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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777</atom:id><lastBuildDate>Sun, 26 Feb 2012 13:25:02 +0000</lastBuildDate><category>enfoque</category><category>homofobia</category><category>dança</category><category>religião</category><category>TV</category><category>casamento LGBT</category><category>horóscopo</category><category>sexualidade</category><category>música</category><category>educação</category><category>pesquisa</category><category>história LGBT</category><category>heterrorismo</category><category>conto</category><category>leis</category><category>teoria política</category><category>união civil</category><category>violência doméstica</category><category>literatura</category><category>clipe</category><category>adoção</category><category>cultura</category><category>internet</category><category>saúde</category><category>ativismo</category><category>rádio</category><category>entrevista</category><category>crônicas</category><category>direitos</category><category>comportamento</category><category>filme</category><category>maternidade</category><title>Um Outro Olhar</title><description>Para mulheres lesbianas e afins</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>76</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/com/rlaV" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="com/rlav" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-1891120912863415224</guid><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 19:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-24T17:46:06.321-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">religião</category><title>2ª Marcha pelo Estado Laico</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BWEX5uZpoD8/T0fmWo32OII/AAAAAAAACq4/xKmNNdRUE1E/s1600/estado-laico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="http://1.bp.blogspot.com/-BWEX5uZpoD8/T0fmWo32OII/AAAAAAAACq4/xKmNNdRUE1E/s320/estado-laico.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No afã de manter-se no poder a qualquer preço, a candidatura petista de Dilma Roussef fez alianças com Deus e todo o mundo, inclusive afirmando compromisso por escrito com evangélicos no sentido de não implementar apoio a questões LGBT, referentes ao aborto ou descriminação das drogas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E os partidários de Deus (em sua versão vermelha e chifruda) vêm patrulhando qualquer menção do governo sobre esses temas. Como o governo vem, por sua vez, cedendo às pressões desses medievais, eles seguem avançando contra um dos pilares básicos do Estado de Direito que é a separação entre a Igreja e o Estado, alegando, entre outras coisas, que o Estado não pode ser ateu. De fato não pode, como não pode ser tampouco teísta, ou seja, não pode negar nem afirmar a existência de Deus, pois tal questão é de âmbito religioso, não estatal. O Estado deve ser impessoal também no trato de temas religiosos, ou seja, laico, pois representa a sociedade brasileira que é diversa inclusive em termos de crenças e não-crenças.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como, em nosso país, o respeito ao Estado de Direito é mínimo, e a maioria trata o Estado como a casa da mãe joana (sobretudo o PT), o imbróglio está formado, colocando a população no meio de um fla-flu de autoritários de esquerda e de direita, onde o jogo vem se dando sobretudo no campo da moral e dos costumes. E quem perde são os direitos homossexuais, das mulheres, e os direitos de escolha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Por isso, vale apoiar e divulgar a&amp;nbsp;&lt;b&gt;2ª&amp;nbsp;Marcha pelo Estado Laico&lt;/b&gt;, agendada, em São Paulo, para o dia&amp;nbsp;14 de Abril de 2012, às 12:00, no vão do MASP &amp;nbsp;(A.v Paulista, 1578). &lt;a href="http://facebook.com/events/325719334131899/"&gt;Na página da Marcha, no Facebook&lt;/a&gt;, lê-se o texto que segue abaixo bem como links para páginas da Marcha em outras cidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Para todos que estão cansados de leis e sentenças judiciais baseadas em livros sagrados, da influência desproporcional de grupos religiosos sobre o Executivo, opressão de mulheres e LGBTs, ataques a religiões indígenas e afrobrasileiras, privilégios como horário em rádios e TVs e isenção tributária para igrejas, símbolos religosos em prédios públicos e até no nosso dinheiro, vamos lutar pelo pelo fim da influência religiosa no Estado!! Afinal, este é um ESTADO LAICO e não uma teocracia, mas, se não fizermos nada o quanto antes, vai ficar parecendo cada vez mais com uma.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Marcha começa no vão do MASP e seguirá sentido Anhangabaú.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Observação para os manifestantes:&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não vá para a marcha na intenção de destruir o patrimônio público, queremos ser ouvidos, não presos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Fantasias de padres, pastores e afins, são bem-vindas desde que tenha relação com o protesto. Sendo assim providencie tais fantasias quanto antes, visando que a data provavelmente não mudará novamente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Use sua criatividade nas placas e cartazes que levar, evite erros ortográficos, evite palavrões, seja direto nas mensagens. Novamente lembrando que queremos ser ouvidos e não sermos tachados de analfabetos ou antiéticos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A marcha não é "anti-religiosa", lembre-se disso. Estamos lutando apenas pelo estado laico ou estado emancipado, sendo assim direcione suas críticas á religião cristã, que é a religião apoiada pelo governo com maior ênfase atualmente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se a polícia militar ou CET aparecer na marcha, não se preocupe, faz parte. Não parta para cima das viaturas ou dos PM, eles estão lá para garantir nossa segurança e não para nos omprimir.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se a mídia aparecer na marcha, não se acanhe, faça-se ser ouvido, fale, mostre a sua cara, é essa a intenção da marcha.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Lembrando sempre que uma marcha sem brigas, sem tumultos, sem drogas, sem armas e com muita paz e harmonia é simplesmente essencial.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Obrigado pela atenção, vejo vocês lá.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Links para Marchas em outras cidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://facebook.com/events/367994129886906/"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://facebook.com/events/270968209639158/"&gt;Belo Horizonte&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://facebook.com/events/155801024538453/"&gt;Curitiba&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://facebook.com/groups/240041399417877/"&gt;Recife&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras referências:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1387213139"&gt;MPE acusa prefeito de favorecer com verba Marcha para Jesus.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bit.ly/wzFFf2"&gt;fevereiro de 2012&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-1891120912863415224?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=K-3M-aflxV4:pzQmU_qHHts:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=K-3M-aflxV4:pzQmU_qHHts:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/2-marcha-pelo-estado-laico.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-BWEX5uZpoD8/T0fmWo32OII/AAAAAAAACq4/xKmNNdRUE1E/s72-c/estado-laico.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-2251973264036465883</guid><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-23T00:01:00.470-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Perdas, Danos e Afins</title><description>&lt;div align="justify" class="TextoPadrao"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZwtDT0DyIcI/T0VKrimjf_I/AAAAAAAACqg/MVcu6VuSwwA/s1600/Lerotica06.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZwtDT0DyIcI/T0VKrimjf_I/AAAAAAAACqg/MVcu6VuSwwA/s320/Lerotica06.jpg" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;&lt;b&gt;Autor(a):&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Verdana; font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;Diedra Roriz&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Era um  lindo fim de tarde ensolarado, ou só parecia? Michelle não sabia. Talvez,  comparado aquela sensação de vazio - como se um vácuo a separasse do resto do  mundo, como se o peito estivesse repleto de uma presença amputada, sufocada, com  gosto escuro, sombrio - fosse realmente um lindo fim de dia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estacionou o carro, soltou e ajeitou os cabelos, se                  olhando no retrovisor. Era uma mulher bonita, acostumada a                  chamar atenção. Em dias que não fossem aquele, onde um leve                  tremor nas mãos e pequenos e incontroláveis calafrios subiam por                  sua espinha. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ficou sentada dentro do carro, esperando. A espera...                  Era uma coisa que a irritava, enervava mesmo... Mas, em dois                  anos de casamento e uma semana de separação, já se tornara um                  hábito esperar por ela... &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Abriu a agenda. Tentou fazer algumas anotações.                  Impossível. As mãos pareciam incapazes de responder ao simples                  comando do cérebro. Tinha passado a semana inteira queimando                  nessa ansiedade febril, incapaz de qualquer coisa produtiva. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De vez em quando olhava o relógio, tentando disfarçar                  a inquietude evidente. Viu quando Amanda apareceu. Ela se                  aproximou calmamente do carro, abriu a porta do carona e se                  sentou no banco ao lado de Michelle. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Oi. – disse simplesmente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Oi. – respondeu Michelle, a voz um pouco falha, evitando se                  perder nos olhos dela.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Tudo bem?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Tudo. - falou quase num sussurro, numa última tentativa de não                  olhar para ela.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Eu... queria... eu... Me desculpa, Mi...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A mão de Amanda pousou suavemente na perna de Michelle,                  e os lábios se aproximaram perigosamente da orelha dela,                  trazendo recordações que a fizeram ter um pequeno arrepio.                  Exatamente o tipo de reação que Michelle esperava conter.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A última coisa que Amanda queria era ferir Michelle. A                  amava. Realmente. Se importava, se preocupava com ela. Mas...                  não tinha jeito. Estava feito. Impossível voltar atrás. E também                  era impossível prometer que não faria novamente, porque... era                  algo incontrolável, mais forte do que ela. Algo do qual ela                  precisava para viver.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma dor enorme a atingiu. Impressa na voz de Michelle,                  na forma como ela se afastou bruscamente e perguntou:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Desculpas? Pelo que?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle queria ser firme. Precisava esquecer que a                  boca da outra podia fazer com que ela perdesse a respiração, que                  até o mais simples contato de pele provocava nela um ardor                  estranhamente fascinante. Não podia olhar para Amanda. Precisava                  manter os olhos longe dos dela, ou então.... Seria novamente                  sugada para o irresistível e incontrolável redemoinho de                  paixão...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amanda abaixou os olhos. Sem conseguir fitar a mulher                  na frente dela. Arrependida por ter sido pega, mas não pelo que                  tinha feito. Por quê? Por que não se arrependia? Não sabia...                  Apenas parecia que para ela era impossível se conter, se negar                  aos apelos&amp;nbsp; passageiros da auto-afirmação que encontrava na                  sedução e no prazer... O efeito estava na frente dela, nos olhos                  da mulher que amava, e que estavam... enevoados, nublados,                  esmaecidos...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Você sabe.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sim, Michelle sabia. Da forma mais dolorosa, humilhante                  e deprimente possível. Sentiu o rosto ser erguido delicadamente                  até os olhos encontrarem os de Amanda. Não ofereceu resistência.                  Na verdade, não conseguiu. Reação inerente à presença                  inebriante, sedutora, magnetizante da ruiva. Hipnotizada,                  enfeitiçada pelos olhos profundamente sedutores, que                  mergulharam, vasculharam, dominaram os dela com uma facilidade                  inquietante. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi Amanda quem desviou os olhos. Michelle jamais                  conseguiria.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Eu sei que você já sabe, Mi... Mas, eu queria... Te dar uma                  explicação...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Não quero falar sobre isso.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amanda suspirou profundamente. No fundo, bastante                  aliviada. Não tinha realmente o que dizer. Nem como se                  justificar. Como explicar que com Michelle, se sentia fraca,                  sufocada, impotente? Tudo era muito sério, pesado, cheio de                  responsabilidades, expectativas, cobranças, que a faziam se                  sentir prisioneira. Enquanto que com as outras era tudo fácil,                  leve, inconseqüente... E por isso mesmo gerava uma satisfação                  irresponsável que precisava renovar sempre...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Passou a mão nos cabelos, jogando-os para trás. Da                  forma que Michelle amava. O charme de Amanda era tão natural                  quanto respirar. E causava em Michelle arrepios impossíveis de                  evitar.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Percebendo o efeito que uma simples jogada de cabelos                  causava, Amanda sorriu. &amp;nbsp;Com a doçura suave, carinhosa e                  apaixonada que só Michelle conseguia despertar. Mordeu o lábio                  inferior quando estranhamente, ela não sorriu de volta. Pelo                  contrário, os olhos de Michelle se tornaram... cubos de gelo.                  Amanda reparou bem nisso, e teve medo de perguntar:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Mi... O que você quer?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Quero me separar de você.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sorriso de Amanda se distorceu, virando uma espécie                  de careta que deixava entrever dolorosamente os dentes. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dentes ou presas? Amanda já era uma predadora voraz                  quando a tinha conhecido. Nenhuma dúvida com relação a isso. Mas                  Michelle inocentemente pensava que ela poderia mudar, poderia...                  amadurecer? &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como julgar, como saber quem na verdade era infantil?                  Amanda, com suas escapadas furtivas? Ou Michelle, que                  voluntariamente escolhera fingir que nada via? Até o momento em                  que o odor putrefato das não verdades tinha se tornado                  insuportável&amp;nbsp; - como qualquer corpo em decomposição seria.                  Impossível continuar fingindo que não existia. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Principalmente depois do telefonema que tinha recebido                  na véspera. A menina – pela voz, parecia ser muito novinha –                  tinha ligado para confirmar o que Michelle já sabia. As                  infidelidades que Amanda – com o apoio tácito de Michelle –                  escondia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle tinha escutado calada. Cada palavra. Cada                  suspiro. Se afogando. Puxada pelo redemoinho, o buraco negro que                  se formava e que a fazia perder até a noção de quem era.                  Precisava de ar. Precisava voltar à tona. A menina parecia                  apaixonada. Michelle não a culpava. Pelo contrário. Sentia por                  ela uma óbvia empatia. Amanda, como sempre, fazendo vítimas sem                  sutilezas nem remorsos,&amp;nbsp; com maestria. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi Amanda quem finalmente falou. Devagar, cada uma                  das palavras machucando, doendo, um enorme esforço, porque...                  estava mentindo. Na tentativa desesperada de evitar o fim: &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Mi, me perdoa... Foi só uma vez... Tô arrependida... Acredita                  em mim... Eu errei, eu sei que... É imperdoável... Mas dois anos                  de casamento pra você não valem nada? Mi, eu&amp;nbsp; amo você... Como                  nunca amei ninguém... Você é a mulher da minha vida... Sou sua,                  só sua, de corpo e alma... Só que nos últimos meses, você ficou                  tão fria... tão... inalcançável... Sei que não justifica... Mas                  eu sou humana... Me sentia carente, magoada, sozinha... &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle riu. Uma gargalhada estrondosa, raivosa,                  agressiva. Jogando a cabeça para trás e fechando os olhos. E foi                  com os olhos ainda fechados que disse:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- A culpa é minha então? &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De repente as duas estavam tão próximas que podiam                  quase sentir os lábios se tocando. Michelle fechou os olhos,                  querendo que Amanda a beijasse, que as bocas se colassem numa                  incoerente mistura de salivas, hálitos e almas. Mas o beijo não                  veio. Amanda não teve coragem. Michelle tinha fechado a alma                  para ela, parecia inatingível, distante, inalcançável... &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle voltou a abrir os olhos, tentando disfarçar o                  estranho desapontamento que sentia. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Impulsionada por um simples e terrível desespero,                  Amanda deu sua última cartada. Com um sorriso absurdamente                  sedutor, falou a frase que tinha conquistado Michelle anos                  atrás:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Eu desisto, se você disser que não sente nada por mim...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Exatamente como da primeira vez. No aniversário de uma amiga em                  comum. Amanda tinha se aproximado, iniciando uma conversa que na                  verdade, não passava de um flerte nem um pouco velado. Michelle                  já conhecia a fama de Amanda, por isso, e só por isso – desde o                  primeiro momento tinha ficado de quatro – ficou evitando,                  resistindo ao máximo, apenas para – depois da frase                  irresistível, bombástica - ceder, derreter, e... se entregar.                  Completa e absolutamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Lembranças em flash pipocaram vertiginosamente. Uma montanha                  russa,&amp;nbsp; um looping de emoções a atingindo como um soco no                  estômago só de lembrar da doçura dos beijos, das mãos, dos                  suspiros e gemidos, da forma intoxicante de Amanda fazer amor.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Recordações que fizeram a resposta de Michelle sair                  fraca, trêmula. Nem um pouco convincente:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Não sinto mais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Propositalmente, Amanda ajeitou uma mecha dos cabelos                  de Michelle, prendendo-a atrás da orelha. Uma pontinha de                  esperança surgiu quando Michelle estremeceu com o leve toque.                  Amanda a olhou bem nos olhos ao dizer:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Acho que você tá chateada, mas... Ainda me ama, Mi... Não                  adianta fingir.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amarrada numa camisa de força como o grande Houdini.                  Poderia, como ele, se libertar? Mas Michelle não era a mestra                  das ilusões, era a paciente sem alta do manicômio mais cruel do                  mundo: o amor...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Juntou todas as forças que tinha para gaguejar:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Eu... eu não quero mais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os olhos de Amanda cintilaram. Farejando, vislumbrando,                  intuindo o que Michelle estava sentindo. A voz soou visceral,                  ardente, intensa, quando olhou Michelle profundamente nos olhos,                  e disse:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Mentira. Você me ama. Me adora. É louca por mim. E eu por                  você, Mi...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vendada e sozinha com um pé levantado na beira de um                  precipício. Apenas um passo a separava da queda. Um passo, ou o                  desequilíbrio. Fosse o que fosse, Michelle gostaria de poder se                  entregar deliberadamente ao abismo. Mas não podia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Eu quero apagar você da minha vida, Amanda... Esquecer que                  você existe.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle nunca tinha visto os olhos de Amanda daquele                  jeito. Absolutamente secos, como se a dor fosse tão grande                  quanto muralhas que represassem toda e qualquer forma de                  lágrima. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Não fala assim... Por causa de um erro, de um único erro...                 &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle nunca conseguiria se lembrar do nome de todas                  as garotas com quem sabia que Amanda tinha saído. Milhares, um                  monte delas, mesmo sendo casada com ela. E o tempo todo Michelle                  fingia que nada estava acontecendo... Sofria em silêncio. Sem                  nada transparecer. No fundo talvez já soubesse o que tinha que                  fazer a muito tempo. Apenas protelava porque... tinha medo. De                  ficar sozinha? Não... De que Amanda mudasse, se arrependesse,                  deixasse de ser daquele jeito com alguém que não fosse ela...                 &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle riu balançando negativamente a cabeça. Um                  riso amargo, sarcástico, doído, como Amanda nunca a tinha visto                  fazer. Um riso que pareceu abrir uma comporta de palavras, que&amp;nbsp;                  jorraram furiosamente:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Uma única vez? Uma única vez? Tem coragem de dizer que foi uma                  única vez? Há meses você tava de caso com aquela menina... Fora                  as outras, Amanda... Muitas, tantas que pra dizer todos os nomes                  levaria horas... A lista é imensa! Aliás, mais fácil dizer as                  pessoas com quem você não dormiu nesses dois anos... Essas,                  minha querida, dá pra contar nos dedos...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fechou os olhos, as lágrimas escorrendo dolorosamente.                  A lembrança que teve a atravessou como um punhal. Rasgou toda e                  qualquer razão que ainda pudesse ter...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma noite no quarto delas, em que a pouca luz do abajur                  deitava nos cabelos ruivos de Amanda um efeito etéreo. Ela                  estava de olhos fechados, e quando Michelle sentou na cama,                  abriu os olhos e sorriu um sorriso manhoso, meio adormecido.                  Quando as bocas se tocaram, o efeito de sempre - &amp;nbsp;como se o                  mundo, a vida, o universo mudassem, passassem a ter sentido...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como se pudesse ler os pensamentos de Michelle, Amanda                  se aproximou lentamente. Os olhos fixos nos dela. Segurou o                  rosto de Michelle entre as mãos, e encostou os lábios nos dela                  apaixonadamente. Por um instante esqueceram de tudo e apenas se                  entregaram aquele beijo. Desejado, incendiário, intenso... Mas                  que durou pouco tempo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fazendo um esforço enorme para se controlar, Michelle                  colocou as mãos nos ombros de Amanda e a afastou. Na mesma hora                  em que os lábios se separaram teve vontade de puxar Amanda de                  volta. Segurou o volante com força, como se tivesse medo que as                  mãos não a obedecessem. Evitou olhar para Amanda, sabendo que se                  os olhos voltassem a se encontrar, a beijaria novamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Amanda, eu não tô brincando, muito menos jogando com você.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Nem eu.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aquela era a terceira vez que Amanda se sentia daquele                  jeito, como se uma névoa lhe impedisse de enxergar direito. A                  primeira vez 11 anos atrás, no enterro da mãe. A segunda vez há                  apenas 4 anos, no enterro do pai. Ambos pareciam pertencer a uma                  vida passada. E realmente pertenciam, a uma vida antes de                  Michelle.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle tinha entrado na vida de Amanda com a fúria de                  um anjo salvador, afastando todos os demônios do passado. E                  criando novos demônios, perigosos e desconhecidos. Mais                  especificamente, a certeza de que nunca mais poderia dar um                  salto mortal, passar de um trapézio para outro sem nenhuma                  proteção.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas aceitava, porque toda e qualquer noção de falta de                  controle parecia pertencer a uma vida passada. E realmente                  pertencia, a uma vida antes de casar com Michelle. A única                  válvula de escape que tinha, era sair com outras mulheres.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Michelle... Por favor, me perdoa... – a voz de Amanda era                  sempre daquele jeito insistente, firme, exigindo respostas                  imediatas. Não como uma britadeira. Mais como uma goteira, que                  de tanto bater acabava sempre amolecendo a vontade de Michelle.                 &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Só que naquele momento, o celular de Amanda tocou.                  Insistentemente. Michelle suspirou profundamente. Antes de                  dizer:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Não vai atender? Por quê? &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os olhos duelaram, os de Michelle esperando uma                  resposta. Os de Amanda tentando negar o evidente. Tão                  absolutamente sem graça, que não precisou de palavras para                  Michelle saber: &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Porque é uma das muitas com quem você me trai.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se estivesse no lugar de Amanda, Michelle ficaria sem                  ter o que dizer. Mas não era o caso:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Por favor, Mi... Eu amo tanto você... Eu vou mudar, prometo...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amanda usou toda a usual sedução que dela emanava.                  Verdadeiro campo magnético, que sempre dava a Michelle a                  impressão de que Terra, Sol, Lua, e estrelas giravam única e                  exclusivamente em torno de Amanda...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- Tarde demais... Não quero mais você.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O olhar dela... Quase fez Michelle voltar atrás... Como                  um animal ferido, perdido, abandonado... E talvez fosse, na                  verdade. Mas Michelle não agüentava mais. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amanda percebeu, mas não conseguia aceitar. Ainda                  tentou perguntar mais uma vez: &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- É sua decisão final?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A resposta de Michelle foi assentir com a cabeça. Sem                  forças para mais nada. Um sentimento de ausência, de morte, de                  vácuo, a corroendo por dentro. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Viu quando Amanda abriu a porta e saiu do carro,                  batendo a porta com força. Viu quando Amanda se afastou em                  direção à praia, e ficou ali parada observando o sol que aos                  poucos descia no horizonte. Mas não a chamou de volta,                  contrariando o desejo mais verdadeiro e profundo que sentia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Correr com o vento se deitando na boca, a respiração                  intensa. O coração martelando acordes, as mãos bailando músicas                  inteiras. Desejos rasgados da alma arrancados com o fórceps da                  desilusão, traição, ressentimento...&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Perdas... Amanda as colecionava... Assim como as                  culpas... E medos... Eram como morcegos que a rodeavam. A                  arranhando no rosto, a puxando pelos cabelos... Precisava se                  livrar, espantar todos eles... Pisou na areia sem tirar os                  sapatos, caminhou até o mar num transe entorpecente. As ondas                  molharam os sapatos. Atirou a bolsa na areia, entrou na água até                  os joelhos. O sol foi sumindo, a escuridão tomando conta dela                  enquanto Amanda avançava, entrando mar adentro.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Michelle ligou o carro, pisando no acelerador como se                  pisasse em si mesma. Ainda olhou para trás, tentando vislumbrar                  Amanda entre as árvores. Mas só conseguiu enxergar a total                  ausência de luz. Anoitecera. Uma longa noite sem estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O conto acima ganhou o segundo lugar no Concurso Nacional de Contos Lésbicos em 2008 realizado pelo Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;b&gt;Outros contos:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://bit.ly/weTWtk"&gt;O Dia Seguinte&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://bit.ly/ADziuq"&gt;Aquários&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-2251973264036465883?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/perdas-danos-e-afins.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ZwtDT0DyIcI/T0VKrimjf_I/AAAAAAAACqg/MVcu6VuSwwA/s72-c/Lerotica06.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-519372885753275776</guid><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 14:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-22T12:47:20.449-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">leis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><title>Lei na Rússia pode tornar crime ler, escrever, falar ou discutir qualquer assunto relacionado a LGBT</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DVbRcj5uxiU/T0T-cALNO2I/AAAAAAAACqY/QkTTMql--vg/s1600/naoprojetocensuralgbt.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://3.bp.blogspot.com/-DVbRcj5uxiU/T0T-cALNO2I/AAAAAAAACqY/QkTTMql--vg/s320/naoprojetocensuralgbt.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A organização &lt;i&gt;All Out&lt;/i&gt; informa que,&amp;nbsp;em&amp;nbsp;São Petersburgo, na Rússia, dentro de uma semana, poderá ser aprovada uma lei inacreditável (de&amp;nbsp;11 Novembro 2011)&lt;span style="color: #092a91; font-family: arial, helvetica;"&gt;&lt;span style="font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;que tornará crime ler, escrever, falar ou discutir qualquer assunto relacionado a LGBT.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A organização informa ter feito uma mobilização inicial contra a lei, com o apoio de 270 mil pessoas que, entre outras coisas,&amp;nbsp;telefonaram para autoridades estrangeiras pressionando os governos ao redor do mundo a condenar o projeto discriminatório.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando continuidade à mobilização, a &lt;i&gt;All Out&lt;/i&gt; agora está promovendo um abaixo-assinado internacional contra a lei que consiste em declarar que, se a lei for aprovada, o/a signatário(a) não irá mais visitar&amp;nbsp;São Petersburgo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O protesto visa "ameaçar" o turismo da cidade, pressionando o executivo local a vetar a lei a fim de não ver a imagem de sua cidade cosmopolita manchada pela nódoa discriminatória. O texto do abaixo-assinado diz resumidamente o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ao Governador&amp;nbsp; Poltavchenko, de São Petersburgo, Federação Russa&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Solicitamos à Vossa Excelência, governador &amp;nbsp;da cidade de Tchaikovsky e janela russa para o ocidente, que vete este projeto de lei draconiano que poderá calar as vozes de todos os russos. A Rússia é um país forte e independente, mas nós todos vivemos num mundo globalizado. Se este projeto de lei for aprovado, não mais visitarei São Petersburgo e recomendarei a todos meus amigos e conhecidos que façam o mesmo. &lt;b&gt;Governor Poltavchenko - Não ratifique esta lei.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para participar do abaixo-assinado, clique &lt;a href="http://allout.org/en/actions/stpetersburg-dont-go?akid=531.591694.LISQUZ&amp;amp;rd=1&amp;amp;t=3&amp;amp;utm_campaign=russia_dontgothere&amp;amp;utm_content=english&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_source=actionkit"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-519372885753275776?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/lei-na-russia-pode-tornar-crime-ler.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-DVbRcj5uxiU/T0T-cALNO2I/AAAAAAAACqY/QkTTMql--vg/s72-c/naoprojetocensuralgbt.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-8091632625819598561</guid><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-21T00:01:00.945-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">clipe</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Cores unidas do amor: propaganda da Benetton para o dia dos namorados lá fora</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TjfGRLdxrh4/T0LgqE5GKiI/AAAAAAAACp8/kW3oaHgZSeY/s1600/Beleza+Americana.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://3.bp.blogspot.com/-TjfGRLdxrh4/T0LgqE5GKiI/AAAAAAAACp8/kW3oaHgZSeY/s200/Beleza+Americana.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nos EUA e alguns países europeus, o dia dos namorados é comemorado em 14 de fevereiro como referência ao festival romano de Lupercalia, em honra do deus Lupercus que protegia as colheitas e defendia o rebanho contra os lobos, e do santo cristão Valentino. Por causa do santo inclusive, esse dia dos namorados é conhecido como &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Valentine's Day&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, dia de Valentino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, para comemorar o dia do amor e do afeto, a &lt;b&gt;Benetton&lt;/b&gt; fez um anúncio que celebra a diversidade das expressões amorosas, incluindo um casal de mulheres. Os casais parecem deitados sobre o que parecem ser pétalas de rosas vermelhas a la &lt;b&gt;Beleza Americana&lt;/b&gt;, o famoso filme de Sam Mendes (veja a foto). Delicado e bonito. Aprecie sem moderação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="299" src="http://www.youtube.com/embed/vof1gEyOzmQ" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-8091632625819598561?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=aNVPIlasQOU:5AAIlE5dI9Y:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=aNVPIlasQOU:5AAIlE5dI9Y:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/cores-unidas-do-amor-propaganda-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-TjfGRLdxrh4/T0LgqE5GKiI/AAAAAAAACp8/kW3oaHgZSeY/s72-c/Beleza+Americana.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-675094744910631475</guid><pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-20T18:17:26.237-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Vampirismo lésbico: loucas por sangue menstrual</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--81GWKuaPFM/T0JdIh9I82I/AAAAAAAACps/6dX-bNtxLDE/s1600/vamples.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/--81GWKuaPFM/T0JdIh9I82I/AAAAAAAACps/6dX-bNtxLDE/s320/vamples.jpg" width="195" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;O texto abaixo foi publicado na revista Um Outro Olhar em 2002 quando a vampiromania estava se iniciando. Dez anos depois, &amp;nbsp;os adolescentes fizeram da saga &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Crepúsculo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt; um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema enquanto os adultos se amarraram no sangue e no sexo dos luxuriosos vampiros da série &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;True Blood&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="color: #666666;"&gt;.&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Vampirismo lésbico: loucas por sangue menstrual&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, a autora faz um resgate da ligação entre o vampirismo e a lesbianidade, com destaque para a história de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fome de Viver (The Hunger)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="color: #666666;"&gt;, &lt;/i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;onde a vampira Míriam seduz a geneticista Sarah. Acompanha dois vídeos com a cena de sedução e link para baixar o filmaço&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="color: #666666;"&gt;(NE).&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Autor(a):&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Paola Patassini&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;"Vamos ceder enfim à tentação das nossas bocas cruas e mergulhar no poço escuro de nósduas vamos viver agonizando uma paixão vadia, maravilhosa e transbordante feito uma hemorragia/'... ("Bárbara" de Chico Buarque de Holanda e Rui Guerra)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vampiro continua mais do que nunca na moda. Assunto de revistas, filmes, Livros, de seriados como Buffy, a caça-vampiros, de sites, de Halloweens... e, recentemente, até de uma novela da Rede Globo. Mas o que costuma prevalecer em grande parte da literatura que cerca o tema é uma ótica unilateral heterossexual. Sabemos que sempre existe um outro olhar... No contexto homoerótico do vampirismo feminino, esse olhar é aquele da vampira predadora sobre sua "presa", feita objeto de seu desejo, em um clima denso e sexual que evoca muito do estilo de vida sadomasoquista, misturando dor e prazer na mesma receita sensual de entrega e posse...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar do vampirismo lésbico significa também falar do papel do sangue na afetividade entre as mulheres. Fundamentalmente do sangue como alimento e desejo. O desejo de se alimentar da mesma, do manancial fluido da fonte feminina: a seiva da flor e suas metáforas. A alimentação vampiresca é cíclica e sanguínea, afinada com as simbologias do ciclo menstrual, principalmente porque ocorre sempre à noite no domínio lunar, lembrando que a palavra menstruação significa "mudança de lua".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cenas famosas de vampirismo no cinema, inspiradas em romances, onde o vampiro ou a vampira penetra um belo pescoço de mulher com suas pontiagudas presas, fazendo-o sangrar numa densa hemorragia, são reconhecidas por seu forte apelo erótico, remontando à equação vulva-garganta/menstruação-sangue... Sangue e garganta evocam claramente simbologias sanguíneo-uterinas. A garganta corresponde simbolicamente ora à vulva ora à vagina ou ao útero em inúmeras culturas e na própria história da psicanálise e da medicina na relação com a histeria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A fome da vampira, que se sacia sor­vendo voluptuosamente o sangue de outra mulher, talvez oculte outra fome comandada pelo ritmo lunar e os ci­clos menstruais do universo feminino. O apetite erótico ou o desejo da mulher pela mulher consiste no núcleo do "vampirismo lésbico" que carrega uma fome gulosa da mulher: seu sexo, ová­rios, útero e sangue, inclusive menstrual, como uma metáfora da potencialização do feminino na soma dos duplos do mesmo sexo, multiplicando a mulher para a mulher, pela via simbó­lica do sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bram Stoker teria se inspirado, para a criação literária do seu Drácula, na vampira &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Carmilla&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, que o fascinou, de um conto de seu conterrâneo e contemporâneo Sheridan Lê Fanu, publicado em 1872 na antologia &lt;i&gt;In a Glass Darkly&lt;/i&gt;. Uma história clássica de vampirismo com conotações lesbianas. Na literatura, que contextualiza o vampirismo lésbico, encontramos esse jogo dos duplos femininos potencializados no intramundo mítico da (homo)sexualidade feminina. Outro exemplo é o clássico poema Crístabell, de Coleridge, em que a vampira Geraldine seduz e se apossa da jovem Cristabell.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por sua vez, atraente para homens e mulheres, &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Vampirella&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, personagem de histórias em quadrinho criada por Forrest J. Ackerman, em 1969, é uma versão vampiresca de Barbarella, na qual o autor se inspirou. Teve seu auge nos anos 70 e voltou a ser redescoberta nos anos 90, inclusive no Brasil e na Internet, espaço de Vampirellas virtuais que aparecem com esse nome em e-mails e chats. As histórias de Vampirella com parcerias femininas foram as que mais venderam nas décadas de 80 e 90, segundo inúmeros endereços na Web com páginas sobre a sexy predadora. Alguns exemplos:&amp;nbsp; &lt;a href="http://vampirella.com/"&gt;Vampirella.com&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://bit.ly/xiPGvY"&gt;Omelete&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das mais importantes versões do vampirismo lésbico pode ser anali­sada em &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fome de Viver (The Hunger, 1983&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;), de Tony Scott, baseado no romance homônimo de Whitley Strieber. Trata-se de um dos mais belos filmes de vampiro já feitos, locado no cenário punk nova-iorquino dos anos oiten­ta e interpretado por Catherine Deneuve, como a vampira bissexual Míriam Blaylock, David Bowie, como seu marido John Blaylock, e Susan Sarandon como a médica geneticista Sarah Roberts. O filme e o livro original de certa forma reforçam o imaginário da lésbica como extirpadora da vida, geradora de antifetos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Míriam seduz Sarah, tocando uma música ao piano que fala de duas mulheres: uma princesa indiana, Lakmé, e sua escrava Mallika. Princesa e escrava cantam num jardim mágico, seguindo o curso de um rio de águas brilhantes. Trata-se de uma cena da ópera Lakmé, de Léo Delibes (1836-1891). Sarah percebe a conotação amorosa e sensual da imagem traduzida por Míriam e se deixa seduzir pelas águas fluidas e poéticas da bela e elegante vampira. Encanta-se com a fluidez aquática que é invocada de suas profundezas míticas e cíclicas enquanto Míriam a seduz como uma sereia, imperando sob o Eros de sua feminilidade. O desejo se traduz na umidade líquida feminina, na qual as águas são espelhos lunares que se projetam nas marés, em ondas de prazer. Míriam oferece a Sarah uma bebida vermelha: um cherry brand que mancha a blusa branca de sua seduzida, na altura de um dos seios... O vermelho e o branco, a inocência e o desejo...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se relaciona sexualmente com Sarah, leva-a a sorver seu sangue e se apossa dela inteiramente, escravizando-a, tornando-a dependente de um alimento incomum. Elas passam a se pertencer, numa simbiose sanguínea. Eroticamente, somam seus femininos rios vermelhos. Trata-se do rio menstrual-lunar que as irmana numa mesma corrente sanguínea, em que trafegam representando a rainha egípcia e sua escrava Mallika. Afinal, que sangue é esse, sob o ponto de vista simbólico, que circula em comum, no corpo das duas mulheres, alternando seus ciclos alimentares e gerando tanta fome de vida? Qual o significado do sangue em comum entre as mulheres, capaz de conferir-lhes a proximidade com a morte e com a perpetuação da espécie, que não o mens­trual? Míriam brinda a iniciação de Sarah, quando esta faz sua primeira vítima para se alimentar de seu sangue, mais uma vez com uma bebida vermelha, provavelmente o cherry brand. Promete amor eterno e as duas se acariciam. O amuleto que Míriam usa, pendurado no pescoço, é fálico e, enquanto elas se abraçam e se beijam, Sarah o finca na própria garganta, gerando uma hemorragia que transborda em suas bocas... Conforme já se observou, a garganta, a "goela" onde Sarah finca o amuleto, tem afinidades simbólicas com a vulva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No vampirismo lésbico, encontramos uma comunhão menstrual entre as mulheres, energizada pela paixão, mais um dos significados do sangue. Tal comunhão é uma aliança circular, útero-ovariana, em que a mulher se reconhece pela mesma. No domínio da sexualidade, a simbologia do vampirismo lésbico adquire outras significações quando deparamos com a Grande Mãe - enquanto manancial fluido feminino - como fonte inesgotável de alimento e de vida, cercada pelas filhas de Lesbos em seus rituais de amores sáficos. E a mulher de vivência lesbiana, na linguagem simbólica da literatura sobre o vampirismo lésbico, parece buscar na própria mulher o encontro energizante da vida, ainda que carregue em sua forma de amar os estigmas da diferença, dos seres malditos e postos à margem da vida por um sistema dominante, alheio às suas necessidades afetivas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;Para saber mais:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Dark Angels&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, Lesbian Vampire Stories, de Pam Keesey&amp;nbsp;(dá para encomendar pela www.amazon.com)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;i&gt;Fome de Viver&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;, nas locadoras.Também foi publicado no Brasil o romance que deu origem ao livro.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;Também ainda dá para fazer download do filme no FileServe. Acesse &lt;a href="http://bit.ly/wMPWNX"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;i&gt;Carmilla, Sheridan Lê Fanu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;. Consultar nas livrarias, pois a primeira edição brasileira é bem antiga.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Revista Um Outro Olhar, Edição 38, 2002, p. 26. Edição para o UOO online, 17/04/2008&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo cena do Filme &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;The Hunger (Fome de Viver) &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;com Catherine Deneuve e Susan Sarandon em dois vídeos, em inglês (original) e em espanhol. No segundo vídeo, a partir dos 02:40, a continuação da cena onde para o vídeo em inglês e que culmina na relação entre as duas personagens. O filme é um clássico do gênero e a cena entre as protagonistas, antológica. Vale (re)ver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" bgcolor="#000000" flashvars="ttsurl=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fapi%2Ftimedtext%3Fsparams%3Dasr_langs%252Ccaps%252Cexpire%252Cv%26asr_langs%3Den%252Cko%252Cja%26caps%3Dasr%26expire%3D1329771600%26key%3Dyttt1%26signature%3D72F48A1B37FAF5EA05C00F3D8E5B65508FC5AF93.C85CCCEDC769BF1C3A1C4D5D0231A6B821D1449D%26hl%3Dpt_BR&amp;amp;fexp=914073%2C911615&amp;amp;enablecsi=1&amp;amp;allow_embed=0&amp;amp;rvs=view_count%3D103589%26author%3Dswhite6341%26title%3DThe%2BHunger%2B-%2BDeneuve%2BSarandon%2BTribute%2BLesbian%2BLove%2BKiss%26length_seconds%3D206%26featured%3D1%26id%3D0NMjdmWTTgM%2Cview_count%3D48941%26author%3DElizaDay66%26length_seconds%3D380%26id%3DL852uDRskQg%26title%3DThe%2BHunger%2B-%2Bopening%2Bsequence%2Cview_count%3D202203%26author%3Dfulcsy%26length_seconds%3D236%26id%3DyhsfIACkdvE%26title%3DThe%2BHunger%2Cview_count%3D148315%26author%3Dhunjuli%26length_seconds%3D126%26id%3Dt-UFDMqXfBM%26title%3DThe%2BHunger%2B-%2BWhat%2Bhave%2Byou%2Bdone%2Bto%2Bme%253F%2Cview_count%3D4230%26author%3Dhalbilbo%26length_seconds%3D342%26id%3D9SfoFDljWnM%26title%3Dconversion%2Ba%2Bvampiresa.avi%2Cview_count%3D36032%26author%3Dcasspubli65%26length_seconds%3D601%26id%3DHY1C7F2NcIw%26title%3DThe%2BHunger%2B-%2BPart%2B1%2Cview_count%3D50585%26author%3Dchatte578%26length_seconds%3D268%26id%3DMhDZZMWUyOg%26title%3DMiriam%2B%2526%2BSarah%2Cview_count%3D2810448%26author%3Diknowwitchfu%26length_seconds%3D320%26id%3DjbtbPfT4gYY%26title%3DTipping%2Bthe%2BVelvet%2Bpt.3-Overlap-Ani%2BDifranco-UK%2Blesbian%2Bmovie%2BMV%2Cview_count%3D27773%26author%3DAlicespecchio%26length_seconds%3D641%26id%3Dax72978hkVo%26title%3DMiriam%2Bsi%2Bsveglia%2Ba%2Bmezzanotte%2B-%2BThe%2Bhunger%2B1-10%2B%2528ITA%2529%2Cview_count%3D15330511%26author%3DXenGab4Ever%26length_seconds%3D270%26id%3D0srcJLMAmGQ%26title%3DLesbian%2BCode%2Cview_count%3D31936%26author%3DKirstenElainex%26length_seconds%3D596%26id%3D6N_M-dpkm1Q%26title%3DCatherine%2BDeneuve%2BTalks%2BTo%2BKirsty%2BWark%2B-%2BPart%2B1%2Cview_count%3D21393%26author%3Dcasspubli65%26length_seconds%3D327%26id%3DcQgsWjh6VEg%26title%3DThe%2BHunger%2B-%2BPart%2B2&amp;amp;keywords=Hunger%2CCatherine%2CDeneuve%2CDavid%2CBowie&amp;amp;account_playback_token=VPrRt5PKKrkfgK2DSvGktESRNrN8MEAxMzI5NzQ2OTA4&amp;amp;hbid=0&amp;amp;csi_page_type=watch5&amp;amp;user_gender=f&amp;amp;cr=BR&amp;amp;cc3_module=http%3A%2F%2Fs.ytimg.com%2Fyt%2Fswfbin%2Fsubtitles3_module-vflh15DLI.swf&amp;amp;fmt_list=43%2F640x360%2F99%2F0%2F0%2C34%2F640x360%2F9%2F0%2F115%2C18%2F640x360%2F9%2F0%2F115%2C5%2F320x240%2F7%2F0%2F0&amp;amp;length_seconds=281&amp;amp;enablejsapi=1&amp;amp;theme=tlb&amp;amp;user_age=57&amp;amp;plid=AAS5ZdQke--lsvho&amp;amp;cc_font=Arial+Unicode+MS%2C+arial%2C+verdana%2C+_sans&amp;amp;watch_xlb=http%3A%2F%2Fs.ytimg.com%2Fyt%2Fxlb%2Fwatch%2Fstrings-pt_BR-vflkNkBtX.xlb&amp;amp;cc_playback_settings_url=http%3A%2F%2Fyoutube.com%2Faccount_playback&amp;amp;sdetail=rv%3A6850CjhIzrY&amp;amp;url_encoded_fmt_stream_map=url%3Dhttp%253A%252F%252Fo-o.preferred.netservicos-gru1.v16.lscache1.c.youtube.com%252Fvideoplayback%253Fsparams%253Did%25252Cexpire%25252Cip%25252Cipbits%25252Citag%25252Csource%25252Cratebypass%25252Ccp%2526fexp%253D914073%25252C911615%2526itag%253D43%2526ip%253D177.0.0.0%2526signature%253DA15694885F7B23461D3D9AE73727B6175C47DACC.2B7C5CD26AEE2D57EDEC6C11CC5289D56EAF4BD1%2526sver%253D3%2526ratebypass%253Dyes%2526source%253Dyoutube%2526expire%253D1329769805%2526key%253Dyt1%2526ipbits%253D8%2526cp%253DU0hRTldRV19FT0NOMV9PS0FJOmVXY2dRM0V2MVM3%2526id%253Debce740a3848ceb6%26quality%3Dmedium%26fallback_host%3Dtc.v16.cache1.c.youtube.com%26type%3Dvideo%252Fwebm%253B%2Bcodecs%253D%2522vp8.0%252C%2Bvorbis%2522%26itag%3D43%2Curl%3Dhttp%253A%252F%252Fo-o.preferred.netservicos-gru1.v2.lscache6.c.youtube.com%252Fvideoplayback%253Fsparams%253Did%25252Cexpire%25252Cip%25252Cipbits%25252Citag%25252Csource%25252Calgorithm%25252Cburst%25252Cfactor%25252Ccp%2526fexp%253D914073%25252C911615%2526algorithm%253Dthrottle-factor%2526itag%253D34%2526ip%253D177.0.0.0%2526burst%253D40%2526sver%253D3%2526signature%253DD21A146F7A3EB4EA8C285264D5FAC9E2333DCB7D.8BDBDF976000AD65A58C3A50E5D0E24388CD26A4%2526source%253Dyoutube%2526expire%253D1329769805%2526key%253Dyt1%2526ipbits%253D8%2526factor%253D1.25%2526cp%253DU0hRTldRV19FT0NOMV9PS0FJOmVXY2dRM0V2MVM3%2526id%253Debce740a3848ceb6%26quality%3Dmedium%26fallback_host%3Dtc.v2.cache6.c.youtube.com%26type%3Dvideo%252Fx-flv%26itag%3D34%2Curl%3Dhttp%253A%252F%252Fo-o.preferred.netservicos-gru1.v19.lscache3.c.youtube.com%252Fvideoplayback%253Fsparams%253Did%25252Cexpire%25252Cip%25252Cipbits%25252Citag%25252Csource%25252Cratebypass%25252Ccp%2526fexp%253D914073%25252C911615%2526itag%253D18%2526ip%253D177.0.0.0%2526signature%253D8D1DE22C7BFD8C72ABE741A1ED3A722385C4402F.854BF5812FDB22CB5F2873258B5021B3A4B4D658%2526sver%253D3%2526ratebypass%253Dyes%2526source%253Dyoutube%2526expire%253D1329769805%2526key%253Dyt1%2526ipbits%253D8%2526cp%253DU0hRTldRV19FT0NOMV9PS0FJOmVXY2dRM0V2MVM3%2526id%253Debce740a3848ceb6%26quality%3Dmedium%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&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/vampirismo-lesbicoloucas-por-sangue.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/--81GWKuaPFM/T0JdIh9I82I/AAAAAAAACps/6dX-bNtxLDE/s72-c/vamples.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-168697651677897698</guid><pubDate>Sat, 18 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-18T00:01:00.730-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casamento LGBT</category><title>Caetano Veloso gravará depoimento a favor do casamento LGBT</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ER4elyGNw6M/Tz7XjUiuj2I/AAAAAAAACpg/qFOkgGlRSQ0/s1600/Caetano-Veloso.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://4.bp.blogspot.com/-ER4elyGNw6M/Tz7XjUiuj2I/AAAAAAAACpg/qFOkgGlRSQ0/s200/Caetano-Veloso.jpg" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Caetano Veloso a favor&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;do casamento LGBT&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir do próximo mês, nas redes sociais, serão veiculados vídeos, com depoimentos de celebridades, a favor da  proposta de emenda constitucional que permite o casamento civil de homossexuais, elaborada pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). Por enquanto, Chico Buarque, Sandra de Sá, Zélia Duncan e a atriz Arlete Sales já gravaram suas falas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, segundo Leonel Rocha, da coluna Felipe Paturi (Época),  Caetano Veloso também se comprometeu a dar seu depoimento pró-LGBT. O projeto precisa de mais 70 assinaturas de parlamentares para começar a tramitar nas comissões técnicas da Câmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Do jeito que os conservadores religiosos andam ensandecidos e o governo cedendo às pressões dos mesmos, não vai ser nada fácil. Mas é muito gratificante saber que medalhões de nossa música, como o mano Caetano, apoiam as tentativas de trazer um pouco de modernidade ao Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://bit.ly/xE9HjN"&gt;Felipe Patury&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-168697651677897698?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=zWo1Q0ZxaUI:TXRJRg3CTDI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=zWo1Q0ZxaUI:TXRJRg3CTDI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/caetano-veloso-gravara-depoimento-favor.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ER4elyGNw6M/Tz7XjUiuj2I/AAAAAAAACpg/qFOkgGlRSQ0/s72-c/Caetano-Veloso.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-4861151744965387725</guid><pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-17T10:20:46.527-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><title>Clipping: Corregedoria do Piauí barra casamento entre pessoas do mesmo sexo</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9iIlnuH5C4Q/Tz5F5TYsv_I/AAAAAAAACpY/sRee1NcBbDA/s1600/casamentolesnao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-9iIlnuH5C4Q/Tz5F5TYsv_I/AAAAAAAACpY/sRee1NcBbDA/s200/casamentolesnao.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar dos esforços do grupo Matizes para que a Justiça do Piauí reconhecesse o casamento entre casais homossexuais, a Corregedoria Geral de Justiça do Piauí publicou nesta quarta-feira (15) o Provimento nº 04/2012, que disciplina apenas a escrituração de união estável homoafetiva. O documento, assinado pela Desembargadora Eulália Maria Pinheiro, foi produzido após a negativa do pedido feito pelo Grupo Matizes para regulamentar a conversão de união estável entre pessoas do mesmo sexo em casamento, bem como a habilitação direta para o casamento entre gays e lésbicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Marinalva Santana, militante do Matizes, o Provimento da Corregedoria apenas regulamenta algo que já é feito na prática pelos Cartórios no Piauí. "Aqui, em Teresina, os tabelionatos já fazem escritura pública para registro de uniões entre pessoas do mesmo sexo há algum tempo. No Cartório do 3º Ofício, por exemplo, já foram lavradas, aproximadamente, 25 escrituras públicas, de maio de 2011 até agora", pontua Marinalva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em vários estados do Brasil já existem decisões judiciais autorizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por isso, o Matizes está orientando casais de gays e lésbicas a baterem às portas do Judiciário para conseguirem esse direito. Em Alagoas, por exemplo, a Corregedoria já baixou, inclusive, um provimento regulamentando essa questão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Nossa expectativa era que a Corregedoria de Justiça do Piauí também disciplinasse o procedimento a ser adotado nos pedidos de habilitação para o casamento homoafetivo, mas, infelizmente, isso não aconteceu. Por isso, disponibilizaremos apoio jurídico para casais interessados em requerer esse direito", finaliza a militante do Matizes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://bit.ly/wBUbgd"&gt;180graus&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-4861151744965387725?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=JMedBdu675s:4Kr-MAsIUhE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=JMedBdu675s:4Kr-MAsIUhE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/clipping-corregedoria-do-piaui-barra.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-9iIlnuH5C4Q/Tz5F5TYsv_I/AAAAAAAACpY/sRee1NcBbDA/s72-c/casamentolesnao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-3360242346304090772</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-16T00:01:00.322-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">enfoque</category><title>A ética do outing: Quando é válido assumir os outros!</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CFWAws2hid0/TzwbgB3EpwI/AAAAAAAACpA/TWgYpXUwx04/s1600/semascara.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-CFWAws2hid0/TzwbgB3EpwI/AAAAAAAACpA/TWgYpXUwx04/s1600/semascara.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Coming out&lt;/i&gt; &lt;i&gt;of the closet&lt;/i&gt; é a expressão em inglês que, na tradução para o português, virou o célebre "sair do armário". "Sair do armário" é quando uma pessoa decide assumir sua homossexualidade ou qualquer outra preferência sexual não-ortodoxa publicamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Outing&lt;/i&gt;, por sua vez, é a expressão também em inglês que designa o ato de tirar alguém do armário à revelia. Ação política controversa, pois implica expor a privacidade alheia, ela divide opiniões em sua aplicação, mas vem sendo utilizada cada vez mais em todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para alguns ativistas LGBT, o &lt;i&gt;outing&lt;/i&gt; deveria ser feito com tod@s @s enrustid@s, pois eles contribuem pouco ou nada para o avanço dos direitos humanos LGBT, embora se beneficiem imensamente dos ganhos conquistados pelos que tiveram a coragem de se assumir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O argumento é consistente, mas esbarra no fato de que as pessoas dependem de empregos para sobreviver, e a homossexualidade, ou qualquer outra atividade sexual diferente da heteronormalidade tradicional, pode ainda ser motivo de demissão no trabalho, pode criar problemas na relação da pessoa com a família e mesmo em seu círculo pessoal de socialização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por essa razão, o &lt;i&gt;outing&lt;/i&gt; indiscriminado, mesmo de celebridades, não costuma ser bem aceito. Prefere-se incentivar as pessoas a que se assumam espontaneamente no seu ritmo de auto-aceitação para que o sair do armário se dê com o mínimo de problemas em relação ao entorno de cada um(a).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, há uma variante do &lt;i&gt;outing&lt;/i&gt; que tem ganho cada vez mais adeptos: o outing de pessoas que, embora pertencentes a minorias sexuais, atuam contra os direitos dessas minorias ou contra membros dessas minorias, por razões pessoais egoístas, como ascender na carreira, ou para prejudicar um desafeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesses casos, o &lt;i&gt;outing&lt;/i&gt; é não só moralmente justificável como necessário. Ao não fazê-lo, principalmente contra gente influente, permite-se que essas pessoas continuem agindo em prejuízo da comunidade ou dos indivíduos aos quais atingem diretamente. O silêncio e a inação da comunidade em relação a essas pessoas torna a todos cúmplices de suas atitudes hipócritas e deploráveis. Pelo contrário, ao assumi-las, encoraja-se pelo menos algumas delas a pensar duas vezes antes de repetir as mesmas ações no futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concordo inteiramente com essa última perspectiva. Pior do que os que lutam contra nossos direitos, não sendo da comunidade, só mesmo os que, sendo do meio, atuam contra os interesses coletivos ou contra membros da comunidade por razões mesquinhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente, não se fala aqui de pessoas que são discretas simplesmente, reservadas, e não ficam levantando bandeira a toda hora e em todo o lugar. Essas pessoas agem naturalmente, não escondem que são LGBT mas também não ostentam, não podendo, portanto, ser classificadas como “no armário” muito menos como traidoras da causa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fala-se aqui de enrustidos que chegam ao ponto de difamar e perseguir outros membros da comunidade enquanto secretamente continuam mantendo relações não-heterotradicionais. Estes devem ser assumidos para expor sua hipocrisia e destruir sua má influência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;i&gt;outing&lt;/i&gt; às vezes é mal-visto porque utilizado também por pessoas sem princípios que invadem a privacidade alheia para faturar com matérias sensacionalistas ou para simplesmente prejudicar alguém. Principalmente celebridades costumam sofrer com a imprensa marrom que não mede esforços para divulgar detalhes picantes da vida íntima de artistas, políticos e gente influente em geral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse quesito, não só a homossexualidade de alguns mas também o fetichismo de outros são um prato cheio para os escândalos. Em março de 2008, o então presidente da &lt;b&gt;FIA&lt;/b&gt; (Federação Internacional de Automobilismo), Max Mosley, foi vítima desse tipo de ação anti-ética. Um vídeo, em que ele aparece,&amp;nbsp;com algumas mulheres,&amp;nbsp;em cenas sadomasoquistas de temática nazi, &amp;nbsp;foi divulgado na Internet, pelo tablóide inglês &lt;i&gt;News of The World&lt;/i&gt;, e virou um escândalo total.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mosley foi várias vezes ameaçado de demissão e afirmou que a revelação devastou sua família. De qualquer forma, conseguiu dar a volta por cima, assumiu suas preferências e até conseguiu processar o jornal por invasão de privacidade. Segundo o ex-presidente da FIA à epoca, a divulgação das imagens foi obra de alguém da área das corridas a fim de desestabilizá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naturalmente, &lt;i&gt;o outing &lt;/i&gt;político nada tem a ver com esse tipo de ação mercantilista e de má-fé. Ele é estritamente destinado aos hipócritas que, embora membros de uma comunidade estigmatizada, usam dos estigmas que a afetam para atacar indivíduos dessa mesma comunidade ou para, ao combater a luta pelos direitos dessa comunidade, usufruir de benesses pessoais. O &lt;i&gt;outing&lt;/i&gt; dessas pessoas é, nessas circunstâncias, como afirma o ativista Peter Tatchell, da aguerrida organização inglesa &lt;i&gt;&lt;b&gt;OutRAge&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, a quem devo muitas das idéias desse artigo, uma potente técnica de auto-defesa &lt;i&gt;queer&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publicado originalmente em Um Outro Olhar em janeiro de 2009&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Nota&amp;nbsp;atualizada:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Exemplo de possível homossexual que inclusive falava publicamente contra os direitos homossexuais foi o americano&amp;nbsp;J.&amp;nbsp;Edgar Hoover, nada menos que o fundador do &lt;i&gt;Federal Bureau of Investigation, &lt;/i&gt;o&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;FBI. Embora não exista prova indiscutível de sua homossexualidade, Hoover tinha uma amizade&amp;nbsp;com seu principal assistente, Clyde Tolson,&lt;span style="background-color: white; color: #53646e; font-family: Nobile; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que levantou a suspeita de que fosse gay, já que eram inseparáveis,&amp;nbsp;viveram juntos&amp;nbsp;por 50 anos&amp;nbsp;e nunca tiveram família ou namoradas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme J. Edgar, de Clint Eastwood, com Leonardo di Caprio no papel principal, gira em torno da vida desse controverso e poderoso personagem e está em cartaz nos cinemas brasileiros. Veja abaixo o trailer legendado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="314" src="http://www.youtube.com/embed/V_fgz4uJdtQ" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-3360242346304090772?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=P_uPD67w-tE:wOBG-o7uC4k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=P_uPD67w-tE:wOBG-o7uC4k:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/etica-do-outing-quando-e-valido-assumir.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-CFWAws2hid0/TzwbgB3EpwI/AAAAAAAACpA/TWgYpXUwx04/s72-c/semascara.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-7015905737263351005</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-15T11:54:12.943-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Carnaval sem Preconceito</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xksHzW0SKgc/Tzu2smAsB2I/AAAAAAAACow/Jt6Z6QiEvAw/s1600/riosempreconceito1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-xksHzW0SKgc/Tzu2smAsB2I/AAAAAAAACow/Jt6Z6QiEvAw/s320/riosempreconceito1.jpg" width="274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Prefeitura do &amp;nbsp;Rio de Janeiro,  através da Coordenadoria Especial da Diversidade Social (CEDS), sob coordenação do estilista Carlos Tufvesson,  lançou ontem, terça-feira, dia 14, a campanha &lt;span style="color: #a64d79;"&gt;&lt;b&gt;Rio Carnaval Sem Preconceito&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. Versão 2012 da mesma bem-sucedida campanha do ano passado, a  &lt;span style="color: #a64d79;"&gt;&lt;b&gt;Rio Carnaval Sem Preconceito&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; distribuirá, em blocos, praias, bailes, aeroportos e na rodoviária Novo Rio,  panfletos informativos sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs),  preservativos e lubrificantes provenientes da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, e cartões com informações sobre o carnaval carioca. Veiculará também, em rádio, televisão (na TV Globo durante  a programação de Carnaval), bailes, o inspirado samba-enredo, composto pelos bambas Arlindo Cruz e Luana Carvalho, &lt;span style="color: #a64d79;"&gt;&lt;b&gt;Rio Carnaval Sem Preconceito&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. Ver abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Participam do clipe grandes nomes &amp;nbsp;das escolas de samba cariocas como Noca da Portela, Delegado, Tia Suluca, Lucinha Nobre e Rogério Dorneles (porta-bandeira e mestre-sala da Portela); musas de diversas agremiações como Juliana Alves, Quitéria Chagas, Flávia Piana, Milena Nogueira e Ana Paula Evangelista; as atrizes Suzana Pires, Antonia Fontenelle, Cinara Leal e Michelle Martins; as cantoras Beth Carvalho, Angela Ro Ro e Teresa Cristina e figuras conhecidas do público, como a&amp;nbsp;repórter&amp;nbsp;especial Fernanda Honorato, Talytha Pugliesi, Lucinha Araújo, Diana Balsini, Aloísio de Abreu, Liliane Reis, Thiago Chagas, Clarisse Miranda e Nicole Nandes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cedsrio.com.br/site/"&gt;Coordenadoria Especial da Diversidade Social (CEDS-RJ)&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Rio Carnaval Sem Preconceito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Arlindo Cruz / Luana Carvalho)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É VERÃO, A CIDADE ESTÁ EM FESTA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É O REINADO DA ALEGRIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TRAGA AS SUAS FANTASIAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MANDE EMBORA O DESAMOR&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DE PÉ NO CHÃO NÃO EXISTE DIFERENÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NEM DE COR E NEM DE CRENÇA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VALE TUDO EM NOME DO AMOR&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SAMBA É TRADIÇÃO NO MEU RIO DE JANEIRO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;UM REDENTOR PRA ABRAÇAR O MUNDO INTEIRO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VEM SER MAIS UM&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;UM SER DE PAZ NA MULTIDÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DEIXAR FALAR SEU CORAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SER CARIOCA NO PRAZER DE SONHAR&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FOLIÃO, TER LIBERDADE É NÃO TER MEDO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SACODE A POEIRA E BATE NO PEITO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O RIO É CARNAVAL SEM PRECONCEITO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TOLERÂNCIA ZERO COM A DISCRIMINAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VOCÊ QUER, EU QUERO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MAIS RESPEITO E INCLUSÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FELICIDADE É O NOSSO DIREITO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VAMOS LÁ, MEU RIO CARNAVAL SEM PRECONCEITO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="382" src="http://www.youtube.com/embed/yz-vxW03ZyQ" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-7015905737263351005?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=RG0ilg12_P4:pc9R3OP2glw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=RG0ilg12_P4:pc9R3OP2glw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/carnaval-sem-preconceito.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-xksHzW0SKgc/Tzu2smAsB2I/AAAAAAAACow/Jt6Z6QiEvAw/s72-c/riosempreconceito1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-594184216067199932</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-15T00:01:00.492-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">maternidade</category><title>Maternidade Lésbica: mulheres que gostam  de mulheres  e são mães!</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZLzaR-Mj9EU/TzpvbdxNhlI/AAAAAAAACoY/igRWFu39V4U/s1600/maesLentrev.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZLzaR-Mj9EU/TzpvbdxNhlI/AAAAAAAACoY/igRWFu39V4U/s1600/maesLentrev.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Venturas e desventuras da maternidade nas palavras de nossas entrevistadas de Brasília (DF), Lusilene, digitadora, 39, que tem uma menina de 6 anos, e Recife (PE) Amanda, 33, produtora, que tem um menino de 1 ano e 8 meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt; UOO:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Primeiro, falem um pouco de suas vidas. Vocês se identificam como lésbicas ou bissexuais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt; Amanda:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Agora como lésbica, mas já tive experiências com homens.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #a64d79;"&gt;&lt;b&gt; Lusilene:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Olha, eu me identifico mais como lésbica do que bi, pois, apesar de já ter namorado homens, quando era mais nova, prefiro as mulheres porque a gente se entende melhor. Moro sozinha com minha filha. Viemos para Brasília em 2005. É uma cidade onde me identifico muito porque foi aqui onde tudo começou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Vocês tiveram filhos numa produção independente ou num casamento formal?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Produção independente... &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A minha filha veio por acaso, foi um descuido. No começo foi difícil admitir que estava grávida. &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Se casaram, casaram por pressão social ou familiar ou por amor simplesmente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Não casei. o pai do meu filho é um amigo.&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nunca me casei nem pretendo me casar com homens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Vocês sempre quiseram ser mães ou acabaram sendo para atender as convenções sociais que afirmam que todas as mulheres devem ser mães?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Não planejei, mas tinha vontade sim.&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nunca pensei em ser mãe, não me imaginava como mãe, mas agora afirmo que ser mãe é muito bom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Vocês têm quantas crianças? Meninas e meninos? E quantos anos ela(s), ele(s) têm?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tenho 1 menino de 8 anos..Lindo de morrer e muito amado.&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Só tenho uma filha de 6 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Sempre se interessaram também por mulheres? E sempre vivenciaram esse interesse ou só após a separação?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tive minha primeira namorada aos 14 anos. Sempre soube do meu interesse por mulheres. &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Sempre me interessei por mulheres, e isso já vem desde a minha adolescência; só que tinha medo de me assumir totalmente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;E como tem sido o relacionamento de sua(s) namorada(s) com seus filhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Estou com o que considero meu primeiro relacionamento sério e longo, por isso, o contato maior com o assunto foi mesmo com ela, e eles se adoram (meu filho e minha namorada). Ele já sabe de tudo porque acho que um exemplo que posso deixar pra ele é de que se deve ir atrás do que se ama, e ser quem se é, sempre. &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Não tenho namorada atualmente, mas quando tive o relacionamento foi péssimo: ela não gostava da minha filha e queria que eu desse mas atenção a ela do que pra minha filha. Só que eu sabia dividir as coisas, e ela não entendia. Por isso terminamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Vocês acham que as mães lésbicas sofrem mais preconceito da sociedade do que as lésbicas que não têm filhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Acho que sim porque temos que conviver com mães, professoras, e, infelizmente, as pessoas do meu convívio que não aceitam a minha condição, usam isso pra me atingir mais fundo. Só que eu me faço respeitar e sem fazer nada, apenas sendo quem sou. Quem tem o que fazer são eles, aprendendo a lidar com a diferença. &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Acho que sim, mas ainda não sofri esse tipo de preconceito, porque não gosto de falar da minha vida pessoal com as pessoas no trabalho, e tenho amigas que tem filhos e não sofreram nenhum preconceito. De qualquer forma, acho que as pessoas têm que respeitar a opção de cada uma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;A família de vocês sabe que se relacionam com mulheres? Se sim, como eles encaram? E os pais de suas crianças?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Minha família sabe, e tenho a sorte de ter uma mãe que me apóia. Alguns irmãos não apóiam (são 5, sou a sexta, caçula, imagine...), mas, como disse, só vão até onde eu deixo. E o pai do meu filho nunca se meteu nessa área da minha vida. &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A minha família não se mete muito na minha vida, mas, se eu arrumar alguma namorada, com certeza já saberei a opinião deles porque eles não admitem que eu namorei uma mulher e falam que é uma doença e etc. O pai da minha filha não sabe que ela existe; a gente só ficou uma vez, e ai aconteceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Quais os problemas que vocês enfrentam como mães lésbicas: com a família, com amigos, no trabalho, na escola?&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Coisas do tipo ver meu filho chateado por causa de crianças que não vieram na festinha dele, e eu sabendo pelo que foi ...Pessoas da família dizendo que eu não posso expor ele a esse tipo de coisa, ou até olhares tortos, na escola.. e coisas do gênero.. Mas também tenho grandes pessoas comigo e com ele, que me ajudam muito. Não faço disso um drama porque não é nem quero que ele ache que seja. Tiramos de letra e somos felizes.&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Vários. É difícil a gente se encontrar. Os meus amigos gays se afastaram de mim, quase não falo com eles.. No trabalho, ninguém sabe que sou lésbica. Na escola, minha filha fica sendo motivo de piadas....mas estou dando um jeito nisso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;: E da própria população lésbica? Vocês acham que as lésbicas preferem as mulheres sem filhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Acho que varia, como numa relação heterossexual: tem gente que prefere sem, que prefere com, e para quem não faz diferença.&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lógico que elas preferem as mulheres sem filhos, por isso que ainda estou sozinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: red;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por fim, que mensagem gostariam de deixar para as leitoras e leitores da UOO?&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;Amanda:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nunca deixem de fazer e ficar com quem amam, todos os tipos de amor, e preconceito é coisa de gente limitada, não se limite a elas..bjs. &lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #a64d79;"&gt;Lusilene:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Que lutemos pelos nossos direitos e que sejamos mais unidas porque precisamos vencer todos os preconceitos que existem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente publicada em 09/05/07 no site Um Outro Olhar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-594184216067199932?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=jsQXQWkueR0:6ExxMg32BjE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=jsQXQWkueR0:6ExxMg32BjE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/maternidade-lesbica-mulheres-que-gostam.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-ZLzaR-Mj9EU/TzpvbdxNhlI/AAAAAAAACoY/igRWFu39V4U/s72-c/maesLentrev.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-1377159077338152781</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-15T00:01:00.067-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TV</category><title>Jô Soares arrasa o homofóbico Marcelo Crivella!</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RZ040tEi_h8/TzmYFR86VII/AAAAAAAACoI/yDptou2NfOQ/s1600/crivellademo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://3.bp.blogspot.com/-RZ040tEi_h8/TzmYFR86VII/AAAAAAAACoI/yDptou2NfOQ/s200/crivellademo.jpg" width="241" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vídeo abaixo foi postado em agosto de 2011, mas tão divertido que vale o registro atual para a gente desopilar um pouco o fígado. Trata-se de trecho de uma entrevista que o senador evangélico Marcelo Crivella concedeu ao Jô Soares no programa do Jô.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre outras pérolas, Crivella afirma - como de praxe - que o PLC 122 quer calar a boca de quem critica o homossexualismo. E o Jô retruca: "- O homossexualismo é passível de crítica? Isso é que eu não entendo. É como dizer assim...vamos criticar agora o gordo. O gordo é um pecador porque é contra a natureza. É antinatural. Logo é pecado..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra do gordo, quando Crivella declara que ele (Jô) pressupõe que as pessoas nascem homossexuais: "- ...Ou nascem ou não nascem... que seja uma opção.&amp;nbsp;Sujeito&amp;nbsp;chega aos 50 anos e diz assim 'vou virar viado'. O que é que a Igreja tem a ver com isso? Por que o sujeito é mais pecador por causa de uma opção sua? Eu não vejo qual é o pecado já que não interfere na sua salvação. Eu não vejo ninguém no céu barrando a entrada de uma pessoa - você é viado, vai pro inferno... Eu não consigo ver isso..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tão exaltado o Jô fica sobre o assunto que mal deixa o Crivella falar, tanto que o próprio até reclama disso. Para quem dizia que o Jô Soares era até homofóbico, por conta de suas piadinhas sobre gays, pode ir reavaliando seus conceitos. O boneco do ventríloquo 666 teve que se esforçar para não mostrar quem realmente fala quando ele abre a boca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/TQdievFw52k" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-1377159077338152781?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=RPf4ilST2rw:Mq0OQzgsvkE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=RPf4ilST2rw:Mq0OQzgsvkE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/jo-soares-arrasa-o-homofobico-marcelo.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-RZ040tEi_h8/TzmYFR86VII/AAAAAAAACoI/yDptou2NfOQ/s72-c/crivellademo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-8140667151237166520</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T12:09:37.847-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title> O Dia Seguinte</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-diaw6l-s78Y/Tzppv1HglRI/AAAAAAAACoQ/ZuyUD0vVBYM/s1600/lesbiandildo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-diaw6l-s78Y/Tzppv1HglRI/AAAAAAAACoQ/ZuyUD0vVBYM/s320/lesbiandildo.jpg" width="242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt; O Dia Seguinte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;autor(a):&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Diedra Roriz&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acordou suada e esbaforida. O coração acelerado, dando pulos dentro do peito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passou a mão nos cabelos, tentando inutilmente retirar a lembrança que ainda parecia pregada às retinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pênis enorme, vindo em direção a ela, duro e erguido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais horrível pesadelo que já havia tido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pior... E mais inquietante por que... Sequer despertava uma sensação inteiramente ruim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas deveria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Era preciso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ergueu as cobertas, descobrindo que estava completamente nua. E sem saber como havia se despido ou sido despida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria possível?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forçou a mente, apertando as têmporas com os dedos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem um mísero resquício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se a memória houvesse sido apagada, qual filme de ficção científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pegou o travesseiro para esmagá-lo entre as duas mãos - numa tentativa infantil, mas bastante eficaz de extravasar a frustração que sentia – e deu um grito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Debaixo dele a prova concreta: uma cueca. Supostamente esquecida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pulou para fora da cama com as mãos cobrindo a boca, a surpresa mantendo os olhos ampliados e a respiração desesperada e arredia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vestiu uma camiseta, um short e uma calcinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocou a cabeça para fora da porta do quarto, tentando descobrir se Bia - a amiga com quem dividia o apê - estava ou havia saído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um alívio incomensurável ao perceber que se encontrava sozinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisava agir rápido. Eliminar a prova do crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Correu descalça, tropeçando até a cozinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vasculhou as gavetas até finalmente encontrar o que queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brandindo o garfo imenso de churrasco nas mãos, como um tridente de Netuno enfurecido, caminhou resolutamente até a cama, repetindo para si mesma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Calma... Respira... Devagar... … só uma cue...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parou por aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para conter a muito custo a ânsia de vômito que subia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisou de uma concentração incrível para conseguir pescar a peça de roupa na pontinha do garfo - a repulsa mantendo o braço esticado para manter a maior distância possível – e jogá-la na privada pensando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Preciso me livrar disso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu a descarga. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A peça infame desceu, mas a água subiu, regurgitada pelo cano entupido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imaginou o encanador tirando a causa do entupimento dali, com um sorriso lascivo... Bia ao lado dele com um esgar de decepção no rosto, recriminando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nunca esperaria isso de você. Tudo, menos isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto ela própria dizia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juro que não sei o que aconteceu... Não sei o que houve! Eu nunca faria isso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando deu por si, estava ajoelhada no chão frio do banheiro, as mãos unidas em súplica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Me perdoa! Não sei o que fiz! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levou alguns minutos para entender que estava sozinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Correu de volta para o quarto, pegou o celular na mesinha de cabeceira e fez a única coisa que poderia: ligou para a analista. Com uma ansiedade extrema, esperou o toque cessar na secretária eletrônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Venceu sem esforço a repulsa que sentia da frieza da maquininha. A urgência era muito maior do que qualquer tipo de pudor ideológico, ou como a irmã definia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Frescura, Maurinha!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixou um recado sucinto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alô? Ana Cecília? … Maura. Preciso que você me atenda hoje. … um caso de vida ou morte. Estou surtando aqui. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desligou ainda incessantemente intranquila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficou andando de um lado para o outro na cozinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implorou mentalmente, numa prece que se repetia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Que ninguém fique sabendo! Que ninguém tenha visto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso contrário, o que diria? Como explicaria?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia desculpa para aquilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria execrada, afastada, banida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" src="file:///C:/Users/M%C3%ADriam/umoutroolhar/images/lesbiandildo.jpg" /&gt;Para sempre taxada, apontada como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aquela que dormiu com um carinha!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estava assim, imaginando as caras de reprovação, as amigas lhes dando as costas, toda uma vida perdida, quando viu a porta abrir para dar passagem a Bia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jogou-se aos pés da amiga. Agarrada às pernas dela, aos prantos, gritou numa mea culpa arrependida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Perdão! Eu juro que não queria! Não sei o que deu em mim!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bia ficou parada, absolutamente fria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhou para Maura exatamente como esta havia imaginado: decepcionadíssima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tudo bem. Mas da próxima vez que você chegar bêbada em casa, como uma gata no cio, não conte comigo, nem com a minha cueca, muito menos com o meu brinquedinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-8140667151237166520?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/o-dia-seguinte.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-diaw6l-s78Y/Tzppv1HglRI/AAAAAAAACoQ/ZuyUD0vVBYM/s72-c/lesbiandildo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-329944974515347050</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T00:01:00.180-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">heterrorismo</category><title>Heterrorismo: chegamos ao limite</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oF-neAzTiio/TzkP16mVMtI/AAAAAAAACoA/jL3kn4dpdEg/s1600/maesigualdade.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-oF-neAzTiio/TzkP16mVMtI/AAAAAAAACoA/jL3kn4dpdEg/s320/maesigualdade.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mães pela Igualdade (Curitiba, PR)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar das controvérsias sobre o aumento de crimes contra LGBT (não se sabe se de fato os crimes aumentaram ou se apenas se tornaram mais visíveis porque agora as pessoas têm possibilidades de denunciar a violência), o fato é que a homofobia, principalmente em sua vertente heterrorista de espancamentos e assassinatos, existe sim e é necessário combatê-la e acabar com a impunidade dos criminosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segue abaixo depoimento de uma senhora que perdeu seu filho para a homofobia e há 10 anos espera justiça. O grupo ALLOUT está desenvolvendo uma campanha que visa pressionar o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a tomar providências governamentais no combate a esses crimes. Veja o vídeo e &lt;a href="http://bit.ly/xl4AVZ"&gt;participe da campanha&lt;/a&gt;. Acesse também a página do &lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Campanha-M%C3%A3es-pela-Igualdade/193735150716876"&gt;Mães pela Igualdade&lt;/a&gt;, grupo de mães que luta contra o preconceito e a discriminação aos LGBT.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="299" src="http://www.youtube.com/embed/v8J2POli0qc" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-329944974515347050?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=btr9EAR4_X0:hSdqDjf7jdI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=btr9EAR4_X0:hSdqDjf7jdI:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/heterrorismo-chegamos-ao-limite.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-oF-neAzTiio/TzkP16mVMtI/AAAAAAAACoA/jL3kn4dpdEg/s72-c/maesigualdade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-1870408622572569836</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-13T00:01:01.210-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saúde</category><title>Fórum de ONGs Aids do Estado de São Paulo protesta contra veto a filme gay</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FlWdjWRTM9Y/TzfQclpoLqI/AAAAAAAACn4/Ib2Uy4m5oJk/s1600/dilma-religi%C3%A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://3.bp.blogspot.com/-FlWdjWRTM9Y/TzfQclpoLqI/AAAAAAAACn4/Ib2Uy4m5oJk/s400/dilma-religi%C3%A3o.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo Dilma entrará para a História como um dos maiores equívocos de nossa política, em geral já &amp;nbsp;tão equivocada. Fora outros aspectos éticos, econômicos e administrativos que fogem aos temas do site, Dilma também vem representando um retrocesso em termos de moral e costumes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para elegê-la, foram feitas alianças tão heterogêneas que vão desde partidos comunistas (que nem deveriam ser legais) até conservadores religiosos como, em particular, a turma dos evangélicos. Estes últimos parecem ter as rédeas do governo: qualquer menção a temas que contrariem os dogmas conservadores, como aborto, direitos homossexuais, descriminação das drogas, leva Dilma às cordas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora novamente outro vídeo de prevenção a DST/AIDS, entre homens gays, foi parcialmente vetado, com desculpas esfarrapadas, e a recém-empossada ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, enquadrada publicamente por ter dito que apóia a legalização do aborto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao veto ao vídeo, o tradicional Fórum de ONG-AIDS do Estado de SP promete até apelar para a justiça internacional no sentido de tê-lo de volta circulando amplamente. Leia abaixo a nota de repúdio da instituição, ao veto contra o filme de prevenção em AIDS dirigido aos homossexuais, e - novamente - sua reprodução em vídeo.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff0f00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff1e00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff2d00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff3c00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff4b00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff5a00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff6900; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff7800; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff8700; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ff9600; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: orange; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ffb400; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ffc300; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ffd200; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #ffe100; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #fff000; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: yellow; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: yellow; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #f0ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #e1ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #d2ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #c3ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #b4ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #a5ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #96ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #87ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #78ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #69ff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #5aff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #4bff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #3cff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #2dff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #1eff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #0fff00; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: lime; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: lime; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff0f; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff1e; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff2d; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff3c; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff4b; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff5a; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff69; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff78; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff87; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ff96; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ffa5; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ffb4; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ffc3; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ffd2; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00ffe1; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00fff0; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: cyan; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: cyan; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: cyan; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00f0ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00e1ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00d2ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00c3ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00b4ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #00a5ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #0096ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #0087ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #0078ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #0069ff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="color: #005aff; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;NOTA DE  REPÚDIO&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: red; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;CONTRA O VETO DO GOVERNO FEDERAL AO FILME DE PREVENÇÃO EM AIDS&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: red; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;DIRIGIDO AOS HOMOSSEXUAIS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: red; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fórum de ONGs Aids do Estado de São Paulo,  que congrega 92 entidades filiadas, reunido em 10 de fevereiro de 2012, vem a  público REPUDIAR o veto do Governo Federal que impediu a veiculação, em TV  aberta e canais de grande circulação, do filme dirigido aos jovens homossexuais,  como parte integrante da campanha nacional de prevenção em aids do  carnaval.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contestamos a versão divulgada pelo Ministério da Saúde de que o  filme censurado não seria veiculado em TV, mas apenas em ambientes fechados  freqüentados por homossexuais. São evidências do veto do governo: 1) O filme foi  apresentado durante o lançamento das peças da campanha dia 2/02, no Rio de  Janeiro; 2) A descrição do filme, como sendo para TV, consta de texto amplamente  divulgado pelo Ministério da Saúde; 3) O filme foi retirado sem explicações do  site oficial do Departamento de DST-Aids; 4) As características técnicas do  filme apresentam o padrão comercial da televisão brasileira , como o formato de  30 segundos, a linguagem para grande público , estética e narrativa igualmente  características dessa tradicional mensagem publicitária de TV.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Denunciamos  que a censura interna imposta pelo Governo ao vídeo é clara demonstração de  discriminação e de violação aos direitos dos homossexuais, população altamente  vulnerável à infecção pelo HIV e que demanda, portanto, campanha de saúde  pública de grande alcance.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, decidimos pela denúncia formal  contra o Governo brasileiro, em instâncias nacionais e internacionais de  Direitos Humanos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao mesmo tempo daremos entrada à Representação junto ao  Ministério Público Federal, para que seja apurada a conduta discriminatória do  Governo Federal, bem como o desperdício de recursos públicos com a produção de  uma campanha sem a devida veiculação em canais adequados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, apelamos  ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha e à Presidenta da República, Dilma  Roussef, que derrubem o veto ao filme e autorizem a sua veiculação em veículos  de comunicação de massa antes do carnaval de 2012.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fórum de ONGs/Aids do  Estado de São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(11) 3334-0704 &lt;a href="mailto:forumongsp%40forumaidssp.org.br" title="mailto:forumongsp@forumaidssp.org.br"&gt;forumongsp@forumaidssp.org.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #0c343d;"&gt;&lt;b&gt;Ver também:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href="http://bit.ly/wxRjOq"&gt;Guerra nada santa entre autoritários: explica os vetos de Dilma aos direitos homossexuais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bit.ly/xOKtHq"&gt;PEC 99/2011: Uma proposta indecente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/LOEdLkxSw4s" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-1870408622572569836?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=kyVfQ7Jg3Hw:vemJMk_sQ-c:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=kyVfQ7Jg3Hw:vemJMk_sQ-c:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/forum-de-ongs-aids-do-estado-de-sao.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-FlWdjWRTM9Y/TzfQclpoLqI/AAAAAAAACn4/Ib2Uy4m5oJk/s72-c/dilma-religi%C3%A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-3528097578951053849</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T12:25:03.609-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sexualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saúde</category><title>Ejaculação Feminina: você já teve?</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FHTn5DYDCUQ/TzQluhPdFBI/AAAAAAAACkE/mI93mxFV_jQ/s1600/point_gcopia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-FHTn5DYDCUQ/TzQluhPdFBI/AAAAAAAACkE/mI93mxFV_jQ/s1600/point_gcopia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt; Ejaculação Feminina: você já teve?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Autor(a):&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Míriam Martinho&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já foi para cama com a amada, fez de tudo e no auge da coisa, jorrou como chafariz? Morreu de gozo e vergonha, pensando que tinha feito xixi sem querer? Confundiu-se, enrolou-se e reprimiu o que, ainda por cima, foi um de seus melhores momentos de prazer? Bom, então fez mal. De acordo com médicos e sexólogos, desde os anos 50, a ejaculação feminina é considerada um fato indiscutível pelo menos para algumas mulheres. Inclusive o que hoje se argumenta é que toda mulher é capaz de ejacular, variando apenas a quantidade de líquido expelido (de algumas gotinhas a verdadeiros jatos) relativa à capacidade de contração muscular de cada dama durante o orgasmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E de onde vem essa fonte de prazer, você deve estar se perguntando. Vem de minúsculas glândulas, chamadas parauretrais, situadas na esponja uretral, também conhecida como Ponto G, tecido esponjoso que envolve a uretra (canal que conecta a bexiga ao exterior, por onde se faz xixi) e que faz parte do sistema clitoriano. Durante o orgasmo, contrações musculares expelem este fluido das glândulas parauretrais, por dois igualmente minúsculos ductos, localizados em ambos os lados do canal uretral, em pouca ou muita quantidade. Pesquisas realizadas no fluido expelido, de uma maneira geral, revelaram pouca uréia e creatinina, componentes da urina e bem mais glicose e ácido prostático fosfatoso, elementos semelhantes aos encontrados no sêmen. Assim, de posse dessas informações, as potentes ejaculadores que andavam se reprimindo e até fazendo cirurgias para incontinência urinária, com vistas a não molhar a cama ou a(o) parceira(o), sentiram-se menos constrangidas e passaram a soltar a franga (ou seria melhor dizer a rolha?).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;AS PIONEIRAS NO ASSUNTO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom, o certo é que essa nova expressão de prazer (digo nova, por ser de recente discussão, pois até Shakeaspeare já falava nas “águas do meu amor”) deve muito de sua vinda à luz às médicas ligadas ao movimento feminista que, desde a década de setenta, passaram a redesenhar a anatomia do clitóris, demonstrando que sua parte visível (a glande) nada mais era que a ponta de um iceberg, cujo corpo possuía uma estrutura interna muito maior e mais complexa do que a sonhada pelos vãos tratados de anatomia tradicional. Foram elas que apontaram a esponja uretral, como responsável pela ejaculação feminina e, mais recentemente, esclareceram ser esta esponja parte do sistema clitoriano e não simplesmente um ponto ou região como indicado, na década de 50, pelo médico Ernest Grafenberg (1881-1957), a quem o ponto G deve o nome).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além delas, outras pesquisadoras vêm aprofundando seus estudos sobre este órgão sexual feminino e lançando novas luzes sobre o assunto. Em 1998, a urologista australiana Helen O’Connell dissecou o clitóris de cadáveres de mulheres de várias idades, revelando que o corpo desse órgão de forma triangular, que se conecta à glande, é tão largo quanto à primeira junta do polegar, com dois braços de até 9 centímetros que adentram o corpo e terminam a apenas alguns milímetros das pontas da coxa. Entre esses braços, há, em cada lado da cavidade vaginal, dois bulbos, anteriormente chamados de bulbos do vestíbulo, por haverem sido considerados como partes da vagina, e que O’Connell agora quer denominar de bulbos do clitóris. A médica também afirma que, ao contrário da visão anatômica tradicional, o clitóris sim se conecta à uretra, rodeando-a em três lados enquanto um quarto lado se inserta na parede frontal da vagina. De fato, de acordo com O’Connell, os nervos cavernosos do clitóris se estendem ao longo das paredes do útero, da vagina, da bexiga e da uretra. Assim sendo, uma das aplicações, entre várias, dos estudos dessa médica, é a preservação da função sexual em mulheres que precisam ser submetidas a cirurgias na região pélvica, como retirada do útero, cirurgia para incontinência urinária e câncer na bexiga.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Legal mesmo será comparar a visão de O’Connell e a das médicas feministas e ver no  que elas diferem e no que acrescentam dados uma a outra a outra. Com certeza, após tanto tempo sem a atenção devida aos seus órgãos sexuais, as mulheres só têm a ganhar com essa comparação bem como com as novas descobertas sobre o tema que seguramente surgirão nos próximos anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;LEVE A TOALHA PARA A CAMA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, embora, em algumas pesquisas com ejaculadoras, seus fluidos tenham apresentado mais elementos de urina do que de ejaculação, hoje a maioria das (os) entendidas (os) bota a mão no fogo pela verdadeira ejaculação feminina, fruto – repetindo – das glândulas parauretrais, situadas na esponja uretral, que pode ser sentida ao se inserir o dedo na parte da frente da vagina, pressionando na direção do osso púbico ou do monte-de-vênus. Além disso, de qualquer forma, é sempre bom lembrar que tem gente que também gosta de praticar o que as gringas chamam de watersports (esportes aquáticos) ou golden showers (banho dourado ou chuva dourada), práticas sexuais que envolvem urina de uma ou de outra forma. Saídas do armário sadomasoquista pela chegada da AIDS e pela necessidade da discussão de todas as práticas sexuais com vistas à prevenção, os watersports também passaram a ser citados nos folhetos de prevenção as DST para lésbicas, perdendo um pouco de seu caráter de tabu. Assim, seja por uma coisa ou outra, para alcançar ou intensificar o orgasmo, se for o seu caso, vale mais a pena perder a vergonha, achar uma companheira igualmente potente ou pelo menos compreensiva e simplesmente levar a toalha para cama.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;  &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #666666;"&gt;CHALKER&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, Rebecca. Female Ejaculation: Fact or Fiction? In: NYC?LHF. New York City Lesbian Health Fair, May 4, 1996, p. 79-83.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #666666;"&gt; CHALKER&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, Rebecca. Anatomy of the Clitoris. In: NYC/LHF. New York City Lesbian Health Fair, May 4, 1996, p. 85-89. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #666666;"&gt; WILLIANSON&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, Susan &amp;amp; NOWAK, Rachel. The Truth about women. In: New Scientist Planet Science. 1998. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #666666;"&gt; KEFER&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, Alex. Female Ejaculation – Just What is it? In: The Human Sexuality Web. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #666666;"&gt; CHUI&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, Glennda. Research called faulty on female sexual organ. In: San Jose Mercury News, July 29, 1998.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt; Versão original deste texto: Boletim Ousar Viver, ano 5, n. 10, Fevereiro de 2000. Míriam Martinho. P&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;ublicado online em Um Outro Olhar, 29/12/05.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-3528097578951053849?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=gP7x_3SsrYE:KrV76gXoaX4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=gP7x_3SsrYE:KrV76gXoaX4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/ejaculacao-feminina-voce-ja-teve.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-FHTn5DYDCUQ/TzQluhPdFBI/AAAAAAAACkE/mI93mxFV_jQ/s72-c/point_gcopia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-6319602499297410694</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-10T00:01:00.078-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">história LGBT</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">enfoque</category><title>Do lado do Mappin, mesmo com chuva</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8PbJfVDlIMU/TzQqpVKg3uI/AAAAAAAACkM/jerfzP5YSrI/s1600/lfpasseatarichetti.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="277" src="http://4.bp.blogspot.com/-8PbJfVDlIMU/TzQqpVKg3uI/AAAAAAAACkM/jerfzP5YSrI/s400/lfpasseatarichetti.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;São Paulo,13 de junho de 1980, primeira passeata homossexual no Brasil&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia 13 de junho de 1980, ocorreu a primeira passeata de bichas, lésbicas e travestis (também com feministas e negros) contra o delegado Wilson Richetti (junho/1980) que fazia arrastões nos bares gays, lésbicos, prendia prostitutas e travestis. Abaixo, Rose Mancini, participante do Grupo Lésbico Feminista à época, relata sua experiência do evento (Rose aparece no círculo mais claro).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style="color: red;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff0f00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff1e00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff2d00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3c00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff4b00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff5a00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff6900; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff7800; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff8700; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff9600; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: orange; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffb400; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffc300; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffd200; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe100; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #fff000; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #f0ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #e1ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #d2ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #c3ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #b4ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #a5ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #96ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #87ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #78ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #69ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #5aff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4bff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3cff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2dff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #1eff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0fff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: lime; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: lime; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff0f; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff1e; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff2d; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff3c; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff4b; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff5a; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff69; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff78; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff87; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff96; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffa5; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffb4; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffc3; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffd2; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffe1; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00fff0; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00f0ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00e1ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00d2ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00c3ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00b4ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00a5ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0096ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0087ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0078ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0069ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #005aff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: #666666;"&gt;Do lado do Mappin, mesmo com chuva&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;Autor(a):&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;Rose Mancini&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cheguei no lugar do encontro antes da hora. Na frente do Teatro Municipal, do lado do Mappin. Nos encontramos com os olhos. Sem abraços e sem contatos. Não tínhamos dúvidas sobre a importância da manifestação. Só os nossos olhares mostravam o medo e as esperanças que moravam em nós. Nada podia dar errado. Era como tirar fotografia de um casamento. A ocasião era quase única e talvez irrepetível. Naquele tempo o lema era: "segurar a barra', "não deixar cair", "não sujar" "ir à luta”, em síntese, deixar do melhor modo possível o dia 13 de junho. Não estávamos ali para festejar Santo Antonio nem o dia dos namorados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contagiadas pelo medo, cada gesto era medido. Tínhamos que colher o momento crucial e estar no lugar certo para não só seguir um movimento, porém - mais do que isso  - criar o evento. Existia uma fórmula? Não sabíamos. O importante e necessário era compreender como se mexer dentro da cena. Inventávamos. Com panfletos tentávamos explicar porque estávamos ali provocando desconforto e incomodando os passos cansados e inseguros das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós estávamos ali contra a polícia e a favor das vítimas. Contra o abuso dos policiais, que ofendiam nossos sentimentos íntimos, feriam os corpos e nos turbavam moralmente. Estávamos ali para agir contra um modo criminoso que frustrava o desejo e tentava nos paralisar com o terror, com a violência, transformando-nos em vítimas do medo. Porque as ofendidas eram as mulheres e as trans que do sexo viviam. E que ninguém defendia porque iam contra as regras do pai branco que queria dominar sem contrastes, eliminando fisicamente as diferenças e desigualdades. Nós estávamos ali para ir contra a marginalização, a misoginia e a morte. Contra as cicatrizes e a infecção do medo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Decididamente tínhamos que estar prontas. Colocando-nos na frente, para poder enquadrar a praça ou a rua. Enquadrar tudo. Víamos a praça lotada, a rua com os carros que passavam, e o Mappin que descarregava na calçada um monte de gente com saquinhos brancos e verdes e sacolinhas. No bolso da minha calça larga, eu também tinha uma para guardar nosso estandarte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá em cima nas escadas, com os nervos à flor de pele, ofegantes, eu e a Rosana. Ela me ajudava a desembrulhar a faixa que íamos usar dali a pouco e que por horas estava me enfaixando todo o tórax como a conter uma grande explosão. Cuidadosa, desenrolava do meu corpo a faixa e meio sorrateiramente a fazia escorregar até o chão molhado. Cheirava  a tinta fresca e grudava um pouco também. Era feita de algodão e escrita com tinta esmalte e pincel   (ainda não se usava o spray e por isso demorava muito para secar). Teca, Míriam e Conceição tinham trabalhado durante a noite na confecção. Ficou muito bonita, saiu um ótimo trabalho. Era longa, mas se lia muito bem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me enrolavam e desenrolavam a faixa na barriga sempre quando tinha uma manifestação. E no final da passeata também era eu que levava a faixa para casa, na barriga ou toda amassada em uma sacola. "Sem dar bandeira" e nem mostrar o meu pânico, aproveitando do meu corpo redondo e que disfarçava bem. Fazia o meu papel de "bala embrulhada'.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quase desmaiando pelo cheiro que emanava da faixa e pela preocupação de ser descoberta, ia pela cidade como uma nova Kamikaze, lutando contra a vontade de abrir as vestes, na rua ou dentro do ônibus lotado, para mostrar que não tinha medo de nada e nem de ninguém. Não era verdade. O cheiro da tinta entrava no meu cérebro. E claro que eu estava morrendo de medo. Estava carregando um símbolo proibido. Vivíamos traumatizadas pela antecipação de um trauma.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegando antes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Vai, sobe lá e fala!. - Quem vai ler? - Lê rápido!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse jogo, sem diretor, nós que tínhamos chegado cedo tomamos o lugar: - Quem lê? – Quem toma conta?- Quem avisa se eles chegarem?- Quem dá o sinal?- O que se faz se...?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A polícia estava espreitando, e os infiltrados se viam pelos óculos escuros e o ar de vazio em volta deles. A visão era boa das escadarias. Um milhar, nós estávamos ali em mil. Poucos? Tantos? Esperamos ainda? O que? Quem? Partimos? Começamos? A notícia tinha circulado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era um milhar com um objetivo. Sim, nossos corações jovens, cheios de paixão e esperança nos impeliam a partir. As motivações eram claras, a complicação estava em pô-las em prática, agir, dirigir. Faltava um maior conhecimento de ações públicas. Só a sensibilidade, nessas ocasiões, não ajuda, não basta. Não tinha nada de codificado ou de habitual. Quando começar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas de repente - como telecomandadas - começamos a marcha e entramos no meio da multidão que, saindo das lojas e escritórios com os guarda-chuvas abertos, avançava decidida, na certeza de ter que enfrentar uma longa estrada. Pegar o primeiro ônibus ou o metrô para chegar em casa o mais cedo possível, antes da novela das oito, e finalmente esquecer o mundo. Entramos aí, nesse meio. Como um cordão trançado, simples e sem dar na vista. Depois das dezoito. Entramos nesse meio para aumentar a impressão de que éramos muitos. Aumentar a pressão. Dar uma impressão!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tínhamos que conquistar gente para engrossar nossas fileiras, para mostrar que éramos muitos mais e ainda mais. As pessoas indo embora no tradicional e seguro rush, e nós ali para frear, bloquear, estancar, mas sem querer ser invasivas. Queríamos demonstrar que muita gente estava mobilizada, fazer parecer que éramos mais do que éramos, que tinha chegado a hora de reagir ao abuso de poder, que finalmente todos tinham acordado do pesadelo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abrimos a faixa e começamos a dar os braços para fazer as pessoas andarem mais devagar, como se disséssemos: "Assumimos esse risco para que reflitam". Abraçadas seguíamos fechando a rua. Bloqueando os passos rápidos e desesperados de cansaço. Assustando os que, conformados, nos seguiam até lerem distraídos sob a própria cabeça: "Contra a Violência policial. Ação Lésbica Feminista". Algumas tentavam passar por baixo ou romper a nossa barreira natural de corpos. Outras nos empurravam para mostrar que não tinham nada a ver com aquilo. ”Não sou sapatão". Empurrão e resignação. Sabiam que logo lá na frente subiriam no ônibus, e tudo teria terminado. Era uma barreira, e a barreira no começo era muito sólida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estávamos na Avenida São João, e fomos subindo e parando o trânsito. A adrenalina cadenciava os nossos passos e dava um novo ritmo aos nossos corações. Improvisando para fazer coincidir os eventos com os deslocamentos e prever o fluxo. Tínhamos que segurar com discrição a multidão por um tempo antes de ela chegar aos pontos dos ônibus. O objetivo valia a intervenção. Estávamos ali para exigir que parassem de perseguir, torturar e matar pessoas que tinham cometido só o crime de amar de forma não convencional. Não tinham culpa de não fazer coincidir corpo, coração, sexo e a cor da pele com as regras morais, sociais e religiosas. Não tinham culpa de existir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E foi assim que, no trajeto, uma mulher quase nua se debruçou sobre o peitoril da janela de um prédio e, em peignoir transparente, começou a dançar para nós. Rir com a gente que comovidas começamos a gritar: “-Vem, desce, vem com a gente, vem aqui pra dançar". Ela nos mandou um beijo, primeiro beijando as pontas dos dedos da mão direita, depois colocando-as sobre o coração,  e o lançou sobre  nossas cabeças. A emoção e o rumor invadiram a rua e fizeram todas as janelas da Rua Julio de Mesquita se abrirem. Seguimos em frente com mais força e menos medo, e as janelas se povoaram de pessoas alegres e muito pobres. “Vem com a gente... estamos aqui por vocês. Para que vocês vivam na liberdade da sexualidade que quiserem".  E elas responderam algo como: -"Temos medo, não podemos descer, eles nos matam, somos putas!” ao que nós respondemos: -"Somos todas Putas!".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Camisolas transparentes. Corpos abraçados que subiam nos parapeitos das janelas e esvoaçantes corpos nus que se acariciavam, se despiam, se mostravam como a pedir e desejar uma homologação: o direito de existir. Foi um momento fundamental dessa passeata, da história. Eu nunca tinha visto nada parecido. A emoção irradiava em ondas e aos poucos chegava até o fundo e voltava com palavras de encorajamento e com slogans que respondiam à nossa emoção e inventavam outras. No Largo do Arouche, a policia que lá já estava começou a ser mais evidente e a nos espremer, diminuindo a largura da nossa manifestação. Começamos a encolher, a juntar os panfletos e nos separar das emoções.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tentei embrulhar a faixa comprida, molhada e muito visível, mas a sacola que tinha no bolso não se desdobrava. Preocupada com a possível repressão, saí do aglomerado, comecei a procurar uma saída, despistei e entrei em uma travessa, uma ruazinha muito escura onde larguei sem dó a faixa da nossa passeata. Corri de volta e esbarrei de relance num policial que estava entrando na rua. Nossos destinos se cruzaram de passagem, mas superei esse obstáculo. Parei de tremer e voltei a respirar. Aí sim corri com gosto e medo, mas com o coração livre como a prostituta nua da janela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nada de chá de cadeira na delegacia ou coisa pior. Dessa vez para mim, tinha dado tudo certo. Continuei correndo e fiquei mais tranqüila só no Largo do Anhangabaú. Rezando agnosticamente para a "nossa senhora das lésbicas” fazer a policia nos esquecer, para que ninguém tivesse tido tempo de tirar fotos da gente que poderiam servir como provas no caso de sermos presas. Enquanto entrava no metrô, molhada, continuava a pedir a essa nossa senhora que nos protegesse contra os policiais para continuarmos a ser espontâneas e inesquecíveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Milão. 09/05/2009&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;Publicado originalmente em Um Outro Olhar em maio de 2009&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: #666666;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;b style="color: #666666;"&gt;Ver também: &lt;a href="http://bit.ly/zbbeBp"&gt;Rose Mancini: políticas tão exclusivas e inéditas quanto são as lésbicas.&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="display: inline !important;"&gt;&lt;b style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-6319602499297410694?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=Tq6wOm9JPk4:tLmF9iQIILQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=Tq6wOm9JPk4:tLmF9iQIILQ:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/do-lado-do-mappin-mesmo-com-chuva.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-8PbJfVDlIMU/TzQqpVKg3uI/AAAAAAAACkM/jerfzP5YSrI/s72-c/lfpasseatarichetti.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-2396664258508906137</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-10T00:01:00.486-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">religião</category><title>Clipping legal: Vaticano reconhece 4.000 casos de pedofilia e admite resposta inadequada</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qOjWpC2lBqM/TzFhCVfg6JI/AAAAAAAACiI/KTPlFEO3s8o/s1600/igreja-catolica-e-pedofilia.png" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-qOjWpC2lBqM/TzFhCVfg6JI/AAAAAAAACiI/KTPlFEO3s8o/s1600/igreja-catolica-e-pedofilia.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Se se preocupasse mais com os próprios&lt;br /&gt;
pecados do que com os alheios, a resposta da &lt;br /&gt;
Igreja à pedofilia de seus padres não seria tão inadequada&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um total de 4.000 casos de abusos sexuais a menores realizados por padres foram denunciados para a Congregação para a Doutrina da Fé nos últimos dez anos, informou nesta segunda-feira o prefeito da instituição, William Levada, que admitiu que a resposta da Igreja foi "inadequada".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Levada deu estas declarações na Universidade Gregoriana de Roma durante a abertura de um simpósio sobre pedofilia, que irá até o dia 9 de fevereiro e que reúne líderes religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante o ato o prefeito leu uma mensagem do papa Bento 16, no qual afirma que a cura das vítimas deve ser "a preocupação prioritária" da comunidade cristã e que isso tem que ocorrer ao lado de uma "profunda renovação da igreja em todos os níveis".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Levada, por sua parte, destacou a luta do pontífice contra o abuso de menores, o que começou quando ele era o cardeal Joseph Ratzinger.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O prefeito afirmou que Bento 16 sofreu nos últimos anos "duros ataques" por parte da imprensa, "quando deveria ter recebido a gratidão de toda a igreja e de fora dela" pelo trabalho realizado e sua postura de "tolerância zero" com a pedofilia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Levada, no entanto, admitiu que as 4.000 denúncias "evidenciaram a inadequada e insuficiente resposta da igreja".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O religioso ressaltou a necessidade da Igreja colaborar com as autoridades civis para enfrentar os casos de padres pedófilos, destacando que o abuso sexual de menores de idade não só é um delito religioso, mas também um crime.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Levada disse ainda que embora as leis civis variem de nação para nação, o princípio sempre é o mesmo: "a igreja tem a obrigação de cooperar com a lei civil e denunciar esses crimes às autoridades competentes".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://bit.ly/zBxZz4"&gt;UOL Notícias&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em&amp;nbsp;06.02.2012&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-2396664258508906137?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=xuF4yi1ovyY:V1o3k2VOgN0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=xuF4yi1ovyY:V1o3k2VOgN0:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/clipping-legal-vaticano-reconhece-4000.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-qOjWpC2lBqM/TzFhCVfg6JI/AAAAAAAACiI/KTPlFEO3s8o/s72-c/igreja-catolica-e-pedofilia.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-7884422433672110253</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-10T08:54:32.212-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><title>Guerra nada santa entre autoritários: explica os vetos de Dilma aos direitos homossexuais</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IJGHliw-F60/TzPwtdAwCBI/AAAAAAAACj0/bAgto9l5x58/s1600/magno_malta2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-IJGHliw-F60/TzPwtdAwCBI/AAAAAAAACj0/bAgto9l5x58/s320/magno_malta2.jpg" width="278" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Magno Malta e o rabo preso de&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Dilma Rousseff com os evangélicos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;O Senador evangélico, Magno Malta (PR), fez ontem à noite, dia 08/12/2012, discurso, a partir das  notas taquigráficas abaixo que vazaram na Internet, contra o ministro petista Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), por suas declarações no Fórum Social de Porto Alegre, onde este falou da importância de disputar a classe C com os líderes evangélicos que seriam conservadores tacanhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Sua fala, como pode se ver abaixo, descreve as relações íntimas que esses grupos autoritários, petistas e evangélicos, têm mantido em seu afã de manter o poder de Estado no Brasil. Mostra também o rabo preso de Dilma Roussef com a agenda evangélica e explica os vetos que tem feito a materiais com temática homossexual. Agora mesmo, surgiu um novo veto a mero vídeo de prevenção a DST/AIDS entre homens homossexuais, que de público passou a ficar restrito a espaços gays. Veja abaixo o vídeo sobre prevenção e confira o absurdo do veto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja também &amp;nbsp;a fala de Magno Malta, transcrita abaixo, no segundo vídeo a partir do 2:03 até 4:44. &amp;nbsp;E depois, no terceiro vídeo, desde o início. Em seguida, no quarto vídeo, a resposta de Gilberto Carvalho, tentando por panos quentes na polêmica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff0f00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff1e00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff2d00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3c00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff4b00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff5a00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff6900; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff7800; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff8700; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff9600; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: orange; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffb400; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffc300; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffd200; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe100; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #fff000; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #f0ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #e1ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #d2ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #c3ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #b4ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #a5ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #96ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #87ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #78ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #69ff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #5aff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4bff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3cff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2dff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #1eff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0fff00; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: lime; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: lime; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff0f; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff1e; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff2d; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff3c; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff4b; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff5a; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff69; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff78; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff87; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff96; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffa5; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffb4; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffc3; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffd2; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffe1; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00fff0; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00f0ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00e1ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00d2ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00c3ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00b4ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00a5ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0096ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0087ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0078ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0069ff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #005aff; text-align: -webkit-auto;"&gt;_&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Venho a esta tribuna nesta tarde, Deputado Audifax, para revelar o meu inconformismo, a minha indignação, a chamada indignação dos justos com uma fala infeliz, mal colocada, irresponsável, Deputado Manato, do Sr. Ministro Gilberto Carvalho. Eu queria que os assessores dele me ouvissem agora ou que alguém telefonasse para ele me ouvir, para essa figura impoluta, esse deus do Olimpo – nem vocês conseguem falar com ele –, para essa figura saber que não devo nada a ele. Eu não fui nomeado por Gilberto Carvalho, o meu cargo não é um CC4, não é um CC3. Eu cheguei aqui com 1,3 milhão de votos vindos do Estado do Espírito Santo. Nada devo a Gilberto Carvalho e por isso, Sr. Gilberto Carvalho, camaleão, o senhor que fica da cor da situação, comigo é diferente, chefe. É tempo ruim o tempo inteiro e eu vou falar para o senhor o que eu penso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse cidadão chegou ao fórum no Rio Grande do Sul, Deputado Lelo, e lá indagado – esses caras precisam entender que, na era da tecnologia, até para falar em escola primária é preciso saber o que fala, porque pode haver um menino filmando, gravando num celular –, ele abriu a boca e disse que, depois das conquistas, a oposição virou pó, o que eu acho um desrespeito muito grande. É um desrespeito grande. Eu acho que a oposição é benéfica, porque a oposição o alerta, o põe acordado, o põe aceso o tempo inteiro. É irresponsável a colocação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Senador Paim, o senhor que tem um genro pastor, uma filha pastora; Aldifax, você que é de confissão evangélica, esse cidadão disse o seguinte: “A próxima batalha, a próxima disputa ideológica será com os evangélicos, pois esses conservadores – palavras do nosso Ministro Gilberto Carvalho, do nosso não, de vocês do PT – têm uma visão de mundo controlada por pastores de televisão”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sr. Gilberto Carvalho, lave a sua boca com álcool! Lave a sua boca com álcool! O senhor precisa aprender a respeitar. Precisa aprender a respeitar. Eu vou dizer quem são os evangélicos do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses pastores de televisão certamente deveriam estar presos mesmo e deveriam ser punidos severamente, porque esses pastores evangélicos – e acho que também os padres da Canção Nova, da Século XX, da Rede Vida – usam o vídeo para incitar movimentos de violência nas ruas. Esses pastores ensinam os jovens a usar droga e coroam a bebida alcoólica. São esses pastores os responsáveis pelos motéis do Brasil. São eles responsáveis pelas editoras de revista pornográfica. São esses pastores que incitam os adolescentes e os jovens a usarem crack. Por isto, Gilberto Carvalho, o Brasil está vivendo esta epidemia: porque a culpa é dos evangélicos incitados por esses pastores. Ah, vá procurar sua turma, Gilberto Carvalho! Vá procurar sua turma! Você está brincando com quem?&amp;nbsp;Eu vou dizer a você quem são os evangélicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gilberto Carvalho, as igrejas evangélicas no Brasil são formadas por ex-alguma coisa. As igrejas evangélicas, Deputado Manato, as igrejas evangélicas, Zezinho, são formadas por ex-alguma coisa no seu corpo, César Colnago. Sabem quem? Ex-drogados, ex-prostitutas, ex-presidiários, de lares destruídos. Vocês entram numa igreja e têm todos eles com uma história para contar, uma história de sofrimento, até o dia em que foram alcançados pelo poder maravilhoso e pela portentosa mão de Cristo, com a mensagem salvadora do Evangelho. Esses são os evangélicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sr. Gilberto Carvalho, não são os evangélicos que compram e vendem cocaína no Brasil. O tráfico de drogas não é nosso. O contrabando na fronteira não pertence a nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sr. Gilberto Carvalho, me deixa dizer uma coisa e vou lembrá-lo.&amp;nbsp;No processo eleitoral da primeira eleição do Lula, Senador Paim, no segundo turno, querido Deputado Paulo Foletto, o Lula era satanizado, no Brasil, e eu recebi a missão de cruzar este País “dessatanizando” o Lula, e o fiz: 25 dias dentro de um jato, falando 5 ou 6 vezes por dia pelo País inteiro. Acabei no Rio Grande do Sul, no segundo turno do Olívio Dutra, dentro do estúdio, no último debate.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse povo evangélico que votou no senhor, Senador Paim, trouxe-o para esta Casa para ouvir o meu discurso, hoje, de desabafo por essa fala irresponsável desse Ministro meia-boca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou mais além: esses evangélicos entenderam. Veio o segundo mandato do Lula, fizemos a mesma coisa. Cruzamos o País, eu e o Líder do PT, Walter Pinheiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ô ex-seminarista católico, cristão, como o senhor diz, Sr. Gilberto Carvalho, que não respeita ninguém, o Líder do PT, hoje, no Senado, foi trazido a esta Casa pelo voto da Bahia, com 70% de votos evangélicos, dos irmãos dele de confissão de fé. O Walter Pinheiro é evangélico. Eu sugiro ao senhor que peça à Presidente Dilma para fazer uma reunião e tirar o Walter da liderança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sr. Gilberto Carvalho, o senhor se esqueceu da eleição da Dilma? Vocês não se prepararam para o segundo turno porque o salto estava tão alto que acharam que iriam ganhar no primeiro. Ninguém esperava que a evangélica Marina crescesse.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, infelizmente, Deputado Lelo Coimbra, o debate para a presidência da República se deu em torno de uma questão: aborto! E sabe por que ele chama, vai ao Rio Grande do Sul e fala isto, que nós somos conservadores? Porque ele estava falando para pessoas que são a favor do aborto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você se esqueceu da lição, Gilberto Carvalho? Você sabe por que Dilma foi para o segundo turno? Porque os e-mails diziam que ela era “abortista”, um debate que se deu em torno do tema aborto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí, veio o segundo turno. Ninguém sabia o que fazer. Aí, eu disse para mim mesmo: “Lá eu não vou”. O Governador Renato Casagrande, que está aqui, a eleição terminou num dia e, no outro dia, ele me ligou: “Você vai para Brasília?” Perguntei: “Fazer o quê?” “O Lula está chamando, e a Dilma, porque deu segundo turno, e precisamos ir lá para uma grande reunião”. Falei: “Não vou, não. Já fiz isso uma vez, já me enganaram uma vez, não vão fazer a segunda”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Walter Pinheiro me ligou e me ligou o Pastor Everaldo, presidente do PSC, que estava sendo cortejado e bajulado por Gilberto Carvalho. Gilberto Carvalho, hoje, não atende um telefonema dele, nem olha na cara dele, e olhem que é Líder de uma bancada de 16. Não precisa mais! Tentou me convencer e falei que não ia. Eu sei o que se deu no pleito eleitoral municipal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero lembrar, Presidente Paim, ao nosso querido – querido nada!... Não vou ser hipócrita e chamar esse cara de querido, não – Gilberto Carvalho... V. Exª estava na disputa, com a história que tem, para Senador no Rio Grande do Sul, e era o terceiro. Gilberto Carvalho, você sabe o que eu fiz? Eu vim a Brasília gravar propaganda eleitoral para Paim. Sabe para pedir voto a quem? Meus irmãos evangélicos do Rio Grande do Sul, seu cara de pau! Cara de pau! Você precisa de um vidro de óleo de peroba.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não devo nada a você, Gilberto Carvalho. Muito pelo contrário. O que aconteceu? A minha família me convenceu, porque o que estavam fazendo com Dilma era uma maldade, era injusto. Não era justo. E, como eu imagino que precisamos sobreviver com justiça... Eu ouvi falar do PL nº 122, dizendo que estava na conta da Dilma. A Dilma nunca mexeu, nem conhecia PL nº 122, nem sabia nada disso. Eu que batalhei aqui neste Senado, V. Exª na Comissão de Direitos Humanos, para poder enterrar o PL nº 122, que foi uma luta da ex-Senadora Fátima Cleide, e nós não deixamos votar. E, enquanto estiver aqui, não vai votar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Disseram que foi Dilma. Muita mentira, muita ilação, muita falsidade com aqueles e-mails.&amp;nbsp;Eu vim para cá, fui para uma reunião em que estava Palocci – Palocci já caiu –, estava Gilberto Carvalho e estava José Eduardo Dutra, numa reuniãozinha pequena, numa sala pequena. Manato, César Colnago, eu olhei para o Everaldo, Presidente do PSC, e falei: “Olha bem para a cara do Gilberto Carvalho, isso é um mentiroso. Ele já fez isso uma vez. Eu só estou aqui porque acredito em Justiça, não é por causa de você não, porque você é um Deus do Olimpo. Quando subiu ao poder, você nem atende a telefonema de ninguém. Agora, nós viramos a solução de novo para vocês. Agora, eu sou solução de novo para vocês. Então, me esqueça, porque eu não acredito em você. Você é mentiroso.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gilberto Carvalho, eu falei para você, não falei? Você é mentiroso, eu continuo pensando.&amp;nbsp;Eu entrei em um jato, César Colnago, fiquei 27 dias. Cumpri um mapeamento no Brasil, para “dessatanizar” a Dilma, para desfazer o que os e-mails fizeram, para que ela pudesse derrotar o candidato Serra. Ela cresceu 14% nesse segmento, no segundo turno. E o Sr. Gilberto Carvalho acompanhou tudo. Aí, Dilma ganhou, ninguém conseguia mais falar com ele, porque aí aliviou, o emprego estava garantido, era Ministro de novo. Agora, ele vai ao Rio Grande do Sul e solta essa pérola. Barriga não dói só uma vez, cara de pau! Barriga dói mais vezes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe, vocês estão loucos para fazer um projeto para acabar com o crack no Brasil. Sabem que dia vai acabar? Nunca!&amp;nbsp;A Presidente da Secretaria Nacional Antidrogas, uma despreparada, deu uma entrevista na Folha de S. Paulo, Manato, dizendo que falar em crack no Brasil como epidemia é uma falácia. Olha que brincadeira! A Secretária Nacional Antidrogas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas vocês vão resolver como? Vão colocar mais dinheiro no SUS, para que o Ministro – aliás, meu grande amigo Padilha, que eu respeito muito – possa fazer um programa de internação de viciado em crack? Mamãe, me acode! Mamãe, me acode!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ei, Gilberto Carvalho, você está tentando atacar quem mais tira drogado das ruas deste País, quem mais devolve filhos às suas famílias neste País, quem mais enxuga lágrimas de mãe que chora, de pai que se angustia com filho drogado neste País, Sr. Gilberto Carvalho?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, por que faz isso? Porque o programa é diferente, o projeto é diferente, o projeto é de Deus. É do homem que é ganho por dentro, que é salvo, que é limpo por dentro, para depois tratar o caráter e a saúde dele, porque, se ele não for limpo por dentro, jamais vai se recuperar, Gilberto Carvalho. Mas já percebi que disso você não sabe nada. Disso você não conhece nada, ex- seminarista!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejo Senadores aqui, não sei como eles se comportam, até porque ninguém é tão doido quanto eu. Ouço burburinhos aqui e ninguém consegue falar bem desse rapaz. Ele mente com muita facilidade, escamoteia e tem comportamento dúbio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou falar uma palavra aqui e ele só vai poder me processar quando eu não tiver mais mandato: safado!&amp;nbsp;Eu acho bom você respeitar, rapaz. Acho bom você respeitar o povo. Acho bom você respeitar as pessoas que promovem paz neste País, aqueles que podem subir o morro, ganharem almas para Jesus, abrir uma igreja, aqueles que podem ouvir um traficante dizer que largou uma arma, que fazia a mãe chorar, que perdeu a escola, que esteve três anos na cadeia e lá conheceu Jesus, o Evangelho e hoje estou aqui, dentro da igreja, pregando o Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gilberto Carvalho, tem 30 anos que recupero drogados. Acha que eu não conheço a fórmula? A fórmula é Jesus. Sabe onde eu encontrei? Nas orações da minha mãe, quando eu era menino.&amp;nbsp;Então, em defesa da memória da minha mãe, Gilberto Carvalho, que era uma evangélica, eu repudio você. Eu repudio você e lhe peço um favor, onde você me encontrar não me estenda à mão, cidadão. Não me estenda à mão!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero dizer a você que estou representado alguns Senadores aqui. Eu avisei a eles da minha fala a eles e eles disseram que estariam na televisão assistindo. É tudo que eu gostaria de falar: nos respeite, Gilberto Carvalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você estava falando de quem? Dos pastores da televisão? De quais os padres que você estava falando? Os padres da Canção Nova, que fazem um trabalho maravilhoso com os jovens no Brasil? Um trabalho lindo e que tem como representante o Eros Biondini. Você estava falando de quem? Da Vida? De quem você estava falando? De Silas Malafaia, que é pregador do evangelho, que tem posições, por que Silas é contra o PL 122, por que Silas é contra o aborto?! Isso lhe ofende? Você estava falando de quem? De Valdomiro Santiago, que prega o evangelho abertamente, que manda o doente trazer o laudo do médico e Jesus cura. Depois manda voltar no médico e volta e Jesus curou. Você esta falando de quem? Quem é desses que está fazendo mal ao País, S. Gilberto Carvalho?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos esperar, S. Gilberto Carvalho.&amp;nbsp;Só quero entender se a sua palavra é a palavra do seu Partido, porque nós temos um pleito eleitoral municipal agora, S. Gilberto Carvalho. E saiba que o nosso povo vota. O nosso povo vota.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atenção Renê Terra Nova, atenção Silas Malafaia, Robson Rodovalho, atenção Pastor Zé Wellington, Pastor Manoel Ferreira! Os líderes deste País! Atenção, Convenção Batista, presbiterianos, maranatas! Atenção, Universal! Olhem só o que esse rapaz falou! Olhem só o que esse rapaz falou!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sua filha, que é evangélica, é candidata à vereadora, não é, Paim? E será uma grande vereadora, se herdou o seu DNA de luta pelos menos favorecidos e se cresceu ouvindo o seu discurso, a sua batalha e tem Jesus no coração. É ela que Gilberto Carvalho quer enfrentar, porque ela é fundamentalista, radical e tem uma visão tacanha de mundo, muito pequenininha! Visão grande é a sua! Só não é visionário, o senhor é sabido!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Deus tenha misericórdia de Gilberto Carvalho!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/LOEdLkxSw4s" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/uZsbzaIdM5c" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="299" src="http://www.youtube.com/embed/bwwJqyKPDFM" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="299" src="http://www.youtube.com/embed/exqU7t8kwt0" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-7884422433672110253?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=LQOfULM1pnU:c_WdoOAVeZE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=LQOfULM1pnU:c_WdoOAVeZE:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/guerra-nada-santa-entre-autoritarios.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-IJGHliw-F60/TzPwtdAwCBI/AAAAAAAACj0/bAgto9l5x58/s72-c/magno_malta2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-6058414604731827700</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-17T12:07:11.834-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Baila Comigo: Dança de Salão para o público LGBT</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YxEJeqy-LjA/TzF5-sBIOJI/AAAAAAAACiQ/mHwhj_VJdco/s1600/Giovane-Salmeron.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-YxEJeqy-LjA/TzF5-sBIOJI/AAAAAAAACiQ/mHwhj_VJdco/s1600/Giovane-Salmeron.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Conheci Giovane Salmeron durante as comemorações do &lt;a href="http://bit.ly/zgUS95"&gt;Dia do Orgulho Lésbico (19 de agosto) de 2006&lt;/a&gt;, quando ele ministrou uma aula de dança de salão para as participantes do evento, introduzindo-as nos primeiros passos do mambo e do bolero, culminando com um arretado forró. Após uma hora e meia de bailado, todas estavam suadas e exaustas, mas com sorrisos radiantes pela dinâmica e a diversão da atividade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Em outubro de 2008, Giovane abriu seu próprio espaço em São Paulo onde também desenvolveu o &lt;i&gt;&lt;b&gt;Projeto Duco et Ducitur &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;(do latim “conduzo e sou conduzido”) para o público LGBT. Como ele disse - e eu concordo -, &lt;i&gt;&lt;b&gt;"A Dança, enquanto prática social, nos dá a sensação de pertencimento e estabilidade de que tanto precisamos e merecemos."&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Posteriormente, Giovane se mudou para Aracaju (SE), onde reside até hoje e, claro, continua dançando. Clique aqui para acessar sua página no &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001274196364&amp;amp;sk=info"&gt;Facebook &lt;/a&gt;ou aqui para lhe mandar um &lt;a href="mailto:newsalmeron@gmail.com"&gt;e-mail.&lt;/a&gt; Esperamos que Giovane retome o projeto que iniciou aqui em Sampa onde quer que permaneça morando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Ao final da entrevista, a bela dança de duas mulheres no filme Tango (1998), de Carlos Saura, e a apresentação de um casal masculino no International Queer Tango Festival em Berlim (2011).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Míriam Martinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff0f00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff1e00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff2d00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3c00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff4b00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff5a00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff6900;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff7800;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff8700;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff9600;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: orange;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffb400;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffc300;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffd200;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffe100;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #fff000;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #f0ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #e1ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #d2ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #c3ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #b4ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #a5ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #96ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #87ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #78ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #69ff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #5aff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #4bff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3cff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2dff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #1eff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0fff00;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: lime;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: lime;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff0f;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff1e;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff2d;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff3c;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff4b;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff5a;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff69;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff78;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff87;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ff96;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffa5;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffb4;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffc3;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffd2;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00ffe1;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00fff0;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: cyan;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00f0ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00e1ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00d2ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00c3ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00b4ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00a5ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0096ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0087ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0078ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0069ff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #005aff;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #ff0096;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; UOO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Giovane, primeiro, um pouco de você, de sua formação. Qual sua idade, sua orientação sexual, sua formação acadêmica como dançarino ou arte-educador, quando começou a dançar...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;Giovane Salmeron (GS)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Sou paulistano, com família na zona leste da capital, mas há 12 anos vivo na região central da cidade. Nasci em 09 de março de 1978 e tive já as minhas histórias com as meninas, o que me fez amadurecer e completar, neste ano, 12 anos de relacionamento com outro homem, com quem a cada dia vivencio novidades (mas a dança ainda não o tocou...). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou Licenciado em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da USP, Pedagogo pela Universidade Ibirapuera e Especialista em Dança e Consciência Corporal pela FMU/SP. Na Dança, além da Pós-Graduação, me graduei no quinto nível da Royal Academy of Dancing of London – Ballet Clássico, por meio do Estúdio de Dança Marina Lambertti, na região do aeroporto de Congonhas. Na época, eu tinha 21 anos e, assistindo a um vídeo de Cats (o musical da Broadway) eu senti que, mesmo vindo de uma família que não valorizava a Dança, eu seria capaz de dançar e fui à luta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema era conseguir uma bolsa de estudos, então, com as páginas amarelas na mão, fui entrando em contato com várias academias até que a Marina me aceitou. Sou muito grato à ela por essa atitude e por me incentivar a iniciar uma turma na época da Dança de Salão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com relação à formação em Danças Sociais, entre workshops, vídeos e eventos, tomei aulas na academia de Andrey Udiloff em Pinheiros (a quem sou muito grato apesar de os nossos projetos serem diferenciados) e no estúdio da Stella Aguiar (que além da gratidão foi e tem sido uma ótima parceira de trabalho). Quando do auge do Tango, tive aulas com Graziella (professora das domingueiras de Tango do Café Piu-Piu) e, claro, com muitos outros professores e estúdios em Buenos Aires.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, sou professor de Danças Sociais particular, atendo grupos em domicílio, ministro aulas no Núcleo Criativo e atuo como &lt;i&gt;Personal Dancer &lt;/i&gt;em São Paulo, interior, Rio de Janeiro e Buenos Aires.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;E qual sua trajetória na área de dança e mais especificamente da dança de salão? Que projetos já realizou?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Na Dança de Salão, iniciei numa academia de Fitness, na rua Augusta, em São Paulo, que em muito me auxiliou no início da carreira, trabalhando posteriormente com grupos particulares na ECA/USP, Academia Movimento &amp;amp; Dança na Vila Buarque, Interlagos, UNIB (realizei em 2007 o 1º Retiro de Dança e Consciência Corporal que terá sua segunda edição em 2009), SESC Paulista, SESC Consolação (ambos em parceria com Stella Aguiar), &lt;i&gt;Pricewaterhouse &amp;amp; Coopers&lt;/i&gt; (também numa parceria com Stella) e, agora, além dos particulares, tenho me dedicado ao meu Projeto mais antigo e atual, o &lt;b&gt;Núcleo Criativo&lt;/b&gt;, no qual desenvolvo minhas pesquisas sobre condução e dança entre parceiros de mesmo sexo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Como você situa a dança de salão hoje em termos de gosto popular: abrange todas as faixas etárias ou é uma atividade mais dos apreciadores dos ritmos clássicos (forró, samba, bolero...)?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;As &lt;b&gt;Danças Sociais&lt;/b&gt;, sob minha perspectiva, estão hoje divididas, basicamente, entre dois públicos: os jovens, que se apropriam da dança como linguagem e buscam uma virtuose técnica, competitiva, em que imperam os modismos (Forró Universitário, Salsa, Zouk e mais atualmente o Tango Eletrônico), e os adultos, de meia idade ou que passam pela melhor idade que, consideram a dança momento apropriado para a troca de idéias, para vivências saudosistas, seguindo a etiqueta e um código social mais tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De certa maneira, antes de lidarmos com a diversidade sexual, é preciso compreender que, a Dança de Salão, enquanto prática social, ainda é incipiente no Brasil e que, estamos agora, colhendo os frutos de 20 anos atrás, quando a Lambada incitou milhares à prática da Dança à dois e o interesse pelo aprendizado técnico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, o panorama que se apresenta, reserva aos jovens uma performance por vezes exagerada, em detrimento da etiqueta, das regras sociais por eles consideradas antiquadas e aos adultos, mais tradicionalistas, o fardo do satirizado “Baile da Saudade”, onde se saúdam aos clássicos, em especial o Bolero, o Fox-Trot e a Valsa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Em outras atividades que mexem com o corpo, há necessidade de um certo condicionamento físico prévio. Você faz esse condicionamento em suas aulas? Pessoas de todas as idades podem dançar?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O que costumo fazer, quando o grupo corresponde ao estímulo, é um aquecimento, acompanhado por uma música de prática, dentro da temática da aula, tratando de aquecer as articulações, alongar a musculatura e relaxar os pontos de tensão mais evidentes para favorecer a sintonia com a atividade. Costumo dizer que se deixa o mundo lá fora, desliga-se os celulares para curtir aquela única hora da semana que é só sua e de mais ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto à faixa etária, não há limites. Quando recebo um novo aluno, trato de perguntar se há algum impedimento físico que limite a atividade ou se há uma predisposição à labirintite, o que limita os giros a serem realizados. No mais, tenho uma regra, sempre superestimar os meus alunos. Claro. Faço sempre mais do que eles acham que podem e utilizo informações rítmicas, visuais e sensoriais para auxiliá-los em sua superação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Quantas aulas em média são necessárias para fazer bonito na pista? Qual o ritmo mais fácil e o mais difícil de aprender?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;No geral, com aproximadamente 03 meses de aulas ininterruptas, uma vez por semana, já estimulo os alunos à sair para dançar, em grupo. Com 06 meses, a base está firme e surgem as figuras intermediárias. Seguramente, após 01 ano assíduo de aulas, a segurança e a criatividade tornam-se prazer na dança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto à questão rítmica, as modalidades mais fáceis, ao contrário do que acreditam os aprendizes, são aquelas mais rápidas e frenéticas, recheadas de giros, como o forró, rock, e o soltinho, onde há mais possibilidade de improviso. Já o bolero, a rumba e o tango, por ter uma marcação mais definida, exigem mais paciência e concentração dos alunos. Quanto mais lenta a música, aumenta o desafio de manter-se em sintonia com o parceiro. &lt;/div&gt;&lt;table border="0" id="table16"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Quando decidiu iniciar um trabalho específico de dança de salão com a população LGBT? &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: teal;"&gt;&lt;br /&gt;
GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Quando em viagem a Buenos Aires, fui convidado à dançar por um senhor que ao final me apresentou a esposa. Neste momento pude perceber que, focalizando em novos objetivos que não a sedução, a busca de um parceiro sexual, a dança pode ser objeto de prazer entre duas pessoas de mesmo sexo. Iniciei então uma pesquisa e participei do &lt;i&gt;&lt;b&gt;1º Festival Internacional de Tango Queer de Buenos Aires&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, em 2007, quando então pude perceber que o mundo está aberto à esta novidade, principalmente a Europa e América do Norte. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Existe uma diferença na abordagem da dança de salão para os casais homo e hétero?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Sim. Em primeiro lugar, a questão social da condução. Homens são condutores naturalmente aceitos e mulheres, como na sociedade, devem ser conduzidas, orientadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando surge um casal homo, em primeiro lugar é preciso definir se há um condutor e um conduzido ou se ambos farão os dois papéis. Acho mais interessante a segunda opção, o que torna o trabalho mais demorado e instigante, uma vez que, a cada novo movimento, ambos terão de aprender as duas possibilidades condutivas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Fale um pouco de seu &lt;b&gt;Projeto Duco et Ducitur&lt;/b&gt; (do latim “conduzo e sou conduzido”), de como surgiu, de seu objetivo. &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;             &lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Surgiu durante a elaboração do Projeto de Especialização em Dança e Consciência Corporal da FMU/SP, quando observei e pontuei práticas sociais de dança em São Paulo e Buenos Aires. Então, percebi a necessidade de ensinar aos casais homo a linguagem social da dança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras iniciativas surgiram por parte de outros profissionais, mas creio que os problemas e o êxito desta atividade está na integração dos casais depois do aprendizado. Eles participam das aulas assiduamente, mas na hora de dançar de fato, em locais apropriados, não se sentem aceitos, impelidos, apoiados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, um puxão de orelha nas meninas que freqüentam o Café Vermont Itaim: há nessa casa uma das pistas mais aconchegantes que já vi. Durante a apresentação das bandas, com hits dançantes, a pista fica vazia. Apenas quando o DJ executa a seleção eletrônica é que a pista ferve. Por que motivo? Desta maneira, vamos sedimentando a idéia de que gay só curte Tecno, Bate-estaca, o que não é verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando observamos os rapazes que freqüentam o ABC Bailão, percebemos que, sob o pretexto da música eletrônica, muitos deles se deixam embalar pela dança a dois durante as seleções de Forró, Bolero, Vanerão, Rock e Samba, oferecidas pela casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;i&gt;&lt;b&gt;Projeto Duco et Ducitur&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, vem possibilitar não apenas uma revisão metodológica do ensino da dança, mas a prática em locais reconhecidos, por meio da inserção destes casais nos espaços tradicionalmente direcionados à dança de salão, ensinando a linguagem corporal da dança contextualizada aos espaços onde ela de fato acontece.&lt;/div&gt;&lt;table border="0" id="table14"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: #e3376b;"&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;             &lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Em outubro deste ano (2008), você inaugurou seu espaço de trabalho Núcleo Criativo Giovane Salmeron em São Paulo. Qual a proposta desse espaço, além da promoção da dança de salão naturalmente?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Oferecer a possibilidade de aprendizado das Danças Sociais sob a perspectiva da Diversidade, ensinando homens e mulheres ambos os papéis condutivos na Dança, estimulando a troca de papéis e o desenvolvimento de novas movimentações baseadas naquelas já tradicionais.&amp;nbsp;Além disso, realizar encontros, workshops, práticas e claro, propiciar a sociabilização dos alunos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Além do trabalho no Núcleo Criativo, que outros projetos você vem desenvolvendo e que pretende encaminhar em 2009?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Como disse, sou &lt;i&gt;Personal Dancer&lt;/i&gt; (profissional contratado para dançar com aqueles que não possuem um par fixo ou querem treinar a linguagem da dança) e à cada dia tenho ampliada a minha gama de clientes e destinos, entre eles Rio de Janeiro, Vitória, Buenos Aires, Capital e interior, além de eventos e navios temáticos voltados ao público dançante. Ainda que apenas 01 deles seja homem, espero que outros parceiros surjam durante a minha trajetória.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2009, pretendo oferecer no Núcleo Criativo, workshops, espaços para discussão sobre diversidade, dança e sociedade, projeção de filmes temáticos, debates e claro, muita prática de dança. Além disso, organizar o 2º Retiro de Dança e Consciência Corporal, repetindo o sucesso da primeira edição em 2007.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, à cada dia estimular mais e mais casais homoafetivos a desenvolver a técnica e o prazer pela dança a dois ou a duas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Você declarou em artigo que os casais de mesmo sexo já vem sendo aceitos com mais naturalidade em espaços de dança de salão convencionais. Poderia citar alguns deles não só em São Paulo como em outras cidades?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Naturalidade é a palavra que utilizei por fazer parte do grupo e ter muita firmeza em impor a minha presença nestes locais. Está claro que, em todos eles, no primeiro momento, há um impacto (muito mais freqüente quando dançam dois homens juntos), mas que, como costumo dizer, dura 05 minutos ou duas músicas (é o tempo que leva para aqueles que estavam no bar ou no banheiro retornar e reiniciar a discussão).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Em São Paulo, locais como as domingueiras do Clube Homs, organizadas pela figura simpática de Nayah, o Havana Club, o Café Vermont Itaim, o ABC Bailão, o União Fraterna, são locais onde já estive e claro, guardadas as proporções, superei os 05 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É difícil, não vou ocultar a verdade. Numa dessas casas, a mais badalada, onerosa e requintada, tentaram nos fazer parar e sair. Conversando com superiores, fomos convidados a permanecer e, infelizmente, a gerência da casa foi substituída. Utilizei-me, em email de agradecimento à Gerência Geral do estabelecimento, da lei Nº 10.948, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2001 e por fim o funcionário foi demitido. Não era a minha intenção, mas de fato, não busco tolerância, busco respeito. Se tiver de ser assim, assim será. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Você conhece outros trabalhos análogos ao seu em outras cidades brasileiras que pudéssemos indicar?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Sei que no nordeste, em especial Bahia, há muitos pesquisadores envolvidos com questões afins, mas não há ainda uma proposta que una pesquisa e metodologia numa única empreitada. Em São Paulo, há academias que se propõe à receber casais homossexuais em condições especiais, porém há sempre a questão de onde dançar depois do aprendizado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A minha busca não está apenas no ensino, está na contextualização. Nós somos o “novo”, a “novidade” há muito tempo. Agora é hora de sermos apenas parte da realidade. Dentre os objetivos do &lt;b&gt;&lt;i&gt;Projeto Duco et Ducitur&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, estão as ações educativas direcionadas aos estabelecimentos voltados às Danças Sociais, para a recepção de casais homoafetivos e troca de papéis condutivos. Planejo para 2009 a distribuição de uma cartilha que versará sobre etiqueta na dança e respeito às paridades diferenciadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto às iniciativas voltadas ao público LGBT, cito o &lt;i&gt;&lt;b&gt;Festival Internacional de Tango Queer&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, que acontece em Buenos Aires durante o segundo semestre (entre novembro e dezembro), que teve a sua segunda edição entre 01 e 07 de dezembro de 2008 e tem gerado uma série de outras ações não apenas na Capital Argentina, mas na Suécia, Austrália, Japão, Canadá, Reino Unido, Holanda e Estados Unidos. No Brasil, (ainda) não há repercussão, devido à resistência dos latino americanos a aderirem ao movimento. Na edição de 2007, apenas 01 latino americano (eu) figurava entre europeus, canadenses, japoneses e americanos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #e3376b;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red; text-align: left;"&gt;UOO:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Por fim, Giovane, deixe uma mensagem para nossas leitoras e leitores. E muito obrigada pela entrevista.&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;             &lt;span style="color: teal;"&gt;GS:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Como mensagem, tenho em mente a imagem do encontro realizado junto a Um Outro Olhar no prédio da Ação Educativa, na Consolação, em 19 de agosto de 2006, quando mulheres de muitas cores, muitos anseios e muitos amores se reuniram para dançar, para extravasar, para viver. Espero encontrá-las em breve, para o despertar de novas possibilidades, de novos desafios e descobertas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Dança, enquanto prática social, nos dá a sensação de pertencimento e estabilidade de que tanto precisamos e merecemos.Pense nisso! Dançar não é o bastante. Tolerar não é o bastante. Amar o próximo, talvez o seja.&amp;nbsp;Um forte abraço!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/71Uidm_qOVw" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/ReZBqwYCwyI" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-6058414604731827700?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=A_3F-y7gM6c:KMOb32CEGiY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=A_3F-y7gM6c:KMOb32CEGiY:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/baila-comigo-danca-de-salao-para-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-YxEJeqy-LjA/TzF5-sBIOJI/AAAAAAAACiQ/mHwhj_VJdco/s72-c/Giovane-Salmeron.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-382146567374334389</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T18:49:57.685-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">história LGBT</category><title>19 de Agosto, Dia das Mulheres Lesbianas no Brasil</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZXubWvadT54/TzGSAOiN42I/AAAAAAAACiY/fh2z7RZnpg4/s1600/Ferros-Bar-a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZXubWvadT54/TzGSAOiN42I/AAAAAAAACiY/fh2z7RZnpg4/s400/Ferros-Bar-a.jpg" width="287" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;São Paulo, 19 de Agosto de 1983, &lt;br /&gt;
primeira manifestação lesbiana do Brasil&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em São Paulo, em 1983, cansadas dos abusos &amp;nbsp;dos donos do bar que frequentavam, chamado Ferro’s Bar, que as impediam de vender seu boletim dirigido às lésbicas, num bar sustentado por lésbicas, mulheres do pioneiro Grupo Ação Lésbica Feminista (1981-1989) fizeram uma demonstração de protesto em frente a esse estabelecimento, no dia  19 de agosto de 1983, com apoio de ativistas gays, feministas e parlamentares do período. Primeira demonstração do gênero no Brasil, foi chamada por publicações lgbt da época de nosso pequeno Stonewall Inn, em referência à revolta homossexual contra a repressão policial em Nova Iorque (28 de junho) que daria origem ao Dia Internacional do Orgulho Gay.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lançada em 2003 pelos grupos &lt;b&gt;Rede de Informação Um Outro Olhar e Associação da Parada LGBT de São Paulo&lt;/b&gt;, como &lt;b&gt;Dia do Orgulho das Lésbicas no Brasil&lt;/b&gt;, teve grande repercussão na imprensa, de um lado, mas contou também com a oposição ferrenha de grupos de lésbicas e gays ligados ao PT (e feministas interessadas em encabestrar o incipiente movimento lésbico brasileiro) que resolveram refundar o movimento LGBT a partir de 2003, criando datas próprias sem muito compromisso com dados históricos, como é característica desse partido e de outros congêneres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar disso, várias pequenas e médias celebrações do evento têm ocorrido desde 2003 não só por sua importância em si mesmo (é a primeira manifestação do gênero no Brasil, além de ter sido protagonizada por mulheres) como também pela necessidade de preservação da memória das lutas sociais autônomas, não atreladas a partidos e projetos de poder autoritários, em nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo, segue vídeo sobre o dia que resume a história&amp;nbsp;da data, com imagens feitas no dia da manifestação pela Folha de São Paulo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/D3kkBUEuJv0" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-382146567374334389?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=uL7Z9YHrOts:vMCziiJLJMk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=uL7Z9YHrOts:vMCziiJLJMk:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/19-de-agosto-dia-das-mulheres-lesbianas.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ZXubWvadT54/TzGSAOiN42I/AAAAAAAACiY/fh2z7RZnpg4/s72-c/Ferros-Bar-a.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-6755108379256209237</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T00:01:00.844-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">união civil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casamento LGBT</category><title>Cai proposição 8 que impedia casamentos LGBT na Califórnia</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XyZawemWfjY/TzGbVLx20wI/AAAAAAAACig/-fnoyvd_uBo/s1600/contraproposi%C3%A7%C3%A3o8.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="http://1.bp.blogspot.com/-XyZawemWfjY/TzGbVLx20wI/AAAAAAAACig/-fnoyvd_uBo/s320/contraproposi%C3%A7%C3%A3o8.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;Diane Olson, à esquerda, e Robin Tyler, à direita, são um dos casais&lt;br /&gt;
que entrou com apelação para derrubar a Proposição 8/AP photo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A famigerada proposição 8 que barrou os casamentos LGBT na Califórnia (EUA), em novembro de 2008, por meio de plebiscito (52% dos californianos a aprovaram), cinco meses após a Suprema Corte do estado ter legalizado as uniões entre pessoas do mesmo sexo, foi considerada inconstitucional por uma corte federal de apelação ontem, dia 07/02/12. Não se sabe, contudo, quando os casamentos serão retomados no estado, pois ainda pode haver outras disputas legais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os casais LGBT que entraram com a apelação, embora a Constituição americana permita que os cidadãos criem leis que considerem desejáveis, torna-se imprescindível no mínimo mostrar uma razão legítima para passar uma lei que tenta tratar pessoas de forma diferenciada perante a lei. Segundo eles, a proposição nem deveria ter sido encaminhada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cerca de 18.000 casais LGBT já tinham casado oficialmente no intervalo entre a aprovação do casamento e sua suspensão pela chamada proposição 8. Como a retomada efetiva dos casamentos não parece estar  num horizonte próximo, já há grupos de ativistas planejando iniciar coleta de assinaturas para novo plebiscito, em novembro, desta feita para repelir de vez a infame Proposição 8, agora combalida mas ainda não nocauteada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com informações da &lt;a href="http://bit.ly/A0kv0j"&gt;NBCNews&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-6755108379256209237?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=vKtuD23BEDk:jwwB32X3XP4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=vKtuD23BEDk:jwwB32X3XP4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/cai-proposicao-8-que-impedia-casamentos.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-XyZawemWfjY/TzGbVLx20wI/AAAAAAAACig/-fnoyvd_uBo/s72-c/contraproposi%C3%A7%C3%A3o8.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-4110417390797411788</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T00:01:00.322-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">horóscopo</category><title>A Sexualidade dos Signos</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kqCiUPA8BWg/Tyvs-bwpysI/AAAAAAAACgc/tP4aQMhsae0/s1600/artwork_images_424658918_327549_guido-argentini.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-kqCiUPA8BWg/Tyvs-bwpysI/AAAAAAAACgc/tP4aQMhsae0/s320/artwork_images_424658918_327549_guido-argentini.jpg" width="301" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Autor(a):&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=854548185983251777&amp;amp;postID=4110417390797411788#Miriam_Julie"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Miriam Julie&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;As características abaixo valem também&amp;nbsp;para o signo ascendente&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;ÁRIES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;21/03 a 20/04&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mulher de Áries encara o sexo como qualquer outra coisa que ela faz na vida: de forma prazerosa, impulsiva e com total envolvimento. Ela dá tudo o que tem e toma tudo que pode conseguir em troca. É aberta a qualquer coisa, mas não pergunta pelo amanhã: a exclusividade sexual não é o seu forte. A Ariana é excepcionalmente apaixonada, sensual e sexual. Romântica, erótica e vaidosa, ela precisa sentir uma enorme segurança com relação a sua parceira sexual. Quando se sente insegura é ciumenta e possessiva. Quando se sente segura, é tão leal quanto qualquer signo estável, embora continue a ser tempestuosamente imprevisível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O segredo sexual da mulher de Áries é que, embora ela goste de ser – e com freqüência seja – dominadora, secretamente espera uma parceira que aprecie e com quem flua a sexualidade realçada pelas mudanças dos extremos da dominação à passividade, um erotismo excepcionalmente vivo e uma necessidade igualmente forte de estimulação mental para acompanhar e incrementar a mudança física. A energia sexual pode ser positiva ou negativa. A Ariana flui com dinamismo,vibração e intensidade, mas quando bloqueada fica dura, arrogante, impaciente, com raiva e finalmente doente. A raiva, o medo e a culpa reprimidos anestesiam a capacidade feminina para o prazer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;TOURO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;21/04 a 20/05&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A mulher de Touro é um ser muito sexual. Pode parecer muito plácida e composta externamente, mas por dentro os ritmos da terra batem forte. Sua natureza sensual supera-se na cama. Ela transforma o ato do amor em uma arte. Jamais faça amor com uma taurina a menos que haja bastante tempo disponível para expressar seu repertório. Apenas beijá-la pode levar algumas pessoas ao orgasmo. Seu toque, ao mesmo tempo amável e terno, excita e acaricia. Se deixar cair as máscaras e as inibições, é capaz de vibrar alto. Quando está com a libido desperta, é insaciável. Entretanto, deseja expressão mútua e não vai se contentar em ficar na expectativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A sexualidade é uma parte importante da vida da Mulher de Touro. Ela se esforça para manter um certo decoro em publico, mas é muito consciente de seus impulsos sexuais e não sente vergonha deles. Com freqüência eles estão associados às suas emoções e para ela é realmente difícil fazer sexo e não se apaixonar. A taurina não busca na cama um jogo de poder. Sua natureza sexual pode ser caracterizada como geralmente direta e não complicada. Ela é levada pelo desejo animal saudável. Deseja o sexo porque ele a faz sentir-se bem e é natural. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;GÊMEOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;21/05 a 20/06&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para compreender a sexualidade da mulher de Gêmeos, deve-se primeiro compreender o trabalho da sua mente. É tão labiríntica quanto o circuito de um computador. É tão ligada à sua complexa natureza interna que parece inseparável da estrutura total de sua vida. Ela é na verdade muito sexual, de uma maneira singular e misteriosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há vários planos para se compreender a complexidade da geminiana, pois ela carrega consigo a busca de sua outra metade. Nesta busca ela passa de amante a amante na esperança de encontrar a ilusória companheira perfeita, aquele “alguém” que pode satisfazer suas fortes necessidades internas de identidade e integralidade. Para a geminiana, a realização sexual só vem com a satisfação mental. Ela está mais interessada no QI do que nos genitais. Ela precisa respeitar o intelecto, caso contrário não conseguirá se satisfazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ela tende a ser nervosa, inquieta e extremamente sensível. O vínculo estreito entre sua sexualidade e o seu intelecto cria uma tendência sexual quase neurótica. Sua busca por uma amante ideal é também a procura por uma companhia intelectual, a metade perdida de si. Apesar de suas constantes conversas,das muitas pessoas que atrai para si e de seus freqüentes e trágicos casos de amor,ela passa a maior parte da sua vida sentindo-se solitária. Procura a companheira perfeita, o par intelectual e emocional que vai salva-la da solidão. Tenta conseguir a libertação emocional de todo o seu ser, não somente a estimulação da sua anatomia sexual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;CÂNCER&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;21/06 a 22/07&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O segredo mais intrigante da mulher de Câncer é que ela é muito mais dominante do que parece. Sua fachada modesta esconde uma tigresa com um repertório sólido e repetitivo. Ela não gosta de ser pressionada, adora ser mimada, elogiada, aconchegada e cortejada, mas quando assume as rédeas, é a sua companheira que tem de capitular. A canceriana tende a manter sua intensa sexualidade dissimulada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não a exibe, emite-a sutilmente pelo ar. A mulher de Câncer especializa-se em sexo com amor e prefere o dinheiro sólido como a base do edifício do amor. Uma transa rápida ou a aventura de uma noite não são o seu estilo. O tipo de sensualidade intensa da canceriana precisa ser despertado, alimentado e fertilizado pela ternura e depois levado a florescer pela paixão. Pode ser necessária uma série de mulheres para despertá-la, e elas precisam entender que a donzela, tímida e delicada precisa ser pouco a pouco introduzida a sua potente libido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A palavra-chave para entender a sexualidade de Câncer é conflito. Ela freqüentemente experimenta o conflito entre seu lado doméstico que busca a segurança, que é apoiado pela sociedade e por sua educação, e sua sensualidade e sexualidade livres e libidinosas. Para a canceriana, a rendição sexual que leva ao êxtase mútuo deve se originar do seu amor por si mesma, por seu próprio corpo e por sua natureza feminina. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;LEÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;23/07 a 22/08&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A mulher de Leão está pronta a ser uma sedutora precoce, uma Lolita com muito mais poder sexual do que ela própria consegue lidar. Sua sexualidade quase nunca floresce inteiramente até bem depois dos vinte anos. Ela pode atuar de maneira muito sexual, mas não sentir com profundidade. Gosta de ser envolvida, mas pode gostar mais ainda de ser admirada, desejada e elogiada. Em geral é boa, porém egoísta; sensível, porém preguiçosa. É contraditória: pode não gostar da vulgaridade, mas sentir-se atraída por mulheres que a obriguem a por de lado suas inibições. A mulher de Leão sente-se à vontade com o sexo e deseja-o combinando com os recursos que o dinheiro pode proporcionar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A leonina tende a se apaixonar muitas vezes e amar raramente. Quando decide amar, sua decisão é quase sempre racional e determinada. Entretanto, uma vez feita a escolha, tende a ser leal e obstinada em relação a ela. A mulher de Leão tende a dramatizar tudo e a ser impulsiva. Um dia pode encarar a mulher por quem está apaixonada como perfeita. No dia seguinte, pode decepcionar-se completamente, enxergando-a sob nova luz estimulada pelas frustradas expectativas românticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em geral, a leonina deseja simplesmente brincar, tocar, abraçar, lamber e experimentar os dois corpos interligados e considera essas preliminares tão excitantes quanto o ato sexual em si. Quando os primeiros movimentos sexuais são realizados e ela se sente segura, tem o potencial para ser excitantemente apaixonada . Pode se surpreender diante da intensidade da sua expressão sexual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;VIRGEM&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;23/08 a 22/09&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;A Mulher de Virgem aprendeu bem demais nossas mensagens culturais sobre sexo. Tende a desenvolver eficiência técnica antes de desenvolver uma alma sexual. Está pronta para ser disciplinada, forte e esclarecida, mas com freqüência é reprimida. Raramente é fácil para ela superar a culpa sexual ou o medo de ser inadequada. Entretanto, a verdade é que, quando Virgem se livrar dos tabus compulsivos, será uma mulher generosa, profundamente leal excitante, com gostos refinados. Liberada, ela tem uma aura sexual potente, um encanto e um frescor cintilantes, um corpo incansável. Quando quer ser sedutora é irresistível. Tem o ar de uma dama séria que promete se transformar em uma deliciosa amante libidinosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As palavras-chave para entender a sexualidade da mulher de Virgem são sofisticação técnica e vínculo emocional . Ela gosta de aperfeiçoar suas habilidades. Tem uma abordagem sistemática e uma mente disciplinada que aplica a todas as tarefas. A virginiana apaixonada é um ser bonito, disciplinado, porém emocional. Tem a fé para sustentá-la e o pragmatismo suficiente para sobreviver. É equilibrada. Tende a ser uma doadora, mas quando está apaixonada, sua receptividade também emerge com plena força. Pode experimentar uma expansão sexual gloriosa e se enxergar como mais feminina que nunca. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;LIBRA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;23/09 a 22/10&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Parece natural que uma mulher sensual e feminina como Libra goste de sexo; é verdade que os sons,os cheiros e os rituais da interação sexual são prazerosos para ela. Mas as preliminares verbais do jogo erótico são essenciais para excitá-la. Ela também é estimulada por um jantar romântico, fantasias eróticas e sexuais. Para se ligar sexualmente, a libriana precisa ser excitada por meio de palavras, carícias, abraços e um ambiente confortável, se não luxuoso. Ela deseja uma parceira sexual ágil, agressiva, alerta e que impressione os outros, que tome a iniciativa e também acompanhe sua criatividade. A companheira desejável deve ter uma vida animada de fantasias eróticas, o dom da conversa e técnicas soberbas que se igualem às dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Libra gosta de ser conquistada, elegantemente galanteada e amada como uma Lady. Gosta de ser persuadida a ir para a cama, pois é em parte uma virgem relutante. Gosta de provocar, pois é sedutora. É uma deusa do amor e da beleza. A libriana cuida da mulher da sua vida, embora não saiba ao certo até onde ir. Reluta em se entregar totalmente, pois em sua mente há sempre um certo medo da dependência. Quer ser mimada e idolatrada. Às vezes deseja o controle absoluto da situação. Teme renunciar a este controle e ser dominada pela paixão. Sente um medo profundo e oculto de sr engolfada pela parceira, embora quase sempre ela própria não tenha consciência desse medo. Abrir-se por inteiro a alguém sexualmente significa correr o risco de ficar emocionalmente vulnerável. E ela teme perder sua identidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;ESCORPIÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;23/10 a 21/11&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;A mulher de Escorpião é uma sedutora com um corpo quente e uma mente fria. Sua mágica comunica a promessa de excitação imediata e permanente, de sexo profundo e muito significativo. Ela pode não ser uma beleza tradicional, mas as vibrações potentes que irradia transmitem dramaticidade, estatura e mistério.A escorpiana intensifica e polariza tudo em sua vida, incluindo o sexo. Sua potência sexual pode ser resumida ou reprimida sob determinadas circunstancias ou liberada em uma sensualidade explosiva e luxuriante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ouvimos falar bem mais de seu apetite insaciável do que de seus problemas sexuais. Mas o fato é que ela pode levar suas inibições sexuais a um extremo. Sofre de uma insegurança oculta e profundamente arraigada, uma necessidade periódica de abstenção sexual, e uma obsessão fundamental com a “purificação”, que pode conduzi-la à masturbação ou à assexualidade.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É uma amante exigente, vigorosa e – vamos enfrentar isso – difícil de satisfazer. É febrilmente excitada, emocional, egoísta, mas muito leal, e mais sensível do que poderíamos suspeitar. Quando a mulher de Escorpião se excita, dificilmente vai querer parar. É como se abrigasse uma eterna chama que a mantém acesa e pronta. E quanto mais excitada ela estiver, mais desinibida e dominante se torna. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;SAGITÁRIO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;22/11 a 21/12&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;A Mulher de Sagitário não é tímida e vai anunciar aos quatro ventos sua sexualidade. Sua movimentação perpétua deriva da necessidade de constante estímulo. Ela raramente se permite apaixonar-se, preferindo liberdade para seguir os ditames do seu olhar errante. A sagitariana tende a ser direta, não vai provocar sua amante com jogos de “afaste-se, chegue mais perto”. Seu interesse sexual freqüentemente é despertado primeiro. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não há necessidade de ir atrás dela, ela sabe quem ela quer e seus sinais são claros. Na verdade, na maioria das vezes ela vai simplesmente lhe dizer. Aprecia o mesmo tipo de atitude direta em sua amante e fazer amor com ela em geral envolve muita conversa erótica. Ela vai preferir que você exponha seus desejos do que tentar ficar imaginando o que você quer. Em troca, vai lhe dizer o que exatamente ela gosta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apesar de todo seu jeito direto e sua energia, ela não deseja grosserias. Considera o sexo uma união de iguais, considera o ato de amor a forma mais elevada de arte. Adora o corpo de sua amada como uma criação gloriosa, e a dignidade do seu amor próprio transforma ambas em deusas. A amante de uma sagitariana é uma pessoa realmente muito afortunada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;CAPRICÓRNIO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: #38761d;"&gt;22/11 a 19/01&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Mulher de Capricórnio em geral é subavaliada sexualmente porque nem todo mundo é astuto o bastante para penetrar em seu comportamento frio e detectar seu âmago delicioso. A capricorniana só floresce totalmente na ocasião certa. E leva tempo para se decidir. Pode ser uma femme fatale com a sabedoria de uma velha senhora e a graça e a ingenuidade de uma jovem inexperiente. É exigente; pode ser ardente ou fria, mas, quando se apaixona, é para valer. O caso do objeto imóvel encontrando uma força irresistível descreve bem a paixão da mulher de Capricórnio. Muitas capricornianas são jovens beldades que esperam se tornar eternas sedutoras. Outras, no entanto, se recusam a cuidar do corpo, engordam e envelhecem prematuramente, negando assim a plena realização do seu potencial sexual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sua sexualidade é uma força de ligação profunda, sólida e intensa. Em geral, acha que o amor e o sexo andam juntos e foram feitos para durar a vida toda. Raramente vai discutir detalhes, mas continua sempre buscando a melhor combinação romântica e financeira. Pode manter segredo de seus anseios sexuais e também ser bastante discreta sobre sua busca de amor. A sexualidade dela precisa ser nutrida por muitas demonstrações de romance, paixão, interesse e cortesia à moda antiga. Tem um medo quase fóbico de depender de alguém. Por isso, quanto mais apaixonada está, mais indiferente pode tentar parecer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;AQUÁRIO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;20/01 a 18/02&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Devido ao seu senso de curiosidade inata e suas atitudes experimentais, a mulher de Aquário tem uma propensão para explorar todos os caminhos da diversão, da realização e do esclarecimento sexual. Ela provavelmente será mais feliz quando a sua vida sexual for uma combinação do tradicional e do futurista. Ela acredita que o cérebo é o órgão sexual mais potente do corpo humano. Vai usar o seu criativamente, se não de modo calculado, para despertar excitações e fantasias ocultas na amante.Por isso, às vezes é mais uma espectadora ou provocadora nas ligações sexuais do que uma participante do mesmo nível. Anseia por aprovação em tudo, e o sexo não é exceção. Se tiver um orgasmo completo, exaustivo e frenético de sua amante, acha que conseguiu o que esperava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Suas atitudes controladas com relação à vida justapõem-se a sua necessidade apaixonada de experimentação. Está disposta a participar de experiências sexuais socialmente anormais, mas insiste em que só participará até os limites que ela estabeleceu para si. Em geral promete mais do que dá. A aquariana tem uma profunda necessidade de se apaixonar totalmente por uma pessoa, ficar perdida de amor e plena de abandono sexual. Na teoria,como ocorre em muitos aspectos da sua vida, é uma amante sincera. Na prática, no entanto, está determinada a não deixar a paixão atingir um ponto avassalador. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;PEIXES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="color: #38761d;"&gt;19/02 a 20/03&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Como seu signo, a sexualidade de Peixes tem dois aspectos. Quando inexperiente, é uma flor delicada cujo perfume atrai pessoas inadequadas. Quando experiente, é uma artista do amor, seletiva e confiante. A mulher de Peixes madura é uma amante sensível, sensual e em geral criativa no controle de seu corpo, capaz de satisfazer tão facilmente a sua parceira quanto satisfaz a si mesma. Pode ser sexualmente liberada ou antiquada e casta. Realiza as fantasias de sua amante e reflete seus humores. Acredita na possibilidade da experiência do amor total e no sexo como uma troca de êxtases. Para a pisciana, é especialmente importante escolher uma amante ou companheira que a complemente e traga à tona sua natureza mais elevada, pois, se não tomar cuidado, pode ser humilhada e diminuída durante suas uniões sexuais. Tem fortes tendências masoquistas e é insegura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É tão intimamente ligada aos humores e necessidades de sua parceira que muitas vezes os confunde com os seus próprios. Para ela, a combinação entre amor total e sexo é uma necessidade premente. Sua luta interna cria uma espiral – quer ascendente, rumo às experiências de clímax no sexo com amor, quer descendente, rumo às profundezas do sadomasoquismo, da exploração, das drogas ou da autonegação. A pisciana tem experiências etéreas, transportes para fora do corpo e experiências eróticas extáticas com a &amp;nbsp;pessoa certa no momento certo. Esta pode ser ou não a sua companheira. O importante é que ela sinta que esta pessoa é uma alma-gêmea, se estiver aberta para isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #741b47; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=854548185983251777&amp;amp;postID=4110417390797411788" name="Miriam_Julie"&gt;Miriam Julie&lt;/a&gt; é astróloga humanista, terapeuta holística, taróloga e numeróloga há 26 anos e mantém,&amp;nbsp;desde 2004,&amp;nbsp;as previsões astrológicas anuais e mensais, entre outras, do site da Um Outro Olhar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Para consultas online ou pedidos de mapa astral, combinação de mapas, previsões, entrar em contato com&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:miriam-zen@umoutroolhar.com.br" style="text-align: justify;" title="mailto:miriam-zen@umoutroolhar.com.br"&gt;miriam-zen@umoutroolhar.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-4110417390797411788?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/sexualidade-dos-signos.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-kqCiUPA8BWg/Tyvs-bwpysI/AAAAAAAACgc/tP4aQMhsae0/s72-c/artwork_images_424658918_327549_guido-argentini.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-1841217213700702689</guid><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-07T00:13:29.414-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>As vinte e uma cidades mais lesbianas dos EUA. E no Brasil?</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4xIEIAiyAr0/TzAn-7TqwDI/AAAAAAAAChY/XNoMfBXGGms/s1600/lesbichitiesca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-4xIEIAiyAr0/TzAn-7TqwDI/AAAAAAAAChY/XNoMfBXGGms/s1600/lesbichitiesca.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Lésbicas de Los Angeles (CA), a terceira cidade mais lesbiana dos EUA&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Baseadas em dados culturais (existência de concertos, livrarias, baladas específicos, faculdades amigáveis) e políticos (cidades/estados que permitem a união civil, o casamento LGBT, têm leis antidiscriminatórias), as editoras do site americano AutoStraddle formularam um guia das cidades mais lesbianas dos EUA.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, no Brasil, com base nos mesmos critérios (relativizando&amp;nbsp;naturalmente) quais seriam as cidades mais lesbianas? Aquelas em que você se sente mais confortável em sua própria pele? Responda nossa enquete, na coluna à direita, que lista algumas cidades para você escolher. Deixe também nos comentários outras sugestões, se as tiver, e explique o porquê!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo as cidades americanas mais &lt;span style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;L&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. Se for visitar os States, já sabe onde ir!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
1. Northampton/Amherst, MA&lt;br /&gt;
2. New York, NY&lt;br /&gt;
3. Los Angeles/West Hollywood, CA&lt;br /&gt;
4. San Francisco/Oakland/Berkeley, CA&lt;br /&gt;
5. Cambridge/Boston/Somerville, MA&lt;br /&gt;
6. Chicago, IL&lt;br /&gt;
7. Seattle, WA&lt;br /&gt;
8. Portland, OR&lt;br /&gt;
9. Washington DC&lt;br /&gt;
10. Austin, TX&lt;br /&gt;
11. San Diego, CA&lt;br /&gt;
12. Madison, WI&lt;br /&gt;
13. Minneapolis/St.Paul, MN&lt;br /&gt;
14. Philadelphia, PA&lt;br /&gt;
15. Ann Arbor, MI&lt;br /&gt;
16. Atlanta, GA&lt;br /&gt;
17. Denver, CO&lt;br /&gt;
18. Houston, TX&lt;br /&gt;
19. Ithaca, NY&lt;br /&gt;
20. Miami/South Beach, FL&lt;br /&gt;
21. Columbus, OH&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-1841217213700702689?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=OB0c7hT9RTk:Bj46SI_Ce5A:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=OB0c7hT9RTk:Bj46SI_Ce5A:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/as-vinte-e-uma-cidades-mais-lesbianas.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-4xIEIAiyAr0/TzAn-7TqwDI/AAAAAAAAChY/XNoMfBXGGms/s72-c/lesbichitiesca.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-4038707573883406976</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-10T10:41:35.116-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">música</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Madonna faz show no intervalo do Super Bowl inspirada em carnaval brasileiro</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3-s-iLuS49M/TzANqt8mg3I/AAAAAAAAChA/1WwgCsZBFUY/s1600/madonna_superbowl0037.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; font-size: 12px; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://4.bp.blogspot.com/-3-s-iLuS49M/TzANqt8mg3I/AAAAAAAAChA/1WwgCsZBFUY/s320/madonna_superbowl0037.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Maddona incompreensível no Super Bowl&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;taghw style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;Madonna é paixão dos gays dos quatro cantos do planeta, mas lésbicas também a apreciam assim como gente de toda e qualquer orientação sexual, gênero, etnia. É indubitavelmente a rainha do pop. Todas as outras cantantes a têm como matriz. Lady Gaga é sua versão bizarra e feia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/taghw&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;taghw style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;Então, quando a diva aparece, registra-se. Entretanto, mesmo rainhas não estão imunes a críticas. A apresentação de Madonna no&lt;/taghw&gt; &lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;intervalo do Super Bowl, a final do futebol americano, neste último domingo (5), parece ter sido inspirada no carnaval brasileiro, só que fora de contexto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;taghw style="background-color: white; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Ela já entra, no palco, de Cleópatra, numa espécie de&amp;nbsp;carro alegórico, puxada por um bando de&amp;nbsp;marmanjos com uniformes "tipo soldado romano" e ataca de&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Vogue&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;. Durante o show, canta seu novo hit &amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/taghw&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ive Me All Your Lovin&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; e outros tantos como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Open Your Heart&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Express Yourself&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, tudo com muita purpurina, coreografias de dançarinos e apresentações de músicos que lembram as passistas e&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;&amp;nbsp;às baterias das escolas de samba.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;&amp;nbsp;Nem a bela &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Like a Prayer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, que entoou em companhia do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;cantor Cee Lo Green, escapou do ar carnavalesco e brega do show da rainha do pop. Quem será que fez o enredo dessa escola de samba? A Lady Gaga? Nem dançar direito a diva dançou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: -webkit-left;"&gt;Abaixo, anyway, o vídeo do show e, à guisa de comparação, &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Like a Prayer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; numa versão antiga. E sintam o drama!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="530" height="299" src="http://www.youtube.com/embed/X3ik_8QjM3U" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/zZ_RBZCo7Yw" width="530"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-4038707573883406976?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=o9wQMGlaaew:JO6yyFHBADw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=o9wQMGlaaew:JO6yyFHBADw:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/madonna-faz-show-no-intervalo-do-super.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-3-s-iLuS49M/TzANqt8mg3I/AAAAAAAAChA/1WwgCsZBFUY/s72-c/madonna_superbowl0037.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-854548185983251777.post-9183391706268144238</guid><pubDate>Sat, 04 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-07T16:19:40.248-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">violência doméstica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direitos</category><title>Igualdade de direitos: Mulher é condenada a 14 anos por matar ex-namorada</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5bCJXFWgBvI/TyxBZm7acTI/AAAAAAAACgo/YCHoquvE7ys/s1600/Atras_das_grades_mulher.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://3.bp.blogspot.com/-5bCJXFWgBvI/TyxBZm7acTI/AAAAAAAACgo/YCHoquvE7ys/s200/Atras_das_grades_mulher.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi condenada ontem (2/2/02), no Pará,&amp;nbsp;a 14 anos de reclusão em regime fechado,&amp;nbsp;Adriana Costa Ribeiro Silveira, 22 anos, pelo assassinato à facada da ex-namorada que, na época do crime, tinha 15 anos de idade. &amp;nbsp;O motivo do crime foi passional. Adriana teria visto a garota namorando um rapaz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O defensor público Alex Noronha alegou que a ré, no momento em que desferiu o golpe de faca, não teria tido intenção de matar, agindo em legítima defesa.&amp;nbsp;Entretanto, segundo o promotor Franklin Prado e o relato de testemunhas, Adriana imobilizou a vítima, e quando ela estava sem defesa, a esfaqueou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria dos jurados da Vara de Violência Contra a Mulher acatou a tese do promotor e condenou Adriana por&amp;nbsp;&amp;nbsp;homicídio qualificado. Fora a detenção, ela ainda terá que indenizar por danos morais a família da vítima em R$ 40 mil, embora o defensor tenha alegado que, por ser feirante, ela não teria condições de pagar tal quantia. Caso seja confirmado que a condenada não tem condições de pagar a indenização, a Justiça confiscará dela bens que possam somar o valor estabelecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-k60KtDtENVs/Ty0zO7wq3UI/AAAAAAAACgw/C1AH5F9hEh0/s1600/lpassional.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-k60KtDtENVs/Ty0zO7wq3UI/AAAAAAAACgw/C1AH5F9hEh0/s320/lpassional.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Foto: Celso Rodrigues/Diário Online)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a juíza Fabíola Urbinati Maroja, que presidiu o júri, o julgamento pode ser considerado uma evolução no reconhecimento dos efeitos da relação homoafetiva no Brasil por ser o primeiro caso de condenação por homicídio entre casais de mulheres no Brasil. Salientou, contudo, que “existem muitos casos de lesão corporal cometidos por mulheres contra suas parceiras sendo acompanhados pela Vara de Violência Contra a Mulher”. Segundo a juíza, a violência doméstica&amp;nbsp;é algo que faz parte da realidade humana, independente do gênero e da orientação sexual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pena que o reconhecimento das relações homoafetivas esteja se dando por essa via e não por uma lei específica sobre o tema.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Com informações de&amp;nbsp;&lt;a href="http://bit.ly/we7IZ9"&gt;Diário do Pará&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resposta à leitora Tamara: De fato, não é nenhuma novidade episódios de mulheres condenadas por matar suas namoradas. Ao contrário dos casos onde o homem é o assassino, lésbicas nunca escaparam da cadeia com a desculpa de defesa da honra ou algo equivalente. Segue um vídeo sobre um desses casos, do R7 Vídeos, em&lt;span style="color: #616161; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;30/03/2011: &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder="0" height="270" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4750e117714a70688dbcabe855e550ae" width="445"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/854548185983251777-9183391706268144238?l=www.umoutroolhar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=H9hKb9WUNbE:FicehHppTb4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?a=H9hKb9WUNbE:FicehHppTb4:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/com/rlaV?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://www.umoutroolhar.com.br/2012/02/igualdade-de-direitos-mulher-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Míriam Martinho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-5bCJXFWgBvI/TyxBZm7acTI/AAAAAAAACgo/YCHoquvE7ys/s72-c/Atras_das_grades_mulher.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>

