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		<title>Ornamentos Egípcios</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>didi4design</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu sempre fui muito apaixonada por antigas civilizações, e através dessa paixão veio a minha vontade de estudar mais sobre suas culturas, arquitetura, e arte. A arte no antigo Egito é muito peculiar, mas também é facilmente reconhecida pela sua forma de retratar o homem, a perspectiva, os ornamentos, mas por trás de tantos desenhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre fui muito apaixonada por antigas civilizações, e através dessa  paixão veio a minha vontade de estudar mais sobre suas culturas,  arquitetura, e arte. A arte no antigo Egito é muito peculiar, mas também  é facilmente reconhecida pela sua forma de retratar o homem, a  perspectiva, os ornamentos, mas por trás de tantos desenhos existe uma  infinidade de simbologia, que muitas vezes passam desapercebidas e  muitas ainda são um grande mistério.</p>
<p>Pelo fato dos egípcios se  comunicarem através de hieróglifos, eles tinham o dom de criar simbolos  que para os estudantes de design e profissionais é muito mais que uma  aula de &#8220;história da arte&#8221;, mas não é apenas de simbolos nas paredes de  templo que é feita a arte no antigo Egito. Sua forma de representar a  divindade, a vida cotidiana, os guerras, e oferendas estão em todos os  lugares, desde o tecido da roupa de um camponês, até a a colher de um  faraó.</p>
<p>A civilização do Egito existiu a mais de 4 mil anos a.C. e  até hoje existem mistérios e lugares a serem escavados, e uma  infinidade de objetos de arte que foram conservados até hoje para nossa  admiração. O ornamento egípcio é dividido em 3 partes. Uma é  construtiva, ou seja, faz parte do monumento em si, como por exemplo as  colunas do templo de Karnac. Uma representativa, como os murais com  imagens simbólicas e hieróglifos e a outra apenas decorativa.</p>
<p>A  parte representativa dos ornamentos egípcios são ligadas as tarefas  habituais desse povo. Eles representavam em suas colunas cenas da vida  cotidiana, suas oferendas aos deuses, e mesmo que tivesse uma flor  desenhada, tinha uma simbologia para explicar o que significa essa flor,  não apenas como um objeto, mas como uma representação de uma ação.</p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290845114321447842" src="http://1.bp.blogspot.com/_9BUwMyuisTw/SWzbmXC9q6I/AAAAAAAAADQ/zyTLMWoETh4/s400/detalhe_pattern_egipcio.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>Os  egipcios criaram em seus desenhos humanos a lei da frontalidade, ou  seja, o tronco é a unica parte vista de frente na gravura, enquanto a  cabeça, olhos, pernas e pés estão de perfil.Quando homens comuns são  retratados perto de divindades como o faraó, seus olhos são pintados  para os lados, e não para a frente, uma vez que a figura sagrada do deus  não poderia ser encarada de frente.</p>
<p>Na parte decorativa, em suas  tecelagens, os egipcios nunca iam alem dos padrões geométricos, talvez  por eles utilizarem esses padrões como algo acessível as massas, já que  para os egípcios a arte não tinha o mesmo significado para nós  ocidentais, para eles, aqueles adornos e ornamentos faziam parte do uso  diário, e todas tinham funções seja como os objetos (vasos, tecidos,  ferramentas, etc.), ou como contexto religioso, como artigos para  funerais e oferendas.</p>
<p>Para as cores, eram usadas primeiramente o  azul, vermelho e amarelo, com a adição do preto e branco para criar  variações. O verde foi mais tarde usado mais para a representação de  plantas,lótus e papíro e mais tardário veio a adição do marrom.</p>
<p>A  representação de seus ornamentos estavam muito ligadas a flor de lótus e  o papíro, que para os egípcios representavam o alimento para o corpo e  para a alma, já que ambas plantas crescem nas margens do rio, e também  utilizavam penas de aves raras como gravuras nos emblemas dos faraós,  pois indicava soberania.</p>
<p>O interessante é que a parte decorativa  da arte do antigo Egito me atrai bastante pois ela ressalta o que é de  tão belo nas gravuras. Imagine um templo cheio de gravuras, sem os  padrões criados pelos egípcios, não teria menor graça. Esses padrões são  utilizados em tudo quanto é lugar, nos muros dos templos, nas colunas,  nos tumulos, vasos, tecidos, nas gravuras, ou seja, apesar de ser  indiferente quando olhamos o todo, são esses ornamentos decorativos que  trazem a verdadeira essência para a arte Egípcia.</p>
<p>Lógico que em  um post não dá para resumir tudo que se tem sobre a arte no egito,  precisaria de um único blog para ele, mas pretendo dar continuidade a  esse tópico futuramente <img src='http://www.4designweb.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Segue abaixo algumas imagens desses padrões.</p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290845842912355906" src="http://2.bp.blogspot.com/_9BUwMyuisTw/SWzcQxQkpkI/AAAAAAAAADY/wHRtdl_fiWo/s400/ornamentos-egipcios.jpg" border="0" alt="" /></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/fQBC/~4/orOZ9u86Pwk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Imagem em alta, vetores, ai, psd, hein???</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>didi4design</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom, vou falar agora de alguns problemas que eu enfrentei e sei que muitos enfrentam e vão enfrentar nessa profissão : Imagem em baixa resolução para impressos. Sei que muitos devem notar que ao solicitar ao cliente o logo de sua empresa em alta ou imagens de seus produtos para colocar em seus catalogos, folders, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, vou falar agora de alguns problemas que eu enfrentei e sei que  muitos enfrentam e vão enfrentar nessa profissão : Imagem em baixa  resolução para impressos.</p>
<p>Sei que muitos devem notar que ao  solicitar ao cliente o logo de sua empresa em alta ou imagens de seus  produtos para colocar em seus catalogos, folders, etc. , a maioria não  sabe o que é imagem em alta resolução e na verdade, não é obrigação do  cliente saber. Mas ao mesmo tempo, quando tocamos essa assunto aos  atendimentos das agências também enfrentamos esse mesmo problema, pois  alguns deles não tem idéia da diferença entre imagem em baixa ou em alta  &#8211; bom isso já aconteceu várias vezes comigo, espero que isso seja uma  raridade.</p>
<p>Vamos tomar um exemplo básico: O cliente tem um site,  tirou as fotos de seus produtos para inserir neste, e depois de um belo  tempo, ele não tem idéia onde guardou essas fotos ou se as possui. Chega  um dia ele pede para uma agência criar um catálogo de produtos de sua  empresa com fotos. Digamos que a verba é pequena, e ele não quer  contratar um fotógrafo para tirar fotos dos produtos então ele encaminha  para o atendimento o link do site para colocar em seu catálogo e  retirar as fotos de lá. A criação entra no link e depara com várias  imagens do tamanho 250&#215;300 em 72 dpis, o que significa, imagem em baixa  para impressão.</p>
<p>Agora explicando melhor o que seria essa dpi. O  monitor do computador é configurado para visualizar 72 dpis (dots per  inch = pontos por polegadas). A internet foi feita para ser visualizada  em monitores &#8211; é claro que hoje em dia acessamos via celulares,  playstation, etc. &#8211; então as imagens ficam nítidas numa resolução como  essa. Porém em impressão essa resolução é extremamente baixa porque  normalmente utilizamos no mínimo 300 dpis para impressos em geral,  chegando as vezes até 1200, 2400 dpis em casos extremos.</p>
<p>Outra  escolha para utilização de imagens com 72 dpis para internet é que essas  imagens ficam leves para serem carregadas, o tamanho delas é  extremamente reduzido para que elas sejam acessíveis a pessoas que  utilizam de vários tipos de conexões.</p>
<p>Se você utiliza uma imagem  com baixa dpi e insere num documento de alta dpi, o que vai acontecer é  que a imagem vai ficar extremamente pequena no documento &#8211; ainda mais  num caso que ela tem 250 x 300 pixels de dimensão, não basta usar a  opção de redimensionar do programa, se você faz isso os pontos dessa  imagem que estavam configurados para ter 72 estouram e a sua imagem  ficaria como um mosaico, cheia de quadradinhos e perderia a definição.</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_9BUwMyuisTw/SW4dFZf4MoI/AAAAAAAAAD4/Lums4D6_G-0/s1600-h/dpis.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291198590788055682" src="http://2.bp.blogspot.com/_9BUwMyuisTw/SW4dFZf4MoI/AAAAAAAAAD4/Lums4D6_G-0/s400/dpis.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Na  imagem acima segue um exemplo da diferença de uma imagem de alta  resolução e uma de baixa resoluçao esticada para inserir em um layout de  impressão &#8211; esse exemplo é com uma imagem de 72dpis, mas imagine que  seria assim que ficaria ao inserir uma imagem numa folha A4. A primeira  seria uma imagem em alta com 300dpis, ficaria visivel na sua impressao,  já a segunda seria uma imagem retirada da internet , que foi esticada  para atingir um tamanho de visibilidade na folha A4.</p>
<p>O problema  que normalmente enfrentamos é que as imagens em baixa inseridas no  layout provavelmente acabariam com este, deixando o layout com aspecto  sujo, sem qualidade, e com isso estragaria a imagem que o produto  passaria ao consumidor.</p>
<p>A solução para um caso desse seria  fotografar novamente os produtos, ou ter acesso aos arquivos originais  que foram enviados para colocar no site, lembrando que mesmo que essas  fotos existam, elas devem estar em alta e com um tamanho ideal para  poder utiliza-las.</p>
<p>Outro problema comum é o envio de jpg do logo para inserção em sites e impressos.</p>
<p>A  maioria dos logos foram criados em programas vetoriais ou seja, eles  utilizam processos matemáticos para a criação de linhas e curvas ,  poligonos, elipses, textos, etc. onde eles podem ser ampliados  infinitamente sem perder a qualidade final. Além disso, os programas  vetoriais podem trabalhar melhor numa criação de logo por sua  versatilidade devido as curvas de Bézier onde cada ponto do vetor tem um  nó e este pode ser manipulado como uma linha elástica, criando formas.</p>
<p>Quando  você insere uma imagem em jpg você transformou esse logo de curvas em  imagem ou seja, você capturou o formato final como um &#8220;print screen&#8221; que  você dá em sua tela. E com isso o fundo, por exemplo se for branco, vai  ser capturado tb. Imagine q o logo é uma pequena imagem em jpg com um  fundo branco e o lugar onde ele vai ser inserido tem um fundo laranja.  Ao tentar retirar o branco do fundo do logo ele vai criar serrinhas  (alias), e essas serras vao dar a impressão do mesmo problema acima  mostrado, um monte de quadradinho ao redor do logo.<br />
Em certos casos, é  possivel retirar sem ter q detonar o logo, mas imagine que se for em  uma impressao, teria o mesmo problema das imagens, ficaria em baixa e  com isso criaria esses quadrados da mesma forma.</p>
<p>Normalmente  quando se pede arquivos de logo em alta o interessante seria entrar em  contato com a empresa que fez o logo e pedir a cópia aberta e vetorial  deste. Os programas que normalmente são trabalhados para construção  desse material ficam entre illustrator e corel draw.<br />
Existem alguns  designers que gostam de criar logos em Photoshop, mas sempre é preciso  tomar cuidado em fazer esse trabalho em alta, pois um dia ele poderar  ser usado em um banner de 5 metros e só mesmo o vetor que dá a  possibilidade de ampliar nesse formato sem perder a resolução.</p>
<p>Com  algumas observações para finalizar. Imagens jpg não possuem  transparência. As imagens transparentes se limitam a gif e png (imagens  fechadas) . Arquivos PSD podem ser salvos com transparencia porem na  hora de exportar a imagem deve selecionar um desses formatos para  utiliza-la em seu site. Outro formato que pode ser enviado e no caso de  não ter nenhum dos logos em photoshop ou illustrator/corel é o EPS, pois  ele pode ser usado para armazenar gráficos (i.e., vetores), imagens  raster (bitmap) ou ambos.</p>
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		<title>Lógica x Intuição no Design para Web</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>didi4design</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De uns anos para cá, tenho visto muitas empresas procurando designers que precisam entender de todas as ferramentas gráficas, fazer animação, programar em action Script, saber php, asp, joomla, tableless, css, java script, wordpress, joomla, e se souber 3d seria um grande diferencial. Ok, isso é o sonho para qualquer empresa contratar um funcionário com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De uns anos para cá, tenho visto muitas empresas procurando designers  que precisam entender de todas as ferramentas gráficas, fazer animação,  programar em action Script, saber php, asp, joomla, tableless, css, java  script, wordpress, joomla, e se souber 3d seria um grande diferencial.<br />
Ok, isso é o sonho para qualquer empresa contratar um funcionário com tantas habilidades, mas será que o investimento é correto?<br />
Eu  sempre penso &#8220;cada macaco no seu galho&#8221;. Misturar pessoas com  conhecimentos diferenciados e ser um multi-tarefa, nem sempre é a  solução mais criativa para sua agência ou para o cliente. Ás vezes por  questões financeiras eles acabam contratando uma pessoa ao invés de 2 ou  3 para economizar no orçamento da empresa, porém mais para frente vão  ver que investir em pessoas com habilidades diferentes vai trazer um  retorno maior e atingir o resultado maior a longo prazo.</p>
<p>Digamos  que o Designer é uma pessoa que pensa com lado direito do cérebro, ele  tem o emocional mais aguçado, a intuição fala mais alta, ele tem bom  senso estético, tem que saber sobre cores, tipologias, tem q pesquisar  sobre as tendências, ver muitos sites, estar sempre lendo sobre novas  ferramentas, sobre linguagens do design, entender sobre arte, ser uma  pessoa que tenha curiosidade de testar novos estilos visuais, é o lado  das pessoas autenticas, não-linear, subjetivo, utiliza o conhecimento de  maneira livre, múltipla, holística e divergente.</p>
<p>Jás os  programadores são pessoas que pensam com o lado esquerdo do cérebro.  Eles tem o raciocinio lógico, seguro, se situam mais no tempo/espaço.  Por terem tarefas como resolver problemas na hora de programar, eles tb  tem q estudar bastante, pesquisar novas formas linguagens de  programação, conhecer as ferramentas, códigos, saber qual é a melhor  forma que ele resolveria um quebra-cabeça, como fazer funcionar. Por ser  racional e crítico, o lado esquerdo do cérebro não se aventura a criar,  inventar, sonhar.  Prefere a segurança do conhecido, do lógico, é  linear, objetivo, usa o conhecimento de forma dirigida, seqüencial,  analítica, convergente.</p>
<p>Lógico que todos nós acessamos uma parte  do outro lado do cérebro. Não é pq o lado direito é intuitivo e  aventureiro que ele nunca vai se arriscar a ter um pouco do pé no chão.  Tb não é por isso que o lado esquerdo que é mais logico, não vai ter  soluções criativas para resolver uma questão. Todos acessamos em partes  ambos os lados, mas cada um tem um acesso mais focado em uma parte do  que a outra.</p>
<p>É como ter duas mãos e só usar uma, ninguém faz  isso. A pessoa pode ser destra, ela escreve com a mão direita, mas pode  muito bem pegar um copo com a mão esquerda. Aquilo não fica apenas lá de  enfeite, tem utilidade, como master e slave no boot. Enquanto o master  carrega o sistema operacional, o slave tá la, tem acesso, mas ele não  tem o poder de mandar no sistema.</p>
<p>Agora pegue esses dois lados e  jogue numa pessoa&#8230; ok, virou um gênio? Não&#8230; virou um frankstein. O  layout não vai ser sair tao bom numa pessoa que tem o lado racional  ativado, assim como a programação vai demorar muito mais tempo para  pessoas que tem o lado intuitivo como primário.</p>
<p>Ou seja o tempo  que uma pessoa sozinha faz para criar e programar, pode ser o mesmo que  duas possam fazer, porém a qualidade não será superior em relação a duas  pessoas que podem fazer cada serviço de formas isoladas.</p>
<p>Lógico,  hoje em dia vimos pessoas com bom senso estético e que programam tb,  elas sabem ativar as duas partes do cérebro de forma equilibrada, porém  com o tempo elas não vao otimizar mais um lado q o outro, e acabam se  limitando. Com o tempo, ganhamos experiência, resolvemos problemas com  mais facilidades que anteriormente, adquirimos novas habilidades, mas se  centrarmos esse tempo para uma só área, seja design ou seja  programação, a qualidade para uma dessas áreas vai estar cada vez mais  ativa, e com isso a empresa vai ganhar um excelente profissional que  saiba fazer a sua proposta de maneira bem feita.</p>
<p>Para um designer  de web é importante ter noções de programação, até para ele saber o que  é possivel ou não numa criação, para ajudar o programador a trabalhar  melhor no layout, para ajudar na arquitetura das informações, assim como  para um programador, é importante ter noções de design, para ajuda-lo a  otimizar a construção do layout, e deixa-lo perfeitamente igual ao que  foi enviado ao cliente, sem ignorar os espaçamentos do layout ou as  formatações de texto, entre outras coisas. E assim cada um ativa um  pouco do lado oposto do cérebro, sem ter q se desdobrar em dois.</p>
<p>Por  diversas vezes eu já me sentei na frente do computador disposta a  programar, peguei tutoriais, quebrei a cabeça, aprendi um pouco, e vou  te falar, isso não me atraiu nenhum pouquinho, não me deu prazer, não me  senti satisfeita em fazer isso, então pq iria me meter as caras de ser  uma faz tudo, sendo que eu sei q se fosse uma seria completa, mas  limitada e infeliz?</p>
<p>Com tantos bons profissionais no mercado, não  seria melhor pegar um de cada e ter a chance de fazer com que seu  negócio desse muito mais certo se fosse focado diretamente em cada área?<br />
O  mundo talvez seria perfeito se todos fossem ótimos em tudo, mas  realmente não da para ser médico e engenheiro ao mesmo tempo, não da  para levantar um prédio sozinho e depois decora-lo, não dá para cozinhar  e construir fogões, assim como não da para ter o pé no chão e ter a  mente livre ao mesmo tempo. Realmente eu acho, cada macaco no seu galho.</p>
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		<title>Curso: Inovação em Storytelling</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>didi4design</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicitários em busca de ferramental prático e teórico para a construção de campanhas mais engajadoras. Executivos interessados em criar apresentações de negócios mais interessantes. Empresários procurando um novo ponto de vista para seus negócios. Interessados que queiram uma formação mais aprofundada sobre o assunto. Escritores e roteiristas a fim de abrirem seu mercado às novas possibilidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ATENÇÃO NOVAS DATAS!!!!</strong></p>
<p>INTENSIVO EM JANEIRO <a href="http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=62">http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=62</a></p>
<p>EXTENSIVO MARÇO-ABRIL <a href="http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=47">http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=47</a></p>
<hr />
<p>Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia</p>
<p><strong>Objetivos<br />
</strong>O mercado de comunicação no Brasil e no mundo está  redescobrindo a utilização de storytelling como técnica de comunicação  que entretêm, emociona e transmite mensagens de forma altamente eficaz.  Mas afinal, o que é storytelling? E como essa inovação pode ajudar a  espalhar uma idéia, construir uma marca ou alavancar vendas?</p>
<p>Este curso visa jogar uma luz mais apurada sobre o assunto, abordando  desde a utilização de product placement (ou merchandising) nos  primórdios da publicidade, até a inovação das narrativas transmidiáticas  nos dias de hoje, pegando carona nas infinitas possibilidades da  convergência de meios.</p>
<p>Ao longo das aulas as intersecções entre comunicação e storytelling  serão exploradas por diversas óticas, como as da neurociência,  antropologia, criação literária e modelos de negócio que misturam  produção de conteúdo com propaganda.</p>
<p>Acima de tudo, esse é um curso sobre como storytelling pode facilitar o  entendimento e troca de conhecimento entre pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p><span id="more-675"></span></p>
<p><strong>A quem se destina<br />
</strong>Publicitários em busca de ferramental prático e teórico para a  construção de campanhas mais engajadoras. Executivos interessados em  criar apresentações de negócios mais interessantes. Empresários  procurando um novo ponto de vista para seus negócios. Interessados que  queiram uma formação mais aprofundada sobre o assunto. Escritores e  roteiristas a fim de abrirem seu mercado às novas possibilidades.</p>
<p><strong>A quem não se destina<br />
</strong>Àqueles que perderam o desejo de aprender e explorar novas possibilidades.</p>
<p><strong>Metodologia<br />
</strong>O curso utiliza-se de aulas teóricas, estudo de casos,  exercícios práticos e palestras com profissionais do mercado, sempre  tangenciando os mundos da comunicação e da criação de histórias.</p>
<p><strong>Coordenação Antonio Augusto Grieco (Guto Grieco)</strong><br />
<strong>Professor(a)</strong> Martha Terenzzo<br />
<strong>Professor(a)</strong> Bruno Scartozzoni<br />
<strong>Início das aulas</strong>: 06 de Abril<br />
<strong>Término das aulas</strong>: 18 de Maio<br />
<strong>Aulas</strong> <strong>às</strong> quartas-feiras, das 19h30 às 22h30</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <a href="http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=47" target="_blank">http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=47</a></p>
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