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	<title>Ministério da Cultura - MinC &#187; Cultura Digital</title>
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	<description>Ministério da Cultura do Brasil - www2.cultura.gov.br</description>
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		<title>Seminário Cultura Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 20:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação Social/MinC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[O dia a dia da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Cultura Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[MinC divulga lista dos proponentes habilitados e inabilitados do Cartografias Colaborativas

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lista dos proponentes habilitados e inabilitados no Edital de n° 01/2012 para a seleção de apoio a participantes ao <strong>Seminário Cultura Digital: Cartografias Colaborativas</strong> já está disponível.</p>
<p><a  href="http://culturadigital.br/cartografiacolaborativa/files/2012/11/Proponentes-habilitados-e-inabilitados_somente-itens.pdf" target="_blank">Lista dos proponentes habilitados e inabilitados</a>.</p>
<p>O prazo para recursos é de dois dias úteis a partir das 00:01hs de terça-feira, 6 de novembro, horário de Brasília. Os recursos devem ser encaminhados exclusivamente por meio do preenchimento de formulário online. <a  href="http://culturadigital.br/cartografiacolaborativa/" target="_blank">Acesse aqui</a>.</p>
<p>Promovido pela Secretaria de Políticas Culturais (SPC ), o Seminário é mais uma ferramenta de integração com o <a  href="http://www2.cultura.gov.br/site/2011/08/26/sniic-uma-plataforma-para-o-seculo-21/" target="_blank">Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais</a> (SNIIC). Destina-se a utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela Internet para resolver problemas, criar conteúdos, soluções ou desenvolver novas tecnologias com a utilização dos dados coletados diretamente com a sociedade (<em>Data crowdsourcing</em>). O Seminário deverá ocorrer de 10 a 12 de dezembro, no Museu Nacional da República, em Brasília.</p>
<p>Mais informações a respeito das inabilitações poderão ser encaminhadas para o email <a  href="mailto:culturadigital@cultura.gov.br" target="_blank">culturadigital@cultura.gov.br</a> ou pelos telefones: (61) 2024-2268 e (61) 2024-2294.</p>
<p>(Ascom/MinC)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cultura Digital</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 13:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação Social/MinC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Editais Ministério da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições Encerradas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[O dia a dia da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>

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		<description><![CDATA[MinC publica edital para escolher 8 projetos que irão participar do Seminário Cartografias Colaborativas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de promover projetos ligados à área de Cultura Digital o Ministério da Cultura publicou nesta terça-feira (2), no Diário Oficial da União (Seção 3, páginas 15 e 16), edital de seleção que vai  escolher oito projetos  para participar do <strong>Seminário Cultura Digital: Cartografias Colaborativas</strong>. As inscrições estarão abertas até o dia 30 de outubro.</p>
<p>Promovido pela Secretaria de Políticas Culturais (SPC ), o Seminário é mais uma ferramenta de integração com o <a  href="http://www2.cultura.gov.br/site/2011/08/26/sniic-uma-plataforma-para-o-seculo-21/" target="_blank">Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais</a> (SNIIC). Destina-se a utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela Internet para resolver problemas, criar conteúdos, soluções ou desenvolver novas tecnologias com a utilização dos dados coletados diretamente com a sociedade (<em>Data crowdsourcing</em>).</p>
<p>O Seminário deverá ocorrer de 10 a 12 de dezembro, no Museu Nacional da República, em Brasília. Serão selecionados oito projetos voltados à Cultura Digital com dois representantes para participar do evento.</p>
<p>De acordo com José Murilo, coordenador-geral de Cultura Digital da SPC, o objetivo das seleções dos projetos através de edital , “é conhecer, divulgar e facilitar a integração dos planos de mapeamento colaborativo que surgem pelas cidades do Brasil ao SNIIC. Nossa intenção é impulsionar ações distribuídas de registro da cultura brasileira pelo mundo”, explica.</p>
<p>Poderão participar pessoas físicas ou jurídicas ou grupo informal que desenvolvem projetos ligados a iniciativas locais de mapeamento de informações culturais que apresentem interfaces de disponibilização de dados georreferenciados na web ou como aplicativo para aparelhos móveis.</p>
<p>O apoio para a participação será feito em duas formas: passagens aéreas  e recursos financeiros de no máximo R$1.000,00 limitando-se ao número de quatro diárias.</p>
<p>As inscrições devem ser efetuadas mediante o preenchimento dos formulários eletrônicos disponibilizados no sítio do evento: <a  href="http://culturadigital.br/cartografiacolaborativa/" target="_blank">Cartografias Colaborativas</a>.</p>
<p>(Texto: Pablo Rodrigo, Ascom/MinC)</p>
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		<title>Ministra discute projetos da cultura digital</title>
		<link>http://www2.cultura.gov.br/site/2012/10/02/ministra-discute-projetos-com-ativistas-da-cultura-digital/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2012 13:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia Lira / Comunicação Social</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[O dia a dia da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Suplicy]]></category>

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		<description><![CDATA[Reunião com ativistas da área foi no Coletivo Digital, na capital paulista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a  href="http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/10/Ministra-discute-projetos-com-ativistas-da-cultura-digital.1.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-147755" title="Ministra discute projetos com ativistas da cultura digital.1"><img class="alignleft size-medium wp-image-147757" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Ministra discute projetos com ativistas da cultura digital.1" src="http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/10/Ministra-discute-projetos-com-ativistas-da-cultura-digital.1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A ministra da Cultura, Marta Suplicy, se reuniu nesta segunda-feira (01/10), em São Paulo, com representantes da cultura digital, no Coletivo Digital, em Pinheiros, zona oeste. Na pauta do encontro, os desafios das diversas áreas da cultura. Ela ouviu sugestões de projetos.</p>
<p>Houve destaque para os pontos de cultura. Representantes de São Paulo, Campinas (SP) e de Palmas (TO) falaram sobre a importância de ampliar a rede de Pontos de Cultura; desburocratizar.</p>
<p>A Lei de Direitos Autorais também foi discutida. A ministra reafirmou disposição para ouvir os mais diversos grupos sobre o tema. “Há dois pontos que estão claros para mim: o autor tem que poder viver da sua obra e a internet não tem volta. Precisamos encontrar um meio de disponibilizar a obra na internet sem lesar o autor e levando a cultura adiante”.</p>
<p>(Texto: Nathalia Melati)<br />
(Foto: Danilo Verpa)</p>
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		</item>
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		<title>Colaboração e Interatividade</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 20:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[II Fórum da Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Digitais]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça algumas experiências digitais apresentadas durante o II Fórum da Cultura Digital Brasileira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Blog WebDocumentário –</strong> Projeto apresentado por Marcelo Bauer, WebDocumentário.com.br é um blog voltado para documentários realizados para internet. A partir de imagens de arquivo, diretores propõem releituras dos temas abordados, fazendo uso de outras linguagens como texto, fotografia, infográficos. “Não entendemos a internet como mais um canal. Ela é o ponto de partida e afeta diretamente a produção”, definiu Bauer. Para conhecer o projeto, visite: www.webdocumenario.com.br</p>
<p><strong>Busk.com – </strong>Helder Araújo iniciou a apresentação com um dado instigante: “75% do conhecimento de uma pessoa é adquirido de maneira informal, ou seja, fora da escola. Esse conhecimento é o foco da rede social Busk.com, que tenta mensurar perfis, habilidades e talentos para, a partir deles, pautar relações em rede. Conheça aqui o projeto: http://busk.com/</p>
<p><strong>Termografia da Imagem –</strong> Com uma câmera térmica – que capta temperaturas de objetos e atribui diferentes cores a eles – o fotógrafo Feco Hamburguer propõe uma arte interativa. Captando imagens de multidões ou de pessoas interessadas em experimentar a linguagem proposta, Feco compõe telas que se colocam entre a animação e a ficção científica. “Uma experiência do corpo, do espaço, da transformação”, afirma. Uma vídeo instalação do artista foi montada na Cinemateca. Confira<a  href="http://culturadigital.br/forum2010/2010/11/11/video-instalacao-%E2%80%98termografia-ii-modo-manual%E2%80%99-na-programacao-do-ii-forum-da-cultura-digital/" target="_blank"> aqui</a>.</p>
<p><strong>Conflitos Globais –</strong> Tornar estudantes protagonistas do processo de aprendizagem. Esse é um dos objetivos do projeto “Conflitos Globais”, apresentado pela jornalista Ceila Santos. Em um ambiente de jogo, o aluno assume papel de jornalista e é levado a diferentes situações como conflitos étnicos, ambientes de guerra, corrupção, entre outras. O jornalista deve buscar o entendimento de cada contexto, por meio de entrevista e dados coletados ao longo do jogo. Educação no ambiente digital. Saiba mais aqui: http://www.conflitosglobais.com.br/<br />
<strong><br />
Cidade Tiradentes –</strong> O projeto de mapeamento sociocultural do bairro Cidade Tiradentes, em São Paulo, é conduzido pelo Instituto Polis, com apoio do Centro Cultura da Espanha. Propondo uma nova divisão do espaço urbano, a partir do olhar dos moradores, o mapa registra a produção cultural da cidade por meio de vídeos, fotos, textos, gráficos, e por meio de outras ferramentas. “A rede digital não substitui a rede real. Pelo contrário, por meio do mapa, artistas passaram a se conhecer, a pensar conjuntamente a produção cultural do bairro, o uso de seus espaços públicos”, observou o integrante do projeto, Luis Eduardo Tavares. Confira aqui o mapa: http://www.cidadetiradentes.org.br/</p>
<p><strong>Wikiversidade –</strong> Projeto paralelo da Wikipedia, a Wikiversidade busca fomentar cursos e pesquisas científicas com base em conteúdos livres online. Objetivo é construir conhecimento de maneira colaborativa. Conheça a proposta <a  href="http://pt.wikiversity.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>(Anderson Falcão, Comunicação Social/MinC)</p>
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		</item>
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		<title>O futuro do livro</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 20:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[II Fórum da Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Digital]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>

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		<description><![CDATA[Discussão no Fórum de Cultura Digital aponta que a leitura ganha com os suportes digitais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O futuro do livro e da leitura a partir do livro digital foi o centro do debate em duas mesas do seminário do II Fórum da Cultura Digital Brasileira 2010 na segunda-feira, 15 de novembro. No seminário, o americano Bob Stein, do <em>Institute for the Future of The Book</em>, e Giselle Beiguelman, do Instituto Sérgio Motta e da PUC-SP, levantaram questões sobre o que muda na leitura e no aprendizado com a chegada dos livros digitais.</p>
<p>Bob Stein é um empreendedor e pensador da cultura digital. Nos anos 80, fundou a <em>The Voyager Company</em>, que popularizou os CD-ROMs interativos para instituições como o Museu do Louvre e a <em>National Gallery </em>e criou a <em>Criterion Collection</em>, responsável pelo relançamento de grandes clássicos do cinema em DVD. Para ele, é hora de repensar a experiência da leitura uma vez que são muitos os futuros apontados para o livro no começo do século 21.</p>
<p>“Se perdemos um pouco da experiência tátil e sensitiva do livro com a chegada das publicações digitais, também podemos ganhar muito com o que o livro digital nos traz de novo. Com os links, abertura para participação dos leitores, o livro se torna um espaço de congregação de leitores e até do autor. Deixa de ser uma experiência solitária para se tornar uma experiência comum de construção do conhecimento”, disse Stein.</p>
<p>Como exemplos, ele apresentou algumas experiências desenvolvidas no site <a  href="http://www.futureofthebook.org/" target="_blank"><em>“Future of The Book”</em></a>, onde os livros são divididos como posts de um blog e abertos a comentários dos leitores. “O autor e o leitor ocupam o mesmo espaço e dessa maneira quem escreve ou propõe o texto se torna uma espécie de moderador de seminário”, define.</p>
<p>Para Giselle Beiguelman, com o surgimento das telas sensíveis ao toque (<em>touchscreen</em>),&#8221;cada vez lemos mais com as mãos do que com os olhos. A leitura não necessariamente é linear mas passa por uma trajetória de hiperlinks, áudio e vídeo.”</p>
<p>Stein ainda defendeu que tal concepção retoma a experiência antes de Gutemberg, quando o aprendizado era conduzido por leituras coletivas e os comentários sobre o escrito eram registrados nas margens. “A leitura era um processo de construção coletiva do conhecimento e está voltando a ter esse papel.”</p>
<p>Em sua opinião, o novo livro da cultura digital deveria partir do princípio da narrativa de videogames, como o <em>War of Craft,</em> que reúne 11 milhões de pessoas que constroem uma narrativa a partir da disputa criada em um coletivo. “Se a invenção da impressão foi fundamental para a consolidação do conceito de indivíduo, os suportes digitais de leitura estão reinventando uma leitura e uma construção de narrativas socializada.”</p>
<p>(Lauro Mesquita, SPC/MinC)</p>
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		<title>Cultura Digital</title>
		<link>http://www2.cultura.gov.br/site/2010/11/15/cultura-digital-10/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesa do II Fórum da Cultura Digital discute histórico e futuro da cultura digital no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A cultura digital brasileira nasceu há oito anos de uma demanda conjunta do governo e da e da sociedade civil”, afirmou Claudio Prado, do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital. Para contar essa história e apontar perspectivas de futuro, o estudioso participou de mesa com o cantor e compositor Gilberto Gil, o sociólogo Sérgio Amadeu, e John Perry Barlow, da Eletronic Frontier Foundation.</p>
<p>Claudio Prado falou sobre os eventos que, nesta semana, tem como tema a cultura digital. “O Fórum Geopolítica da Cultura e Tecnologia discutiu o papel do BRIC (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) em relação ao domínio e compreensão de tecnologias no século 21. Aqui no Fórum, estamos olhando com lupa o papel do Brasil na construção e consolidação da cultura digital”, resumiu.</p>
<p>Para Gilberto Gil, o atual governo foi capaz de acolher a discussão sobre o tema e permitir a abertura de uma série de linhas de ação, que já geram resultados. “A adoção de software livre, a maior possibilidade de compartilhamento, entre outras ações, fortaleceram comunidades, empresas e governo”, explicou.</p>
<p>Olhando para o futuro, Gil se mostrou otimista: “A digitalização da cultura é um processo irreversível. E ela tem sido responsável por devolver ao bem cultural sua alma, ou seja, tornando-o novamente imaterial”.</p>
<p>John Perry Barlow observou que a cultura foi transmitida nos últimos séculos por meios produzidos industrialmente. “Mas a cultura não é um produto. E agora, com a digitalização, ela tem a possibilidade de voltar a ser o que sempre foi, uma conversa livre”, afirmou.</p>
<p>O estudioso relembrou que, no início desse processo, não se poderia acreditar que o Brasil alcançaria a posição que tem hoje no âmbito da cultura digital: “Vejo que em outros países do mundo, como nos Estados Unidos, as redes sociais não são usadas como uma rede global, mas como subúrbios. Não se promove acesso à rede global, mas um falso acesso. O Brasil é um país de pessoas, de contato, esse cenário não poderia se repetir aqui”, observou.</p>
<p>Sergio Amadeu trouxe as premissas do Brasil na construção do Marco Civil da Internet: “No início, o tema regulação para internet não me parecia o melhor caminho, pois poderia impedir sua principal característica, que são os fluxos livres. Porém, o Brasil foi capaz de construir uma legislação que preza justamente isso, prevenindo-se, inclusive, de legislações distintas”.</p>
<p>(Anderson Falcão, Comunicação Social/MinC)</p>
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		<title>Lan Houses</title>
		<link>http://www2.cultura.gov.br/site/2010/11/15/ii-forum-da-cultura-digital-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 15:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[II Fórum da Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira mesa do II Fórum da Cultura Digital debate o papel desses espaços na inclusão digital e social]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A manhã do primeiro dia do Fórum Da Cultura Digital Brasileira reuniu o deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP), o membro da rede Cultura DigitalBr, Cláudio Prado, e o Presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID), Mário Brandão, em debate sobre a situação e o futuro das<em> lan houses</em> do Brasil.</p>
<p>Mario Brandão definiu esses locais como espaços democráticos da cultura digital: “Hoje, 45 % dos usuários da internet acessam a rede pelas<em> lan houses</em>. No norte e no nordeste esse percentual é de 69%. Entre brasileiros com renda média de um salário mínimo mensal, o número chega a 82%”, afirmou.</p>
<p>No entanto, são muitas as dificuldades que enfrentam as <em>lan houses</em> brasileiras – hoje estimadas em 100 mil estabelecimentos –, explicou Cláudio Prado. “Elas são vistas por muitos como centros de perdição, de desvirtuação. Com isso, foram se marginalizando. Legalizá-las, hoje, embora necessário, deve ser um processo cuidadoso, pois é difícil enquadrar a diversidade de atividades que essas empresas praticam”, observou.</p>
<p>O deputado Paulo Teixeira, que integra as discussões na Câmara Federal sobre o tema, defende mudanças na legislação: “Todo o aparato legal que rege as<em> lan houses</em> no Brasil é restritivo. Impede, por exemplo, a presença de crianças ou a existência desse tipo de empresa na proximidade de escolas. É preciso entender esses espaços como centros de oportunidade”, apontou.</p>
<p>Mário Brandão falou ainda do futuro das <em>lan houses</em> no Brasil. Segundo ele, com a aprovação do Plano Nacional de Banda Larga, elas deixarão de estar voltadas apenas para a venda de banda. “E aí vem a vocação desses estabelecimentos como pontos de cultura digital diversificados”.</p>
<p>(Anderson Falcão, Comunicação Social/ MinC)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>II Fórum da Cultura Digital Brasileira</title>
		<link>http://www2.cultura.gov.br/site/2010/11/15/ii-forum-da-cultura-digital-brasileira-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 13:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Gil]]></category>
		<category><![CDATA[II Fórum da Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[minc]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento é aberto com o show "Futurível", com Gilberto Gil e Macaco Bong, entre outros]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a  href="http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/11/Gil1.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-105304" title="Gil"><img class="alignleft size-medium wp-image-105315" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Gil" src="http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/11/Gil1-300x225.jpg" alt="" width="266" height="199" /></a>“Esse show é um intervalo entre o primeiro tempo, que foi o Fórum Geopolítica da Cultura e Tecnlogia, e o segundo, o Fórum da Cultura Digital. E o maior propósito hoje é mostrar a diversidade cultural do Brasil”, definiu o cantor e compositor Gilberto Gil, que comandou o espetáculo promovido pelo Ministério da Cultura na noite desse domingo (14), no auditório do Ibirapuera, em São Paulo.</p>
<p>Diversidade de ritmos, sons, linguagens, gerações, marcaram Futurível, que contou com a presença de DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar, Banda de Pife Princesa do Agreste e do grupo Macaco Bong, além do artista baiano.</p>
<p>DJ Tudo, que abriu a noite, levou ao palco ritmos brasileiros, como o maracatu e o baião, misturados a elementos do funk, do jazz e do dub. Musica eletrônica e instrumentos executados ao vivo pela banda Sua Gente de Todo Lugar. Ao fundo, telas e animações de Giuliano Scandiuzzi, o VJ Scan. Depois do set inicial, Gil se juntou ao grupo para interpretar “Chiclete com Banana” (Gordurinha/Almira Castilho). Na seqüência, recebeu no palco a Banda Princesa do Agreste e puxou “O canto da ema” (Alventino Cavalcanti, Aires Viana e João do Vale).</p>
<p><a  href="http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/11/Princesa_Agreste1.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-105304" title="Princesa_Agreste"><img class="alignright size-medium wp-image-105316" title="Princesa_Agreste" src="http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/11/Princesa_Agreste1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Sozinha, a Banda de Pife roubou a cena. Enfileirou composições próprias, como “Cadê Maria”, “Os preto do norte” e “Xamêgo de mãe”, e levantou o Ibirapuera com seus sopros e batuques.</p>
<p>No bloco seguinte, o power trio cuiabano Macaco Bong deu contornos de rock-pop à obra de Gil, presente no palco. Juntos, reiventaram hits como “Aquele abraço”, “Cérebro Eletrônico” e “Palco”.</p>
<p>Gilberto Gil saudou o encontro de diferentes gerações e estilos no espetáculo: “É extraordinário dividir o palco com Princesa do Agreste, que é de um tempo bom, não melhor do que esse. Aliás, eles são de uma época em que só era preciso viver bem, não viver melhor”. O artista parabenizou também o trabalho dos jovens artistas que integraram o Futurível: “Essa moçada tem um trabalho extraordinário de recuperar valores antigos. Por que o tempo de hoje precisa desse tempo, se não será tempo que se esgotará”, concluiu.</p>
<p>(Textos e fotos: Anderson Falcão, Comunicação Social/MinC)</p>
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		<title>Direito Autoral inova em modelo colaborativo de consulta pública</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 18:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandra.costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[O dia a dia da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas, Programas e Ações]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Coordenação de Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[produção colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Acessibilidade vai da criação da plataforma a aprovação e envio de comentários]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western">A consulta pública para modernização da lei do direito autoral é a segunda experiência aberta e participativa, desenvolvida pela Coordenação de Cultura Digital do MinC. O conjunto de softwares que possibilita a participação é um ambiente de construção colaborativa realizado através de tecnologia livre. A consulta envolveu três meses de trabalho, e processo semelhante foi realizado com o debate sobre a formulação do <a  href="http://culturadigital.br/marcocivil/" target="_blank">Marco Civil para a Internet brasileira</a>, com cerca de 800 contribuições só na primeira fase.</p>
<p class="western">O modelo de desenvolvimento colaborativo propicia a construção de ideias de modo horizontal e transparente. Código livre é uma das formas mais transparentes para alcançar esses objetivos, porque expõe o processo todo, da criação da plataforma até a aprovação e envio de comentários sobre a consulta.</p>
<p class="western">Esse processo apontou para uma nova forma de legislar. Antes, as consultas públicas eram apenas demonstrações da lei, com participação restrita ao envio de comentários por emails. Como exemplo, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/consulta_publica/consulta.htm. O desenvolvimento de um conjunto de ferramentas faz da consulta um meio de comunicar código e criar cultura de colaboração. No caso do direito autoral, a proposta de lei foi feita sobre a plataforma <a  href="http://wordpress.org/" target="_blank">WordPress</a>, isolada de outras redes sociais, para tornar o processo ainda mais isento.</p>
<p class="western"><strong>Compartilhar, comunicar, acompanhar, colaborar</strong></p>
<p class="western">A Coordenação desenvolveu um plugin para <a  href="http://wordpress.org/" target="_blank">WordPress</a> chamado<a  href="http://xemele.cultura.gov.br/trac/dialogue/" target="_blank"> Dialogue</a>, que permite a publicação de comentários por parágrafo. Ele também adiciona novos campos. Um exemplo é a ‘proposta de nova redação’, já implementada no <a  href="http://culturadigital.br/marcocivil/" target="_blank">Marco Civil.</a> Ou seja, a tecnologia livre do WordPress não foi apenas apropriada. De forma colaborativa, criou-se uma solução para comunicação, que também será acessível de modo integral para uso e colaboração. Algo que pode ser usado pela comunidade de WordPress ou por um usuário comum interessado nesse compartilhamento.</p>
<p class="western">A produção colaborativa em software livre exige ainda divulgação ampla. Para isso, será publicada a documentação de todo esse processo social e tecnológico. Isso envolve: código do tema e do plugin da plataforma para download, manuais, estudos (sobre acessibilidade), wireframes (a base para o estudo de interface), comentários, inserções, propostas. A iniciativa reforça o modelo de consulta aberto para replicação e participação, sem limite de uso da tecnologia e de contribuições técnicas e textuais dos participantes, que serão públicas.</p>
<p class="western">Apenas o design gráfico da consulta passa por um processo de alteração, dirigido pela Assessoria de Comunicação Social (Ascom) do MinC.</p>
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		<title>10º Fórum Internacional do Software Livre</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 21:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação Social/MinC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do MinC]]></category>
		<category><![CDATA[O dia a dia da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[10º FISL]]></category>
		<category><![CDATA[direitos autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Intelectuais]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Internacional do Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[I Fórum Música para Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[SPC/MinC]]></category>

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		<description><![CDATA[Assessores do MinC participam dos debates na capital gaúcha, na quinta-feira, dia 25 de junho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (SPC/MinC) participam de debates sobre direitos autorais, liberdade tecnológica e uso da internet,  no <strong>10º Fórum Internacional do Software Livre (FISL10)</strong> e na programação paralela ao evento &#8211;  <em>I Fórum Música para Baixar</em> &#8211; que se realizam entre os dias 24 e 27 de junho, em Porto Alegre.</p>
<p>O <strong>FISL</strong> é o mais antigo evento que debate sobre tecnologia no Brasil. Pode ser considerado como o maior encontro de comunidades de software livre da América Latina e um dos maiores do mundo. Segundo o coordenador da décima edição, Marcelo Branco, deverá reunir mais de oito mil pessoas e terá como foco da discussão a liberdade tecnológica e o uso da Internet.</p>
<p>O Música Para Baixar (MPB) é uma iniciativa de um grupo de produtores culturais, músicos, atores e jornalistas que visa conectar, através da Internet, diversas áreas  relacionadas entre si, como a música, a arte digital e a comunicação colaborativa. O primeiro fórum objetiva refletir sobre o impacto da internet na cadeia produtiva do setor musical e buscar novas formas de comercialização e distribuição do conteúdo cultural na rede mundial.</p>
<p>O Ministério da Cultura tem estimulado movimentos como o MPB (formado por músicos independentes) e promovido fóruns nacionais de debates sobre Cultura para ampliar a participação da sociedade civil na construção das políticas públicas ao setor.</p>
<p><strong>Participação do MinC</strong></p>
<p>José Vaz, coordenador-geral de Gestão Coletiva e Mediação em Direitos Autorais da Diretoria de Direitos Intelectuais da SPC/MinC, foi convidado a integrar os debates do I Fórum Música para Baixar, na mesa <em>Formas de Licenciamento, Gestão Coletiva e Proposta de Mudanças na Legislação Autoral</em>, a ser realizada na Casa dos Bancários (Rua General Câmara, nº 424, Centro), às 17h, na quinta-feira, dia 25.</p>
<p>José Murilo Junior, gerente de Informações Estratégicas e Cultura Digital da SPC/MinC participa do mesmo evento, na mesa <em>Projeto de Controle Digital da Internet</em>, que será realizada no auditório da Faculdade dos Meios de Comunicação Social (Famecos) da PUC/RS, às 10h, também no dia 25.</p>
<p>Ainda na quinta-feira, José Vaz vai compor a mesa <em>A Regulação da Internet no Brasil: marco civil, a proteção da privacidade, cybercrimes e a nova lei dos direitos Autorais</em>, que será realizada às 13h, no Centro de Eventos da PUC/RS, na sala PSL/RS/11A.</p>
<p>Outras informações e a programação: <a  href="http://www.fisl.org.br/10/www/" target="_blank">www.fisl.org.br</a>.</p>
<p>(Texto: Patrícia Saldanha, Comunicação Social/MinC)<br />
(Fontes: <em>Site</em> do MPB e Diretoria de Direitos Intelectuais da SPC/MinC)</p>
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