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	<title>Contém Conteúdo</title>
	
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	<description>Painel de Tendências na produção e consumo de conteúdo digital + Making of de projetos. </description>
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		<title>Pinterest lança ferramenta de métricas para marcas</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 12:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olha aí que interessante. Você, gestor de marca que está curtindo utilizar o Pinterest como uma forma lúdica e antenada de agregar conteúdos ao engajamento de seus clientes já pode contar com uma funcionalidade de análise métrica para Boards e Pins. O processo é destinado aos perfis de negócios e depende da verificação do site, [...]]]></description>
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<p>Olha aí que interessante. Você, gestor de marca que está curtindo utilizar o <a href="http://www.pinterest.com/falafreela" target="_blank"><strong>Pinterest</strong></a> como uma forma lúdica e antenada de agregar conteúdos ao engajamento de seus clientes já pode contar com uma funcionalidade de análise métrica para Boards e Pins.</p>
<p>O processo é destinado aos perfis de negócios e depende da verificação do site, via código ou arquivo. Uma vez feito isso você terá acesso ao número de impressões, repins e pessoas que utilizaram a ferramenta para viralizar o conteúdo de seu site. Clicando na imagem abaixo você pode <a href="http://vimeo.com/61580880" target="_blank">conferir um vídeo</a> explicando tudo sobre essa novidade.</p>
<p><a href="http://vimeo.com/61580880" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1845" alt="Pinterest_analytics" src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2013/03/Pinterest_analytics1.png" width="600" height="305" /></a></p>

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		<title>Microsoft cria interessante ferramenta para monitorar conteúdos virais</title>
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		<comments>http://contemconteudo.com/estrategia/microsoft-cria-interessante-ferramenta-para-monitorar-conteudos-virais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 13:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagine um CDC do mundo virtual. Uma ferramenta capaz de reconstruir o &#8220;vetor zero&#8221; do mais novo meme-sucesso da última semana? A ferramenta &#8220;Viral Search&#8221;, em desenvolvimento lá nos laboratórios da Microsoft Research, tem exatamente esse objetivo. Ela é capaz de identificar o momento em que o conteúdo se tornou popular e quais as fontes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p>Imagine um CDC do mundo virtual. Uma ferramenta capaz de reconstruir o &#8220;vetor zero&#8221; do mais novo meme-sucesso da última semana? A ferramenta &#8220;Viral Search&#8221;, em desenvolvimento lá nos laboratórios da Microsoft Research, tem exatamente esse objetivo.</p>
<p>Ela é capaz de identificar o momento em que o conteúdo se tornou popular e quais as fontes responsáveis por isso. Adicionalmente faz a pesquisa por individuo, identificando quais de suas histórias atingiram determinado potencial de popularidade. Bem interessante e fará a loucura dos planejadores criativos de plantão. Confira a apresentação de <strong>Jack Hofman</strong>:</p>
<p><center><object width="600" height="338"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wSwOszoHuoI?hl=en_US&amp;version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wSwOszoHuoI?hl=en_US&amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="338" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
<p><strong>Fiquei aqui na dúvida quando outras redes serão cobertas pela ferramenta&#8230;<br />
</strong></p>

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		<title>23% dos que topariam pagar por eBooks acham US$ 5 um preço justo</title>
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		<comments>http://contemconteudo.com/conteudo/23-dos-que-topariam-pagar-por-ebooks-acham-us-5-um-preco-justo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 10:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog TechDirt, especializado em modelos de negócios e cultura digital, propôs a seus leitores que pagassem o quanto quisessem por seus eBooks. É claro e óbvio que a grande maioria preferiu não desembolsar nenhum caraminguá. No entanto, aqueles que toparam contribuir ficaram entre US$ 5 e US$ 9.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p>O blog <a href="http://www.techdirt.com/blog/" target="_blank">TechDirt</a>, especializado em modelos de negócios e cultura digital, propôs a seus leitores que pagassem o quanto quisessem por seus eBooks. É claro e óbvio que a grande maioria preferiu não desembolsar nenhum caraminguá. No entanto, aqueles que toparam contribuir ficaram entre US$ 5 e US$ 9.</p>
<p><img src="http://contemconteudo.com/wp-content/uploads/2012/12/ebook-infographic_620.png" alt="" title="ebook-infographic_620" width="620" height="884" class="alignnone size-full wp-image-1832" /></p>

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		<title>Google Cultural Institute</title>
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		<comments>http://contemconteudo.com/pensamento-lateral/google-cultural-institute/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 19:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Lateral]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google Cultural Institute funciona como uma exposição virtual de grandes acervos fotográficos e imagéticos. Você encontra por lá o Holocausto, a queda do muro de Berlim e a trajetória de Nelson Mandela em arquivos repletos de explicações. A interface é agradável e lembra aqueles computadores centrais de grandes naves-mãe perdidas pelo espaço a tentar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="http://www.google.com/culturalinstitute/?hl=pt-BR#!home" target="_blank"><strong>Google Cultural Institute</strong></a> funciona como uma exposição virtual de grandes acervos fotográficos e imagéticos. Você encontra por lá o Holocausto, a queda do muro de Berlim e a trajetória de Nelson Mandela em arquivos repletos de explicações. A interface é agradável e lembra aqueles computadores centrais de grandes naves-mãe perdidas pelo espaço a tentar explicar a humanidade para o único robô que sobreviveu.</p>

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		<title>O corte conceitual em projetos de curadoria de conteúdo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 10:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[(chegou aqui agora? Leia o Post 1!) O mito do &#8220;homem Renascentista&#8221; foi durante muito tempo uma abordagem recorrente para se definir as potencialidades de se trabalhar com conteúdo digital. Viveríamos a plenitude do conhecimento total, onde coletivos pensantes se reuniriam de forma assíncrona e independente do seu espaço físico para produzir um salto evolutivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>(chegou aqui agora? <a href="http://contemconteudo.com/conteudo/escolha-corretamente-o-foco-de-seu-projeto-de-curadoria/" title="Escolha corretamente o foco de seu projeto de curadoria" target="_blank">Leia o Post 1</a>!)</strong></p>
<p>O mito do <a href="http://www.culturabrasil.org/arenascenca.htm">&#8220;homem Renascentista&#8221;</a> foi durante muito tempo uma abordagem recorrente para se <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nicholas_Negroponte">definir as potencialidades</a> de se trabalhar com <strong>conteúdo digital</strong>.</p>
<p>Viveríamos a plenitude do conhecimento total, onde <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy">coletivos pensantes</a> se reuniriam de forma assíncrona e independente do seu espaço físico para produzir um salto evolutivo no <strong>conhecimento humano</strong>.</p>
<p>Mas basta uma rápida voltinha pelo seu feed de notícias para perceber que, bem, escorregamos feio no cumprimento deste potencial. Memes mais famosos de todos os tempos da última semana, <strong>Luizas no Canadá</strong>, <strong>Ginas e seus palitos</strong> e <strong>Echo Homos</strong> são só alguns exemplos de que a mediocridade tomou conta.</p>
<p>Sem preconceitos: a média é mais numerosa do que a exceção, por questões puramente lógicas e matemáticas. No entanto, quando você coloca um cliente nesse meio, ele quer se sobressair. E, ficando na média (em termos conceituais, estéticos e comerciais), o <strong>retorno é sempre abaixo da média</strong>.</p>
<p>E é aí que projetos de curadoria podem ajudar. Mas, para isso, você precisa ajustar um detalhe muito importante: <strong> o corte conceitual.</strong></p>
<h3>Como definir os temas de meu projeto de curadoria?</h3>
<p>Não existe a curadoria sobre “tudo”. Por que, em última análise, a web É a curadoria do todo. Caso fôssemos visitados por uma civilização alienígena neste exato momento e eles proferissem o famoso “levem-nos ao seu líder”, muito provavelmente ofereceríamos a eles um navegador e nossa lista de endereços favoritos. A web hoje representa os anseios, limitações, acertos e erros de pouco menos de 1/3 da população mundial.</p>
<p>Portanto, o<strong> corte conceitual em um projeto de curadoria é a determinação da fatia do bolo</strong> que você (ou sua marca) escolherá para representar a visão deste “todo”. E, mais, de que lado você começará a degustar a iguaria. Se pela cobertura caramelada, se pelo recheio ou se pelos dois.</p>
<p>Vamos dar um exemplo recente: <strong>o lançamento no iPhone 5</strong>. Atendemos aqui na <a href="http://www.contemconteudo.com/projetos">Contém Conteúdo </a>dois clientes de orientações um pouco diferentes sobre o tema tecnologia e gadgets: <a title="Magazine Luiza: Conteúdo desbravando a nova fronteira do e-Commerce." href="http://contemconteudo.com/projetos/magazine-luiza-conteudo-desbravando-a-nova-fronteira-do-e-commerce/" target="_blank"><strong>uma grande rede de varejo</strong></a> e <strong>um portal de tecnologia</strong>.</p>
<p>Para ambos o lançamento do novo <strong>smartphone da Apple</strong> é notícia e precisa de cobertura e material no ar, poucos minutos após a conferência em São Francisco. O varejo tem uma pegada mais focada na rapidez de aquisição do produto. Algo como <em>“ A Apple lançou e logo, logo estará por aqui”</em>. No portal de tecnologia, que tem equipe interna para a cobertura em si, optamos por ir um pouco mais a fundo, trabalhando temas relacionados ao evento de apresentação do produto, como as vantagens da tecnologia Edge 4G, por exemplo.</p>
<p>Em resumo: no primeiro caso, optamos por oferecer uma degustação da cobertura caramelada; no segundo, o recheio. Mas ambos alimentaram os leitores. Foi uma simples questão de opção e, sem medo de repetir o tema deste post, de <strong>corte conceitual.</strong></p>
<h3>Por que o corte conceitual é necessário?</h3>
<p>Este post começou com um tom um pouco pessimista demais, relegando os feitos e efeitos da cultura digital a uma coleção de piadas de gosto duvidoso. Mas, alto lá.</p>
<p><cite class="alignright">&#8230;corte conceitual é a determinação da fatia do bolo que você (ou sua marca) escolherá para representar a visão deste “todo”.</cite>O <strong>pensamento coletivo</strong> gerou também iniciativas sociais louváveis, modelos de negócio revolucionários e oportunidade de participação de populações que antes não tinham acesso a conteúdo.</p>
<p>Até por isso, ao assumir um<strong> projeto de curadoria</strong> você deve estar pronto para “ir para dentro” destas conversas, incluir o cliente que você representa em fluxos de ideias  que transcendem o advento da cultura digital mas que, apesar disso, encontram nestas ferramentas força motriz renovadora.</p>
<p>Parafraseando aqui <strong>Seth Godin</strong>, no livro <em>“<a href="http://www.sethgodin.com/ideavirus/" target="_blank">Unleashing the Idea Virus</a>”</em>, você só conseguirá adesão e engajamento quando <strong>merecer atenção</strong>. Apesar dos marketplaces de anúncios, likes e RTs tão em evidência hoje, o trabalho de curadoria e gestão de conteúdo em ambientes digitais é fundamentalmente um ambiente de <strong>merecimento</strong>.</p>
<p>Quando você coloca sua marca como fonte ou ponto de apoio em alguma questão que 1) tenha relação direta com os atributos que ela representa e 2) que ofereça oportunidades de diálogo reais com aquilo e aqueles que consomem o seu conteúdo; sua chance de sucesso é bem maior.</p>
<h3>Procure evitar a polêmica ou virar um escravo do “novismo”</h3>
<p>Um dos principais erros de trajetória em um <strong>projeto de curadoria</strong> é fazê-lo pensando em se sustentar em cima de polêmicas. O termo anda meio banalizado mas, em sua <strong>origem etimológica polêmica</strong> tem a ver com <strong>confronto radical de ideias opostas</strong> e se para filosofia isso é um ponto positivo e denso em seus atributos conceituais, no mundo da cultura digital, se traduz basicamente em fotos constrangedoras de celebridades, descobertas científicas duvidosas ou lendas urbanas recém-cunhadas.</p>
<p>Não podemos negar: a <strong>polêmica traz retorno</strong>, curtidas, RTs, seguidores. Não fosse por um único detalhe, a polêmica seria o motor perfeito para o corte conceitual em seu projeto de curadoria. E este detalhe se chama TEMPO.</p>
<p><strong>A polêmica se sustenta, única e exclusivamente no tempo da polêmica.</strong> Para algumas será uma semana, para outras, alguns meses. Vejam o caso de <strong>videocasts</strong> que despontam, alcançam o seu auge e a) ou viram programas em TVs por assinatura ou b) somem. Para eles a curva é de exatos <strong>12 meses</strong>. Temos acompanhado nos últimos três anos esta curva e ela, realmente, não passa disso. Não, pelo menos, em termos suficientemente caudalosos para garantir sucesso para seu cliente.</p>
<p>Então, caso não queira transformar seu belo projeto de curadoria em uma drosophila super desenvolvida que tem na certeza de seu fim sua única razão para sobreviver, evite a polêmica.</p>
<p>Outro detalhe a se observar com atenção é a praga moderna do <em>“novismo”</em>. Pergunte para qualquer adolescente ou jovem adulto qual é a música mais antiga que ele conhece. Ela terá a idade do verão passado. Simples assim: <em>“música velha”</em> é aquela que não está mais no TOP alguma coisa de seu canal de conteúdo preferido.</p>
<p>A noção de <strong>tempo real</strong> em que se consome conteúdo é tão intensa que, ao sair de uma timeline, ou do radar de percepção desta turma sem atenção ou foco, uma peça de conteúdo torna-se instantaneamente velha. E, no melhor estilo, <em>“você é o que você compartilha”</em>, <strong>o velho não tem valor social.</strong></p>
<p>Qual a decorrência disso para um projeto de curadoria? Transformar-se em refém, escravo desse <em>&#8220;novismo&#8221;</em>. Nada mais contraditório com o processo criterioso de seleção e categorização e conteúdos relevantes para um público do que a submissão à <em>“última moda mais famosa do mundo da última semana”</em>.</p>
<p>Se evitar a polêmica e libertar-se da necessidade de selecionar somente o novo são importantes, mais ainda é a escolha do <strong>TOM</strong> e <strong>PROFUNDIDADE</strong> de seu projeto de curadoria. De simples agregação à montagem de paineis temáticos, a brincadeira começa a ficar interessante. Mas falaremos sobre isso no próximo post.</p>
<p><strong>Até lá, comentários!</strong></p>

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		<title>Curadoria: como seu trabalho é avaliado no Behance?</title>
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		<comments>http://contemconteudo.com/videos/curadoria-como-seu-trabalho-e-avaliado-no-behance/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 16:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Um interessante vídeo que explica os bastidores da filosofia do processo de curadoria dos trabalhos enviados ao Behance, um dos sites mais bacanudos para se divulgar portfólios em áreas tão variadas quando design, fotografia, arquitetura etc. Curation in the Digital Age from Behance on Vimeo. Gosto muito da abordagem ao mesmo tempo orgânica, pessoal e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p>Um interessante vídeo que explica os bastidores da filosofia do processo de curadoria dos trabalhos enviados ao Behance, um dos sites mais bacanudos para se divulgar portfólios em áreas tão variadas quando design, fotografia, arquitetura etc.</p>
<p><center><iframe src="http://player.vimeo.com/video/53524724?badge=0" width="620" height="349" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/53524724">Curation in the Digital Age</a> from <a href="http://vimeo.com/behance">Behance</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p></center></p>
<p>Gosto muito da abordagem ao mesmo tempo orgânica, pessoal e plural que o site diz possuir. Os criadores atuam como editores e a comunidade como combustível, ajudando a pontuar o que realmente é quente e novo no incontrolável embora mensurável mundo de milhões de submissões viáveis.</p>
<p><strong>Via</strong>: Flipboard</p>

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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/contemconteudo/~4/rZmzdr922DE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Escolha corretamente o foco de seu projeto de curadoria</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 10:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[curador]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria]]></category>
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		<description><![CDATA[No primeiro post da série &#8220;Curadoria na Contém Conteúdo&#8221;, vamos falar daquela que é a sua questão mais fundamental: o foco do seu projeto. Vivemos na época da torrente de conteúdo infinita e já produzimos nos últimos 10 anos mais do que em toda a história humana. Contudo, existe uma grave diferença: a produção de [...]]]></description>
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<p>No primeiro post da série <strong>&#8220;Curadoria na Contém Conteúdo&#8221;</strong>, vamos falar daquela que é a sua questão mais fundamental: <strong>o foco do seu projeto.</strong></p>
<p>Vivemos na época da torrente de conteúdo infinita e já produzimos nos últimos 10 anos mais do que em toda a história humana. Contudo, existe uma grave diferença: a produção de outras épocas, dado o reduzido acesso às ferramentas de produção e distribuição, concentrava- se naquilo que era, senão <strong>genial</strong>, pelo menos <strong>relevante</strong>. Comercial ou historicamente falando.</p>
<p>Mas hoje, o acesso é irrestrito. Em questão de minutos, você pode criar o mais novo <strong>futuro meme da semana</strong>, ou ainda, o <strong>maior fracasso para</strong> <strong>a imagem de sua</strong> <strong>marca</strong> de todos os tempos. A única diferença entre estes dois extremos de avaliação é a escolha do seu foco de atuação.</p>
<h3>De olho em seu umbigo</h3>
<p>Realizar a <a href="http://ocuradorsabe.tumblr.com" target="_blank"><strong>curadoria</strong> no aspecto pessoal</a> é uma tarefa muito simples. O primeiro dado a se levar em conta é que você vai gostar muito dos assuntos com os quais irá trabalhar.</p>
<p>Tirando aí a porcentagem de pessoas que curte sofrer por algo, o ser humano tem a tendência a reforçar aquilo que lhe é prazeroso. E isso fica mais evidente quando você monta uma estrutura para filtrar e opinar sobre os conteúdos que curte.</p>
<p>A <strong>curadoria pessoal</strong> é também uma ferramenta importante para épocas em sua vida em que você está completando seu ciclo básico de formação e mais ainda quando você se especializa, momento no qual sua aptidão em reunir informações e inferir conclusões a partir delas é mais exigida.</p>
<p>Portanto, ao escolher curar conteúdos em sua esfera pessoal, a chance de ter problemas é muito pequena. E, caso algum aconteça (violação de direitos autorais, uso indevido de marca ou coisas do gênero), o máximo que você terá que fazer é tirar o seu brinquedo do ar.</p>
<h3>Projetos de curadoria para marcas e clientes</h3>
<p>Ao acertar o foco para realizar <strong>curadoria de uma marca</strong>, contudo, você deve tomar cuidados bem específicos. O primeiro deles é, junto com o cliente, estabelecer os objetivos claros do projeto. Sim, porque como <em>&#8220;nova onda do momento&#8221;</em>, projetos de curadoria tendem a assumir o fardo (e oportunidade) de resolver variados e diversos ruídos em todo o processo de comunicação.</p>
<p>Você será chamado para ajudar a lançar produtos, para resolver crises oportunas naquela marca, para aumentar o engajamento e presença das redes sociais e até, na verdade esta última mais do que todas as outras, explicar o que diacho é este novo nome, esta nova ferramenta; de de nova não tem nada.</p>
<blockquote><p>A palavra &#8220;curador&#8221; vem do latim tutor &#8220;aquele que tem uma administração a seu cuidado&#8221;*.</p></blockquote>
<p>Portanto, estabeleça deste o início o objetivo de seu projeto porque esta definição será, como veremos mais adiante, fundamental na hora de outras parametrizações importantes.</p>
<p><cite class="alignright">Acertar o foco é ir além da moda do momento e se concentrar nos objetivos e retorno esperado com o seu projeto de curadoria.</cite>Quase como decorrência da determinação dos objetivos está o estabelecimento de suas métricas de retorno. Não vou entrar em detalhamentos de ferramentas; mas, é preciso ser criterioso e racional quando, ao planejar, escolher esta ou aquela visão, recorte e abordagem para o levantamento de métricas.</p>
<p><strong>Eu resumo</strong>: se o foco é vendas, sua métrica não é engajamento, é um aumento de vendas dentro do esperado. Se o seu objetivo é levantamento de opiniões, sua métrica não é conversão de novos cadastrados ou &#8220;likes&#8221; e &#8220;RTs&#8221;.</p>
<p>Por último e não menos importante, a curadoria para marcas requer a presença da turma do jurídico. Pois é, toda brincadeira tem o dono da bola, aquele com a meias novinhas e o cabelo penteado para o lado, pela avó. Mas sem eles o jogo não acontece. Submeta seu planejamento inicial, e criem juntos um guia de permissões, limites e potencialidades para o seu projeto. Assim, ficará mais ágil tocar o dia a dia.</p>
<p><strong>Realizar curadoria de conteúdo para você</strong> mesmo é uma ferramenta importante na hora de acumular dados e transformá-los em conhecimento. Fazer o mesmo para <strong>marcas e clientes</strong> que representa é também buscar um diferencial importante neste mundo de produção infinita de conteúdo.</p>
<p>Mas&#8230; tudo depende fundamentalmente do <strong>corte conceitual e temático</strong> que você dará ao projeto. A escolha de temas é um passo importante e deve ser realizada com um olho no peixe e outro no gato, ou melhor, um do &#8220;DNA&#8221; da marca e outro nas demandas do seu público-alvo.</p>
<p>Quinta-feira que vem, no próximo post da série <strong>&#8220;Curadoria na Contém Conteúdo&#8221; </strong>vamos falar sobre isso. Até lá!</p>
<p><strong>E agora, aos comentários!</strong></p>
<h6><em>* Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Curador_(artes)" target="_blank">Wikipedia</a></em></h6>

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		<title>Curadoria de conteúdo – série de posts funcionará como workshop</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 09:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[workshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns meses estou querendo tirar da gaveta um projeto focado em curadoria de conteúdo. Ouve-se muito falar do tema pelo mercado, mas poucos praticam e muito menos outros contratam. Paradoxalmente, curadoria é tudo o que algumas marcas precisam para conseguirem colocar os pés (ou reerguerem-se) da selva digital conteudística. Isso porque como bem diz [...]]]></description>
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<p>Há alguns meses estou querendo tirar da gaveta um <strong>projeto focado em curadoria de conteúdo</strong>. Ouve-se muito falar do tema pelo mercado, mas poucos praticam e muito menos outros contratam. Paradoxalmente, <strong>curadoria é tudo o que algumas marcas precisam</strong> para conseguirem colocar os pés (ou reerguerem-se) da selva digital conteudística.</p>
<p>Isso porque como bem diz o inteligente <strong>Eli Pariser</strong> em seu livro &#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/produto/110847270/o-filtro-invisivel-o-que-a-internet-esta-escondendo-de-voce" target="_blank">O filtro invisível &#8211; O que a Internet está escondendo de você</a>&#8220;, vivemos uma época em que parecemos estar com a mão na massa, mas na verdade somos apenas massa de manobra. Bem, ele não diz isso, na verdade sou eu que estou dizendo. O que <strong>Tio Eli</strong> nos conta é que os grandes latifúndios digitais de hoje mais aprisionam do que libertam, uma vez que automatizam (ou seja, colocam sob o poder dos algorítimos) as nossas timelines. <strong>Leiam o livro.</strong></p>
<p>Dito isso e ciente da importância e da urgência do fato, resolvi modelar o assunto que quero abordar, ou melhor, o corte que pretendo dar no imenso tema &#8220;curadoria&#8221; no formato de <em>&#8220;workshop by posts&#8221;</em>, muito praticado lá fora e estranhamente neglicenciado aqui no Brazólio.</p>
<p>A fórmula não é minha (embora eu tenha utilizado <a href="http://www.carreirasolo.org" target="_blank">em outros momentos ali pelo ano de 2005</a>&#8230;) e é muito bem praticada pelo pessoal do <a href="http://www.copyblogger.com" target="_blank"><strong>Copyblogger</strong></a> (outra recomendação de leitura, principalmente se você é da turma de conteúdo) e acho que se encaixa bem por aqui.</p>
<h3>E como funciona?</h3>
<p><strong>Toda quinta-feira</strong> eu publicarei um post para iniciar a discussão sobre aquele tema. Este aqui não conta, pois além de ter sido publicado na quarta, é a introdução, ok? Amanhã, então teremos o primeiro post da série.</p>
<p>A partir do momento de sua publicação até o surgimento do próximo, então, podemos discutir e debater as questões relativas àquele tema. O mais bacana é que você pode optar em que comunidade/plataforma quer deixar a sua opinião. Além do post e seu campo de comentários, temos ainda <a href="https://www.facebook.com/groups/contemconteudo/" target="_blank">nosso grupo no Facebook</a> e a <a href="https://www.facebook.com/contemconteudo" target="_blank">Fan Page</a>, que, claro, terão os posts reverberados por lá.</p>
<h3><strong id="internal-source-marker_0.36008580634370446"><br />
</strong>Sobre o que vamos falar, afinal?</h3>
<p>Vou levantar algumas provocações sobre o que é, como e porque fazer e como se faz a tal de curadoria de conteúdo. Fosse eu um arremedo de <strong>Carl Sagan</strong>, iríamos da célula de sua mão até os confins da galáxia, abrindo cada vez mais o foco, saindo de um projeto pessoal, até indicar grandes projetos aí pelo mundão. Já pensei até mesmo em um rápido sumário:</p>
<p><strong>Post 1</strong> &#8211; Escolha o seu foco<br />
<em>Apresentamos a diferença entre projetos pessoais e projetos para grandes marcas. Pode parecer óbvio, mas muito profissional acha que pode fazer o que faz em casa na casa do cliente. </em></p>
<p><strong>Post 2 -</strong> Escolha os seus temas<br />
<em>De nada adianta fazer a curadoria sobre &#8220;tudo&#8221;, pois isso, meu caro, é a web. Assim como não adianta só seguir o meme polêmico da semana, pois ele não se sustenta no tempo.</em></p>
<p><strong>Post 3 -</strong> Escolha o seu tom/profundidade.<br />
<em>Cada projeto demanda um estilo e linha de ação, que pode ir do simples agregado ao destilado mais puro.</em></p>
<p><strong>Post 4 -</strong> Escolha as suas fontes<br />
<em>Aprenda a eliminar as arestas, pois o grande segredo da curadoria é encontrar, nutriz e saber colher da fonte certa.</em></p>
<p><strong>Post 5 -</strong> Escolha as ferramentas<br />
<em>A ideia é fazer a internet trabalhar para você e não se deixar aprisionar por gatilhos que empobreçam o seu conteúdo.</em></p>
<p><strong>Post 6 -</strong> A teoria do post único<br />
<em>Esse eu só conto no dia.</em></p>
<p><strong>Post 7</strong> &#8211; Conclusão<br />
<em>Um resumo do que falamos, das opiniões de vocês, próximos passos e análise de alguns projetos bacanas.</em></p>
<p><strong>Então, o que acham? Embarcam comigo nessa? Amanhã o primeiro post vai ao ar às 9h da manhã.</strong></p>

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		<title>Amazon lança o app Kindle para Windows 8</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 11:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Lateral]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[windows8]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a chegada do Windows 8 vários desenvolvedores ficaram de olho nas possibilidades do novo sistema operacional da Microsoft. Primeiro porque ele é o mais adaptado até agora às interfaces de toque, além, é claro, de ter sido pensado &#8220;do zero&#8221; para a questão multiplataforma. Não é surpresa, então, ver a Amazon lançar a versão [...]]]></description>
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<p>Com a chegada do Windows 8 vários desenvolvedores ficaram de olho nas possibilidades do novo sistema operacional da Microsoft. Primeiro porque ele é o mais adaptado até agora às interfaces de toque, além, é claro, de ter sido pensado &#8220;do zero&#8221; para a questão multiplataforma.</p>
<p>Não é surpresa, então, ver a Amazon lançar a versão do aplicativo Kindle para o sistema. Além de oferecer as funcionalidades tradicionais, como o Wispersynk que sincroniza todos os atributos (notas, marcações etc) por todos os devices e aplicativos, a nova versão faz uso do lado dinâmico do Windows 8 para oferecer a possibilidade de customizar atalhos e busca do próprio sistema.</p>
<p><a href="http://apps.microsoft.com/webpdp/en-US/app/kindle/1d7e4396-0143-4aed-8892-84eb75e799f3" target="_blank">Confira lá na Windows Store</a> e depois conte pra mim!</p>
<p><strong>Via</strong>: <a href="http://ebookfriendly.com" target="_blank">eBook Friendly</a></p>

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		<title>007 e a jornada do herói além da tela</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 12:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[bond]]></category>
		<category><![CDATA[campbell]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[herói]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse mês estreia nas telonas “007: Operação Skyfall” do diretor Sam Mendes, o mesmo de “Beleza Americana” (1999). O filme é o 23º da franquia que arrasta uma legião de fãs desde 1962 com “O Satânico Dr. No”. Mais que uma franquia cinematográfica, 007 é uma marca que carrega um valor agregado, em significado, monumental. James Bond é [...]]]></description>
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<p>Esse mês estreia nas telonas <em>“007: Operação Skyfall”</em> do diretor <strong>Sam Mendes</strong>, o mesmo de <em>“Beleza Americana”</em> (1999). O filme é o 23º da franquia que arrasta uma legião de fãs desde 1962 com <em>“O Satânico Dr. No”</em>. Mais que uma franquia cinematográfica, 007 é uma marca que carrega um valor agregado, em significado, monumental. <strong>James Bond</strong> é o tipo de personagem que transcende aos limites do filme e ganha vida própria, se tornando um ícone, um símbolo.</p>
<p><cite class="alignright">Seu universo inspira os espectadores a querer ser aquele cara: o terno, as mulheres, o carro, a virilidade, a elegância junto com a aventura</cite>Para você criar o herói da sua história, ou simplesmente o protagonista, é relativamente fácil seguindo as regras canônicas da Jornada do Herói de <strong>Joseph Campbell</strong> em seu livro <em>“O Herói de Mil Faces”</em>, que invadiu Hollywood através de George Lucas em Guerra nas estrelas. Segundo tais regras, o herói é jogado, sem escolha, em uma aventura e é ajudado por outras figuras arquetípicas a chegar em seu objetivo. Ele soluciona o problema, retornando assim a seu mundo comum com um elixir, que salvará a todos, depois de ter vencido o vilão.</p>
<p>Nessa jornada, necessariamente, nosso herói sofrerá uma transformação chamada “arco do personagem”, que é o que vai definir sua importância, não só para a narrativa, mas, principalmente, para o público.</p>
<p>Legal né?! Mas isso não é suficiente para manter um herói vivo fora do filme. Vivo como Bond, um herói que tem estilo. Seu universo inspira os espectadores a querer ser aquele cara: o terno, as mulheres, o carro, a virilidade, a elegância junto com a aventura. Isso mexe com o mais íntimo da psicologia humana. É aí que nasce um símbolo eterno.</p>
<p><strong>Rocky Balboa</strong> é um excelente personagem: forte, icônico, que gerações conhecem, mas ele não transcende tanto os limites da película, quanto sua música tema, <em>“Gonna Fly Now”</em> de <strong>Bill Conti</strong>. Ela, até hoje, carrega todo o DNA do personagem, em qualquer coisa que se ponha esses acordes, todos irão, imediatamente, se remeter a sentimentos de superação, força e luta. Nesse caso, podemos considerar que “Gonna Fly Now” é um personagem, que significa Rocky, mas ela não seria nada sem o filme, existe uma simbiose necessária nessa relação.</p>
<p>Apesar da arrebatadora fama, você não verá <strong>Edward Cullen</strong>, o vampirinho da saga <em>“Crepúsculo”</em>, transgredindo os limites da narrativa, para virar um símbolo. Drácula fez isso. O conde das trevas pulou das páginas do romance de <strong>Bram Stoker</strong>, de 1897, tornando-se um dos maiores símbolos do terror da cultura humana moderna. Nem <strong>Harry Potter</strong> teve esse poder de se tornar uma marca de referencia, que fosse a tradução de uma IDEIA.</p>
<p>Mas a Era mitos descartáveis é uma realidade. Se você quer ter sucesso rápido e monumental, tenha uma ideia genial que carregue a massa jovem (digo, adolescentes), mas já prepare a próxima, pois tudo é muito efêmero. E muitos empreendedores estão se aproveitando dessa mania por sucessos relâmpago para as suas marcas. Também faz parte do mercado. Só para frisar, <em>“Crepúsculo” </em>e <em>“Harry Potter”</em> estão totalmente corretos no tipo de ataque ao público que eles se propuseram.</p>
<p>A cada ida ao meu templo de inspirações &#8211; a sala escura do cinema -, eu ainda tenho a esperança de ver surgir um símbolo novo e marcante, como é o caso de <strong>Don Corleone</strong> (<em>“Poderoso Chefão”</em> – 1972), <strong>Ben Hur</strong> ( <em>“Ben Hur</em>” – 1959), <strong>Darth Vader</strong> (<em>&#8220;Guerra nas Estrelas”</em> – 1977) e <strong>Bond, James Bond.</strong></p>

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