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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.cristianismohoje.com.br/materia.php?k=863" target="_blank"&gt;via Cristianismo Hoje&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8XujAzXPP6c/T-yQBFuz1AI/AAAAAAAAB1I/zBbosADbAtg/s1600/560x420_mesinha-com-biblia-e-um-bom-vinho-2a2a3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-8XujAzXPP6c/T-yQBFuz1AI/AAAAAAAAB1I/zBbosADbAtg/s320/560x420_mesinha-com-biblia-e-um-bom-vinho-2a2a3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 16px;"&gt;Você, leitor cristão, imagine-se na seguinte situação: depois de uma abençoada reunião de oração e estudo da Palavra de Deus, é hora daquela gostosa comunhão regada a comes e bebes. Ato contínuo, o dono da casa abre uma garrafa de vinho e oferece a bebida aos presentes. Se você acha que se sentiria constrangido e inseguro entre aceitar e ser criticado pelos outros ou recusar e perceber, meio sem graça, que todos provaram da bebida, saiba que não está sozinho. A maioria dos evangélicos já passou por situação semelhante, se não na casa de irmãos na fé, no ambiente de trabalho ou no lazer com amigos. Consumir álcool, para os crentes brasileiros, é mesmo como um tabu, e até aqueles que são membros de denominações ou grupos cristãos mais liberais em relação ao assunto têm certa preocupação em serem vistos com o copo na mão.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que a maioria dos evangélicos brasileiros desconhece é que esta visão estigmatizada acerca do álcool é coisa muito recente na história da Igreja. Ao longo de quase 2 mil anos de cristandade, prevaleceu a noção de que a bebida, em si, é neutra, uma dádiva do Senhor que traz alegria – sendo o seu consumo excessivo, ou embriaguez, esta sim, pecaminosa. De fato, muitos crentes se escandalizariam ao descobrir que, na galeria dos heróis da fé protestante, homens e mulheres de Deus consumiam bebida alcoólica, e ficariam surpresos por saber que certos segmentos da Igreja, em nome do abstencionismo, alteraram até mesmo um dos ritos mais importantes, ao lado do batismo: a celebração da eucaristia. O detalhe é que o vinho é mencionado reiteradamente nas Escrituras, tanto no sentido literal como por expressão poética. E o produto da uva era parte fundamental da cultura, da religiosidade e da economia do povo hebreu, desde sua origem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em relação ao álcool, os cristãos se dividem basicamente em três correntes: os abstêmios, que optam por beber eventualmente, mas não combatem quem pensa diferente; os temperantes – ou moderacionistas, que assumem beber em determinadas circunstâncias e com moderação –; e os proibicionistas, que advogam a condenação total ao ato de beber álcool. Por aí, já se tem uma noção do tamanho do problema. Com ascendência religiosa ligada ao arminianismo das tradições batistas do sul dos Estados Unidos e ao pentecostalismo clássico, o movimento evangélico brasileiro tende historicamente à rejeição total ao álcool, posição que, no entanto, tem tantas motivações culturais quanto espirituais. E a prática evangelística dominante no país, muito pautada na oposição ao catolicismo, faz com que a maioria dos evangélicos brasileiros se surpreenda ao descobrir diferenças culturais marcantes entre eles e os cristãos de outros povos, em especial os europeus. De fato, na Europa, até mesmo os pentecostais não costumam ter qualquer pudor diante de um canecão de vinho ou de uma reluzente tulipa de cerveja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;“Depois de ter vivido em diversos países, tenho percebido que a questão da bebida está mesmo muito ligada à cultura dos missionários que chegaram a cada região”, confirma o bispo Josep Rossello Ferrer, moderador da Igreja Anglicana Reformada no Brasil. No Velho Mundo, os cristãos veem o ato de beber com maior normalidade que os americanos, por exemplo – por isso, muitas práticas na Igreja brasileira de hoje são frutos de ideias religiosas oriundas dos Estados Unidos, o que explica porque as denominações surgidas do esforço missionário americano do século 19 (batistas e presbiterianos, por exemplo), guardem em sua memória a visão abstencionista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Líder de uma comunidade anglicana em Pindamonhangaba (SP), Ferrer, que é espanhol, observa que sua organização religiosa não tem uma posição oficial sobre o assunto. “Entendemos que a decisão de beber ou não é uma questão de liberdade cristã. Alguns irmãos podem usar álcool sem nenhum problema de consciência, enquanto outros entendem que isso seria pecado”. Por isso, o sacerdote faz questão de não tratar o assunto como dogma. “Não se pode afirmar que a Bíblia condena a bebida. Encontramos nas Escrituras avisos claros contra o estado de embriaguez, que leva à perda do controle dos sentidos, mas não vemos nenhuma restrição ao consumo moderado.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;MODERAÇÃO SEM CONDENAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tal visão encontra reflexo na opinião de muitos crentes. Para o fotógrafo e missionário Eduardo Ferreira, 39 anos, de tradição batista (é neto de pastor) e hoje ligado à Igreja Bola de Neve, o episódio bíblico em que Cristo transforma água em vinho é emblemático: “Acho que havia uma lição extra ali”. Recentemente retornado do Havaí (EUA), onde praticava surfe e liderava uma célula de crentes, ele observa que a questão cultural não pode mesmo ser deixada de lado na análise da questão, mas recomenda cuidado. “No exterior, convivi muito com cristãos que consumiam álcool com moderação, da mesma maneira como presenciei pessoas estragando suas vidas com bebida”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Duda, como é conhecido, o potencial destrutivo do álcool explica porque mesmo o uso moderado do vinho seja um escândalo para crentes brasileiros. “O choque cultural é real. Lembro-me de ter recebido, na minha célula aqui no Brasil, um casal francês que trouxe uma garrafa de vinho para a Ceia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Houve constrangimento entre os presentes. Eu acho que não faria qualquer diferença, mas, naquele contexto, o incômodo dos irmãos foi, por si só, razão para manter a garrafa fechada.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“O tema sempre será delicado, e por isso devemos tratá-lo biblicamente, mas nunca na base do ‘pode ou não pode’”, opina, por sua vez, Hernandes Dias Lopes, pastor e escritor de confissão presbiteriana. “Este é um caminho que pode construir uma ética farisaica e uma espiritualidade rasa”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Hernandes, há uma dificuldade bíblica de se fazer uma defesa radical pela abstinência, de maneira que a questão deve ser ponderada. Ele lembra que a ética cristã não se baseia somente no direito ou na consciência de cada um, mas no direito do outro e no amor ao próximo. “Dessa maneira, não se pode fechar os olhos para a realidade de tantas tragédias pessoais decorrentes da bebida e das perspectivas da juventude brasileira, que está sendo consumida pelo álcool”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hernandes alerta que as igrejas nem precisam olhar para fora para constatar a imprudência no consumo do álcool, mas atentar para a secularização vista nas congregações hoje: “Tenho ido a casamentos de crentes a cujas cerimônias seguem-se festas suntuosas regadas a todo tipo de bebida. O que se passa é que, no fim da festa, até mesmos cristãos são vistos saindo desses repastos com as pernas bambas”. Se beber pouco ou muito é motivo de escândalo para um irmão, acrescenta Hernandes, “então eu devo abster-me de beber”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Princípio, segundo ele, que deve nortear de resto qualquer atitude do crente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pensar que o álcool é intricadamente ruim é atribuir mal a Deus, que o fez”, avalia o pastor episcopal Carlos Moreira, 46 anos, de Recife (PE). “Deus é santo, e em Salmos 104.15 aprendemos que ele fez o vinho, que alegra o coração do homem, assim como o azeite que faz reluzir o seu rosto e o pão, que lhe fortalece”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Defensor da moderação, Moreira conta que certa vez foi flagrado por um membro de sua paróquia enquanto consumia cerveja em um restaurante. “Com tom condenatório, aquela pessoa perguntou-me como eu podia estar bebendo”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;resposta, simples e até bem humorada – “Minha irmã, não quero e nem posso ser melhor do que Jesus” –, sintetiza a preocupação do pastor com o legalismo. “O legalista não está satisfeito com os padrões da justiça de Deus. Ele arrogantemente pensa que pode fazer melhor que o Senhor – legisla ele mesmo, segundo as suas próprias aspirações religiosas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim, proíbe o que Deus permite e, como resultado, muitas vezes permite que Deus proíbe.”&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Carlos Moreira reconhece a gravidade do problema do alcoolismo e afirma que nenhum cristão, em sã consciência, deve oferecer motivo de tropeço a um irmão sob o jugo desta doença. “Contudo”, pondera, “essa lógica de que devemos eliminar alguma coisa por completo de nossas vidas porque há quem abuse da liberdade de usá-la não me parece uma atitude compatível com a nossa liberdade cristã, e nem com o exercício de maturidade que esta envolve”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O pastor lembra que o reformador Martinho Lutero resumiu esta perversão que força uma religiosidade vazia com um comentário provocativo: “Ora, os homens são levados ao erro por conta de mulheres e bebidas. Deveríamos nós abolir as mulheres?”, cita. Para Moreira, a ética cristã não possibilita que se traga escândalo ao irmão, o que é um conceito aplicável a situações específicas – “Caso de um crente novo na fé, por exemplo” –, não uma regra geral: “Considere o caso de Jesus, nosso padrão de santidade perfeita, que consumia vinho com os seus apóstolos com regularidade e sem fazer nenhum segredo disso”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A quem estranhar tal afirmação, o pastor explica que a própria Bíblia registra que o Filho de Deus foi caluniado pelos fariseus por não seguir o seu rigor ascético, entre outros aspectos, por se dar ao excesso de bebida e comida. “Não me parece que Jesus se importasse em escandalizar fariseus”, conclui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“BÊBADO DO DIABO”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A questão da bebida é tratada no primeiro catecismo cristão de que se tem registro, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;Didaquê&lt;/em&gt;, do primeiro século. Ali, fica claro o uso livre do vinho, seja na eucaristia ou no consumo cotidiano dos irmãos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De fato, havia até mesmo uma instrução determinando a existência de um reserva da bebida da comunidade para os profetas visitantes. Clemente de Alexandria (que viveu aproximadamente entre os anos 150 e 215 da Era Cristã) julgava absolutamente justo ao homem consumir a bebida para o seu relaxamento e defendeu fortemente a presença obrigatória do vinho na Ceia do Senhor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O fim do Império Romano, no século 5, fez surgir o modelo econômico feudal, no qual os mosteiros, abadias e outras estruturas religiosas passaram a produzir os seus víveres – e o vinho era item fundamental, não apenas na dieta, mas para as celebrações religiosas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A cerveja também era produzida e largamente consumida pelos religiosos. Tanto, que a Igreja relacionou diversos santos à produção do álcool, como São Adriano e São Armando – padroeiros dos cervejeiros e dos donos de taverna – e São Martinho e São Vicente, considerados protetores do vinho e dos vinicultores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Reforma Protestante é marcada pelo retorno às Escrituras, mas também pelo esforço dos reformadores em romper com as tradições católicas o quanto fosse possível, estabelecendo uma distância não apenas teológica, mas também cultural.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, a visão dos reformadores quanto ao consumo da bebida não recebeu novo escrutínio, ao contrário: eles doutrinaram a Igreja a receber a bebida como uma bênção de Deus e a usufruir dela com moderação, não se deixando dominar por ela.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lutero consumia vinho e era conhecido como um grande bebedor de cerveja, produzida por sua esposa, Catharina. Já João Calvino recebia como parte de seu salário anual da Igreja Reformada suíça sete tonéis de vinho. Até os principais tratados de fé escritos nesse período – como a&amp;nbsp;&lt;em&gt;Confissão belga&lt;/em&gt;, o&amp;nbsp;&lt;em&gt;Catecistmo de Heidelberg&amp;nbsp;&lt;/em&gt;e&amp;nbsp;&lt;em&gt;a Confissão&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;de Westminster –&amp;nbsp;&lt;/em&gt;faziam clara menção ao uso do vinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E também os puritanos, sempre tão associados a um padrão frugal e conservador de comportamento, não dispensavam uma caneca. O navio Mayflower, que os trouxe ao novo mundo, carregava mais cerveja do que água – quase 30 mil da bebida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E, ao desembarcarem, em Plymouth Rock, terra que no futuro pertenceria aos Estados Unidos da América, não construíram em primeiro lugar uma vila ou uma capela, e sim, uma cervejaria. Increase Mather, clérigo renomado, presidente da Universidade de Harvard e protagonista dos célebres julgamentos relacionados a bruxaria em Salem, resume&amp;nbsp; o ponto de vista dos puritanos sobre o tema em seu sermão&amp;nbsp;&lt;em&gt;Ai dos bêbados&lt;/em&gt;, de 1673: “A bebida é em si uma criação pura e boa de Deus, e deve ser recebida com gratidão, mas o abuso de bebida é de Satanás; o vinho é de Deus, mas o bêbado é do diabo.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O movimento metodista nas Ilhas Britânicas marca o início da mudança da visão da igreja em relação ao consumo do álcool. O célebre evangelista John Wesley, no século 18, foi um dos primeiros a se insurgir contra os excessos de bebida entre os crentes, e também pioneiro na articulação de um movimento de proibição do seu uso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em seus sermões, Wesley reprovava o uso não-medicinal de bebidas destiladas, como conhaque e uísque, e dizia que muitos destiladores que vendiam seus produtos indiscriminadamente não eram nada mais do que “envenenadores e assassinos amaldiçoados por Deus”. Novamente, o contexto histórico-cultural não deve ser ignorado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;À época, com o advento da Revolução Industrial, as cidades não ofereciam infraestrutura suficiente para atender às demandas da população que afluía do campo para trabalhar nas fábricas. Faltava água potável e as bebidas destiladas e fermentadas eram largamente usadas. O ambiente de miséria, somado à embriaguez endêmica, resultou em um grave problema social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O movimento de temperança surge, em princípio, como reação da Igreja ao sério problema de saúde pública provocado pelo alcoolismo nos Estados Unidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A maioria dos estudiosos concorda que o marco zero foi a publicação, em 1805, de um folheto de autoria do médico Benjamin Rush tratando dos males do álcool. Pela primeira vez, foi introduzida a noção de vício potencial inerente ao consumo de bebidas destiladas e o autor prescreve a abstinência como única cura. Rush, presbiteriano, foi um dos signatários da&amp;nbsp;&lt;em&gt;Declaração de Independência&lt;/em&gt;&amp;nbsp;americana e fundador da Sociedade Bíblica da Filadélfia. A relevância do autor explica o impacto que a sua obra recebeu na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O arcebispo episcopal William Mikler, do Apostolado para as Nações, com sede nos Estados Unidos e igrejas em todo o mundo, incluindo o Brasil – país que visita com regularidade –, lembra que este não era um movimento apenas religioso. “Envolvia uma grande disputa por espaço político e, aos poucos, sob o entulho do farisaísmo, foi tomando conta da Igreja, chegando ao ponto de banir o vinho da Ceia do Senhor, o que vai diretamente contra a um mandamento de Cristo.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O resultado, explica, foi a defesa do proibicionismo como política de Estado, um dos motivos da Lei Seca – &amp;nbsp;emenda à Constituição americana que proibiu a venda e o consumo de álcool no país. O tiro acabou saindo pela culatra, aumentando o consumo no país e estimulando as destilarias clandestinas, a exploração ilegal da indústria de bebida e o crime organizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Mikler, a questão do alcoolismo, naturalmente, merece a atenção da Igreja, mas o grande erro do movimento de temperança foi construir uma teologia apontando a bebida como algo inerentemente mau, justificando, assim, a retirada do vinho da Ceia. “Isto foi uma dupla ofensa: A Deus, que deu o vinho ao homem, e a Jesus, que escolheu este elemento para a Ceia.” Mais tarde, quando o metodista Thomas Welsh desenvolveu um processo de tratamento do caldo prensado da uva capaz de conservar a bebida sem promover a fermentação alcoólica – o chamado mosto –, deu-se a substituição do vinho na comunhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desde então, há até gente que defenda a tese de que a bebida consumida por Jesus não era alcoolica. Rodrigo Silva, funcionário público e pastor da Igreja Presbiteriana Independente em Rondônia, rechaça essa ideia usando a própria passagem bíblica que narra o milagre da transformação da água em vinho. “Não bastasse a incoerência de tal afirmação com o comentário registrado nas Escrituras, quando alguém ali estranhou receber o ‘bom vinho’ àquela altura da festa, o vocábulo grego para definir a bebida servida por Cristo –&amp;nbsp;&lt;em&gt;ouinos&lt;/em&gt;&amp;nbsp;– é o mesmo usado em todo o Novo Testamento em referência ao vinho alcoolico comum”. Mesmo assim, ele passa longe do copo, e tem bons motivos para isso. “Sou filho de pai alcoólatra, e a bebida destruiu não só seu casamento dele, como minha própria relação com ele. Por causa desse trauma eu não bebo, mas não recrimino quem o faça.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;LÍCITO x CONVENIENTE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Associados, na Palavra de Deus, a uma série de problemas – caso de Noé e Ló, personagens bíblicos, que cometeram desatinos quando embriagados –, exageros com o álcool trazem não apenas malefícios espirituais, como a ruína de famílias, episódios de violência e vidas destruídas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estigma social do álcool é tão intenso que muitas igrejas evitam até mesmo o vinho na celebração da Ceia. “Fazemos isso por consideração àqueles irmãos já enfrentaram ou ainda têm problemas com o alcoolismo”, explica o pastor Paulo Cesar Brito, líder da Igreja Missionária Evangélica Maranata, do Rio de Janeiro. Como também é médico, Brito sabe bem quais são os efeitos do álcool no organismo humano e que basta uma pequena dose para trazer de volta um vício devastador que, muitas vezes, foi deixado para trás graças à fé. Por isso mesmo, nas congregações de sua igreja, os pequenos cálices da comunhão trazem apenas alguns mililitros de suco de uva – o bastante, no seu entender, para manter o simbolismo e o significado espiritual do ato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas tal posicionamento já foi (e continua sendo) alvo de polêmica. O teólogo reformado Keith A.Mathison é autor de trabalhos respeitados sobre o assunto. Ele acredita que a retirada do vinho da Santa Ceia é uma questão que desafia qualquer principio ordenador que se use na Igreja protestante. Em um de seus artigos mais recentes, Mathinson lembra que a noção do princípio regulador do culto– segundo o qual, no culto de Deus, o que não é ordenado é proibido – é ignorado por completo “quando o assunto é a mudança de um elemento na celebração do mistério da Ceia do Senhor”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As igrejas reformadas subscrevem formalmente este princípio. Mathison &amp;nbsp;lembra a história de Nadabe e Abiú, narrada em Levítico 10, para &amp;nbsp;ilustrá-lo. “Deus emitiu comandos específicos sobre como devia ser adorado. Nadabe e Abiú decidiram que seria aceitável mudar algo. Ao fogo estranho, Deus respondeu com destruição”. Para o autor, Jesus instituiu a Ceia com pão e vinho, e não há autorização para mudar isso, assim como não se pode suprimir a água no sacramento do batismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O pastor presbiteriano e chanceler do Instituto Mackenzie, Augusto Nicodemos Lopes, contemporiza: “Não creio que princípio regulador seja tão abrangente a ponto de exigir que seus defensores tenham que usar o vinho. Ele trata de princípios que regem o culto público, e o uso de vinho ou suco de uva é uma questão de circunstância, e não de elemento de culto ou de princípios.” Nicodemos lembra que, mesmo no Brasil, não existe uma unanimidade entre os reformados sobre o uso do vinho ou de suco na Ceia. “Fica a critério das igrejas locais. Fui pastor da Igreja Suíça de São Paulo onde se usa vinho. E pastoreei igrejas presbiterianas onde se usava ou um ou outro. Isso vai muito da mentalidade do pastor e do Conselho.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A predominância da visão abstencionista, nas denominações históricas, não é manifestada oficialmente. “O que não acontece entre os pentecostais, neopentecostais e grupos afiliados ou oriundos destes”, observa o advogado Thiago Lima Barros, pesquisador da história da Igreja : “Esses grupos são os únicos que elevaram tais restrições ao status de doutrina; se não na teoria, pelo menos na prática diária”. Para ele, a importância do movimento pentecostal e sua influência sobre toda a Igreja Evangélica brasileira explica muito a posição predominante em relação ao álcool no Brasil – “E não apenas neste aspecto, mas toda uma tradição de usos e costumes”, completa. Diácono da Igreja Nova Aliança, Barros lembra que, em 1946, na 22ª reunião da Convenção Geral das Assembleias de Deus, realizada em Santo André (SP), deliberou-se oficialmente sobre vestuário, aspectos da aparência e, claro, abstenção de bebidas alcoolicas. “Tais posições só encontraram algum relaxamento em 1999, por ocasião do 5º Encontro de Líderes da denominação, onde aquelas exigências foram contextualizadas, ainda que sem se abrir mão da importância dos&amp;nbsp; usos e costumes como prática saudável e de identidade da igreja.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diácono oferece um posicionamento conciliatório: “Nenhum cristão realmente nascido de novo em Cristo vai defender libertinagem ou embriaguez, que são posturas de evidente mundanismo. Precisamos, de fato, ser santos como o nosso Senhor o é, e não jogar o bebê fora junto com a água do banho”. Pastor da Assembleia de Deus, a igreja que foi a principal responsável por essa influência, Ciro Sanches Zibordi cita o texto de Efésios 5.18 para enfatizar a importância de o crente ser dominado pelo Espírito Santo. Ele justifica a abordagem mais conservadora da denominação com um argumento baseado na história e na realidade social da expansão assembleiana. “Como se sabe, a igreja Assembleia de Deus sempre atuou entre as pessoas mais carentes, em favelas e morros, por exemplo, onde muitos alcoolatras são transformados radicalmente pelo poder do Evangelho. Não faz sentido dizer a pessoas que foram libertas de maneira sobrenatural de um vício que elas podem continuar usando com moderação a substância que abandonaram.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Autor de títulos como&amp;nbsp;&lt;em&gt;Erros que os pregadores devem evitar&amp;nbsp;&lt;/em&gt;e&lt;em&gt;Evangelhos que Paulo jamais pregaria&amp;nbsp;&lt;/em&gt;(ambos editados pela CPAD), o pastor, que atua na Assembleia de Deus do Ministério de Cordovil, no Rio de Janeiro, afirma que todo patrulhamento deve ser evitado: “Ninguém tem o direito de interferir na individualidade e na privacidade das pessoas salvas em Cristo”. De fato, mesmo o apóstolo Paulo, tão radical nas regras de conduta que prescreveu à Igreja primitiva em suas epístolas, mostrou-se transigente em relação à bebida. Ele chegou a recomendar a seu filho na fé e colaborador ministerial Timóteo que usasse “um pouco de vinho” para melhorar suas enfermidades digestivas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“A Palavra de Deus é um livro de princípios, e isso deve ser levado em consideração quando tratamos de assuntos tão delicados como o consumo de bebidas alcoolicas”, continua o pastor Zibordi. Por outro lado, pondera, um líder cristão consciente pode e deve pregar contra o uso da bebida e seus efeitos. “Tudo o que um alcoolatra precisa é de uma transformação radical, ao invés de uma orientação dúbia. Logo, a despeito de a Bíblia não condenar a bebida alcoólica pela força de mandamento, ela mostra que nem tudo o que lícito é conveniente para o cristão, conforme I Coríntios 6.12”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre o copo e a fé&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao longo da história, a visão do povo de Deus acerca do vinho e outras bebidas alcoolicas tem variado muito:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antigo Israel&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O vinho é parte central da história, da cultura e da religiosidade do povo hebreu. Presença obrigatória nas celebrações, a bebida é citada no Antigo Testamento como sinônimo de alegria e fartura. Por outro lado, a embriaguez sempre é condenada e aparece como causadora de graves delitos (lascívia, incesto, homicídio, traição)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Novo Testamento&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cristo transforma água em vinho e inclui a bebida em sua Ceia com os discípulos. Paulo, em suas mensagens às igrejas da época, adverte que bebedores contumazes não herdarão o Reino dos céus – contudo, recomenda que Timóteo use um pouco da bebida por causa de suas enfermidades estomacais e que presbíteros e bispos não sejam dados “a muito vinho”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="background-color: white;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;rimeiros séculos da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O vinho é considerado uma dádiva de Deus. A posição predominante é a da temperança – uma das quatro virtudes cardeais do cristão – no consumo, já que bebida pode ser fonte tanto de alegria como do mal. Os catecismos escritos pelos pais da Igreja vão na mesma direção e consideram o elemento essencial à Ceia do Senhor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Idade Média&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por conta da necessidade nas celebrações religiosas e das características do sistema econômico feudal, a Igreja, através de seus mosteiros e abadias, se torna a grande referência na fabricação de vinho e cerveja. As condições climáticas da Europa impulsionam o consumo do álcool e os cristãos seguem um padrão pródigo para com a bebida. Diversos santos são associados à vinicultura e às artes da cervejaria e os monges tornam-se mestres na produção e aperfeiçoamento da fabricação. Por outro lado, o excesso no consumo é comparado à gula, um dos sete pecados capitais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reforma Protestante&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reformadores como Calvino e Lutero consumiam vinho e cerveja. A posição majoritária da Igreja continua sendo a do uso de álcool de forma responsável e moderada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Movimentos cristãos dos séculos 17 e 18&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A bebida fermentada é parte da celebração cristã e motivo de júbilo para os puritanos. Tanto, que ao chegaram aos Estados Unidos, eles tratam de construir cervejarias. Já o metodismo marca o primeiro grande movimento pela abstinência, com John Wesley, tendo em vista as bebidas destiladas. Os dois grupos, no geral, consideram lícito o consumo moderado de vinho e de cerveja&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Movimento da temperança (séculos 19 e 20)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar do nome, foi uma iniciativa proibicionista. Seus defensores afirmavam que o álcool era um mal em si, e portanto deveria ser evitado pelo cristão e não estar associado à Ceia do Senhor – posição conflitante com a história da Igreja até ali. Com força política, os temperantes influenciam na aprovação da Lei Seca nos EUA. Pela primeira vez, a visão abstencionista supera a moderacionista (ou temperante) entre os protestantes do continente americano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A defesa da abstinência ao álcool predomina entre os evangélicos dos EUA e da América Latina, sobretudo entre pentecostais, mas também com forte apelo entre cristãos reformados e tradicionais. A abstenção é defendida como virtude, inclusive com vistas ao bom testemunho cristão perante incrédulos, por conta do estigma social da bebida – mas também na família da fé, sobretudo em relação a pessoas mais fracas na fé ou oriundas do alcoolismo. Na Europa, contudo, os cristãos consomem bebida – sobretudo vinho e cerveja – regularmente, o que reforça a tese da influência cultural no hábito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #333333; line-height: 16px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;por Danilo Fernandes&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cristianismohoje.com.br/materia.php?k=863" target="_blank"&gt;Cristianismo Hoje&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/92dTRY_Dp-M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/5023983244611212719/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/06/o-evangelico-e-o-alcool-questao-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5023983244611212719?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5023983244611212719?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/92dTRY_Dp-M/o-evangelico-e-o-alcool-questao-de.html" title="O evangélico e o álcool - Questão de cultura ou doutrina" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-8XujAzXPP6c/T-yQBFuz1AI/AAAAAAAAB1I/zBbosADbAtg/s72-c/560x420_mesinha-com-biblia-e-um-bom-vinho-2a2a3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/06/o-evangelico-e-o-alcool-questao-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8NQ3kzfCp7ImA9WhVbEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-4887051377608455803</id><published>2012-05-28T04:54:00.000-07:00</published><updated>2012-05-28T07:04:52.784-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-05-28T07:04:52.784-07:00</app:edited><title>Vadias ou apenas mulher</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uwIwRIoL_Ks/T8OF2i0murI/AAAAAAAAB0k/-WK1EPg8Q2E/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-uwIwRIoL_Ks/T8OF2i0murI/AAAAAAAAB0k/-WK1EPg8Q2E/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Acabo de assistir o noticiário matinal, que trouxe uma reportagem sobre a "Marcha das vadias".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num certo sentido achei válido o evento e legítimo em suas reivindicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas depois fiquei sem entender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma pessoa vai na "Marcha das vadias", e depois se é chamada de "vadia" se ofende, é isso mesmo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se é isso então acho que não entendi a proposta da tal; "Marcha das Vadias". &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Elas querem ser tratadas com dignidade, e fazem uma marcha das vadias?&lt;br /&gt;
Querem ser chamadas pelo nome e se autodenominam vadias?&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
É isso mesmo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perdoem-me simpatizantes e adeptos da tal marcha. Mas acho isso tudo um contra-senso. É no minimo ambíguo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque ao invés de marcha não fazem apenas uma caminhada(esse negócio de marcha está ficando cada vez mais nojento; é marcha pra Jesus, marcha gay, marcha da maconha, marcha dos sem terra, etc...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se a luta é por dignidade, que façam então a caminhada da dignidade, ou do respeito. E não das vadias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo que vi a marcha(das vadias) original, aconteceu como uma forma de protesto contra a onda de violência e estupros no Canadá. Depois se espalhou pelo mundo e foi absorvendo discursos diversos, como feminismo, lesbianismo, e anti-machismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Penso que esse tipo de evento é mais um sintoma que caracteriza as muitas fragilidades da minha geração! Uma geração que marcha, marcha, mas que ainda não aprendeu a caminhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especialmente quando se trata de caminhar com os diferentes.&lt;br /&gt;
Realizar um ato com esse espírito sectário, mais atrapalha que ajuda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso nunca acreditei nesse tipo de manifestação. E coloco a marcha pra Jesus nesse pacote, sempre me foi insuportável ouvir os organizadores dizerem depois da marcha; "reunimos mais participantes que a marcha gay." Patético, fazem uma marcha que dizem que é pra Jesus e depois ficam se comparando com os gays!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, pois antigamente as mulheres lutavam pelo direito de votar, de trabalhar, de repartirem com o homem direitos e deveres, elas lutavam pelo direito de casarem por amor, amarem e serem amadas, peguei o tempo quando nas igrejas a luta delas era pelo direito de pregar o Evangelho, e fazer parte da diretoria da diretoria da igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peguei esse tempo, mas agora os tempos estão se pegando.&lt;br /&gt;
As mulheres não se importam mais em amar e serem amadas, não, elas querem ser vadias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tempos se peguem, mas não quero ser pego por eles.&lt;br /&gt;
Sou um homem do Evangelho, que diz;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;"Em Cristo não há nem homem e nem mulher..",&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;"Cabe ao marido amar a mulher como Cristo amou a igreja..."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu mestre é Aquele que tratou a todas as mulheres com dignidade, e carinho mais que reverente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teve uma ocasião quando ele se encontrou com uma vadia, e vadia de fato; ela já estava no sexto amante.&lt;br /&gt;
Ele não agiu como um religioso radical e como ela insistisse em ser tratada como vadia, Ele a tratou como mulher.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/4yzKRcloS_c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/4887051377608455803/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/05/vadias-ou-apenas-mulher.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4887051377608455803?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4887051377608455803?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/4yzKRcloS_c/vadias-ou-apenas-mulher.html" title="Vadias ou apenas mulher" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-uwIwRIoL_Ks/T8OF2i0murI/AAAAAAAAB0k/-WK1EPg8Q2E/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/05/vadias-ou-apenas-mulher.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAFQHY-fCp7ImA9WhVXFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-4812546144562139127</id><published>2012-04-17T05:42:00.001-07:00</published><updated>2012-04-17T06:01:51.854-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-04-17T06:01:51.854-07:00</app:edited><title>O poder na fraqueza</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;p&gt;"A minha gra&amp;#231;a te basta, porque o meu poder se aperfei&amp;#231;oa na fraqueza..., quando sou fraco ent&amp;#227;o &amp;#233; que sou forte." Rm.12:7-10&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra&amp;#231;a da Paz Celestial, 5 de junho de 1989. Um jovem desarmado, faz parar uma fileira de tanques de guerra.&lt;/p&gt;
&lt;br/&gt;&lt;img src='http://lh4.ggpht.com/-qxBh0UK-Yrk/T41lKkMs2SI/AAAAAAAABrU/qhsOp_b9mYI/Pequim_1989.png' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/DDt0UjcRsbU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/4812546144562139127/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/04/o-poder-na-fraqueza.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4812546144562139127?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4812546144562139127?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/DDt0UjcRsbU/o-poder-na-fraqueza.html" title="O poder na fraqueza" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-qxBh0UK-Yrk/T41lKkMs2SI/AAAAAAAABrU/qhsOp_b9mYI/s72-c/Pequim_1989.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/04/o-poder-na-fraqueza.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMCR30yeip7ImA9WhVQGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-7716368359896387646</id><published>2012-04-08T07:47:00.001-07:00</published><updated>2012-04-08T07:47:46.392-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-04-08T07:47:46.392-07:00</app:edited><title>Minha confissão de páscoa</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ClsS7KuUtM4/T4GkJp4vIRI/AAAAAAAABpA/oVkPQqV797I/s1600/tumulo+vazio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-ClsS7KuUtM4/T4GkJp4vIRI/AAAAAAAABpA/oVkPQqV797I/s200/tumulo+vazio.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Na agenda cristã hoje é domingo de Páscoa, nos evangelhos esse foi o dia da ressurreição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discípulos não tinham a boca cheia de chocolates, todavia a consciência estava sendo inundada pela surpresa eterna da ressurreição!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles também não foram provocados pelo comércio consumista e mercantilista, como acontece a todos nós nesses dias. Mas a "Novidade" os estava provocando.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomé e Maria Madalena queriam tocá-lo.&lt;br /&gt;Pedro desejava saber o que seria do outro.&lt;br /&gt;Os discípulos de Emaús o receberam em um estranho.&lt;br /&gt;Para estes, estas foram as primeiras marcas da ressurreição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso cordeiros continuavam sendo sacrificados no templo.&lt;br /&gt;Sacerdotes continuavam com suas barganhas.&lt;br /&gt;Roma não desistia de sua sede de 'ganhar o mundo'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a ressurreição Dele aparentemente não mudou muita coisa mundo.&lt;br /&gt;O 'Magnificat' de Maria não se cumpriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas muitos mundos mudaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho estremamente difícil, se deixar transformar pela consciência da ressurreição; especialmente nessa geração que vive como se ela não tivesse acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pastores pregam como se ela não tivesse ocorrido.&lt;br /&gt;Os apóstolos erguem impérios, sem levar em conta que o império romano daqueles dias, de fato ganhou o mundo, mas não sem se perder.&lt;br /&gt;Cordeiros continuam anida hoje sendo sacrificados nos templos.&lt;br /&gt;Será que são apenas estas impressões acerca Do que ressuscitou que se tem para dar ao mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fomos tão mercantilistas!&lt;br /&gt;Blasfêmia! Fazer comércio de homens, como se fossem chocolates e dar glória a Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que ainda hoje a ressurreição não mudou muita coisa no mundo.&lt;br /&gt;Mas muitos mundos e mundinhos estão mudando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles é o meu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo que O 'Magnificat' é meu poema também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o quanto do mundo poderemos mudar, apartir da nossa consciência da ressurreição.&lt;br /&gt;Mas o que vai de fato contar; é se pelo menos o nosso mundo mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amém.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/Na3AFqWp6S4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/7716368359896387646/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/04/minha-confissao-de-pascoa.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/7716368359896387646?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/7716368359896387646?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/Na3AFqWp6S4/minha-confissao-de-pascoa.html" title="Minha confissão de páscoa" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-ClsS7KuUtM4/T4GkJp4vIRI/AAAAAAAABpA/oVkPQqV797I/s72-c/tumulo+vazio.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/04/minha-confissao-de-pascoa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UEQH8yfyp7ImA9WhVQGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-5165581586013304394</id><published>2012-04-07T17:33:00.003-07:00</published><updated>2012-04-07T17:33:21.197-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-04-07T17:33:21.197-07:00</app:edited><title>A ressurreição como insurreição</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Via &lt;a href="http://leonardoboff.wordpress.com/2012/04/07/a-ressurreicao-como-insurreicao/" target="_blank"&gt;Leonardo Boff&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eJevYH4Q4Bk/T4DbLNz-fLI/AAAAAAAABoo/8O2PweT2wQE/s1600/tumulo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://4.bp.blogspot.com/-eJevYH4Q4Bk/T4DbLNz-fLI/AAAAAAAABoo/8O2PweT2wQE/s320/tumulo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Há  uma questão da existência social do ser humano que atormenta o 
espírito e para a qual a ressurreição do Crucificado pode trazer um raio
 de luz: que sentido tem a morte violenta dos que tombaram pela causa da
 justiça e da liberdade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que futuro têm aqueles proletários, camponeses,
 índios, sequestrados, torturados, assassinados pelos órgãos de 
segurança dos regimes despóticos e totalitários, como os nossos da 
América Latina, em fim, os anônimos que historicamente foram trucidados 
por reivindicarem seus direitos e a liberdade para si e para toda uma 
sociedade? &lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Geralmente a história é contada pelos que triunfaram e na perspectiva
 de seus interesses. A nossa, a brasileira, foi escrita pela mão branca.
 Só com o historiador mulato Capistrano de Abreu apareceu a mão negra e 
mulata. O sofrimento dos vencidos quem o honrará? Seus gritos caninos 
que sobem ao céus quem os escutará?&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
A ressurreição de Jesus pode nos oferecer alguma resposta. Pois, quem
 ressuscitou foi um destes derrotados e crucificados, Jesus, feito servo
 sofredor e condenado à vergonha da crucificação. &lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Quem ressuscitou não foi um César no auge de sua glória, nem um 
general no apogeu de seu poderio militar, nem um sábio na culminância de
 sua fama, nem um sumo-sacerdote com  perfume de santidade. Quem 
ressuscitou foi um Crucificado, executado fora dos muros da cidade, como
 lembra a Carta aos Hebreus, quer dizer, na maior  exclusão e infâmia 
social. &lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Mas foi ele que  herdou as primícias da vida nova. Pois a 
ressurreição não é a reanimação de um cadáver como aquele de Lázaro. A 
ressurreição é a floração plena de todas as virtualidades latentes 
dentro de cada ser humano. Ela revela o sentido terminal da vida: a 
irradiação suprema do “homo absconditus” (o humano escondido) que agora 
se faz o “homo revelatus”(o humano revelado).&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
A ressurreição de Jesus mostrou que Deus tomou o partido dos 
vencidos. O algoz não triunfa sobre sua vítima. Deus ressuscitou a 
vítima e com isso não defraudou nossa sede por um mundo finalmente justo
 e fraterno que coloca a vida no centro e não o lucro e os interesses 
dos poderosos. Só ressuscitando os vencidos, fazemos justiça a eles e 
lhes devolvemos a vida roubada, vida agora transfigurada. Sem essa 
reconciliação com o passado perverso, a história permaneceria um enigma e
 até um absurdo.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Os injustamente executados voltarão, com a bandeira branca da vida. O
 verdadeiro sentido da ressurreição se mostra como insurreição contra as
 injustiças deste mundo que condena o justo e dá  razão ao criminoso.&lt;br /&gt;

Agora pode começar uma nova história, com um horizonte aberto para um
 futuro promissor para a vida, para a sociedade e para a Terra. Dizem 
historiadores que o mundo antigo não conhecia o sorriso. Mostrava a 
gargalhada do deus Baco ou o riso maldoso do deus Pan. O sorriso, 
comentam, foi introduzido pelo Cristianismo por causa da alegria da 
Ressurreição. Só pode sorrir verdadeiramente quando se exorcizou o medo e
  se sabe que a grande palavra final é vida e não morte. O sorriso, 
portanto, é filho da Ressurreição que celebra a vitória da vida sobre a 
morte, testemunha o encantamento sobre a frustração e proclama o amor 
incondicional sobre a indiferença e o ódio.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Este fato é religioso é somente acessível mediante a ruptura da fé. 
Admitindo que a ressurreição realmente aconteceu intra-historicamente, 
então seu significado transcende o campo religioso. Ganha uma dimensão 
existencial, social e cósmica. Na expressão de Teilhard de Chardin, a 
ressurreição configura um “tremendous” de dimensões evolucionárias, pois
 representa uma revolução dentro da evolução. &lt;br /&gt;

Se o Cristianismo tem algo singular a testemunhar, então é isso: a 
ressurreição como uma antecipação do fim bom do universo e a irrupção 
dentro da história ainda em curso do “novissimus Adam” como São Paulo 
chama a Cristo: o “Adão novíssimo”. Portanto, não é a saudade de um 
passado mas a celebração de um presente.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
Depois disso, cabe apenas se alegrar, festejar, ir pelos campos para 
abençoar os solos e as semeaduras como o faz ainda hoje Igreja Ortodoxa 
na manhã de Páscoa.Entoemos, pois, o Aleluia da vida nova que se 
manifestou dentro do velho mundo.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/l3fiSUZ-Vyo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/5165581586013304394/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/04/ressurreicao-como-insurreicao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5165581586013304394?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5165581586013304394?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/l3fiSUZ-Vyo/ressurreicao-como-insurreicao.html" title="A ressurreição como insurreição" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-eJevYH4Q4Bk/T4DbLNz-fLI/AAAAAAAABoo/8O2PweT2wQE/s72-c/tumulo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/04/ressurreicao-como-insurreicao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0EGSX0-fyp7ImA9WhVRF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-3951871911947231839</id><published>2012-03-25T18:33:00.000-07:00</published><updated>2012-03-25T18:33:48.357-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-25T18:33:48.357-07:00</app:edited><title>O NOME</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Via&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.jorgecamargo.com.br/minha-opiniao/" target="_blank"&gt;Jorge Camargo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U7Q4C76g21w/T2_G_K0-0uI/AAAAAAAABlk/6KVvAgAubIE/s1600/escreve+na+areia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://3.bp.blogspot.com/-U7Q4C76g21w/T2_G_K0-0uI/AAAAAAAABlk/6KVvAgAubIE/s320/escreve+na+areia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Alguns se acham donos do Nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros se tornaram representantes do Nome, especialistas em interpretá-lo, explorá-lo e vendê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros falam no Nome o tempo inteiro, a ponto de fazer com que corra o risco de tornar-se apenas um nome como outro qualquer.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, o Nome se manifesta no silêncio e nos ruídos da natureza, nas palavras de quem não tem voz nem vez.&lt;br /&gt;
Há também os que odeiam o Nome, na maioria das vezes por conta  daquilo que os que ostentam o Nome fazem (ou deixam de fazer) em nome  Dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ultimamente tenho evitado proferir o Nome.&lt;br /&gt;
Mais que depressa alguns que adulam o Nome me acusam de tê-lo renegado.&lt;br /&gt;
Não me importo.&lt;br /&gt;
O Nome e eu sabemos que isto não é verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aquilo que o Nome sabe é o bastante, mesmo quando nada sei.&lt;br /&gt;
Eu tenho evitado pronunciá-lo, mas não porque o despreze.&lt;br /&gt;
Pelo contrário.&lt;br /&gt;
Ele tem-se tornado ao longo da vida tão grande pra mim que as formas de proferi-lo são incapazes de abarcá-lo.&lt;br /&gt;
E é bom que seja sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Nome quando explicado, destrinchado, estudado e analisado, corre o risco de ser apenas um mero nome.&lt;br /&gt;
E penso que o Nome gosta mesmo é de não ter nome, uma vez que se  identifica radicalmente com os anônimos do mundo, com os que não são,  que não têm nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É muito bom ter reverência pelo Nome.&lt;br /&gt;
Ele fica bem longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí está o paradoxo: quando longe, o Nome se faz mais perto que nunca.&lt;br /&gt;
E deixa de ser apenas um Nome, pra ser gente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/IkrW5cuB-a8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/3951871911947231839/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/o-nome.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/3951871911947231839?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/3951871911947231839?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/IkrW5cuB-a8/o-nome.html" title="O NOME" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-U7Q4C76g21w/T2_G_K0-0uI/AAAAAAAABlk/6KVvAgAubIE/s72-c/escreve+na+areia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/o-nome.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QMR38ycSp7ImA9WhVSGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-1482891755473446503</id><published>2012-03-16T05:36:00.000-07:00</published><updated>2012-03-16T05:36:26.199-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-16T05:36:26.199-07:00</app:edited><title>O que pedir a Deus</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JoHaK6KJob8/T2MxNi14JzI/AAAAAAAABiA/HNlX1KpHEgo/s1600/praying.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-JoHaK6KJob8/T2MxNi14JzI/AAAAAAAABiA/HNlX1KpHEgo/s320/praying.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ouço pessoas dizendo;&lt;br /&gt;
"Quero mais de Deus pra mim."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu digo;&lt;br /&gt;
Quero o  suficiente de Deus pra mim, quem melhor do que Ele sabe o que é  suficiente pra mim?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ouço pessoas dizendo; "Quero o melhor de Deus  pra mim."&lt;br /&gt;
Daí fazem uma lista de pedidos, que inclui carro,  casa, dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu continuo dizendo que quero apenas o suficiente de  Deus pra mim.&lt;br /&gt;
Pois o melhor Ele já me deu - Jesus!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/C34Z7tTGOfk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/1482891755473446503/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/o-que-pedir-deus.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/1482891755473446503?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/1482891755473446503?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/C34Z7tTGOfk/o-que-pedir-deus.html" title="O que pedir a Deus" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-JoHaK6KJob8/T2MxNi14JzI/AAAAAAAABiA/HNlX1KpHEgo/s72-c/praying.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/o-que-pedir-deus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8NSH05fCp7ImA9WhVSFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-2896686952691273484</id><published>2012-03-12T04:47:00.001-07:00</published><updated>2012-03-12T04:48:19.324-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-12T04:48:19.324-07:00</app:edited><title>As princesas, as cachorras e uma boa dose de realidade</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Uf0mIFO0OGk/T13hyfsE_QI/AAAAAAAABhs/nHZ2s972LKA/s1600/dog-woman1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Uf0mIFO0OGk/T13hyfsE_QI/AAAAAAAABhs/nHZ2s972LKA/s320/dog-woman1.jpg" width="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O evangelho moderno é o máximo. Sempre nos apresentando novidades,  modismos e filosofias humanas cada vez mais distantes da realidade. A  “bola da vez” e “só para mulheres” é viver o encanto de acreditar que  agora realmente seus problemas de relacionamento terminaram, pois apenas  com “um toque de fada” se transformaram em princesinhas do Senhor. O  único requisito para isso é apenas que tomem muito cuidado para que não  “mordam a maçã envenenada”, ou seja, que não cedam as tentações mais  primitivas e assim se transformem em “cachorras”, daquelas que mandam  torpedos ou mudam de caminho para passar perto do pretendido. &lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As princesas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os “faces” e twitters da vida, são os quartéis generais de formação  das princesas, onde os aconselhamentos se estendem até alta madrugada, e  são também grandes aliados de divulgação em massa da nova mania, que  tem invadido a jovem ala feminina das igrejas, agregando uma luz ao fim  do túnel das mais solitárias. Na nova filosofa da realeza, tudo é apenas  uma questão de tempo, afinal, princesa não anda atrás, ela espera ser  encontrada. A princesa é a super poderosa. Ela é uma verdadeira versão  da “Barbie Gospel”, “a Bela Adormecida” que espera ser despertada ao  estalo de um beijo doce do príncipe certo, ou a “Rapunzel” que não lança  suas preciosas tranças para qualquer forasteiro ameaçador de princesas.  Que se danem filosofias banais do tipo: “Quem muito escolhe, acaba  ficando pra titia”, que “príncipes não existem” e que “Não existe  casamento perfeito e sim, casamento feliz”. Isso tudo é bobagem no mundo  das audaciosas princesas, que em sua maioria estão na faixa dos 25 aos  40 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As cachorras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
As cachorras, coitadas. São aquelas que não conseguem mais se  encaixar no padrão da realeza. Elas não têm habilidade para esnobar seus  pretendentes, não são mimadas, prepotentes, autoritárias e nem sabem se  impor como donas da situação. A cachorra, “infelizmente” é aquela que  não se enquadra em um mundo de conto de fadas, pois aprendeu a correr  atrás daquilo que acredita e se sujeita ainda a correr os riscos que a  vida lhe impõe. A cachorra é aquela que acredita no amor e ainda acha  que vale a pena lutar por ele. Meu Deus! A cachorra acredita que não há  nenhum tipo de relacionamento se não houver investimento mútuo. Ela  ainda não se desprendeu de seu lado romântico e nem sabe anular o poder  sedutor da mulher, e, por ser cachorra não sabe “defraudar os homens”. A  cachorra ainda não se desiludiu do amor e por isso não se convence a  acreditar que em sua vida, casamento agora é só um milagre de Deus. A  cachorra no mundo encantado das princesas é aquela que abraçou a  evolução das mulheres, que não se entrega a frustrações de desilusões  passadas, que abriu mão de usos e costumes e não consegue se vestir  igual a sua vó.&lt;br /&gt;
Entre cachorras e princesas, eu prefiro a realidade prática adquirida  em centenas de anos de evolução. Nem mesmo a Disney está mais  investindo nos contos de fadas. Segundo, seus executivos o mundo de  contos de fadas, com os tempos modernos e tecnologias como 3D e  nanotecnologia, já não é um negócio tão lucrativo, como as comédias  românticas estreladas por verdadeiras cachorras atrapalhadas que se dão  bem no final. Somente quem é casado e consegue construir um matrimônio  estruturado sabe que casamento não é um jogo de caça e caçador. Está  mais que provado que no matrimônio, o príncipe e a princesa não existem e  que o homem certo e perfeito só existe na mente de quem se julga  superior. Por mais que tenha crescido o número das princesas,  paralelamente não aumentou a oferta de príncipes e ainda temos que levar  em conta que entre os nobres ainda existe os que gostam de princesas  que vez por outra soltam um “latido discreto”. Somente a mulher sábia  conseguirá ter um marido perfeito, pois ela o construirá ao longo de  muitos anos de convivência e renuncia, sobrevivendo aos defeitos e as  diferenças um do outro. Casamento não é uma aposta ou um grande  empreendimento e sim um caminho que somente pode ser construído a dois,  passo a passo, dia a dia. Afirmo com convicção, que a busca prematura  pela perfeição do parceiro, hoje é o motivo maior do grande número de  divórcios que assola nosso país e infelizmente atinge a igreja.&lt;br /&gt;
Se autoconsiderar uma princesa fria e calculista é adotar uma falsa  personalidade, é negar o que realmente é. Nada pode repelir mais os  homens do que isso. Tal invencionice é coisa de gente mimada, desiludida  com o amor e que infelizmente, nada entende da vida e do mundo real,  muito menos de vida matrimonial. É infantil essa postura de ver que a  “carruagem se transformou novamente em abóbora” e mesmo assim ainda  manter a esperança de que algum príncipe encantado encontre seu  sapatinho de cristal e venha resgatá-la no meio de um exército de  cachorras de atitudes feias, “filhas da madrasta má”. Como se  verdadeiras princesas fossem logo descobertas apenas pelo numero do  sapato ou tamanho do pé. Como também que se constantemente não devessem  avaliar sua postura, ver se nada deve mudar interiormente como mulher e  avaliar sua personalidade ou até mesmo seu caráter para ser mais aceita  por seus possíveis pretendentes. Não adianta achar que a mulher também  não deve mudar para oferecer as qualidades que os homens buscam, pois  estes também sabem identificar princesas do reino “Del Paraguay”, que  mesmo dizendo ter sangue real, trazem algumas “pulguinhas” escondidas  sob o manto real.&lt;br /&gt;
Artigo escrito por Adeneir Sousa, pastor, escritor e ex-cachorro,  casado há 21 anos com uma verdadeira princesa. Agradeço a Deus por que  ela cismou em me amar, fez tudo para me conquistar e tem investido sua  vida para me transformar em um homem feliz e realizado. Depois de todo  esse tempo juntos, ainda estamos construindo nosso castelo, conscientes  que felicidade não se exige e nem se espera; se constrói. As as vezes  até com lágrimas e sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É expressamente proibido qualquer tipo de reprodução sem autorizaçao do autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Via pastor Adenir Sousa, editor do site&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.oleoprecioso.com/blog/?p=984" target="_blank"&gt;Óleo Precioso&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/J4kKe5wZvMI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/2896686952691273484/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/as-princesas-as-cachorras-e-uma-boa.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2896686952691273484?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2896686952691273484?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/J4kKe5wZvMI/as-princesas-as-cachorras-e-uma-boa.html" title="As princesas, as cachorras e uma boa dose de realidade" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Uf0mIFO0OGk/T13hyfsE_QI/AAAAAAAABhs/nHZ2s972LKA/s72-c/dog-woman1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/as-princesas-as-cachorras-e-uma-boa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMFSXo7eSp7ImA9WhVSE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-2224911341060242766</id><published>2012-03-09T09:16:00.000-08:00</published><updated>2012-03-09T09:16:58.401-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-09T09:16:58.401-08:00</app:edited><title>Mentiras do Evangelho da Prosperidade</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mqPzyyieuBI/T1o6nTpZOqI/AAAAAAAABhk/0nZlBkRQ2YQ/s1600/teologiadaprosperidade.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/-mqPzyyieuBI/T1o6nTpZOqI/AAAAAAAABhk/0nZlBkRQ2YQ/s200/teologiadaprosperidade.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;NÃO É VERDADE que não teremos sofrimento na vida! O próprio Jesus, sendo  o Filho de Deus, não foi poupado de nada que nós também não viéssemos a  sofrer. Ele próprio advertiu que no mun&lt;span class="text_exposed_show"&gt;do  passaríamos aflições, mas que tão somente crêssemos Nele e na sua  vitória final. O Mestre também avisou a Pedro que Satanás o requerera  para “peneirá-lo”, entretanto Jesus não promete livrá-lo de tal  infortúnio, mas diz que oraria, “para que a tua fé não desfaleça”. Este  próprio apóstolo, mais tarde escreveria para que não estranhemos o fogo  ardente que surge em nosso meio destinado a provar-nos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÃO É  VERDADE que enfermidade é sinal de pecado, e que o cristão fiel não  adoece! Servos fiéis em Cristo podem, em algum momento da vida  desenvolver Alzheimer, catarata, depressão, labirintite, câncer,  osteoporose ou qualquer outra doença. Neste exato momento há um sem  número de cristãos nos hospitais orando humildemente por saúde ou  aguardando operação. Companheiros de Paulo, Trófimo ficou doente em  Mileto, Epafrodito adoeceu mortalmente chegando às portas da morte por  causa da obra e Timóteo sofria de freqüentes enfermidades do estômago.  Há vidas trágicas com saúde e há vidas abençoadas sem saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÃO É VERDADE que todos seremos ricos no sentido material! Cristãos  sinceros espalhados neste mundo morrerão sem nunca ter abundância de  bens. Milhões de cristãos sudaneses, nigerianos ou quenianos sequer  possuem sandálias para calçar. Habitantes do Jequitinhonha, bolsão de  miséria no Brasil, poderão conhecer a Cristo, mas provavelmente  continuarão morando em suas sufocantes taperas sem jamais se refrescarem  sob um ar-condicionado. Devemos lutar contra essas terríveis injustiças  sociais, mas sempre sabendo que “nada temos trazido para o mundo, nem  cousa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir,  estejamos contentes”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NUNCA MAIS digam que se alguém não é  curado, a culpa é da falta de fé. A muitos que Jesus curou não hes  exigiu fé, nem méritos, mas Ele o fez exclusivamente por sua Graça e  misericórdia. Eu creio, mas clamo constantemente como aquele pai:  “Senhor, ajuda-me na minha falta de fé”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NUNCA MAIS preguem que  as coisas ruins são sempre resultado de maldição. Desde Jó tentaram lhe  imputar algum pecado oculto pelo qual estava sofrendo. E ele era justo.  Caiu uma torre em Siloé e matou alguns homens. Aos olhos do povo isso  poderia indicar que havia algo de errado com eles. Mas Jesus asseverou:  “vocês crêem que aqueles dezoito sobre os quais a torre caiu eram mais  pecadores do que os demais habitantes de Jerusalém? Em verdade eu digo a  vocês não eram. Mas se vocês não se arrependerem, todos igualmente  perecerão”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NUNCA MAIS afirmem que Deus os pôs por “cabeça e  não cauda”, tentando justificar proeminência para si. O Reino de Deus é  composto em sua maioria por gente humilde, como copeiras, auxiliares,  pedreiros, costureiras, gente que nada é aos olhos do mundo. Não há  vergonha nenhuma nisto, pois a vida de um homem não consiste na  abundância de bens que ele possui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PAREM de afirmar que são  “filhos do Rei”, e por isso estão a salvos das intempéries da vida.  Mesmo os filhos do Rei baterão seus carros, torcerão tornozelos,  amargarão tempos no hospital e passarão por aperto financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NUNCA MAIS deturpem textos bíblicos para justificar seus engodos como  fizeram com “tudo posso naquele que me fortalece”, que foi retirado do  seu contexto original para inferir que “posso alcançar tudo o que eu  desejo”, quando na verdade Paulo está falando de sua tribulação,  humilhação, pobreza, abandono, escassez… e que ele podia “suportar todas  aqueles coisas Naquele que o fortalecia”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEIXEM de buscar  “cobertura espiritual”, designação que tem produzido ídolos cheios de  empáfia que não podem ser contraditados. O que vale não é a cobertura,  mas o estar sobre a rocha, que é Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;Fonte; Bereianos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;Via&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=267749713303299&amp;amp;set=a.108486399229632.13306.100002048177905&amp;amp;type=1" target="_blank"&gt;Samir Jamal Lemos&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/H3cuqLNS1X8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/2224911341060242766/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/mentiras-do-evangelho-da-prosperidade.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2224911341060242766?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2224911341060242766?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/H3cuqLNS1X8/mentiras-do-evangelho-da-prosperidade.html" title="Mentiras do Evangelho da Prosperidade" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-mqPzyyieuBI/T1o6nTpZOqI/AAAAAAAABhk/0nZlBkRQ2YQ/s72-c/teologiadaprosperidade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/mentiras-do-evangelho-da-prosperidade.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkECRHYycSp7ImA9WhVTFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-6787857643923995618</id><published>2012-03-02T01:31:00.000-08:00</published><updated>2012-03-02T01:31:05.899-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-02T01:31:05.899-08:00</app:edited><title>O regador</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://www.pavablog.com/2012/03/01/a-religiao-do-regador-surge-para-substituir-todas-as-outras/" target="_blank"&gt;Via Pavablog&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5O0O3eGgcd0/T1CS4MBGpaI/AAAAAAAABhU/DvUkiPUKu0w/s1600/043_b_ferramentas_jardicentro_cutman.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-5O0O3eGgcd0/T1CS4MBGpaI/AAAAAAAABhU/DvUkiPUKu0w/s200/043_b_ferramentas_jardicentro_cutman.jpg" width="197" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A “religião do regador” surge para substituir todas as outras&lt;br /&gt;
Ao som de Crazy (Gnarls Barkley), a estudante Vania Heymann filmou, dirigiu e editou essa “parábola” sobre a intolerância e o fanatismo. Vania estuda na escola de arte e design “Bezalel” em Jerusalém. Com humor ácido, ela mescla manifestações das três religiões monoteístas do mundo, substituindo seus símbolos sagrados por uma imagem aleatória, no caso, um regador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pausa pra reflexão “o meu regador molha melhor do que o seu”.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/25149893?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://vimeo.com/25149893"&gt;Crazy Watering Can&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user2477617"&gt;vania heymann&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/B_NxJUpwcKg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/6787857643923995618/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/o-regador.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/6787857643923995618?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/6787857643923995618?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/B_NxJUpwcKg/o-regador.html" title="O regador" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-5O0O3eGgcd0/T1CS4MBGpaI/AAAAAAAABhU/DvUkiPUKu0w/s72-c/043_b_ferramentas_jardicentro_cutman.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/o-regador.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIESXs4cCp7ImA9WhVTFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-439069135389900683</id><published>2012-03-01T03:37:00.001-08:00</published><updated>2012-03-01T17:08:28.538-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-01T17:08:28.538-08:00</app:edited><title>Das trevas para a escravidão eclesiástica</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FsvnfG6CUUk/T09fKtr_9BI/AAAAAAAABhE/WZJ8jlpONxI/s1600/20090721135543-preso-bola.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-FsvnfG6CUUk/T09fKtr_9BI/AAAAAAAABhE/WZJ8jlpONxI/s1600/20090721135543-preso-bola.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Dessa vez ele não resistiu. Disse para si mesmo: “hoje eu saio dessa prisão”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;O cárcere do sentir-se culpado e amedrontado por tudo o que tinha praticado desde a sua mocidade constituía-se em sua maior e tormentosa treva. Na sua imaginação, o que o mantinha ainda vivo, eram as penitências que realizava para expiar uma culpa, que a cada dia aumentava mais, tal qual uma bola de neve.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Tinha ouvido por diversas vezes, através do rádio, em praças públicas, nas feiras, nos templos, os pastores falarem: “Deus é amor, Ele já fez tudo por você”. “Ele carregou todas as tuas culpas na cruz do calvário” “Se aceitá-Lo você estará liberto do fardo da culpa”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Continuava sem entender como expiar tantas culpas que carregava consigo, sem dar em troca algo de si a Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Procurou uma igreja para se congregar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Enfim ─ disse ele ─, irei provar dessa libertação que não está associada a nenhuma sorte de sacrifício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Por cinco anos conseguira muitas amizades e um bom relacionamento no meio religioso em que sem muitos problemas foi inserido. Galgara alguns postos na hierarquia da igreja. Vivia um trabalho tão intenso que raramente tinha tempo para fazer uma reflexão, ou uma retrospectiva sobre toda a transformação que vinha vivenciando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Apreciava sempre em seus sermões, historiar como tinha sido a sua conversão: “Logo na primeira semana de crente ─ dizia enfronhadamente ─, tinha feito as suas maiores renúncias: jogado fora o cigarro, o baralho, deixado de beber e farrear até altas horas da noite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Decorridos dez anos de atividade eclesiástica, ele tinha se acostumado a uma frenética rotina, que denominava de “divina”. Não perdia um culto. Sentia-se como se estivesse sendo cobrado por Deus quando por algum motivo perdia as reuniões na sua igreja. Foi por esse tempo que começou a se dedicar ao exercício da meditação em suas madrugadas insones.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Certa vez, em uma de suas profundas reflexões, chegara até pensar que não era um convertido, isto é, que não tinha nascido de novo. Mas, nessas ocasiões em que a dúvida sorrateiramente assomava a sua alma, algo em si dizia: “Se deixaste de fumar, de beber é porque és um crente”. Ele então se acalmava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Na verdade, em suas horas de desvelamento, ele já vinha vislumbrando que algo não estava batendo com o verdadeiro evangelho de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Primeiro ele notou que a igreja estava com dois tipos de pregações: para “os de fora”, ela tinha um espécie de sermão evangelístico tipo “Deus te ama”, “Deus te aceita do jeito que estás”. Para “os de dentro”, os sermões eram quase sempre ameaças doutrinárias, tipo: “Cuidado irmão! Deus é fogo consumidor”; eram ordens e mais ordens: “não faça assim, Deus pode requerer”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Foi então por esse tempo, que ele descobrira a razão de sua tão alta ansiedade. Vivia se mortificando, se sacrificando cada vez mais, à medida que se achava culpado por não ter alcançado aquela virtude que ainda lhe faltava. Chegava a orar por horas seguidas, intercaladas por dois ou três dias de jejum durante a semana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Na sua visão atrofiada pela neurose eclesiástica, agora, ele não via só dez mandamentos, via mais de trinta, requerendo dele mais esforço, mais empenho, mais desprendimento. Ele ainda não acordara para entender que aquilo que pensava que era amor, na verdade, era apenas uma artificialidade com seu rol de aspectos exteriores. Aquela preocupação doentia em produzir para Deus, não passava de outro tipo de escravidão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Para completar o quadro, ele começou a sentir medo, medo de errar, medo de tomar decisões erradas. Algumas vezes, o que surgia em sua imaginação o deixava ainda mais culpado e tenso. Perguntava constantemente para si mesmo: “Crente pode isso?” “É pecado tal coisa?”. Começou a se cobrar mais. Era tão intensa a sua vida espititual, que já não tinha nem mais tempo para o lazer com sua esposa e filhos. Achava-se tão culpado que sentia como se a ira de Deus estivesse pesando sobre sua cabeça. Quanto mais ouvia sermões de admoestações, mais longe ficava da imagem perfeita de Deus. Por não poupar os seus erros, o sentimento de culpa ia lhe sufocando mais, a cada dia que passava. O ritual, mesmo que meticulosamente por ele executado, não era suficiente para trazer paz a sua consciência embotada pela necessidade premente de práticas expiatórias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Ele agora se via naquela figura temerosa de criança, recebendo ordens severas do pai. Sua vida de crente parecia mais a de uma criança adotada e insegura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Talvez, um dia, quem sabe, ele viesse a ter consciência de que as suas práticas religiosas, não passavam de uma penitência inútil pelos erros cometidos em sua vida pregressa. Um dia, talvez, ele pudesse despertar da letargia religiosa que o prendera em uma outra prisão que, tal qual a de antes o tinha condenado a viver de sacrifício em sacrifício, tentando apagar uma culpa, que só Cristo como verdadeiro amigo e irmão poderia redimi-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8 : 36)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;&lt;a href="http://levibronze.blogspot.com/2009/05/das-trevas-para-escravidao-eclesiastica.html" target="_blank"&gt;Via Ensaios &amp;amp; Prosas por Levi Bronzeado&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="fb-comments" data-href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/das-trevas-para-escravidao-eclesiastica.html" data-num-posts="5" data-width="470"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/xrPH9IN91u8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/439069135389900683/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/das-trevas-para-escravidao-eclesiastica.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/439069135389900683?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/439069135389900683?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/xrPH9IN91u8/das-trevas-para-escravidao-eclesiastica.html" title="Das trevas para a escravidão eclesiástica" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-FsvnfG6CUUk/T09fKtr_9BI/AAAAAAAABhE/WZJ8jlpONxI/s72-c/20090721135543-preso-bola.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/03/das-trevas-para-escravidao-eclesiastica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08DRHs5eSp7ImA9WhVTE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-5663805525695756019</id><published>2012-02-27T16:44:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T16:44:35.521-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-27T16:44:35.521-08:00</app:edited><title>Um caso de milenarismo negro “protestante” no Brasil Império(último texto de Robinson Cavalcanti)</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://www.pavablog.com/2012/02/27/um-caso-de-milenarismo-negro-protestante-no-brasil-imperio/" target="_blank"&gt;Via Pavablog&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fy92gBAYeVA/T0wi0nauMkI/AAAAAAAABg8/QYyxd8hfb2s/s1600/cavalcanti.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fy92gBAYeVA/T0wi0nauMkI/AAAAAAAABg8/QYyxd8hfb2s/s320/cavalcanti.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Robinson Cavalcanti&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O período do Primeiro Reinado, Regência e início do Segundo Reinado (&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“maioridade”&lt;/em&gt;) foi bastante conturbado por episódios de revoltas regionais e étnicas ou de caráter liberal e republicano, em destaque, no Nordeste, a Insurreição Pernambucana (1817), a Confederação do Equador (1824) e a Revolução Praieira (1848).&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Desde a Colônia que tivemos episódios milenaristas/quiliáticos no catolicismo popular, cuja raiz está no próprio sebastianismo português (o&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“retorno das águas”&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de Dom Sebastião, morto na batalha de Alcácer-Quibir), com pretensos messias e instauração de reinos celestiais na terra. Fenômeno que continuou na República com o Canudos de Antônio Conselheiro, e teve até um episódio protestante entre luteranos do sul, com os Muckers de Jacobina Maurer.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Naquele tempo os negros, em sua religiosidade, oscilavam entre a assimilação católica de Irmandades, como a de Nossa Senhora dos Pretos ou São Benedito, e a preservação dos cultos animistas de fundo africano. O protestantismo de imigração ou as capelanias britânicas não ameaçavam o sistema, conquanto o próprio Regente Padre Feijó advogasse para o Brasil um catolicismo reformado nacional, semelhante ao Anglicanismo. É nesse contexto que o Recife conheceu um movimento único, que foi o liderado pelo negro livre Antônio José Pereira, a partir de 1841.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Ele fora alfabetizado pela senhora de sua mãe, uma escrava doméstica, servira na Milícia (força policial auxiliar), inclusive em outras Províncias do Império, alcançando a patente de oficial. Sua Bíblia pode ter sido uma edição católica ou uma edição protestante deixada pelos escassos colportores das Sociedades Bíblicas estrangeiras que passaram brevemente por Pernambuco naquela época.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Vale lembrar que um pastor norte-americano havia distribuído 50 Bíblias em 1823 e um colportor havia deixado um caixote de Bíblias em 1833.&amp;nbsp; Em 1822, com um batismo realizado pelo Rev. John Penny, foi criada a capelania anglicana do Recife, que inauguraria o seu templo da Rua da Aurora em 1839. Antônio, ao estudá-la, havia sublinhado todas as passagens que falavam da intervenção libertadora de Deus em favor dos oprimidos, e as relacionava com a situação da raça negra, que considerava, no contexto do Brasil, moralmente superior a dos brancos, maculada pela prática da escravidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Pregou a dignidade da raça negra, o livre exame da Bíblia por todos os fiéis, inclusive pelas mulheres, que alfabetizou, e que constituíam a maioria dos seus cerca de 300 seguidores (mais um número, não preciso, de simpatizantes).&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Antônio, que era tratado por sua comunidade como&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“Divino Mestre”&lt;/em&gt;&amp;nbsp;se considerava um cristão ortodoxo em relação às doutrinas credais, mais denunciava a Igreja Romana, como desviada e o padroado (status de religião oficial tendo o Imperador como Grão-Chanceler da Ordem de Cristo), e atacava a veneração das imagens, centrando a fé em Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O historiador Marcus Carvalho (CFCH-UFPE), um dos poucos a pesquisar o tema, o considerava um&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“pastor negro”&lt;/em&gt;, e via, em seu movimento, as marcas do Protestantismo. A dimensão milenarista ficava por conta da crença que a esposa do&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“Divino Metre”&lt;/em&gt;&amp;nbsp;se mantinha grávida por quatro anos, e que o fruto desse ventre teria uma identidade sagrada, e, quando do seu nascimento, instauraria um reino messiânico.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O sistema imperial, tenso com as revoltas regionais, novos quilombos (como o de Catucá), movimentos milenaristas, a celebração a Independência do Haiti, e a memória da&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“Revolta dos Malês”&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(negros muçulmanos), na Bahia, hierárquica, patriarcal e escravista, temia e reprimia qualquer movimento autônomo na sociedade civil, especialmente vindo dos negros, e negros que sabiam ler, e de mulheres, que, fossem negras ou brancas não tinham status de cidadania.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tudo isso se constituía em uma potencial ameaça para a ordem estabelecida. O que não tardou na prisão, em 1846, de Antônio José Pereira, e seis dos seus seguidores. Dada a importância que atribuíam ao potencial de revolta ou abolicionista da seita, os detidos não foram ouvidos pelo juiz de paz, ou pelo juiz de direito, mas, diretamente pela segunda instância formada pelos Desembargadores&amp;nbsp; do Tribunal de Relação da Província de Pernambuco.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O advogado do&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“Divino Mestre”,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;o liberal radical e emancipacionista Borges da Fonseca, editor de um temido jornal local, que defendeu a sua libertação baseado em que sendo um movimento pacífico, que, ao pregar o que consideravam ser&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“o verdadeiro cristianismo”&lt;/em&gt;, ou&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“a lei de Jesus”&lt;/em&gt;, poderia ser apenas acusado de&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“cismático”&lt;/em&gt;, mas que cisma não era crime pelas leis do império, haja vista a presença dos imigrantes e das capelanias inglesas.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Os líderes da seita&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“protestante negra”&lt;/em&gt;&amp;nbsp;foram mantidos presos por cerca de um ano, voltando, depois, a se reunir e a pregar em praça pública, onde a população pobre, inclusive negra (católica ou do candomblé), instigada pelas autoridades, os atacava verbal e fisicamente. Em 1851 correu na cidade a notícia de que um dos seguidores havia morrido e ressuscitado, causando uma polvorosa, e levando as autoridades a decretar a exibição pública de todos os cadáveres antes dos enterros…&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Com a consolidação do Segundo Reinado, o sistema se consolidou e se sentiu menos ameaçado, amenizando a repressão, enquanto ia crescendo o movimento abolicionista. Escasseiam os registros sobre a seita, sobre a morte de Antônio José, o que aconteceu com a&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“gravidez de quatro anos”&lt;/em&gt;, e porque ela veio a se dissolver e desaparecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como o pensamento&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“anglicano”&lt;/em&gt;&amp;nbsp;do Padre Feijó, e o posterior nacionalismo republicano e abolicionista dos irmãos maranhenses Vieira Ferreira, que criam a primeira denominação pentecostal (antes que houvesse pentecostalismo no mundo) entre nós, a Igreja Evangélica Brasileira, a seita negra pernambucana constitui parte desse proto-protestantismo (no caso popular) brasileiro, amplamente desconhecido, e que tem muitas similitudes com o cristianismo nativista africano atual, com seus milhões de seguidores, também amplamente desconhecido no Ocidente, com exceção do Kimbanguismo que se filiou ao Conselho Mundial de Igrejas.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #444444; font-family: Arial, Verdana; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Uma grande lição: deixar pobres e negros lendo a Bíblia por conta própria e sublinhando textos libertadores… é sempre um perigo…&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/GL1X2tXDiKI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/5663805525695756019/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/02/um-caso-de-milenarismo-negro.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5663805525695756019?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5663805525695756019?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/GL1X2tXDiKI/um-caso-de-milenarismo-negro.html" title="Um caso de milenarismo negro “protestante” no Brasil Império(último texto de Robinson Cavalcanti)" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-fy92gBAYeVA/T0wi0nauMkI/AAAAAAAABg8/QYyxd8hfb2s/s72-c/cavalcanti.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/02/um-caso-de-milenarismo-negro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4CQnY5eip7ImA9WhVTE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-7634298664542062176</id><published>2012-02-27T16:29:00.000-08:00</published><updated>2012-02-27T16:29:23.822-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-27T16:29:23.822-08:00</app:edited><title>Muita religião e pouca fé</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Kg5CiDaF0aE/T0wfTBf2BsI/AAAAAAAABg0/PBYw4CmqG20/s1600/voadores.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://2.bp.blogspot.com/-Kg5CiDaF0aE/T0wfTBf2BsI/AAAAAAAABg0/PBYw4CmqG20/s320/voadores.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das sentenças do Evangelho quanto aos últimos dias,&lt;br /&gt;
é acerca da frieza da fé;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"...o Espírito afirma que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé..."&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausencia de fé sincera no coração humano, &lt;br /&gt;
revela a ausencia de uma comunicação genuina das verdades da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É porque não se houve mais a Palavra, que a maioria das pessoas&lt;br /&gt;
se cercam de palavras sem significados práticos e de percepssões eternas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O resultado disso são almas, cada vez mais religiosas e cultuadoras do sagrado&lt;br /&gt;
porém vazias de convicções do e no Evangelho!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, os templos e igrejas estão cheios!&lt;br /&gt;
Todos os dias vemos milagres e curas em programas religiosos na tv.&lt;br /&gt;
Um percentual considerável da população, se diz cristã.&lt;br /&gt;
Mas na hora em que a consciência tem de enfrentar os abismos da existência,&lt;br /&gt;
nada disso funciona.&lt;br /&gt;
E aquilo que se chamava de fé, se revela como; medo, culpa e angustia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, no fundo todos sabemos que é assim!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas é hora de abandonarmos essa frieza!&lt;br /&gt;
Portanto, que se abram nossos ouvidos para a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
E assim teremos fé;&lt;br /&gt;
Fé; não apenas para viver mas para existir em Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que assim seja!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mardoni&lt;br /&gt;
27/02/12&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/rnDsPlXMepo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/7634298664542062176/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/02/muita-religiao-e-pouca-fe.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/7634298664542062176?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/7634298664542062176?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/rnDsPlXMepo/muita-religiao-e-pouca-fe.html" title="Muita religião e pouca fé" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Kg5CiDaF0aE/T0wfTBf2BsI/AAAAAAAABg0/PBYw4CmqG20/s72-c/voadores.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/02/muita-religiao-e-pouca-fe.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUMRHg-fyp7ImA9WhVTEUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-2243252600828755727</id><published>2012-02-24T19:24:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T19:24:45.657-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-24T19:24:45.657-08:00</app:edited><title>A escolha de Jesus</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Wxk6J7HTPQo/T0hTiVayM7I/AAAAAAAABgs/8qw52fqn2eU/s1600/pThePromise.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Wxk6J7HTPQo/T0hTiVayM7I/AAAAAAAABgs/8qw52fqn2eU/s320/pThePromise.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Já imaginou se &amp;nbsp;antes de nascer &amp;nbsp;tivessemos&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;tido a oportunidade de escolher o local do nosso nascimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;E se pudessemos determinar quem seriam os nossos progênitores.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Ou se de algum modo no "não exisitir" como humanos,&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;no "antes de ser" como feto, pudessemos planejar toda a nossa vida na terra;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;escolher o país, a cultura, o clima, e o idioma do contexto no qual cresceríamos.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Sim, estou apenas congecturando, especulando uma possibilidade absurda.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;E quais seriam os narcisismos desse absurdo?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Que escolhas faríamos?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Uma metrópole, pais da alta aristocracia, uma nação de cultura dominante,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;enfim, se tivessemos tal poder talvez nossas escolhas não fossem nada modestas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Bem, Jesus antes de nascer pode fazer todas essas escolhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;E veja só o que Ele determinou;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Um povo sob a opressão romana, uma família pobre,&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;um berço na insignificante Belém, um país de terra árida e seca;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Mas uma boa escolha teriam sido Roma ou Atenas como terra natal,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;da descendencia dos césares, ou pelo menos filho de um senador romano,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;ou um filósofo grego.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Grego e Latim ao invés do aramaico.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Discursar na Acrópole de Atenas e não na sinagoga empoeirada de Cafarnaum.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Enfim, ao invés de grandeza e fama;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;a encarnação se deu num ambiente de modéstia e simplicidade!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Em tempos quando riquezas e prosperidade, são oferecidas&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;como projeto de espiritualidade vale a pena pensar nisso!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Mardoni&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;02/12/11&lt;/div&gt;&lt;br class="Apple-interchange-newline" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/xnNMRT8GVR4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/2243252600828755727/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/02/escolha-de-jesus.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2243252600828755727?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2243252600828755727?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/xnNMRT8GVR4/escolha-de-jesus.html" title="A escolha de Jesus" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-Wxk6J7HTPQo/T0hTiVayM7I/AAAAAAAABgs/8qw52fqn2eU/s72-c/pThePromise.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2012/02/escolha-de-jesus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QHRn84fyp7ImA9WhVTEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-12266851755839446</id><published>2011-12-06T08:46:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T18:02:17.137-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-24T18:02:17.137-08:00</app:edited><title>A Rosa é quem diz</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;ANDREA MORAIS E MAURI KÖNIG, na&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/entrevistas/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1196583&amp;amp;tit=A-Rosa-e-quem-diz" target="_blank"&gt;Gazeta do povo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qGaqHygqu8k/Tt5E63BfUiI/AAAAAAAABf4/0m2d0LMDcQg/s1600/fazagora.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://4.bp.blogspot.com/-qGaqHygqu8k/Tt5E63BfUiI/AAAAAAAABf4/0m2d0LMDcQg/s320/fazagora.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não vá pelas aparências ao se deparar com irmã Rosa Martin. O corpo é franzino, mas a especialidade é lutar com gigantes. Feito Davi e Golias mesmo. Essa americana de 76 anos, desembarcada no Brasil há 50, não foge à luta quando está em jogo o interesse dos mais fracos. Primeiro afrontou a ditadura, acolhendo perseguidos políticos. Depois, mirou Itaipu ao defender os direitos dos desalojados. Mais tarde, juntou-se ao movimento dos sem-terra contra os grandes latifúndios. Recente­mente, tomou a frente da luta contra a construção da Usina de Mauá, no Rio Tibagi, entre Telêmaco Borba e Ortigueira.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmã Rosa nasceu em Tipton, Indiana, e logo cedo aprendeu no sítio da família que toda criatura tem nome, seja planta ou animal. Os ensinamentos do pai, sempre zeloso com a natureza, norteariam os caminhos da menina que se formaria bióloga. A verdadeira vocação, no entanto, estava no contato com outros povos. Entrou na Congregação das Irmãs de Santa Cruz, sendo enviada ao Brasil em 1961. Ficou em São Paulo até 1973, até ser transferida para Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, onde mora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinquenta anos de Brasil não tiraram o sotaque carregado de irmã Rosa, nem a energia. Cada um dos 43 clubes de mães de Telêmaco tem suas digitais. Às voltas com causas ambientais, não faz ideia de quantas árvores já plantou, mas a meta é de uma por mês, no mínimo. Aposentadoria é algo ainda distante, embora um dia deva chegar. O plano, então, é passar o resto dos dias tomando chimarrão e visitando os muitos amigos para relembrar o passado. Histórias não vão faltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Quantas árvores a senhora já plantou?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faço a menor ideia. [risos] Foram 600 só no último mês. Varia bastante, dependendo do período. Mas tenho por norma plantar pelo menos uma árvore por mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Quando “nasceu” a mulher que ama a natureza?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha família era dona de uma pequena roça de cinco alqueires, em Indiana, nos EUA. Eu era a segunda mais velha de 12 irmãos. Meu pai tinha um grande cuidado com a natureza. Nos ensinou que cada criatura tem um nome. Foi algo que me marcou e me fez crescer com respeito ao meio ambiente e à humanidade. Hoje, quando alguém me diz “você trabalha com os pobres” eu respondo: “Não, eu trabalho com João, Maria e Marli”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;E quando “nasceu” a irmã Rosa?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu nome de batismo é Mônica. Quando chegou o período de trocar de nome (prática comum entre as religiosas no passado), eu falei que gostaria de me chamar Rosa Martin. Rosa, porque Rosa de Lima foi a primeira santa das Américas. E Martin tinha sido um irmão, que trabalhou com os pobres e estava para ser canonizado. Fiquei muito feliz ao conseguir virar Rosa. Pensei no dia: “Decerto eu vou para o Brasil um dia”. Aqui estou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;O que é o Brasil para Rosa?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande coração verde do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Seu sotaque ainda é forte. Brasileira ou americana?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou brasileira de coração, é o que sou. Uma certidão de papel tem pouco valor. Mais do que isso: tenho garra de viver e lutar pelo povo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Que país a senhora encontrou ao chegar, nos anos 1960?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo que cheguei, fui trabalhar no bairro de Jaguari, em São Paulo. Havia 40 famílias na favela, mas em pouco tempo viraram 400. Eu também cuidava de mais de 80 grupos Mobral [movimento de alfabetização]. Usávamos garagens e lugares abertos. As pessoas se protegiam do sol com guarda-chuva, queriam aprender. Aquela experiência foi meu despertar para a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;E a ditadura?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu trabalhava com grupos de teatro que passaram a ser perseguidos. Nosso colégio virou um refúgio para os procurados. Nunca fomos invadidos, mas a pedido do cardeal dom Paulo Evaristo Arns abrigamos muitas pessoas, inclusive quando saíam da cadeia. Era chocante, porque os militares sabiam tudo. Diziam: “E aquele teatro que vocês realizaram há dois anos? Onde está aquele fulano”? A gente trabalhava sob vigilância. Como dizia o cardeal Arns, tínhamos que trabalhar em silêncio, mas não poderíamos ser silenciados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Foi preciso coragem para enfrentar Telêmaco Borba…&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vim para cá em 1973. Logo depois, a Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) decretou a criação da Pastoral da Terra. E mais ou menos no mesmo período veio a luta em Itaipu: foram 12 mil agricultores expulsos de suas terras por causa da hidrelétrica. Mas havia a ditadura e não podíamos fazer reuniões. Mas a gente fazia. [risos] Cercavam as casas em que a gente se reunia. Cortavam luz e água. Às vezes ficávamos três dias incomunicáveis. Mas nunca fui agredida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Alguma cena não dá para esquecer?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa ocasião, estávamos com um grupo de agricultores, tentando decidir o que eles fariam com o pouco dinheiro que receberam de Itaipu. A cena foi tão emocionante que fico arrepiada só de lembrar. O local acabou cercado pelo militares. Na hora em que deixamos o local da reunião, saímos cantando o “Hino Nacional”, rezando o Pai-Nosso. Como naquele tempo ninguém era dispensado do serviço militar, do lado de fora estavam os soldados que, um a um, foram pedindo “a bênção pai, a bênção pai”. Os agricultores reunidos eram pais dos soldados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Podemos dizer que foi com Itaipu que nasceu a Rosa ambientalista?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde São Paulo sempre trabalhei com espírito de amor à natureza. Mas foi por causa de Itaipu que nasceu a coragem de lutar por um mundo mais justo e igualitário. Lembro que, em 1974, no primeiro Dia do Agricultor, promovemos uma palestra e as pessoas ficaram impressionadas. O povo, bem caboclo, dizia: “Nossa, a gente tem que tratar os bichos como trata dos filhos. Tem que vacinar, tem de dar nome, tem de ter lugar de lugar de dormir, água fresca.” Viam essa informação como se fosse algo de outro mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na primeira reunião que fiz no Clube de Mães, em Telêmaco, 41 mulheres vieram e 40 não tinham nem casinha (banheiro) no fundo de casa. Mas foi tão bom. A gente caminhou junto para mudar essa realidade. Tive o privilégio de ver essa transformação. Agora estou esperando para ficar bem velha e passar meu tempo visitando as pessoas, tomando chimarrão e revivendo as histórias do passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Irmã Rosa é uma entusiasta dos “clubes de mães”…&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui em Telêmaco nós temos um problema grande de violência contra a mulher. Procuramos fazê-las entender que elas merecem respeito. Às vezes, não conseguem denunciar na delegacia, porque a rede de proteção é falha. Nem casa de apoio funciona. Mas elas têm o Clube das Mães. É um lugar para, pelo menos, desabafar. Aqui os homens deixam suas mulheres virem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;A senhora participou da organização do MST no Paraná. Como foi?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil. O Paraná é muito tradicional. Cada um quer ser dono de sua propriedade. Não tinha como deixar o povo fazer favelas. Os militares estavam em cima, sabiam de tudo. Lembro que mesmo em 84, quando o período duro da ditadura já havia passado, fui chamada pelo delegado daqui. Ele me disse: “Você é uma das mulheres mais perigosas dessa área”. A ordem era ficar de olho em mim. Queriam nos intimidar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1986, o José Richa deixou a gente realizar o 1.º Encontro Na­­cional de Sem Terra, no Parque Cas­­telo Branco, na região de Curi­­tiba. Chamávamos o local de Hotel Jesus, porque lá dormíamos onde dava. [risos] Mas tudo vinha cercado por aquela desconfiança. Achavam que a gente queria tomar terras indevidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tem muita coisa que o povo não sabe. Houve casos em que o banco chamava e dizia que havia uma terra, que gostariam que a gente ocupasse. O banco queria dinheiro. Invadindo, o Incra comprava a terra para a reforma agrária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sua luta mais recente foi contra a construção da Usina de Mauá. Como foi essa batalha?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos essa luta oficialmente no Dia de São Francisco, 4 de ou­­tubro de 2006. Foi feito um trabalho de conscientização, mostrando que não era preciso devastar es­­sa área preciosa do Rio Tibagi. É a maior área de Mata Atlântica contínua, onde estão as maiores quedas no rio para oxigenar as águas. Aqui nós tínhamos 46% de todas as espécies do Paraná e toda essa vida está sendo sacrificada. Fo­­ram afetados os pescadores, os ga­­rimpeiros, apicultores, ribeirinhos… A gente tenta amenizar. Mas para a natureza, o preço é tão grande que não tem como consertar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Como a senhora se sente vendo a Usina de Mauá quase pronta?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O progresso, como o povo diz, tem que acontecer. Mas nós não podemos perder a oportunidade de melhorar em algumas áreas, como a parte de território, construindo estradas, indenizando quem foi prejudicado, criando corredores de biodiversidade para compensar o impacto da barragem. Uma lagoa de 84 quilômetros quadrados traz impacto para toda a região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;A senhora representa interesses de pessoas simples, como pescadores, diante de gigantes como Itaipu e Copel. Como é?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém é Deus na Terra. A gente tem que argumentar e tentar convencer. No debate sobre Mauá, havia as câmaras técnicas das quais eu participava. O nosso trabalho neste foi como o da viúva, que bate, bate até alguma coisa acontecer. E nós não estávamos sozinhos. Junto conosco estavam juízes e promotores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Como é o trabalho realizado no Centro de Promoção Humana que a senhora coordena?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós vivemos de doações. Dinheiro é pouco – não chega nem a R$ 400 por mês. Mas nós conseguimos ajudar as pessoas a partir de coisas desprezadas, que não servem mais, seja um berço, algo para costura, para cozinha. Repartimos essas doações. Fazemos a conexão entre quem tem algo sobrando e a pessoa que precisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que sobra é vendido para cobrir custos, como combustível e outras despesas para mantermos o movimento funcionando. Para fazer a distribuição dos donativos, trabalhamos com 43 clubes de mães, de todos os bairros de Telêmaco. É um vaivém de donativos. Aqui funciona como uma gaita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/82634CbfogE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/12266851755839446/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/12/rosa-e-quem-diz.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/12266851755839446?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/12266851755839446?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/82634CbfogE/rosa-e-quem-diz.html" title="A Rosa é quem diz" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-qGaqHygqu8k/Tt5E63BfUiI/AAAAAAAABf4/0m2d0LMDcQg/s72-c/fazagora.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/12/rosa-e-quem-diz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QMR309eCp7ImA9WhVTEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-4221359311181520368</id><published>2011-11-27T15:56:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T18:03:06.360-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-24T18:03:06.360-08:00</app:edited><title>Líder evangélico emerge em meio a guerra cultural no Brasil</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Se ser evangélico e líder cristão no Brasil significa viver esse modelo, declaro desde já que estou desviado desse padrão, me tornei ateu a este modelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução na integra da entrevista do pastor Silas Malafaia ao&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2011/11/26/world/americas/silas-malafaia-tv-evangelist-rises-in-brazils-culture-wars.html?_r=4&amp;amp;pagewanted=1&amp;amp;ref=world" target="_blank"&gt;New York Times&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9k2HAwQUbOE/TtLLcRsfU0I/AAAAAAAABfw/AZdpT4UxnuU/s1600/1126brazil-sf-articleInline.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-9k2HAwQUbOE/TtLLcRsfU0I/AAAAAAAABfw/AZdpT4UxnuU/s1600/1126brazil-sf-articleInline.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os Livros SILAS MALAFAIA, que vendem aos milhões no Brasil, têm títulos tais como "Como derrotar as estratégias de Satanás" e "Lições de um Vencedor". O seu jato privadoGulfstream trás em sua fuselagem a inscrição em inglês “God´s Favor” ou "Favor de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Como tele evangelista de televisão, o Sr. Malafaia atinge espectadores em dezenas de países, incluindo Estados Unidos, onde a Daystar e Trinity Broadcasting Network transmitem seus sermões. Por mais de 30 anos, o Sr. Malafaia, 53, vem reunido em torno de sua pregação pentecostal igrejas prosperas e os mais diversos empreendimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Apesar disto, Sr. Malafaia, jamais teria atraído qualquer atenção para além de seus próprios seguidores e fieis de sua igreja se ele não tivesse se colocado em tanta proeminência no que podemos chamar de versão brasileira de guerra cultural. Afinal, o Brasil tem outros líderes evangélicos que comandam grandes impérios, como Edir Macedo, cuja Igreja Universal do Reino de Deus controla a Rede Record, uma das maiores redes de televisão do Brasil. Outros, como Romildo Ribeiro Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, são conhecidos por maior zelo missionário.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Mas é o Sr. Malafaia que recentemente atraiu a maior atenção, quando apontou seus ataques verbais contra uma ampla gama de inimigos, incluindo os líderes do movimento gay do Brasil, os defensores do direito ao aborto e apoiantes da descriminalização da maconha.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;"Eu sou o inimigo público n º 1 do movimento gay no Brasil," disse Malafaia em uma entrevista este mês em Fortaleza, uma cidade no nordeste do Brasil, onde ele levou uma de suas "cruzadas", um evento misturando pregações e música para cerca de 200.000 pessoas, onde lágrimas correm dos rostos de alguns dos participantes mais apaixonados, enquanto outros dançam ao som das performances de abertura do evento.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Antes de subir ao púlpito, o Sr. Malafaia nos contou como se tornou um cobiçado convidado de programas de TV, atuando como antagonista em debates com a liderança gay. Mas isso é apenas uma pequena parte de seu repertório. Televisão é apenas um dos muitos meios à disposição do Sr. Malafaia. No Twitter, ele tem quase um quarto de milhão de seguidores&amp;nbsp; e em vídeos distribuídos no YouTube, ele não só ataca seus liberais, mas também jornalistas e líderes evangélicos rivais.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não surpreendentemente, sua proeminência crescente fez dele fonte de admiração e inquietação. Ele mobilizou este ano milhares de pessoas em uma passeata na capital do país, Brasília, contra um projeto de lei que visando ampliar legislação anti-discriminação para incluir a orientação sexual.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;"Ele é como Pat Robertson, no sentido de ser um pioneiro na movimentação da direita evangélica brasileira para a esfera política nacional", disse Andrew Chesnut, especialista em religiões latino-americano da Virginia Commonwealth University, comparando o Sr. Malafaia para o evangelista de televisão favorito dos conservadores americanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;[...]&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em um ensaio em novembro, a jornalista Eliane Brum escreveu sobre a crescente intolerância de parte dos evangélicos para com ateus e ainda sobre o que ela chamou de "uma disputa cada vez mais agressiva por participação de mercado" entre as grandes grandes igrejas brasileiras.O ensaio de Brum desencadeou uma onda de reações entre os pentecostais e as palavras do Sr. Malafaia estavam entre as mais cáusticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Durante esta entrevista , o Sr. Malafaia chamou a Sra. Brum de "vagabunda", e repetiu diversas vezes a sua afirmação de que "os ateus comunistas" da antiga União Soviética, Camboja e Vietnã foram responsáveis por mais mortes do que "as guerras de origem religiosa."&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Por caricatura ou padrão, a linguagem agressiva do Sr. Malafaia tem, frequentemente, se tornado um espetáculo para a mídia. Em novembro, a Revista Época informou que o Sr. Malafaia, durante comentários em uma tensa entrevista concedida ao noticioso, tratando da tomada de medidas legais contra Toni Reis, um proeminente, um defensor dos direitos gays, Malafaia disse que iria "fornicar" Sr. Reis. Sr. Malafaia soltou uma explicação dado conta que ele tinha, de fato, dito que iria "funicar" Sr. Reis. Contudo, quando os pesquisadores informaram que não tinham sido capazes de encontrar a palavra dita por Sr. Malafaia em nenhum dos dicionários de referência da língua, Malafaia informou ser esta é uma gíria significando algo como "trucidar".&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;A visibilidade do Mr. Malafaia obtida em tais episódios tem alimentado dúvidas sobre suas ambições políticas. Ele disse não ter vontade de se candidatar a nada, pois isto poderia torná-lo em dívida com um partido político específico, limitando assim a visibilidade que ele tem agora.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;"Deus me chamou para ser um pastor", disse ele, "e não vou trocar isto para ser um político."&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Mas influência política é outra questão. Sr. Malafaia disse que votou duas vezes para o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e durante anos teve acesso aos corredores do poder de Brasília. Mas ele também contou uma anedota sobre a sucessora de Lula, a Presidente Dilma Rousseff, que sugere quão importantes as figuras evangélicas estão se tornando no cenário eleitoral. Ele disse que ela falou com ele por telefone durante 15 minutos durante a campanha presidencial do ano passado, tentando atrair o seu apoio. Mas ele disse que recusou por causa de diferenças ideológicas com o Partido dos Trabalhadores do governo do Sr. da Silva, um ex-líder trabalhista, e Sra. Rousseffprojeto de lei que beneficia gays e me prejudica?“&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;O Sr. Malafaia contava estas estórias agitado, em um português cada vez mais carregado de sotaque carioca, enquanto cortava o ar com seus dedos adornados com anéis de ouro e diamantes incrustados.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Sua&amp;nbsp;&lt;i&gt;persona&lt;/i&gt;&amp;nbsp;ganhou quase o status de estrela do rock entre alguns apoiantes. "Eu não o reconheci sem bigode", disse Erineide Mendonça, 39, uma empregado do hotel de Fortaleza onde o Sr. Malafaia estava hospedado, referindo-se ao cabelo facial, uma marca registrada que Malafaia manteve por longos anos. "Mas eu reconheci a voz dele", disse ela, pedindo para ser fotografada com o evangelista que ela adora.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Tanto o Sr. Malafaia como a sua esposa, Elizete, são formados em psicologia, e quando ele sobe ao púlpito, sua voz ecoa nos sermões carregados de lições de auto-ajuda e perseverança.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Seu tema favorito envolve o sucesso e como alcançá-lo. Enquanto ele próprio diz viver em relativa humildade, não como um milionário.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Malafaia não se desculpa por sua própria ascensão material. Na verdade, ele a celebra, divulgando, por exemplo, o seu Mercedes-Benz – uma doação de um amigo próspero, explica. Há também o exclusivíssimo jato particular Gulfstream, adquiridos de segunda mão nos Estados Unidos, disse Malafaia, não por ele, mas por sua organização religiosa sem fins lucrativos, a um preço razoável.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;"O papa voa em um jato jumbo", disse referindo-se ao avião fretado à Alitalia que transporta o bispo de Roma. E denuncia o que parece ser um comportamento de duplo padrão de julgamento: "Mas, se um pastor viaja em um avião à jato particular com algum uso, ele é considerado um ladrão."&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;div style="color: #0c343d;"&gt;Tradução e comentários&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.genizahvirtual.com/" style="color: #003366; text-decoration: none;"&gt;Genizah.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia Mais em:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.genizahvirtual.com/2011/11/deu-no-new-york-times-silas-malafaia-e.html#ixzz1ex9eOxuJ" style="color: #003399; text-decoration: none;"&gt;http://www.genizahvirtual.com/2011/11/deu-no-new-york-times-silas-malafaia-e.html#ixzz1ex9eOxuJ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #0c343d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="fb-root"&gt;&lt;/div&gt;&lt;script&gt;
(function(d, s, id) {
  var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0];
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&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;fb:comments href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/lider-evangelico-emerge-em-meio-guerra.html" num_posts="2" width="500"&gt;&lt;/fb:comments&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/Bot5uQ_CFDA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.nytimes.com/2011/11/26/world/americas/silas-malafaia-tv-evangelist-rises-in-brazils-culture-wars.html?_r=4&amp;pagewanted=1&amp;ref=world" title="Líder evangélico emerge em meio a guerra cultural no Brasil" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/4221359311181520368/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/lider-evangelico-emerge-em-meio-guerra.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4221359311181520368?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4221359311181520368?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/Bot5uQ_CFDA/lider-evangelico-emerge-em-meio-guerra.html" title="Líder evangélico emerge em meio a guerra cultural no Brasil" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-9k2HAwQUbOE/TtLLcRsfU0I/AAAAAAAABfw/AZdpT4UxnuU/s72-c/1126brazil-sf-articleInline.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/lider-evangelico-emerge-em-meio-guerra.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQGQn09fyp7ImA9WhRSE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-4889203474928474842</id><published>2011-11-14T00:42:00.000-08:00</published><updated>2011-11-14T18:32:03.367-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-14T18:32:03.367-08:00</app:edited><title>Sobre a reportagem da Record e a indignação dos evangélicos</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-la_M_V46rto/TsDUNaVj-xI/AAAAAAAABeQ/9u1oPAxg8rg/s1600/Domingo-Espetacular1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="249" src="http://4.bp.blogspot.com/-la_M_V46rto/TsDUNaVj-xI/AAAAAAAABeQ/9u1oPAxg8rg/s320/Domingo-Espetacular1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No Evangelho a enfase nunca é no "cair", mas sempre no "andar"!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto a questão é; os que caem ao levantarem-se "andam" de modo diferente; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconciliados com a humanidade!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acolhendo a quem quer que seja em amor!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lavam os pés uns dos outros!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobejam amor e graça por onde passam!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, ao levantarem-se, os que caíram, se não andarem nesse espírito, saiba eles não levantaram mas permanecem caídos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho pra mim que essa reportagem é ingrediente de mais um ataque do Malcedo à Globo que planeja incluir programas "gospel" em sua grade de programação sendo que este já é um segmento de importância econômica no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto a coisa toda tem a ver com dinheiro e ibope.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E parece que os evangélicos "caíram" direitinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais indignado é o &lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/com-exclusividade-pastores-comentam-a-reportagem-do-domingo-espetacular-sobre-cair-no-espirito/"&gt;Feliciano&lt;/a&gt;&lt;a href="http://noticias.gospelprime.com.br/com-exclusividade-pastores-comentam-a-reportagem-do-domingo-espetacular-sobre-cair-no-espirito/"&gt;&lt;/a&gt; (e não poderia deixar de ser ele vive de fazer os outros caírem) que contra-atacou; "E a teologia mística e sincrética deles? Catolicismo com água benta, umbanda com sal grosso? O q esperar de um líder que aprova o aborto, fala publicamente que bebe socialmente e agora chama de demônio uma obra feita pelo Espirito? Vou orar por ele, ficou cego!"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o Reino de Deus não tem nada a ver com essas brigas motivadas por dinheiro e ibope. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Reino tem a ver com as palavras do Evangelho; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Quem é o próximo daquele que estava caído...?&lt;br /&gt;
O que usou de misericórdia para com ele!&lt;br /&gt;
...vai tu e faze o mesmo." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nele&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mardoni&lt;br /&gt;
14/11/11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="fb-comments" data-href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/sobre-reportagem-da-record-e-indignacao.html" data-num-posts="2" data-width="500"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/h9FgR9u0WuM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/4889203474928474842/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/sobre-reportagem-da-record-e-indignacao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4889203474928474842?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4889203474928474842?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/h9FgR9u0WuM/sobre-reportagem-da-record-e-indignacao.html" title="Sobre a reportagem da Record e a indignação dos evangélicos" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-la_M_V46rto/TsDUNaVj-xI/AAAAAAAABeQ/9u1oPAxg8rg/s72-c/Domingo-Espetacular1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/sobre-reportagem-da-record-e-indignacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEAQHc_eip7ImA9WhRTEk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-8713845340951633398</id><published>2011-11-02T05:39:00.000-07:00</published><updated>2011-11-02T05:40:41.942-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-02T05:40:41.942-07:00</app:edited><title>Difícil é não ser meramente teórico, abrir a casa em hospitalidade, repartir o pão, depositar uma oferta na conta de um irmão que tem CPF, RG e dívidas.</title><content type="html">Via www.caminhoconsciencia.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VaYBarJeV3Q/TrE4-3a39RI/AAAAAAAABeA/5cp2Zd91RSU/s1600/As%2Bcrian%25C3%25A7as.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="218" src="http://2.bp.blogspot.com/-VaYBarJeV3Q/TrE4-3a39RI/AAAAAAAABeA/5cp2Zd91RSU/s320/As%2Bcrian%25C3%25A7as.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
É mais fácil ministrar por atacado, em auditórios, gerando a falsa impressão de êxito e eficácia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É mais fácil administrar coisas, programas, projetos, atividades, orçamentos e agendas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É mais fácil falar ao telefone com um ouvinte do outro lado do país e orar por atacado, de uma vez só, com óleo sobre cartas de remetentes anônimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já vivi tudo isso noutro tempo…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil mesmo é colocar o pé na lama, ir ao encontro das pessoas – uma de cada vez – para ouvir suas histórias singulares, discernir seus mundos interiores trancados em chaves de defesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil é trilhar o caminho desconhecido em busca de respostas que não estão prontas em manuais de aconselhamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil é conviver com as contradições dos outros, seus julgamentos injustos, suas neuroses, imaturidade emocional, confusões mentais, ignorância espiritual e vaidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil é não ser meramente teórico, abrir a casa em hospitalidade, repartir o pão, depositar uma oferta na conta de um irmão que tem CPF, RG e dívidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil é exercitar a disciplina do encontro, da busca do perdão, ser gente em comunidade!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil - mas fascinante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Difícil - mas relevante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a oferta do evangelho da Graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É desse modo que escolhi viver hoje e sempre, até aquele dia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto extraído do Livro Outra Espiritualidade, de Ed René Kivitz.&lt;br /&gt;
Adaptado por Daniel Raimundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curtiu? Compartilhe esta boa notícia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="fb-comments" data-href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/dificil-e-nao-ser-meramente-teorico.html" data-num-posts="5" data-width="500"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/00eyI7rfhls" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/8713845340951633398/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/dificil-e-nao-ser-meramente-teorico.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/8713845340951633398?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/8713845340951633398?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/00eyI7rfhls/dificil-e-nao-ser-meramente-teorico.html" title="Difícil é não ser meramente teórico, abrir a casa em hospitalidade, repartir o pão, depositar uma oferta na conta de um irmão que tem CPF, RG e dívidas." /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-VaYBarJeV3Q/TrE4-3a39RI/AAAAAAAABeA/5cp2Zd91RSU/s72-c/As%2Bcrian%25C3%25A7as.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/11/dificil-e-nao-ser-meramente-teorico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MMSX09eip7ImA9WhRTEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-2026287324476313870</id><published>2011-10-25T16:50:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T17:04:48.362-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-30T17:04:48.362-07:00</app:edited><title>O desvio dos mensageiros e a pureza da Mensagem</title><content type="html">&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-h2pHDgIRS_M/TqdJvr1wKrI/AAAAAAAABds/TdeUSEOWrZY/s1600/Desvio-0874.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://2.bp.blogspot.com/-h2pHDgIRS_M/TqdJvr1wKrI/AAAAAAAABds/TdeUSEOWrZY/s320/Desvio-0874.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;O Evangelho sempre foi uma mensagem marginal e subversiva, sendo semeado a margem da cultura prevalente, e sempre se apresentando como contracultura ao pensamento dominante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Pelo menos foi assim que Jesus iniciou e desenvolveu seu ministério, pregando e convidando seus primeiros discípulos às margens do mar da Galiléia. De modo semelhante, antes dele João Batista também cumprira seu chamado nestes mesmos moldes; marginal e subversivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 12pt;"&gt;O que se seguiu no modo dos apóstolos de dos primeiros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;discípulos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 12pt;"&gt;, foi uma continuidade de tudo o que eles haviam visto e aprendido em Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Este foi o modelo de Jesus; e antes Dele os profetas todos também fizeram caminho semelhante, sempre solitário, sem os holofotes sociais sobre eles ou sobre a mensagem que anunciavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Apesar de ser assim, sendo anunciada quase que de modo escondido, a revelação sempre cumpriu seu papel, de modo que a Palavra de Deus nunca voltou vazia, mas sempre com frutos e mais frutos de arrependimento e fé nos corações anônimos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Enquanto foi assim a mensagem permaneceu intacta, em pureza e coerência com a Palavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Até que...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Até que os mensageiros ganharam os holofotes sociais, políticos e religiosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Afinal esse tal "desejo de aparecer" sempre foi uma tentação para a igreja a qual ela nunca resistiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;A partir daí os mensageiros ficaram maiores que a mensagem, e para manterem esse status de grandeza, tiveram que adulterá-la. E mais que isso; passaram a perseguir os que não entraram no "esquema".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;E perseguem até hoje!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Mas o evangelho continua dando seus frutos nos lugares mais impensáveis, e tem gerado arrependimento e fé nos ambientes cada vez menos alcançados pelos holofotes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;E para que isso aconteça pouca coisa é necessária; poucos pães e peixes, ás vezes um barquinho, quem sabe amigos dispostos a carregarem alguém doente, ou até mesmo um jumento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Ou seja, tudo o que já se tem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Nada de mais, nada exorbitante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;E tem que ser assim, apenas porque Ele disse;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;"Como meu Pai me enviou, Eu vos envio."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Nele&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;Mardoni&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;23/10/11&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yAQbVIrHt8c/TqSLQ6Oq0HI/AAAAAAAABdg/g-uFc-PgIHs/s1600/mudar-de-vida.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-yAQbVIrHt8c/TqSLQ6Oq0HI/AAAAAAAABdg/g-uFc-PgIHs/s320/mudar-de-vida.jpg" width="247" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Santidade traz à cabeça, luz e perfeições cintilam no peito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Harmônicos sinos a impedir que faleça; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dão-lhe a vida, descanso perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim é que um Arão é feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Profanações trago à cabeça, defeitos e trevas há no meu peito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ruídos de paixões querem que eu faleça;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Num lugar sem o descanso perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pobre sacerdote sou feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas conto com outro Cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tenho outro coração e outro peito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um melhor som para que eu viva e não faleça;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sem o qual não há descanso perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nele é meu traje bem feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Cristo, meu único cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Meu único coração e meu peito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um som que me toca, embora a vida faleça;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dando ao velho eu descanso perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Meu traje é de novo então feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tão santo ele é em minha cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Perfeita luz em meu amado peito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Doutrina entoada em Cristo, não um que faleça, mas vive em mim meu descanso perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Vem e como Arão serás feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(George Herbert)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mardoni&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;11/10/11&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/FuPBANlciQk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/4727658316657515524/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/arao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4727658316657515524?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/4727658316657515524?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/FuPBANlciQk/arao.html" title="ARÃO" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-yAQbVIrHt8c/TqSLQ6Oq0HI/AAAAAAAABdg/g-uFc-PgIHs/s72-c/mudar-de-vida.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/arao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkICQ3w4eyp7ImA9WhdaEUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-5047815986666130792</id><published>2011-10-20T18:29:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T18:29:22.233-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-20T18:29:22.233-07:00</app:edited><title>Do culto ao medo a liturgia do amor</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VtdxsEsj6f4/TqDKvkUcEvI/AAAAAAAABdQ/f0Uh-82LrZE/s1600/Sem-t%25C3%25ADtulo14.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-VtdxsEsj6f4/TqDKvkUcEvI/AAAAAAAABdQ/f0Uh-82LrZE/s1600/Sem-t%25C3%25ADtulo14.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há os que andam com Jesus por medo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Medo do inferno, medo da morte, medo de tudo o que não compreendem. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Estes sempre acabam servindo ao Deus do medo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Começam servindo-o por medo, e sem perceberem ficam medrosos de Deus, confundindo em suas consciências; medo e pavor, com temor e reverência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que nasce como fruto desse processo é uma espiritualidade irmã de todas as concepções pagãs existentes na terra, pois como os pagãos, o culto que essa espiritualidade presta a Deus tem como objetivo acalmar a ira Dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E pior, essa passa a ser a mensagem anunciada como evangelho, mas dele só leva o nome.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por isso entre outras coisas insistem em anunciar;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“quem não dizima é atacado pelo devorador!”, ai a pessoa dizima não por que assim deseja, mas para ficar imune ao mal do devorador.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E muitos são os exemplos de “culto ao medo”, desenvolvidos pela religião.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Evangelho, no entanto, ensina que o caminho com Jesus não é feito de medo, mas de amor;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“No amor não há medo, antes o perfeito amor lança fora todo o medo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É por essa razão que o Evangelho não cabe na religião, pois esta quer nos manter presos a ela por meio do medo, enquanto o Evangelho nos deixa livres para andar em amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma vez vivendo a liberdade do Evangelho, as obrigações religiosas caem por terra, as agendas litúrgicas perdem o poder sobre nós, e o que fica é o culto do amor, que serve a Deus por nada e sem nenhuma troca de favores, mas somente como resposta grata á misericórdia dispensada a nós por Deus em Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E assim o controle, de homens sobre o próximo, vai dando lugar a harmonia do Espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os cargos eclesiásticos se tornam inadequados, diante dos dons da graça que vão fluindo livremente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A “Fé” deixa de ser o instrumento do “ter”, visto que aquele que conhece o amor vai aprendendo a “ser” Naquele que É.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O dinheiro perde o poder sobre a alma humana, porque já não é mais uma moeda de troca ou de barganha, pois assim como o homem não foi feito para o sábado, também não foi feito para o dinheiro, mas o dinheiro para o homem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E um novo ser vai nascendo;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No qualDeus já não é mais estranho ou assustador,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E o culto ao medo é vencido pela liturgia do amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mardoni&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;10/10/11&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/Q2fsex-hFR8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/5047815986666130792/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/do-culto-ao-medo-liturgia-do-amor.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5047815986666130792?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/5047815986666130792?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/Q2fsex-hFR8/do-culto-ao-medo-liturgia-do-amor.html" title="Do culto ao medo a liturgia do amor" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-VtdxsEsj6f4/TqDKvkUcEvI/AAAAAAAABdQ/f0Uh-82LrZE/s72-c/Sem-t%25C3%25ADtulo14.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/do-culto-ao-medo-liturgia-do-amor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08CR3k7cSp7ImA9WhdbGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-6823200058410656620</id><published>2011-10-18T16:51:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T16:51:06.709-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-18T16:51:06.709-07:00</app:edited><title>A causa homossexual e as Bandeiras da Igreja</title><content type="html">Por&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f6f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px;"&gt;Marcelo Quintela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f6f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 23px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BqlxfEqYTMk/Tp4QTVOIX0I/AAAAAAAABc4/vZYrQ2Abuf0/s1600/314867_276315775736011_243412769026312_867274_901473462_n-185x185.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-BqlxfEqYTMk/Tp4QTVOIX0I/AAAAAAAABc4/vZYrQ2Abuf0/s1600/314867_276315775736011_243412769026312_867274_901473462_n-185x185.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sugiro mudar a pauta, então. Mudar o tom. Mudar o discurso. Abaixar as mãos.&amp;nbsp;&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #1c1c1c; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Todos fomos flagrados em falta!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sugiro, então, o abraço ao diferente, a amor ao “torto”, o acolhimento do equivocado, a inclusão da turba marginalizada em quase dois mil anos de uma igreja só preocupada em fazer justiça. Nem a gente se aguenta mais… Vamos virar a página!&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #1c1c1c; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sugiro que os mais des-graçados sejam os mais&amp;nbsp;abraçados!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sugiro que larguemos as pedras da intolerância e a linguagem da ufania!&lt;br /&gt;
Sugiro que pitbulls da severidade e poodles raivosos abandonem a arena…&lt;br /&gt;
Sugiro que o ranger dos dentes ativistas dê lugar a um simples sorriso de paz!&lt;br /&gt;
Sugiro que ao corpo se dê um pouco mais de alma! Sugiro a Calma.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #1c1c1c; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sugiro o final do juízo até que ele comece.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Suplico que os discípulos de Jesus sigam Jesus!&lt;br /&gt;
E não per-sigam seus semelhantes tão distintamente semelhantes.&lt;br /&gt;
E amem o mundo até o limite do insuportável!&lt;br /&gt;
E amem o mundo até o mundo odiar o amor!&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Arrisquem-se, pelo Amor de Deus! Vamos precisar de todo mundo!&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #1c1c1c; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Amar não nos tornará cúmplices de ninguém e de nada!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo Quintela, do texto “A causa homossexual e as Bandeiras da Igreja…”&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; line-height: 24px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f6f3f3; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px;"&gt;&lt;a href="http://www.caminhoconsciencia.com/" rel="nofollow nofollow" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0167ab; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;Compartilhe nossos textos, espalhe &amp;nbsp;esta boa nova www.caminhoconsciencia.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/28mIXfVn-_Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/6823200058410656620/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/causa-homossexual-e-as-bandeiras-da.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/6823200058410656620?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/6823200058410656620?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/28mIXfVn-_Q/causa-homossexual-e-as-bandeiras-da.html" title="A causa homossexual e as Bandeiras da Igreja" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-BqlxfEqYTMk/Tp4QTVOIX0I/AAAAAAAABc4/vZYrQ2Abuf0/s72-c/314867_276315775736011_243412769026312_867274_901473462_n-185x185.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/causa-homossexual-e-as-bandeiras-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcDQXw-cCp7ImA9WhdUFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-2056748806538343750</id><published>2011-10-02T15:49:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T15:54:30.258-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-02T15:54:30.258-07:00</app:edited><title>Sob o signo da graça</title><content type="html">&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TRF5SQNR9tw/TojrNvlmcHI/AAAAAAAABcs/0SZgtvuYO_c/s1600/pThePromise.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-TRF5SQNR9tw/TojrNvlmcHI/AAAAAAAABcs/0SZgtvuYO_c/s320/pThePromise.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Jesus sempre incluiu todo mundo debaixo da graça de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Todo mundo mesmo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;E não poderia ser de outro modo, pois se fosse, não seria graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Para ser graça, tem que ser de graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Diante dela não há nenhum preço a ser pago, nenhuma barganha,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;nenhuma oferta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Pois ela já carrega em si a oferta amorosa de Deus, a todos que a receberem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Foi isso o que durante muito tempo me escandalizou em Jesus;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;"a todos", "de graça", "todo mundo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Inclusive os que "não merecem", e não "fazem questão",&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;que passam a vida toda ignorando a bondade de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Sempre me pareceu que sobre estes a graça é derramada com a mesma intensidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;que é sobre os que parecem mais justos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Digo; me pareceu, por que já não apenas parece, mas é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Durante muito tempo pensei assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Me era insuportável ler Jesus dizendo a mulher adúltera;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;"Eu também não te condeno, vá e não peques mais".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Como Ele podia dizer isso, devia ser o primeiro a apedrejá-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Penso que é por isso que a maioria dos cristãos tem dificuldade em entender a graça de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Pois ela não é egoísta, e nem partidária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;E ao contrário do que se pode imaginar, é muito mais humana que sobrenatural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;A graça também é niveladora;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;“Deus o vosso pai faz o sol nascer sobre bons e maus,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Faz “descer a chuva sobre justos e injustos.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Nivela a todos, põe todos; bons e maus debaixo do mesmo benefício.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Faz justos e injustos serem assistidos igualmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Só não vive sob esse ambiente de misericórdia universal, quem não quer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Não é Deus que decide agraciar este ou aquele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Cabe a nós decidirmos se vamos viver de modo a fazer com que a nossa vida seja uma resposta a essa graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Na cruz, os dois condenados receberam igual sentença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;E o que fez a diferença foi a resposta que cada um deu a presença de Jesus entre eles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Enquanto um desejava poder de Deus para escapar da cruz;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;“Salva-te a ti mesmo e a nós”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;O outro confessava a graça de estar sendo crucificado junto com Deus;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;“não temes a Deus estando em igual sentença”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;E foi por isso que a graça se manifestou salvadora a este;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;“ainda hoje estará comigo no paraíso”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Ora, se nosso mestre é assim, por que seríamos diferentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Não se pode esperar de quem confessa o Nome de Jesus, uma postura diferente da Dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Seja diante de quem quer que seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Andemos assim, e assim seremos filhos do nosso Pai que está no céu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;Mardoni&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 8.5pt;"&gt;02/10/11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/aqmnTRvAlls" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/2056748806538343750/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/sob-o-signo-da-graca.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2056748806538343750?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/2056748806538343750?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/aqmnTRvAlls/sob-o-signo-da-graca.html" title="Sob o signo da graça" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-TRF5SQNR9tw/TojrNvlmcHI/AAAAAAAABcs/0SZgtvuYO_c/s72-c/pThePromise.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/10/sob-o-signo-da-graca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQMSH48fyp7ImA9WhdUE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-6402508281926907266</id><published>2011-09-29T14:39:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T14:39:49.077-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-29T14:39:49.077-07:00</app:edited><title>Da simplicidade a ritualidade</title><content type="html">A origem da liturgia protestante&lt;br /&gt;
por&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeece6; color: #a50029; font-family: verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 3px; line-height: 13px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;b&gt;PAULO BRABO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeece6; color: #a50029; font-family: verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 3px; line-height: 13px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeece6; color: #a50029; font-family: verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 3px; line-height: 13px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5vjzJOb6jbQ/ToTkr7R0SwI/AAAAAAAABck/zFaoM4-j4QU/s1600/adora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-5vjzJOb6jbQ/ToTkr7R0SwI/AAAAAAAABck/zFaoM4-j4QU/s320/adora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeece6; color: #333333; font-family: calibri, cambria, verdana, 'trebuchet ms', arial, helvetica, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;As reuniões da igreja primitiva eram marcadas pelo funcionamento de cada membro, numa participação espontânea, livre, vibrante e aberta. Era um encontro fluido, não um ritual estático. E era imprevisível, bem diferente do culto da igreja moderna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeece6; color: #333333; font-family: calibri, cambria, verdana, 'trebuchet ms', arial, helvetica, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 24px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A Missa Católica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De onde vem então&amp;nbsp;a liturgia do culto protestante?&lt;br /&gt;
Ela tem suas raízes principais na Missa Católica.&lt;br /&gt;
Segundo o historiador Will Durant, a Missa Católica foi “baseada em parte no culto do Templo judaico, em parte nos místicos rituais de purificação dos gregos”. Durant destaca que a Missa estava profundamente mergulhada tanto no pensamento mágico pagão como no drama grego.&amp;nbsp;“A mente grega, moribunda, teve uma sobrevida na teologia e liturgia da igreja; o idioma grego, após reinar por séculos sobre a filosofia, chegou a ser o veículo da literatura e do ritual cristão; o misticismo grego foi passado adiante pelo impressionante misticismo da Missa”.&lt;br /&gt;
Os cristãos copiaram as vestimentas dos sacerdotes pagãos, o uso do incenso e da água benta nos ritos de purificação, a queima de velas durante a adoração, a arquitetura da basílica romana em seus edifícios de igreja, a lei romana como base da “lei canônica”, o título Pontifex Máximus (Sumo Pontífice) para o Bispo principal, e os rituais pagãos para a Missa Católica.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-1318"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A contribuição de Lutero&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em&amp;nbsp;1520 Lutero lançou uma violenta campanha contra a Missa Católica Romana. O ponto culminante da Missa sempre foi a Eucaristia, também conhecida como “Comunhão”, “Ceia do Senhor” ou “Santa Ceia”. Tudo é direcionado para o momento mágico em que o sacerdote parte o pão e o distribui para as pessoas. Desde Gregório o Grande (540-604) a igreja católica ensinava que Jesus Cristo é novamente sacrificado através da Eucaristia.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;EM VEZ DA EUCARISTIA, LUTERO COLOCOU A PREGAÇÃO NO CENTRO DA REUNIÃO.&lt;/h5&gt;O erro cardeal da Missa, disse Lutero, era que esta foi uma “obra” humana baseada numa falsa compreensão do sacrifício de Cristo. Então, em 1523, Lutero enunciou sua própria revisão da Missa Católica, revisão essa que é o fundamento de toda adoração protestante. O núcleo dela é: em vez da Eucaristia, Lutero colocou a pregação no centro da reunião.&lt;br /&gt;
Por conseguinte, no culto de adoração dos protestantes modernos o púlpito é o elemento central e não a mesa do altar (onde se coloca a Eucaristia nas igrejas católicas).&amp;nbsp;Para Lutero, “uma congregação cristã nunca deve reunir-se sem a pregação da Palavra de Deus e a oração, não importa quão exíguo seja o tempo da reunião. A pregação e o ensino da Palavra de Deus é a parte mais importante do culto divino”.&lt;br /&gt;
A noção de Lutero&amp;nbsp;da pregação como ponto culminante do culto de adoração permanece até nossos dias. Todavia tal crença não tem nenhuma procedência bíblica. Como disse um historiador, “O púlpito é o trono do pastor protestante”. É por esta razão que os ministros protestantes ordenados são comumente chamados de “pregadores”.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;“O PÚLPITO É O TRONO DO PASTOR PROTESTANTE”.&lt;/h5&gt;Apesar dessas modificações, a liturgia de Lutero variava bem pouco da Missa Católica. Basicamente, Lutero reinterpretou muitos dos rituais da Missa, mas preservou o cerimonial, julgando-o apropriado. Ele&amp;nbsp;manteve, por exemplo,&amp;nbsp;o ato que marcava o ponto culminante da Missa Católica: quando o sacerdote levanta o pão e o cálice e os consagra.&lt;br /&gt;
Da mesma maneira, Lutero fez uma drástica cirurgia na oração Eucarística, mantendo apenas as “palavras sacramentais” de 1 Coríntios 11:23 em diante — “O Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão… e disse ‘Tomai e comei, este é o meu Corpo’…” Até hoje os pastores protestantes recitam religiosamente este texto antes de ministrar a comunhão.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;LUTERO NUNCA ABANDONOU A PRÁTICA DE ORDENAÇÃO DO CLERO.&lt;/h5&gt;A Missa de Lutero manteve os mesmos problemas da Missa Católica: os paroquianos continuaram sendo espectadores passivos (com a exceção de poderem cantar), e toda liturgia era dirigida por um clérigo ordenado (o pastor tomando o lugar do sacerdote). Embora&amp;nbsp;falasse muito sobre “sacerdócio de todos os crentes”, Lutero nunca abandonou a prática de ordenação do clero. Sob a influência de Lutero, o pastor protestante simplesmente substituiu o sacerdote católico.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;contribuição de Zwinglio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Zwinglio (1484-1531), o reformador suíço, aos poucos introduziu sua própria reforma, que ajudou a desenhar a ordem de adoração de hoje. Ele substituiu a mesa do altar por algo chamado “mesa da comunhão”, onde se ministrava o pão e o vinho. Ele também ordenou que se levasse o pão e o vinho à congregação em seus bancos utilizando bandejas de madeira e taças.&lt;br /&gt;
Zwinglio também é nominado como o paladino da abordagem da Santa Ceia enquanto “memorial”. Este ponto de vista é apoiado pela corrente principal do protestantismo estadunidense. O pão e o vinho são meramente símbolos do corpo e do sangue de Cristo. Como Lutero, Zwinglio enfatizou a centralidade do sermão. Tanto que ele e seus colegas pregavam com a freqüência de um canal de notícias televisivo: catorze vezes por semana.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A contribuição de Calvino e Cia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os reformadores João Calvino da Alemanha (1509-1564), João Knox da Escócia (1513-1572), e Martin Bucer de Suíça (1491-1551) fizeram algumas modificações na liturgia de Lutero. A mais notável foi a coleta de dinheiro após o sermão. Como&amp;nbsp;instrumentos musicais não são mencionados explicitamente no Novo Testamento, Calvino eliminou o órgão e os coros.&lt;br /&gt;
Como Lutero, Calvino enfatizou a centralidade da pregação durante o culto de adoração. Ele acreditava que cada crente tinha acesso a Deus através da Palavra pregada e não através da Eucaristia. Devido a seu gênio teológico, a pregação na igreja de Calvino em Gênova era intensamente teológica e acadêmica. Também era altamente individualista, característica que nunca foi eliminada no protestantismo.&lt;br /&gt;
A igreja de Calvino em Gênova foi o modelo para todas as igrejas reformadas. Isto explica o caráter intelectual da maioria das igrejas protestantes hoje, especialmente a Reformada e a Presbiteriana.&lt;br /&gt;
A característica mais nociva da liturgia de Calvino é a de fazer o culto ser dirigido de cima do púlpito. O cristianismo nunca se recuperou disso. Hoje, o pastor atua como mestre de cerimônias e diretor executivo do culto dominical.&lt;br /&gt;
Um costume adicional que os reformadores copiaram da Missa foi a prática do clero caminhar em direção a seu assento designado no princípio do culto enquanto a congregação ficava em pé, cantando. Essa prática teve início no século IV quando os bispos entravam magnificamente em suas basílicas, e foi por sua vez&amp;nbsp;copiada diretamente do cerimonial da corte imperial pagã.&amp;nbsp;É ainda observada em muitas igrejas protestantes.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A contribuição dos puritanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O abandono das vestes clericais, ídolos, ornamentos e o clero escrevendo seus próprios sermões (em vez de ler homilias) foi uma contribuição positiva que os puritanos (os calvinistas da Inglaterra) nos legaram.&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;glorificação do&amp;nbsp;sermão, no entanto,&amp;nbsp;alcançou seu apogeu com os puritanos norte-americanos. Os residentes da Nova Inglaterra que faltavam ao culto eram multados ou presos no tronco.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;As contribuições dos metodistas e do Evangelismo da Fronteira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os metodistas do século XVIII proporcionaram uma dimensão emocional à ordem de adoração protestante. A congregação foi convidada a cantar com força, vigor e fervor. Desta maneira, os metodistas foram os precursores dos pentecostais.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;OS METODISTAS PROPORCIONARAM UMA DIMENSÃO EMOCIONAL À ORDEM DE ADORAÇÃO PROTESTANTE.&lt;/h5&gt;Os séculos XVIII e XIX trouxeram novidades para o protestantismo americano. Primeiramente, os evangelistas fronteiriços alteraram a meta da pregação. Sua meta exclusiva era agora a conversão de almas. Dentro da cabeça do evangelista, não havia outra coisa no plano de Deus a não ser a salvação. Esta ênfase teve sua origem na pregação inovadora de George Whitefield (1714-1770), o primeiro evangelista moderno a pregar ao povo ao ar livre.&amp;nbsp;A noção popular de que “Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida” foi introduzida por Whitefield.&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, a música do evangelho fronteiriço falava à alma e visava propiciar uma resposta emocional à mensagem da salvação. Todos os evangelistas famosos tinham músicos em sua equipe justamente para este propósito. A adoração passou a ser um espetáculo.&lt;br /&gt;
Seguindo a trilha dos revivalistas, o culto metodista passou a ser o meio para obter o fim. A finalidade do culto já não era mais a simples adoração a Deus: os crentes foram instruídos a ganhar novos crentes individuais. Os sermões abandonaram a temática da “vida real” para proclamar o evangelho ao perdido. Toda humanidade foi dividida em dois desesperados campos polarizados: perdido ou salvo, convertido ou incrédulo, regenerado ou condenado.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;OS EVANGELISTAS FRONTEIRIÇOS ALTERARAM A META DA PREGAÇÃO; SUA META EXCLUSIVA ERA AGORA A CONVERSÃO DE ALMAS.&lt;/h5&gt;Em terceiro lugar, os metodistas e os evangelistas fronteiriços deram à luz o “apelo”, a&amp;nbsp;prática de convidar pessoas que desejam orações a colocar-se de pé e vir à frente.&lt;br /&gt;
Tanto pecadores como santos carentes eram convidados a ir à frente para receber as orações do ministro. Charles Finney (1792-1872)&amp;nbsp;convidava o pecador&amp;nbsp;para ir à frente e ajoelhar-se diante da plataforma para receber a Cristo. Finney tornou esse método tão popular que “após 1835, chegou a ser um elemento indispensável no moderno revivamento”.&lt;br /&gt;
Além da popularização do apelo, também se atribui a Finney a invenção da prática de orar nominalmente pelas pessoas e mobilizar grupos de obreiros para fazer visitas nas casas.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;A CONTRIBUIÇÃO PREDOMINANTE DE&amp;nbsp;FINNEY AO CRISTIANISMO MODERNO FOI O PRAGMATISMO.&lt;/h5&gt;A contribuição predominante de&amp;nbsp;Finney ao cristianismo moderno foi o pragmatismo – a crença de que se algo funciona ou dá resultados, deve ser apoiado ou aceito. Finney ensinava que o único propósito da pregação é ganhar almas; qualquer mecanismo que ajudasse atingir esta meta poderia ser aceito. O cristianismo moderno nunca se recuperou desta ideologia anti-espiritual.&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;meta dos Evangelistas Fronteiriços era levar pecadores individualmente a uma decisão individual por uma fé individualista. Como resultado, a meta da Igreja Primitiva — a edificação mútua e o funcionamento de cada membro manifestando Jesus Cristo coletivamente diante dos principados e potestades — perdeu-se completamente.&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;Evangelismo Fronteiriço americano converteu a igreja em um ponto de pregação, reduzindo a experiência da&amp;nbsp;&lt;em&gt;ekklesia&lt;/em&gt;&amp;nbsp;a uma missão evangelística. Isto normatizou os métodos revivalísticos de Finney e criou personalidades do púlpito como a atração dominante.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A tremenda influência de D. L. Moody&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As sementes do “evangelho revivalista” foram espalhadas através do mundo ocidental pela influência de D. L. Moody (1837-1899).&lt;br /&gt;
Moody&amp;nbsp;inventou o solo após o sermão do pastor. O cântico de apelo era entoado por um solista até que George Beverly Shea sugeriu que fosse cantado pelo coral. Shea encorajou Billy Graham de utilizar um coral para cantar hinos como “Eu venho como estou” enquanto as pessoas iam à frente para aceitar a Cristo.&lt;br /&gt;
Moody deu-nos o testemunho porta em porta, os anúncios e as campanhas evangelísticas. Deu-nos o “cântico de evangelização” ou “hino evangelístico” e também popularizou o “cartão de decisão”, invenção de Absalom B. Earle (1812-1895).&lt;br /&gt;
Moody foi o primeiro a pedir ao que queria ser salvo para colocar-se em pé e deixar-se conduzir em uma “Oração do Pecador”. Cinqüenta anos depois, Billy Graham melhorou a técnica de Moody introduzindo a prática de pedir ao ouvinte para baixar a cabeça, fechar os olhos (“sem olhar nada em volta”), e levantar as mãos como resposta à mensagem salvadora.&lt;br /&gt;
Vale notar que Moody foi grandemente influenciado pelo ensino dos Irmãos Plymouth quanto à escatologia (final dos tempos), que pregava&amp;nbsp;a vinda iminente&amp;nbsp;de Cristo antes da grande tribulação. O pré-tribulacionismo&amp;nbsp;deu origem à idéia de que os cristãos necessitam salvar muitas almas o mais rápido possível, antes do fim do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A contribuição pentecostal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Inaugurado por volta de 1906, o movimento Pentecostal trouxe uma expressão mais emotiva através dos cânticos entoados pela congregação. Estes incluíam mãos levantadas, danças entre os bancos, bater palmas, falar em línguas e o uso de pandeiros.&lt;br /&gt;
Porém,&amp;nbsp;suprimidas as características emotivas do culto pentecostal, sua liturgia é idêntica à&amp;nbsp;batista.&amp;nbsp;Um pentecostal tem&amp;nbsp;apenas mais espaço para mover-se ao redor do seu assento.&lt;br /&gt;
Como em todas as igrejas protestantes, o sermão é o ponto culminante da reunião pentecostal. Todavia o&amp;nbsp;pastor às vezes sentirá “o movimento do Espírito”. Nesse caso, ele adiará seu sermão para o próximo domingo, e&amp;nbsp;a congregação cantará e orará durante o resto do culto.&lt;br /&gt;
A tradição pentecostal também deu-nos a música do solista e a música coral (muitas vezes descrita como “música especial”) que acompanha a oferta.&lt;br /&gt;
Na mente do pentecostal, a adoração a Deus não é um assunto coletivo [o corpo da igreja], mas uma experiência individual [o membro da igreja]. Com a penetrante influência do movimento carismático, essa obsessão de adoração individualista infiltrou-se na grande maioria das tradições protestantes.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Muitos ajustes, nenhuma mudança vital&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Durante os últimos 500 anos, a ordem de adoração [liturgia] protestante permaneceu quase que praticamente inalterada. No fundo, todas as tradições protestantes partilham as mesmas características em sua liturgia:&amp;nbsp;suas reuniões são celebradas e dirigidas por um clérigo, o sermão é a parte central, os membros são passivos e não tem permissão para ministrar.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;SÃO CELEBRADAS E DIRIGIDAS POR UM CLÉRIGO, O SERMÃO É A PARTE CENTRAL, OS MEMBROS SÃO PASSIVOS.&lt;/h5&gt;Os reformadores produziram uma tímida reforma da liturgia católica. Sua principal contribuição foi a mudança do enfoque central. Nas palavras de um erudito, “o catolicismo seguiu o caminho dos cultos pagãos, tomando o ritual como elemento central de suas atividades, enquanto que o protestantismo seguiu o caminho da sinagoga ao colocar o livro no centro de seus cultos”. Lamentavelmente, nem o catolicismo nem o Protestantismo tiveram êxito em colocar Jesus Cristo no centro de suas reuniões. Não é surpreendente o reformador ver a si mesmo como católico reformado.&lt;br /&gt;
É de lamentar-se que a liturgia protestante não tenha se originado com o Senhor Jesus, os Apóstolos, nem com as Escrituras do Novo Testamento.&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;liturgia protestante reprime a participação mútua e o crescimento da comunidade cristã.&amp;nbsp;O culto inteiro é dirigido por um homem. Onde está a liberdade para que Jesus fale através de Seu Corpo a qualquer momento? De que forma, na liturgia, Deus poderá dar a um irmão ou irmã uma palavra para compartilhar com toda congregação? A ordem de adoração não permite tal coisa. Jesus Cristo não tem a liberdade de expressar, através de Seu Corpo, Sua direção. Ele é mantido cativo por nossa liturgia. Ele mesmo é transformado em espectador passivo.&lt;br /&gt;
Finalmente, para muitos cristãos o culto dominical é extremamente enfadonho. É sempre a mesma ladainha sem nenhuma espontaneidade. É altamente previsível, bem superficial, e completamente mecânico. Há pouco ar fresco ou inovação.&lt;br /&gt;
Igrejas atentas ao seu “índice de audiência” tem reconhecido a natureza estéril do culto moderno. Contudo, apesar do entretenimento, até mesmo o movimento das igrejas que atuam em função de seus “indicadores” não conseguiu livrar-se da pró-forma litúrgica protestante, imóvel, sem imaginação, sem criatividade, inflexível, ritualista, sem sentido.&lt;br /&gt;
O culto, portanto, continua cativo pelo pastor; o tripé “sermão, hino, apelo” permanece intacto; e a congregação prossegue na condição de espectadora muda (só que agora está mais entretida nesta condição).&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;liturgia protestante que você assiste (ou agüenta) a cada domingo, ano após ano, dificulta a transformação espiritual. Isto porque essa forma de culto: 1) estimula a passividade, 2) limita o funcionamento, e 3) implica que investir uma hora por semana é o segredo da vida cristã vitoriosa.&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="color: #8d325b; font-family: calibri, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; letter-spacing: 2px; margin-left: 42px; margin-right: 42px; padding-bottom: 4px; padding-top: 4px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;O&amp;nbsp;CRISTIANISMO PRIMITIVO ERA INFORMAL E LIVRE DE RITUAIS.&lt;/h5&gt;O fato é que a liturgia protestante é antibíblica, impraticável e antiespiritual. Não há nada semelhante a isso no Novo Testamento.&amp;nbsp;A liturgia contemporânea&amp;nbsp;dilacera o coração do cristianismo primitivo, que era informal e livre de rituais.&lt;br /&gt;
Reuniões [como as da igreja primitiva] são marcadas por uma incrível variedade. Não são ligadas a um homem, nem a um modelo de adoração dominada pelo púlpito. Há&amp;nbsp;espontaneidade, criatividade e frescor.&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;Novo Testamento não silencia com respeito a como nós, cristãos, devemos nos reunir. Devemos continuar a arruinar o funcionamento da direção de Cristo defendendo as tradições do homem?&lt;br /&gt;
Ficar dramaticamente longe deste ritual dominical é a única maneira de descongelar o povo de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mardoni&lt;br /&gt;
29/09/11&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/_-4hG-NI-XA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/6402508281926907266/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/09/da-simplicidade-ritualidade.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/6402508281926907266?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/6402508281926907266?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/_-4hG-NI-XA/da-simplicidade-ritualidade.html" title="Da simplicidade a ritualidade" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-5vjzJOb6jbQ/ToTkr7R0SwI/AAAAAAAABck/zFaoM4-j4QU/s72-c/adora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/09/da-simplicidade-ritualidade.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAARX0_fSp7ImA9WhdUEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7693712613555687231.post-881673897035818908</id><published>2011-09-26T17:52:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T17:52:24.345-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-26T17:52:24.345-07:00</app:edited><title>O homem de Deus e o deus do homem</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OTvigzn7Ips/ToEcJK071mI/AAAAAAAABcg/mBGtOII9C_s/s1600/Jovem+rico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OTvigzn7Ips/ToEcJK071mI/AAAAAAAABcg/mBGtOII9C_s/s1600/Jovem+rico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OTvigzn7Ips/ToEcJK071mI/AAAAAAAABcg/mBGtOII9C_s/s1600/Jovem+rico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OTvigzn7Ips/ToEcJK071mI/AAAAAAAABcg/mBGtOII9C_s/s1600/Jovem+rico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://1.bp.blogspot.com/-OTvigzn7Ips/ToEcJK071mI/AAAAAAAABcg/mBGtOII9C_s/s320/Jovem+rico.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;E disse Deus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... E disse Deus: tenha ele domínio sobre todos os animais, sobre a terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... Criou, pois, Deus o homem. Homem e mulher os criou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... E Deus os abençoou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... E lhes disse: sedes fecundos multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim o homem foi criado, à imagem de Deus, feitura Dele, expressão do Divino, do Santo em forma humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo o mais que Deus criou, foi em função do homem, para o homem. Animais para ele, natureza para ele, um jardim para ele, uma planeta inteiro em função do homem. Um sistema solar perfeito, adequado ás necessidades do homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o próprio Deus para o homem; sim, pois Deus o visitava pela viração do dia, apenas para estar com ele, sem exigir nada, sem cobrar nada, apenas um estímulo ao livre pensamento: dar nome aos animais. Era tudo de graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia fadiga, nem estresse, o trabalho era apenas cultivar e guardar o jardim, onde não cresciam espinhos nem cardos. Era o Éden, prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia sacerdotes intermediários, ninguém para se por entre Deus e o homem e dizer o que ele deveria fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus amou tanto o homem que o deixou livre, até mesmo para pecar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus preferiu correr o risco de perdê-lo, ao invés de tê-lo a força, por constrangimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não havia cerimônias ou rituais, a cerimônia era a vida e o ritual a liturgia do amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse ambiente o homem nunca pensou em construir Templos, o templo era o mundo, e o próprio homem o altar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim viveram homem e mulher; sem disputarem sua relação com o Pai, ambos nivelados pelo ato criativo do amor divino. Eles eram um em Deus, e Deus era tudo neles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim foi até que, disse o homem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Façamos um deus a nossa imagem, conforme a nossa semelhança”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... E disse o homem a esse deus: dê-nos domínio sobre todos os demais homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...Criou assim pois, o homem o seu próprio deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...E a este deus o homem orou, dando ordens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...E lhe disse: seja generoso comigo, e derrame sobre mim uma unção de prosperidade, encha-me de riqueza e honra, e sujeite todos ao meu ministério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim esse deus foi criado, a imagem do homem, ato da vaidade, expressão da religião, um deus que não é Deus, mas o próprio homem sendo seu próprio deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um deus, que Deus não conhece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o homem passou a inventar coisas, em função desse deus. Sacrifícios para ele, rituais para ele, ofertas para ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até templos os homens passaram a construir, edificar pedras, erguer altares, e constituíram sobre si mesmos sacerdotes - intermediários que passaram a dizer, essa é a casa de deus, e confinaram o seu deus nela. Enquanto Deus mesmo dizia: “Que casa me edificareis...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes sacerdotes começaram a ensinar ao homem: “busque a deus”. E Deus mesmo querendo visitá-los pela viração do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o homem não era mais livre, e este deus virou seu carrasco, forçando o homem a servi-lo não em liberdade e amor, mas em troca de favores, conquistas e vitórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia mais comunhão e graça. Mas um preço a ser pago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então disse Deus; “vou fazer outro homem, &amp;nbsp;um filho do homem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Deus o fez, como no principio. Sem templos, sem sacerdotes, sem nada e sem ninguém, outra vez apenas o homem e Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas este “filho do homem” era uma ameaça, era uma blasfêmia ao deus que os homens fizeram. Então pegaram em pedras para apedrejá-lo, o açoitaram e o crucificaram.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;E assim será com todo aquele que ousar apenas ser como Ele, com todo o que não criar um deus, mas só se deixar recriar para Deus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Este será o homem de Deus, e como aquele que crucificaram,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
também há de ressuscitar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nele que nos fez para Ele,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Mardoni&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/confissoesdevidaefe/~4/7xKug6bGNhk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/feeds/881673897035818908/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/09/o-homem-de-deus-e-o-deus-do-homem.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/881673897035818908?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7693712613555687231/posts/default/881673897035818908?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/confissoesdevidaefe/~3/7xKug6bGNhk/o-homem-de-deus-e-o-deus-do-homem.html" title="O homem de Deus e o deus do homem" /><author><name>Mardoni leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03288484733373788178</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/-wcTl2d11jSU/TfFLgcMSDDI/AAAAAAAABV0/aAARLkaLyhw/s220/selo%2Bcaricatura.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-OTvigzn7Ips/ToEcJK071mI/AAAAAAAABcg/mBGtOII9C_s/s72-c/Jovem+rico.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://confissoesdevidaefe.blogspot.com/2011/09/o-homem-de-deus-e-o-deus-do-homem.html</feedburner:origLink></entry></feed>
