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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkYMQH88fCp7ImA9Wx5TE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727</id><updated>2010-07-28T14:29:41.174-03:00</updated><title>#d00dz Finance</title><subtitle type="html">"I, Nicholas Leeson, have lost fifty million quid, IN ONE DAY!!!!" -- Rogue Trader, the movie</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/com/ssTY" /><feedburner:info uri="com/ssty" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;AkAHQ3Y7fSp7ImA9Wx5TEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-7029136618660190389</id><published>2010-07-26T14:55:00.017-03:00</published><updated>2010-07-26T18:12:12.805-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-26T18:12:12.805-03:00</app:edited><title>Novo livro: Ganhando dinheiro com opções</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ZakrNwDOHFE/TE3MQaKK6fI/AAAAAAAAANQ/dJeu4f1lf9o/s1600/icon_livro2.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ZakrNwDOHFE/TE3MQaKK6fI/AAAAAAAAANQ/dJeu4f1lf9o/s400/icon_livro2.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498275302361197042" /&gt;&lt;/a&gt; Um período de férias estendidas no início deste ano acabou resultando em mais um livro sobre opções, &lt;a href="http://novatec.com.br/livros/ganhandodinheiro/"&gt;publicado novamente pela editora Novatec&lt;/a&gt;. É o tal do ócio criativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora haja uma certa sobreposição de conteúdo com &lt;a href="http://novatec.com.br/livros/opcoes/"&gt;o livro anterior&lt;/a&gt;, para que a nova obra faça sentido por si mesma, a abordagem é completamente diferente. Para começo de conversa, todas as fórmulas matemáticas foram "banidas" para um Apêndice. O conhecimento é "almanaquizado"; o leitor obtém respostas rápidas sobre o que operar, quando, e por que. Boa parte desse conhecimento é empírico, obtido por experiência e/ou por simulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "força motriz" deste livro é a mesma do anterior: a necessidade de ferramentas para uso pessoal. Em determinado momento, precisei de informações mais sofisticadas para saber o que fazer no mercado de opções. Não há fórmulas simples para dizer, por exemplo, se uma trava de baixa é uma boa operação no mercado atual. O único jeito de realmente testar uma hipótese é apostando nosso dinheiro nela, mas as simulações permitem pelo menos filtrar fora os cenários flagrantemente ruins. A outra opção é a covardia: evitar qualquer operação mais complicada que venda coberta. E na verdade há muitas ocasiões em que isto é mesmo o melhor a se fazer, conforme as próprias simulações nos mostraram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste esforço, saiu um "pacote" de scripts de simulação, escritos na linguagem Python. Um dos scripts é listado num Apêndice do livro, mais para fins de ilustração, para que os interessados possam ter uma ideia "de onde saíram os números". Esses scripts foram tema de &lt;a href="http://senzala.epx.com.br/2010_03_01_archive.html"&gt;uma série de posts sobre performance no blog Senzala Digital&lt;/a&gt;. A intenção genérica é publicar toda a biblioteca de scripts como software livre. Sendo bem honesto, não fiz isso ainda simplesmente porque os scripts, embora funcionem, não estão nada apresentáveis do ponto de vista de "coding style". Além disso, não estão organizados de uma forma fácil de usar. E arrumar isto toma tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra ferramenta criada nesta mesma balada foi o &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/estudo.php"&gt;estudo gráfico de opções e operações&lt;/a&gt;. O livro usa dezenas de screenshots desta página Web. Neste momento, a página mostra apenas os valores mais atuais de cada opção, mas pretendo a médio prazo disponibilizar o acesso a dados históricos (tive de implementar este recurso para fazer o livro, já que de vez em quando um screenshot precisava ser refeito e obviamente tinha de referir-se aos mesmos dados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos no que eu tenho visto no mercado editorial, inclusive em língua inglesa, tais ferramentas e abordagens têm um grau razoável de ineditismo. É óbvio que não são realmente inéditas; coisas muito mais sofisticadas que estas podem ser encontradas dentro dos bancos, fundos de investimentos etc. mas são segredos guardados a sete chaves. Mas existe um espaço bem grande entre o que fazem os grandes investidores institucionais e o "achismo" normalmente associado ao pequeno investidor. É este espaço que começamos a preencher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há um potencial enorme a ser extraído das simulações. Um belo dia o livro tem de ser "congelado" para revisão, diagramação e lançamento; e as novas ideias que surgem a partir daquele momento ficam de fora. Restam muitas hipóteses e cenários a simular, material bruto que pode dar origem a outros livros, ou muitos posts no blog :) Também há espaço para alguma ferramenta de meta-análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é isso aí. Espero que os leitores gostem :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-7029136618660190389?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c7TLFcuxk8R8kuVPo7qJsJ1lXRw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c7TLFcuxk8R8kuVPo7qJsJ1lXRw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c7TLFcuxk8R8kuVPo7qJsJ1lXRw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c7TLFcuxk8R8kuVPo7qJsJ1lXRw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/VSJRRTYJH_I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/7029136618660190389/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/07/novo-livro-ganhando-dinheiro-com-opcoes.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/7029136618660190389?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/7029136618660190389?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/VSJRRTYJH_I/novo-livro-ganhando-dinheiro-com-opcoes.html" title="Novo livro: Ganhando dinheiro com opções" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ZakrNwDOHFE/TE3MQaKK6fI/AAAAAAAAANQ/dJeu4f1lf9o/s72-c/icon_livro2.gif" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/07/novo-livro-ganhando-dinheiro-com-opcoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QNSXY7eyp7ImA9WxFQFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-3443706867121190059</id><published>2010-05-12T09:47:00.004-03:00</published><updated>2010-05-12T10:03:18.803-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-12T10:03:18.803-03:00</app:edited><title>Gadget HP-12G para Windows 7</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ZakrNwDOHFE/S-qjmiS7xLI/AAAAAAAAAJg/1SzPUFRzDw4/s1600/hp12g.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 305px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ZakrNwDOHFE/S-qjmiS7xLI/AAAAAAAAAJg/1SzPUFRzDw4/s400/hp12g.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470364579831465138" /&gt;&lt;/a&gt; Fazendo um cross-postzinho básico. Conforme anunciei no blog técnico, o emulador da calculadora financeira agora está disponível como &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/hp12g.php"&gt;"Gadget" para Windows 7&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instalação é manual mas muito simples: desempacote o Zip e arraste a pasta para Program Files / Windows Sidebar / Gadgets, que é a pasta onde os demais gadgets ficam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gadget pode ser operado tanto com mouse como teclado. Obviamente via teclado é mais rápido, e todas as "teclas virtuais" da calculadora têm atalhos (embora nem sempre a relação seja óbvia. Por exemplo, o atalho correspondente à tecla FV, é a letra V).  Ainda não incluí instruções de teclado no próprio gadget, mas você pode visitar a &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/hp12c.php"&gt;página do emulador original&lt;/a&gt; que traz instruções em português. Os atalhos de teclado são exatamente os mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é isso aí, agora todo mundo pode calcular mais facilmente quanto perdeu com a crise grega! :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-3443706867121190059?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kYMJoBzxK6h0fL1fjQnbl6WThKg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kYMJoBzxK6h0fL1fjQnbl6WThKg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kYMJoBzxK6h0fL1fjQnbl6WThKg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kYMJoBzxK6h0fL1fjQnbl6WThKg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/OcKxYi1HDqc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/3443706867121190059/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/05/gadget-hp-12g-para-windows-7.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/3443706867121190059?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/3443706867121190059?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/OcKxYi1HDqc/gadget-hp-12g-para-windows-7.html" title="Gadget HP-12G para Windows 7" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ZakrNwDOHFE/S-qjmiS7xLI/AAAAAAAAAJg/1SzPUFRzDw4/s72-c/hp12g.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/05/gadget-hp-12g-para-windows-7.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QBRHg6fSp7ImA9WxBaE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-5319714887213935107</id><published>2010-02-11T00:16:00.017-02:00</published><updated>2010-03-22T20:42:35.615-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-22T20:42:35.615-03:00</app:edited><title>[Pecados do investidor] #4: Antecipar o mercado em vez de surfar a onda</title><content type="html">&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"O mercado pode permanecer irracional por mais tempo do que você pode agüentar sem quebrar"&lt;br /&gt; -- Keynes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por conta da crise do sub-prime, Keynes está novamente em voga, para desespero dos neoliberais e regozijo dos governos de centro-esquerda. Não sou muito fã de Keynes, e se eu fosse, não estaria tentando a sorte na Bolsa, porque Keynes considerava a Bolsa uma mera máquina de votar, e não uma máquina de média ponderada. Mas Keynes conquistou uma vitória póstuma importante em cima dos (neo)liberais: de que os investidores não são autômatos perfeitamente racionais, e o mercado pode desviar consideravelmente da racionalidade, ainda que sempre volte ao normal no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não é coisa nova, já é algo bem conhecido desde o final dos anos 90, quando a fé na racionalidade contínua dos mercados estava no auge, e o fundo Long-Term Capital Management descobriu do jeito difícil (falindo) que na prática a teoria é outra. Note que dois dos sócios do LTCM eram os economistas Merton e Scholes, dois dos três criadores do modelo de Black-Scholes para opções. Black não era sócio também porque já tinha morrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, muita gente enxerga, ou pensa enxergar, uma ineficiência de mercado. De longe o vislumbramento mais comum é que "ação XPTO está desvalorizada, vai bombar". Aí o sujeito compra, e faz um monte de propaganda de XPTO nos fórums especializados para ver se o resto da manada vai com ele. O desfecho é em geral um destes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) XPTO cai ainda mais e o sujeito se acovarda, fica com medo de perder dinheiro, esquecendo completamente da previsão original, e vende tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Se ele tinha armado alguma operação com opções baseadas em XPTO, a operação tem dia para expirar, aí o que ele previu não acontece até esse dia, e ele perde dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paradoxo é que a definição de investir é apostar em determinado cenário no futuro. Ou seja, o investidor tem de acreditar em algo diferente do que o mercado está dizendo neste momento. E aí, como é que faz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o principal erro seja o estabelecimento de um prazo para a visão futura realizar-se. Mesmo que você esteja certo sobre para onde o mercado vai, o fantasma de Keynes impede que possa ser atribuído um prazo para isto acontecer. Em particular as previsões de preço-alvo dos analistas são pura bobagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por este motivo, as operações com opções que dependam de um movimento amplo e específico do mercado para dar lucro, são obviamente desaconselhadas. Já investir em ações é mais fácil, pois pode-se segurá-las até a sua previsão realizar-se... mas aí o medo de perder, a covardia, entram em cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo de perder faz você inverter a visão futura a toda hora. Você compra Petrobrás a 32 porque acha que o preço justo é 37. Aí ela cai a 31.50 e você imediatamente muda de idéia, e aposta na baixa. Aí ela sobre novamente a 32.50 e novamente muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mal acomete em particular quem fica acompanhando o Home Broker o tempo todo. É quase impossível não ser contaminado. Eu sou o primeiro a admitir isso, e mesmo em operações recentes fui vítima da visão-X-de-futuro seguida de um ataque de covardia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor remédio contra isso é olhar o mercado apenas uma vez por dia, ou a cada dois dias. Parece um contra-senso, mas já aconteceu inúmeras vezes de o mercado fazer um movimento brusco durante o dia, que teria me levado ao desespero, só para fechar estável no fim do dia, e permanecer estável no dia seguinte. Se eu estivesse vendo o home broker, teria agido por desespero. Mas estava passeando, não fiz nada, e foi o melhor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é uma pessoa razoável, que sabe avaliar superficialmente a solidez de uma empresa, a relação preço/lucro, os principais números de um balanço, a maior chance é que você escolha empresas boas para investir. Você vai estar escolhendo melhor que a média do mercado, isto é certo. Mas o seu principal inimigo vai ser o medo de perder, que vai fazê-lo acovardar-se da análise inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro erro é ignorar que o mercado tem "ondas". Embora eu não acredite muito em análise técnica, até o mais descrente em gráficos admite que existem picos e vales periódicos no mercado, tanto no intraday, quanto nos preços diários, semanais, etc. O gráfico é um fractal: cada pedacinho tem a mesma aparência genérica do todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se o gráfico diário mostra uma "onda" de baixa, na escala de tempo que você pretende investir, é interessante esperar para ver ela fazer um fundo, para tentar comprar um pouco mais barato. Não há garantias, mas muitas vezes é possível economizar bastante com esta infantil providência. Posso afirmar que muitas vezes deixei de observar isso, tive cobiça, pensei que "vai subir!" e comprei no início de uma onda de baixa, deixando de aproveitar pechinchas 10% ou 20% mais baratas, duas semanas depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, aliado ao pecado da cobiça, o "medo da alta" costuma fazer mais vítimas que o "medo da baixa". É tão comum comprar apenas pelo medo cobiçoso de ficar de fora da Grande Subida....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao menos, operar comprado tem um consolo: poder sentar e esperar. Quem opera com opções, ou quem opera vendendo ações a descoberto, não tem nem isso. Se vender a descoberto e o mercado subir, e o investidor ficar na esperança de que o mercado concordará com ele no curto prazo que "tem que cair", ele pode quebrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, as operações com opções têm de apontar para a "onda", ainda que contrariando a visão de longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tem um detalhe. SEGUIR A ONDA NÃO SIGNIFICA SEGUIR MODISMOS. Uma coisa é bem diferente da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguir um modismo implica em "acreditar", o que não é bom. E em geral quando um modismo chega a seus ouvidos, ele já está apodrecendo. A cada época, determinados papéis da Bolsa estão na moda. Em particular os chamados "micos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é errado eventualmente comprar um papel desses para aproveitar a onda e lucrar com ela. Em particular quando trata-se de empresas sólidas, mesmo que tudo dê errado, o tombo não vai ser tão feio. Por exemplo, Whirlpool (WHRL4) e Eternit (ETER3) eram empresas "da moda" por volta de 2006, 2007. Hoje elas saíram de moda, mas não viraram pó; WHRL4 valia 2.50 em 2007 e agora vale 3.50. Não é um ganho de 100%, mas também não é mau. Eternit valia uns 9, chegou a subir a 17, agora está de volta aos 9, mas pagou muitos dividendos nesse interim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, micos que envolvam empresas em situação falimentar, com patrimônio negativo etc., devem ser tratadas como uma amostra de plutônio. Entrar com o fim exclusivo de surfar a onda, sair o mais rápido possível, e ainda assim estar preparado para perder tudo. Eu nem isso faço, eu tenho medo, admito mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-5319714887213935107?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KAx4z8bMWT68la6fqPrRJBRyt48/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KAx4z8bMWT68la6fqPrRJBRyt48/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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É uma coisa entremeada na nossa mente, ninguém está livre deste sentimento. É mais um daqueles instintos que garantem a sobrevivência da espécie (talvez seja bom um pai investir no filho mesmo que lhe pareça inútil), mas puxam o nosso tapete quando vestimos o chapéu de investidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "sunk cost" impede o investidor de realizar perdas enquanto elas ainda são pequenas. O sentimento emerge, e é racionalizado como esperança. "Amanhã vai subir, tem de subir". Mas continua caindo. E ainda assim resistimos em realizar a perda, pois seria nosso atestado de burrice estampado no extrato da conta da corretora. É melhor deixar como está, pois as ações sempre se recuperam um dia. E o investidor, assim pensando, dorme tranquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se este investidor tinha comprado papéis de boas empresas, realmente é provável que as ações acabem recuperando-se, e um belo dia a carteira do nosso herói entra em território positivo. Aí... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí ele deixa de dormir bem, começa a preocupar-se, com medo de perder aquele lucrinho. E vende tudo. Aí as ações continuam subindo, mas ele consola-se com os bordões aplicáveis: "lucro bom é lucro no bolso"; "sempre realize cedo demais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que a cobiça faça este investidor comprar novamente as mesmas ações, geralmente no pico do mercado, e aí elas começam a cair... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma variante desse padrão de comportamento é o cara que segue o bom conselho de diversificar a carteira. XPTO sobe 1%, e Merposa cai 5%. Aí ele vende XPTO porque "lucro bom é lucro no bolso", enquanto deixa Merposa cair até a metade do valor de compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curiosíssimo como o ser humano pode suportar a adversidade, mas lide mal com o sucesso. E isto faz as pessoas jogarem para empatar, para não perder, em vez de&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; jogar para ganhar&lt;/span&gt;. E nenhum de nós escapa a esta tendência. Atire a primeira pedra quem nunca realizou lucro de 1% (vendo o papel subir mais 9% logo em seguida, sem você) ou segurou uma ação decididamente perdedora na carteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esta é a forma mais segura de nunca ganhar dinheiro, pois expõe o investidor a perdas ilimitadas, enquanto limita os ganhos, fazendo a média geral cair em território negativo. Ouso dizer que é mais danoso realizar lucros cedo demais do que deixar-se anestesiar na baixa; pois se o sujeito simplesmente deixasse a carteira em paz em qualquer situação, seria respeitado como adepto do "buy-and-hold". Mas ele não deixa; tendo sido exposto a quedas de 50%, ele trata de realizar aquele ganho de 4% logo, e se acha esperto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste aspecto, operar opções é muito diferente de operar ações; não se pode buscar consolo no "buy-and-hold", já que as opções expiram. Se houver perdas, elas fatalmente serão realizadas. É muito difícil lidar com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, suponha uma trava de baixa pode trazer lucro máximo de R$ 1000 ou prejuízo máximo de 1000. Pode apostar que a possibilidade de sofrer este prejuízo vai lhe incomodar *muito* mais do que a possibilidade da sua carteira de ações cair 15% amanhã. Talvez você até fique contente se o mercado cair 15%, já que sua trava de baixa sairá no lucro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim, são tudo instâncias do medo de perder. E o medo de perder nos leva a jogar para empatar -- o que é uma grande perda de tempo em se tratando de finanças. Mas jogar para empatar é uma coisa profundamente enraizada no ser humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que as mulheres preferem homens comprometidos e/ou promíscuos porque de alguma forma eles já foram "testados e aprovados". Talvez seja um algoritmo aceitável para achar um bom reprodutor, mas certamente é péssimo para achar um bom marido. Ganha num lado, perde no outro -- é jogar para empatar e receita de infelicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas adivinhe só: nós os investidores, em sua maioria do sexo masculino, fazem a mesmíssima coisa em relação a ações da Bolsa. Compramos quando estão caras e na moda, rejeitamos quando estão baratas e fora de moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sabe o que é mais terrível? Até mesmo os analistas, que deveriam ver mais longe, deixam-se levar igualzinho! Minha corretora dá acesso a determinado site de análise fundamentalista, que estava recomendando compra de Vale e Petrobrás em meados de 2008 (quando estavam no pico), mas desaconselhando-as logo após a grande queda do fim de 2008. Agora que Vale e Petro estão de novo a caminho do topo histórico, a recomendação é novamente de compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, quem segue conselhos de tal analista, compra Vale a R$ 50, vende a R$ 20, e agora recompra a R$ 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu famoso livro "The Intelligent Investor", Benjamin Graham faz uma afirmação que sozinha vale o preço do livro: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;quando a ação cai, seu risco também cai.&lt;/span&gt; É tão óbvio, de uma simplicidade infantil, mas nosso cérebro reptiliano não enxerga isso sem ajuda externa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-4922996021825080866?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9SwxWfBcG3O5It3nu2rlYdBvg-Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9SwxWfBcG3O5It3nu2rlYdBvg-Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9SwxWfBcG3O5It3nu2rlYdBvg-Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9SwxWfBcG3O5It3nu2rlYdBvg-Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/YaaiAEvCbZ0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/4922996021825080866/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/02/pecados-do-investidor-3-jogar-para.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/4922996021825080866?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/4922996021825080866?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/YaaiAEvCbZ0/pecados-do-investidor-3-jogar-para.html" title="[Pecados do investidor] #3: Jogar para empatar em vez de jogar para ganhar" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/02/pecados-do-investidor-3-jogar-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIBQ3wycCp7ImA9WxBVFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-9063486756166735608</id><published>2010-02-11T00:14:00.006-02:00</published><updated>2010-02-17T23:29:12.298-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-17T23:29:12.298-02:00</app:edited><title>[Pecados do investidor] #2: ignorar o poder do medo</title><content type="html">&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Eu tenho medo" &lt;br /&gt;    -- Regina Duarte&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Faz mais ou menos meio ano que fui visitar um túnel ferroviário, junto com minha esposa. Escavado na pedra, 136m em curva, praticamente um ponto turístico da região. Meu plano era percorrê-lo por dentro. Esperei meses pela conjunção de vários fatores: disponibilidade de tempo, dia de sol, avó disposta a cuidar do neto, etc. Fui armado de uma lanterna elétrica safada, mas que me pareceu suficiente, afinal 130 metros parece uma distância minúscula em linha reta; algo como três postes de luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas chegando lá, adentrei um pouco e… remanchei. Era muito mais escuro do que eu esperava, não era possível ver nem uma sugestão de "luz no fim do túnel" (literal) enquanto a outra extremidade ia ficando cada vez menor. De repente, todos os medos plausíveis e implausíveis começaram a pipocar: que a lanterninha ia falhar justo no meio do trecho, sem luz visível de qualquer lado; que o trem passaria e faria picadinho da gente; que a montanha desabasse; que o comprimento do túnel era na verdade muito maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu podia botar a culpa na esposa. Se ela desse uma força talvez a gente tivesse conseguido. Mas, noutro dia... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui visitar uma ponte ferroviária, sozinho. Tencionava atravessar até o o outro lado. Refuguei de novo! Será possível? Medo de altura, medo do trem passar justo naquela hora, medo de ficar preso entre os dormentes… E mais uma paulada no ego. Por duas vezes, fui num lugar de difícil acesso, desejando muito fazer algo, e simplesmente o medo me impediu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que aquela onda de medo subconsciente, animal, irresistível, tomou conta de nós, e não conseguimos prosseguir por conta disso.  Todas as racionalizações são meros pretextos que arrumamos para massagear o ego, para não passarmos por covardes completos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos subestimar nossos sentimentos, e em particular nossos medos; eles podem assumir o controle quando menos se espera; e podem nos levar a fazer coisas idiotas. E por mais que nos preparemos antes, que desejemos atingir um objetivo, ainda assim falhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inúmeros livros e artigos listam os erros e pecados mais comuns dos investidores iniciantes (com a ressalva que tais pecados também são amiúde cometidos por investidores experientes). Todos os inúmeros pecados podem ser condensados em dois sentimentos: MEDO e COBIÇA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo nos impede de jogar para ganhar, enquanto a cobiça nos faz esquecer de controlar risco. Embora cada pessoa possa ser no geral mais "medrosa" ou mais cobiçosa, infelizmente cada um de nós é capaz de ser dominado por medo ou cobiça alternadamente, e geralmente na hora errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha visão, a cobiça é simplesmente uma espécie particular de medo: o medo de ficar para trás, de ser um otário, de não pular no trem da alegria a tempo. É o medo de passar por medroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considere o erro clássico do investidor: comprar no topo e vender no fundo. Absolutamente todo investidor já fez isso. Eu já fiz várias vezes. Ninguém escapa. No topo, você fica com o medo cobiçoso de ficar de fora do papel do momento. No fundo, você sai fora e recusa-se a entrar com o mercado em baixa, pois tem medo de perder tudo, e de ser xingado (ou gozado) pela Dona Encrenca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas e muitas vezes, o investidor faz isso sabendo perfeitamente que está errando. Mas ele deixou-se dominar pelo medo. E  é assim que o ser humano se comporta. Sempre haverá bolhas e pânicos, porque por mais que se saiba que são erros crassos de investimento, o medo e a cobiça são indomáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "psicologia de manada" dos mercados, alternando fases de cobiça com fases de pavor, é universal; mas nós brasileiros temos uma aversão ao risco mais aguda que outras culturas, por fatores que não cabe discutir aqui; o ponto é que esta herança cultural trabalha contra nós. É a síndrome de Regina Duarte. Entre correr riscos para melhorar alguma coisa ou deixar tudo como está, ficamos com a segunda opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, finalmente, todo mundo é machão na conversa com os amigos… ou escrevendo num blog. Não se pode "ensaiar" o medo; é preciso enfrentar as situações na prática para descobrir seu limite, seja tentando atravessar um túnel ou colocando dinheiro em risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que atravessar o túnel não vai prepará-lo para atravessar a ponte, pois claustrofobia não é igual a medo de altura. Da mesma forma, acostumar-se com uma determinada operação não vai prepará-lo para a próxima. Descobri isso não faz muito tempo, ao tentar umas travas de baixa em vez de venda coberta. Embora o risco da trava seja limitado, é um risco diferente, e foi o suficiente para me incomodar. Faço travas menores do que o meu lado racional suportaria, para não ficar com medo o tempo todo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de medo e ansiedade são componentes importantes e úteis da psique. Gente que sempre vai a 12 no truco sem nada na mão, também não dura na Bolsa. É bom e importante sentir medo; só não se pode deixar o medo dominar nossos atos, anestesiando-nos na hora de agir, ou fazendo agir de forma boba.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-9063486756166735608?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gWA2gf963nnk-Dh4GnmaBWQH81U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gWA2gf963nnk-Dh4GnmaBWQH81U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gWA2gf963nnk-Dh4GnmaBWQH81U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gWA2gf963nnk-Dh4GnmaBWQH81U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/3syT8hvoD4k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/9063486756166735608/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/02/pecados-do-investidor-2-ignorar-o-poder.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/9063486756166735608?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/9063486756166735608?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/3syT8hvoD4k/pecados-do-investidor-2-ignorar-o-poder.html" title="[Pecados do investidor] #2: ignorar o poder do medo" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/02/pecados-do-investidor-2-ignorar-o-poder.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4HQHcyeip7ImA9WxBWGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-6113683580730698103</id><published>2010-02-10T20:10:00.011-02:00</published><updated>2010-02-10T21:02:11.992-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-10T21:02:11.992-02:00</app:edited><title>[Pecados do investidor] #1: pretender viver de Bolsa</title><content type="html">Há muito tempo, periódicos em geral lançam mão de uma lista de "sete pecados", "sete erros", "dez perguntas", "dez mitos", enfim, uma quantidade mágica de items a respeito de determinado assunto. É um artifício para encher lingüiça, utilizado quando o redator não tem idéia melhor e a edição precisa fechar, e mesmo assim a maioria das pessoas gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, já que todo mundo faz, também vou fazer a minha lista de pecados do investidor. Com um detalhe: são erros que eu cometi pessoalmente, e às vezes ainda cometo. São meus demônios particulares. É difícil individualizá-los, pois estão todos interligados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, ao assunto. Veja se esta "consulta" lhe soa familiar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Seguinte meu bruxo: tenho 5.000 reais para investir e preciso de uma renda mensal de 3.000 reais. Que operações devo fazer para conseguir isso? Garante que não vou perder o investimento?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente algum amigo, parente, cunhado, colega de forum ou mesmo um completo desconhecido já lhe fez esta pergunta. Já vi isto inúmeras vezes, é até motivo de gozação recorrente dentro da equipe #d00dz.  Mas a verdade é que todo mundo, inclusive eu mesmo, já sonhou em viver de Bolsa. Quem disser que não, é mentiroso e está com vergonha de admitir :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chato é que *existem* formas de conseguir a renda que nosso bruxo deseja. Se o sujeito acertar a mão no daytrade um mês inteiro, comprar opções e o mercado subir, ou fazer uma trava de baixa ITM e o mercado descer, ele consegue o que quer. Só que a chance de perder o capital, em qualquer caso, é de 50% ou mais. O fato dessas "oportunidades" existirem é a causa de muita desgraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engodo é mais sutil, mas igualmente perigoso, quando o sujeito tem mais dinheiro e uma noção básica de que não conseguirá dobrar o capital todo mês. Aí ele tenta extrair 'razoáveis' 5% ao mês de 50 mil. Para atingir esta performance, ainda é preciso correr riscos bastante grandes; e fatalmente o sujeito perde muito dinheiro. Se perder metade e sair da Bolsa injuriado, para nunca mais voltar, ainda pode considerar-se um cara de sorte. Muitos perdem tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cinco problemas aqui. O primeiro e mais óbvio é a exigência de uma performance muito grande. O parâmetro tem de ser a renda fixa. Se um investidor faz o dobro da renda fixa (o que significa 1,5% ao mês, hoje), já é uma boa renda, e é preciso colocar dinheiro em risco para atingí-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo problema é a necessidade premente da renda se concretizar todo santo mês. Como extrair uma renda fixa de um mercado de renda variável? O próprio nome -- renda variável -- evidencia o paradoxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o sujeito precisa fazer uma renda mensal, ele acaba sendo obrigado a fazer qualquer operação e correr riscos desaconselháveis, sem esperar a melhor oportunidade. Mesmo quem "não precisa" extrair renda da Bolsa incorre às vezes neste erro, por sentir-se coagido a não perder da renda fixa. E operar sob pressão é receita para o desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, apesar de tecnicamente toda aposta ter 50% de chance de sair vencedora, a Bolsa parece ter uma predileção sobrenatural em puxar o tapete de quem busca nela uma renda certa. O mais legendário investidor de todos os tempos, Jesse Livermore, menciona em sua biografia um caso interessante a respeito disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contou ele que diversos operadores fizeram uma "aposta": tentar comprar um certo casaco de peles muito caro, com a condição de que o dinheiro teria de ser ganho na Bolsa. Um após o outro, todos falharam no intento. Note que tratava-se de gente experimentada no mercado, com muito dinheiro, e acostumada inclusive a fazer manipulações e trambiques. Quando finalmente um desses investidores decidiu comprar o casaco de qualquer jeito (sem ter ganhado o dinheiro na Bolsa), ele não estava mais na loja, já tinha sido vendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição que Livermore tenta passar é: não se deve pretender tirar um "salário" mensal da Bolsa para fazer frente a despesas e compromissos. O mercado teria uma tendência quase mágica a entornar o caldo de quem faz isso. Ou talvez seja simplesmente a necessidade de operar qualquer coisa, regularmente, sem esperar pelo melhor momento, que cause a derrota. Isto vale mesmo para os mais ricos investidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada de errado em retirar dinheiro da corretora para pagar despesas, se for necessário. Dinheiro é para gastar. Se o capital investido for grande o suficiente, este saque não vai comprometê-lo. Mas é impossível sincronizar retiradas com os ganhos; quem não tem outra fonte de renda, tem de aceitar o risco de ter de fazer retiradas com o mercado no fundo do poço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz o Bastter com muita propriedade: Bolsa remunera capital, não paga salário. E os combustíveis da remuneração são tempo e risco. Sem dar tempo ao tempo e sem correr riscos, não há retorno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também pode-se usar aqui o argumento do "mercado eficiente". Se a Bolsa oferecesse algum mecanismo de geração de renda fixa sem risco, todos os poupadores migrariam para a Bolsa, inundando-a de dinheiro e fazendo-a subir, até o hipotético rendimento empatar com a renda fixa "normal". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No post anterior, mencionamos as operações-taxa, que permitem obter uma renda quase fixa, quase sem risco. Há operações sofisticadas que permitem extrair uma renda "fixa" da Bolsa. Mas quanto mais segura for uma operação, mais a taxa de retorno dela vai aproximar-se da renda fixa convencional, ou da poupança. Certamente uma taxa de 1,5% ao mês não é o que o nosso bruxo com 5000 reais no bolso consideraria um "bom investimento". E se o capital não for muito grande, tais operações sofisticadas podem nem valer a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro problema dos "bruxos" é que eles, paradoxalmente, buscam risco zero, ao mesmo tempo que desejam altíssimo retorno. Em geral porque têm pouco dinheiro, e compreensivelmente não querem perdê-lo. Mas falta a muitos a noção de que risco e retorno andam de mãos dadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto problema é que a necessidade de dinheiro para a vida pessoal é quase sempre um valor fixo mensal, e é impossível casar isto com a natureza variável da renda da Bolsa. Por mais que o sujeito pense "se eu ganhar menos, gastarei menos este mês", ele não vai conseguir fazer isto de verdade (muito menos se tiver família).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E haverá meses em que o rendimento da Bolsa será negativo, e espera-se que o investidor *traga* capital para segurar o que tem. Isto implica em que haja outra fonte de renda, de natureza completamente diferente -- como por exemplo o bom e velho salário de empregado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que todo consultor de finanças que valha o que come, encoraja os investidores a continuar trabalhando em suas profissões "normais". Entre outros motivos, é uma "bóia de salvação" se tudo o mais falhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quinto e último problema da "bruxaria" é que, se uma pessoa chegar a ter capital suficiente na Bolsa para viver apenas disso, a administração desse capital tornar-se-à uma ocupação full-time -- ou pelo menos uma preocupação full-time. Ou seja, o sujeito troca um emprego por outro. Será que é isto que os "bruxos" procuram? Duvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, ser dono da própria quitanda tem suas vantagens. E é onde a maioria de nós quer chegar. Mas não nos iludamos; sossego completo é só na sepultura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-6113683580730698103?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TBvqH5FG5nCUlDNxwPN7iswA314/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TBvqH5FG5nCUlDNxwPN7iswA314/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TBvqH5FG5nCUlDNxwPN7iswA314/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TBvqH5FG5nCUlDNxwPN7iswA314/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/dhE6Jjoi9Yg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/6113683580730698103/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/02/pecados-do-investidor-1-pretender-viver_10.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6113683580730698103?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6113683580730698103?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/dhE6Jjoi9Yg/pecados-do-investidor-1-pretender-viver_10.html" title="[Pecados do investidor] #1: pretender viver de Bolsa" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/02/pecados-do-investidor-1-pretender-viver_10.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUECRX46fyp7ImA9WxBWGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-1594950697973074715</id><published>2010-02-10T19:07:00.012-02:00</published><updated>2010-02-10T19:34:24.017-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-10T19:34:24.017-02:00</app:edited><title>Operações-taxa com opções</title><content type="html">No meu livro, eu tinha mencionado a pouca utilidade de operações como venda coberta e trava de baixa "no dinheiro" (ITM). Elas arrecadam muito dinheiro, mas quase tudo é devolvido no encerramento. Não rendem na alta e não protegem contra fortes baixas. Parecem não servir para nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a diminuição das taxas de juros encarregou-se de provar que eu estava errado. Há sim oportunidades nas operações vendedoras ITM. Vamos considerar um ativo hipotético XPTO4:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor atual (spot): R$ 100&lt;br /&gt;Volatilidade: 25% ao ano&lt;br /&gt;Taxa de juros: 9% ao ano&lt;br /&gt;Vencimento da próxima série de opções: 1 mês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma opção de compra com strike de R$ 95, na situação acima, vale R$ 6,51, dos quais R$ 5,00 são valor intrínseco e R$ 1,51 são valor extrínseco. A venda coberta dessa opção rende, no máximo, R$ 1,51, ou seja, o capital é remunerado em apenas 1,51% ao mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta mesma situação, a venda coberta da opção ATM, com strike de R$ 100, renderia R$ 3,23, mais que o dobro. Por que alguém venderia outra opção que não a ATM?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto é que venda coberta da opção a R$ 95,00 dá muito mais proteção contra quedas. A ação XPTO4 pode cair até R$ 93,49 sem que a operação saia no prejuízo (supondo que seja carregada até o vencimento). Um "stop" em R$ 95,00 garante que, na pior das hipóteses, a operação seja liquidada automaticamente antes de entrar em terreno negativo. Embora o rendimento seja pequeno, o risco também é pequeno. E um rendimento de 1,5% ao mês é o dobro da renda fixa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma operação com esta característica é denominada operação-taxa, pois ela tem um rendimento quase fixo e de baixo risco. Esse rendimento vai ser geralmente modesto, e rivaliza com a renda fixa, não com o índice BOVESPA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que "baixo risco" é muito relativo. Nada impede a ação XPTO4 de cair de 100 para 30 instantaneamente, ou na virada do dia, caso em que um "stop" é completamente inútil. Este "risco de gap" não pode ser eliminado completamente, mas pode ser diminuído pela adoção de um ativo extremamente líquido (Petrobrás, Vale), cujos preços oscilam de forma mais contínua, sem gaps muito grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra possibilidade de (pequena) perda com esta operação, é se o ativo cair rapidamente até o ponto de "stop" logo nos primeiros dias da operação.  Na montagem, gastamos R$ 93,49 (100 - 3.51). Se em seguida o ativo cair para R$ 95, a opção que tínhamos vendido torna-se ATM e seu valor extrínseco aumenta para R$ 3,07.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, gastamos 3,07 para recomprar este papel, mas recebemos 95 ao vender XPTO. Total recebido de volta: R$ 91,93. Como tínhamos gastado 93,49 para montar, o prejuízo foi de R$ 1,56 (exatamente o aumento do valor extrínseco, de 1,51 para 3,07), que representa 1,56% do investimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o pior cenário, quando a queda é justamente a seguir da montagem. Se esta queda em direção ao stop ocorrer mais próximo do vencimento, o valor extrínseco da opção será menor. Considerando o cenário hipotético que estamos usando, o empate ocorre a 8 dias do vencimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar até mesmo este pequeno prejuízo, podemos vender opções ainda mais ITM, e/ou colocar o stop mais acima. Opções mais ITM diminuem o (já magro) rendimento, e o stop mais apertado aumenta a chance da operação ser "violinada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto importante desta operação é que, pelo fato do rendimento ser pouco, é preciso muita atenção com os custos de corretagem. Se a corretora cobrar 0,5% do valor a cada transação, isto roubaria dois terços do rendimento da nossa operação hipotética. Diferente da venda coberta "tradicional", onde o vendedor fica contente se a opção virar pó, a operação-taxa sempre liquida a operação, seja sendo exercido ou por desfazimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas características de pouco rendimento e necessidade de acompanhamento, esta operação exige um operador atento, e um volume de capital grande o suficiente para o aborrecimento valer a pena. Certamente é uma ferramenta interessante para gestores de fundos e grandes carteiras. Também é uma operação "à prova de Dona Encrenca" (*), pois (se acompanhada de perto) é uma operação cujo potencial máximo de perda é bem pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;(*) O fator "Dona Encrenca" é o medo que o operador tem de ser xingado pela esposa ao perder qualquer dinheiro na Bolsa ou aplicação de renda variável. Ou ser vitimado pela irrepreensível lógica de "se você pode perder 4 mil na bolsa, eu posso gastar 4 mil em roupas!".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-1594950697973074715?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fO96XWxhTy0dI0oolyEcrmpZcXU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fO96XWxhTy0dI0oolyEcrmpZcXU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fO96XWxhTy0dI0oolyEcrmpZcXU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fO96XWxhTy0dI0oolyEcrmpZcXU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/BYueTIy6vdU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/1594950697973074715/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/02/operacoes-taxa-com-opcoes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1594950697973074715?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1594950697973074715?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/BYueTIy6vdU/operacoes-taxa-com-opcoes.html" title="Operações-taxa com opções" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/02/operacoes-taxa-com-opcoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYDQns8fip7ImA9WxBWE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-1350609199044310148</id><published>2010-02-05T10:32:00.002-02:00</published><updated>2010-02-05T10:49:33.576-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-05T10:49:33.576-02:00</app:edited><title>TV Bastter e o "Cemitério dos Malandros"</title><content type="html">O Bastter continua evoluindo o esquema dele, com ferramentas cada vez mais profissionais, mas sem perder a característica de pessoalidade. Dentro de um universo onde há quem prometa 30% ao mês de rendimento em mercados que são necessariamente soma-zero (o tal do Forex), o Bastter destaca-se como o mais honesto e didático dentre os consultores de investimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora (ou há algum tempo, mas só vi agora), tem a "TV Bastter" (&lt;a href="http://www.tvbastter.com"&gt;http://www.tvbastter.com&lt;/a&gt;), basicamente uma coleção de vídeos com dicas. (O único senão é o formato do vídeo, WMV; felizmente o Quicktime do Snow Leopard parece suportá-lo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre esses, há a série "Cemitério dos Malandros", com direito a entrada e locutor lembrando filmes do Zé do Caixão.  Cada "filminho B" fala sobre uma armadilha em que investidores iniciantes, aqueles que querem viver de Bolsa (todo mundo já teve esse sonho, é fato) costumam cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altamente recomendado, inclusive para rir um pouco e desestressar da quedona da Bovespa de ontem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-1350609199044310148?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4OC5S3FY7WWGHZBQw4MzGTYEwrA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4OC5S3FY7WWGHZBQw4MzGTYEwrA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4OC5S3FY7WWGHZBQw4MzGTYEwrA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4OC5S3FY7WWGHZBQw4MzGTYEwrA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/lGydeEXmLr0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/1350609199044310148/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2010/02/tv-bastter-e-o-cemiterio-dos-malandros.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1350609199044310148?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1350609199044310148?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/lGydeEXmLr0/tv-bastter-e-o-cemiterio-dos-malandros.html" title="TV Bastter e o &quot;Cemitério dos Malandros&quot;" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2010/02/tv-bastter-e-o-cemiterio-dos-malandros.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQNR3s_eSp7ImA9WxNaGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-8960718491287627063</id><published>2009-12-03T22:14:00.003-02:00</published><updated>2009-12-03T22:43:16.541-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-03T22:43:16.541-02:00</app:edited><title>Mais uma pegadinha estatística</title><content type="html">Brincar com números e estatísticas sempre traz algumas surpresas. Por exemplo, será que um automóvel elétrico valeria a pena? Você acha que sua conta de luz é muito cara?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando por base os preços do meu "ecossistema", a energia elétrica custa R$ 0,50/kWh, o litro de gasolina custa R$ 2,54, e o litro do diesel está mais ou menos R$ 1,90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gasolina possui, sendo otimista, 4.186 x 9000 x 1000 = mais ou menos 36 mega joules (MJ) de energia (sendo otimista porque a gasolina pesa menos que 1 kg por litro, mas estou com preguiça de procurar na Wikipedia). Isto dá um custo de R$ 0,07/MJ. Fazendo a mesma conta para o diesel, o custo por MJ é R$ 0,052, valor que utilizaremos doravante para fazer as comparações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um kilowatt-hora equivale a 3,6MJ de trabalho, o que redunda em R$ 0,14/MJ, o dobro da gasolina e o triplo do diesel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, joule por joule energia elétrica é realmente bem mais cara -- embora seja uma forma de energia muito mais versátil. Certamente você não consegue alimentar seu computador diretamente com óleo diesel. Não sem investir num gerador bastante caro, ao menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, se você comprar um gerador diesel, vai descobrir que o rendimento dele vai ser de no máximo 40%. Sendo extremamente otimista, cada joule de diesel queimado resulta em apenas 0,4 joules de enegia elétrica; o resto vai embora com a fumaça. O custo real da energia que sai do gerador é... R$ 0,175.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, além da despesa com o gerador, o custo da energia já é mais alto que o da conta de luz, sendo que a concessionária de energia gera a eletricidade longe da sua casa, tem toda a despesa com transmissão, sincronismo, redundância, geradores de reserva...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se considerarmos um automóvel a gasolina, a conta fica ainda mais feia. O rendimento de um motor de carro em condições normais de uso é 18%. Isto corresponde a um custo por MJ de R$ 0,39, quase o triplo da energia elétrica. Sim, um carro elétrico seria um bom negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, eu estou considerando que um carro elétrico tem rendimento de 100%, o que não é verdade. O rendimento de um bom motor elétrico é uns 90%, e a carga de uma bateria também tem perdas, de 30% a 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, real por real, o carro elétrico vale a pena. E algumas tecnicalidades permitem um carro elétrico usar motores menos potentes, o que economiza muita energia, restaurando a vantagem inicial de 3:1 que tínhamos projetado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-8960718491287627063?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WDVR5qPgr18pTNXGKzXPx5MM7h0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WDVR5qPgr18pTNXGKzXPx5MM7h0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WDVR5qPgr18pTNXGKzXPx5MM7h0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WDVR5qPgr18pTNXGKzXPx5MM7h0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/cNTDOBxrWIA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/8960718491287627063/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/12/mais-uma-pegadinha-estatistica.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8960718491287627063?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8960718491287627063?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/cNTDOBxrWIA/mais-uma-pegadinha-estatistica.html" title="Mais uma pegadinha estatística" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/12/mais-uma-pegadinha-estatistica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cBQ3g8fip7ImA9WxNaGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-1843728153477226397</id><published>2009-12-03T19:38:00.002-02:00</published><updated>2009-12-03T20:24:12.676-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-03T20:24:12.676-02:00</app:edited><title>Estudo gráfico de operações com opções</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/uploaded_images/Picture-4-777323.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 248px;" src="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/uploaded_images/Picture-4-777318.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Muita gente tem acessado a &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/sorriso.php"&gt;página de volatilidades de opções Bovespa&lt;/a&gt;. Como toda ferramenta útil, ela surge de uma necessidade real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra necessidade que surgiu, em particular com operações que envolvem mais de uma opção, é enxergar o comportamento dela ao longo do tempo. Teoricamente a página citada acima e a calculadora de opções mostram isso -- na forma de uma árida tabela cheia de números. Além disso, é chato ter de inserir números a cada uso de uma calculadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução seria traçar uns gráficos, talvez usando uma planilha Excel, mas eu tenho alergia a esta solução. Os gráficos do &lt;a href="http://novatec.com.br/livros/opcoes/"&gt;meu livro&lt;/a&gt; foram traçados com planilha e eu me arrependo amargamente disso -- sem poder voltar atrás depois que já havia uma centena de gráficos prontos. (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os dados brutos sobre as opções Bovespa já estavam "na mão", graças ao script gerador da página de volatilidades, a solução era traçar gráficos baseados nesses dados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado está aqui: &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/estudo.php"&gt;http://epx.com.br/ctb/estudo.php&lt;/a&gt;. A lista de opções é extraída da mesma fonte da página de volatilidades, atualizada várias vezes por dia (quando o script não quebra, é claro...). Basta escolher as opções e a quantidade relativa de cada uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/uploaded_images/grafico_zoom-755209.png"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 246px;" src="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/uploaded_images/grafico_zoom-755206.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cada curva representa o valor da operação toda num determinado momento. Diversos momentos são traçados, até o vencimento em vermelho. A "mira" do mouse (linhas cruzadas lilás) atualiza o valor numérico na legenda conforme a posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O traço preto vertical bem no meio do gráfico representa o "spot" atual da ação subjacente. Na verdade, como a "largura" do gráfico é calculada em função do "spot", esse traço vertical sempre vai estar no meio, a não ser que haja algum problema sério nos cálculos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva cinza-claro que serpenteia a tela é a probabilidade de exercício de uma opção cujo "strike" seja igual ao valor do eixo X. (É meio difícil interpretar esta curva se não se está acostumado, mas gosto dela e já tinha usado ela no livro.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/uploaded_images/controles_zoom-788916.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 356px; height: 109px;" src="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/uploaded_images/controles_zoom-788914.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;As informações sobre as opções (strike e volatilidade) que aparecem à direita dos combos de escolha vêm da CBLC e dos cálculos de volatilidade, respectivamente. No futuro pretendo disponibilizar uma forma de inserir estes dados manualmente, para que o gráfico possa ser útil em mercados não-BOVESPA, e também no caso do script de atualização "mancar" por algum motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brinquedo está aí, espero que gostem! Notem que o programa ainda pode ter problemas, já que é muito novo e foi pouco usado. Peço a gentileza de reportar problemas, da mesma forma que as pessoas têm feito em relação às outras ferramentas do site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*) Para os sádicos nerds: cheguei a abrir o XML em modo texto para fazer mudanças globais nos estilos dos gráficos, porque eles estavam embutidos no texto do OpenOffice e este não tinha suporte a mudanças globais em elementos embutidos. No fim, para fazer o livro, tive de transformar tudo em imagens JPEG, o que significou muitas vezes renderizar em PDF para não perder os "labels" que eu tinha posto em cima (que pertencem ao texto, não ao gráfico). Uma coisa é certa: gráfico daqui pra frente, só com GNUPlot ou ferramenta que permita geração em lote!&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-1843728153477226397?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wDF1boVP4Pb-ryy96NEfVKRzTsk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wDF1boVP4Pb-ryy96NEfVKRzTsk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wDF1boVP4Pb-ryy96NEfVKRzTsk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wDF1boVP4Pb-ryy96NEfVKRzTsk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/BRP6fij5yyQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/1843728153477226397/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/12/estudo-grafico-de-operacoes-com-opcoes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1843728153477226397?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1843728153477226397?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/BRP6fij5yyQ/estudo-grafico-de-operacoes-com-opcoes.html" title="Estudo gráfico de operações com opções" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/12/estudo-grafico-de-operacoes-com-opcoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8HQn8_cCp7ImA9WxNaGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-6236153259209242704</id><published>2009-12-02T17:26:00.002-02:00</published><updated>2009-12-03T12:33:53.148-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-03T12:33:53.148-02:00</app:edited><title>Taxman movido a jQuery promovido a oficial</title><content type="html">A versão oficial pode ser encontrada na URL de sempre: &lt;a href="http://epx.com.br/taxman/"&gt;http://epx.com.br/taxman/&lt;/a&gt;. A versão antiga, caso interesse por algum motivo, está em &lt;a href="http://epx.com.br/taxman_old/"&gt;http://epx.com.br/taxman_old/&lt;/a&gt;. Enjoy.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-6236153259209242704?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLRex_6QCUpWdd2_EwYOHtFcacg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLRex_6QCUpWdd2_EwYOHtFcacg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLRex_6QCUpWdd2_EwYOHtFcacg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLRex_6QCUpWdd2_EwYOHtFcacg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/8GJ045_zBjs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/6236153259209242704/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/12/taxman-movido-jquery-promovido-oficial.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6236153259209242704?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6236153259209242704?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/8GJ045_zBjs/taxman-movido-jquery-promovido-oficial.html" title="Taxman movido a jQuery promovido a oficial" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/12/taxman-movido-jquery-promovido-oficial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MNSH88fyp7ImA9WxNaEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-375470853714578454</id><published>2009-11-27T02:18:00.012-02:00</published><updated>2009-11-27T03:24:59.177-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-27T03:24:59.177-02:00</app:edited><title>Novidades nos "brinquedos" Web</title><content type="html">Taxman, a calculadora de impostos sobre renda variável, está evoluindo. A versão 2 beta está disponível para testes em &lt;a href="http://epx.com.br/taxman2"&gt;http://epx.com.br/taxman2&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O link antigo &lt;a href="http://epx.com.br/taxman"&gt;http://epx.com.br/taxman&lt;/a&gt; ainda está com a versão 1, estável. Conforme a versão 2 mostrar-se comportada, ela torna-se a versão oficial. Isto deve ocorrer nos próximos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Página de volatilidades novamente no ar&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Há alguns dias atrás, um leitor da &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/sorriso.php"&gt;página de volatilidades de opções&lt;/a&gt; avisou-nos que a página estava com problemas. De fato, o site Bovespa tinha mudado a forma de exportar as cotações via Web, o que quebrou nosso script de atualização automática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Script consertado, tudo está novamente em ordem... até a próxima mudança em alguma fonte de dados :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mudanças no Taxman 2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando a falar do Taxman, a principal mudança da versão 2 é a substituição da biblioteca Dojo pela &lt;a href="http://jquery.com"&gt;jQuery&lt;/a&gt;. Embora o Dojo atenda às necessidades, ele faz o Taxman demorar &lt;span style="font-style:italic;"&gt;muito&lt;/span&gt; para carregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoricamente é possível gerar uma "release" comprimida do Dojo, mas é um esquema muito complicado e simplesmente não funcionou com a última versão (e eu &lt;span style="font-style:italic;"&gt;tinha&lt;/span&gt; de atualizar, devido a um bug com o Firefox 3.5). Pode até ser que foi incompetência minha, mas aborreceu o suficiente para encorajar a busca de uma alternativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o jQuery é tão pequeno e leve, que nem mesmo utilizamos a versão comprimida (a versão original é mais fácil de depurar). Outra coisa a favor do jQuery é que ele está "na modinha", e infelizmente isto faz muita diferença na hora de achar documentação, exemplos e plug-ins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As animações do jQuery comportam-se de forma muito diferente das do Dojo, e não perdemos muito tempo tentando manter exatamente o comportamento anterior; apenas os erros óbvios foram corrigidos. Talvez as animações e transições ainda precisem de algum refinamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-375470853714578454?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H4DkmbaerJrT6VDnsPiCcuFYxTo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H4DkmbaerJrT6VDnsPiCcuFYxTo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H4DkmbaerJrT6VDnsPiCcuFYxTo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H4DkmbaerJrT6VDnsPiCcuFYxTo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/xwOTI12Ooh8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/375470853714578454/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/11/novidades-nos-brinquedos-web.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/375470853714578454?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/375470853714578454?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/xwOTI12Ooh8/novidades-nos-brinquedos-web.html" title="Novidades nos &quot;brinquedos&quot; Web" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/11/novidades-nos-brinquedos-web.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMCRHcyeCp7ImA9WxNUFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-114358814471966523</id><published>2009-11-06T23:25:00.014-02:00</published><updated>2009-11-07T01:27:45.990-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-07T01:27:45.990-02:00</app:edited><title>Mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas</title><content type="html">Estava me lembrando daquele livro, "The Bell Curve", que entre outras coisas afirmava que o QI médio dos negros é 10 pontos abaixo dos brancos, que por sua vez estavam um mesmo tanto abaixo dos asiáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, lembrei-me dele enquanto estava escrevendo meu livro, pois há capítulos que usam muito os conceitos da distribuição normal, média, desvio-padrão, e coisas assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intrigou-me que a população sob uma distribuição normal diminui muito após 3 ou 4 desvios-padrão de distância. Qualquer deslocamento "pequeno" na média joga valores mais distantes na faixa da completa impossibilidade. É precisamente este efeito que permite que coisas do mundo da economia e finanças, como depósito de margens e estoques de reserva em supermercados, funcionem a contento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao caso do QI. Aparentemente, dizer que grupo A tem QI médio 10 pontos abaixo de B, não parece grande coisa. Mas isto significa que o número de superdotados do grupo A é muitíssimo menor que o grupo B. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se bem me lembro, o modelo dos testes de QI pressupõe um desvio-padrão de 16. Para QI médio = 100 no grupo B e QI médio = 90 no grupo A, e 10.000 pessoas em cada grupo, a distribuição normal nos sugere que o grupo B possui 700 superdotados (QI &gt;= 124), dos quais 9 são gênios (QI &gt;= 150). O grupo B possuiria apenas 168 superdotados, dos quais um gênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usei esta calculadora para obter os resultados: &lt;a href="http://stattrek.com/Tables/Normal.aspx"&gt;http://stattrek.com/Tables/Normal.aspx&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À luz de outras afirmações do mesmo livro (estas com mais respaldo), inteligência é o índice mais confiável para determinar o sucesso de uma pessoa, e indiretamente do sucesso de seu grupo social. Isto condena automaticamente o grupo A a um destino bem triste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda se Scott Adams (o autor do Dilbert) estiver certo: apenas os gênios dentre nós podem fazer diferença, o resto só faz número, o que amplifica ainda mais o efeito do deslocamento da média de QI. 10 pontos a menos de QI significam 90% a menos de gênios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem, isto foi a afirmação genérica do The Bell Curve "explodida" em números palpáveis. Mas será que é verdade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível para mim confirmar ou refutar com exatidão, mas fiz de mim para mim um pequeno exercício mental baseado em algumas observações empíricas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Uma pessoa conhece, em média, outras 1000;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* No estado de SC, 8% da população é negra, mas considerando algumas especificidades, posso considerar 5% uma estimativa mais apropriada no meu caso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Isto significa que eu deveria conhecer em torno de 50 pessoas negras, o que me parece ser uma estimativa boa (embora certamente uma estimativa ainda alta);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Dos negros que conheço, posso afirmar que pelo menos 3 são superdotados e 1 deles tem chances de ser gênio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Isto dá uma proporção de 6% de superdotados entre os negros que conheço;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* 6% está mais para 7% (grupo com QI normal) do que para 1,68% (grupo com QI deprimido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Minha amostra, apesar de pequena (50 almas) alcança uma confiança de 85% (1 - raiz de 1/50). A chance de eu ser um "sortudo" e ter pego uma amostra viciada para melhor é de apenas 15%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A chance do The Bell Curve estar correto e minha amostra ter sido tão "sortuda" é bem menor que 15%. Ainda não achei a fórmula inequívoca para estimar esta chance, mas farejo algo em torno de 2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98% de certeza que o The Bell Curve está equivocado. Acabo de "descobrir" o que o resto do mundo já sabia. Candidato ao prêmio IgNobel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente branca por aí talvez ache isso ruim, mas deveria é comemorar. Tem um bilhão de pessoas na China. Já pensou se a média do QI dos asiáticos fosse realmente 10 pontos mais alta? Acabo de salvar o mundo ocidental :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-114358814471966523?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x8jwIf4OiE6_ptomXUbzVyy9f68/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x8jwIf4OiE6_ptomXUbzVyy9f68/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x8jwIf4OiE6_ptomXUbzVyy9f68/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x8jwIf4OiE6_ptomXUbzVyy9f68/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/SjDwPF6WmQM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/114358814471966523/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/11/mentiras-mentiras-deslavadas-e.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/114358814471966523?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/114358814471966523?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/SjDwPF6WmQM/mentiras-mentiras-deslavadas-e.html" title="Mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/11/mentiras-mentiras-deslavadas-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ECRXc6cCp7ImA9WxNUE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-18719190925844293</id><published>2009-11-04T16:25:00.004-02:00</published><updated>2009-11-04T17:07:44.918-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-04T17:07:44.918-02:00</app:edited><title>Efeito sobrevivência (survival bias)</title><content type="html">Um post, em um blog não relacionado a finanças, me inspirou a falar do efeito sobrevivência. Resumindo em poucas palavras, o tal post apregoava que "prudência não vale a pena". Embora eu discorde da afirmação, não é meu objetivo aqui contradizê-la, mas sim falar sobre um problema análogo, o efeito sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um argumento, na verdade um sofisma, que recorrentemente assola os investidores em Bolsa, particularmente os pequenos, é o rendimento dos "micos", aquelas ações de pequenas empresas, ou pouco negociadas em Bolsa, ou de empresas falimentares. O sujeito pega as ações em negociação hoje, analisa o rendimento de cada uma nos últimos anos, e descobre que os micos são, de longe, as mais rentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra variante desse raciocínio é descobrir que diversificar investimentos é uma má idéia. Investir apenas na Bolsa é mais rentável que dividir o dinheiro entre renda variável e renda fixa. E dentro da Bolsa, é muito melhor investir tudo numa única ação do que esparramar o capital em diversos títulos. Quando mais não seja, porque diminui os custos de corretagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de raciocínio tem dois erros. O primeiro é que ele "prevê o passado", ou seja, se eu estou no ano 2009, eu consigo "prever" e simular o que teria acontecido entre 2002 e 2009 para qualquer cenário dado. Isto não significa que eu consiga prever o futuro até 2016. Via de regra a História não se repete, e mesmo padronagens clássicas como bolhas são dificílimas de identificar quando se está "sentado em cima" delas. Só dá pra ver depois que a bolha estoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro erro, mais sutil e que engana muita gente esperta, é o "survival bias", difícil de traduzir, mas vou arriscar vazá-lo em vernáculo como "efeito sobrevivência". Quando você analisa a performance passada dos "micos", de 2009 para trás, só vai achar os títulos de empresas que AINDA existem, ou seja, que sobreviveram. Para cada empresa pequena que existe, há muitas outras que simplesmente viraram pó. E não há como prever hoje quais dos "micos" vão sobreviver e/ou vicejar no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocando de outra forma: você pode investir hoje no Bar da Estrela, ou na General Electric. Teoricamente, o Bar da Estrela tem muito mais potencial de crescimento; daqui a 20 anos ele pode ter virado o StarBucks, enquanto a GE vai continuar sendo a GE, sem ter mudado muito de tamanho. Mas, assim como o Bar da Estrela pode crescer muito, ele também pode falir, e sendo realista, a maior chance é que ele vá falir mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No futuro distante, algum espertinho vai olhar para a Starbucks, e para a GE, e dizer "que tipo de idiota investiria na GE?". Ele não viu que o Bar do Borba, o Bar do Ribamar e o Bar do Zé fecharam nesse meio-tempo, levando as economias de muita gente. O espertinho não vê isso porque Borba, Ribamar e Zé não estão mais listados na Bolsa,e portanto "nunca existiram" do ponto de vista de um observador futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "mito da diversificação" é outro engano do gênero. Olhando para o passado, é fácil enxergar que a diversificação foi sub-ótima em termos de rendimentos, e que alguns investidores imprudentes acabaram muito mais ricos que os prudentes. O que é mais difícil enxergar, é que muitos e muitos outros investidores imprudentes não sobreviveram para contar a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tudo não quer dizer que investimento em "micos" seja, em si, um erro. Mas ele deve acontecer dentro de um contexto de gerenciamento de riscos. Por exemplo, um fundo que invista em 10 ou 20 micos diferentes pode ser interessante. Ou investir um troquinho em um mico, sendo que a perda desse troquinho não seja um problema. Lembrando que, nesses termos, o investimento em micos compete com outras alternativas interessantes, como as opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, a diversificação não deve ser confundida com espalhar dinheiro em 1000 investimentos diferentes cujos ganhos cancelam-se mutuamente. A diversificação excessiva "mata" os rendimentos e não pode eliminar o risco sistêmico. A diversificação ótima é um problema abordado pelas teorias CAPM e Carteiras de Markowitz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-18719190925844293?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7SHZtDyOWRRC5V0kZSgoi0SFB6c/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7SHZtDyOWRRC5V0kZSgoi0SFB6c/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/KxMUoTRjr8I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/18719190925844293/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/11/efeito-sobrevivencia-survival-bias.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/18719190925844293?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/18719190925844293?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/KxMUoTRjr8I/efeito-sobrevivencia-survival-bias.html" title="Efeito sobrevivência (survival bias)" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/11/efeito-sobrevivencia-survival-bias.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UBR30zcSp7ImA9WxNVEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-6027793637655893140</id><published>2009-10-20T15:40:00.003-02:00</published><updated>2009-10-20T15:54:16.389-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-20T15:54:16.389-02:00</app:edited><title>Taxação sobre investimentos externos: bom ou ruim?</title><content type="html">Apesar da gritaria de alguns analistas, a medida do governo é acertada. Pode-se dizer até que foi leniente e tardia, portanto ninguém pode reclamar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) A isenção total de tributos sobre investimentos especulativos estrangeiros é injusta com os investidores locais, bem como com os investidores estrangeiros que imobilizam o investimento aqui. É algo que vem dos turbulentos anos 90, onde era mais importante atrair um punhado de dólares (devido ao deficit comercial) do que fazer justiça tributária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O dólar está muito baixo, artificialmente baixo, e em nenhum lugar do mundo tal situação passaria sem algum tipo de intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) O Brasil está muito atraente a investimentos estrangeiros, o que realimenta o problema 2. É sempre importante lembrar que existem lugares como o Japão onde pode-se conseguir dinheiro a juros nominais de 1% ao ano, ou menos. Tanto assim que o yen é a moeda "padrão" para especulação com moedas, pela possibilidade de obter grandes montantes dessa moeda forte quase de graça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Mesmo um juro de 8,75%, baixo para nossos padrões locais, é uma remuneração gigante para um investimento sem risco, quando se possui fonte mais barata de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) A taxação instituída pelo governo é bastante camarada: 2% de IOF que vão diminuindo conforme o dinheiro "dorme" no Brasil. O investimento "especulativo de longo prazo" não é afetado. Eu teria adotado taxações maiores até, bem como voltaria a cobrar imposto de renda sobre os estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) É uma solução que não cerceia a liberdade do investimento especulativo de ir embora no momento em que quiser. Tais soluções medievais estão fora de moda mas a tentação de todo governo é lançar mão delas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único "investidor" que poderia ficar chateado com esta medida é o que esperava dobrar o capital investindo *agora* na Bolsa e tirando o dinheiro em 20 de dezembro, com a bolsa artificialmente inflada a 120k pontos,  a tempo de comprar os presentes de Natal fabricados na China com o dólar bem baratinho...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-6027793637655893140?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aNi_yJUHb2JLXJhdQNFrYrLn1I4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aNi_yJUHb2JLXJhdQNFrYrLn1I4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aNi_yJUHb2JLXJhdQNFrYrLn1I4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aNi_yJUHb2JLXJhdQNFrYrLn1I4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/cs40qM9ShSw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/6027793637655893140/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/10/taxacao-sobre-investimentos-externos.html#comment-form" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6027793637655893140?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6027793637655893140?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/cs40qM9ShSw/taxacao-sobre-investimentos-externos.html" title="Taxação sobre investimentos externos: bom ou ruim?" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/10/taxacao-sobre-investimentos-externos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUQMR3c5cSp7ImA9WxNQEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-7382736427473351156</id><published>2009-09-18T00:29:00.003-03:00</published><updated>2009-09-18T02:56:26.929-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-09-18T02:56:26.929-03:00</app:edited><title>Os reclamões</title><content type="html">&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ficou moderno o Brasil&lt;br /&gt;ficou moderno o milagre&lt;br /&gt;a água já não vira vinho&lt;br /&gt;vira direto vinagre&lt;br /&gt;-- Cacaso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tipo que não consigo compreender, mas que abunda nos fórums de finanças brasileiros, é o reclamão. A própria participação ativa em forums é algo que não me parece muito produtiva, mas eu já cheguei a ser freqüentador assíduo o suficiente para não me incomodar mais com os reclamões; passaram a fazer parte da paisagem. Talvez até tenha me juntado a eles em algumas discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo perdido o hábito dos fórums, esses dias o Bruder me apareceu com o screenshot de um forum, falando cobras e lagartos do Lula e do pré-sal etc. E a inconveniência disto saltou imediatamente aos olhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem entrar já no mérito da discussão, não faz o menor sentido reclamar que as coisas estão assim ou assado no contexto do investimento em renda variável, já que o mercado proporciona mecanismos para ganhar tanto com boas quanto com más notícias. Se alguém tem uma visão pessimista a respeito de uma empresa, de um setor ou mesmo do País todo, é livre para não investir neles, ou até (se confiar muito no próprio taco) para vendê-los a descoberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de reclamar, a discussão deveria ser algo no estilo "a situação é X: como fazer para lucrar em cima disso?". Mas cá estou eu reclamando da reclamação, o que é igualmente estúpido. É óbvio que quem sabe lucrar em cima das más notícias não está contando vantagem nos fórums, está ocupado ganhando dinheiro. Foi exatamente por isso que parei de freqüentá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cada um que vote com sua carteira naquilo em que acredita. E se você não acredita no voto, até para isto o mercado dá solução: seja um "contrarian investor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Lula é um alvo predileto (apesar da Bolsa ter subido muito durante seu reinado), mas historicamente reclama-se mais contra os "tubarões" e "manipuladores", que por algum motivo diabólico fazem o preço das ações "small caps" cairem assim que a gente as compra :) Todo mundo reclama, mas a galera segue tentando fazer fortuna comprando ações de empresas falimentares... Alguns investidores assumem com bom humor sua condição de não-tubarão e adotam apelidos como "Piaba" ou "Sardinha". Creio que estes já passaram da fase de reclamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em particular sobre o tal do petróleo da camada pré-sal, os investidores não podem se queixar; a PETR4 dobrou de valor desde sua descoberta. Que o dinheiro resultante dessa descoberta será mal distribuído e mal aplicado, disso não resta dúvida, porque é impossível fazer uma distribuição perfeita de algo que "cai do céu" (pense na hipótese de você ganhar um prémio na loteria, achar "injusto" ficar com tudo, e convocar seus parentes para definir uma distribuição "justa" do prêmio -- nunca chegarão a um consenso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto é que, para o investidor, não deveria fazer diferença; o petróleo não foi achado no quintal dele, então é uma questão quase totalmetne ortogonal à vida cotidiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas tradicionais do Brasil já estão diretamente refletidos no mercado acionário; quem participa dele, já declarou implicitamente que aceitou o Brasil como ele é, e pretende lucrar em cima dessa realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que isso não faz os problemas magicamente deixarem de existir. Por exemplo, me incomoda que as duas principais ações brasileiras (PETR4 e VALE5) serem do setor primário, estatais (a Vale é uma quase-estatal para todos os fins práticos) e sem direito a voto. O tal do "custo Brasil" que impede o florescimento de empresas "de verdade" tem como prova anedótica a notória omissão na BOVESPA de nomes fortes privados no estilo Apple, Microsoft, IBM, Pfizer etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim, cabe ao investidor tirar proveito das coisas como elas são. Não sou doido de abrir empresa no Brasil, e não estou tentado a investir em empresas "normais" do mercado acionário brasileiro. O jeito é ficar com Petrobrás e Vale mesmo, em particular porque elas têm mercado de opções razoavelmente líquido. Voto com minha carteira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-7382736427473351156?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mHerQaHDnemoD6mVDK1pBzZu51A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mHerQaHDnemoD6mVDK1pBzZu51A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/eJ4vN_Vf4y0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/7382736427473351156/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/09/os-reclamoes.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/7382736427473351156?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/7382736427473351156?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/eJ4vN_Vf4y0/os-reclamoes.html" title="Os reclamões" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/09/os-reclamoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkECQ30yeSp7ImA9WxJaEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-8391393075242536178</id><published>2009-07-31T22:23:00.003-03:00</published><updated>2009-07-31T22:37:42.391-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-31T22:37:42.391-03:00</app:edited><title>Volatilidades implícitas das opções: breve análise</title><content type="html">As volatilidades implícitas (VI) das opções deram uma baixada considerável, e estão por volta dos 30% ao ano. Isto sinaliza uma "trégua" na Bolsa, quiçá a retomada da subida (que não será rápida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da VALE e da TNLP, a VI está abaixo da volatilidade histórica (VH), mesmo calculando a VH pelo método dos valores extremos. Na PETR, ocorre o contrário, mas com VI e VH muito próximas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A queda da volatilidade reduz os ganhos de operações "vendidas" como venda coberta. Mas a taxa de juros também caiu muito, de modo que ainda está muito longe a situação ocorrida em Abril/08, que o ganho da venda coberta encostou na renda fixa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-8391393075242536178?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nG19sxmoyPJYHtvTfveemAvlAa8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nG19sxmoyPJYHtvTfveemAvlAa8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/Ds081cBk14k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/8391393075242536178/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/07/volatilidades-implicitas-das-opcoes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8391393075242536178?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8391393075242536178?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/Ds081cBk14k/volatilidades-implicitas-das-opcoes.html" title="Volatilidades implícitas das opções: breve análise" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/07/volatilidades-implicitas-das-opcoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0AMQXk_fyp7ImA9WxJaEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-999180654887889279</id><published>2009-07-31T22:06:00.002-03:00</published><updated>2009-07-31T22:23:00.747-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-31T22:23:00.747-03:00</app:edited><title>Mudancas na página de opções e volatilidades</title><content type="html">Na &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/sorriso.php"&gt;página das principais opções Bovespa&lt;/a&gt;, adicionei um recurso há muito sugerido por um leitor do blog: exportação dos dados para a &lt;a href="http://epx.com.br/ctb/bscalc_pt.php"&gt;calculadora Black &amp; Scholes&lt;/a&gt;. Ao lado de cada opção, há um link "-&gt; calculadora" que abre uma nova janela de calculadora já com todos os dados preenchidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, fica mais fácil e interessante "brincar" com a calculadora tendo por base os dados reais (com meia hora de atraso, mas ainda assim reais).  Conforme você clica em diferentes opções, os dados vão sendo atualizados na janela da calculadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem conhece Javascript, sabe que para uma janela poder mexer em dados de outra, as duas têm de ter uma "relação de parentesco" -- no caso, a página das opções abre a calculadora, portanto é a janela-pai. Não adianta abrir primeiro a calculadora e depois a página das opções, que elas não vão se comunicar; uma nova janela de calculadora será aberta assim que se clicar no link. (Ao menos, eu não sei fazer isso de outro modo :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-999180654887889279?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wX04IkJ8JVSkgBt6Xkl_bfJVwAQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wX04IkJ8JVSkgBt6Xkl_bfJVwAQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wX04IkJ8JVSkgBt6Xkl_bfJVwAQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wX04IkJ8JVSkgBt6Xkl_bfJVwAQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/CGgj4cMU3hc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/999180654887889279/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/07/mudancas-na-pagina-de-opcoes-e.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/999180654887889279?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/999180654887889279?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/CGgj4cMU3hc/mudancas-na-pagina-de-opcoes-e.html" title="Mudancas na página de opções e volatilidades" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/07/mudancas-na-pagina-de-opcoes-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMEQXc6eyp7ImA9WxJRE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-1893049167994994135</id><published>2009-05-14T18:50:00.002-03:00</published><updated>2009-05-14T19:33:20.913-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-14T19:33:20.913-03:00</app:edited><title>Mudança de regras na poupança</title><content type="html">É como eu escrevi &lt;a href="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/2007/08/conseguir-poupar-eis-o-problema.html"&gt;neste post de 2007&lt;/a&gt;: poupança sempre foi um investimento imerecidamente marginalizado. Agora chegamos à era dos juros baixos e a poupança tal como a conhecemos vai desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto é perfeitamente esperado e normal; não há nada de "confisco" nas últimas medidas do governo em relação à poupança. É insustentável manter uma aplicação que renda 6% mais inflação ao ano se a taxa-base de juros vai cair para um dígito a qualquer momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, o governo tem seus próprios interesses, do contrário não correria este risco eleitoral logo agora. Toda essa conversa que "os grandes especuladores prejudicam a poupança" é balela. Mais dinheiro na poupança significaria mais dinheiro para financiar habitação, e como disse Jorge Amado, dinheiro não tem cor nem cheiro. O problema da poupança é que o dinheiro tem de ser obrigatoriamente investido em determinados tipos de crédito, entre eles habitação. Já o dinheiro dos fundos de investimento rola a dívida pública federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reforma da poupança acabou saindo "light" e pela metade: apenas depósitos acima de R$ 50 mil vão pagar IR, o IR tem patamares de diminuição se porventura a taxa-base de juros voltar a subir. Isto mantém a poupança como uma excelente alternativa para começar a formar um pé-de-meia. Quem já tem mais que 50 mil certamente achará aplicações melhores para o excedente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O negócio é continuar aproveitando enquanto o resto da reforma da poupança não vem -- o que certamente acontecerá, provavelmente no início do próximo governo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-1893049167994994135?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMjK8B-MUy7H_MFIzfQFOKL2iRg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMjK8B-MUy7H_MFIzfQFOKL2iRg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMjK8B-MUy7H_MFIzfQFOKL2iRg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMjK8B-MUy7H_MFIzfQFOKL2iRg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/xRLMVOo1e30" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/1893049167994994135/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/05/mudanca-de-regras-na-poupanca.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1893049167994994135?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/1893049167994994135?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/xRLMVOo1e30/mudanca-de-regras-na-poupanca.html" title="Mudança de regras na poupança" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/05/mudanca-de-regras-na-poupanca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUNQn84fSp7ImA9WxJSEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-6052384326807982143</id><published>2009-04-29T11:45:00.002-03:00</published><updated>2009-04-29T12:01:33.135-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-29T12:01:33.135-03:00</app:edited><title>Troca de comando no Banco do Brasil</title><content type="html">Na penúltima Revista VEJA, o Mailson da Nóbrega disse que era hora de privatizar o Banco do Brasil, porque, entre outros motivos a recente troca de comando com a intenção de baixar os juros cobrados pelo BB no varejo tinha cheiro de jogada eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu *normalmente* concordaria com o Maílson. Quem sou eu para discordar dele? Além do mais, simpatizo com ele, já o conheci pessoalmente. Mas neste caso acho que ele está errado. Sou mais o que o Peter Lynch prega: ouça a voz das ruas. Explico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início deste ano, eu comentei com meu pai que estava pensando em abrir uma conta no BB. Meu pai tem conta lá há um milhão de anos, gosta do serviço, e tem agências em todo lugar. O BESC foi comprado pelo BB, então isto significa que agora tem agência do BB a uma distância à pé da minha casa. Ademais, acho que o Itaú cobra juros e taxas muito altos, e estava a fim de "votar com minha carteira" a este respeito. Finalmente, quem lê este blog sabe que não ponho fé no futuro a longo prazo dos bancos privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe qual foi a resposta do meu pai? "Fica no Itaú mesmo, o juro do cheque especial do BB tá 1% mais alto que no Itaú. E o Itaú abate tarifas quando você tem investimentos nele, enquanto o BB não..." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei comigo... &lt;span style="font-style:italic;"&gt;what the fuck?&lt;/span&gt; O mundo tá de cabeça pra baixo. Juros maiores no BB que no Itaú, sendo que o BB tem muito mais fontes de dinheiro barato? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, parece-me que a decisão de trocar o comando do BB é totalmente acertada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o BB fará bem em cobrar juros menores que os bancos privados; tendo mais dinheiro barato, faz sentido cobrar menos na outra ponta, e vai lucrar o mesmo que os demais. Não vai ser a hecatombe de inadimplência que alguns estão prevendo; o BB não vai fazer cheque especial a 1% ao mês. Vai cobrar 6, 6,5% onde os demais cobram 7%.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-6052384326807982143?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t8DNcf8UnD5KpNhe2C7bpQdfiwU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t8DNcf8UnD5KpNhe2C7bpQdfiwU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t8DNcf8UnD5KpNhe2C7bpQdfiwU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t8DNcf8UnD5KpNhe2C7bpQdfiwU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/AvQ431ZVp1M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/6052384326807982143/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/04/troca-de-comando-no-banco-do-brasil.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6052384326807982143?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6052384326807982143?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/AvQ431ZVp1M/troca-de-comando-no-banco-do-brasil.html" title="Troca de comando no Banco do Brasil" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/04/troca-de-comando-no-banco-do-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MNSHs5eyp7ImA9WxVaEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-6172515428024462052</id><published>2009-04-06T12:21:00.003-03:00</published><updated>2009-04-06T12:24:59.523-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-06T12:24:59.523-03:00</app:edited><title>Ganho de capital na HP-12C</title><content type="html">O nosso amigo Rossam Souza da Silva, da UEPB, mandou um programa para a HP-12C para facilitar o cálculo de ganhos de capital. &lt;a href="http://epx.com.br/HPBOV.PDF"&gt;O texto do programa, mais explicações, está aqui.&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-6172515428024462052?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/biHjnxJFkTG79WspVK1hdFaLxFw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/biHjnxJFkTG79WspVK1hdFaLxFw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/biHjnxJFkTG79WspVK1hdFaLxFw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/biHjnxJFkTG79WspVK1hdFaLxFw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/38fMGVguV9A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/6172515428024462052/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/04/ganho-de-capital-na-hp-12c.html#comment-form" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6172515428024462052?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/6172515428024462052?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/38fMGVguV9A/ganho-de-capital-na-hp-12c.html" title="Ganho de capital na HP-12C" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/04/ganho-de-capital-na-hp-12c.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEBQXg9fyp7ImA9WxVbFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-8029874409652563826</id><published>2009-04-01T22:13:00.012-03:00</published><updated>2009-04-02T00:40:50.667-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-02T00:40:50.667-03:00</app:edited><title>A crise de energia da Califórnia</title><content type="html">Como dizia minha mãe, "vergonha é roubar e não conseguir carregar". Esta frase condensa lindamente o que aconteceu na crise de energia da Califórnia entre os anos 2000 e 2001. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também existe todo um folclore em torno deste episódio, e diversas informações na consciência do público são falsas ou distorcidas (o artigo da Wikipedia sobre a crise é particularmente ruim.) Assim, é interessante comentar a história. Minha fonte é o livro "The smartest guys in the room", que conta magistralmente a história da Enron e deveria ser lido por todo investidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concessões de serviços públicos são indústrias sonolentas, com receitas praticamente fixas, lucros bons e estáveis. O ponto alto delas é o expertise técnico do produto que distribuem, como energia elétrica e água -- expertise que não se encontra no mercado, a preço nenhum. Financeiramente falando, tais empresas são quase sempre ineficientes e resistentes à mudança; e devido à natureza do serviço prestado, sempre têm muita influência política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 90, a euforia neoliberal mirou nestas indústrias e começou a pressão pela desregulamentação, em particular do setor de energia elétrica. Mas as concessionárias resistiram e colocaram seu lobby em campo, de modo que mesmo nos EUA foi muito difícil conseguir que algum estado desregulamentasse a energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que a Califórnia decidiu fazê-lo. Um estado à frente dos outros, um grande mercado (a Califórnia seria sozinha o sétimo país mais rico do mundo), e muito dependente de energia "importada" de estados vizinhos. Alguns aspectos dessa desregulamentação importantes no entendimento da crise:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A desregulamentação foi feita apenas no mercado a atacado de energia. Os preços ao consumidor continuariam controlados por cinco anos, o que caracteriza uma desregulamentação parcial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Empresas e grandes consumidores estariam sujeitos aos preços de atacado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As distribuidoras de energia não poderiam produzir energia, sendo forçadas a vender suas usinas. (Algo semelhante foi feito no Brasil na mesma época.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Como esperava-se que o preço da energia por atacado cairia muito, esperava-se que as distribuidoras tivessem muito lucro com os preços de venda a varejo controlados. Uma vez que este lucro ultrapassasse um certo volume, os preços a varejo seriam também desregulamentados. Isto chegou a acontecer na cidade de San Diego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As distribuidoras de energia não poderiam comprar energia por meio de contratos de longo prazo com as geradoras; precisariam comprar diariamente sua energia no mercado aberto. A idéia era manter as geradoras em permanente estado de tensão, o que faria baixar os preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O mercado futuro de energia continuava existindo, e qualquer participante poderia comprar, ou vender a descoberto, energia futura. Exceto os destinatários finais, ou seja, as distribuidoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O estado da Califórnia criou uma agência (ISO) para fiscalizar o sistema e, se necessário, fazer compras emergencias de energia para cobrir a demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As regras desse mercado parcialmente desregulamentado eram extremamente intrincadas, de modo a fechar muitas "falhas" através das quais alguém poderia manipular o mercado. Mas o excesso de regras acabou criando falhas novas, embora não óbvias num primeiro momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Enron estava bem posicionada para tirar partido deste processo, pois tinha comprado uma geradora (Portland General) e era a dona do sistema Enron Online, o primeiro pregão eletrônico para gás e energia elétrica. Além disso, possuia uma grande equipe de traders capacitados, que já ganhavam um bom dinheiro especulando nestes mercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início, a desregulamentação funcionou bem; os preços da energia a atacado despencaram. Então começou o pesadelo: os preços de atacado da energia começaram a subir cada vez mais, atingindo por vezes patamares absurdos como US$ 750 o megawatt/hora. (Para se ter uma idéia do absurdo, esta energia equivale a 400 litros de diesel, que custam, hoje, no Brasil, no posto da esquina, apenas US$ 260)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compra de energia em cima da hora, que deveria ser instrumento de pressão em cima das geradoras, acabou virando pressão em cima do lado comprador, ou seja, das distribuidoras e da agência ISO. Ambas tinham a obrigação de fechar a demanda, pagando o que as geradoras estivessem pedindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para agravar ainda mais a situação, de vez em quando uma geradora desligava-se para manutenção, aumentando ainda mais a escassez. Houve momentos em que 25% das geradoras estavam fora do ar. A Califórnia tinha então de "importar" energia de estados vizinhos, porém esta energia de fora não estava sujeita a nenhum limite de preço (nem mesmo o teto de US$ 750/MW imposto para as geradoras californianas quando os preços dispararam pela 1a vez.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência ISO tinha de intervir cada vez mais freqüentemente, comprando energia a preços estratosféricos para manter a grade funcionando, e esta despesa era do Estado da Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a Califórnia tinha uma certa escassez de energia, pensou-se a princípio que a escalada de preços fosse devida a isto. Porém, com o tempo, começou a ficar claro que muito daquilo era manipulação de preços no mercado aberto. Mas como, se as regras eram tão elaboradas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os traders de diversas empresas participantes do mercado, como a Enron, descobriram truques que as regras não impediam, e eram difíceis de detectar. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Agendar propositadamente transmissão de energia por uma linha já ocupada por outras transmissões. A distribuidora contava com aquela energia mas descobria no último minuto que ela não poderia ser entregue. Isto forçava a contratação emergencial de outra linha, o que custava mais caro, remunerando mais o dono da linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Agendar energia gerada na Califórnia para a grade de outro estado, causando escassez local, forçando a compra da energia "importada" para cobrir o furo. Mas no fim das contas, tecnicamente falando, o suprimento era fornecido pela própria geradora local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria destas fraudes não podia ser cometida por um participante isolado no mercado; era necessário o conluio de pelo menos dois. Isto desfaz o mito de que a Enron foi "a grande culpada" pela crise. Todas as grandes empresas de energia descobriram os furos na legislação, trocaram figurinhas e finalmente se coordenaram para manipular o mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, a manipulação do mercado rendia, por si só, pouco dinheiro, e desse butim a Enron ganhou menos que as outras (a campeã foi a Dynergy, ao que se sabe). O dinheiro realmente graúdo foi ganho por aqueles que estavam "comprados", ou seja, apostando que o preço da energia elétrica ia subir. Neste tipo de operação, a Enron ganhou muito: US$ 2,2 bilhões. Este dinheiro foi ganho "honestamente", por assim dizer, mas é verdade também que nunca teria acontecido sem a manipulação de mercado subjacente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos problemas, tanto o governo quanto as empresas prosseguiram defendendo a desregulamentação. Naturalmente, os políticos não queriam admitir tão facilmente que tinham feito uma legislação tão furada, e empresas como Enron e Dynergy possuíam agora o poder do lobby.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as distribuidoras de energia elétrica cobravam tarifas controladas mas tinham de pagar preços exorbitantes no atacado, e não podiam deixar de fornecer o serviço, uma a uma entraram com pedidos de falência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos estertotes, algumas distribuidoras desligavam a energia de um bairro, depois do outro, de forma rotativa, tentando diminuir o consumo total e assim o volume de compra no atacado. Outras pediam para os usuários desligarem até as luzes das árvores de Natal. Como as tarifas ao consumidor continuavam no mesmo patamar, os consumidores não tinham incentivo real para economizar energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em San Diego, a distribuidora local tinha conseguido lucrar o suficiente com o novo esquema a ponto ter os preços ao consumidor liberados. Como resultado, os consumidores daquela cidade começaram a receber contas em média quatro vezes mais altas do que a média histórica. Pequenas empresas começaram a fechar simplesmente por não ter como pagar a conta de luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos EUA, boa parte da energia é gerada por termelétricas, muitas movidas a gás natural. Quase todas as empresas envolvidas com energia elétrica (Enron, Dynergy) começaram na vida como empresas de gás natural. Assim, a manipulação de mercados estendeu-se ao gás natural, fazendo o preço deste subir e encarecendo ainda mais a energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a população começou a ficar cada vez mais irritada e começou a protestar. Demorou, mas os políticos sentiram que a coisa não podia continuar como estava. No início de 2001, um decreto obrigou as geradoras a vender energia por preços tabelados. Em pouco tempo, tudo estava nos eixos novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desregulamentação foi considerada um fracasso. O caso foi discutido de todos os ângulos; alguns afirmaram que a grade de energia elétrica é um sistema monolítico, sobre o qual não faz sentido implementar um mercado livre. Na esteira deste caso, descobriram que o mercado livre de energia em Washington fazia os elétrons ficarem "girando" no anel de linhas em torno da cidade até dissiparem-se na forma de calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma época, começaram os problemas da Enron, devido à sua frágil estrutura de financiamento, baseada na premissa de que suas ações nunca cairiam muito. Mas veio a bolha ponto-com, as ações caíram, e a Enron foi riscada do mapa antes do fim de 2001. A coincidência temporal colou a crise de energia à imagem e a história da Enron, eleita o grande Judas dos californianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POST MORTEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como poderia a Enron falir tão de repente, se ela lucrou 2,2 bilhões de dólares apenas negociando energia, fora o que ganhou negociando gás? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que a Enron "roubou" mas não "carregou": como foi dito, as distribuidoras de energia faliram quase todas... e o crédito da Enron está preso até hoje dentro dos processos de falência e concordata destas empresas. E com o escândalo público da crise de energia, é claro que essas distribuidoras vão tentar anular estas dívidas. Nem os credores da massa falida da Enron vão ver essa grana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra parte desse lucrão foi aniquilado dentro da própria Enron, ainda antes da falência. A Enron tinha uma *segunda* mesa de negociação de energia e gás, separada da mesa principal por conta de uma guerrinha de poder. Esta segunda mesa apostou que a energia ia *cair* de preço! (Não parece uma piada?) Resultado: perdas de US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às empresas que não faliram, como a Dynergy, trataram logo de entrar em acordo com a justiça da Califórnia e devolveram boa parte dos lucros obtidos no mercado de energia, mesmo a parte "honesta", já que a alternativa seria um desgastante e perdido julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no início da crise, e dentro da Enron, muita gente profeticamente criticou as manipulações de mercado feitas pelos traders. A Califórnia tinha de ser o "garoto-propaganda" da desregulamentação; todos os demais estados estavam observando os acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a Enron faliu, os traders de energia a atacado acharam que iam ser contratados a peso de ouro por alguma empresa de energia ou corretora, já que eram o único setor da Enron que dava lucro. Mas isto não aconteceu, e não foi por causa da intervenção estatal no mercado de energia. Os traders, na sua ganância, destruíram o mercado que tinham trabalhado muito para construir, e assim também destruíram seu próprio emprego.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-8029874409652563826?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y3PWyY9E2id_9S8N0MvvOj9Ob44/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y3PWyY9E2id_9S8N0MvvOj9Ob44/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/f5I-sbBxjyk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/8029874409652563826/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/04/crise-de-energia-da-california.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8029874409652563826?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8029874409652563826?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/f5I-sbBxjyk/crise-de-energia-da-california.html" title="A crise de energia da Califórnia" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/04/crise-de-energia-da-california.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAMQX46cSp7ImA9WxVbFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-2449850059259343288</id><published>2009-04-01T22:01:00.004-03:00</published><updated>2009-04-01T22:13:00.019-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-01T22:13:00.019-03:00</app:edited><title>Rapidão: produto = renda</title><content type="html">Esses dias passou uma reportagem sobre o problema do alto custo dos gêneros, paradoxalmente em rincões com baixíssimo poder aquisitivo, notoriamente no interior do Nordeste e no Centro-Oeste. Lugares onde o Bolsa-Família é a principal fonte de renda da população economicamente ativa, mas um litro de gasolina custa 4 reais, e um quilo de tomates custa 7. Como é que pode isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei das aparentemente inúteis aulas de Economia da faculdade, onde o professor falava que produto é sempre igual à renda. Qualquer tentativa de negar esta igualdade é fadada ao fracasso. Não adianta despejar dinheiro de um helicóptero num lugarejo pobre; é preciso estimular que se produza algo ali. Do contrário, a única consequência é a inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando alguém critica o Bolsa-Família por desacompanhado de outras ações, pense duas vezes antes de julgar esse alguém de sem coração, nazista, neoliberal, etc. Renda mínima é bom e eu gosto, porém é preciso que "o cara ao lado" produza alguma coisa para que a renda seja bem gasta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-2449850059259343288?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e8rfiCymaiDMK2Vw2K4wQ4YVz8w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e8rfiCymaiDMK2Vw2K4wQ4YVz8w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/BnxGzIM9-aQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/2449850059259343288/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/04/rapidao-produto-renda.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/2449850059259343288?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/2449850059259343288?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/BnxGzIM9-aQ/rapidao-produto-renda.html" title="Rapidão: produto = renda" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/04/rapidao-produto-renda.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MAQHo9eSp7ImA9WxVUGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-8163603446496401727</id><published>2009-03-23T15:38:00.006-03:00</published><updated>2009-03-23T16:10:41.461-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-23T16:10:41.461-03:00</app:edited><title>Obsolescência dos bancos: 2 minutes to midnight</title><content type="html">Até agora, o que falamos no &lt;a href="http://www.epx.com.br/d00dzfinance/2008/07/obsolescncia-dos-bancos.html"&gt;artigo sobre a obsolescência dos bancos&lt;/a&gt; tem se confirmado. Desde julho do ano passado, diversos bancos e seguradoras quebraram e/ou foram estatizadas no mundo desenvolvido. Bancos sobrevivem de juros, juros são uma coisa em extinção, logo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aspecto que tem me intrigado nesta história toda, é o papel da taxa-base de juros da economia. A taxa-base, aquela que o COPOM altera quase todo mês e todo mundo presta atenção, é simplesmente a taxa que o governo aceita pagar pelo dinheiro que toma emprestado. Como o governo é a entidade mais segura de um país em termos de solvabilidade, todo mundo vai automaticamente pagar um juro maior que este, daí o nome taxa-base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí um dos comentários do artigo mencionado acima foi: e se o governo parar de tomar emprestado, o que acontece com os juros? Na época eu não tive uma resposta convincente para isto; parecia inconcebível um governo não ter dívidas e rolá-las continuamente. Mas, com os juros chegando a zero nos países desenvolvidos, títulos da dívida pública são praticamente a mesma coisa que cédulas de dinheiro (talvez com a diferença que títulos da dívida possam ter valores de face muito maiores, então volta a ser possível carregar um bilhão de dólares numa maletinha 007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também houve um outro comentário, no qual alegou-se que os bancos não iam desaparecer porque é do interesse do governo que permaneçam. De fato, se o governo é um eterno tomador de empréstimos, os bancos são engrenagens essenciais no refinanciamento do governo. Os governos impedem a quebra dos bancos não porque são bonzinhos ou porque querem evitar problemas aos depositantes. É por interesse próprio mesmo. E neste caso o caminho natural é a simbiose -- na forma da estatização dos bancos na medida que eles deixam de ser negócios viáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrário tambem é verdadeiro: os bancos dependem dos governos, ou mais especificamente, da taxa-base de juros que ele paga. O Brasil deve ter os poucos bancos realmente saudáveis que restam no mundo -- porque o governo paga juros altíssimos pela sua dívida. Um belo dia isso vai acabar, como já acabou no mundo desenvolvido, e aí como ficarão os bancos sem esse referencial emburrecedor e sem esse tomador de capacidade infinita onde se pode enfiar todo o dinheiro ocioso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles têm duas opções: voltar aos dias de J. P. Morgan, onde os bancos eram efetivamente os reguladores da economia e o governo era "apenas mais um" tomador de empréstimos, com avaliação de risco pior do que os grandes conglomerados privados. (Até no Brasil, o faturamento do Barão de Mauá era maior do que o orçamento do Império). A outra opção é os bancos minguarem e desaparecerem. Acredito totalmente na segunda alternativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-8163603446496401727?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MWMQf_Z1h7XlXIaapbsscXLvCI4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MWMQf_Z1h7XlXIaapbsscXLvCI4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MWMQf_Z1h7XlXIaapbsscXLvCI4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MWMQf_Z1h7XlXIaapbsscXLvCI4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ssTY/~4/n6-bEWU7p5Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://finance.epx.com.br/feeds/8163603446496401727/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://finance.epx.com.br/2009/03/obsolescencia-dos-bancos-2-minutes-to.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8163603446496401727?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36718727/posts/default/8163603446496401727?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/com/ssTY/~3/n6-bEWU7p5Q/obsolescencia-dos-bancos-2-minutes-to.html" title="Obsolescência dos bancos: 2 minutes to midnight" /><author><name>EPx</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05460659081734761382</uri><email>epx@epx.com.br</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="03562439152362697527" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://finance.epx.com.br/2009/03/obsolescencia-dos-bancos-2-minutes-to.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8HRns_fCp7ImA9WxVWF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36718727.post-2147296418997403920</id><published>2009-02-27T22:50:00.002-03:00</published><updated>2009-02-27T23:07:17.544-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-27T23:07:17.544-03:00</app:edited><title>TaxMan, a calculadora de impostos sobre operações na Bolsa</title><content type="html">Depois de muito tempo sem lançar um "brinquedo" novo, temos novidades: o &lt;a href="http://epx.com.br/taxman"&gt;TaxMan, uma calculadora de impostos sobre operações na Bolsa&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia do aplicativo é facilitar o cálculo de lucros, prejuízos e tributos a pagar sobre um histórico de operações na Bolsa. Por enquanto, operações com ações e opções são diretamente suportadas, embora teoricamente possa-se inserir operações com qualquer outro ativo. Basta inserir as operações e dar uma olhada nas demais páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A página "processamento" mostra os lançamentos com as anotações do sistema. É onde aparecem os tributos a pagar. Já a "posição atual" mostra  quantidade de cada papel que você possui hoje, de acordo com o que o sistema deduziu a partir das operações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TaxMan prevê daytrading (e a taxa de 20%), a isenção para vendas de ações até 20 mil no mês, etc. O software ainda está em teste, então podem haver problemas, e pedimos que qualquer problema encontrado seja reportado a nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada é transmitido via Internet. Todos os cálculos bem como o armazenamento são feitos localmente. Assim não há o que temer a respeito da privacidade e segurança das informações financeiras. Na verdade, se você perder sua pasta de usuário ou trocar de browser, vai perder o que digitou. Para evitar isto, você deve salvar uma cópia de vez em quando num arquivo-texto, usando o link "salvar cópia".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36718727-2147296418997403920?l=finance.epx.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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