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	<title>desconversando</title>
	
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	<description>O desconversando apresenta conclusões e dúvidas sobre assuntos gerais paralelas a textos com a temática tecnológica.</description>
	<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 01:42:19 +0000</pubDate>
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		<title>Ano novo, casa nova!!!!</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 02:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img class="alignnone size-full wp-image-174" title="pulo" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/12/1034838_640051712.jpg" alt="pulo" width="200" height="247" />Como devem ter percebido faz tempo que não posto algo no desconversando, porém venho me explicar, pois a causa de tal fato é mais que desleixo. Vinha cogitando há algum tempo a idéia da reformulação do blog para que pudesse ter espaço para abordar mais incisivamente a temática tecnológica e produzir textos sobre desenvolvimento web.

Elaborando minha planificação de metas para 2009 coloquei a reestruturação na lista de coisas a fazer (logo abaixo de dominar o mundo) e a partir daí comecei a delinear o novo projeto. Decidi também mudar de hospedagem para que pudesse ter mais espaço e liberdade na criação de meus projetos, e confesso que a prontidão do serviço de hospedagem me deixou perplexo: a uolhost foi rápida e sem rodeios assim que solicitei o cancelamento eles de fato o fizeram (por isso acho que o desconversando estará no ar só até o fim do mês!!!). <p>O novo projeto já está tomando forma, mas ainda está no processo de concepção. Para aqueles que acompanham meus textos eles também estarão presente em meu novo blog, porém ao invés de toda quarta, devo postar desconversas na sexta. Como não registrei o domínio ainda não posso divulgá-lo, mas fica combinado assim pode digitar desconversando.com e deixa o resto por minha conta ( quando lançar o blog deixo este domínio apontando para ele). Quero agradecer a todos que acompanharam o blog e nos deram mais de 3.000 visitas no mês passados, aqueles que me mandaram email cobrando texto (todos os 3.... hehehehe!), e os que deixaram comentários aqui (awe Felipe!!!, valew). Devo lembrar também do nosso colunista de cinema, o senhor potência Anderson que deu muita força pro blog entrar no ar; assim como meus amigos que me aturaram avilando meus layouts e textos; dali Senhorita Frias e Senhor Marcos. </p> 

Começar um blog pra mim, foi uma experiência impar que aumentou minha capacidade de retórica e trouxe ganhos consideráveis a minha escrita, recomendo a todos que quiserem seguir a empreitada! Espero estrear o novo blog até fevereiro do ano que vem, no entanto irei com calma para não repetir erros que tive com desconversando. A novo casa nova, blog novo.... boas entradas a todos (i olhem lá....)!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-174" title="pulo" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/12/1034838_640051712.jpg" alt="pulo" width="200" height="247" />Como devem ter percebido faz tempo que não posto algo no desconversando, porém venho me explicar, pois a causa de tal fato é mais que desleixo. Vinha cogitando há algum tempo a idéia da reformulação do blog para que pudesse ter espaço para abordar mais incisivamente a temática tecnológica e produzir textos sobre desenvolvimento web.</p>
<p>Elaborando minha planificação de metas para 2009 coloquei a reestruturação na lista de coisas a fazer (logo abaixo de dominar o mundo) e a partir daí comecei a delinear o novo projeto. Decidi também mudar de hospedagem para que pudesse ter mais espaço e liberdade na criação de meus projetos, e confesso que a prontidão do serviço de hospedagem me deixou perplexo: a uolhost foi rápida e sem rodeios assim que solicitei o cancelamento eles de fato o fizeram (por isso acho que o desconversando estará no ar só até o fim do mês!!!).
<p>O novo projeto já está tomando forma, mas ainda está no processo de concepção. Para aqueles que acompanham meus textos eles também estarão presente em meu novo blog, porém ao invés de toda quarta, devo postar desconversas na sexta. Como não registrei o domínio ainda não posso divulgá-lo, mas fica combinado assim pode digitar desconversando.com e deixa o resto por minha conta ( quando lançar o blog deixo este domínio apontando para ele). Quero agradecer a todos que acompanharam o blog e nos deram mais de 3.000 visitas no mês passados, aqueles que me mandaram email cobrando texto (todos os 3&#8230;. hehehehe!), e os que deixaram comentários aqui (awe Felipe!!!, valew). Devo lembrar também do nosso colunista de cinema, o senhor potência Anderson que deu muita força pro blog entrar no ar; assim como meus amigos que me aturaram avilando meus layouts e textos; dali Senhorita Frias e Senhor Marcos. </p>
<p>Começar um blog pra mim, foi uma experiência impar que aumentou minha capacidade de retórica e trouxe ganhos consideráveis a minha escrita, recomendo a todos que quiserem seguir a empreitada! Espero estrear o novo blog até fevereiro do ano que vem, no entanto irei com calma para não repetir erros que tive com desconversando. A novo casa nova, blog novo&#8230;. boas entradas a todos (i olhem lá&#8230;.)!!!!</p>
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		<title>Sombra e água fresca</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 00:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/12/servico_publico.jpg" alt="funcionario publico" title="funcionario publico" width="225" height="204" class="alignnone size-full wp-image-172" />A corrida dos concursos! Evento que hoje mobiliza milhares e movimenta milhões. Quem não deseja um emprego perene, que oferte um bom/razoável salário com a certeza de não ser demitido? Por certo não condeno quem almeja esta carreira, porém este tipo de mentalidade tem fomentado a síndrome do funcionário público que vem corromper nossos prestadores de serviços antes mesmo que estes alcancem seus cargos.</p>
<p>Em verdade, o ambiente coorporativo encontra-se extremamente competitivo e, para a empresa que deseja manter-se no mercado, atender às expectativas do cliente já não é mais o suficiente, ela tem de superá-las. Dessa forma isto se aplica também aos seus funcionários, que devem estar em permanente processo de atualização e melhoria continuada, buscando sempre resultados mais eficientes. Por esse motivo muitos argumentam que é difícil manter ou conseguir um bom emprego. Porém a meu ver hoje em dia o funcionário deve apenas ter uma característica fundamental ao desempenho de qualquer atividade: competência!</p>
<p>A opção por emprego público se faz geralmente para fugir dessas cobranças e de todo este “trabalho”. O perfil que se tem de um funcionário público é completamente diferente do perfil de um funcionário de uma empresa privada. Imaginar que o ingresso no funcionalismo público implica na produção de resultados aquém das expectativas demonstra o quanto que o "jeitinho brasileiro" está impregnado em nossa sociedade...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/12/servico_publico.jpg" alt="funcionario publico" title="funcionario publico" width="225" height="204" class="alignnone size-full wp-image-172" />A corrida dos concursos! Evento que hoje mobiliza milhares e movimenta milhões. Quem não deseja um emprego perene, que oferte um bom/razoável salário com a certeza de não ser demitido? Por certo não condeno quem almeja esta carreira, porém este tipo de mentalidade tem fomentado a síndrome do funcionário público, que vem corromper nossos prestadores de serviços antes mesmo que estes alcancem seus cargos.</p>
<p>Em verdade, o ambiente coorporativo encontra-se extremamente competitivo e, para a empresa que deseja manter-se no mercado,  atender às expectativas do cliente já não é mais o suficiente, ela tem de superá-las. Dessa forma isto se aplica também aos seus funcionários, que devem estar em permanente processo de atualização e melhoria continuada, buscando sempre resultados mais eficientes. Por esse motivo muitos argumentam que é difícil manter ou conseguir um bom emprego. Porém, a meu ver, hoje em dia o funcionário deve apenas ter uma característica fundamental ao desempenho de qualquer atividade: competência!</p>
<p>A opção por emprego público se faz geralmente para fugir dessas cobranças e de todo este “trabalho”. O perfil que se tem de um funcionário público é completamente diferente do perfil de um funcionário de uma empresa privada. Imaginar que o ingresso no funcionalismo público implica na produção de resultados aquém das expectativas demonstra o quanto que o &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; está impregnado em nossa sociedade. O fato de ter não apenas um, mas milhões de patrões deveria aplicar-se como incentivo, mas na prática isso não acontece. Por vezes me pergunto por que será que em órgãos públicos as pessoas trabalham de maneira tão forçada. Em tese, elas não poderiam estar ali mediante a um simples pedido, teriam de ter passado por uma seleção, demonstrando habilidade e, acima de tudo,  vontade de conseguir tal cargo.</p>
<p>Neste caso, a possibilidade da perda pode ser entendida como incentivo.  Se sei que não vou perder não preciso esforçar-me para demonstrar competência.  Será que por regra todos tentamos conduzir nossas vidas pela lei do menor esforço? Me pergunto então pra onde vai a ambição diante da construção de um cotidiano maçante e repetitivo, o epítome do carimbador interino. Para demonstrar que muitos encaram a aquisição do emprego como o último estágio de suas conquistas, basta voltarmos nossa atenção para os programas de atualização do governo que conseguem mobilizar pouquíssimos funcionários mesmo em ambientes de ensino.</p>
<p>Um argumento muito frequente que escuto é que muitos funcionários públicos não ganham o suficiente. Tenho isso como uma lógica falha. Como foi citado acima, a aquisição do cargo envolve uma escolha, e quando esta é feita, a pessoa certamente estará ciente de quanto ($) será a sua bonificação. Caso você não ache tal salário digno, apenas não se comprometa a realizar tal trabalho. Talvez a administração feita por nossos governantes siga então toda esta problemática inerente ao funcionalismo público. Todos têm a “competência” de questionar as ações dos membros dos poderes executivo e legislativo, ou diante da mesma posição agiriam da mesma forma? É a certeza da atitude correta ou apenas a falta de oportunidade? De fato, um cargo de escopo global traz implicações bem mais incisivas, mas se todo funcionário local se comportasse de maneira digna tal comportamento poderia ascender na hierarquia.</p>
<p>Se você for um funcionário público ou esteja pensando em tornar-se um, espero que reflita sobre o texto. Caso você não se enquadre no perfil anterior, que tal cobrar um pouco mais de nossos “empregados”? O Brasil é uma democracia muito jovem, e muito se especula sobre o comportamento de nosso povo. Já escutei muitas teorias, que vão desde a influência espiritual ao âmbito da “colonização” feita por degredados portugueses (ladrões, prostitutas, desertores, mendigos&#8230;). No entanto, acredito que ninguém nasce sabendo e invariavelmente sairemos maiores deste processo de aprendizagem. Afinal de contas, se fosse fácil achar o caminho das pedras, tantas pedras no caminho não seriam ruins!</p>
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		<title>O caçador de pipas</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 01:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/o_cacador_de_pipas3.jpg" alt="Capa do livro o caçador de pipas" title="Capa do livro o caçador de pipas" width="180" height="251" class="alignnone size-full wp-image-169" />“Histórias tristes rendem bons livros”, faço minhas as palavras do autor por achar que elas sintetizam com precisão a trama da estória. “O caçador de Pipas” é uma narrativa que traz um misto de emoção e realismo que conseguiu despertar em mim grande apreço pela leitura.

O livro começa retratando a infância dos protagonistas: Amir e Hassan. Nessa fase o autor constrói a personalidade de seus personagens. Amir é uma criança reprimida que possui um relacionamento turbulento com o pai (seu maior ídolo), na sua mente o pai ainda o culpa pela morte de sua mãe, fato acontecido durante o parto. Amir era um garoto introspectivo que não tinhas muitos dons, porém possuía uma inegável paixão pela literatura, revelada em seu grande talento para escrita e seu ávido gosto pela leitura. Hassan por sua vez mostra-se como o oposto de Amir. É comunicativo, carismático, bom em tudo que faz, o retrato de Sahib (pai de Amir) quando era criança. Por isso caiu logo no gosto do dono da casa que o tratava com um filho.

Amir e Hassan convivem muito juntos e começam a desenvolver uma forte relação; que por parte de Hassan se processa como uma substanciosa amizade, já por parte de Amir a coisa estava mais para senhor e subalterno. A “amizade” entre os dois começa a assumir outra forma após o campeonato de pipas (narrado com muita destreza pelo autor) de onde Amir sai como vitorioso, a melhor chance de alcançar o prestígio aos olhos do pai. Porém, nem tudo são flores...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/o_cacador_de_pipas3.jpg" alt="Capa do livro o caçador de pipas" title="Capa do livro o caçador de pipas" width="180" height="251" class="alignnone size-full wp-image-169" />“Histórias tristes rendem bons livros”, faço minhas as palavras do autor por achar que elas sintetizam com precisão a trama da estória. “O caçador de Pipas” é uma narrativa que traz um misto de emoção e realismo que conseguiu despertar em mim grande apreço pela leitura.</p>
<p>O livro começa retratando a infância dos protagonistas: Amir e Hassan. Nessa fase o autor constrói a personalidade de seus personagens. Amir é uma criança reprimida que possui um relacionamento turbulento com o pai (seu maior ídolo); na sua mente o pai ainda o culpa pela morte de sua mãe, fato acontecido durante o parto. Amir era um garoto introspectivo que não tinhas muitos dons, porém possuía uma inegável paixão pela literatura, revelada em seu grande talento para escrita e seu ávido gosto pela leitura. Hassan por sua vez mostra-se como o oposto de Amir. É comunicativo, carismático, bom em tudo que faz, o retrato de Sahib (pai de Amir) quando era criança. Por isso caiu logo no gosto do dono da casa, que o tratava com um filho.</p>
<p>Amir e Hassan convivem muito juntos e começam a desenvolver uma forte relação; que por parte de Hassan se processa como uma substanciosa amizade, já por parte de Amir a coisa estava mais para senhor e subalterno. A “amizade” entre os dois começa a assumir outra forma após o campeonato de pipas (narrado com muita destreza pelo autor) de onde Amir sai como vitorioso, a melhor chance de alcançar o prestígio aos olhos do pai. Porém, nem tudo são flores, para tentar conseguir a última pipa a ser expulsa do céu, Hassan põe em risco sua própria integridade e Amir vendo tudo de longe, por medo, não ajuda o amigo; renega-o. A partir deste episódio as coisas entre os dois ficam tensas e terminam com a expulsão de Amir e seu pai da casa de Sahib.</p>
<p>Após esta “introdução” a narrativa começa a tomar rumos inesperados, deflagram-se guerras no Afeganistão que desconfiguram completamente a situação de seus habitantes. Os papéis se invertem e Amir e Sahib fogem rumo aos EUA. Lá a realidade é outra, paradigmas novos, regras sociais diferentes (mas nem tanto)&#8230;</p>
<p>Não entrarei em mais detalhes, porque senão acabarei descrevendo todo o livro. Não obstante devo dizer que a história não termina com a fuga para os EUA, muito pelo contrário, a partir desse ponto é que começa a parte mais atraente. Khaled Hosseini (o autor) ainda guarda muitos trunfos na manga e você encontrará belas surpresas e reviravoltas. Ainda haverá espaços para alguns Aaahhhh&#8230;&#8230; e destrinchares de unha diante de algumas situações talibanescas. Amir se desenvolverá durante a história e por motivos familiares terá que retornar ao Afeganistão; neste contexto o autor explora com vivacidade o cenário da guerra, entre outros pontos.</p>
<p><strong>O caçador de pipas </strong>carrega em suas páginas além de um texto deveras interessante, grandes lições. Para olhos atentos nem todo muçulmano é terrorista, em guerras os mais atingidos são os civis, o mundo dá voltas e nem tudo que parece é. Por fim, devo sublinhar um ensinamento conclusivo: Para aqueles que tiverem a coragem de impregnar de grandeza suas ações, haverá sempre a possibilidade de redenção.</p>
<div id="infolivro"><strong>Título: </strong>O caçador de pipas<br />
<strong>Autor: </strong>Khaled Hosseini<br />
<strong>Editora: </strong>Nova Fronteira<br />
<strong>Número de páginas: </strong> : 365p</div>
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		<title>Um passo de cada vez</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 02:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[textos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/paso.gif" alt="alvo com marcas de tiro" title="Um passo de cada vez" width="250" height="175" class="alignnone size-full wp-image-164" />A família do Soldado Kenny ficou surpresa quando ele não recebeu a Cruz da Vitória por bravura. Afinal, ele teria morrido ao abafar com o próprio corpo a explosão de uma granada que teria matado doze ou mais de seus camaradas. Se esse não fosse um ato emblemático de valor ou devoção na presença do inimigo, então o que seria?</p>
<p>Eles exigiram uma explicação do regimento. A declaração emitida pelo exército dizia o seguinte: “No passado, era prática recompensar tais ações com a medalha apropriada. Entretanto, decidimos que é um erro considerar que tais atos exijam uma devoção excepcional ao dever. Os militares devem sempre agir no interesse de toda a unidade. Sugerir que o ato do soldado Kenny estava acima e além do chamado dever, portanto, sugeriria que, às vezes, seria aceitável não agir no interesse de toda unidade. Portanto, não recompensamos mais tais atos com condecorações póstumas.</p>
<p>“Apesar de sabermos que este é um momento doloroso para a família, devemos observar que o soldado Kenny teria morrido com a explosão da granada de qualquer maneira, portanto não é nem o caso de ele ter sacrificado sua vida pela dos colegas.”</p>
<p>Foi difícil encontrar falhas na lógica do comunicado, mas em seus corações, a família de Kenny não estava convencida de que ele não tivesse agido de maneira heróica. Mas em que bases eles poderiam apelar?</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/paso.gif" alt="alvo com marcas de tiro" title="Um passo de cada vez" width="250" height="175" class="alignnone size-full wp-image-164" />A família do Soldado Kenny ficou surpresa quando ele não recebeu a Cruz da Vitória por bravura. Afinal, ele teria morrido ao abafar com o próprio corpo a explosão de uma granada que teria matado doze ou mais de seus camaradas. Se esse não fosse um ato emblemático de valor ou devoção na presença do inimigo, então o que seria?</p>
<p>Eles exigiram uma explicação do regimento. A declaração emitida pelo exército dizia o seguinte: “No passado, era prática recompensar tais ações com a medalha apropriada. Entretanto, decidimos que é um erro considerar que tais atos exijam uma devoção excepcional ao dever. Os militares devem sempre agir no interesse de toda a unidade. Sugerir que o ato do soldado Kenny estava acima e além do chamado dever, portanto, sugeriria que, às vezes, seria aceitável não agir no interesse de toda unidade. Portanto, não recompensamos mais tais atos com condecorações póstumas.</p>
<p>“Apesar de sabermos que este é um momento doloroso para a família, devemos observar que o soldado Kenny teria morrido com a explosão da granada de qualquer maneira, portanto não é nem o caso de ele ter sacrificado sua vida pela dos colegas.”</p>
<p>Foi difícil encontrar falhas na lógica do comunicado, mas em seus corações, a família de Kenny não estava convencida de que ele não tivesse agido de maneira heróica. Mas em que bases eles poderiam apelar?</p>
<p><strong>Um ato superrogatório, acontece quando alguém faz algo que está além do que é exigido dele pela moralidade.</strong> A existência de uma diferença entre coisas que somos obrigados a fazer e atos superrrogatórios parece ser conhecida. Portanto, se eliminarmos a diferença, isso se torna um problema para qualquer teoria moral. Esse parece ser o caso com o utilitarismo, que diz que a ação moralmente correta é a que beneficia o maior número. Se isso é verdade, então parece que não conseguimos fazer a coisa certa sempre que não conseguimos fazer o que é do interesse do maior número de pessoas, mesmo que para fazê-lo seja necessário grande sacrifício pessoal. </p>
<p>Por exemplo, poderia ser defendido que viver, mesmo em um modesto estilo de vida ocidental, enquanto milhares morrem na pobreza a cada hora é não fazer o que exige a moral, já que poderíamos salvar vidas e decidimos não salvar. Além disso, ajudar os pobres não exige nenhum sacrifício tão grande, relativamente falando, já que precisaríamos apenas abrir mão de alguns confortos que são, no grande esquema das coisas, luxos.</p>
<p>Talvez seja um exercício puramente intelectual se preocupar se atos normalmente considerados heróicos são superrogatórios ou apenas o que a moral exige. O fato é que, sendo a natureza humana o que é, sabemos que algumas ações exigem esforços extraordinários. Mas esta informação não representa nenhuma novidade, cada instante de existência cobra de nós um preço muito alto. </p>
<p>O texto tem o objetivo de mostrar que muitas hipóteses não deveriam nem ser levantadas; estender a linha de raciocínio ao extremo (sacrificar a própria vida) faz-se apenas como estratégia de retórica para tentar despertar a reflexão. Porém, devo ressaltar que fico particularmente apreensivo quando escuto pessoas que fazem a “coisa certa” somente enquanto isso as beneficia. Para aqueles que calculam o preço de seu altruísmo, é necessário levar em consideração os juros futuros (sejam eles em que forma for), que certamente serão cobrados. <strong>Para nos diferenciar temos que compreender que as coisas têm preço, os Homens têm dignidade.</strong></p>
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		<title>Google e o Planejamento Estratégico</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 12:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[textos]]></category>

		<category><![CDATA[google]]></category>

		<category><![CDATA[vida acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignnone size-full wp-image-161" title="Google e o Planejamento Estratégico" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/natl_teachers.gif" alt="Google e o Planejamento Estratégico" width="269" height="124" />Aqui vai uma análise do planejamento estratégico de uma empresa que virou referência em todo mundo no quesito inovação e foco/respeito no usuário. Desde o seu ínicio o google teve um projeção de crescimento de 80.000 vezes, pra conseguir um resultado desses eles tiveram que contar mais do que com a sorte e o que já existia no mercado. Não só aprimorando o conhecimento, mas ousando na maioria de suas estratégias. Obviamente a pesquisa não foi realizada como passatempo, este foi o roteiro de um trabalho realizado para a disciplina de Organização de Empresa (ORG). Posto ele aqui no desconversando, para aqueles que tiverem interesse ou se viram diante da mesma <del datetime="2008-11-24T12:05:12+00:00">atividade</del> peleja.
<h3>MISSÃO</h3>
A missão do Google é oferecer a melhor opção de busca na Internet tornando as informações mundiais acessíveis e úteis. Desenvolvedor do maior mecanismo de busca do mundo, oferece o caminho mais rápido e fácil de encontrar informações na web. Com acesso a mais de 1,3 bilhões de páginas, o Google oferece resultados relevantes para usuários de todo o mundo, normalmente em menos de meio segundo. Atualmente o Google responde a mais de 100 milhões de consultas por dia. (Esta missão figura apenas para fins didáticos, porque todos sabemos que a verdeira missão do google é dominar o mundo...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-161" title="Google e o Planejamento Estratégico" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/natl_teachers.gif" alt="Google e o Planejamento Estratégico" width="269" height="124" />Aqui vai uma análise do planejamento estratégico de uma empresa que virou referência em todo mundo no quesito inovação e foco/respeito no usuário. Desde o seu início o google teve um projeção de crescimento de 80.000 vezes, pra conseguir um resultado desses eles tiveram que contar mais do que com a sorte e o que já existia no mercado. Não só aprimorando o conhecimento, mas ousando na maioria de suas estratégias. Obviamente a pesquisa não foi realizada como passa-tempo, este foi o roteiro de um trabalho realizado para a disciplina de Organização de Empresa (ORG). Posto ele aqui no desconversando, para aqueles que tiverem interesse ou se viram diante da mesma <del datetime="2008-11-24T12:05:12+00:00">atividade</del> peleja.</p>
<h3>MISSÃO</h3>
<p>A missão do Google é oferecer a melhor opção de busca na Internet, tornando as informações mundiais acessíveis e úteis. Desenvolvedor do maior mecanismo de busca do mundo, oferece o caminho mais rápido e fácil de encontrar informações na web. Com acesso a mais de 1,3 bilhões de páginas, o Google oferece resultados relevantes para usuários de todo o mundo, normalmente em menos de meio segundo. Atualmente o Google responde a mais de 100 milhões de consultas por dia. (Esta missão figura apenas para fins didáticos, porque todos sabemos que a verdeira missão do google é dominar o mundo&#8230;)</p>
<h3>AMBIENTE EXTERNO</h3>
<p>No início do planejamento, foi necessário análise de diversas variáveis para perceber como estaria o mercado em que a empresa atuaria e como a sociedade estava se comportando mediante as inovações tecnológicas. Três pontos foram privilegiados nessa análise:</p>
<h4>1.Tendências Sociais</h4>
<p>O estudo da inversão do fluxo de informação que estava em processo no meio multimídia, com a nova temática da web 2.0 o usuário e a produção de conteúdo deixaria de ser unilateral e passaria a contar com a colaboração dos usuários de forma direta. Aquele que antes era apenas consumidor se tornaria também produtor de conteúdo e, nesse âmbito, havia a necessidade de tecnologias que auxiliassem essa migração.</p>
<h4>2.Concorrência estabelecida</h4>
<p>Ao analisar o mercado, estava nítido que não seria um trabalho simples fazer frente a grandes companhias como Yahoo e Alta Vista que já dominavam o mercado e possuíam um grande potencial. Nessa perspectiva, uma política de diferenciação seria a melhor alternativa.</p>
<h4>3.Necessidade de Inovação</h4>
<p>Diante das tendências de mercado, a paridade tecnológica com os meios sociais era algo vital para continuidade da empresa. Portanto, políticas que privilegiassem a criatividade dos funcionários para produção de soluções nunca vistas passaram a ser uma meta.</p>
<h3>AMBIENTE INTERNO</h3>
<p>Com as conclusões dos estudos feitos no ambiente externo que a empresa enfrentaria, foram definidos 10 princípios a serem seguidos como a filosofia da empresa para que esta conseguisse êxito em suas aspirações. São eles:<br />
1.Foco no usuário e todos os outros se seguirão.<br />
2.É melhor fazer uma coisa muito, muito bem.<br />
3.Rápido é melhor que lento.<br />
4.A democracia funciona na web.<br />
5.Você não precisa estar na sua mesa à necessidade de uma resposta.<br />
6.Você pode ganhar dinheiro sem fazer mal.<br />
7.Há sempre mais informações lá fora.<br />
8.A necessidade de informação atravessa todas as fronteiras.<br />
9.Você pode ser sério sem um fato.<br />
10.Grande só não é bom o suficiente.</p>
<h3>DESEMPENHO DA EMPRESA</h3>
<h4><a href="http://googlediscovery.com/2008/04/24/google-e-a-marca-mais-valiosa-do-mundo-em-2008-us-86-bilhoes/">1.Marca de maior valor atualmente</a></h4>
<p>A  marca Google atingiu o valor de US$ 86 bilhões, o que traduz uma alta de 30% em relação a 2007:<br />
1. Google: US$ 86 bilhões<br />
2. General Electric: US$ 71,38 bilhões<br />
3. Microsoft: US$ 70,89 bilhões<br />
4. Coca-Cola: US$ 58,2 bilhões<br />
5. China Mobile: US$ 57,2 bilhões<br />
<a href="http://googlediscovery.com/2008/04/24/google-e-a-marca-mais-valiosa-do-mundo-em-2008-us-86-bilhoes/">[Link da notícia]</a></p>
<h4><a href="http://pcworld.uol.com.br/reportagens/2008/01/23/google-e-a-melhor-empresa-para-se-trabalhar-nos-eua-segundo-fortune/">2.Melhor empresa para se trabalhar</a></h4>
<p>O Google é a melhor empresa para se trabalhar nos EUA, segundo o levantamento “100 Best Companies to Work For”, da revista Fortune. Entre os motivos que levaram o Google ao ranking do topo está o fato de oferecer opções de ações para 99% de seus funcionários.<a href="http://pcworld.uol.com.br/reportagens/2008/01/23/google-e-a-melhor-empresa-para-se-trabalhar-nos-eua-segundo-fortune/">[Link da notícia]</a></p>
<h4><a href="http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=98136&amp;C=265">3.Crescimento linear e estável</a></h4>
<p>Mesmo em meio à crise, o Google registrou um forte resultado no terceiro trimestre deste ano. O lucro líquido da empresa de internet cresceu 26% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo a cifra de US$ 1,346 bilhão. As receitas da empresa somaram US$ 5,54 bilhões, resultado 31% superior.</p>
<p>O número de internautas que acessaram os anúncios publicados pelo Google cresceu 18% no terceiro trimestre comparado com o mesmo período do ano passado. Na comparação com o trimestre anterior, o salto foi de 4%.<a href="http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=98136&amp;C=265">[Link da notícia]</a></p>
<h3>ESTRATÉGIAS</h3>
<h4>1.Ser notícia</h4>
<p>Numa atitude extremamente guerrilheira, gerando eventos que possam ganhar espaço nos noticiários ou atrair a atenção direta do público alvo sem pagar espaços publicitários, a empresa adotou uma audaciosa estratégia de marketing, partindo do princípio de que se ela fosse a notícia não precisaria pagar por propaganda. Pois, invariavelmente estaria presente nos veículos de comunicação com um destaque muito superior a qualquer forma de publicidade paga que poderia contar com a rejeição prévia do usuário.</p>
<h4>2.Política de aquisição</h4>
<p>Com intenção de captar as inovações do mercado, a empresa decidiu promover a vigilância constante quanto ao surgimento de novos produtos no mercado e sempre que possível e lucrativo incorporar o produto em questão por meio da aquisição da empresa que o fornece.</p>
<h4>3.Uso da inteligência coletiva</h4>
<p>Em correspondência com o princípio de foco no usuário, a empresa implementou em seus aplicativos a política do “eternamente beta”, ou seja, o software estará sempre na fase de teste. Dessa forma, mesmo após o lançamento do aplicativo a empresa continua a receber o feedback de seus usuários, promovendo a melhoria contínua das funcionalidades do aplicativo, interrompendo os ciclos de lançamento.</p>
<h4>CONCLUSÃO</h4>
<p>A partir dos elementos explorados, fica claro o potencial de crescimento da empresa diante da precisão na definição de princípios em seu planejamento estratégico. A empresa conseguiu explorar novas vertentes em suas soluções baseadas na análise do ambiente externo e conseguiu, além disso, ousar e ir além de todas as perspectivas e se configurar como referência no ramo de tecnologia.</p>
<p>A união das tecnologias produzidas pelo Google com a plataforma mobile colocará a empresa como precursora da disposição natural desta nova era: a transmissão da informação na velocidade do pensamento pela simples intenção humana. Consolidando assim, seu papel na organização da informação no mundo onde, mais do que nunca, a informação é poder.</p>
<p><strong>Slides da apresentação:</strong></p>
<div id="__ss_757102" class="meio" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Google - Planejamento Estratégico" href="http://www.slideshare.net/kennedymcz/google-planejamento-estratgico-presentation?type=powerpoint">Google - Planejamento Estratégico</a><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=googleplanejamentoestrategico-1226839251555218-9&amp;stripped_title=google-planejamento-estratgico-presentation" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=googleplanejamentoestrategico-1226839251555218-9&amp;stripped_title=google-planejamento-estratgico-presentation" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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</div>
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		<title>No que você acredita?</title>
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		<comments>http://www.desconversando.com/archives/no-que-voce-acredita/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 13:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

		<category><![CDATA[conspiração]]></category>

		<category><![CDATA[documentário]]></category>

		<category><![CDATA[zeitgeist]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/zeitgeist.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-163" title="zeitgeist" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/zeitgeist-180x239.jpg" alt="" width="170" height="226" /></a>Zeitgeist, um polêmico documentário produzido em 2007 que ultrapassou todas as fronteiras graças à internet e ao poder do boca a boca, vem com o objetivo de abrir seus olhos para as conspirações que tem o desejo de cegar e manipular a população mundial.</p>
<p>Muito bem dirigido e escrito, leva o espectador a refletir sobre o que é a verdadeira realidade e o que está por detrás dela, nesses bastidores onde gente poderosa se move nas sombras e nos manipula como marionetes. O documentário é dividido em três partes distintas, mas interligadas pelo mesmo desejo de poder.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
</br>
<p>Primeira Parte: “The Greatest Story Ever Told”</p>
<p>Nesta primeira parte, Peter Joseph aborda as origens do Cristianismo, acusando-a de plagiar suas doutrinas, mitos e idéias de outras religiões originarias de civilizações do mundo antigo.</p>
<p>Uma crítica feroz a dependência religiosa a qual a sociedade de hoje é aprisionada e o aproveitamento político que tem como objetivo o controle da sociedade.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/zeitgeist.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-163" title="zeitgeist" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/zeitgeist-180x239.jpg" alt="" width="170" height="226" /></a>Zeitgeist, um polêmico documentário produzido em 2007 que ultrapassou todas as fronteiras graças à internet e ao poder do boca a boca, vem com o objetivo de abrir seus olhos para as conspirações que têm o desejo de cegar e manipular a população mundial.</p>
<p>Muito bem dirigido e escrito, leva o espectador a refletir sobre o que é a verdadeira realidade e o que está por detrás dela, nesses bastidores onde gente poderosa se move nas sombras e nos manipula como marionetes. O documentário é dividido em três partes distintas, mas interligadas pelo mesmo desejo de poder.</p>
</p>
</p>
<p></br></p>
<p>Primeira Parte: “The Greatest Story Ever Told”</p>
<p>Nesta primeira parte, Peter Joseph aborda as origens do Cristianismo, acusando-a de plagiar suas doutrinas, mitos e idéias de outras religiões originárias de civilizações do mundo antigo.</p>
<p>Uma crítica feroz a dependência religiosa a qual a sociedade de hoje é aprisionada e o aproveitamento político que tem como objetivo o controle da sociedade.</p>
<p>&#8220;All the world&#8217;s a stage”</p>
<p>Na segunda parte, o filme centra-se nos ataques terroristas do 11 de Setembro, apresentando evidências de que tudo não passou de uma mentira produzida pelo governo americano com o intuito de elevar o seu nível de imperialismo.</p>
<p>Documentos são apresentados, entrevistas com sobreviventes dos ataques e especialistas no assunto, nos fazem duvidar de qual seria a verdade.</p>
<p>Terceira Parte: “Don&#8217;t mind the men behind the curtain”</p>
<p>Na última parte do filme, Peter Joseph aborda as origens e os motivos por detrás da criação dos Bancos Centrais mundiais e da economia capitalista global. O interesse americano nas guerras em busca de poder e dinheiro, financiando milhões de mortes todos esses anos. </p>
<p>E a principal questão levantada pelo filme é a possibilidade de num futuro, ao jeito de Orwell e Huxley, existir uma sociedade totalitária que controla o Homem recorrendo ao desenvolvimento tecnológico.</p>
<p>Ao final do filme vocês com certeza se perguntarão:</p>
<p>Qual é a verdade?</p>
<p>Seria possível existir tanta necessidade por poder?</p>
<p>Será que realmente estamos fechando os olhos para o que acontece no mundo?</p>
<p>Será que estamos sendo controlados e alienados pela TV?</p>
<p>É possível se esconder tanto de tanta gente?</p>
<p>Se você parar, pesquisar e ler, você verá que a história do nosso mundo se encarrega de responder todas elas para você. Zeitgeist deseja abrir seus olhos para a verdade, cabe a você decidir se tudo que foi apresentado nessas 2 horas tem ou não algum valor.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">&#8220;Quando o poder do amor se sobrepuser ao amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">Jimi Hendrix</span></span></p>
<p>O filme foi lançado livremente na internet e pode ser visualizado (com legendas) abaixo ou através do <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024">link:</a></p>
<p><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1437724226641382024&#038;hl=pt-BR&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></p>
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		<item>
		<title>Obama neles!</title>
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		<comments>http://www.desconversando.com/archives/obama-neles/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 03:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[textos]]></category>

		<category><![CDATA[desconversas]]></category>

		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignnone size-full wp-image-159" title="bandeira americana" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/bandeira_americana.jpg" alt="bandeira americana" width="240" height="165" />Tinha tudo pra dar errado!  Por estudo morfológico: em primeira analise é mulçumano [Barack],  em segunda analise é parente de um ditador [Hussein], e em terceira é quase um terrorista [Osama].  Barack Hussein Obama, eleito  ( finalmente)!

Para ser eleito presidente dos Estados Unidos é necessário muita "coragem", mas para ser eleito o primeiro presidente negro estadunidense é preciso ser acima de tudo vitorioso. Esta eleição representa acima de tudo uma vitória do povo negro americano que por tantos anos foi (e ainda é) alvo de forte preconceito e subjulgos. Quanto a isto, devo lembrar  que diferente do que aconteceu aqui no Brasil, nos Estados Unidos não houve mestiçagem, fazendo com que sua composição étnica se apresente de forma monocromática ( ou você é preto ou você é branco). Cenário que fez com que o preconceito tivesse uma difusão linear e população negra se mantivesse em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u463492.shtml">menor número</a>. Portanto, Barack Hussein Obama não foi eleito apenas pelos negros americanos e sim por toda* população. Observando a festa da posse, podemos perceber uma enorme evolução diante de um passado marcado por uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Americana">guerra civil</a> e a ação de uma das facções terrorista mais populares do Ocidente  a <span style="text-decoration: line-through;">CuzCuz Clan</span> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ku_Klux_Klan">Ku Klux Klan</a>).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="bandeira americana" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/bandeira_americana.jpg" alt="bandeira americana" width="240" height="165" />Tinha tudo pra dar errado!  Por estudo morfológico: em primeira analise é mulçumano [Barack],  em segunda analise é parente de um ditador [Hussein], e em terceira é quase um terrorista [Osama].  Barack Hussein Obama, eleito  ( finalmente)!</p>
<p>Para ser eleito presidente dos Estados Unidos é necessário muita &#8220;coragem&#8221;, mas para ser eleito o primeiro presidente negro estadunidense é preciso ser acima de tudo vitorioso. Esta eleição representa acima de tudo uma vitória do povo negro americano que por tantos anos foi (e ainda é) alvo de forte preconceito e subjulgos. Quanto a isto, devo lembrar  que diferente do que aconteceu aqui no Brasil, nos Estados Unidos não houve mestiçagem, fazendo com que sua composição étnica se apresente de forma monocromática ( ou você é preto ou você é branco). Cenário que fez com que o preconceito tivesse uma difusão linear e população negra se mantivesse em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u463492.shtml">menor número</a>. Portanto, Barack Hussein Obama não foi eleito apenas pelos negros americanos e sim por toda* população. Observando a festa da posse, podemos perceber uma enorme evolução diante de um passado marcado por uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Americana">guerra civil</a> e a ação de uma das facções terrorista mais populares do Ocidente  a <span style="text-decoration: line-through;">CuzCuz Clan</span> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ku_Klux_Klan">Ku Klux Klan</a>).</p>
<p><div id="quadra1"><script type="text/javascript"><!--
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<p>Numa eleição que, por incrível que pareça, elegeu como presidente aquele que teve o maior número de votos. Os &#8220;norte- americanos&#8221; optaram por fazer as coisas de uma maneira menos republicana e mais democrática (perdoem o trocadilho). Os eleitores de Obama concentram grupos diversos em todos os sentidos humanos (e americanos) que a palavra pode adquirir, porém esta eleição não representa &#8220;a vitória&#8221; para um E.U.A livre de preconceitos. Apesar da <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1345904-5602,00.html">aprovação do uso (terapêutico, vamos com calma) da maconha, da aprovação da pesquisa com células-tronco</a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u464677.shtml">o casamento gay foi rejeitado</a> em um dos estados mais vanguardistas, a Califórnia! E agora aqueles que conseguiram permissão pra se casar estão todos solteiros de novo?</p>
<p>Obama representa a mudança, não obstante, devemos levantar nossos olhares com cautela. Apesar de críticas as ações dos EUA no Oriente Médio e defender a distribuição de renda, ele possui um discurso um tanto controverso nas questões de política externa, principalmente no que diz respeito à Amazônia (não da pra se falar em guerra, mas quem brinca com os EUA). Há quem diga que a exploração continuará perene, esperançoso como sou não procuro resultados a curto prazo. Pois, o novo presidente terá de enfrentar uma situação dificílima tendo que fazer uso de sua extensa credibilidade para recuperar a economia americana que se encontra em frangalhos tendo voltada para si as atenções do mundo que espera ansioso por medidas que atenuem a crise.</p>
<p>Para finalizar desloco os holofotes agora para aquele que já começa a figurar nos bastidores, George W. Bush, um dos principais entusiastas da vitória de Obama. Certamente você vai me chamar de louco agora, mas devo lembrá-los que se Bush não tivesse explorada todas as vertentes irracionais e extremistas da direita americana não haveria insurgido este forte desejo de mudança. Foi com suas enormes façanhas (como acrescentar 15 zeros a divida americana, a guerra do Iraque e a criação desta turbulenta crise econômica) que ele forneceu o maior pretexto para eleição de Obama, pois apesar do que alguns americanos dizem, nem o Iraque nem os EUA sobreviveram a George W. Bush!</p>
<p>*eleitores de várias etnias, além dos 84% de votos que Obama obteve na comunidade negra<br />
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		<title>Como resolver um problema?</title>
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		<comments>http://www.desconversando.com/archives/como-resolver-um-problema/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 14:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[textos]]></category>

		<category><![CDATA[desconversas]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/como_resolver_um_problema.jpg" alt="como resolver um problema" title="como resolver um problema" width="240" height="174" class="alignnone size-full wp-image-156" />Quero começar este texto lhe dizendo que temos um sério problema! Se eu pedisse sua ajuda, qual a sua sugestão para solucioná-lo? Certamente virão milhões de argumentações sobre a origem, o escopo, quem ele afeta, o alcance, a temática tecnológica, o orçamento, a liberdade de escolha e etc. Porém o objetivo deste texto é dizer que diante de um problema temos apenas uma saída: identificar a causa do problema e saná-la. Alguns podem estar pronunciando aquele velho: - Ohhhh! Que novidade. Mas venho alertar-lhe que nem todos conseguem identificar corretamente a causa de um problema, pois para tanto devemos entrar em um ciclo de porquês em busca da origem de todo o problema.

Por estar convivendo de perto com a problemática da área de T.I., descobri uma verdade absoluta: o cliente nunca sabe o que ele quer (mas ele não sabe mesmo, nem tem a mínima idéia). Isso acontece porque ele (o cliente) tem um hábito típico da maioria dos mortais: confundir causas com efeitos. Isso acontece porque o desconforto que um problema lhe traz é algo tão imediato, que para você quanto mais rápido ele for resolvido melhor. Porém, diante da pressa, analisamos apenas aquilo que está diante de nossos olhos e que nos afeta diretamente. Em outras palavras, direcionamos nossos esforços para os efeitos do problema, pois são eles que nos afetam e não a causa. Porém ao tratarmos dos efeitos, mais cedo ou mais tarde, o problema voltará a nos atormentar, porque a causa dele continua intacta e nos perseguindo.

Vamos tentar simplificar com um exemplo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/como_resolver_um_problema.jpg" alt="como resolver um problema" title="como resolver um problema" width="240" height="174" class="alignnone size-full wp-image-156" />Quero começar este texto lhe dizendo que temos um sério problema! Se eu pedisse sua ajuda, qual a sua sugestão para solucioná-lo? Certamente virão milhões de argumentações sobre a origem, o escopo, quem ele afeta, o alcance, a temática tecnológica, o orçamento, a liberdade de escolha e etc. Porém o objetivo deste texto é dizer que diante de um problema temos apenas uma saída: identificar a causa do problema e saná-la. Alguns podem estar pronunciando aquele velho: - Ohhhh! Que novidade. Mas venho alertar-lhe que nem todos conseguem identificar corretamente a causa de um problema, pois para tanto devemos entrar em um ciclo de porquês em busca da origem de todo o problema.</p>
<p>Por estar convivendo de perto com a problemática da área de T.I., descobri uma verdade absoluta: o cliente nunca sabe o que ele quer (mas ele não sabe mesmo, nem tem a mínima idéia). Isso acontece porque ele (o cliente) tem um hábito típico da maioria dos mortais: confundir causas com efeitos. Isso acontece porque o desconforto que um problema lhe traz é algo tão imediato, que para você quanto mais rápido ele for resolvido melhor. Porém, diante da pressa, analisamos apenas aquilo que está diante de nossos olhos e que nos afeta diretamente. Em outras palavras, direcionamos nossos esforços para os efeitos do problema, pois são eles que nos afetam e não a causa. Porém, ao tratarmos dos efeitos, mais cedo ou mais tarde, o problema voltará a nos atormentar, porque a causa dele continua intacta e nos perseguindo.</p>
<p>Vamos tentar simplificar com um exemplo:</p>
<blockquote><p>
Um dia você nota que o chão da sala está molhado, e prontamente alerta: Houston temos um problema, o chão está molhado! A solução é óbvia, enxugar o chão para que ninguém escorregue e possa vir a ter transtornos piores. Porém você enxuga o chão uma, duas, três vezes e descobre que ele continua a ficar molhado e vê que a sua solução não está surtindo o efeito desejado. Então você passa a quebrar a cabeça para achar uma nova solução e descobre que o chão está molhado por causa de vazamento no teto, prontamente você busca um recipiente (vulgo balde) e o coloca abaixo do vazamento para que ele armazene a água que por ventura está molhando o chão. Durante certo tempo o chão até que ficou seco, porém, depois o balde encheu o começou a transbordar e a molhar o chão novamente, seu problema persiste. Tentando sanar o vazamento você troca toda a encanação e faz a impermeabilização da parede para que o vazamento não volte a acontecer. Durante certo tempo o chão até que ficou seco, porém começou a aparecer um novo vazamento não pela área impermeabilizada, mas por uma área próxima e o chão novamente estava sendo molhado. Depois de suas inúmeras tentativas você chegou a conclusão que água vinha do andar de cima da empresa e era melhor construir um complexo sistema de transporte de água, pois aquela água provinha de um evento sobrenatural e a culpa era do estagiário.
</p></blockquote>
<p>A fábula acima é um certo exagero, mas ela servirá apenas como exemplo do método de tratamento que proponho. Analisemos agora o seu mesmo problema do chão molhado.</p>
<p>O chão está molhado! Por quê? Por que tínhamos um vazamento na parede. Por que tínhamos um vazamento na parede? Por que tínhamos uma infiltração. Por que tínhamos uma infiltração? Por que existia no andar de cima uma torneira que gotejava. Por que uma torneira estava gotejando? Por que alguém havia deixado à torneira aberta. Por que alguém deixou a torneira aberta? Por que não havia sido conscientizado quanto a este tipo de conduta dentro da empresa.</p>
<p>Observe que tratar o chão molhado, a infiltração, o gotejamento da torneira ou o fato dela estar fechada corretamente poderiam por hora mascarar problema, mas depois ele voltaria firme e forte pois sempre haveria algum desavisado para deixar a torneira semi-aberta, para gotejar novamente.</p>
<p>Uma vez que fosse esclarecida aos empregados a importância de fechar corretamente as torneiras o problema do chão molhado seria sanado. Portanto, um problema que antes era dos serviços gerais agora passou a ser um problema do RH, que foi resolvido sem nenhum custo adicional.</p>
<p>O foco no ambiente corporativo foi apenas para fins didáticos, para que vocês conseguissem entender bem o quero dizer. Ao tratarmos um problema devemos deixar bem delimitado o que são efeitos e o que são causas. Muitas vezes em nossas vidas temos situações que nos desagradam, e apesar do nosso empenho em evitá-las, elas continuam a se repetir. Neste ponto seria o caso analisar se você está realmente combatendo as causas ou os efeitos do problema. Na espera do ganho imediato demoramos muito tempo enxugando o chão quando na verdade poderíamos apenas fechar a torneira.</p>
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		<title>Mais Platão, Menos Prozac</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 02:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kennedymcz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[resenhas]]></category>

		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[ <p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/mais_platao_menos_prozac-180x278.jpg" alt="Capa do livro Mais Platão, Menos Prozac" title="mais_platao_menos_prozac" width="180" height="278" class="alignnone size-medium wp-image-154" />"Ser filósofo não é meramente ter pensamentos sutis, nem mesmo fundar uma escola... É resolver alguns dos problemas da vida, não na teoria, mas na prática." - Henry David Thoreau.</p>

Mais Platão, Menos Prozac inicia com um apanhado da filosofia prática e da filosofia acadêmica. Essa filosofia chata complexa que serve apenas para as discussões em universidades não é a tratada no livro. O autor retoma o conceito filosófico de antigamente, aquele em que a filosofia era voltada para os problemas cotidianos e que ajudava as pessoas a compreender sua existência e com isso harmonizar os diversos conflitos que surgiam na trivialidade. Há o questionamento de porque tal reflexão foi abandonada e, em resposta, o autor insurge com a teoria de que o abandono da reflexão causou este dilúvio de patologias psicológicas (ou não) que vem assolando a sociedade e, em consequência, aumentando vertiginosamente o consumo de drogas (leia-se remédios, prozac para os depressivos). Daí o nome do livro "Mais Platão" [mais reflexão, filosofia] "Menos Prozac" [Levaria a menos patologias, depressões, remédios...].

Depois da defesa de sua teoria, o autor apresenta o seu método para administrar os problemas filosoficamente, o método PEACE, que é dividido em cinco passos:
<strong>1.</strong>Identificar o PROBLEMA;
<strong>2.</strong>Avaliar cuidadosamente as EMOÇÕES provocadas pelo problema;
<strong>3.</strong>ANÁLISE, você lista e avalia as opções para resolver o problema;
<strong>4.</strong>Você recuará um passo, ganhará uma certa perspectiva e COMTEMPLARÁ a situação por inteiro;
<strong>5.</strong>EQUILÍBRIO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/11/mais_platao_menos_prozac-180x278.jpg" alt="Capa do livro Mais Platão, Menos Prozac" title="mais_platao_menos_prozac" width="180" height="278" class="alignnone size-medium wp-image-154" />&#8220;Ser filósofo não é meramente ter pensamentos sutis, nem mesmo fundar uma escola&#8230; É resolver alguns dos problemas da vida, não na teoria, mas na prática.&#8221; - Henry David Thoreau.</p>
<p>Mais Platão, Menos Prozac inicia com um apanhado da filosofia prática e da filosofia acadêmica. Essa filosofia chata complexa que serve apenas para as discussões em universidades não é a tratada no livro. O autor retoma o conceito filosófico de antigamente, aquele em que a filosofia era voltada para os problemas cotidianos e que ajudava as pessoas a compreender sua existência e com isso harmonizar os diversos conflitos que surgiam na trivialidade. Há o questionamento de por que tal reflexão foi abandonada e, em resposta, o autor insurge com a teoria de que o abandono da reflexão causou este dilúvio de patologias psicológicas (ou não) que vem assolando a sociedade e, em consequência, aumentando vertiginosamente o consumo de drogas (leia-se remédios, prozac para os depressivos). Daí o nome do livro &#8220;Mais Platão&#8221; [mais reflexão, filosofia] &#8220;Menos Prozac&#8221; [Levaria a menos patologias, depressões, remédios...].</p>
<p>Depois da defesa de sua teoria, o autor apresenta o seu método para administrar os problemas filosoficamente, o método PEACE, que é dividido em cinco passos:<br />
<strong>1.</strong>Identificar o PROBLEMA;<br />
<strong>2.</strong>Avaliar cuidadosamente as EMOÇÕES provocadas pelo problema;<br />
<strong>3.</strong>ANÁLISE, você lista e avalia as opções para resolver o problema;<br />
<strong>4.</strong>Você recuará um passo, ganhará uma certa perspectiva e COMTEMPLARÁ a situação por inteiro;<br />
<strong>5.</strong>EQUILÍBRIO.</p>
<p>Durante todo o livro, o autor apresenta casos de dilemas sociais e os resolve através do seu método, mostrando para você como ele se aplica na prática. Nos seus aconselhamentos, ele busca diversas referências tanto na filosofia oriental quanto ocidental. No livro são citados: Platão (óbvio), Aristóteles, Nietzche,  Lao TSE, Chuang TSE entre outros, para elucidar dilemas éticos, de perda, amorosos, familiares, fúnebres, competição, egoísmo, etc&#8230; Dificilmente coloco aqui a resenha de algum livro que não tenha gostado, mas &#8220;Mais Platão, Menos Prozac&#8221;  é um livro muito bom que certamente lerei de novo e irá pra minha biblioteca. Recomendo muito que vocês leiam, não precisa necessariamente comprar o livro numa biblioteca, perto de você deve ter. Pra terminar faço minhas as palavras do autor:</p>
<blockquote><p>&#8220;O grau de liberdade de nossas vidas depende do nosso sistema político e da nossa vigilância em defendê-la. A duração de nossas vidas depende de nossos genes e da qualidade do cuidado com a saúde. Viver bem - isto é, seriamente, nobremente, virtuosamente, alegremente, amorosamente - depende da nossa filosofia e da maneira como a aplicamos a tudo o mais. A vida examinada é uma vida melhor, e está ao seu alcance. Experimente Platão, não Prozac!&#8221; - <strong>Lou Marinoff - Mais Platão, Menos Prozac</strong></p></blockquote>
<div id="infolivro"><strong>Título: </strong>Mais Platão Menos Prozac - A filosofia aplicada ao cotidiano<br />
<strong>Autor: </strong>Lou Marinoff<br />
<strong>Editora: </strong>Record<br />
<strong>Número de páginas: </strong> : 380p</div>
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		<title>Ele está de volta!</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 10:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

		<category><![CDATA[crítica]]></category>

		<category><![CDATA[mojica]]></category>

		<category><![CDATA[terror]]></category>

		<category><![CDATA[zé do caixão]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-150" title="foto1" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto1-180x264.jpg" alt="" width="180" height="264" /></a>
Após 40 anos chega aos cinemas o filme que fecha a trilogia do coveiro mais sádico do cinema.

A trilogia que foi iniciada no começo dos anos 60 tem seu ato final. Após trinta anos preso, Zé do Caixão é finalmente libertado. Decidido a cumprir a mesma meta de encontrar a mulher que pode lhe gerar o filho perfeito, Zé do Caixão varre a cidade de São Paulo com terror e sangue. Com uma trama traduzida para os dias atuais, Encarnação do Demônio convence e encanta aos fãs de Mojica. Apesar dos clichês existentes, o filme nos prende justamente por conter elementos de sua narrativa principal, sem perder, apesar de nesses anos a mídia distorcer e ironizar o grande personagem criado por Mojica, sua essência e seu brilho. Talvez por toda a desconstrução que Zé do Caixão sofreu pela mídia, o filme não se torne tão assustador o quanto deveria. Cenas que levam o público aos risos em vez dos sustos são constantes no filme, mas não descartáveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-150" title="foto1" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto1-180x264.jpg" alt="" width="180" height="264" /></a>Após 40 anos chega aos cinemas o filme que fecha a trilogia do coveiro mais sádico do cinema.</p>
<p>A trilogia que foi iniciada no começo dos anos 60 tem seu ato final. Após trinta anos preso, Zé do Caixão é finalmente libertado. Decidido a cumprir a mesma meta de encontrar a mulher que pode lhe gerar o filho perfeito, Zé do Caixão varre a cidade de São Paulo com terror e sangue. Com uma trama traduzida para os dias atuais, Encarnação do Demônio convence e encanta aos fãs de Mojica. Apesar dos clichês existentes, o filme nos prende justamente por conter elementos de sua narrativa principal, sem perder, apesar de nesses anos a mídia distorcer e ironizar o grande personagem criado por Mojica, sua essência e seu brilho. Talvez por toda a desconstrução que Zé do Caixão sofreu pela mídia, o filme não se torne tão assustador quanto deveria. Cenas que levam o público aos risos em vez dos sustos são constantes no filme, mas não descartáveis.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Outra coisa interessante no filme são os ganchos com os outros dois filmes. Fantasmas ou ilusões que perturbaram Zé do Caixão nos filmes anteriores voltam, numa convincente maquiagem e transformação dos atores para parecerem os da época. Ao mesmo tempo em que os ganchos servem como elemento narrativo, tem a função também, de familiarizar o espectador que não conhece os outros filmes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Talvez o mais esperado num filme do Zé do Caixão nos dias de hoje seriam as cenas de violência, e uma coisa é certa, o filme não deixa nada a desejar aos filmes americanos. São cenas de extrema realidade e efeitos magníficos, uma direção de arte impecável, e fiquem atentos que algumas cenas de tortura são reais. Por conta disso o filme se tornou muito violento, o que lhe concedeu uma censura de 18 anos. Canibalismo, escatologia, sangue, vísceras, um verdadeiro rio de sangue.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-151" title="foto4" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto4.jpg" alt="" width="500" height="313" /></p>
<p>O drama e a busca de Zé do Caixão são muito bem representadas no roteiro simples, mas muito bom de <span style="mso-bidi-font-family: Arial;">Dennison Ramalho. O exagero desnecessário na atuação de alguns atores incomoda um pouco, mas logo se sente que isso foi usado como cano de escape do universo sádico do filme.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">No fim das contas, Encarnação do Demônio é um excelente filme de terror e feito no Brasil! Com o maior orçamento que Mojica teve acesso, o filme abre as portas do cinema brasileiro para as produções de terror. É lamentável que todo seu sucesso aqui seja fruto de seu reconhecimento no mundo afora, mas felizmente Mojica foi reconhecido ainda em vida e agora terá sua obra explorada por muitos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><a href="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-152" title="foto2" src="http://www.desconversando.com/wp-content/uploads/2008/10/foto2.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 1cm; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">E para quem pensa que Mojica vai se aposentar com o fim da trilogia de Zé do Caixão, aviso a vocês que está longe disso acontecer. Como disse o próprio: “farei terror enquanto viver”. Para o próximo ano já podemos aguardar “O Devorador de Olhos”.</span></span></p>
<p><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Anderson R. Barbosa</span></span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">NOTA: 9.0</span></span></p>
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