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		<title>Peregrino Proteu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Duclós]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2015 20:28:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos Jogos Olímpicos de 161, anunciou que iria queimar a si mesmo até a morte nos Jogos seguintes:
Ele dizia que queria fechar com uma chave de ouro uma vida dourada; porque quem viveu como um Hércules, deve morrer como um Hércules, difundido-se no éter. Eu desejo, dizia ele, beneficiar a humanidade, mostrando a todos a maneira como não devemos nos preocupar com a morte, é por isso que todo homem deve ser meu Filoctetes.
Ele cumpriu sua promessa...]]></description>
		
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		<title>Breves considerações sobre o processo de globalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Fernandes Ladeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 17:13:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Definir um termo empregado em diferentes contextos e para os mais variados fins, não é, evidentemente, uma das tarefas mais fáceis. Por outro lado, podemos contextualizar o processo de globalização nos âmbitos espacial e temporal. Grosso modo, podemos entender globalização como a interligação econômica, política e cultural entre os diversos povos do planeta. Na esfera econômica, globalização representa a crescente integração das economias nacionais em um mercado global; no aspecto político, representa o estreitamento das relações diplomáticas entre os Estados Nacionais e, culturalmente, pressupõe a uniformização de hábitos e costumes, com a sobreposição de uma cultura global padronizada em detrimento das peculiaridades regionais.]]></description>
		
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		<title>O FIM DA FILOSOFIA E A ESSÊNCIA DA TÉCNICA NA MODERNIDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Márcio Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2015 18:19:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O FIM DA FILOSOFIA E A ESSÊNCIA DA TÉCNICA NA MODERNIDADE Márcio J. S. Lima – marciohistoriaefilosofia@gmail.com ¹ O fim da filosofia na era moderna é uma temática tratada por Heidegger em sua conferência intitulada O fim da filosofia e a tarefa do pensamento. Para ele, o fim da filosofia enquanto fim da metafísica é ... <a title="O FIM DA FILOSOFIA E A ESSÊNCIA DA TÉCNICA NA MODERNIDADE" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/o-fim-da-filosofia-e-essencia-da-tecnica-na-modernidade" aria-label="More on O FIM DA FILOSOFIA E A ESSÊNCIA DA TÉCNICA NA MODERNIDADE">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Fábula &#8211;  A cigarra e a formiga</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 18:44:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cigarra e a formiga Tendo a cigarra em cantigas Folgado todo o verão, Achou-se em penúria-) extrema Na tormentosa estação. Não lhe restando migalha Que trincasse, a tagarela Foi valer-se da formiga, Que morava perto dela. Rogou-lhe que lhe emprestasse, Pois tinha riqueza e brio, Algum grão com que manter-se Té voltar o aceso ... <a title="Fábula &#8211;  A cigarra e a formiga" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/fabula-cigarra-e-formiga" aria-label="More on Fábula &#8211;  A cigarra e a formiga">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Os rafeiros e o gôzo</title>
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					<description><![CDATA[Os rafeiros e o gôzo Morreu um nédio cabrito, Sem que a nova agradecesse, E o guardador, dono dêle, O convidado rafeiro, Depois de tirar-lhe a pele, Atrás do gôzo matreiro Aos cães no campo o deitou. De corrida caminhou. Logo dum monte chegado, Eis que à prêsa se aproxima, Tomando os ventos[1]) e o ... <a title="Os rafeiros e o gôzo" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/os-rafeiros-e-o-gozo" aria-label="More on Os rafeiros e o gôzo">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>O passarinho preso &#8211; Fábula de  Manuel Maria Barbosa Du Bocage</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 13:05:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; O passarinho prêso &#160; Na gaiola empoleirado, Um mimoso passarinho Trinava brandos queixumes Com saudades do seu ninho. “Nasci para ser escravo, (Carpia o cantor plumoso) “Não há ninguém neste mundo “Que seja. tão desditoso. “Qu’é do tempo que passava, “Ora descantando amores, “Ora brincando nos ares, “Ora pousando entre flores? “Do entendimento! ah ... <a title="O passarinho preso &#8211; Fábula de  Manuel Maria Barbosa Du Bocage" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/o-passarinho-preso-fabula-de-manuel-maria-barbosa-du-bocage" aria-label="More on O passarinho preso &#8211; Fábula de  Manuel Maria Barbosa Du Bocage">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Os dois coleiros &#8211; Fábula com moral</title>
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					<description><![CDATA[Um dia nunra gaiola Foi um coieiro trancado E por huirain. capricho Viu-se assim escravizado. Chorando dizia o triste: “Maldita, maldita sorte! Em lugar da escravidão Antes me desses a morte!” Um outro coleiro, livre De ramo em ramo saltando, Ouvindo queixumes tais, Ia sonoro cantando: “Tenho o ar, flores e frutos, Ameno campo divino, ... <a title="Os dois coleiros &#8211; Fábula com moral" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/os-dois-coleiros-fabula-com-moral" aria-label="More on Os dois coleiros &#8211; Fábula com moral">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>O cão e o tamanduá &#8211; Fábula</title>
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					<description><![CDATA[O cão e o tamanduá &#8211; Fábula Farejando a fazenda que o rendeiro Lhe confiara um dia, Ia um cão, sua cauda sacudindo, Repleto de ufania. Eis vê na touça que crescia além, No meio dum caminho, Tendo no chão fendido oculta a língua, Tamanduá sozinho. Para e grita de longe: “õ bruto, ó fera, ... <a title="O cão e o tamanduá &#8211; Fábula" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/o-cao-e-o-tamandua-fabula" aria-label="More on O cão e o tamanduá &#8211; Fábula">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Poemas de Anastácio Luiz do Bonsucesso</title>
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					<description><![CDATA[SEGUNDA PARTE NARRAÇÕES — APÓLOGOS PARÁBOLAS — ALEGORIAS Os meninos de Esparta Contínuos exercícios e o descanço Sôbre grosseira cama, A refeição frugal, concisa a frase, Assim se comportavam Os meninos de Esparta; pois Licurgo, Legislador prudente, Viu que a fama do país estava Na militar grandeza: E, querendo guerreiros, fêz soldados Os filhos da ... <a title="Poemas de Anastácio Luiz do Bonsucesso" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/poemas-de-anastacio-luiz-bonsucesso" aria-label="More on Poemas de Anastácio Luiz do Bonsucesso">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 22:58:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel Meu amigo. — Escrevo-lhe do fundo do estreito vale de Lor- vão, defronte do mosteiro onde repousam as filhas de Sancho I; dêste mosteiro melancólico e mal assombrado, como as montanhas abruptas x) que o rodeiam por todos os lados: escrevo-lhe com o coração apertado de dó ... <a title="Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/carta-de-alexandre-herculano-antonio-serpa-pimentel" aria-label="More on Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Carta de um professor de belas letras, na qual dá conselhos a um seu ex-discípulo</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 22:44:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CARTAS Carta de um professor de belas letras, na qual dá conselhos a um seu ex-discípulo Meu caro discípulo e prezado amigo do coração. Quando V. Sª. honrava o meu curso com sua presença, posto que entre seus condiscípulos muito se distinguisse, não pude eu endereçar a V. Sª. instruções e advertências particulares, porque era ... <a title="Carta de um professor de belas letras, na qual dá conselhos a um seu ex-discípulo" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/carta-de-um-professor-de-belas-letras-na-qual-da-conselhos-um-seu-ex-discipulo" aria-label="More on Carta de um professor de belas letras, na qual dá conselhos a um seu ex-discípulo">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Velha Bandeira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 22:33:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[/a&#62; Saudação à Bandeira que acompanhou o 179 Batalhão dos Voluntários na retirada da Laguna. Que vos direi, Senhores, da extraordinária e singular Bandeira, que é neste dia o eentro, para onde convergem, na atração miste­riosa das coisas santas, os nossos corações e os nossos espíritos? Vêde-a: não é uma bandeira vulgar, não é uma ... <a title="Velha Bandeira" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/velha-bandeira" aria-label="More on Velha Bandeira">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Adágios populares</title>
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					<description><![CDATA[Adágios populares Ama-se a traição, aborrece-se o traidor. Quem ameaça, sua ira gasta. Nos trabalhos se vê o amigo. Amigo de todos, da verdade mais. Amigos do bom tempo mudam-se com o vento. A espada e o anel segundo a mão em que estiver. 1) Tirai aos homens&#8230; e vereis. O imperativo — tirai — ... <a title="Adágios populares" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/adagios-populares" aria-label="More on Adágios populares">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Amor da família</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 22:15:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amor da família O homem que não ama a sua famíla, mal *) pode ser um bom cidadão. Como há-le sujeitar-se à lei, expressão mais ou menos abstrata de interêsses gerais, aquêle que não faz caso dos deveres domésticos ? O filho que não aceita as admoestações paternas; que não aproveita os sacrifícios feitos em ... <a title="Amor da família" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/amor-da-familia" aria-label="More on Amor da família">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>O torrão natal &#8211; J. M. de Macedo</title>
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					<description><![CDATA[O torrão natal Um célebre poeta polaco, descrevendo em magníficos versos uma floresta encantada do seu país, imaginou que as aves e os animais ali nascidos, se por acaso longe se achavam, quando sen­tiam aproximar-se a hora da sua morte, voavam ou corriam e vi­nham todos expirar à sombra das árvores do bosque imenso onde ... <a title="O torrão natal &#8211; J. M. de Macedo" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/o-torrao-natal-j.m.de-macedo" aria-label="More on O torrão natal &#8211; J. M. de Macedo">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Vida de Jesus Cristo &#8211; François-René de Chateaubriand</title>
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					<description><![CDATA[Vida de Jesus Cristo Aparece Jesus Cristo no meio dos homens, cheio de graça e verdade. Arrebatam a autoridade e doçura da sua palavra. Che­ga para ser o mais desgraçado dos mortais, e todos os seus prodí­gios são feitos em bem dos miseráveis. Os seus milagres, diz Bos- suet[1]) são mais bondade que poder. Escolhe ... <a title="Vida de Jesus Cristo &#8211; François-René de Chateaubriand" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/vida-de-jesus-cristo-francois-rene-de-chateaubriand" aria-label="More on Vida de Jesus Cristo &#8211; François-René de Chateaubriand">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Aparecimento de Jesus Cristo &#8211; François-René de Chateaubriand</title>
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					<description><![CDATA[RELIGIÃO — MORAL Aparecimento de Jesus Cristo Ao tempo da aparição do Redentor sôbre a terra, as nações estavam na expectativa dalgum famoso personagem. Suetônio *) diz: “Derramara-se no Oriente a velha e permanente opinião de que um homem surgiria na Judéia e obteria o império universal.” Tá­cito[1]), quase com palavras idênticas, conta o mesmo ... <a title="Aparecimento de Jesus Cristo &#8211; François-René de Chateaubriand" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/aparecimento-de-jesus-cristo-francois-rene-de-chateaubriand" aria-label="More on Aparecimento de Jesus Cristo &#8211; François-René de Chateaubriand">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Duque de Caxias</title>
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					<description><![CDATA[Duque de Caxias O mais hábil general brasileiro do século XIX, Luis Alves de Lima, nasceu no Rio de Janeiro em 1803, pertencendo a uma famí­lia oriunda do Algarve, em Portugal. Aderindo com entusiasmo à causa da independência brasileira, mas desejando vivamente a ma­nutenção da ordem do novo império, pôs a sua espada à disposição ... <a title="Duque de Caxias" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/duque-de-caxias" aria-label="More on Duque de Caxias">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Visconde do Rio Branco</title>
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					<description><![CDATA[Visconde do Rio Branco Não deve faltar neste livro de leitura o nome glorioso do grande estadista que deu o primeiro golpe na escravatura do Bra­sil, que tomou a iniciativa emancipadora, de que a lei de 13 de maio de 1888 foi a derradeira conseqüência. Filho de um negociante português, nasceu José Maria da Silva ... <a title="Visconde do Rio Branco" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/visconde-rio-branco" aria-label="More on Visconde do Rio Branco">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>General Osório (Marquês do Herval)</title>
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					<description><![CDATA[E’ um dos filhos mais ilustres do Rio Grande do Sul e uma glória nacional. Manuel Luiz Osório — tal o seu nome — nasceu a 10 de maio de 1808 na então freguesia de N. Senhora da Conceição do Arroio; era filho legítimo do tenente-coronel de milícias Manuel da Silva Borges e d. Ana ... <a title="General Osório (Marquês do Herval)" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/general-osorio-marques-herval" aria-label="More on General Osório (Marquês do Herval)">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Barão do Triunfo</title>
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					<description><![CDATA[es José Joaquim de Andrade Neves, um dos heróis da guerra do Paraguai, nasceu a 22 de janeiro de 1807 no Rio Pardo, na pro­víncia do Rio Grande do Sul. Em 1826 sentou praça de voluntário, mas nesse mesmo ano se desligou, dando substituto, para auxiliar seu pai na sustentação de sua família. Quando em ... <a title="Barão do Triunfo" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/barao-triunfo" aria-label="More on Barão do Triunfo">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>O Visconde de  Jequitinhonha</title>
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					<description><![CDATA[O Visconde de Jequitinhonha r) Francisco Ge — Acaiabá de Montezuma — eis o nome que ado­tou Francisco Gomes Brandão de Montezuma (Visconde de Jequi­tinhonha), sugestionado pelo nativismo que reinava naquela época. Era um homem de estatura alta, pardo escuro, calvo, olhos vivos, mesmo 2) cintilantes, que denunciavam a vivacidade de seu espírito, a fronte ... <a title="O Visconde de  Jequitinhonha" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/o-visconde-de-jequitinhonha" aria-label="More on O Visconde de  Jequitinhonha">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>João Francisco Lisboa</title>
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					<description><![CDATA[1) Trazia João Francisco Lisboa na fisionomia estampada a ri­gidez de seus princípios e a austeridade de seus costumes. A vasta abóbada cerebral, terminada por uma fronte altiva e cor­tada de sulcos denunciado­res do precoce meditar, era terrestre invólucro dessa in­teligência tão magnífica, quanto bem aquinhoada e iluminada pelas línguas do fogo do gênio; seus ... <a title="João Francisco Lisboa" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/joao-francisco-lisboa-2" aria-label="More on João Francisco Lisboa">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>José Maurício Nunes Garcia</title>
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					<description><![CDATA[José Maurício Nunes Garcia Êste grande maestro brasileiro, a mais brilhante glória musi­cal do Brasil, nasceu no Rio de Janeiro a 22 de setembro de 1767. Era muito novo ainda, quando perdeu seu pai, mas sua mãe e uma tia, vendo o gôsto extraordinário que o pequeno tinha pela música, mandsram-lhs ensinar essa formosa arte, ... <a title="José Maurício Nunes Garcia" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/jose-mauricio-nunes-garcia" aria-label="More on José Maurício Nunes Garcia">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Marquês de Maricá</title>
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					<description><![CDATA[[1]) O marquês de Maricá era homem de estatura mediana, de modesta aparência, de fisionomia grave e de caráter austero; a natureza e a sociedade haviam estampado no seu aspecto fisio­nômico os traços caracterís­ticos do pensador e magis­trado, do filósolo e do diplo­mata, do tribuno e do bur­guês. Amava a conversação, a música e a ... <a title="Marquês de Maricá" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/marques-de-marica" aria-label="More on Marquês de Maricá">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Alexandre Herculano &#8211; Inteireza  dos Andradas</title>
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					<description><![CDATA[Inteireza 1) dos Andradas Acerca da pobreza de José Bonifácio, que não possuía mais do trinta mil réis quando foi prêso e deportado, contarei uma ane­dota, que não será lida sem interêsse. Os ministros da regência de Dom Pedro reduziram os orde­nados à metade do que eram no tempo de Dom João VI. Fica­ram em ... <a title="Alexandre Herculano &#8211; Inteireza  dos Andradas" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/alexandre-herculano-inteireza-dos-andradas" aria-label="More on Alexandre Herculano &#8211; Inteireza  dos Andradas">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Quem era José Bonifácio de Andrada?</title>
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					<description><![CDATA[José Bonifácio Quem era José Bonifácio de Andrada? A máxima prova da constituição orgânica do Brasil no XVIII século é a fecundidade *) intelectual, que progride no princípio de nossa era. Brasileiros eram na máxima parte os sábios literatos portuguêses de então. Brasileiros, Antônio José, o judeu, queima­do por D. João V; Basílio da Gama, ... <a title="Quem era José Bonifácio de Andrada?" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/quem-era-jose-bonifacio-de-andrada" aria-label="More on Quem era José Bonifácio de Andrada?">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Sublevação do povo no Maranhão e no Pará. Prisão e desacatos que sofreram o P. Vieira e os demais jesuítas</title>
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					<description><![CDATA[Sublevação do povo no Maranhão e no Pará. Prisão e desacatos que sofreram o P. Vieira e os demais jesuítas Divulgados enfim no Pará os sucessos do Maranhão (nem o segredo se podia guardar por muito tempo) começou o povo a al­vorotar-se. Em vão procuraram o senado e os nobres acalmar o seu furor: as ... <a title="Sublevação do povo no Maranhão e no Pará. Prisão e desacatos que sofreram o P. Vieira e os demais jesuítas" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/sublevacao-povo-maranhao-e-para.prisao-e-desacatos-que-sofreram-o-p.vieira-e-os-demais-jesuitas" aria-label="More on Sublevação do povo no Maranhão e no Pará. Prisão e desacatos que sofreram o P. Vieira e os demais jesuítas">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Primeiros triunfos oratórios do Padre Vieira</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 14:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos dezoito anos já Vieira ensinava retórica no colégio de Olinda; e, quer na sua cadeira de professor quer nos bancos de filosofia e teologia, era sempre o mesmo portentoso mancebo que, antecipando o tempo e o trabalho, mostrava-se com mais aptidão para mestre que para discípulo. Compunha dissertações e tratados sôbre os assuntos mais ... <a title="Primeiros triunfos oratórios do Padre Vieira" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/primeiros-triunfos-oratorios-padre-vieira" aria-label="More on Primeiros triunfos oratórios do Padre Vieira">Ler mais</a>]]></description>
		
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		<title>Os Jesuítas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Seleta em Prosa e verso de autores da Língua Portuguesa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 13:35:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Jesuítas no Brasil Os Jesuítas tinham por vice-provincial a Manuel da Nóbrega, um dos padres mais instruídos da Companhia, descendente de fa­mília ilustre, que, desgostoso das honras e pompas da sociedade, passara aos desertos da América e buscava a solidão das feras e dos rudes selvagens. Pouco depois figuraram outros, e todos êles dignos ... <a title="Os Jesuítas no Brasil" class="read-more" href="http://www.consciencia.org/os-jesuitas-brasil" aria-label="More on Os Jesuítas no Brasil">Ler mais</a>]]></description>
		
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