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        <title>O pequeno investidor</title>
        <link>http://opequenoinvestidor.com.br</link>
        <description>O site que ensina a investir!</description>
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        <pubDate>Thu, 17 May 2012 13:05:35 -0300</pubDate>
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            <title>Por que diversificar? Ou… admitindo minha ignorância</title>
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            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rC8rREz_gzI2HCKv8NbXXFHWy-E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rC8rREz_gzI2HCKv8NbXXFHWy-E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rC8rREz_gzI2HCKv8NbXXFHWy-E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rC8rREz_gzI2HCKv8NbXXFHWy-E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Muitos leitores têm me enviado e-mails ou comentando no blog a respeito do que enxergam como um problema em minha carteira: a excessiva diversificação. Eles até apontam uma contradição em minha abordagem e aquele a quem digo ser uma de minhas inspirações: Warren Buffett, que abomina a diversificação. Afina, o oráculo de Omaha prefere "guardar todos os ovos em uma cesta e vigiá-la cuidadosamente". Se é assim, por que eu diversifico tanto? E por que eu continuo a teimar que Buffett é um inspirador de minha estratégia se eu não sigo o mandamento de me concentrar nas ações que entendo serem as mais valiosas de minha carteira?
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Diversificar é proteção contra minha própria ignorância&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tenho mais medo do que eu sei do que do que eu não sei. E ter um certo medo é algo importante no mercado de ações; significa que você valoriza seu patrimônio e não vai arriscá-lo fazendo uma grande bobagem. Muitas pessoas gostam de citar a frase de Buffett que acabei de mencionar e que indicam que Buffett gosta de concentrar sua carteira de ações em poucas empresas. Mas elas se esquecem de outras duas citações que considero igualmente importantes. Elas são as seguintes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;Diversificação é proteção contra ignorância. Ela faz pouco sentido para aqueles que sabem o que estão fazendo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você é um investidor capaz de compreender a economia dos negócios e de encontrar de cinco a dez empresas cujos preços são razoáveis e que possuem importantes vantagens competitivas de longo prazo, a diversificação de portifólio convencional não faz nenhum sentido para você.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Nós, seres humanos, temos a tendência de acreditar que estamos sempre certos. É um viés psicológico que já foi identificado em vários experimentos científicos. É por isso que muitos levam ferro no cassino: têm autoconfiança, acham que estão com muita sorte porque ganharam as primeiras três rodadas em um jogo de azar e acabam pondo em risco não apenas o que ganharam até então, mas muito mais.  É por isso também que muita gente tem prejuízo investindo na bolsa de valores: acreditam que encontraram "A" ação que lhes dará a independência financeira em três meses, investem todo o seu patrimônio nela e depois choramingam pelo resto da vida que o mercado de ações é "pros tubarões".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas isso ocorre porque elas não se protegeram contra a sua própria ignorância. Elas acreditaram que sabiam tudo o que era possível e acabam tomando decisões erradas por acreditar nisso. De minha parte, embora acredite que tenha uma metodologia razoavelmente adequada para escolher as ações de minha carteira, sei que também posso estar errado. Sei que não tenho o tempo que gostaria de analisar todas as empresas que fazem parte do meu portifólio com a profundidade necessária para ter certeza - afinal, eu trabalho, sou casado (e preciso me dedicar à família) e ainda estou cursando meu doutorado, atividades que tomam muito tempo.&lt;/p&gt;

Portanto… reconheço que a possibilidade de que as coisas que eu não sei afetem meus investimentos é bastante alta. Ou seja, a minha ignorância de fatores que podem me levar a prejuízos é alta, e por isso diversifico. Sei o que estou fazendo? Acredito que na maioria das vezes sim… mas como sei que existe a possibilidade de estar ignorando fatores que podem afetar substantivamente meu patrimônio, eu prefiro me manter protegido contra minha própria ignorância. Pode me trazer um retorno abaixo do que talvez meu potencial pudesse me trazer, mas também pode me proteger de fazer uma burrada muito grande.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Eu reconheço: não sou Buffett e por isso diversificar é uma estratégia razoável&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Não sou Buffett (e não se preocupe: você também não é). Não tenho o conhecimento dele, e tampouco sei avaliar uma empresa como ele. Já cometi erros crassos, como meus investimentos em Inepar, Usiminas e uma avaliação mais otimista a respeito dos efeitos da revisão tarifária sobre as ações da Eletropaulo (vendi, recentemente, uma parte de minhas ações). Mas também sei que "cometi" importantes acertos, como meu investimento em Marcopolo e em Ambev. Sei também que vou cometer muitos erros e acertos daqui pra frente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Recentemente, eu fiz uma experiência de pensamento: como seria minha carteira de investimentos se eu me concentrasse apenas nas 5 posições que, há alguns anos, me pareceriam vencedoras? E eu cheguei à seguinte conclusão: a última da minha lista, em 2008, era a Marcopolo. Era a pior opção da minha carteira, e hoje ela é a que me deu maior rentabilidade até aqui. A melhor era a Ambev, que constaria da lista de qualquer jeito (e, de fato, foi uma das empresas que me trouxe maior rentabilidade). Mas em outros casos eu teria fracassado fortemente: Gerdau, Usiminas e CSN estavam entre as melhores de então. Mas, com a crise, elas afundaram (já me desfiz de Gerdau e Usiminas, por conta de problemas na administração) em seu desempenho - algo esperado, já que são empresas cíclicas. Outra "vencedora" do portfólio era a Saraiva - que operacionalmente já esteve melhor, mas ainda é uma empresa que me parece boa do ponto de vista administrativo, apesar da "vermelhidão" de sua performance no Ibovespa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por tudo isso, diversifico.  Você poderia me perguntar: "por que, então, você não investe diretamente em fundos de investimento?" Por um simples motivo: os gestores de fundos muitas vezes têm que comprar deliberadamente empresas que eles já sabem que são uma porcaria, mas que precisam comprar para satisfazer exigências da legislação ou de normas políticas da gestora do fundo. De minha parte, posso até comprar de vez em quando uma porcaria, mas ao menos não é deliberado. E eu posso vendê-la quando eu me convencer de que não é uma boa empresa para a carteira, ao contrário do gestor do fundo. Mas de qualquer forma também estou começando a investir em dois fundos - um de ações voltadas para dividendos, e outro, de &lt;em&gt;small caps. &lt;/em&gt;Nesse caso, estou interessado na média histórica dessas duas classes de ações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas não seja um pessimista: reconhecer a ignorância é o primeiro passo para acertar - mesmo que seja atirando em vários alvos para acertar alguns poucos, que serão os responsáveis pelo grande sucesso de sua carteira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/a-bolha-criada-pelo-programa-minha-casa-minha-vida/"&gt;A bolha criada pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” (10.5)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/minha-casa-minha-vida/"&gt;Denúncia de fraudes no programa Minha Casa, Minha Vida (10.1)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Os melhores posts de 2011 (9.9)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/09/a-importancia-da-diversificacao/"&gt;A importância da diversificação (8.7)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/etf-it-now-idiv/"&gt;ETF IT Now IDIV: uma boa maneira de ganhar dividendos sem dor de cabeça (8.7)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/17FdYkXUuK0" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 17 May 2012 13:05:31 -0300</pubDate>
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            <title>Tesouro direto disparando nas últimas semanas...</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/8ONBjdIKgMo/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3FP4p612OaZQVA2cAknXfFF18Q8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3FP4p612OaZQVA2cAknXfFF18Q8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3FP4p612OaZQVA2cAknXfFF18Q8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3FP4p612OaZQVA2cAknXfFF18Q8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

Pois é… como dizemos há algum tempo, o movimento de baixa nos juros deveria elevar bastante a rentabilidade do tesouro direto. E foi exatamente o que aconteceu nos últimos tempos: há títulos do tesouro direto que apresentaram, nos últimos 12 meses, rentabilidade típica de renda variável. Mas o pequeno investidor deve estar se perguntando, com razão: o que vai acontecer daqui pra frente?
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Recapitulando: por que os títulos do tesouro direto subiram tanto nos últimos meses?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como já &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/deu-a-louca-no-tesouro-direto/"&gt;falamos algumas vezes aqui no blog&lt;/a&gt;, a rentabilidade dos títulos do tesouro direto não é linear. Há meses em que os títulos disparam, e há meses em que a rentabilidade é negativa. Esse parece ser um contrasenso: afinal, o investimento em títulos do tesouro nacional não deveria ser o maior exemplo do que se chama de "renda fixa"? Se é assim, por que tanta instabilidade?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por um simples motivo: quando a Selic sobe ou desce bruscamente, como tem ocorrido com a queda da taxa nos últimos meses, o mercado passa a incorporar no preço dos títulos a nova taxa de juros. O preço atual já embute os juros a serem pagos no futuro: se os juros caem, o preço sobe; se os juros sobem, o preço cai. Esse efeito é ainda mais drástico nos títulos do tesouro direto de longo prazo, que são mais sensíveis a esses movimentos do que os títulos de curto prazo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para entender esse aspecto, pense no seguinte: digamos que eu pegue um empréstimo de R$ 1.000 com você e diga que vou te pagar o empréstimo a uma taxa de juros anual de 15% ao ano. Isso significa dizer que em um ano, eu vou te pagar R$ 150 de juros - ou seja, em um ano eu deveria te devolver R$ 1.150,00 (os R$ 1.000 do capital emprestado mais R$ 150 de juros).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas nosso empréstimo tem um probleminha: como eu sou uma pessoa que recorre muito a empréstimos e tenho uma vida financeira meio caótica, o mercado às vezes confia mais ou menos em mim. Quando ele confia mais, os juros dos meus empréstimos caem; e quando ele confia menos, os juros sobem. Digamos que o empréstimo tenha vencimento em 4 anos. Nas condições iniciais, eu teria que pagar R$ 1.749,01 ao final desse período, a uma taxa anual de 15%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas digamos que os juros, no meio do caminho, caíram para 10% ao ano. Como meu contrato com você já foi firmado, eu não posso alterá-lo. Em 4 anos, eu pagarei os mesmos R$ 1.749,01 (e nem um centavo a menos!) que foram prometidos. Mas, se eu fosse pegar um novo empréstimo para outra pessoa, e prometesse pagar a ela R$ 1.749,01 em 4 anos, isso significaria que eu poderia pegar mais dinheiro emprestado com ela. Como a taxa de juros é menor, eu posso tomar mais dinheiro emprestado. A 10% ao ano, eu poderia pegar exatos R$ 1.194,60. Se você quiser pagar para mim o valor que eu emprestei, é exatamente esta a quantia que deveria me devolver - afinal, é a partir dela que, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;com base nos juros de hoje&lt;/span&gt;, eu receberia o valor originalmente prometido (os R$ 1.749,01).  Em outras palavras, porque os juros caíram de 15% para 10%, os R$ 1.000,00 tiveram uma incrível alta de 19,46%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E esse efeito é ainda maior quando os prazos do título do tesouro direto são mais alongados. Continuando no exemplo: se ao invés de 4 anos, o empréstimo tivesse o prazo de 10 anos, eu receberia R$ 4.045,56 ao final do período. Com uma queda dos juros para 10%, os R$ 1.000,00 passariam a valer R$ 1.559,74. Claro, se o efeito contrário acontecer, a queda é proporcional à subida. Se os juros estivessem em 10% e subissem para 15%, R$ 1.559,74 se transformariam em R$ 1.000,00 da noite para o dia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É justamente por isso que o tesouro direto disparou nos últimos meses - a Selic despencou de 12,25% para 9,00% entre junho de 2011 e maio de 2012. Em 11 meses, uma queda de 26,53% nos juros - que gerou uma rentabilidade absurda nos títulos do tesouro direto:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="td.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/td.jpg" alt="tesouro direto" width="508" height="413" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode ver, nos títulos de prazo mais longo houve uma disparada absurda nos últimos meses. Em apenas 30 dias, a NTN-B Principal disparou 19,87% (no ano, 34,36% e em 12 meses, 47,65%). Progressivamente, os títulos com vencimento mais alongado têm rentabilidade maior do que os de vencimento mais curto. A exceção, aqui, são as LFT, que têm rentabilidade linear, conforme a taxa Selic. Mas os demais títulos apresentaram forte rentabilidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi o que me motivou a trocar, em meados de abril, meus títulos NTN-B Principal com vencimento em 2015 pelos de vencimento em 2035. Como o governo estava sinalizando com novas quedas bruscas (como efetivamente ocorreu), eu entendi que era o momento de especular com os títulos do tesouro direto, e fiz a troca - o que se mostrou bastante lucrativo nas últimas semanas.&lt;/p&gt;

Mas não pretendo ficar muito tempo com esses títulos em minhas mãos. Vou ficar com eles até que haja sinalização de que os juros irão se estabilizar. Depois, provavelmente devo vendê-los, já que não acredito que os juros permanecerão em patamar muito mais baixo do que o atual por muito tempo - até porque acredito que a inflação começará a apertar o passo quando a economia mundial começar a se recuperar com mais vigor, e o governo terá que fazer uma escolha: ou aumenta os juros, ou admite ficar com inflação mais alta. Espero que ele não opte pela segunda alternativa, como nossos &lt;em&gt;hermanos &lt;/em&gt;argentinos.
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="font-size: 1.5em;"&gt;O que fazer daqui para frente com os títulos do tesouro direto?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Essa pergunta depende do seu perfil de investimento. De minha parte, como os juros presentes ainda são relativamente atrativos, acredito que é uma boa aposta ficar investido com os títulos de prazo mais longo (ao menos por enquanto). Mas, como os juros futuros acabam sendo embutidos nos preços presentes, é possível que, com novas quedas na taxa Selic eu considere que talvez seja hora de deixar os títulos de lado, se encontrar mais atratividade em outras modalidades de investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas reconheço que, para a maioria das pessoas, talvez ainda faça sentido permanecer com os títulos investidos para um prazo mais longo - especialmente, os investidores que não estão acostumados a acompanhar o noticiário econômico. Afinal, a taxa de juros atual ainda é relativamente boa e o investidor pode conseguir realizar parte de seus objetivos financeiros mantendo seus recursos aplicados. E especular com os títulos do tesouro direto também tem seus riscos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/comeando-investir-no-tesouro-direto/"&gt;Começando a investir no tesouro direto (13.7)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/boas-novidades-para-o-tesouro-direto/"&gt;Boas novidades para o Tesouro Direto (13.5)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/"&gt;As taxas de administração cobradas no tesouro direto (12.3)
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/04/os-riscos-do-tesouro-direto/"&gt;Os riscos do tesouro direto (12.2)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/8ONBjdIKgMo" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 14 May 2012 21:04:16 -0300</pubDate>
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            <title>Como investir em fundos imobiliários</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/YSP3w3ZOi7o/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2BzkSGbOS6XcDLIHsAihXHUGBs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2BzkSGbOS6XcDLIHsAihXHUGBs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2BzkSGbOS6XcDLIHsAihXHUGBs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2BzkSGbOS6XcDLIHsAihXHUGBs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Brasil, é impossível falar de investimento em fundos imobiliários sem remeter ao excelente blog &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/" target="_blank"&gt;HC Investimentos&lt;/a&gt;. Henrique Carvalho, autor do e-book &lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F" target="_blank"&gt;Alocação de Ativos&lt;/a&gt;, é um verdadeiro especialista no assunto. E recentemente ele elaborou um bom roteiro para quem pretende investir nesses fundos como uma maneira de diversificar sua carteira e trabalhar uma estratégia de alocação de ativos eficiente, especialmente num contexto de juros mais baixos, que diminuem a atratividade da renda fixa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segue o excelente texto:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/2012/04/17/como-investir-em-fundos-imobiliarios/" target="_blank"&gt;Como investir em fundos imobiliários&lt;/a&gt; (Blog HC Investimentos)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como investir em fundos imobiliários é provavelmente o email que mais recebo com dúvidas dos leitores do HC Investimentos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É por esse motivo que preparei esse artigo com todos os detalhes que você precisa saber antes de começar a investir em &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/fundos-imobiliarios/"&gt;fundos imobiliários&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mesmo se você já investe, o artigo contém informações valiosas sobre o porquê investir, como investir e onde buscar informações sobre esse tipo de investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Do início de 2008 até março/2012 os fundos imobiliários já acumulam um retorno de &lt;strong&gt;130,93%&lt;/strong&gt;. Apenas para comparação, o CDI obteve o retorno de 54,75% e o Ibovespa -0,93% no mesmo período.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img title="Rentabilidade-Acumulada-Fundos-Imobiliários" src="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Rentabilidade-Acumulada-Fundos-Imobili%C3%A1rios.png" alt="Rentabilidade Acumulada Fundos Imobiliários Como Investir em Fundos Imobiliários" width="568" height="417" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com a queda dos juros, a atratividade dos fundos imobiliários como opção de investimento só aumenta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veja um gráfico semelhante, porém, comparando ano-a-ano a rentabilidade desses 3 importantes índices de investimentos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a title="Rentabilidade-Fundos-Imobiliários-Ano-a-Ano" href="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Rentabilidade-Fundos-Imobili%C3%A1rios-Ano-a-Ano.png" rel="fancybox"&gt;&lt;img title="Rentabilidade-Fundos-Imobiliários-Ano-a-Ano" src="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Rentabilidade-Fundos-Imobili%C3%A1rios-Ano-a-Ano-600x389.png" alt="Rentabilidade Fundos Imobiliários Ano a Ano 600x389 Como Investir em Fundos Imobiliários" width="600" height="389" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A média do número de negócios mensais para todo o segmento dos fundos imobiliários alcançou número recorde em toda a série histórica: &lt;strong&gt;217 negócios mensais&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img title="Evolução do Número de Negócios Fundos Imobiliários" src="http://hcinvestimentos.com/wp-content/uploads/2012/04/Evolu%C3%A7%C3%A3o-do-N%C3%BAmero-de-Neg%C3%B3cios-Fundos-Imobili%C3%A1rios.png" alt="Evolução do Número de Negócios Fundos Imobiliários Como Investir em Fundos Imobiliários" width="568" height="416" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para efeito de comparação, esse mesmo indicador mostrava o número de &lt;strong&gt;35 negócios mensais&lt;/strong&gt; (na média) para o segmento dos fundos imobiliários em janeiro/2008.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;O que você precisa para investir?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Basicamente, você só precisa de uma corretora e dinheiro para investir.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O preço dos fundos imobiliários varia de fundo para fundo, assim como o preço as ações. Dois são os tipos de preços mais tradicionais quando um fundo é lançado ao mercado: (1) R$ 100,00 e (2) R$ 1.000,00.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Entretanto, você pode encontrar alguns fundos que custam menos de R$ 2, como o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11) e o Square Faria Lima (FLMA11).&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Por que investir em Fundos Imobiliários?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para muitos, os fundos imobiliários ainda são uma novidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vou listar abaixo 3 principais motivos para você investir nesse setor em sua carteira de investimentos.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;1. Rentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Conforme mencionei no início do artigo, a rentabilidade dos fundos imobiliários desde janeiro/2008 até março/2012 está acumulada em 130,93%. Anualizando esse valor temos um retorno anual de &lt;strong&gt;21,77%&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Embora seja improvável que no futuro os fundos imobiliários mantenham um retorno anual dessa magnitude espera-se que eles continuem produzindo retornos acima dos títulos públicos, já que embutem um risco maior do que esse tipo de aplicação.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;2. Diversificação&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F" target="_blank"&gt;No eBook Alocação de Ativos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; eu menciono o conceito que chamo de “Tríade Financeira”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Basicamente, ele define as 3 principais classes de investimentos que todo investidor deveria ter em carteira: (1) Renda-Fixa, (2) Fundos Imobiliários e (3) Ações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A inclusão dos fundos imobiliários reflete uma preocupação em diversificar as formas de rendas da carteira. Sendo de uma classe diferente, os fundos imobiliários possuem uma dinâmica de retorno diferente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um exemplo que ilustra bem isso é o fato de no ano de 2008, marcado pela crise financeira, o retorno do Ibovespa foi de &lt;strong&gt;-41,22%&lt;/strong&gt;, enquanto o retorno médio dos fundos imobiliários foi de&lt;strong&gt;7,81%&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;3. Fluxo de renda mensal&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para muitos investidores, essa é o melhor benefício ao se investir em fundos imobiliários. Como esses fundos pagam ao cotista rendimentos todo mês, o investidor obtém uma grande geração de fluxo de renda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E melhor: Isenta de Imposto de Renda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É uma excelente alternativa para quem deseja retirar uma parcela de dinheiro mensalmente do mercado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A dinâmica desses rendimentos mensais é muito simples:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O administrador responsável pelo fundo imobiliário repassa (no mínimo) 95% de todo o aluguel (rendimento) recebido pelo fundo aos cotistas, dinheiro que cairá na própria conta do investidor na corretora.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Não há um dia fixo para esse recebimento, sendo necessário verificar nessa página da BM&amp;amp;FBovespa os dias de pagamento, assim como o valor que será repassado aos cotistas.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Qual é a quantidade ideal de fundos imobiliários para investir?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Embora não exista uma regra para essa pergunta costumo dizer que, no mínimo, o investidor deveria investir ao menos em 5 fundos imobiliários.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O motivo dessa “receita pronta” com 5 fundos é que você está praticando o mínimo da &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/2011/08/22/diversificacao-de-investimentos/"&gt;diversificação&lt;/a&gt; intra-setorial (dentro de uma mesma classe). Embora os fundos imobiliários não sejam tão arriscados como as ações, eles possuem seus riscos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E um dos principais riscos é o fato de um fundo diminuir sua distribuição de rendimentos mensais, que pode ocorrer por diversos motivos. Dentre eles:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
	&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aumento da taxa de vacância&lt;/strong&gt;. Quando o imóvel não é 100% alugado, restando espaços vazios que não geram renda.&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aumento da inadimplência&lt;/strong&gt;. O chamado “calote” por parte do locatário do imóvel.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Reduzir riscos é uma sólida maneira de você investir pensando no longo prazo, sendo um dos pilares da &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/alocacao-de-ativos/"&gt;alocação de ativos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Como escolher um Fundo Imobiliário?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sabendo que você precisa diversificar em pelo menos 5 fundos imobiliários para diminuir os riscos desse tipo de investimento, você agora necessita escolher esses 5 (ou mais) fundos. Mas como?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Embora cada investidor tenha seu perfil de risco, separei abaixo 5 dicas de investimentos para que você tenha uma chance melhor de encontrar os fundos imobiliários adequados para você.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;1. Yield Mensal Atraente&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Yield Mensal é a divisão entre o último rendimento do fundo imobiliário e seu preço atual. Por exemplo, um fundo que distribuiu rendimento de R$ 1,00 e tem preço de R$ 100,00 possui um Yield Mensal de 1,00%. (1/100).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O objetivo aqui não é escolher apenas os que tiverem os maiores yields mensais. Afinal, quando um fundo tem um preço baixo em relação ao seu rendimento mensal é provável que ele tenha um risco maior do que os demais fundos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O mercado não é perfeito, mas geralmente ele equilibra bem a relação &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/2012/03/08/risco-x-retorno/"&gt;risco x retorno&lt;/a&gt; dos fundos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A ideia aqui é procurar fundos que obtenham uma relação melhor do que os títulos públicos, conforme mencionei em detalhes nesse artigo sobre preço justo dos fundos imobiliários.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desse modo, você “garimpa” os fundos viáveis e pode, posteriormente, avançar em sua análise sobre ele.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;2. Atente para a Liquidez do Fundo&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Embora a liquidez (número de negócios) dos fundos imobiliários tenha avançado bastante nos últimos 2 anos, quando comparada com as ações, esse número ainda é muito baixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Portanto, avalie sempre qual é o número de negócios de um fundo imobiliário nos últimos 12 meses e no último mês. Como regra de bolso eu costumo olhar apenas para fundos que tenham uma média mensal &lt;strong&gt;superior a 100 negócios por mês&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso o tamanho de sua carteira seja grande também é interessante olhar o volume negociado médio dos fundos imobiliários.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;3. Escolha fundos de setores/regiões diferentes&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Explorando os conceitos de diversificação, o investidor deve procurar fundos que não tenham uma &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/2009/10/09/correlacao-exemplos-praticos/"&gt;correlação&lt;/a&gt; muito forte. Isso significa investir em fundos de diferentes setores, como:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
	&lt;li&gt;Escritórios&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Hotelaria&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Educacional&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Industrial/Logística&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Lojas/Shoppings&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Desse modo, o investidor evita ficar “preso” em um único setor. Por exemplo, caso o turismo no país sofra em um determinado ano, o setor de hotelaria dos fundos imobiliários poderia ter ganhos menores, refletindo em uma queda do valor da cota desses fundos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para avançar um passo no conceito de diversificação, também é aconselhável investir em fundos imobiliários de regiões e estados diferentes, evitando crises específicas de uma determinada região, que poderia (indiretamente) afetar os fundos imobiliários daquela região.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;4. Procure informações sobre os contratos de aluguéis&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Qual tipo de fundo você se sentiria mais confortável ao investir?&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
	&lt;li&gt;Fundo Imobiliário com apenas um único locatário&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Fundo Imobiliário com mais de 10 empresas como locatárias&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Provavelmente você escolheu a segunda opção, correto? E o motivo é simples: &lt;a title="Cuidado com os inquilinos dos fundos imobiliários" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/fundos-imobiliarios/" target="_blank"&gt;Caso o locatário da opção 1 desistir de alugar o imóvel&lt;/a&gt; (ou parte dele) o fundo simplesmente terá uma queda de suas receitas, transferindo para o investidor rendimentos mensais menores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse foi o &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/2010/05/25/diversificacao-nos-fundos-de-investimento-imobiliario/"&gt;caso do fundo Memorial Office (FMOF11)&lt;/a&gt;, quando a locatária que ocupava os 23 dos 24 andares existentes do edifício Memorial Office resolveu desocupar 9 desses andares locados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O rendimento do fundo para o cotista, que era de &lt;strong&gt;R$ 0,99&lt;/strong&gt; constantemente, caiu para &lt;strong&gt;R$ 0,49&lt;/strong&gt;. O valor do fundo caiu de R$ 130,00 para R$ 95,00, uma queda de &lt;strong&gt;-27%&lt;/strong&gt; no período próximo de 12 meses.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;5. Analise os rendimentos mensais (além dos números)&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Alguns fundos imobiliários tendem a distribuir rendimentos constantes ao longo do tempo. Embora possa parecer um benefício, permitindo analisar melhor o preço justo desse fundo, pode também ser um pesadelo. E explico o porquê.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Determinados fundos imobiliários possuem um contrato que garante uma distribuição mínima para os rendimentos mensais até uma determinada data.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um exemplo é o fundo Shopping West Plaza, lançado em agosto/2008 e que possui uma garantia de renda mínima até &lt;strong&gt;julho/2012&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A proximidade com o vencimento da garantia e a possível redução do rendimento pago após esse período faz com que o preço do fundo tenha se desvalorizado em &lt;strong&gt;-15,74%&lt;/strong&gt; nos últimos 12 meses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Portanto, é muito importante saber se o fundo imobiliário escolhido possui um contrato de garantia de renda mínima e quando será o vencimento dessa garantia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você gostou dessas indicações é provável que você adore saber as &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/2011/08/01/dicas-de-investimentos/"&gt;17 dicas de investimentos&lt;/a&gt; que separei para você vencer no mercado.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Onde Buscar Informações sobre Fundos Imobiliários?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Analisar todos esses dados por conta própria seria muito difícil sem saber onde e como ter acesso aos dados sobre esse tipo de investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cito abaixo algumas fontes confiáveis para você saber como investir em fundos imobiliários de forma inteligente:&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;1. &lt;a href="http://www.fundoimobiliario.com.br/" target="_blank"&gt;Site Fundo Imobiliário do Sérgio Belleza&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Aqui é onde você encontrará a grande maioria das informações que coloquei nesse artigo, além de notícias relevantes sobre o setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Verifique em especial a &lt;a href="http://www.fundoimobiliario.com.br/fundosNegociados.htm" target="_blank"&gt;página sobre cada fundo imobiliário&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://www.fundoimobiliario.com.br/rentabilidades.htm" target="_blank"&gt;página com as análises do setor de fundos imobiliários em geral&lt;/a&gt;, abrangendo rentabilidade, negócios, volume, yield mensal, comparação com outros índices, etc.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;2. &lt;a href="http://www.bmfbovespa.com.br/renda-variavel/ResumoFundosImobiliarios.aspx?Idioma=pt-br" target="_blank"&gt;Fundos Imobiliários na BM&amp;amp;FBovespa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ideal para procurar informações sobre:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
	&lt;li&gt;Quais são os fundos imobiliários disponíveis para o investidor&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Rendimentos mensais de cada fundo imobiliário&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Relatórios mensais dos fundos&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Cotações atuais de cada fundo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;a href="http://www.uqbar.com.br/institucional/oque/Publicacoes_eletronicas.jsp" target="_blank"&gt;Guia de Fundos Imobiliários (Uqbar)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A Uqbar promove a cada ano um estudo detalhado sobre o setor de fundos imobiliários com informações relevantes para o investidor que deseja conhecer melhor esse tipo de investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.uqbar.com.br/institucional/oque/guia_FII.jsp" target="_blank"&gt;Guia do Investidor: Fundo de Investimentos Imobiliário 1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.uqbar.com.br/institucional/oque/guia_FII_2011.jsp" target="_blank"&gt;Guia do Investidor Fundo de Investimentos Imobiliário 2&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;4. &lt;a href="http://hcinvestimentos.com/fundos-imobiliarios/"&gt;Fundos Imobiliários no HC Investimentos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Não poderia deixar de citar a própria página aqui no HC Investimentos que contém todo o histórico de análises sobre os fundos imobiliários. Você encontrará nessa página:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
	&lt;li&gt;5 benefícios dos fundos imobiliários&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Guia para investir em fundos imobiliários (em 7 partes)&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Dados gerais dos fundos imobiliários&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Rentabilidades dos fundos imobiliários&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Análise detalhada de fundos selecionados (BCFF11B | FEXC11B | EURO11)&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;Notícias mais relevantes (selecionadas a dedo por mim) sobre esse tipo de investimento&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/fundos-imobiliarios/"&gt;Cuidado com os inquilinos dos fundos imobiliários (16.6)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/investindo-em-fundos-imobiliarios/"&gt;Investindo em fundos imobiliários (15)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/04/desvantagens-de-investir-em-fundos-de-acoes/"&gt;Desvantagens de investir em fundos de ações (12.5)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/05/investir-em-fundos-de-acoes-ou-comprar-acoes-diretamente/"&gt;Investir em fundos de ações ou comprar ações diretamente? (11)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/voce-sabe-identificar-os-fundos-de-investimento-pelo-nome/"&gt;Você sabe identificar os fundos de investimento pelo nome? (10.8)
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=YSP3w3ZOi7o:8NNi_v7dLvc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=YSP3w3ZOi7o:8NNi_v7dLvc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=YSP3w3ZOi7o:8NNi_v7dLvc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=YSP3w3ZOi7o:8NNi_v7dLvc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/YSP3w3ZOi7o" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Sat, 12 May 2012 11:18:48 -0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">ADDAEE77-1D3A-493A-8D5B-EDED803C3F05</guid>
        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/como-investir-fii/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Entenda as mudanças nas regras da aposentadoria do servidor público</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/RrqTPBiqDeY/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3f6zF_SWSvnNdn3V0ETqAlDTKLo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3f6zF_SWSvnNdn3V0ETqAlDTKLo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3f6zF_SWSvnNdn3V0ETqAlDTKLo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3f6zF_SWSvnNdn3V0ETqAlDTKLo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sonho de muitos brasileiros é se tornar servidor público e eventualmente obter a aposentadoria na carreira. Não é a toa: em muitas carreiras públicas, os vencimentos são &lt;strong&gt;muito&lt;/strong&gt; superiores aos pagos na iniciativa privada. Uma secretária que mal ganharia seus R$ 1.500, R$ 2.000 na iniciativa pública, pode muito bem ganhar R$ 5.000 no serviço público, para fazer basicamente o mesmo trabalho (ou muito mais, se passar em um concurso para o órgão "certo" e ainda tiver uma "função comissionada"). Essa é uma das desfuncionalidades do serviço púbico no Brasil, que acaba atraindo muitas "mentes brilhantes" que poderiam produzir mais na iniciativa privada, mas que preferem a comodidade do setor público que, além de tudo, pode pagar excelentes remunerações. Eu mesmo preferi largar a advocacia porque lá eu demoraria muito mais para obter o mesmo nível de renda que conseguiria no serviço público - eventualmente, poderia até conseguir mais, mas demoraria muito mais do que prestando um concurso. Além da remuneração, outro fator que sempre atraiu muitos brasileiros para a carreira pública era a aposentadoria. Ao contrário do setor privado, onde a aposentadoria é limitada pelo teto do INSS, a aposentadoria no setor público sempre foi obtida com os vencimentos integrais. Mas esta motivação acabou de mudar, com a sanção da Lei nº 12.618 pela Presidente Dilma, que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp).&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;O que muda para a aposentadoria do servidor com a Funpresp?&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Para quem já era servidor público, não muda nada. Para quem pretende se tornar servidor público, muda tudo. A partir de agora, os novos servidores também estarão sujeitos ao teto do INSS - atualmente, R$ 3.916,20. Para receber mais, deverão contribuir com o Funpresp, a fim de complementar a sua renda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O novo fundo, na verdade, é um plano de previdência complementar gerido pelo Poder Público. Os membros dos conselhos deliberativo e fiscal dos fundos de previdência do Executivo, do Judiciário e do Legislativo são indicados pelo Presidente da República, do STF e por ato conjunto dos Presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente. Ou seja, cada um dos poderes terá um fundo complementar próprio, gerido por indicados pelos chefes de cada poder. Aí mora grande parte do perigo desse fundo; eu não confiaria meu dinheiro para a administração por parte de ninguém que seja indicado pelo poder público, sem o aval dos maiores interessados, os servidores públicos. Boa parte dos problemas da previdência pública, aliás, decorreu justamente da corrupção que foi facilitada pela gestão pública ao longo de décadas. É verdade que a própria lei determinou diretrizes para a administração do patrimônio seguindo os parâmetros fixados pela CVM, mas sempre vejo com suspeição a administração de recursos privados por gestores públicos.&lt;/p&gt;

E como a Funpresp funciona? Há duas hipóteses: quem recebe salários correspondentes a, &lt;strong&gt;no máximo&lt;/strong&gt;, o teto do INSS, pagará 11% sobre sua remuneração e a União, 22%. Quem recebe salários superiores ao teto da previdência oficial, terá a &lt;strong&gt;opção &lt;/strong&gt;de contribuir para a Funpresp com o valor que entender adequado. Nesse caso, contudo, há um bom incentivo: a União também contribuirá para o fundo, na mesma proporção que o trabalhador, até o limite de 8,5% de sua remuneração. Por exemplo, alguém que receba R$ 8.000,00, pagará 11% sobre R$ 3.915,20 (R$ 430,67), mas, se quiser receber uma aposentadoria superior ao teto, deverá pagar a mais. Digamos que ele deseje pagar 8,5% do que exceder, para aproveitar o aporte extra da União. Nesse caso, ele pagaria 8,5% sobre a diferença entre R$ 8.000,00 e R$ 3.915,20 - ou R$ 4.084,80 -, e contribuiria com mais R$ 347,20, sendo que a contrapartida da União seria o mesmo valor. &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/aposentadoria.jpg"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt; Se ele quiser contribuir ainda mais, não haverá problema; mas nesse caso, não haverá aporte extra por parte da União.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Funpresp estabelece aposentadoria com contribuição definida. Entenda o que isso significa.&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Tudo bem, essa é a contribuição do trabalhador. Mas o fato de ele contribuir sobre toda a remuneração garante que ele receberá o mesmo valor dos servidores que estiverem em atividade? &lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;. E essa é uma medida que já deveria ter sido tomada há muito tempo pelo sistema previdenciário; o cálculo do benefício vai depender do quanto foi acumulado na conta previdenciária de cada trabalhador. Ou seja, a lei adotou o chamado sistema de "contribuição definida": a única variável definida é o quanto vai ser contribuído pelo servidor; o quanto ele receberá de aposentadoria somente será conhecido no momento em que ele irá receber o benefício, pois depende exclusivamente do que foi acumulado ao longo do tempo. Por essa razão, será essencial que os servidores públicos fiscalizem a gestão desses recursos; se o dinheiro for desviado, isso significará que cada servidor receberá menos do que seria devido.&lt;/p&gt;

&lt;strong&gt;Quem já é servidor público poderá optar pelo sistema de aposentadoria antigo ou pelo novo&lt;/strong&gt;. Provavelmente, o governo tentará dar incentivos para que a migração ocorra. O melhor, de início, é que esses servidores &lt;strong&gt;não façam nada apressadamente&lt;/strong&gt;. Não tenho dúvida de que teremos novidade sobre essas questões. Além dessas contribuições, cada vez fica mais claro que &lt;a title="Aposentadoria: como planejar sua renda vitalícia?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/aposentadoria-como-planejar-sua-renda-vitalcia/"&gt;também os servidores deverão investir à parte do sistema previdenciário&lt;/a&gt; para garantir uma aposentadoria tranquila.
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/aposentadoria-voce-tem-que-se-preocupar-com-ela-o-mais-rapido-possivel/"&gt;Aposentadoria: você tem que se preocupar com ela o mais rápido possível (11.6)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/entenda-as-novas-regras-da-poupanca/"&gt;Entenda as novas regras da poupança (11)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/concurso-publico-ou-emprego-no-setor-privado/"&gt;Concurso público ou emprego no setor privado? (9.6)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/de-quanto-voce-precisa-para-se-aposentar/"&gt;De quanto você precisa para a sua aposentadoria? (7.8)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/aposentadoria-como-planejar-sua-renda-vitalcia/"&gt;Aposentadoria: como planejar sua renda vitalícia? (7.6)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/onde-investir-milhao-aposentadoria/"&gt;Dúvidas do leitor: onde investir R$ 1 milhão para a aposentadoria? (7.6)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RrqTPBiqDeY:a2kQw94vlcg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RrqTPBiqDeY:a2kQw94vlcg:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=RrqTPBiqDeY:a2kQw94vlcg:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RrqTPBiqDeY:a2kQw94vlcg:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/RrqTPBiqDeY" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 10 May 2012 10:10:22 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/servidor-publico-atente-se-para-a-sua-aposentadoria/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Entenda as novas regras da poupança</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Sk_85SkZWcY/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3wah6_jgjnTuB7FMnI57x1N6trA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3wah6_jgjnTuB7FMnI57x1N6trA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3wah6_jgjnTuB7FMnI57x1N6trA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3wah6_jgjnTuB7FMnI57x1N6trA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pois é, a poupança mudou. Com a queda na Selic, não teve jeito: o governo teve que alterar as regras da poupança. Isso já era esperado há pelo menos 2 anos, quando a Selic também chegou a um patamar bastante baixo e a discussão sobre a remuneração da poupança veio à tona pela primeira vez. Entenda as novas regras e defina o destino de seus investimentos em renda fixa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que mudou com as novas regras da poupança?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A rentabilidade da poupança, tradicionalmente, era calculada a partir de uma regra simples: TR + 0,5% ao mês. A rigidez dessa regra estava impedindo maiores quedas na taxa Selic, já que, descontados os impostos e taxas, investimentos lastreados na Selic poderiam passar a render menos do que a poupança. E por que isso é um problema? Basicamente, porque isso tornaria menos atraente investimentos lastreados na taxa Selic - como os títulos do tesouro direto, que são uma maneira importante do governo financiar suas atividades. Ou seja, os investidores prefeririam investir na poupança do que emprestar dinheiro para o governo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas o que mudou? Basicamente, existem agora duas situações:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se a Selic for superior a 8,5% ao ano -&gt; tudo fica como está: a rentabilidade da poupança continua calculada à base de 0,5% + TR ao mês.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se a Selic for igual ou inferior a 8,5% ao ano -&gt; a poupança renderá a taxa de 70% da Selic + TR.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O site de notícias G1 trouxe uma tabela interessante, que ilustra a situação para o investidor:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atenção: se você já investia na poupança e está com medo das novas regras, não se preocupe. O dinheiro que estava aplicado na caderneta até o dia 3/5 permanecerá vinculado às regras antigas. O dinheiro novo é que se sujeitará às novas regras. O seguinte vídeo do Bom Dia Brasil também esclarece as mudanças:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;http://youtu.be/oHIoK3DkHns&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E, para que você se sinta totalmente esclarecido, também aproveito para disponibilizar no blog uma cartilha escrita pelo economista Luiz Calado sobre o tema. Basta clicar aqui para fazer o download!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/04/a-popularidade-da-poupanca-e-dos-imoveis/"&gt;A popularidade da poupança e dos imóveis (9.6)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/poupanca/"&gt;Quando vale a pena investir na poupança? (9.4)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/a-poupanca-e-um-investimento-conservador/"&gt;A poupança é um investimento conservador? (8.9)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/dinheiro-da-poupanca-para-financiamento-imobiliario-esta-acabando/"&gt;Dinheiro da poupança para financiamento imobiliário está acabando… (8.2)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/os-perigos-da-poupanca/"&gt;A poupança e más práticas bancárias (7.4)
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Sk_85SkZWcY:9bje7DJIT4Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Sk_85SkZWcY:9bje7DJIT4Q:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Sk_85SkZWcY:9bje7DJIT4Q:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Sk_85SkZWcY:9bje7DJIT4Q:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Sk_85SkZWcY" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 07 May 2012 20:51:57 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/entenda-as-novas-regras-da-poupanca/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Rentabilidade da carteira - abril/2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/mPzhntW9nb8/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w52t05bgklAllJSlbc0-B7nUHUE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w52t05bgklAllJSlbc0-B7nUHUE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w52t05bgklAllJSlbc0-B7nUHUE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w52t05bgklAllJSlbc0-B7nUHUE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abril foi um mês difícil para a carteira - e para o mercado de ações de maneira geral. No mês, &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/economia/bovespa-fecha-abril-com-pior-desempenho-mensal-em-7-meses"&gt;o Ibovespa recuou 4,17%, o pior resultado apresentado nos últimos 7 meses&lt;/a&gt;. No ano, apresenta alta de 6,90%. A queda do Ibovespa, contudo, veio acompanhada de um forte aumento na rentabilidade dos títulos do tesouro direto. Como o leitor do blog sabe, quando há queda na Selic (o que vem acontecendo nos últimos meses), o preço dos títulos do tesouro direto aumenta; quando ela aumenta, o preço dos títulos cai. Como a Selic caiu a 9%, e há alguma sinalização de que novas quedas talvez venham por aí, o preço dos títulos disparou. Em alguns casos, há títulos que renderam 35% nos últimos 12 meses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

E esse movimento todo levou a uma mudança em minha abordagem. No início do mês, quando decidi trocar os títulos NTN-B Principal que venciam em 2015 por títulos com vencimento em 2035. A ideia, aqui, foi "trancar" para o longo prazo uma taxa de juros que, se não é tão boa quanto já foi, ainda é muito boa quando observamos o mercado global. Caso a Selic caia demais e outros investimentos se tornem ainda mais atrativos, venderei os títulos do tesouro que tenho e aportarei em outras modalidades de invetimento, com um bom lucro (porque, com novas quedas, provavelmente haverá novos picos de rentabilidade). Caso a Selic suba (algo que acredito que ocorrerá quando as economias mundiais começarem a apresentar recuperação mais robusta), acredito que poderei voltar a investir no tesouro. Por ora, não farei novos aportes nessa modalidade de investimento. Como se comportou, então, a carteira ante a esse quadro?
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Mudança na metodologia&lt;/h2&gt;
Em primeiro lugar, a partir de agora adotarei uma nova metodologia de cálculo para a rentabilidade da carteira. Elaborei as planilhas anteriores de maneira "artesanal", já que os cálculos para chegar à rentabilidade correta da carteira eram bastante complexos - principalmente para calcular a rentabilidade após a venda de um ativo. Era extremamente trabalhoso e, por não ter mais tanto tempo para fazer os cálculos (às vezes passava uma tarde inteira conferindo tudo), passo, agora, a adotar um controle automatizado, a partir do programa MS Money (Versão 2007). Para mim, este é, de longe, o melhor programa de controle de investimentos e de finanças pessoais, e sempre o tenho adotado. Mas, como passei a fazer o controle por esse programa apenas em novembro do ano passado, não será mais possível confrontar o crescimento da carteira desde 2008 - mas apenas desse ano em diante. Até então, como você se lembra, a carteira de investimentos tinha apresentado um rendimento total de 43,33% (contra -4,79% do Ibovespa), e a carteira de ações, um rendimento de 37,94% contra o mesmo &lt;em&gt;benchmark&lt;/em&gt;.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Como foi o mês de abril para a carteira?&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Em abril, três novos ativos: NTN-B Principal, com vencimento em 2035 (vendi a NTN-B Principal com vencimento em 2015 e apliquei o dinheiro nesse título), e duas novas ações - CCR Rodovias (CCRO3), que atua no setor de concessão de rodovias, e M. DiasBranco (MDIA3), do setor alimentício. O objetivo das novas aquisições foi diversificar, principalmente em razão das intervenções governamentais nas minhas "vacas leiteiras", as empresas que mais pagam dividendos - que, até então, eram as empresas do setor elétrico. Passei a investir na CCR Rodovias em razão de ela estar aumentando progressivamente o quanto paga em dividendos e de estar diminuindo os investimentos em infraestrutura das rodovias cujas concessões possui. Por essa razão, acredito que no longo prazo ela poderá se sair uma excelente pagadora de dividendos, alternativa às ações das companhias elétricas que detenho. A M. DiasBranco, por sua vez, me pareceu atraente em relação ao setor em que atua, e por estar apresentando um crescimento consistente nos últimos anos. Vamos ver o que o futuro aguarda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De resto, adquiri ações de Cielo, Banco do Brasil, Banrisul (aproveitando a recente baixa) e Randon, continuando com minha estratégia de formar preço médio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com isso, os resultados do mês foram os seguintes:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Money2.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-20069" title="Money" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Money2.jpg" alt="" width="662" height="536" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, o mês foi complicado para as ações. Elas apresentaram baixa de 2,5% no mês - ainda assim, menor do que a apresentada pelo Ibovespa (-4,17%). Essa queda aconteceu em razão da "concentração" de parte da carteira nos setores bancário e elétrico. As principais quedas, com efeito, foram as do Banco Itaú Unibanco (-14,1%), Cemig (-14,6%), Coelce (-14,9%) e principalmente Eletropaulo (-24,1%). Na contramão do setor bancário, a maior alta do mês foi de uma empresa do setor financeiro, a Ciel (+10,4%).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No geral, a principal alta continua sendo a das ações da Marcopolo (POMO4), com 251% de ganho em relação ao preço médio - e 9,6% em relação ao mês anterior. Em seguida, as ações da Ambev apresentam também uma boa alta de 105,5% no total. No ano, a vencedora da carteira é a Taesa, com 54,1% de alta (desde fevereiro, quando adquiri as primeiras ações  da empresa). Outros destaques do ano até aqui: Cielo (+41%), Marcopolo (+44,3%), Natura (+34,8%) e Le Lis Blanc (+24,9%). O fundo de ações (BB Ações Dividendos) em que comecei a investir no último mês também apresentou uma alta de 1% no mês.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A renda fixa também apresentou forte alta no mês - no conjunto, 9,2%, distribuídos entre os títulos NTN-B Principal 150535 (alta de 9,3%) e NTN-B Principal 150824 (alta de 7,5% no mês). No ano, o retorno total desses títulos está em 9,1%. Lembro que, como o Money descarta as vendas anteriores, essa rentabilidade não considera a do título NTN-B Principal 150515, que compunha a carteira até então (e que, até aqui, acumula alta de 7,93%).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No conjunto da carteira no mês, alta de 0,4%, com alta anual de 10,2% contra 6,90% do Ibovespa. Vejamos o que maio nos aguarda! Se o ditado "compre em novembro e venda em maio", tão cantado entre os americanos, estiver correto, daqui pra frente vem chumbo grosso. Prefiro esperar para ver o que vem por aí.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=mPzhntW9nb8:JelbByQbr1I:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=mPzhntW9nb8:JelbByQbr1I:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=mPzhntW9nb8:JelbByQbr1I:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=mPzhntW9nb8:JelbByQbr1I:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/mPzhntW9nb8" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 03 May 2012 19:58:32 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/rentabilidade-da-carteira-abril2012/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Prorrogadas as inscrições do  Extreme Makeover 2012. </title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/bPmA17M209k/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9Yxd0S_2QG8huPyadUJ33pdXvE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9Yxd0S_2QG8huPyadUJ33pdXvE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9Yxd0S_2QG8huPyadUJ33pdXvE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9Yxd0S_2QG8huPyadUJ33pdXvE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O programa viabilizado pelo Banco Itaú, em parceria com a Editora Globo, está com inscrições prorrogadas até o dia 15 de maio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em sua 7ª edição, a ação selecionará três empresas, uma de cada setor da economia, para passarem por uma verdadeira transformação em seus negócios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Durante o período do programa, o banco faz um diagnóstico da situação das empresas escolhidas e, depois, recomenda as soluções bancárias mais adequadas. O foco é melhorar a gestão financeira como um todo e permitir a evolução em eficiência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Extreme Makeover também ajuda as organizações escolhidas a expandir seus negócios, aumentar o faturamento, adotar o conceito da sustentabilidade em seu dia a dia e administrar o tempo de forma mais racional.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A evolução das três empresas selecionadas pode ser acompanhada por meio de matérias na revista Pequenas Empresas &amp;amp; Grandes Negócios e no blog do programa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscreva sua empresa até dia 15 de maio.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acesse &lt;a href="http://www.extrememakeover2012.com.br/"&gt;www.extrememakeover2012.com.br&lt;/a&gt; e faça seus negócios alcançarem melhores resultados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nota do blog:&lt;/strong&gt; Como o leitor sabe, aqui em "O pequeno investidor" só divulgo aquilo está de acordo com meu ponto de vista.Por se tratar de uma campanha que considero uma ótima iniciativa, estou divulgando, em formato &lt;a href="http://www.brogui.com/2009/02/15/publieditoriais-o-que-sao/"&gt;Publieditorial&lt;/a&gt;, o projeto "Extreme makeover 2012", que busca estimular o empreendedorismo no país, com a adequada gestão financeira dos negócios. Espero que gostem tanto dessa iniciativa quanto eu!"&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=bPmA17M209k:WLckxDr899M:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=bPmA17M209k:WLckxDr899M:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=bPmA17M209k:WLckxDr899M:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=bPmA17M209k:WLckxDr899M:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/bPmA17M209k" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 01 May 2012 21:59:17 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/05/makeove/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Quem se beneficia dos juros mais baixos?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Sr_egmKEeLE/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5IRXZ8DDxYpd1TvppONaxGjbQ8g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5IRXZ8DDxYpd1TvppONaxGjbQ8g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5IRXZ8DDxYpd1TvppONaxGjbQ8g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5IRXZ8DDxYpd1TvppONaxGjbQ8g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É… o governo tanto insistiu que os juros começaram a cair na economia brasileira. No início, a insistência era velada, com críticas veiculadas na imprensa tanto à taxa Selic, fixada pelo Banco Central e que determina os juros pagos pelo governo para captar recursos e financiar suas atividades, quanto aos altos juros cobrados pelos bancos. Com clara influência sobre as decisões do Banco Central, o governo federal conseguiu que os juros caíssem para 9% ao ano; e, mais recentemente, fez com que os bancos públicos (Caixa Econômica e Banco do Brasil) diminuíssem os juros também para os clientes do setor bancário. Isso significa que as taxas de juros cobradas em empréstimos, financiamentos (inclusive o imobiliário, como sinalizou a Caixa Econômica recentemente), no cheque especial e em outros produtos bancários. Mas o que isso significa para você? Significa coisas diferentes, se você é um devedor ou um investidor!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao reduzir juros, o governo quer beneficiar o devedor! Para que ele… deva mais!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A queda nos juros tem um destinatário direto: quem deve. E não, o governo não quer que os devedores tomem juízo. Quer que eles se endividem ainda mais. E, diminuindo os juros, é possível dever mais pagando exatamente a mesma prestação que se pagava antes. Para entender esse raciocínio, pense na situação de alguém que pegou R$ 10.000 emprestados a juros de 3% ao mês, pelo prazo de 35 meses, e irá pagar parcelas fixas. Nessa situação, o valor de cada parcela é de R$ 465,39. Se os juros caírem para 2% ao mês, a parcela cai para R$ 400,02 (ou 14% a menos); e, se os juros caírem para 1% ao mês, a prestação já despenca para R$ 340,04, ou quase 27% a menos do que a prestação original.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso significa mais ainda: como o devedor podia gastar os R$ 465,39 de parcela para pegar emprestado R$ 10.000 com juros de 3% ao mês, com os juros menores ele poderia pegar mais dinheiro emprestado. A juros de 2% ao mês, ele pode pegar emprestado R$ 11.634,11 (ou 11,63% a mais do que o montante original de R$ 10.000,00), e a juros de 1% ao mês, já poderia pegar emprestado R$ 13.686,46 com a mesma prestação, ou 36,86% a mais do que o valor original do empréstimo. Juros mais baixos significam que o devedor pode consumir mais pagando exatamente o mesmo valor que pagaria.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No exemplo, discutíamos a situação de alguém que pegasse emprestado um valor relativamente baixo. Mas digamos que o devedor quisesse comprar um carro e pudesse pagar uma prestação de aproximadamente R$ 2.000,00 em 5 anos. A juros de 3% ao mês, ele poderia comprar um carro de R$  55.500,00 pagando uma prestação de R$ 2.005,38; e a juros de 2%, poderia comprar o mesmo carro por uma prestação de R$ 1.596,62 (bem mais baixo, não?), ou um carro melhor, de R$ 70.000,00, por uma prestação de R$ 2.013,76. Ou então, se os juros caíssem a 1% ao ano, já poderia comprar um carro de R$ 90.000,00 pagando a mesma prestação. Ou seja, só porque os juros caíram de 3% para 1%, o consumidor poderia comprar um carro quase duas vezes mais caro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E… é exatamente nisso que o governo federal está pensando. A determinação de que os juros caiam só tem um destino: estimular o devedor a dever mais. Pra quê? Porque mais gente comprando significa que a economia vai girar mais. As empresas vão vender mais e as pessoas vão comprar mais, e o PIB vai ser artificialmente inflado por mais um ano. Isso vai acontecer até que os juros estejam num patamar mais civilizado, quando o governo não terá mais essa ferramente (baixar os juros) a sua disposição. Ao invés de diminuir tributos e estimular as empresas a produzir bens mais baratos, o governo deu o estímulo na outra ponta - a consumidora. O que gera ainda outro efeito para o governo: com mais vendas, ele também vai arrecadar mais. Essa reportagem mostra isso muito bem:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;http://www.youtube.com/watch?v=wBlnXttZA2s&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você já deve ter percebido que sou contra essa situação. Ao invés de estimular as pessoas a economizar e a investir, o governo quer que elas (e ele próprio) gastem mais. Ao invés de estimular a produção mediante o incentivo fiscal, o incentivo mediante a redução de juros. Pode "dar certo" por um tempo, mas não acho que seja lá muito sustentável.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veja bem: eu não estou dizendo que sou desfavorável à redução de juros. É uma medida importante, e já havia passado da hora disso acontecer. Mas ela, por si só, pode levar a vários problemas; aliás, boa parte da crise que aconteceu nos Estados Unidos se deveu a uma política de juros extremamente reduzidos, que inflacionou o preço de muitos bens. Por aqui, a redução de juros no financiamento imobiliário provavelmente dará maior fôlego à expansão no preço dos imóveis, inflando ainda mais a bolha imobiliária que nos assola.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E o investidor? Que rebole para ter uma rentabilidade maior, num cenário de juros mais baixos!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas existe uma outra ponta. A do sujeito que se desdobra para fazer sobrar economias suficientes para que possa ter uma aposentadoria decente. A de quem busca investir para garantir o que ninguém mais pode garantir, senão ele mesmo, que luta contra o sistema público oficial, que só é capaz de prover o suficiente para uma aposentadoria mediana. Esse sujeito normalmente é retratado como vilão: é o sanguinário que quer viver de juros extorsivos pagos pelos outros. É chamado de rentista, de sanguessuga. Mas não; é só alguém que jogava com as regras do jogo - e, como elas mudaram, é preciso se adaptar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Não é possível mais contar apenas com os juros da renda fixa. Com a queda dos juros, a renda produzida por eles minguará cada vez mais, em praticamente qualquer modalidade - CDB, DI, tesouro direto serão o que são em outros países - simples reserva de valor, com parca garantia contra a inflação, e não fonte de renda. Como já apontei em outras oportunidades, esse investidor vai ter que se virar para aprender como funcionam outras fontes de renda passiva - ações, fundos de investimento imobiliário, debêntures, LCI e LCA deverão fazer parte de seu vocabulário.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É possível que, num cenário de juros mais baixos, quem investiu em ações tenha algum alento, apesar da queda dos últimos dias. Com a queda dos juros, muitos investidores de renda fixa deverão comprar ações para continuar com alguma expectativa de rentabilidade. Com isso, o preço das ações deve subir um pouco. Mas essa realidade deve gerar outro efeito deletério: a redução do dividend yield das principais empresas pagadoras de dividendos. Com o aumento do preço, a proporção entre os dividendos pagos e a cotação das ações deve se reduzir um pouco, para níveis compatíveis com a renda fixa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim… o momento é de turbulência para as formigas que pensam no futuro. Para quem pensa no presente, a farra das cigarras deve continuar por algum tempo. Mas em algum momento, como na fábula, as formigas terão seu momento de glória.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/tesouro-direto-rende-mais-que-a-bolsa-na-decada/"&gt;Tesouro Direto rende mais que a bolsa na década (10.4)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/selic-alternativas-tesouro-direto/"&gt;Com a Selic caindo, quais são as alternativas para quem investe no tesouro direto? (9.7)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/receber-dividendos-ou-juros-da-renda-fixa/"&gt;Receber dividendos ou juros da renda fixa? (9.3)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/11/quem-quer-ser-um-milionario/"&gt;Quem quer ser um milionário? (9.2)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/09/asset-allocation-como-ele-pode-tornar-seus-investimentos-mais-eficientes/"&gt;Asset allocation: estratégia para tornar seus investimentos mais eficientes (8.5)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/06/o-poder-dos-juros-compostos-nos-investimentos/"&gt;O poder dos juros compostos nos investimentos (8.4)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/09/a-importancia-da-diversificacao/"&gt;A importância da diversificação (8.3)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/as-regras-do-jogo-protegem-quem-investe-em-bolsa/"&gt;As regras do jogo protegem quem investe em bolsa? (8.1)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Sr_egmKEeLE:Cch76LDLHSw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Sr_egmKEeLE:Cch76LDLHSw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Sr_egmKEeLE:Cch76LDLHSw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Sr_egmKEeLE:Cch76LDLHSw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Sr_egmKEeLE" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:25:37 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/quem-se-beneficia-dos-juros-mais-baixos/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Livro "Como investir dinheiro" + Promoção</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/np4aShb7P4U/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rAd0b_uMORYxRe9mH3guSVrCakk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rAd0b_uMORYxRe9mH3guSVrCakk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rAd0b_uMORYxRe9mH3guSVrCakk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rAd0b_uMORYxRe9mH3guSVrCakk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Essa semana, foi lançada a 3ª edição da obra "Como investir dinheiro", de Rafael Seabra, do excelente blog &lt;a href="www.queroficarrico.com.br"&gt;Quero ficar rico&lt;/a&gt;. A obra é excelente leitura para quem está dando os primeiros passos na formação de sua carteira de investimentos, e é leitura extremamente recomendada para quem não sabe por onde começar e quer ter uma ideia geral do mundo dos investimentos financeiros, mas tem interesse em aprender. A obra é recomendada por grandes nomes do mundo das finanças pessoais, como Gustavo Cerbasi, Conrado Navarro e André Massaro.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;O conteúdo do livro "Como investir dinheiro"&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Dividida em quatro capítulos, a leitura é simples e direta, sem rodeios ou termos complicados. A obra é para quem não está acostumado com os jargões do mercado e quer começar a se familiarizar com os assuntos - o que não quer dizer que leitores mais experientes não tenham a aprender.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já na introdução o livro mostra a que veio: ao invés de simplesmente apresentar o conteúdo do livro, como normalmente se faz, Rafael Seabra já passa a apresentar ao leitor os princípios de educação financeira, passando por todo o bê-a-bá que qualquer pessoa interessada em acumular patrimônio (e quem não está?) deveria saber. Seabra ensina desde a elaboração do orçamento, passando pelos princípios do controle de dívidas e pela importância de entender os efeitos danosos da inflação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No segundo capítulo, a obra é dedicada a explicar os princípios da renda fixa. O autor explica como funcionam o tesouro direto, as letras de crédito imobiliário, o CDB, debêntures, fundos de investimento imobiliário e os certificados de crédito imobiliário, ensinando como se aproveitar das características de cada modalidade de investimento para alcançar os objetivos financeiros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O terceiro capítulo é dedicado ao investimento em ações. A aparente simplicidade da obra é um ledo engano, já que a obra aborda estratégias que nunca são abordadas nos livros mais elementares, como o aluguel de ações e o investimento em ETFs, além de privilegiar o investimento com base em aportes regulares - a mesma estratégia que recomendo aqui no blog.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No útlimo capítulo, a conclusão, a obra também não se limita a meramente retomar os principais argumentos do livro, mas traz novos conceitos que reforçam o conteúdo anteriormente discutido. Se você não sabe onde começar a investir, ou quer uma obra de referência para consultar sempre que tiver uma dúvida, não deixe de ler a obra "Como investir dinheiro".&lt;/p&gt;

Não se deixe enganar pelo fato de o livro estar sendo vendido como eBook. O livro - assim como o já indicado &lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;Alocação de Ativos&lt;/a&gt; - é digno de estar presente nas prateleiras das melhores livrarias, ao lado dos outros grandes autores do meio. Eu mesmo, que estou há algum tempo escrevendo um manual de investimento em ações, optarei por esse formato. É mais barato, ecologicamente mais viável, mais lucrativo para o autor e melhor para os leitores, que podem ter acesso gratuito às atualizações do material - algo que não ocorre com o livro físico, em que o leitor é obrigado a adquirir uma nova versão sempre que esta for lançada, caso deseje ter acesso ao último texto.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Quais as novidades da 3ª edição de "Como investir dinheiro"?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ao adquirir o livro, você terá alguns bônus - inclusive mais três excelentes livros em formato eletrônico - os eBooks "Liberdade Financeira", "Livre-se das Tarifas Bancárias" e "Coaching Financeiro" (escrito por Seiiti Arata, é novidade exclusiva dessa terceira edição). Além disso, há duas planilhas bônus: a primeira, desenvolvida por Gustavo Cerbasi, permite o desenvolvimento do orçamento familiar; e a segundo é uma planilha de simulação de projeções financeiras, importantíssima para quem gosta de projetar o quanto precisa investir para alcançar seus objetivos financeiros.&lt;/p&gt;

A nova edição foi revisada e ampliada, passando de 137 para 171 páginas. As novidades se devem a uma reformulação nas seções destinadas ao investimento em títulos públicos, fonte de muitas dúvidas entre os investidores. Ao adquirir o livro "Como investir Dinheiro", o comprador receberá &lt;strong&gt;10 arquivos&lt;/strong&gt;: 4 eBooks (sendo dois arquivos para cada - PDF e EPUB) e 2 planilhas financeiras.
&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969);"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F%20"&gt;Clique aqui para saber mais sobre a obra e adquiri-la!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;Promoção: compre o e-book e concorra a vários livros!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Aproveitando o lançamento da 3ª edição do e-book, aproveito para lançar mais uma promoção para nossos leitores. Se os leitores do blog adquirirem o e-book "Como investir dinheiro", concorrerão ainda ao sorteio de vários livros interessantes para a sua educação financeira, proporcionalmente ao número de livros vendidos até o dia 5 de maio, à meia-noite.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1. De 1 a 10 livros: os leitores que comprarem os livros concorrerão ao livro  "&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5072519&amp;amp;sid=87361199614212493099572711" target="_blank"&gt;Investimentos inteligentes&lt;/a&gt;", de Gustavo Cerbasi.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2. De 11 a 20 livros: os leitores concorrerão a um livro do item (1) e ao livro "&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=15009726&amp;amp;sid=87361199614212493099572711" target="_blank"&gt;Warren Buffett e a análise de balanços&lt;/a&gt;", de Mary Buffett e David Clark.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;3. De 21 a 30 livros: os leitores concorrerão aos dois livros e à obra "&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22635224&amp;amp;sid=87361199614212493099572711" target="_blank"&gt;Investidores conservadores dormem tranquilos&lt;/a&gt;", de Phillip Fisher.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;4. A partir de 30 livros, a cada dez e-book vendidos, os leitores concorrerão a mais um livro dentre os enumerados, seguindo a sequência. Por exemplo, se forem vendidos 35 livros, os leitores concorrerão aos três livros, e a mais uma cópia do "Investimentos inteligentes".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ou seja, quanto mais e-books vendidos, mais obras serão sorteadas!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS: Se você comprou o livro anteriormente, não se preocupe! Já está participando do concurso!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=np4aShb7P4U:_rEJ-7W6kIk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=np4aShb7P4U:_rEJ-7W6kIk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=np4aShb7P4U:_rEJ-7W6kIk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=np4aShb7P4U:_rEJ-7W6kIk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/np4aShb7P4U" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Wed, 25 Apr 2012 08:41:18 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Análise da Vale</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/nNNgDi3XpkQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn0tBF129EFUJvfDfqskzt879Mo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn0tBF129EFUJvfDfqskzt879Mo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn0tBF129EFUJvfDfqskzt879Mo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn0tBF129EFUJvfDfqskzt879Mo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos leitores têm pedido, há algum tempo, uma análise da Vale (VALE3/VALE5) a partir do modo como costumo avaliar as ações que compõem minha carteira. Pois bem: resolvi atender aos pedidos e fazer minha análise. Eu nem achava que valia à pena, já que o histórico da empresa é por demais conhecido e os atuais patamares de preço indicam que ela está bastante barata. Mas, fazendo as contas, eu mesmo me surpreendi com o quão baratas estão as ações da empresa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Vale apresentou crescimento fantástico nos últimos anos… mas o que importa são os próximos. O que esperar da companhia?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O que vou mostrar aqui é de conhecimento público e notório. A Vale cresceu, e muito, nos últimos anos. Se você não estava em Marte e chegou ao Brasil apenas hoje, já sabe disso. Mas você sabe o quanto a Vale cresceu nos últimos anos? Vamos lá:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- O lucro por ação da empresa cresceu, entre 2004 e 2011, 485,40%, com uma média de crescimento anual de 24,72%. Quando consideramos a média dos últimos 5 anos, ela cai para 13,58% - algo fantástico se consideramos que nesse período houve a crise de 2008/2009 e começamos a enfrentar, em 2011, a crise da dívida soberana na Europa. E mesmo assim, pegando os últimos 3 anos (de 2009 a 2011), a empresa consegue apresentar uma média de 54,52% ao ano (viciada porque o primeiro ano do período foi o pior da empresa na sequência). Em 2008, o lucro por ação (LPA) da empresa estava em R$ 3,97 e recuou, por conta da crise, em 2009, para R$ 1,91. Mas 2010 já mostrou uma incrível recuperação, para R$ 5,60, que foi mantida em 2011, com um LPA de R$ 7,05. Um desempenho assombroso, como se pode ver nos gráficos abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/LPA1.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19958" title="LPA1" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/LPA1.jpg" alt="Vale" width="685" height="277" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/LPAxRL2.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19959" title="LPAxRL2" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/LPAxRL2.jpg" alt="" width="335" height="276" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro fator que esses gráficos mostram é que a receita líquida de vendas da Vale está crescendo a um ritmo superior do que o seu lucro por ação, nos últimos anos (na média geral, o lucro por ação cresceu a uma taxa superior). Isso pode ser interpretado de duas maneiras: por um lado, pode significar que a empresa é um pouco ineficiente na conversão de sua receita líquida em lucro líquido efetivo; e por outro, pode indicar um fator positivo para o acionista: que o crescimento do lucro é sustentável. Existem empresas que conseguem aumentar seu lucro fantasticamente sem aumentar tanto assim a sua receita líquida. Como? Melhorando a sua eficiência interna, com a redução de custos. Mas se essa também é uma maneira inteligente de ver os lucros crescerem, ela tem suas limitações; afinal, é impossível melhorar infinitamente a sua eficiência. Em algum momento, a empresa deverá ter que aumentar a sua receita de vendas para ver seu lucro melhorando.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas, veja bem: eu não estou dizendo que a Vale é ineficiente. Mostrei apenas que, salvo no ano de 2009, quando houve crise no mundo inteiro e forte redução na demanda pelos produtos da empresa, em todos os outros anos da série analisada houve forte crescimento da receita e dos lucros. A eficiência da empresa pode ser observada em suas margens de lucro:&lt;/p&gt;

&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/margem3.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19960" title="margem3" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/margem3.jpg" alt="" width="324" height="281" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Como você pode observar, as margens de lucro da companhia, mesmo com as crises dos últimos anos, melhorou substancialmente. Em 2004, a margem bruta da empresa estava em 48,73%; ou seja, de toda a receita líquida que entrava, quase metade era convertida em lucro bruto. Em 2011, a margem bruta subiu para 60,76%. E a margem líquida acompanhou esse movimento, tendo subido de 23,45% para 36,64%. Ou seja, 36,64% do dinheiro que entra na empresa é convertido em lucro líquido, já descontadas todas as despesas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Outro fator que ilustra a eficiência da Vale é a evolução do seu índice de liquidez geral, que mede a capacidade de a empresa honrar seus compromissos. O ideal é que uma empresa consiga ter liquidez igual ou superior a 1,00 e a Vale conseguiu subir de um índice de 1,72 para 2,88.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/liq-4.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19961" title="liq 4" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/liq-4.jpg" alt="" width="328" height="269" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com isso, a empresa consegue acesso mais fácil ao financiamento de suas atividades, a juros menores, pois representa menor risco para as instituições financeiras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro fator que ilustra o forte crescimento da Vale é a evolução de seu valor patrimonial por ação, que saltou de R$ 3,39 para R$ 26,74 entre 2004 e 2011 - um aumento total de 689% em 8 anos, ou 29,47% ao ano. Em apenas um único ano não houve elevação desse indicador, 2009. Em todos os outros anos, crescimento. Um forte crescimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/vpa5.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19962" title="vpa5" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/vpa5.jpg" alt="" width="339" height="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Talvez o único fator que destoe um pouco seja a evolução do Retorno sobre o Patrimônio (ROE - Return On Equity), que caiu de 43,42% em 2005 para 26,36% em 2011. Não acredito que seja um problema, contudo, já que a empresa tem feito grandes investimentos nos últimos anos - o que, evidentemente, corrói um pouco a rentabilidade sobre o patrimônio. Afinal, o patrimônio que aumenta ainda demora um pouco para se tornar lucrativo. Por outro lado, mesmo os 26,36% de ROE já são espetaculares por si sós. Significa que, a cada ano, a empresa gera um lucro de 26,36% sobre o valor de seu patrimônio total. É como se todas as máquinas, computadores, escavadeiras e fábricas da empresa gerassem de lucro 26,36% sobre o que elas valem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/roe6.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19963" title="roe6" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/roe6.jpg" alt="" width="325" height="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim, outro fator a ser salientado é o ritmo do crescimento dos dividendos da empresa. Sempre que possível, a empresa tem aumentado o valor pago em dividendos a seus acionistas - o que, no longo prazo, é um dos grandes motivos que alguém deve ter para investir em ações. De 2005 a 2011, a empresa aumentou o valor dos dividendos pagos anualmente em 329%, com média anual de 20% no período. Em 2005, pagou R$ 0,67 por ação e em 2011, R$ 2,88. O &lt;em&gt;dividend yield&lt;/em&gt; médio da empresa no período foi de 3,34%. No último ano, foi de 7,75% (ou seja, só em dividendos as ações da Vale já pagaram em 2011 aproximadamente o que alguém receberia investindo na poupança). Veja o histórico de crescimento dos dividendos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/div-7.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19964" title="div 7" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/div-7.jpg" alt="" width="320" height="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, 2011 foi um ano fantástico para quem investiu na Vale pensando nos dividendos...&lt;/p&gt;

Por todos esses dados, acredito que as próximas décadas serão boas para a companhia, se ela mantiver a sua administração. O principal fator de risco é o preço das commodities, que cresceu muito nos últimos anos. Mas, como a empresa não pode controlar isso, podemos esperar momentos de instabilidade cíclica - típica do setor -, mas que devem ser superados com a manutenção da boa administração.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;E o preço da Vale? Está atraente?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O que mais me surpreendeu nessa análise da Vale foi a análise do preço das ações. Que elas estão relativamente baratas pelo histórico apresentado, não há dúvidas: o índice preço por lucro (P/L) está em 5,95 - ou seja, você pode comprar ações de uma empresa cujo lucro cresceu 24,72% ao ano nos últimos 8 anos por menos que seis vezes o lucro anual.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fazendo minhas análises, cheguei às seguintes conclusões:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/result.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19965" title="result" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/result.jpg" alt="" width="505" height="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que esses cálculos querem dizer? Primeiro, vamos ver os cálculos em verde. Na primeira tabela, eu considerei o valor esperado de cada ação da empresa, caso seus lucros continuem a crescer, nos próximos 10 anos, a 15% ao ano. Essa é uma aposta arrojada e arriscada, reconheço, mas esse é apenas um experimento de pensamento. Considerei no cálculo, também, a taxa Selic como fator de decomposição dos lucros de dez anos adiante para cá. Se a empresa conseguir que seus lucros cresçam a 24% ao ano, em 2022 o lucro por ação estará em R$ 32,79 - o que, utilizando a Selic como fator de regressão para os preços atuais, significaria um LPA atual de R$ 12,77 por ação (atualmente, está em R$ 7,05). Como o P/L médio da empresa é de 10,14, o valor intrínseco da ação é de R$ 129,42 (produto da multiplicação de R$ 12,77 x 10,14). Como as ações estão valendo R$ 41,93 no dia em que escrevo, isso significa uma margem de segurança de 67,60%. Mas sejamos mais conservadores: ao invés de crescer 15% ao ano, a Vale vai crescer apenas 10% ao ano. Essa é a conta refletida na segunda tabela verde. Mesmo assim, a margem de segurança é enorme: 47,17% e um preço justo de R$ 79,37.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na média, a margem de segurança estaria em 57,39%. É como levar uma nota de R$ 1,00 por R$ 0,43.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas essa é a minha metodologia de fazer esses cálculos. Mas, como não quero que você acredite em mim, resolvi utilizar a famosa equação de Graham, levando em consideração a taxa Selic de 9,00%. Fazendo as contas, cheguei aos seguintes dados: com um crescimento no LPA de 15% ao ano, o valor intrínseco das ações da Vale estariam em R$ 132,66. A 10%, em 98,20. Ou seja, minhas contas, apesar de parecerem arrojadas à primeira vista, foram &lt;strong&gt;ainda mais conservadoras &lt;/strong&gt;do que as de Benjamin Graham, reconhecidamente conservador. E mesmo assim, chegamos a uma margem de segurança de 62,85%. Ou seja, por esses cálculos as ações da Vale estão &lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;MUITO &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;baratas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um fator que muitos investidores não se dão conta é a importância do valor patrimonial por ação para a sua análise do valor intrínseco da ação. Pegue o caso da Vale: as ações preferenciais (VALE5) estão cotadas em torno de R$ 41,00. O valor patrimonial de suas ações, contudo, é de R$ 26,74. Ou seja, você paga R$ 41,00 para levar para casa &lt;strong&gt;todo &lt;/strong&gt;o patrimônio da empresa por R$ 26,74, sem contar os lucros futuros. Mas, como a empresa lucra, você ainda leva pra casa o patrimônio mais o lucro dela. No ano passado, seu lucro foi de R$ 7,05 por ação. Ou seja, pagando R$ 41,00, você leva R$ 26,74 (o valor patrimonial por ação) mais R$ 7,05 (o lucro por ação), num total de R$ 33,79. E ainda leva todos os lucros futuros da empresa; se ela continuar apenas a repetir o lucro por ação nos próximos 3 anos, você já terá levado para casa mais do que o valor pago por ela hoje. Que negócio!!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Obviamente, as incertezas sobre o futuro da Vale são crescentes. Há a recente interferência do governo no controle da companhia e as incertezas sobre o crescimento da China e a respeito da existência de uma bolha no setor de commodities. Mas acho que, independentemente disso, os preços atuais da Vale parecem injustificados. Vejamos as cenas dos próximos capítulos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;* Como parte da política de transparência que adoto no blog, informo que &lt;strong&gt;esta não é recomendação de compra ou de venda das ações&lt;/strong&gt;, que não sou analista de mercado e que detenho ações VALE5 em minha carteira de investimentos.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/analise-da-petrobras/"&gt;Análise da Petrobras (10.5)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/todo-mundo-tem-que-investir-em-petrobras-e-vale/"&gt;Todo mundo tem que investir em Petrobras e Vale? (10.2)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/souza-cruz/"&gt;Análise da Souza Cruz (10.2)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/cielo/"&gt;Análise da Cielo (10.1)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/analise-da-companhia-siderurgica-nacional/"&gt;Análise da Companhia Siderúrgica Nacional (9.9)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/porque-vale-a-pena-investir-em-acoes-em-periodos-de-baixa/"&gt;Porque vale a pena investir em ações em períodos de baixa (9.7)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/analise-da-ambev/"&gt;Análise da Ambev (9.5)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/analise-da-eletropaulo/"&gt;Análise da Eletropaulo (9.3)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/conheca-benjamin-graham-o-professor-de-buffett/"&gt;Conheça Benjamin Graham, o professor de Buffett (9.1)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=nNNgDi3XpkQ:kD1N8bxf-xk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=nNNgDi3XpkQ:kD1N8bxf-xk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=nNNgDi3XpkQ:kD1N8bxf-xk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=nNNgDi3XpkQ:kD1N8bxf-xk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/nNNgDi3XpkQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 10:08:18 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Debate sobre a bolha imobiliária</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/vS0gOjsu7Fw/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fdlr99yvmlFRxcbslu6Akw8HOWs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fdlr99yvmlFRxcbslu6Akw8HOWs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fdlr99yvmlFRxcbslu6Akw8HOWs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fdlr99yvmlFRxcbslu6Akw8HOWs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A suspeita de que há uma bolha imobiliária brasileira definitivamente está na pauta da mídia. A Folha de São Paulo publicou recentemente dois artigos, de William Eid Júnior e Claudio Bernardes a respeito do tema. Cada um defendeu uma posição sobre a questão, e Daniel Lima, do site &lt;a href="http://www.capitalsocial.com.br/base.asp?id=2013&amp;amp;secao=Economia" target="_blank"&gt;Capital Social&lt;/a&gt;, estruturou um debate a partir dos textos. Vale a pena conferir!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

-
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Olha a bolha imobiliária aí gente! Quem acredita nessa advertência?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em quem o leitor botaria fichas sobre a possibilidade de o Brasil estar vivendo uma bolha imobiliária? Faça a escolha: de um lado William Eid Júnior, doutor em administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor titular de finanças. Do outro, Claudio Bernardes, engenheiro civil, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e reitor da Universidade Secovi. Vamos ao debate?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos sim, mas antecipo posicionamento: estou com o professor da FGV e não abro. Aliás, William Eid Júnior é um dos raros representantes da sociedade que tem coragem de enfrentar as manipulações de mercadores imobiliários que só enxergam os próprios bolsos. Os argumentos que esgrime são cortantes, enquanto o adversário desse debate traveste-se de garoto-propaganda. Aliás, esse é o padrão dos empreendedores imobiliários incrustados em organizações de classe que enxergam apenas o próprio umbigo.&lt;/p&gt;

&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Segundo Claudio Bernardes, a bolha imobiliária não existe&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Veja o que diz Claudio Bernardes, do setor imobiliário:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Não existe bolha imobiliária no Brasil. As condições estruturais do mercado imobiliário brasileiro são muito diferentes daquelas que existiam nos Estados Unidos quando eclodiu a crise de 2007. Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado. É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado. A altíssima alavancagem, tendo como base os papéis emitidos com esse lastro irreal, fez com que o sistema desmoronasse. O que veio depois todos sabemos bem: a economia mundial sofreu um duro golpe. Recentemente, estivemos com representantes de importantes grupos financeiros dos EUA. Eles nos revelaram detalhes dessa desastrosa situação. Os financiamentos para compra, correspondentes a 100% do preço total dos imóveis, eram refinanciados em 100% -- às vezes mais. Uma operação de altíssimo risco, que não é praticada no Brasil. Aqui o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação. Isso foi possível graça ao novo marco regulatório, que deu garantias a compradores, a produtores e a financiadores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora, o contraponto com William Eid Júnior:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Há algum tempo vemos uma discussão intensa sobre a existência de uma bolha imobiliária no Brasil, em particular em São Paulo. A maioria das pessoas acha que ela não existe. E é fácil entender. Jornais, revistas e televisão, quando vão falar sobre um tema qualquer, recorrem aos chamados especialistas. Se falam de ações, procuram um corretor de valores. Se falam de imóveis, procuram um incorporador ou corretor. O problema é que esses especialistas não são isentos. Eles constituem o lado vendedor do processo, e não podem analisar os fatos de forma neutra. Um amigo jornalista diz que adoraria colocar nas reportagens: João da Silva, comprado, diz que a bolsa vai subir. Já Antonio das Neves, vendido, diz que vai cair. Mas não é isso que vemos nas reportagens, então todo cuidado é pouco. O presente autor é apenas professor e não negocia com imóveis. Isso posto, vamos pensar no que causa uma bolha imobiliária. Ela acontece por excesso de demanda – isto é, muita gente querendo comprar imóveis. Mas só o aumento do número de compradores não deve configurar uma bolha. Se há aumento compatível de renda ou de população, então essa demanda a mais é justificável e espera-se uma elevação permanente dos preços. Será que é isso que acontece hoje em São Paulo? A população da cidade nos últimos dez anos aumentou pouco mais de 10% (aliás, houve um decréscimo de 2010 para 2011). A renda per capita nacional de 2005 a 2011 aumentou 20%. Nesse período, o custo da construção civil, pelo INCC, subiu 35%. Ou seja, olhando os principais dados, não há o que justifique um grande aumento no preço dos imóveis. Mas eles aumentaram muito. O Índice FipeZap, criado em 2008, mostra que de lá até hoje o preço dos imóveis em São Paulo aumentou incríveis 132%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De volta o representante do setor imobiliário, Claudio Bernardes:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A sociedade, cuja demanda estava represada, “foi às compras”. Buscou realizar o sonho da casa própria, viabilizado por essas condições elementares. O mercado, então, empenhou-se em suprir essa procura, uma vez que sua função primordial no cenário econômico-social consiste em equilibrar a oferta e a demanda. A produção foi retomada, impactando o crescimento do País e a geração de empregos em escala. Agentes financeiros que antes não tinham o financiamento habitacional como parte estratégica de seu negócio passaram a disputar mutuários. Mas nada disso implicou em relaxamento das exigências para concessão de empréstimos. Aliás, unidades 100% financiadas ainda hoje são casos raros. Em média, os financiamentos concedidos correspondem a 60% do valor do imóvel. O cuidado na concessão do crédito, que pode até ser exagerado, acarreta burocracia tremenda. Houve melhoras. O número de documentos exigidos do comprador, do vendedor e do imóvel caiu de 52 para 14, mas continua elevado, e é grande a demora em se obter toda essa papelada, principalmente porque falta integração entre os órgãos públicos expedidores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De novo, volta à cena o professor William Eid Júnior, da FGV:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao lado do aumento do preço dos imóveis, o descompasso com os aluguéis é um indicador muito claro de bolhas imobiliárias. Um investidor espera um aluguel mensal de algo em torno de 0,6% ou de 0,7% do valor do imóvel. Um apartamento de R$ 1 milhão deve ter um aluguel em torno de R$ 6 mil ou R$ 7 mil, senão é melhor investirem em outra coisa. O Índice FipeZap indica que de 2008 até agora os aluguéis subiram 70,5%. Isto é, os preços dos imóveis subiram 90% a mais que os aluguéis. Qual foi a causa do aumento de preços? Aumento do crédito disponível. O crédito imobiliário em 2011 foi 500% maior que o de 2005%. Isso é durável? Não. Não é possível imaginar uma expansão contínua do crédito. Além de ser uma condição utópica, ela tem impactos sobre a política monetária e, sobretudo, sobre a inflação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora, a tréplica de Claudio Bernardes:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os cartórios ainda não estão totalmente informatizados – ao contrário dos bancos, que investiram com força na tecnologia. Esse criterioso processo nos autoriza a afirmar que, no Brasil, temos “superprime”. Além disso, não temos a cultura do refinanciamento de hipotecas. O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida. Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda dos preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia. Há bolha imobiliária. Definitivamente, não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A tréplica de William Eid Júnior:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O problema é que, com a informação enviesada fornecida por vendedores, as pessoas passam a acreditar que desta vez será diferente e que os preços continuarão subindo. Mas é preciso pensar: os preços podem continuar subindo se a renda que os sustentam não sobe na mesma proporção? Podemos ter preços de imóveis superiores aos de países desenvolvidos com renda muitas vezes maior? A resposta é sempre não. Nem os custos de produção dos imóveis justificam esses aumentos. É preciso fugir da unanimidade que, como dizia Nelson Rodrigues, é sempre burra. Bolhas surgem porque as pessoas acreditam que dessa vez os preços estão descolados dos seus fundamentos. Isso só acontece momentaneamente. Um último ponto: é provável que a queda de preços seja suave, até porque, ao contrário de outras bolhas imobiliárias, (Japão, Dubai, Irlanda, Inglaterra e EUA), não há um gatilho a ser disparado, como uma crise bancária, que faça a bolha estourar. O pior negócio a ser feito é comprar imóveis neste momento de preços elevadíssimos. Pense nisso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A raiz do debate&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O leitor provavelmente quer saber alguns detalhes sobre esse confronto. Afinal, onde William e Claudio se enfrentaram? Como CapitalSocial conseguiu transpor integralmente suas declarações? Apenas intercalei os dois artigos que eles publicaram na edição do último sábado da Folha de S. Paulo, à página 3, no espaço editorial “Tendências/Debates”. Reproduzir o material é uma maneira de contribuir para o enraizamento de informações importantes sobre o mercado imobiliário.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se há dúvidas quanto à bolha imobiliária quando se trata de Brasil ou se há sinalização clara de que em São Paulo já há indícios de complicações, aqui na Província do Grande ABC não existe quem coloque em dúvida o processo. A cobra já começou a fumar: os preços de imóveis começam a desabar na prática dos negócios e já, já, o presidente da Associação dos Construtores, Milton Bigucci, deverá aparecer em cena para mais uma comédia pastelão, anunciando maravilhas sobre o setor. É assim que funcionam as relações entre a mídia e os operadores do mercado imobiliário -- como bem acentuou o especialista que carrega a marca da FGV.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Observador atento do site da Associação dos Construtores, notei no final da tarde de ontem, segunda-feira, que os dois textos publicados na Folha de S.Paulo não foram transplantados àquelas páginas digitais. É provável que se houver postagem, seja apenas as do artigo triunfalista do presidente do Secovi-SP, entidade à qual a Acigabc de Milton Bigucci está atrelada. O site da Associação dos Construtores é a versão digital do comportamento institucional de Milton Bigucci, ou seja, conteúdos que coloquem contrapontos à euforia planejadamente mercantista não têm vez.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/12/licoes-da-bolha-imobiliaria-espanhola-para-o-brasil/"&gt;Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil (16.1)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/bolha-imobiliaria-ricardo-amorim/"&gt;Economista Ricardo Amorim não acredita em bolha imobiliária no Brasil (15.4)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/tem-ou-nao-tem/"&gt;Tem ou não tem? Bolha imobiliária (15.7)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vS0gOjsu7Fw:7bejbSbXn30:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vS0gOjsu7Fw:7bejbSbXn30:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=vS0gOjsu7Fw:7bejbSbXn30:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vS0gOjsu7Fw:7bejbSbXn30:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/vS0gOjsu7Fw" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 19 Apr 2012 09:15:43 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Aposentadoria: você tem que se preocupar com ela o mais rápido possível</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/adjXa6NpEZY/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zrDfIGMKhLybW0Ql9upTNO9D_ZE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zrDfIGMKhLybW0Ql9upTNO9D_ZE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zrDfIGMKhLybW0Ql9upTNO9D_ZE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zrDfIGMKhLybW0Ql9upTNO9D_ZE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;A maioria das pessoas não se preocupa muito com a &lt;a title="Aposentadoria: como planejar sua renda vitalícia?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/aposentadoria-como-planejar-sua-renda-vitalcia/" target="_blank"&gt;aposentadoria&lt;/a&gt;. Mas esse é um erro. A economia brasileira está mudando, os juros estão caindo, e o governo vem, aos poucos, mudando as regras da aposentadoria. E você deveria se preocupar.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Aposentadoria: a responsabilidade é sua!&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A atual geração é uma das primeiras a viver uma situação curiosa: a de ter que depender exclusivamente de si mesmo para viver bem na velhice. As gerações anteriores vinham de famílias maiores e, por essa razão, os idosos podiam contar em grande medida com o apoio dos filhos ou dos parentes. Essa realidade, contudo, está mudando drasticamente, uma vez que o número de filhos por casal diminuiu muito nas últimas décadas, situação que torna difícil contar com os filhos para ter uma velhice minimamente digna.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, essa realidade afeta a aposentadoria dos brasileiros porque, com um menor número de crianças por família, há um número menor de pessoas que irá sustentar a sua aposentadoria no futuro. Isso ocorre em razão das características de nosso sistema previdenciário: quem sustenta as aposentadorias dos atuais aposentados é quem está trabalhando, e não as contribuições previdenciárias daqueles que já se aposentaram. O dinheiro recolhido por eles quando trabalhavam já foi gasto há muito tempo, quando eles ainda estavam trabalhando.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse sistema funciona enquanto há mais jovens do que aposentados. Como a composição etária brasileira está se modificando, passando para uma população composta por mais adultos e idosos, o sistema passa a se tornar cada vez mais insustentável. Por isso, o governo tem cada vez mais mudado as regras do jogo: há alguns anos introduziu o fator previdenciário, instituiu a contribuição previdenciária dos servidores inativos (que, na prática, significa que os servidores públicos aposentados custeiam parte de sua aposentadoria quando já estão aposentados), aumentou a idade de aposentadoria e, agora, está implementando o fundo de previdência complementar do servidor público, buscando uma maior igualdade entre os proventos de aposentadoria do sistema de previdência dos servidores e o dos demais trabalhadores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/possvel-se-aposentar-aos/"&gt;&lt;strong&gt;Você está gostando do texto? Não deixe de ler também: "É possível se aposentar aos 40?"&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tudo isso indica que o horizonte é complicado para quem pretende se aposentar nas próximas décadas. Eis algumas situações para as quais você deve estar preparado:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;i. Não tenha dúvidas: a idade mínima de aposentadoria será maior do que hoje;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;ii. O tempo mínimo de contribuição será maior do que hoje;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;iii. Provavelmente, o valor da aposentadoria será menor, em termos reais, do que hoje;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;iv. É possível que o valor da contribuição previdenciária aumente, com alíquotas mais elevadas do que as de hoje.&lt;/p&gt;

Por isso tudo, nem pense em não se preocupar com sua aposentadoria. Se você não quiser depender da bondade de terceiros ou viver em um asilo degradante, deve começar a economizar e a investir &lt;strong&gt;HOJE &lt;/strong&gt;com o objetivo explícito de complementar sua renda no futuro. Mesmo que você seja servidor público, provavelmente as regras do jogo irão mudar.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;O cenário fica pior: a aposentadoria deve ser garantida com base em investimentos de rentabilidade menor à dos últimos anos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Você achou ruim o cenário descrito? Pois então, prepare-se: o cenário é ainda pior. Com a queda dos juros, a estabilização da economia e a maior confiança dos investidores externos, os investimentos em renda fixa ou em ativos considerados mais "seguros" dificilmente trarão rentabilidade próxima à das últimas décadas. No início dos anos 2000, investimentos em renda fixa chegaram a render mais de 20% ao ano. Mesmo hoje, os juros pagos por esses investimentos são considerados altos para o padrão mundial. Dificilmente conseguiremos manter esse patamar de juros nas próximas décadas - a não ser, evidentemente, que o cenário de estabilidade se deteriore drasticamente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso significa que é preciso começar a economizar e a investir com o objetivo de gerar uma renda razoável para a aposentadoria o mais rápido possível. Com juros menores, é preciso contar com um horizonte de tempo maior para que o efeito dos juros compostos se torne significativo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, isso significa que é necessário investir em ativos mais arriscados. É preciso &lt;a title="Debêntures: a renda fixa das empresas" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/debentures/" target="_blank"&gt;aprender o que são debêntures&lt;/a&gt;, letras de crédito imobiliário, e também é importante começar a investir em ações. Esses investimentos provavelmente trarão maior rentabilidade, no longo prazo, do que o investimento em títulos do tesouro nacional.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, é preciso ter educação financeira. Sem ela, a aposentadoria não será nada mais do que um sonho distante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/de-quanto-voce-precisa-para-se-aposentar/"&gt;De quanto você precisa para a sua aposentadoria? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/possvel-se-aposentar-aos/"&gt;É possível se aposentar aos 40? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/aposentadoria-como-planejar-sua-renda-vitalcia/"&gt;Aposentadoria: como planejar sua renda vitalícia? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/onde-investir-milhao-aposentadoria/"&gt;Dúvidas do leitor: onde investir R$ 1 milhão para a aposentadoria? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/e-possivel-ficar-milionario-investindo-r-10000-por-mes/"&gt;É possível ficar milionário investindo R$ 100,00 por mês? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/e-possivel-viver-de-dividendos/"&gt;É possível viver de dividendos? 
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=adjXa6NpEZY:_aDGuuoaBBE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=adjXa6NpEZY:_aDGuuoaBBE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=adjXa6NpEZY:_aDGuuoaBBE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=adjXa6NpEZY:_aDGuuoaBBE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/adjXa6NpEZY" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Wed, 18 Apr 2012 09:00:24 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/aposentadoria-voce-tem-que-se-preocupar-com-ela-o-mais-rapido-possivel/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Usando a educação financeira no seu condomínio</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/n1X53s1CzyM/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_qm0qbfR7N3nj_RFeb40FiUvS-4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_qm0qbfR7N3nj_RFeb40FiUvS-4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_qm0qbfR7N3nj_RFeb40FiUvS-4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_qm0qbfR7N3nj_RFeb40FiUvS-4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa semana, passei por uma experiência interessante que me mostrou como os princípios da educação financeira podem ajudar a resolver problemas em praticamente qualquer aspecto da vida de uma pessoa. Até nos lugares mais improváveis, como em uma reunião de condomínio. Gosto de participar dessas reuniões por uma simples razão: nelas, é possível discutir o destino do imóvel no qual moro. Sem discutir essas questões, provavelmente o imóvel se degradará e a qualidade de vida de todos diminuirá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;É necessário planejamento financeiro para realizar os objetivos de um condomínio&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa semana, na reunião de condomínio, discutíamos a necessidade de realizar várias reformas no prédio de apartamentos. Telhas quebradas, infiltrações, problemas na rede elétrica, nos elevadores e na fachada de um prédio que, perto dos seus quarenta anos, já precisa de maiores cuidados. Mas tudo isso demanda custos e, muitas vezes, os condôminos não estão preparados para discuti-los. Uma parte dos condôminos, assim como o síndico, sugeria a implementação de uma taxa extraordinária apenas para consertar as telhas e que, depois, fossem discutidas, sucessivamente, outras taxas para cada um dos outros problemas. O síndico elaboraria os orçamentos de cada reforma, o discutiria em outras reuniões de condomínio e seria estabelecido o planejamento para a obra.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse sistema poderia funcionar? Com toda certeza! Mas muito provavelmente fracassaria. Por quê? Porque dificilmente seria possível reunir, a cada três ou quatro meses, todos os condôminos (ou boa parte deles) para discutir os problemas das áreas comuns do prédio. Na primeira reunião, muitos estariam interessados, mas nas reuniões seguintes possivelmente o número de presentes diminuiria bastante. Isso também acontece em casa: se alguém vive em um apartamento cheio de problemas e decide economizar para resolver o primeiro problema, e depois que o resolve decide passar para o segundo, possivelmente não terá força de vontade e disciplina para resolver todas as questões. Resolverá o primeiro, talvez o segundo, e depois vai se acostumar com a situação e parar de se preocupar com o assunto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como proceder, então?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estabeleça um padrão de economia duradouro, um "fundo de reserva" que será utilizado para resolver os problemas. Foi esse o teor de minha proposta, aprovada com unanimidade. A ideia é simples: ao invés de economizar para resolver problema por problema, o ideal é estabelecer uma taxa permanente, voltada para a construção de um fundo de reforma. Com isso, o condomínio passa a ter recursos, no longo prazo, para administrar o patrimônio comum e para se planejar para todas as reformas. Aprovamos uma taxa extra de prazo indefinido, que possibilitará, nos próximos anos, resolver todos os problemas do condomínio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra vantagem dessa abordagem diz respeito ao efeito dos&lt;a title="O poder dos juros compostos nos investimentos" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/06/o-poder-dos-juros-compostos-nos-investimentos/" target="_blank"&gt; juros compostos&lt;/a&gt;. Em um primeiro momento, o dinheiro decorrente da taxa extraordinária será utilizado para resolver os problemas mais urgentes, que afetam mais imediatamente a segurança e o bem-estar dos moradores. Passada essa fase, será iniciado um processo de acumulação com o objetivo de fazer uma despesa maior, relativa à reforma da fachada que, segundo orçamento prévio pesquisado pelo síndico, custaria um valor próximo a R$ 2 milhões. Sem que se coletasse uma taxa extra voltada para o longo prazo, possivelmente o valor da taxa extra teria que ser excessivamente elevado para que, no futuro, se fizesse a reforma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para ilustrar esse ponto, imagine a situação de um condomínio composto por 50 unidades que necessite fazer, em dez anos, uma reforma de sua fachada que custe R$ 2.000.000,00. Se os condôminos decidirem poupar, por dez anos, o dinheiro, a conta a ser paga mensalmente é muito menor do que se decidirem poupar apenas nos últimos 4 ou 5 anos. Nesses cálculos, foi considerado que a aplicação financeira do dinheiro acumulado renderia 8% ao ano. Vejamos a diferença das situações:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="taxa.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/taxa.png" alt="Taxa" width="566" height="242" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, um condomínio que tenha por hábito economizar visando o longo prazo exige muito menos dos seus condôminos. Para economizar a quantia de R$ 2 milhões, um condomínio que tenha divisado com antecedência que no futuro precisaria incorrer em gastos pesados, poderia ter acumulado os R$ 2.000.000 para a reforma dali a 12 anos cobrando de cada condômino apenas R$ 200,00 por mês. A quantia faz falta pra muita gente, mas é MUITO menor do que a quantia exigida no caso em que a reforma fosse planejada "em cima da hora". Por exemplo, se o condomínio descobrisse que precisaria fazer a reforma em quatro anos (por exigência da segurança pública, por exemplo), teria apenas 4 anos para acumular os dois milhões de reais. Como o prazo é muito menor, a taxa extra precisa ter um valor muito superior - no caso, de R$ 800,00 por mês durante quatro anos. Se os R$ 200,00 já pesavam no bolso de cada condômino, imagine o quanto não pesariam R$ 800,00 por mês!!&lt;/p&gt;



&lt;p&gt;Além disso, a economia para o longo prazo teria uma grande vantagem para os condôminos: eles contribuiriam menos para alcançar os R$ 2 milhões do que quem decidisse economizar por menos tempo. Isso ocorre porque, quem decidiu economizar por mais tempo acaba ganhando mais com os juros compostos! Esse efeito pode ser percebido na tabela abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="juros.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/juros.png" alt="Juros" width="562" height="233" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nessa tabela, estão sendo computados os valores efetivamente pagos pelos condôminos. Com a contribuição de R$ 200,00 por 12 anos, o total de condôminos teria pago R$ 1.545.600 em taxas extras. Mas teriam acumulado R$ 2.277.255,18. Ou seja, o efeito dos juros corresponderia a R$ 731.655,18, ou &lt;strong&gt;32%&lt;/strong&gt; do total acumulado. O esforço financeiro dos condôminos, então, é bem menor porque eles economizaram por mais tempo e receberam juros compostos por mais tempo. Já o condomínio que não se planejou e decidiu cobrar uma taxa extra altíssima, de R$ 800,00 por mês, precisaria de um esforço financeiro muito maior dos condôminos, que ganhariam apenas R$ 242.933,76 em juros; o restante do dinheiro necessário para a reforma precisaria vir do bolso de cada um.&lt;/p&gt;

É importante considerar que esses cálculos desconsideraram a inflação. Obviamente, uma reforma de R$ 2.000.000 hoje será bem mais cara no futuro. Mas, de resto, a conta é a mesma… basta que o valor da taxa extra seja reajustado pela inflação a cada ano.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Uma ideia ambiciosa… um condomínio que não precisasse cobrar taxa ordinária dos moradores é possível?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Esses cálculos permitem lançar uma ideia ambiciosa: a de vislumbrar um condomínio que não necessite cobrar sequer a taxa ordinária dos moradores. Isso é possível, mas os moradores precisariam estar dispostos a um esforço no presente para economizar mais, e formar um "fundo de previdência do condomínio". Nesse fundo, seriam lançados valores, todo mês, voltados para custear, no futuro, a própria taxa condominial ordinária. Façamos mais algumas contas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Digamos que um condomínio com 50 unidades tenha uma despesa mensal de R$ 30.000,00. Como são 50 unidades, cada apartamento tem atrelado a si um custo de R$ 600,00. Mas digamos que os moradores aceitem o desafio de contribuir um pouco mais para que, no futuro, não precisem contribuir com &lt;strong&gt;nada&lt;/strong&gt;. Ao invés de pagar uma taxa condominial de R$ 600,00, eles decidem pagar uma taxa voltada para esse fundo de R$ 300,00. De quanto tempo o condomínio precisaria para gerar a receita necessária para se custear sozinho? Considerando um rendimento real (descontada a inflação) de 4% ao ano, esse condomínio precisaria de aproximadamente 30 anos para levar a cabo essa tarefa. Veja os cálculos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="calculo.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/calculo.png" alt="calculo" width="221" height="460" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pois é… em 30 anos, o condomínio teria uma renda mensal capaz de custeá-lo sozinho. Como já considerei uma rentabilidade anual de 4% ao ano, já levo em consideração os efeitos da inflação na conta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um sonho utópico? Talvez, principalmente considerando que o condomínio ainda precisaria de taxas extras para suas reformas, o que talvez tornasse o custo total inviável. No nosso exemplo, seria uma taxa ordinária de R$ 600,00, e duas taxas extras (de R$ 200,00 e de R$ 300,00), totalizando um custo total de R$ 1.100,00, bem salgado para a maioria das pessoas. Mas acho que é possível fazer isso aos poucos, viabilizando a construção de um futuro financeiramente mais sustentável para os condôminos. Afinal, cuidar do patrimônio comum é uma maneira de cuidar do seu próprio patrimônio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/08/a-importancia-da-educacao-financeira/"&gt;A importância da educação financeira (12.6)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/11/a-mesada-como-instrumento-de-educacao-financeira/"&gt;A mesada como instrumento de educação financeira (11.2)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/independencia-financeira-voce-sabe-o-que-e/"&gt;Independência financeira… você sabe o que é? (7.7)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/11/investir-para-a-educacao-dos-filhos/"&gt;Investir para a educação dos filhos (7.7)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/e-se-o-comprador-do-ap-de-r-milho-economizasse-o-valor-do-aluguel/"&gt;E se o comprador do apê de R$ 1.5 milhão economizasse o valor do aluguel? (5.7)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=n1X53s1CzyM:P7_S1cCZy8g:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=n1X53s1CzyM:P7_S1cCZy8g:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=n1X53s1CzyM:P7_S1cCZy8g:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=n1X53s1CzyM:P7_S1cCZy8g:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/n1X53s1CzyM" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 16 Apr 2012 09:28:16 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/usando-a-educacao-financeira-no-seu-condominio/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Buy and Hold e o uso de stop: faz sentido?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/CGtO3C8sB_g/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jctwQe4WoiF9z5V1uosmBMjxwhg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jctwQe4WoiF9z5V1uosmBMjxwhg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jctwQe4WoiF9z5V1uosmBMjxwhg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jctwQe4WoiF9z5V1uosmBMjxwhg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Escrevo sobre esse assunto porque tem sido objeto de muitas dúvidas dos leitores: usar stop faz sentido em uma estratégia Buy and Hold? Esse poderia ser o artigo mais curto já escrito nesse blog: N-Ã-O. Mas, por saber que nossos leitores gostam de saber o porquê das coisas, tentarei explicar a razão dessa resposta.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Entendendo o uso do &lt;em&gt;stop&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em primeiro lugar, é importante saber o que é o chamado "stop". Trata-se de uma ferramenta à disposição do especulador que serve para protegê-lo contra a volatilidade. Como funciona? Simples: é uma mera ordem de venda de suas ações quando elas alcancarem um determinado preço, a fim de assegurar um lucro pré-determinado ou evitar prejuízos excessivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por exemplo: alguém compra ações da Petrobras por R$ 20,00 e acredita que vendê-las por R$ 22,00 seria uma operação satisfatória (10% de lucro). Para tentar garantir esse lucro na operação, o especulador desde o momento da compra já pode lançar uma ordem de venda, em determinado período de tempo, pelo preço de R$ 22,00. Assim, se o preço alcançar o patamar estipulado, sua ordem será executada e o lucro será embolsado. Como o objetivo do especulador foi o de garantir um lucro determinado, diz-se que esse é o chamado &lt;em&gt;stop gain. &lt;/em&gt;Ou seja, você "para" o lucro, fechando sua posição em determinado patamar e evitando um lucro maior. Muitos usam essa ferramenta para evitar o risco da ganância: muitos especuladores, ao verem suas ações se apreciarem, passam a acreditar que podem "ficar mais um pouquinho" com as ações para vendê-las por um preço ainda maior - o que na maioria das vezes não acontece. Para evitar isso, o especulador já determina de antemão que, uma vez alcançado o preço determinado, suas ações serão vendidas e o lucro será assegurado.&lt;/p&gt;

Existe também o &lt;em&gt;stop loss&lt;/em&gt;, que serve para evitar que seja realizado um prejuízo maior do que um determinado patamar, suportável pelo especulador. Voltando ao exemplo anterior. Imagine que o especulador tenha comprado as ações da Petrobras por R$ 20,00 e só tem estômago para suportar uma queda de 10% no preço da ação. Assim, ele pode programar uma ordem de venda de suas ações por R$ 18,00 em um determinado prazo, de sorte que, se as ações tiverem uma queda brusca, essa será sua maior perda.
&lt;br /&gt;Ele poderia, ainda, estipular uma ordem &lt;em&gt;stop loss &lt;/em&gt;e outra &lt;em&gt;stop gain&lt;/em&gt;. Uma vez que o preço alcançasse um dos dois patamares, a sua ação seria vendida, com o lucro ou prejuízo pré-estipulados. Nessa situação, o investidor determina antecipadamente o risco de sua operação: ou ele ganhará 10% ou perderá 10% no caso do exemplo.
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="font-size: 1.5em;"&gt;Stop é ferramenta para estratégia de curto prazo!&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Mas perceba: &lt;em&gt;stop &lt;/em&gt;é ferramenta para estratégias de curto prazo. Eu falei, nos parágrafos anteriores, em &lt;em&gt;especuladores&lt;/em&gt;, e não &lt;em&gt;investidores &lt;/em&gt;(&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/analise-fundamentalista-tecnica/"&gt;tracei a distinção nesse artigo&lt;/a&gt;). Especuladores buscam ganhos de curto prazo, em questão de semanas ou, no máximo, alguns poucos meses. Em alguns casos, a operação dura pouquíssimos dias. Investidores, por sua vez, procuram construir patrimônio no longo prazo. Especuladores buscam identificar e seguir tendências enquanto elas permanecerem. Investidores, muitas vezes, seguem investindo nas empresas que consideram boas mesmo quando a tendência não é favorável.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ter essa distinção em mente é importante para compreender a utilidade dos &lt;em&gt;stops&lt;/em&gt;. Eles são uma ferramenta para especuladores - que concebem a volatilidade como um risco e, portanto, precisam se proteger contra ela. Realmente, se você quer realizar operações de curto prazo, o uso de &lt;em&gt;stops &lt;/em&gt;é importante; digamos que você estipule que o lucro ideal em determinada operação é de 15%; por que você ficaria com as ações em sua carteira se o lucro obtido já ultrapassou esse patamar? Não seria mais racional vendê-la logo? Por outro lado, digamos que você, a partir da análise técnica, vislumbre que uma queda de 20% levaria a uma reversão de tendência na ação. Por que você permaneceria com ela em sua carteira, se sua análise indica que, no curto prazo, só há tendência de quedas ainda maiores?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Investidores de longo prazo adotam uma posição um pouco diferente com relação a essa questão. Para eles, o &lt;em&gt;stop gain&lt;/em&gt; é apenas um limitador dos lucros. Eles só servem para que se corte o potencial de lucro de suas ações, sem trazer qualquer proteção adicional. Isso ocorre porque &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/"&gt;esses investidores não enxergam a volatilidade como um risco&lt;/a&gt; por si só. O risco é comprar ações sem respeitar a análise de sua margem de segurança. Se o preço está dentro de sua margem de segurança estipulada, não faz sentido vender o ativo, por mais que seus preços tenha subido bastante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por outro lado, se o preço das ações cai sem que tenha havido mudança nos fundamentos da empresa, o investidor de longo prazo passa a ter motivos para &lt;em&gt;comprar mais ações&lt;/em&gt;, e não para vendê-las! Afinal, isso significa que aumentou a margem de segurança das ações daquela empresa, e esta é a medida de risco do investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por essas razões, o &lt;em&gt;stop&lt;/em&gt; é uma ferramenta que não faz sentido para quem usa a estratégia Buy and Hold. O &lt;em&gt;stop loss&lt;/em&gt; faz com que se venda a ação por um preço abaixo do seu valor intrínseco (o que não faz o menor sentido) e o &lt;em&gt;stop gain &lt;/em&gt;leva o investidor a limitar o seu lucro - o que também não faz o menor sentido para ele. Só faz sentido usar o &lt;em&gt;stop gain &lt;/em&gt;quando o &lt;em&gt;holder &lt;/em&gt;vê a ação se aproximar bastante do seu valor intrínseco e acha que não terá ganhos adicionais se o preço subir acima de determinado patamar. Mas talvez, nesse caso, talvez seja ideal vender logo as ações e buscar empresas que tenham margem de segurança ainda maior e ofereçam maior possibilidade de ganho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/explicando-a-estrategia-buy-and-hold/"&gt;Explicando a estratégia Buy and Hold &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/defendendo-o-buy-hold/"&gt;Defendendo o Buy and Hold &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/09/buy-and-hold-opcoes/"&gt;Buy and Hold e lançamento coberto de opções &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/06/o-que-a-estrategia-buy-and-hold-nao-e/"&gt;O que a estratégia Buy and Hold NÃO É&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=CGtO3C8sB_g:XE3dC2TYi1o:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=CGtO3C8sB_g:XE3dC2TYi1o:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=CGtO3C8sB_g:XE3dC2TYi1o:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=CGtO3C8sB_g:XE3dC2TYi1o:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/CGtO3C8sB_g" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 12 Apr 2012 09:07:18 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/buy-and-hold-stop/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>A importância de conseguir uma renda extra </title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/4ZG4DinTAkQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/l1DbTylPaoWQFOBkQJuPGuG0Yaw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/l1DbTylPaoWQFOBkQJuPGuG0Yaw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/l1DbTylPaoWQFOBkQJuPGuG0Yaw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/l1DbTylPaoWQFOBkQJuPGuG0Yaw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/lancamento-do-livro-alocacao-de-ativos/"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Muitas vezes, acreditamos que é impossível economizar e investir para conseguir realizar nossos sonhos. Afinal, as despesas do dia-a-dia são tão elevadas que consomem praticamente todo o salário, que acaba antes do mês se encerrar. Com disciplina, até é possível poupar um pouco, mas muitas vezes simplesmente o montante acumulado não é suficiente para garantir a construção de um patrimônio suficiente para a realização dos objetivos propostos. Muitas pessoas acabam desistindo de economizar e investir quando se deparam com essa situação: afinal, por mais que se esforcem, o patrimônio acumulado é tão pequeno que desistir parece a saída mais "racional"; muitos pensam que é melhor aproveitar o dia de hoje do que tentar investir montantes tão insignificantes. Para esses casos, uma das poucas alternativas viáveis é tentar conseguir uma renda extra.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Consiga uma renda extra com algo que você goste de fazer&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Mas… como conseguir algo que gere uma renda extra capaz de acelerar o processo de construção do patrimônio? Acredito que o principal passo é o de tentar gerar dinheiro com uma atividade de que você goste. Afinal, essa atividade será, muito provavelmente, exercida nos seus momentos de lazer. Então, nada melhor do que fazer algo que traga prazer. Afinal, como diz o blogueiro "Pobretão de vida ruim", o trabalho nosso de cada dia muitas vezes já é muito ruim para continuarmos a fazer algo de que não gostamos também nos parcos momentos que temos para nós mesmos e para a família.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/lancamento-do-livro-alocacao-de-ativos/"&gt;Você quer aprender a investir, mas tem medo dos riscos? Então não deixe de ler o e-book "Alocação de Ativos", onde aprenderá a investir em vários tipos de ativos com mais segurança!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Exemplo? Se você gosta de escrever, por que não começa a escrever um blog? Não é fácil tirar dinheiro dessa atividade, mas é sempre possível conseguir uma renda extra mínima, que já ajuda a aumentar os aportes para investimentos. Tenha em mente que esse não é um processo fácil. "O pequeno investidor", somente se tornou relativamente lucrativo há uns dois meses, e o objetivo dele não é esse. Os custos aumentaram tanto com o número de leitores que grande parte da renda que entra com as propagandas é gasta com a manutenção do servidor. Mas é sempre possível ter mais sucesso do que eu, e bons sites como o Escola Dinheiro ensinam como tirar o melhor do seu blog. Outra alternativa que eu uso para economizar um pouquinho mais é a de lecionar. Eu adoro  ensinar (esse é um dos motivos pelos quais tenho esse blog), e também dou minhas aulinhas, o que acaba gerando uma renda extra que tem sua importância em meus objetivos financeiros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Note que tenho duas atividades das quais tiro algum lucro fazendo algo de que gosto. Obviamente, existem vários outros exemplos. Se você gosta de cozinhar, por que não dedica um pouco do seu tempo no fim de semana preparando doces para vender no trabalho? Se você gosta de artesanato, por que não fazer algumas peças para revender no mercado local? Se você gosta de dançar (e sabe bem como fazê-lo), por que não dá aulas de dança? Se você acha que tem tino comercial, por que não procura se informar sobre produtos de &lt;em&gt;marketing &lt;/em&gt;de rede, uma alternativa sugerida por &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/pai+rico+pai+pobre&amp;amp;%20Franq=286121"&gt;Robert Kiyosaki, o autor de Pai Rico, Pai Pobre&lt;/a&gt;. Essas atividades também podem ser utilizadas para desenvolver habilidades que são importantes, inclusive, para serem utilizadas no seu local de trabalho.
&lt;br /&gt;Observe que várias dessas atividades não são individualistas, e poderiam permitir compartilhar de maneira proveitosa e produtiva o seu tempo com sua família. Na verdade, delas podem sair várias lições para seus filhos, que poderiam aprender como lidar com a responsabilidade de trabalhar para si mesmos ou  como usar o tempo livre de maneira mais produtiva.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;&lt;span style="font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;A renda extra deve ser investida&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;O dinheiro obtido com a atividade paralela desenvolvida para auferir uma renda extra deve ter sempre por objetivo a acumulação patrimonial. Às vezes, ao ver que o "novo negócio" está dando certo, muitas pessoas tendem a se empolgar e a querer agregar a renda extra ao orçamento doméstico, criando novas despesas. Para elas, "dinheiro na mão é vendaval". Penso de modo diverso: dinheiro na mão é oportunidade. É liberdade. É um passo a mais na direção da independência financeira. Portanto, esse dinheiro deve ser utilizado unicamente para esse fim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você deve viver com o dinheiro obtido com sua atividade principal. Na verdade, deve viver com &lt;strong&gt;menos&lt;/strong&gt; do que a renda obtida com a atividade principal, &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/o-homem-mais-rico-da-babilnia/"&gt;poupando ao menos 10% do que recebe mensalmente&lt;/a&gt; para construir um futuro financeiro melhor. Se você já consegue fazer isso, canalizar os novos recursos oriundos do rendimento extraordinário obtido com a atividade secundária se torna fácil. Mas é preciso disciplina e perseverança para não sucumbir às tentações de gastos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E você, já desenvolve alguma atividade paralela a seu emprego para gerar uma renda extra? Conte-nos sua experiência!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/08/a-importancia-da-educacao-financeira/"&gt;A importância da educação financeira&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/planejamento-para-adquirir-um-bem/"&gt;A importância do planejamento para adquirir um bem&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/11/importncia-da-diversificao-atravs-da-alocao-de-ativos/"&gt;A importância da diversificação através da Alocação de Ativos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/fugindo-do-imposto-de-renda-na-negociacao-de-acoes/"&gt;Fugindo do Imposto de Renda na negociação de ações&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/receber-dividendos-ou-juros-da-renda-fixa/"&gt;Receber dividendos ou juros da renda fixa?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/aposentadoria-como-planejar-sua-renda-vitalcia/"&gt;Aposentadoria: como planejar sua renda vitalícia?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/onde-conseguir-informacoes-para-investir-em-acoes/"&gt;Onde conseguir informações para investir em ações?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4ZG4DinTAkQ:rwwAzvg4NNo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4ZG4DinTAkQ:rwwAzvg4NNo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=4ZG4DinTAkQ:rwwAzvg4NNo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4ZG4DinTAkQ:rwwAzvg4NNo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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            <pubDate>Mon, 09 Apr 2012 23:03:55 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/a-importancia-de-conseguir-uma-renda-extra/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Análise da Ambev</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/VBSCEPv-iW0/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tIeuXRm82Te7YjeCgiy69rQA6FE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tIeuXRm82Te7YjeCgiy69rQA6FE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tIeuXRm82Te7YjeCgiy69rQA6FE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tIeuXRm82Te7YjeCgiy69rQA6FE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/lancamento-do-livro-alocacao-de-ativos/"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;!-- google_ad_section_start --&gt;Há quase dois anos, fiz minha primeira análise da Ambev. Naquela oportunidade, mostrei como o histórico da empresa permitia vislumbrar um bom futuro para seus acionistas. Não acho que fui otimista demais: de julho de 2010 (quando escrevi aquela análise) até hoje, as ações preferenciais da companhia (AMBV4) apresentaram uma expressiva alta de mais de 120%, em torno de 50% ao ano. Mas… será que os expressivos ganhos podem se manter?&lt;!-- google_ad_section_end --&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Revisitando a análise da Ambev efetuada em 2010&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em 2010, efetuei uma análise da Ambev considerando os oito anos anteriores. Naquela oportunidade, salientei os seguintes dados: taxa de crescimento do lucro por ação de 294% no período total, ou 21% ao ano; margem de lucro bruta de 65%; ROE médio de 20%. Números fantásticos… mas como a empresa se comportou de lá pra cá?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De 2004 a 2011, a taxa de crescimento do lucro por ação, que já era fantástica, aumentou ainda mais. Era de 294% em 2010, e passou para incríveis 643,93%. É interessante mostrar esse número porque eu lembro bem que, já naquela época, muitos analistas de mercado indicavam que a empresa não tinha muito para onde se expandir. Era comum ver notícias falando sobre o estrangulamento do mercado da Ambev e como as suas concorrentes apresentavam um desafio espetacular.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Claro, tudo isso pode acontecer… mas até agora ninguém chegou nem perto disso. A empresa se tornou ainda melhor do que já era. Em 2010, a média de crescimento do lucro por ação da empresa nos oito anos anteriores era de 21%; em 2012, a média subiu para 28,51%. Mas essa média tem diminuído; a média dos 5 últimos anos já cai para 25%, e a dos últimos 3 anos, para 13,02%. No último ano, o lucro por ação subiu um pouco mais do que a média do último triênio, para 14,28%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em 2010, o retrato era outro: os dois anos anteriores foram de crescimento espetacular, o que enviesou a curva. Esse movimento pode ser visto no gráfico a seguir:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Ambev.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Ambev.png" alt="Ambev" width="328" height="264" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, de 2008 a 2010 a Ambev apresentou um crescimento espetacular. Embora no conjunto dos 5 anos anteriores a taxa de crescimento tenha sido modesta, de 2008 a 2010 a empresa "apenas" manteve o ritmo de crescimento. O que já é fantástico: um crescimento da ordem de 13 a 15% ao ano no lucro por ação mostra uma boa consistência e capacidade de crescimento. Mas, além disso, a empresa tem mostrado consistência no crescimento de sua receita líquida de vendas:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="receita.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/receita.png" alt="receita" width="355" height="221" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O crescimento da receita líquida de vendas é um indicador importante, porque mostra que a empresa tem mantido um crescimento quase linear em sua receita. Esse é um dado importante, pois mostra como a Ambev tem um mercado que não é cíclico - mesmo no ano de 2008, sua receita cresceu em linha com os anos anteriores. Mas você já deve ter percebido uma coisa: o crescimento do lucro por ação da Ambev apresentou uma discrepância em relação ao crescimento da receita líquido da empresa. Como pode o lucro crescer mais que a receita?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse fator pode ser explicado por um elemento: a Ambev aumentou muito sua eficiência, como pode ser observado em sua margem de lucro:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-Tela-2012-03-31-às-01.46.131.png"&gt;&lt;img class="aligncenter size-medium wp-image-19807" title="Captura de Tela 2012-03-31 às 01.46.13" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-Tela-2012-03-31-às-01.46.131-300x81.png" alt="" width="300" height="81" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Como você pode observar no gráfico, a margem líquida - calculada a partir da relação entre o lucro líquido (o lucro que sobra depois de abatidas todas as despesas) e a receita líquida de vendas - aumentou bastante nos últimos anos, alcançando patamar superior a 30%. O que isso significa? Que a empresa tem conseguido lidar bem com suas despesas, aumentando sua eficiência e gerando maior valor ao acionista.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa impressão é confirmada na leitura de trecho do relatório do ano de 2011, divulgada no site da Ambev:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;“No geral, após dois anos de forte crescimento de volume, em 2011 alcançamos um crescimento de dois dígitos de EBITDA apesar  de uma indústria mais fraca.  &lt;strong&gt;Também obtivemos uma significativa expansão de margem devido à implementação com sucesso de nossa estratégia de preços combinada com uma melhor gestão de custos em nossas operações,  resultando em crescimento  abaixo da inflação no CPV  por hectolitro  e  no SG&amp;amp;A. &lt;/strong&gt;Continuamos investindo em nossas marcas e em inovações, alcançando nosso recorde histórico de participação de mercadona operação de Refrigenanc do Brasil, uma mudança de patamar no premium internacional com o crescimento de 215% de Stella Artois e com o lançamento de Budweiser em agosto de 2011, eoutro recorde histórico nos indicadores de preferência por nossas principais marcas de cerveja no Brasil”, diz João Castro Neves, diretor geral da Ambev.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Ou seja, os custos da empresa com a produção e com gastos gerais, administrativos e de vendas cresceram menos do que a inflação, o que é algo louvável. Isso significa que cada R$ 1,00 vendido pela empresa hoje produz mais lucro do que em 2010 - o que explica o fenomenal aumento na taxa de crescimento do lucro por ação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso tudo levou a outro efeito: o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) da empresa aumentou ainda mais. Em 2010, eu já salientava que o ROE da empresa, na casa dos 20%, era excepcional; mas a Ambev conseguiu melhorar ainda mais, superando os 30%. Em 2011, seu ROE estava em 33,74%. Entre 2004 e 2011, a média foi de 19,38%. Mas o histórico da empresa é impressionante: a cada ano, seu ROE é melhor do que o ano anterior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-Tela-2012-03-31-às-01.52.06.png"&gt;&lt;img class="aligncenter size-medium wp-image-19808" title="Captura de Tela 2012-03-31 às 01.52.06" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-Tela-2012-03-31-às-01.52.06-300x240.png" alt="" width="300" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O patrimônio líquido da empresa também tem aumentado constantemente, embora a taxas relativamente baixas (média de 5% entre 2004 e 2011), mesmo com uma "derrapada" entre 2005 e 2009. De qualquer modo, é digno de nota que a empresa tem conseguido melhorar sua rentabilidade mesmo com seu patrimônio crescendo a ritmo bem inferior:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-Tela-2012-03-31-às-01.56.57.png"&gt;&lt;img class="aligncenter size-medium wp-image-19810" title="Captura de Tela 2012-03-31 às 01.56.57" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-Tela-2012-03-31-às-01.56.57-300x267.png" alt="" width="300" height="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

De resto, a dívida da empresa é muitíssimo bem equacionada: o índice de liquidez corrente - que mede a capacidade de honrar as dívidas de curto prazo - é 1,02, acima de 1 (o ideal), e o índice de liquidez geral é ainda melhor, 2,25.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;E o preço? A Ambev está muito cara?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Essa é a maior preocupação de quem investe na empresa. Com as recentes altas, o P/L das ações preferenciais da Ambev chegou a 27, o que precifica um crescimento bastante alto. Projetando alguns cenários, cheguei às seguintes conclusões:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(i) a taxa inicial da rentabilidade da empresa é muito baixa - apenas 3,55%. Isso ocorre porque o P/L está muito alto. Ou seja, o risco assumido depende inerentemente do crescimento da empresa: um baixo crescimento pode levar quem comprar as ações aos preços atuais a ter prejuízo. Mas que taxa de crescimento seria necessária para ter lucro na compra das ações da empresa?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(ii) Projetei dois cenários. No primeiro, mais conservador, a Ambev conseguiria manter um crescimento orgânico de 10% ao ano. Acho uma expectativa conservadora, já que ela tem conseguido manter um reajuste acima da inflação no preço de seus produtos, e tem mostrado uma boa política de contenção de gastos. Se isso ocorrer, o lucro por ação da empresa em 2022 chegaria a R$ 7,91. Mantido o &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;médio dos últimos 8 anos, de 3,29% ao ano, e o P/L médio de 20,59, seria possível esperar uma rentabilidade total de 17,52% ao ano (com dividendos), ou  402,61% em dez anos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No segundo cenário, baseado no crescimento do lucro em 15% ao ano, e mantidas as demais premissas, seria possível esperar uma rentabilidade total de 695%, ou 23,04% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(iii) Para o cálculo do preço justo, utilizei a &lt;a title="Como calcular o preço justo de uma ação?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/preco-justo/" target="_blank"&gt;equação de Graham&lt;/a&gt; estimando as diversas hipóteses. A uma taxa de crescimento do lucro por ação de 10% ao ano, o preço justo atual seria de R$ 78,99; e a uma taxa de crescimento do lucro por ação de 15% ao ano, o preço justo já saltaria para R$ 106,70. A margem de segurança extraída a partir de uma média das duas situações seria de 14,08% - inferior à média que considero mais segura, de 25%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;* Ressalto que essa análise não significa recomendação de compra ou venda do ativo. Não sou analista certificado e essa análise deve ser lida com toda a cautela… é apenas uma experiência de pensamento compartilhada com os leitores. Como parte de minha política de transparência, informo que detenho ações da Ambev (AMBV4).
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/VBSCEPv-iW0" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 03 Apr 2012 18:03:57 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Rentabilidade da carteira - março de 2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Q-Xm7S9swRw/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VESURQufNC5YkN3EwaW9rkvDLrw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VESURQufNC5YkN3EwaW9rkvDLrw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VESURQufNC5YkN3EwaW9rkvDLrw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VESURQufNC5YkN3EwaW9rkvDLrw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2386361-comentario+semanal+com+quatro+quedas+ibovespa+fecha+minima+mes"&gt;O índice da Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o mês em queda de 1,98%&lt;/a&gt;, com as preocupações em torno das dívidas soberanas dos países europeus e com a diminuição do ritmo de crescimento da economia chinesa. No ano, o índice acumula uma importante alta de 13,60%, graças aos expressivos resultados de janeiro e fevereiro. Mais um mês encerrado, mais um mês em que a carteira de investimentos bateu o iBovespa. Com uma novidade: ultrapassamos a rentabilidade do Ibovespa no ano com a carteira de ações. Vejamos como foi o mês para a carteira.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/lancamento-do-livro-alocacao-de-ativos/"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;O mês de março: defensividade da carteira tem se mostrado eficiente&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A minha carteira de ações tem uma característica: salvo uma ou outra ação, a grande maioria delas vem de setores bem defensivos, como o de energia elétrica e o bancário. São setores extremamente regulados e não acredito que estejam sujeitos a riscos sistêmicos extremos. Mas, como esses riscos também podem ocorrer (&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21389447/logica+do+cisne+negro,+a&amp;amp;%20Franq=286121"&gt;não nos esqueçamos dos cisnes negros!&lt;/a&gt;), a carteira também investe em outras ações - a maioria de empresas entediantes, como Ambev, BR Foods, Cielo ou Saraiva. Sem apostas no setor de tecnologia ou em outros setores mais "empolgantes". O que há de mais arrojado na carteira são as ações da Natura (-1,95% no mês) e da Le Lis Blanc (+8,33%).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segue a rentabilidade da carteira no mês:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="carteira.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/carteira1.png" alt="carteira" width="600" height="423" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As novidades da carteira?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(i) Comprei ações da Taesa no fim de fevereiro, e a aposta se mostrou válida. A empresa estava muito barata e o preço disparou depois de minha compra. 24,38% de alta no mês, e 40,47% desde que a comprei.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(ii) Compras do mês (em azul): Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Cielo e Eternit. Nenhuma razão especial para as compras, mas Itaú e Banco do Brasil tiveram quedas interessantes. Apenas segui o meu ciclo de compras, em rodízio: a cada mês, tenho comprado um pouquinho, e vou rodando as ações, a não ser que apareçam boas oportunidades. E só. &lt;em&gt;Keep it simple!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(iii) Parei de investir no tesouro direto, &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/balanco-da-carteira-em-fevereiro2012/"&gt;como anunciei em fevereiro&lt;/a&gt;. Com a queda dos juros da renda fixa, preferi aumentar um pouquinho mais a exposição em ações, mas em um fundo de investimento do Banco do Brasil (o BB Ações Dividendos), que apresentou boa alta desde que comecei a investir nele, no início de março (+1,92%).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(iv) Depois de pequenas operações com o &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/09/buy-and-hold-opcoes/"&gt;lançamento coberto de opções&lt;/a&gt;, resolvi agregá-las de vez a minha abordagem. Mas decidi adotar uma abordagem conservadora: espero uma boa sequência de altas e lanço opções de compra com vencimento mais distante, e com um &lt;em&gt;strike &lt;/em&gt;mais alto que ofereça boa rentabilidade. E recompro as opções tão logo o preço delas caia a um patamar razoável (já deixo a operação programada no &lt;em&gt;home broker&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Minhas operações no mês: depois de uma boa sequência de altas, vendi opções de compra do Itaú (ITUBD40), com vencimento em abril e &lt;em&gt;strike &lt;/em&gt;em 40. Naquela oportunidade, as ações do Itaú vinham de quatro altas seguidas (de R$ 36,58 a R$ 37,70) e eu supus que o movimento não duraria muito mais. Além disso, o &lt;em&gt;strike &lt;/em&gt;que delimitei me pareceu razoável, já que me oferecia um ganho de 6,10% sobre o preço do dia. Ou seja, mesmo que eu fosse obrigado a vender as ações em razão do exercício das opções, ainda teria um lucro de 6,10%. E o preço estava bem razoável: R$ 0,60 por opção, ou 1,62% do valor da ação. Minha suposição estava certa: logo depois o preço da ação começou a despencar, e recomprei as opções por R$ 0,22 - um lucro aproximado de R$ 0,38 por opção, próximo a 1% do valor total do patrimônio em ações do Itaú. Nada mal para uma operação que durou quatro dias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No dia 16 de março, surgiu oportunidade semelhante com as ações do Itaú e do Banco do Brasil. Vendi opções ITUBE41 (vencimento em maio e &lt;em&gt;strike &lt;/em&gt;próximo a R$ 41,00) por R$ 0,75 e BBASE31 (vencimento em maio e &lt;em&gt;strike &lt;/em&gt;próximo a em R$ 31,00) por R$ 0,54. E recomprei por R$ 0,18 (BBASE31) e R$ 0,24 (ITUBE41). No total de todas as operações realizadas apenas com essas duas ações, garanti uma rentabilidade adicional ao meu portifólio de ações de 0,5% no mês. Parece pouco, mas é como se a carteira devolvesse para mim algo em torno do que a poupança paga. Essas operações estão computadas na coluna "proventos" (computei o ganho nas opções como se fossem dividendos ou juros sobre capital).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por que lanço opções com vencimento tão distante? Basicamente, porque as opções perdem valor com o tempo: quanto mais tempo faltar para o exercício, maior a incerteza sobre o valor da ação ao final do período. Isso significa que essas opções são mais arriscadas e, por isso, são mais caras. Mas o risco maior não é o de quem vende; mas o de quem compra. A cada dia que passa, menos o fator tempo impacta no valor da opção e, por isso, ela perde valor. Mas o fato de o tempo estar a meu favor também me dá uma carta na manga: quanto maior o tempo, maior a probabilidade de que, em algum momento, o valor das ações caia e abra uma oportunidade para que eu recompre as opções com um valor muito mais barato, fechando a operação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(v) A rentabilidade da carteira contou com a sorte&lt;/p&gt;

O fator "sorte" impactou bastante minha carteira esse mês. Ações como a Ambev, Cemig e Taesa dispararam no mês (as duas últimas, em razão da especulação a respeito de eventual consolidação dos ativos da Taesa pela Cemig), e isso elevou bastante a rentabilidade da carteira.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Comparativo entre Ibovespa e carteira&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;E ao longo do tempo, como anda a comparação entre a carteira e o Ibovespa (que é o meu &lt;em&gt;benchmark&lt;/em&gt; pessoal)? Vejamos a nossa tradicional tabela:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="tabela2.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tabela21.png" alt="tabela2" width="229" height="168" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, a carteira de ações tem superado o Ibovespa por ampla margem - mais de 40% desde o fim de maio de 2008, quando comecei a computar minha rentabilidade. No ano, o Ibovespa tem uma alta de 13,6%, e minha carteira de ações, 14,52%. No combinado entre ações, renda fixa e o fundo de ações a que me referi, a minha carteira apresenta rentabilidade de 7,41% no ano, e de 43,33% no total. &lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F%20"&gt;Esse resultado reafirma a importância da alocação de ativos &lt;/a&gt;mesmo em uma carteira concentrada em ações como é a minha.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vejamos o que nos espera em abril.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Q-Xm7S9swRw:LM_3C3wO-FI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Q-Xm7S9swRw:LM_3C3wO-FI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Q-Xm7S9swRw:LM_3C3wO-FI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Q-Xm7S9swRw:LM_3C3wO-FI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Q-Xm7S9swRw" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 02 Apr 2012 16:58:18 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/04/rentabilidade-da-carteira-marco-de-2012/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Com quanto começar a investir?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/83xdJQnh0Uk/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDWFyhe1bxH4yIMSoRapOBTenfc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDWFyhe1bxH4yIMSoRapOBTenfc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDWFyhe1bxH4yIMSoRapOBTenfc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDWFyhe1bxH4yIMSoRapOBTenfc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das perguntas que mais recebo por e-mail diz respeito ao montante inicial a partir do qual alguém pode começar a investir. E minha resposta, invariavelmente, é: qualquer montante! E é isso mesmo: o importante é começar a investir, não com quanto se começa a investir. Afinal, cada pessoa parte de um ponto de partida diferente: alguns têm a sorte de ter um ponto de partida privilegiado, e por isso podem começar a investir e a se preparar para uma rica aposentadoria com aportes mensais maiores; outras pessoas, pelas vicissitudes da vida, não têm sequer a possibilidade de economizar mensalmente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=e46163F"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src="http://comoimportardachina.com/banners/tipo%201/728x90.jpg" border="0" width="728" height="90" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;h2&gt;O mais importante é começar a investir!&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por isso tudo, o importante é começar a investir o mais cedo possível e, assim que a oportunidade surgir, aumentar o quanto se economiza e investe. Muitos acabam nem começando porque sempre acreditam que não têm a capacidade de investir o suficiente para construir um bom patrimônio. Mas essa mentalidade é fracassada e apenas causa comportamentos ruins. Afinal, quem pensa assim continua a agir desse modo mesmo quando começa a ganhar mais: sempre acham que o dinheiro que podem acumular é insuficiente para levar à fortuna que esperam alcançar ao final da vida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O problema é que, ao continuarem a pensar assim, continuarão distante da "fortuna" que esperam a alcançar algum dia. Já mostrei em outro artigo o&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/o-valor-de-r-10000/" target="_blank"&gt; valor de se acumular R$ 100,00 &lt;/a&gt;e como o efeito dos juros compostos pode trazer boas surpresas no longo prazo. Volto a mostrar o que aconteceria com quem investisse algumas quantias módicas, bem razoáveis para boa parte das pessoas, na seguinte tabela:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="tabela.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tabela2.png" alt="investir" width="341" height="600" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ou seja, um investimento módico como R$ 100,00 produziria uma renda mensal de R$ 252,00, vitalícia e perpétua, para o investidor - com premissas conservadoras, já que considerei que o investimento renderia 0,5% ao mês, acima da inflação - parece bastante, mas uma carteira diversificada, com investimento em ações e em outros produtos, poderia levar a tal rentabilidade. Muitos investidores poderiam achar que essa é uma renda baixa demais - mas, para estes, eu respondo: se alguém tem condição de economizar apenas R$ 100,00 por mês, para esta pessoa provavelmente os R$ 252,00 a serem recebidos no futuro seriam muito bem recebidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

Mas fiz ainda outras simulações, sendo que a última mostra a situação de alguém que conseguisse investir R$ 1.000,00 por mês, nas mesmas condições acima elencadas. Essa pessoa teria, ao final da vida, uma renda vitalícia mensal de R$ 2.520. Bem melhor, não é? Portanto, não se desanime. O momento para começar a investir é o atual. Não se preocupe com o resultado final: em qualquer situação você estará melhor investindo do que não o fazendo no presente.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Em que produtos alguém pode investir com pouco dinheiro?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Essa é outra pergunta que normalmente acompanha a primeira. Os leitores até se convencem de que devem investir, mas não sabem onde. Inicialmente, é preciso considerar que o ideal é o investidor acumular um bom montante em poupança até que consiga ter acesso a melhores investimentos. Isso pode demorar um pouco, mas eventualmente as portas se abrirão. Eu usaria essa estratégia principalmente para a renda fixa, mas também recomendaria o investimento em ações. É importante, nessa situação, adotar uma boa&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F " target="_blank"&gt; estratégia de alocação de ativos&lt;/a&gt;, já que, nessa situação, com pouco capital, é importante manter um bom capital para formar seu &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/guia-para-comecar-a-investir/" target="_blank"&gt;colchão de segurança&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Todavia, nesse caso, a opção de comprar ações diretamente com pouco dinheiro pode sair cara, já que os custos das taxas de custódia e corretagem corroiriam parte substancial dos retornos. Nessa hipótese, eu daria preferência a fundos de investimento com taxas de administração razoáveis (abaixo de 2%!!!!!), ao menos até que o valor total do patrimônio possibilitasse o acesso a taxas menores.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=83xdJQnh0Uk:Z552xQIr6wA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=83xdJQnh0Uk:Z552xQIr6wA:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=83xdJQnh0Uk:Z552xQIr6wA:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=83xdJQnh0Uk:Z552xQIr6wA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/83xdJQnh0Uk" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Wed, 28 Mar 2012 08:49:52 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Como calcular o preço justo de uma ação?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/KSDmlAUidSg/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B3Aop7qATWZ635RlkgtIdqOz0OI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B3Aop7qATWZ635RlkgtIdqOz0OI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B3Aop7qATWZ635RlkgtIdqOz0OI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B3Aop7qATWZ635RlkgtIdqOz0OI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre me esquivei de abordar o tema "&lt;a title="Décio Bazin, um investidor brasileiro" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/09/decio-bazin-um-investidor-brasileiro/" target="_blank"&gt;preço justo&lt;/a&gt;" aqui no blog por ser um tema extremamente polêmico. É muito difícil adotar uma metodologia unânime a respeito desse tema. Mas, de qualquer modo, é preciso enfrentá-lo, já que a questão relativa ao preço justo é essencial para o investidor em ações. Afinal, defini-lo é essencial para estipular a margem de segurança de um investimento - o que, no fundo, é o fator mais determinante para decidir se vale a pena ou não investir em uma ação.
&lt;br /&gt;Muitos leitores têm pedido que eu aborde esse tema aqui, tendo em vista minhas últimas análises, onde estipulei meu preço justo para as ações de várias empresas. Antes, um alerta: minha metodologia de cálculo do preço justo é pouco ortodoxa. Vários livros - e recomendo aqui os do Damodaran sobre o tema - usam metodologias mais complexas, mas eu preferi adotar uma metodologia que, parcialmente, é baseada na do livro "&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/09/nova-buffetologia/" target="_blank"&gt;The New Buffettology&lt;/a&gt;". Para mim, a metodologia nele explicitada faz sentido - e mesmo assim, eu não a utilizei inteiramente, preferi adaptá-la para tentar obter projeções menos otimistas e, portanto, mais prováveis.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;A metodologia de cálculo do preço justo no livro "The new buffettology"&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A metodologia sugerida no livro é simples e direta. Para estipular o preço justo de uma ação, você deve descontar o crescimento do lucro por ação a partir da média do crescimento desse indicador nos últimos 10 anos. Por exemplo, digamos que a ação da empresa analisada tenha o seguinte perfil:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="tabela1.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tabela1.png" alt="preço justo" width="176" height="177" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="tabela.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tabela.png" alt="Tabela" width="324" height="271" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, o lucro por ação tem apresentado uma tendência crescente. Houve, nos últimos dez anos, duas oportunidades em que o lucro por ação caiu, mas a sua tendência é crescente. Note ainda que estou desconsiderando outros fatores (dívida, crescimento do valor patrimonial por ação, ROE, etc.). Pressuponho que esses fatores tenham sido examinados e que a ação satisfaz aos demais critérios de investimento que já debati bastante no blog.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook1.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom… o primeiro passo a ser dado é definir o quanto o lucro por ação cresceu ao longo do tempo. É uma tarefa simples: divida o lucro por ação do último ano (2011) pelo lucro por ação do primeiro ano (2001), e diminua 1 do resultado final. No caso, a conta seria a seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Crescimento do LPA = (5/1,2)-1 = 3,1666667 ou 316,67%&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso significa que, em dez anos, o lucro por ação cresceu 3,1667%. Agora, é preciso descobrir a taxa anual do crescimento por ação. Para fazer isso, você pode usar a calculadora financeira do site &lt;a href="www.webcalc.com.br"&gt;Webcalc&lt;/a&gt;. Ela faz essas contas facilmente. No meu caso, preferi programar uma planilha do Numbers (você poderia usar o Excel) para calcular. No Numbers, a fórmula a ser usada é a seguinte: =POTÊNCIA(1+TAXA TOTAL DE CRESCIMENTO;1/10)-1. A TAXA TOTAL DE CRESCIMENTO é 316,67%; e o 1/10 significa que a planilha elevará a taxa total de juros por 1/10, onde 10 é o número total de anos da conta. Eu utilizo os últimos 8 anos, mas o livro recomenda que se use ao menos os 10 últimos anos (uso 8 por falta de dados nas planilhas do site Fundamentus, que uso para essas contas).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, o resultado dessas contas é 15,34% - ou seja, o lucro por ação tem crescido a uma taxa de 15,34% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir daí, é preciso considerar se o preço atualmente pago pela ação é justo ou não. Como definir isso? O primeiro passo, é estipular o P/L médio que a ação apresentou nos últimos 10 anos (ou, no meu caso, nos últimos 8 anos). Para fazer isso, eu uso os dados do site do Instituto Nacional de Investidores, do qual sou associado - lá, é possível extrair os preços máximos e mínimos da ação a cada ano e, com isso, estabelecer o P/L médio. No caso, considerei que o P/L médio de nossa ação hipotética é 15.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com esses dados, já é possível estipular o preço justo da ação. O primeiro passo é projetar o crescimento do lucro por ação nos próximos 10 anos, com base no crescimento dos últimos 10 anos. Para fazer isso, é só elaborar uma planilha onde, a cada ano, o lucro por ação cresça com base na taxa projetada de 15,34%. Com isso, e considerando que o P/L médio dos próximos 10 anos seria o mesmo que o de hoje, o preço justo a cada ano seria o seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="projecao.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/projecao.png" alt="projecao" width="260" height="177" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Nessas condições&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, o preço justo da ação, para 2013, seria R$ 86,50. Se a ação estiver valendo menos do que isso, comprar não seria tão arriscado. Mais do que isso, seria mais arriscado.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Minha abordagem de definição do preço justo&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Eu adoto uma abordagem um pouco diferente. Acho muito arriscado projetar que o lucro por ação dos próximos 10 anos crescerá à mesma razão que nos últimos 10 anos. Por isso, eu prefiro fazer uma média entre várias projeções diferentes, estipulando um crescimento diferenciado em cada cenário. O primeiro cenário é o que eu chamo otimista: o lucro por ação crescerá à mesma razão dos últimos 10 anos. No nosso caso, cresceria à taxa de 15,34%. No segundo cenário, estipulo que o crescimento se reduzirá à metade (no caso, 7,67% ao ano). Com isso, a nova projeção seria a seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="pessimista.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/pessimista.png" alt="pessimista" width="259" height="177" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Percebe como o preço justo caiu consideravelmente? Para 2013, caiu de R$ 86,50 para R$ 80,75. Quem comprou a ação por R$ 75,00, teria a expectativa de ganhar apenas 7,66% - menos do que a poupança. Para obter o mesmo que um investimento com base na Selic, seria necessário que o preço da ação fosse inferior a R$ 72,87 (9,75% x R$ 80,75).
&lt;br /&gt;O que eu faço, então? Estipulo uma média entre essas duas projeções. Não acho que a empresa vai crescer como cresceu nos últimos 10 anos, mas também não acho que ela vá crescer à metade dessa projeção. Com isso, o preço médio para 2013 seria (80,75+86,50)/2 = 83,62. Caso compre a ação por R$ 75,00 hoje, seria possível obter uma rentabilidade média de 11,49%. Quanto mais barato comprar, maior a rentabilidade esperada.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;A fórmula de Graham&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Benjamin Graham tinha uma fórmula que eu também consulto para estabelecer o preço justo. A fórmula dele é a seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PREÇO JUSTO = LUCRO POR AÇÃO PROJETADO PARA O ANO SEGUINTE X (8,5 + (2 X TAXA DE CRESCIMENTO DO LUCRO POR AÇÃO)) X (4,4/TAXA DE JUROS DOS TÍTULOS PÚBLICOS)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No nosso caso:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Preço justo = 5,77 x (8,5 + (2 x 15,34)) x (4,4/9,75) = &lt;strong&gt;R$ 102,02&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ou seja, quem comprasse abaixo de R$ 102,02, estaria, em tese, comprando abaixo do preço justo da ação. Tirando essas três médias (R$ 80,75, R$ 86,50 e R$ 102,02), teríamos um preço justo de R$ 89,75. Como eu ainda adoto uma &lt;strong&gt;margem de segurança &lt;/strong&gt;de 25% sobre o preço justo encontrado, o maior preço que eu estaria disposto a pagar por essa ação seria de R$ 67,31.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=Q45435F"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ebook2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por que 25%? Por que ela dá uma margem de segurança bastante razoável para o caso de as coisas não saírem como o previsto. A empresa pode crescer menos do que o esperado e ainda assim seria possível obter lucros bastante razoáveis no longo prazo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, é isso. Repito que essa não é uma abordagem clássica do cálculo do preço justo, mas é o que eu tenho feito ao investir. Cada investidor pode estipular maneiras diferentes de calcular o preço justo de seus investimentos, e todas elas podem ser adequadas a seu perfil. Alguém muito conservador poderia definir uma margem de segurança superior, por exemplo, ou estipular uma taxa de crescimento menor. No fundo, são apenas cálculos para ajudar a refletir sobre a razoabilidade de um investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E você? Considera minhas premissas razoáveis? Compartilhe sua experiência conosco!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/valor-patrimonial-acao/"&gt;Como interpretar a relação entre o preço de uma ação e o seu valor patrimonial (16.5)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/02/como-avaliar-o-preco-de-uma-acao/"&gt;Como avaliar o preço de uma ação? (16.4)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/09/dividendos-reduz-preco-acao/"&gt;O pagamento de dividendos reduz o preço da ação? (11.8)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/cuidados-com-o-preco-medio/"&gt;Cuidados com o preço médio (11)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/examinando-o-pl-de-uma-acao/"&gt;Examinando o P/L de uma ação (10.3)
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/02/razoes-para-vender-uma-acao/"&gt;Razões para vender uma ação (9.6)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/uma-acao-que-custa-r-001-esta-barata/"&gt;Uma ação que custa R$ 0,01 está barata? (9.6)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=KSDmlAUidSg:F1iBXeRktU4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=KSDmlAUidSg:F1iBXeRktU4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=KSDmlAUidSg:F1iBXeRktU4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=KSDmlAUidSg:F1iBXeRktU4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/KSDmlAUidSg" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 26 Mar 2012 09:27:40 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Lançamento do livro "Alocação de Ativos"</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/WxfJ--xlUEU/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GgN6SSIq9hXV__KrDUj6tRRbHmo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GgN6SSIq9hXV__KrDUj6tRRbHmo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GgN6SSIq9hXV__KrDUj6tRRbHmo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GgN6SSIq9hXV__KrDUj6tRRbHmo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando comecei a blogar, acreditava que a principal função de um blog era ensinar as pessoas sobre algum tema de meu interesse. Pensava que a atividade de blogueiro era bem solitária, que era só sentar e escrever sobre um assunto do meu interesse e sobre o qual eu acreditava que poderia ensinar algo para quem se interessasse. Claro, parte de blogar é isso. Mas, muito mais do que isso, blogar também é fazer parte de uma rede social com a qual se aprende muito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Depois de criar o blog, fiz muitos amigos: o Guilherme, do Valores Reais; Beto Veiga, de blog homônimo; o autor do Bolha Imobiliária - que inclusive se inspirou aqui em nosso blog para criar o seu; entre tantos outros. E com eles aprendi que blogar é, antes de compartilhar meu conhecimento, é aprender com o conhecimento compartilhado dos outros. Aprendi demais com estes amigos. Inclusive, vez ou outra publico aqui no blog posts desses blogs, quando encontro artigos que podem complementar os temas que costumo abordar aqui.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas, hoje, quero mencionar um blogueiro em especial: Henrique Carvalho, do HC Investimentos. Com ele, tenho aprendido há alguns anos muito sobre um produto a respeito do qual eu não conhecia muito: os fundos imobiliários. Até já divulguei alguns textos dele sobre o tema no blog, já que ele é - sem sobra de dúvidas - o maior especialista que conheço no tema. E ele também é um grande especialista em outro tema importantíssimo para os pequenos investidores: a alocação de ativos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F" target="_blank"&gt;&lt;img class="aligncenter size-medium wp-image-19752" title="alocação de ativos" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Captura-de-Tela-2012-03-22-às-00.51.48-300x224.png" alt="" width="300" height="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa semana, Henrique lançou seu livro sobre o tema,  denominado Alocação de Ativos. E, desde já, afirmo sem pestanejar: é o &lt;strong&gt;melhor&lt;/strong&gt; livro publicado sobre o assunto no Brasil. Não digo isso porque há pouquíssimos livros brasileiros sobre o tema, mas o livro escrito por Henrique é fenomenal. Eu me arriscaria a dizer que está no nível dos livros estrangeiros, como os de Richard Ferri ou Roger Gibson, que são referências importantes quanto ao tema. O texto vasculha, com a linguagem acessível ao leigo - uma característica dos textos de Henrique -, os fundamentos do &lt;em&gt;asset allocation&lt;/em&gt;, com uma abordagem teórica importante, mas que não deixa de levar em conta a prática e - mais importante - como a alocação de ativos pode trazer dinheiro para o investidor, diminuindo os riscos e trazendo maior estabilidade a sua carteira de investimentos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O livro é uma jóia rara no universo de livros sobre investimentos no Brasil. O tema normalmente é abordado em umas poucas páginas pelos autores brasileiros que tratam de finanças pessoais e que apenas tangenciam o assunto, sem se aprofundar. Dizem que é bom investir um pouco em renda fixa, um pouco em ações, um pouco em imóveis, mas não explicam o porquê disso, nem como o investidor pode se beneficiar da correta diversificação. O livro "Alocação de Ativos" não segue essa linha; pelo contrário, busca fazer uma análise mais profunda dos motivos pelos quais um investidor deveria diversificar seus investimentos, explicitando princípios e boas práticas que, se corretamente seguidos, podem ser muito úteis na construção de um patrimônio significativo - que é, afinal, o objetivo de todo pequeno investidor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por tudo isso, recomendo fortemente a leitura do livro. Para adquiri-lo, basta&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt; acessar o site de venda do eBook "Alocação de Ativos"&lt;/a&gt; e seguir os procedimentos de compra. No site, você irá encontrar o seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1. Vídeo explicando os problemas do investimento tradicional e como o eBook ‘Alocação de Ativos’ irá ajudar a superá-los&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2. Download grátis de uma amostra do eBook&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;3. Três grandes benefícios do eBook&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;4. Conteúdo dos 7 capítulos do eBook&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;5. Várias Imagens de dentro do eBook&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;6. Depoimentos de especialistas&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://hotmart.net.br/show.html?a=H45055F"&gt;Clique aqui para saber mais!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ah! Não custa lembrar que, se após a aquisição do livro, você por algum motivo não estiver satisfeito com o material, Henrique ainda dá uma garantia de 30 dias para receber todo o dinheiro de volta!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WxfJ--xlUEU:jy9Q72wRsxs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WxfJ--xlUEU:jy9Q72wRsxs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=WxfJ--xlUEU:jy9Q72wRsxs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WxfJ--xlUEU:jy9Q72wRsxs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/WxfJ--xlUEU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 22 Mar 2012 19:13:15 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>O risco de investir em ações</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/5JKxUzF9mGI/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KbjLqWPoN3nee_8__zaO5ECE8Ds/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KbjLqWPoN3nee_8__zaO5ECE8Ds/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KbjLqWPoN3nee_8__zaO5ECE8Ds/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KbjLqWPoN3nee_8__zaO5ECE8Ds/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Se, ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/" target="_blank"&gt;volatilidade não é sinônimo de risco&lt;/a&gt;, fica a pergunta: qual o risco de investir em ações? Mas, antes de responder a essa pergunta, é necessário discutir uma primeira questão: o que é risco?
&lt;br /&gt;
&lt;h2 dir="ltr"&gt;Risco segundo Benjamin Graham&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Segundo &lt;a title="Conheça Benjamin Graham, o professor de Buffett" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/conheca-benjamin-graham-o-professor-de-buffett/" target="_blank"&gt;Benjamin Graham&lt;/a&gt;, risco é um conceito que deveria ser aplicado apenas a três situações: (i) a uma perda de valor que é efetivamente realizada por meio de uma venda do ativo, ou (ii) que é causada por uma deterioração significativa da empresa, ou ainda (iii) é o resultado de se pagar um preço alto demais em relação ao valor intrínseco da companhia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro risco é o chamado risco de mercado, que é o risco de se ter que vender a ação por um preço abaixo do que se comprou, ou por uma rentabilidade inferior à que se esperava inicialmente. Esse risco está atrelado à volatilidade inerente ao mercado de ações, mas não se confunde com a volatilidade em si mesma. Afinal, o investidor somente terá prejuízo com a volatilidade se efetivamente decidir vender suas ações em um momento de baixa, quando provavelmente elas estarão subavaliadas pelo mercado, a não ser que tenham sido adquiridas por um preço muito superior a seu valor intrínseco.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A maior parte das pessoas também teme o segundo risco mencionado por Graham -  a possiblidade de que a empresa sofra deterioração e entre em processo de falência. Esse é o chamado  risco financeiro, e que talvez seja uma das principais razões que afastam o pequeno investidor do mercado de ações. Muitas pessoas decidem não investir no mercado pelo medo de investir em empresas ruins, que encerrarão suas atividades repentinamente em razão de problemas financeiros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A boa notícia é que este é um risco que pode ser evitado com base em um estudo minucioso da situação financeira e operacional da empresa. No fim da década de 1990, muitos investidores subestimaram esse risco e decidiram investir em ações de companhias da Internet que não tinham a menor estabilidade financeira - não davam lucro, tinham pouca receita e muitas dívidas. O resultado foi prejuízo para muita gente, naquela que ficou conhecida como a bolha das empresas "ponto com".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Existem ainda os riscos específicos de cada empresa, que dizem respeito às peculiaridades do mercado em que a companhia atua e à solidez de sua administração - o seu plano de negócios, lucratividade, prática de contabilidade, estratégia de crescimento e outros fatores específicos. É importante não confundir esse risco com os riscos específicos de cada setor, que se relaciona a circunstâncias específicas de todo o setor e que afeta praticamente todas as empresas dele. O setor de aviação, por exemplo, depende estritamente do preço dos combustíveis; quando ele se eleva muito, a rentabilidade de praticamente todas as empresas do setor diminui bastante. Cada setor da economia está sujeito também ao risco de regulação setorial - o de que o governo altere demais as regras de um mercado específico. As empresas prestadoras de serviço público, como as de telefonia e do setor elétrico, estão particularmente sujeitas a esse risco.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim, o último risco a que Graham alude é o risco de se desconsiderar o valor intrínseco do ativo. Pagar um preço muito alto por uma ação exarceba demais o risco do investimento - muito mais do que pagar um preço muito baixo por uma empresa que tem apresentado resultados financeiros e operacionais sólidos e consistentes. O bom investidor deve descobrir o valor intrínseco da ação e comprá-la por um preço razoavelmente abaixo daquele valor, garantindo assim a margem de segurança necessária para minimizar os riscos e aumentar o potencial de ganhos.&lt;/p&gt;

&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/risco.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19698" title="risco" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/risco.jpg" alt="risco" width="576" height="360" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 dir="ltr"&gt;Outras fontes de risco no mercado de ações&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Existem, ainda, outras fontes potenciais de risco no mercado de ações. Para quem investe pensando no curto prazo, existe o risco derivado da tendência: nesse caso, o ideal é investir acompanhando a tendência de mercado. Uma forte tendência de alta é um sinal verde para continuar comprando, ao passo que uma forte tendência de baixa é o sinal vermelho que indica a venda das ações. Para um investidor de longo prazo, contudo, esse é um risco desprezível, já que um mercado em tendência de baixa pode se mostrar uma grande oportunidade para investir em ações. Que o diga quem começou a investir entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, quando o mercado estava em pânico. Poucos meses depois, o Ibovespa subiu mais de 100% em relação ao pior momento.&lt;/p&gt;


&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;
&lt;br /&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/investindo-em-acoes-sem-sera-mesmo-risco/"&gt;Investindo em ações sem (será mesmo?) risco (11.5)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/"&gt;Volatilidade é risco? (10.9)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/09/abrir-um-negocio-ou-investir-em-acoes/"&gt;Abrir um negócio ou investir em ações? (10)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/quando-comecar-investir-acoes/"&gt;Quando começar a investir em ações? (9.8)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/04/desvantagens-de-investir-em-fundos-de-acoes/"&gt;Desvantagens de investir em fundos de ações (9.7)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5JKxUzF9mGI:hymgXS-NN-8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5JKxUzF9mGI:hymgXS-NN-8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=5JKxUzF9mGI:hymgXS-NN-8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5JKxUzF9mGI:hymgXS-NN-8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/5JKxUzF9mGI" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 18 Mar 2012 12:13:12 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/risco/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Mercado imobiliário em baixa? </title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/GrCX8nV9Nwo/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pwll7v67_3-TS0nEholErfPdwHk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pwll7v67_3-TS0nEholErfPdwHk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pwll7v67_3-TS0nEholErfPdwHk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pwll7v67_3-TS0nEholErfPdwHk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nessas últimas semanas, tivemos muitas evidências de que o mercado imobiliário continua fraco no país, depois das grandes altas dos últimos anos. Só na imprensa foram divulgadas, nas últimas semanas, as seguintes notícias:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1057758-venda-de-imoveis-novos-em-sp-cai-21-e-e-a-menor-desde-2005.shtml" target="_blank"&gt;Queda de 21% na venda de imóveis em São Paulo &lt;/a&gt; - a &lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;menor quantidade de imóveis vendidos desde 2005&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- &lt;a href="http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=197700,OTE" target="_blank"&gt;Queda de 39,91% na venda de imóveis em Belo Horizonte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

- &lt;a href="http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2012/03/08/venda-de-imoveis-segue-em-queda-em-porto-alegre/?topo=52,1,1,,171,13" target="_blank"&gt;Queda de 25,34% na venda de imóveis em Porto Alegre&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Desconto de até 36%... início de desespero no mercado imobiliário?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;E, por fim, matéria do Valor Econômico indica que "&lt;a href="http://www.valor.com.br/empresas/2573018/e-hora-de-descontos-na-compra-de-imoveis" target="_blank"&gt;é hora de descontos na compra de imóveis&lt;/a&gt;". Segundo a matéria, a incorporadora anunciou a &lt;strong&gt;venda das primeiras 120 unidades vendidas no dia "Even day" (o último domingo)  com&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt; desconto de até 36%!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; De acordo com o texto, a iniciativa decorreria do fato de o primeiro trimestre do ano ser o mais fraco, e de muitas das unidades cuja construção se iniciou em 2007 e 2008 estarem sendo terminadas agora.&lt;/p&gt;

No mínimo, a situação é estranha, porque as construtoras sempre anunciaram que as unidades construídas no período de 2006 a 2010 eram &lt;strong&gt;integralmente &lt;/strong&gt;vendidas em  poucas semanas após o lançamento, em razão da força da demanda pelas unidades. Se a situação era essa, como sobraram &lt;strong&gt;mais de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;mil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; unidades &lt;strong&gt;novas &lt;/strong&gt;de uma única construtora?
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Queda na demanda e preços estáveis? O mercado imobiliário brasileiro é alheio às leis econômicas?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Além disso... se a demanda continua forte - embora mais fraca do que nos últimos anos, como o próprio setor já começou a admitir - o que justificaria um desconto tão alto quanto 36%? Afinal, se a demanda é forte, os preços deveriam subir. O setor acha que os preços entraram em equilíbrio. Se esse é o caso, por que alguém em sã consciência ofereceria um desconto tão alto? Só para embolsar o dinheiro, fazer caixa para investir em novos empreendimentos?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas isso não poderia levar a uma desconfiança dos compradores das novas unidades? Afinal, essa promoção é uma apunhalada nas costas dos investidores que compraram as unidades entre 2007 e 2012. Muitos aguardavam pela valorização do empreendimento e agora vêem, no momento em que eles mesmos talvez pretendam vender suas unidades e embolsar os lucros pretendidos, que a construtora é sua grande rival ao oferecer um desconto de 36%...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O desconto parece baixo quando comparado à grande valorização do mercado imobiliário nos últimos anos, mas não é. Na verdade, os 36% de desconto podem corroer a maior parte da rentabilidade dos compradores que adquiriram suas unidades com o intuito de vender ao final da obra. Imagine alguém que tenha comprado o imóvel por R$ 100.000,00 no início de 2008, e teve uma valorização de 30% ao ano até 2011. Ao final de 2011, seu apartamento estaria "avaliado" em R$ 219.700. Muito bom, não é? 119,7% em 4 anos é um rendimento fantástico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas... imagine que, em março de 2012, o preço do apartamento despencasse 36%. Os R$ 219.700,00 se transformariam em... R$ 140.608,00. Os 119,7% cairiam para 40,60% - uma rentabilidade média anual de 8,89%. Mais ou menos o que a poupança renderia no período. Mesmo que se considere que é uma promoção pontual, ela poderia deslocar os preços do mercado imobiliário da região. Afinal, por que a construtora faria uma promoção dessas se acreditasse que os imóveis valem mais e que a demanda surgirá naturalmente nos próximos meses - afinal, o discurso oficial é o de que a demanda para as novas unidades ainda existe?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por que, em sã consciência, um comerciante venderia por R$ 640.000 um apartamento que vale R$ 1.000.000? Por que não vimos promoções como essas entre 2007 e 2010? No ano passado, ofereciam tevês de LCD e outros prêmios para quem comprasse um apartamento (em uma unidade de luxo, chegou a ser anunciado que o comprador ganharia uma Mercedes Benz). Agora, oferecem 36% de desconto. A meu ver, é sinal do esgotamento do que aconteceu nos últimos anos no mercado imobiliário brasileiro. Com a queda na demanda, acredito que promoções desse tipo começarão a se tornar cada vez mais uma realidade. Afinal, serão muitos os lançamentos em 2012 e 2013 e as construtoras tentarão desovar as unidades ainda não vendidas com descontos como esse. Só que isso vai afetar o "investimento" de quem comprou lá em 2008, 2009 e 2010 pensando em vender seus imóveis justamente no lançamento - quando as construtoras se tornarão suas grandes concorrentes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ou você acha que a "promoção" vai ser pontual? Que alguém compraria o imóvel por R$ 140.000 em um dia e o venderia magicamente no dia seguinte por R$ 219.000 só porque "acabou a promoção de um dia"?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acredito que está chegando a hora de vermos muitos esqueletos saindo do armário do mercado imobiliário brasileiro...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS: Tive notícia de boa parte das matérias mencionadas no site "&lt;a href="http://www.bolhaimobiliaria.com/" target="_blank"&gt;Bolha Imobiliária&lt;/a&gt;", que recomendo fortemente a quem se interessar pelo assunto!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Posts relacionados:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/noticias-preocupantes-do-mercado-imobiliario-brasileiro/"&gt;Notícias preocupantes do mercado imobiliário brasileiro (13.8)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/indice-secovi-mercado-imobiliario-de-brasilia/"&gt;Índice SECOVI – Mercado Imobiliário de Brasília (13.2)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/igmic-ndice-geral-do-mercado-imobilirio-comercial/"&gt;IGMI-C – Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (13.1)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/o-mercado-imobiliario-nao-e-uma-maquina-de-lucros-perpetuos/"&gt;O mercado imobiliário não é uma máquina de lucros perpétuos (12.7)&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/e-se-acontecer-uma-crise-imobiliaria-no-brasil/"&gt;E se acontecer uma crise imobiliária no Brasil? (6.5)
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=GrCX8nV9Nwo:MOLiUqBkCLU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=GrCX8nV9Nwo:MOLiUqBkCLU:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=GrCX8nV9Nwo:MOLiUqBkCLU:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=GrCX8nV9Nwo:MOLiUqBkCLU:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/GrCX8nV9Nwo" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 18 Mar 2012 12:13:27 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Projeto visão de sucesso: capacitação especial para empreendedores. Inscreva-se!</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/EB1-8wrNR3k/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Y2COVpAWibEdbb_2_KRwdyA29M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Y2COVpAWibEdbb_2_KRwdyA29M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Y2COVpAWibEdbb_2_KRwdyA29M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Y2COVpAWibEdbb_2_KRwdyA29M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como o leitor sabe, aqui em "O pequeno investidor" só divulgo aquilo está de acordo com meu ponto de vista. Jamais deixaria o blog ser contaminado por textos que contrariam minha visão ou que pudessem ser contrários aos interesses dos milhares de pequenos investidores que nos visitam todos os dias. Por se tratar de uma campanha que considero uma ótima iniciativa, estou divulgando, em formato &lt;a href="http://www.brogui.com/2009/02/15/publieditoriais-o-que-sao/"&gt;Publieditorial&lt;/a&gt;, o projeto "Visão de sucesso", que busca estimular o empreendedorismo no país. Espero que gostem tanto dessa iniciativa quanto eu!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong style="color: #222222; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff;"&gt;Se você tem produtos e serviços inovadores voltados para atender os consumidores da base da pirâmide social (classes C, D e E) e deseja aprimorar seus conhecimentos e formação, inscreva-se no Projeto Visão de Sucesso. &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff; display: inline !important; float: none;"&gt;Acesse: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff;" href="http://www.projetovisaodesucesso.com.br/"&gt;www.projetovisaodesucesso.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="visaodesucesso.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/visaodesucesso.png" alt="Visão de Sucesso" width="600" height="188" border="0" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff;"&gt;O Projeto Visão de Sucesso vai selecionar, ao longo de três anos, 100 empreendedores com negócios focados nas classes C, D e E, e oferecer capacitação técnica e de gestão para negócios, de forma subsidiada. Os parceiros do Projeto serão responsáveis por &lt;strong&gt;90% do valor da capacitação&lt;/strong&gt;, cabendo ao empreendedor selecionado apenas 10% dos custos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff;"&gt;Quem entrar no programa participará de um curso de capacitação empreendedora de alto nível, com a metodologia “Bota pra Fazer” do Instituto Endeavor, além de workshops especiais realizados pelo BID, CII e Itaú. O empreendedor também receberá um diagnóstico pré e pós sua participação neste projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff;"&gt;Inscreva-se e também indique para outros empresários deste mercado, esta é uma corrente de oportunidades para o desenvolvimento do país que objetiva tornar nossa base de empreendedores mais capacitada e gerar mais oportunidades para todos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: #ffffff;"&gt;Saiba mais em &lt;a href="http://www.projetovisaodesucesso.com.br/"&gt;www.projetovisaodesucesso.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=EB1-8wrNR3k:1Ot64GmVLgI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=EB1-8wrNR3k:1Ot64GmVLgI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=EB1-8wrNR3k:1Ot64GmVLgI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=EB1-8wrNR3k:1Ot64GmVLgI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/EB1-8wrNR3k" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 12 Mar 2012 07:46:41 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/projeto-visao-de-sucesso/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Balanço da carteira em fevereiro/2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/s1lYmaU4Qz0/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hwrhU8OxZa_frwear1jFYvUXYN4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hwrhU8OxZa_frwear1jFYvUXYN4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hwrhU8OxZa_frwear1jFYvUXYN4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hwrhU8OxZa_frwear1jFYvUXYN4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fevereiro foi mais um m&amp;ecirc;s interessante para o mercado de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Depois da alta de 11,13% no Ibovespa em janeiro, fevereiro trouxe uma alta de mais 4,34% para o &amp;iacute;ndice, que j&amp;aacute; acumula, entre janeiro e fevereiro, uma excepcional alta de 15,90%. Mas como se saiu minha carteira de investimentos no per&amp;iacute;odo?&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Carteira de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es volta a bater o Ibovespa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Assim como ocorreu em todo o ano passado, a parte de minha carteira dedicada &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es voltou a bater o Ibovespa. Novamente, isso mostra como uma perspectiva de longo prazo, voltada &amp;agrave; aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bons ativos, pode se mostrar uma estrat&amp;eacute;gia vencedora. O mercado, muitas vezes, n&amp;atilde;o se comporta de acordo com o notici&amp;aacute;rio econ&amp;ocirc;mico. O m&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o foi tranquilo: ainda restam d&amp;uacute;vidas sobre como a zona do Euro resolver&amp;aacute; a quest&amp;atilde;o da d&amp;iacute;vida soberana e muitos analistas j&amp;aacute; questionam a capacidade de crescimento da China. Apesar disso, o mercado de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentou forte recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ano. Se ir&amp;aacute; se manter, s&amp;oacute; o tempo dir&amp;aacute;; mas &amp;eacute; certo que, quando o notici&amp;aacute;rio come&amp;ccedil;ar a vislumbrar que os problemas j&amp;aacute; foram resolvidos, o mercado de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; estar&amp;aacute; em patamares muito mais elevados do que os atuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No m&amp;ecirc;s, a carteira de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es acumulou uma alta de &lt;strong&gt;6,30%, &lt;/strong&gt;superior &amp;agrave; rentabilidade do &amp;iacute;ndice da bolsa de S&amp;atilde;o Paulo (alta de 4,34%).&amp;nbsp;Os destaques da carteira foram as seguintes a&amp;ccedil;&amp;otilde;es: Le Lis Blanc (LLIS3), com alta de 21,76%; Cielo (CIEL3), com alta de 17,96%; Saraiva (SLED4, +14,24%); e Randon (RAPT4, +14,82%). &amp;nbsp;No acumulado geral, a carteira apresentou, do fim de maio de 2008 para c&amp;aacute;, uma alta de 34,38%, contra uma performance de -2,87% do Ibovespa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos &amp;uacute;ltimos meses, a performance comparada foi a seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="carteira" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/comparativo.png" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; width: 295px; height: 245px; " title="comparativo.png" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como voc&amp;ecirc; pode observar, nos &amp;uacute;ltimos meses a carteira de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentou menor volatilidade e maior rentabilidade do que o Ibovespa. Embora n&amp;atilde;o tenha dados para comprovar (pois comecei a colet&amp;aacute;-los com maior rigor apenas a partir de julho), &amp;eacute; exatamente o que tem acontecido com a carteira em todo o per&amp;iacute;odo, desde 2008. De julho a fevereiro, a carteira rendeu +10,47%, contra +3,81% do Ibovespa no mesmo per&amp;iacute;odo. &amp;Eacute; uma m&amp;eacute;dia de 1,24% no per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;An&amp;aacute;lise detalhada da carteira&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A carteira de investimentos teve a sa&amp;iacute;da de uma empresa e a entrada de outra. Saiu a Raia Drogasil (RADL3), vendida em raz&amp;atilde;o de o &amp;iacute;ndice P/L estar em um n&amp;iacute;vel absolutamente injustificado, a meu ver. Vendi a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando o P/L estava na casa dos 66. Meu pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio estava em R$ 12,06 e vendi cada a&amp;ccedil;&amp;atilde;o por R$ 15,16. Como recebi, ainda, 0,46% do valor investido na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o em dividendos, o lucro total foi de 26,16%. Para um investimento que durou cerca de um ano e meio, a rentabilidade m&amp;eacute;dia obtida foi de 1,3% ao m&amp;ecirc;s. Com o dinheiro da venda, comprei a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Taesa (TRNA11), a um pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio de R$ 42,50. Acabei &amp;quot;dando sorte&amp;quot; no m&amp;ecirc;s, j&amp;aacute; que o pre&amp;ccedil;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o disparou desde ent&amp;atilde;o, para R$ 48,00. Em menos de um m&amp;ecirc;s, 12,94%. O movimento era relativamente esperado, j&amp;aacute; que, com a queda na taxa de juros, muitos investidores est&amp;atilde;o procurando a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que pagam bons dividendos, como a do setor el&amp;eacute;trico. De fato, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor dispararam: Cemig (+13,64%), Eletropaulo (+2,10%), Coelce (+5,72%), al&amp;eacute;m da excepcional alta da Taesa (+12,94%). No in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s, comprei ainda alguns t&amp;iacute;tulos do Tesouro Direto (NTN-B Principal com vencimento em 2024).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Captura-de-Tela-2012-03-04-às-13.02.02.png"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-19574" height="402" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Captura-de-Tela-2012-03-04-às-13.02.02.png" title="Captura de Tela 2012-03-04 às 13.02.02" width="667" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No acumulado total, a carteira apresentou at&amp;eacute; aqui rentabilidade de 40,32% desde maio de 2008, contra uma rentabilidade de -2,87% do Ibovespa no per&amp;iacute;odo. A rentabilidade das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es foi marginalmente inferior &amp;agrave; da m&amp;eacute;dia geral, com um resultado de 34,38%. No m&amp;ecirc;s, a alta total acumulada &amp;eacute; de 4,91% e, no ano, de 5,15%. Como um todo, a carteira tem perdido do Ibovespa no ano, mas no longo prazo tem batido o &amp;iacute;ndice da bolsa paulista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Captura-de-Tela-2012-03-04-às-11.53.04.png"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-19575" height="173" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Captura-de-Tela-2012-03-04-às-11.53.04.png" title="Captura de Tela 2012-03-04 às 11.53.04" width="235" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pr&amp;oacute;ximos passos? Como j&amp;aacute; adiantei h&amp;aacute; alguns dias, estou pensando em alternativas na renda fixa. A&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/selic-alternativas-tesouro-direto/"&gt; rentabilidade l&amp;iacute;quida dos t&amp;iacute;tulos do tesouro direto est&amp;aacute; caindo bastante&lt;/a&gt;, e n&amp;atilde;o a estou considerando atrativa para o longo prazo. Por ora, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o penso em vender os t&amp;iacute;tulos, j&amp;aacute; que os adquiri a taxas relativamente atraentes, &amp;agrave; exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;uacute;ltimos aportes. No in&amp;iacute;cio de mar&amp;ccedil;o, como veremos no pr&amp;oacute;ximo relat&amp;oacute;rio, investi a parte dos aportes mensais que seria alocada em renda fixa tamb&amp;eacute;m em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Mas preferi ser mais cauteloso: investi em um fundo de investimentos do Banco do Brasil que aporta seus investimentos em boas pagadoras de dividendos. N&amp;atilde;o sei se continuarei com essa estrat&amp;eacute;gia (a taxa de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de 2% ao ano, que considero alta), mas por ora &amp;eacute; o que farei, at&amp;eacute; decidir onde investir esse dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vamos ver o que acontece em mar&amp;ccedil;o. Boa sorte a todos em sua carteira de investimentos! E voc&amp;ecirc;, como se saiu em fevereiro? Conte-nos sua experi&amp;ecirc;ncia!&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=s1lYmaU4Qz0:js8Sq2l8LdI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=s1lYmaU4Qz0:js8Sq2l8LdI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=s1lYmaU4Qz0:js8Sq2l8LdI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=s1lYmaU4Qz0:js8Sq2l8LdI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/s1lYmaU4Qz0" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 05 Mar 2012 10:34:06 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/03/balanco-da-carteira-em-fevereiro2012/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Com a Selic caindo, quais são as alternativas para quem investe no tesouro direto?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/4RnmoqaJC4s/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huiivxEAwfiOgkbZD-SJSc7NA8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huiivxEAwfiOgkbZD-SJSc7NA8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huiivxEAwfiOgkbZD-SJSc7NA8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1huiivxEAwfiOgkbZD-SJSc7NA8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A taxa Selic est&amp;aacute; em novo movimento de queda que, a ser confirmado, trar&amp;aacute; um dilema para o pequeno investidor: continuar a investir nos t&amp;iacute;tulos do tesouro direto ou procurar alternativas em renda fixa? A pergunta &amp;eacute; v&amp;aacute;lida, j&amp;aacute; que a maioria dos t&amp;iacute;tulos indexados &amp;agrave; infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a a apresentar uma rentabilidade bastante inferior &amp;agrave; que vinha apresentando nos &amp;uacute;ltimos anos. Como nossa infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua bastante alta, em cerca de 6% ao ano, acredito que tais juros dificilmente se manter&amp;atilde;o muito abaixo das taxas atuais - seja para impedir o avan&amp;ccedil;o da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, seja para remunerar adequadamente o investidor. E isso aflige quem investe no tesouro direto - mas quem investe na poupan&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o est&amp;aacute; a salvo: para impedir que ela se torne mais atraente do que o investimento nos t&amp;iacute;tulos do tesouro direto, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas de que o governo logo alterar&amp;aacute; a sua rentabilidade. Dadas essas circunst&amp;acirc;ncias, o que o pequeno investidor deve fazer para procurar um investimento em renda fixa que o remunere adequadamente?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Retorno real pago pelos t&amp;iacute;tulos do tesouro direto tem diminu&amp;iacute;do bastante&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O retorno real dos t&amp;iacute;tulos do tesouro direto tem diminu&amp;iacute;do muito nos &amp;uacute;ltimos anos. H&amp;aacute; algum tempo, era comum ver t&amp;iacute;tulos NTN-B Principal pagando 7% de juros mais infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o medida pelo IPCA (e, h&amp;aacute; mais tempo, era comum ver juros ainda maiores). H&amp;aacute; um bom tempo, havia t&amp;iacute;tulos corrigidos pelo IGP-M - que ainda continuam a dar boas alegrias a seus iluminados propriet&amp;aacute;rios que os compraram. Hoje, os juros s&amp;atilde;o bastante inferiores a aqueles, mas ainda muito bons quando os comparamos com os pagos em outros pa&amp;iacute;ses. Mas, quando abatemos os impostos e taxas, a rentabilidade diminui muito. Vejamos a seguinte tabela:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="tesouro direto" border="0" height="146" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tesouro_real.png" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="tesouro_real.png" width="600" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerei, na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tabela, os seguintes fatores: infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 6% ao ano (utilizada para calcular a rentabilidade nominal da NTN-B Principal); t&amp;iacute;tulos com vencimento em 2015; Imposto de Renda calculado &amp;agrave; base de 15% ao ano, pois assumi um investimento de longo prazo, superior a dois anos; taxas da CBLC de 0,3% ao ano, desconsiderada a taxa de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,10%; e taxa de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,5% ao ano, que &amp;eacute; a taxa cobrada pelas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es oficiais, como BB e CEF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como voc&amp;ecirc; pode observar, a rentabilidade real dos t&amp;iacute;tulos do tesouro direto est&amp;aacute; muito baixa - apenas pouco mais de 2,5% acima da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isso significa que algu&amp;eacute;m que investisse seus recursos hoje poderia ter que esperar mais de 27 anos para ver o valor &lt;strong&gt;real &lt;/strong&gt;de seus investimentos atuais&amp;nbsp;&lt;strong&gt;dobrar &lt;/strong&gt;de valor. &amp;Eacute; muito, muito pouco&amp;hellip; e por isso, &amp;eacute; importante come&amp;ccedil;ar a pensar em alternativas ao tesouro direto.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Quais as alternativas ao tesouro direto? E&amp;hellip; mais importante, qual o risco associado a elas?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A boa not&amp;iacute;cia &amp;eacute; que existem alternativas ao tesouro direto. A m&amp;aacute; not&amp;iacute;cia &amp;eacute; que elas s&amp;atilde;o potencialmente mais arriscadas. Mas vejamos os principais produtos em que o investidor pode investir para tentar buscar uma rentabilidade maior:&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Deb&amp;ecirc;ntures&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/debentures/"&gt;Deb&amp;ecirc;ntures s&amp;atilde;o t&amp;iacute;tulos de cr&amp;eacute;dito emitidos por empresas com o objetivo de financiar a sua atividade&lt;/a&gt;. No tesouro direto, o investidor empresta seu dinheiro para o governo e recebe juros por isso. As deb&amp;ecirc;ntures s&amp;atilde;o parecidas: ao adquiri-las, o investidor empresta seu dinheiro &amp;agrave; empresa e recebe juros por isso.&amp;nbsp; No fundo, portanto, deb&amp;ecirc;ntures s&amp;atilde;o t&amp;iacute;tulos de renda fixa lastreados em d&amp;iacute;vida de empresas, n&amp;atilde;o do governo. O risco que o investidor corre &amp;eacute; o de levar um calote da empresa - o mesmo risco que assume ao comprar t&amp;iacute;tulos do tesouro direto, basicamente. Mas, ao contr&amp;aacute;rio do governo, que pode rolar sua d&amp;iacute;vida indefinidamente, e brincar com os &amp;iacute;ndices de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acordo com seu interesse (embora com o custo de perder credibilidade no mercado), uma empresa n&amp;atilde;o tem tal margem de credibilidade. Periodicamente, o BNDES tamb&amp;eacute;m tem emitido deb&amp;ecirc;ntures com boas taxas de rentabilidade. Para efeitos de imposto de renda, as deb&amp;ecirc;ntures s&amp;atilde;o tributadas como investimentos em renda fixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas qual a rentabilidade que algu&amp;eacute;m pode obter ao investir em uma deb&amp;ecirc;nture? Tudo depende do risco da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a emite: quanto maior a sua credibilidade, menores os juros. H&amp;aacute; deb&amp;ecirc;ntures emitidas pelo BNDES que pagam at&amp;eacute; 2015 uma taxa de IPCA + 5,4% - quase 1% a mais que os t&amp;iacute;tulos NTN-B Principal com vencimento em 2015. A Telemar Norte Leste, por sua vez, emitiu deb&amp;ecirc;ntures que pagam IPCA + 6% - uma taxa bastante elevada para os padr&amp;otilde;es atuais, que garantiria juros reais de 3,96%, descontado o imposto de renda.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;CDB&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Outra possibilidade &amp;eacute; o investimento em CDBs - Certificados de Dep&amp;oacute;sitos Banc&amp;aacute;rios -, que nada mais s&amp;atilde;o do que um instrumento de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos por parte dos bancos. Novamente, &amp;eacute; uma opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o parecida com um empr&amp;eacute;stimo: o investidor &amp;quot;empresta&amp;quot; seu dinheiro para que o banco o utilize em suas atividades e obt&amp;eacute;m, em retorno, uma taxa de juros determinada. Sobre o investimento, incidem Imposto de Renda e IOF (que, contudo, &amp;eacute; isento ap&amp;oacute;s 30 dias de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o). O Imposto de Renda &amp;eacute; calculado como aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda fixa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A rentabilidade do CDB normalmente &amp;eacute; atrelada ao DI (taxa de juros interfinanceiro - que &amp;eacute; a taxa que os bancos pagam para realizar empr&amp;eacute;stimos entre si). Al&amp;eacute;m disso, a rentabilidade do CDB varia em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do prazo do investimento (quanto maior, maiores as taxas) e do volume financeiro investido (quanto mais dinheiro aplicado, maior a taxa). De acordo com essas vari&amp;aacute;veis, o banco paga um percentual maior ou menor do DI. O DI, no acumulado dos &amp;uacute;ltimos 12 meses, apresentou uma rentabilidade de 11,60%, e com isso se torna poss&amp;iacute;vel estabelecer aproximadamente a rentabilidade de um CDB. H&amp;aacute; CDBs que pagam mais que o CDI, como por exemplo o Sofisa, que apresenta uma taxa de 107% do CDI (ou algo em torno de 12,41% - em termos de rentabilidade real, cerca de 4,29% ao ano) para um investimento com prazo superior a dois anos. Outro CDB com taxas bastante atraente &amp;eacute; o do Ficsa com prazo de 2.160 dias, que paga 112% do CDI, ou 12,99% ao ano em termos nominais (ou 4,76% em juros reais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para efeitos de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dificilmente os bancos mais tradicionais pagam mais do que 100% do CDI. E isso j&amp;aacute; mostra um dos maiores riscos do CDB: quanto maior o risco de a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira n&amp;atilde;o honrar com o compromisso, maior a taxa de juros paga por seus CDBs. Mas h&amp;aacute; uma certa seguran&amp;ccedil;a para o investidor: o investimento de at&amp;eacute; R$ 70.000,00 &amp;eacute; assegurado pelo Fundo Garantidor de Cr&amp;eacute;dito (FGC). Essa garantia se d&amp;aacute; &lt;strong&gt;por CPF&lt;/strong&gt;, ou seja, n&amp;atilde;o adianta nada pulverizar o investimento em CDBs de v&amp;aacute;rias institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Caso ocorra uma cat&amp;aacute;strofe e todas elas tenham problemas em pagar o acertado, o investidor corre o risco de perder grande parte de seu patrim&amp;ocirc;nio. &amp;Eacute; importante, ainda, que o investidor aplique menos do que os R$ 70.000,00 no CDB, j&amp;aacute; que, caso aplique o valor total, poder&amp;aacute; perder a sua rentabilidade caso a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o passe por problemas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;LCI&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Existem tamb&amp;eacute;m as LCIs - Letras de Cr&amp;eacute;dito Imobili&amp;aacute;rio. Elas consistem em &lt;a href="http://www.valoresreais.com/2011/03/13/o-que-e-lci-letra-de-credito-imobiliario/"&gt;instrumento de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos para o mercado imobili&amp;aacute;rio&lt;/a&gt;, e tamb&amp;eacute;m contam com a garantia do Fundo Garantidor de Cr&amp;eacute;dito (nos mesmos limites j&amp;aacute; apontados). Nos termos da Lei n&amp;ordm; 10.931/2004, a LCI tem como garantia a hipoteca ou a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiduci&amp;aacute;ria de um im&amp;oacute;vel, e ela serve justamente para ajudar a financiar o mercado imobili&amp;aacute;rio. Sua rentabilidade est&amp;aacute; atrelada, normalmente, ao CDI, assim como ocorre com os CDBs. Embora a taxa normalmente seja inferior, a grande vantagem da LCI est&amp;aacute; no fato de que elas s&amp;atilde;o isentas de imposto de renda. Uma LCI que pague algo em torno de 90% do CDI, por ser isenta do imposto de renda, traz um retorno real de 4,29%. A grande desvantagem da LCI est&amp;aacute; em sua baixa liquidez, j&amp;aacute; que a maior parte delas s&amp;oacute; pode ser resgatada no vencimento. Outro risco delas pode decorrer da pr&amp;oacute;pria instabilidade do setor imobili&amp;aacute;rio. Uma crise no setor pode levar a queda no pre&amp;ccedil;o dos im&amp;oacute;veis e, com isso, a garantia das LCIs perderia o seu valor e, caso o investidor tenha mais do que R$ 70.000,00 investidos, seu patrim&amp;ocirc;nio n&amp;atilde;o seria integralmente garantido pelo FGC.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;CRI&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Outro investimento atrelado ao mercado imobili&amp;aacute;rio &amp;eacute; o Certificado de Receb&amp;iacute;veis Imobili&amp;aacute;rios. Basicamente, o CRI &amp;eacute; um t&amp;iacute;tulo que concede o direito de receber uma determinada receita de um ou v&amp;aacute;rios im&amp;oacute;veis. O problema da CRI &amp;eacute; a sua destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o para investidores com maior patrim&amp;ocirc;nio, pois normalmente exige investimento inicial superior a mais de R$ 200.000. &amp;nbsp;As taxas tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o bastante atraentes - a CRI 11H0030182, emitida pela REP Mais Shopping Niteroi, por exemplo, est&amp;aacute; pagando uma taxa de IPCA + 8,00% at&amp;eacute; 2022 - uma rentabilidade alt&amp;iacute;ssima, n&amp;atilde;o &amp;eacute;? Isso significa juros reais de 7,55%! Mas por isso mesmo, os riscos s&amp;atilde;o altos. Se o empreendimento passar por problemas, pode ser que os juros acertados s&amp;oacute; sejam pagos por um tempo, e o investidor jamais recupere seu capital inicialmente investidor. Assim como as LCIs, esses investimentos s&amp;atilde;o isentos de imposto de renda.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;LCA&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por fim, existem tamb&amp;eacute;m as LCAs - Letras de Cr&amp;eacute;dito do Agroneg&amp;oacute;cio. S&amp;atilde;o t&amp;iacute;tulos emitidos por institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras com o objetivo de financiar o agroneg&amp;oacute;cio, e est&amp;atilde;o vinculados a direitos decorrentes de neg&amp;oacute;cios na &amp;aacute;rea rural. Assim como a LCI e o CRI, as LCAs tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o isentas de imposto de renda. Como desvantagem, o fato de que elas s&amp;oacute; podem ser resgatadas no vencimento e tamb&amp;eacute;m exigem um montante substantivo de investimento, sendo destinadas a investidores com maior patrim&amp;ocirc;nio. Sua rentabilidade est&amp;aacute; atrelada ao CDI, embora normalmente em um percentual inferior ao das LCIs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4RnmoqaJC4s:outUJJn4FsM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4RnmoqaJC4s:outUJJn4FsM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=4RnmoqaJC4s:outUJJn4FsM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4RnmoqaJC4s:outUJJn4FsM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/4RnmoqaJC4s" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Wed, 29 Feb 2012 09:35:50 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/selic-alternativas-tesouro-direto/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Promoção: curta o blog no Facebook e aprenda a investir com Peter Lynch</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Kj3jw6IZvBM/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QCwa9Zazbo4ogV0_YVGywMbW1uk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QCwa9Zazbo4ogV0_YVGywMbW1uk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QCwa9Zazbo4ogV0_YVGywMbW1uk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QCwa9Zazbo4ogV0_YVGywMbW1uk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma de minhas resolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ano novo foi a de ser mais bondoso com os leitores do blog. Afinal, se o blog tem alcan&amp;ccedil;ado um bom reconhecimento - com mais de 50.000 visitas mensais, e mais de 200.000 visualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de p&amp;aacute;ginas no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s -, tudo isso se deve aos leitores. Desde o ano passado eu pretendia come&amp;ccedil;ar a oferecer promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es que beneficiassem os leitores de alguma maneira, como fazem outros blogs brasileiros importantes. J&amp;aacute; recebi at&amp;eacute; alguns e-mails me chamando de muquirana por n&amp;atilde;o fazer promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es! Mas, por conta das vicissitudes da vida, e dos v&amp;aacute;rios projetos em que me envolvi - ano passado terminei o segundo mestrado e me submeti a um doloroso processo de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o doutorado -. acabou faltando tempo para executar esse projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;eacute; fiz um sorteio de um curso oferecido pela afiliada GWX da XP Investimentos, mas a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi relativamente baixa e o sorteio foi destinado apenas aos leitores de Bras&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas chegou&amp;nbsp;o momento de pensar em uma promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o ligada mais diretamente ao site. E s&amp;oacute; depende voc&amp;ecirc;, leitor, que comecemos em grande estilo. Como voc&amp;ecirc; pode perceber, o blog est&amp;aacute; vindo bem nas m&amp;iacute;dias sociais. Temos &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/com/QIdx"&gt;mais de 4.000 leitores cadastrados em nosso RSS Feed/Newsletter&lt;/a&gt;, e mais de 1.000 seguidores no nosso &lt;a href="http://twitter.com/peqinv"&gt;perfil do Twitter&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;O problema &amp;eacute; que nossa lista de leitores que curtem o blog no Facebook ainda est&amp;aacute; no ch&amp;atilde;o. Apenas pouco mais de 280 leitores s&amp;atilde;o f&amp;atilde;s do blog no Facebook, o que &amp;eacute; incongruente com os demais n&amp;uacute;meros que temos obtido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, decidi dar um empurr&amp;atilde;ozinho: quem se tornar f&amp;atilde; do blog concorrer&amp;aacute;, no dia 6 de mar&amp;ccedil;o, a livros que considero excelentes fontes de conhecimento. Mas, para isso, nossos leitores ter&amp;atilde;o que conseguir alcan&amp;ccedil;ar, progressivamente, alguns objetivos. As regras s&amp;atilde;o as seguintes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1) Para participar do sorteio, os leitores dever&amp;atilde;o &lt;a href="https://www.facebook.com/pages/O-pequeno-investidor/133482896716626?sk=app_154246121296652"&gt;curtir a p&amp;aacute;gina do blog do Facebook&amp;nbsp;e clicar no bot&amp;atilde;o &amp;quot;Participar da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;&lt;/a&gt;. Basta clicar no link para participar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2) O livro sorteado &amp;eacute; &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22569514&amp;amp;sid=87361199614212493099572711"&gt;O jeito Peter Lynch de investir&lt;/a&gt;, que &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/aprendendo-a-investir-com-peter-lynch/"&gt;j&amp;aacute; resenhamos no blog&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3) O n&amp;uacute;mero de livros sorteados depender&amp;aacute; do n&amp;uacute;mero de f&amp;atilde;s atingido no prazo final do sorteio. Quem curtir a p&amp;aacute;gina do blog no Facebook, j&amp;aacute; concorrer&amp;aacute; a um livro. Caso Se ao final do prazo for alcan&amp;ccedil;ada a marca de 400 f&amp;atilde;s, ser&amp;aacute; sorteado mais 1 livro; e &amp;nbsp;a cada 100 novos f&amp;atilde;s a partir dessa marca, ser&amp;aacute; sorteado mais um livro, at&amp;eacute; o limite de 1.000 f&amp;atilde;s. Ou seja, se alcan&amp;ccedil;armos 500 f&amp;atilde;s, ser&amp;atilde;o 3 livros; 600 f&amp;atilde;s, 4 livros sorteados; e assim por diante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4) O prazo? Voc&amp;ecirc;s t&amp;ecirc;m at&amp;eacute; o dia 06 de mar&amp;ccedil;o, &amp;agrave; meia-noite, para participar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5) Ao final do sorteio, os leitores sorteados ser&amp;atilde;o contactados via Facebook para acerto da forma de envio da obra. Caso n&amp;atilde;o haja exemplares dispon&amp;iacute;veis no Submarino ou na Livraria Cultura (em meio online), a obra ser&amp;aacute; substitu&amp;iacute;da por outra de pre&amp;ccedil;o compat&amp;iacute;vel, a ser combinado no momento do contato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixem de divulgar a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o: afinal, quanto mais participantes, mais livros ser&amp;atilde;o sorteados!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/pages/O-pequeno-investidor/133482896716626?sk=app_154246121296652"&gt;Clique aqui para participar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Kj3jw6IZvBM:g5jHRCOpAaI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Kj3jw6IZvBM:g5jHRCOpAaI:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Kj3jw6IZvBM:g5jHRCOpAaI:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Kj3jw6IZvBM:g5jHRCOpAaI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Kj3jw6IZvBM" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 28 Feb 2012 09:19:46 -0300</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/promocao-curta-o-blog-no-facebook-e-ganhe-premios/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>ETF IT Now IDIV: uma boa maneira de ganhar dividendos sem dor de cabeça</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/uOkr_7Ez7oU/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RvcBeVYXu_8IjJ2SdEOsdJbPH-M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RvcBeVYXu_8IjJ2SdEOsdJbPH-M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RvcBeVYXu_8IjJ2SdEOsdJbPH-M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RvcBeVYXu_8IjJ2SdEOsdJbPH-M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Investir em ETF (Exchange Traded Fund) é uma grande maneira de investir em ações para quem não tem tempo de analisar individualmente cada uma das ações em que investe e também não quer pagar as altas taxas de administração cobradas pelos fundos de investimento. Além disso, uma &lt;a title="Receber dividendos ou juros da renda fixa?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/receber-dividendos-ou-juros-da-renda-fixa/" target="_blank"&gt;boa maneira de investir em ações é comprar ações de empresas que pagam bons dividendos&lt;/a&gt;. Que tal, então, juntar as duas coisas? Investir em ações de empresas boas pagadoras de dividendos com a comodidade de um fundo de investimento, sem pagar taxas tão altas? É o que oferece o ETF It Now IDIV.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Como funciona o ETF IT Now IDIV?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O objetivo de um ETF é reproduzir o desempenho de um índice em particular. O BOVA11, por exemplo, reproduz o desempenho do índice Ibovespa. O IT Now IDIV, por sua vez, busca reproduzir o desempenho índice Dividendos, que é composto pelas empresas do Ibovespa que apresentaram os maiores &lt;em&gt;dividend yield&lt;/em&gt; nos 24 meses anteriores à seleção da carteira, excluídas as empresas que emitem BDRs ou que estejam em recuperação judicial ou em falência. O índice inclui empresas como Ambev, Banco do Brasil, Cielo, Cemig, Coelce, CPFL Energia, Eletropaulo, Marcopolo, BM&amp;amp;F Bovespa, entre várias outras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para investir, o processo é idêntico ao da compra de uma ação. Basta digitar o código do ETF no home broker - no caso, o código é DIVO11 - e comprar o ativo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em termos de rentabilidade, o índice Dividendos tem superado o Ibovespa com consistência nos últimos anos, como ilustra a tabela abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ETF.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ETF.png" alt="ETF" width="596" height="214" border="0" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-20-às-16.40.07.png"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Embora haja períodos em que o índice Dividendos perde do Ibovespa - principalmente nos períodos de alta espetaculares, o índice mostra muito mais resiliência nos momentos de queda. No longo prazo, isso significa que, quando o Ibovespa dispara, o índice Dividendos sobe menos; mas quando o Ibovespa despenca, a tendência do índice é cair menos ou, em alguns casos, até subir. No ano passado, por exemplo, o índice Dividendos subiu 13,99%, quando o Ibovespa despencou quase 20%. Ou seja, quem investiu em algum fundo que replicasse esse índice praticamente não viu a crise do ano passado. Além disso, a crise de 2008 foi bem mais suportável para quem investiu nas ações que compõem esse índice: uma queda de 23,34% contra mais de 40% do Ibovespa. Em vermelho, estão destacados os anos em que o índice Dividendos perdeu para o Ibovespa; em azul, os anos em que o índice superou o Ibovespa.&lt;/p&gt;

No acumulado, o índice apresentou ganho de 114,83% contra 27,62% do Ibovespa.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Quais os custos de investir no ETF DIVO11?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O custo é o mesmo de investir em qualquer fundo de ações: taxa de administração e imposto de renda. A taxa de administração, contudo, é mais barata: enquanto a maioria dos fundos de ações cobra cerca de 2% (ou até mais) para quem investe, no ETF a taxa é bastante mais amena: no caso do DIVO11, apenas 0,60% ao ano. Cuidado apenas com o imposto de renda: ao contrário do investimento em ações, que ainda goza de isenção para resgates até R$ 20.000,00, o investimento em ETFs não possui limite de isenção. Ou seja, qualquer resgate é suscetível de pagamento de imposto à razão de 15% sobre o lucro obtido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De minha parte, estou pensando seriamente em alocar os meus futuros investimentos que seriam destinados à renda fixa para esse fundo. É bastante mais volátil do que o investimento em títulos do tesouro, mas acredito que no médio e longo prazo a rentabilidade será mais compensadora. Além disso, considero que meu "colchão de segurança" em investimentos em renda fixa já está formado, razão pela qual considero razoável assumir um pouco mais de volatilidade em minha carteira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E você, já investe em ETF ou se interessou pelo investimento em ETF? Não deixe de opinar sobre o tema, mostrando seu ponto de vista aos demais leitores!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/e-possivel-viver-de-dividendos/"&gt;É possível viver de dividendos? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/empresas-dividendos/"&gt;As empresas que mais pagaram dividendos nos últimos cinco anos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/dividendo/"&gt;Brasil é o que mais paga dividendos por ação entre os BRICs &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/receber-dividendos-ou-juros-da-renda-fixa/"&gt;Receber dividendos ou juros da renda fixa? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/09/dividendos-reduz-preco-acao/"&gt;O pagamento de dividendos reduz o preço da ação?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/03/a-forca-do-reinvestimento-dos-dividendos/"&gt;A força do reinvestimento dos dividendos &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/lucro-por-acao-dividendos/"&gt;Não confunda o lucro por ação da empresa com dividendos! &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=uOkr_7Ez7oU:7G-kuw472lE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=uOkr_7Ez7oU:7G-kuw472lE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=uOkr_7Ez7oU:7G-kuw472lE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=uOkr_7Ez7oU:7G-kuw472lE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/uOkr_7Ez7oU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 26 Feb 2012 12:57:54 -0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">FC40F963-9B37-4FDD-A65A-3259B44A0901</guid>
        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/etf-it-now-idiv/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Análise da Petrobras</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/zLrmdouqtto/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghaTM6aRoyXRGFGuhCsQoWeGTFk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-20-às-16.40.07.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

Petrobras e Vale são as empresas mais populares da bolsa de valores brasileira. Nos últimos 17 anos, foram a razão da alegria de muitos investidores que investiram seus recursos em suas ações. Mas, nos últimos tempos, ambas as empresas têm trilhado caminhos bastante distintos. Enquanto a Vale ainda se mantém com um forte ritmo de crescimento em seus lucros, a Petrobras tem derrapado desde que se anunciou a descoberta de petróleo no pré-sal. Muito da performance apenas mediana se deve a problemas de câmbio e à variação no preço do petróleo (problemas com os quais a Vale também tem que lidar, já que é uma característica do setor de &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt;), mas decerto o fator que tem mais afastado os investidores da Petrobras é a excessiva interferência do governo brasileiro na companhia. Mas, apesar dos problemas, vale a pena investir na companhia?
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Vendas da Petrobras aumentam em ritmo superior ao lucro&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O primeiro fator a ser destacado é que o lucro por ação da Petrobras tem crescido a um ritmo menor do que o ritmo de crescimento da receita líquida. Dê uma olhada nos seguintes gráficos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="LPA.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/LPA.png" alt="LPA" width="650" height="160" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro gráfico mostra o crescimento do lucro por ação da Petrobras. Veja como o lucro por ação mostra um crescimento constante até 2006, em 2007 uma queda abrupta, seguido de forte crescimento em 2008. Em 2009, nova queda no lucro, para um avanço forte em relação a 2009, mas pequeno em relação a 2008. Em 2011, um lucro por ação próximo ao obtido em 2008. O segundo gráfico mostra o crescimento da receita líquida de vendas - ou seja, o valor líquido que a empresa recebeu por suas vendas no período. A receita variou bem menos do que o lucro por ação da Petrobras - tem crescido com relativa constância em todo o período, com uma breve queda em 2009, justamente o ano em que a crise do setor imobiliário norte-americano mais afetou a economia real. De lá para cá, a receita apresentou uma continuidade no ritmo de crescimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso tudo fica ainda mais claro quando examinamos o terceiro gráfico, que consolida a comparação entre o crescimento do lucro por ação e a receita líquida de vendas: vejam como a receita mantém um ritmo de crescimento vigoroso por todo o período, enquanto o lucro por ação cresce a um ritmo bastante inferior. No período compreendido entre 2004 e 2011, o lucro por ação cresceu a uma taxa composta de 8,10%, ao passo que a receita líquida evoluiu a uma taxa composta de 10,71%. Parece uma diferença pequena, mas ela é responsável por uma grande distorção ao final: os lucros cresceram 86,52% entre 2004 e 2011, ao passo que a receita líquida de vendas cresceu 125,67% no mesmo período - uma performance quase 50% inferior!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Por que a relação entre o lucro e a receita é importante? Por que ela mostra se a empresa tem sido eficiente na administração de seus recursos. Uma empresa que consiga aumentar seus lucros a uma taxa superior ao do aumento da receita provavelmente está diminuindo seus custos. Já uma empresa que aumente os lucros a uma taxa muito inferior ao do aumento de sua receita provavelmente está administrando seus recursos de maneira ineficiente. Infelizmente, parece que é o que está acontecendo com a Petrobras. Quando examinamos a margem de lucro da Petrobras, isso fica claro:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="MLucro.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/MLucro.png" alt="MLucro" width="650" height="160" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O gráfico indica que a Petrobras tem perdido eficiência, ou seja, sua margem de lucro tem diminuído ao longo dos anos. A margem de lucro bruta caiu de 41,68% para 31,63% entre 2004 e 2011 (uma queda de aproximadamente 25%), e a margem de lucro líquida também caiu consideravelmente, de 16,51% para 13,64% - cerca de 18% no período.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa queda de eficiência também pode ser observada com o exame do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) da empresa:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ROE.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ROE.png" alt="ROE" width="310" height="268" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O ROE da companhia despencou de 28,68% em 2004 para 10,10% em 2011. Ou seja, em apenas 7 anos o retorno sobre o patrimônio líquido da empresa caiu aproximadamente 65%! É uma queda imperdoável. O ROE indica a eficiência com que a companhia consegue transformar seu patrimônio líquido em lucro líquido. Uma queda de 65% significa que a Petrobras precisa, hoje, de um patrimônio três vezes maior do que o de 2004 para gerar o mesmo lucro líquido daquele ano! O resultado só não foi mais impactante para o acionista porque o patrimônio líquido da empresa avançou significativamente no período - mais do que três vezes -, o que tornou possível que o lucro apresentado em 2011 seja superior ao de 2004:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" title="VPA.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/VPA1.png" alt="Petrobras" width="326" height="298" border="0" /&gt;Como você pode observar, o valor do patrimônio por ação - ou seja, a fração do patrimônio líquido que corresponde a cada ação da empresa - saltou de R$ 4,77 para R$25,29 - um aumento de 429,68%, ou 23,17% ao ano. Mas esse salto não foi linear. Entre 2004 e 2009, a taxa de crescimento foi de 16,97% ao ano. Entre 2010 e 2011, de apenas 7,53% ao ano. Mas… entre 2009 e 2010, a taxa saltou de R$ 12,22 para R$ 23,52 - um aumento espetacular de 92,47%. Por que isso aconteceu? Como você está lembrado, &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/11/os-resultados-da-capitalizacao-da-petrobras-para-o-investidor/"&gt;em 2010 a empresa realizou um processo de capitalização magnífico&lt;/a&gt;, que aumentou espetacularmente seu patrimônio. Mas a que custo? O de tornar a empresa extremamente ineficiente na geração de lucro para o acionista. Como era esperado, o aumento abrupto do patrimônio líquido é o fator que explica a queda abrupta no ROE, já que o novo patrimônio em reservas do pré-sal ainda não foi capaz de gerar um aumento substancial nos lucros da empresa. Como o patrimônio aumentou abruptamente sem gerar lucro novo, a rentabilidade total do patrimônio líquido despencou. A aposta da companhia é de que o lucro do pré-sal só será percebido nos próximos anos, e por isso o investidor não teria com o que me preocupar. De minha parte, continuo com as "barbas de molho". O ROE da Petrobras já vinha despencando desde 2005. As margens de lucro também já vinham apresentando desempenho inconsistente. A capitalização da empresa só veio a confirmar a perda de eficiência, não gerá-la. A empresa continua bastante capaz de honrar suas dívidas. Seu índice de liquidez geral está em 2,22 - resultado também impactado pelo processo de capitalização, já que os ativos da companhia aumentaram bastante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, não há o que se preocupar no tocante à capacidade de a empresa continuar operando. O que me preocupa é a capacidade dela gerar valor a seus acionistas. Esta parece ser a última das preocupações da Petrobras. O lucro vem sendo inconstante, a empresa tem perdido eficiência ao longo do tempo e, para piorar, os dividendos pagos também têm sido bastante inconstantes:&lt;/p&gt;

&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="div.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/div.png" alt="Div" width="314" height="272" border="0" /&gt;Como pode ser observado, a empresa pagou menos dividendos em 2011 do que pagava em 2006! Pior do que isso, a tendência dos últimos anos tem sido declinante. Desde 2008, quando a Petrobras pagou aproximadamente o mesmo valor em dividendos por ação, o valor pago tem diminuído a cada ano.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Que rentabilidade esperar das ações da Petrobras?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;É difícil prever como serão os próximos anos da empresa. O pré-sal ainda deve exigir muitos investimentos antes que traga os lucros que dele se espera. Além disso, o retorno esperado depende de muitas variáveis que não estão nas mãos da companhia: a regulação do setor, a interferência do governo, o câmbio, o preço do petróleo. Além disso, eventualmente a empresa necessitará de uma nova capitalização para poder investir o montante necessário para explorar o pré-sal, tornando-a ainda mais ineficiente na geração de lucro. São esses os motivos que me levaram, há algum tempo, a me desfazer das ações que eu tinha da empresa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De qualquer modo, tracei uma expectativa de rentabilidade para quem decidir investir na empresa. Realizei dois tipos de simulação: uma moderada, levando em consideração o ritmo de crescimento do lucro por ação da Petrobras nos últimos oito anos; e uma bastante conservadora, levando em consideração o ritmo de crescimento do lucro por ação a um ritmo mais baixo, de metade do ritmo que a empresa apresentou no período. Sei que essa é uma previsão bastante conservadora, mas acredito que é melhor ser conservador do que otimista demais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vejamos os resultados:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cálculos moderados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em primeiro lugar, indico que os cálculos aqui indicados &lt;strong&gt;não significam qualquer recomendação de compra ou venda da empresa&lt;/strong&gt;. São apenas estimativas nas quais eu me baseio para decidir investir ou não em uma companhia, e não que eu esteja recomendando para ninguém. Ressalto que não sou analista de mercado certificado e, portanto, minhas considerações devem ser objeto de reflexão por parte dos leitores, que são os únicos responsáveis por suas decisões de investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para efetuar esses cálculos, levei em consideração que a Petrobras tem apresentado um crescimento médio no lucro por ação de 8,10% ao ano de 2004 a 2011 e, por considerar essa taxa medianamente razoável para o longo prazo, decidi utilizá-la para projetar o crescimento dos lucros nos próximos 10 anos. Além disso, considerei que a empresa deverá manter o patamar dos dividendos em sua média histórica dos últimos 8 anos, de cerca de 3,76% ao ano. Com esses parâmetros em mãos, tracei a seguinte projeção:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/moder.png"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-19360 aligncenter" title="moder" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/moder.png" alt="" width="535" height="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, mantido esse ritmo de crescimento, a Petrobras teria, em 2022, um lucro por ação de R$ 6,02. Como o P/L médio apresentado pela companhia no período de 2004 a 2011 foi de 11,52, utilizei esse indicador para calcular a cotação média esperada para 2022 - que seria de R$ 69,34. Com uma cotação atual de R$ 24,05, isso significaria uma rentabilidade total de 188,32%, ou 11,17% ao ano, sem computar os dividendos. Computando-os, a rentabilidade total já seria de 256,75%, ou 13,56% ao ano. Trata-se de rentabilidade superior à apresentada pela Selic, que está na casa de 10,5% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assumindo essas premissas, quem investir hoje R$ 24.500,00, comprando 1.000 ações da empresa, poderá esperar um patrimônio total, sem reinvestir dividendos, de R$ 85.798,12 em 2022. Ressalte-se apenas que isso depende de o mercado manter o P/L em sintonia com sua média histórica. Caso o P/L atual seja mantido, na casa de 9,42, a cotação média esperada já ficaria na casa de R$ 56,70, e a rentabilidade já cairia para 135,76% (sem dividendos), ou 8,95% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Note ainda que, se as premissas estiverem adequadas, os preços atuais da Petrobras indicam que, quem comprar ações hoje, estará levando a empresa por um índice P/L equivalente a 4,00 em relação aos lucros projetados para 2022.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cálculos conservadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso adotássemos a premissa mais conservadora de que o crescimento do lucro por ação da Petrobras cairia para 50% do ritmo apresentado nos últimos 8 anos, a rentabilidade esperada do investimento seria muito pior. A nova projeção seria a seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/conserv1.png"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-19361 aligncenter" title="conserv" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/conserv1.png" alt="" width="536" height="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com essas premissas, em 2022 o lucro por ação da Petrobras estaria na casa de R$ 3,95, e a cotação média esperada, com o P/L médio dos últimos anos, seria de R$ 45,55 em 2022. No total, a rentabilidade esperada sem dividendos é de 89,4% (ou 6,6% ao ano). Com os dividendos, o retorno já subiria para 157,65%, ou 9,93% ao ano. Perceba o quanto os dividendos geram impacto positivo para a rentabilidade ao final do período: nesse último caso, mais conservador, eles corresponderiam a quase metade de toda a rentabilidade obtida no investimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo de indicadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Seguem, ainda, algumas tabelas com minhas premissas. Nessa primeira tabela, resumo uma simulação de um investimento inicial de alguém que adquirisse 1.000 ações da empresa aos preços atuais. Indico a rentabilidade esperada conforme as premissas que estabeleci acima. Na parte final do gráfico está a margem de segurança esperada atualmente. Pelos meus cálculos, extraído de uma média das premissas conservadora e moderada, o preço justo das ações da companhia é de R$ 31,21 - aproximadamente 22,95% acima do preço atual. Uma premissa mais conservadora indicaria um preço justo de R$ 30,62, com uma margem de segurança de 21,45%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/indic1.png"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-19362" title="indic1" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/indic1.png" alt="" width="515" height="447" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conclusões? De minha parte, acredito que os indicadores da Petrobras ainda mostram forte incerteza sobre o futuro da empresa. De qualquer modo, mesmo quem decida investir na empresa aos preços atuais pode esperar obter uma rentabilidade medianamente superior à renda fixa nos próximos anos. Se as expectativas dos mais otimistas se confirmarem, é possível até que minha projeção moderada se mostre conservadora demais. De minha parte, embora acredite que seja razoável a probabilidade de o futuro ser mais otimista do que minhas previsões, prefiro permanecer cauteloso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://Os%20resultados%20da%20capitaliza%C3%A7%C3%A3o%20da%20Petrobras%20para%20o%20investidor%20(12.5)"&gt;Os resultados da capitalização da Petrobras para o investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/06/souza-cruz/"&gt;Análise da Souza Cruz &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/a-capitalizacao-da-petrobras-e-o-pequeno-investidor/"&gt;A capitalização da Petrobras e o pequeno investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/analise-da-companhia-siderurgica-nacional/"&gt;Análise da Companhia Siderúrgica Nacional &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/cielo/"&gt;Análise da Cielo &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/analise-de-drogasil/"&gt;Análise de Drogasil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/analise-da-eletropaulo/"&gt;Análise da Eletropaulo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/todo-mundo-tem-que-investir-em-petrobras-e-vale/"&gt;Todo mundo tem que investir em Petrobras e Vale? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/analise-fundamentalista-tecnica/"&gt;Análise fundamentalista ou análise técnica? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/ambev-uma-empresa-com-vantagem-competitiva/"&gt;Ambev: uma empresa com vantagem competitiva &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=zLrmdouqtto:5hk8kxrNcqQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/zLrmdouqtto" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Feb 2012 16:57:46 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/analise-da-petrobras/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Poupança e tesouro direto: o que é mais rentável?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Lquneu_TshA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YjzrkF83c-WlVzYws-qldRc26KU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poupança ou tesouro direto? O que rende mais? Muitas vezes, é difícil comparar a rentabilidade entre investimentos de natureza diferentes. Afinal, cada investimento está sujeito a uma regulação diferente, a impostos diferentes, e a uma metodologia de cálculo diferente. Por essa razão, muitas pessoas preferem nem tentar comparar investimentos de natureza diferente e acabam por decidir investir na modalidade de investimento mais cômoda - normalmente, a poupança. Nesse post, pretendo traçar uma comparação entre a rentabilidade líquida do &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/?s=%22tesouro+direto%22"&gt;Tesouro Direto&lt;/a&gt; e a poupança, a fim de verificar qual modalidade de investimento é potencialmente a mais atrativa para o investidor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-20-às-16.40.07.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Os custos do tesouro direto diminuem o retorno dos títulos públicos em relação à poupança&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De partida, os títulos do tesouro direto já têm uma desvantagem séria com relação à poupança: eles trazem embutidos três taxas, que reduzem substancialmente a rentabilidade do investimento. Em primeiro lugar, existe a taxa de negociação, que corresponde a 0,10% sobre o valor total investido. Em um investimento de R$ 10.000,00, essa taxa corresponderia a R$ 10,00. Além disso, existe a taxa de custódia cobrada pela BM&amp;amp;F Bovespa, correspondente a 0,3% por ano de investimento - ou R$ 30,00 sobre um investimento de R$ 10.000,00. Por fim, existe a taxa de custódia cobrada pelo próprio agente de custódia, que é a instituição a partir da qual os títulos são negociados. Ela varia entre 0% e 1% ao ano. Essas taxas são cobradas automaticamente no momento em que a aplicação é efetuada.&lt;/p&gt;

E também não podemos desconsiderar os efeitos do imposto de renda na rentabilidade: há uma alíquota entre 15% e 22,5%, que diminui ao longo do tempo. A alíquota mais baixa é cobrada para os investimentos com prazo superior a 720 dias. Investimentos resgatados em menos de 30 dias após a aplicação sofrem ainda a incidência de IOF. Portanto, não se esqueça: o ideal, ao investir no Tesouro Direto, é aplicar apenas o valor que se deseja resgatar a partir de dois anos após o momento da aplicação.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Custos com impostos e taxas podem levar a retorno menor no tesouro direto em relação à poupança&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ao investir no tesouro direto, o investidor tem o poder de controlar três variáveis que terão impacto fundamental em sua rentabilidade: o prazo do investimento, que afetará a alíquota de Imposto de Renda; a instituição financeira onde investe seus recursos, que afeta a &lt;a title="As taxas de administração cobradas no tesouro direto" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/" target="_blank"&gt;taxa cobrada pelo agente de custódia&lt;/a&gt;; e o título do tesouro direto que pretende adquirir, o que determina a rentabilidade bruta esperada. Esses fatores são essenciais para definir se é melhor investir no tesouro direto ou na poupança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para comparar ambas as modalidades de investimento, fiz algumas simulações, variando o prazo do investimento e a taxa de custódia. Para realizar a simulação, escolhi vários títulos do tesouro direto - alguns corrigidos pela inflação, como as NTN-B Principal, e outros com taxas pré-fixadas. Como parâmetro de comparação, fixei a rentabilidade da poupança em 7,45%, que corresponde à taxa dos últimos 12 meses. Além disso, usei a remuneração da data de 17 de fevereiro para fixar a rentabilidade dos títulos do tesouro direto, e para o cálculo da inflação nos títulos corrigidos pelo IPCA, usei o índice de inflação de 6%. Por fim, considerei a rentabilidade dos títulos apenas baseada na taxa esperada por quem decidisse carregar os títulos até o vencimento, desconsiderando os efeitos da flutuação nas taxas de juros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No primeiro exemplo, o investidor aplicou seus recursos por um prazo superior a dois anos, garantindo a menor alíquota de imposto de renda possível, e escolheu uma instituição que não cobra a taxa do agente de custódia. Vejamos os resultados:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="sim1.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sim1.png" alt="tesouro direto" width="600" height="141" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, o &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/recomendo/tesourodireto"&gt;Tesouro Direto&lt;/a&gt; apresentou, nessas circunstâncias, uma rentabilidade líquida bastante superior à poupança. No melhor caso - a NTN-B Principal com vencimento em 2024 teve uma rentabilidade de 9,19%, 23,33% superior à da poupança. No pior cenário (LTN 2015), o investidor ainda conseguiria uma rentabilidade 11,12% superior à poupança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vejamos o segundo cenário:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="sim2.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sim2.png" alt="Sim2" width="600" height="136" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nessa simulação, o agente de custódia cobra uma taxa de 0,5% (como o Banco do Brasil, por exemplo), e o investidor decidiu aplicar seus recursos por apenas um ano, recolhendo um imposto de renda à base da alíquota de 22,5%. Nessa situação, a vantagem do tesouro direto sobre a poupança diminui consideravelmente. Em três casos - NTN-B Principal com vencimento em 2015, LTN com vencimento em 2015 e NTN-F com vencimento em 2017, a rentabilidade é inclusive inferior à da poupança. Isso reforça o que havíamos dito antes: tesouro direto é para investimentos superiores a 2 anos!!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="sim3.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sim3.png" alt="Sim3" width="600" height="136" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O terceiro cenário é o pior dos três. Nele, o investidor aplica em uma instituição que cobra 1% de taxa de agente de custódia (como o Itaú, por exemplo), e investe por um prazo inferior a um ano, incorrendo em uma alíquota de imposto de renda de 22,5%. Nessa situação, TODOS os títulos do tesouro direto examinados apresentariam rentabilidade inferior à da poupança - em alguns casos, inferior em mais de 10%!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essas simulações mostram a importância de escolher instituições que cobrem uma taxa de custódia mais baixa e de manter os títulos em sua carteira de investimentos por pelo menos 720 dias. Não cumpridas essas condições, investir no tesouro direto pode resultar em rentabilidade bastante inferior à da poupança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/tesouro-direto-rende-mais-que-a-bolsa-na-decada/"&gt;Tesouro Direto rende mais que a bolsa na década &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/comeando-investir-no-tesouro-direto/"&gt;Começando a investir no tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/manual-do-tesouro-direto/"&gt;Manual do Tesouro Direto&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/"&gt;As taxas de administração cobradas no tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/boas-novidades-para-o-tesouro-direto/"&gt;Boas novidades para o Tesouro Direto &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Lquneu_TshA:YtjiPpgEOoQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Lquneu_TshA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 20 Feb 2012 16:47:09 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/tesouro-direto-poupanca/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Brasil é o que mais paga dividendos por ação entre os BRICs</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/XhFWzjcHXyQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BmGudgxtlE2iMP7oekBoy21RTRw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Mais uma boa notícia para os investidores brasileiros: o &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;das empresas brasileiras, que reflete o percentual pago em dividendos em relação ao total investido em uma companhia, é o maior entre os países emergentes.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Dividendos brasileiros estão entre os maiores do planeta&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É o que mostra matéria do &lt;a href="https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/2/16/dividendo-na-bolsa-local-e-o-mais-atrativo-entre-os-bric" target="_blank"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;Mesmo após a valorização superior a 14% do Índice Bovespa no ano, a bolsa brasileira ainda se mostra atrativa ao investidor em relação a outros mercados emergentes. Entre os países que compõem o grupo dos Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China), o Ibovespa é aquele que apresenta o maior retorno médio com dividendos para os investidores. Além disso, o mercado acionário local está mais barato que a média de outros emergentes. Isso quer dizer que o investidor pode sair comprando tudo, sem realizar muita análise? Não é bem assim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

Estimativas da Ágora Corretora mostram que o retorno apenas com dividendos - o chamado "dividend yield" - projetado para o Índice Bovespa neste ano é de 3,6%, em média. O valor está acima dos 2% registrados pela Rússia, enquanto a bolsa da China apresenta "dividend yield" médio de 1,6% e a da Índia, de 1,5%.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Um &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;mais elevado pode sinalizra que, mesmo após as altas recentes, as ações do Ibovespa podem estar desvalorizadas. Isso acontece porque, quanto mais baratas as ações de uma empresa, maior o &lt;em&gt;dividend yield&lt;/em&gt;, desconsiderados outros fatores.  Por exemplo, uma empresa que distribua R$ 1,00 em dividendos por ação e esteja cotada a R$ 10,00 paga um &lt;em&gt;dividend yield &lt;/em&gt;de 10%; uma empresa que distribua o mesmo valor e esteja cotada a R$ 5,00, tem uma rentabilidade em dividendos de 20%.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Não apenas os dividendos levam a essa conclusão; o P/L brasileiro também indica atratividade&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A matéria ainda  indica que o indicador P/L do Ibovespa está mais atraente do que o dos demais BRICs, o que sugere, novamente, que os preços das ações brasileiras estão razoáveis para o investidor de longo prazo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;blockquote&gt;Quando se fala em Preço/Lucro (P/L, indicador que dá uma ideia do prazo para o investidor ter retorno dos papéis), o Ibovespa também se mostra ainda bastante atraente. Quanto menor essa relação, melhor. Esse indicador da bolsa brasileira se mostra mais alto apenas que os das bolsas da Rússia e de Hong Kong. O P/L do mercado acionário brasileiro é de 10,8 vezes, enquanto o russo está em 5,8 vezes e o de Hong Kong, em 9,4.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;"Mesmo após vários pregões de alta, o Brasil ainda se mostra mais atrativo e abaixo da média dos outros países", ressalta Cataldo, da Ágora. Entre os emergentes analisados, a bolsa da Índia é a que se mostra mais cara, com P/L de 17,6 vezes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;À primeira vista, apesar de o Ibovespa ter apresentado uma das maiores valorizações entre os mercados acionários mundiais neste ano, a bolsa brasileira ainda não está cara, afirma Martins, do BofA. O investidor, no entanto, deve manter uma certa cautela, pois o fluxo de recursos para o Brasil ocorreu de maneira muito forte e rápida, abrindo espaço para a realização de lucros. Só para se ter ideia, no acumulado do ano, o saldo (aplicações menos resgates) de investimento estrangeiro na bolsa estava positivo em R$ 7,644 bilhões até o dia 13 de fevereiro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pelos cálculos do BofA, o P/L da bolsa local projetado para os próximos 12 meses é de 9,9 vezes ante 10,4 dos emergentes e de 11,5 vezes no mundo. Observando-se o P/L histórico do Ibovespa, é possível perceber também que não há sobrevalorização, diz Martins, lembrando que a média histórica do indicador é de 11 vezes.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;Será que os bons tempos na bolsa podem estar voltando? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/empresas-dividendos/"&gt;As empresas que mais pagaram dividendos nos últimos cinco anos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/07/lucro-por-acao-dividendos/"&gt;Não confunda o lucro por ação da empresa com dividendos! &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/08/a-taxa-de-crescimento-dos-dividendos/"&gt;A taxa de crescimento dos dividendos &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/09/dividendos-reduz-preco-acao/"&gt;O pagamento de dividendos reduz o preço da ação? 
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/03/e-possivel-viver-de-dividendos/"&gt;É possível viver de dividendos? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/receber-dividendos-ou-juros-da-renda-fixa/"&gt;Receber dividendos ou juros da renda fixa?&lt;/a&gt; 
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/03/a-forca-do-reinvestimento-dos-dividendos/"&gt;A força do reinvestimento dos dividendos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=XhFWzjcHXyQ:KtGKNAthxu4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/XhFWzjcHXyQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 19 Feb 2012 12:34:56 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/dividendo/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Porque você não deveria investir em IPO</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/oyq-GIlXlEI/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QFfiJ-l--FhhUe_fm6qHMPg7WF0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em janeiro, o iBovespa apresentou uma boa alta, e com ela vieram notícias de novos IPO. Ou seja, muitas empresas brasileiras estão planejando abrir seu capital, emitindo ações para se capitalizar. No exterior, até o Facebook está pretendendo aproveitar o (será?) bom momento das ações no mundo para lançar suas ações no mercado. Para muitos, essa é uma boa oportunidade de investir nessas empresas, apostando no seu crescimento futuro. Mas será que o investimento em Ofertas Públicas Iniciais vale a pena? E que cuidados é importante tomar antes de decidir investir em um IPO?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/C24Concursos.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por que uma empresa ofereceria suas ações em um IPO?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos lá, respire fundo e reflita sobre a seguinte situação: você é um empresário bem sucedido, tem uma empresa de sucesso comprovado, com crescimento sustentável. Sua empresa é conhecida por ter vantagem comparativa durável. Ou seja, ela tem maiores margens de lucro que a concorrência, uma marca reconhecida e de prestígio, apresenta bons lucros. Sua situação é confortável no mercado. Pensou direitinho na situação? Se imaginou na cadeira de CEO da empresa, sendo bajulado por todo mundo, com um salário que te permite passar um mês inteirinho de férias em Dubai, nos melhores hotéis do mundo? Bacana… agora que você imaginou essa situação pra lá de confortável, eu te pergunto: por que você abriria o capital de sua empresa?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Basicamente, você faria isso por três razões: (i) você acredita que a sua empresa tem condições de se expandir a taxas muito mais rápidas com o dinheiro que ingressar com a venda das ações; (ii) sua empresa não está tão bem quanto a situação descrita no parágrafo anterior deu a entender, e precisa do dinheiro para continuar funcionando; e (iii) o mercado está topando pagar preços tão absurdos pelas ações de sua empresa que seria irracional não vendê-las. Existem exemplos de cada uma dessas situações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas quero que você compreenda o seguinte: uma empresa só emite ações em uma Oferta Pública Inicial (ou IPO, que é a sigla para o termo em inglês) em benefício próprio. Para o bem ou para o mal do investidor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cuidado para não pagar um preço alto demais em um IPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Facebook não está emitindo ações porque o Mark Zuckerberg é um sujeito bacana. Aliás, se você já leu a biografia dele e a história da criação do Facebook ou assistiu ao filme bacana que Hollywood fez , sabe muito bem que ele é tão ávido pelo seu negócio quanto qualquer outro empresário. Ou seja, para que o Facebook decida emitir ações em um IPO, é preciso que haja boas razões para isso: ou a empresa precisa de mais capital para se expandir, ou não está dando conta do recado com o dinheiro disponível atualmente, ou divisa que o mercado topa pagar muito alto por suas ações. Como não acredito que o Facebook esteja precisando de capital, nem que ele esteja passando por dificuldades, é bem provável que estejam tentando aproveitar a popularidade da rede social para inflar os preços das ações em seu IPO. Afinal, os preços anunciados nas últimas semanas indicam que cada ação da rede social seria negociada a uma relação Preço por Lucro próxima a 100. Muito além de qualquer critério razoável… por isso, é bem provável que o único motivo de o Facebook estar abrindo seu capital é agora é que suas ações podem ser vendidas por um preço caro demais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Claro, o futuro é imprevisível. Quando o Google emitiu suas ações, também havia essa suspeita (o P/L estava na casa dos 67), mas a empresa conseguiu manter um crescimento tão absurdo de lá para cá que quem investiu nela naquela época obteve bons lucros. Mas essa não é a regra dos IPOs: em boa parte dos casos, a ação é emitida simplesmente por um preço alto demais para ser justificado. Como Warren Buffett costuma dizer, "é muito melhor comprar uma empresa espetacular a um preço razoável do que uma companhia razoável a um preço alto".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Infelizmente, o histórico de IPOs das empresas brasileiras tem sido bem complicado para quem apostou neles. Essa semana, mais um caso prejudicial a quem investiu no IPO  veio à tona: o Itaú ofereceu aos acionistas da Redecard R$ 35,00 para fechar o capital da empresa, retirando suas ações do mercado. E este é o lado oposto do IPO: a OPA (Oferta Pública de Ações) é o fechamento do capital aberto de uma empresa, tornando suas ações indisponíveis para o mercado. Normalmente, isso acontece quando a controladora da empresa acredita que as ações estão baratas. O lado ruim da história é que, no IPO, o índice Preço por Lucro da empresa estava na casa de 30, e hoje está na casa dos 17. Ou seja, a empresa teve seu capital aberto com base em uma avaliação superior à de hoje. Para empatar com a avaliação da época do IPO, o acionista deveria receber ao menos uns R$ 60,00 por ação. De qualquer maneira, quem investiu na Redecard no seu IPO e terá que se desfazer por aproximadamente R$ 36,00, terá um lucro decente com a valorização do ativo e os dividendos pagos no período, de cerca de 68%. Parece muito, mas é menos do que a Selic pagou - cerca de 10% ao ano, desde o IPO. Quem investiu no IPO da Magazine Luiza também não deve estar muito contente, com sua desvalorização de mais de 1/3 desde a emissão das ações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De minha parte, prefiro não investir em IPOs. Os dados históricos são muito poucos, e é difícil prever o que a empresa fará com o dinheiro recebido. Em alguns casos, o dinheiro é simplesmente desperdiçado e não agrega valor algum à companhia. Em outros casos de sucesso, o dinheiro é bem investido, como ocorreu com Drogasil, Le Lis Blanc e Natura há alguns anos. Mas é difícil saber o que vai acontecer. Não é possível elaborar qualquer análise fundamentalista decente sem histórico da companhia e, por essa razão, prefiro ficar de fora da farra dos IPOs. Tem quem invista neles esperando lucro rápido, mas isso também não é fácil de prever. É apenas sorte - e, como sabemos, a sorte não garantirá seu lucro no mundo dos investimentos. De minha parte, mantenho distância de qualquer IPO.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=1808"&gt;Porque não investir em empresas do setor aéreo &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=16779"&gt;Porque vale a pena investir em ações em períodos de baixa &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=52"&gt;Você é inteligente demais para investir em ações? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3082"&gt;Porque você pode bater a rentabilidade de fundos de investimento &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=2946"&gt;Porque investir em small caps &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3382"&gt;Aprendendo a investir com Peter Lynch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Wed, 15 Feb 2012 09:09:57 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Warren Buffett explica porque as ações são melhor investimento do que ouro e títulos públicos</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/5z6VA7h_doQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UhwetK4cSvhe8u6ws6loKe2NmXI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UhwetK4cSvhe8u6ws6loKe2NmXI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;Aprender com Warren Buffett é sempre uma honra e um prazer. O "velhinho", além de ser um investidor espetacular, não hesitar em ensinar ao mundo seu estilo de investir e suas convicções. &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1021853/ensaios+de+warren+buffett:+licoes+para+investidores+e+administradores&amp;amp;Franq=286121"&gt;Suas cartas, publicadas anualmente como relatórios da Berkshire Hathaway&lt;/a&gt;, são verdadeiras lições para os investidores.  E, mais uma vez, ele decidiu compartilhar seus ensinamentos. Em um artigo publicado na revista Fortune durante a semana passada (a prévia de sua carta anual), Buffett explicou sua convicção de que, no longo prazo, o investimento em ações trará mais retorno do que o investimento em títulos públicos (&lt;em&gt;bonds&lt;/em&gt;) ou em ativos como o ouro. Tomei a liberdade de traduzir o artigo para os leitores de &lt;em&gt;O pequeno investidor. &lt;/em&gt;Espero que vocês gostem tanto do texto quanto eu!
&lt;br /&gt;PS: Peço perdão por algum equívoco de tradução. Não sou tradutor profissional e tomei certas liberdades na hora de traduzir o texto, com o objetivo de torná-lo mais acessível e claro ao público brasileiro.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Título: Porque as ações batem o ouro e os títulos públicos&lt;/strong&gt; (&lt;a href="http://finance.fortune.cnn.com/2012/02/09/warren-buffett-berkshire-shareholder-letter/"&gt;publicado na revista Fortune&lt;/a&gt;)&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autor: Warren Buffett&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas vezes, investir é descrito como o processo de abrir mão de dinheiro no presente com a expectativa de receber mais dinheiro no futuro. Na Berkshire Hathaway (BRKA), adotamos uma abordagem mais exigente, definindo o investimento como a transferência, para outros, do poder de compra presente com a expectativa razoável de receber mais poder de compra -- depois que os impostos tenham sido pagos sobre os ganhos nominais -- no futuro. Mais sucintamente, investir é abrir mão do consumo no presente de modo a ter a possibilidade de consumir mais em uma data posterior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;De nossa definição decorre um corolário importante: o risco de um investimento &lt;/span&gt;&lt;em&gt;não &lt;/em&gt;é medido pelo beta (um termo de Wall Street que mede a volatilidade e é muitas vezes utilizado como medida de risco), mas pela probabilidade -- a probabilidade razoável -- de que o investimento cause a seu proprietário a perda de poder de compra durante o período de manutenção do ativo em sua propriedade. Os preços de um ativo podem flutuar bastante e não ser arriscado investir nele, desde que seja razoavelmente certo que ele retorne um poder aquisitivo crescente durante o período em que está na propriedade do investidor. Como veremos, o investimento em um ativo cujos preços são estáveis podem carregar muito risco embutido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As possibilidades de investimento são muitas e variadas. Todavia, há três categorias amplas, e é importante compreender as características de cada uma. Então, vamos investigá-las.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Investimentos denominados em uma determinada moeda incluem fundos de negociação de moedas, títulos públicos, hipotecas, depósitos bancários, entre outros instrumentos. Muitos desses investimentos baseados em moeda são tidos como "seguros". Mas a verdade é que eles estão entre os ativos mais arriscados. Seu beta pode ser igual a zero, mas seu risco é elevadíssimo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Durante o século pass ado, esses instrumentos destruíram o poder aquisitivo de investidores em muitos países, mesmo durante o tempo em que eles continuaram a receber o pagamento de juros e do capital investido. Esse resultado horrível, além disso, ocorrerá novamente no futuro. Os governos determinam o valor fundamental do dinheiro, e forças sistêmicas irão levá-los a adotar políticas inflacionárias. De tempos em tempos essas políticas saem do controle.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Mesmo nos Estados Unidos, onde é forte o desejo por uma moeda estável, o valor do dólar diminuiu incríveis 86% desde 1965, quando assumi o controle da Berkshire. Hoje, é necessário usar US$ 7,00 para comprar o que custava apenas US$ 1,00 naquela época. Consequentemente, uma instituição isenta de impostos necessitaria captar juros anuais de 4,3% de seus investimentos em títulos públicos durante todo esse período apenas para manter seu poder aquisitivo. Seus administradores estariam sendo ingênuos se considerassem &lt;/span&gt;&lt;em&gt;qualquer&lt;/em&gt; parte desses juros como "renda".
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Para investidores que pagam impostos, como você ou eu, o quadro é ainda pior. Durante o mesmo período de 47 anos, a rolagem contínua dos títulos do tesouro norte-americano renderam 5,7% anualmente. Parece satisfatório. Mas, se um investidor individual pagasse um imposto de renda de, em média, 25%, os juros de 5,7% não teria trazido &lt;em&gt;nenhum &lt;/em&gt;retorno real. O imposto de renda teria retirado 1,4% do rendimento nominal, e o imposto inflacionário invisível teria devorado os 4,3% restantes. É importante notar que o imposto inflacionário representou mais do que o triplo do imposto de renda que nosso investidor pensara ser o seu principal obstáculo. A expressão "Deus seja louvado" pode estar impressa em nossas cédulas, mas as mãos que ativam a impressora do governo é bastante humana.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;É verdade que altas taxas de juros podem compensar os investidores pelo risco inflacionário de investimentos baseados em moeda -- e, de fato, as taxas do início da década de 1990 cumpriram esse papel. As taxas de juro atuais, contudo, nem de perto anulam os riscos para o poder aquisitivo dos investidores. Nesse momento, os títulos públicos deveriam vir com um alerta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nas condições atuais, portanto, não gosto de investimentos baseados em moeda. Mesmo assim, a Berkshire possui uma quantidade significativa desses investimentos - especialmente os de curto prazo. Na Berkshire, a necessidade de ampla liquidez ocupa um lugar central e &lt;em&gt;nunca &lt;/em&gt;será diminuída, por mais que as taxas de juros recebidas sejam inadequadas. Para suprir essa necessidade, investimos basicamente em títulos do tesouro norte-americano, o único investimento com os quais se pode contar para garantir a liquidez mesmo nas condições econômicas mais caóticas. Para trabalharmos, precisamos de um nível de liquidez de US$ 20 bilhões; US$ 10 bilhões é nosso mínimo absoluto.
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Para além das exigências que a liquidez e a legislação impõem sobre nós, investiremos em ativos relacionados a moeda apenas se for oferecida a possibilidade de um ganho incomum - seja porque o preço de um título de crédito está definido equivocadamente, como pode ocorrer em fiascos periódicos com títulos podres, ou porque os juros se elevam a um nível que oferece a possibilidade de realizar ganhos de capital substanciais em títulos seguros quando as taxas de juros caem &lt;em&gt;[nota do tradutor: é por essa razão que os títulos do tesouro direto apresentam rentabilidade excepcional quando a taxa Selic cai]&lt;/em&gt;. Embora tenhamos explorado ambas as oportunidades no passado - e podemos fazer isso novamente - não acreditamos nessas perspectivas. Hoje, um comentário irônico que Shelby Cullom Davis fez há algum tempo parece adequado: "Títulos promovidos como se oferecessem retornos sem risco agora estão negociados a preços que possibilitam o risco sem qualquer retorno".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A segunda grande categoria de investimentos envolve ativos que jamais produzirão nada, mas que são adquiridos na esperança de que outra pessoa - que também sabe que o ativo será eternamente improdutivo - pagará mais por ele no futuro. As tulipas, de todas as coisas, rapidamente se tornaram a favorita de tais investidores no século XVII.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa classe de ativos requer uma quantidade em expansão de compradores, que, por sua vez, estão atraídos porque acreditam que o número de compradores irá se expandir ainda mais. Os proprietários &lt;em&gt;não&lt;/em&gt; estão atraídos pelo que o ativo pode produzir - ele irá permanecer sem vida eternamente -, mas pela crençad e que outros o irão desejar ainda mais avidamente no futuro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O maior ativo nessa categoria é o ouro, que atualmente é o grande favorito de investidores que temem quase todos os outros ativos, em especial o papel moeda (e eles estão certos em temer o seu valor, como já destacado). O ouro, contudo, tem duas falhas significativas: ele não é nem muito útil, nem procria. É verdade, o ouro tem alguma utilidade industrial e decorativa, mas a demanda para esses propósitos é tanto limitada quanto incapaz de estimular nova produção. Enquanto isso, se você possui um quilo de ouro pela eternidade, continuará possuindo um quilo de ouro no fim dos tempos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;O que motiva a maioria dos compradores de ouro é a sua crença de que a quantidade de medrosos aumentará. Na última década, essa crença se provou correta. Para além dela, o preço crescente gerou entusiasmo adicional pela compra do ouro, atraindo compradores que enxergam a elevação dos preços como uma validação de uma tese de investimento. Quando os investidores que "pegaram a carona" entram em uma festa, criam sua própria verdade -- &lt;/span&gt;&lt;em&gt;por um momento. [Nota do tradutor: reflitam sobre a situação dos imóveis no Brasil… ]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nos últimos 15 anos, tanto as ações da internet quanto o mercado imobiliário demonstraram os excessos extraordinários que podem ser criados pela combinação de uma tese inicialmente prudente com a divulgação pública de preços crescentes. Nessas bolhas, um exército de investidores originalmente céticos sucumbiu à "prova" entregue pelo mercado, e a quantidade de compradores - por um tempo - se expandiu suficiente para manter o trem em movimento. Mas bolhas infladas o suficiente inevitavelmente estouram. E então o velho provérbio é confirmado mais uma vez: "o que o homem sábio faz no início, o tolo faz no final".
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;Hoje, o estoque mundial de ouro é de 170.000 toneladas. Se todo esse ouro fosse fundido, formaria um cubo de aproximadamente 20 metros de lado (Você pode imaginá-lo confortavelmente dentro da área interna de um campo de beisebol). A US$ 1.750 a onça - o preço do ouro no momento em que escrevo - seu valor seria de US$ 9,6 trilhões. Chame esta pilha de cubo A.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos criar uma pilha B que custe o mesmo valor. Para ela, poderíamos comprar &lt;em&gt;toda &lt;/em&gt;a área cultivável dos Estados Unidos (400 milhões de acres que rendem cerca de US$ 200 bilhões anualmente), mais 16 Exxon Mobils (a companhia mais lucrativa do mundo, que rende mais de US$ 40 bilhões anualmente). Depois dessas compras, teríamos cerca de US$ 1 trilhão de troco, para despesas diárias (afinal, seria estranho se sentir sem dinheiro depois desses gastos extravagantes). Você pode imaginar um investidor com US$ 9,6 trilhões escolhendo a pilha A em detrimento da pilha B?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além do valor absurdo do estoque atual de ouro, os preços atuais tornam a produção anual do ouro avaliada em cerca de US$ 160 bilhões. Os compradores - seja de jóias ou para o uso industrial, indivíduos medrosos ou especuladores - precisam absorver continuamente essa quantia adicional para simplesmente manter um equilíbrio nos preços atuais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Daqui a um século, os 400 milhões de acres de terra arável terão produzido quantidades absurdas de milho, trigo, algodão e outras culturas - e continuará a produzir valores generosos, seja qual for a moeda. A Exxon Mobil provavelmente terá devolvido trilhões de dólares em dividendos a seus proprietários e também terá em seu poder ativos avaliados em muitos outros trilhões (e, lembre-se, você tem 16 Exxons). As 170.000 toneladas de ouro permanecerão com o mesmo tamanho e ainda incapazes de produzir qualquer coisa. Você pode amar o seu cubo, mas ele não irá responder.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reconheço que daqui a 100 anos, quando as pessoas estiverem com medo, provavelmente continuarão a investir em ouro. Estou confiante, contudo, que os US$ 9,6 trilhões da avaliação presente da pilha A trarão um retorno, em juros compostos, muito inferior ao alcançado pela pilha B.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Nossas primeiras duas categorias usufruem da máxima popularidade em picos de terror: o medo de um colapso econômico leva os indivíduos a buscar ativos baseados em moeda, e mais particularmente títulos do tesouro americano, e o medo do colapso da moeda impulsiona a busca por ativos estéreis como o ouro. Nós ouvimos a expressão "dinheiro é absoluto" &lt;/span&gt;&lt;em&gt;[Nota do tradutor: a expressão usada por Buffett é "cash is king"]&lt;/em&gt; ao final de 2008, justamente quando o dinheiro deveria ter sido investido, e não desaplicado. De modo similar, escutamos a mesma expressão no início da década de 1980, logo quando os investimentos em renda fixa estavam no patamar mais atraente. Nessas ocasiões, investidores que precisavam de um público que os apoiasse pagaram um valor muito alto por esse conforto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Minha própria preferência - e você já sabia disso - é nossa terceira categoria: o investimento em ativos produtivos, seja negócios, fazendas, ou o mercado imobiliário. Idealmente, esses ativos deveriam ter a capacidade, em tempos inflacionários, de trazer um retorno que manterá seu poder aquisitivo ao mesmo tempo em que exige o mínimo de novos investimentos. Fazendas, imóveis e muitos negócios como a Coca-Cola, a IBM e nossa própria See's Candy são aprovadas nesse teste. Outras empresas - pense em nossas empresas de utilidade pública, por exemplo [&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Nota do tradutor: traduzi o termo "utilities" por "empresas de utilidade pública". São empresas que prestam serviços públicos, como telefonia, energia elétrica e transporte]&lt;/em&gt; - não satisfazem esse requisito porque a inflação impõe grandes exigências de capital sobre elas. Para lucrar mais, seus proprietários precisam investir mais. Ainda assim, esses investimentos serão superiores a ativos baseados em moeda ou não produtivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Independentemente de a moeda daqui a um século ser baseada no ouro, conchas do mar, dente de tubarão ou em um pedaço de papel (como hoje), as pessoas desejarão trocar dois minutos de seu trabalho diário por uma garrafa de Coca-Cola. No futuro, a população dos Estados Unidos movimentará mais bens, consumirá mais alimentos, e exigirá mais habitações do que exige hoje. As pessoas irão eternamente trocar o que elas produzem pelo que outros produzem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os negócios de nosso país continuarão a entregar eficientemente bens e serviços desejados por nossos cidadãos. Metaforicamente, essas "vacas" comerciais viverão por séculos e produzirão cada vez mais quantidades de "leite". Seu valor será determinado não pelo meio de troca, mas por sua capacidade de produzir leite. O resultado da venda do leite será acumulado pelos proprietários das vacas, assim como fizeram no século XX, quando o índice Dow Jones subiu de 66 pontos para 11.497 pontos (e também pagou muitos dividendos).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O objetivo da Berkshire será aumentar a sua propriedade de negócios de primeira categoria. Nossa primeira opção será possui-los inteiramente - mas também seremos os proprietários de grandes quantidades de ações negociadas no mercado. Acredito que, acima de qualquer período longo de tempo, essa categoria de investimento ser provará a vencedora entre as três que examinamos. Mais importante, ela será, de longe, a mais segura.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3273"&gt;O melhor investimento de 2011 &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=17806"&gt;O melhor investimento de 2012 &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=34"&gt;Aforismos de Warren Buffett &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=5874"&gt;Aprendendo a investir com as cartas de Warren Buffett &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3872"&gt;Investimento ativo e passivo em ações &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5z6VA7h_doQ:W2NDny21Hu4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5z6VA7h_doQ:W2NDny21Hu4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=5z6VA7h_doQ:W2NDny21Hu4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5z6VA7h_doQ:W2NDny21Hu4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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            <pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:59:31 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Tem ou não tem? Bolha imobiliária</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Al67ZoJViXA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pfeD-hl2NHoTIEpG5zlEG-HU5XI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Recentemente, a revista Construção e Negócios publicou texto a respeito da bolha imobiliária brasileira. A matéria apresenta os argumentos de um lado e de outro a respeito da existência de uma &lt;a title="E se acontecer uma crise imobiliária no Brasil?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/e-se-acontecer-uma-crise-imobiliaria-no-brasil/" target="_blank"&gt;bolha imobiliária&lt;/a&gt; no Brasil e, para nossa grata surpresa, menciona o blog &lt;a href="http://www.bolhaimobiliaria.com/" target="_blank"&gt;Bolha Imobiliária&lt;/a&gt;, nosso parceiro, assim como nosso blog, O pequeno investidor, como referências no assunto. Fico feliz pela boa repercussão dos textos publicados aqui, muitos dos quais republicados na matéria: é sinal de que nossas ideias estão sendo debatidas. Segue o texto:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.revistaconstrucaoenegocios.com.br/materias.php?FhIdMateria=1961" target="_blank"&gt;Tem ou não tem?&lt;/a&gt; (Revista Construção e Negócios)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; Lucas Rizzi&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para uns, o setor está apenas recuperando o tempo perdido em anos e anos de estagnação. Para outros, a escalada dos preços pode estar criando o ambiente propício para o nascimento de um fenômeno já visto em nações desenvolvidas, como a Espanha. Não importa de que lado você esteja, o fato é que o debate sobre a existência ou não de uma bolha imobiliária no mercado brasileiro tem aumentado nos últimos tempos. E é fato também que no centro das discussões está a cidade de São Paulo, maior e mais rica do País e símbolo da pujança do segmento, com a bola da vez alternando entre a área comercial e a residencial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;“Em São Paulo, por exemplo, praticamente todos os edifícios de escritórios compartilhados estão com preços inadequados, acima do valor justo”, afirma João da Rocha Lima Junior, professor titular de real estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e diretor do Grupo Unitas, que presta consultoria na área. O preço justo, ou adequado, teria que ser arbitrado a partir de uma combinação entre custos e expectativas de rentabilidade. Porém, em alguns segmentos, os investidores estão quantificando essa margem de renda no futuro baseados no cenário atual, o que aumenta a chance de superestimá-la. “Isso é um defeito de postura, que só pode ser corrigido com informação. Informação inadequada resulta em mercado desequilibrado.” E isso costuma variar entre diferentes tipos de produtos e também pela sua posição geográfica. Uma cidade como a capital paulista, por exemplo, pode estar com valores inadequados em um determinado bairro ou região. “No mercado residencial, os produtos de classe média, em bairros como Vila Mariana e Perdizes, também estão supervalorizados, mas não tanto como os comerciais”, acrescenta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, na comparação entre os dois segmentos que podem ser foco de formação de uma bolha, o professor destaca que, se no caso dos escritórios o risco já existe e é bem real, no residencial as evidências dos últimos meses indicam que o mercado está mais lento, com os preços parando de subir, ao mesmo tempo em que a velocidade das vendas está caindo muito. “As empresas estão com ganhos menores e os preços, provavelmente, devem parar ou subir numa curva tão fora do crescimento dos custos, como vinha acontecendo. Então não é razoável admitir uma continua elevação nos valores no ritmo em que estava nesse setor.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para Sandra Ralston, vice-presidente da consultoria Colliers International Brasil, havia uma demanda represada muito grande no segmento, o que, aliada à recente desaceleração nos preços, deve afastar o risco de bolha. Com base na idéia de que um empreendimento imobiliário, para garantir seu sucesso, precisa ter os três “P” (preço, produto e praça), alguns &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/imoveis/"&gt;imóveis&lt;/a&gt; comerciais supervalorizados podem sofrer no futuro, mas não o mercado como um todo. “Algumas coisas estão um pouco além, como salas na Vila Mariana por R$ 14 mil o m². Se tiver alguma coisa vai ser em um ou outro empreendimento. A bolha nada mais é do que um desequilíbrio entre oferta e demanda. Não é algo que eu acredito que vá acontecer nos próximos dois anos, pelo menos”, explica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, algumas características do mercado em São Paulo, para onde a maioria das atenções estão voltadas, tornam um projeto mais caro do que o normal, como as restrições do plano diretor, a demora para aprovação de uma construção e a própria escassez de terrenos, que deve provocar uma diminuição no número de lançamentos em 2012. Mesmo assim, o atual movimento de queda na taxa de juros, que nas previsões de Sandra pode chegar a 9,5% ou 9%, vai favorecer o mercado. “Isso provoca uma fuga do investidor para ativos reais”, explica.
&lt;br /&gt;
&lt;!-- google_ad_section_start --&gt;
&lt;br /&gt;Já o professor de finanças da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Samy Dana, o risco de estourar uma bolha no País reside justamente no segmento residencial. E o cálculo que ele faz para chegar a essa conclusão é muito simples. Hoje, o valor de um imóvel no centro paulistano está em torno de R$ 10 mil/m². Sendo assim, um apartamento de 100 m² vai custar R$ 1milhão, aproximadamente, sem considerar algum desconto que possa ter. Se esse dinheiro fosse colocado em uma aplicação conservadora, como a poupança, iria render em torno de 0,5% ou 0,6% ao mês, ou seja, R$ 6 mil. “Eu duvido que alguém pague R$ 6 mil ou mais para morar em um imóvel de 100 m² no centro do São Paulo. É melhor deixar rendendo no banco e pagar aluguel. Para o investidor também, é melhor não comprar e aplicar em outra coisa.”
&lt;br /&gt;
&lt;!-- google_ad_section_end --&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Segundo ele, esse descompasso entre o valor da residência e o aluguel, em um futuro próximo, vai levar o mercado a uma encruzilhada: ou os preços caem, ou a locação aumenta. “E eu não acredito que haja espaço para o aluguel subir, então os preços vão começar a cair quando as pessoas passarem a olhar de forma mais racional”, garante. Os motivos que impulsionam a alta, na opinião do professor, é o crédito barato, com pessoas que nunca tiveram acesso a financiamento conseguindo comprar imóveis; o famoso sonho da casa própria, onde o pensamento imperante é de que é melhor ter do que alugar, mesmo que isso vá de encontro à lógica financeira; e o fato de o setor ter andado de lado por muitos anos, com uma oferta muito pequena. “Há espaço sim para crescimento do mercado, mas não para crescimento de preços. Não dá para investir com o metro quadrado nesses valores”, ressalta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na região central de São Paulo, Samy Dana calcula que os empreendimentos chegam a custar o dobro do seu valor real, situação que também se repete em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Essa atitude de maximizar os lucros sem contar o dia de amanhã já estaria se refletindo no mercado de&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/acoes/"&gt;ações&lt;/a&gt;, com os papéis de algumas construtoras sofrendo com fortes desvalorizações em 2011. “Não tenho dúvidas de que sofremos uma bolha imobiliária, e ela pode estourar em 2012, principalmente por causa da crise internacional. Os preços estão absurdamente altos, ainda mais nos imóveis residenciais das grandes cidades”, salienta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, ele ressalta que mesmo que uma bolha exploda os efeitos não serão os mesmos que foram vistos nos Estados Unidos, onde o grau de alavancagem era muito maior. O conservadorismo dos bancos brasileiros evitaria uma quebradeira como a que aconteceu entre os americanos. “Pode ter inadimplência, uma queda no setor, mas não na economia como um todo. O PIB não vai cair”, explica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porém, o problema está justamente na dificuldade em perceber ou prever a formação de uma bolha, o que em geral só acontece quando ele se esvanece. No mercado paulistano de escritórios, só vai ser possível saber se os empreendimentos foram supervalorizados ou não quando estiveram prontos, daqui dois ou três anos, já que eles são completamente vendidos ainda na planta. “Só vai dar para notar quando os investidores perceberem que os aluguéis não estão compatíveis com o valor que ele previu”, salienta João da Rocha Lima Junior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas segundo ele não há muito o quê fazer perante isso. Pela Lei da Avidez e da Riqueza, termo que o professor da Poli prefere utilizar no lugar da famosa Lei da Oferta e da Procura, se o vendedor tiver a oportunidade de comercializar pelo preço mais caro possível, ele vai fazer isso. Enquanto isso, se o comprador puder adquirir o imóvel por um valor mais barato, também não irá hesitar. “Dessa forma, esse jogo de forças de mercado não pode ser resolvido a não ser pelo seu próprio reequilíbrio.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), a existência de uma bolha imobiliária no Brasil está fora de questão. Ele explica que um evento desse tipo só acontece em decorrência da concessão de crédito para pessoas que não têm capacidade de pagamentos, ou então pela comercialização de imóveis por preços acima do seu valor real. Viana Neto defende que os bancos brasileiros são bastante ortodoxos. Dessa maneira, no Brasil só consegue acesso a financiamentos quem pode provar que é capaz de pagar. “Quem não consegue, não vai ter crédito, não tem perigo. E quando o imóvel está acima de preço de mercado ele não passa pelos avaliadores do banco de maneira nenhuma”, conta. Outro dado que o presidente do Creci-SP utiliza para corroborar a sua visão é o ticket médio de financiamento residencial, que atualmente corresponde a 62% do valor da residência, garantindo ao banco ao menos 38% do total. “E ainda tem a alienação fiduciária. Se não pagou você perde o imóvel na hora.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nos segmentos comercial e industrial, a chance de uma bolha acontecer seria ainda menor, porque os investidores estudam muito mais para fazer uma aquisição para não pagar mais do que o imóvel realmente vale. “Nesses setores é mais difícil ainda de ter bolha do que no residencial, porque quem faz negócios dessa natureza vai pesquisar com muito mais profundidade.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bolhaimobiliaria.com&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acredite você ou não na formação de uma bolha no &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/mercado-imobiliario/"&gt;mercado imobiliário&lt;/a&gt; brasileiro, é impossível negar que o assunto vem sendo cada vez mais discutido. Para agrupar todas as notícias e artigos que são publicados sobre o tema, um morador de Curitiba criou uma página na internet chamada bolhaimobiliária.com. O site é inspirado no www.opequenoinvestidor.com.br, de autoria de Fabio Portela, onde sempre havia textos sobre a hipervalorização dos imóveis em Brasília. “Como ele sempre cogitou a existência de uma bolha de preços, conversei com ele por email e perguntei o que ele achava de criar o site, com o intuito de centralizar os artigos”, diz o criador do blog, que prefere manter o anonimato. A única coisa que ele diz é que vive na capital paranaense, tem 28 anos e trabalha na área de TI, mas estuda economia como hobby e pretende, talvez um dia, cursar uma faculdade e se tornar profissional. “Prefiro ficar no anonimato por questão pessoal por se tratar de um assunto bem delicado e que mexe com muito peixe grande”, diz. No início, eram basicamente artigos do Fábio Portela que explicavam algumas teorias sobre a hipervalorização imobiliária. Aos poucos começaram a surgir textos de outras pessoas, que foram levados para o site. Hoje, tudo o que saí sobre o tema em jornais, revistas, portais, blogs e etc. é publicado. Nos últimos meses, a página mantém uma média de 1,5 mil a 2 mil visitantes diários. “A visitação aumenta conforme cresce o número de pesquisas no google do termo ‘bolha imobiliária’. Eu jamais pensei que poderia chegar neste patamar”, conta. Outra motivação para a criação do blog ocorreu quando seu autor se mudou para Curitiba, em 2008, e se espantou com a rápida subida nos preços do local onde alugava um apartamento, saltando dos R$ 90 mil para R$ 210 mil em pouco tempo. “Daí vem a revolta, porque eu não concordo que o direito do cidadão de ter uma moradia se torne objeto de especulação. Por este motivo, e outros, resolvi criar o blog, como forma de protesto.”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/quanto-custa-um-apartamento-de-r-milho/"&gt;Quanto custa um apartamento de R$ 1.5 milhão?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/12/bolha-imobiliria-continua-inflando/"&gt;Bolha imobiliária continua inflando… | imóveis &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/o-que-e-uma-bolha/"&gt;O que é uma bolha? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/12/investir-em-imovel-e-lucro-garantido/"&gt;"Investir em imóvel é lucro garantido" &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/o-mercado-imobiliario-nao-e-uma-maquina-de-lucros-perpetuos/"&gt;O mercado imobiliário não é uma máquina de lucros perpétuos &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Al67ZoJViXA:5fv3PNJXPCE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Al67ZoJViXA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:22:34 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Dicas para economizar no supermercado</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/3zs9WfRtkhA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hsYYKxoPDopu1MuwRe3HeOMxj5Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não tem como fugir das compras periódicas no supermercado. Mas, se não é possível evitá-las, é perfeitamente possível economizar um pouquinho adotando certas práticas que tornam o processo mais eficiente, fazendo com que se evite certas armadilhas para o seu bolso. No fim das contas, pode até sobrar um dinheirinho extra pra você investir...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quantas vezes você não foi ao supermercado pensando em gastar R$ 100 e acabou gastando R$ 150 ou R$ 200 porque acabou levando pra casa um item ou outro de que você não precisava? Mas por que isso aconteceu? Não se engane: um supermercado não é apenas uma grande loja em que você pode pegar o que quiser para depois pagar. &lt;a href="http://economia.uol.com.br/infograficos/2011/05/17/armadilhas-dos-supermercados.jhtm"&gt;&lt;strong&gt;Tudo &lt;/strong&gt;nele é projetado para otimizar o valor gasto por cada consumidor&lt;/a&gt; - ou seja, para espremer até o último centavo possível. Inevitavelmente, todos já caímos (e provavelmente cairemos) em algumas das armadilhas preparadas para que isso acontecesse, mas tomar consciência delas é importante para que se possa evitá-las e acabar consumindo algo inconscientemente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos às principais armadilhas que você pode enfrentar em um supermercado:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Ambiente -&lt;/strong&gt; o ambiente em um supermercado é meticulosamente preparado para que você se sinta confortável e não sinta o tempo passar. Na maioria dos estabelecimentos, não há relógios ou janelas para o mundo externo, e não faz nem muito calor ou frio. Tudo isso decorre de planejamento para que você permaneça por lá o máximo tempo possível. Sem relógios ou janelas, os consumidores perdem a noção do tempo. Com um clima relativamente agradável, se sentem bem o suficiente para não querer sentir urgência para sair do supermercado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-02-às-18.23.00.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Promotores de produtos - &lt;/strong&gt;essa talvez seja a mais óbvia e direta estratégia de tentar induzir o consumidor a levar para casa algo que não deseje. Os promotores de produtos preparam a amostra de um produto - café, churrasco, bolos, etc. - para que os consumidores experimentem gratuitamente. Muitos acabam levando o produto para casa sem que tenham previamente planejado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Produtos de primeira necessidade ficam distantes da entrada do estabelecimento - &lt;/strong&gt;você já reparou como os produtos de que você mais necessita normalmente ficam longe da entrada? A padaria e o açougue ficam bem no fundo. O material de limpeza, nas últimas seções do estabelecimento. Isso acontece para que o consumidor tenha que passar, antes de chegar a essas seções, pelas prateleiras de vários outros produtos que não havia planejado adquirir anteriormente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Cuidado com as falsas promoções - &lt;/strong&gt;Você já reparou que, às vezes, os supermercados disponibilizam produtos estão em vitrines de promoção distantes dos lugares em que normalmente aqueles produtos específicos deveriam estar localizados? Por exemplo: disponibilizar uma vitrine com um achocolatado em pó específico perto dos produtos de limpeza (e não próximo à seção de alimentos). Por que isso acontece? Para evitar que o consumidor compare o preço específico daquele achocolatado com o de outra marca, induzindo-o a levar aquele específico. Na maioria dos casos, vale à pena ir à seção específica e fazer a comparação.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Localização dos produtos nas prateleiras é projetada para estimular o consumo de determinadas marcas - &lt;/strong&gt;Muitas vezes, o supermercado tem acordos especiais com determinados fornecedores, o que o faz divulgar melhor seus produtos. Uma maneira de fazer isso sem ser ostensivo é disponibilizar os produtos em lugares mais acessíveis nas prateleiras. Os supermercados normalmente disponibilizam os produtos que desejam promover nos níveis intermediários das prateleiras, nem muito acima da vista de uma pessoa de altura média, nem muito abaixo, de modo que aqueles produtos sejam os primeiros produtos a serem vistos. Como nem todo mundo tem o hábito de pesquisar os produtos similares, esses produtos acabam sendo mais comprados, por pura comodidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/submarino2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


Portanto, fique ciente desses aspectos para evitar ser traído por eles. Não deixe nunca de pesquisar pelos produtos mais baratos e de qualidade: infelizmente, é a única forma de evitar ser traído pela maneira como o supermercado é projetado.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Hábitos úteis para gastar menos no supermercado&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Certos hábitos ajudam a economizar mais nas compras ao supermercado. Veja algumas dicas que podem ajudar a tornar seu gasto mais eficiente:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Planejamento - &lt;/strong&gt;não deixe de planejar as contas com supermercado. Faça a lista de compras com os itens realmente necessários e atenha-se a ela. Para elaborá-la, é importante administrar a quantidade de produtos de limpeza e de alimentos que é realmente necessária no seu dia a dia, a fim de evitar desperdícios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Não vá ao supermercado com fome - &lt;/strong&gt;fazer compras com fome é prejudicial por duas razões. Em primeiro lugar, você estará predisposto a se alimentar no próprio supermercado, gastando mais do que pretendia. Em segundo lugar, você poderá adquirir produtos alimentícios de que não necessita apenas por estar com fome, por impulso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Não faça compras com crianças pequenas - &lt;/strong&gt;embora seja interessante ir às compras com crianças pequenas periodicamente, até com o intuito de ajudar na educação financeira delas, não faça disso um hábito regular. Muitas vezes, elas acabam implorando por itens desnecessários e os pais acabam se deixando levar pelos pedidos dos "anjinhos". Quem nunca viu aquela criança de 4 ou 5 anos chorando, implorando pelo chocolatezinho que viu na fila do caixa - e que foi colocado ali de propósito, para estimular esse desejo no último momento em que o consumidor estará no estabelecimento?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Faça compras menores, regularmente - &lt;/strong&gt;muitos brasileiros ainda permanecem com o hábito de fazer compras "de mês", onde compram produtos demais com o objetivo de que eles durem pelos próximos 30 dias. Foi uma prática não apenas útil, mas rigorosamente necessária, nos anos de inflação galopante que vivemos até o Plano Real. Comprar o suficiente para 30 dias (e além) era garantia de menores gastos, graças à inflação. Mas, numa economia em que a inflação é mais estável, como a que temos hoje, essa prática pode levar a gastos ainda maiores. Afinal, inevitavelmente todos têm que passar no mercado pelo menos uma vez por semana, nem que seja para comprar produtos mais perecíveis, como verduras e legumes. Além disso, comprar para prazos muito longos pode levar ao desperdício, já que alguns dos produtos que não forem consumidos no prazo podem simplesmente perder a validade. O ideal, então, é fazer compras semanalmente ou a cada quinze dias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;* Se o produto tem refil, utilize-o - &lt;/strong&gt;alguns produtos de limpeza têm refil. Ou seja, você adquire o produto completo primeiro e, depois, apenas compra o conteúdo dele, sem a embalagem. Normalmente, a diferença de preço é relativamente alta, o que torna preferível a aquisição do refil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

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            <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 09:00:09 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Balanço da carteira em janeiro de 2012</title>
            <description><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"><img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.29.png"></a>
<br />Janeiro foi um excelente mês para quem  terminou 2011 com uma parte de seu patrimônio investido no mercado financeiro. A maioria dos títulos do Tesouro Direto apresentou uma rentabilidade razoável e as ações dispararam. E, como tem sido de praxe, o início do mês é hora para conferirmos o desempenho de minha carteira de investimentos.</p>

<h2>Carteira perdeu pro Ibovespa no mês, mas apresentou excelente rentabilidade</h2>

<p>sDepois de um ano de 2011 em que perdeu mais de 18%, o Ibovespa disparou em janeiro: se valorizou em 11,13%. Como dissemos em artigo recente, essa disparada confirma aquilo que sempre temos dito: que <a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-risco-de-sair-da-bolsa/">um dos maiores riscos para quem investe é ficar fora do mercado de ações</a>. Às vezes, estão todos preocupados com uma determinada crise e, não mais do que de repente, o mercado se recupera rapidamente. Quem vende suas ações, esperando entrar em um momento no qual o mercado estiver menos instável, pode simplesmente perder a maior parte do movimento de alta. Não estou dizendo que os próximos meses serão de rentabilidade excepcional, o que pode ou não vir a acontecer. Pode ser até que o Ibovespa venha a descer a níveis inferiores aos de agosto, quando tocou os 49.000 pontos. Mas pode ocorrer também o oposto, e o Ibovespa disparar para formar uma nova máxima. Quem sabe o que pode vir a acontecer? NINGUÉM. De qualquer modo, perceba uma coisa: em apenas um mês, o Ibovespa reverteu mais da metade de todo o prejuízo do ano passado. Ano passado caiu 18%, agora já subiu mais que 11%.</p>

<p>Como minha carteira de ações não se desvalorizou muito no ano passado, era esperado que subisse menos do que o Ibovespa no início da recuperação. Foi o que efetivamente aconteceu. Vejamos o comparativo com o índice:</p>

<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="jan2012.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/jan2012.png" alt="Jan2012" width="240" height="172" border="0" /></p>

<p>Graças à forte alta, entre o final de maio de 2008 e janeiro de 2012, o Ibovespa acumula queda de 6,55%. Registro esse período porque comecei a registrar a performance de minha carteira apenas nessa época, quando voltei a investir em ações. Desde então, a carteira de ações tem uma alta acumulada de 26,42%. No mês, acompanhou parcialmente a alta do Ibovespa, subindo 5,84% no mês de janeiro.</p>

<p><a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"><img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-06-às-21.02.45.png"></a></p>

<p>Ou seja, mesmo em um período no qual a economia mundial tem passado por uma forte crise, a carteira tem garantido uma valorização razoável - aproximadamente 0,56% ao mês. O resultado é fraco quando comparado a outros ativos, mas acredito que tem tudo para se recuperar no longo prazo. De qualquer modo, como o parâmetro de comparação adotado é o Ibovespa, a carteira o tem superado com consistência, com valorização superior ao índice em 35,28%.
<br />Ao comparar o resultado do índice com a composição completa da carteira, os resultados de janeiro são um pouco piores. A carteira como um todo teve rentabilidade positiva de 4,90%, contra os 11,13% do índice. Mas, no longo prazo, a diversificação com os títulos do tesouro direto tem se mostrado bastante útil. Entre maio de 2008 e janeiro de 2012, a carteira teve rentabilidade acumulada de 33,73% contra os -6,55% do índice. Ou seja, a carteira como um todo apresentou um retorno 43,10% superior ao do Ibovespa. A meu ver, é uma performance bastante significativa, mostrando os benefícios da abordagem de investimento nesses primeiros 4 anos de registro.</p>

<h3>Vencedores, perdedores e novos ativos na carteira em janeiro de 2012</h3>

<p>É importante verificar, ainda, quais foram os ativos que apresentaram as piores e as melhores performance em janeiro. Segue a tabela com o resumo do desempenho:</p>

<p><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/rjan20121.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-19103" title="rjan2012" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/rjan20121.png" alt="" width="663" height="401" /></a></p>

<p>Na média, o mês foi excepcional. Quanto ao tesouro direto, as NTN-B Principal com vencimento em 2015 apresentaram rentabilidade superior a 2% e, desse ponto de vista, a carteira se beneficiou bastante, já que a maior parte da alocação da renda fixa está nesses títulos. As NTN-B Principal com vencimento em 2024 apresentaram rendimento pífio, de 0,06%.</p>

<p>Quanto às ações, as vencedoras do mês na carteira foram Banco do Brasil (+14,73%), CSN (+21,83%) e Inepar (+18,88%). Todas essas foram ações que apanharam bastante em 2012 e, por essa razão, tinham muito espaço para se recuperar. Quanto às ações da Inepar, reitero que se trata de ações que nem considero tanto da carteira, já que pretendo me desfazer delas (só não o fiz até agora por ter uma quantidade tão pequena delas na carteira que pagaria quase o valor a ser recebido por elas apenas em corretagem e emolumentos). Só fiz o registro porque, afinal, as ações estão na carteira. Quanto ao Banco do Brasil e à CSN, trata-se de duas empresas que, de fato, compõem a carteira para o longo prazo - e aproveitei o período de queda nos últimos meses para adquirir mais ações de ambas. Apenas duas ações encerraram o mês no vermelho: Ambev e Eletropaulo.</p>

<p>Ainda aproveitei o décimo-terceiro salário recebido em dezembro para realizar novas aquisições. Comprei ações de Ambev, CSN, Vale, Eletropaulo, Saraiva, Marcopolo, Randon, Eternit e abri posição na Brasil Foods. Um pouquinho de cada, como a minha estratégia de investimentos indica ser aconselhável. Tendo em vista as incertezas do mês, preferi não efetuar o lançamento coberto de opções.</p>

<p>Vamos ver o que fevereiro nos aguarda...</p>

<p><a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&id=36467"><img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"></a></p>

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<a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/07/estabilidade-na-carteira-x-seguranca-contra-risco/">Estabilidade na carteira x Segurança contra risco </a>
<br /><a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/previsoes-ibovespa-2012/">Já começaram as previsões dos analistas para 2012… </a></p>]]></description>
            <pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:28:17 -0200</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>Economista Ricardo Amorim não acredita em bolha imobiliária no Brasil</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/6qzDPLtXBoQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REexlhpYlKhkFn2zbL8PtAQ5ksI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estamos vivendo uma bolha imobiliária? O economista Ricardo Amorim é famoso por suas previsões. Ainda aguardamos ansiosamente os 30.000 pontos previstos no ano passado e os 200.000 pontos para os próximos 2 ou 3 anos mas, enquanto isso não acontece, o economista continua a formular suas análises. A mais recente indica que o mercado imobiliário brasileiro não vive uma bolha imobiliária. Veja entrevista em que ele apresenta seus argumentos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/1emitW-3Z2E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;Argumentos do economista contra a hipótese da bolha imobiliária&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Se você não teve tempo de assistir à entrevista, resumo os principais argumentos.
&lt;br /&gt;O primeiro deles indica que o que aconteceu nos últimos anos foi uma atualização dos preços do mercado imobiliário brasileiro em relação ao que aconteceu no mercado internacional. Como a economia brasileira melhorou, o número de pessoas que pode comprar imóvel também cresceu. Esse também foi um efeito da maior disponibilidade de crédito, que de 2004 para cá quintuplicou - antes, o crédito imobiliário representava apenas 1% do PIB, e agora é de cerca de 5%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-Tela-2012-02-02-às-18.23.00.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo ele, não há risco de formação de bolha no curto prazo, só há médio/longo prazo, porque no Brasil não haveria um dos ingredientes que usualmente levam à formação de bolhas. De acordo com Ricardo Amorim, são dois os fatores que levam à formação de bolhas: 1) a sensação de que todos querem entrar em um determinado mercado (no caso, o imobiliário); e 2) o "ar" que infla a bolha, a alavancagem. E a bolha estouraria apenas se o dinheiro emprestado para a alavancagem do mercado deixasse de estar disponível. Segundo ele, esse segundo elemento - alavancagem - não está disponível no mercado imobiliário brasileiro. Ele traz dados externos para sustentar essa hipótese - quando a bolha americana estourou, o crédito imobiliário representava 80% do PIB. Na Suíça, representa 130% do PIB; em Portugal e Espanha, 60%; e no Reino Unido, quase 100%. Faltaria muito até que o crédito imobiliário representasse esses percentuais por aqui, e por isso uma bolha imobiliária estaria longe de nossas terras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para 2012, Ricardo Amorim prevê um primeiro semestre complicado para o setor: em razão da crise européia, a atividade econômica e o ritmo de financiamento diminuirão nos próximos 6 meses. Com a restrição de crédito, as empresas devem crescer menos. Mas, segundo ele, nada disso levará a impacto negativo nos preços dos imóveis, porque a linha de crédito da poupança continuará disponível.  Mas ele concorda que não é razoável esperar que alta nos próximos 5 anos será a mesma dos últimos 5 anos, porque dependeria da manutenção do ritmo de expansão: em 5 anos o crédito imobiliário saltou de 1% para 5% do PIB e, mantido o ritmo, o crescimento dos preços somente seria idêntico se essa proporção chegasse a 25%. Apesar disso, ele prevê redução de ritmo do crescimento, não redução dos preços.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conselho para 2012? O vidente dos 200.000 pontos para o iBovespa até 2015 sustenta que o investidor seja defensivo, alocando seus recursos para a renda fixa e para os imóveis, porque as ações são sujeitas a quedas abruptas.
&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Argumentos são insuficientes para descartar a hipótese de bolha imobiliária&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Examinemos melhor os argumentos de Ricardo Amorim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em primeiro lugar, concordo parcialmente com ele: em grande parte, o crescimento do setor imobiliário de 2004 até agora foi fruto da recuperação dos preços, que estavam excessivamente baixos no início do século. Como já disse antes, do final da década de 1980 até o início dos anos 2000 imóveis foram um péssimo investimento no país - em alguns casos, os preços mantiveram-se no mesmo patamar durante todo o período, perdendo grande parte de seu valor real em decorrência da inflação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas não acredito que isso explique todo o movimento de alta. São duas as grandes teses delineadas pelo economista. A primeira tese é a de que não há alavancagem em nosso mercado imobiliário, em razão da proporção do financiamento imobiliário e o nosso PIB, quando comparado com outros países. Mas Ricardo Amorim desconsidera vários fatores:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1) É importante considerar que os juros elevados no Brasil são um dos motivos pelos quais o financiamento imobiliário representa uma pequena parte de nosso PIB. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mesmo que os juros ainda caiam um bocado, não acredito que o país tenha condição de sustentar uma taxa de juros tão baixa como a dos EUA. Lá, é perfeitamente possível financiar um apartamento ou uma casa por juros tão baixos quanto 2,8% ao ano. Isso significa que alguém que financie uma casa que custe US$ 200.000,00, pagaria uma prestação de US$ 1.320,00. Sem dar entrada. Aqui no Brasil, mesmo com um bom convênio, você conseguiria financiar R$ 200.000,00 com uma prestação de R$ 3.270,00 - mesmo desconsiderando as flutuações do câmbio, é um valor duas vezes e meia mais caro do que financiamento similar nos EUA. Juros altos limitam muito o poder aquisitivo da população.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E, mesmo assim, é possível encontrar imóveis proporcionalmente mais caros no Brasil do que nos EUA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2) A estrutura econômica de cada país precisa ser levada em consideração na hora de comparar a relação entre o crédito imobiliário e o PIB&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cada país tem uma estrutura econômica diferenciada. Nos EUA, a disponibilidade de crédito é muito maior do que a daqui do Brasil, até porque os bancos americanos têm mais dinheiro para emprestar do que os nossos. Por aqui, a poupança já dá sinais de que não poderá permanecer como a grande força na composição do nosso crédito imobiliário. Ou seja, será necessário extrair dinheiro de outros lugares, e por enquanto não há nenhuma fonte alternativa de grande peso. E precisamos nos lembrar de que dinheiro não se cria do nada: com as crises a que o próprio Amorim se refere, é difícil acreditar que nossos bancos passarão a ser ainda mais arrojados na concessão de crédito para o setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/?franq=286121"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/submarino2.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma comparação simplista da proporção do crédito imobiliário no PIB brasileiro com a de outros países esconde ainda outras questões. Por exemplo, se levarmos o discurso de Ricardo Amorim a sério, poderíamos nos perguntar: por que a bolha imobiliária americana explodiu quando a relação entre o crédito e o PIB era de 80%, se na Suíça essa relação chegou a 130%? Ou seja, os americanos tinham boas razões, em 2007, para acreditar que não viviam uma bolha imobiliária. Era só pegar a Suíça como exemplo para acreditar que a farra poderia continuar indefinidamente. Evidentemente, mesmo com uma composição entre crédito e PIB bastante inferior, a bolha explodiu nos EUA. Assim como explodiu na Espanha e em Portugal, que tinham uma relação crédito/PIB ainda menor do que a americana.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em outras palavras, a relação entre crédito imobiliário e PIB não precisa ser muito elevada para que ocorra uma bolha. Não há correlação necessária.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3) A alavancagem excessiva existe sim, no setor imobiliário brasileiro… só não onde Ricardo Amorim está procurando&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Ricardo Amorim, são dois os fatores que levam à formação de bolhas: a sensação de que todos querem entrar em um determinado mercado e a alavancagem excessiva. Segundo ele, no Brasil só temos o primeiro requisito: ainda falta termos alavancagem excessiva. Esse argumento é comum entre os que acreditam que as recentes altas são justificadas. O problema é que eles utilizam a estrutura do financiamento imobiliário do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) para justificar essa opinião, e esse é um erro. Nossa bolha não está sendo causada pelos imóveis financiados pelo SFH, mas pelos imóveis financiados diretamente nas construtoras. E não dá pra misturar as duas estruturas de financiamento, que são bastante diferentes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estrutura do SFH é extremamente segura: para que alguém consiga financiar um imóvel pelo sistema, é preciso mostrar a compatibilidade de sua renda com as prestações, e os juros são relativamente pré-fixados. Ou seja, é possível divisar, com certa segurança, se alguém terá condição de honrar o compromisso. Para que o leitor tenha uma idéia, alguém com uma renda bruta familiar de R$ 20.000,00 e deseje comprar um apartamento de R$ 800.000,00 (um apê normal de 100 metros quadrados e três quartos em Brasília, com elevador e garagem) por mês somente poderia financiar, pelo SFH, 63% do financiamento do imóvel. Teria que dar uma entrada de R$ 293.000, e financiaria os restantes R$ 507.000 em "módicas" parcelas de R$ 5.992,00 ao longo de 30 anos  - e para encontrar os cálculos basta fazer uma simulação, acessando o &lt;a href="http://www8.caixa.gov.br/siopiinternet/simulaOperacaoInternet.do?method=inicializarCasoUso"&gt;simulador da Caixa Econômica Federal&lt;/a&gt;. Ou seja, é muito caro o financiamento pelo SFH, e há muitas regras que restringem a elevação sustentável do preço. Se esse apartamento tiver seu preço elevado para R$ 900.000 (uma alta módica de 12% no valor do imóvel), o sujeito que tem renda familiar de R$ 20.000 já precisaria ter uma economia de R$ 400.000. Bem mais complicado, não é? Com uma estrutura dessas, é difícil que bolhas se elevem por muito tempo, pois fica cada vez mais difícil ter acesso ao financiamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pois é…  o problema não é o SFH, mas o financiamento direto nas construtoras. As construtoras oferecem, para o mesmo apartamento de R$ 800.000,00, a seguinte estrutura de pagamento: uma entrada de R$ 20.000,00, mais prestações mensais de R$ 1.000,00 e duas semestrais de R$ 10.000,00 por cinco anos, até que a empresa termine o empreendimento. Ao longo desse tempo, o preço do imóvel é corrigido pelo INCC, que mede a inflação nesse setor. O valor remanescente vai sendo deixado para o fim, quando será exigido o seu pagamento (a famosa parcela de chaves). Ao longo de um ano, o financiamento pagará apenas cerca de 4% do imóvel, mas o seu preço será corrigido pelo INCC (que tem ficado na casa dos 7% ao ano): ou seja, o comprador paga 4%, mas o preço do imóvel financiado aumenta 7%. O resultado é que, no momento em que ele tiver que pagar as chaves, o valor a ser pago será ainda superior ao valor inicial. E nesse momento o comprador terá três opções: (i) pagar, à vista, TODO o valor do imóvel; (ii) financiar pelo SFH ou (iii) financiar o restante pela construtora. Dificilmente o bravo investidor teria, em mãos, o valor total do imóvel. Você conhece quantas pessoas com R$ 800.000 nas mãos? A segunda opção é irreal, já que o investidor deveria ter, em mãos, ao menos o valor da entrada (uns 15% a 20% do imóvel) para conseguir o financiamento do imóvel. Com uma renda de R$ 20.000 por mês, esse valor seria ainda maior, pois as regras exigiriam um financiamento de no máximo R$ 507.000, como já vimos. Dificilmente ele teria esse valor economizado e, portanto, provavelmente não teria acesso ao financiamento pelo SFH. A terceira opção é ainda mais drástica, porque as condições de financiamento direto pela construtora são ainda mais draconianas: em alguns casos, os juros são extorsivos, na casa de 1% + IGP-M ao mês. Ou seja, em alguns casos, com o IGP-M mais alto, essa dívida poderia subir a uma razão de quase 20% ao ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se isso não é alavancagem excessiva, eu não sei o que é.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4) A proporção entre renda per capita e o preço dos imóveis é extremamente elevada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já falei sobre isso no que diz respeito à &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/relacao-entre-renda-per-capita-e-preco-dos-imoveis-tambem-indica-bolha/"&gt;situação do setor imobiliário em Brasília&lt;/a&gt;, e acredito que várias cidades do Brasil enfrentam o mesmo problema. É importante termos mais estudos para afirmar isso com completa clareza, mas acredito que os preços dos imóveis no Brasil se descolaram da renda per capita da população. Amorim compara a relação entre o crédito e o PIB do Brasil com a de outros países, mas não comparou outro indicador que, acredito, é ainda mais importante: a relação entre a renda per capita da população e o preço dos imóveis. Esse indicador é mais importante porque a renda per capita é um indicador da capacidade de pagamento da população. Em Brasília, por exemplo, estamos vendo uma situação em que essa relação se descolou tanto que já é superior à relação vista nos EUA durante a sua bolha imobiliária. Em Brasília, um imóvel de 3 quartos médio no Plano Piloto custa o equivalente a 14 vezes a renda per capita da população; nos EUA, antes da crise estourar, essa relação estava em 7 (Orlando), 9 (Seattle) e 7,5 (Washington), para que o leitor tenha uma idéia. Precisamos de mais dados sobre as cidades brasileiras, mas considero que mesmo para um estudo preliminar esse dado é alarmante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim... se o Ricardo Amorim realmente acredita que a bolsa brasileira vai chegar a 200.000 pontos até 2015, por que recomenda o investimento em renda fixa e em imóveis? Afinal, Ibovespa a 200.000 pontos significa uma alta de 210% em 3 anos, ou uns 46% ao ano. Será que ele acha que nossos imóveis irão se valorizar tanto nesse período?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS: quando critico as previsões do economista, não estou atacando a capacidade técnica do Ricardo Amorim, que é um grande profissional. Estou atacando a pretensão de qualquer pessoa de estipular qualquer patamar para a bolsa de valores. Pode até ser que em 2015 vejamos o Ibovespa a 200.000 pontos, mas não considero que possível prever. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao36156&amp;id=36467"&gt;&lt;img src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cursos24.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://Li%C3%A7%C3%B5es%20da%20bolha%20imobili%C3%A1ria%20espanhola%20para%20o%20Brasil"&gt;Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/explicando-a-bolha-imobiliaria-brasileira/"&gt;Explicando a bolha imobiliária brasileira&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/e-se-acontecer-uma-crise-imobiliaria-no-brasil/"&gt;E se acontecer uma crise imobiliária no Brasil? &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=6qzDPLtXBoQ:kQq_X5gcD9A:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/6qzDPLtXBoQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:34:49 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/02/bolha-imobiliaria-ricardo-amorim/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>A bolha criada pelo programa "Minha Casa, Minha Vida"</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/IIuvT7q4isc/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilBh020XMalxDFXu23s0rytbwMc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que o programa "Minha Casa, Minha Vida" tem vários problemas, os leitores do blog já sabiam. Há várias fraudes no programa, sendo que a principal diz respeito a construtoras sem escrúpulos que propagandeiam que suas unidades podem ser vendidas pelo programa quando não satisfazem os critérios estabelecidos pela Caixa Econômica. Mas, como também já salientamos, o principal problema é que o programa tem gerado uma bolha imobiliária no setor de imóveis de menor custo, o que, no longo prazo, pode até inviabilizar o próprio programa. Agora, os empresários do setor desejam que o governo aumente ainda mais os limites de preço do programa. Obviamente, se isso acontecer, os preços desses imóveis terão espaço para altas ainda maiores. Isso não pode dar certo...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segue matéria do Estado de São Paulo sobre a questão. Os destaques negritados foram marcados por mim:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;Título e fonte originais:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,minha-casa-esta-inviavel-alertam-empresarios,100975,0.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;"Minha Casa" está inviável, alertam empresários&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; Lu Aiko Otta, de O Estado de S.Paulo&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #003300;"&gt; BRASÍLIA - &lt;strong&gt;O programa Minha Casa Minha Vida praticamente não existiu em 2011 para as famílias de baixa renda e seguirá o mesmo destino em 2012 se o governo não elevar os valores das unidades atendidas&lt;/strong&gt;. A avaliação é do empresário Eduardo Aroeira Almeida, sócio-diretor da Apex Engenharia, que atua no segmento popular no Distrito Federal. "Acho que essa é a avaliação geral, pelo que tenho conversado com empresários de outros Estados."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;Para empresários da construção civil, a alta dos preços dos imóveis, associada ao aumento das exigências como adequações para idosos e deficientes físicos inviabiliza a construção de unidades. Paradoxalmente, segundo Almeida, o próprio lançamento do Minha Casa Minha Vida provocou a especulação imobiliária. "&lt;strong&gt;Apartamento que eu vendia por R$ 90 mil no início hoje está por R$ 170 mil&lt;/strong&gt;." O preço médio da moradia destinada a esse público subiu de R$ 42 mil para R$ 55,2 mil. Nos municípios da região metropolitana do Estado de São Paulo e Distrito Federal, o limite é de R$ 65 mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;No caso da capital federal, em particular, o preço dos terrenos é tão elevado que não foi construída nenhuma unidade destinada às famílias com renda de até três salários mínimos. "O Distrito Federal é limitado na oferta de terrenos, pois há grande dificuldade na legalização de terras", explica o vice-presidente do Sinduscon-DF, Paulo Muniz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;Um microempresário que não quis ser identificado conta que construiu três unidades na periferia de Formosa, já fora dos limites do DF, em Goiás, com o intuito de vendê-las por meio do programa. Não teve sucesso porque a rua não era asfaltada, como exige a Caixa Econômica Federal. Depois disso, desistiu da carreira de empreiteiro. "&lt;strong&gt;Hoje, um lote em área não muito boa aqui em Formosa não sai por menos de R$ 80 mil, então não dá para enquadrar&lt;/strong&gt;", explica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, concorda que construir para o Minha Casa Minha Vida tornou-se inviável em alguns locais. "Mas depende da região", diz. "Em algumas cidades, os limites do Minha Casa Minha Vida são suficientes." Ele informa que o aumento do valor das unidades está em discussão com o Ministério das Cidades, responsável pelo programa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;"Mas não dá para ficar 100% em cima do governo federal", defende. "Os Estados e as prefeituras têm de entrar." Isso já ocorreu em São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff assinaram este mês um convênio no valor de R$ 8 bilhões para construir em parceria 97 mil casas e apartamentos para famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;O governo paulista vai doar R$ 20 mil por unidade, em adição aos R$ 65 mil alocados pela União, de forma a viabilizar a construção dessas habitações. Segundo Simão, processo semelhante ocorre em Belo Horizonte (MG), onde a prefeitura vai entrar com os terrenos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informa que não há, no momento, discussão para novo reajuste no preço de imóvel ou redução de tributo para a indústria da construção. "Não dá para o valor final mudar sempre. O município pode estabelecer zonas especiais para assegurar um melhor preço do terreno e as empresas melhorarem o processo industrial para ganharem eficiência", frisa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;Crescimento. Em meados do ano, Dilma poderá elevar a meta de construção do Minha Casa Minha Vida, dos atuais 2 milhões de unidades para 2,6 milhões até o fim de 2014. O programa é uma das principais apostas para manter a economia aquecida em ano de crise internacional.&lt;/strong&gt; A presidente quer uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4% e 5%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta 3% e o mercado financeiro estima 3,27%. "Neste ano, o programa será um dos grandes instrumentos para aumento do investimento e para geração de empregos", diz Inês Magalhães.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;strong&gt;É justamente por causa da importância do programa para a estratégia de crescimento econômico que o empresário Almeida acredita em um reajuste nos valores das habitações.&lt;/strong&gt; "Eles contam com a construção civil para atravessar a crise, mas para isso o Ministério das Cidades vai ter de ser mais ousado na definição das faixas", aposta. "Se ficar como está, o Minha Casa Minha Vida vai parar no DF." (Colaborou Edna Simão)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos recomendados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=17119"&gt;Minha casa, minha vida: número de queixas contra construtoras triplica &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=16937"&gt;Denúncia de fraudes no programa Minha Casa, Minha Vida &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3524"&gt;Minha Casa, Minha vida: regras e problemas &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=1659"&gt;Bolha imobiliária na periferia? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=3210"&gt;Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=1111"&gt;Vale a pena ter casa própria? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=17432"&gt;O que é uma bolha? 
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=IIuvT7q4isc:51FhDHijlec:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/IIuvT7q4isc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 08:46:23 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/a-bolha-criada-pelo-programa-minha-casa-minha-vida/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>O risco de sair da bolsa</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/ylhRigCPZJw/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zDPk5Yjqc7372IkK5jrmCkYmvS0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O início de 2012 na bolsa de valores tem sido bastante animador. Em apenas um mês, o Ibovespa saltou de 57.829 pontos para quase 63.000 pontos - uma alta de quase 9%. E pegou no contrapé vários "especialistas" de mercado que diziam que aquele não era o momento de investir em ações e que o investidor deveria ficar fora da bolsa e esperar um momento melhor. Que momento melhor? Quando o Ibovespa já estivesse 9% mais caro, como agora? Esse salto exemplifica um dos principais riscos que alguém que seguisse esse conselho dos "especialistas" de mercado: o de ficar fora da bolsa de valores.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Risco de sair da bolsa é maior do que o de ficar nela em período de baixa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ficar fora da bolsa de valores também tem seu risco - o de perder justamente os momentos de alta que, muitas vezes, representam a maior parte dos ganhos em determinados períodos. Ao contrário do que muitos investidores que utilizam análise técnica acabam pregando - voltar para as ações apenas depois que algum sinal quase inequívoco de tendência de alta apareça -, o investidor de longo prazo deveria justamente evitar ficar de fora do mercado de ações.&lt;/p&gt;

Em agosto do ano passado, o Ibovespa estava na casa dos 49.000 pontos. Alguns analistas viam ali força suficiente para que as ações despencassem ainda mais, e a maioria recomendava ao investidor pessoa física que mantivesse distância do mercado de ações. O resultado? Quem estivesse com um percentual de seus investimentos naquele momento alocado em um fundo de ações que apenas replicasse o comportamento do iBovespa, ganhou um excepcional rendimento de lá pra cá: +29,25% em pouco menos de 6 meses. Seguindo o conselho dos analistas, muita gente teria perdido dinheiro.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Estudo mostra o custo de perder os dias de melhor performance da bolsa&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O investidor de longo prazo não pode deixar de investir em ações nesses períodos, até porque, às vezes, muitas das altas que ocorrem durante a recuperação que se segue aos períodos de baixa são responsáveis pela maior parte dos rendimentos obtidos no longo prazo. Em &lt;a href="https://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;q=cache:Yp9QBACyijsJ:www.fba401k.com/pdfs/StockMarketExitatYourOwnRisk.pdf+risk+exit+stock+market&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=br&amp;amp;pid=bl&amp;amp;srcid=ADGEESgjoyKKvj3HEF7euxodYR5u2qFzO-l70DoKPY3s4Jhac3x69dGeZpg6dh8yjR0UUw3ZR3OyHTANrzkWVaYweB5dIDNQWsqVASTvYpE801M0vxjHZiYT9Xp5ZUqJaDBGmu_AHoIu&amp;amp;sig=AHIEtbT0gri6O4z2wmNTA-kMA_0djhq8Xg&amp;amp;pli=1" target="_blank"&gt;estudo realizado com os rendimentos médios no índice S&amp;amp;P 500 entre 1980 e 2008&lt;/a&gt;, o MARE (Market Analysis, Research &amp;amp; Education) identificou que a maior parte dos rendimentos obtidos no período de quase &lt;strong&gt;trinta anos&lt;/strong&gt; se deveu a &lt;strong&gt;menos de 50 dias&lt;/strong&gt; entre os que apresentaram melhor performance ao longo do período. Veja o gráfico:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="risco.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/risco.png" alt="risco" width="407" height="275" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode ver no gráfico, quem investiu, em 1980, US$ 10.000,00 em um fundo de ações que apenas replicasse o índice S&amp;amp;P 500 e não moveu um único centavo do fundo, teve uma rentabilidade fantástica: o investimento inicial rendeu US$ 243.651 ao longo dos 28 anos (2336,51%, ou 12,08% ao ano). Mas, se o investidor, por medo, desaplicasse seus investimentos e perdesse apenas os 5 dias em que as ações apresentaram maior alta, teriam uma perda substancial: ao invés de quase US$ 250.000, seus investimentos renderiam US$ 180. 399,00 (1703% ou 10,88%). Se ele perdesse os dez dias de melhor performance, a queda de rendimento seria ainda maior: a rentabilidade cairia para algo em torno de US$ 140.000. Apenas dez dias com o dinheiro desaplicado teriam custado US$ 100.000,00!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É caro ficar fora da bolsa de valores, não?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/tesouro-direto-rende-mais-que-a-bolsa-na-decada/"&gt;Tesouro Direto rende mais que a bolsa na década &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/02/investir-bolsa-valores-apostar-cassino-sorte-investimentos/"&gt;Investir na bolsa de valores é igual a apostar em cassino? O fator sorte e os investimentos &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/risco-sem-o-s-de-seguranca-nao-significa-rico-e-suicidio/"&gt;Risco, sem o "s" de segurança, não significa rico: é suicídio &lt;/a&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/04/os-principais-erros-dos-iniciantes-na-bolsa-de-valores/"&gt;Os principais erros dos iniciantes na Bolsa de Valores &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/risco-sem-o-s-de-seguranca-nao-significa-rico-e-suicidio-2/"&gt;Risco, sem o "s" de segurança, não significa rico: é suicídio &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/07/estabilidade-na-carteira-x-seguranca-contra-risco/"&gt;Estabilidade na carteira x Segurança contra risco &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/investindo-em-acoes-sem-sera-mesmo-risco/"&gt;Investindo em ações sem (será mesmo?) risco&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/volatilidade-e-risco/"&gt;Volatilidade é risco?
&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=ylhRigCPZJw:h6g-RcogOwE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/ylhRigCPZJw" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 30 Jan 2012 09:36:38 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-risco-de-sair-da-bolsa/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>As taxas de administração cobradas no tesouro direto</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/NJO7zCUASFs/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wMn-lBPSwp-nuGFT9-uitbuqOiU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Tesouro-Direto-300x300.png"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;Ao investir no &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/?s=%22tesouro+direto%22"&gt;tesouro direto&lt;/a&gt;, uma das maiores preocupações do investidor devem se voltar para as &lt;a title="Os custos das taxas de administração" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/os-custos-das-taxas-de-administrao/" target="_blank"&gt;taxas de administração&lt;/a&gt; cobradas pela instituição onde ele escolheu aplicar suas economias. Essas taxas corroem uma parte da rentabilidade do investidor, que, por essa razão, deve prestar bastante atenção antes de escolher onde aplicar seus recursos no &lt;a title="Prejuízo no tesouro direto? Isso acontece?" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/04/prejuzo-no-tesouro-direto-isso-acontece/" target="_blank"&gt;tesouro direto&lt;/a&gt;.
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;As taxas de administração cobradas para investir no tesouro direto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Onde você pode descobrir quais as taxas cobradas pelos bancos e pelas corretoras pelas aplicações no tesouro direto? O próprio &lt;a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos/consulta_ranking.asp"&gt;site do tesouro direto&lt;/a&gt; oferece essa informação, indicando a taxa de administração cobrada pelos agentes de custódia. Dê uma olhada na lista atualizada em 20/01/2011 e confira quanto a instituição em que você investe cobra pelo serviço:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="corretoras.png" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/corretoras.png" alt="tesouro direto" width="650" height="1238" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

Como você pode observar, as taxas de administração estão bastante atraentes, entre 0% e 1% ao ano. Bem melhor do que há alguns meses, em que algumas instituições cobravam até 4% por ano pelo investimento. O Itaú Unibanco, que cobrava uma das taxas de administração mais caras (na época, 4% ao ano), baixou consideravelmente a taxa de custódia, para 1% ao ano. Ainda está entre as mais elevadas, ao lado da TOV, mas isso significou uma redução de 75%.
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Por que corretoras cobram taxa de administração mais baixa do que os bancos no tesouro direto?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Como você deve ter observado na tabela, algumas instituições não cobram absolutamente &lt;strong&gt;nada&lt;/strong&gt; pelo investimento no tesouro direto. À exceção do Daycoval, todas as outras instituições que não cobram nada são corretoras de valores. Por outro lado, os bancos estão entre as instituições com taxas de administração mais elevadas. Mesmo o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que deveriam incentivar o investimento no tesouro direto, cobram taxa de administração - respectivamente, 0,5% e 0,4%. Por que isso acontece?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Corretoras costumam cobrar taxas menores (ou nenhuma taxa) no tesouro direto para atrair investidores, que após terem aberto uma conta podem aplicar seus recursos em outros produtos da corretora. Ou seja, o objetivo delas é atrair quem está interessado em investir no tesouro direto a fim de que ele invista em outros ativos sobre os quais a corretora é remunerada com o pagamento de taxa de corretagem.  Além disso, muitas corretoras não cobram nada (ou cobram valores baixos) pelo tesouro direto, mas acabam cobrando taxa de custódia. Você não paga nada para investir no tesouro direto, mas paga para manter a conta aberta. Portanto, observe bem o total dos seus custos para manter a conta aberta na corretora antes de decidir transferir seus recursos para investir no tesouro direto por ela. Taxas de custódia não costumam ser altas, mas pode ser que se tornem mais altas do que a taxa de administração.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os bancos, por outro lado, não têm interesse nenhum no tesouro direto. Afinal, muitos dos &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/fundos-de-investimento/"&gt;fundos de investimento&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/category/renda-fixa/"&gt;renda fixa&lt;/a&gt; mantidos por eles investem justamente nos títulos do tesouro direto. E o banco ainda ganha taxa de administração (às vezes bastante elevada) por esses fundos. Ou seja, ele ganha mais se, ao invés de investir diretamente nos títulos do tesouro direto, seus clientes decidirem aplicar suas economias &lt;strong&gt;in&lt;/strong&gt;diretamente no tesouro direto por meio de seus fundos. Muitas vezes, os clientes nem sabem que estão &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/02/investindo-no-tesouro-direto/"&gt;investindo no tesouro direto&lt;/a&gt;, já que o nome dos fundos normalmente é alguma coisa como "XX RF Longo Prazo". Mais uma vez, fica o recado: não confie cegamente no gerente de seu banco - ele é um empregado da instituição financeira, e está lá para preservar os interesses dela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados: &lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/06/os-custos-das-taxas-de-administrao/"&gt;Os custos das taxas de administração&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/comeando-investir-no-tesouro-direto/"&gt;Começando a investir no tesouro direto&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/11/os-bancos-e-o-tesouro-direto/"&gt;Os bancos e o tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/02/investindo-no-tesouro-direto/"&gt;Investindo no tesouro direto &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/07/os-rendimentos-do-tesouro-direto/"&gt;Os rendimentos do tesouro direto&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/tesouro-direto-rentabilidade-2011/"&gt;Tesouro Direto tem tido boa rentabilidade em 2011&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/boas-novidades-para-o-tesouro-direto/"&gt;Boas novidades para o Tesouro Direto &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=NJO7zCUASFs:ut4vWxCBIJo:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/NJO7zCUASFs" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:14:51 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-taxa-administracao/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Cuidado com os inquilinos dos fundos imobiliários</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/WB6NsZLsOrQ/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L7DC0Rom400rYvBvQIVyWGlqo8g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Fundos imobiliários são um excelente veículo para investir em imóveis com maior segurança. Ao contrário do investimento direto em um imóvel, que demanda grande concentração de capital em uma única unidade, o investimento por meio de &lt;a title="Investindo em fundos imobiliários" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/investindo-em-fundos-imobiliarios/" target="_blank"&gt;fundos imobiliários&lt;/a&gt; possibilita grande diversificação com menor quantidade de capital. Assim como ocorre com as ações, em que você compra uma fração de uma empresa, nos fundos imobiliários você compra uma fração de um imóvel ou de um conjunto de imóveis. Mas, tal como as ações demandam o estudo da situação financeira e operacional de uma empresa, o investimento em fundos imobiliários também demanda bastante cuidado com relação ao perfil dos empreendimentos - especialmente, com a qualidade dos inquilinos que alugam o imóvel.
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Fundos imobiliários podem garantir bons aluguéis&lt;/h2&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fundos imobiliários ganham dinheiro de várias maneiras. Uma delas é a organização de um empreendimento para que as unidades sejam vendidas ao longo do tempo. Os quotistas (assim são chamados os investidores que compraram uma fração do fundo) ganham seu retorno com a valorização e posterior venda dos imóveis do fundo. Mas a maneira mais comum pela qual os fundos imobiliários remuneram seus quotistas é por meio do aluguel dos imóveis que constituem o patrimônio do fundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Funciona da seguinte maneira: o fundo imobiliário tem um ou mais imóveis. Por exemplo, o fundo BB FII Progressivo administra dois edifícios (um em Brasília, o outro no Rio de Janeiro) locados para o Banco do Brasil. Em Brasília, o imóvel alugado é o Edifício Sede I, que é a principal sede da instituição em Brasília. No Rio de Janeiro, o fundo administra um bloco de edifícios administrativos. Outro exemplo: o CSHG Brasil Shopping compra participações em vários shopping centers, como o Shopping Plaza Sul, em São Paulo ou o Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas. Mensalmente, ele repassa o valor pago pelo aluguel para os acionistas. Quem paga aluguel? As lojas! Ou seja, você está alugando o imóvel para McDonald's, Vivo, Cinemark, Renner, entre tantas outras empresas. Em alguns casos, a receita dos shoppings também é turbinada pelo valor pago nos estacionamentos. Bacana, não é?&lt;/p&gt;

&lt;h3 style="font-size: 1.5em; text-align: justify;"&gt;Mas… cuidado com fundos imobiliários que alugam imóveis para um único inquilino&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Enfim, existem várias opções de fundos imobiliários. Mas alguns deles, como o do Banco do Brasil a que me referi antes, têm uma característica peculiar: são alugados para um único inquilino. E aí mora um perigo que não pode ser desconsiderado: a inadimplência ou o abandono do imóvel. &lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/hospital-da-crianca-pode-ser-despejado" target="_blank"&gt;Recentemente, dois fundos imobiliários - o Hospital da Criança e o o Hospital Nossa Senhora de Lourdes - têm passado por problemas&lt;/a&gt;. Ambos, depois de um período em que mostraram dificuldades para pagar o aluguel, obtiveram medida liminar na Justiça para reduzir provisoriamente o valor do aluguel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alguém poderia retrucar: ora, então despejem o mau pagador! Não é simples assim. Pense: já não é fácil despejar um inquilino de um imóvel residencial. Alguns juízes invocam o direito à moradia para deixar o inquilino inadimplente morando por um bom tempo no imóvel. Em outros casos, o mau pagador consegue ficar anos a fio no imóvel, recorrendo. Recentemente, mudanças na legislação buscaram tornar mais ágil o processo, mas ainda assim as perspectivas são de um prazo bastante razoável até que o proprietário consiga reaver o imóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E a situação é muito mais complicada no caso desses fundos. O Poder Judiciário iria ser muito mais reticente ao determinar o despejo de um hospital inteiro. O hospital iria tentar, na Justiça, demonizar o fundo imobiliário, ao argumento de que o aluguel é caro demais e impedia que ela cumprisse suas obrigações de resguardar a saúde dos pacientes. Além disso, mesmo que o fundo obtivesse sucesso no Poder Judiciário, depois de uma longa batalha judicial, ainda teria que enfrentar outro problema: depois de despejado, ele teria que procurar outro hospital para alugar o imóvel. Teria que ser outra instituição hospitalar porque todo o imóvel já estava preparado para aquele tipo de inquilino; suas instalações foram construídas especialmente para aquele objetivo e, para alugar a outro tipo de empresa, seria necessário realizar uma grande reforma. Ou seja, só prejuízo para o quotista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Trata-se da mesma situação vivenciada por fundos imobiliários voltados exclusivamente para o aluguel para universidades ou escolas. Desalugado o imóvel, é extremamente complicado encontrar um novo inquilino. Eu vi bem de perto essa situação há alguns anos. Vizinho à casa de minha mãe, há um imóvel destinado para instituições educacionais. É relativamente bem localizado, mas as escolas que se instalam por lá têm dificuldade de passar mais do que alguns anos. Já houve curso de inglês, escolas primárias, escolas integradas de ensino médio e fundamental… e sempre que alguém deixava o local, passavam-se alguns anos até que uma nova instituição se instalasse.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O caso do Banco do Brasil é um pouco diferente dessas instituições porque os dois prédios alugados pelo fundo são tradicionalmente vinculados à instituição. Em Brasília, por exemplo, o Edifício Sede I é o principal prédio onde o banco desenvolve suas atividades. Para se mudar de lá, o Banco do Brasil teria despesas absurdas com a logística necessária para a realização da mudança, sem deixar de levar em conta que ainda teria que encontrar um novo imóvel com o tamanho suficiente para comportar a estrutura da instituição. Improvável que aconteça, também, atraso no pagamento. Mas, de qualquer modo, é apenas um único inquilino: qualquer problema e o quotista teria dificuldades para reaver o imóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/10/investindo-em-fundos-imobiliarios/"&gt;Investindo em fundos imobiliários 
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/11/cuidado-com-os-famigerados-%E2%80%9Crankings-dos-melhores-fundos-de-investimentos%E2%80%9D/"&gt;Cuidado com os famigerados “rankings dos melhores fundos de investimentos”&lt;/a&gt;  
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/10/voce-sabe-identificar-os-fundos-de-investimento-pelo-nome/"&gt;Você sabe identificar os fundos de investimento pelo nome?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/escolher-bom-imovel-alugar/"&gt;Como escolher um bom imóvel para alugar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=WB6NsZLsOrQ:Tc7zSlRJk7o:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/WB6NsZLsOrQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:17:11 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/fundos-imobiliarios/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Luiz Barsi Filho: o maior investidor pessoa física do Banco do Brasil</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/aT_A6YKBlCE/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PN0_u_Y8eH1wOy1L0b3D2Uf-ggk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já falei vezes sobre Lírio Parisotto, um bilionário brasileiro que ganhou bastante dinheiro investindo em ações. Mas, como Parisotto também ganhou bastante dinheiro administrando sua empresa (a Videolar), talvez o melhor investidor que espelhe os princípios defendidos aqui em "O pequeno investidor" seja Luiz Barsi Filho. Ele, que investe em ações de boas empresas há mais de 40 anos, reinvestindo os dividendos e aumentando paulatinamente o seu patrimônio, é um grande admirador de Buffett. Hoje, ele não tem do que reclamar: todo ano, passa uma boa temporada em Buenos Aires, sua cidade favorita, e tem uma aposentadoria totalmente independente do sistema público de previdência social.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;Confira uma entrevista que ele concedeu recentemente à Istoé Dinheiro!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Título: O senhor dos investimentos na bolsa &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/76446_O+SENHOR+DOS+INVESTIMENTOS+NA+BOLSA" target="_blank"&gt;Istoé Dinheiro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;DINHEIRO conversou com Luiz Barsi Filho, o aposentado que vive de milionários rendimentos há mais de 20 anos e é hoje o maior investidor pessoa física do Banco do Brasil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por Geovana Pagel&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao longo dos últimos 40 anos, o aposentado paulista Luiz Barsi Filho, comprou e guardou ações de empresas sólidas e boas pagadoras de dividendos. Barsi, que tem 73 anos e vive de milionários rendimentos há mais de 20 anos, é hoje o maior investidor pessoa física do Banco do Brasil.O investidor trabalhou como operador da bolsa por 32 anos, e esse histórico ajuda a explicar o sucesso de suas escolhas ao longo dos anos. "Mas não é preciso ser profissional para garantir a aposentadoria com ações", garante.Discípulo do investidor Warren Buffet, Barsi nunca deixou o sobe e desce do mercado tirar seu sono na construção da sua fortuna. Pelo contrário, mira sempre no longo prazo e aproveita as grandes quedas para ir contra a maré e investir ainda mais. Confiante nas suas escolhas, costuma dizer que investe em empresas e não na bolsa de valores.DINHEIRO conversou com Barsi para tentar descobrir qual é segredo de um investidor de sucesso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Confira:
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/lSRKZKDVciA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;br /&gt;Aproveite para conhecer nosso &lt;a href="http://www.youtube.com/user/pequenoinvestidor" target="_blank"&gt;canal no Youtube&lt;/a&gt;.Especial agradecimento ao canal &lt;a href="http://www.youtube.com/user/VALE5PETR4" target="_blank"&gt;VALE5PETR4&lt;/a&gt;, que publicou originalmente o vídeo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Artigos relacionados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/03/o-desempenho-do-banco-do-brasil-entre-2002-e-2009/"&gt;O desempenho do Banco do Brasil entre 2002 e 2009 &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/09/decio-bazin-um-investidor-brasileiro/"&gt;Décio Bazin, um investidor brasileiro &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/08/a-capitalizacao-da-petrobras-e-o-pequeno-investidor/"&gt;A capitalização da Petrobras e o pequeno investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/05/programa-de-recompra-de-acoes-otimo-sinal-para-investidor/"&gt;Programa de recompra de ações: ótimo sinal para investidor &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/02/o-crescimento-da-empresa-e-sempre-algo-bom-para-o-investidor/"&gt;O crescimento da empresa é sempre algo bom para o investidor? &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/08/melhor-acoes-jovem/"&gt;A melhor coisa que poderia acontecer no mercado de ações para um investidor jovem… &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2009/12/entendendo-o-perfil-do-investidor/"&gt;Entendendo o perfil do investidor &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aT_A6YKBlCE:QhtrTgHFFSw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/aT_A6YKBlCE" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 20 Jan 2012 09:35:34 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Quando virá o próximo bull market?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/IyI9d2wnGuM/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mWwnH3sgcOt2nJzK2JILJXEfSSU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bull-market-1.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="bull-market" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bull-market-1.jpg" alt="bull market" width="249" height="255" /&gt;&lt;/a&gt;Quando ocorrerá o próximo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;? No linguajar do mercado, um &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; é o mercado de alta, em que os preços das ações decolam graças à confiança dos investidores, que antecipam um crescimento ainda mais pujante para os anos vindouros. Definitivamente, não é o que temos visto nos últimos três anos, em que, após uma forte queda (2008), seguida de forte recuperação (2009), o Ibovespa praticamente andou de lado. Nos Estados Unidos, o movimento é semelhante: depois de brusca queda até abril de 2009, a recuperação… mas ainda em patamares inferiores ao teto histórico. E isso nos leva à pergunta: quando ocorrerá o próximo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;/p&gt;

&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;O próximo &lt;em&gt;bull market &lt;/em&gt;americano: a opinião de Floyd Norris&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Em uma interessante matéria publicada no &lt;a href="http://www.nytimes.com/2012/01/07/business/economy/a-historical-cycle-bodes-ill-for-the-markets.html?_r=2"&gt;The New York Times&lt;/a&gt;, o colunista Floyd Norris mostrou um padrão recorrente no mercado de &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/acoes-2/"&gt;ações&lt;/a&gt; norte-americano: os ciclos de &lt;em&gt;bear market &lt;/em&gt;e de &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; têm duração média aproximada de 15 anos. O último &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; teria ocorrido entre 1984 e 1999, quando o índice S&amp;amp;P 500 teria avançado 740%, mesmo após descontar a inflação. A partir daí, o índice começou a recuar para um retorno médio de meros 3% ao ano. O autor aponta, ainda, algumas similaridades entre o início do último &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; e o momento atual. No início da década de 1980, a economia americana também passava por maus lençóis e havia o medo de que ela se tornasse incapaz de competir com a economia de um gigante asiático - na época, o Japão, hoje a China. Além disso, havia extremo pessimismo como hoje, e existem paralelos também com relação à política externa: em meados dos anos 80, os EUA ainda sentiam os efeitos da guerra do Vietnã (que se encerrou em 1975), ao passo que a última década viu as invasões americanas no Iraque e no Afeganistão. Essas coincidências não garantem nada quanto ao futuro, mas é possível que indiquem uma recuperação e, eventualmente, um novo &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;nos próximos anos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É importante adicionar outros elementos ao paralelo: em meados da década de 1980, &lt;a href="http://useconomy.about.com/od/grossdomesticproduct/p/89_Bank_Crisis.htm"&gt;os EUA viveram uma forte &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/crise/"&gt;crise&lt;/a&gt; imobiliária&lt;/a&gt;, como hoje (embora de impacto muito menor na economia internacional), ao passo que, no final da década, quem vivenciou uma crise imobiliária ainda pior foi justamente o grande rival americano, o Japão. O mercado imobiliário japonês ainda hoje não se recuperou de sua bolha. Por outro lado, hoje há quem acredite que a China é quem está vivendo uma forte bolha em seu mercado imobiliário. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos para saber o impacto dessa situação no ritmo de crescimento chinês. O fato é que a economia chinesa depende mais dos EUA do que gostaria: seu crescimento foi financiado pelo forte impulso consumista dos americanos, e o consumo americano foi impulsionado justamente pelos chineses, que se tornaram um dos grandes credores dos Estados Unidos. Em razão dessa mútua dependência, o professor de história econômica e financeira &lt;a title="Série “A ascensão do dinheiro”, de Niall Ferguson" href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/" target="_blank"&gt;Niall Ferguson &lt;/a&gt;denomina os dois países de "Chimérica", demonstrando a relação de tênua simbiose entre os dois países.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, o que vai acontecer ninguém sabe: mas acredito profundamente que as coisas vão melhorar. Só não me arrisco a dizer quando isso ocorrerá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em resenha ao texto de Floyd Norris, Morgan Housel, colunista do The Motley Fool, publicou um gráfico que demonstra a rentabilidade do S&amp;amp;P 500 de 1880 até hoje:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter" title="SP500.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/SP500.jpg" alt="bull market" width="559" height="337" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;

O gráfico mostra uma única tendência ao longo do tempo: depois de um ciclo de baixa, vem um ciclo de alta. E depois de um ciclo de alta, vem um de baixa. O período máximo em que isso não ocorreu foi de cerca de 2 décadas, tanto para um lado quanto para o outro (a exceção é o período entre 1940 e 1980, que apresentou forte crescimento - apesar de decrescentes a partir da década de 1960). Pode ser um motivo de otimismo quanto à economia americana: afinal, já se passou uma década de sofrimento no seu &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/acoes-2/"&gt;mercado de ações&lt;/a&gt;. Se o padrão se seguir, é possível que estejamos mais perto do próximo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; do que a maioria dos analistas prevê.
&lt;br /&gt;
&lt;!-- LOMADEE - BEGIN --&gt;&lt;div style="width:728px;height:90px;overflow:hidden;"&gt;&lt;script type="text/javascript" language="javascript" &gt;lmd_source="23617676";lmd_si="33406850";lmd_pu="22272048";lmd_c="BR";lmd_wi="728";lmd_he="90";&lt;/script&gt;&lt;script src="http://image.lomadee.com/js/ad_lomadee.js" type="text/javascript" language="javascript"&gt;&lt;/script&gt;&lt;a href="http://www.lomadee.com/" style="font-size:10px;"&gt;&lt;div align="right"&gt;Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.&lt;/div&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!-- LOMADEE - END --&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Qual o padrão de ciclos de mercado brasileiro? Quando ocorrerá nosso próximo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;?&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Brasil, é difícil ter uma ideia realista a respeito de nosso padrão de mercado. Enquanto nos EUA há dados que remetem até o século XIX, e apesar de nossa bolsa ter iniciado suas atividades em 1895 (como Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo) após breve experiência entre 1890 e 1891, nossos dados mais confiáveis são bastante recentes, a partir da década de 1960. Além disso, ao contrário dos EUA, mesmo esses dados não são plenamente confiáveis em razão de nossa &lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/tag/inflacao/"&gt;inflação&lt;/a&gt; absurda desde a década de 70 até 1994. Com isso, fica difícil ter uma base objetiva para fazer esse tipo de avaliação histórica: uma maneira de tentar conseguir isso é procurar algum indicador que tenha mantido seu valor real ao longo do tempo. Foi o que um &lt;a href="http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx"&gt;gráfico muito interessante realizado pela Enfoque &lt;/a&gt;buscou estabelecer. Partindo da premissa de que um indicador relativamente estável para o período, como o dólar, poderia ser utilizado para formular um gráfico histórico do Ibovespa desde meados da década de 1960. O resultado é o seguinte:
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bovespa.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-18038 aligncenter" title="Bovespa.jpg" src="http://opequenoinvestidor.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Bovespa.jpg" alt="" width="600" height="415" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como você pode observar, o padrão é similar ao americano. Vivemos, de 1965 a 2011, quatro períodos de alta e 3 de baixa. Se realmente se confirmar que o período de baixa que estamos vivenciando nos últimos anos é o início de um &lt;em&gt;bear market&lt;/em&gt; em termos históricos, iniciando uma tendência de queda, então são 4 períodos de alta e 4 de baixa (que ainda não se encerrou). Os períodos são os seguintes:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1965 a 1971 - alta de 6 anos (+2.931%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1971 a 1983 - baixa de 12 anos e 2 meses (-82%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1983 a 1986 - alta de 2 anos e 8 meses (+1.573%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1986 a 1991 - baixa de 7 anos e 8 meses (-91%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1991 a 1997 - alta de 6 anos e 5 meses (+3.415%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 1997 a 2002 - baixa de 5 anos e 3 meses (-84%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;De 2002 a 2008 - alta de 5 anos e 7 meses (+2.051%)&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É importante notar que as altas abruptas (quedas superiores a 80% e altas superiores a 1.500%) são explicadas, também, pelo fato de se ter usado o dólar como indexador. Como a relação entre o real e o dólar foi bastante volátil ao longo de todos esses anos, as altas e baixas foram bastante impactadas pela flutuação cambial (somente no último período de alta, por exemplo, tivemos o real cotado a R$ 4,00 no início do &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;, e em torno de R$ 1,70 ao seu final). Mas é possível traçar alguns padrões do que vimos nesses quase 50 anos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Os períodos de alta duraram, em média, 5 anos;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Nesses períodos, as ações subiram, em média, 2.492%;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Os períodos de baixa duraram, em média, 8,37 anos;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;

&lt;p&gt;	&lt;/p&gt;

&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Nesses períodos, as ações caíram, em média, 85,67%;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;É interessante notar, ainda, que os períodos de baixa têm durado menos tempo. No primeiro período observado no gráfico, foram 12 anos de tendência de baixa. Nos seguintes, tivemos períodos de 7 anos e oito meses e de 5 anos e 3 meses. Claro que nossa referência histórica é curta, e portanto temos poucos dados a nossa disposição. Mas acredito que, após a abertura comercial no início dos anos 1990, tanto as altas quanto as baixas devem ser mais moderadas tanto com relação a sua duração quanto em relação a sua intensidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A propósito, o gráfico serve para mostrar que o governo Lula não foi tão benéfico aos mercados quanto normalmente a mídia alardeia. O &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; entre 2002 e 2008 foi, dos quatro períodos de alta, o &lt;strong&gt;2ª pior em termos de duração&lt;/strong&gt; (5 anos e 7 meses, contra os &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; que duraram 6 anos entre 1965 e 1971 e 6 anos e 5 meses entre 1991 e 1997), além de ter sido o &lt;strong&gt;2ª pior em termos de rentabilidade&lt;/strong&gt; (+2.051%, contra +3.415% entre 1991 e 1997 e +2.931% entre 1965 e 1971).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É difícil saber se estamos ainda vivenciando um prolongamento do período de correção do &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt; que durou entre 2002 e 2008 ou se estamos no início de um novo &lt;em&gt;bull market&lt;/em&gt;. Quem gosta dos gráficos pode estar projetando uma queda do atual patamar (cerca de 35.000 pontos na escala dolarizada) para cerca de 6000 pontos no próximo ciclo de baixa, algo em torno de 10.000 pontos na escala do Ibovespa. Não é o meu caso: só sei que, depois da tempestade, vem a bonança; e depois da bonança, nova tempestade. A ver o que está por vir.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Últimos artigos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A relação entre o preço e o valor patrimonial de uma ação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O indicador fundamentalista mais utilizado para avaliar se uma ação está supervalorizada ou barata é, sem sombra de dúvidas, a relação Preço/Lucro, que estabelece a relação entre o preço de uma ação e o lucro proporcional da empresa. Mas outro indicador que é bastante utilizado na análise fundamentalista é a relação entre o preço da ação e o valor patrimonial proporcional a ela: o Preço/Valor Patrimonial da Ação (ou P/VPA). Vejamos como utilizar esse indicador para avaliar se o preço de uma ação é justo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/valor-patrimonial-acao/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando aplicar na poupança?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A poupança é, sem sombra de dúvidas, o mais popular dos investimentos no Brasil. Modalidade de investimento facilmente acessível a todos os investidores, por muito tempo foi sinônimo de investimento seguro – curiosamente, fama mantida mesmo após o confisco ocorrido no governo Collor. Até hoje, é o investimento mais popular do país, apesar da baixa rentabilidade. Muito embora não veja a poupança como um bom investimento no longo prazo, e ela mal resulte em algum ganho real para o investidor, ela também tem algumas vantagens em relação a outros investimentos, especialmente para quem dispõe de pouco capital para investir ou está começando a poupar. Confira algumas!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/poupanca/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A estratégia "Dogs of the Dow"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estratégia "Dogs of the Dow" é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia  "Dogs of the Dow" (cães do Dow)  funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 09:00:58 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A relação entre o preço e o valor patrimonial de uma ação</title>
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&lt;p&gt;O indicador fundamentalista mais utilizado para avaliar se uma ação está supervalorizada ou barata é, sem sombra de dúvidas, a relação Preço/Lucro, que estabelece a relação entre o preço de uma ação e o lucro proporcional da empresa. Mas outro indicador que é bastante utilizado na análise fundamentalista é a relação entre o preço da ação e o valor patrimonial proporcional a ela: o Preço/Valor Patrimonial da Ação (ou P/VPA). Vejamos como utilizar esse indicador para avaliar se o preço de uma ação é justo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/valor-patrimonial-acao/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando aplicar na poupança?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A estratégia "Dogs of the Dow"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estratégia "Dogs of the Dow" é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia  "Dogs of the Dow" (cães do Dow)  funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!
&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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            <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:06:30 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Quando aplicar na poupança?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/zOl2rrnkxm0/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jHXS21XUId-peHgVu2ahDnnqNkE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jHXS21XUId-peHgVu2ahDnnqNkE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/poupanca/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A estratégia "Dogs of the Dow"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A estratégia "Dogs of the Dow" é a prova de que, muitas vezes, ganhar dinheiro no mercado de ações não é uma questão de inteligência. Adotar uma estratégia simples pode muitas vezes ser suficiente para bater o mercado por grande margem. A estratégia  "Dogs of the Dow" (cães do Dow)  funciona do seguinte modo: o investidor compra, no início do ano, ações das 10 maiores pagadoras de dividendos entre as empresas listadas no índice Dow Jones. No último dia do ano, as ações que não respeitam mais esse critério são vendidas e o investidor repete o processo, comprando uma participação nas 10 empresas que mais pagaram dividendos nos doze meses anteriores. Mas quais os fundamentos dessa estratégia? E, mais importante: ela funciona?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


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            <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 09:53:21 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A estratégia "Dogs of the Dow"</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/qUpPnsDE2LA/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1jdBJZkYi6Fya8EYEI8b96-IpEw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1jdBJZkYi6Fya8EYEI8b96-IpEw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/dogs-of-the-dow/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os melhores artigos de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fechando a primeira semana de 2012, nada melhor do que relembrar os melhores artigos do ano passado. Há muito material cuja importância não se perdeu ao longo do tempo e, por isso, trago ao leitor a minha humilde seleção dos posts que considerei mais relevantes no ano. Espero que vocês curtam!&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Investir é complicado?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/3nm3BtURrMs/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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            <pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:00:02 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Os melhores artigos de 2011</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/JCAT2i9x9yw/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5qCW4053h_snW1WF6AGEtBTv5Vo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5qCW4053h_snW1WF6AGEtBTv5Vo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/os-melhores-posts-de-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;/p&gt;

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            <pubDate>Fri, 06 Jan 2012 10:39:30 -0200</pubDate>
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            <title>A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto em 2011</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/01FwXTboPAM/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/trazD_h8CC2d6ouTJciu-Yg-S_I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Tesouro Direto foi uma boa opção de investimento em 2011? No início do ano, é importante verificar como se saíram os investimentos financeiros mais comuns. Já sabemos que o Ibovespa foi mal e que o Ouro foi um dos ativos que mais se valorizaram no ano passado, e sabemos também que o CDI não foi um mal investimento. Mas como se saíram os títulos do Tesouro Direto em 2011?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/tesouro-direto-2011/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/5VLQOkCGzJY/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/VX0s7E9RJGA/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/3nm3BtURrMs/"&gt;Investir é complicado?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/peqinvestidor/~3/3nm3BtURrMs/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=01FwXTboPAM:V7sBolxW4WA:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/01FwXTboPAM" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 05 Jan 2012 09:53:02 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>O melhor investimento de 2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/vV6EZJR3hlY/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8JsJdnUP5ng-6ANfba9IVX5ysgk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais um ano começou e, como de praxe, vários leitores me perguntam por e-mail: qual o melhor investimento para o ano que se inicia? No início de 2011, decidi me arriscar a responder essa pergunta, mas talvez minha resposta não tenha agradado a todos os leitores. Naquela oportunidade, fui categórico: o melhor investimento do ano é aprender a administrar melhor o risco do seu patrimônio. Ninguém sabe qual será o melhor investimento do ano. Pode ser as ações; há empresas tão surradas pelo pessimismo que não seria uma surpresa uma reviravolta no mercado. Pode ser que seja a renda fixa – afinal, os títulos do tesouro direto ainda oferecem taxas atraentes de retorno. Pode ser ainda que os imóveis continuem a se valorizar, apesar de já terem tido valorização excessiva nos últimos anos. Muitos ainda apostam no ouro, outro ativo que se valorizou bastante nos últimos tempos. Mas qual será o melhor investimento do ano?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2012/01/o-melhor-investimento-de-2012/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Últimos artigos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/preco-do-metro-quadrado-pode-chegar-a-r-25-mil-em-brasilia-sera-mesmo-7/"&gt;Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/investir-e-complicado/"&gt;Investir é complicado?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=vV6EZJR3hlY:LLgCwmfLKl8:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/vV6EZJR3hlY" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:24:04 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Balanço final da carteira de investimentos: como foi o ano de 2011?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/5w_A_sYxgMU/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHVrGZSvTgkkzPb5g49Eu4WcgU4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Fim de ano, é hora de fazer o balanço final da minha carteira de investimentos. 2011 foi um ano difícil para a bolsa de valores, e isso afetou o desempenho de minha carteira de ações. Mas a minha estratégia tem dado certo: como tem sido uma constante, a carteira bateu o iBovespa mais uma vez, no mês e no ano. O iBovespa, aliás, teve o seu terceiro pior ano desde 1995, apresentando uma queda de 18,11%. Mas vejamos como se saiu a minha carteira de investimentos no primeiro ano de publicação dos meus resultados mensais.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=5w_A_sYxgMU:eWUvKD8jlxE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/5w_A_sYxgMU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 30 Dec 2011 17:09:47 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Preço do metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil em Brasília. Será mesmo?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/RqN-A5K1SPg/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EbUOwnKy48m9wqeFDOn-quZH4kU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Fico impressionado com a parcialidade da imprensa brasiliense no que diz respeito ao mercado imobiliário local. Ontem, Nélio, um de nossos leitores, me enviou uma matéria do Correio Braziliense, o principal jornal de Brasília. A matéria, apesar de reconhecer que o mercado imobiliário local deverá diminuir o ritmo de crescimento, faz previsões bastante precisas sobre os próximos 10 anos no setor.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=RqN-A5K1SPg:lD0p5H4_dTs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/RqN-A5K1SPg" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 30 Dec 2011 09:14:03 -0200</pubDate>
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        <feedburner:origLink>http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/preco-do-metro-quadrado-pode-chegar-a-r-25-mil-em-brasilia-sera-mesmo-7/</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>Investir é complicado?</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/DXlrk8QFHOc/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VYY1uwCm-kPpHKJBNfUCQkUh2fk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Muitas vezes, as pessoas têm medo de investir porque acreditam que é complicado demais. Acham que nunca vão dominar o conhecimento necessário para investir com sucesso e que, portanto, é melhor nem começar. Acabam gastando todo o dinheiro do mês para não se preocupar com isso, postergando para o futuro uma decisão importantíssima – atitude que pode custar a tranquilidade financeira no futuro.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=DXlrk8QFHOc:Ut-oB1vfIy4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/DXlrk8QFHOc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:09:17 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Como escolher um bom imóvel para alugar</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/rbfHR8t_HbU/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2LSwUvChKGMTMlNGHSQ6sPKRFkc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alugar um bom imóvel é difícil. Encontrar um apartamento ou uma casa em condições adequadas, a preços relativamente acessíveis, é uma tarefa que pode se tornar bastante complicada. E tudo fica pior quando os preços do aluguel nas cidades brasileiras subiram bastante nos últimos meses. Por essa razão, resolvi abordar o tema, discutindo alguns critérios importantes a serem considerados no momento de alugar um imóvel.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/escolher-bom-imovel-alugar/"&gt;Leia o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros artigos recentes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/a-fantasia-do-ebitda/"&gt;A fantasia do EBITDA&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/analise-de-drogasil/"&gt;Análise da Drogasil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/palestra-de-lirio-parisotto-na-expomoney-2011/"&gt;Palestra de Lírio Parisotto na Expomoney&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/"&gt;Série "A ascensão do dinheiro", de Niall Ferguson&lt;/a&gt; 
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/previsoes-ibovespa-2012/"&gt;Já começaram as previsões dos analistas para 2012…&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você também pode gostar dos seguintes artigos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/o-valor-de-r-10000/"&gt;O valor de R$ 100,00&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/01/os-regimes-de-casamento-civil/"&gt;Os regimes de casamento civil&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/de-quanto-voce-precisa-para-se-aposentar/"&gt;De quanto você precisa para a sua aposentadoria?&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2010/07/o-mercado-imobiliario-nao-e-uma-maquina-de-lucros-perpetuos/"&gt;O mercado imobiliário não é uma máquina de lucros perpétuos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/01/aprendendo-a-investir-com-peter-lynch/"&gt;Aprendendo a investir com Peter Lynch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=rbfHR8t_HbU:4x8o3r7dbMc:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/rbfHR8t_HbU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 22 Dec 2011 11:24:56 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>A Fantasia do EBITDA</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/Qwij4xuGbrc/a-fantasia-do-ebitda</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-pYK24Z5x7JmQiKeijUDvBHs1Q0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O vociferado EBITDA, sigla traduzida e pouco atraente para designar “Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização”, é uma das armas mais poderosas utilizadas por executivos para impressionar o mercado. Após sua adoção virar moda nos EUA, esta rubrica passou a fazer parte das demonstrações contábeis da grande maioria das empresas como indicador da capacidade de gerar caixa. A grande questão é: muitas destas companhias geram caixa como máquinas de fazer dinheiro, mas a porta de saída é tão ou mais vasta quanto a porta de entrada. E a novidade? Bem, o Ebitda oculta isso. É por este exato motivo que foi um dos indicadores preferidos de executivos mal intencionados para esquematizar fraudes corporativas, a exemplo de Enron e WorldCom nos EUA.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=Qwij4xuGbrc:-cNED8oL58g:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/Qwij4xuGbrc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:47:34 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Análise de Drogasil</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/itj7jTskhp8/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rePsrdijVwytXeHHes88OSwF68/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na última semana, as ações da Drogasil (DROG3) dispararam. Segundo os analistas, foram duas as razões: em primeiro lugar, depois da fusão da empresa com a Droga Raia, as novas ações (Raia Drogasil) serão negociadas conjuntamente, sob o código RADL3. Em segundo lugar, as ações da empresa serão incluídas no MSCI (Morgan Stanley Capital International), um índice utilizado pelo mercado para aferir o desempenho de uma empresa na bolsa. Mas, a R$ 13,35, será que a ação da Drogasil está cara?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/analise-de-drogasil/"&gt;Leia o texto completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=itj7jTskhp8:STpekqzcGzY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/itj7jTskhp8" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:18:51 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Palestra de Lírio Parisotto na Expomoney 2011</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/4c4pFZp3wWI/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wn-2RPi7020kD6y9w2sntMVrYlc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lírio Parisotto é um dos principais investidores do país. Vindo de origem humilde e com perfil empreendedor, conseguiu construir uma fortuna bilionária combinando o mercado de ações com os rendimentos de sua empresa, a Videolar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A abordagem de Parisotto é bastante parecida com a que adoto pessoalmente, e por isso acredito que ouvi-lo é uma experiência interessante e que reforça minhas convicções. Por essa razão, divulgo aqui no blog o vídeo com a palestra do bilionário brasileiro, no Expomoney SP em 2011. Espero que aproveitem!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/palestra-de-lirio-parisotto-na-expomoney-2011/"&gt;Assista ao vídeo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=4c4pFZp3wWI:lybmbW448Mk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/4c4pFZp3wWI" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:30:21 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Série "A ascensão do dinheiro", de Niall Fergusson</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/aOO4a61hyQg/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/32vHKpaOyKE59pRiGLGwLuqUifI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A série “A ascensão do dinheiro”, do professor Niall Ferguson, da Universidade de Harvard, está disponível no You Tube. A série, baseada no excelente livro de mesmo título, mostra as origens do dinheiro e do sistema financeiro. O livro foi uma das melhores leituras que fiz no ano de 2010, e me ensinou bastante a respeito do sistema capitalista e de como ele funciona. Vale a pena assistir! A propósito, deixo os vídeos disponibilizados para quem tiver interesse. O ponto negativo é a ausência da legenda para quem não domina o idioma inglês. Se você tem acesso ao sistema Now da Net, ele também está disponível gratuitamente com legendas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/serie-a-ascensao-do-dinheiro-de-niall-ferguson/"&gt;Assista aos vídeos da série&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:-BTjWOF_DHI"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?i=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:-BTjWOF_DHI" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?a=aOO4a61hyQg:ooH8m8FMwvM:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/QIdx?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/aOO4a61hyQg" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:35:45 -0200</pubDate>
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        <item>
            <title>Já começaram as previsões dos analistas para 2012</title>
            <link>http://feedproxy.google.com/~r/com/QIdx/~3/fdABt_XciMs/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gUN1SAorgbC4hxNwddNOXQdFqhg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo ano é assim no Ibovespa: nessa época, os analistas já começam a fazer suas previsões para o ano seguinte. É verdade que não é só a bolsa que padece desse mal. Nessa época, os astrólogos, tarólogos e a turma das mães dinás começam a fazer as previsões para o ano seguinte em todas as áreas. No futebol, se arriscam a dizer quais serão as grandes equipes do ano; na política, em ano eleitoral, já arriscam um palpite pros candidatos vencedores. O mercado de ações também tem seus adivinhos, e agora também é a época em que eles arriscam suas previsões. Mas eles costumam acertar? E você deveria confiar nas previsões deles?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="http://opequenoinvestidor.com.br/2011/12/previsoes-ibovespa-2012/"&gt;Leia o texto completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;&lt;/script&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/QIdx/~4/fdABt_XciMs" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <pubDate>Mon, 19 Dec 2011 09:35:29 -0200</pubDate>
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