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	<title>De Figueiredo Demeterco</title>
	
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	<description>Sociedade de Advogados - Curitiba - PR</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Sep 2011 17:24:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O DEVER DE CONTRIBUIÇÃO AO FUNDO DE RESERVA CONDOMINIAL E A ALIENAÇÃO DOMINIAL</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 17:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[administradoras de condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[imobiliárias]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a Lei n.º 4.591/64 conferiu caráter obrigatório ao fundo de reserva condominial, cabendo à convenção ou à assembléia geral apenas discipliná-lo, as discussões entre inquilinos e proprietários de imóveis a respeito de quem efetivamente deve responder por sua constituição e manutenção são inevitáveis, desafiando o dia a dia das imobiliárias administradoras de imóveis de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como a Lei n.º 4.591/64 conferiu caráter obrigatório ao fundo de reserva condominial, cabendo<strong> </strong>à convenção ou à assembléia geral apenas discipliná-lo, as discussões entre inquilinos e proprietários de imóveis a respeito de quem efetivamente deve responder por sua constituição e manutenção são inevitáveis, desafiando o dia a dia das imobiliárias administradoras de imóveis de terceiros. É com este objetivo, essencialmente prático, portanto, que alinhavamos os esclarecimentos e observações que se seguem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Lei de Locações contempla “a constituição do fundo de reserva” entre as despesas extraordinárias de condomínio (art. 22 &#8211; § único “g”), conjuntamente com todas aquelas outras que não classificáveis como gastos rotineiros de manutenção e conservação do edifício e/ou de suas áreas comuns (“despesas ordinárias”), atribuindo-as a cargo exclusivo do proprietário do imóvel. Logo, se as contribuições destinadas ao fundo de reserva condominial vierem a ser, durante o curso da locação, inseridas no rateio mensal das despesas ordinárias, como costuma acontecer, deverão ser objeto de devolução ao inquilino. Esta obrigatória devolução, operacionalmente, poderá ser mensal, anual ou quando do término do contrato de locação, sendo que nestas duas últimas hipóteses deverá incidir ao menos a correção monetária do período. É sempre importante, entretanto, que o contrato de locação discipline a matéria, em especial os prazos e os consectários alusivos à devolução, bem como que as imobiliárias intermediadoras esclareçam os interessados a respeito de seus direitos e obrigações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O prazo prescricional para o inquilino reaver em devolução os valores que tiver pago é de 10 (dez) anos (Cód. Civil, art. 205), contados de forma ininterrupta, geralmente a partir dos efetivos desembolsos, salvo se incidir alguma causa específica, prevista em lei, de impedimento, suspensão e/ou interrupção da prescrição. E assim poderá fazê-lo ingressando em juízo e/ou em conselho arbitral, conforme for o caso, mesmo se houver previsão contratual em sentido diverso, tendo em vista o disposto no art. 45 da Lei de Locações. Na explicação de SÍLVIO DE SALVO VENOSA: “Sendo obrigação do locatário o pagamento tão-somente das despesas ordinárias definidas por lei, não pode o contrato dispor diferentemente, sendo nula a cláusula que impõe ao inquilino o pagamento de despesas extraordinárias do condomínio. Trata-se de garantia assegurada ao locatário pela lei (2º TACSP, Ap. c/ Rel. 361.342 &#8211; 8ª Câmara, Rel. Milton Gordo; Ap. c/ Rel. 359.533 &#8211; 4ª Câmara, Rel. Carlos Stroppa)”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não foi por outro motivo, aliás, que a Lei de Locações previu também a obrigação do inquilino devolver ao proprietário do imóvel os valores do fundo de reserva condominial que forem eventualmente aproveitados no custeio de despesas ordinárias (art. 23 &#8211; § 1º “i”), o que também não é incomum de se observar nas práticas condominiais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A casuística que gravita em torno do assunto é especificamente rica e um de seus desdobramentos que nos propomos a enfrentar aqui é se a transferência dominial (compra e venda, doação etc.) interfere ou não juridicamente na obrigação legal de o proprietário do imóvel à época do contrato de locação devolver ao ex-inquilino as contribuições que, destinadas ao fundo de reserva condominial, foram por ele desembolsadas. Ao que nos parece não há interferência alguma, pois se o proprietário do imóvel à época, isto é, enquanto vigente a locação, foi beneficiado pelos recolhimentos realizados pelo ex-inquilino, mesmo tendo a obrigação legal de suportá-los, permanece com a obrigação de devolvê-los. O fato de não mais deter o título dominial nada altera esta conclusão, até porque o direito não tolera o enriquecimento sem causa e, com a cessação da locação, o novo proprietário do imóvel não deterá qualquer relação jurídica com o ex-inquilino, muito menos cometeu qualquer ato ilícito originário do dever de indenizá-lo. Nada terá, consequentemente, a devolver, mesmo que se possa cogitar de um eventual benefício em virtude dos valores a esse título até então arrecadados e acumulados, haja vista que eles passam a compor com exclusividade o patrimônio do condomínio, para todos os efeitos legais e, por conta disso, encontram-se também submetidos à constrição judicial da penhora (TJ-PR, 7ª Câmara Cível, Agravo de Instrumento n.º 146.881-3, rel. Des. MENDONÇA DE ANUNCIAÇÃO).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E se o imóvel for adquirido pelo próprio locatário, em virtude de exercício do direito de preferência? É preciso ter coerência interpretativa e seguir a mesma linha de raciocínio, ou seja, muito embora o ex-inquilino se subrogue em todos os direitos dominiais, inclusive se beneficiando de forma indireta dos valores a esse título acumulados pelo condomínio, efetivamente pagou à época, na qualidade de terceiro, débitos do então proprietário do imóvel. Vai daí concluirmos que, se não tiverem estipulado diferentemente, por ocasião da formalização da alienação dominial, prevendo por exemplo um ajuste de contas e a compensação de tais desembolsos, a devolução corrigida dos mesmos revela-se igualmente obrigatória.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esperamos assim contribuir no esforço das imobiliárias administradoras de imóveis de terceiros de orientar e intermediar de forma juridicamente segura os direitos e deveres de seus clientes, que são consumidores de seus serviços e detêm em seu benefício, na maioria das vezes, a superproteção do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei de n.º 8.078/90).</p>
<p style="text-align: justify;">Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco.</p>
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		<title>EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[12441/11]]></category>
		<category><![CDATA[empresa simples individual]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei nº 12.441, de 11 de Julho de 2011 Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para permitir a constituição de empresa individual de responsabilidade limitada. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei acrescenta inciso VI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Lei nº 12.441, de 11 de Julho de 2011</h1>
<p>Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para permitir a constituição de empresa individual de responsabilidade limitada.</p>
<p>A PRESIDENTA DA REPÚBLICA<br />
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>
<p>Art. 1º Esta Lei acrescenta inciso VI ao art. 44, acrescenta art. 980-A ao Livro II da Parte Especial e altera o parágrafo único do art. 1.033, todos da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), de modo a instituir a empresa individual de responsabilidade limitada, nas condições que especifica.</p>
<p>Art. 2º A Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as seguintes alterações:</p>
<p>&#8220;Art. 44. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>VI &#8211; as empresas individuais de responsabilidade limitada.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..&#8221; (NR)<br />
&#8220;LIVRO II<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<strong> </strong> TÍTULO I-A<br />
DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA</p>
<p>Art. 980-A. A empresa individual de responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não será inferior a 100 (cem) vezes o maior salário-mínimo vigente no País.</p>
<p>§ 1º O nome empresarial deverá ser formado pela inclusão da expressão &#8220;EIRELI&#8221; após a firma ou a denominação social da empresa individual de responsabilidade limitada.</p>
<p>§ 2º A pessoa natural que constituir empresa individual de responsabilidade limitada somente poderá figurar em uma única empresa dessa modalidade.</p>
<p>§ 3º A empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, independentemente das razões que motivaram tal concentração.</p>
<p>§ 4º ( VETADO).</p>
<p>§ 5º Poderá ser atribuída à empresa individual de responsabilidade limitada constituída para a prestação de serviços de qualquer natureza a remuneração decorrente da cessão de direitos patrimoniais de autor ou de imagem, nome, marca ou voz de que seja detentor o titular da pessoa jurídica, vinculados à atividade profissional.</p>
<p>§ 6º Aplicam-se à empresa individual de responsabilidade limitada, no que couber, as regras previstas para as sociedades limitadas.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8221;"Art. 1.033 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p><em>Parágrafo único. </em>Não se aplica o disposto no inciso IV caso o sócio remanescente, inclusive na hipótese de concentração de todas as cotas da sociedade sob sua titularidade, requeira, no Registro Público de Empresas Mercantis, a transformação do registro da sociedade para empresário individual ou para empresa individual de responsabilidade limitada, observado, no que couber, o disposto nos arts. 1.113 a 1.115 deste Código.&#8221; (NR)<br />
Art. 3º Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação.</p>
<p>Brasília, 11 de julho de 2011; 190º da Independência e 123º da República.</p>
<p>DILMA ROUSSEFF<br />
José Eduardo Cardozo<br />
Nelson Henrique Barbosa Filho<br />
Paulo Roberto dos Santos Pinto<br />
Luis Inácio Lucena Adams</p>
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		<title>NOVAS REGRAS PARA O SUPERSIMPLES ENTRAM EM VIGOR APENAS EM 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[supersimples]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto que amplia benefícios às empresas deverá ser votado pelo Congresso em setembro . Com mudanças, teto do faturamento para as micro e pequenas se enquadrarem no Supersimples sobe 50% . As novas regras do Supersimples devem começar a vigorar somente em janeiro de 2012. O projeto ainda precisa ser votado pelo Congresso, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Projeto que amplia benefícios às empresas deverá ser votado pelo Congresso em setembro .</p>
<p>Com mudanças, teto do faturamento para as micro e pequenas se enquadrarem no Supersimples sobe 50% .</p>
<p>As novas regras do Supersimples devem começar a vigorar somente em janeiro de 2012. O projeto ainda precisa ser votado pelo Congresso, mas a expectativa da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas é que isso ocorra até setembro. Na terça-feira o governo anunciou um pacote de medidas para beneficiar os micro e pequenos empresários dos setores de comércio, serviços e indústria. Entre as principais mudanças está o aumento de 50% do teto de faturamento para as micro e pequenas empresas se enquadrarem no Supersimples. Com essa modificação, as empresas que estavam no Supersimples e que tenham tido aumento de receita ao longo do tempo poderão continuar no programa.<br />
Já as empresas que antes não podiam aderir ao regime, por terem faturamento acima do limite, agora poderão participar do programa.<br />
As novas regras elevam o faturamento anual máximo das pequenas empresas de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Para as microempresas, a receita bruta passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil.</p>
<p>O governo também elevou o limite de faturamento dos microempreendedores individuais em 67%. Com isso, a receita bruta anual passará de R$ 36 mil para R$ 60 mil. Outra mudança prevista é a possibilidade de as micro e pequenas empresas parcelarem em até 60 meses as dívidas com a Receita. O pacote também traz benefícios às empresas de pequeno porte que exportam. As companhias com faturamento de até R$ 3,6 milhões no mercado interno poderão ter receita igual com as exportações sem o risco de serem excluídas do Supersimples.<br />
Pela proposta, os micro e pequenos empresários não precisarão mais fazer a declaração anual de IR. A Receita irá, ao final de cada ano, juntar as informações enviadas mensalmente e transformá-las na declaração anual. Todas as mudanças são automáticas -o micro e pequeno empresário que já está no programa não vai precisar entrar em contato com a Receita para saber se sua alíquota será modificada. Os que querem ingressar devem entrar no site www.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional e preencher um formulário com algumas informações. Se a empresa já existir, só poderá entrar no programa em janeiro. Se a empresa for nova, poderá ingressar no sistema a qualquer momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Valor Online</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">ANA CAROLINA OLIVEIRA<br />
DE BRASÍLIA</span></p>
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		<title>SENADO APROVA EMPRESA INDIVIDUAL</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 13:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empresa individual]]></category>

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		<description><![CDATA[O Senado aprovou ontem um projeto que permite a abertura de empresa de sociedade limitada por uma única pessoa, sem a necessidade de no mínimo dois sócios para viabilizar o seu funcionamento. No modelo atual, para abrir uma empresa nesse formato é necessária a presença de pelo menos duas pessoas. A Comissão de Constituição e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou ontem um projeto que permite a abertura de empresa de sociedade limitada por uma única pessoa, sem a necessidade de no mínimo dois sócios para viabilizar o seu funcionamento. No modelo atual, para abrir uma empresa nesse formato é necessária a presença de pelo menos duas pessoas.</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) já havia aprovado o projeto em caráter terminativo no dia 1º de junho, mas houve apresentação de recurso que forçou a votação do texto em plenário. Em votação simbólica, os senadores referendaram hoje a aprovação do projeto &#8211; que segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>Pelo texto, fica criada no Código Civil a figura do empresário individual de responsabilidade limitada. Somente o patrimônio social da empresa responderá pelas suas dívidas, sem a possibilidade de se confundir com o patrimônio da pessoa que a constitui &#8211; com base em sua declaração anual de bens.</p>
<p>O projeto determina que a totalidade do capital social da empresa de responsabilidade limitada não deve ser inferior a R$ 54,5 mil, cem vezes o valor do salário mínimo do país.</p>
<p>O nome empresarial deve ser formado pela expressão &#8220;Eireli&#8221; logo depois da firma ou da denominação social da empresa. Fica proibido ao empresário individual de responsabilidade limitada figurar em mais de uma empresa dessa modalidade.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Valor Online</span></p>
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		<title>STJ COMEÇA A JULGAR CRÉDITOS DE PIS E COFINS</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 13:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
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		<description><![CDATA[A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justica (STJ) começou a julgar ontem, favoravelmente aos contribuintes, um processo em que a Vilma Alimentos pede para compensar créditos de PIS e Cofins resultantes da compra de material de limpeza, serviços de higienização e dedetização usados no processo de produção. Num posicionamento inédito, três ministros aceitaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justica (STJ) começou a julgar ontem, favoravelmente aos contribuintes, um processo em que a Vilma Alimentos pede para compensar créditos de PIS e Cofins resultantes da compra de material de limpeza, serviços de higienização e dedetização usados no processo de produção. Num posicionamento inédito, três ministros aceitaram a possibilidade de compensar esses créditos, sinalizando uma vitória para a empresa. A 2ª Turma é composta por cinco ministros.</p>
<p>A discussão envolve o conceito de insumo. As leis que tratam da não cumulatividade do PIS e da Cofins (Leis nº 10.637, de 2002, e nº 10.83, de /2003) definem que a empresa poderá descontar, na venda de seus produtos, os créditos decorrentes da aquisição de bens e serviços usados como insumo. Mas enquanto o Fisco interpreta o termo &#8220;insumo&#8221; de forma restrita, contribuintes defendem a ampliação desse entendimento.</p>
<p>A Receita Federal baixou instruções normativas definindo em que situações admite os créditos de PIS e Cofins. Elas definem como insumo as matérias primas, produtos intermediários e serviços aplicados diretamente na produção &#8211; o mesmo critério da legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).</p>
<p>Diversos contribuintes passaram a questionar essas regras. O advogado da Vilma Alimentos, Daniel Guazzelli, citou em sua defesa uma decisão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) que ampliou bastante a possibilidade de creditamento. Ao analisar um processo da Móveis Ponzani, de Porto Alegre, o Carf entendeu que o conceito de insumo para apuração de créditos de PIS e Cofins deve ser entendido como &#8220;todo e qualquer custo ou despesa necessária à atividade da empresa&#8221;. A decisão aplicou os mesmos termos da legislação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, que admite a compensação de tudo que for definido como custos.</p>
<p>A novidade do julgamento de ontem é que surgiu uma terceira definição de insumo &#8211; o critério da &#8220;essencialidade&#8221;. A Vilma Alimentos argumentou que, em seu caso, o conceito também deve incluir produtos e serviços de limpeza, uma vez que eles são essenciais ao seu processo produtivo. &#8220;Como você produz um alimento sem um ambiente totalmente limpo?&#8221;, questionou o advogado da empresa.</p>
<p>O relator do caso, ministro Mauro Campbell Marques, votou em favor da Vilma Alimentos, adotando o critério da &#8220;essencialidade&#8221; para definir o que é insumo. O voto foi seguido pelos ministros Humberto Martins e Castro Meira. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Herman Benjamin. Além dele, falta votar apenas o ministro César Asfor Rocha.</p>
<p>Advogados de contribuintes consideraram o julgamento positivo por ampliar as possibilidades de crédito em relação às instruções da Receita. Já o procurador Cláudio Seefelder, que representou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, ressaltou que o STJ afastou também o precedente do Carf, que ampliava as opções de creditamento. Seefelder adiantou que a discussão será levada à 2ª Seção, composta por um número maior de ministros. Não há outro precedente sobre a matéria na Corte.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Valor Online</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Maíra Magro | De Brasília</span></p>
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		<title>CONSÓRCIOS INTEREMPRESARIAIS</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 12:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última segunda feira, 13 de junho, o escritório De Figueiredo Demeterco Sociedade de Advogados, na pessoa de seu sócio Dr. Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco, apresentou palestra a um seleto grupo de empresários em evento da Câmara de Petróleo e Gás, na sede da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Praná), a qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na última segunda feira, 13 de junho, o escritório De Figueiredo Demeterco Sociedade de Advogados, na pessoa de seu sócio Dr. Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco, apresentou palestra a um seleto grupo de empresários em evento da Câmara de Petróleo e Gás, na sede da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Praná), a qual abordou o tema Consórcios Interempresariais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os slides da apresentação poderão ser consultados clicando no link abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://defigueiredodemeterco.com.br/wp-content/uploads/Apresentação-FIEP_Consorcios-Interempresariais.pdf">Apresentação FIEP_Consorcios Interempresariais</a></p>
<p style="text-align: justify;">Para visualizar o arquivo é necessário ter instalado um PDF Reader.</p>
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		<title>INSTITUTO DISCUTE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PARA EMPRESAS</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[fusões e aquisições]]></category>
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		<category><![CDATA[lei 6404]]></category>
		<category><![CDATA[lei das S/A]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de fusões e aquisições envolvendo empresas brasileiras cresceu cerca de 40% entre meados de 2009 e maio deste ano. As operações somaram US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 4,4 bilhões) de 2010 para cá, e ficaram concentradas nas regiões sudeste (33%) e centro-oeste (22%) do Brasil. No exterior, os negócios aconteceram, principalmente, nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O número de fusões e aquisições envolvendo empresas brasileiras cresceu cerca de 40% entre meados de 2009 e maio deste ano. As operações somaram US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 4,4 bilhões) de 2010 para cá, e ficaram concentradas nas regiões sudeste (33%) e centro-oeste (22%) do Brasil. No exterior, os negócios aconteceram, principalmente, nos Estados Unidos (27%) e na América do Sul (18%).</p>
<p>Os dados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Nacional de Recuperação Empresarial (Inre), que será divulgada no Congresso Internacional de Direito Societário, que começa hoje e vai até sexta-feira, em São Paulo.</p>
<p>O levantamento, realizado a partir de informações do Banco Central e das câmaras de comércio estrangeiras, será usado pela entidade como base para debater a reforma da Lei das Sociedades Anônimas &#8211; nº 6.404, de 1976 &#8211; e do novo Código Civil, que entrou em vigor em 2003.</p>
<p>Para um dos fundadores do Inre, o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Carlos Henrique Abrão, a formação de novos modelos societários justifica a elaboração de uma lei geral sobre empresas no Brasil, que poderia reunir a Lei das Sociedades Anônimas e aspectos dos códigos civil e comercial. &#8220;Defendo uma legislação codificada, em que sejam previstos todos os contratos e operações empresariais&#8221;, afirma.</p>
<p>Na opinião de Abrão, em um cenário de crescente participação estrangeira, o Brasil precisa de uma legislação que dê segurança aos acionistas minoritários. Uma das propostas em debate é a previsão em lei de uma cláusula de travamento. Por meio dela, 30% dos minoritários poderiam bloquear a venda do controle de uma empresa.</p>
<p>Outra forma de proteger o minoritário, segundo o desembargador, seria calcular a venda de ações não só pelo valor dos papéis, mas também com base no tempo de participação do acionista e do patrimônio da empresa. &#8220;Hoje, não há proporcionalidade entre o valor da empresa na primeira oferta de ações e as operações subsequentes que aumentam enormemente a alavancagem dela&#8221;, diz.</p>
<p>A adaptação do capital social ao patrimônio da empresa ao longo dos anos é outra sugestão para inclusão em lei. Pela proposta, o montante para capitalização inicial seria atualizado anualmente pelo balanço da empresa. De acordo com Abrão, o capital social teria que representar de 10% a 30% do patrimônio. &#8220;Isso protegeria acionistas e também consumidores&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Valor Online</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Bárbara Pombo | De São Paulo<br />
</span></p>
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		<title>COMISSÃO APROVA VALOR MENOR DE DEPÓSITO RECURSAL PARA MICROEMPRESAS</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 13:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[depósito recursal]]></category>
		<category><![CDATA[micro empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira (1º) proposta que reduz em 50% o valor do depósito recursal exigido pela Justiça do Trabalho em condenações de até 10 salários mínimos, só no caso em que o recorrente for microempresa ou empresa de pequeno porte. A proposta altera a Consolidação das Leis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Comissão de Desenvolvimento  Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira (1º) proposta que  reduz em 50% o valor do depósito recursal exigido pela Justiça do Trabalho em  condenações de até 10 salários mínimos, só no caso em que o recorrente for  microempresa ou empresa de pequeno porte. A proposta altera a Consolidação das  Leis do Trabalho (CLT &#8211; Decreto-Lei 5.452/43).</p>
<p style="text-align: justify;">O relator, deputado Romero  Rodrigues (PSDB-PB), foi favorável à medida e decidiu apresentar um novo texto  para estender o benefício a todas as pequenas empresas, independentemente de  estarem inscritas ou não no Simples Nacional. O projeto original (PL 7047/10),  do deputado Efraim Filho (DEM-PB), previa o depósito reduzido apenas para as  pequenas empresas inscritas no Simples.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ao colocar um fim à necessidade  de depósito integral, a proposta beneficia enormemente as micro e pequenas  empresas, sobretudo em relação à disponibilidade de capital de giro”, afirmou o  relator.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a CLT exige o depósito integral prévio para  recorrer, quando a condenação estabelece pena pecuniária de até dez vezes o  salário mínimo da região onde a ação foi julgada. Ainda segundo a lei, após a  ação transitar em julgado o valor do depósito é repassado para a parte  vencedora.</p>
<p style="text-align: justify;">Tramitação</p>
<div style="text-align: justify;">O projeto, que tramita em caráter  conclusivo, ainda será examinado pelas comissões de Trabalho, de Administração e  Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</div>
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		<title>SENADO APROVA LEI QUE INIBE O USO DE “LARANJAS” EM SOCIEDADES EMPRESARIAIS</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 18:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empresa limitada]]></category>

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		<description><![CDATA[O Senado aprovou ontem projeto de lei que muda o Código Civil para instituir a &#8220;empresa individual de responsabilidade limitada&#8221;, constituída por uma única pessoa titular do todo o capital social, que não será inferior a cem vezes o maior salário mínimo vigente no país (aproximadamente R$ 55 mil). Pela proposta, que vai à sanção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou ontem projeto de  lei que muda o Código Civil para instituir a &#8220;empresa individual de  responsabilidade limitada&#8221;, constituída por uma única pessoa titular do todo o  capital social, que não será inferior a cem vezes o maior salário mínimo vigente  no país (aproximadamente R$ 55 mil). Pela proposta, que vai à sanção  presidencial, somente o patrimônio social da empresa responderá por suas  dívidas. O patrimônio social da empresa não se confunde com o patrimônio pessoal  do titular.</p>
<div>
A proposta será encaminhada à sanção da presidente Dilma  Rousseff sem passar pelo plenário, porque foi aprovada pela Comissão de  Constituição e Justiça (CCJ) em caráter terminativo e teve origem na Câmara. O  objetivo do projeto, de autoria do deputado Marcos Montes (DEM-MG), é permitir  que o empresário possa explorar individualmente atividade econômica sem colocar  em risco seus bens particulares.</p>
<p>Segundo o relator, senador Francisco  Dornelles (PP-RJ), &#8220;a responsabilidade ilimitada leva a pessoal natural a se  juntar a outro sócio que não tem interesse na empresa, formando uma sociedade  limitada originariamente fictícia, apenas para afastar o risco da afetação do  patrimônio pessoal do empresário&#8221;.</p>
<p>O líder do DEM, senador Demóstenes  Torres (GO), citou o caso do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, que  tem 99,9% do capital da empresa de consultoria Projeto e seu sócio, o economista  Lucas Novaes, tem menos de 1%.</p>
<p>Para Dornelles, a criação da empresa  individual de responsabilidade limitada chega ao Brasil com 50 anos de atraso.  &#8220;Isso praticamente pode ser chamado de legislação antilaranja. Você hoje não  precisará botar uma pessoa a seu lado, muitas vezes não qualificada, para fazer  uma sociedade limitada. Com essa legislação, você será o único sócio, ter sua  própria empresa. Tem um capital e sua responsabilidade vai até o limite do  capital da própria empresa&#8221;, explicou.</p>
<p>Segundo o relator, a futura lei  será &#8220;um grande passo para acabar com a informalidade e com a figura do  laranja&#8221;.</p>
<p>O senador José Pimentel (PT-CE) disse que a medida irá retirar  da informalidade inúmeros empreendedores individuais.</p>
<p>Segundo o autor do  projeto, que estava presente na reunião da CCJ em que o projeto foi aprovado, a  criação da &#8220;empresa individual de responsabilidade limitada&#8221; é discutida no  Brasil desde o início da década de 80. A proposta foi retomada na década de 90,  no programa de desburocratização do governo. O assunto acabou deixado de lado  porque tramitava, então, projeto do Código Civil.</p></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Raquel Ulhôa | De Brasília</span></div>
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		<title>REUNIÃO DE LÍDERES EM BUENOS AIRES</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 13:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antenor Demeterco Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[advocacia empresarial curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de hoje, 26 de maio, encontram-se reunidos, em Buenos Aires, os líderes estrategistas da Rede Lex-Net para discutir os rumos da advocacia sul americana. Representando o escritório De Figueiredo Demeterco Sociedade de Advogados, o Dr. Antenor Demeterco Neto participa deste importante evento para o desenvolvimento da advocacia empresarial na América do Sul.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de hoje, 26 de maio, encontram-se reunidos, em Buenos Aires, os líderes estrategistas da Rede Lex-Net para discutir os rumos da advocacia sul americana.</p>
<p>Representando o escritório De Figueiredo Demeterco Sociedade de Advogados, o Dr. Antenor Demeterco Neto participa deste importante evento para o desenvolvimento da advocacia empresarial na América do Sul.</p>
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