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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Contabilidade Cursos - Últimas Notícias</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>06/08/2012 05:43:37</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/contabilidadecursos" /><feedburner:info uri="contabilidadecursos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Brasil é o quarto país do mundo em recursos escondidos em paraísos fiscais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/Kx-PG9ozSXQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Em um momento em que muitas das principais economias do mundo enfrentam duras medidas de austeridade, um estudo mostra que alguns poucos cidadãos continuam se dando ao luxo de manter suas fortunas intactas, longe das garras afiadas das autoridades tributárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A elite global super-rica somou pelo menos US$ 21 trilhões escondidos em paraísos fiscais até o final de 2010, segundo o estudo The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A valor é equivalente ao tamanho das economias dos Estados Unidos e Japão juntas. Segundo Henry, o valor é conservador e poderia chegar a US$ 32 trilhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo também lista os 20 países onde há maior remessa de recursos para contas em paraísos fiscais. No topo da lista está a China, com US$ 1,1 trilhão, seguida por Rússia, com US$ 798 bilhões, Coréia do Sul, com US$ 798 bilhões, e Brasil, com US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;PERDAS ENORMES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
James Henry usou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais.&lt;br /&gt;
Seu estudo trata apenas de riqueza financeira depositada em contas bancárias e de investimento, e não de outros bens, como imóveis e iates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O relatório surge em meio à crescente preocupação pública e política sobre fraude e evasão fiscal. Algumas autoridades, inclusive na Alemanha, têm até pago para obter informações sobre supostos sonegadores de impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Henry disse que o movimento de dinheiro dos super-ricos em todo o mundo é feito por "facilitadores profissionais nas áreas de private banking e nas indústrias de contabilidade, jurídica e de investimento".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"As receitas fiscais perdidas são enormes. Grandes o suficiente para fazer uma diferença significativa nas finanças de muitos países".&lt;br /&gt;
"Por outro lado, esse estudo é realmente uma boa notícia. O mundo acaba localizado a uma pilha enorme de riqueza financeira que pode ser chamada a contribuir para a solução dos nossos mais prementes problemas mundiais", disse ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ESCOLHA POLÍTICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
John Christensen, diretor da Tax Justice Network, afirmou à BBC Brasil que as elites de países que hoje enfretam crises, mais especificamente a Grécia, têm uma longa tradição de envio de recursos para paraísos fiscais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, os tributos que poderiam ser recolhidos sobre o dinheiro em paraísos fiscais seria "mais do que suficiente para manter os serviços públicos e erradicar a pobreza nestes países"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Eu e outros economistas vimos dizendo que austeridade é uma questão de escolha. Há muitos anos, os governos sabem que há recursos em paraísos fiscais. Nós apenas quantificamos isso. Mas muitos governantes optam por não taxar estes recursos. Até porque eles próprios estão entre os que remetem para os paraísos fiscais".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/Kx-PG9ozSXQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>uol.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:42:00</pubDate><id>56170</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56170</feedburner:origLink></item><item><title>BNDES: capital de giro de micro e pequenas subiu 50 por cento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/mCGSIMgHG6w/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse nesta segunda-feira que os financiamentos para capital de giro para as micro e pequenas empresas cresceram 50% no primeiro semestre. Coutinho fez esta afirmação durante participação no seminário "Ações do BNDES no estágio atual da economia brasileira", promovido, em São Paulo, pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Coutinho, é uma injustiça dizer que o BNDES nada tem feito no sentido de financiar as micro e pequenas empresas. Segundo ele, já foram emitidos 565 mil cartões de crédito para o setor. "Estamos com 96,5% do território nacional atendido", disse o presidente do BNDES, explicando que a ideia é atender 100%. O Estado de São Paulo, disse Coutinho, já está totalmente coberto com crédito a micro e pequenas empresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as empresas médias, de acordo com Coutinho, o BNDES elevou em R$ 10 bilhões o Progeren, programa do banco para financiar capital de giro para as médias empresas. "As grandes e pequenas conseguiam empréstimos e as médias ficavam no meio do sanduíche", disse. Outro papel do BNDES, segundo Coutinho, é apoiar os projetos de infraestrutura do PAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/mCGSIMgHG6w" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate><id>56169</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56169</feedburner:origLink></item><item><title>Brasil pode sustentar crescimento de 4 por cento nos próximos anos, diz Coutinho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/JSoQ7Brgfo0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse nesta segunda-feira (30) que o Brasil é uma das poucas economias que têm todas as condições de sustentar uma taxa expressiva de crescimento superior a 4% nos próximos anos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com ele, entre os motivos que dão ao país essa possibilidade estão um mercado rígido e saudável e um Banco Central capacitado, além de o país estar em processo histórico de redução de taxas de juros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
"Poucas economias têm um desempenho fiscal tão saudável como o Brasil (...). Temos uma dívida pública sob controle, estabilidade da economia e uma fronteira de investimentos rentáveis", disse. "O Brasil é uma das poucas economias que têm todas as condições de sustentar uma taxa expressiva de crescimento superior a 4% nos próximos anos". Ele ressaltou que, sem dúvida, há uma crise internacional que torna o cenário mais difícil, mas "poucos países reúnem condições que o Brasil reúne", afirmou. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Em encontro promovido pela Associação Nacional dos Economistas de Finanças e Contabilidade (Anefac) em São Paulo ele reforçou a expectativa do BNDES de desembolsos na casa dos R$ 150 bilhões neste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Infraestrutura&lt;br /&gt;
Coutinho disse ainda que o banco quer aumentar os projetos na área de infraestrura e logística. &amp;ldquo;O Brasil é um país que tem muita oportunidade, quero falar da infraestrutura, de portos, aeroportos, mobilidade urbana, são investimentos relevantes que o país Brasil precisará fazer&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O presidente do BNDES citou, contudo, que projetos em infraestrutura precisam ter planejamento a longo prazo, citando prazos de "40 anos ou mais". &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
"Precisamos consolidar a nossa capacidade de crescer, precisamos ter planejamento e preparação prévia de projetos, fazer isso em parceria com o setor privado. Estamos abertos e estimulando essa interação com o setor financeiro privado", ressaltou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Em sua apresentação, ele citou que os investimentos em infraestrutura fecharam 2011 no patamar de R$ 56 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses até junho deste ano, estavam em R$ 54,6 bilhões. "Naquilo que a gente consegue enxergar, os investimentos em infraestrutura vão crescer e exigem apoio também do sistema privado".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Ele citou que é preciso aumentar a formação bruta de capital fixo (investimento das empresas) de 19% do Produto Interno Bruto (PIB ) neste ano para "alguma coisa superior a 22%" em quatro anos. Para isso, ele afirma que o BNDES tem trabalhado com entidades de mercados de capitais para aperfeiçoar a lei 12.431, de forma a torná-la mais eficiente. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
"Isso está prestes a ser aprovado no Congresso e esperamos que, com isso, o mercado de capitais possa crescer", afirmou. A lei, de 2011, isentou de Imposto de Renda o rendimento das aplicações em títulos de dívida privada para investidores estrangeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
"O governo pretende incentivar muito a participação do setor privado em novas concessões nas áreas de logística, portuária, ferrovias, na área de rodovias, de forma a poder acelerar investimentos não só no sistema logístico brasileiro. O que representa um gargalo é o custo das operações", afirmou, acrescentando que, de sua parte, o BNDES poderá financiar, em condições favoráveis, novas linhas de logística.&lt;br /&gt;
PMEs&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Ele ressaltou, ainda, o esforço do BNDES de aumentar o peso das micro e pequenas empresas nos desembolsos, que já atingiu em torno de 36% em 2011, saindo de 22% em 2006. Neste ano, nos 12 meses acumulados até junho, estavam em 34%. De acordo com ele, a alta é possível por meio do cartão BNDES (o total é de 535 mil cartões emitidos, segundo dados de junho de 2012). Segundo a apresentação de Coutinho, até junho, os desembolsos atingiram R$ 9,06 bilhões, alta de 56,4% em comparação 12 meses anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/JSoQ7Brgfo0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:37:00</pubDate><id>56168</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56168</feedburner:origLink></item><item><title>BNDES deve investir 150 bilhões de reais no ano, diz Coutinho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/a8JEvlq__Z8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social projeta desembolsar R$ 150 bilhões em investimentos neste ano. A informação foi prestada nesta segunda-feira pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que participa do seminário "Ações do BNDES no estágio atual da economia brasileira", promovido em São Paulo pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele destacou, porém, que o BNDES não tem uma meta para empréstimos. "Quero ressaltar aqui, principalmente para a imprensa, que nós não temos uma meta", declarou Coutinho, acrescentando que o valor poderá sofrer alterações para cima ou para baixo. A previsão é feita com base na carteira do banco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/a8JEvlq__Z8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 17:31:00</pubDate><id>56167</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56167</feedburner:origLink></item><item><title>Não há prazo para a retomada de venda de chips de celular, diz Anatel</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/CDwegEIcsTM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Apesar de a TIM ter afirmado que espera um desfecho rápido para a suspensão da venda de novas linhas de telefonia e internet 3G móveis, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) disse nesta terça-feira (31) que ainda não há previsão para retorno à comercialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a assessoria de imprensa da agência reguladora, a Anatel está dialogando com as operadoras no aprimoramento das propostas, que seguem em análise, e, neste momento, não é possível estabelecer prazos para o fim do bloqueio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o dia 23, as operadoras de telefoniaClaro, Oi e TIM estão impedidas de comercializar chips e serviços em estados onde lideraram os índices de reclamações sobre a qualidade de seus serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da TIM, a decisão vale para 18 estados mais o Distrito Federal, enquanto para a Oisão cinco os estados afetados. Para a Claro, as vendas estão suspensas em três estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/CDwegEIcsTM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 16:27:00</pubDate><id>56024</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56024</feedburner:origLink></item><item><title>Irã manterá Hormuz aberto enquanto servir a seus interesses</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/re8owSCslDI/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Irã vai manter aberto o Estreito de Hormuz, importante via de transporte marítimo, enquanto a hidrovia servir seus interesses, disse um comandante militar citado nesta segunda-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Políticos e oficiais iranianos frequentemente dizem que o Irã pode bloquear o estreito --entrada do Golfo pelo qual 40 por cento do petróleo marítimo do mundo passa-- como uma resposta à sanções ou a possíveis ações militares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal jogada poderia gerar uma resposta militar dos Estados Unidos, e o ministro das Relações Exteriores do país, Ali Akbar Salehi, disse à Reuters em julho que o Irã não deve cumprir suas ameaças, a não ser que seja negado a seus próprios navios o uso do estreito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O objetivo do Irã é que todos no mundo utilizem o Estreito de Hormuz, mas contanto que isso não prejudique os interesses do país. Nesse caso, nossa reação seria diferente", disse o comandante sênior da Guarda Revolucionária do país, Masoud Jazayeri, durante discurso no canal de televisão em língua árabe, Al Alam Television, sendo citado pela agência de notícias IRNA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especialistas dizem que uma forte presença naval do ocidente no Golfo e nas áreas adjacentes seria um grande impedimento a qualquer tentativa de bloquear a hidrovia.&lt;br /&gt;
Israel e os Estados Unidos ameaçaram iniciar uma ação militar contra o Irã, a menos que o país islâmico abandone suas atividades nucleares, que o Ocidente suspeita se destinarem a desenvolver armas nucleares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teerã afirma que seu programa nuclear é utilizado somente para fins pacíficos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/re8owSCslDI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 16:25:00</pubDate><id>56023</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56023</feedburner:origLink></item><item><title>Governo de SP e Fiesp buscam investimento português</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/LxC4WX8bMGs/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Em parceria com a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Fiesp), o governo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo realiza nos dias 4 e 5 de setembro, no Pal&amp;aacute;cio dos Bandeirantes, encontro para promover rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Brasil e Portugal. O governo do pa&amp;iacute;s europeu ser&amp;aacute; representado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e pelo ministro das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores, Paulo Portas, de acordo com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do governo paulista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante os dois dias de encontro, ser&amp;atilde;o apresentadas oportunidades de investimento no Estado de S&amp;atilde;o Paulo, como Parcerias P&amp;uacute;blico Privadas (PPPs), projetos p&amp;uacute;blicos e investimento direto estrangeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
J&amp;aacute; nos dias 19, 20 e 21 de setembro o encontro entre brasileiros e portugueses ser&amp;aacute; na sede da Fiesp. Durante o evento, haver&amp;aacute; rodadas de neg&amp;oacute;cios com empresas portuguesas, al&amp;eacute;m de incentivar investimentos de empresas paulistas no programa de privatiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es portugu&amp;ecirc;s.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A parceria entre o governo do Estado e a Fiesp &amp;eacute; um esfor&amp;ccedil;o para promover S&amp;atilde;o Paulo como polo econ&amp;ocirc;mico e de neg&amp;oacute;cios da Am&amp;eacute;rica Latina e, assim, atrair mais investimento estrangeiro. O acordo, assinado nesta segunda-feira, pretende aproximar o setor empresarial brasileiro com o de outros pa&amp;iacute;ses.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/LxC4WX8bMGs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate><id>56021</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56021</feedburner:origLink></item><item><title>Seca piora condições de milho e soja nos EUA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/OZY3Q2T5mI8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O clima seco na maior parte dos Estados Unidos está se agravando para os produtores de milho e soja, enquanto os danos se espalham também para os campos de algodão no sudoeste do país, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo o USDA, as condições de seca parecem "descer" para o sul das &lt;br /&gt;
Grandes Planícies nas últimas semanas. "Estamos vendo um declínio muito significativo nas condições do algodão", afirmou o meteorologista Brad Ripey, em vídeo divulgado pela agência do governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O analista Andy Ryan, da corretora INTL FCStone, afirmou que dados do USDA mostram ameaças à safra de algodão dos Estados Unidos. "No relatório de acompanhamento de safra, podemos ver claramente em Oklahoma, Texas, Kansas e até Califórnia e Arizona - todos Estados do oeste do cinturão do algodão - que as condições pioraram ao longo da última semana", disse. "O algodão realmente não se importa com o calor e a seca, mas agora está ficando uma situação extrema."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o meteorologista, a situação das lavouras de milho e soja vem piorando. "Vemos mais de um terço da safra de soja e quase metade da de milho avaliadas em condições ruins ou muito ruins", comentou. "Para as lavouras de soja, isso agora recorda as piores condições que vimos durante a seca de 1988." As informações são da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/OZY3Q2T5mI8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>30/07/2012 00:00:00 16:21:00</pubDate><id>56019</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=56019</feedburner:origLink></item><item><title>Shopping Paulista consegue liminar para manter funcionamento</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/D2Gimm0LYL0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liminar impedindo que a prefeitura do município feche o shopping Pátio Paulista, localizado na região da Avenida Paulista. A interdição estava marcada para a próxima terça-feira, 31. O documento foi concedido ontem ao empreendimento. Ontem, o shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, também obteve liminar para manter as portas abertas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O juiz Marcos Pimentel Tamassia, da 4&amp;ordf; Vara de Fazenda Pública, concedeu o prazo de 90 dias para que o centro de compras resolva as irregularidades em relação ao estacionamento do empreendimento. Mas não concedeu ao centro de compras a suspensão das multas dadas pela administração municipal. A última foi de R$ 1,18 milhão, no dia 23.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o novo prazo de três meses, o shopping deve comprovar que possui 1.005 vagas de estacionamento internas, além de dez vagas para deficientes. O espaço também terá de apresentar provas de que tem 116 vagas externas, em convênio com alguma instituição portadora de alvará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, pelo menos mais seis shoppings de São Paulo estão abertos com base em decisões judiciais. A prefeitura cassou o alvará do centro de compras no início do mês por causa de irregularidades nos estacionamentos ? existiam menos vagas do que as exigidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/D2Gimm0LYL0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 13:25:00</pubDate><id>55808</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55808</feedburner:origLink></item><item><title>Índia deve importar o dobro do algodão previsto</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/2zTs6KEEI0E/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;As importações de algodão pela Índia podem alcançar 1,2 milhão de fardos de 170 kg no atual ano comercial, o dobro do volume previsto. As indústrias já contrataram a importação de cerca de 1 milhão de fardos no atual ano comercial, que começou em 1º de outubro, afirmam executivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motivo do aumento é uma combinação de maiores exportações, redução dos estoques e queda dos preços internacionais, segundo executivos da indústria. A Índia é o segundo maior produtor mundial da fibra, depois da China, e retirou quase todas as restrições para exportação em abril, depois que produziu uma safra recorde de 34,5 milhões de fardos. A forte demanda chinesa e a alta dos preços globais estimularam as exportações, que atingiram níveis recorde, totalizando 13,5 milhões de fardos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O declínio da oferta doméstica de algodão da Índia fez com que a indústria comprasse mais no exterior para atender à demanda interna, declarou o secretário-geral da Confederação da Indústria Têxtil Indiana, D.K. Nair. O aumento das importações pelo país deve sustentar os preços internacionais, que estão cedendo nos últimos meses, por causa de uma fraca demanda global e um superávit de oferta em algumas importantes regiões produtoras. As informações são da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/2zTs6KEEI0E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 13:23:00</pubDate><id>55807</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55807</feedburner:origLink></item><item><title>Petróleo sobe na expectativa de depoimento de Bernanke</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/lM9Nsw9nqOs/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Os contratos futuros do petr&amp;oacute;leo operam em alta nesta ter&amp;ccedil;a-feira, sustentados pela esperan&amp;ccedil;a de que o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, sinalizar&amp;aacute; hoje a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do banco central dos EUA de adotar novas medidas de est&amp;iacute;mulo ap&amp;oacute;s a recente s&amp;eacute;rie de dados fracos da economia norte-americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir das 11h (de Bras&amp;iacute;lia), Bernanke far&amp;aacute; seu depoimento semestral ao Senado. Amanh&amp;atilde;, o presidente do Fed falar&amp;aacute; na C&amp;acirc;mara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;Agrave;s 9h (de Bras&amp;iacute;lia), o contrato do petr&amp;oacute;leo Brent avan&amp;ccedil;ava 1,1%, para US$ 104,51 por barril. O contrato do petr&amp;oacute;leo WTI subia 0,34%, para US$ 88,73 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo tamb&amp;eacute;m ganharam suporte ap&amp;oacute;s o incidente no Golfo P&amp;eacute;rsico entre um navio da Marinha dos EUA e um barco pesqueiro, que ajudou a redirecionar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado para a quest&amp;atilde;o da oferta de petr&amp;oacute;leo, j&amp;aacute; amea&amp;ccedil;ada pelas tens&amp;otilde;es geopol&amp;iacute;ticas que cercam o Ir&amp;atilde; e seu pol&amp;ecirc;mico programa nuclear. Ontem, artilheiros a bordo de um navio de abastecimento norte-americano abriram fogo contra o barco na costa de Dubai, nos Emirados &amp;Aacute;rabes Unidos, matando uma pessoa e ferindo tr&amp;ecirc;s.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Investidores t&amp;ecirc;m a esperan&amp;ccedil;a de que Bernanke talvez anuncie uma terceira rodada de relaxamento quantitativo. Rodadas anteriores levaram ao enfraquecimento do d&amp;oacute;lar, o que elevou os pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo ao baratear a commodity para os detentores de outras moedas. A fala de Bernanke se seguir&amp;aacute; a uma s&amp;eacute;rie de dados conflitantes da economia dos EUA, incluindo um decepcionante relat&amp;oacute;rio sobre vendas do varejo em junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Qualquer sinal positivo de Bernanke pode levar o petr&amp;oacute;leo a subir, com o Brent testando o n&amp;iacute;vel de US$ 105 por barril e o WTI de US$ 90&amp;quot;, disse Myrto Sokou, analista da Sucden Financial. &amp;quot;Por outro lado, a aus&amp;ecirc;ncia de coment&amp;aacute;rios sobre medidas de est&amp;iacute;mulo pode gerar um novo movimento de venda no mercado de petr&amp;oacute;leo&amp;quot;, completou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De qualquer forma, qualquer ganho nos pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo pode ter vida curta assim que as defici&amp;ecirc;ncias econ&amp;ocirc;micas mais amplas ressurgirem, segundo o Commerzbank. &amp;quot;Al&amp;eacute;m dos riscos da oferta e da esperan&amp;ccedil;a de mais medidas de est&amp;iacute;mulo, existem hoje poucos argumentos que possam justificar a &amp;uacute;ltima alta no pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo&amp;quot;, afirmou o banco em comunicado. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/lM9Nsw9nqOs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 17:01:00</pubDate><id>55535</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55535</feedburner:origLink></item><item><title>China e Petrobras impulsionam alta do índice</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/msLqLYmrtIQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Bovespa avançava nesta sexta-feira, com investidores mostrando maior apetite por ativos de risco, como a expectativa de novos estímulos à economia da China e com a forte alta de Petrobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 13h11, o Ibovespa subia 1,29 por cento, a 54.137 pontos, interrompendo sequência de quatro pregões de baixa. Na máxima intradia, o índice chegou a avançar 1,88 por cento, a 54.427 pontos. O giro financeiro do pregão era de 2,85 bilhões de reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Com a economia da China mostrando fraqueza, isso cria expectativa de que o governo tomará medidas para reaquecer a economia", disse o analista da Socopa Corretora Marcelo Varejão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Isso trouxe algum otimismo ao mercado na abertura, já que a China é muito importante para o Brasil e para todo o mundo, principalmente pela demanda de commodities." A taxa de crescimento da China desacelerou para o ritmo mais lento em mais de três anos no segundo trimestre. O avanço do PIB foi de 7,6 por cento ante o mesmo período de 2011, segundo dados divulgados nesta sexta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Wall Street, o índice Dow Jones avançava 1,44 por cento, enquanto o S&amp;P 500 subia 1,42 por cento. O principal índice de ações europeias fechou em alta de 1,22 por cento.&lt;br /&gt;
Na bolsa paulista, as ações preferenciais da Petrobras subiam 4,9 por cento, a 19,49 reais, e eram a maior influência de alta para o Ibovespa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Inesperado, muito necessário e positivo é como caracterizamos o anúncio da Petrobras de aumento de 6 por cento no preço do diesel", avaliou o Credit Suisse, em relatório, referindo-se ao segundo reajuste em menos de um mês, anunciado na quinta-feira à noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda entre as ações mais negociadas, a preferencial da mineradora Vale subia 2,1 por cento, a 39,41 reais, ajudada pelos dados da China. OGX, empresa de petróleo e gás do grupo de Eike Batista, tinha alta de 3,7 por cento, a 5,85 reais.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/msLqLYmrtIQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:59:00</pubDate><id>55534</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55534</feedburner:origLink></item><item><title>Queda da TIM abre oportunidade de compra, diz HSBC</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/5bbtspdmfOs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A queda de mais de 7% nas ações da TIM (TIMP3) abre uma oportunidade de compra dos papéis, afirmam os analistas do HSBC em relatório de análises enviado para clientes. A recomendação para as ações é de overweight (alocação sugerida acima da média de mercado), com preço-alvo de 14 reais, um potencial de valorização de 32,2%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda no pregão de ontem veio após Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, afirmar que a empresa poderia ter a venda de novos planos suspensa se não investisse na melhoria de sua rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Em primeiro lugar, observamos que, embora o Ministro das Telecomunicações tenha influência considerável, é a agência reguladora Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] a responsável pela aplicação da regulamentação no setor&amp;rdquo;, escreveram os analistas Richard Dineen, Sean Glickenhaus e Enrique Gomez Tagle no documento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles lembram que não seria a primeira vez que uma medida assim poderia ser tomada, já que a Telefônica já passou por algo parecido quando teve as vendas do plano de internet banda larga Speedy interrompidas por necessidade de melhorias no serviço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Como a TIM e as autoridades têm grande interesse em resolver a situação atual, neste momento não prevemos um agravamento ao ponto de uma suspensão das vendas&amp;rdquo;, afirmam os analistas.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/5bbtspdmfOs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 16:58:00</pubDate><id>55533</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55533</feedburner:origLink></item><item><title>Moodys rebaixa Itália em dois níveis e alerta para mais cortes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/yXzEE-UctE4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Moody's Investors Service rebaixou nesta quinta-feira o rating dos títulos do governo da Itália em dois níveis, de A3 para Baa2, e advertiu que poderá cortar a nota ainda mais devido à deterioração das perspectivas da economia do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Moody's acrescentou que o rating de curto prazo Prime-2 da Itália não mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/yXzEE-UctE4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:57:00</pubDate><id>55532</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55532</feedburner:origLink></item><item><title>Para investidores, Novo Mercado da Bovespa perdeu o brilho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/SQnWYneAMD8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Frequentemente apontado como principal respons&amp;aacute;vel pela ascens&amp;atilde;o do mercado de capitais no Brasil, o Novo Mercado da Bovespa perdeu o brilho em meio a sinais de que v&amp;aacute;rias empresas que comp&amp;otilde;em o segmento n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o legitimamente comprometidas com a boa governan&amp;ccedil;a, disseram especialistas em investimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inaugurado h&amp;aacute; dez anos com a oferta de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Companhia de Concess&amp;otilde;es Rodovi&amp;aacute;rias (CCR), o ambiente --de ades&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria-- exige das integrantes a obedi&amp;ecirc;ncia a regras mais r&amp;iacute;gidas de transpar&amp;ecirc;ncia e respeito aos acionistas minorit&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas das companhias no segmento, entretanto, usam de criatividade e de brechas regulat&amp;oacute;rias para privilegiar os controladores em detrimento dos pequenos acionistas.&lt;br /&gt;
E a repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o de epis&amp;oacute;dios pol&amp;ecirc;micos, envolvendo o n&amp;atilde;o pagamento de tag along, que garante aos minorit&amp;aacute;rios o mesmo pre&amp;ccedil;o oferecido pelas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos controladores em caso de venda do controle, tem colocado investidores na defensiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Novo Mercado n&amp;atilde;o &amp;eacute; garantia para o investidor. N&amp;atilde;o basta apenas pregar a chancela do segmento, as companhias precisam ter atitude e adotar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de governan&amp;ccedil;a &lt;br /&gt;
corporativa na pr&amp;aacute;tica&amp;quot;, disse o diretor de investimentos do Previ, fundo de pens&amp;atilde;o dos funcion&amp;aacute;rios do Banco do Brasil, Marco Geovanne da Silva, em evento na BM&amp;amp;FBovespa nesta quinta-feira para comemorar os 10 anos do setor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incluindo os n&amp;iacute;veis 1 e 2 de governan&amp;ccedil;a corporativa, o setor tem 182 empresas listadas, que representam 66 por cento do valor de mercado, 71 por cento do volume financeiro no mercado a vista da bolsa paulista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Silva mostrou v&amp;aacute;rios indicadores de governan&amp;ccedil;a estudados pelo fundo, como a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comit&amp;ecirc;s de auditoria e fiscal.&lt;br /&gt;
O estudo mostrou que, em conjunto, em v&amp;aacute;rios deles, empresas do mercado tradicional s&amp;atilde;o melhores do que as listadas no Novo Mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Fabio Alperowitch, s&amp;oacute;cio da Fama Investimento, o desempenho fraco das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de v&amp;aacute;rias empresas que listaram suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Novo Mercado nos &amp;uacute;ltimos anos tamb&amp;eacute;m &lt;br /&gt;
atenta contra a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, das &amp;uacute;ltimas 50 ofertas iniciais de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es (IPO, na sigla em ingl&amp;ecirc;s) realizadas na bolsa paulista, 21 deram ao investidor retorno negativo nominal superior a 20 por cento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o gestor, isso reflete em parte a decep&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investidores com companhias, que t&amp;ecirc;m com o mercado uma postura diferente da prometida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Novo Mercado &amp;eacute; hoje s&amp;oacute; um carimbo; tem muito lobo vestido em pele de bom mo&amp;ccedil;o&amp;quot;, disse.&lt;br /&gt;
Para fazer com que o setor volte a ser um diferencial entre os investidores &amp;eacute; preciso que algumas regras sejam reformadas, disse Bruno Rudge, s&amp;oacute;cio da gestora de recursos Dynamo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os assuntos que devem ser alvos de regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sugeriu, est&amp;atilde;o a necessidade de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oferta p&amp;uacute;blica (OPA) aos minorit&amp;aacute;rios quando houver aumento significativo de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um grande investidor na companhia, al&amp;eacute;m de regras mais claras sobre sa&amp;iacute;da do segmento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2010, a BM&amp;amp;FBovespa prop&amp;ocirc;s um conjunto de reformas nas regras do segmento, por&amp;eacute;m as consideradas mais importantes, como a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oferta p&amp;uacute;blica a partir da compra de 30 por cento do capital, a obrigatoriedade do comit&amp;ecirc; de auditoria e o aumento do percentual de membros independentes do conselho de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20 para 30 por cento, foram rejeitadas pelas companhias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/SQnWYneAMD8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 16:55:00</pubDate><id>55531</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55531</feedburner:origLink></item><item><title>5 mitos para evitar na temporada de balanços</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/2AOZPMLbX_4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Nos Estados Unidos, a temporada de balanços já começou e no Brasil, ela se aproxima. Como as notícias diárias mexem muito com as ações das empresas que divulgam seus resultados, a casa de pesquisas Whisper Number, especialista em coleta de expectativas, listou cinco mitos da temporada de balanços que influenciam nas ações para evitar armadilhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mito 1: Quando uma empresa tem ganhos acima das expectativas dos analistas, a ação ganha força&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A Whisper Number explica que isso é um mito por dois motivos. Primeiro porque não há correlação comprovada entre balanço superior ao estimado e ganho de valor nas ações.&lt;br /&gt;
Segundo, porque, segundo estudos, balanços com números acima das expectativas costumam ser mais comuns do que ao contrário. James Bianco, da Bianco Research, explicou para a empresa de análise que nos últimos 15 trimestres consecutivos 66% das empresas do índice S&amp;P 500, uma das referências no mercado americano, tiveram ganhos acima da expectativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mito 2: O mercado de ações em geral tem retornos maiores após períodos com muitas surpresas positivas&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Esse seria um efeito macro do mito 1, que também não tem comprovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mito 3: Análises &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A consultoria cita um artigo do Wall Street Journal que aponta que como as mudanças nas estimativas de balanços impulsionam a compra e venda de ações, algumas análises estão sendo refeitas com mais frequência nos Estados Unidos, já que podem gerar receita de corretagem, e por isso devem ser vistas com cautela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mito 4: Os grandes veículos de mídia provém os melhores dados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O balanço de uma empresa traz uma série de detalhes e nem sempre todos entram em reportagens sobre as empresas que, em geral, levam em consideração dados destacados nas análises.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mito 5: Análises independentes têm menos valor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A Whisper Number defende que uma análise deve ser julgada com base na qualidade de dados e performance, não apenas no tamanho da corretora, banco ou empresa de pesquisa que a produziu. Eles citam, por exemplo, que analistas independentes, blogueiros e fãs da Apple que estudam a empresa têm acertado mais os números da companhia do que outras fontes. Por isso, na visão da consultoria, a opinião independente também deve ser levada em consideração no estudo de uma ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/2AOZPMLbX_4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 16:54:00</pubDate><id>55530</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55530</feedburner:origLink></item><item><title>Ouro ainda não vive bolha e pode continuar brilhando</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/KxFWs-_qWb8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O ouro está se aproximando de sua melhor fase no mercado e sem risco de bolha. A opinião é de Ronald-Peter Stoeferle, analista do Erste Group, grupo financeiro que atua na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relatório, Stoeferle defende que não há uma euforia em relação ao ouro e que o metal também tem a sazonalidade a seu favor, já que estamos prestes a entrar em agosto, historicamente um mês positivo para o metal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O preço-alvo para o ouro em 12 meses é de 2 mil dólares a onça (atualmente pouco abaixo dos 1,6 mil dólares). No longo prazo, a estimativa é de que o preço possa chegar a 2,3 mil dólares a onça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do fator sazonal que pode continuar impulsionando o ouro, Stoeferle destaca como outro motivo a sinalização de que as taxas de juros devem continuar negativas. &amp;ldquo;Durante 20 anos de pessimismo no mercado do ouro, entre os anos 80 e 90, a taxa média de juros reais estava em 4%. Desde 2000, as taxas reais estão negativas por mais da metade do tempo até aqui, o que constitui um ambiente ótimo para o ouro&amp;rdquo;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, o anúncio de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) vai manter a taxa básica de juros americana em zero até 2014 deverá prolongar uma taxa real negativa e criar fundamentos para novas valorizações no preço do metal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ouro ainda não mostra sinais de formação de bolha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Apesar da perspectiva de alta no preço e da projeção de que o ouro ganhará cada vez mais espaço no radar dos investidores, outro ponto que Stoeferle defende é que, apesar do que apontam alguns participantes do mercado, o metal ainda não apresenta sinais de uma bolha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E mais ainda: comparando os números do ouro com os de investimentos em títulos do Tesouro dos Estados Unidos, Stoeferle diz que estamos muito mais próximos de uma crise de bônus do governo americano do que do ouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os números do analista, a relação do ouro para a dívida pública é de 0,0001 vez. Se o nível da dívida permanecesse igual, estima Stoeferle, o preço do ouro teria que subir para 11,9 mil dólares para alcançar níveis preocupantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/KxFWs-_qWb8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:52:00</pubDate><id>55529</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55529</feedburner:origLink></item><item><title>Petróleo sobe, pressionado por greve na Noruega</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/SzLL63xUrUs/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Os contratos futuros do petr&amp;oacute;leo operam em alta nesta segunda-feira, pressionados pela falta de acordo para o fim de uma greve de petroleiros na Noruega, maior produtor da commodity na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;Agrave;s 9h20 (de Bras&amp;iacute;lia), o contrato do petr&amp;oacute;leo Brent avan&amp;ccedil;ava 0,65%, para US$ 98,83 por barril. O contrato do petr&amp;oacute;leo WTI subia 0,50%, para US$ 84,87 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim de semana, os trabalhadores noruegueses do setor de petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s natural n&amp;atilde;o conseguiram fechar um pacto com seus empregadores para encerrar uma greve iniciada no fim do m&amp;ecirc;s passado. O impasse est&amp;aacute; pressionando os pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo para cima, segundo Thina Saltvedt, analista de petr&amp;oacute;leo do Nordea Bank Norge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Se o locaute durar v&amp;aacute;rios dias, os futuros poder&amp;atilde;o subir em um ou dois d&amp;oacute;lares (por barril), j&amp;aacute; que a Noruega fornece 11% do petr&amp;oacute;leo que a Uni&amp;atilde;o Europeia consome&amp;quot;, disse Saltvedt.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Paris, a Ag&amp;ecirc;ncia Internacional de Energia repetiu nesta segunda-feira o comunicado da semana passada e disse estar &amp;quot;monitorando bem de perto a oferta de petr&amp;oacute;leo&amp;quot;. A AIE, no entanto, n&amp;atilde;o comentou se estudava a possibilidade de liberar reservas de petr&amp;oacute;leo diante da amea&amp;ccedil;a de uma paralisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o total da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Noruega. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/SzLL63xUrUs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>10/07/2012 00:00:00 16:50:00</pubDate><id>55528</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55528</feedburner:origLink></item><item><title>Polo Capital ultrapassa 10 por cento de participação na CSU</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/6Awd9EHy2L4/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Polo Capital Gestão de Recursos aumentou sua participação acionária na CSU Cardsystem (CARD3), conforme mostra comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira. A gestora de recursos atingiu 11,64% do total de ações da companhia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quantidade resulta da soma das aquisições de ações ordinárias pelos fundos e pelas carteiras da gestora. &amp;ldquo;Não há a intenção de adquirir o controle da companhia", informou a Polo em nota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a gestora, o investimento não objetiva alterar a administração da empresa, nem sua composição de controle. Além disso, a operação não visa regular o funcionamento da companhia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/6Awd9EHy2L4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 16:49:00</pubDate><id>55527</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55527</feedburner:origLink></item><item><title>Fiat é impulsionada por compra de fatia da Chrysler</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/0SMIos5YUZo/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;As ações da Fiat subiram mais de 4 por cento nesta quarta-feira, impulsionadas pelo otimismo na habilidade da montadora italiana de comprar a parcela remanescente de 38,2 por cento de sua unidade norte-americana Chrysler, o que lhe daria um grande benefício diante de um crescente mercado norte-americano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentários do presidente-executivo da Fiat, Sergio Marchionne, na noite de terça-feira indicaram que ele estava pronto para pagar em dinheiro a parcela remanescente da Chrysler "a qualquer momento".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Completar a compra da Chrysler ajudaria a o preço por ação da Fiat, uma vez que daria acesso à companhia ao "valioso fluxo de caixa de sua parceira norte-americana", escreveu a &lt;br /&gt;
Bernstein Research em um relatório em maio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marchionne disse que no passado a Fiat poderia pagar em dinheiro a parcela remanescente da Chrysler. Ele também mencionou na terça-feira não achava que as condições eram as certas para fazer isso agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ações da Fiat encerraram o dia em alta de 4,79 por cento na bolsa de Milão.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/0SMIos5YUZo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 13:29:00</pubDate><id>55471</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55471</feedburner:origLink></item><item><title>Cresce número de mulheres que investem na bolsa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/OXvsyaITboQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Apesar de ainda conservadoras (a maioria das mulheres prefere a poupança segundo pesquisa do instituto Sophia Mind), elas estão cada vez mais bem informadas sobre investimentos de maior risco e carregam particularidades que as fazem ser vistas com respeito por especialistas desse meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São cautelosas por natureza, estudiosas e, consequentemente, mais assertivas do que os homens. Isso porque demoram mais a entrar na bolsa, mas, quando entram, se preparam melhor antes de escolher o produto financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A mulher busca conteúdo aprofundado e bons fundamentos sobre a empresa em que irá investir", diz Hélio Pio, gerente da Ágora invest, uma das maiores corretoras de valores do mercado nacional. Lá, 30% de seus 130 000 investidores ativos já são mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O lado racional e detalhista predomina entre as mulheres, que também não se deixam levar por boatos quando o assunto é dinheiro."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Corretagem zero&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial"&gt;De olho no público feminino, as corretoras de valores criam iniciativas para fisgar a investidora. A Spinelli, por exemplo, resolveu zerar a taxa de corretagem para as mulheres que fizerem qualquer tipo de movimentação ou aplicação financeira em 8 de março, dia internacional da Mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática, elas (e só elas, não eles) deixarão de pagar o equivalente a 16,90 reais por ordem de compra executada no lote padrão. Para quem costuma realizar várias operações num único dia, esse valor pode atingir a casa de centenas de reais. "É um presente para as mulheres", diz rodrigo Puga, responsável pelo homebroker e pela carteira de 10 000 investidores da Spinelli.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há quatro anos, o público feminino representava 10% de seus clientes. Hoje já soma 25% do total. "O que mais me impressiona é que mesmo em ano de crise na bolsa, como foi 2011, quando muitos investidores abandonaram suas aplicações, as mulheres ampliaram seu espaço." e isso só se explica porque elas pensam no longo prazo e não saem correndo no primeiro susto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Só para mulheres&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Os clubes de investimentos, que pipocam em todo o país e ganharam regras especiais da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no ano passado, também têm sua versão feminina. Esses clubes são uma forma inteligente de ganhar dinheiro com baixo volume individual de aplicação, diversificação dos investimentos, menores taxas de administração e de corretagem e troca de experiências e conhecimento. Quando se trata de mulher, isso é essencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A carioca Sandra Blanco, de 44 anos, foi uma das pioneiras ao montar com outras três amigas, em 2004, o Mulherinvest, clube que começou com 600 reais de investimento. Hoje são 87 participantes com idades que variam de 20 a 60 anos, que administram 850 000 reais em volume financeiro. elas se reúnem uma vez por mês para discutir os rumos da carteira, que conta com papéis de empresas como Petrobras, Vale, Hering, BrMalls, Br Foods, Cemig, Itaúsa, Grendene e Ogx.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Falamos sobre a rentabilidade das ações, economia, política e seus reflexos na bolsa" diz Sandra. Mas como será que as mulheres estão se preparando para entrar nesse mundo nervoso e cheio de riscos? Muitas buscam &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e palestras especialmente desenhados para elas. É assim no projeto Bolsa &amp; Batom, em Campinas, no interior paulista, onde temas como inteligência financeira, controle de gastos, aposentadoria, investimentos de risco e premissas para se escolher uma ação são debatidos em sala de aula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerca de 120 mulheres participam mensalmente das atividades realizadas por lá. "Damos suporte educacional para quem quer investir, com alguns projetos só voltados à bolsa", diz Anceli Marcos, sóciadiretora da Pyxis Academia de investimentos e idealizadora do projeto. ela observa que muita gente jovem tem procurado se informar sobre o mercado financeiro. A maior busca se concentra na faixa de 26 a 35 anos, mas, em volume de recursos, há grande presença de investidoras com mais de 60 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O interesse é tão grande que estamos formando um clube de investimentos. Já temos 30 interessadas. Só falta aprovar o pedido com a CVM", diz Anceli, biomédica de formação, com especialização em gestão empresarial pela unicamp.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/OXvsyaITboQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>abril.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 11:57:00</pubDate><id>55286</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55286</feedburner:origLink></item><item><title>Christine Lagarde mostra preocupação com economia global</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/lJa-cO0t8Ts/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, mostrou-se preocupada nesta sexta-feira com a piora da economia global, afirmando que a perspectiva se tornou mais preocupante com sinais de desaceleração em países desenvolvidos e grandes emergentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Christine fez essas declarações depois de o Banco Central Europeu (BCE) e os bancos centrais da Inglaterra e da China afrouxarem as políticas monetárias por causa do crescente alarme sobre a saúde da economia mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os mercados financeiros estarão atentos nesta sexta-feira aos dados de emprego nos Estados Unidos em junho, tendo em vista que a maior economia do mundo deu sinais de que está perdendo força.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A China, segunda maior economia do mundo, divulgará uma série de dados na próxima semana, incluindo o Produto Interno Bruto do segundo trimestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Nos últimos meses, o panorama global tem sido mais preocupante para a Europa, os Estados Unidos e grandes mercados emergentes", disse Christine ao discursar em Tóquio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O FMI vai reduzir algumas de suas estimativas econômicas neste mês, pois dados econômicos das principais economias e de países emergentes se deterioraram nos últimos meses, afirmou a diretora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"As previsões do FMI devem ser menores do que nossas estimativas anteriores", completou Christine.&lt;br /&gt;
O FMI publicará em 16 de julho uma atualização do relatório Perspectiva Econômica Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Christine comemorou a crescente cooperação na Europa para enfrentar a crise da dívida soberana, mas ressaltou que é necessária uma maior cooperação fiscal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No relatório de abril, o FMI revisou para cima a estimativa de crescimento global em 2012 para 3,5 por cento, ante 3,3 por cento em janeiro, e para 4,1 por cento em 2013, ante 3,9 por cento anteriormente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/lJa-cO0t8Ts" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>06/07/2012 00:00:00 10:04:00</pubDate><id>55085</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=55085</feedburner:origLink></item><item><title>Católicos continuam a perder espaço, e evangélicos tornam a avançar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/SQ0jFN8NN58/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A continuidade no declínio da população católica na última década foi acompanhada pela permanência no avanço expressivo dos evangélicos, principalmente de origem pentecostal. Ao mesmo tempo, mais da metade das famílias católicas apostólicas romanas e dos evangélicos pentecostais ganham menos de um salário mínimo mensal per capita. Os dados foram anunciados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou mais um recorte do Censo de 2010 - 'Características gerais da população, religião e pessoas com deficiência'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O universo do recorte focado em religião abrange 175,1 milhões de pessoas que admitiram professar algum tipo de fé ou culto, dentro de população de 190,7 milhões de habitantes. Embora ainda majoritário, o percentual de pesquisados que se declararam católicos apostólicos romanos vem diminuindo há décadas nos recenseamentos. Os católicos nesta classificação chegaram a representar 83% da população religiosa no Censo de 1991, entre os que admitiram ter alguma religião na época da pesquisa. Esta participação recuou para 73,6% no Censo de 2000 e diminuiu para 64,6% em 2010. Em números absolutos, o número de católicos apostólicos romanos caiu de 124,9 milhões para 123,2 milhões de pessoas entre 2000 e 2010. Segundo o técnico da coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Claudio Dutra, a participação da população católica entre pessoas religiosas tem caído, em média, nove pontos percentuais a cada década.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os católicos perdem espaço, os evangélicos mostraram o maior ritmo de expansão no número de fiéis entre as religiões e cultos pesquisados pelo IBGE. A participação &lt;br /&gt;
dos evangélicos, entre as pessoas que tinham algum tipo de religião no Brasil, saltou de 15,4% para 22,2% entre os censos de 2000 para 2010. Em números absolutos, os evangélicos somaram 42,2 milhões de pessoas em 2010, frente aos 26,1 milhões de 2000 ? uma expansão de 61% no período. Os evangélicos pentecostais foram destaque, com 25,3 milhões de pessoas se declarando com este tipo de religião em 2010, contra 17,6 milhões em 2000, um aumento de 46%. A Igreja Assembléia de Deus foi a evangélica com o maior ímpeto de crescimento no período, com alta de 46% no número de fiéis entre 2000 e 2010, subindo de 8,4 milhões de pessoas para 12,3 milhões de pessoas. A &lt;br /&gt;
Igreja Universal do Reino de Deus, grande força entre os evangélicos nas décadas de 80 e de 90, perdeu em torno de 300 mil fiéis entre os censos de 2000 e de 2010, com cerca de 1,8 milhão de fiéis no Censo de 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo seguindo tendências com direções opostas, evangélicos e católicos mostraram pelo menos uma similaridade nos dados apurados pelo IBGE. Após cruzar dados de religião com renda, o instituto apurou que 55,8% das famílias católicas no Censo de 2010 estavam concentradas em faixas de renda de até um salário mínimo per capita. Os &lt;br /&gt;
evangélicos pentecostais, por sua vez, tiveram em 2010 a maior fatia de pessoas pertencentes a classes de rendimento inferiores a um salário mínimo (63,7%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O instituto apurou ainda um crescimento de 23% no número de pessoas sem religião, que saltou de 12,4 milhões de pessoas para 15,3 milhões de pessoas entre 2000 e 2010. &lt;br /&gt;
Pela primeira vez, no Censo de 2010, o IBGE detalhou subdivisões entre pessoas sem religião. Foram apuradas 14,5 milhões de pessoas sem nenhum tipo de crença; 615 mil ateus; e 124 mil agnósticos.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/SQ0jFN8NN58" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 13:28:00</pubDate><id>54893</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54893</feedburner:origLink></item><item><title>Empresário de serviços menos satisfeito com negócios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/RlmMeHsVM7g/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A satisfação dos empresários do setor de serviços em relação aos negócios recuou na passagem de maio para junho. O Índice de Situação Atual (ISA) referente a esse quesito caiu 3,5% no período, saindo de 120,0 para 115,8 pontos, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que divulgou nesta sexta-feira a Sondagem de Serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as 2.545 empresas consultadas na pesquisa em relação aos seus negócios, 28,5% avaliam a situação atual como boa, contra 33,9% no mês anterior. Mas o porcentual que considera a situação como ruim diminuiu para 12,7% em junho, ante 13,9% em maio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda dentro do Índice de Situação Atual (ISA), a avaliação sobre a Demanda Atual recuou com menos intensidade, -1,8%. Segundo a FGV, o resultado indica que o setor percebe uma piora menos acentuada na demanda pelos serviços ofertados do que na situação geral dos negócios, o que pode ter influência de fatores como a rentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda na comparação com maio, a expectativa do empresariado quanto à demanda prevista nos seis meses seguintes recuou 2,8% em junho, para 135,1 pontos, o menor patamar registrado desde agosto de 2009, quando atingiu 133,6 pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A parcela de empresas que prevê um aumento da demanda diminuiu de 47,0% em maio para 43,1% em junho, enquanto a fatia das que esperam uma demanda menor ficou praticamente estável, ao passar de 8,0% para 8,1% no mesmo período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a FGV, os dados da sondagem indicam uma desaceleração do ritmo de atividade do setor de serviços ao longo do segundo trimestre do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sazonalidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) passou a divulgar nesta sexta-feira a Sondagem de Serviços com ajuste sazonal. Até maio, os indicadores da pesquisa eram divulgados apenas na comparação com o mesmo mês do ano anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo nota divulgada pela FGV, o ajuste sazonal é obtido "filtrando o componente sazonal calculado através de um modelo de decomposição estrutural das séries da sondagem". A série histórica da Sondagem de Serviços teve início em junho de 2008, portanto, a série completou quatro anos, número mínimo para o cálculo sazonal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a FGV, o ajuste facilitará a interpretação dos resultados, mas os números ainda devem ser usados com ressalvas, já que a pesquisa conta com apenas 49 observações até junho de 2012. A FGV já divulga a Sondagem da Indústria com ajuste sazonal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/RlmMeHsVM7g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 13:26:00</pubDate><id>54892</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54892</feedburner:origLink></item><item><title>Zoneamento agrícola orienta plantio de amendoim e mamona</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/K_JJABJb7Sw/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou no Diário Oficial da União (DOU) de quinta-feira o zoneamento agrícola de risco climático para a cultura de amendoim, para 13 estados; e de mamona, para 15 unidades federativas. O estudo vale para a safra 2012/2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o estudo, a cultura de amendoim desenvolve-se melhor, com produtividade mais elevada, em climas quentes. Em cultivo de sequeiro, o amendoim necessita de precipitação pluvial acima de 500 mm, bem distribuída ao longo do período total de crescimento, e de umidade suficiente nos dois primeiros meses do período vegetativo, sem deficiência hídrica no solo. O cultivo do amendoinzeiro não é indicado para regiões muito úmidas ou com períodos de chuvas muito prolongados que propiciam o aparecimento de doenças, além de prejudicar a colheita e a qualidade do produto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da mamona, a planta apresenta tolerância à seca sendo uma boa alternativa de cultivo em diversas regiões do país. A faixa de temperatura para obtenção de produções economicamente viáveis situa-se entre 20ºC a 30ºC, com ótimo em torno de 30ºC. A cultura desenvolve-se e produz bem em vários tipos de solos, com exceção daqueles de textura muito argilosa, que apresentam deficiência de drenagem. O excesso de umidade é prejudicial durante todo o ciclo da cultura, sendo mais crítico no estádio de plântula, maturação e colheita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a divulgação do zoneamento agrícola, o Ministério da Agricultura objetiva identificar os municípios aptos e os períodos de semeadura com menor risco climático para o cultivo das culturas nos estados brasileiros. O estudo detalhado está disponível no site do ministério na internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/K_JJABJb7Sw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>29/06/2012 00:00:00 13:25:00</pubDate><id>54891</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54891</feedburner:origLink></item><item><title>Caixa lança dois fundos de investimento para o varejo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/wkKtyiaBK-I/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Caixa anunciou nesta quarta-feira a criação de dois fundos de investimento para o varejo: o Caixa FIC Objetivo Pré Renda Fixa LP e o Caixa FI Juros e Moedas Multimercado LP. O primeiro, lançado nesta quarta-feira, é um fundo de investimento destinado a pessoas físicas e jurídicas. O objetivo do fundo é a alocação preponderante em ativos atrelados a taxas de juros prefixadas. A aplicação inicial é de R$ 50 mil, e a taxa de administração é de 0,70% ao ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sexta-feira será a vez do Caixa FI Juros e Moedas Multimercado LP, com estratégia atrelada a taxas de juros (pré, pós e índices de preços) e câmbio, sem preponderância de nenhum desses fatores. O fundo terá aplicação mínima de R$ 20 mil e taxa de administração também de 0,70% ao ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo comunicado, os produtos integram a estratégia da Caixa de popularizar o mercado de fundos, que já incluiu a redução de taxas de administração, criação de novos produtos e a redução da aplicação mínima inicial de vários fundos de investimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/wkKtyiaBK-I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>28/06/2012 00:00:00 10:12:00</pubDate><id>54762</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54762</feedburner:origLink></item><item><title>Cai confiança do pequeno e médio empresário para próximo trimestre</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/90BOvMr_DwQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A confiança do pequeno e médio empresário brasileiro para o próximo trimestre caiu em junho com relação à apuração anterior, aponta pesquisa realizada pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em parceria com o banco Santander, divulgada nesta quarta-feira (27).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN) referente ao terceiro trimestre de 2012 atingiu 74,1 pontos, queda de 1,17% sobre o indicador que media a o sentimento para o segundo trimestre deste ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, o índice é superior ao alcançado no mesmo período de 2011, que era de 72,3 pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O setor industrial manteve a melhora na confiança, já observada no segundo trimestre. O índice do setor subiu 1,08%, passando de 75,3 pontos no segundo trimestre para 76,1 pontos no terceiro trimestre. Os setores de serviços e comércio mostraram queda no otimismo: 2,43% e 1,24%, respectivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Crédito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa revelou que 36,2% dos empresários devem aumentar ou aumentar muito a utilização do crédito nos próximos três meses, outros 39,9% declararam que a captação deve permanecer igual; 24,1% disseram que o uso do crédito deve diminuir ou diminuir muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O empresário mostrou-se menos otimista, principalmente, em relação ao futuro da economia, que apresentou a maior queda, de 4,10%, passando de 74,3 pontos no segundo trimestre do ano para 71,2 pontos neste trimestre. As perspectivas com relação ao ramo de atividade e ao investimento também caíram, respectivamente, de 1,31% e 1,10%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre contratações de empregados, contudo, apresentou certo otimismo, com aumento de 0,16%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A região Nordeste foi a única que registrou alta na confiança, passando de 74,8 pontos no segundo trimestre para 75,2 pontos no terceiro trimestre (crescimento de 0,63%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A região Norte apresentou a maior queda, de 3,42%, atingindo 76,8 pontos no terceiro trimestre do ano (queda de 3,42%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/90BOvMr_DwQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>27/06/2012 00:00:00 10:11:00</pubDate><id>54761</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54761</feedburner:origLink></item><item><title>Apple lança iTunes Store em 12 mercados asiáticos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/vi_51g5nbxY/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Apple anunciou hoje o lançamento da iTunes Store, loja de música e vídeos da empresa, em Hong Kong, Singapura, Taiwan e outros nove países asiáticos. A lista inclui Malásia, Filipinas e Tailândia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em comunicado, a Apple destacou que as novas versões da loja vão contar com mais de 20 milhões de músicas de artistas locais e internacionais disponíveis para compra e download. O acervo inclui ainda filmes de grandes estúdios como 20th Century Fox, Paramount Pictures, Sony Pictures, The Walt Disney Studios e Warner Bros Pictures.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Apple lançou a versão brasileira da iTunes Store em dezembro do ano passado, ao mesmo tempo que colocou no mercado o serviço em outros 15 países da América Latina. Além de artistas e produções internacionais, o catálogo local conta com nomes como Roberto Carlos, Chico Buarque e Marisa Monte, ao lado de filmes como 'Tropa de Elite 2'.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/vi_51g5nbxY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>27/06/2012 00:00:00 10:08:00</pubDate><id>54760</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54760</feedburner:origLink></item><item><title>Argentina suspende acordo econômico com México</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/3wV_Ga6pizc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Argentina suspendeu nesta terça-feira por três anos seu acordo de complementação econômica com o México, que inclui trocas estratégicas na indústria automobilística, informou o jornal oficial argentino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Suspende-se a aplicação do Acordo de Complementação Econômica, assim como também o apêndice sobre o Comércio no Setor Automotor entre Argentina e México", afirmou o Jornal Oficial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo da presidente Cristina Kirchner havia antecipado seu mal-estar com o déficit comercial com o México, que gira em torno dos 700 milhões de dólares no setor automotivo e mais de 2 bilhões de dólares no total, segundo dados oficiais mexicanos para 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acordo, assinado em 2002, estabelecia os prazos para a implementação do livre comércio no setor automotivo e promovia a integração e complementação produtiva de seus setores automotivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início de 2012, o Brasil primeiro e a Argentina depois, levantaram a necessidade de renegociar os termos do convênio, e em abril passado, o Brasil conseguiu renegociar um acordo particular que estabelece limites para o fluxo comercial de veículos durante os próximos três anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Argentina tentou fazer o mesmo, mas o México não aceitou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A Argentina nos comunicou sua intenção de suspender os efeitos deste Acordo de Complementação Econômica, sob o argumento de um crescente déficit", particularmente no comércio bilateral de veículos leves, antecipou do México Bruno Ferrari, secretário da Economia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O secretário disse que a "falta de competitividade da economia da Argentina se traduz por pouca seriedade no cumprimento de seus compromissos comerciais e, ao mesmo tempo, por um incremento na aplicação de medidas restritivas ao comércio".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oferta de veículos mexicanos em 2011 foi de 15 modelos diferentes no mercado argentino, representando um total de 9,5% das vendas de veículos, segundo um relatório enviado à AFP pela consultoria abeceb.com.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, como destino das exportações argentinas, o México representou em 2011 2,6% das vendas de automóveis ao exterior, de acordo com a mesma fonte.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/3wV_Ga6pizc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>26/06/2012 00:00:00 10:07:00</pubDate><id>54759</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54759</feedburner:origLink></item><item><title>Justiça suspende licença ambiental da Suzano no Piauí</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/dR-WLwmfP5E/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Justi&amp;ccedil;a Federal no Piau&amp;iacute; determinou a suspens&amp;atilde;o do licenciamento ambiental da Unidade Industrial de Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Celulose e Papel Suzano S.A. no munic&amp;iacute;pio de Palmeirais, concedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos H&amp;iacute;dricos do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo nota no portal da Justi&amp;ccedil;a Federal no Piau&amp;iacute;, a decis&amp;atilde;o, proferida na &amp;uacute;ltima sexta-feira, determina ainda que o Ibama assuma o licenciamento ambiental do empreendimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o texto, &amp;quot;a medida deve ser cumprida com urg&amp;ecirc;ncia a fim de evitar danos ambientais que podem advir do empreendimento, em face da aus&amp;ecirc;ncia da fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/dR-WLwmfP5E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>26/06/2012 00:00:00 10:02:00</pubDate><id>54758</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54758</feedburner:origLink></item><item><title>STF poderá usar a internet para evitar atrasos no mensalão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/K59UfKxpBUQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Para que o julgamento comece naquela data é necessária a publicação da data no 'Diário da Justiça' com 24 horas de antecipação para conhecimento das partes e 48 horas entre essa publicação e a sessão de julgamento. O problema é que esses prazos são interrompidos em julho, quando o STF está em recesso. Com isso, os prazos têm que ser cumpridos nessa semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o processo ainda não foi liberado pelo revisor, ministro Ricardo Lewandowski, assessores do STF estudam utilizar a Lei nº 11.419, que instituiu o processo eletrônico. O artigo 4º dessa lei prevê que a data da publicação da pauta de julgamento pode ser considerada no primeiro dia útil seguinte ao da publicação no 'Diário da Justiça' eletrônico. Assim, o STF pode publicar a pauta na internet, assim que o processo for liberado por Lewandowski. Um dia depois, o caso estaria liberado para julgamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na quinta-feira, o presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, enviou um ofício a Lewandowski questionando-o a respeito dos processos que pretende colocar na pauta de agosto. O revisor deve responder ainda hoje ao ofício.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/K59UfKxpBUQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>25/06/2012 00:00:00 10:01:00</pubDate><id>54757</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54757</feedburner:origLink></item><item><title>Juros futuros caem com pressões locais e maior incerteza externa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/EyDyz-ZvZfE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os contratos de juros futuros negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&amp;F) registraram quedas nesta segunda-feira puxadas pelo movimento internacional de aversão a risco e por uma nova rodada de revisão feita pelos agentes de mercado para o ritmo da atividade econômica brasileira. Em um dia com giro dentro da média diária apurada ao longo das últimas dez sessões, o recuo das taxas ocorreu tanto nos contratos com vencimentos mais curtos quanto nos mais distantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo operadores o movimento de queda foi determinado, no ambiente doméstico, pela revisão para baixo das estimativas do mercado para o Produto Interno Bruto (PIB) e para a inflação - todas captadas pela pesquisa Focus do Banco Central junto a instituições financeiras e consultorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também pesou de maneira relevante a notícia veiculada hoje pelo Valor informando que o governo pode reduzir a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para algo entre 5% e 5,5%. Nesta semana tem o encontro mensal do Conselho Monetário Nacional (CMN), e a TJLP está na pauta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambiente mais pessimista do mercado com relação ao ritmo da atividade ocorreu numa segunda-feira que no exterior já começou dominada pela onda de venda de ações e de moedas emergentes e europeias simultânea à maior procura pelo dólar e pelos títulos do governo americano - um típico comportamento de aversão a risco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais de mercado apontaram que os ajustes apurados no Focus ocorreram com maior intensidade do que o esperado. O destaque é a estimativa para o IPCA em 2012, que rompeu o piso de 5% pela primeira vez neste ano. A mediana das expectativas ficou em 4,95%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo operadores, o mercado continua apontando dois cortes do juro básico pelo BC de meio ponto percentual, o que levaria a Selic para 7,5%. Mas diminuiu a corrente minoritária que ainda aposta em uma Selic de 7,75% ao fim do ciclo de afrouxamento monetário em agosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contrato que projeta a taxa de juros com vencimento em janeiro de 2014 (DI janeiro/2014), o de maior giro, cedeu de 8,05% na sexta-feira após ajustes para 7,95% às 16h. O contrato de segundo maior movimento, o DI janeiro/2013, recuou de 7,72% para 7,66%, e o DI janeiro/2017 caiu de 9,46% para 9,33% - todos em mínimas históricas desde que passaram a ser negociados.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/EyDyz-ZvZfE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>25/06/2012 00:00:00 09:59:00</pubDate><id>54756</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54756</feedburner:origLink></item><item><title>Nível da produção em maio fica em 51,6 pontos, diz CNI</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/7E1N338BMr8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A pesquisa Sondagem Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira, mostra que a produção industrial voltou a subir em maio, atingindo 51,6 pontos. Em abril, tinha registrado queda, ao atingir 45,3 pontos. Em maio do ano passado, o índice de produção havia marcado 51,5 pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o índice que mede o nível médio de utilização da capacidade instalada ficou em 73% em maio, ante 71% em abril. Em maio do ano passado, o nível médio de utilização da capacidade instalada ainda estava mais elevada, em 74%. De acordo com a CNI, em uma escala de zero a 100, os valores acima de 50 pontos indicam aumento da atividade industrial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O emprego industrial voltou a cair em maio, segundo a Sondagem. O indicador de evolução do número de empregados caiu de 48,9 pontos em abril para 48,7 pontos em maio. No mesmo mês do ano passado, estava em 50,7 pontos. A queda do emprego industrial em maio, segundo a CNI, reflete a fraca atividade industrial. Os valores variam de 0 a 100 pontos. Acima de 50 pontos indicam evolução positiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Setores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O crescimento da produção em maio, segundo a CNI, foi determinado pelo desempenho da indústria extrativa, cujo indicador ficou em 54,4 pontos e, portanto, acima da média geral da indústria que foi de 51,6 pontos. Neste segmento, o indicador também foi bem maior que o de abril, de 45,4 pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A indústria de transformação registrou estabilidade da produção em maio ao registrar 50,4 pontos, praticamente sobre a linha divisória de 50 pontos. Mas mostrou uma melhora em relação ao indicador de abril que foi de 44,9 pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a CNI, as empresas, no entanto, não conseguem ajustar seus estoques. Esse processo já dura 14 meses. Em maio, o indicador de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 53,1 pontos, praticamente, repetindo o do mês anterior (53 pontos). Neste indicador, quanto mais perto de 50 pontos mais ajustado está o estoque.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/7E1N338BMr8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>22/06/2012 00:00:00 13:54:00</pubDate><id>54568</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54568</feedburner:origLink></item><item><title>Chuva ajuda lavoura e sustenta estimativas para trigo na Austrália</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/8UReG8FxKHs/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;As chuvas alcançaram as lavouras de trigo de inverno e canola em um momento favorável na Austrália, aliviando preocupações com as safras recém-plantadas, afirmou nesta sexta-feira o gerente geral para assuntos agrícolas da Austrália, Peter Knoblanche.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas lavouras, que até há pouco enfrentavam a seca no Estado de Austrália do Sul e no oeste do Estado de Victoria, receberam 15 mm ou mais de chuvas nesta quinta-feira, segundo o Escritório de Meteorologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As chuvas serão "muito úteis" para o desenvolvimento das duas culturas e contribuiu para uma perspectiva mais favorável para a lavoura em muitos estados do leste, disse Knoblanche.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chuva também sustenta a estimativa do Rabobank para a produção de trigo da Austrália de 24,5 milhões de toneladas neste ano-safra, acrescentou. O número é próximo da projeção oficial de 24,1 milhões de toneladas. Ambas previsões estão bem abaixo do recorde produtivo de 29,5 milhões de toneladas no ano-safra que terminou em 31 de março.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Austrália consome cerca de 6 milhões de toneladas do grão e o restante costuma ficar disponível para exportação, o que torna o país um dos maiores fornecedores globais da commodity. As informações são da Dow Jones.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/8UReG8FxKHs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>22/06/2012 00:00:00 13:53:00</pubDate><id>54567</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54567</feedburner:origLink></item><item><title>Petrobras diz que ainda discute alta de combustível com governo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/wKGIT8k68F0/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou nesta quinta-feira que a empresa precisa de aumento de combustíveis para aliviar seu caixa, acrescentando que o percentual da alta ainda está sendo discutido com o governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Nós não temos nenhum percentual de aumento da gasolina e nenhuma data específica para que aconteça qualquer percentual", afirmou ela a jornalistas no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questionada sobre a necessidade da alta dos valores, ela afirmou: "Nós precisamos de um aumento porque evidentemente você vê uma variação do Brent que desceu, mas o câmbio está subindo. Então a paridade de preço está bastante defasada dos preços internacionais".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/wKGIT8k68F0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>21/06/2012 00:00:00 13:52:00</pubDate><id>54566</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54566</feedburner:origLink></item><item><title>Lobão diz que governo segue estudando reajuste de combustíveis</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/oNBfRtGF_EM/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta quinta-feira que o governo segue avaliando eventual aumento no preço dos combustíveis e seu impacto na inflação, negando que Brasília já tenha tomado uma decisão sobre o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro disse a jornalistas que "estamos avaliando, estudando, fazendo estudos de impacto possível na inflação, o que não quer dizer que haverá um aumento", disse ele, acrescentando que a avaliação faz parte de estudos habituais entre a Petrobras, sua pasta e o Ministério de Fazenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira diz que um aumento dos combustíveis já teria o aval do Palácio do Planalto, faltando definir ainda o percentual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lobão comentou ainda que o governo pode usar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que incide sobre os combustíveis, como forma de suavizar o impacto de um eventual aumento nos consumidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Ainda dá para usar a Cide. Já se usou uma vez, pode-se usar uma parte (da Cide)", disse Lobão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na quarta-feira, o ministro afirmou que uma possível alta nos preços dos combustíveis no país só ocorreria após o detalhamento do plano de negócios da Petrobras. O plano 2012-2016 envolve investimentos de 236,5 bilhões de dólares pela estatal e deve ser detalhado na próxima segunda-feira .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mesmo dia, reportagem do jornal O Estado de S.Paulo dizia que o plano da Petrobras propõe um reajuste de 15 por cento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/oNBfRtGF_EM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>21/06/2012 00:00:00 13:51:00</pubDate><id>54565</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54565</feedburner:origLink></item><item><title>PEC abre brecha para furar teto salarial do funcionalismo público</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/U2JskT1bA8I/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Al&amp;eacute;m de igualar os sal&amp;aacute;rios do primeiro escal&amp;atilde;o do Executivo e do Judici&amp;aacute;rio, a Proposta de Emenda &amp;agrave; Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o (PEC) n&amp;ordm; 5/2011 tamb&amp;eacute;m traz 'gatilhos' que podem garantir ganhos acima do teto do funcionalismo p&amp;uacute;blico a servidores e ocupantes de cargos p&amp;uacute;blicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta tamb&amp;eacute;m derruba os limites previstos em lei e permite que servidores p&amp;uacute;blicos nos Estados e munic&amp;iacute;pios possam ter sal&amp;aacute;rios iguais aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal. O texto do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) foi aprovado com facilidade, em vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o simb&amp;oacute;lica nesta quarta-feira, na comiss&amp;atilde;o especial que discutiu o tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com apenas quatro artigos, o substitutivo de Lopes revoga quatro itens de artigos da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal e altera outros tr&amp;ecirc;s incisos do texto constitucional. A mudan&amp;ccedil;a no artigo 37 da Carta Magna suprime a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que os sal&amp;aacute;rios, pens&amp;otilde;es ou outra esp&amp;eacute;cie remunerat&amp;oacute;ria recebidos 'cumulativamente ou n&amp;atilde;o' por ocupantes de cargos, fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e empregos p&amp;uacute;blicos n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o exceder a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal dos ministros do STF, o teto do funcionalismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A retirada da refer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; cumulatividade do texto da lei pode permitir interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que a soma das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es recebidas de diferentes fontes, como o sal&amp;aacute;rio de um cargo e aposentadoria por outra fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o assumida no passado, possa superar o valor do subs&amp;iacute;dio dos ministros do Supremo. Al&amp;eacute;m disso, o substitutivo excluiu outro ponto que tratava dos limites para a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na se&amp;ccedil;&amp;atilde;o que trata dos servidores p&amp;uacute;blicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no artigo 37 elimina os 'subtetos' para servidores p&amp;uacute;blicos estaduais e municipais. A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz que esses subs&amp;iacute;dios s&amp;atilde;o atrelados aos pagamentos dos governadores e prefeitos. A nova reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do texto dada pelo substitutivo de Lopes diz somente que esses sal&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o exceder os subs&amp;iacute;dios dos ministros da Suprema Corte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro 'gatilho' do texto aprovado nesta quarta retira a exig&amp;ecirc;ncia de san&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica sobre os aumentos salariais dos ministros do STF - que v&amp;atilde;o puxar os outros sal&amp;aacute;rios do primeiro escal&amp;atilde;o do governo de acordo com o texto da pr&amp;oacute;pria PEC. A proposta deixa a tarefa como 'compet&amp;ecirc;ncia exclusiva do Congresso Nacional'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta segue agora para an&amp;aacute;lise do plen&amp;aacute;rio da C&amp;acirc;mara, onde precisa passar por duas vota&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes de seguir ao Senado.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/U2JskT1bA8I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>20/06/2012 00:00:00 13:49:00</pubDate><id>54564</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54564</feedburner:origLink></item><item><title>Caixa e 3M do Brasil entram em cadastro da CGU de empresas éticas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/oEMFDwiLSkY/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A Caixa Econômica Federal e a empresa de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e soluções 3M do Brasil foram incluídas, nesta quarta-feira, no chamado Cadastro Empresa Pró-Ética, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU). A lista inclui empresas com práticas éticas comprometidas a prevenir e combater a corrupção em suas atividades e dentro da instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lançado em 2010, o cadastro aprovou apenas a conduta de dez empresas até aqui. A adesão é voluntária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entrar na lista, a empresa interessada apresenta à CGU os documentos necessários e responde a um questionário sobre medidas de integridade e anticorrupção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da Caixa e da 3M do Brasil, constam da lista Eletropaulo, AES Tietê, AES Sul, CPFL Energia, EDP Energias do Brasil, Infraero, Johnson Controls Building Efficency e Siemens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/oEMFDwiLSkY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>20/06/2012 00:00:00 13:49:00</pubDate><id>54563</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54563</feedburner:origLink></item><item><title>Chuva atrasa operações em Paranaguá e fila chega a 92 navios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/4SXiRwEX6F8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O clima chuvoso está afetando as operações de embarque a granel, incluindo o complexo soja, milho, trigo e açúcar, e o desembarque de fertilizantes, e já provoca fila de 92 navios em Paranaguá, informou a administração portuária nesta terça-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O porto de Paranaguá é o segundo maior para commodities agrícolas no Brasil, atrás de Santos, e o primeiro na movimentação de fertilizantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A consequência direta deste impedimento nas operações é uma maior demora no atendimento aos navios, causando um acúmulo de embarcações aguardando para atracar nos portos paranaenses", informou a administração portuária em nota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), dos 92 navios ao largo, 40 são para desembarque de fertilizantes e 30 estão à espera do momento mais adequado para o carregamento de cargas a granel destinadas à exportação, incluindo o complexo soja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma época do ano passado, quando o clima estava menos chuvoso, eram 36 navios ao largo, sendo 21 de fertilizantes e 12 a granel.&lt;br /&gt;
A Appa alerta para as previsões climáticas que apontam a possível ocorrência de mais chuvas nos próximos dias pode afetar ainda mais a movimentação de fertilizantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Temos mais de um milhão de toneladas do produto para serem descarregadas em Paranaguá e a previsão do tempo divulgada pelo Simepar (órgão meteorológico do Paraná) aponta mais chuva para o litoral nos próximos dias", disse o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, no comunicado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele acrescentou que os operadores e outros participantes foram convocados com o intuito de estabelecer uma força tarefa para descarga dos navios de fertilizantes nos períodos sem chuva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;MOVIMENTAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O levantamento da Appa mostra ainda que no acumulado do ano, até maio, foram movimentadas 3,1 milhões de toneladas de fertilizantes no porto paranaense, queda de quase 20 por cento ante 3,9 milhões de toneladas de igual período do ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, considerando apenas o mês passado, houve um incremento de 5 por cento na movimentação de fertilizantes, para 900 mil toneladas, versus 856 mil toneladas em maio do ano passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Este ano, o setor está trabalhando um pouco diferente do ano passado, a movimentação deve ser mais concentrada nestes próximos meses e por isso estamos nos adiantando para encontrar soluções e evitar problemas", afirmou Dividino.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/4SXiRwEX6F8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>19/06/2012 00:00:00 13:48:00</pubDate><id>54562</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54562</feedburner:origLink></item><item><title>Cade só retomará julgamentos no segundo semestre</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/ZO2zTrzMnIA/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou nesta terça-feira que o plenário do órgão antitruste retomará as atividades apenas no segundo semestre, a partir de 4 de julho. Dessa forma, não ocorrerão as sessões previstas inicialmente para 20 e 27 de junho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando voltar a fazer julgamentos, o Cade já terá como base a nova Lei da Concorrência, que foi sancionada no final do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Como as sessões ocorrem a cada 15 dias, haverá duas sessões de julgamento por mês até o final do ano. Apenas em agosto, por questão de calendário, haverá três reuniões.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/ZO2zTrzMnIA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>19/06/2012 00:00:00 13:47:00</pubDate><id>54561</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54561</feedburner:origLink></item><item><title>Decisão judicial revoga decretação de falência da Gradiente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/X93F1lRZPww/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;A IGB Eletrônica, que detém os direitos da marca Gradiente, anunciou há pouco que uma decisão judicial revogou a decretação de falência da companhia, anunciada na sexta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falência havia sido decretada por conta de um processo movido por uma pessoa física por conta exigindo o pagamento de R$ 3 mil. Segundo comunicado arquivado hoje na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o processo foi extinto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sexta-feira, quando divulgou a decretação da falência, a IGB já havia informado que o montante já havia sido pago e que espera a descontinuação do processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em maio, a companhia completou a primeira etapa de um processo de reorganização societária que passou o controle que a família Staub ? com pouco mais de 50% do capital social ? detinha na IGB para a HAG, a Holding dos Acionistas da Gradiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a mudança, a intenção da empresa é abrir o capital da HAG na BM&amp;FBovespa, dentro do Novo Mercado. O grupo responsável pela operação da marca será a Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), cuja fatia de 40% pertencerá à HAG.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2007, a Gradiente teve de se retirar do mercado de eletroeletrônicos por conta de dificuldades financeiras. Com um acordo que garantiu o pagamento de R$ 400 milhões a seus credores privados, neste ano ela anunciou a volta de seus produtos.&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/X93F1lRZPww" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>18/06/2012 00:00:00 13:45:00</pubDate><id>54560</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54560</feedburner:origLink></item><item><title>Petróleo termina em queda em Nova York e em Londres</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/contabilidadecursos/~3/QJDG8Nl0Hr8/noticia_view.asp</link><description>&lt;font face="Arial"&gt;Os preços dos contratos futuros de petróleo terminaram em queda nesta segunda-feira em Nova York e em Londres, com os mercados buscando conhecer as intenções da Europa para por fim à crise da dívida, com o risco de uma saída da Grécia da Eurozona mesmo após a vitória da direita nas eleições gregas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega en julho caiu 76 centavos com relação à sexta-feira, fechando a 83,27 dólares no New York Mercantile Exchange (Nymex).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O barril de Brent do Mar do Norte com entrega para agosto recuou 1,56 dolar no IntercontinentalExchange (ICE) de Londres, a 96,05 dólares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Apesar da vitória do partido pró-europeu na Grécia, o mercado petroleiro foi golpeado pela situação da Espanha", disse Andy Lipow, da Lipow Oil Associates.&lt;br /&gt;
Durante a sessão, o barril de Brent chegou a recuar ao patamar de 95,38 dólares, seu nível mais baixo desde 26 de janeiro de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contabilidadecursos/~4/QJDG8Nl0Hr8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>globo.com</author><pubDate>18/06/2012 00:00:00 13:43:00</pubDate><id>54559</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=54559</feedburner:origLink></item></channel></rss>
