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	<title>Contém Conteúdo</title>
	
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	<description>Painel de Tendências na produção e consumo de conteúdo digital + Making of de projetos. </description>
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		<title>O Segredo Social</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Lateral]]></category>
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		<description><![CDATA[O designer Kriz Barz criou uma série de HQ diferente: o desenrolar da trama acontece diretamente na timeline do Facebook. Vale acompanhar as idas e vindas do estagiário Caio em uma empresa responsável pela segurança das informações da internet nacional. Mais detalhes aqui.]]></description>
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<p>O designer <strong>Kriz Barz</strong> criou uma série de HQ diferente: o desenrolar da trama acontece diretamente na timeline do Facebook. Vale acompanhar as idas e vindas do estagiário Caio em uma empresa responsável pela segurança das informações da internet nacional.</p>
<p><a href="http://www.mauroamaral.com/o-segredo-social-hq-para-ser-lida-no-facebook-recomendo/">Mais detalhes aqui</a>.</p>

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		<title>Amazon Studios. Agora é o fim da TV?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 18:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Atente bem para essa imagem aí em cima. Ela pode ser o fim das TVs como nós conhecemos. Quem disse isso foi a própria Amazon (tá, não disse, mas deixou a entender) ao lançar discretamente o serviço chamado Amazon Studios. Como todos nós sabemos, a turma de Jeff Bezos não curte intermediários. Fizeram isso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Atente bem para essa imagem aí em cima. Ela pode ser o fim das TVs como nós conhecemos. Quem disse isso foi a própria <strong>Amazon</strong> (tá, não disse, mas deixou a entender) ao lançar discretamente o serviço chamado <strong><a href="http://studios.amazon.com/getting-started/series" target="_blank">Amazon Studios</a>.</strong></p>
<p>Como todos nós sabemos, a turma de <strong>Jeff Bezos</strong> não curte intermediários. Fizeram isso com o varejo, e, principalmente com o mercado editorial. Não é de hoje que vemos a lista de mais vendidos ser populada por autores surgidos a partir de sua plataforma chamada <strong><a href="https://kdp.amazon.com/self-publishing/signin" target="_blank">Kindle Direct Publishing</a>. </strong>Para autores iniciantes é uma boa jogada: após enviar o material e entrar nas prateleiras virtuais do gigante do e-Commerce, você pode até mesmo virar um best-sellers. <a href="http://amandahocking.blogspot.com.br/" target="_blank">E milionário</a>.</p>
<p>E, se o <a href="http://www.tubefilter.com/2012/05/03/youtube-200-million-market-original-channels/" target="_blank">Youtube apresentou ondem um chapéu gordo e sem fundo à investidores</a> (pediu US$ 200 milhões para investir em produções de seus canais próprios) a <strong>Amazon</strong> acredita muito corretamente no poder da cauda imensamente longa dos criadores independentes.</p>
<h3>Entenda como roteiristas podem se dar bem com o Amazon Studios</h3>
<p>O funcionamento é análogo ao serviço de auto-publicação. Você pode submeter os seus roteiros, que devem ser ou de comédia (com até 22 minutos) ou infantis (11 minutos); e por 45 dias eles serão avaliados pelos editores da empresa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1518" title="amazonstudios_postis" src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/05/amazonstudios_postis.png" alt="" width="620" height="213" /></p>
<p>Caso seja selecionado pelo time de produção, você já fatura $10.000. Depois, a serie entra no clima de pilotos, trailers e avaliação da comunidade de usuários do serviço Amazon Instant Video, que também podem faturar $ 7.000 em prêmios. Ao final do processo, se a sua série for escolhida, o autor fatura $ 55.000 e mais participação na venda de artigos relacionados a série.</p>
<p>Sim, o processo cultima com um contrato de merchandisign daquilo que você criou, comercializado pela <strong>Amazon</strong>&#8230;</p>
<h3>Agora, junte os pontos</h3>
<p>Vocês lembram que há algumas semanas o caldo entornou pro lado da Amazon, não? Ainda está rolando toda aquela questão sobre a <a title="Governo americano processa Apple e as editoras brasileiras dobram Amazon" href="http://contemconteudo.com/estrategia/governo-americano-processa-apple-e-as-editoras-brasileiras-dobram-amazon/" target="_blank">acusação do modelo de agência e tudo o mais</a>. Em contrapartida, o <strong>Kindle Fire</strong> tem a ambição de ser o carro-chefe de seus tablets. E o que o super colorido e não-E-ink device pecisa para despontar? Conteúdo exclusivo. De rápido consumo. E que utilize todas as funcionalidades do equipamento.</p>
<p>Sacou? Mas, isso é briga de cão e gatos muito grandes. Sem falar das maçãs.</p>
<p><strong>Fosse eu você, prepararia seus originais agora mesmo para tentar abocanhar sua fatia desse bolo.</strong></p>

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		<title>A arte de fazer capas de livros, por Chip Kidd</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 16:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das apresentações mais engraçadas e inspiradoras do TED, que por si só já valem os 17 minutos. Pegue um café, aumente o som e viaje pela habilidade singular de Chip Kidd, designer editorial que já ajudou a moldar a cultura POP mundial com capas de livros famosos como Jurassic Park. Via: Ted.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><object width="620" height="345"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cC0KxNeLp1E?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cC0KxNeLp1E?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="620" height="345" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Uma das apresentações mais engraçadas e inspiradoras do TED, que por si só já valem os 17 minutos. Pegue um café, aumente o som e viaje pela habilidade singular de <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chip_Kidd">Chip Kidd</a></strong>, designer editorial que já ajudou a moldar a cultura POP mundial com capas de livros famosos como <strong>Jurassic Park</strong>.</p>
<p><strong>Via:</strong> <a href="http://www.Ted.com">Ted.com</a></p>

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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contemconteudo/~4/NJtwhMP_Om0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Albatros: marcador de livro inteligente. E não é para um eBook</title>
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		<comments>http://contemconteudo.com/videos/albatros-marcador-de-livro-inteligente-e-nao-e-para-um-ebook/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<description><![CDATA[Dando uma pausa no vírus novidadeiro típico por aqui, conheça o Albatros, um marcador de livros &#8220;old school&#8221;. Criado pelo francês Oscar Lhermitte tem no vídeo acima uma propaganda auto-explicativa. Charmoso, não?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/37070907?color=ff9933" frameborder="0" width="600" height="338"></iframe></p>
<p>Dando uma pausa no vírus novidadeiro típico por aqui, conheça o <a href="http://www.albatrosbookmark.com/" target="_blank"><strong>Albatros</strong></a>, um marcador de livros &#8220;old school&#8221;. Criado pelo francês <a href="http://www.oscarlhermitte.com/" target="_blank"><strong>Oscar Lhermitte</strong></a> tem no vídeo acima uma propaganda auto-explicativa. Charmoso, não?</p>

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		<title>Small Demons: livros que falam de filmes, que lembram músicas e foram compostas por pessoas em algum lugar.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 19:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabe aquele tipo de pessoa que, sentada com você em uma mesa de bar, consegue conectar os assuntos, as pessoas, livros que leu e filmes que viu em um único discurso de forma que, ao pagar a conta e caminhar para o estacionamento, deixa você pensando: &#8220;que mente viva e brilhante!&#8221; Agora imagine reunir essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Sabe aquele tipo de pessoa que, sentada com você em uma mesa de bar, consegue conectar os assuntos, as pessoas, livros que leu e filmes que viu em um único discurso de forma que, ao pagar a conta e caminhar para o estacionamento, deixa você pensando: <em>&#8220;que mente viva e brilhante!&#8221;</em></p>
<p>Agora imagine reunir <strong>essas pessoas</strong> ao redor de uma ferramenta que potencialize as narrativas de seus livros preferidos, de forma a relacionar todos os lugares, pessoas, músicas, filmes e o que mais elas lembrarem em um formato participativo? Essa é a <strong><a href="http://www.smalldemons.com/">Small Demons</a></strong>, uma startup baseada em Los Angeles que promete complementar as narrativas de livros e personagens preferidos com infinitas informações correlacionadas.</p>
<p><center><img class="alignnone size-full wp-image-1489" title="Welcome-to-Small-Demons-125411" src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/04/Welcome-to-Small-Demons-125411.png" alt="" width="600" height="1500" /></center></p>
<p>O trabalho, que muito bem poderia ser o 13º de Hércules, é mantido pelo <strong>Pensamento Coletivo</strong> de seus próprios usuários. Um detalhe curioso é que, no melhor estilo <strong>crowdcontent</strong>, existem camadas de participação, que vão da simples menção a uma incorreção no já publicado, até o <strong>Olimpo dos Curadores</strong>, mestres em determinado tópico que recebem distinção especial do site.</p>
<p>O modelo de negócio é todo baseado em <strong>programas de afiliados de grandes redes de venda de conteúdo americana</strong> (Amazon, Barnes &amp; Noble, Kobo etc) e ainda não mostrou a que veio, nesse quesito. Naquele relativo à utilidade da ferramenta para pesquisa, contudo, ele dá um show.</p>
<p>Tome por exemplo a página do <strong><a href="http://www.smalldemons.com/books/American_Gods_Neil_Gaiman_(2001)" target="_blank">American Gods</a></strong>, do mestre <strong><a href="http://www.smalldemons.com/persons/authors/Neil_Gaiman" target="_blank">Gaiman</a></strong>. Vejam como a leitura ganha, como a narrativa parece mais viva e completa ao navegar por itens como os lugares por onde a história se desenrola, programas, filmes e músicas citadas no livro e até mesmo &#8211; em uma leitura mais transversal -, comidas, gadgets e marcas citadas. Muito bacana, não?</p>
<h3>O que está por trás?</h3>
<p>Ao que tudo indica, a isca do programa de afiliados é apenas para teste de conceito porque, parece claro que o que está sendo construído pela turma do Smal Demons é sim, uma completa plataforma para se contar boas histórias, espaço pelo qual anunciantes estão matando por. Agora é ficar de olho <a href="http://www.smalldemons.com/upcoming" target="_blank">no que vem por aí</a>.</p>
<p><strong>E vocês, o que acharam? Vinga?</strong></p>

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		<title>Vídeo: você sabe como é feito um audiobook?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalho bem bacana esse o do Estúdio VCS. Nesse vídeo produzido pelo portal IG podemos acompanhar todas as etapas da criação de um audiobook. O processo envolve a revisão do texto, sua adaptação e, claro, gravação, que pode incluir um casting de atores ou até mesmo o próprio autor. Segundo o coordenador da produtora, Bruno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><object width="620" height="450"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UOH7mgU59g8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UOH7mgU59g8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="620" height="450" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Trabalho bem bacana esse o do <strong>Estúdio VCS</strong>. Nesse vídeo produzido pelo portal IG podemos acompanhar todas as etapas da criação de um audiobook. O processo envolve a revisão do texto, sua adaptação e, claro, gravação, que pode incluir um casting de atores ou até mesmo o próprio autor.</p>
<p>Segundo o coordenador da produtora, <a href="https://www.facebook.com/bruno.scalzo" target="_blank">Bruno Scalzo</a>, livros infantis, religiosos e de auto-ajuda figuram entre os mais procurados para este tipo de conversão.</p>

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		<title>Governo americano processa Apple e as editoras brasileiras dobram Amazon</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Era uma vez um grupo de seis amigos. Na verdade eles nem eram tão amigos assim, a coisa estava mais para aliados mesmo, unidos em uma causa suspeita mas que garantiria ganhos para todas as suas casas: aumentar o preço do pão e do circo sem que ninguém soubesse. Fizeram isso sob o comando do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<blockquote><p><strong>Era uma vez um grupo de seis amigos</strong>. Na verdade eles nem eram tão amigos assim, a coisa estava mais para aliados mesmo, unidos em uma causa suspeita mas que garantiria ganhos para todas as suas casas: aumentar o preço do pão e do circo sem que ninguém soubesse.</p>
<p>Fizeram isso sob o comando do <strong>dono da guilda</strong> que fabricava as bancas onde eram vendidos brioches e tranças, assim como filipetas ricamente ornamentadas para as sessões do divertimento diário das comunidades ao seu redor.</p>
<p>Eis que, enquanto banqueteavam e davam por certo o sucesso do plano tão elaborado, chega uma <strong>carta do Rei</strong> (ou do primeiro ministro, dependendo de onde essa história é contada) conclamando a todos para uma audiência.</p>
<p>O teor da missiva era um tanto quanto forte e não vamos reproduzi-la aqui mas, em resumo, o comandante em chefe garantia que havia descoberto &#8211; depois de longa investigação -, o <strong>plano mercantilista da turma tão letrada</strong> e outrora detentora do conhecimento daquela próspera nação.</p>
<p>A história fica congelada nesse ponto, enquanto os seis confabulam sobre a carta e se preparam para a reunião no palácio Real.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fosse assim tão fácil entender a realidade por trás do processo que o governo dos EUA instaurou contra <strong>Apple, Hachette SA, HarperCollins, Macmillan, Penguin e Simon &amp; Schuster</strong>; tudo não passaria de um mal entendido e, acordo para lá, acordo para cá, todos voltariam às suas banquinhas, ou a banquinha exclusiva da Apple, como queira; e os livros continuariam com os preços de até então.</p>
<p>Contudo, o passo dado ontem pela cidade de Nova York (o processo saiu do Tribunal Distrital de lá) vai ecoar por meses ou anos e afetar a nascente indústria dos livros digitais. Quer saber como? Vamos lá.</p>
<h3>Modelo de agência, o grande culpado?</h3>
<p>No modelo tradicional, a <strong>editora vende o livro à livraria por um preço bem inferior</strong> ao de capa e a sua loja de livros predileta vai jogando descontos aqui ali para garantir a concorrência e seu público. Se no mundo físico isso funcionou por 200 anos, quando a <strong>Amazon entrou na jogada</strong>, começou a subsidiar os eBooks, vendendos-os a preços bem abaixo do possível. <strong>E tudo mudou.</strong></p>
<p>Daí, quando a <strong>Apple lançou o iPad</strong> em 2012, ainda sob a batuta de <strong>Steve Jobs</strong>, esse, negociador cruel, como não <a href="http://www.mauroamaral.com/o-livro-de-steve-foi-o-ultimo-trabalho-de-jobs/" target="_blank">deixa mentir sua biografia</a> (que aliás foi um dos eBooks mais vendidos&#8230;), burilou o chamado modelo de agência. <strong>E é aí que mora toda a polêmica.</strong></p>
<p><center><img class="alignnone size-full wp-image-1471" title="kindle_preço" src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/04/kindle_preço.png" alt="" width="600" height="349" /></center></p>
<p>Nesse modelo, o editor fixa o preço final do livro, que não pode ser vendido por outro preço em nenhum outro varejista. Ah sim, esqueci de um detalhe: a <strong>Apple leva 30% de todas as vendas</strong>! E mais: o acordo com as editoras e a Apple garante que elas não vendam o livro mais barato em qualquer outro lugar.</p>
<p>Mas como esse modelo pode se sustentar em um segmento tão competitivo e <strong><a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150770275255539&amp;set=a.10150542857170539.425203.641650538&amp;type=1" target="_blank">livros para Kindle</a></strong> custando 9 pratas-americanas? É aí que se levantou a questão do monopólio e da conspiração, cerne do processo instaurado: a <strong>Apple e as editoras consorciadas teriam subido exageradamente o preço dos livros</strong> <em><strong>ao mesmo tempo</strong></em> para poder garantir fatias do bolo para todos. E, claro, combater a <strong>Amazon</strong>.</p>
<p>Dezesseis estados americanos estão lançando seus processos também e as editoras acabam ficando divididas. HarperColling, Simon &amp; Schuster e Hachette aceitaram os termos e devem remodelar seus contratos com a Apple em breve; as demais dizem sustentar o modelo de agência; os demais sustentam que aderir ao modelo de agência garantirá a sobrevivência ao monopólio da Amazon no longo prazo.</p>
<p><strong>O que acontece a partir daí? </strong>Analistas americanos apontam algumas tendências. As editoras que capitularam ao acordo provavelmente terão livros mais baratos para Kindle e até mesmo sairão da iBook Store. Mas todos concordam que a mudança de cenário será gradual e levará algum tempo.</p>
<h3>Enquanto isso, no Brasil</h3>
<p>A Amazon está lutando para trazer seu modelo de livros muito baratos &#8211; à revelia das editorias &#8211; para o Brasil. Já ensaiou algumas vezes, chegando a anunciar datas de início das operações, escritório nacional e tudo o mais.</p>
<p>No entanto, em sua última visita ao país, os representantes de Jeff Bezos não conseguiram fechar um acordo que garanta descontos tão agressivos nos livros de Objetiva, Planeta, Record, Rocco, Sextante e L&amp;PM. O mercado editorial brasileiro seguirá atrelado aos imensos show-rooms em shoppings enquanto, em nossos kindles, ao que parece, vão demorar a chegar os lançamentos do mês.</p>
<p><strong>O mesmo negócio, duas situações totalmente diferentes e o mercado de ebooks em jogo. O que acham?</strong></p>

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		<title>Instagram, Facebook e um sinal interessante no ar</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 20:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como uma coreografia bem ensaiada, soubemos que o Instagr.am chegou aos Androids e, sem seguida, foi comprado pelo Facebook. É claro que uma coisa tem a ver com a outra e o ganho de escala foi negociado durante muitos meses, muito provavelmente como moeda de troco. Aliás, o troco está sendo avaliado em 1 bilhão [...]]]></description>
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<p>Como uma coreografia bem ensaiada, soubemos que o <strong>Instagr.am</strong> chegou aos Androids e, sem seguida, <strong><a href="http://blog.instagram.com/post/20785013897/instagram-facebook" target="_blank">foi comprado pelo Facebook</a></strong>. É claro que uma coisa tem a ver com a outra e o ganho de escala foi negociado durante muitos meses, muito provavelmente como moeda de troco.</p>
<p>Aliás, o troco está sendo avaliado em 1 bilhão de dólares o que nos leva a crer que tem brasileiro rindo à toa, no caso o co-criador do aplicativo, <strong>Mike Krieger</strong>. Que aliás, foi capa da Veja nesse final de semana. #significa?</p>
<p><cite class="alignright">Que se aplique um filtro de enfoque correto, que se retire as bordas gordurosas do raciocínio fácil</cite> Mas, o mercado é sempre assim desde que o <strong>Google</strong> lançou e desdobrou essa estratégia que nos diz que, uma vez que você tem um espaço que quer conquistar, pode comprá-lo através da ferramenta que dele toma conta. Ao que tudo indica, <a href="https://www.facebook.com/zuck/posts/10100318398827991" target="_blank">Markão quer dominar a Matrix</a> (ou Skynet) sob todos os ângulos. E filtros. E bordas. E tags.</p>
<h3>Por que falar disso?</h3>
<p>O ato de hoje à tarde, contudo, tem um valor ainda maior quando o utilizamos para entender a infatilização do mercado digital brasileiro. Isso porque, durante o final de semana passado &#8211; que foi de feriadão &#8211; , não foram poucos os “insiders” que se preocuparam mais em clamar contra a “Orkutização” de sua ferramenta cool.</p>
<p><center><img class="alignnone size-full wp-image-1455" title="Mike-krieger-kevn-systron-inst-20120409144003" src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/04/Mike-krieger-kevn-systron-inst-20120409144003.jpg" alt="" width="600" height="345" /></center></p>
<p>No lugar de entender que a massa crítica seria importante (será, ainda) para a monetização do serviço, para estratégias e desdobramentos das marcas de seus clientes e tudo o mais; priorizou-se <strong>temer o fim da cúpula descolada.</strong> Tudo o que se ouviu, em memes já cansados e repetitivos, foi o medo da foto da laje, do chevete no lugar do Corolla, do “ném” do lugar do #classemediasofre. <strong>Enquanto isso, outro representante da mesma geração, negociava um acordo bilionário, mantendo empregados e seu app intocado, mas sob a batuta do grande “F” Azul.</strong></p>
<p>Que se aplique um filtro de enfoque correto, que se retire as bordas gordurosas do raciocínio fácil e que você só suba a melhor foto (ou opinião, ou visão de mercado) do dia. Não tema a Orkutização, pois ela não existe mais.</p>
<p><strong>E, quem não abrir o olho, também ficará para trás.</strong></p>

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		<title>Project Glass. A realidade aumentada e a segurança pessoal diminuída do Google</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 13:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diversos veículos no mundo inteiro e no Brasil, deram ontem como capa mais uma incrível promessa do Google. Uma promessa já esperada, pelo menos enquanto rumor, há algumas semanas. Sua iniciativa de realidade aumentada finalmente &#8220;veio a público&#8221; sob o codinome de &#8220;Project Glass&#8221;. O vídeo acima é autoexplicativo. Mas, nem por isso, é não criticável. A [...]]]></description>
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<p><object width="620" height="345" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9c6W4CCU9M4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="345" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/9c6W4CCU9M4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong><a href="http://gizmodo.com/5899091/" target="_blank">Diversos veículos</a></strong> <strong><a href="http://techland.time.com/2012/04/04/googles-augmented-reality-glasses-take-hands-free-computing-to-the-extreme/" target="_blank">no mundo inteiro</a></strong> e <strong><a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/04/google-revela-o-inovador-project-glass.html" target="_blank">no Brasil</a></strong>, deram ontem como capa mais uma incrível promessa do <strong>Google</strong>. Uma promessa já esperada, pelo menos enquanto rumor, há algumas semanas. Sua iniciativa de realidade aumentada finalmente &#8220;veio a público&#8221; sob o codinome de <em>&#8220;Project Glass&#8221;</em>. O vídeo acima é autoexplicativo. Mas, nem por isso, é não criticável.</p>
<p><img title="glass_photos4_detalhe" src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/04/glass_photos4_detalhe.jpg" alt="" width="300" height="341" align="left" /></p>
<p>A primeira grande questão é a diferença entre o que foi realmente dito pela empresa e de como lemos a notícia nas primeiras reverberações, ainda primárias, da imprensa americana. O tom de <em>&#8220;finalmente veio a público&#8221;</em> em nada condiz com a descrição de <em>&#8220;fizemos um vídeo para mostrar o que achamos que podemos fazer&#8221;</em>, <a href="https://plus.google.com/111626127367496192147/posts" target="_blank">na página do projeto no Google+</a>.</p>
<p>Por que isso? Seria uma resposta vaporizada à ameaça do Facebook no mundo das buscas, <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/facebook/noticias/facebook-trabalha-para-construir-um-nova-buscador" target="_blank">anunciada dias antes?</a>  Em sendo assim, o grande projeto se resume a um vídeo viral, um protótipo de conceito para atrair atenção e reshares. Vapor, portanto.</p>
<p>As análises se seguiram à velocidade da luz, mostrando como o projeto inova nas interfaces, no estilo dos óculos (muito mais discreto e ergonômico, dizem alguns) e tudo o mais. Claro, a ingenuidade caiu com a muralha de Jericó, sabemos do intenso esforço de assessoria de imprensa que algumas empresas tem, ok.</p>
<p>Contudo, o tom inicial de produto-conceito, foi perdido em duas ou três reverberações. Horas depois, o <strong>projeto já seria um dos carros-chefe da empresa de Moutain-View</strong> e teria investimentos vultuosos.</p>
<h3>O conceito, por ele mesmo</h3>
<p>Agora, vamos parar para pensar e entender como a possibilidade do projeto está bem distante da realidade das ruas? Uma coisa é projetar aplicativos de realidade aumentada para jogos, para apresentações, para entretenimento. Outra, é investir tão pesado da eliminação da segurança pessoal. Quem vai andar com um dispositivo desses em um cruzamento da Av. Paulista? Na praia de Ipanema? Como sobreviver na realidade caótica do trânsito de grandes cidades alheio, imerso na realidade iconográfica do Android? <strong>Novamente, de novo, vapor.</strong></p>
<p>Não que a inovação não se prove e não seja interessante. A cena da livraria é rica de possibilidades, checar boletins sobre a movimentação dos transportes em sua cidade é algo bem interessante, também. Existem utilizações, claro. Como todo conceito, ele precisa ainda ser burilado, colocado em teste, passar pelo incrível e imprevisível cérebro do usuário final.</p>
<p>Agora&#8230; levante o primeiro mouse quem não ficou tenso quando o camarada vai para o alto de um prédio, para o seu parapeito e começa a tocar um Ukelele&#8230;</p>

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		<title>A arte na era da internet</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 18:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esqueça por um momento a nova tendência que vai virar mania, startup e depois será monetizada. Deixe de lado, ou melhor, guarde na gaveta mais próxima ao chão, as reclamações sobre projetos ou grandes ideias que não saem do papel pois não tem seu mecenas. Isso porque no vídeo a seguir, conheceremos ou revisitaremos projetos [...]]]></description>
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<p><object width="620" height="345" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/024vLBBJf4I?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="345" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/024vLBBJf4I?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Esqueça por um momento a nova tendência que vai virar mania, startup e depois será monetizada. Deixe de lado, ou melhor, guarde na gaveta mais próxima ao chão, as reclamações sobre projetos ou grandes ideias que não saem do papel pois não tem seu mecenas.</p>
<p>Isso porque no vídeo a seguir, conheceremos ou revisitaremos projetos como o <strong><a href="http://www.kickstarter.com/">KickStarter</a></strong> e o <strong><a href="http://www.thecreatorsproject.com/">The Creatros Project</a></strong> que vêm moldando a forma como trabalhamos e consumimos o mais antigo tipo de conteúdo produzido pelo ser humano: <strong>a arte.</strong></p>
<p>Fundamental de ser visto e ainda mais discutido, o vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=024vLBBJf4I#!"><strong>&#8220;The Impact of Kickstarter, Creative Commons &amp; Creators Project&#8221;</strong></a> faz parte do projeto <a href="http://pbsarts.tumblr.com/About">OffBook</a>, de autoria da <strong>PBS Arts</strong>.</p>
<p>Mas, até que ponto estamos apenas reverberando e não indo na fonte real da criatividade nacional?</p>

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