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      <title>Design Coletivo</title>
      <description>O Design Coletivo é formado por 8 designers, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.</description>
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      <pubDate>Fri, 24 May 2013 06:34:09 +0000</pubDate>
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         <title>Como dar conta de vários clientes: dicas de produtividade para freelancers</title>
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         <description>Por Danielle Macedo, Marketing na BaseKit Atuar como freelancer pode ser uma ótima ideia – entre as vantagens estão ser o seu próprio chefe, ter a oportunidade de trabalhar em diversos projetos e, muitas vezes, ganhar mais. Embora tudo isto pareça interessante, é importante lembrar também que a vida de freelancer pode ser recheada de [...]</description>
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         <pubDate>Mon, 03 Sep 2012 11:32:21 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Por <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://plus.google.com/u/0/100388787713971286797/posts">Danielle Macedo</a>, Marketing na <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.basekit.com.br">BaseKit</a></p>
<p>Atuar como freelancer pode ser uma ótima ideia – entre as vantagens estão ser o seu próprio chefe, ter a oportunidade de trabalhar em diversos projetos e, muitas vezes, ganhar mais.</p>
<p>Embora tudo isto pareça interessante, é importante lembrar também que a vida de freelancer pode ser recheada de desafios – um dos principais problemas, por exemplo, é gerenciar as expectativas e prazos apertados dos clientes.</p>
<p>Ter um bom relacionamento com clientes é fundamental em qualquer área. A forma como você lida com clientes e seu nível de satisfação faz toda a diferença no crescimento do seu negócio.</p>
<p>Se você já trabalha como profissional liberal há algum tempo, já deve ter enfrentado diversas dificuldades com clientes exigentes, que solicitam milhares de mudanças no decorrer do seu trabalho. Isto é verdade especialmente para clientes de grande porte, que muitas vezes acabam tomando o tempo que você tinha reservado para trabalhar com empresas menores.</p>
<p>A melhor solução para este problema é cortar o mal pela raiz.  Aqui vão algumas dicas para que você possa gerenciar melhor o seu tempo e evitar problemas no futuro:</p>
<p><strong>Envolva o cliente</strong></p>
<p>Uma boa ideia é envolver os clientes a partir da fase inicial do projeto, para evitar alterações de última hora. Se o cliente participar de maneira ativa em todo o processo de criação, suas chances de aprovar o layout rapidamente serão muito maiores. Outra dica é ir além do briefing escrito, mostrando logo no início qual será o layout do projeto para o cliente.</p>
<p><strong>Organização é tudo</strong></p>
<p>Pode parecer uma dica básica, mas muitas pessoas se esquecem de fazer uma lista de tarefas diariamente, o que pode ser uma mão na roda para você. Ao eliminar ítens desta lista, você não só poderá acompanhar o progresso do seu trabalho, mas também se sentirá aliviado!</p>
<p>Além disso, mesmo que você trabalhe de casa, não deixe sua mesa bagunçada, pois seu ambiente de trabalho pode ter uma grande influência na sua criatividade. O mesmo vale para listas de contatos, planilhas e outros arquivos armazenados no computador.</p>
<p><strong>Diga não!</strong></p>
<p>Muitos designers podem ter a impressão de que falar não demonstra falta de profissionalismo. Em alguns casos, o efeito é exatamente oposto: ao explicar para um cliente que não será possível realizar uma determinada alteração dentro do prazo, você ganhará credibilidade no mercado.</p>
<p>Seja realista em relação aos prazos acordados entre você e o cliente, e esclareça qualquer limitação que possa afetar o resultado do trabalho. Transparência é uma virtude valorizada por clientes.</p>
<p><strong>Compartilhe experiências</strong></p>
<p>É sempre bom acompanhar blogs e fóruns da área para que você possa aprimorar suas técnicas de gerenciamento de projetos! Além disso, existem muitas comunidades online para que web designers possam aprender com a experiência de colegas da área, além de trocar dicas e opiniões sobre o mercado de trabalho. Uma destas comunidades é a <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.basekit.com.br/basekit-pro">BKPro</a> da BaseKit, que ainda indica trabalhos para você.</p>
<p>Esta pode não ser uma receita de bolo, mas estas dicas podem ajudá-lo a gerenciar o seu tempo  de maneira mais eficaz, evitando que o acúmulo de trabalho acabe comprometendo a sua imagem profissional.</p>
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         <category>Mercado</category>
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      <item>
         <title>Games e design</title>
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         <description>Recentemente li alguns artigos que estavam na lista pra ‘ler depois’ e dois deles falavam sobre a relação entre games e design. Confesso que não sou um gamer frequente e raramente faço pausas para jogos que não sejam de futebol de verdade, mas os argumentos apresentados são ótimos e me convenceram. Como uma tentativa de [...]</description>
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         <pubDate>Mon, 27 Aug 2012 21:21:10 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente li alguns artigos que estavam na lista pra ‘<a rel="nofollow" title="textos marcados pra lerdepois no delicious">ler</a> <a rel="nofollow" title="pra ler depois no Readability" target="_blank" href="http://www.readability.com/camilo/latest">depois</a>’ e dois deles falavam sobre a relação entre games e design. Confesso que não sou um gamer frequente e raramente faço pausas para jogos que não sejam de futebol de verdade, mas os argumentos apresentados são ótimos e me convenceram.</p>
<p>Como uma tentativa de criação de novos hábitos, decidi gastar algum tempo dos meus intervalos no dia para jogos. E como já vi muita gente animada jogando e dizendo o quanto <a rel="nofollow" title="Poker" target="_blank" href="http://pt.partypoker.com/">Poker</a> é legal, resolvi que ia ser um dos primeiros testes. E de praticar um pouco online pode ser que daqui a um tempo já dê pra jogar de verdade e colocar em disputa o meu suado dinheiro numa roda com amigos.</p>
<div id="attachment_1087" class="wp-caption alignnone" style="width:510px;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.partypoker.com/"><img class="size-full wp-image-1087" title="partypoker" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/08/partypoker.jpg" alt="" width="500" height="322"/></a><p class="wp-caption-text">primeiros esforços no Party Poker</p></div>
<p>O primeiro texto, <a rel="nofollow" title="Your New Excuse to Get an Xbox" target="_blank" href="http://boxesandarrows.com/view/your-new-excuse-to">Sua Nova Desculpa para Comprar um Xbox</a> (em inglês), de 2008, mas que eu não tinha terminado de ler, fala bastante sobre o lado emocional que os games exploram para manter seus usuários concentrados o suficiente para superarem suas fases. Recompensas e desafios em cada parte do jogo, controle da experiência (cores, áudio, etc) e as narrativas são alguns dos temas abordados.</p>
<p>O segundo, <a rel="nofollow" title="What Web Designers Can Learn From Video Games" target="_blank" href="http://www.smashingmagazine.com/2011/07/27/what-web-designers-can-learn-from-video-games/">O Que Web Designers Podem Aprender com Video Games</a> (também em inglês) de 2011, focou mais na parte estética e falou bastante sobre o uso de ícones e feedbacks visuais que os games emitem constantemente para que o usuário não se perca no processo.</p>
<p>Lendo as considerações e pensando no mundo de interfaces digitais, tanto na web quanto para aplicativos e outras telas, todos os pontos também se aplicam no nosso trabalho e por mais que tenhamos complicadores exclusivos como peso dos arquivos e velocidade de conexão, devemos encontrar soluções para minimizá-los, afinal são das restrições que a criatividade precisa se fazer presente.</p>
<p><em>(E vamos caminhando rumo a uma frequência maior de posts aqui neste querido blog)</em></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/Yahoo Pipes 1.0.gif"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/designcoletivo/~4/gZxYWdNok4o" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
         <category>Web</category>
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      <item>
         <title>Renove sua CNH!</title>
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         <description>Há quase um ano, voltando para casa de carona com meu pai, ele comentou que tinha ido numa consulta e, do nada, a médica pediu para ver sua carteira de habillitação. À princípio ele negou, mas ela insistiu e ele acabou cedendo. Ela então olhou o documento e perguntou o que havia de errado. Meu [...]</description>
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         <pubDate>Wed, 01 Aug 2012 13:00:16 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Há quase um ano, voltando para casa de carona com meu pai, ele comentou que tinha ido numa consulta e, do nada, a médica pediu para ver sua carteira de habillitação. À princípio ele negou, mas ela insistiu e ele acabou cedendo.</p>
<p>Ela então olhou o documento e perguntou o que havia de errado. Meu pai, sem entender nada, disse que não havia nada de errado. Ela então pediu para ele conferir qual era a data de vencimento. Puxa vida, ali estava o erro, carteira vencida há cerca de 6 meses! Afinal, quem sabe quando a habilitação vai vencer?</p>
<p>Quando ele terminou de contar isso, eu comecei a pensar em como resolver este problema, como a internet poderia ajudar nisso. Então pensei num sistema em que você inserisse alguns poucos dados e ele te avisasse quando a data estivesse chegando. Email me pareceu a opção mais viável, já que SMS ficaria muito caro. Depois de alguns meses desenvolvendo, coloquei no ar o <a rel="nofollow" title="Renove sua CNH" target="_blank" href="http://www.renovesuacnh.com.br/">renovesuacnh.com.br</a>, um serviço para não te deixar esquecer desta data.</p>
<div id="attachment_1076" class="wp-caption alignnone" style="width:510px;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.renovesuacnh.com.br/"><img class="size-full wp-image-1076" title="renovesuacnh" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/07/renovesuacnh.jpg" alt="" width="500" height="239"/></a><p class="wp-caption-text">www.renovesuacnh.com.br</p></div>
<p>Por coincidência, na época que estava terminando o trabalho, a minha habilitação venceu e eu pude, pela primeira vez, ver como era o processo na prática. Agendamento da renovação pela Internet é a pricipal novidade, tudo demora cerca de uma hora no Poupatempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como foi o processo</h2>
<p>Para o trabalho prático resolvi colocar algumas limitações e tentar ser criativo em cima delas. Também estava louco para brincar com os novos media queries do CSS 3 e as técnicas emergentes <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.lukew.com/ff/entry.asp?933">mobile first</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.alistapart.com/articles/responsive-web-design/">responsive web design</a>. Partindo de uma resolução de 320 px e crescendo, também decidi que todos os elementos teriam que caber em no máximo 700 px de largura, o que me fez fritar a cabeça um pouco para encaixar a imagem da CNH em diversos viewports, como mostrado na imagem abaixo.</p>
<div id="attachment_1077" class="wp-caption alignnone" style="width:510px;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.renovesuacnh.com.br/"><img class="size-full wp-image-1077 " title="posicao_cnh" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/07/posicao_cnh.jpg" alt="" width="500" height="940"/></a><p class="wp-caption-text">Diferenças de posicionamento da imagem em várias resoluções</p></div>
<p>Depois de algumas tentativas que fracassaram, resolvi usar a textura da própria CNH para compor o layout. Um ajuste aqui e outro ali e enfim funcionou.</p>
<p>Chegou então a hora de fazer tudo isso funcionar no browser. Por mais que haja <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://jeffcroft.com/blog/2008/jun/04/why-we-dont-skip-photoshop/">uma</a> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.smashingmagazine.com/2010/07/29/in-defense-of-photoshop/">grande</a> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://37signals.com/svn/posts/1061-why-we-skip-photoshop/">discussão</a> sobre o quanto é prático layoutar direto no código, eu gosto de ter uma boa noção do espaço que cada elemento ou bloco no layout vai ocupar. E acabo deixando pequenos ajustes pra serem feitos no CSS, misturando assim as técnicas.</p>
<p>Comecei tentando fazer tudo na raça, escrevendo o código do zero, mas responsive web design é bem mais trabalhoso do que eu imaginava, então depois de um tempo encontrei um <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://verekia.com/initializr/responsive-template">template responsivo</a> que fez a maior parte do trabalho sujo. Como nessa época eu já estava quase desistindo devido à dificuldade em fazer dar certo e a ideia principal era aprender o processo, o template caiu como uma luva. Eu não precisava resolver todos os detalhes, mas sim passar por todos os estágios. E vou te falar, responsive design é muito mais trabalhoso do que eu esperava. Adicionar novos breakpoints dentro dos já existentes foi a grande descoberta. Aliás, <a rel="nofollow" title="State of the web: of apps, devices and breakpoints" target="_blank" href="http://www.zeldman.com/2011/12/29/state-of-the-web-of-apps-devices-and-breakpoints/">este aqui</a> é outro bom texto para quem se interessa por essa técnica.</p>
<p>No site, redimensionar a tela do browser faz o layout se adaptar ao tamanho da janela e te possibilita ver os media queries em ação.</p>
<p>Modifiquei bastante o template até chegar no layout que havia desenhado e tinha então um site navegável. Adicionei navegação no topo para as resoluções menores (que teriam que dar bastante scroll até chegar nas últimas partes da página), adicionei todos os recursos de Analytics que eu aprendi, inclusive coisas interessantes como <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://doteduguru.com/id7229-idiots-guide-to-event-tracking.html">event tracking</a>. Na programação, meu colaborador <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://mastriaweb.com/">Guilherme Mastria</a> fez o sistema funcionar e o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://twitter.com/brunocruz">Bruno Cruz</a> aprimorou a redação que eu tentei fazer, com um toque que só um redator teria.</p>
<p>O próximo grande passo é criar aplicativos para iOS / Android, mas isso ainda leva algum tempo e também quero pensar na melhor forma de fazer essas notificações, pensando que a maioria das pessoas troca de celular a cada 18 meses (menos da metade do tempo de vigência de uma CNH).</p>
<p>Mas é isso aí, está tudo lá funcionando, qualquer coisa é só reclamar por aqui: <a rel="nofollow" title="Renove sua CNH" target="_blank" href="http://www.renovesuacnh.com.br">renovesuacnh.com.br</a>.</p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/Yahoo Pipes 1.0.gif"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/designcoletivo/~4/_9IDv-6cRjQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
         <category>Web</category>
      <feedburner:origLink>http://www.designcoletivo.com/web/renove-sua-cnh/</feedburner:origLink></item>
      <item>
         <title>Hora de mudar de mudar tudo</title>
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         <description>Esses dias me deparei com notícias de que dois grandes serviços online vão lançar versões completamente novas de seus produtos. O primeiro é o Basecamp, software de gerenciamento de projetos da 37signals, de quem eu já cansei de elogiar aqui. Na coluna que anuncia o novo projeto, Jason Fried (co-fundador), argumenta os motivos que levaram [...]</description>
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         <pubDate>Fri, 27 Jan 2012 09:42:42 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias me deparei com notícias de que dois grandes serviços online vão lançar versões completamente novas de seus produtos.</p>
<p>O primeiro é o <a rel="nofollow" title="Basecamp" target="_blank" href="http://basecamphq.com/">Basecamp</a>, software de gerenciamento de projetos da <strong>37signals</strong>, de quem eu já cansei de elogiar aqui.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://basecamphq.com/"><img class="alignnone size-full wp-image-1059" title="basecamp" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/01/basecamp.jpg" alt="" width="500" height="265"/></a></p>
<p>Na <a rel="nofollow" title="Redesign do Basecamp" target="_blank" href="http://www.inc.com/magazine/201202/jason-fried/starting-over-get-real.html">coluna</a> que anuncia o novo projeto, Jason Fried (co-fundador), argumenta os motivos que levaram a empresa a fazer tudo de novo. Resumidamente eles entendem que o ciclo de um produto que foi lançado há 8 anos já está no fim e é hora de fazer melhor. Abaixo um pedaço.</p>
<blockquote><p><em>For one, eight years is a long time. Consider the ways in which the world has changed over the past eight years. We&#8217;ve learned a lot about collaborating in that time. We&#8217;ve received tons of feedback from users, many of whom have shown us the ways in which they work. Plus, there are technologies available that didn&#8217;t exist back then.</em></p>
<p>Leia a coluna inteira: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.inc.com/magazine/201202/jason-fried/starting-over-get-real.html">Starting Over</a> (em inglês)</p></blockquote>
<p>Pessoalmente nunca usei o programa, mas já tive ótimas referências dele, fora a página de apresentação, que tem uma redação muito convincente sobre sua qualidade.</p>
<h2>Vimeo</h2>
<p>O segundo serviço anunciando um enorme redesign é o ótimo <strong>Vimeo</strong>.</p>
<p></p> 
<p>Na página de lançamento dá pra ter uma noção do novo visual: <a rel="nofollow" title="novo Vimeo" target="_blank" href="http://vimeo.com/new">http://vimeo.com/new</a></p>
<p>O lançamento foi feito através de um post no blog ‘<a rel="nofollow" title="Say hello to the new Vimeo" target="_blank" href="http://vimeo.com/blog:473">Say hello to the new Vimeo</a>’, onde eles também explicam os motivos do novo projeto, que foi feito com objetivos de oferecer uma melhor experiência para quem está consumindo conteúdo no site.</p>
<p>Se você costuma assistir vídeos tanto no Youtube quanto no Vimeo já deve ter percebido a diferença de qualidade nas duas interfaces, o segundo é muito superior ao serviço do Google, e mesmo assim seu staff encarou o desafio de fazer algo ainda melhor, o que pelos screenshots no vídeo, na página de lançamento e no post, parece que foi alcançado. Já pedi um convite e estou esperando pra testar.<br />
<em>(se você nunca reparou na diferença entre os dois, este post contém vídeos de ambos os serviços, note os detalhes)</em></p>
<h2>Na TV</h2>
<p>Há uns 3 meses eu publiquei um post onde falei sobre <a rel="nofollow" title="Consist&#xea;ncia visual" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/conceitos/consistencia-visual/">consistência visual</a> e critiquei a falta de ‘<em>cara</em>’ de alguns projetos de design e os dois exemplos que citei acima são muito mais parte de uma evolução constante do que da simples vontade de fazer de novo. Lembro-me também dos recentes rebrandings das emissoras de televisão, a maioria a cabo. Nada novo, já foram feitos há um tempo, mas se encaixam bem no assunto deste texto. A semelhança entre eles é que parece que todos alcançaram um resultado visual muito consistente e atraente, digno da atenção que eles possuem, o que não acontecia antes na maioria dos casos. Parece que o fato de terem colocado os projetos inteiros na mão de apenas uma equipe fez com que o resultado ficasse todo mais sólido, homogêneo.</p>
<p>O primeiro que me chamou a atenção foi o do <strong>Telecine</strong>, que na minha opinião atingiu o melhor resultado de todos. Antigamente era sem graça e hoje é extremamente bem feito. Entre 1:10 e 1:20 está a melhor parte, que ainda pago pau cada vez que passa na TV.</p>
<p><embed width="500" height="284" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/TBkTkDJ81yg?version=3&amp;hl=en_US"/></p> 
<p>No blog Televisual tem uma <a rel="nofollow" title="Telecine" target="_blank" href="http://televisual.wordpress.com/2010/11/05/identidade-visual-telecine-rebrand-2010/">entrevista</a> com Eduardo Tosto, um dos responsáveis pelo projeto, feito pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.beeldmotion.com/729269/Telecine-Rebrand">Beeld.motion</a>, vale a pena conhecer os detalhes.</p>
<p>Na sequência veio o <strong>GNT</strong>, que também ficou muito belo. Não é um canal que eu costumo assistir, por conta do seu conteúdo voltado muito mais para as mulheres, mas nos intervalos do <a rel="nofollow" title="David Letterman" target="_blank" href="http://gnt.globo.com/lateshow/">David Letterman</a> dá pra ver como fica bonito na tela. Leia o <a rel="nofollow" title="GNT" target="_blank" href="http://televisual.wordpress.com/2011/03/31/identidade-gnt-rebrand-2011/">post</a> do Televisual para mais detalhes e muito mais imagens. O GNT não fez uma reformulação completa, foi um ajuste de alguns pontos do <a rel="nofollow" title="rebrand GNT 2008" target="_blank" href="http://blogtelevisual.com/identidade-visual-gnt-rebrand-2008/">trabalho que tinham feito em 2008</a>, mas entra na lista por ter sido lançado na época dos outros comentados aqui.</p>
<p></p> 
<p>Depois do GNT alguns canais de filmes também fizeram rebranding e seguiram um pouco a linha do Telecine de explorar o 3D, exceto o <strong>Universal</strong> que foi na contramão e usou cores e linhas sólidas e chapadas para sua programação. Texto completo no <a rel="nofollow" title="Universal Chanell" target="_blank" href="http://televisual.wordpress.com/2011/05/16/identidade-universal-channel-la-2011/">Televisual</a>. Eu gostava muito do Universal antigo, mas esse estilo novo funciona bem.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://televisual.wordpress.com/2011/05/16/identidade-universal-channel-la-2011/"><img class="alignnone size-full wp-image-1056" title="identidade_universalchannel_2011_03" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/01/identidade_universalchannel_2011_03.jpeg" alt="" width="450" height="303"/></a></p>
<p>O último que me chamou a atenção recentemente foi o da <strong>TV Cultura</strong>, ficou ótimo. Veja as todas as imagens e vídeos dos três períodos do dia (manhã, tarde e noite), maneira como a emissora fez a separação do seu público e conteúdo, novamente no blog <a rel="nofollow" title="TV Cultura" target="_blank" href="http://televisual.wordpress.com/2011/07/08/identidade-tv-cultura-rebrand-2011/">Televisual</a>.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://televisual.wordpress.com/2011/07/08/identidade-tv-cultura-rebrand-2011/"><img class="alignnone size-full wp-image-1060" title="identidade_tvcultura_2011_02" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/01/identidade_tvcultura_2011_02.jpeg" alt="" width="450" height="252"/></a></p>
<h2>ESPN Brasil <img src='http://www.designcoletivo.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley'/> </h2>
<p>Mas um canal que eu lamento muito não poder falar da reformulação visual é a <strong>ESPN Brasil</strong>. Devo assistir seus programas todos os dias, principalmente por causa do futebol (noticiários, mesas redondas e transmissões dos campeonatos europeus), mas também tênis e um pouco de futebol americano recentemente, junto com meu irmão, que é quem realmente gosta do esporte.</p>
<p>É triste ver um canal tão legal com programas sendo apresentados visualmente dessa forma. Fora o fato de ser feio, não existe identidade alguma entre eles. Depois de ver os exemplos acima, isso até agride os olhos.</p>
<p><img class="alignnone" title="ESPN Brasil" src="http://img695.imageshack.us/img695/6927/espnf.jpg" alt="" width="497" height="353"/></p>
<p>Olha como é o Bate Bola, o programa de esporte com a menor porcentagem de babacas da TV brasileira, de chorar.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bate Bola - ESPN" src="http://contenti1.espn.com.br/template/3f740396-a37d-3504-bca1-20a679cc976b.jpg" alt="" width="281" height="188"/> <img class="alignnone size-full wp-image-1058" title="images" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/01/images.jpeg" alt="" width="260" height="194"/></p>
<p>E não sei a independência que eles têm em relação à ESPN internacional, que tem gráficos melhores, mas é o canal que eu mais gostaria de ver repaginado, vamos ver se com a entrada da FOX Sports no Brasil alguma coisa muda, fica aí o pedido/sugestão.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1057" title="sportscenter_rapidly_shrinking" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2012/01/sportscenter_rapidly_shrinking.jpeg" alt="Sportscenter - ESPN Internacional" width="440" height="298"/></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/Yahoo Pipes 1.0.gif"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/designcoletivo/~4/xrrAQx2b7EA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
         <category>Conceitos</category>
      <feedburner:origLink>http://www.designcoletivo.com/conceitos/hora-de-mudar-de-mudar-tudo/</feedburner:origLink></item>
      <item>
         <title>Montadoras: design não é só a forma</title>
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         <description>Design é inegavelmente uma palavra em evidência, por dezenas de motivos diferentes. Uma coisa que anda me incomodando é como as fabricantes de carro (e suas agências) estão tratando o assunto. Todo mundo já conhece o jogo: Chega o final do ano e novos modelos de veículos são lançados. Quando as mudanças são sutis, geralmente [...]</description>
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         <pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:34:02 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Design é inegavelmente uma palavra em evidência, por dezenas de motivos diferentes. Uma coisa que anda me incomodando é como as fabricantes de carro (e suas agências) estão tratando o assunto.</p>
<p>Todo mundo já conhece o jogo: Chega o final do ano e novos modelos de veículos são lançados. Quando as mudanças são sutis, geralmente a ênfase da divulgação vai mais o lado mecânico, melhoras de performance e etc. Quando a cara do carro tem uma mudança significativa, nossa palavra querida aparece de montão.</p>
<p><span style="color:#666;font-size:10px;">(no meu <a rel="nofollow" title="consist&#xea;ncia visual" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/conceitos/consistencia-visual/"><span style="color:#808080;">último post</span></a> eu falo um pouco sobre essa evolução dos veículos ao longo do tempo &#8211; entre outras coisas)</span></p>
<p>Como já estamos em 2012, tem carro novo pra todo lado. E andam tratando design pra vender só a forma, consequentemente fazendo a população ter uma concepção errada do que a palavra representa, como acontece com o termo &#8216;<em>marketing</em>&#8216;.</p>
<p>O maior exemplo do que venho falando é o Kia Soul, que se vende como &#8220;<em>carro-design&#8221;</em>.</p>
<p>Talvez o fato de eu achar esse carro horroroso contribua pra minha implicância com ele, fico um pouco ofendido de ver um carro feio desse levando a alcunha <em>design</em>. Veja o comercial.</p>
<p><embed width="480" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/W6Lj897BRds?version=3&amp;hl=en_US"/></p> 
<p>Outro que está em veiculação é o do novo Toyota SW4, esse de uma forma um pouco mais leve.<br />
<embed width="480" height="270" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/gVtxAkH4N9s?version=3&amp;hl=en_US"/></p> 
<p>Não quero julgar nenhum dos dois filmes, mas a forma como eles empregam a palavra design me desagrada. Já escrevi antes sobre <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/conceitos/ok-conteudo-importa-mas-e-a-forma/">forma e função</a> aqui e continuo achando que além dos dois serem importantes, um é consequência do outro, <strong>não podendo</strong> ser considerados separadamente. Sem dúvida, a forma é o que mais aparece no final, mas talvez a palavra que mais englobe o trabalho inteiro seja <strong>projeto</strong>, que é feito através de um processo e chega a um resultado final que pode ser visual.</p>
<p>Sendo um pouco apelão, tem uma citação do Steve Jobs que fala sobre o assunto</p>
<blockquote><p><em>A maioria das pessoas comete o erro de pensar que design é a aparência. As pessoas pensam que é esse verniz &#8211; que aos designers é entregue esta caixa e dito: &#8220;Deixe bonito!&#8221; Isso não é o que achamos que seja design. Não é só o que aparece e sente. Design é como funciona.</em></p>
<p><em><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.corelarts.com/2011/09/50-citacoes-sobre-design-e-criatividade.html">http://www.corelarts.com/2011/09/50-citacoes-sobre-design-e-criativida de.html</a></em></p></blockquote>
<p>O trabalho todo é design. As metas são estabelecidas no início do trabalho e a partir daí cada passo é dado seguindo uma metodologia que tem a ver com o resultado que quer ser obtido. Isso é design, projeto.</p>
<p>Depois da conceituação e de algumas definições tecnológicas, o trabalho visual começa a ser efetivamente produzido, mas a parte criativa que acontece até chegar nessa parte não pode ser desprezada, ela é vital. Algumas pessoas gostam de dizer que a parte que é vista (vamos chamar de parte gráfica) de qualquer projeto criativo é apenas a superfície, ou uma parte rasa depois de um grande esforço prévio. Eu acho que faz sentido, embora essa parte gráfica seja tão trabalhosa ou até mais do que os passos anteriores e posteriores (como finalização, montagem, animação, impressão, etc). E depois de um trabalhão desse chega-se a um resultado que é então vendido, consumido, usado pelas pessoas.</p>
<p>Então chamar atenção para o design só porque tem uma forma bonita ou porque mudou a cara desvaloriza todo o restante do trabalho.</p>
<p>E quanto ao tal <em>carro-design</em>, chamá-lo dessa forma, é desprezar todos os outros veículos que com certeza também são produzidos através de uma metodologia.</p>
<p><span style="color:#666;font-size:10px;">(Na verdade, acredito que quiseram posicionar o Soul como um carro totalmente diferente dos demais e usaram esse argumento. Provavelmente coisa da Kia e não da agência, que eu não sei qual é. Também não sei o propósito de <em>&#8216;criar uma categoria&#8217;</em> de um carro só, mas quanto a ser diferente de todos eu até concordo, apesar de ser gostoso de dirigir, de tão feio e diferente, ele parece um alien na rua.)</span></p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/Yahoo Pipes 1.0.gif"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/designcoletivo/~4/aWZ8XmA4MT4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
         <category>Conceitos</category>
      <feedburner:origLink>http://www.designcoletivo.com/conceitos/montadoras-design-nao-e-so-a-forma/</feedburner:origLink></item>
      <item>
         <title>Consistência visual</title>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/designcoletivo/~3/YDZZF3hoRTQ/</link>
         <description>Postei essa imagem no twitter há uns meses e comentei sobre a permanência do visual da série E nos carros da Mercedes ao longo dos anos. Os replies que recebi comentavam da falta de inovação nos carros por parte da Mercedes e que a BMW tinha sido mais ousada nesse sentido. Não levei a discussão [...]</description>
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         <pubDate>Thu, 03 Nov 2011 09:25:05 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Postei essa imagem no twitter há uns meses e comentei sobre a permanência do visual da série E nos carros da Mercedes ao longo dos anos. <img class="alignleft size-medium wp-image-983" title="Mercedes-Benz_E-Class_Lineup_1" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/09/Mercedes-Benz_E-Class_Lineup_1-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164"/>Os replies que recebi comentavam da falta de inovação nos carros por parte da Mercedes e que a BMW tinha sido mais ousada nesse sentido. Não levei a discussão muito pra frente porque meu ponto não era comparar tecnologia, mas sim a aparência dos carros. Acho que o mercado automobilístico é o que mais respeita a característica de uma linha. Excluindo claro, os carros que são muito feios e precisam mudar completamente de cara ao longo do tempo, a maioria segue uma sequência de evolução bem clara. Abaixo, meu carro favorito.</p>
<div id="attachment_984" class="wp-caption alignnone" style="width:465px;"><img class="size-full wp-image-984 " title="CivicEvolution" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/09/CivicEvolution.jpg" alt="" width="455" height="352"/><p class="wp-caption-text">Honda Civic</p></div>
<p>Mas além da evolução natural de cada modelo, as marcas também mantém uma identidade sobre todos os carros produzidos por ela no período. Abaixo os modelos atuais da Volkswagen. Alguns são bem diferentes uns dos outros, mas as lanternas devem ser desenhadas em cima de uma base comum e dão uma unidade enorme quando você olha para <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.volkswagen.com/br/pt/carros.html">todos eles juntos</a>.</p>
<div id="attachment_988" class="wp-caption alignnone" style="width:510px;"><img class="size-full wp-image-988" title="volkswagen" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/09/volkswagen.jpg" alt="" width="500" height="549"/><p class="wp-caption-text">Volkswagen 2011</p></div>
<p>Adendo: Esqueci quando escrevi e tive a obrigação de vir aqui adicionar: Quem mais no Brasil tem a manha de fazer um comercial que não fala seu nome? Isso é construção de marca, que mesmo bem feita, leva muito tempo.</p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/dKxwDkv6lZA?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="360"></iframe></p> 
<p>Trazendo um pouco para a realidade da maioria de nós, que é o design gráfico e/ou para web, temos diversos exemplos de uma identidade visual que é respeitada ao longo do tempo. Em 1999, o Google colocou só um campo de texto e dois botões além do logo na sua página inicial, o que era um pensamento completamente à frente daquele tempo. E isso permanece até hoje, mesmo com valores absurdos podendo ser cobrados por um anúncio naquela página. Veja a <a rel="nofollow" title="Evolution of Google homepage" target="_blank" href="http://blogoscoped.com/archive/2006-04-21-n63.html">evolução completa</a>.</p>
<div id="attachment_989" class="wp-caption alignnone" style="width:510px;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/09/google.jpg"><img class="size-full wp-image-989" title="google" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/09/google.jpg" alt="" width="500" height="156"/></a><p class="wp-caption-text">1999 / 2011</p></div>
<p>A 37 signals, que é outra empresa que eu admiro bastante e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/web/metricas-metricas/">já comentei aqui</a> antes, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://37signals.com/svn/posts/3007-37signalscom-homepage-evolution">publicou</a> esses dias um vídeo mostrando também a evolução de sua home.</p>
<p><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://vimeo.com/29088090">Evolution of a homepage</a> from <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://vimeo.com/signals">37signals</a> on <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>É mais uma companhia que tem claramente uma linguagem de design definida, prezando pela limpeza visual em todos os seus produtos. É interessante notar que desde o começo essa linguagem foi a mesma, um pouco diferente do Google, que começou com uma interface com mais ítens e até ficar bem limpa, os meninos de Chicago já começaram no caminho certo. Chuto que pelo fato de eles terem sido uma agência de design antes da atual empresa de software, fazendo trabalhos para clientes e seguindo as preferências visuais deles, quando passaram a fazer a identidade de seus produtos, já tinham na cabeça como seriam seus layouts.</p>
<p>Não que a tal limpeza visual seja o único caminho a seguir, no caso dos exemplos deste post, foi só uma coincidência.</p>
<h3><span style="color:#000000;">Fazendo errado</span></h3>
<p>Agora um mau exemplo que não entendo o porquê de existir. A interface do Windows não é aquela coisa que paramos para admirar, principalmente no confuso Windows Explorer. Mas agora, quando a Microsoft trabalha no Windows 8, que vai ser um completo redesenho do sistema operacional, muito <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.atomicmpc.com.au/News/260634,microsofts-tablet-inspired-interface-for-windows-8-desktop.aspx">influenciado</a> pelo Windows Phone 7, a belíssima versão móvel do SO da gigante de Redmond, eles soltam uma dessas. O WP7 ficou lindão, bem como o Windows 8 parecia que ia ficar, até que publicaram a cara do &#8220;novo&#8221; Windows Explorer, que você vê uma cópia abaixo.</p>
<div id="attachment_1006" class="wp-caption alignnone" style="width:510px;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blogs.msdn.com/b/b8/archive/2011/08/26/improvements-in-windows-explorer.aspx"><img class="size-full wp-image-1006" title="winexplorer8" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/10/winexplorer8.jpg" alt="" width="500" height="563"/></a><p class="wp-caption-text">Explorer in &quot;Windows 8&quot;</p></div>
<p>Só vem aquela pergunta: <em>pra que tanto botão?<br />
</em>Pelo menos adicionaram o de criar uma nova pasta, que já devia existir há anos.<em> </em>Caso você tenha estômago, leia o <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blogs.msdn.com/b/b8/archive/2011/08/26/improvements-in-windows-explorer.aspx">post completo</a> no blog de desenvolvimento, com toda a evolução do Windows Explorer e veja a desgraça que ficou. A inspiração no sistema móvel passou bem longe daí. Fico pensando como vai ser a experiência de uso, com cada parte do SO de um jeito.</p>
<h3><span style="color:#000000;">Redesign constante</span></h3>
<p>Aproveitando o assunto, às vezes é necessário parar e mudar tudo. De repente, começar de novo dá menos trabalho do que ir arrumando e arrumando o que já está pronto, só é preciso cuidado com os efeitos que essa mudança vai gerar. O problema aí está em mudar tudo sempre. Como fazer o layout de um jeito num ano, e no ano seguinte mudar tudo. Fico meio preocupado quando vejo blogs ou sites conhecidos que mudam constantemente, demonstrando não possuírem nenhuma consistência e vendendo seus novos layouts como a coisa mais legal que eles poderiam ter feito.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;If you&#8217;re not in the midst of a redesign, I&#8217;m not sure what you&#8217;re doing on the web.&#8221; - <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/#!/zeldman">@<strong>zeldman</strong></a> on <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/#!/bigwebshow">@<strong>bigwebshow</strong></a></em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/#!/nstop/status/116965667177103361"><em></em>Jen Matson &#8211; no twitter</a></p></blockquote>
<p>Veja bem, não sou contra redesigns, sou contra você não ter uma cara. O grande Jeffrey Zeldman <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/#!/nstop/status/116965667177103361">disse</a> em uma entrevista que <em>&#8220;se você não está no meio de um redesign, não sei o que você está fazendo na web&#8221;</em>, (frase destacada acima) – e se Zeldman fala alguma coisa, você ouve e aprende – então o processo é uma evolução constante, tanto na internet, quanto fora dela, o problema é cada hora ser de um jeito, tipo o Ford Fiesta (que começou feio, depois ficou igual o Corsa, e agora ficou igual outro carro qualquer).</p>
<p>A Globo.com depois de sofrer com esse problema, fez a melhor interface de portais que nós temos no Brasil e se tornou a referência. O R7 fez algo muito parecido, o iG também, até o UOL tentou entrar na onda, mas ainda tem <s>propaganda</s> conteúdo demais na sua home. É legal ter uma referência, o que não é tão legal é ficar tudo igual, o lance de não ter uma cara, como acabei de falar.</p>
<p>Eu já tinha trabalhado assim antes e acontece agora novamente do principal cliente que eu atendo na agência ter uma série de guias de interface. Fontes, assinaturas e outras coisas a serem sempre utilizadas. Às vezes parece meio chato ter que usar sempre a mesma tipografia ou montar o fundo da mesma forma, mas como a gente trabalha em função de um cliente, é a identidade dele que precisa ser respeitada, e não só pensar na riqueza do nosso portfólio.</p>
<p><strong>update</strong>: depois de publicar o post, alguém mandou esse link no twitter, que fala da evolução do design do velocímetro dos carros da Chevrolet, que está completando 100 anos, dá uma olhada: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://annyas.com/chevrolet-speedometer-design/">Chevrolet speedometer design</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/Yahoo Pipes 1.0.gif"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/designcoletivo/~4/YDZZF3hoRTQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
      <feedburner:origLink>http://www.designcoletivo.com/conceitos/consistencia-visual/</feedburner:origLink></item>
      <item>
         <title>Métricas. Métricas?</title>
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         <description>imagem por Andrew Dobson - hahaha, muito bom É um assunto daqueles que, igual caviar para o Zeca Pagodinho, eu praticamente só ouço falar. Talvez você também. A Wikipedia tem uma boa definição do assunto: &amp;#8220;um conjunto de parâmetros que mensuram a performance de um website ou de uma campanha de publicidade no meio digital.&amp;#8221; O [...]</description>
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         <pubDate>Mon, 30 May 2011 03:00:44 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_973" class="wp-caption alignleft" style="width:204px;"><img class="size-full wp-image-973" title="M&#xe9;tricas" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/05/Metrics-1.jpg" alt="" width="194" height="300"/><p class="wp-caption-text">imagem por Andrew Dobson - hahaha, muito bom</p></div>
<p>É um assunto daqueles que, igual caviar para o Zeca Pagodinho, eu praticamente só ouço falar. Talvez você também. A <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9tricas">Wikipedia</a> tem uma boa definição do assunto: <em>&#8220;um conjunto de parâmetros que mensuram a performance de um website ou de uma campanha de publicidade no meio digital.&#8221;</em></p>
<p>O artigo é bem fraco e acaba aí, mas <a rel="nofollow" title="M&#xe9;tricas: O que &#xe9;? Como medir?" target="_blank" href="http://tudosobremarketingdigital.wordpress.com/2009/09/09/metricas-o-que-e-como-medir/">neste texto</a> há boas explicações. Ele fala de alinhamento de métricas com os objetivos da empresa, daquele site específico, etc. E excluindo o e-commerce, só vejo textos falando sobre publicidade online, pouca gente trata da normal (e constante) evolução dos websites. Talvez o volume de dinheiro envolvido em publicidade online seja o principal responsável por isso, já que é necessário calcular se as ações estão dando resultado ou não.</p>
<p>Sobre e-commerce, a maior parte dos textos que abordam métricas fala sobre conversões, aumento de vendas, o que é esperado. Mas todo o resto parece ser ignorado. Talvez seja culpa do jeito que a gente trabalha, como citado a seguir:</p>
<blockquote><p><em>It’s tempting to divide skills into visual design and interaction design. But that distinction is often a reflection of the job roles at design agencies. Is the traditional design agency process part of the problem? We have this linear approach: discover, design, develop, deliver—like a relay race.</em><br />
<em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://adactio.com/journal/4538/"> http://adactio.com/journal/4538/</a></em></p></blockquote>
<p>Voltando à realidade das agências, onde a maioria de nós trabalha, ou já trabalhou, nosso contato com métricas é muito pequeno, o trabalho geralmente fica só em criar e produzir, temos pouco feedback do resultados do que produzimos. A maioria dos jobs fica poucos meses ativa no ar e a palavra que a gente mais ouve é CTR (que geralmente é um <a rel="nofollow" title="Banner n&#xe3;o funciona" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/web/banner-e-solucao-financeira-nao-criativa/">número bem pequeno</a>).</p>
<p>E por trás do processo de melhorar um site está a observação do comportamento das pessoas nele, com o objetivo desejado em mente, tal como na publicidade.</p>
<p>Acompanhando gente importante de webdevelopment lá da gringa, fico sabendo de um monte de sites que os estúdios e agências  fazem, refazem e melhoram. Alguns exemplos são <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.happycog.com/create/zappos/">Zappos</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.happycog.com/create/aiga/">AIGA</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://redesignmozilla.org/">Mozilla</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.fuelyourcreativity.com/mojo-themes-redesign-interview-with-the-designer-brian-hoff/">Mojo Themes</a>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cameronmoll.tumblr.com/post/5866616923/realigned-and-responsive">Authentic Jobs</a>, a rede <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.theatlantic.com/technology/archive/2011/04/gawkers-traffic-numbers-are-much-worse-than-anyone-anticipated/237594/">Gawker</a>, entre outros sites que um monte de gente usa e vai continuar usando por um longo tempo. Aqui no Brasil senti falta, por exemplo, de mais comentários sobre o novo <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.meioemensagem.com.br/">Meio &amp; Mensagem</a>, que ficou muito bem feito.</p>
<p>Dentro da agência você tem que ser um pouco chato se quiser esse tipo de informação. Não que ela seja proibida para você criativo, mas é necessário ir sempre pedir para as pessoas que a extraem, sejam de mídia, de Business Inteligente ou qualquer outro setor.</p>
<p>Trazendo um pouco para a realidade freelancer (que uma parte de nós vive nas horas vagas e a outra parte vive 24/7), além de conseguir clientes e fazer um bom trabalho para eles (o que é o mínimo) o pulo do gato é manter o cliente e ter novos serviços para oferecê-lo. E aí é que o acompanhamento de métricas vai te dar uma grande quantidade de informações para trabalhar e sugerir para ele. Então aquele valor mensal que é cobrado para manutenção do site passa a fazer sentido, trazendo resultados efetivos ao invés de só trocar 2 ou 3 notícias ou aquela força pra configurar o Outlook de alguém que sempre dá problema.</p>
<p>Mas a melhor parte disso é o conhecimento que se ganha com acesso a dados reais de uso. O pessoal da brilhante <a rel="nofollow" title="37signals" target="_blank" href="http://37signals.com/">37signals</a> fala bastante sobre isso (obs: leia o livro deles &#8216;<a rel="nofollow" title="Caindo na Real" target="_blank" href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php#ch01">Caindo na Real</a>&#8216; se você nunca leu &#8211; online e grátis). Dá pra saber se alguém clica naquele menu no rodapé, se o texto está atraindo ou assustando as pessoas a se cadastrar, ou se a ordem dos campos do formulário está fazendo os <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dot5.drawar.com/posts/The-Biggest-Usability-Fail-Ever">usuários digitarem dados indesejados nos campos</a>. Então sabendo o que dá certo e o que não dá, você poderá cometer novos erros no próximo site ou re-design e estar sempre aprendendo novas coisas.</p>
<p>Como exemplos de ferramentas, dá pra começar e bem com o Google Analytics, que com um pouquinho de trabalho te gera muitos dados, além do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://getclicky.com/">Clicky</a>, que promete informação em tempo real.</p>
<img src="http://www.designcoletivo.com/a57de338/Yahoo Pipes 1.0.gif"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/designcoletivo/~4/sUkej9bXGR0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
         <category>Web</category>
      <feedburner:origLink>http://www.designcoletivo.com/web/metricas-metricas/</feedburner:origLink></item>
      <item>
         <title>Construção: a pessoa antes do profissional</title>
         <link>http://feedproxy.google.com/~r/designcoletivo/~3/SxLmLITFUes/</link>
         <description>Finalmente um post novo aqui no DC. E pra não ficar só aquele chororô de falta de tempo (e de assunto) pra postar aqui, vou falar sobre um evento que aconteceu há uns dias. Outros textos estão vindo também, espero que a morosidade dos últimos meses não volte pra cá nunca mais! No sábado, dia [...]</description>
         <guid isPermaLink="false">http://www.designcoletivo.com/?p=926</guid>
         <pubDate>Wed, 06 Apr 2011 23:09:37 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente um post novo aqui no DC.</p>
<p>E pra não ficar só aquele chororô de falta de tempo (e de assunto) pra postar aqui, vou falar sobre um evento que aconteceu há uns dias. Outros textos estão vindo também, espero que a morosidade dos últimos meses não volte pra cá nunca mais!</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/04/construcao.gif"> <img class="alignleft size-full wp-image-927" title="Constru&#xe7;&#xe3;o" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/04/construcao.gif" alt="" width="500" height="150"/></a></p>
<p>No sábado, dia 26 de março, aconteceu  a primeira edição do <a rel="nofollow" title="Constru&#xe7;&#xe3;o" target="_blank" href="http://www.facebook.com/Construcao">Construção</a>, um evento cuja ideia é conhecer mais a história da carreira dos profissionais, e menos do portfólio deles. O projeto foi pensado por <a rel="nofollow" title="Felipe Tofani" target="_blank" href="http://ftofani.com/">Felipe Tofani</a> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.pristina.org/">Pristina</a>), <a rel="nofollow" title="Rodrigo Louzada" target="_blank" href="http://www.imaginae.com.br/">Rodrigo Louzada</a> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.designflakes.com.br/">DesignFlakes</a>) e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/sushist">Tiago Yonamine</a> (@<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/trampos">trampos</a>) e inspirado no gringo <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.creativemornings.com/">Creative Mornings</a>. Na época que o Construção (ainda sem nome) foi concebido eu trabalhava com o Felipe, e me impressionei com o projeto assim que ele me contou, sabia que ia ser um negócio legal.</p>
<p>E como o objetivo é conhecer a trajetória de cada um, o que os fez chegar em cada lugar, nada melhor que pessoas com histórias diferentes pra contar. Para a primeira edição, os convidados foram <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/henriquenardi">Henrique Nardi</a> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.tipocracia.com.br/">Tipocracia</a>), <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/passamani">André Passamani</a> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.colmeia.tv/blog/">Colmeia</a>) e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.betomacedo.com/">Beto Macedo</a> (<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://revistatrip.uol.com.br/">Trip</a>).</p>
<p><strong>Henrique</strong> começou a se interessar por tipografia na faculdade. Ainda no tempo acadêmico, participou pela 1ª vez do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://ndesign.org.br/2011/">N-Design</a> (encontro nacional de designers) e desde 1999 não perde uma edição. Por conta disso conheceu um monte de gente do design no país todo (já que cada ano ele acontece em um canto do Brasil). Então com o conhecimento por tipografia crescendo, ele passou a ministrar workshops pra disseminar esse conteúdo, ensinando quem quisesse aprender. Aproveitando sua longa rede de contatos, levou o Tipocracia para mais de 15 estados brasileiros até hoje.</p>
<div id="attachment_928" class="wp-caption alignleft" style="width:510px;"><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/04/henriquenardi_construcao.jpg"><img class="size-full wp-image-928" title="Henrique Nardi - Constru&#xe7;&#xe3;o" src="http://www.designcoletivo.com/wp-content/uploads/2011/04/henriquenardi_construcao.jpg" alt="" width="500" height="374"/></a><p class="wp-caption-text">Henrique Nardi</p></div>
<p><strong>Passamani</strong> trabalha com internet há um tempão e é produtor executivo da Colmeia. Não, ele não é designer, mas veio compartilhar coisas que aprendeu com uns &#8216;<em>designers fodões</em>&#8216;, como ele mesmo entitulou sua apresentação. Abriu algumas empresas, faliu com elas, começou de novo, se associou a uma empresa de tecnologia que acabou com suas ideias e chegou até a Colmeia, onde é o cara responsável por fazer as ideias irem de fato pro ar, ou pra rua. Os 9 ensinamentos ficam pra quem esteve no evento <img src='http://www.designcoletivo.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley'/> </p>
<p><strong>Beto Macedo</strong> é designer por formação e foi trabalhar com publicidade online. Depois de passar por algumas agências como funcionário (McCann, iDeal), teve duas experiências com negócios próprios (Bumaiê e Gruda em Mim), voltou pra publicidade (iThink, Rapp) e hoje foi pra área editorial, trabalhando com interatividade na Revista Trip. A conversa com o Beto foi a onde o bate-papo aconteceu mais. Talvez por ser a última.</p>
<p>Uma pergunta questionou sobre o que a Trip faria na área digital, já que é uma revista reconhecida por não só seguir padrões, mas também experimentar (há vários anos convidou David Carson pra fazer seu projeto gráfico, entre outras coisas). Beto respondeu falando do aplicativo para iPad que está sendo feito e que pretendem dar foco na navegação pra gerar uma boa experiência, já que só colocar as matérias do papel no aplicativo não vai dar certo, e que como a tecnologia avança muito rápido e uma porção de novos hardwares são lançados o tempo todo, ainda não existe um padrão de uso, o negócio mesmo vai ser experimentar, inclusive nos modelos de negócio, cobrança. Questionado por mim, disse que sentia diferença entre o estilo do design publicitário pro editorial, onde o apelo comercial é menor.</p>
<p>Depois que acabou o pessoal que ainda tava lá pôde bater um papo e se conhece melhor, uma ótima oportunidade pra networking.</p>
<p>A ideia do evento é ser pelo menos mensal, aconteceu em São Paulo, na Galeria Ouro Fino, na Rua Augusta, pertinho da famosa Oscar Freire, fácil de chegar de todas as formas de transporte. Pra próxima edição é só acompanhar a <a rel="nofollow" title="Constru&#xe7;&#xe3;o" target="_blank" href="http://www.facebook.com/Construcao">página do Construção</a> no Facebook e se inscrever pros próximos eventos.</p>
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         <title>A diferença entre custo e valor no design de produtos</title>
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         <description>Que há uma grande diferença entre um produto industrializado, uma invenção ou mesmo um protótipo todos nos sabemos. Mas o que define o valor final daquilo que chega às nossas mãos?.

Recentemente estive acompanhando o mercado de prototipagem 3d (produção de modelos volumétricos ou impressão 3d), e me deparei com um quadro bem interessante, imaginem o mesmo produto: Uma impressora 3d, em sua versão final, com design de ponta e cheia de apetrechos e penduricalhos sai por nada menos que US$ 10.000 (vamos falar na moeda do tio sam ok?), ao passo que sua alternativa em fase de desenvolvimento, com arquitetura aberta, todo um lance filosófico e um projeto interessante e inovador, sai por menos de US$ 1000. Perceberam o "0" a mais no preço final do produto? É disso que quero falar.</description>
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         <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:53:04 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Que há uma grande diferença entre um produto industrializado, uma invenção ou mesmo um protótipo todos nos sabemos. Mas o que define o valor final daquilo que chega às nossas mãos?.</p>
<p>Recentemente estive acompanhando o mercado de prototipagem 3d (produção de modelos volumétricos ou impressão 3d), e me deparei com um quadro bem interessante, imaginem o mesmo produto: Uma impressora 3d, em sua versão final, com design de ponta e cheia de apetrechos e penduricalhos sai por nada menos que US$ 10.000 (vamos falar na moeda do tio sam ok?), ao passo que sua alternativa em fase de desenvolvimento, com arquitetura aberta, todo um lance filosófico e  um projeto interessante e inovador, sai por menos de US$ 1000. Perceberam o &#8220;0&#8243; a mais no preço final do produto? É disso que quero falar.</p>
<p>Quando um produto chega efetivamente à prateleira, ele deixa de ter apenas um valor X, ou seja, este não é mais cotado pelo seu custo de produção, mas passa a carregar consigo o que chamamos de valor agregado. É esse valor que paga a embalagem maneira e difícil de montar que certamente será dispensada, é também esse o valor que paga em muitos casos os testes e estudos para adequação do protótipo à realidade, tornando uma idéia em algo factível, mas acima de tudo, é do valor agregado que saem os lucros daqueles que detêm a marca ou produto.</p>
<p>Pra quem nunca parou para pensar em quanto custa ao fabricante o Smartphone de ultima geração que todos compram, ou pra quem apenas tem interesse em entender o mercado de produtos, e até mesmo pra quem ainda não entendeu onde entra o design de produtos nessa questão, vejam os videos de cada produto comentado, o primeiro, um produto industrializado, com design resolvido, e abaixo, um protótipo funcional mas sem todo o apelo e projeto dispensados ao primeiro.</p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/r7Io_Y-KsOE&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385"></iframe></p> 
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<p>E aí, quanto será que vale o último lançamento que você pensa em comprar?</p>
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         <title>Dane-se o prazo</title>
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         <description>Quase isso. A correria que a gente trabalha nos faz ficarmos acostumados com o &amp;#8220;melhor que deu pra fazer nesse tempo&amp;#8220;. Mas quando vamos para o próximo job, a loucura é a mesma. E então passamos a ver os trabalhos que chegam pra nós como uma pilha de trabalho a ser entregue. E isso é ruim. [...]</description>
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         <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:36:14 +0000</pubDate>
         <content:encoded><![CDATA[<p>Quase isso.</p>
<p>A correria que a gente trabalha nos faz ficarmos acostumados com o &#8220;<em>melhor que deu pra fazer nesse tempo</em>&#8220;. Mas quando vamos para o próximo job, a loucura é a mesma. E então passamos a ver os trabalhos que chegam pra nós como uma pilha de trabalho a ser entregue.</p>
<p>E isso é ruim. Muito ruim. Porque uma hora você se entedia com aquele bando de coisa meia boca que sai do seu Photoshop. Não necessariamente porque você não é bom ou não sabe fazer direito, mas porque nunca dá tempo de refinar. Quando você começa a juntar os trabalhos pra ver o que vai entrar no portfólio, ou fazer uma retrospectiva, parece que nada merece ser muito lembrado e começamos a dar desculpas pra nós mesmos do que não ficou legal. E isso é uma merda porque essa <em>auto-enganação</em> não dura muito tempo, caímos na real rapidinho.</p>
<p>É preciso ter aquela calma que o diretor de criação tem.</p>
<p>Já ouvi algumas vezes que algo que tinha feito não estava bom o suficiente e ia precisar refazer. Eu até concordava que dava pra melhorar, mas não havia tempo suficiente, porque outras coisas estavam na fila. A tal fila. Sempre a fila. A fila da p… Nessas horas eu me questionava o que ia acontecer, uma vez que o tempo estava curto pra entregar tudo e eu ia ter que gastar mais tempo no que já deveria ter sido entregue.</p>
<p>Uma vez percebendo que um atraso vai acontecer, é hora de chamar o pessoal de atendimento, projetos, tráfego, diretor de criação e todo mundo que tem poder de negociar alguma coisa internamente e/ou com o cliente.</p>
<p>Não estou recomendando ninguém ser irresponsável, a gente precisa sim ter comprometimento com as entregas (uma vez um chefe meu falou que &#8220;<em>prazo não chama <span style="color:#808000;">deadline</span> em inglês à toa&#8221;)</em>, mas privilegiar a entrega em detrimento total da qualidade é um tiro no pé no longo prazo. Tanto para a agência, que começa a produzir material de qualidade inferior, quanto para o criativo, que tende a se acomodar em entregar aquilo. E essa acomodação é o que estraga qualquer carreira e tira a empolgação de trabalhar.</p>
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         <category>Mercado</category>
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