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	<title>Yoga</title>
	
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	<description>Blogs O Povo Online</description>
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		<title>Direções para a Meditação</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 21:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sadhana é o meio adotado para atingir um objetivo (sadhya). A pessoa envolvida em sadhana é o sadhaka. Todas as ações emprendidas pelo sadhaka, até que ele alcance o objetivo, são incluídas no termo sadhana. No sadhana de Vedanta, o sadhya é reconhecer o ser inerente em nós mesmos, o sadhana é o meio de conhecimento chamado pramana, baseado em shabda, a palavra falada do guru. O meio de conhecimento deve ser apropriado; adequado e apropriado para uma comunicação eficaz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sadhana é o meio adotado para atingir um objetivo (sadhya). A pessoa envolvida em sadhana é o sadhaka. Todas as ações emprendidas pelo sadhaka, até que ele alcance o objetivo, são incluídas no termo sadhana. No sadhana de Vedanta, o sadhya é reconhecer o ser inerente em nós mesmos, o sadhana é o meio de conhecimento chamado pramana, baseado em shabda, a palavra falada do guru. O meio de conhecimento deve ser apropriado; adequado e apropriado para uma comunicação eficaz, e o discípulo deve ser um receptáculo adequado para receber este conhecimento. Portanto, o sadhana de Vedanta, para o estudante, é tornar sua mente qualificada e adequada o suficiente para receber o conhecimento comunicado pelo mestre. Hoje eu me encontro cercado por limitações e por uma falta de plenitude em mim mesmo. Eu desejo ultrapassar minhas limitações e, se possível, estar completo em mim mesmo. Este é o objetivo do sadhana de Vedanta. Exemplo: Um espaço-pote sente sua capacidade limitada e quer tornar-se o ilimitado espaço-céu. E apesar de não haver diferença no conteúdo espaço dos dois, o espaço-pote não tem conhecimento desta verdade. Este pote tem que, necessariamente, adquirir este conhecimento de outro pote que já reconheceu este conhecimento. Da mesma forma, um sadhaka, ou buscador de si mesmo, que está ansioso para ultrapassar suas limitações presentes, tem que obter o conhecimento de si mesmo de um mestre que reconheceu em si mesmo essa plenitude e ausência de limitações. Assim, ele se entrega ao mestre buscando este conhecimento. Então, um guru-shishya-parampara (uma linhagem de mestre-discípulo), com uma relação íntima de mestre-discípulo, tem se desenvolvido como tradição em Vedanta. Se o mestre é alguém que pode transmitir o conhecimento de maneira eficaz, e o discípulo tem uma mente capaz e adequada para receber e reter o conhecimento, a comunicação ocorre automaticamente. Portanto, a mente do discípulo tem que ser necessariamente sensível, com capacidade de visão alta e grandiosa. Uma mente vulgar é incapaz de tal visão por estar cheia de paixões e aversões que oscilam entre os pares de opostos chamados dvandvas. A mente de um sadhaka tem que ser objetiva e imparcial em sua avaliação de objetos e situações. Não pode ser uma mente cheia de desejos, pois projetará suas próprias idéias e desejos, e desejará sempre ser diferente. O sadhana de Vedanta é o tratamento adequado para essa mente. Sensibilidade, hoje, se tornou um problema ao invés de ser uma bênção; apesar de o indivíduo sensível poder distinguir até mesmo entre diferenças sutis, sempre deseja que as situações e os fatos sejam diferentes. O sadhaka tem que resolver este problema não desejando ser diferente do que ele é, pois este sentimento se origina do sentimento de limitação. Se tenho o conhecimento do que sou eu, de que sou em verdade pleno e completo, que eternidade é o conteúdo de minha natureza, eu não desejarei ser diferente do que sou.</p>
<p>O problema de ignorância</p>
<p>Uma pedra, sendo ignorante, não conhece sua ignorância, mas a mente humana sabe o que é ignorância. O antídoto, portanto, é conhecimento. A ignorância de minha natureza real não é uma ignorância espiritual, mas puramente psicológica, e pode ser removida quando a mente receber o conhecimento correto de si mesmo. Se, apesar deste conhecimento, a mente sente limitações e deseja ser diferente, o remédio é a repetição de shravana (escutar o ensinamento). A mente que projeta recusa encarar fatos e situações como são e quer fugir deles. Exemplo: A mente sabe que a morte física é inevitável para todos, mas não está preparada para aceitar o fato, quando a morte atinge um ente querido; deseja que não tenha acontecido e começa a se lamentar. Se estivesse preparada para aceitar este fato, teria mantido sua tranqüilidade. Mas, a mente pode também encarar fatos e manter a tranqüilidade, que é sua natureza. É, portanto, necessário que a mente seja mantida sempre limpa e pura. A mente com conhecimento de sua verdadeira natureza está livre de ignorância, pois conhecimento se opõe à ignorância. Se sou sat-cit-ananda (existência-consciência-plenitude), como pode haver ignorância em mim? Isto é porque a mente, consciente do conhecimento ou ignorância dos objetos, é ignorante de seu verdadeiro conhecimento ou identidade. Esta ignorância subjetiva pode ser eliminada pelo conhecimento subjetivo de sua própria natureza. Se a mente não é capaz de aceitar este conhecimento, isto é devido aos seus hábitos do passado. Sadhana é necessário para desenvolver e corrigir a mente. Outro problema do sadhaka é a mente que reage, que é outro obstáculo. Esta tendência a reagir tem que ser neutralizada. Para fazer isto, temos que saber o que é ação e o que é reação. Ação é um processo deliberado envolvendo sabedoria no pensar, enquanto que reação é mecânica, não envolvendo pensamento e controle. Um motor reage a uma velocidade específica estabelecida para ele sem qualquer controle sobre sua velocidade. Portanto, uma mente que reage não tem escolha, e age sem o processo de pensar. Muitos de nós têm mentes mecânicas e que reagem. Quando eu encontro uma pessoa, sorrio; mas, se não sei que estou sorrindo, é um sorriso mecânico. Mas, se sei que estou sorrindo, ele é deliberado e não mecânico, sem que eu saiba. O antídoto de ser mecânico é ser deliberado, e sempre alerta. Isto requer um constante estar alerta de seus hábitos mentais. E ainda, tendências negativas como raiva, medo, tristeza, inveja, egoísmo, todos esses são reações. O sadhana é transformar a mente mecânica e que reage em uma mente deliberada que age. Para isto a mente tem que ser purificada. Quando nascemos, nossa mente é pura. A medida que crescemos, adquirimos impurezas às quais temos que renunciar. A mente mecânica é a mente impura. Este constante processo de coleta de impurezas deixa vestígio na nossa personalidade. O remédio é a mente se tornar deliberada. Na Bhagavadgita, é dito no segundo capítulo, verso 66, que o conhecimento firme virá para o yukta (aquele que faz o adequado na hora adequada). Ele é deliberado em toda ação. Ele não se preocupa nem mais nem menos do que a medida certa. Ele mantém sua mente onde seus membros estão. Durante todo o dia ele é deliberado. De noite, ele dorme nem mais nem menos do que as horas adequadas. Quando acordado, sua mente funciona deliberadamente. Nós devemos ser yuktas. Para estar livre de automatismo, a mente tem que saber que esta sendo mecânica. No momento ela não sabe. A solução está em manter a mente alerta e atenta. A atenção e o automatismo são opostos entre si. Preste atenção à mente e reconheça quando ela tende a ser mecânica. Se tenho bem claro na minha mente que ela deve ser deliberada e não mecânica, e apesar disto algumas vezes ela se mostra mecânica, isto é devido aos hábitos do passado. Se sou capaz de descobrir quando a mente se torna mecânica, ela aos poucos se liberta de seu automatismo e se faz deliberada. Se diminui o intervalo entre o momento em que a mente se torna mecânica e minha descoberta, isto é progresso. Não menospreze você mesmo pelo fato de sua mente se fazer mecânica, mas esforce-se em torná-la deliberada. A mente mecânica é aquela que deseja sua queda e a deliberada, aquela que está sempre ao seu lado. A mente em ordem é uma mente deliberada, enquanto que a mente em desordem é mecânica, e é capaz de levar você a fazer coisas que por fim causam sofrimento. Que a mente esteja alerta para sua possibilidade de ser mecânica, e não reaja outra vez por ter sido mecânica! Faça a mente dizer: eu aprecio o erro e não repetirei. Arrependimentos nào ajudam. Quanto mais você conhece quando a mente tende a ser mecânica, tanto mais você está livre. Se você cultiva o estado de ser liberado, você pode se tornar alerta no momento que a mente tende a ser mecânica. A reação da mente a uma situação ou pessoa é uma projeção mental. A mente que não tem objetividade reage. Se a situação não se modifica, a mente reage mais, e você se sente desamparado. Este desamparo causa mais reações e contra-riações, constituindo uma corrente, e isto tem que ser cortado em algum ponto. O conhecimento da ação e reação ajuda a mente a não reagir, mas somente a agir. A conseqüência do automatismo é que ele impede a visão e coloca você sob o encanto do &#8220;demônio&#8221; chamado desejo. &#8220;O desejo e a raiva que nascem do guna rajas são os inimigos&#8221;, diz a Bhagavad-gita. Quando a mente fica irritada, conheça a irritação na mente. Quando você se torna irritado, se você vê a irritação na sua mente, você não ficará sob o encanto da irritação. Mesmo se você tiver um vestígio desta irritação, você não é um indivíduo irritado, e aos poucos você se liberta até mesmo deste vestígio. Desta maneira você neutralizou sua irritação e ela não o prejudicará. Sendo consciente de todas ações fará com que a ação não mais seja mecânica. O mestre é aquele que orienta para tornar sua mente consciente de suas próprias ações e libertá-las de ser mecânica. Ele discutirá com você o valor de conduzir uma vida consciente para que seja possível a você ter uma vida de valores. A própria natureza da mente é transformar-se, e está sujeita ao esquecimento. Portanto, dê uma auto-sugestão à mente: serei consciente de todas minhas ações hoje, e não serei mecânico. A mente consciente é uma mente tranqüila, e ela não reagirá. Se você, conscientemente, criar esta mente tranqüila por algum tempo você pode estender esse tempo, vivendo cada momento conscientemente. Usamos palavras para nos comunicarmos. Minha comunicação é completa somente quando o ouvinte tem a visão que está em mim. Isto será fácil para uma mente tranqüila. A menos que sua mente esteja de fato tranqüila você não poderá imaginá-la tranqüila. Seu intelecto tem que estar convencido para treinar a mente a ficar tranqüila. Aos poucos você será um yukta, permanecendo em sua própria natureza real.<br />
Vidya Mandir Centro de Estudos de Vedanta e Sânscrito<br />
Texto de: (Swami Dayananda Saraswati)<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/direcoes-para-a-meditacao/feb-spir-voyage/" rel="attachment wp-att-4774"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/feb-spir-voyage.jpg" alt="" title="feb-spir-voyage" width="286" height="300" class="alignleft size-full wp-image-4774" /></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s_aHkQjqvCL8tHgfIIMfj-sTaAA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s_aHkQjqvCL8tHgfIIMfj-sTaAA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s_aHkQjqvCL8tHgfIIMfj-sTaAA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s_aHkQjqvCL8tHgfIIMfj-sTaAA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/ieBBCupO7LA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Curso de Meditação em Fortaleza começa no dia 26 de maio</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nello Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curso de  Meditação em Fortaleza Datas e Horários:26 de maio de 2012, sábado das 15hs às 18hs e acontecerá por mais três sábados no mesmo horário, nas seguintes datas:09 e 23 de junho e 06 de Julho, somando um total de 12hs aula, com teoria e práticas. Investimento:O Valor é de R$180,00 à vista ou 2 cheques de R$100,00,com parcelamento até o dia 10 de abril incluso CD apostila e cd de relax e meditação. Facilitadores: Nello Baia Junior, Professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4771" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/curso-de-meditacao-em-fortaleza-comeca-no-dia-26-de-maio/imagem1-2/"><img class="alignright size-full wp-image-4771" title="imagem(1)" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/imagem1.jpg" alt="" width="225" height="177" /></a>Curso de  Meditação em Fortaleza</p>
<p>Datas e Horários:26 de maio de 2012, sábado das 15hs às 18hs e acontecerá por mais três sábados no mesmo horário, nas seguintes datas:09 e 23 de junho e 06 de Julho, somando um total de 12hs aula, com teoria e práticas.</p>
<p>Investimento:O Valor é de R$180,00 à vista ou 2 cheques de R$100,00,com parcelamento até o dia 10 de abril incluso CD apostila e cd de relax e meditação.</p>
<p>Facilitadores:</p>
<p>Nello Baia Junior, Professor de Yoga e de Meditação, Monge Budista da Escola Terra Pura da China com especialização em Meditação.</p>
<p>Ana Cláudia Dutra: Psicóloga clínica da linha Junguiana, Professora de Yoga e Meditação.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Casa da Felicidade Centro de Yoga</span></p>
<p>Avenida santos Dumont,2727,sala 505,entrada pela Rua Osvaldo Cruz, Aldeota, Fortaleza-CE.</p>
<p>(85)8811.9099/8711.3074</p>
<p><a href="mailto:Casadafelicidade.yoga@gmail.com">Casadafelicidade.yoga@gmail.com</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qU14zLArdaY9dnXnMLXB_THiWZo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qU14zLArdaY9dnXnMLXB_THiWZo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qU14zLArdaY9dnXnMLXB_THiWZo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qU14zLArdaY9dnXnMLXB_THiWZo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/9dZ8iNkwoNQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Retiro Espiritual de Silêncio em Fortaleza – 08 a 10/06/2012</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/yoga/retiro-espiritual-de-silencio-em-fortaleza-08-a-10062012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnóbio Albuquerque</dc:creator>
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		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Meditação de Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[paramahansa yogananda]]></category>
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		<category><![CDATA[Self Realization Fellowship]]></category>
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		<description><![CDATA[CONVITE DO GRUPO DE MEDITAÇÃO DE FORTALEZA DA SELF-REALIZATION FELLOWSHIP Uma grande oportunidade. Como diz Paramahansa Yogananda, &#8220;o mundo tem o hábito de ensinar muito e praticar pouco&#8221;. No retiro, tive a oportunidade de provar o açucar do verdadeiro ensinamento. (Participante de um retiro promovido pelo Grupo de Meditação de Fortaleza) RETIRO ESPIRITUAL DE SILÊNCIO &#8220;Por meio da meditação, é possível experimentar uma paz interior estável e silenciosa que pode constituir em ambiente permanentemente tranquilizador para todas as atividades &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="text-align: center; background-color: #ffffff; margin-top: 1px; border: 4px solid #FFF001;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>
<div>
<table width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="49%" bgcolor="#004080"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong><span style="color: #ffffff;"><span><span style="font-size: x-small;">CONVITE DO<br />
GRUPO DE MEDITAÇÃO DE FORTALEZA DA SELF-REALIZATION FELLOWSHIP</span></span></span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><em><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;">Uma grande oportunidade. Como diz Paramahansa Yogananda, &#8220;o mundo tem o hábito de ensinar muito e praticar pouco&#8221;. No retiro, tive a oportunidade de provar o açucar do verdadeiro ensinamento.</span></em></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><em> <span style="font-size: small;"><span> </span></span></em></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff;"></p>
<p></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color: #ffffff; font-size: x-small;"> (Participante de um retiro promovido pelo Grupo de Meditação de Fortaleza) </span></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> <span><br />
</span></span></td>
<td valign="top" bgcolor="#9999CC">
<div>
<div>
<p><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff;"><span style="font-size: x-small;">RETIRO ESPIRITUAL DE SILÊNCIO</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #cc0000; font-size: x-small;"><img src="http://www.srffortaleza.org/folders/retiro-08-06-2012-fig01.jpg" alt="" /></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: small;">&#8220;Por meio da meditação, é possível experimentar uma paz interior estável e silenciosa que pode constituir em ambiente permanentemente tranquilizador para todas as atividades &#8211; quer sejam harmoniosas ou atribuladas &#8211; que as responsabilidades da vida exigem. A felicidade perene reside em manter uniforme esse estado de tranquilidade mental.&#8221; (<em>Paramahansa Yogananda </em>)</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;"><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">08 a 10/06/2012</span></strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff;">TEMA: AUTORREALIZAÇÃO </span></strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff;">Local: Recanto Sagrado Coração</p>
<p><span style="font-size: x-small;">Av. da Universidade, 3106- Fortaleza &#8211; Ceará</span> </span></strong><br />
</span></p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color: #964707; font-size: x-small;"> </span></td>
<td>
<table width="100%">
<tbody>
<tr bgcolor="#dafed8">
<td width="21%" valign="top" bgcolor="#FFFFFF">
<div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="color: #964707;"><strong><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;">BEM VINDO(A)</span></strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> </span></p>
</div>
</td>
<td width="79%" valign="middle" bgcolor="#FFFFFF">
<div>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><span style="font-size: x-small;">Bem vindo ao Retiro Espiritual do Grupo de Meditação de Fortaleza da Self-Realization Fellowship.</span></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"></p>
<p></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-size: x-small;"> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;">O retiro nos afasta temporariamente das atividades e pressões da vida diária para dedicação integral à prática da presença de Deus, ao estudo espiritual e à relaxação física e mental, por meio da meditação profunda. </span></span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr valign="top" bgcolor="#d9e2ec">
<td>
<div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><strong> VOTO DE SILÊNCIO </strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> </span></p>
</div>
</td>
<td valign="middle">
<div>
<div><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><span style="font-size: x-small;">Cada participante deve preservar ao máximo o voto de silêncio durante o retiro, quebrando-o apenas em situações realmente necessárias. </span></span></div>
</div>
<div>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;">No primeiro Serviço de Meditação do primeiro dia, às 20:30, inicia-se o retiro propriamente dito e, a partir daí, inicia-se também o silêncio.</span></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-size: x-small;"> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;">O retiro será concluído às 13 horas do dia 10/06/2011</span></span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr valign="top" bgcolor="#FFFFFF">
<td>
<div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><strong> VAGAS DISPONÍVEIS </strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> </span></p>
</div>
</td>
<td valign="middle">
<div>
<div><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><span style="font-size: x-small;">As vagas  são LIMITADAS às 5 primeiras inscrições realizadas através do e-mail grupo.meditacao.fortaleza@gmail.com.</span></span></div>
</div>
</td>
</tr>
<tr valign="top" bgcolor="#d9e2ec">
<td>
<div>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><strong>CONTRIBUIÇÃO</strong> </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> </span></p>
</div>
</td>
<td valign="middle">
<div>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><span style="font-size: x-small;">A contribuição individual total é de R$ 140,00, o que inclui hospedagem de 2 diárias, três refeições/dia e material sobre o tema do retiro. </span></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;">O transporte será por conta de cada um. </span></span></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr valign="top" bgcolor="#FFFFFF">
<td>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><strong> INSCRIÇÃO</strong></span></span></div>
</td>
<td valign="middle">
<div>
<div><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><span style="font-size: x-small;">Pode ser realizada aos sábados no Grupo de Meditação de Fortaleza ou através do e-mail abaixo. </span></span></div>
</div>
</td>
</tr>
<tr valign="top" bgcolor="#d9e2ec">
<td>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><strong> CONTATOS </strong></span></span></div>
</td>
<td valign="middle">
<div>
<div><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;"><span style="font-size: x-small;">e-mail: </span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707;">grupo.meditacao.fortaleza@gmail.com</span><br />
</span></div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td><span style="color: #964707; font-size: x-small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<table width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#99CC66">
<h2><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: large;">GRUPO DE MEDITAÇÃO DE FORTALEZA </span></h2>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;">Rua João Alves Albuquerque, 252 &#8211; Altos – Seis Bocas</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;">Fortaleza – CE – Brasil </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"> </span><a href="mailto:grupo.meditacao.fortaleza@gmail.com"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707; font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707; font-size: x-small;"> </span></a></p>
<p><span><a href="http://www.srffortaleza.org">http://www.srffortaleza.org</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;">Filiado à </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><strong>SELF REALIZATION FELLOWSHIP</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><strong>3880 San Rafael Avenue</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><strong>Los Angeles, California 90065-3298</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><a href="http://www.yogananda-srf.org/">www.yogananda-srf.org </a></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"> </span></p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #964707; font-size: x-small;">grupo.meditacao.fortaleza@gmail.com</span></div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jG8yC-zABPdAZ99XwpDcQoZr2pY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jG8yC-zABPdAZ99XwpDcQoZr2pY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jG8yC-zABPdAZ99XwpDcQoZr2pY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jG8yC-zABPdAZ99XwpDcQoZr2pY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/93jFIV9g38w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.opovo.com.br/yoga/retiro-espiritual-de-silencio-em-fortaleza-08-a-10062012/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>WORKSHOP DE ASHTANGA VINYASA YOGA COM MATTHEW VOLLMER, DIAS: 22, 23 E 24 DE JUNHO DE 2012 EM FORTALEZA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/com/Tzuz/~3/1uyvG1T9P6Q/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/yoga/workshop-de-ashtanga-vinyasa-yoga-com-matthew-vollmer-dias-22-23-e-24-de-junho-de-2012-em-fortaleza/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.opovo.com.br/yoga/?p=4756</guid>
		<description><![CDATA[Matthew Vollmer é professor autorizado pelo Shri K Pattabhi Jois Ashtanga Yoga Institute, de Mysore – Índia. Com quase 20 anos de experiência, Matthew é um dos principais professors do método. Realiza workshops no Brasil e América do Sul, mantendo seu compromisso de difundir o Ashtanga Vinyasa Yoga com a mesma pureza e simplicidade que aprendeu com seus professors. Ashtanga Yoga é um sistema de Yoga transmitido ao mundo por Shri K Pattabhi Jois (1915 – 2009). Este método consiste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matthew Vollmer é professor autorizado pelo Shri K Pattabhi Jois Ashtanga Yoga Institute, de Mysore – Índia. Com quase 20 anos de experiência, Matthew é um dos principais professors do método. Realiza workshops no Brasil e América do Sul, mantendo seu compromisso de difundir o Ashtanga Vinyasa Yoga com a mesma pureza e simplicidade que aprendeu com seus professors.</p>
<p>Ashtanga Yoga é um sistema de Yoga transmitido ao mundo por  Shri K Pattabhi Jois (1915 – 2009). Este método consiste na sincronização da respiração com movimentos, numa progressive série de posturas. Esse processo realinha e fortalice o corpo, melhora a circulação e desintoxica músculos e órgãos, purificando corpo e mente. O Resultado é um corpo forte e uma mente serena.</p>
<p>Local: Espaço Clara Luz &#8211; Rua Coronel Linhares 452, Meireles.<br />
Fone: 3224-9832<br />
www.claraluz.pro.br</p>
<p>Programação:<br />
Sexta 19:30h – Introdução ao Workshop, prática de respiração e bandhas. Prática de Meditação.</p>
<p>Sábado 7:30h – Prática Mysore.<br />
Intervalo para o lance.<br />
10:30h – Comentários sobre a prática, espaço para perguntas e respostas.<br />
11:30h – Yoga Sutras e Meditação.</p>
<p>Domingo 7:30h &#8211; Prática Mysore.<br />
Intervalo para o lance.<br />
10:30h – Comentários sobre a prática, espaço para perguntas e respostas.<br />
Encerramento do Workshop.</p>
<p>Valores<br />
R$ 260,00 à vista.<br />
R$ 300,00 com opção de parcelamento.<br />
Módulos avulsos: Sexta R$ 60,00/ Sábado R$ 180,00 /Domingo R$ 120,00<br />
OBS: Para os módulos não haverá desconto.</p>
<p>Organização:<br />
Espaço Clara Luz  &#8211; www.claraluz.pro.br<br />
Ashtanga Dharma – ashtangadharma.blogspot.com</p>
<p>A pintura é de:  ( <a href="http://www.chris-carter-art.com/Yoga_Art_page_2_Chris_Carter.html">http://www.chris-carter-art.com/Yoga_Art_page_2_Chris_Carter.html</a>)<br />
<a rel="attachment wp-att-4757" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/workshop-de-ashtanga-vinyasa-yoga-com-matthew-vollmer-dias-22-23-e-24-de-junho-de-2012-em-fortaleza/yoga-postures-ashtanga-yoga-art-chris-carter-021008-260x165/"><img class="alignleft size-full wp-image-4757" title="Yoga-postures-ashtanga-yoga-art-chris-carter-021008-260x165" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/Yoga-postures-ashtanga-yoga-art-chris-carter-021008-260x165.jpg" alt="" width="260" height="165" /></a><a rel="attachment wp-att-4758" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/workshop-de-ashtanga-vinyasa-yoga-com-matthew-vollmer-dias-22-23-e-24-de-junho-de-2012-em-fortaleza/yoga-postures-ashtanga-yoga-art-chris-carter-021008-260x165-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-4758" title="Yoga-postures-ashtanga-yoga-art-chris-carter-021008-260x165" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/Yoga-postures-ashtanga-yoga-art-chris-carter-021008-260x1651.jpg" alt="" width="260" height="165" /></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6hzFD--hSlUurfPF58ATyW-BP9Q/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6hzFD--hSlUurfPF58ATyW-BP9Q/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6hzFD--hSlUurfPF58ATyW-BP9Q/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6hzFD--hSlUurfPF58ATyW-BP9Q/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/1uyvG1T9P6Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O significado do Om</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/com/Tzuz/~3/WrOSQ6CTOWs/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/yoga/o-significado-do-om-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.opovo.com.br/yoga/?p=4752</guid>
		<description><![CDATA[Essa sílaba única, Om, vem dos Vedas. Como uma palavra sânscrita, significa avati raksati &#8211; aquilo que lhe protege, lhe abençoa. Como se dá essa proteção? É um mantra e é um nome do Senhor. O nome do Senhor lhe protege através da repetição do próprio nome. Pelo nome você reconhece o Senhor. E, portanto, é reconhecimento em forma de oração. Sendo um mantra, ele é repetido, e, portanto, torna-se uma prece. O Senhor é o protetor e o provedor; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa sílaba única, Om, vem dos Vedas. Como uma palavra sânscrita, significa avati raksati &#8211; aquilo que lhe protege, lhe abençoa. Como se dá essa proteção? É um mantra e é um nome do Senhor. O nome do Senhor lhe protege através da repetição do próprio nome. Pelo nome você reconhece o Senhor. E, portanto, é reconhecimento em forma de oração. Sendo um mantra, ele é repetido, e, portanto, torna-se uma prece. O Senhor é o protetor e o provedor; aquele que abençoa é o Senhor; o Senhor é na forma de bênção. Repetido Om, você invoca o Senhor naquela forma específica. Então, dessa maneira, Om lhe protege. Portanto, ele é fiel a seu nome. É o Senhor que lhe protege, e não o som. Entre o nome e o Senhor há uma ligação (abhidhána abhidheya sambandha). Um é o nome, o outro é o seu significado. A conexão é que você não pode repetir o nome sem o significado dele, se você o conhece. Uma vez conhecido o significado, este vem para sua mente, assim como a palavra. Portanto, não são duas ações diferentes. Não ocorre primeiro a palavra e depois de algum tempo o significado. Se você conhece o significado quando a palavra aparece na sua mente, no mesmo instante o significado está lá. Isso é possível somente quando ambos estão interligados. Essa conexão é chamada abhidhána abhidheya sambandha. E, por causa desse sambandha, o nome protege você, e o Senhor também. O Senhor é Um e não-dual. Isso é o que dizem os Vedas.&#8221;Om iti idam sarvam yat bhútam yat ca bhavyam bhavisyat iti&#8221; O que existia antes, o que existirá depois e o que existe agora. Tudo isso, sarvam, é realmente Om. Tudo o que existe é Om. Tudo o que existiu é Om, e também tudo o que existirá depois, no futuro. Passado, presente e futuro, incluindo o tempo e tudo o que existe no tempo &#8211; tudo isso é Om. Aquele Om é Brahman. Portanto, o Senhor é não-dual, e esse não-dual é Um. A sílaba é também uma e não-dual, significando que tudo está dentro dela. E tudo está dentro de Om. Portanto, é também uma contemplação. Pois, apesar de Om ser uma sílaba única, nela existe A, U e M. A mais U é O, um ditongo, e mais M é Om. Tem, portanto, três mátras, ou unidades de tempo. A é um mátra, U é outro e M mais outro. Brahman é sarvam (tudo) e também está na forma de três. Brahman em estado causal, como súkshma prapañcha, o mundo sutil, e o sthúla, o mundo físico. O corpo físico é chamado de sthúla, assim como o universo físico. Dentro desse corpo físico existe outro mundo. É o mundo do nosso prána que mantém este corpo vivo e inclui a mente e os sentidos. É sutil, pois está dentro desse corpo físico, não visível, mas sua presença não se perde. Portanto, o que mantém esse corpo vivo, sem o qual estaria morto, isso é súkhma. Quando sthúla e súkshma estão juntos, então existe vida. Quando súkshma não está presente, esse corpo físico fica inerte. Se Brahman, o Senhor, é tudo, então todo o sthúla prapañcha, o universo físico que inclui todos os corpos físicos, é o Senhor, e também o súkhma prapañcha, o mundo sutil, é o Senhor. Dessa maneira, temos o Senhor nos três níveis: no nível físico, sutil e causal. Na nossa vida diária também temos três estados distintos de experiência: o acordado, o sonho e o sono profundo. No sono profundo o indivíduo está na forma causal. No sonho você se identifica com o súkshma (sutil), sua própria mente. A mente está acordada e existe uma experiência de sonho e um mundo de sonho. E você ainda identifica-se com o corpo físico e tem então o estado acordado. Então temos três estados de experiência e três mundos. Isso constitui o indivíduo enquanto ser acordado e todo o mundo físico, o ser que sonha e todas as experiências sutis e o causal, no sono profundo. São três e completam tudo o que existe a nível indifidual e total.<br />
O ser acordado e individual está incluído em Brahman, que é o total. Portanto, o indivíduo acordado e o mundo acordado é Brahman. Seu mundo acordado está incluído no mundo acordado total. Todo aquele mundo acordado está representado por A. E existe uma razão para isso, falada nos Shástras (Escrituras). A é a primeira letra (ou som) que é pronunciada quando se abre a boca, e, da mesma maneira, M é a última, quando se fecha a boca. U está entre os dois. A representa o acordado, do qual depende U. A torna-se U quando os lábios se fazem arredondados. U representa todo o súkshma prapañcha (mundo sutil), e M representa todo o mundo causal, pois tudo se dissolve em M. Depois de fechar os lábios, de dizer M, você não pode dizer mais nada. A e U terminam em M, assim como no sono profundo os mundos físicos e sutil dissolvem-se. Portanto, A-U-M, Om e quando se pronuncia Om, tudo se dissolve em M. E, depois, tudo retorna, Om. A origem do retorno não é em M, mas sim no silêncio. A e U dissolvem-se em M, e em seguida o Om nasce do silêncio. Então, A-U entram em M, e M entra no silêncio. O silêncio não é A, nem U e nem M, mas está também incluído em Om. Ele é chamado de amátra. O silêncio que existe entre dois Om&#8217;s é Brahman, em sua forma essencial, do qual depende Aum &#8211; Jágat, o estado acordado; Swapna, o sonho; Susupti, o sono profundo; o Sthúla prapañcha, o mundo acordado; Súkshma prapañcha, o mundo de sonho; e o Karana avasthá, o estado causal. Todos os três dependem do silêncio, que é Brahman, que é Chaitanya, consciência, Átman, Brahman. E é aquele mesmo que está nesses três. Portanto, todos os três vêm Dele, são sustentados por Ele e retornam para Ele mesmo. Aquele é Brahman. Portanto, Om iti idam sarvam: o Om é tudo. É uma sílaba e, ao mesmo tempo, contém tudo. É não-dual. Então, o Senhor é tudo. Todas as formas na criação são formas do Senhor. E todas as formas têm um nome. Imaginemos que queiramos dar um nome ao Senhor. Que nome deveria ser? Todos os nomes são nomes do Senhor. Então, qual nome que poderíamos dar? Quando digo cadeira, não é mesa; são diferentes. Suponhamos que cadeira é Brahman, e que mesa também seja Brahman. Então, qual o nome que daria ao Senhor? Deveria dar todos os nomes. Então, todos os nomes em qual língua? O Senhor é Um. Apesar de seu nome ter que incluir todos os nomes, ainda assim existe um nome de sílaba única que podemos dar a Ele. Este é Om. Em qualquer língua, todos os nomes estão somente entre dois sons. Isto dentro do ponto de vista puramente fonético. Se você abre a sua boca e faz um som, este é A. Não existe outro som que possa ser feito. Um indiano, um chinês, um noruequês, ou até mesmo uma pessoa de alguma tribo, todos dirão A. Então, feche sua boca e faça um som. Você terá MM. Tente fazer outro som depois de fechar a boca! Portanto, Am. Todas as palavras, em todas as línguas, estão entre A e M. Entre essas estão muitas letras que tem de ser levadas em conta. Todas as outras letras estão representadas por o que você produz quando arredonda os lábios e diz A. Você terá U. Junte A e U (em sânscrito) e você terá O; adicione M e terá Om. Todos os nomes, em todas as línguas, conhecidos e desconhecidos, estão incluídos entre A e M. Om iti idam sarvam. Portanto, Om é tudo e Om é também um nome fonético para o Senhor. Om não faz parte de uma língua específica. É fonético, além de qualquer língua. Portanto, Om é o nome para Brahman que inclui o silêncio também, o nirguna (sem forma) e o turíya (o quarto estado da consciência, que é a pura consciência). Aum é o turiya. Portanto, Om é considerado o mais sagrado e básico entre todos os nomes do Senhor.<br />
Você pode fazer o japa de Om ou contemplar o Om. Om é o mantra do sannyási. Produz tyága vritti, uma tendência a abandonar tudo. É por isso que geralmente as pessoas não cantam somente Om. Sannyásins têm que cantar Om para não se envolverem. Outros não são incentivados a cantar para que não larguem tudo.Geralmente, cantamos Om no início e no final de qualquer coisa. Om representa um início auspicioso.<br />
Texto: Retirado: Vydia Mandir Centor de Estudos de Vedanta e Sânscrito.<br />
Texto: Swami Dayananda Saraswati<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/o-significado-do-om-2/attachment/1596/" rel="attachment wp-att-4753"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/1596.jpg" alt="" title="1596" width="300" height="225" class="alignleft size-full wp-image-4753" /></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tO6uTBeG6Z_Sp0LjoQjxrwbLffU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tO6uTBeG6Z_Sp0LjoQjxrwbLffU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tO6uTBeG6Z_Sp0LjoQjxrwbLffU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tO6uTBeG6Z_Sp0LjoQjxrwbLffU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/Tzuz/~4/WrOSQ6CTOWs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Farmácia na Cozinha</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/yoga/farmacia-na-cozinha-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 May 2012 23:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o Ayurveda, medicina indiana milenar, um dos métodos mais eficazes de prevenção, tratamento e manutenção da saúde é a alimentação. As massagens, panchakarmas (tratamentos de desintoxicação), bastis (lavagens intestinais) e outros tratamentos são esporádicos, mas comemos todos os dias, e várias vezes. Segundo Shanti Gowans, yogini e praticante de Ayurveda, em seu livro Ayurvedic Cooking (não traduzido para o português), o sabor de uma erva não é acidental, mas uma indicação de suas propriedades terapêuticas. Sabores diferentes têm efeitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Segundo o Ayurveda, medicina indiana milenar, um dos métodos mais eficazes de prevenção, tratamento e manutenção da saúde é a alimentação. As massagens, panchakarmas (tratamentos de desintoxicação),<br />
bastis (lavagens intestinais) e outros tratamentos são esporádicos, mas comemos todos os dias, e várias vezes. Segundo Shanti Gowans, yogini e praticante de Ayurveda, em seu livro Ayurvedic Cooking (não traduzido para o português), o sabor de uma erva não é acidental, mas uma indicação de suas propriedades terapêuticas. Sabores diferentes têm efeitos diferentes. A autora continua dizendo que o sabor afeta diretamente o sistema nervoso por meio do prana, a força vital da boca, que é conectado com o prana do cérebro. Pelo estímulo de prana, o sabor afeta o fogo digestivo (agni) e aumenta o poder de digestão. Alimentos saborosos são vitalmente necessários para despertar o agni para uma digestão apropriada. Portanto, a medicina Ayurvédica sempre incluiu a ciência de cozinhar com erv<br />
A base para todos os masalas são sementes de mostarda e de cominho (em partes iguais). As primeiras devem ser aquecidas em uma frigideira seca e, quando começarem a pipocar, é só acrescentar as sementes de cominho e deixar tostar. Bater no liquidificador para transformar em um pó fino e guardar em um pote fechado de vidro. Essa mistura é boa para as pessoas vatas. Para as pittas, devemos acrescentar temperos que resfriam, como semente de coentro ou erva-doce. Já as kaphas necessitam de um pouco de pimenta.</p>
<p>Quando doentes, perdemos o sentido do paladar e o apetite. Falta de sabor indica doença, agni baixo e presença de ama (alimentos parcialmente digeridos que se tornam toxinas para o organismo). Podemos regular distúrbios dos doshas com os temperos corretos, já que cada sabor influencia de uma maneira particular os doshas. As pessoas que têm em sua constituição mais de um dosha devem observar o estado em que se encontram naquele dia e escolher o tempero e o sabor corretos para sua alimentação. Uma pessoa de constituição vata-pitta, por exemplo, em dias mais frios, pode aproveitar os salgados, para ajudar no controle de vata. Já quando o calor aumenta, a mesma pessoa deve evitar o consumo desse tempero, pois pode desajustar o pitta. Mas como resolver as refeições de uma família que tem pessoas de diferentes constituições? Cozinhar um tipo de comida para cada um é inviável e, nessas horas, a medicina indiana tem um ótimo truque: são os masalas (mix de temperos) de adição. Eles podem ser feitos de forma a aumentar ou diminuir um determinado dosha, e dão um sabor extra para o prato. Podem ser polvilhados por cima da comida já pronta, e servem como antídoto para os pratos de difícil digestão.</p>
<p>Sabores úteis<br />
Sabendo qual é o seu biótipo em Ayurveda ou não, é possível usar propriedades terapêuticas de temperos comuns em nossa alimentação. Os temperos mais duros, como os grãos, devem ser acrescentados logo no começo do cozimento do alimento; os mais macios, como folhas e raízes, no meio; e os em pó precisam ser acrescentados quando a comida estiver quase pronta. Faça o seu masala de acordo com suas necessidades.</p>
<p>Alho (todos os sabores, menos azedo) testes clínicos contemporâneos mostram que o alho mata bactérias quando cru, mas perde suas propriedades antibióticas se cozido. Pode ser usado para regular ou estimular a menstruação. Tem propriedades afrodisíacas. Contém quase todos os sabores (menos azedo) e nutre todos os tecidos. Atua nos sistemas digestivo, respiratório, nervoso, reprodutivo e circulatório. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Canela (doce) quente, combate o resfriado. Atua nos sistemas circulatório, digestivo, respiratório e<br />
urinário, e nutre tecidos linfático, sangüíneo, muscular e nervoso. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Cominho (picante e amargo) Excelente tonificante para o sistema digestivo. Ótimo estimulante para agni, sem agravar pitta.</p>
<p>Cardamomo (picante e doce) tem efeito refrescante, sabor doce e propriedades digestivas. Pode ser mastigado para refrescar a boca, ajudar na digestão e, adicionado ao leite, funciona como antídoto para a formação de muco. Atua nos sistemas digestivo, respiratório, circulatório e nervoso e nutre os tecidos linfático, sangüíneo e nervoso. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Coentro (picante) ajuda na digestão de celulose (vegetais verdes) e na eliminação de gases intestinais e estomacais. Pode ser consumido portodos os doshas (tridosha), e é ótimo para acalmar pitta.</p>
<p>Cúrcuma (açafrão da terra) (picante, amargo e levemente adstringente) nutre todos os tecidos, deve ser inserido na alimentação diária, além deser ótimo purificador do sangue e antiinflamatório. É usado no tratamento contra câncer.</p>
<p>Erva-doce (doce) ajuda na digestão. Alguns grãos podem ser mastigados depois das refeições. Diminui pitta e vata e aumenta kapha.</p>
<p>Gengibre (picante) chamado de remédio universal (vishwabhesaj), nutre todos os tecidos. Quando seco, pode ser usado contra resfriados, tosses, rinites, bronquites e indigestão. A medicina contemporânea considera o gengibre um potente antídoto para doenças emocionais. Age nos sistemas digestivo e respiratório. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Gergelim (doce) É um tônico rejuvenescedor para vata e para os ossos e dentes. Atua nos sistemas respiratório, digestivo, excretório e reprodutivo feminino. Nutre todos os tecidos, especialmente o ósseo.</p>
<p>Cravo (picante) altamente anti-séptico, afrodisíaco e expectorante. Deve ser usado para cozinhar o arroz (dois dentes), para ajudar na digestão. Nutre os tecidos linfático, muscular, nervoso e reprodutivo. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Hortelã (picante) atua como relaxante para o corpo e clareia a mente. Age nos sistemas respiratório, digestivo, nervoso e circulatório. Nutre os tecidos linfático, sangüíneo e nervoso. Diminui kapha e pitta.</p>
<p>Manjericão (picante) uma das plantas mais sagradas da Índia por sua natureza sattvica, abre o coração e a mente, potencializando a energia de amor e devoção. Atua nos sistemas respiratório, nervoso e digestivo e nutre os tecidos linfático, sangüíneo, nervoso e reprodutivo. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Pimenta (picante) melhor estimulante de agni (fogo digestivo). Combate resfriados, tosses e problemas respiratórios. Atua nos sistemas digestivo, circulatório e respiratório e nutre os tecidos linfático, sangüíneo, adiposo e nervoso. Diminui vata e kapha, aumenta pitta.</p>
<p>Texto original: Yoga Journal Brasil<br />
Por: Madu Cabral<br />
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		<title>O Significado de ‘Namastê’</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 11:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O gesto Namastê representa a crença de que há um brilho divino dentro de cada um de nós. O gesto é o reconhecimento da alma de um no outro. “Nama” significa saudação ou reverência, “as” quer dizer eu e “te”, você. Logo, Namasté literalmente significa “saudação eu você” ou “Eu saúdo a você” ou seja, O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Para fazer o gesto Namastê, colocamos as palmas das mãos juntas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O gesto Namastê representa a crença de que há um brilho divino dentro de cada um de nós. O gesto é o reconhecimento da alma de um no outro. “Nama” significa saudação ou reverência, “as” quer dizer eu e “te”, você. Logo, Namasté literalmente significa “saudação eu você” ou “Eu saúdo a você” ou seja, O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Para fazer o gesto Namastê, colocamos as palmas das mãos juntas na frente do chakra do coração, em frente ao terceiro olho, feche os ohos e arqueie levemente a cabeça. Também pode ser feito da mesma forma, só que trazendo as mãos abaixo do coração. Essa é uma forma especialmente profunda de respeito. Apesar de a palavra Namastê no Ocidente ser dita em conjunção com o gesto, na Índia, é compreendido que o gesto por si só significa Namasté e então, não há necessidade de dizer a palavra quando saúda ou reverência. Trazemos as mãos em direção ao chakra do coração para aumentar o fluxo do amor Divimo. Arquear a cabeça e fechar os olhos ajuda a mente a render-se ao Divino no coração. Pode-se fazer o Namastê a si próprio como uma técnica de meditação para atingir profundamente o chakra do coração; quando feito a outra pessoa, apesar de rápida, é igulamente uma bonita meditação. Para um aluno ou professor, o Namastê permite que dois indivíduos encontrem-se energeticamente para estabelecer uma conexão e eterno, livre da obrigação da ego-conexão.é feito com um sentimento profundo no coração e com a mente rendida, uma profunda união de espíritos pode florescer.  O ideal é que ambos Namastê sejam feitos no início e final da aula. Usualmente, é feito ao final da aula porque a mente está menos ativa e a energia da sala é mais pacífica. O professor inicia Namastê como símbolo de gratidão e respeito em relação aos alunos e convida a todos para que conectem com a sua linhagem, através disso permite que a verdade flua &#8211; a verdade que todos somos um quando vivemos com o coração.<br />
(Retirado de Yoga Journal Brasil)<a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/o-significado-de-%e2%80%98namaste%e2%80%99/namaste-i/" rel="attachment wp-att-4742"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/namaste-I-300x410.jpg" alt="" title="namaste I" width="300" height="410" class="alignleft size-medium wp-image-4742" /></a></p>

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		<title>Palestra “Encontrando o Caminho da Paz – Uma História da Dependência Química” na UECE</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 01:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nello Júnior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – UECE PRÓ-REITORIA DE POLÍTICAS ESTUDANTIS – PRAE NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA – NAC PROGRAMA DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO AO ESTUDANTE PROJETO COMPARTILHANDO SABERES APRESENTA: PALESTRA COM  NELLO BAIA JÚNIOR &#8211; Monge Budista da Escola Terra Pura da China,atualmente Professor de Yoga e Meditação ENCONTRANDO O CAMINHO DA PAZ Uma história de superação da dependência química Data: 17/05/2012 (quinta-feira) HORÁRIO: 10h LOCAL: AUDITÓRIO do CESA Campus do Itaperi (Próximo ao bloco do Curso de Música) Entrada Franca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4739" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/4738/sol-homem-e-passaros-1cb75/"><img class="alignright size-large wp-image-4739" title="sol-homem-e-passaros-1cb75" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/05/sol-homem-e-passaros-1cb75-550x412.jpg" alt="" width="524" height="392" /></a></p>
<p><strong>UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – UECE </strong></p>
<p><strong>PRÓ-REITORIA DE POLÍTICAS ESTUDANTIS – PRAE</strong></p>
<p><strong>NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA – NAC</strong></p>
<p><strong>PROGRAMA DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO AO ESTUDANTE</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PROJETO</strong></p>
<p><strong>COMPARTILHANDO SABERES</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>APRESENTA:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>PALESTRA COM  NELLO BAIA JÚNIOR &#8211; <strong>Monge Budista da Escola Terra Pura da China,atualmente Professor de Yoga e Meditação</strong></p>
<p><strong>ENCONTRANDO O CAMINHO DA PAZ</strong></p>
<p>Uma história de superação da dependência química</p>
<p><strong>Data:</strong><strong> </strong>17/05/2012 (quinta-feira)</p>
<p>HORÁRIO: 10h</p>
<p>LOCAL: AUDITÓRIO do CESA</p>
<p>Campus do Itaperi</p>
<p>(Próximo ao bloco do Curso de Música)</p>
<p>Entrada Franca</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>

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		<title>O CAMINHO DO MEIO NO HATHA YOGA</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/yoga/o-caminho-do-meio-no-hatha-yoga/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 09:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacelia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando pensamos em certos tipo de prática de Haṭha Yoga que estão em voga hoje em dia, vêm à nossa mente a coisas como esforço excessivo, copiosa transpiração, respiração pesada ou difícil e, em alguns casos extremos, tensão e lesões. Vemos, com alguma frequência, pessoas se esforçando muito além da conta, praticando como se não houvesse amanhã, com atitudes de fanatismo e irresponsabilidade. Quem pratica fazendo um esforço exagerado, que pode se traduzir em lesões ou perda da integridade física, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos em certos tipo de prática de Haṭha Yoga que estão em voga hoje em dia, vêm à nossa mente a coisas como esforço excessivo, copiosa transpiração, respiração pesada ou difícil e, em alguns casos extremos, tensão e lesões. Vemos, com alguma frequência, pessoas se esforçando muito além da conta, praticando como se não houvesse amanhã, com atitudes de fanatismo e irresponsabilidade. Quem pratica fazendo um esforço exagerado, que pode se traduzir em lesões ou perda da integridade física, não está pensando no futuro, nem construindo uma relação de longo prazo com o próprio sādhana. Essa é uma atitude arriscada e até mesmo irresponsável, pois a pessoa reduz seriamente a chance de ser bem sucedida no Yoga. Assim, se quisermos levar a nossa prática pessoal a bom porto, precisamos ponderar sobre o que é sábio esperar dela e o que possam ser apenas expectativas infundadas. Para que praticamos āsanas, prāṇāyāmas e meditação? Como praticar sem colocar em risco a nossa integridade física? Tentaremos responder estas questões ao longo do texto.<br />
Porque praticar?<br />
A resposta a esta questão parece fácil: se o objetivo do Yoga é mokṣa, a liberdade, então o propósito da prática deve ser esse mesmo. A conta é aparentemente fácil: praticando conscienciosamente, com cuidado, disciplina e assiduidade, um dia, por arte de mágica, a iluminação irá acontecer. Certo? Infelizmente, essa leitura da maneira em que o Yoga opera está equivocada. Ninguém, nunca, se iluminou apenas por ficar fazendo posturas, por “avançadas” que possam parecer, assim como ninguém nunca se iluminou por fazer prāṇayāmas ou mantras. Mesmo se forem repetidos durante décadas, estes exercícios são apenas ações, e ações não iluminam ninguém.<br />
Se assim fosse, seria muito fácil: qualquer pessoa suficientemente flexível, forte o concentrada poderia, num prazo razoável, alcançar o estado de liberdade. Práticas de concentração e meditação, se devidamente aperfeiçoadas, são capazes de levar o yogi ou a yoginī a um estado transitório conhecido como samādhi, que abrange vários tipos de experiência extática. Ora, esses estados de êxtase ou ênstase, ao dizer de Mircea Eliade, não são o objetivo final do Yoga mas ferramentas auxiliares que ajudam o praticante a lembrar da sua própria natureza.<br />
O processo do Yoga, conforme é explicado na Bṛhadāraṇyaka Upaniṣad, consta de tres etapas: śravaṇam, mananam e nididhyāsanam. Śravaṇam é ouvir o ensinamento. Mananam, questioná-lo e esclarecer as dúvidas. Nididhyāsanam e meditar sobre o que se sabe sobre si mesmo. O objetivo imediato das práticas menos sutis do Haṭha Yoga, como purificações, āsanas e prāṇayāmas é o de manter a saúde do corpo, a longevidade e o bem-estar. Num plano mais sutil, os āsanas, bem sabemos, nos ajudam a eliminar couraças de tensão e mobilizam de maneira intensa o fluxo da energia vital. No melhor dos casos, a prática de āsana, prāṇayāma ou mantra poderia se considerar um exercício de nididhyāsanam, desde que feita com a atitude adequada. Porém, o amigo leitor há de reconhecer, nenhum desses objetivos é mokṣa.<br />
Praticamos, não para nos iluminar, senão para termos saúde, longevidade e condições adequadas e conduzentes para que a iluminação tenha lugar. Mokṣa não depende de flexibilidade, força, condicionamento físico. Tampouco depende da capacidade de reter o ar por longos períodos ou de controlar o processo respiratório. A rigor, nem sequer depende da saúde do corpo físico embora, como ensina o sábio Patañjali no Yoga Sūtra, a doença seja um obstáculo para o Yoga.<br />
Mokṣa não é uma experiência, nem o resultado de alguma ação. Mokṣa é o reconhecimento de si mesmo como alguém que já é intrinsecamente livre de limitações. Para ter mokṣa, preciso conhecer a mim mesmo. Para isso, preciso receber instrução de um professor qualificado, eliminar minhas dúvidas e refletir constantemente sobre minha natureza real. Nada mais. A esse respeito, diz a Muṇḍaka Upaniṣad, (I:2.12):<br />
parīkṣya lokān karmachitān brahmaṇonirvedam āyānnāstyakṛtaḥ kṛtena | tadvijñānārthaṁ sa gurumevābhigacchetsamitpāṇiḥ śrotriyaṁ brahmaniṣṭham ||<br />
 “Examinando as experiências obtidas pelas ações, que a pessoa de discernimento possa encontrar o desapego. Mokṣa, que não é criado, não pode ser obtido através de ações. Portanto, para ter o conhecimento de Brahman, ele deve ir, com os gravetos sacrificais nas mãos, até um professor bem versado nas escrituras, que tenha um claro conhecimento sobre Brahman”.<br />
 Como praticar sem colocar em risco a integridade física?<br />
Havendo ficado claro que o objetivo do Yoga não se encontra nos aspectos físicos, vitais ou energéticos da prática, resta-nos, pensar numa maneira eficiente e saudável de praticar os diversos exercícios do Haṭha. Estabelecidos num patamar de calma em relação ao que podemos esperar e ao que não devemos buscar nas experiências corpóreas, sejam estas densas ou sutis, verificamos que, numa relação de longa data com o Yoga, existe a possibilidade de praticarmos pelo resto das nossas vidas, seja lá o que isso significa.<br />
No meu caso pessoal, estou praticando Yoga consistentemente há 29 anos. Não imagino que possa parar um dia. Mas, ao longo destas quase três décadas, tive que fazer muitos ajustes, tanto na intensidade como na duração das práticas cotidianas. Se, antigamente, tinha tempo e disposição para praticar até oito horas diárias de āsana, hoje em dia não tenho essa disponibilidade de tempo e energia.<br />
Assim, junto com a idade, vieram algumas limitações naturais, advindas dos vários acidentes de percurso que tive en escaladas, pedaladas, sessões de surf e até mesmo incidentes dentro da sala de Yoga. A cada momento, preciso avaliar como o está o corpo para ajustar o que for preciso ajustar. Posso fazer práticas intensas, mas sempre tomando o cuidado que as minhas articulações merecem e pedem.<br />
Por outro lado, percebo que consegui também reduzir o tempo de prática enquanto aumentei a eficiência daquilo que pratico. O corpo se movimenta com prazer, buscando aquilo que lhe faz bem, que energiza, expande, relaxa e tonifica. O ego, naturalmente, pode se entusiasmar. Buddhi, a inteligência, está presente, atenta, para evitar que o excesso de entusiasmo do ego, baseado no bem-estar que a prática proporciona, leve o corpo para situações nas quais ele não deveria estar.<br />
Tenho o objetivo de seguir o exemplo de muitos praticantes cujo entusiasmo e amor pela prática nunca esmoreceu. Alguns deles, como BKS Iyengar ou o professor Hermógenes, continuam inspirando gerações de praticantes até hoje. Tenciono continuar esse processo baseado na aplicação de três princípios que têm se revelado essenciais para levar a prática adiante: ahiṁsā, tapas e asteya. A combinação desses três valores resultou, no meu caso, absolutamente essencial para levar a prática pelo bom caminho. Agora, estudaremos eles, um a um.<br />
Ahiṁsā. Evidentemente, ahiṁsā, a não-violência deve ser parte integrante das atitudes com as quais pratico. Ahiṁsā é ser pacífico e tranquilo, evitanto toda e qualquer forma de agressão. Onde nasce a não-violência? Como ela opera? Swāmi Dayānanda esclareceu esses importantes pontos num retiro que fizemos este ano na cidade sagrada de Rishikesh, na Índia:<br />
“O dharma básico é a constatação de que, se eu não quero ser ferido, não devo ferir os demais. Para evitar nos colocar em situações indesejáveis, devemos os ater aos valores universais, como o da não-violência, ahiṁsā, já que naturalmente, nenhum ser vivo quer ser ferido. O mesmo que queremos para nós, devemos querer para outrem.<br />
“Se eu tenho claro que não quero ser ferido ou morto, devo estender esse mesmo sentimento a todos os demais, sejam humanos ou não. Estar em concordância com esses valores universais é se colocar em harmonia com Īśvara. Todos os yamas e niyamas partem da mesma base. Qualquer um desses valores têm a mesma intenção: me ajudar a usar o meu livre arbítrio da melhor maneira”.<br />
Estendendo o princípio da não-violência ao meu próprio corpo, preciso elaborar uma estratégia durante a prática para evitar qualquer tipo de violência em relação a ele, bem como evitar qualquer tipo de lesão ou agressão. Para isso, devo ir com cuidado e atenção, observando uma atitude tranquila e compassiva em relação ao corpomente.<br />
Muitas vezes acontecem lesões por esforço repetitivo, que também precisam ser evitadas. São aquelas lesões que surgem quando fazemos muitas vezes o mesmo movimento ou repetimos muitas vezes o mesmo āsana. Se isso não for feito com o devido cuidado, pode haver uma “fadiga de material”, o que pode dar lugar a lesões de tendões, ligamentos ou discos intervertebrais.Tapas.<br />
Tapas ou tapaḥ pode ser traduzido como “esforço sobre si próprio”. Deriva da raíz tap, que quer dizer “tornar-se ardente”, e está vinculado à fricção ou ao calor interno que é gerado através de um esforço constante. As práticas de tapas estão presentes na literatura do Yoga, já desde os tempos do Ṛg Veda, pois essa atitude ocupa um lugar central no processo do autoconhecimento.<br />
Consiste em fazer um esforço contínuo para se manter no estado de atentividade, essencial para a boa continuidade do processo do autoconhecimento. A mesma Muṇḍaka Upaniṣad que citamos anteriormente nos esclarece sobre a importancia de tapas (III:2.4):<br />
nāyamātma balahīnena labhyaḥna cha pramādāt tapaso vāpyaliṅgāt | etairupāyairyatate yastu vidvāntasyaiṣa ātmā viśate brahmadhāma ||<br />
 “[O conhecimento sobre] Ātma não é obtido por aquele que não tiver força. Tampouco por quem for omisso, nem por quem busca o conhecimento sem ter renunciado [aos desejos por anātman]. No entanto aquele que cultivar o discernimento e se esforçar por estes meios, entra na casa de Brahman (Brahmadhāma)”.<br />
Traduzindo este valor para a maneira de praticar, devemos olhar para nosso sādhana como um momento onde existe um esforço constante, não apenas no sentido físico, mas também no sentido de evitar nos machucar, através das observação atenta e da prática da compaixão em relação ao próprio corpo. Noutras palavras, esforçar-nos sem forçar. Esforçar-se continuamente sim, mas nunca ultrapassar os limites naturais do corpo.<br />
Tapas, na prática, se traduz na forma do calor corporal que é gerado naturalmente quando um esforço razoável é feito. Em dias de calor, é natural transpirar. No sul do Brasil, durante o inverno, por vigorosa que a prática seja, ela não deve produzir excessiva transpiração. Em práticas onde sintamos que o corpo está muito bem disposto, é possível explorar os limites da força, a permanência ou o equilíbrio em certas posições.<br />
Na medida do possível, quando o praticante já desenvolveu independência e aprendeu a construir sozinho sua prática pessoal, ele deve incluir āsanas ou prāṇayāmas que estejam de acordo com o corpo que ele tem, as necessidades desse corpo e o momento em que a prática está sendo feita. Esse último item inclui a estação do ano, a altura do dia, a temperatura ambiente e outros fatores similares.<br />
Asteya.<br />
Asteya significa literalmente “não-roubo”. Traduz-se como honestidade. Aqui, deve ser interpretado no sentido de evitar o impulso de arrancar do corpo algo que ele não entrega naturalmente. Muitas vezes nos defrontamos, ao fazer āsanas, prāṇayāmas ou meditação, com os limites naturais do físico, da capacidade vital ou da mente.<br />
Nos momentos nos quais este tipo de limitação se revela, pode acontecer de o ego querer forçar as coisas e forçar o corpo para além da sua capacidade, resistência, alongamento, equilíbrio ou concentração. Isso é uma espécie de roleta russa que o praticante desatento joga com seu próprio corpomente. Pode ser que a pessoa não se machuque ou frustre, mas a chance é grande e está sempre presente. Cedo ou tarde, o indesejável pode ter lugar.<br />
Cultivando a observação constante, o praticante permanece atento aos sinais do seu corpo: respiração irregular ou ofegante, excesso de transpiração, mente dispersa, falta de estabilidade na postura e sensações de dor são sinais de que as coisas não estão fluindo da maneira que deveriam. Nesses casos, ao invés de insistir no erro, o yogi consciente deveria parar, avaliar a situação e ajustar o que fosse preciso ajustar.<br />
Uma regra importante é evitar os ângulos nos quais haja dor nas articulações. Qualquer dor dentro de uma articulação, seja o quadril, os ombros ou a coluna lombar, é sinal de falta de alinhamento e/ou falta de espaço para que o movimento aconteça de maneira saudável. Nesse caso, é desejável contornar os pontos onde a dor acontece e/ou diminuir o ângulo no qual a ação de estender o fletir estiver acontecendo.<br />
Assim, podemos considerar que asteya seja o caminho do meio, o ponto de equilíbrio entre ahiṁsā e tapas. Aplicando os três princípios ao mesmo tempo conseguimos o equilíbrio adequado e necessário para que a prática transcorra da melhor maneira possível, na intensidade e duração adequadas, ao mesmo tempo em que lidamos objetivamente com as expectativas que o nosso ego possa elaborar em relação ao que significa praticar Haṭha Yoga, bem como em relação aos resultados que podemos obter dessa prática.</p>
<p>Namaste!</p>
<p>Publicado originalmente nos Cadernos de Yoga: www.cadernosdeyoga.com.br.<br />
Texto do professor Pedro Kupfer</p>
<p><a href="http://blog.opovo.com.br/yoga/o-caminho-do-meio-no-hatha-yoga/yoga-kundalini-20120417024746/" rel="attachment wp-att-4733"><img src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/04/YOGA-KUNDALINI-20120417024746-300x300.jpg" alt="" title="YOGA-KUNDALINI-20120417024746" width="300" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-4733" /></a></p>

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		<title>Aula Inaugural Aberta com Willian Valle (MG) em Fortaleza</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 23:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nello Júnior</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dança Meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Danças Circulares Sagradas]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 18 de maio as 19h30 haverá Aula Inaugural de Danças Circulares no Espaço Clara Luz e nos Dias 19 e 20 de maio o Workshop com Willian Valle trazido de Minas Gerais pela Casa da Felicidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 18 de maio as 19h30 haverá Aula Inaugural de Danças Circulares no Espaço Clara Luz e nos Dias 19 e 20 de maio o Workshop com Willian Valle trazido de Minas Gerais pela Casa da Felicidade</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4730" href="http://blog.opovo.com.br/yoga/aula-inaugural-aberta-com-willian-valle-mg-em-fortaleza/cartaz-dancas-circulares-2012-2/"><img class="alignright size-full wp-image-4730" title="Cartaz danças Circulares 2012" src="http://blog.opovo.com.br/yoga/files/2012/04/Cartaz-danças-Circulares-20121.jpg" alt="" width="960" height="720" /></a></p>

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