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	<title>dBrain - inteligência de negócio</title>
	
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	<description>Agência especializada em Marketing de Canais e que presta assessoria completa em Inteligência de Negócios para relações B2B.</description>
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		<title>Fidelização: o desafio do século XXI</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Basta uma simples ida ao supermercado ou shopping center para notar a vasta quantidade de marcas que encontramos para um mesmo tipo de produto. Cada um tem suas promessas, qualidade e custo. Sob a ótica de consumidores, fazemos as escolhas com base nos critérios que estabelecemos como prioritários. Já do ponto de vista de fabricantes ]]></description>
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		</div>
<p>Basta uma simples ida ao supermercado ou shopping center para notar a vasta quantidade de marcas que encontramos para um mesmo tipo de produto. Cada um tem suas promessas, qualidade e custo.</p>
<p>Sob a ótica de consumidores, fazemos as escolhas com base nos critérios que estabelecemos como prioritários. Já do ponto de vista de fabricantes ou distribuidores, somos desafiados a analisar nossos produtos e os de nossos concorrentes a fim de ressaltar o que temos de melhor, nossos pontos fortes.</p>
<p>Este destaque de nossas qualidades se dá por meio de uma comunicação clara e eficiente, que visa fixar essas informações na mente dos consumidores. Vale ressaltar que mais importante que estar presente no mercado é saber de que forma se é visto pelos seus potenciais clientes.</p>
<p>Ter uma avaliação positiva dos consumidores significa ter chances aumentadas de fazer parte de sua lista de compras hoje e no futuro. Eis que surge o fenômeno da fidelização, um predicado que se torna cada dia mais indispensável para qualquer marca &#8211; independentemente de segmento.</p>
<p>Por se tratar de uma promessa, a marca carrega consigo vários atributos que precisam ser passados aos seus consumidores. Essa marca é boa porque lava melhor. A outra porque rende muito. E assim por diante, sendo avaliadas sempre por suas características de destaque.</p>
<p>O canal é uma peça fundamental no transporte dessas promessas até o consumidor final. Principalmente em mercados pequenos ou em locais onde a comunicação por si só não consegue levar esses conceitos, é seu papel reforçar a marca e demonstrar o quão forte ela é.</p>
<p>Independentemente do mercado, público ou consumidor, o ato da compra vai se basear sempre em fatores que a marca possibilitou ao consumidor observar. O canal deve repassar isso de forma clara e objetiva. O revendedor ou distribuidor devem defender a marca.</p>
<p>De certa forma, o processo de fidelização ocorre em escala, onde um distribuidor que defenda a marca repassa os produtos para os revendedores, que por sua vez, convencidos da qualidade que a marca oferece, repassam isso aos seus consumidores que entendem, acreditam e retornam para comprar mais de determinado produto.</p>
<p>Para que isso funcione, é indispensável que a marca treine, instrua e acompanhe todo o processo do canal, evitando assim desgastes e possíveis ruídos na comunicação. Destruir uma marca é muito mais rápido do que parece e, normalmente, acontece por situações que se tivessem sido previstas, poderiam ser facilmente evitadas. Fortalecer os laços dentro do canal também significa fortalecer mais um ponto de contato da marca.</p>
<p>Construir uma marca é uma tarefa árdua, longa, mas que quando bem desenvolvida gera retorno sobre o investimento. Fidelizar a marca através dos atributos é o melhor cenário possível. O custo é mais baixo e o retorno, muito maior. Quando um consumidor defende uma marca, não esta defendendo apenas a marca, está defendendo aquilo que ele acredita, aquilo que ele segue. Ele passa a ser o sonho cliente de toda empresa, o consumidor fiel.</p>
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		<title>Mídias sociais transformam consumidores em parceiros</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mudança de paradigma]]></category>

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		<description><![CDATA[A crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das mídias sociais]]></description>
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			</a>
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<p style="text-align: justify;"><em>“Nós não estamos numa época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”.</em> A frase de Chris Anderson, editor da revista <em>Wired</em> e autor dos livros A Cauda Longa e <em>Free</em> resume muito bem o nosso atual período e abre espaço para conjunturas do que vem por aí.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A crescente interação social promovida na internet nos últimos anos mudou de maneira definitiva o papel de como nos relacionamos com produtos e marcas e entre nós mesmos. O fácil acesso à informação e a rápida multiplicação das nossas opiniões gerou milhares de artigos e teses que tentam explicar, ou ao menos nos situar, sobre as mudanças ocasionadas na maneira como fazemos negócios e nos expomos nesse início da era das mídias sociais.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Há, porém, no extenso material criado sobre essas mudanças, um denominador em comum.  A mudança das relações existentes entre empresas, colaboradores e consumidores.  Tudo bem que cada um desses ainda possui o seu papel bem definido, porém, está na interação entre eles a grande mudança.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Partindo do princípio que são as pessoas (e não os seus papéis sociais) que na internet emitem opiniões, indicam, idolatram ou destroem a reputação de algo ou alguém, porque continuará a empresa a tratar o consumidor como se fosse somente um número? Afinal, hoje a sua opinião tem meios reais de proporcionar efeitos de manada em um tempo incrivelmente curto. Como na natureza, a necessidade está criando uma mudança de atitude.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A empresa que ouve, colabora, atua junto e conhece o seu consumidor tem em troca uma pessoa que aprova, indica, se apaixona e atua junto com a marca. Uma relação harmônica onde os interesses ficam claros e todos ganham.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Resistir a essas mudanças é inútil.  Há pouco tempo, no final dos anos 90, gravadoras americanas travaram uma luta contra o compartilhamento de música através do <em>Napster</em>.  Em vez de se adaptarem às mudanças, tentaram de todo modo manter a fórmula do seu negócio ao ponto de acusar os seus consumidores (aqueles que compartilhavam música) de criminosos. Hoje, rendidos, tiveram que mudar sua fórmula.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, no Brasil empresas como a CityBest, a ClickOn e o Peixe Urbano estão conquistando legiões de fãs  por apostar exatamente no poder das multidões.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">É hora de esquecer a massificação. Pessoas são diferentes e gostam de ser tratadas como tal.  Com a facilidade na aquisição de dados e com os cruzamentos de informações através de técnicas de <em>Data Mining</em>, hoje podemos conhecer cada vez melhor o nosso público.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Conversar, tratar e oferecer ao consumidor o que ele deseja está mais fácil do que nunca. Enfim, a possibilidade de transformar consumidor em parceiro quebra um paradigma e abre uma oportunidade. O que sua empresa irá fazer? Nadar contra a maré ou aceitar o novo mundo?</p>
<h1></h1>
<h5>Eduardo Marques é gestor de projetos web da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
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<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://conectadoespm.blogspot.com/2010/08/midias-sociais-transformam-consumidores.html" target="_blank">Blog Conectado &#8211; ESPM</a></p>
<p>
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		<title>O valor das marcas: da fábrica ao consumidor</title>
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		<comments>http://dbrain.com.br/2010/07/o-valor-das-marcas-da-fabrica-ao-consumidor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando uma marca conquista um bom espaço em um mercado ou até mesmo em  um ranking de avaliações, significa que ela conquistou fidelidade por parte de seus consumidores. A promessa e as expectativas sobre ela estão sendo cumpridas e todos seus atributos estão claros. Consequentemente, ela atrairá mais investimentos para a instituição, o que gera um aumento em seu valor de mercado]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Quando uma marca conquista um bom  espaço em um mercado ou até mesmo em  um ranking de avaliações, significa que  ela conquistou fidelidade por parte de seus consumidores. A promessa e as  expectativas sobre ela estão sendo cumpridas e todos seus atributos estão  claros. Consequentemente, ela atrairá mais investimentos para a instituição, o  que gera um aumento em seu valor de mercado.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E esse espaço só foi conquistado  porque existem investimentos que a instituição fez e faz de modo ininterrupto na  área de comunicação. Reforçar os conceitos de produtos e serviços de boa  qualidade em ações de grande visibilidade do público faz com que seja criada uma  associação direta com a marca, salientando os compromissos e as relações.</p>
<p style="text-align: justify;">
</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, os canais de  comunicação  presentes nas relações de negócios entre empresas têm um papel  muito importante. É necessário investir esforços na comunicação que acontece  entre, por exemplo, as fábricas e revendas e com isso fortalecer as informações  da marca com  as pessoas que tem um contato direto com os consumidores, como  representantes comerciais, vendedores, call centers, etc. Eles reforçam e dão  mais credibilidade à marca porque a aproximam dos seus  usuários.</p>
</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É preciso manter a marca viva na  cabeça do consumidor. E uma das formas é investir na qualificação da comunicação  dentro do canal. Pesquisas recentes apontaram um aumento na intenção de compra  dos consumidores. Isso significa que a marca que estiver mais próxima dessa  realidade obterá uma imensa vantagem na hora da opção de compra de um produto e  um canal bem estruturado com certeza irá possibilitar esse  retorno.</p>
</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É necessário que a marca esteja  presente em todos os processos da compra e em todos os níveis, em especial na  avaliação e busca de alternativas, pois é o primeiro impacto da marca com o seu  consumidor. Após identificar a necessidade ela ira atrás das opções que melhor  se encaixam nos seus critérios. A comunicação nesse momento deve se preocupar em  informar ao máximo o comprador, influenciando-o na decisão de compra para não  deixar espaços para dúvidas e evitando que ele opte pela concorrência. Por isso,  a importância de um canal de vendas estar alinhado com os preceitos e intenções  que a marca tem.</p>
</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É importante ainda que a empresa  sempre fique atenta a pesquisas, ao mercado, ao seu canal ou qualquer que seja o  ponto de apoio da marca. Entretanto, é preciso ter claro que estes não são os  únicos métodos de análise de uma marca, devendo a empresa buscar também meios  próprios de auto-avaliação. Esse é um passo primordial para a manutenção da  marca, fortalecendo e ampliando seus laços com os consumidores.<strong> </strong></p>
</p>
<h1></h1>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/58572-o-valor-das-marcas-da-fabrica-ao-consumidor" target="_blank">HSM Global</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/o-valor-das-marcas-da-fabrica-ao-consumidor/35852/" target="_blank">Portal Administradores</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.crasp.gov.br/app/pl/ClippingNews/ClippingNoticias.aspx?NoticiaID=1656&#038;ClipID=233" target="_blank">CRA/SP<br />
</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://revistamakingoff.com.br/17,24471-o-valor-das-marcas-da-f%C3%A1brica-ao-consumidor.htm" target="_blank">Revista Making Of</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://revistamakingoff.com.br/17,24471-o-valor-das-marcas-da-f%C3%A1brica-ao-consumidor.htm" target="_blank">Invest NE</a></p>
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		<title>W3C: a acessibilidade virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 12:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Raposo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O termo “Avatar”, mais do que o nome de um filme campeão de bilheterias significa encarnar, ou seja, tomar propriedade de um corpo. Se no filme de James Cameron o protagonista paraplégico se realizava ao expandir a sua consciência em um novo corpo, hoje milhares de pessoas ao redor do mundo trabalham para que a internet possa estar acessível em sua totalidade para pessoas com limitações físicas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O termo “Avatar”, mais do que o nome de um filme campeão de bilheterias significa encarnar, ou seja, tomar propriedade de um corpo. Se no filme de James Cameron o protagonista paraplégico se realizava ao expandir a sua consciência em um novo corpo, hoje milhares de pessoas ao redor do mundo trabalham para que a internet possa estar acessível em sua totalidade para pessoas com limitações físicas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em um mercado tão acirrado, uma empresa pode conseguir maior visibilidade se comunicando com pessoas que são deixadas à margem da grande rede, possibilitando um contato mais íntimo com seus produtos e serviços, promovendo sua marca.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O Consórcio World Wide Web (W3C) é uma comunidade internacional que desenvolve padrões com o objetivo de garantir o crescimento da web, definindo protocolos e diretrizes que garantam um crescimento bem estruturado. Para atingir esse objetivo, as tecnologias mais fundamentais precisam ser compatíveis entre si e permitir que todos os equipamentos e softwares funcionem juntos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Na questão da acessibilidade, o W3C possui um documento que explica como tornar o conteúdo web acessível aos portadores de necessidades especiais. Alguns pontos desse documento podem ser destacados.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O primeiro orienta no sentido de prover alternativas equivalentes para conteúdos audiovisuais. Isto porque algumas pessoas não podem ver filmes ou ouvir músicas. Nestes casos, é importante a utilização de conteúdo textual equivalente ao audiovisual, pois permite que os mesmos sejam reconhecidos por programas que sintetizam voz ou dispositivos para leitura Braille.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Outra questão aponta para a construção de páginas que permitam que seu conteúdo seja acessível por vários dispositivos. Uma página normalmente é elaborada levando-se em conta que seu conteúdo será acessado por usuários que usam mouse, excluindo pessoas que possuam alguma restrição visual. Uma forma para atender essa questão é com o uso do teclado, implementando teclas de atalho.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A estética de uma página também merece atenção, permitindo que seu conteúdo esteja disponível mesmo com a ausência de cores. Se uma página não possui variações de tonalidade, pessoas com dificuldades para diferenciar certas cores terão dificuldade de entendê-la. Desta forma, o ideal é utilizar cores que gerem contraste quando combinadas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O documento prevê ainda outras recomendações que demonstram a importância de tomar certos cuidados na hora de criar projetos web. O assunto cai como uma luva num momento em que novas leis são implementadas a fim de promover a inclusão social dos deficientes. Criar páginas que atendam a requisitos mínimos de navegabilidade por portadores de deficiência será mais que um diferencial, mas sim uma obrigação das empresas num futuro não muito distante.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Fazer paraplégicos adotarem um novo corpo ainda é coisa de filme de ficção. Entretanto, diminuir suas barreiras de acesso ao mundo virtual é algo que só depende da boa vontade das empresas. Um desafio e tanto para os profissionais de comunicação.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Marcel Antunes Raposo é especialista em informática e desenvolvedor de sistemas da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.jornalbrasil.com.br/interna.php?autonum=11866">Jornal Brasil</a></p>
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<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://itabi.infonet.com.br/museusemsergipe/modules/news/article.php?com_mode=flat&#038;com_order=1&#038;storyid=11" target="_blank">InfoNet<br />
</a></p>
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		<title>Planejamento empresarial durante a Copa do Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Raposo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste momento, todas as nossas atenções estão voltadas para a Copa do Mundo, torcendo para que ao seu final o caneco seja nosso mais uma vez. Durante o mundial, o país praticamente pára, o que acaba trazendo uma perda de capacidade laboral em alguns setores da indústria e comércio, como construção civil e montadoras, bem como nas repartições públicas. Uma boa forma de aproveitar o “tempo livre” é colocar em andamento a elaboração de uma metodologia de atividades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Neste momento, todas as nossas atenções estão voltadas para a Copa do Mundo, torcendo para que ao seu final o caneco seja nosso mais uma vez. Durante o mundial, o país praticamente pára, o que acaba trazendo uma perda de capacidade laboral em alguns setores da indústria e comércio, como construção civil e montadoras, bem como nas repartições públicas. Uma boa forma de aproveitar o “tempo livre” é colocar em andamento a elaboração de uma metodologia de atividades.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Todo projeto pode ser construído por meio de metodologia estruturada, moderna, e que ofereça a possibilidade de gerenciamento via documentação. O objetivo é estabelecer a efetividade, continuidade e transparência de seus processos, que seja aceita pelos gestores, clientes e parceiros.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, a metodologia é um roteiro dinâmico para desenvolvimento de projetos. A este roteiro dá-se o nome de Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação, ou simplesmente PETI.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, o PETI deve auxiliar o desenvolvimento de projetos, permitindo que as necessidades do cliente sejam atendidas, com os recursos disponíveis e dentro de um prazo ideal definido em conjunto com os envolvidos. Não se deve limitar a criatividade profissional, porém, é necessária a definição de um instrumento que harmonize e coordene as áreas envolvidas. Todos os passos devem ser discutidos e avaliados, bem como estar em constante revisão na medida em que os projetos aconteçam.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Dois conceitos importantes tratam da modularidade e condição de existência de uma metodologia. Fazendo uma analogia com o popular esporte bretão, pode-se dizer que uma equipe é composta pela defesa, meio de campo e ataque, e essa divisão permite atribuições distintas de tarefas entre os jogadores. Da mesma forma, a modularidade permite a segmentação de um projeto, possibilitando a diminuição de sua complexidade e definição clara dos processos. A condição de existência diz que um projeto deve ser desenvolvido com uma metodologia, mesmo que ainda não esteja fortemente consolidada, da mesma forma que um time opta por um esquema tático para ter maiores chances de vitória.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Toda metodologia deve prever momentos em que os projetos são avaliados, para verificação do grau de atendimento às necessidades, e também a confecção dos relatórios, diagramas e descrições de cada processo elaborado.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em suma, com a definição do PETI é possível ver um cenário de gols e conquistas para sua empresa. Vale a pena experimentar.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Marcel Antunes Raposo é especialista em informática e desenvolvedor de sistemas da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/planejamento-empresarial-durante-a-copa-do-mundo/35200/">Portal Administradores</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.correiodematogrosso.com.br/TNX/conteudo.php?sid=131&#038;cid=2890&#038;parent=0" target="_blank">Correio de Mato Grosso</a></p>
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		<title>A importância do Data Mining na tomada de decisões</title>
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		<comments>http://dbrain.com.br/2010/06/a-importancia-do-data-mining-na-tomada-de-decisoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 13:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Raposo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A imensa quantidade de dados gerados diariamente nas transações eletrônicas tem desafiado constantemente a habilidade técnica de vários gestores na tarefa de transformar bits e bytes em informação útil. O bom gerenciamento dessas informações é algo decisivo para o sucesso de uma organização. ]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">A imensa quantidade de dados gerados diariamente nas transações eletrônicas tem desafiado constantemente a habilidade técnica de vários gestores na tarefa de transformar bits e bytes em informação útil. Bancos de dados, que até pouco tempo coletavam e trabalhavam dados na casa dos gigabytes, hoje mensuram em terabytes e petabytes.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">O bom gerenciamento desse turbilhão de informações é algo decisivo para o sucesso de uma organização. Com isso em mente, cada vez mais a administração dos dados vem ganhando relevância nas corporações por garantir a qualidade das informações.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Em teoria, a administração dos dados consiste no desenvolvimento e execução de estratégias, práticas e procedimentos para o processo de gerência dos dados em uma organização. Nesse contexto, muitas empresas têm mostrado eficiência em capturar, organizar e armazenar grandes quantidades de dados obtidos de suas operações diárias. Porém, a maioria delas ainda não os usa adequadamente para transformá-los em conhecimentos que possam ser utilizados em suas próprias atividades.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Uma excelente prática de aproveitamento de informação que pode ser integrado à administração, é o enriquecimento dos dados. Sendo este um processo que visa eliminar as inconsistências, proporciona maior qualidade aos dados coletados.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Utilizar a informação que está implícita na massa de dados também é algo de grande valia. Entretanto, isto não pode ser feito utilizando sistemas de gerenciamento de banco de dados convencionais. A solução para isso é a Mineração de Dados, também conhecida como Data Mining.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Data Mining é o processo de análise de conjuntos de dados que tem por objetivo a descoberta de padrões interessantes e que possam representar informações úteis. O seu uso permite a investigação de dados na busca por padrões que tenham valor para a organização.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A popularização desse conceito o tem tornado uma ferramenta cada vez mais utilizada no gerenciamento de informação por revelar estruturas de conhecimento importantes para a tomada de decisões.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Não seria exagero dizer que um leque de oportunidades se abre ao se utilizar o Data Mining. Dados comportamentais inesperados podem ser analisados, obtendo conhecimentos que estavam “ocultos” na base de dados. O que por outro lado gera aprendizado e dados adicionais que podem influenciar no desenvolvimento de estratégias da organização.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Esta tecnologia está sendo usada para descrever características do passado, assim como predizer tendências para o futuro. Sua utilização permite avanços tecnológicos e científicos, além de garantir uma vantagem competitiva.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Enfim, em um mundo aonde a troca de dados se torna mais constante, fica evidente a importância da análise de informações proporcionada através do Data Mining. Essa importante atividade que permite às organizações uma melhoria significativa na qualidade de seus produtos e processos, poderá ser em breve um novo pilar das empresas modernas.</p>
<h5>Marcel Antunes Raposo é especialista em informática e desenvolvedor de sistemas da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/a-importancia-de-data-mining-na-tomada-de-decisoes/35063/">Portal Administradores</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.revistamakingof.com.br/17,23656-a-import%C3%A2ncia-de-data-mining-na-tomada-de-decis%C3%B5es.htm" target="_blank">Revista Making Of</a></p>
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		<title>Desdobrar a marca sem perder identidade</title>
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		<comments>http://dbrain.com.br/2010/06/desdobrar-a-marca-sem-perder-identidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Przybylski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando tratamos de marcas para programas de canais, devemos levar em conta sempre as questões relacionadas à marca mãe, a marca que está proporcionando este ambiente. Não podemos jamais descartar isso, visto que essa marca é um apoio e tem a função de representar conceitos, sentimentos e valores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Ultimamente temos visto um aumento significativo da exposição das marcas, seja as grandes redes de varejo aplicando sua marca em produtos próprios, ou em grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo. Dentro do canal de marketing esse conceito também é valido e muito importante.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A marca é a representação gráfica de um símbolo que representa uma empresa, órgão, evento. Ou seja, algo que permite a identificação de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença. No Livro Design de Identidade da Marca, Alina Wheeler explora muito bem essa questão quando define que “marca é a promessa, a grande idéia e as expectativas que residem na mente de cada consumidor a respeito de um produto, de um serviço ou de uma empresa. As pessoas se apaixonam pelas marcas, confiam nelas, são fiéis a elas, compram e acreditam na sua superioridade”. Através dela a empresa repassa seus valores e ideais para seus colaboradores e consumidores.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Quando tratamos de marcas para programas de canais, devemos levar em conta sempre as questões relacionadas à marca mãe, a marca que está proporcionando este ambiente. Não podemos jamais descartar isso, visto que essa marca é um apoio e tem a função de representar conceitos, sentimentos e valores. Desta forma, é interessante atribuir à marca de programas os mesmos conceitos e atributos da marca principal, aliados aos conceitos básicos de um programa que tem como objetivo oferecer vantagens e benefícios para seus usuários.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma é interessante criar marcas com “pegadas” que despertem sentimentos como confiança, determinação, fidelidade, vantagem, entre outros. Elas precisam falar por si mesmas para serem rapidamente identificadas. Por isso, é importante visualizar os principais pontos de contato que essa marca vai ter com seus colaboradores e definir um plano de comunicação coerente. A comunicação é um dos momentos mais importantes dentro de um programa de canais, pois possibilita uma melhoria no relacionamento entre os parceiros e serve como um termômetro para verificar a eficácia das ações.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Mas também sabemos que apenas criar uma “boa” marca não é o suficiente. Essa questão é apenas uma etapa dentro do branding e cada processo deve ser tratado com relevância. Com uma marca forte e bem resolvida as chances do programa de canais ter sucesso aumentam e com isso as chances de grandes negócios também.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Eduardo Przybylski é designer de informação da dBrain, agência especializada em marketing de canais.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/desdobrar-a-marca-sem-perder-identidade/34770/" target="_blank">Portal Administradores</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.elsevier.com.br/site/noticias/Noticias-detalhe.aspx?seg=6&amp;noticiaid=76497" target="_blank">Menção da Editora Elsevier</a></p>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.revistamakingof.com.br/17,23395-artigo-desdobrar-a-marca-sem-perder-identidade.htm" target="_blank">Revista Making Of</a></p>
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		<title>A revolução do consumidor</title>
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		<comments>http://dbrain.com.br/2010/06/a-revolucao-do-consumidor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 15:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Business]]></category>
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		<category><![CDATA[relação com clientes]]></category>
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		<description><![CDATA[O  século  XXI  chegou  e  trouxe  com ele uma mudança radical no modo como fazemos negócios, nos relacionamos em grupo e divulgamos idéias e produtos. Modelos  de  negócios  que  até  o final do século passado funcionavam bem, estão  sendo  colocados em xeque pelos consumidores que não mais querem ser vistos  como  números.  Afinal, o que vem ocorrendo que velhas fórmulas não funcionam mais como antigamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O  século  XXI  chegou  e  trouxe  com ele uma mudança radical no modo como fazemos negócios, nos relacionamos em grupo e divulgamos idéias e produtos. Modelos  de  negócios  que  até  o final do século passado funcionavam bem, estão  sendo  colocados em xeque pelos consumidores que não mais querem ser vistos  como  números.  Afinal, o que vem ocorrendo que velhas fórmulas não funcionam mais como antigamente?</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A  simples  democratização do conhecimento. Por séculos, os grandes centros urbanos  foram os responsáveis por reunir os pilares: conhecimento e mentes afins,  para  a  produção  da maioria dos avanços artísticos, filosóficos e tecnológicos  que  a nossa sociedade já produziu. Hoje, a internet consegue juntar  de  forma  magistral  a geração e armazenagem de conhecimento com a reunião virtual de pessoas ao redor do mundo.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Neste  novo  contexto, a figura do consumidor passivo do século XX dá lugar ao  cidadão do terceiro milênio, que cada vez mais móvel e conectado, obtêm em  um  clique  informações do que desejar. Assim, nesse novo mundo, velhos modelos  de  negócios tais como algumas profissões,  terão que ser revistas ou simplesmente desaparecerão.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Ao  diminuir  vertiginosamente  a  distância  entre  os “especialistas” e o público,  a internet propiciou ao último a vantagem da informação que antes era  exclusiva  do primeiro. Com essa vantagem, as figuras do vendedor e da publicidade barata simplesmente perdem a força.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Este  novo  cidadão  descobriu  que,  se quiser, tem o poder de aumentar ou destruir  a  reputação de uma marca com extrema facilidade.  De posse dessa noção,  mais  do que nunca ele impõe às empresas de todos os segmentos, que elas   sejam   moralmente   corretas   e   exercitem  sua  responsabilidade socioambiental. Empresas pioneiras, como a Coca-Cola e a brasileira Natura, já entenderam a mensagem e estão se reinventando.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">No  livro  Freakonomics  (2005),  de  Steven Levitt, o autor menciona que o moralismo  representa  a  forma  como  as  pessoas  gostariam  que  o mundo funcionasse,  enquanto  a economia representa a forma de como ele realmente funciona.  Se  isso  é verdade, hoje temos a possibilidade real &#8211; dentro do aspecto  econômico  atual  &#8211;  de  moldarmos o mundo tendo como base valores sociais.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">É  o  renascimento da “mão invisível”, de Adam Smith, que orienta o mercado através  da  interação  dos  indivíduos. Com a diminuição da assimetria das informações  &#8211;  o  fato  de  alguns saberem mais do que os outros &#8211; a idéia cunhada  no  célebre  A  Riqueza  das Nações (1778) ganha mais força do que nunca.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Enfim,  Gutenberg  com  a  criação  da  imprensa  em  1439  lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e na disseminação da  aprendizagem  em  massa. O que nos trouxe ao que somos hoje. Daqui para frente  a  questão  é:  como  você  está colaborando para construir a nossa economia de amanhã?</p>
<p>Fica aqui o desafio.</p>
<h5>Eduardo Marques é gestor de projetos web da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
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<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.baguete.com.br/noticias/negocios-e-gestao/14/06/2010/consumidor-um-revolucionario" target="_blank">Baguete UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/a-revolucao-do-consumidor/34536/" target="_blank">Portal Administradores</a><br />
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		<title>A infraestrutura de redes em pequenas empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Célio Roberto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura de redes]]></category>
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		<description><![CDATA[A estabilização da moeda, aliada a atual boa fase do Brasil, propiciou o desenvolvimento de inúmeras empresas de pequeno porte. Muitas dessas conseguiram conquistar seu espaço e vem obtendo melhores resultados dia após dia. Entretanto, às vezes, pelo simples desconhecimento ou pela falta de atenção, muitos gestores não percebem que a ampliação da estrutura física da rede que suporta a empresa deve acompanhar seu crescimento]]></description>
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<p style="text-align: justify;">A estabilização da moeda, aliada a atual boa fase do Brasil,  propiciou o desenvolvimento de inúmeras empresas de pequeno porte.  Muitas dessas conseguiram conquistar seu espaço e vem obtendo melhores  resultados dia após dia. Entretanto, às vezes, pelo simples  desconhecimento ou pela falta de atenção, muitos gestores não percebem  que a ampliação da estrutura física da rede que suporta a empresa deve  acompanhar seu crescimento.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Recursos de rede, como servidores e internet, que antes eram  acessados por cinco ou seis pessoas passam a ter que suportar dez ou  doze colaboradores. Como o projeto inicial não previa esse aumento, a  lentidão e a percepção de perda da produtividade começam a ser  percebidos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Deve-se a qualquer custo evitar essa realidade. A resolução do  problema pode se tornar bem complexa e por mais precisa que seja, ela  possivelmente deixará sequelas na produção da empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">A disponibilidade da rede e sua segurança estão diretamente ligadas  ao sucesso da corporação. Mas mesmo assim, em muitos casos, esse tema  não é discutido com a atenção devida na maioria das pequenas empresas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Uma boa infraestrutura de rede é como um alicerce na construção  civil. Para se construir um prédio sólido é necessário a colocação de  bons pilares. Caso contrário, à medida que a obra for crescendo, a  estrutura se comprometerá. Cedo ou tarde, tudo irá ao chão. Assim como  acontece nessa analogia, acontece nas empresas que não investem em sua  própria estrutura. Leia-se: servidores, <em>switches</em>, cabeamento de  qualidade, impressoras e etc.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Já nas estações de trabalho, a manutenção preventiva reduz  drasticamente o aparecimento de problemas. Cuidados essenciais para o  bom funcionamento das máquinas, como atualização de antivírus, o uso de  programas de limpeza de registro (todas as atividades realizadas no PC  deixam vestígios que quando acumulados, interferem no desempenho da  máquina) e a restrição ao uso de programas de compartilhamento de  arquivos P2P, como o <em>Emule</em>, são extremamente importantes para  manter a “saúde” dos equipamentos.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Enfim, a infraestrutura de rede é um dos pilares mais importantes de  uma empresa, independente de seu porte. Sua manutenção e atualização são  fundamentais para o crescimento da produtividade de um negócio em  qualquer área de atuação.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, é preciso ter em mente que a ordenação da infraestrutura  de rede influência a organização de uma empresa como um todo. Com uma  estrutura bem fundamentada, o salto para a instalação de intranets e  futuras interações com empresas parceiras (em plataformas de trabalho  colaborativo, como as extranets), podem estar asseguradas. Portanto, a  infraestrutura de rede é um apoio fundamental e não um custo adicional.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Célio Roberto</strong> é pós-graduado em redes de segurança e  analista de redes da dBrain, agência especializada em marketing de  canal.</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.jornalbrasil.com.br/interna.php?autonum=9680" target="_blank"><a href="http://tecnologia.br.msn.com/especiais/artigo.aspx?cp-documentid=24433559" target="_blank">MSN Tecnologia<br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> </a></a><a href="http://www.techlider.com.br/2010/06/a-infraestrutura-de-redes-em-pequenas-empresas/" target="_blank">Techlider</a><a href="http://www.jornalbrasil.com.br/interna.php?autonum=9680" target="_blank"><br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=119473" target="_blank">Revista Fator<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.correiodematogrosso.com.br/TNX/conteudo.php?pageNum_Pagina=7&amp;cid=2750&amp;sid=131&amp;totalRows_Pagina=444" target="_blank">Correio de Mato Grosso<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /> <a href="http://www.fcdlscnoticias.cdl-sc.org.br/artigo/infraestrutura-de-redes-em-pequenas-empresas" target="_blank">Câmara de Dirigentes Lojistas de SC</a></p>
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		<title>Mídias sociais no B2B</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídias sociais no b2b]]></category>
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		<description><![CDATA[As empresas que tem o foco no consumidor final, as chamadas B2C - Business to Consumer, parecem já ter encontrado o seu caminho na implantação de estratégias bem sucedidas no uso das mídias sociais. Apesar dos percalços comuns, típicos dos desbravadores, exemplos de bons casos emergem todos os dias]]></description>
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<p style="text-align: justify;">As empresas que  tem o foco no consumidor final, as chamadas B2C &#8211; <em>Business to Consumer</em>, parecem já ter  encontrado o seu caminho na implantação de estratégias bem sucedidas no uso das  mídias sociais. Apesar dos percalços comuns, típicos dos desbravadores, exemplos  de bons casos emergem todos os dias.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o que  vem acontecendo com esse tipo de empresa ainda não é comum no mercado B2B &#8211;  Business to Business. Todavia, isso não quer dizer que as mídias sociais sejam  ferramentas exclusivas para o B2C. Com a experiência adquirida pelos primeiros,  o Business to Business parece finalmente se render aos avanços da  internet.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Antes, porém, é  preciso levar algumas coisas em consideração. Para  desenvolver uma boa estratégia é importante definir o objetivo da sua empresa ao  se aventurar no mundo das redes. Aqui, conceitos e valores de cada corporação,  direcionados pelos times de marketing, devem imperar. Lembre-se de que construir  somente um blog, contas de <em>Twitter</em> e <em>Facebook</em> para republicar os comunicados da  empresa são impessoais e pouco eficientes.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Tenha em mente  que essa é uma ótima oportunidade para ser visto como um <em>expert</em>. A confiabilidade conquistada  poderá lhe render referências e futuros negócios. Para isso, explore conteúdos  de qualidade e informações que podem ser úteis não apenas para sua empresa, mas  para um universo de pessoas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o  relacionamento ser entre empresas, é importante também manter o calor humano. O  grande sucesso de toda campanha desenvolvida em mídia social está na construção  da confiança e credibilidade. Se os seus parceiros de negócios confiam na pessoa  que está atrás da marca, confiarão em sua empresa.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Por ter um  público-alvo limitado a um grupo de empresas é importante ser estreito e focado.  Segmentação é a palavra-chave para evitar o desperdício de tempo com informações  sem relevância.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo de  segmentação é o do metrô de Nova Iorque, onde cada linha de trem possui uma  conta individual no <em>Twitter.</em> Cada  uma informa aos seus usuários sobre atrasos e mudanças. Em vez de ler todas as  informações sobre a rede de trens, o usuário lê somente o que lhe  interessa. Este modelo pode ser muito bem empregado por empresas B2B ao  segmentarem informações destinadas a diferentes grupos de distribuidores e/ou  revendas.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Outro bom exemplo  do Twitter são as promoções para consumidores, normalmente realizadas por  empresas B2C para movimentar serviços e/ou produtos. No B2B, geram adesão à  ferramenta e aquecem a comunicação em duas vias. Incentivar o canal e oferecer  espaço para ele participar, além de criar uma ótima atmosfera, abre espaço para  a criação de um serviço de atendimento. Serviço este que pode se tornar uma  poderosa ferramenta para ouvir e responder parceiros. Algo que pode ser muito  mais eficiente do que o mais bem redigido e-mail de resposta.</p>
<h1></h1>
<p style="text-align: justify;">Com a confiança  estruturada, o próximo passo se dá no campo do desenvolvimento de aplicativos  específicos de negócios. Geração de leads e dados de transações de vendas, só  para listar alguns exemplos, se não forem feitos em portais específicos, podem  ser transmitidos através de dispositivos móveis como o <em>iPad</em> e <em>Smartphones </em>diversos. Por estarmos em um  campo em desenvolvimento, as possibilidades são enormes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h1></h1>
<p>Por fim, é  preciso ter em mente que, embora se esteja lidando com empresas, há pessoas por  detrás delas. Sendo assim, fuja das velhas técnicas de empurrar produto a  qualquer custo e de utilizar jargões de marketing para campanhas de incentivo.   Em um mercado que está cada vez mais humanizado, você não  aumentará sua  rentabilidade com a simples utilização das mídias sociais. Você  fará dinheiro  com as pessoas que confiarem em você.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o  negócio.</p>
<h5>Eduardo Marques é gestor de projetos web da dBrain</h5>
<h4>Artigo publicado nos seguintes veículos:</h4>
<p><img class="alignnone" src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/57724-midias-sociais-no-b2b" target="_blank">HSM Management</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17037/midiasocial/midias_sociais_no_b2b/" target="_blank">iMasters UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/06/07/uso-de-midias-sociais-tambem-vale-no-b2b/" target="_blank">Webinsider UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2046:midias-sociais-no-b2b&amp;catid=113:melhores-praticas&amp;Itemid=156" target="_blank">Consumidor Moderno UOL</a><br />
<img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.memesgestao.com.br/jportal/portal.jsf?post=25061" target="_blank">Memes Gestão<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/midias-sociais-no-b2b/33838/" target="_blank">Portal Administradores<br />
</a><img src="http://dbrain.com.br/wp-content/uploads/2010/04/icone_dbrain.png" alt="" width="25" height="25" /><a href="http://www.techlider.com.br/2010/06/midias-sociais-no-b2b/" target="_blank">Techlider</a></p>
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