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	<title>PDA Lisboa</title>
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		<title>Congresso Extraordinário do PDA</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 12:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[O CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DO PDA REALIZA-SE NO PRÓXIMO DIA 28 DAS 16H ÀS 20H E NO DIA 29 DAS 10H ÀS 12H. TEM COMO AGENDA DE TRABALHOS A APRESENTAÇÃO DE LISTAS E ELEIÇÕES DE NOVOS CORPOS SOCIAIS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: center;"><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/04/PDAoriginal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-584" title="PDAoriginal" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/04/PDAoriginal.jpg" alt="" width="477" height="640" /></a></h6>
<h2 style="text-align: center;">O CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DO PDA REALIZA-SE NO PRÓXIMO DIA</h2>
<h2 style="text-align: center;">28 DAS 16H ÀS 20H E NO DIA 29 DAS 10H ÀS 12H.</h2>
<h2 style="text-align: center;">
TEM COMO AGENDA DE TRABALHOS A APRESENTAÇÃO DE LISTAS E</h2>
<h2 style="text-align: center;">ELEIÇÕES DE NOVOS CORPOS SOCIAIS.</h2>
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		<title>E nós?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 12:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carlos Melo Bento]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Melo Bento &#8211; A vitória de Jardim faz pensar. Nunca um líder insular tinha tido tanto unanimismo contrário a partir do resto do País. Jornais, revistas, rádios, televisões, todos juntos tentaram tirá-lo do poder. Insuspeitas instâncias ameaçaram-no com processos criminais. O próprio partido dele fora da Madeira lavou as mãos como o romano do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2010/12/Bandeira+dos+Açores.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-95" title="Bandeira+dos+Açores" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2010/12/Bandeira+dos+Açores-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; A vitória de Jardim faz pensar. Nunca um líder insular tinha tido tanto unanimismo contrário a partir do resto do País. Jornais, revistas, rádios, televisões, todos juntos tentaram tirá-lo do poder. Insuspeitas instâncias ameaçaram-no com processos criminais. O próprio partido dele fora da Madeira lavou as mãos como o romano do Credo. Sozinho, ele ameaçou com a independência: se não querem pagar, então que nos dêem a independência, vociferou ele pelo menos duas vezes. Ninguém tugiu nem mugiu. Também é verdade que ninguém disse que não pagava…e estamos nisto, a ver agora se é mais forte a devoção ou a obrigação. Os madeirenses mantiveram-no. Pelos vistos porque concordam com ele. E o futuro será o tempo de todas as decisões por mais próximas do abismo que ambas pareçam. Isto na Madeira. Por cá, as coisas complicaram-se também. Dizer que as eleições da Madeira não são nada connosco, é errado. Se não fossem, Carlos César não tinha posto fim às dúvidas sobre a sua recandidatura, no último dia da campanha deles. A oposição laranja parecia ter a sua vitória futura dependente disso, numa confissão um tanto disparatada de falta de confiança em si própria. Mas César deu-lhes a volta designando um delfim, embora com uma não candidatura a meia haste porque criou uma situação inédita: mantém o poderoso secretariado e consegue unanimidade sobre o sucessor dentro do PS. Mas o PS não é o eleitorado e não é certo que na passagem da fasquia, a equipa mantenha a mesma velocidade e o mesmo apoio que o prestigiado Presidente teve, dentro e fora do partido. Ávila e Contente foram dois esteios arquipelágicos de peso, eixos sobre os quais girou a indispensável união açoriana e o próprio poder interno no Governo. Com Vasco Cordeiro as coisas nunca serão iguais, caso vença. É o nosso destino que está em jogo, e nas próximas eleições, mais que nunca, não nos podemos enganar.</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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		<title>Estado suicida</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 18:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Gonçalves]]></category>

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		<description><![CDATA[Flávio Gonçalves &#8211; Os protestos por parte das várias polícias (marítima, guardas prisionais, PSP, etc.) deixaram-me um tanto ou quanto apreensivo, pois não é preciso ser um génio em gestão de crises ou em ciência política para estar ciente de que em alturas de grandes crises sistémicas (como a actual) o aparelho repressivo do Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/Polícia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-674" title="Polícia" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/Polícia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Flávio Gonçalves</strong> &#8211; Os protestos por parte das várias polícias (marítima, guardas prisionais, PSP, etc.) deixaram-me um tanto ou quanto apreensivo, pois não é preciso ser um génio em gestão de crises ou em ciência política para estar ciente de que em alturas de grandes crises sistémicas (como a actual) o aparelho repressivo do Estado costuma ser o mais apaparicado: dele depende a salvaguarda do próprio Estado, bem como a protecção física dos órgãos eleitos (presidente da República, primeiro-ministro, ministros e secretários de Estado).</p>
<p style="text-align: justify;">Já imaginaram o que teria acontecido na Grécia caso o Estado tivesse hostilizado e prejudicado as polícias gregas? Alguém vislumbra agentes da lei voluntariosamente a deter e a barrar os manifestantes, a serem agredidos fisicamente para proteger os governantes de um Estado que os elegeu também como alvo?</p>
<p style="text-align: justify;">Em alturas de crise, como esta que ainda agora está a começar, o Estado depende, mais que nunca, do seu aparelho repressivo para assegurar o mínimo de contestação nas ruas, nos últimos anos, por exemplo, tem-se vindo a assistir a uma presença policial cada vez maior nas ruas, com operações stop dia sim, dia sim senhor, nas rotundas e rectas de todos os grandes centros urbanos (exigir uma quota mínima de multas por agente não foi das ideias mais populares ou brilhantes, mas aparentemente até funcionou: a presença policial nas ruas em algumas zonas quase que quadruplicou).</p>
<p style="text-align: justify;">Se em alturas de crise o Estado depende, mais que nunca, das polícias e dos militares, ao longo da História podemos verificar que estas classes foram sempre favorecidas pelos vários regimes em alturas de maior instabilidade, afinal quando tudo correr mal, quando o povo começar a assaltar carrinhas de padeiros (o que já ocorre na grande Lisboa), quando os manifestantes quiserem invadir a Assembleia, o Estado só se aguenta tendo o aparelho repressivo do seu lado.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarão os nossos governantes cientes dos erros estratégicos que estão a cometer? De quão grave é, para os próprios, hostilizar as polícias e os militares logo à partida? Esta crise ainda agora começou, as coisas vão piorar, e muito, partir do princípio de que o povo e as instituições estão tão capadas que não farão um 28 de Maio ou um 25 de Abril é talvez ingenuidade a mais, ou já estamos mortos e enterrados?</p>
<p>Com a devida vénia ao semanário <a href="http://jornalodiabo.blogspot.com" target="_blank"><em>O Diabo</em></a><br />
04 de Outubro, 2011.</p>
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		<title>Oxalá</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 12:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carlos Melo Bento]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Melo Bento &#8211; Esta questão da Madeira está a ficar preocupante porque nos prejudica. Com a mania dos políticos portugueses confundirem os dois arquipélagos, tendência que a maior parte da população compartilha porque para eles, é tudo “a ilha”, há que ter cuidado. Nem tudo é justificável em política partidária. Já não falo nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/03/Alberto-João-Jardim-posse.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-458" title="Alberto João Jardim" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/03/Alberto-João-Jardim-posse-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; Esta questão da Madeira está a ficar preocupante porque nos prejudica.  Com a mania dos políticos portugueses confundirem os dois arquipélagos,  tendência que a maior parte da população compartilha porque para eles, é  tudo “a ilha”, há que ter cuidado. Nem tudo é justificável em política  partidária. Já não falo nos insultos ou insinuações ou exageros ou até  mentiras. Porque na luta pelo poder temos visto os eleitores engolirem  de tudo e gostarem. Como o destino das eleições é para o comum das  gentes, escolher o próximo de que se irá falar mal, não vai nisso nenhum  mal ao mundo e o povo que se desenrasque que cada um tem o governo que  merece. O problema agudiza-se quando, por falta de escrúpulos, se ofende  o principal. Num daqueles exageros que cometi no tempo da luta pela  independência, proclamei que “acima dos Açores, só Deus”. Em certa  medida, queria significar que os Açores (e dentro deles os açorianos)  são um valor absoluto, pelo menos para nós. Tudo o que bulir com isso,  deve ser inadmissível. Caso contrário, é a mesma coisa que vermos bater  num filho e não fazer nada. É contra natura. A dívida da Madeira é muito  grande e terá sido contraída à revelia do governo central (como se este  nunca tivesse feito nada à nossa revelia!) mas há que não esquecer que  os madeirenses beneficiados com ele são mais dum milhão e nós vemos  dívidas de empresas públicas portuguesas muito mais elevadas e servindo  muito menos gente. Penso que um governo de mais de 30 anos, como o da  Madeira, não é saudável porque os governos muito longos baseados numa só  pessoa geram distorções perigosas para uma democracia que se quer sã.  Mas a campanha miserável e unânime que do continente é movida contra  Jardim, se fosse nos Açores, provavelmente teria o efeito contrário ao  pretendido. E, aqui para a gente, oxalá que sim.</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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		<title>Impérios do fim</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 09:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Gonçalves]]></category>

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		<description><![CDATA[Flávio Gonçalves &#8211; 1 &#8211; Os recentes motins ocorridos em várias localidades de Londres são apenas mais um dos sintomas do final de ciclo a que assistimos: a Europa (e o Ocidente como um todo) chegou ao fim, e tal já se nota. Os próximos anos serão de revolta, como o são todos os fins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/Londres.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-671" title="Britain Riot" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/Londres-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Flávio Gonçalves</strong> &#8211; 1 &#8211; Os recentes motins ocorridos em várias localidades de Londres são apenas mais um dos sintomas do final de ciclo a que assistimos: a Europa (e o Ocidente como um todo) chegou ao fim, e tal já se nota.</p>
<p>Os próximos anos serão de revolta, como o são todos os fins de civilização. Entre os “bárbaros” já dentro de muros, os que chegam todos os dias e os “bárbaros” internos (criados, nos últimos vinte anos, pela Esquerda ocidental e pelas políticas de educação que apostaram em nivelar por baixo o nível cultural dos ocidentais) chegamos ao fim da nossa civilização.</p>
<p>Ainda resistem uns poucos focos culturais da civilização ocidental, ignorados e marginais, a maior parte um mero reflexo abastardado e estupidificado do que outrora existia. Há décadas que incorremos numa gritante involução que faz com que a maior parte dos ocidentais, seja a intelectualidade, a classe política profissional ou a mão-de-obra precária e proletária (já quase inexistente graças à terceirização do tecido produtivo do Ocidente), já não consiga mais que imitar, e mal, a grandiosidade civilizacional daquilo que baptizámos, nos dois lados do Atlântico, como “Ocidente”.</p>
<p>Em Lisboa, como em todas as capitais ocidentais, se olharmos para fotografias das ruas, dos teatros, dos cinemas, cafés e hotéis dos anos 50/60 (décadas que assinalaram o principio do fim da nossa civilização) tudo nos parece mais moderno, vivo e avançado… o século XX parece-nos estética, intelectual e até estruturalmente mais moderno que o século XXI.</p>
<p>Hoje em dia é raro encontrarmos um político que governe bem, comprar uma casa nova sem defeitos, um qualquer aparelho electrónico que aguente um ano sem precisar de conserto, uma televisão que dure mais que dois anos, um mecânico, dentista, médico ou advogado que saiba o que faz sem recorrer ao computador, um jornalista que saiba investigar ou um historiador que saiba pesquisar… e digo: que saiba!</p>
<p>Pois as coisas estão de tal modo que já descartei a má fé e o oportunismo: as pessoas hoje em dia não fazem melhor porque não conseguem, não sabem mesmo fazer melhor. Nunca aprenderam. Ninguém achou importante que aprendessem. A idiocracia ocidental, doméstica, matou-nos uma civilização milenar. Assistimos agora ao estertor do cadáver, nada mais!</p>
<p>2 &#8211; Na mesma semana em que as forças mundialistas euro-americanas bombardearam as ruínas da cidade romana de Leptis Magna na Líbia, fundada em 1100 antes de Cristo e catalogada pela UNESCO como Património Mundial graças à sua arquitectura (desconhece-se o interesse estratégico da NATO em bombardear relíquias ancestrais, mas lá saberão) o nosso governo PSD-CDS ressuscitou o acordo bilateral Sócrates-Obama.</p>
<p>O acordo data de 2009 mas acabou por nunca se concretizar dada a oposição da Comissão Nacional de Protecção de Dados, este estipulava que seriam entregues às autoridades americanas toda a nossa base de dados referente a ADN e impressões digitais de cidadãos portugueses, recorde-se que enquanto esteve na oposição o Partido Social Democrata sempre se manifestou contra o acordo.</p>
<p>E atenção que o acordo “bilateral” não inclui a entrega das bases de dados referentes ao ADN e às impressões digitais dos criminosos americanos, e ainda menos do cidadão comum, como aparentemente o nosso servil governo vai fazer. Não, em troca dos dados dos cidadãos nacionais, entregues quase de bandeja à CIA ou a qualquer outra agência americana que deles queira fazer uso na “luta contra o terrorismo”, Portugal recebe tão só uma isenção de visto… isso, entregamos os nossos dados em troca de menos um incómodo nas visitas oficiais dos nossos governantes ou quando nos deslocarmos de férias aos EUA.</p>
<p>Não gosto de me expor a teorias da conspiração, mas não deixa de ser curioso que uma medida como esta, a entrega dos dados pessoais e privados dos nossos cidadãos, migre de um governo de Esquerda para um de Direita, e seja aplicada por aqueles que na oposição supostamente se opunham a tal? Mais um ponto para os teóricos da Bilderberg e da Nova Ordem Mundial.</p>
<p><em>Incentivo, primeiro título da imprensa faialense</em><br />
23 de Agosto, 2011.</p>
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		<title>Bem-vindo se vier por bem</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 22:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carlos Melo Bento]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Melo Bento &#8211; A viagem presidencial foi politicamente um acto significativo e importante. Digamos que Cavaco Silva veio aos Açores medir a temperatura do Povo que votou nele maioritariamente e de quem tem uma visão meramente paroquial. Não entende a autonomia pois parece compreendê-la pela vertente meramente economicista (daí a errada confusão que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/05/Carlos-Melo-Bento.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-618" title="Carlos Melo Bento" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/05/Carlos-Melo-Bento-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; A viagem presidencial foi politicamente um acto significativo e importante. Digamos que Cavaco Silva veio aos Açores medir a temperatura do Povo que votou nele maioritariamente e de quem tem uma visão meramente paroquial. Não entende a autonomia pois parece compreendê-la pela vertente meramente economicista (daí a errada confusão que a presidência faz entre a autonomia municipal que vem do tempo dos mouros e a autonomia insular nascida de movimentos internos de rebeldia contra centralismos vesgos e exploradores). Falo em Presidência e não no Presidente que são coisas não coincidentes. Talvez isso explique os votos que o homem íntegro e de boa figura obtém no Arquipélago e a falta de apoio popular que manifestamente teve a sua comitiva de Santa Maria ao Corvo e em S. Miguel. Todavia o que impressionou foi a elegância com que os políticos açorianos o receberam. Nada de Senhores Silvas e outras patacoadas ajardinadas que depois obrigam a humilhantes retratações que não dignificam quem afronta. Carlos César e a Mulher foram impecáveis na boa tradição da hospitalidade açoriana. Cumpriram de forma cordata e diplomática as regras protocolares de etiqueta em relação à Chefia do Estado, não deixando transparecer animosidade contra as ideias políticas da presidência, escusando-se com oportunos afazeres para não estarem presentes no Centro Cultural de Natália Correia. Com isso fizeram um passe de luva branca que nem o visado nem a comunicação social continental deixaram de registar mas sem o desagradável e insuportável da afronta inútil. Por seu turno, Berta Cabral aproveitou o seu relacionamento privilegiado com Cavaco Silva para falar-lhe em público na Autonomia conquistada, ocupando algum do espaço de que precisará se vier a ocupar o Palácio de Sant’Ana. Isto promete.</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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		<title>A quem e em quê?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 22:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carlos Melo Bento]]></category>
		<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Melo Bento &#8211; Nesta tormenta financeira que nos envolveu e que tantas arrelias nos vem trazendo, há duas perguntas que parecem legítimas sobre as dívidas que nos são reveladas em catadupa todos os dias. Gastaram 500 toneladas de ouro da pesada herança salazarista das 800 que ele deixou aferrolhadas. Da Europa, em ajudas, caíram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/dinheiro.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-654" title="Happy money man" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/dinheiro-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; Nesta tormenta financeira que nos envolveu e que tantas arrelias nos vem trazendo, há duas perguntas que parecem legítimas sobre as dívidas que nos são reveladas em catadupa todos os dias. Gastaram 500 toneladas de ouro da pesada herança salazarista das 800 que ele deixou aferrolhadas. Da Europa, em ajudas, caíram para aí qualquer coisa como 200.000 milhões de euros. A dívida pública parece que anda também a rondar os mesmos 200.000 milhões. Desculpar-me-ão os leitores se não dou números mais precisos, mas acho que ninguém sabe a quantas anda, ou sabem e não querem dizer. Estamos pois a falar de uma coisa parecida com meio bilião de euros, número que dá vertigens só de pensar. Dinheiro que juntamente com os milhares de milhões dos impostos entrou nos cofres do Estado e que, aparentemente, saiu deles. A primeira pergunta que parece legítima é saber a quem é que se deve tanto dinheiro? Quem é o felizardo a quem teremos de pagar essas dívidas? Depois, e é a segunda pergunta, em que é que foi gasto tanto dinheiro? É que é muita pasta! Somadas as auto-estradas, as escolas, hospitais e respectiva manutenção, bairros sociais e subsídios de toda a sorte, parece-me que não chegamos a tanta massa. Mesmo juntando os mistérios que para aí andam como almas penadas, ou sejam, os bancos fantasma e outras “legalidades” tais como ordenados milionários (refiro-me a milhões e não aos miseráveis centenas de milhares de “€”), continua a ser muita massa. Outro fantasma monetário é o chamado offshore que ainda ninguém explicou com clareza do que se trata. Seja lá como for, há aí muita marosca inexplicada de que nenhum responsável do governo central pode ser absolvido, a não ser como ensinava Jorge Amado na D. Flor, no colectivo ninguém tem culpa… Duma maneira ou doutra, será que Jardim não teve razão? Haja moralidade ou comem todos…</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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		<title>Azoreños</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 22:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Melo Bento]]></category>
		<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Melo Bento &#8211; Reuniu-se no Brasil o Conselho Mundial das Casas dos Açores e não imaginam a felicidade que senti só com a mera possibilidade disso ter ocorrido. Sempre sonhei com o Povo Açoriano espalhado pelo tempo e pelo espaço, organizadamente. Somei a saudade com as lágrimas choradas pela nossa gente dos quatro cantos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/azorenos.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-657" title="azorenos" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/azorenos-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; Reuniu-se no Brasil o Conselho Mundial das Casas dos Açores e não imaginam a felicidade que senti só com a mera possibilidade disso ter ocorrido. Sempre sonhei com o Povo Açoriano espalhado pelo tempo e pelo espaço, organizadamente. Somei a saudade com as lágrimas choradas pela nossa gente dos quatro cantos do mundo com as daqueles que cá ficaram a carpir a partida e a inexorável ausência dos filhos, das filhas e dos maridos e fiz no meu espírito uma argamassa indestrutível que tentei cantar na História que atabalhoadamente escrevinhei durante mais de 20 anos. Quanto amor ficou por fazer nas separações de casais que só se encontravam com décadas de fiel separação? Quantos Pais morreram sozinhos no seu canto, amargurados pela invencível distância que os separava dos mais bem amados? Quantos gritos de dor ecoaram por estes montes e vales quando notícias carregadas de luto levavam ou traziam infaustas notícias de mortes inesperadas? Quantos remorsos entristeceram os nossos por não terem conseguido chegar a tempo de acudir em aflições inquietantes? E, mesmo assim, somos um Povo feliz que arranca das entranhas da adversidade forças para manter, longe de tudo e de todos, esta nossa capacidade de ser diferentes e de permanecer diferentes. Meu sobrinho Tiago encontrou no longínquo Uruguai uma cidade por nós fundada há mais de duzentos e cinquenta anos. Abandonados pelo Rei, esquecidos da Família, perdidos em terra estranha de estranha língua, mantiveram viva e intocável e espontânea a sua bela e perene açorianidade. Com isso ele realizou um filme de inesquecíveis imagens humanas de intensa beleza e harmonia que vi com um misto de orgulho e de profunda tristeza por não poder abraçá-los ali mesmo e gritar daqui viva a Pátria Açoriana!</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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		<title>Poupança</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 22:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açores]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/05/Carlos-Melo-Bento1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-621" title="Carlos Melo Bento" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/05/Carlos-Melo-Bento1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; O Estado tem de poupar. Verdade de La Palisse que nem por isso é aceite universalmente. Numa primeira fase começou por ser interpretada como, o Estado tem de ganhar mais e caiu-se numa política contrária aos costumes da direita, aumentando-se os impostos sobre os particulares. Como estes reagiram muito mal a este dislate, o governo apressou a divulgação de mensagens de que ia cortar na despesa e oxalá o façam com sensatez e não com critérios de oportunidade conjuntural que tem sido infelizmente o timbre da política reinante. Mas, já agora, acho que chegou o momento próprio para extinguir o cargo e o gabinete do Representante da República nos Açores. Trata-se duma despesa absolutamente inútil. O Representante da República começa por não representar república nenhuma (aliás isto aqui é uma Região Autónoma não é uma monarquia onde a república tenha de estar representada por órgão não eleito). Depois, cheira a colonialismo humilhante e ultrapassado que nenhum povo civilizado aceita sem protesto. Duma presença castradora da autonomia que era no princípio, essa função passou a ser exercida com proveito pelo Tribunal Constitucional, deixando tal cargo de ter qualquer utilidade política ou prática. Em casos como o de Laborinho Lúcio cheguei a defender que não se bulisse com ele pois seria útil, como penso que foi. Excepcionalmente pode acontecer. Excepção que aqui serve para confirmar a regra. Do ponto de vista económico, é um dispêndio absurdo, são milhões que se poupam todos os anos se desaparecer. Se se fizesse um referendo entre os açorianos para saber se queriam o Representante ou a Televisão açoriana, penso que ninguém tem dúvidas sobre o qual o resultado dessa consulta. De resto, se é para impedir a independência, julgo não haver razões para tais receios, pois não estou a ver o Dr. José de Almeida proclamá-la logo que o cargo desapareça.</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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		<title>Censuradas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 22:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Melo Bento]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Melo Bento &#8211; A RDP e a RTP Açores têm vantagem sobre as suas congéneres: não esmagam com anúncios. Outra qualidade é dedicarem-se aos Açores. A questão põe-se porém em saber se o tempo que nos dedicam é o suficiente e, mais importante, se é bem aproveitado. Se falarmos em tempo cronológico e atmosférico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/RTP-Acores.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-662" title="RTP Acores" src="http://lisboa.pda.com.pt/wp-content/uploads/2011/10/RTP-Acores.jpg" alt="" width="132" height="99" /></a>Carlos Melo Bento</strong> &#8211; A RDP e a RTP Açores têm vantagem sobre as suas congéneres: não esmagam com anúncios. Outra qualidade é dedicarem-se aos Açores. A questão põe-se porém em saber se o tempo que nos dedicam é o suficiente e, mais importante, se é bem aproveitado. Se falarmos em tempo cronológico e atmosférico, batem as outras, pois, embora seja a única estação televisiva que começa as notícias minutos depois da hora, sem dispensar o cronómetro, dão o boletim meteorológico (mesmo em rodapé, tipo breakimg news), frequentemente. Questões económicas e bandas de música, também. Anúncios do Governo Regional são quase tantos como a publicidade comercial das outras. Não é uma crítica, é uma constatação. Só que o actual estado de coisas nessas estações (nossas porque têm o nosso nome) não lhes dá credibilidade por melhor que sejam (e são) os seus profissionais. Diz-se que é falta de dinheiro mas penso que posso desacreditar essa afirmação lançada para encobrir uma censura centralista. A informação veiculada peca por não ser totalmente livre, o que lhe retira interesse, transformando-as em sensaborias. Promovem concursos locais interessantes e aliciantes, mesmo diferidos? Foruns matinais diários sobre questões de interesse local (mas não económicos: droga, repatriados, sem abrigo, prostituição infantil, desemprego fraudulento, subsídios sem fundamento, insegurança, etc) com intervenção directa deste povo? Debates diários sobre questões políticas açorianas, envolvendo jornalistas e políticos polémicos? Programas intensivos com os jogadores, treinador e dirigentes das equipes mais qualificadas, de modo a criar um clima que leve aos estádios os aficionados? Para quê a emissão de enlatados? As nossas notícias em horário nobre, não as dos outros. Açorianizar só no nome, ao serviço de interesses mesquinhos e avaros é coisa desprezível.</p>
<p>Com a devida vénia ao <em>Açoriano Oriental</em>.</p>
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