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	<title>Yoga</title>
	
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		<title>O deus Ganesha e o Yoga</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 14:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pense que, se você nunca tivesse visto uma imagem do deus Ganesha, alguém lhe pedisse para imaginar um ser dotado de corpo humano e cabeça de elefante. Sem conhecer a rica tra­dição de escultura e pintura que representa esse deus, a gran­de maioria das pessoas montaria uma combinação um tanto quanto desarmoniosa. Entretanto, ao vermos as imagens de Ganesha, desfrutamos de uma figura graciosa, com proporções harmoniosas e, para muitos, encantadora. E é justamente na simbologia desse arranjo que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pense que, se você nunca tivesse visto uma imagem do deus Ganesha, alguém lhe pedisse para imaginar um ser dotado de corpo humano e cabeça de elefante. Sem conhecer a rica tra­dição de escultura e pintura que representa esse deus, a gran­de maioria das pessoas montaria uma combinação um tanto quanto desarmoniosa. Entretanto, ao vermos as imagens de Ganesha, desfrutamos de uma figura graciosa, com proporções harmoniosas e, para muitos, encantadora. E é justamente na simbologia desse arranjo que se encontra um dos maiores mis­térios que a busca da felicidade humana deve desvendar em seu percurso: a conciliação dos opostos.</p>
<p>Há, no corpo humano, o simbolismo da individualidade, enquanto que na cabeça de elefante está presente a univer­salidade. Concilia-se aí então o individual com o universal, ou o humano e o divino. Em outras palavras: trata-se da percepção de que essas duas realidades não se excluem, de que é perfeitamente possível sua con­vivência harmoniosa. A interpretação da forma desse deus oferece um caminho, uma solução, para muitos dos conflitos vi­vidos pelos indivíduos, independentemente de sua origem étnica ou tendência mística e religiosa. Os ideais de busca do indivíduo, relacionados à esfera pessoal, familiar, profissional e social, ca­minham lado a lado com a busca do espírito, que envolve amor incondicional, ação desinteressada e sabedoria transcendente.</p>
<p>Não é à toa que Ganesha, também conhecido como Gana­pati, entre muitos outros nomes, é um deus tão próximo, para quem as pessoas pedem muitas coisas relacionadas à materia­lidade, sem se esquecer, no entanto, da vivência espiritual. Ga­nesha é filho de Shiva com Parvati e, como tal, se origina do grande poder da luz da consciência universal, fruto da shakti (potência divina) de Parvati e do intenso poder de transfor­mação de Shiva. É preciso lembrar que, no relato mitológico, Shiva corta a cabeça de seu filho e depois lhe devolve uma cabeça de elefante. Note aí a simbologia do processo de en­grandecimento espiritual: é necessário morrer para renascer.</p>
<p>O nome Ganapati, assim como Ganesha, significa &#8220;Senhor das legiões&#8221;, isto é, exércitos ligados ao universo mais denso de ma­nifestação, sendo, por isso, invocado como libertador dos cami­nhos, ou destruidor de obstáculos. É ele que é invocado na aber­tura dos rituais. É também o deus tutelar dos escribas, graças aos quais temos hoje uma infinidade maravilhosa de textos sânscri­tos para nosso estudo e maravilhamento. A Ganapati se atribui o trabalho de escrita do grande poema Mahabharata, composto e ditado, segundo a tradição, por Vyasa. Por conta de ele ser um deus escriba, um grande número de manuscritos inicia com o mantra em sua reverência: &#8220;Om gam ganapataye namah&#8221;.</p>
<p>O mantra de Ganesha é composto pelo “Om”, sílaba máxima universal, pelo bija-mantra (fórmula semente) “Gam”, que é a representação linguística desse deus, e pelo verso “ganapataye namah”, que significa &#8220;saudação para Ganapati&#8221;.<br />
É também comum a recitação de um mantra no formato Gayatri para Ganesha:</p>
<p>ekadantaya vidmahe<br />
vakratundaya dhimahi<br />
tanno dantih pracodayat<br />
ekadantaya vidmahe<br />
vakratundaya dhimahi<br />
tanno dantih pracodayat</p>
<p>&#8220;Contemplemos aquele que tem uma só presa,<br />
meditemos naquele que tem a tromba curva.<br />
E que possa a sua presa nos inspirar!&#8221;</p>
<p>Por fim, é importante mencionar que inúmeras são as percepções que se pode ter de um deus e dos rituais a ele destinados no hinduísmo. Mas, se nos centrarmos especificamente no ensinamento da tradição do Yoga, muitos elementos que interessa­riam à religião não possuem tanta relevância para os yogis, os quais buscam, via de regra, a expansão da consciência. E, dessa forma, o deus Ganesha, com sua simpatia e proximidade, tem grande sin­tonia com nossas práticas, uma vez que nos ensina que a busca necessita de um grande empenho em se desvencilhar da cabeça antiga, condicionada e limitada, para alcançar uma nova identidade, que resulta num estado de harmonia e plenitude.<br />
Por: João C. B. Gonçalves, texto retirado da revista yoga journal Brasil<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/o-deus-ganesha-e-o-yoga/ganesha-1/" rel="attachment wp-att-4573"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/ganesha-1-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" class="alignleft size-medium wp-image-4573" /></a></p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/upNOeIsVHj1ix1KZgdRFJHyLTTw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/upNOeIsVHj1ix1KZgdRFJHyLTTw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/vUJnfsFzo48" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 00:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nello Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos Budismo]]></category>

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		<description><![CDATA[SESSÃO DE CINEMA NA CASA DA FELICIDADE EM FORTALEZA “ZEN” – O FILME A HISTÓRIA DO MESTRE  DOGEN ZENGI PATRIARCA DO ZEN BUDISMO DIA 05 DE FEVEREIRO, DOMINGO, AS 17H30 COM INGRESSO DE UMA LATA DE LEITE PARA O IPREDE-CE AVENIDA SANTOS DUMONT, 2727, SALA 505, ENTRADA PELA RUA OSVALDO CRUZ, ALDEOTA, FORTALEZA CASADAFELICIDADE.YOGA@GMAIL.COM]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SESSÃO DE CINEMA NA CASA DA FELICIDADE EM FORTALEZA</p>
<p>“ZEN” – O FILME</p>
<p>A HISTÓRIA DO MESTRE  DOGEN ZENGI PATRIARCA DO ZEN BUDISMO</p>
<p>DIA 05 DE FEVEREIRO, DOMINGO, AS 17H30</p>
<p>COM INGRESSO DE UMA LATA DE LEITE PARA O IPREDE-CE</p>
<p>AVENIDA SANTOS DUMONT, 2727, SALA 505, ENTRADA PELA RUA OSVALDO CRUZ, ALDEOTA, FORTALEZA</p>
<p>CASADAFELICIDADE.YOGA@GMAIL.COM</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3jxxMemX6Q2yF4r6rUmStFNi4I/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3jxxMemX6Q2yF4r6rUmStFNi4I/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3jxxMemX6Q2yF4r6rUmStFNi4I/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3jxxMemX6Q2yF4r6rUmStFNi4I/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/tnc4_kKwofQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Respiração consciente diminui a depressão</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 20:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos comprovam que meditar ao respirar pode melhorar o humor. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Toho, no Japão, realizaram um experimento para estudar os efeitos da meditação no humor das pessoas. Os resultados, publicados no periódico International Journal of Psychophysiology, comprovam que respirar conscientemente pode ajudar as pessoas a ganhar bem-estar. O experimento se baseava em focar na respiração abdominal durante 20 minutos. Depois da prática de atenção, os participantes disseram que tinham tido uma diminuição de sensações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos comprovam que meditar ao respirar pode melhorar o humor. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Toho, no Japão, realizaram um experimento para estudar os efeitos da meditação no humor das pessoas. Os resultados, publicados no periódico International Journal of Psychophysiology, comprovam que respirar conscientemente pode ajudar as pessoas a ganhar bem-estar.<br />
O experimento se baseava em focar na respiração abdominal durante 20 minutos. Depois da prática de atenção, os participantes disseram que tinham tido uma diminuição de sensações negativas e melhora do humor.<br />
Também foram realizados exames de imagem do cérebro antes e depois da respiração, que mostram que havia mais neurotransmissores serotoninérgicos no sangue e mais hemoglobinas oxigenadas no córtex pré-frontal, área associada à atenção e ao processamento de alta elaboração depois da prática. </p>
<p>Uma outra pesquisa, feito pelos pesquisadores da Universidade Ruhr-Bochum, na Alemanha, provou o efeito do controle da respiração na depressão. Os voluntários tinham que prestar atenção, durante 18 minutos, na entrada e saída de ar. Os voluntários que conseguiram manter o foco na respiração perceberam diminuição de pensamentos negativos e desvalorização de si mesmos. Também disseram que tiveram maior controle das idéias insistentes e de sintomas depressivos. O estudo foi publicado na Cognitive Therapy and Research. Retirado da revista Yoga Journal Brasil.<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/respiracao-consciente-diminui-a-depressao/yoga-praia-2/" rel="attachment wp-att-4566"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/YOGA-Praia1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" class="alignleft size-medium wp-image-4566" /></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SRWPQZdq4Kyxxye9KKZz3UzaOh0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SRWPQZdq4Kyxxye9KKZz3UzaOh0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SRWPQZdq4Kyxxye9KKZz3UzaOh0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SRWPQZdq4Kyxxye9KKZz3UzaOh0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/Tfvlsy7OYU8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Jai Uttal para crianças</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 14:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Férias são sempre boas para se atualizar e curtir eventos culturais. Para quem tem filhos, esse fim de semana oferece uma ótima opção. O músico Jai Uttal realiza em São Paulo uma apresentação especial: o Kirtan for Kids. O evento é um convite para as crianças e adultos penetrarem no maravilhoso mundo de valores humanos que as fábulas indianas nos trazem. De uma maneira lúdica e divertida, as crianças vão conhecer os personagens e aprender com suas histórias. Cantar kirtans é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4561" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/jai-uttal-para-criancas/figura_jaiuttal-20120113-112957/"><img class="alignleft size-medium wp-image-4561" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/figura_jaiuttal-20120113-112957-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Férias são sempre boas para se atualizar e curtir eventos culturais. Para quem tem filhos, esse fim de semana oferece uma ótima opção. O músico Jai Uttal realiza em São Paulo uma apresentação especial: o Kirtan for Kids. O evento é um convite para as crianças e adultos penetrarem no maravilhoso mundo de valores humanos que as fábulas indianas nos trazem. De uma maneira lúdica e divertida, as crianças vão conhecer os personagens e aprender com suas histórias. Cantar kirtans é a melhor maneira de manter a mente mais aberta para os mistérios, os milagres e o amor que nos rodeia.<br />
Jai Uttal é um músico multi-instrumentalista e vocalista, aclamado internacionalmente, com indicação ao Grammy e acaba de lançar o CD Kirtan Kids, com sua mulher, a professora de Yoga Núbia Teixeira. Leia abaixo a entrevista com Jai e Núbia sobre o álbum.</p>
<p><strong><br />
Yoga Journal: Como surgiu a ideia de fazer um álbum para crianças?<br />
Jai Uttal: </strong>A ideia veio germinando. Oito anos atrás, lancei um CD em que na primeira faixa, Ganesha Sharanam, uma garota de 8 anos cantava. Sua voz causou um impacto em mim. Depois tivemos nosso filho, Ezra Gopal Teixeira Uttal, um garoto lindo de espírito e luz. Can­tamos para ele cada minuto de cada dia. Comecei a contar histórias e cantar em sua escolinha. Havia tan­ta alegria… O amor, a apreciação nos olhos e vozes das crianças cortaram muitas camadas de “sofisticação” de minha prática devocional. E era divertido! Fiz shows só para crianças (bem, os pais podiam vir se ficassem comportadinhos) e o próximo passo foi o CD.</p>
<p><strong>YJ: Pode nos contar alguma situação em que você aju­dou Ezra a enfrentar o medo? <img src="http://yogajournal.terra.com.br/upload/conteudo/figura_jaiuttal2.jpg" alt="" width="232" height="232" align="right" /><br />
JU: </strong>Claro. Quando seres pequeninos entram no mundo, tudo parece enorme, excitante, maravilhoso e um pouco assustador. Ir à escola, babás, falar em público&#8230; tantas coisas estra­nhas. Eu digo a Ezra que medo é normal – mesmo. É apenas mais uma emoção humana. O importante é o que fazemos com o medo. Podemos sorrir para ele e seguir em frente, ou podemos ficar paralisados. Conto experiências minhas com o medo. Falar honestamente sobre isso com uma criança não é muito diferente do que falar com um adulto. Na verdade, seguir em frente perante o medo é um assunto com que lidamos bastante em nossos Kirtan Camps. Tantas pessoas têm medo de cantar, preenchidas com autojulgamentos negativos. É parte do DNA humano.</p>
<p><strong><br />
YJ: Como você ajuda o seu filho a ser mais confiante?<br />
Núbia Teixeira: </strong>Acredito que &#8220;estar presente&#8221; em cada momento da vida do meu filho é um presente para ele e para mim. Em situações em que o Ezra tem medo de ir ao ba­nheiro à noite ou entrar no quarto escuro sozinho, eu não questiono seu medo, também não dou ênfase. Simplesmente, com o meu coração cheio de amor, eu me apresento para ser o apoio de que ele precisa.<br />
<strong>YJ: Existe alguma deidade que vocês usam em casa como símbolo de coragem?<br />
NT: </strong>Sim, o Hanuman como símbolo de devoção e proteção é o nosso guardião. Todas as noites cantamos em frente ao nosso altar o Hanuman Chaleesa. O Ezra adora cantar este trecho quando está com medo: Bhoota Pisacha Niakata Nahin Aawai ~ Mahavira jaba naama sunawai (todos os fantasmas, de­mônios e forças do mal desaparecem quando escutam seu grande nome OH Mahavira Hanuman).<br />
<strong>Serviço:<br />
Kirtan for Kids com Jai Uttal</strong><br />
Local: Aruna Yoga – Rua Eça de Queiroz, 711, São Paulo<br />
15 de janeiro às 17h<br />
Tel.: (11) 5579-5975<br />
<a href="http://www.arunayoga.com.br/?evento/mostrar/179" target="_blank">www.arunayoga.com.br/?evento/mostrar/179</a></p>
<p>Retirado da revista: Yoga Journal Brasil</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MtV4yrGNzUXXM_EAQmfwh0AMN_g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MtV4yrGNzUXXM_EAQmfwh0AMN_g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/1mvopPLV1Bw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Felicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda o conceito yóguico Ananda. Atman, o Ser, é definido como sat cit ananda. Na definição destas três palavras, sat é geralmente traduzida como existência, cit como consciência, ananda como bem-aventurança, felicidade. É óbvio que estas três palavras não são adjetivos de atman (alma, princípio auto-organizador do ser), pois atman é revelado pelo shastra destas três palavras. Se elas são adjetivas, há muitos atman-substantivos entre os quais um se destaca com os atributos especiais de sat cit ananda. Se nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entenda o conceito yóguico Ananda. Atman, o Ser, é definido como sat cit ananda. Na definição destas três palavras, sat é geralmente traduzida como existência, cit como consciência, ananda como bem-aventurança, felicidade. É óbvio que estas três palavras não são adjetivos de atman (alma, princípio auto-organizador do ser), pois atman é revelado pelo shastra destas três palavras. Se elas são adjetivas, há muitos atman-substantivos entre os quais um se destaca com os atributos especiais de sat cit ananda. Se nós dissermos: “Aqui está um lírio, grande, azul e perfumado”, todos os três adjetivos distinguem o lírio dos outros lírios sem esses atributos.</p>
<p>O que eu sou é automanifesto, mas essa existência é a que é limitada no tempo? Se for, atman, o eu, é como qualquer outro objeto. Tem de se tornar manifesto. Cada objeto torna-se ma­nifesto para o Ser. A existência do Ser é manifesta. Mas, para quem é que isso se torna manifesto? Tem de ser manifesto apenas para o Ser. Quando a existência do Ser é manifesto para o Ser, ele é entendido como automanifesto. Na verdade, o shastra apresenta atman como satyam, a existência do Ser e tudo o mais, incluindo o sujeito que conhece, como alguém cuja existência é traçada a partir da existência de atman. Este atman autoexistente tem de ser automanifesto. Caso contrário, não há nenhuma maneira de se reconhecer a existência do Ser. Portanto, esta natureza automanifesta é o que está indicado pela segunda palavra, consciência, cit. Em sendo todo o conhecimento manifesto, então há a presença da consciência.</p>
<p>O atman automanifesto está na forma de cons­ciência que se revela. A natureza de sat é a consciência e a natureza da consciência é sat. A terceira palavra, ananda, deve ter a mesma condição que sat e cit, uma vez que é uma palavra que revela a natureza (svarupa) de atman. Se sat não pode ser substituído por um pensamento, muito menos cit pode ser substituído; como ananda pode ser, alguma vez, substituído por uma condição da mente?</p>
<p>Se ananda é traduzido como ilimitado (ananta), não há possibilidade de ser substituído a qualquer momento. Se for bem-aventurança, tem o seu oposto, infelicidade, que a substitui. Então, esta palavra ananda realmente causou mui­ta confusão nas mentes dos buscadores, bem como nas dos professores (acaryas).</p>
<p>Sukha (felicidade) e duhkha (tristeza) são opostas. Quando uma é, a outra não é. Quando estou feliz, não estou triste e quando estou triste eu não estou feliz. Mas a verdade é que o Ser que é sat e cit sustenta todas as condições da mente (vrtti), como a água sustenta cada onda. Se a condição da mente é agradável ou desagradável, ela é sustentada não ape­nas por sat cit, mas também ananda, porque sat cit é ananda.</p>
<p>A razão pela qual há tanta insistência na experiência do Ser é que aquele Ser é tido como uma experiência especial de bem-aventurança. Mesmo se houver uma experiência es­pecial de felicidade, como é que alguém reconhece que é a felicidade do atman?</p>
<p>Na verdade, o shastra é muito claro, pois toda experiência de felicidade nada mais é do que uma condição da mente (an­tahkarana) que não se opõe ao ilimitado de atman. A experiên­cia comum desta felicidade revela que a situação sujeito-objeto não se opõe ao ilimitado, à totalidade do atman. O não reco­nhecimento deste fato compromete uma pessoa a buscar tal experiência (de felicidade), quantas vezes e pelo tempo que ele ou ela pode tê-lo, o que é a vida de samsara. O shastra cessa essa busca revelando que o atman que alguém está buscando é a pró­pria pessoa.</p>
<p>Ananda nunca é substituído por qualquer condição da mente, porque é a natureza (sva­rupa) do atman, como sat e cit. Uma condição infeliz da mente é sustentada pela consciência a qual é sat. Se isso for verdade, é ananda que sustenta a condição infeliz, bem como a con­dição feliz.</p>
<p>Swami Dayananda Saraswati é um mestre de Vedanta e estudioso do sânscrio na tradição de Shankara. Vem ensinando na Índia por mais de cinco décadas e mundo afora desde 1976. Seus conhecimentos profundos combinados com um entendimento claro sobre problemas contemporâneos fazem dele um dos raros professores que satisfazem alunos com gosto pelo tradicional ou pelo moderno.</p>
<p>Além de ensinar, Swami Dayananda também apoia causas humanitárias há 45 anos. Seu projeto, AIM for SEVA, criado em 2000 e já premiado pelas Nações Unidas, serve pessoas em áreas remotas da Índia, principalmente nos campos de educação e saúde.</p>
<p>Seus principais alunos no Brasil são a professora Gloria Arieira, que morou em seu ashram na Índia, convivendo com ele por anos, e o professor Pedro Kupfer, que estuda regularmente com Dayananda em Rishikesh.</p>
<p>Por: Swami Dayananda Saraswati<br />
Tradução: Humberto Meneghin<br />
Retirado da revista yoga journal Brasil<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/felicidade/smaller-yoga-nidra-prayer-lady/" rel="attachment wp-att-4554"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/smaller-yoga-nidra-prayer-lady.jpg" alt="" width="283" height="424" class="alignleft size-full wp-image-4554" /></a></p>

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		<title>A Disciplina do meu Corpo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 22:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Ashara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Ser Integral]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você escutar e ficar atento ao seu corpo, você começará a ter uma disciplina que não pode ser chamada de disciplina. Na atualidade pesquisadores dizem que o corpo de todos, enquanto dormem, perde sua temperatura normal por duas horas; a temperatura cai em dois graus. Isso pode acontecer a você entre três e cinco, ou entre duas e quatro, ou entre as quatro e seis horas da manhã, mas a temperatura do corpo de toda pessoa cai em dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4548" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/a-disciplina-do-meu-corpo/bebes/"><img class="alignleft size-medium wp-image-4548" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/Bebès-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a>Se você escutar e ficar atento ao seu corpo, você começará a ter uma disciplina que não pode ser chamada de disciplina.<br />
Na atualidade pesquisadores dizem que o corpo de todos, enquanto dormem, perde sua temperatura normal por duas horas; a temperatura cai em dois graus. Isso pode acontecer a você entre três e cinco, ou entre duas e quatro, ou entre as quatro e seis horas da manhã, mas a temperatura do corpo de toda pessoa cai em dois graus toda noite. E essas duas horas são os momentos de sono mais profundo. Se você se levanta entre estas duas horas, você irá se sentir desorientado pelo resto do dia. Você pode ter dormido, seis, sete horas; isso não faz diferença. Se você se levantar entre essas duas horas quando a temperatura estava baixa, então você se sentirá cansado por todo o dia, sonolento, bocejando. E você irá sentir que alguma coisa está faltando. Você ficará mais perturbado. O corpo se sentirá doente.<br />
Se você acordar exatamente após essas duas horas, quando essas duas horas passaram, esse é o momento certo para você acordar. Assim você está perfeitamente renovado. Se você puder dormir somente por duas horas será o bastante. Seis, sete ou oito horas de sono não são necessárias. Se você puder dormir apenas essas duas horas quando a temperatura está dois graus abaixo, você irá se sentir perfeitamente feliz, à vontade. Por todo o dia você irá sentir uma graça, silêncio, saúde, totalidade, bem-estar.<br />
Agora todo mundo precisa observar quando essas duas horas acontecem. Não siga nenhuma disciplina do exterior, porque essa disciplina pode ter sido boa para a pessoa que a criou&#8230; Você precisa descobrir seu próprio corpo, suas maneiras, o que lhe convém – isso é o certo para você.<br />
Uma vez encontrado isso, você pode facilmente permiti-lo, e não será forçado, porque estará em sintonia com o corpo. Portanto, não há nada que você esteja impondo; não há nenhum conflito, nenhum esforço.<br />
Observe, enquanto come, o que lhe convém.<br />
As pessoas continuam comendo todo tipo de coisas. Então elas ficam perturbadas. Então suas mentes ficam afetadas. Nunca siga a disciplina de ninguém porque ninguém é como você, desse modo ninguém pode dizer o que mais lhe convém. Eis porque lhe dou apenas uma disciplina e essa é a de autoconsciência, a qual é da liberdade.<br />
Você escuta seu próprio corpo. O corpo possui uma grande sabedoria nele. Se você o escutar, você estará sempre certo. Se você não o escuta, e você continua forçando coisas nele, você nunca será feliz, você será infeliz, doente, bem doente, e sempre perturbado, distraído, desorientado.<br />
Desfrutar do momento não tem nada a ver com coisas novas. Desfrutar do momento certamente tem alguma coisa a ver com a harmonia.</p>
<p>Osho: ‘<em>The Discipline of Transcendence’</em></p>

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		<title>Dia de luz</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/yoga/dia-de-luz/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 00:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>

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		<description><![CDATA[O café da manhã ideal, incluindo estrelas do desjejum yogi: água morna com limão, suco verde e granola. A fotógrafa e diretora Camila Mi­randa alterna períodos de trabalho in­tenso com fases mais tranquilas: “Tem dias que acordo supercedo e correndo, e outros com tempo de fazer tudo em um ritmo mais calmo”. A falta de uma rotina fixa não a impede de ter pelo menos um item sagrado em todos os seus cafés da manhã: seu suco verde, feito com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O café da manhã ideal, incluindo estrelas do desjejum yogi: água morna com limão, suco verde e granola. A fotógrafa e diretora Camila Mi­randa alterna períodos de trabalho in­tenso com fases mais tranquilas: “Tem dias que acordo supercedo e correndo, e outros com tempo de fazer tudo em um ritmo mais calmo”. A falta de uma rotina fixa não a impede de ter pelo menos um item sagrado em todos os seus cafés da manhã: seu suco verde, feito com folhas, maçãs, sementes e brotos germinados.</p>
<p>Camila é assinante de um serviço que entrega diariamente uma gar­rafinha em sua casa. “Tomo o suco há mais de dois anos. Não consigo viver sem. Tudo mudou: pele, funcionamento do intestino, sono, imunidade, energia, vitalidade…”<br />
Já a terapeuta ayurvédica e massagista Maitê Oliveira acorda invariavelmente cedo, antes das 7h, e sem muito tempo para uma refeição. Seu ritual diário con­siste em tomar água morna com limão, café e um complemento como torradas com ghi ou um pedaço de bolo integral. Tanto Maitê como Camila complemen­tam o desjejum com iogurte e granola.<br />
Segundo o Ayurveda, o café da manhã não é a refeição em que mais devemos investir em quantidade, e sim o almoço.<br />
Mas a nutricionista e iridóloga Celia Mara Garcia, fonte de referência para muitos yogis do Bra­sil, aponta a primeira refeição como uma parte muito importante do dia: “Aquela brincadeira de que devemos comer de manhã como um rei, almoçar como príncipe e jantar como um men­digo é bem verdade! Mas o desjejum pode variar conforme a necessidade da pessoa. Para começar o dia e desin­toxicar o organismo, nada melhor que água morna com limão expremido e em seguida suco verde ou de frutas diuré­ticas e um prato de frutas composto por frutas frescas, sementes (oleagi­nosas) e frutas secas, especialmente na primavera e no verão”. Ela ainda recomenda que se faça outra pequena refeição uma ou duas horas depois, com outras frutas ou pães ou cereais, antes do almoço.<br />
Patrícia Bertolucci, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição, concorda com a importância de um desjejum variado:<br />
“Passamos um longo período sem nos alimentar enquanto dormimos. Nosso organismo utiliza as reservas energéti­cas (gordura e glicogênio – carboidrato armazenado nos músculos e no fígado) para ter energia. Ao acordar, é preciso repor os estoques de glicose para evitar crises de hipoglicemia (diminuição do açúcar no sangue) com possíveis tonturas, vertigens, falta de atenção e até desmaios. Para isso é importante que se tenha uma refeição contendo todos os nutrientes: carboidratos, proteínas, gorduras saudá­veis, vitaminas, minerais e fibras”.</p>
<p>A nutricionista aponta que os car­boidratos presentes nos pães integrais, granola e aveia são as melhores fontes de energia. Os laticínios, frios magros e ovos e, para os vegetarianos, os deriva­dos da soja como o leite e o tofu, e ainda castanhas e amêndoas são ricos em proteínas e gorduras saudáveis. Como gorduras saudáveis ainda pode-se colo­car um fio de azeite no pão ou óleo de coco nas frutas. As vitaminas, minerais e fibras das frutas podem ser consumi­das in natura ou em forma de sucos de frutas misturadas com vegetais.</p>
<p>E se a pessoa quiser ingerir todos es­ses itens no café da manhã, é possível? Segundo Celia Mara, é recomendável: “As três opções são muito saudáveis.</p>
<p>Sugiro tomar primeiro a água morna com limão, em seguida o suco verde e após 30 minutos o iogurte com granola. Mas, segundo ela, o segredo é variar e obter diferentes nutrientes com dife­rentes alimentos. Celia sugere chá com pão integral ou sem glúten com ovo mexido ou queijo de cabra ou tahine com missô ou mel ou cereais como qui­noa ou mingau de arroz ou de aveia ou tapioca ou batata-doce ou inhame. Ber­tolucci também indica alimentos bem gostosos para a manhã: torrada integral com patê de tofu e suco ou pão integral, omelete e salada de frutas ou banana, flocos de quinoa e leite de amêndoas ou amaranto, leite de soja e maçã.</p>
<p>Serviço<br />
Suco Verde delivery<br />
São Paulo: www.dovivo.com.br<br />
Rio de Janeiro: www.esperanzza.com<br />
Belo Horizonte: nutrisucoverde@gmail.com</p>
<p>Hits na café da manhã yogi<br />
As nutricionistas Celia Mara e Patrícia Bertolucci analisam itens mais queridos pelos praticantes</p>
<p>Celia Mara	Patrícia Bertolucci<br />
Água morna com limão<br />
Recomendo, pois estimula nosso organismo a eliminar as toxinas melhor e como o limão tem uma ação alcalina, dentro do nosso tubo digestivo melhora o ph e ativa a eliminação das gorduras.<br />
Embora não existam estudos científicos que comprovem os reais benefícios desta conduta, a hidratação em jejum pela manhã pode auxiliar na excreção de metabólitos e no melhor funcionamento dos rins. Estudos mostram que produzimos um volume muito maior de urina durante o dia do que à noite, em função de uma maior reabsorção de água e eletrólitos, afinal não ingerimos água enquanto dormimos. Consequentemente temos um aumento na concentração de creatinina e outras substâncias tóxicas na urina, como a ureia. Desse modo, a hidratação logo pela manhã pode ajudar e repor as perdas hídricas pela urina e auxiliar no metabolismo urinário.<br />
Suco verde	Pela manhã ativa a faxina do tubo digestivo e oxigena os tecidos, especialmente se a pessoa comeu tarde na noite anterior e escolheu alimentos de difícil digestão.<br />
Mas também pode ser tomado 30 minutos antes do almoço e do jantar.	Os vegetais verdes escuros como a couve fornecem cálcio e magnésio, importantes para a saúde dos ossos e não podem faltar na alimentação de quem não consome laticínios. A pessoa pode consumir o suco pela manhã antes da prática de Yoga para não fazer a aula com o estômago cheio, mas deve complementar a refeição depois com carboidratos, proteínas e mais uma fruta.<br />
Iogurte com granola	O iogurte é rico em cálcio e probióticos, e a granola, com fibras e nutrientes, além de ajudar a saciar também é ótima opção para ajudar a regular o trânsito intestinal.	Para que essa combinação fique completa, falta adicionar uma fruta como, por exemplo, banana com iogurte e granola ou morango com iogurte e granola.<br />
Café	Sugiro evitá-lo! Mas pra quem gosta muito e quer pecar, que peque direito: tome 1 a 2 xícaras de café orgânico ao dia. O café, sem dúvida, é um estimulante, mas agressivo para a mucosa do tubo digestivo, além de promover acidez e de impedir a absorção de elementos do complexo B, cromo, zinco e magnésio.	Apesar de estudos relacionarem o consumo de café com efeitos protetores contra diabetes, câncer, mal de Parkinson, Alzheimer e a diminuição do estresse oxidativo, o consumo somente de café na primeira refeição do dia não é recomendado, uma vez que o café não fornece nenhum nutriente essencial ao nosso organismo. Também é preciso observar que muitas pessoas com alto nível de estresse são viciadas em café e não conseguem “acordar” se não tomarem uma xícara logo pela manhã. Esse comportamento pode indicar alguma falha nas glândulas adrenais que produzem o cortisol, hormônio que deveria estar aumentado pela manhã ao acordarmos.<br />
Como os estudos ainda são controversos para pessoas saudáveis, recomenda-se o consumo máximo de até 3 a 4 xícaras por dia, porém, no café da manhã o seu consumo deve estar associado ao consumo dos outros alimentos.</p>
<p>Por: Greice Costa. Yoga Journal Brasil.<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/dia-de-luz/suco-de-luz-do-sol-suco-vivo-385b522b/" rel="attachment wp-att-4543"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/suco-de-luz-do-sol-suco-vivo-385b522b.jpg" alt="" width="205" height="205" class="alignleft size-full wp-image-4543" /></a></p>

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		<title>Módulo de Meditação e Relaxamento</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nello Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Técnicas de Relaxamento e Meditação Datas: 20, 21/01 e 03,04/02 de 2012 PALESTRA ABERTA: 20/01/2012 &#8211; sexta das 18h30 às 21h30 INSCRIÇÕES/ INFORMAÇÕES/ LOCAL DE REALIZAÇÃO Casa da Felicidade – Centro de Yoga Av. Santos Dumont 2727 sala 505 (85) 88119099 / 8711 3074 casadafelicidade.yoga@gmail .com Facebook: Casa da Felicidade Centro de Yoga PROFESSORES Ana Cláudia Magalhães Dutra &#8211; Psicóloga e Especialista em Yoga Nello Baia Junior &#8211; Professor de Yoga e Meditação Realização: Casa da felicidade Centro de Yoga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4540" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/modulo-de-meditacao-e-relaxamento/logocasadafelicidade/"><img class="alignleft size-medium wp-image-4540" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/logocasadafelicidade-300x289.jpg" alt="" width="300" height="289" /></a></p>
<p><strong>Técnicas de Relaxamento e Meditação</strong></p>
<p>Datas: 20, 21/01 e 03,04/02 de 2012</p>
<p>PALESTRA ABERTA: 20/01/2012 &#8211; sexta das 18h30 às 21h30</p>
<p>INSCRIÇÕES/ INFORMAÇÕES/ LOCAL DE REALIZAÇÃO</p>
<p>Casa da Felicidade – Centro de Yoga<br />
Av. Santos Dumont 2727 sala 505<br />
(85) 88119099 / 8711 3074<br />
<a href="casadafelicidade.yoga@gmail .com">casadafelicidade.yoga@gmail .com</a></p>
<p>Facebook: Casa da Felicidade Centro de Yoga</p>
<p>PROFESSORES</p>
<p>Ana Cláudia Magalhães Dutra &#8211; Psicóloga e Especialista em Yoga<br />
Nello Baia Junior &#8211; Professor de Yoga e Meditação</p>
<p>Realização:</p>
<p>Casa da felicidade Centro de Yoga</p>
<p>Apoios:</p>
<p>Universidade federal do Estado do Ceará</p>
<p>Instituto de Ciência Cultura e Filosofia Hindu</p>

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		<title>Anti-depressivo natural</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 13:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o Yoga ajuda no desempenho de terapias ou antidepressivos. Bilhões movimentam a indústria farmacêutica com a promoção do conceito de que o que nos adoece é a química cerebral e se tomamos uma pílula, ficaremos bem. Na realidade, para alguns de nós, isso é verdade. Uma pílula como o Prozac, ou qualquer outro antidepressivo SSRI (acrônimo para a expressão inglesa selective serotonin reuptake inhibitors) ou inibidores seletivos da recaptação da serotonina, aumenta a taxa de serotonina no cérebro, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o Yoga ajuda no desempenho de terapias ou antidepressivos. Bilhões movimentam a indústria farmacêutica com a promoção do conceito de que o que nos adoece é a química cerebral e se tomamos uma pílula, ficaremos bem. Na realidade, para alguns de nós, isso é verdade. Uma pílula como o Prozac, ou qualquer outro antidepressivo SSRI (acrônimo para a expressão inglesa selective serotonin reuptake inhibitors) ou inibidores seletivos da recaptação da serotonina, aumenta a taxa de serotonina no cérebro, o que faz nos sentirmos melhor. Mas o que há de errado com esse quadro? Por que tantos de nós, como se alega, somos deficientes de serotonina? Pesquisas com macacos resos (macaco da Índia) demonstraram que traumas precoces, como a separação da mãe, mudam a química cerebral. Estudos também comprovaram que o estresse, incluindo o estresse da separação social, afeta o balanço da serotonina no cérebro. Será que estressores inerentes a nossa cultura moderna são a fonte de uma deficiência internacional de serotonina, causando depressão em proporções epidêmicas? Certamente, a nossa cultura pós-moderna criou um freqüente improviso emocional. Desde a Segunda Guerra Mundial, o índice de depressão e suicídio entre adolescentes triplicou. A evidência ainda mais impressionante do nosso sofrimento foi encontrada em um estudo publicado em 1994, que determinou que pessoas entre 18 e 54 anos, aproximadamente a metade já sofreu de alguma doença psiquiátrica séria.</p>
<p>Fonte do Sofrimento</p>
<p>Em virtude do estresse humano e da complexidade tecnológica dos nossos tempos, freqüentemente assumimos que o nosso tempo é o pior de todos. Mas seres humanos sempre sofreram. “Viver em um corpo mortal” Buddha dizia, “é como viver em uma casa em chamas”. Sob o prisma do yoga, a fonte de nosso sofrimento é a nossa ignorância &#8211; avidya. Nos esquecemos de quem somos nós. Criamos uma identidade a partir do que fazemos, de quem amamos, de quanto dinheiro queremos ganhar e coisas que circundam nossas vidas. Desde a perspectiva clássica do yoga, estamos convidando o desapontamento, quando não a depressão para nossas vidas, porque criamos a nossa identidade baseada em nossos cinco kleshas, ou aflições existenciais – ignorância, egoísmo, apego, aversão e medo de morrer – que nos afastam e limitam a nossa realidade. </p>
<p>Muito de nossa angústia moderna provém da nossa inabilidade em amenizar nós mesmos, porque muitos de nós, não recebeu experiência suficiente para estar seguro e cuidado como as crianças. Se um trauma precoce pode perturbar a química cerebral, será que experiências de cicatrização em psicoterapia e o mat do yoga podem normalizar este distúrbio da mente ocasionado por um trauma? Muitos psicoterapeutas e yogis acreditam que sim. Ou, se alguns preferem não falar em termos biomédicos, eles sentem que o yoga trabalha bem com pessoas que sofrem de depressão. Talvez as estórias mais convincentes venham dos próprios praticantes, que sentem que o yoga devolveu-lhes a vida. </p>
<p>Professor internacional de yoga e psicólogo clínico, Richard Miller, editor e fundador do Journal of the International Association of Yoga Therapists, afirma que a maioria dos pacientes que tratou tem a crença de que não deveriam ser o que são. O primeiro passo é observar como esse pensamento pode influenciar em suas vidas – na respiração, pensamento e corpo. Por exemplo, uma professora que consultou Miller para o tratamento do início de uma depressão seguiu seu conselho e fez um diário, para que pudesse perceber a quantidade de julgamentos sobre si. Durante uma sessão de terapia, ele pediu que ela fizesse um âsana. “Ela imediatamente percebeu que seu interesse na postura era se estava sendo executada corretamente ou não”. Daí se tem noção conhecimento corporal, da crença crônica. </p>
<p>Inicialmente, a ênfase na aproximação do Dr. Miller com o paciente depressivo era para ajudá-lo a ver o que ele aceita ou não em sua vida. Então, a ênfase é transferida para a natureza de auto-aceitação. Às vezes, de acordo com o Dr. Miller, quando aceitamos algo que julgávamos ruim, estamos meramente “reorganizando os móveis”. Para acessar a raiz do problema e prevenir que a depressão se instale novamente, é preciso perceber que a nossa natureza é livre de qualquer julgamento, é aberta e liberta. A fim de cultivar essa visão, Miller encoraja seus pacientes a entenderem que as pessoas não são suas emoções. É mais fácil o depressivo perceber que ele não é triste, mas tem a tristeza presente em sua consciência. </p>
<p>A forma de auto-aceitação sem julgamento que tanto se fala durante as aulas de yoga e em várias linhas de psicoterapia – o que os yogis chamam de “tranqüilidade” – pode ser desafiadora, mas ultimamente a salvação para uma pessoa depressiva. Além disso, de acordo com Miller, a depressão é um problema somático que penetra os tecidos e precisa de trabalho corporal. “Yoga é uma excelente forma de trabalho corpóreo que elimina o resíduo instalado no tecido”. A mentalidade yogue é que os samskaras (impressões, marcas, feridas decorrentes de um trauma físico-emocional) são primariamente retidos em corpos sutis e subseqüentemente reflete-se em sintomas físicos como a tensão. “As posturas do yoga podem penetrar no que Wilhem Reich, fundador da ciência bioenergética, chama de “armadura do caráter”, nossos padrões inconscientes de contrações físicas e defesas”, afirma Cope em Yoga and the Quest. </p>
<p>Mas professores diferem quanto ao uso de âsanas no tratamento de depressão, e a fonte dessa diferença parece ser se o mat de yoga é o local apropriado para trabalhar as emoções. Alguns professores tomam como única solução essa aproximação que permite até encorajar o aluno a externalizar as emoções mais obscuras no mat. Outros professores podem guiar o aluno para estar presente com as emoções que aparecem em movimentos longos, deliberados, além de permanecer mais tempo em cada postura. Há os que supõe que o mat seja o melhor lugar onde um aluno emerge de emoções obscuras e começa a sentir-se aliviado. Esses professores em geral recomendam uma prática vigorosa e desencorajam posturas que possam promover pensamentos, como a curvatura para frente e a Savasana, &#8220;a postura do cadáver &#8220;. </p>
<p>Professora-instrutora internacional de yoga e aluna de B.K.S. Iyengar, Patricia Walden, adere ao segundo contato. Suas aulas são projetadas para que as pessoas saiam sentindo-se menos deprimidas. Para pessoas que sofrem de uma depressão caracterizada por inércia e fadiga, ou para quem esteja passando por um período de perda, Walden recomenda uma prática com a postura da ponte e inversões sustentadas. Para aqueles que experimentam a ansiedade, ela recomenda uma seqüência de posturas mais ativas, modificada de acordo com a experiência e nível físico de energia, para mantê-los “fora de si”. As posturas enérgicas que ela recomenda incluem a Saudação ao Sol, ponte e inversões. Posturas invertidas são particularmente úteis porque modificam a corrente de sangue, incluindo drenagem linfática e fluído crâneo-sacral. </p>
<p>De acordo com o Dr. Koffler, um médico residente que trabalhou com Andrew Weil no Programa de Medicina Integrativo na Universidade do Arizona, “Se há aumento de corrente sanguínea na área, haverá aumento de bio-utilidade de oxigênio e glicose – os dois mais importantes substratos metabólicos para o cérebro”. Conseqüentemente então as células, banhadas em uma solução que é rica para a construção de blocos de norepinefrina, dopamina e serotonina, exigidos na criação de neurotransmissores, serão capazes de produzir tais químicos. “Em termos não-medicinais, quando praticamos yoga, temos que literalmente alimentar nosso cérebro com uma dose saudável dos nossos neurotransmissores auto-gerados.” </p>
<p>Wladen aconselha seus alunos deprimidos para manterem os olhos amplamente abertos, e se estão com pensamentos, ela os orienta a cada postura sem pausas, a fim de gerar força vital e foco na mente e corpo. Em virtude das pessoas deprimidas terem normalmente a respiração superficial, ela os encoraja a fazer fortes inalações. E ao final da prática, ela aconselha uma respiração mais tranqüila, na postura do Setu Bandha (postura da ponte) para elevar e abrir o peito.De qualquer forma, Richard Miller duvida que seja possível prescrever âsanas específicos para pessoas com depressão, mas concorda que tentar determinadas posturas em uma base individual é o caminho para o começo. Em seu próprio trabalho com alunos depressivos, ele sugere várias posturas e então cuidadosamente, observa a pessoa na postura. Enquanto olha, ele enxerga que a energia da pessoa está bloqueada em áreas de auto-expressão – talvez o queixo esteja enfiado para baixo e a garganta contraída. Nesse caso, ele deve guiar o aluno em um âsana que abra a vishuddha chakra – considerado o chakra da purificação que corresponde à glândula tireóide. </p>
<p>Ou se ele notar que essa energia está bloqueada em volta do coração, ele deve fazer posturas que abram o coração envolvendo o anahata chakra. Desde que a baixa auto-estima quase sempre acompanha a depressão, posturas que energizem o plexus solar na manipura chakra podem ajudar. “A coisa mais importante,” afirma Miller, “é observar como a energia se movimenta no corpo. Você pode sentir a energia se movimentando da garganta para baixo, no coração, quando há a tristeza de se ter vivido um falso eu ou não ter expressado o verdadeiro espírito interior.” </p>
<p>Para Stephen Cope, não é o âsana em si que importa, mas a qualidade da atenção que trazemos para esse que pode fazer a diferença para alguém que está deprimido. “Devagar, o movimento deliberado ancora a mente na sensação e permite que ocorra um reaprendizado”. A prática de posturas tem intencionalmente o propósito de criar a fundação fisiológica para a “estabilidade e relaxamento”, o que Patanjali falou há dois mil anos. </p>
<p>Dentro da perspectiva do Viniyoga, depressão é uma condição energética em que o tamásico (inerente, escuro) prevalece nas qualidades da mente e controle das emoções, diz Gary Kraftsow, fundador e diretor do Instituto Norte-Americano de Viniyoga, e autor do livro Yoga for Wellness: Healing with the Timeless Teachings of Viniyoga (Penguin, 1999). A tradição ayurvédica promove os dois conceitos governantes do tratamento terapêutico de Viniyoga. O primeiro é langhana, encorporando técnicas que reduzem, eliminam, acalmam e purificam. O segundo é brahmana, refere-se a técnicas que nutrem, constroem, tonificam energizam. Então, por exemplo, a pessoas com depressão caracterizada por letargia pode se beneficiar de posturas que são mais brahmana, como a Virabhadrasana (Postura do Guerreiro) ou Tadasana (Postura da Montanha). </p>
<p>Mas Kraftsow relembra que cada indivíduo é único e todas as técnicas devem ser adaptadas às necessidades de cada corpo. Por exemplo, ele diz que apesar de muitas pessoas com depressão terem a parte superior das costas arredondada e peito afundado, há quem tenha a parte superior das costas achatada, então as posturas que se destinam a carências estruturais de uma pessoa podem funcionar melhor do que para aquelas cuja espinha é curvada para frente, mesmo que ambas estejam deprimidas. “A visão Viniyoga é que o trabalho do professor é conceder o método apropriado para o aluno e não fixá-lo em uma modalidade”. Ao tratar uma pessoa com depressão, Kraftsow tenta encontrar a pessoa onde ela esteja e conseqüentemente, medir os “passos” até uma sessão de yoga. </p>
<p>Para alguém que tenha pouca motivação para movimentar-se, ele inicia progressivamente. Ele pode começar com a pessoa deitando de costas, então mudar para posturas em pé mais vigorosas. Posturas em pé podem beneficiar pessoas que se sentem letárgicas para se exercitarem, “mas primeiro é preciso ter estratégia para tirá-los do sofá” e a melhor estratégia pode não ser os âsanas, mas simplesmente o convite para uma caminhada. ”Na minha própria experiência, quando estou me sentindo letárgico, mesmo uma “voltinha” pode tirar mais energia do que eu possa ter acumulado. Então o que fazer quando não se está a fim de praticar?” Às vezes coloco uma fita de áudio e deixo que outro professor conduza a minha prática. Há também aqueles dias em que o simples fato de sair de casa e levantar os braços pode me direcionar para uma forte e vigorosa respiração e prática de pranayamas. Mas ocasionalmente, nenhuma dessas coisas. </p>
<p>Esses são momentos quando Richard Miller diz, “deixe que o yoga venha até você”. Ele recomenda fazer uma postura, ou mesmo meia-postura, devagar e com tanta atenção, que por um instante, você sinta o seu braço direito “maravilhosamente bem, e que talvez você queira que o outro braço sinta a mesma coisa, e sua perna e a outra”. Nesses momentos, é especialmente benéfico “esvaziar aquele sentimento de precisar fazer direito, para liberar a rigidez e praticar de forma que realmente se esteja curtindo”. Quando o auto-julgamento surge no yoga, simplesmente o observe. Miller diz que isso é parte do processo eliminativo e deve ser esperado quando nos tornamos conscientes dos nossos antigos modos de pensar. </p>
<p>Bombeando o Prana</p>
<p>Quando Penny Smith eliminou ataques de pânico através de exercícios de respiração, ela estava explorando mil anos de sabedoria yogue. “Yogis compreenderam”, afirma Stephen Cope, “que mesmo na ausência de estressores imediatos, a “respiração perturbada” (respiração toráxica) poderia perpetuar ou recriar um estado de despertar do sistema nervoso causando estados de ansiedade, pânico ou reações de medo.” Milhões de anos atrás, yogis projetaram um profundo sistema respiratório abdominal-diafragmático que relaxa o corpo e acalma a mente. </p>
<p>Em sua experiência de tratar pacientes por meio da saúde mental em Phoenix, o professor de yoga Ted Srinathadas Czukor afirma que pranayamas foram as ferramentas mais efetivas. Em um caso, ele conta, uma mulher de 170 quilos com diversas deficiências físicas e psicológicas, que era freqüentemente sujeita a ataques de pânico, precisava ser sedada antes do tratamento médico de rotina. Depois de alguns meses praticando uma profunda respiração diafragmática com Ted, uma nova nota foi acrescida em seu relatório médico: “Antes de começar o processo, dê-lhe cinco minutos para praticar a respiração do yoga. Nenhum medicamento será necessário”. </p>
<p>Diversos novos estudos feitos sob proteção do Instituto Nacional de Saúde Mental e Neurociência na Índia concluíram que uma prática em particular chamada de Sudarshan Kriya, ensinada nesse país como “A Técnica Respiratória da Cura”, pela Fundação Arte de Viver, tem efeitos terapêuticos extraordinários – uma taxa de 68 a 73% de sucesso em tratar pessoas que sofrem de depressão, que agem sem dar atenção à severidade. De acordo com Sri Sri Ravi Shankar, um professor espiritual indiano que reavivou a técnica antiga, a raiz da depressão é um baixo nível de prana no sistema. A Técnica Respiratória da Cura é uma prática purificadora que envolve a respiração natural através do nariz, com a boca fechada, em três ritmos diferentes, “ inundando cada célula do corpo com oxigênio e prana, eliminando toxinas físicas e emocionais no nível celular”, diz Ronnie Newman, professor e pesquisador de terapias de Harvard e Diretor-pesquisador da Fundação Arte de Viver.<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/anti-depressivo-natural/chakra_devi/" rel="attachment wp-att-4535"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/chakra_devi.jpg" alt="" width="290" height="293" class="alignleft size-full wp-image-4535" /></a></p>

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		<title>Mantra de Sundari</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 12:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sundari é a deusa do amor, da beleza e da lua cósmica. Sua energia é voltada para a fala, o conheci­mento e o mantra. Ela pode ser relacionada com outras formas de deusas femininas, como Lalita e Lakshmi, sendo conhecida também como a forma mais suave de Kali. Quando se quer iniciar uma prática de Shakti mantra, normalmente começamos com esse mantra, pois é uma força mais gentil e leve, trazendo muita tranquilidade, segurança e poder interno. Antes de trabalhar com qualquer força mais forte, precisamos estar em paz e seguros. Esses mantras podem ser fei­tos junto com sua prática de meditação, no começo e no final do seu dia. Para que possamos começar a ver os efeitos do mantra na mente, é necessário fazer no mínimo um japa mala, ou repeti-lo 108 vezes.<br />
Renata Mendes é professora de Yoga e fundadora da consultoria ACTveda . www.actveda.com.br</p>
<p>Shakti bija mantras<br />
Uma das formas mais importantes e poderosas de repetição de mantra é pelo Shakti Bija Mantra, que são sílabas do alfabeto sânscrito que representam a vibração das forças cósmicas. Os Shakti mantras são, em sua grande maioria, relacionados à Mãe Divina em suas várias formas e manifestações na natureza, como o sol e a lua, o fogo e a água, a eletricidade e o magnetismo. Sua repetição deve ser feita como parte do seu sadhana (prática espiritual), tendo uma postura de concentração profunda, reverência e respeito por essas forças que se está invo­cando, pois eles têm um poder muito grande em criar, sustentar e dissolver formas e forças dentro de nós. Devemos ter claros a intenção e o propósito pelos quais estamos fazendo o mantra, com muito cuidado, pois toda ação tem um resultado. Quando trabalhamos com mantras direcionados para as deidades, com a intenção correta, isso faz com que nos tornemos essa força que estamos trabalhando.</p>
<p>aim – som semente da Mãe Divina ou da força cósmica feminina;<br />
klim – som semente do desejo;<br />
sauh – som semente relacionado à Lua e à felicidade</p>
<p>Por: Renata Mendes do yoga Journal Brasil<a rel="attachment wp-att-4526" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/mantra-de-sundari/meditar2/"><img class="alignleft size-medium wp-image-4526" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/01/meditar2-300x305.jpg" alt="" width="300" height="305" /></a></p>

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