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	<title>Projeto Mayhem</title>
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	<title>Projeto Mayhem</title>
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		<title>Enochiano e Magia Enochiana &#8211; Ulisses P. S. Massad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 15:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
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					<description><![CDATA[Bate-Papo Mayhem #029 &#8211; gravado dia 09/06/2020 (terça) Marcelo Del Debbio bate papo com Ulisses P. S. Massad &#8211; Enochiano e Magia Enochiana. Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as e 5as com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Saiba mais sobre o [&#8230;]]]></description>
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<p>Bate-Papo Mayhem #029 &#8211; gravado dia 09/06/2020 (terça) Marcelo Del Debbio bate papo com Ulisses P. S. Massad &#8211; Enochiano e Magia Enochiana. Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as e 5as com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. </p>



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<p>Saiba mais sobre o Projeto Mayhem aqui: <a href="https://www.catarse.me/tdc">https://www.catarse.me/tdc</a></p>
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		<title>Arcano 7 &#8211; Carro &#8211; Chet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 13:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tarot]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois cavalos arrastam uma espécie de caixa, montada sobre duas rodas e coberta por um dossel, onde se encontra um homem coroado, que traz um cetro em sua mão direita. Na parte frontal do carro (a única visível), em boa parte dos tarôs clássicos, há um escudo com duas letras, que variam com as editoras [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2020/07/chariot-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-29913" srcset="https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2020/07/chariot-1024x576.jpg 1024w, https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2020/07/chariot-300x169.jpg 300w, https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2020/07/chariot-768x432.jpg 768w, https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2020/07/chariot-1536x864.jpg 1536w, https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2020/07/chariot.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>


<p>Dois cavalos arrastam uma espécie de caixa, montada sobre duas rodas e coberta por um dossel, onde se encontra um homem coroado, que traz um cetro em sua mão direita. Na parte frontal do carro (a única visível), em boa parte dos tarôs clássicos, há um escudo com duas letras, que variam com as editoras das lâminas.<br>
Mais do que de cavalos, poderíamos falar de dois corpos dianteiros, fundidos ao carro. Os dois animais olham para a esquerda, mas a sua disposição é tal que parecem andar cada um para o seu lado. O cavalo da esquerda levanta a pata direita, e o da direita, a pata esquerda. O dossel repousa sobre quatro colunas.<br>
O homem, que tem uma coroa do tipo das de marquês, tem a mão esquerda sobre um cinto amarelo, na altura da cintura, e na mão direita traz um cetro que termina por um ornamento esférico encimado por um cone. O peito do personagem está coberto por uma couraça. Cada um dos seus ombros está protegido por uma meia-lua, com rostos de expressão diferente.</p>
<p><span id="more-350"></span></p>
<p>Os cabelos do personagem são amarelos, e seu olhar dirige-se ligeiramente para a esquerda, no mesmo sentido que o de seus cavalos.<br>
Cinco plantas brotam do solo. Não aparecem rédeas ou qualquer outro meio de guiar o carro.</p>
<p><strong>Significados simbólicos</strong><br>
Contemplação ativa, repouso. Vitória, triunfo.<br>
O setenário sagrado, a realeza, o sacerdócio.<br>
Magistério. Superioridade. Realização.</p>
<p><strong>Interpretações usuais na cartomancias </strong><br>
Êxito legítimo, avanço merecido. Talento, dons, capacidade, aptidões postas em marcha. Tato para governar, diplomacia, direção competente.<br>
Conciliação dos antagonismos, condução de forças divergentes. Progresso, mobilidade, viagens por terra.<br>
<strong>Mental</strong>: As coisas se realizam, mas falta ainda montar as peças de conjunto.<br>
<strong>Emocional</strong>: Afeto manifestado; protetor, serviçal.<br>
<strong>Físico</strong>: Grande atividade, rapidez nas ações. Boa saúde, força, atividade intensa. Do ponto de vista do dinheiro: gastos ou ganhos, movimento de fundos.<br>
Significa também notícia inesperada, conquista. Pode ser interpretado também como difusão da obra ou atividades do consulente através de palavras e, segundo sua localização na tiragem, significa elogios ou calúnias.<br>
<strong>Sentido negativo</strong>: Ambições injustificadas, vanglória, megalomania. Falta de talento e de consideração. Governo ilegítimo, situação usurpada, ditadura. Oportunismo perigoso. Preocupações, cansaço, atividade febril e sem repouso. Perda de controle.</p>
<p><strong>História e iconografia </strong><br>
O desfile dos heróis triunfantes de pé sobre seus carros de guerra é um costume pelo menos tão antigo quanto os próprios carros de guerra. Court de Gébelin – e com ele os que acreditam numa origem egípcia do Tarô – imagina que o Arcano VII nada mais é que a reapresentação do Osíris triunfal, e que os cavalos são uma herança vulgar da Esfinge.<br>
Mais coerente, contudo, é relacioná-lo às apoteoses lendárias que comoveram a Idade Média, época em que se localiza sua iconografia.<br>
Pode também lembrar um conto do ciclo mítico de Alexandre, o Grande, amplamente reproduzido desde a Antiguidade até o Renascimento.<br>
Levado até o Oriente pela sucessão de seus triunfos, Alexandre teria chegado até o fim do mundo. Quis então saber se era verdade que a Terra e o Céu se tocavam num ponto comum. Para isto seduziu com ardis – é preciso recordar que a astúcia é também prerrogativa dos heróis – dois pássaros gigantes que existiam na região; prendeu-os e acomodou entre eles uma cesta.</p>
<p>Com uma lança na mão, em cujo extremo havia atravessado um pedaço de carne de cavalo, o conquistador subiu ao seu carro improvisado. Com a promessa de comida que oscilava ante seus olhos, os Grifos começaram a mover-se e alçaram vôo. Os heróis não podem, contudo, sobrepor-se aos deuses: na metade do caminho Alexandre recebeu um emissário dos deuses, um enfurecido Homem Pássaro que insistiu para que ele desistisse de seu projeto. Muito a contragosto, Alexandre aceitou a censura e atirou a lança para a Terra, para onde desceram os Grifos, impacientes e vorazes.<br>
Essa lenda, nascida certamente no Oriente, foi introduzida na Europa no fim do século II. Estendeu-se em seguida por todo o Ocidente cristão e era conhecida desde a baixa Idade Média. Numerosas ilustrações e várias esculturas que a representam chegaram até nós. A Crônica Mundial, de Rudolph von Ems (século XIII) a reproduz em uma detalhada miniatura; em São Marcos de Veneza está o relevo talvez mais significativo para rastrear as fontes inspiradoras do Arcano VII: a cesta de Alexandre é ali uma caixa semelhante à de O Carro; aparecem também as rodas esboçadas.</p>
<p>Durante a Idade Média, a arte dos imagiers parece ter-se servido desta lenda como uma alegoria do orgulho.<br>
Por sua amplitude simbólica e pela beleza da sua composição, O Carro figura entre os arcanos de maior prestígio do Tarô. É, também, um dos que oferecem maiores lacunas de interpretação.<br>
Relacionado em princípio com Zain (sétima letra do alfabeto hebreu, que corresponde ao nosso Z), denuncia uma mobilidade e inquietude que tem a ver com todo deslocamento ou ação ziguezagueante, veloz.</p>
<p>Há autores que relacionam as rodas do Carro aos torvelinhos de fogo da visão de Ezequiel.<br>
Quando se traduz a lâmina pela palavra carro – protótipo dos sistemas de troca – representa o que é móvel, transferível, interpretável. Nesse caso, seu aspecto oracular é associado às mudanças provocadas pela palavra: elogios, calúnias, difusão da obra, boas ou más notícias; e, por extensão, aos sistemas de intercâmbio em geral (economian movimento de fundos).<br>
Aponta-se aqui a questão das relações entre esta mobilidade e o dinamismo mercurial do Prestidigitador, já que esses arcanos se encontram no início e no fechamento do primeiro setenário do Tarô.<br>
Talvez esta analogia possa ser levada mais longe, e não parece impossível que a figura toda seja uma ilustração desta passagem bíblica. Em Ezequiel (I, 4-28), com efeito, aparecem não só as rodas, o carro e os animais, mas também “sobre o trono, no alto, uma figura semelhante a um homem que se erguia sobre ele. E o que dele aparecia, da cintura para cima, era como o fulgor de um metal resplandecente”, o que é uma descrição bastante aproximada do personagem do Arcano VII. Nessa mesma passagem podem-se encontrar também analogias válidas para o simbolismo geral do Arcano XXI (O Mundo).<br>
Há quem veja ainda, nos animais presos, uma anfisbena (serpente de duas cabeças), ou poderes antagônicos que é necessário subjugar para prosseguir – “como no caduceu se equilibram as duas serpentes contrárias”. O veículo representaria o simbolismo do Antimônio (ou a Alma Intelectual dos alquimistas), mencionado como Currus Triumphalis num tratado de Basílio Valentin (Amsterdã, 1671).</p>
<p>A totalidade do arcano sugere, para Wirth, a idéia do corpo sutil da alma, graças ao qual o espírito pode se manifestar no campo do material. Esta idéia de um halo ou dupla transubstancial que não pode ser relacionada a nenhum dos três aspectos do homem (corpo –&gt; alma –&gt; espírito), mas que tende a relacioná-los entre si, gozou de um vasto prestígio esotérico: é o corpo sideral de Paracelso (ou astral, na linguagem teosófica), como também o “corpo aromático”, de Fourier, ou o Kama rupa do budismo soteriológico.<br>
Finalmente, permanece em aberto a explicação para as letras inscritas no escudo: S e M (no Tarô da editora Grimaud). Alguns supõem que se referem a Sua Majestade; outros, que falam dos dois princípios alquímicos, Sulfur e Mercurius). Não é este o único ponto obscuro do arcano que Éliphas Lévy chamou “o mais belo e mais completo de todos que compõem a chave do Tarô”.</p>
<p>Por Constantino K. Riemma<br>
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		<title>Dia do Maçom</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 12:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Adelino Lorenzetti Neto No dia 20 de agosto comemora-se o Dia do Maçom. Para os obreiros da arte real, trata-se de um dia muito importante, visto reforçar o comprometimento daquele que jurou respeito à Lei ao próximo e, sobretudo, ao Grande Arquiteto do Universo, criador de todas as obras. O verdadeiro maçom não defende [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2018/02/maçonaria-dia-2.jpg" alt="" width="480"/><br />
Por Adelino Lorenzetti Neto<br />
No dia 20 de agosto comemora-se o Dia do Maçom. Para os obreiros da arte real, trata-se de um dia muito importante, visto reforçar o comprometimento daquele que jurou respeito à Lei ao próximo e, sobretudo, ao Grande Arquiteto do Universo, criador de todas as obras. O verdadeiro maçom não defende sua causa, mas a causa de todos aqueles que visam a incansável construção do edifício social mais justo e perfeito.<br />
<span id="more-6626"></span><br />
Defende a justiça contra a tirania. Jamais mergulha suas mãos nas águas lodosas da corrupção. Clama, constantemente, pela prevalência do espírito sobre a matéria. Ser Maçom é ser amante da virtude, da sabedoria, da justiça e da humanidade. Ser Maçom é ser amigo dos pobres e desgraçados, dos que sofrem, dos que choram, dos que têm fome e sede de justiça; é propor como única norma de conduta o bem de todos e o seu progresso e engrandecimento. Ser Maçom é querer a harmonia das famílias, a concórdia dos povos, a paz do gênero humano. Ser Maçom é derramar por todas as partes os esplendores divinos da instrução; a educar a inteligência para o bem, conceber os mais belos ideais do direito, da moralidade e do amor; e praticá-los. Ser Maçom é levar à prática aquele formosíssimo preceito de todos os lugares e de todos os séculos, que diz, com infinita ternura aos seres humanos, indistintamente, do alto de uma cruz e com os braços abertos ao mundo: “Amai-vos uns aos outros, formai uma única família, sede todos irmãos”!<br />
Ser Maçom é olvidar as ofensas que se nos fazem, ser bom, até mesmo para com nossos adversários e inimigos, não odiar a ninguém, praticar a virtude constantemente, pagar o mal com o bem. Ser Maçom é amar a luz e aborrecer as trevas; ser amigo da ciência e combater a ignorância, render culto à razão e à sabedoria. Ser Maçom é praticar a tolerância, exercer a caridade, sem distinção de raças, crenças ou opiniões, lutar contra a hipocrisia e o fanatismo. Ser Maçom é realizar, enfim, o sonho áureo da fraternidade universal entre os homens.<br />
Portanto, meus amados irmãos Maçons, a história da Maçonaria Universal tem “O HOMEM COMO FONTE INESGOTÁVEL DE SABEDORIA, IMBUÍDO DA VONTADE FÉRREA DE ATINGIR OS SEUS OBJETIVOS, MESMO COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA”. E nem é preciso lembrar (ou relembrar) que dezenas — ou quiçá milhares — de irmãos nossos tiveram as suas vidas ceifadas lutando por uma causa nobre, isto é, a de difundir, de propagar, no Universo, os fundamentos da nossa notável instituição Maçônica, que se assentam nos princípios de: liberdade, fraternidade e igualdade.<br />
Diante de tudo isso, rendo-me, de joelhos, a tantos quantos foram e têm sido os irmãos que participaram e ainda participam, direta ou indiretamente, da história da Maçonaria universal, ao tempo em reconheço sua efetiva luta, sacrifício, dissabor, incompreensão, censura dos governos déspotas e de falsos pregadores, além de outros setores retrógrados de hoje. O verdadeiro maçom tem a MAÇONARIA UNIVERSAL como instituição séria, respeitada, admirada e consagrada como uma sociedade secreta, na qual se pratica o bem sem olhar a quem; forja-se masmorras ao vício; nutre-se o ideal de melhor servir à humanidade; pratica-se filantropia na última acepção da palavra; dignifica-se o homem; inspira-se confiança aos obreiros; levanta-se templos à virtude; reúne-se em nome da democracia, da liberdade, da fraternidade e da igualdade entre todos os povos; exalta-se o nome do Grande Arquiteto do Universo – G.A.D.U., como inspiração divina e como proteção de nossos trabalhos; leva-se à compreensão de todos os homens livres e conscientes a certeza plena de que é possível se viver sem os princípios da Maçonaria, nunca sem praticar nenhum ato maçônico.<br />
Concluo, afirmando, peremptóriamente, que ser Maçom é um estado de espírito; é viver em paz com sua consciência; é, essencialmente, praticar o bem à humanidade. Que sejamos bons e verdadeiros Maçons!</p>
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		<title>Resposta da Sociedade Teosófica à difamação cometida por Eduardo Vessoni</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 21:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Teosofia]]></category>
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					<description><![CDATA[NOTA DE ESCLARECIMENTO A Sociedade Teosófica no Brasil, vem, por meio desta NOTA, ao encontro de seus membros e associados, em todo o país, a fim de apresentar esclarecimentos quanto à matéria especial publicada pelo jornalista Eduardo Vessoni, em 16/08/2020, no Segundo Caderno (caderno de Cultura), do Jornal “O Globo”, com o título: “Madame Blavatsky, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>NOTA DE ESCLARECIMENTO</p>



<p>A Sociedade Teosófica no Brasil, vem, por meio desta NOTA, ao encontro de seus membros e associados, em todo o país, a fim de apresentar esclarecimentos quanto à matéria especial publicada pelo jornalista Eduardo Vessoni, em 16/08/2020, no Segundo Caderno (caderno de Cultura), do Jornal “O Globo”, com o título: “Madame Blavatsky, ocultista e impostora lendária, ganha biografia em HQ”; e com intertítulo: &#8216;Anos velados&#8217;, do ilustrador italiano Piero Bagnariol, narra juventude de personagem excêntrica e provocadora que fascina até hoje’.</p>



<span id="more-30812"></span>



<p>Constatamos que em vários trechos do texto, a biografia de Blavastky é posta à prova, no que se refere à idoneidade da mesma. Contudo, há que se acentuar que haviam grandes interesses políticos e religiosos contrários a qualquer avanço dos ideais da Sra. Blavatsky (1831 &#8211; 1891) e da Sociedade Teosófica (1875) pela causa da Fraternidade Universal, sem distinções de raça, credo, sexo, casta ou cor, no final do Século XIX. Portanto, neste contexto de resistência à universalidade de seus ideais, tudo foi feito para se acusar injustamente a Sra. Blavatsky como impostora.</p>



<p>A Sociedade para Pesquisas Psíquicas de Londres (SPP), por meio do relatório Hodgson, chegou à acusá-la de fraude principalmente na questão das cartas dos Mahatmas em 1885, sem sequer analisar esses documentos no microscópio. Essa justa análise só foi feita em 1997, resultando na falta de provas para qualquer acusação, e, portanto, por meio do relatório Harrison da SPP foi feita uma retratação: “o estrago causado [ao nome de H.P. Blavatsky] não se deve ao que foi dito, mas ao que não foi dito.” (HARRISON, Vernon, PhD. H.P. Blavatsky e a Sociedade para Pesquisas Psíquicas: Retratação a Blavatsky sobre as Cartas dos Mahatmas. Brasília: Teosófica, 2015, p. xvii) E conclui: “Peço desculpas a ela [H.P. Blavatsky] por termos levado cem anos para demonstrar que ela escreveu a verdade.” (Ibidem, p. 44)</p>



<p>Mais relevante deveria ser a positiva e inspiradora e criteriosamente comprovada influência da obra de Blavatsky, principalmente A Doutrina Secreta, e seus ideais, sobre o Parlamento Mundial das Religiões de Chicago, bem como na vida e obra de Gandhi, Thomas Edison, Crookes, Einstein, Yeats, James Joyce, Fernando Pessoa, Kandinsky, Mondrian, Klee, Gaugin, Mahler, Sibelius, Scriabin, entre vários outros.</p>



<p>À vista disso, informamos que a presidência da STB, além desta nota de esclarecimento, entrará em contato com a editoria do jornal O Globo &#8211; que publicou a matéria -, para solicitar que publiquem também um texto aclarador, com a nossa percepção dos fatos e em prol da edificação dos ideais que seguimos.</p>



<p>O jornalista tem o direito de publicar as informações que queira, todavia, desde que esteja embasado por fontes seguras. Na abertura da matéria, ele não cita, por exemplo, as fontes biográficas utilizadas (livros, teses, dissertações ou sites) e, também, não há nenhum personagem entrevistado, quer seja historiador, autor ou teósofo, especializado no assunto. Portanto, soa como opinião e conclusão pessoal o teor contido na matéria, desprovido de análise ampla e imparcial da realidade vivenciada, que ali se buscou retratar.</p>



<p>Brasília, 19 de Agosto de 2020.</p>



<p>Sérgio Carvalho de Moraes Júnior<br>Presidente da Sociedade Teosófica do Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os Mantras e Bija Mantras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PH Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 13:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[TdC]]></category>
		<category><![CDATA[Chakras]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[karma]]></category>
		<category><![CDATA[Mantras]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container">
<p style="text-align: justify;"><strong>Mantras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra mantra provém do sânscrito e tem muitas diferenças sutis de significado “instrumento da mente”, “linguagem divina” e “linguagem da fisilogia espiritual humana” são apenas algumas de suas conotações. O mantra é um instrumento para curar os problemas que todos nós enfrentamos na vida. Como afirma o mestre místico sufi Vilayat Inayat Khan: “A prática do mantra literalmente amassa a carne do corpo com a repetição de sons. As células delicadas dos complexos feixes de nervos são submetidas a um martelar constante, um ataque à carne pelas vibrações do som divino”.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática do mantra pode ajudar você a se sentir mais calmo e energizado. Pode ajudá-lo a lidar com situações difíceis ou desagradáveis, propiciando uma ideia do que fazer ou ajudando-o a ter paciência e perspectiva para simplesmente deixar que as coisas aconteçam. Pode ajudá-lo a realizar seus desejos e transformar seus sonhos em realidade. O mantra é um método pessoal ativo e pacífico de enfrentar as situações que você deseja mudar. São fórmulas antigas de sons divinos registrados pelos antigos sábios da Índia e mantidos em confiança e segredos durante séculos, tanto na Índia como no Tibete.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: inherit;">Mas o mantra não é nenhuma panaceia. Não é o único nem o melhor meio de resolver todos os problemas humanos. Sua vida e seu karma – o efeito acumulado de todos os pensamentos e atos de muitas encarnações – são demasiadamente complexos para serem dominados inteiramente por algumas semanas de trabalho com fórmulas espirituais, por mais poderosas que elas possam ser. Mas a prática do mantra pode solucionar totalmente muitos dos problemas que enfrentamos e proporcionar alívio considerável a outros.</span><span id="more-18542"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A prática de mantras pode ajudar você a lidar com os problemas e necessidades materiais da vida. Todos nós queremos ou necessitamos de algo, ou desejamos realizar mudanças em nossa vida. Algumas pessoas querem encontrar um parceiro. Outras estão em busca de um novo trabalho ou carreira. Muitos de nós já tivemos problemas de saúde ou conhecemos alguém que tenha. Todos nós passamos por dificuldades financeiras em uma ou outra fase da vida. Temos desejos que podem ser tão simples como a compra de um carro novo ou tão complexo como aparar das arestas nas relações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos de nós também queremos ajuda para lidar com emoções e conflitos interiores. Deparamo-nos com situações que provocam reações automáticas que gostaríamos de evitar. Ficamos frustrados, tristes, furiosos e enciumados. Às vezes, nossas reações podem ser mais problemáticas do que as situações que as provocaram. Algumas palavras ditas com raiva podem causar danos enormes a uma relação de amizade ou de amor. A depressão pode tornar-se tão profunda que afasta todos e tudo de nós. Os anseios e as obsessões nos isolam. A prática dos mantras pode ajudá-lo a obter clareza tanto com respeito ao propósito da sua vida quanto de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, gostaríamos simplesmente de poder ajudar os outros, mas não sabemos exatamente como. Um membro da família ou colega de trabalho passando por alguma dificuldade, ou gostaríamos de poder dar uma contribuição para melhorar a comunidade ou o mundo em que vivemos – se apenas soubéssemos o que fazer. A prática de mantras pode ajudá-lo a encontrar o meio certo de promover mudanças efetivas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bija Mantras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem certos mantras, de uma única sílaba, que são extremamente potentes. Eles são conhecidos como mantras seminais, sem nenhuma conotação específica. Em sânscrito, são conhecidos como mantras bija e, na literatura védica, são abundantes os contos e lendas de seres que os praticaram e conquistaram elevados níveis de poder espiritual e material. No Rig Veda, por exemplo, o espírito da terra Kubera tornou-se o rei da prosperidade simplesmente por ter recitado alguns desses poderosos mantras seminais por um longo (sobrenaturalmente longo) período de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente das palavras da fala corriqueira, os mantras bija são por si mesmos experiências de energia. Não são símbolos de outros objetos ou experiências do mundo. A palavra “cadeira” denota um objeto de quatro pernas, mas os mantras seminais não representam objetos e nem mesmo sentimentos. São como o perfume de uma flor ou o sabor de uma maça. Não existem palavras para definir essas experiências. As experiências é que definem as palavras.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem mantras bija de gênero neutro para ajudar a ativar cada um dos chakras e prepará-lo para lidar com a energia que é processada e usada em seu respectivo centro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lam</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o som seminal do chakra Muladhara, localizado na base da coluna. Ele é regido pelo elemento terra e tem a qualidade do olfato. Quando um devoto medita sobre o som Lam, diz-se que surge uma fragrância mística como indício de progresso espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vam</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o som seminal do Chakra Swadhisthana, localizado no centro genital. Seu elemento é a água e sua qualidade é o paladar. Ao recitar o bija Vam visualiza uma lua crescente sobre a água. A paciência começará a se manifestar, bem como um maior controle sobre o apetite e outros sentidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ram</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o som seminal do Chakra Manipura, localizado no plexo solar. É regido pelo elemento fogo e sua qualidade é a forma. Concentre-se no Ram e você verá um fogo “amigável” que é parte de você. Quando essa energia é equilibrada, desaparecem os distúrbio estomacais e problemas digestivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yam</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o som seminal do Chakra Anahata, situado no centro do coração. O elemento que o rege é o ar e sua qualidade predominante é o tato. Se você concentra-se no som Yam, o som seminal do elemento ar, você poderá ouvir música ou vozes de seres divinos. (como diz a Bíblia, se você encontrar espíritos, não deixe de testá-los) A prática deste mantra bija pode ajudar a aliviar muitos os sintomas de asmas e de outras doenças pulmonares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ham</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o som seminal do Chakra Vishuddha, situado na região da garganta. Seu elemento é o éter e sua qualidade o som. Quando você se concentra no Hum, os problemas da garganta são curados e fica fácil aprender outras línguas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Om (Aum)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o som seminal correspondente ao Chakra Ajna, localizado no centro da terceira visão. As energias masculina e feminina encontram-se no centro da terceira visão. Portanto, este som seminal contém o Princípio da Unidade. Este mantra seminal está relacionado a uma qualidade de inteligência cósmica. Pela prática do Om, elimina-se as preocupações e a mente fica serena.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada mantra seminal tem um poder único que você mesmo terá de descobrir. Os modos como eles podem funcionar e manifestar-se para você são muito diferentes dos modos como funcionam para outros praticantes; isso é de se esperar em função das muitas e profundas diferenças kármicas pessoais. Seja receptivo a quaisquer imagens ou resultados que o mantra lhe proporcionar. Quaisquer mudanças que ocorram em sua vida podem conter o germe para a solução do problema ou o motivo pelo qual você decidiu praticar o mantra.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</div></div>
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		<title>Alguns Conceitos Básicos de Astrologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 13:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[TdC]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto Publicado originalmente no blog “Astrologia Tradicional”, do Yuzuru Izawa. É importante salientar que a Astrologia Medieval é muito mais limitada e mística do que a Astrologia Hermética. Existiam conceitos como &#8220;o Grande Maléfico&#8221;, &#8220;Grande Benéfico&#8221; e outras que hoje em dia estão descartadas mas que podem ser compreendidas do por que as pessoas pensavam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto Publicado originalmente no blog “Astrologia Tradicional”, do Yuzuru Izawa. É importante salientar que a Astrologia Medieval é muito mais limitada e mística do que a Astrologia Hermética. Existiam conceitos como &#8220;o Grande Maléfico&#8221;, &#8220;Grande Benéfico&#8221; e outras que hoje em dia estão descartadas mas que podem ser compreendidas do por que as pessoas pensavam daquela maneira. Por exemplo, a casa 6 como a casa dos &#8220;escravos&#8221; não faz o menor sentido hoje em dia. Mas pode ser simbolicamente atrelada ao conceito de Workaholic dos virginianos&#8230; o estudo dos símbolos nunca pode ser feito desatrelado do tempo-espaço de onde foi originado.</p>
<p><em>A palavra Zodíaco, que pode se traduzir como “Roda da Vida” (também como Roda animal), é a seqüência das doze constelações que se encontram de um e de outro lado da eclíptica, ou seja, do plano curvo imaginário no qual o Sol percorre num ano a totalidade da esfera celeste.<br />
Em seus percursos os astros desenham formas diretamente ligadas à sorte da Terra e de seus habitantes, os homens, membros ativos do sistema. Estas condições nos marcam e nos servem para conhecer nossos limites, determinados primeiramente pelo lugar e pelo tempo de nosso nascimento e, a partir de tais limites, poderemos optar pelo ilimitado como fundamento de toda ordem verdadeira.</em><br />
<span id="more-18320"></span></p>
<p>Desde o começo dos tempos, os astros escrevem no céu uma dança contrapontística e harmônica de formas e ritmos computáveis para o ser humano que, sumido no caos de um movimento sempre passageiro, toma essas pautas como mais fixas e estáveis no decorrer constante de noites e dias que tende a se confundir num amorfo sem significado. Estas pautas condicionam sua vida, tal qual a cultura em que nascemos, sujeita ao devir histórico e à determinação geográfica, também não alheios à sutil influência de planetas e estrelas. Trata-se de conhecer não só o mapa do céu como introdução ao entendimento da Cosmogonia, senão também de considerar a importância que estes têm em nossa vida individual e em relação à integração dela no macrocosmo, sem cair em jogos meramente egóticos ou simplistas senão, pelo contrário, com o objetivo de encontrar nos planetas e no zodíaco pontos de referência para conciliar as energias anímicas de nossa personalidade, equilibrando-as de modo tal que o estudo da Astrologia seja um auxiliar precioso do Processo de Conhecimento, fundamentado na experiência que os astros e seus movimentos produzem no ser individual e sua existência, e que podem ser manejadas de acordo às pautas benéficas e maléficas que sua própria energia-força dual manifesta no conjunto cósmico.<br />
Essa cola serve para quem não sabe de memória a ordem dos signos, ou o nome dos planetas, ou onde mesmo achava “aqueles tais dos termos”, etc. Por enquanto teremos poucos itens, e vamos crescendo:</p>
<p>&#8211; planetas<br />
&#8211; signos<br />
&#8211; casas astrológicas<br />
&#8211; Tipos de aspectos</p>
<p>1 – <strong>Planetas</strong> (na ordem caldeica – mais lentos até os mais velozes)<br />
&#8211; <strong>Saturno</strong> &#8211; grande maléfico – ordem, restrição, ossos, problemas, reis, mendigos, velhos, melancolia – seu ciclo demora 29 anos<br />
&#8211; <strong>Júpiter </strong>– grande benéfico – advogados, justiça, benevolência, chuvas, filhos, fama e fortuna, sorte, alegria, filosofia e sabedoria – 12 anos<br />
&#8211; <strong>Marte</strong> – pequeno maléfico – soldados, brigas, violência, coragem, homens jovens, irmaos, viagens – 2 anos e meio<br />
&#8211; Sol – o rei, o coração, o poder, as autoridades, a coragem, a força, o olho direito, a força vital, o pai, o marido – 1 ano<br />
&#8211; <strong>Vênus</strong> – sexo e casamento, diversao, bebidas e alegria, vestidos, coisas bonitas, a esposa, a amante – 1 ano – nunca se separa muito do sol<br />
&#8211; <strong>Mercúrio </strong>– mensageiros, a escrita, a fala, escravos, nem homem nem mulher, nem bem nem mal, a inteligência, o cérebro, todos que trabalham com palavras e números – 1 ano, sempre muito próximo do sol<br />
&#8211; <strong>Lua </strong>– a emoção, a esposa, a mãe, o corpo físico, a fertilidade, a mente, os leva-e-traz, a prata, os objetos perdidos, os fugitivos, etc, 1 mês.</p>
<p>2 – <strong>Zodíaco </strong>(elemento do signo, regentes, parte do corpo, e caracteristicas importantes)<br />
&#8211; <strong>Áries </strong>&#8211; fogo, cardinal, representa a cabeça, signo “quadrúpede”, é regido por marte.<br />
&#8211; <strong>Touro</strong> – terra, fixo,  pescoço, quadrúpede, é regido por vênus<br />
&#8211; <strong>Gêmeos</strong> – ar, signo mutável ou “comum”, mercúrio, ombros e braços, signo humano, de “grande voz”, é regido por mercúrio.<br />
&#8211; <strong>Câncer </strong>&#8211; água, cardinal, lua, peito, signo fértil e silencioso, é regida pela Lua.<br />
&#8211; <strong>Leão</strong> – fogo, fixo, sol, coração e costas, signo estéril e bestial, é regido pelo Sol.<br />
&#8211; <strong>Virgem </strong>– terra, mutável, mercúrio, abdômen, signo humano e estéril, de grande voz, é regido por mercúrio.<br />
&#8211; <strong>Libra</strong> – ar, cardinal, vênus, as cadeiras e bunda, signo humano de grande voz, é regido por Vênus.<br />
&#8211; <strong>Escorpião</strong> – água (e não fogo, como muitos pensam), fixo,  rege o pênis/vagina e o ânus, um signo escuro, fértil, silencioso. regente é marte (e não plutão),<br />
&#8211; <strong>Sagitário </strong>&#8211; fogo, mutável, regente é júpiter, rege as pernas, a primeira parte do signo é considerada humana, a segunda é bestial, é regido por Júpiter.<br />
&#8211; <strong>Capricórnio</strong> – terra, cardinal, regente é saturno, joelhos, de natureza bestial. É regido por Saturno.<br />
&#8211; <strong>Aquário</strong> – ar, fixo,  rege a panturrilha e batata da perna, medianamente comunicativo, poucos filhos, signo humano, regente é saturno (e não urano).<br />
&#8211; <strong>Peixes</strong>&#8211; água, mutável, rege os pés, signo fértil e silencioso, regente é júpiter (e não netuno).</p>
<p>3 – <strong>Casas Astrológicas</strong><br />
&#8211; <strong>Casa 1</strong> &#8211; Ascendente – o corpo físico<br />
&#8211; <strong>Casa 2</strong> – o dinheiro, as coisas que ajudam a casa 1, como por exemplo um assistente pessoal ou um advogado (em horária)<br />
&#8211; <strong>Casa 3</strong> – irmãos, viagen, a religiosidade prática das pessoas<br />
&#8211; <strong>Casa 4</strong> &#8211; o pai (e não a mãe), a família (considerada em geral), a casa, a terra, o país natal, os bens imóveis, objetos perdidos, tesouros enterrados, etc.<br />
&#8211; <strong>Casa 5</strong> – filhos, diversão, o sexo (e não a casa 8 como muitos aprenderam), propriedades do pai, embaixadores.<br />
&#8211; <strong>Casa 6</strong> – doença (e não saúde), defeitos do corpo, trabalho penoso (e não carreira), escravos, pequenos animais, inimigos (na astrologia grega).<br />
&#8211; <strong>Casa 7</strong> – inimigos (para os árabes e medievais), esposo(a), amor, casamento, parcerias, combates, processos legais.<br />
&#8211; <strong>Casa 8</strong> &#8211; Morte (e não o sexo), assassinato e outras causas para a morte, heranças, pobreza, dinheiro da esposa, gastos.<br />
&#8211; <strong>Casa 9</strong> &#8211; Espiritualidade (e não a casa 12) , Viagens, religiao, seriedade, conhecimento, filosofia, confianca, visoes, sonhos e profecias<br />
&#8211; <strong>Casa 10</strong> – o rei, o governador, autoridade, nobres, sucesso, fama, carreira, comércio, profissao, a mãe.<br />
&#8211; <strong>Casa 11</strong> &#8211; felicidade, amigos, rezas, coisas que ganhamos do nada ou repentinamente, coisas que nos ajudam, amor, longevidade, dinheiro do trabalho.<br />
&#8211; <strong>Casa 12</strong> – inimigos secretos, miséria, ansiedade, prisoes, asilos, dividas, auto-destruicao, doencas, principalmente as mentais e as crônicas, que causam longa hospitalizacao, escravidao, animais grandes, exilio, depressao (ou seja, nada a ver com espiritualidade), bruxaria (no sentido de magia negra).</p>
<p>4 – <strong>Tipos de Aspectos</strong> – os aspectos são relações angulares entre os planetas. Um planeta “aspecta” outro quando estão em signos que podem “enxergar-se”, pois o conceito tem a ver com a sua transmissão de luz. Os aspectos modernos (semi-sextil, sesquiquadratura) devem ser ignorados. Existem cinco tipos de aspectos, às vezes chamados de ptolomeicos:<br />
&#8211; <strong>Conjunção </strong>(0 grau) – não é tecnicamente um aspecto, mas tá valendo. Você encontrará o dois planetas no mesmo signo, em graus próximos, por exemplo, o sol em 5 de leão e saturno em 7 de Leão estão em conjunção. Significa a fusão de duas naturezas planetárias.<br />
&#8211; <strong>Oposição </strong>(180 graus) as duas naturezas se combatem como inimigas. A oposição de um planeta em áries estará no signo oposto, Libra. A oposição de touro está em escorpião, etc.<br />
&#8211; <strong>Quadratura </strong>(90 graus) – relação tensa entre dois planetas. Por exemplo, um planeta em áries estará em quadratura por signo com qualquer planeta em câncer, libra ou capricórnio.<br />
&#8211; <strong>Trígono </strong>(120 graus) – relação “fácil” que se dá entre signos de mesmo elemento. Por exemplo câncer, escorpião e peixes formam trígonos entre sí, porque são signos de água.<br />
&#8211; <strong>Sextil </strong>(60 graus) – relação também fácil, mas bem mais fraca que o trígono, muitas vezes nem se nota</p>
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		<title>O Vampiro na literatura, filmes e na cultura pop &#8211; Lorde A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 15:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[vampiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Bate-Papo Mayhem #028 &#8211; gravado dia 06/06/2020 (sabado) Marcelo Del Debbio bate papo com Lorde A &#8211; O Vampiro na literatura, filmes e na cultura pop. Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as e 5as com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Saiba [&#8230;]]]></description>
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<p>Bate-Papo Mayhem #028 &#8211; gravado dia 06/06/2020 (sabado) Marcelo Del Debbio bate papo com Lorde A &#8211; O Vampiro na literatura, filmes e na cultura pop. Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as e 5as com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Saiba mais sobre o Projeto Mayhem aqui: https://www.catarse.me/tdc</p>



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<p>Saiba mais sobre o Projeto Mayhem aqui: <a href="https://www.catarse.me/tdc">https://www.catarse.me/tdc</a></p>
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		<title>Um drama persistente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arrais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TdC]]></category>
		<category><![CDATA[Textos para Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[» Parte 1 da série &#8220;Intoxicados&#8221; Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética, que quando introduzida no organismo, modifica suas funções de forma considerável; Particularmente alterações nos sentidos, no caso dos entorpecentes. Os Sofrimentos do Jovem Werther (1774) é um romance de Johann Wolfgang von Goethe. Marco inicial do romantismo, considerado por muitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>» <em>Parte 1 da série &#8220;Intoxicados&#8221;</em></p>
<p><a title="Ó Senhor da Felicidade Comprimida, anestesia-me! Anestesia-me!" href="http://4.bp.blogspot.com/-96SRPggdACk/Tsv9qgUgfPI/AAAAAAAACAY/OG4FK7BoRzY/s1600/Deus_Tarja_Preta.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677910661902925042" style="float: right; margin: 0 0 10px 10px; cursor: hand; width: 200px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-96SRPggdACk/Tsv9qgUgfPI/AAAAAAAACAY/OG4FK7BoRzY/s320/Deus_Tarja_Preta.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Drogas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Droga</a> é toda e qualquer substância, natural ou sintética, que quando introduzida no organismo, modifica suas funções de forma considerável; Particularmente alterações nos sentidos, no caso dos entorpecentes.</em></p>
<p style="padding-top: 25px;"><em>Os Sofrimentos do Jovem Werther</em> (1774) é <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Sofrimentos_do_Jovem_Werther" target="_blank" rel="noopener noreferrer">um romance de Johann Wolfgang von Goethe</a>. Marco inicial do romantismo, considerado por muitos como uma obra-prima da literatura mundial, é uma das primeiras obras do autor, de tom autobiográfico. Werther – o protagonista – é marcado por uma paixão profunda e tempestuosa, marcada pelo fim trágico. Com seu suicídio, devido ao amor aparentemente não correspondido, Goethe põe um pouco de sua vida na obra, pois ele também vivera um amor não correspondido, apesar de, evidentemente, não ter cometido o ato de se matar. Em todo caso, tão profundamente descrito foi o drama e o suicídio do jovem Werther, que nos anos seguintes a publicação, diversas pessoas se mataram de forma semelhante na Alemanha e, em vários casos, um exemplar do livro era encontrado ao lado do corpo.</p>
<p>É sempre complexo lidar com os momentos em que a vida simplesmente parece não se desenrolar da maneira que esperávamos, que gostaríamos, particularmente nos casos de sentimentos não correspondidos. Sem dúvida que, quando éramos caçadores nômades, tais angústias provavelmente sequer tinham espaço em nossa mente: era preciso <em>sobreviver</em>, não havia muito tempo para refletir sobre a vida&#8230; Estranho de se pensar: foi exatamente quanto nos assentamos em grandes e luxuosas cidades, quando tínhamos comida fresca na geladeira e acesso fácil ao conhecimento elaborado da natureza, que passamos a nos angustiar com a vida. Será que a vida foi feita para vivermos sem exatamente pensarmos sobre ela?</p>
<p><span id="more-18521"></span></p>
<p>Paradoxalmente, ao termos tempo de sobra para refletir sobre nossa própria vida, por vezes acabamos por, ao invés de celebrá-la e aproveitar o tempo livre para viver, criar uma enorme <em>dramaturgia</em> que insiste em tornar tudo cinza e melancólico, ao nos reafirmar que, ao contrário do que pensávamos, a vida não transcorre <em>sempre</em> da maneira que gostaríamos&#8230; Se é assim, vale a pena viver? A grande ironia é que o “mal do século”, a depressão, quase que sempre se caracteriza por um medo persistente da morte. Então, por nos angustiarmos com a vida, principalmente por temer a morte, acabamos por deixar de aproveitar este precioso momento do existir. Então, parafraseando o Dalai Lama, <em>vivemos como se não fôssemos morrer, mas com grande medo da morte, e por fim morremos como se não houvéssemos sequer vivido, pois que foi uma vida de medo</em>.</p>
<p>A primeira causa de morte por atos de violência no mundo não são os acidentes de trânsito, os homicídios nem os conflitos armados, mas o suicídio. Esse dado desconcertante foi revelado em 2002, numa reunião da Organização Mundial de Saúde (OMS) em Bruxelas. Ao lê-las (aparentemente pela primeira vez) para os convidados da cerimônia, o então primeiro-ministro da Bélgica, Guy Verhofstadt, não conteve o susto e, quebrando o protocolo, indagou incrédulo: “É isso mesmo?”. Sim, é isso mesmo, a pós-modernidade tem nos relegado esta herança macabra, em que uns optam por findar sua dramaturgia encerrando a própria vida, enquanto outros optam por viverem como se nem mesmo estivessem por aqui&#8230;</p>
<p>Ao longo do tempo, <span class="pull">muitos encontraram refúgio<span class="drop"> dessa angústia</span> na anestesia da própria alma</span>&#8230; A lista das substâncias que deveriam vencer as depressões, mas que sempre ajudaram apenas alguns afetados, é muito longa. No decorrer dos séculos, os médicos testaram quase tudo o que influenciava o cérebro de alguma forma. O ópio já era considerado na antiga China um meio eficaz contra as doenças do ânimo. O “tratamento com ópio” devia curar a melancolia, mas devido ao seu enorme risco de vício, ao longo dos séculos as pessoas desistiram da droga (mas nem todas), sendo que ela há muito deixou de ser compreendida como um remédio para a angústia.</p>
<p>Em 1802, um médico londrino recomendava um pesado Borgonha contra a melancolia. A <em>cannabis</em> e a cocaína também eram comumente utilizadas no século 19 como medicamento. Nos anos 50, entraram em voga as anfetaminas estimulantes. Em 1953, causou sensação uma notícia que dizia que o medicamento utilizado para tuberculose, a <em>iproniazida</em>, também tinha efeito antidepressivo. Alguns anos mais tarde, porém, ele foi tirado do mercado, pois pode causar graves efeitos colaterais no organismo. De lá para cá, entretanto, temos observado uma grande corrida da indústria farmacêutica mundial em busca de antidepressivos cada vez mais eficazes e com menos efeitos colaterais&#8230; Ou, pelo menos, é o que o grande mercado da melancolia gostaria que vocês acreditassem.</p>
<p>Em 2008, o psicólogo Irving Kirsch, da universidade britânica de Hull, examinou os documentos americanos da autorização de quatro novos depressivos. Os produtos, aparentemente ajudavam apenas pacientes com depressão grave. À primeira vista, parecia que as substâncias mitigavam os sintomas da patologia independentemente de sua gravidade. Ora, formas mais amenas de melancolia costumam regredir naturalmente após certo tempo. Essas “curas espontâneas” são tanto mais comuns quanto mais leves forem os estados depressivos. Nos estudos de Kirsch comprovou-se que nos estágios de depressão leve, faz pouquíssima diferença se os pacientes usaram antidepressivos ou placebo (por exemplo, pílulas de farinha). Somente em depressões mais sérias a diferença estatística entre o preparado e o placebo se torna realmente relevante.</p>
<p><span class="pull">Não quero<span class="drop"> aqui, obviamente,</span> dizer que depressivos devem deixar de se medicar</span>. Muito pelo contrário, estou, como Kirsch, enaltecendo que os remédios são de grande auxílio, contanto que o paciente <em>esteja efetivamente depressivo</em>&#8230; A indústria farmacêutica é, ironicamente, junto com a indústria do comércio ilegal de drogas, um dos grandes mercados mundiais, provavelmente com as taxas de lucro mais elevadas – ao lado da indústria de armamentos. Estamos, pois, vivendo na era do culto ao lucro, <a href="http://textosparareflexao.blogspot.com/2010/06/onde-esta-o-seu-deus.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">capitaneada pelo <em>deus do consumo</em></a>. Não é nenhuma surpresa, portanto, que o seu grande profeta, o <em>deus da tarja-preta</em>, surja como o grande agente de barganhas por todas as partes do mundo capitalista.</p>
<p>É fácil compreender: se as indústrias deixam de visar apenas o auxílio à cura efetiva, e passam a dar prioridade às margens de lucro, me parece óbvio que seja cada vez mais comum às pessoas serem diagnosticadas <em>apressadamente</em> como depressivas. E, igualmente compreensível, que cada vez mais remédios antidepressivos sejam facilmente recomendados, mesmo nos casos em que não têm eficácia muito distante de uma pílula de farinha&#8230; Cada vez mais, o tratamento psicoterápico, tão essencial, é relegado a uma mera medição mecânica onde supostamente se mede um estado de tristeza e se receita antidepressivos X ou Y como tratamento. Cada vez mais, somos que tratados como máquinas complexas que, por alguma estranha razão, estão preferindo se anestesiar a encarar a própria melancolia, e viverem como se não estivessem mais aqui&#8230; Para o <em>deus tarja-preta</em>, no entanto, tudo está perfeitamente bem, contanto que não se matem, contanto que não parem de comprar suas maravilhosas “pílulas de felicidade comprimida”.</p>
<p>Mas, as estatísticas da OMS não mentem: <em>não tem dado certo</em>. <span class="pull">As máquinas tristes continuam se matando</span>, continuam preferindo se desligar a enfrentar o drama persistente da vida&#8230; Talvez fosse a hora de voltarmos a uma medicina de vida, e não de <em>anestesia da vida</em>. A um entendimento de que somos, afinal, seres, e não máquinas, por mais que isso contrarie o materialismo em voga. No fim, o que parece nos salvar da angústia do mundo é algo que sempre esteve dentro de nós mesmos, mas que <a href="http://textosparareflexao.blogspot.com/2007/08/trupe-dos-fantasmas-dramticos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">em nossa dramaturgia</a> encenada cuidadosamente para que continuássemos a buscar algo lá fora, e não aqui dentro, acabamos por ignorar, e a viver como se não tivéssemos uma alma para tomar conta.</p>
<p>Tomar conta de uma alma é uma grande responsabilidade. Requer a compreensão dos eventos da vida que podemos mudar e, sobretudo, daqueles que não podemos. Requer o olhar para si mesmo, e encarar de frente os momentos de tristeza&#8230; Não como o jovem Werther, que apostou toda a sua felicidade, toda a sua vida, no sentimento de outro alguém, mas como todo ser que está em via de desenvolvimento, e de lenta aquisição de sabedoria, e que aposta toda a sua vida na própria vida, na existência em si, neste divino momento, <em>e apenas nele</em>.</p>
<p>Há outros, porém, que foram ainda mais iludidos: que aprenderam a se entorpecer, e se tornarem insensíveis para a melancolia, ainda antes que ela viesse&#8230;</p>
<p>» <a href="https://projetomayhem.com.br/2014/09/19/a-guerra-dos-50-anos/"><em>Na continuação – o grande dilema do combate às drogas: reprimir ou tratar?</em></a></p>
<p>***</p>
<p><strong>Bibliografia</strong><br />
As informações científicas e estatísticas do artigo foram retiradas dos artigos <em>Antidepressivos são mesmo eficazes?,</em> pelo psicólogo e jornalista Jochen Paulus, que foi matéria de capa da revista <em>Scientific American – Mente &amp; Cérebro </em>#226 (Duetto); e <em><a href="http://scienceblogs.com.br/efeitoadverso/2010/10/suicidio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Escalada do suicídio</a></em>, pela jornalista científica Luciana Christante, autora do blog Efeito Adverso.</p>
<p>***</p>
<p>Crédito da imagem: Corbis</p>
<p><em>O <a href="http://textosparareflexao.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Textos para Reflexão</a> é um blog que fala sobre espiritualidade, filosofia, ciência e religião. Da autoria de Rafael Arrais (raph.com.br). Também faz parte do <a href="https://www.daemon.com.br/wiki/index.php?title=Projeto_Mayhem" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Mayhem</a>.</em></p>
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<p><strong>Ad infinitum</strong><br />
Se gostam do que tenho escrito por aqui, considerem conhecer meu livro. Nele, chamo 4 personagens para um diálogo acerca do Tudo: uma filósofa, um agnóstico, um espiritualista e um cristão. Um hino a tolerância escrito sobre ombros de gigantes como Espinosa, Hermes, Sagan, Gibran, etc.<br />
» <a href="http://www.raph.com.br/tpr/editora.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comprar livro impresso, PDF, ou versão para Amazon Kindle</a></p>
</div>
<p>***</p>
<p>» <a href="https://projetomayhem.com.br/category/colunas/textos-para-reflexao/">Ver todos os posts da coluna Textos para Reflexão no TdC</a></p>
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		<title>Os Princípios da Alquimia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2020 13:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
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					<description><![CDATA[“Escuro e nebuloso é o início de todas as coisas, mas não o seu fim.” A transmutação de qualquer metal em ouro, o elixir da longa vida são na realidade coisas minúsculas diante da compreensão do que somos. A Alquimia é a busca do entendimento da natureza, a busca da sabedoria, dos grandes conhecimentos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Escuro e nebuloso é o início de todas as coisas, mas não o seu fim.</em>”</p>
<p>A transmutação de qualquer metal em ouro, o elixir da longa vida são na realidade coisas minúsculas diante da compreensão do que somos. A Alquimia é a busca do entendimento da natureza, a busca da sabedoria, dos grandes conhecimentos e o estudante de alquimia é um andarilho a percorrer as estradas da vida. O verdadeiro alquimista é um iluminado, um sábio que compreende a simplicidade do nada absoluto. É capaz de realizar coisas que a ciência e tecnologias atuais jamais conseguirão, pois a Alquimia está pautada na energia espiritual e não somente no materialismo e a ciência a muito tempo perdeu este caminho. A Alquimia é o conhecimento máximo, porém é muito difícil de ser aprendida ou descoberta. Podemos levar anos até começarmos a perceber que nada sabemos, vamos então começar imediatamente pois o prêmio para os que conseguirem é o mais alto de todos.<br />
<span id="more-18309"></span></p>
<p>O ideal alquimista não constitui a descoberta de novos fenômenos, ao contrário do que procura cada vez mais intensamente a ciência moderna, mas sim reencontrar um antigo segredo, que ainda é inacessível e inexplicado para a maioria. Ela não é constituída somente de um caminho material, como por exemplo a transmutação de qualquer metal em ouro. Antes de tudo a alquimia é uma arte filosófica, uma maneira diferente de ver o mundo.<br />
Não podemos, no entanto, separar o material do espiritual, uma vez que na Terra estamos encarnados em um corpo, onde um sofre influência do outro, pois na realidade tudo é uma coisa só, uma unidade, o ser humano. Na alquimia ocorre a transmutação da matéria e do espírito ao mesmo tempo. O alquimista adquire conhecimentos irrestritos da natureza, se pondo em um ponto especial de observação, vendo tudo de maneira diferente. Seria como se uma pessoa pudesse ver tanto o aspecto físico nos mínimos detalhes bem como as energias associadas a este corpo. O alquimista estaria em contato total com o universo, enquanto que para todos nós este contato é apenas superficial.<br />
Na realização da Grande Obra, o alquimista consegue obter a pedra filosofal e modificar sua aura eliminando a cobiça e a avidez. Descobre que o ouro material não tem grande valor quando comparado ao ouro interno, ou seja, o caminho espiritual é infinitamente mais importante que as coisas materiais. Todos deveriam se contentar com o básico para sobrevivência do corpo e se dedicar por inteiro a busca de um aperfeiçoamento espiritual. Somente os homens de coração puro e intenções elevadas serão capazes de realizar a Grande Obra.<br />
A corrida atômica se intensificou durante a Segunda guerra mundial, onde vários cientistas desenvolveram a bomba atômica que viria a ser a maior ameaça para a sobrevivência da Terra. Se os alemães tivessem tido acesso a estes conhecimentos antes, não teria sobrado muita coisa em nosso planeta. Portanto se os cientistas tivessem mais consciência e um maior conhecimento das conseqüências de suas descobertas, não teriam divulgado muitas coisas. Os alquimistas já conheciam o poder e os perigos da energia atômica a muito tempo e não divulgaram em função dos riscos inerentes de uma má utilização destes conhecimentos.<br />
Por isso existe um grande segredo em torno da alquimia. A ciência na atualidade se especializou tanto que cada vez mais os cientistas estudam uma parte menor de determinada área. Acreditam que com isso podem avançar muito mais em determinada direção. Assim, perdem a visão do todo, tornando-se menos conscientes da utilização de tais pesquisas, quer seja para o bem ou para mal.<br />
Os cientistas estão mais preocupados com a fama e dinheiro do que com o próprio sentido da ciência. Eles podem ser comparados a empresários capitalistas pois para a maioria o caminho é unicamente material. Quando pensam no aspecto espiritual este se encontra dissociado de tudo o quanto mais acreditam. Eles são os sopradores modernos.<br />
O alquimista é o estudante assíduo da alquimia, aquele que busca o caminho para a iluminação. O soprador é um mercenário que só se interessa pelo ouro que ele poderá produzir e o Adepto é o alquimista que realizou a Grande Obra, ou seja um iluminado.<br />
A alquimia é a mais antiga das ciências e influenciou todas as demais. Tem como principal objetivo compreender a natureza e reproduzir seus fenômenos para conseguir uma ascensão a um estado superior de consciência. Os alquimistas, em suas práticas de laboratório, tentavam reproduzir a pedra filosofal a partir da matéria prima primordial. Com uma pequena parte desta pedra é possível obter o controle sobre a matéria, transformando metais inferiores em ouro e também o Elixir da Longa Vida, que é capaz de prolongar a vida indefinidamente.<br />
O ouro é considerado o mais perfeito dos metais pois dificilmente se oxida, não perde o brilho e acredita-se que todos os outros metais evoluem naturalmente até ele no interior da terra. Portanto, a transmutação é considerada um processo natural. Os alquimistas somente aceleram este processo, realizando as transmutações em seus laboratórios. Este tipo de conhecimento ficou sendo o mais cobiçado, não pelos alquimistas, mas pelos não iniciados, os sopradores como eram chamados. Eles buscavam a pedra filosofal, que lhes confeririam poderes como a invisibilidade, viagens astrais, curas milagrosas, etc.<br />
Esta pedra filosofal não se constituía necessariamente de um objeto, mas sim energia que pode ser adquirida e controlada. Este conjunto pedra e alquimista são responsáveis dos poderes alcançados. Um não iniciado poderia possuir a pedra e dela não desfrutar toda a sua potencialidade conseguindo, quando muito transformar uma pequena quantidade de chumbo em ouro. A transformação da matéria-prima na pedra filosofal, juntamente com a transformação do indivíduo constitui a Grande Obra.<br />
No laboratório, com experimentos e constantes leituras e releituras, o alquimista nas várias etapas da transformação da matéria, vai gradativamente transformando a própria consciência. Antes do ouro metal, o alquimista deverá encontrar o ouro espiritual dentro de si.<br />
Os ideais e poderes pretendidos pelos alquimistas, nos faz correlacioná-los aos poderes de Cristo, que foi capaz de transmutar água em vinho, multiplicar os pães, andar sobre a água, curar milagrosamente, dentre outros. Ele sempre dizia: “aquele que crê em mim, fará tudo que eu faço e ainda fará coisas maiores”.<br />
Os alquimistas buscavam esta pureza e compreensão espiritual, conseguindo assim, realizar estas obras. Portanto, o exemplo de Cristo, além do exemplo espiritual, constitui-se em um meio de descobrir o poder sobre a matéria. Muitos alquimistas consideram Cristo a pedra filosofal. Encontrar a pedra filosofal significa descobrir o segredo da existência, um estado de perfeita harmonia física, mental e espiritual, a felicidade perfeita, descobrir os processos da natureza, da vida, e com isso recuperar a pureza primordial do homem, que tanto se degradou na Terra. Portanto, a Grande Obra eleva o ser a mais alta perfeição: purifica o corpo, ilumina o espírito, desenvolve a inteligência a um ponto extraordinário e repara o temperamento.<br />
A pedra filosofal era gerada a partir da matéria prima primordial, além de outros compostos, no Ovo Filosófico que é um recipiente redondo de cristal onde todos estes compostos vão sendo transformados, em várias etapas, sempre utilizando o forno. Este processo freqüentemente é comparado a uma gestação da pedra filosofal. Isto seria como reproduzir o que a Natureza fez no princípio, quando só existia o caos, porém de maneira mais rápida, dando melhores condições para que ocorram as transformações. Portanto, a conclusão da Grande Obra, ou seja, o entendimento dos segredos alquímicos, significa adquirir os conhecimentos das leis universais e penetrar em uma dimensão espaço-tempo sagrada, diferente da do cotidiano de todos.</p>
<p>Texto do Jeff Alves</p>
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		<title>Mapa Astral da Madonna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deldebbio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2020 12:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapas Astrais]]></category>
		<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Biografias]]></category>
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					<description><![CDATA[Madonna Louise Veronica Ciccone (Bay City, 16 de agosto de 1958), mais conhecida como Madonna, é uma cantora, compositora, atriz, dançarina, empresária e produtora musical e cinematográfica norte-americana. Ela se mudou para Nova Iorque em 1977 para seguir a carreira na dança moderna. Após se apresentar nos grupos musicais Breakfast Club e Emmy, ela lançou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://projetomayhem.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Madonna-mapa-1.jpg" align="right" hspace="10" />Madonna Louise Veronica Ciccone (Bay City, 16 de agosto de 1958), mais conhecida como Madonna, é uma cantora, compositora, atriz, dançarina, empresária e produtora musical e cinematográfica norte-americana. Ela se mudou para Nova Iorque em 1977 para seguir a carreira na dança moderna.<br />
Após se apresentar nos grupos musicais Breakfast Club e Emmy, ela lançou seu álbum de estreia em 1983. Em seguida, uma série de álbuns bem sucedidos a trouxeram popularidade, quebrando as barreiras do conteúdo lírico da música popular tradicional e da imagem em seus videoclipes, que se tornaram constantemente exibidos na MTV. Ao longo de sua carreira, várias de suas canções se tornaram bastante lembradas e executadas, entre elas &#8220;Like a Virgin&#8221;, &#8220;Papa Don&#8217;t Preach&#8221;, &#8220;Like A Prayer&#8221;, &#8220;Vogue&#8221;, &#8220;Frozen&#8221;, &#8220;Music&#8221;, &#8220;Hung Up&#8221; e &#8220;4 Minutes&#8221;. Madonna tem sido elogiada pela crítica por suas produções musicais diversificadas que servem ao mesmo tempo como meio de chamar atenção para controvérsias religiosas e sexuais.<br />
<span id="more-6515"></span><br />
<strong>Mapa Astral</strong><br />
O Mapa de Madonna possui Sol em Leão; Lua, Mercúrio e Ascendente em Virgem; Vênus em Leão-Câncer; Marte em Touro; Júpiter e Caput Draconis em Libra e Saturno em Sagitário. Seu Planeta mais forte é Júpiter em Libra.<br />
Apesar da Madonna passar a imagem de porra-louca transgressora, pode-se perceber que ela é extremamente organizada, metódica e pé-no-chão. Sua imagem é cuidadosamente construída para chocar o suficiente para se manter sempre no estrelato.<br />
Madonna possui Sol em Leão; Mercúrio e Ascendente em Virgem; característico de pessoas que nasceram para serem líderes. No caso dela, com estes planetas na Casa 12 (Espiritualidade) ela demonstraria vocação para se tornar uma líder religiosa&#8230; como assim?<br />
A palavra &#8220;religião&#8221; tem sido muito mal utilizada tanto por crentes quanto por ateus. Entendendo &#8220;Religião&#8221; como &#8220;filosofia de vida&#8221;, desvinculando-se de deus ou deuses ou dogmas ou falta deles, pode-se dizer com boa dose de acerto que a Madonna foi uma criadora e organizadora de tendências, influenciando centenas de milhares de pessoas com sua maneira de ser. Vênus em Leão-Câncer (Cavaleiro de Bastões) na Casa 11 (grupos, amigos, pessoas) ajudou bastante a moldar esta característica de &#8220;carregar bandeiras&#8221; que ela possui e a facilidade enorme de entender o outro (Júpiter em Libra).<br />
Agora que está mais velha, abraçou sua vocação mais espiritualista através da Cabalá.</p>
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