originais:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,minha-casa-esta-inviavel-alertam-empresarios,100975,0.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;"Minha Casa" está inviável, alertam empresários&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; Lu Aiko Otta, de O Estado de S.Paulo&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #003300;"&gt; BRASÍLIA - &lt;strong&gt;O programa Minha Casa Minha Vida praticamente não existiu em 2011 para as famílias de baixa renda e seguirá o mesmo destino em 2012 se o governo não elevar os valores das unidades atendidas&lt;/strong&gt;. A avaliação é do empresário Eduardo Aroeira Almeida, sócio-diretor da Apex Engenharia, que atua no segmento popular no Distrito Federal. "Acho que essa é a avaliação geral, pelo que tenho conversado com empresários de outros Estados."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;Para empresários da construção civil, a alta dos preços dos imóveis, associada ao aumento das exigências como adequações para idosos e deficientes físicos inviabiliza a construção de unidades. Paradoxalmente, segundo Almeida, o próprio lançamento do Minha Casa Minha Vida provocou a especulação imobiliária. "&lt;strong&gt;Apartamento que eu vendia por R$ 90 mil no início hoje está por R$ 170 mil&lt;/strong&gt;." O preço médio da moradia destinada a esse público subiu de R$ 42 mil para R$ 55,2 mil. Nos municípios da região metropolitana do Estado de São Paulo e Distrito Federal, o limite é de R$ 65 mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;No caso da capital federal, em particular, o preço dos terrenos é tão elevado que não foi construída nenhuma unidade destinada às famílias com renda de até três salários mínimos. "O Distrito Federal é limitado na oferta de terrenos, pois há grande dificuldade na legalização de terras", explica o vice-presidente do Sinduscon-DF, Paulo Muniz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;Um microempresário que não quis ser identificado conta que construiu três unidades na periferia de Formosa, já fora dos limites do DF, em Goiás, com o intuito de vendê-las por meio do programa. Não teve sucesso porque a rua não era asfaltada, como exige a Caixa Econômica Federal. Depois disso, desistiu da carreira de empreiteiro. "&lt;strong&gt;Hoje, um lote em área não muito boa aqui em Formosa não sai por menos de R$ 80 mil, então não dá para enquadrar&lt;/strong&gt;", explica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, concorda que construir para o Minha Casa Minha Vida tornou-se inviável em alguns locais. "Mas depende da região", diz. "Em algumas cidades, os limites do Minha Casa Minha Vida são suficientes." Ele informa que o aumento do valor das unidades está em discussão com o Ministério das Cidades, responsável pelo programa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;"Mas não dá para ficar 100% em cima do governo federal", defende. "Os Estados e as prefeituras têm de entrar." Isso já ocorreu em São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff assinaram este mês um convênio no valor de R$ 8 bilhões para construir em parceria 97 mil casas e apartamentos para famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;O governo paulista vai doar R$ 20 mil por unidade, em adição aos R$ 65 mil alocados pela União, de forma a viabilizar a construção dessas habitações. Segundo Simão, processo semelhante ocorre em Belo Horizonte (MG), onde a prefeitura vai entrar com os terrenos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informa que não há, no momento, discussão para novo reajuste no preço de imóvel ou redução de tributo para a indústria da construção. "Não dá para o valor final mudar sempre. O município pode estabelecer zonas especiais para assegurar um melhor preço do terreno e as empresas melhorarem o processo industrial para ganharem eficiência", frisa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;Crescimento. Em meados do ano, Dilma poderá elevar a meta de construção do Minha Casa Minha Vida, dos atuais 2 milhões de unidades para 2,6 milhões até o fim de 2014. O programa é uma das principais apostas para manter a economia aquecida em ano de crise internacional.&lt;/strong&gt; A presidente quer uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4% e 5%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta 3% e o mercado financeiro estima 3,27%. "Neste ano, o programa será um dos grandes instrumentos para aumento do investimento e para geração de empregos", diz Inês Magalhães.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;É justamente por causa da importância do programa para a estratégia de crescimento econômico que o empresário Almeida acredita em um reajuste nos valores das habitações.&lt;/strong&gt; "Eles contam com a construção civil para atravessar a crise, mas para isso o Ministério das Cidades vai ter de ser mais ousado na definição das faixas", aposta. "Se ficar como está, o Minha Casa Minha Vida vai parar no DF." (Colaborou Edna Simão)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=17119"&gt;Minha casa, minha vida: número de queixas contra construtoras triplica &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=16937"&gt;Denúncia de fraudes no programa Minha Casa, Minha Vida &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3524"&gt;Minha Casa, Minha vida: regras e problemas &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=1659"&gt;Bolha imobiliária na periferia? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3210"&gt;Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=1111"&gt;Vale a pena ter casa própria? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=17432"&gt;O que é uma bolha? 
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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            <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 08:46:23 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/a-bolha-criada-pelo-programa-minha-casa-minha-vida/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>O risco de sair da bolsa</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/ylhRigCPZJw/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O início de 2012 na bolsa de valores tem sido bastante animador. Em apenas um mês, o Ibovespa saltou de 57.829 pontos para quase 63.000 pontos - uma alta de quase 9%. E pegou no contrapé vários "especialistas" de mercado que diziam que aquele não era o momento de investir em ações e que o investidor deveria ficar fora da bolsa e esperar um momento melhor. Que momento melhor? Quando o Ibovespa já estivesse 9% mais caro, como agora? Esse salto exemplifica um dos principais riscos que alguém que seguisse esse conselho dos "especialistas" de mercado: o de ficar fora da bolsa de valores.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Risco de sair da bolsa é maior do que o de ficar nela em período de baixa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ficar fora da bolsa de valores também tem seu risco - o de perder justamente os momentos de alta que, muitas vezes, representam a maior parte dos ganhos em determinados períodos. Ao contrário do que muitos investidores que utilizam análise técnica acabam pregando - voltar para as ações apenas depois que algum sinal quase inequívoco de tendência de alta apareça -, o investidor de longo prazo deveria justamente evitar ficar de fora do mercado de ações.&lt;/p&gt;

Em agosto do ano passado, o Ibovespa estava na casa dos 49.000 pontos. Alguns analistas viam ali força suficiente para que as ações despencassem ainda mais, e a maioria recomendava ao investidor pessoa física que mantivesse distância do mercado de ações. O resultado? Quem estivesse com um percentual de seus investimentos naquele momento alocado em um fundo de ações que apenas replicasse o comportamento do iBovespa, ganhou um excepcional rendimento de lá pra cá: +29,25% em pouco menos de 6 meses. Seguindo o conselho dos analistas, muita gente teria perdido dinheiro.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Estudo mostra o custo de perder os dias de melhor performance da bolsa&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O investidor de longo prazo não pode deixar de investir em ações nesses períodos, até porque, às vezes, muitas das altas que ocorrem durante a recuperação que se segue aos períodos de baixa são responsáveis pela maior parte dos rendimentos obtidos no longo prazo. Em &lt;a href="https://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;q=cache:Yp9QBACyijsJ:www.fba401k.com/pdfs/StockMarketExitatYourOwnRisk.pdf+risk+exit+stock+market&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=br&amp;amp;pid=bl&amp;amp;srcid=ADGEESgjoyKKvj3HEF7euxodYR5u2qFzO-l70DoKPY3s4Jhac3x69dGeZpg6dh8yjR0UUw3ZR3OyHTANrzkWVaYweB5dIDNQWsqVASTvYpE801M0vxjHZiYT9Xp5ZUqJaDBGmu_AHoIu&amp;amp;sig=AHIEtbT0gri6O4z2wmNTA-kMA_0djhq8Xg&amp;amp;pli=1" target="_blank"&gt;estudo realizado com os rendimentos médios no índice S&amp;amp;P 500 entre 1980 e 2008&lt;/a&gt;, o MARE (Market Analysis, Research &amp;amp; Education) identificou que a maior parte dos rendimentos obtidos no período de quase &lt;strong&gt;trinta anos&lt;/strong&gt; se deveu a &lt;strong&gt;menos de 50 dias&lt;/strong&gt; entre os que apresentaram melhor performance ao longo do período. Veja o gráfico:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="risco.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/risco.png" alt="risco" width="407" height="275" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode ver no gráfico, quem investiu, em 1980, US$ 10.000,00 em um fundo de ações que apenas replicasse o índice S&amp;amp;P 500 e não moveu um único centavo do fundo, teve uma rentabilidade fantástica: o investimento inicial rendeu US$ 243.651 ao longo dos 28 anos (2336,51%, ou 12,08% ao ano). Mas, se o investidor, por medo, desaplicasse seus investimentos e perdesse apenas os 5 dias em que as ações apresentaram maior alta, teriam uma perda substancial: ao invés de quase US$ 250.000, seus investimentos renderiam US$ 180. 399,00 (1703% ou 10,88%). Se ele perdesse os dez dias de melhor performance, a queda de rendimento seria ainda maior: a rentabilidade cairia para algo em torno de US$ 140.000. Apenas dez dias com o dinheiro desaplicado teriam custado US$ 100.000,00!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É caro ficar fora da bolsa de valores, não?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/tesouro-direto-rende-mais-que-a-bolsa-na-decada/"&gt;Tesouro Direto rende mais que a bolsa na década &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/investir-bolsa-valores-apostar-cassino-sorte-investimentos/"&gt;Investir na bolsa de valores é igual a apostar em cassino? O fator sorte e os investimentos &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/risco-sem-o-s-de-seguranca-nao-significa-rico-e-suicidio/"&gt;Risco, sem o "s" de segurança, não significa rico: é suicídio &lt;/a&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/os-principais-erros-dos-iniciantes-na-bolsa-de-valores/"&gt;Os principais erros dos iniciantes na Bolsa de Valores &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/risco-sem-o-s-de-seguranca-nao-significa-rico-e-suicidio-2/"&gt;Risco, sem o "s" de segurança, não significa rico: é suicídio &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/07/estabilidade-na-carteira-x-seguranca-contra-risco/"&gt;Estabilidade na carteira x Segurança contra risco &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/investindo-em-acoes-sem-sera-mesmo-risco/"&gt;Investindo em ações sem (será mesmo?) risco&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/"&gt;Volatilidade é risco?
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/ylhRigCPZJw" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 30 Jan 2012 09:36:38 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-risco-de-sair-da-bolsa/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>As taxas de administração cobradas no tesouro direto</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/NJO7zCUASFs/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Tesouro-Direto-300x300.png"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;Ao investir no &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/?s=%22tesouro+direto%22"&gt;tesouro direto&lt;/a&gt;, uma das maiores preocupações do investidor devem se voltar para as &lt;a title="Os custos das taxas de administração" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/os-custos-das-taxas-de-administrao/" target="_blank"&gt;taxas de administração&lt;/a&gt; cobradas pela instituição onde ele escolheu aplicar suas economias. Essas taxas corroem uma parte da rentabilidade do investidor, que, por essa razão, deve prestar bastante atenção antes de escolher onde aplicar seus recursos no &lt;a title="Prejuízo no tesouro direto? Isso acontece?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/04/prejuzo-no-tesouro-direto-isso-acontece/" target="_blank"&gt;tesouro direto&lt;/a&gt;.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;As taxas de administração cobradas para investir no tesouro direto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Onde você pode descobrir quais as taxas cobradas pelos bancos e pelas corretoras pelas aplicações no tesouro direto? O próprio &lt;a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos/consulta_ranking.asp"&gt;site do tesouro direto&lt;/a&gt; oferece essa informação, indicando a taxa de administração cobrada pelos agentes de custódia. Dê uma olhada na lista atualizada em 20/01/2011 e confira quanto a instituição em que você investe cobra pelo serviço:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="corretoras.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/corretoras.png" alt="tesouro direto" width="650" height="1238" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

Como você pode observar, as taxas de administração estão bastante atraentes, entre 0% e 1% ao ano. Bem melhor do que há alguns meses, em que algumas instituições cobravam até 4% por ano pelo investimento. O Itaú Unibanco, que cobrava uma das taxas de administração mais caras (na época, 4% ao ano), baixou consideravelmente a taxa de custódia, para 1% ao ano. Ainda está entre as mais elevadas, ao lado da TOV, mas isso significou uma redução de 75%.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Por que corretoras cobram taxa de administração mais baixa do que os bancos no tesouro direto?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Como você deve ter observado na tabela, algumas instituições não cobram absolutamente &lt;strong&gt;nada&lt;/strong&gt; pelo investimento no tesouro direto. À exceção do Daycoval, todas as outras instituições que não cobram nada são corretoras de valores. Por outro lado, os bancos estão entre as instituições com taxas de administração mais elevadas. Mesmo o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que deveriam incentivar o investimento no tesouro direto, cobram taxa de administração - respectivamente, 0,5% e 0,4%. Por que isso acontece?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Corretoras costumam cobrar taxas menores (ou nenhuma taxa) no tesouro direto para atrair investidores, que após terem aberto uma conta podem aplicar seus recursos em outros produtos da corretora. Ou seja, o objetivo delas é atrair quem está interessado em investir no tesouro direto a fim de que ele invista em outros ativos sobre os quais a corretora é remunerada com o pagamento de taxa de corretagem.  Além disso, muitas corretoras não cobram nada (ou cobram valores baixos) pelo tesouro direto, mas acabam cobrando taxa de custódia. Você não paga nada para investir no tesouro direto, mas paga para manter a conta aberta. Portanto, observe bem o total dos seus custos para manter a conta aberta na corretora antes de decidir transferir seus recursos para investir no tesouro direto por ela. Taxas de custódia não costumam ser altas, mas pode ser que se tornem mais altas do que a taxa de administração.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os bancos, por outro lado, não têm interesse nenhum no tesouro direto. Afinal, muitos dos &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/fundos-de-investimento/"&gt;fundos de investimento&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/renda-fixa/"&gt;renda fixa&lt;/a&gt; mantidos por eles investem justamente nos títulos do tesouro direto. E o banco ainda ganha taxa de administração (às vezes bastante elevada) por esses fundos. Ou seja, ele ganha mais se, ao invés de investir diretamente nos títulos do tesouro direto, seus clientes decidirem aplicar suas economias &lt;strong&gt;in&lt;/strong&gt;diretamente no tesouro direto por meio de seus fundos. Muitas vezes, os clientes nem sabem que estão &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/02/investindo-no-tesouro-direto/"&gt;investindo no tesouro direto&lt;/a&gt;, já que o nome dos fundos normalmente é alguma coisa como "XX RF Longo Prazo". Mais uma vez, fica o recado: não confie cegamente no gerente de seu banco - ele é um empregado da instituição financeira, e está lá para preservar os interesses dela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados: &lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/os-custos-das-taxas-de-administrao/"&gt;Os custos das taxas de administração&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/comeando-investir-no-tesouro-direto/"&gt;Começando a investir no tesouro direto&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/11/os-bancos-e-o-tesouro-direto/"&gt;Os bancos e o tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/02/investindo-no-tesouro-direto/"&gt;Investindo no tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/07/os-rendimentos-do-tesouro-direto/"&gt;Os rendimentos do tesouro direto&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/tesouro-direto-rentabilidade-2011/"&gt;Tesouro Direto tem tido boa rentabilidade em 2011&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/boas-novidades-para-o-tesouro-direto/"&gt;Boas novidades para o Tesouro Direto &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/NJO7zCUASFs" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:14:51 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Cuidado com os inquilinos dos fundos imobiliários</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/WB6NsZLsOrQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Fundos imobiliários são um excelente veículo para investir em imóveis com maior segurança. Ao contrário do investimento direto em um imóvel, que demanda grande concentração de capital em uma única unidade, o investimento por meio de &lt;a title="Investindo em fundos imobiliários" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/investindo-em-fundos-imobiliarios/" target="_blank"&gt;fundos imobiliários&lt;/a&gt; possibilita grande diversificação com menor quantidade de capital. Assim como ocorre com as ações, em que você compra uma fração de uma empresa, nos fundos imobiliários você compra uma fração de um imóvel ou de um conjunto de imóveis. Mas, tal como as ações demandam o estudo da situação financeira e operacional de uma empresa, o investimento em fundos imobiliários também demanda bastante cuidado com relação ao perfil dos empreendimentos - especialmente, com a qualidade dos inquilinos que alugam o imóvel.
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Fundos imobiliários podem garantir bons aluguéis&lt;/h2&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fundos imobiliários ganham dinheiro de várias maneiras. Uma delas é a organização de um empreendimento para que as unidades sejam vendidas ao longo do tempo. Os quotistas (assim são chamados os investidores que compraram uma fração do fundo) ganham seu retorno com a valorização e posterior venda dos imóveis do fundo. Mas a maneira mais comum pela qual os fundos imobiliários remuneram seus quotistas é por meio do aluguel dos imóveis que constituem o patrimônio do fundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Funciona da seguinte maneira: o fundo imobiliário tem um ou mais imóveis. Por exemplo, o fundo BB FII Progressivo administra dois edifícios (um em Brasília, o outro no Rio de Janeiro) locados para o Banco do Brasil. Em Brasília, o imóvel alugado é o Edifício Sede I, que é a principal sede da instituição em Brasília. No Rio de Janeiro, o fundo administra um bloco de edifícios administrativos. Outro exemplo: o CSHG Brasil Shopping compra participações em vários shopping centers, como o Shopping Plaza Sul, em São Paulo ou o Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas. Mensalmente, ele repassa o valor pago pelo aluguel para os acionistas. Quem paga aluguel? As lojas! Ou seja, você está alugando o imóvel para McDonald's, Vivo, Cinemark, Renner, entre tantas outras empresas. Em alguns casos, a receita dos shoppings também é turbinada pelo valor pago nos estacionamentos. Bacana, não é?&lt;/p&gt;

&lt;h3 style="font-size: 1.5em; text-align: justify;"&gt;Mas… cuidado com fundos imobiliários que alugam imóveis para um único inquilino&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Enfim, existem várias opções de fundos imobiliários. Mas alguns deles, como o do Banco do Brasil a que me referi antes, têm uma característica peculiar: são alugados para um único inquilino. E aí mora um perigo que não pode ser desconsiderado: a inadimplência ou o abandono do imóvel. &lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/hospital-da-crianca-pode-ser-despejado" target="_blank"&gt;Recentemente, dois fundos imobiliários - o Hospital da Criança e o o Hospital Nossa Senhora de Lourdes - têm passado por problemas&lt;/a&gt;. Ambos, depois de um período em que mostraram dificuldades para pagar o aluguel, obtiveram medida liminar na Justiça para reduzir provisoriamente o valor do aluguel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alguém poderia retrucar: ora, então despejem o mau pagador! Não é simples assim. Pense: já não é fácil despejar um inquilino de um imóvel residencial. Alguns juízes invocam o direito à moradia para deixar o inquilino inadimplente morando por um bom tempo no imóvel. Em outros casos, o mau pagador consegue ficar anos a fio no imóvel, recorrendo. Recentemente, mudanças na legislação buscaram tornar mais ágil o processo, mas ainda assim as perspectivas são de um prazo bastante razoável até que o proprietário consiga reaver o imóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E a situação é muito mais complicada no caso desses fundos. O Poder Judiciário iria ser muito mais reticente ao determinar o despejo de um hospital inteiro. O hospital iria tentar, na Justiça, demonizar o fundo imobiliário, ao argumento de que o aluguel é caro demais e impedia que ela cumprisse suas obrigações de resguardar a saúde dos pacientes. Além disso, mesmo que o fundo obtivesse sucesso no Poder Judiciário, depois de uma longa batalha judicial, ainda teria que enfrentar outro problema: depois de despejado, ele teria que procurar outro hospital para alugar o imóvel. Teria que ser outra instituição hospitalar porque todo o imóvel já estava preparado para aquele tipo de inquilino; suas instalações foram construídas especialmente para aquele objetivo e, para alugar a outro tipo de empresa, seria necessário realizar uma grande reforma. Ou seja, só prejuízo para o quotista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Trata-se da mesma situação vivenciada por fundos imobiliários voltados exclusivamente para o aluguel para universidades ou escolas. Desalugado o imóvel, é extremamente complicado encontrar um novo inquilino. Eu vi bem de perto essa situação há alguns anos. Vizinho à casa de minha mãe, há um imóvel destinado para instituições educacionais. É relativamente bem localizado, mas as escolas que se instalam por lá têm dificuldade de passar mais do que alguns anos. Já houve curso de inglês, escolas primárias, escolas integradas de ensino médio e fundamental… e sempre que alguém deixava o local, passavam-se alguns anos até que uma nova instituição se instalasse.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O caso do Banco do Brasil é um pouco diferente dessas instituições porque os dois prédios alugados pelo fundo são tradicionalmente vinculados à instituição. Em Brasília, por exemplo, o Edifício Sede I é o principal prédio onde o banco desenvolve suas atividades. Para se mudar de lá, o Banco do Brasil teria despesas absurdas com a logística necessária para a realização da mudança, sem deixar de levar em conta que ainda teria que encontrar um novo imóvel com o tamanho suficiente para comportar a estrutura da instituição. Improvável que aconteça, também, atraso no pagamento. Mas, de qualquer modo, é apenas um único inquilino: qualquer problema e o quotista teria dificuldades para reaver o imóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/investindo-em-fundos-imobiliarios/"&gt;Investindo em fundos imobiliários 
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/cuidado-com-os-famigerados-%E2%80%9Crankings-dos-melhores-fundos-de-investimentos%E2%80%9D/"&gt;Cuidado com os famigerados “rankings dos melhores fundos de investimentos”&lt;/a&gt;  
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/voce-sabe-identificar-os-fundos-de-investimento-pelo-nome/"&gt;Você sabe identificar os fundos de investimento pelo nome?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/escolher-bom-imovel-alugar/"&gt;Como escolher um bom imóvel para alugar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/WB6NsZLsOrQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:17:11 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/fundos-imobiliarios/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Luiz Barsi Filho: o maior investidor pessoa física do Banco do Brasil</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/aT_A6YKBlCE/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já falei vezes sobre Lírio Parisotto, um bilionário brasileiro que ganhou bastante dinheiro investindo em ações. Mas, como Parisotto também ganhou bastante dinheiro administrando sua empresa (a Videolar), talvez o melhor investidor que espelhe os princípios defendidos aqui em "O pequeno investidor" seja Luiz Barsi Filho. Ele, que investe em ações de boas empresas há mais de 40 anos, reinvestindo os dividendos e aumentando paulatinamente o seu patrimônio, é um grande admirador de Buffett. Hoje, ele não tem do que reclamar: todo ano, passa uma boa temporada em Buenos Aires, sua cidade favorita, e tem uma aposentadoria totalmente independente do sistema público de previdência social.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;Confira uma entrevista que ele concedeu recentemente à Istoé Dinheiro!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Título: O senhor dos investimentos na bolsa &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/76446_O+SENHOR+DOS+INVESTIMENTOS+NA+BOLSA" target="_blank"&gt;Istoé Dinheiro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;DINHEIRO conversou com Luiz Barsi Filho, o aposentado que vive de milionários rendimentos há mais de 20 anos e é hoje o maior investidor pessoa física do Banco do Brasil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por Geovana Pagel&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao longo dos últimos 40 anos, o aposentado paulista Luiz Barsi Filho, comprou e guardou ações de empresas sólidas e boas pagadoras de dividendos. Barsi, que tem 73 anos e vive de milionários rendimentos há mais de 20 anos, é hoje o maior investidor pessoa física do Banco do Brasil.O investidor trabalhou como operador da bolsa por 32 anos, e esse histórico ajuda a explicar o sucesso de suas escolhas ao longo dos anos. "Mas não é preciso ser profissional para garantir a aposentadoria com ações", garante.Discípulo do investidor Warren Buffet, Barsi nunca deixou o sobe e desce do mercado tirar seu sono na construção da sua fortuna. Pelo contrário, mira sempre no longo prazo e aproveita as grandes quedas para ir contra a maré e investir ainda mais. Confiante nas suas escolhas, costuma dizer que investe em empresas e não na bolsa de valores.DINHEIRO conversou com Barsi para tentar descobrir qual é segredo de um investidor de sucesso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Confira:
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/lSRKZKDVciA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;br /&gt;Aproveite para conhecer nosso &lt;a href="http://www.youtube.com/user/pequenoinvestidor" target="_blank"&gt;canal no Youtube&lt;/a&gt;.Especial agradecimento ao canal &lt;a href="http://www.youtube.com/user/VALE5PETR4" target="_blank"&gt;VALE5PETR4&lt;/a&gt;, que publicou originalmente o vídeo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/o-desempenho-do-banco-do-brasil-entre-2002-e-2009/"&gt;O desempenho do Banco do Brasil entre 2002 e 2009 &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/09/decio-bazin-um-investidor-brasileiro/"&gt;Décio Bazin, um investidor brasileiro &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/a-capitalizacao-da-petrobras-e-o-pequeno-investidor/"&gt;A capitalização da Petrobras e o pequeno investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/programa-de-recompra-de-acoes-otimo-sinal-para-investidor/"&gt;Programa de recompra de ações: ótimo sinal para investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/02/o-crescimento-da-empresa-e-sempre-algo-bom-para-o-investidor/"&gt;O crescimento da empresa é sempre algo bom para o investidor? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/melhor-acoes-jovem/"&gt;A melhor coisa que poderia acontecer no mercado de ações para um investidor jovem… &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/entendendo-o-perfil-do-investidor/"&gt;Entendendo o perfil do investidor &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/aT_A6YKBlCE" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 20 Jan 2012 09:35:34 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Quando virá o próximo bull market?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/IyI9d2wnGuM/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bull-market-1.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="bull-market" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bull-market-1.jpg" alt="bull market" width="249" height="255" /&gt;&lt;/a&gt;Quando ocorrerá o próximo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;? No linguajar do mercado, um &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; é o mercado de alta, em que os preços das ações decolam graças à confiança dos investidores, que antecipam um crescimento ainda mais pujante para os anos vindouros. Definitivamente, não é o que temos visto nos últimos três anos, em que, após uma forte queda (2008), seguida de forte recuperação (2009), o Ibovespa praticamente andou de lado. Nos Estados Unidos, o movimento é semelhante: depois de brusca queda até abril de 2009, a recuperação… mas ainda em patamares inferiores ao teto histórico. E isso nos leva à pergunta: quando ocorrerá o próximo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;/p&gt;

&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;O próximo &lt;em&gt;bull market &lt;/em&gt;americano: a opinião de Floyd Norris&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em uma interessante matéria publicada no &lt;a href="http://www.nytimes.com/2012/01/07/business/economy/a-historical-cycle-bodes-ill-for-the-markets.html?_r=2"&gt;The New York Times&lt;/a&gt;, o colunista Floyd Norris mostrou um padrão recorrente no mercado de &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/acoes-2/"&gt;ações&lt;/a&gt; norte-americano: os ciclos de &lt;em&gt;bear market &lt;/em&gt;e de &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; têm duração média aproximada de 15 anos. O último &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; teria ocorrido entre 1984 e 1999, quando o índice S&amp;amp;P 500 teria avançado 740%, mesmo após descontar a inflação. A partir daí, o índice começou a recuar para um retorno médio de meros 3% ao ano. O autor aponta, ainda, algumas similaridades entre o início do último &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; e o momento atual. No início da década de 1980, a economia americana também passava por maus lençóis e havia o medo de que ela se tornasse incapaz de competir com a economia de um gigante asiático - na época, o Japão, hoje a China. Além disso, havia extremo pessimismo como hoje, e existem paralelos também com relação à política externa: em meados dos anos 80, os EUA ainda sentiam os efeitos da guerra do Vietnã (que se encerrou em 1975), ao passo que a última década viu as invasões americanas no Iraque e no Afeganistão. Essas coincidências não garantem nada quanto ao futuro, mas é possível que indiquem uma recuperação e, eventualmente, um novo &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;nos próximos anos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É importante adicionar outros elementos ao paralelo: em meados da década de 1980, &lt;a href="http://useconomy.about.com/od/grossdomesticproduct/p/89_Bank_Crisis.htm"&gt;os EUA viveram uma forte &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/crise/"&gt;crise&lt;/a&gt; imobiliária&lt;/a&gt;, como hoje (embora de impacto muito menor na economia internacional), ao passo que, no final da década, quem vivenciou uma crise imobiliária ainda pior foi justamente o grande rival americano, o Japão. O mercado imobiliário japonês ainda hoje não se recuperou de sua bolha. Por outro lado, hoje há quem acredite que a China é quem está vivendo uma forte bolha em seu mercado imobiliário. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos para saber o impacto dessa situação no ritmo de crescimento chinês. O fato é que a economia chinesa depende mais dos EUA do que gostaria: seu crescimento foi financiado pelo forte impulso consumista dos americanos, e o consumo americano foi impulsionado justamente pelos chineses, que se tornaram um dos grandes credores dos Estados Unidos. Em razão dessa mútua dependência, o professor de história econômica e financeira &lt;a title="Série “A ascensão do dinheiro”, de Niall Ferguson" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/" target="_blank"&gt;Niall Ferguson &lt;/a&gt;denomina os dois países de "Chimérica", demonstrando a relação de tênua simbiose entre os dois países.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, o que vai acontecer ninguém sabe: mas acredito profundamente que as coisas vão melhorar. Só não me arrisco a dizer quando isso ocorrerá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em resenha ao texto de Floyd Norris, Morgan Housel, colunista do The Motley Fool, publicou um gráfico que demonstra a rentabilidade do S&amp;amp;P 500 de 1880 até hoje:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter" title="SP500.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/SP500.jpg" alt="bull market" width="559" height="337" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

O gráfico mostra uma única tendência ao longo do tempo: depois de um ciclo de baixa, vem um ciclo de alta. E depois de um ciclo de alta, vem um de baixa. O período máximo em que isso não ocorreu foi de cerca de 2 décadas, tanto para um lado quanto para o outro (a exceção é o período entre 1940 e 1980, que apresentou forte crescimento - apesar de decrescentes a partir da década de 1960). Pode ser um motivo de otimismo quanto à economia americana: afinal, já se passou uma década de sofrimento no seu &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/acoes-2/"&gt;mercado de ações&lt;/a&gt;. Se o padrão se seguir, é possível que estejamos mais perto do próximo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; do que a maioria dos analistas prevê.
&lt;br /&gt;
&lt;!-- LOMADEE - BEGIN --&gt;&lt;div style="width:728px;height:90px;overflow:hidden;"&gt;&lt;script type="text/javascript" language="javascript" &gt;lmd_source="23617676";lmd_si="33406850";lmd_pu="22272048";lmd_c="BR";lmd_wi="728";lmd_he="90";&lt;/script&gt;&lt;script src="http://image.lomadee.com/js/ad_lomadee.js" type="text/javascript" language="javascript"&gt;&lt;/script&gt;&lt;a href="http://www.lomadee.com/" style="font-size:10px;"&gt;&lt;div align="right"&gt;Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.&lt;/div&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!-- LOMADEE - END --&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Qual o padrão de ciclos de mercado brasileiro? Quando ocorrerá nosso próximo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;?&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Brasil, é difícil ter uma ideia realista a respeito de nosso padrão de mercado. Enquanto nos EUA há dados que remetem até o século XIX, e apesar de nossa bolsa ter iniciado suas atividades em 1895 (como Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo) após breve experiência entre 1890 e 1891, nossos dados mais confiáveis são bastante recentes, a partir da década de 1960. Além disso, ao contrário dos EUA, mesmo esses dados não são plenamente confiáveis em razão de nossa &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/inflacao/"&gt;inflação&lt;/a&gt; absurda desde a década de 70 até 1994. Com isso, fica difícil ter uma base objetiva para fazer esse tipo de avaliação histórica: uma maneira de tentar conseguir isso é procurar algum indicador que tenha mantido seu valor real ao longo do tempo. Foi o que um &lt;a href="http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx"&gt;gráfico muito interessante realizado pela Enfoque &lt;/a&gt;buscou estabelecer. Partindo da premissa de que um indicador relativamente estável para o período, como o dólar, poderia ser utilizado para formular um gráfico histórico do Ibovespa desde meados da década de 1960. O resultado é o seguinte:
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bovespa.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-18038 aligncenter" title="Bovespa.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bovespa.jpg" alt="" width="600" height="415" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, o padrão é similar ao americano. Vivemos, de 1965 a 2011, quatro períodos de alta e 3 de baixa. Se realmente se confirmar que o período de baixa que estamos vivenciando nos últimos anos é o início de um &lt;em&gt;bear market&lt;/em&gt; em termos históricos, iniciando uma tendência de queda, então são 4 períodos de alta e 4 de baixa (que ainda não se encerrou). Os períodos são os seguintes:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1965 a 1971 - alta de 6 anos (+2.931%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1971 a 1983 - baixa de 12 anos e 2 meses (-82%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1983 a 1986 - alta de 2 anos e 8 meses (+1.573%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1986 a 1991 - baixa de 7 anos e 8 meses (-91%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1991 a 1997 - alta de 6 anos e 5 meses (+3.415%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1997 a 2002 - baixa de 5 anos e 3 meses (-84%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 2002 a 2008 - alta de 5 anos e 7 meses (+2.051%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É importante notar que as altas abruptas (quedas superiores a 80% e altas superiores a 1.500%) são explicadas, também, pelo fato de se ter usado o dólar como indexador. Como a relação entre o real e o dólar foi bastante volátil ao longo de todos esses anos, as altas e baixas foram bastante impactadas pela flutuação cambial (somente no último período de alta, por exemplo, tivemos o real cotado a R$ 4,00 no início do &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;, e em torno de R$ 1,70 ao seu final). Mas é possível traçar alguns padrões do que vimos nesses quase 50 anos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Os períodos de alta duraram, em média, 5 anos;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Nesses períodos, as ações subiram, em média, 2.492%;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Os períodos de baixa duraram, em média, 8,37 anos;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Nesses períodos, as ações caíram, em média, 85,67%;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;É interessante notar, ainda, que os períodos de baixa têm durado menos tempo. No primeiro período observado no gráfico, foram 12 anos de tendência de baixa. Nos seguintes, tivemos períodos de 7 anos e oito meses e de 5 anos e 3 meses. Claro que nossa referência histórica é curta, e portanto temos poucos dados a nossa disposição. Mas acredito que, após a abertura comercial no início dos anos 1990, tanto as altas quanto as baixas devem ser mais moderadas tanto com relação a sua duração quanto em relação a sua intensidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A propósito, o gráfico serve para mostrar que o governo Lula não foi tão benéfico aos mercados quanto normalmente a mídia alardeia. O &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; entre 2002 e 2008 foi, dos quatro períodos de alta, o &lt;strong&gt;2ª pior em termos de duração&lt;/strong&gt; (5 anos e 7 meses, contra os &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; que duraram 6 anos entre 1965 e 1971 e 6 anos e 5 meses entre 1991 e 1997), além de ter sido o &lt;strong&gt;2ª pior em termos de rentabilidade&lt;/strong&gt; (+2.051%, contra +3.415% entre 1991 e 1997 e +2.931% entre 1965 e 1971).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É difícil saber se estamos ainda vivenciando um prolongamento do período de correção do &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; que durou entre 2002 e 2008 ou se estamos no início de um novo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;. Quem gosta dos gráficos pode estar projetando uma queda do atual patamar (cerca de 35.000 pontos na escala dolarizada) para cerca de 6000 pontos no próximo ciclo de baixa, algo em torno de 10.000 pontos na escala do Ibovespa. Não é o meu caso: só sei que, depois da tempestade, vem a bonança; e depois da bonança, nova tempestade. A ver o que está por vir.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Últimos artigos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A relação entre o preço e o valor patrimonial de uma ação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O indicador fundamentalista mais utilizado para avaliar se uma ação está supervalorizada ou barata é, sem sombra de dúvidas, a relação Preço/Lucro, que estabelece a relação entre o preço de uma ação e o lucro proporcional da empresa. Mas outro indicador que é bastante utilizado na análise fundamentalista é a relação entre o preço da ação e o valor patrimonial proporcional a ela: o Preço/Valor Patrimonial da Ação (ou P/VPA). Vejamos como utilizar esse indicador para avaliar se o preço de uma ação é justo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/valor-patrimonial-acao/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando aplicar na poupança?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A poupança é, sem sombra de dúvidas, o mais popular dos investimentos no Brasil. Modalidade de investimento facilmente acessível a todos os investidores, por muito tempo foi sinônimo de investimento seguro – curiosamente, fama mantida mesmo após o confisco ocorrido no governo Collor. Até hoje, é o investimento mais popular do país, apesar da baixa rentabilidade. Muito embora não veja a poupança como um bom investimento no longo prazo, e ela mal resulte em algum ganho real para o investidor, ela também tem algumas vantagens em relação a outros investimentos, especialmente para quem dispõe de pouco capital para investir ou está começando a poupar. Confira algumas!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/poupanca/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A estratégia "Dogs of the Dow"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estratégia "Dogs of the Dow" é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia  "Dogs of the Dow" (cães do Dow)  funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 09:00:58 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A relação entre o preço e o valor patrimonial de uma ação</title>
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&lt;p&gt;O indicador fundamentalista mais utilizado para avaliar se uma ação está supervalorizada ou barata é, sem sombra de dúvidas, a relação Preço/Lucro, que estabelece a relação entre o preço de uma ação e o lucro proporcional da empresa. Mas outro indicador que é bastante utilizado na análise fundamentalista é a relação entre o preço da ação e o valor patrimonial proporcional a ela: o Preço/Valor Patrimonial da Ação (ou P/VPA). Vejamos como utilizar esse indicador para avaliar se o preço de uma ação é justo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/valor-patrimonial-acao/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando aplicar na poupança?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A estratégia "Dogs of the Dow"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estratégia "Dogs of the Dow" é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia  "Dogs of the Dow" (cães do Dow)  funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:06:30 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Quando aplicar na poupança?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/zOl2rrnkxm0/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jHXS21XUId-peHgVu2ahDnnqNkE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jHXS21XUId-peHgVu2ahDnnqNkE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/poupanca/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A estratégia "Dogs of the Dow"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estratégia "Dogs of the Dow" é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia  "Dogs of the Dow" (cães do Dow)  funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


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            <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 09:53:21 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A estratégia "Dogs of the Dow"</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/qUpPnsDE2LA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1jdBJZkYi6Fya8EYEI8b96-IpEw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1jdBJZkYi6Fya8EYEI8b96-IpEw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!&lt;/p&gt;

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&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Investir é complicado?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/3nm3BtURrMs/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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            <pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:00:02 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Os melhores artigos de 2011</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/JCAT2i9x9yw/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5qCW4053h_snW1WF6AGEtBTv5Vo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5qCW4053h_snW1WF6AGEtBTv5Vo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;/p&gt;

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            <pubDate>Fri, 06 Jan 2012 10:39:30 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/01FwXTboPAM/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/3nm3BtURrMs/"&gt;Investir é complicado?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/3nm3BtURrMs/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/01FwXTboPAM" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 05 Jan 2012 09:53:02 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>O melhor investimento de 2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/vV6EZJR3hlY/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais um ano começou e, como de praxe, vários leitores me perguntam por e-mail: qual o melhor investimento para o ano que se inicia? No início de 2011, decidi me arriscar a responder essa pergunta, mas talvez minha resposta não tenha agradado a todos os leitores. Naquela oportunidade, fui categórico: o melhor investimento do ano é aprender a administrar melhor o risco do seu patrimônio. Ninguém sabe qual será o melhor investimento do ano. Pode ser as ações; há empresas tão surradas pelo pessimismo que não seria uma surpresa uma reviravolta no mercado. Pode ser que seja a renda fixa – afinal, os títulos do tesouro direto ainda oferecem taxas atraentes de retorno. Pode ser ainda que os imóveis continuem a se valorizar, apesar de já terem tido valorização excessiva nos últimos anos. Muitos ainda apostam no ouro, outro ativo que se valorizou bastante nos últimos tempos. Mas qual será o melhor investimento do ano?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-melhor-investimento-de-2012/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Últimos artigos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/preco-do-metro-quadrado-pode-chegar-a-r-25-mil-em-brasilia-sera-mesmo-7/"&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/investir-e-complicado/"&gt;Investir é complicado?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/vV6EZJR3hlY" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:24:04 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/5w_A_sYxgMU/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/5w_A_sYxgMU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 30 Dec 2011 17:09:47 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/RqN-A5K1SPg/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/RqN-A5K1SPg" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 30 Dec 2011 09:14:03 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/preco-do-metro-quadrado-pode-chegar-a-r-25-mil-em-brasilia-sera-mesmo-7/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Investir é complicado?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/DXlrk8QFHOc/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/DXlrk8QFHOc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:09:17 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Como escolher um bom imóvel para alugar</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/rbfHR8t_HbU/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alugar um bom imóvel é difícil. Encontrar um apartamento ou uma casa em condições adequadas, a preços relativamente acessíveis, é uma tarefa que pode se tornar bastante complicada. E tudo fica pior quando os preços do aluguel nas cidades brasileiras subiram bastante nos últimos meses. Por essa razão, resolvi abordar o tema, discutindo alguns critérios importantes a serem considerados no momento de alugar um imóvel.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/escolher-bom-imovel-alugar/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros artigos recentes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/a-fantasia-do-ebitda/"&gt;A fantasia do EBITDA&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/analise-de-drogasil/"&gt;Análise da Drogasil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/palestra-de-lirio-parisotto-na-expomoney-2011/"&gt;Palestra de Lírio Parisotto na Expomoney&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/"&gt;Série "A ascensão do dinheiro", de Niall Ferguson&lt;/a&gt; 
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/previsoes-ibovespa-2012/"&gt;Já começaram as previsões dos analistas para 2012…&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você também pode gostar dos seguintes artigos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/o-valor-de-r-10000/"&gt;O valor de R$ 100,00&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/os-regimes-de-casamento-civil/"&gt;Os regimes de casamento civil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/de-quanto-voce-precisa-para-se-aposentar/"&gt;De quanto você precisa para a sua aposentadoria?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/o-mercado-imobiliario-nao-e-uma-maquina-de-lucros-perpetuos/"&gt;O mercado imobiliário não é uma máquina de lucros perpétuos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/aprendendo-a-investir-com-peter-lynch/"&gt;Aprendendo a investir com Peter Lynch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/rbfHR8t_HbU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 22 Dec 2011 11:24:56 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/escolher-bom-imovel-alugar/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>A Fantasia do EBITDA</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Qwij4xuGbrc/a-fantasia-do-ebitda</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O vociferado EBITDA, sigla traduzida e pouco atraente para designar “Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização”, é uma das armas mais poderosas utilizadas por executivos para impressionar o mercado. Após sua adoção virar moda nos EUA, esta rubrica passou a fazer parte das demonstrações contábeis da grande maioria das empresas como indicador da capacidade de gerar caixa. A grande questão é: muitas destas companhias geram caixa como máquinas de fazer dinheiro, mas a porta de saída é tão ou mais vasta quanto a porta de entrada. E a novidade? Bem, o Ebitda oculta isso. É por este exato motivo que foi um dos indicadores preferidos de executivos mal intencionados para esquematizar fraudes corporativas, a exemplo de Enron e WorldCom nos EUA.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Qwij4xuGbrc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:47:34 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Análise de Drogasil</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/itj7jTskhp8/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na última semana, as ações da Drogasil (DROG3) dispararam. Segundo os analistas, foram duas as razões: em primeiro lugar, depois da fusão da empresa com a Droga Raia, as novas ações (Raia Drogasil) serão negociadas conjuntamente, sob o código RADL3. Em segundo lugar, as ações da empresa serão incluídas no MSCI (Morgan Stanley Capital International), um índice utilizado pelo mercado para aferir o desempenho de uma empresa na bolsa. Mas, a R$ 13,35, será que a ação da Drogasil está cara?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/analise-de-drogasil/"&gt;Leia o texto completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/itj7jTskhp8" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:18:51 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Palestra de Lírio Parisotto na Expomoney 2011</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/4c4pFZp3wWI/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lírio Parisotto é um dos principais investidores do país. Vindo de origem humilde e com perfil empreendedor, conseguiu construir uma fortuna bilionária combinando o mercado de ações com os rendimentos de sua empresa, a Videolar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A abordagem de Parisotto é bastante parecida com a que adoto pessoalmente, e por isso acredito que ouvi-lo é uma experiência interessante e que reforça minhas convicções. Por essa razão, divulgo aqui no blog o vídeo com a palestra do bilionário brasileiro, no Expomoney SP em 2011. Espero que aproveitem!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/palestra-de-lirio-parisotto-na-expomoney-2011/"&gt;Assista ao vídeo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/4c4pFZp3wWI" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:30:21 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Série "A ascensão do dinheiro", de Niall Fergusson</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/aOO4a61hyQg/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A série “A ascensão do dinheiro”, do professor Niall Ferguson, da Universidade de Harvard, está disponível no You Tube. A série, baseada no excelente livro de mesmo título, mostra as origens do dinheiro e do sistema financeiro. O livro foi uma das melhores leituras que fiz no ano de 2010, e me ensinou bastante a respeito do sistema capitalista e de como ele funciona. Vale a pena assistir! A propósito, deixo os vídeos disponibilizados para quem tiver interesse. O ponto negativo é a ausência da legenda para quem não domina o idioma inglês. Se você tem acesso ao sistema Now da Net, ele também está disponível gratuitamente com legendas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/"&gt;Assista aos vídeos da série&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/aOO4a61hyQg" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:35:45 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Já começaram as previsões dos analistas para 2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/fdABt_XciMs/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo ano é assim no Ibovespa: nessa época, os analistas já começam a fazer suas previsões para o ano seguinte. É verdade que não é só a bolsa que padece desse mal. Nessa época, os astrólogos, tarólogos e a turma das mães dinás começam a fazer as previsões para o ano seguinte em todas as áreas. No futebol, se arriscam a dizer quais serão as grandes equipes do ano; na política, em ano eleitoral, já arriscam um palpite pros candidatos vencedores. O mercado de ações também tem seus adivinhos, e agora também é a época em que eles arriscam suas previsões. Mas eles costumam acertar? E você deveria confiar nas previsões deles?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/previsoes-ibovespa-2012/"&gt;Leia o texto completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;/script&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/fdABt_XciMs" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:35:29 -0200</pubDate>
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