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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944</atom:id><lastBuildDate>Tue, 31 Jan 2012 02:47:08 +0000</lastBuildDate><category>Cultura</category><category>Novo Testamento</category><category>Sexualidade</category><category>William L. Craig</category><category>Alvin Plantinga</category><category>Sorteios</category><category>Psicologia</category><category>Jesus Histórico</category><category>Filosofia</category><category>Livros</category><category>Teologia</category><category>Tradução</category><category>Wolfhart Pannenberg</category><title>Despertai, Bereanos!</title><description /><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>213</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/DespertaiBereanos" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="despertaibereanos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-6412614708238236040</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-04T08:41:40.437-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>SORTEIO DO LIVRO "PENSE" DE JOHN PIPER</title><description>&lt;h2&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=681" rel="bookmark" title="Permanent Link: SORTEIO DO LIVRO &amp;quot;PENSE&amp;quot; DE JOHN PIPER"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 130px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="livro-pense" border="0" height="240" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/livropense.jpg" style="border: 0px none; display: inline;" title="livro-pense" width="163" /&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;Iniciamos o ano fazendo o convite aos nossos leitores para que "amem  ao SENHOR com o todo o vosso entendimento!"&amp;nbsp; e ofereceremos para sorteio  o magistral livro do John Piper &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?ProCodigo=270"&gt;"Pense&amp;nbsp; – A  vida da mente e o amor de Deus"&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. O historiador George Marsden  (University of Notre Dame) assim se expressou sobre o livro : &lt;i&gt;"John  Piper nos oferece muito conselho sábio sobre a importância do pensar  cristão como uma maneira de amar a Deus com a mente e como parte de  deleitar-nos em Deus acima de todas as coisas"&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;"Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua  alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças." Marcos  12:30&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;"A tarefa de toda erudição cristã – não apenas de estudos  bíblicos – é estudar a realidade como uma manifestação da glória de  Deus, falar e escrever com exatidão sobre essa realidade, provar a  beleza de Deus nela e torná-la serva do bem do homem. Uma abdicação da  erudição acontece quando os cristãos fazem trabalho acadêmico com pouca  referência a Deus. Se todo o universo e tudo o que há nele existem pelo  desígnio de um Deus infinito e pessoal, para tornar conhecida e amada a  sua glória multiforme, tratar qualquer assunto sem referência a Deus não  é erudição, é insurreição." (Retirado da Introdução, página 33)&lt;/blockquote&gt;Veja o vídeo abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/embed/xurCZ66WwbU"&gt;http://www.youtube.com/embed/xurCZ66WwbU&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem quiser participar do sorteio, &lt;a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dEhnczZQR0l0SVcxU3JZUDZZWEhyR0E6MA"&gt;clique  aqui&lt;/a&gt; e preencha o formulário. O sorteio será realizado em  29/02/2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-6412614708238236040?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=Z8fu99jo428:WiTpPOlllxA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=Z8fu99jo428:WiTpPOlllxA:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2012/01/sorteio-do-livro-pense-de-john-piper.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-9105570416405527156</guid><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 11:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-02T09:00:54.607-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Novo Testamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jesus Histórico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro: "O JESUS QUE NUNCA EXISTIU"</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2011/11/jesus_nunca_existiu_m.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2011/11/jesus_nunca_existiu_m.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nestes dias que antecedem o Natal e a mídia secular se prepara para apresentar novas versões aberrantes de Cristo, oferecemos para sorteio aos nossos leitores o livro "&lt;a href="http://www.hagnos.com.br/produtos.asp?codigo=46"&gt;O Jesus que Nunca Existiu" &lt;/a&gt;do Dr. H. Wayne House (Faith Evangelical Seminary). Nas palavras do filósofo e apologeta J. P. Moreland, "Este livro é único na literatura atual sobre Jesus. Qualquer pessoa que queira uma apresentação clara do Jesus real não poderia encontrar uma fonte melhor que esta. Recomendo muitíssimo esta leitura".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;"No princípio era o Logos, e o Logos estava com Deus, e o Logos era Deus.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ele estava no princípio com Deus.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Todas as coisas foram feitas por intermédio dele e sem Ele nada do que foi feito teria vindo à existência.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;E o Logos tornou-se um ser humano e viveu entre nós!"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(tradução nossa de João 1.1-3 e 1.14a)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;"Nos últimos vinte anos ou perto disso, leitores de livros e telespectadores foram bombardeados com novos retratos de Jesus, um após o outro, muitos dos quais aparecem nos dias ou semanas que antecedem o Natal ou a Páscoa, e, com muita frequência, chamam a atenção da mídia. Certamente, os estudiosos cristãos, em geral, têm a oportunidade de responder a essas colocações. No entanto, esta é a grande parte do problema: os estudiosos bíblicos sensatos são, com frequência, retratados como reativos e pessoas e pessoas que estão sempre na defensiva. Estudiosos competentes, os que quase sempre apoiam a compreensão tradicional de Jesus, raramente recebem a atenção da mídia popular. Quando o público ouve o estudioso cauteloso e conservador falar, quase soa como se estivesse "batendo em retirada". Portanto, não fico surpreso ao perceber que, cada vez mais, as pessoas passam a acreditar que a igreja interpretou de forma equivocada o Jesus real ou tem algo a esconder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma pena que a mídia tenha criado essa imagem, pois ela é falsa. As maiores descobertas dos últimos cinquenta anos, de fato, deram grande apoio à veracidade histórica dos Evangelhos do Novo Testamento e à compreensão tradicional da figura de Jesus, conforme proclamada por dois milênios pela igreja. Descobertas literárias, como os manuscritos do Mar Morto e descobertas arqueológicas lançaram luz relevante sobre Jesus e sua Palavra, e, em alguns casos muito importantes, forneceram comprovação drástica da confiabilidade dos evangelhos. Ainda assim, muitas das descobertas relevantes são dificilmente mencionadas, se é que isso acontece alguma vez, nas apresentações populares do Jesus histórico"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
(trecho retirado do prefácio escrito pelo Dr. Craig Evans do Acadia Divinity College).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;"Até mesmo essa breve introdução às várias maneiras que o conceito de Jesus, o Messias, desenvolveu-se nas comunidades cristãs nos três séculos após a jornada do Salvador na terra revela um caleidoscópio de visões. Nenhuma dessas perspectivas não cristãs de Jesus são representações verdadeiras do Jesus que nasceu da virgem Maria em Belém durante o reinado de César Augusto. A pessoa que era Deus e homem, sem mistura nem separação das duas naturezas, foi muito adulterada pelas pessoas que apresentaram ideias que não têm nada a ver com o Messias, e isso a ponto de, algumas vezes, ficar até mesmo difícil de reconhecê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A divindade do Messias não foi uma invenção dos autores do Novo Testamento ou da igreja, mas se falou a respeito dela no Antigo Testamento (Is 9.6s; Dn 7.13,14). Também, sua verdadeira humanidade fica clara (1) nas numerosas passagens do Novo Testamento; (2) na expectativa de ser a semente da mulher (Gn 3.15); e na demonstração derradeira de seu sofrimento, morte e ressurreição do corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas doutrinas heterodoxas de especulações, quer em épocas antigas quer em tempos modernos, ficam aquém ou vão além do único registro crível e confiável – encontrado nos evangelhos canônicos – sobre quem era Jesus".&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
(trecho retirado das páginas 138 e 139, no capítulo 7, "O Surgimento de Cristos Alternativos").&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sorteio será realizado na primeira semana de janeiro/2012. Para se inscrever, &lt;a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dE9aQWt1UmVtZGJxMXEzT0FZZG5HMGc6MA"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e preencha o formulário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-9105570416405527156?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/12/nestes-dias-que-antecedem-o-natal-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-2188765639962844088</guid><pubDate>Fri, 06 May 2011 21:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-19T22:06:45.415-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro "Teologia Concisa"</title><description>&lt;h2&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=708" rel="bookmark" title="Permanent Link: Sorteio do livro &amp;quot;Teologia Concisa&amp;quot;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="post-content"&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 130px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img alt="teologia concisa_m" border="0" height="220" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/teologiaconcisa_m.jpg" style="border: 0px none; display: inline;" title="teologia concisa_m" width="152" /&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;Promoveremos desta vez o sorteio do livro “&lt;a href="http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=120"&gt;Teologia Concisa&lt;/a&gt;” do Dr. James I. Packer do Regent College (Vancouver, Canadá). Segundo o autor, “Este livro delimita aquilo que me parece ser a essencialidade do Cristianismo, aceito tanto como um sistema de fé quanto um modo de vida. Costumo dizer aos meus alunos que a finalidade da teologia é a doxologia e a devoção, isto é, louvor a Deus e prática da piedade. Por isso, deve ser apresentada de forma que desperte a consciência para a presença divina. A teologia atinge a sua perfeição quando está conscientemente sob o olhar do Deus de quem fala, e quando canta o seu louvor”.&lt;span id="more-708"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;"As coisas encobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Deuteronômio 29.29 NVI&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;“O Cristianismo é a verdadeira adoração e o serviço do verdadeiro Deus, Criador e Redentor da humanidade. É uma religião firmada na revelação: ninguém conheceria a verdade sobre Deus nem seria capaz de se relacionar com ele de um modo pessoal se ele não tivesse agido primeiro para se fazer conhecido. Mas Deus agiu dessa maneira, e os sessenta e seis livros da Bíblia, trinta e nove escritos antes da vinda de Cristo e vinte e sete depois, compreendem o registro, interpretação, expressão e incorporação de sua auto-revelação. Deus e a religiosidade são os temas unificados da Bíblia. De um ponto de vista, as Escrituras (Escrituras significa ‘escritos’) são o testemunho fiel dos piedosos sobre o Deus a quem amavam e serviam. De outro ponto de vista, através de um exercício singular da divina supremacia em sua composição, são elas o próprio testemunho e ensino de Deus em forma humana. A Igreja chama esses escritos de Palavra de Deus, porque sua autoria e conteúdo são divinos. A garantia decisiva de que a Escritura, ou Bíblia, deriva de Deus e consiste inteiramente de sua sabedoria e verdade vem de Jesus Cristo e seus apóstolos, que ensinaram em seu nome. Jesus, Deus encarnado, viu sua Bíblia (nosso Antigo Testamento) como instrução escrita de seu Pai celestial, à qual ele, não menos que outrem, devia obedecer e a qual ele tinha vindo cumprir.&lt;br /&gt;
O que as Escrituras dizem, Deus diz. Por isso, de modo comparável somente ao profundo mistério da Encarnação, a Bíblia tanto é plenamente humana como plenamente divina. Assim, todos os seus múltiplos conteúdos – histórias, profecias, poesias, canções, escritos de sabedoria, sermões, estatísticas, cartas, e o que mais houver – devem ser recebidos como vindos de Deus, e tudo o que os escritores da Bíblia ensinam deve ser reverenciado como instrução autorizada de Deus. Os cristãos devem ser gratos a Deus pelo dom de sua Palavra escrita, e devem ser cuidadosos em basear a sua fé e vida inteira exclusivamente nela. Caso contrário, não poderemos jamais honrá-lo ou agradá-lo, como ele ordena.” (trecho retirado das páginas 15 e 16) &lt;/blockquote&gt;O vencedor do sorteio foi: &lt;b&gt;ANTÔNIO FRANCISCO - PE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer"&gt;webmaster on 30 Apr 2011 |           &lt;a href="http://www.apologia.com.br/?cat=26" rel="category" title="View all posts in Sorteios"&gt;Sorteios&lt;/a&gt;             |           Comments (0)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-2188765639962844088?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=wfLogb-iEOs:IXIZ3Id-DKo:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=wfLogb-iEOs:IXIZ3Id-DKo:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/05/sorteio-do-livro-teologia-concisa.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-1199028415530307726</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 03:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-25T00:32:32.306-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><title>Teologia e Falsificação - Antony Flew</title><description>&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.reading.ac.uk/web/MultimediaFiles/antony-flew_large275355_15761.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.reading.ac.uk/web/MultimediaFiles/antony-flew_large275355_15761.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Este é um artigo clássico do filósofo &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antony_Flew"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Antony Flew&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;(1923 - 2010)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, onde o autor acusa os enunciados teológicos de serem desprovidos de sentido. Diz-se ser este o artigo filosófico mais impresso da segunda metade do século XX tamanha sua importância. Flew foi um feroz ateu durante longos anos, no entanto, em 2004 admitiu a existência de Deus e tornou-se &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/De%C3%ADsmo"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;deísta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;; além disso Flew manteve amizade com pensadores cristãos como &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gary_Habermas"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Gary Habermas &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/N._T._Wright"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;N.T. Wright&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; e chegou a admitir que, embora não creia em milagres, as evidências da ressurreição de Cristo são consideráveis. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Para conhecer mais sobre seu processo de “&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;conversão” leia &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/31793020/Jornada-do-Ateismo-a-Crenca-Filosofo-Ex-Ateu-Antony-Flew-Concede-Entrevista-a-Gary-Habermas"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Jornada do Ateísmo à Crença&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Traduzido de: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.stephenjaygould.org/ctrl/flew_falsification.html"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Theology and Falsification&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; –&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Antony Flew&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Tradu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ção: Vitor Grando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="mailto:vitor.grnd@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;vitor.grnd@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span lang="zxx"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;http://despertaibereanos.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/53757226/Teologia-e-Falsificacao-Antony-Flew"&gt;&lt;img border="0" height="83" src="http://1.bp.blogspot.com/_zlG4-EN2YeM/TUBEJW2A6oI/AAAAAAAABNY/Ct_J65t_ZLY/s200/scribd.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Leia no &lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/53757226/Teologia-e-Falsificacao-Antony-Flew"&gt;Scribd&lt;/a&gt; se preferir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Comecemos com uma parábola. É uma parábola desenvolvida a partir de um conto escrito por John Wisdom em seu revolucionário e importante artigo “Gods” &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[Deuses].[1] Certa feita, dois exploradores &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;chegaram a uma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;lareira na selva. Na clareira cresciam muitas flores e ervas daninhas. Um dos exploradores diz: “Algum jardineiro deve cuidar das plantas”. Já o outro discorda: “Não há jardineiro algum”. Daí então, eles armam suas barracas e montam guarda. Nenhum jardineiro é visto em momento algum. “Mas talvez seja um jardineiro invisível”. Portanto, eles montam um cercado de arame farpado. Eletrificam o cercado. Patrulham com cães farejadores. (Pois eles se lembram como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O Homem Invisível&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; de H.G. Wells podia ser tocado e cheirado, embora não pudesse ser visto). Mas não houve nenhum grito de dor que sugerisse que alguém pudesse ter recebido um choque. Não houve nenhum movimento no cercado que denunciasse a entrada de um invasor. Os cães não latiram. Ainda assim o crente não estava convencido. “Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível a choques elétricos; um jardineiro que não emite cheiro nem sons, um jardineiro que secretamente cuida do jardim que ama”. Por fim, o cético desesperançoso pergunta: “Mas o que resta de sua afirmação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;inicial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Como aquilo que voc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ê chama de jardineiro invisível, intangível e esquivo difere de um jardineiro imaginário ou até mesmo de nenhum jardineiro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Nessa parábola nós podemos perceber como aquilo que começa como uma afirmação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; que algo existe ou &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que há alguma analogia entr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; certos conjuntos de fenômenos pode ser reduzido, passo a passo, a uma condição completamente diferente, a uma expressão de “simples preferência”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[2]. O c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ético diz que não há nenhum jardineiro. O crente diz que há um jardineiro (mas invisível, etc.). Um fala de comportamento sexual, o outro fala de Afrodite (mas sabe que não existe nenhuma pessoa sobre-humana além do, e de alguma forma responsável por, todos os fenômenos sexuais).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[3] O processo de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;classificação pode ser verificado em qualquer ponto anterior à afirmação inicial ter sido completamente esmaecida e algo da afirmação inicial permanecerá (tautologia). O homem invisível de Wells não podia ser visto, mas em todos os outros aspectos ele era um homem como todos nós. Mas embora o processo de classificação possa ser, e de fato é, verificado no tempo, nem sempre é judicialmente interrompido de forma tão abrupta. Alguém pode acabar por dissipar sua afirmação completamente sem sequer perceber que o fez. Uma audaz hipótese pode, então, ser destruída pouco a pouco, uma morte por mil qualificações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; E é nisso, pelo que me parece, que mora o perigo próprio, o mal endêmico, dos enunciados teológicos. Tome como exemplo enunciados tais como “Deus tem um plano”, “Deus criou o mundo”, “Deus nos ama como um pai ama seus filhos.” A princípio, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; parecem ser afirmações, amplas afirmações cosmológicas. Mas é claro, isso por si só não é um sinal seguro de que elas de fato sejam, ou pretendam ser, afirmações. Mas vamos nos ater aos casos onde aqueles que afirmam tais frases pretendem que elas expressem afirmações. (Aproveito para fazer uma observação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;complementar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; que aqueles que interpretam tais enunciados como uma ordem codificada, expressões de desejos, exclamações disfarçadas, ética oculta, ou qualquer outra coisa que não sejam afirmações, dificilmente terão êxito em torná-las tanto adequadamente ortodoxas ou eficazes em qualquer sentido prático).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; Ora, afirma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; que tal coisa é o caso é necessariamente equivalente a negar que tal coisa não seja o caso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[4] Imagine, ent&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão, que estejamos em dúvida sobre o que realmente esteja &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;afirmando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; alguém que enuncia algo, ou imagine que, ainda mais radicalmente, estejamos céticos sobre se ele está de fato afirmando algo, uma forma de entender (ou talvez de expor) seu enunciado é tentar encontrar o que ele consideraria contrário, ou talvez incompatível com, a verdade d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e seu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; enunciado. Pois se o enunciado for realmente uma afirmação, então será necessariamente equivalente a uma contradição da negação da afirmação. E qualquer coisa que contaria contra a afirmação, ou que induziria o orador a rejeitá-la e admitir que sua afirmação estava errada, precisa ser parte (ou o todo) do sentido da negação da afirmação. E conhecer o sentido da negação da afirmação, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ainda que aproximadamente,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; é conhecer o sentido da própria afirmação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[5] E se n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão houver nada que uma afirmação negue, então também não há nada que ela afirme: sendo assim, ela não é realmente uma afirmação. Quando o cético, na parábola, perguntou ao crente “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Como aquilo que voc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ê chama de jardineiro invisível, intangível e esquivo difere de um jardineiro imaginário ou até mesmo de nenhum jardineiro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ele estava sugerindo que a afirmação do crente havia sido tão corroída por qualificação que não era mais uma afirmação de modo algum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; O que parece ser o caso, do ponto de vista de pessoas que não religiosas, é que não há evento ou conjunto de eventos concebíveis que, na ocorrência dos quais seriam admitidos, por pessoas religiosas instruídas, como razão suficiente para a admissão de que “não há Deus” ou que “Deus não nos ama de fato”. Dizem-nos que Deus nos ama como um pai ama seus filhos. Asseguram-nos disso. Mas, então, vemos uma criança morrendo de um câncer na garganta para o qual não há tratamento. Seu pai terreno faz de tudo para ajudar, mas o seu Pai Celeste não apresenta nenhum sinal óbvio de preocupação. Daí uma qualificação é feita – o amor de Deus é “não apenas amor humano” ou é “um amor inescrutável” - e então entendemos que tal sofrimento é compatível com a verdade da afirmação “Deus nos ama como um pai (mas é claro...)”. Novamente, isso nos é garantido. Mas então talvez perguntemos: do que vale essa segurança do amor de Deus (adequadamente qualificado), do que essa aparente garantia realmente nos garante? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O que, exatamente, teria de acontecer (moralmente e injustamente) para nos levar (logicamente e justamente) a dizer “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Deus não nos ama” ou até mesmo “Deus não existe”? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Portanto, eu deixo uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;simples&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; pergunta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;aos próximos simposiastas: “O que teria de ocorrer ou ter ocorrido para que você aceitasse como uma prova contra o amor de Deus ou de sua existência?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt; Notas:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;P.A.S.,  1944-5, reimpresso como o capítulo dez de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Logic  and Language&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;,  Vol.1 (Blackwell, 1951), e em seu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Philosophy  and Psychoanalysis &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;(Blackwell,  1953).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Cf.  J. Wisom, “Other Minds”, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Mind,  &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;1940.  reimpresso em seu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Other  Minds&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;  (Blackwell, 1952).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Cf.  Lucrécio,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;  De Rerum Natura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;,  II, 655-60.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Para  aqueles que preferem o simbolismo: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;  = &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;~  ~ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;p.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ao  apenas negar ~&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;  n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ós  temos p: = &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;~  ~ &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;p  = p&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-1199028415530307726?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/04/teologia-e-falsificacao-antony-flew.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_zlG4-EN2YeM/TUBEJW2A6oI/AAAAAAAABNY/Ct_J65t_ZLY/s72-c/scribd.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-3213348003359983406</guid><pubDate>Sun, 24 Apr 2011 02:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-23T23:13:23.587-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sexualidade</category><title>Baderna em Yale: o que mais poderíamos esperar? - Chuck Colson</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sjxgPfdce-g/TbOFZutPRKI/AAAAAAAAAG8/zh0CKLHpRek/s1600/sexweek.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://1.bp.blogspot.com/-sjxgPfdce-g/TbOFZutPRKI/AAAAAAAAAG8/zh0CKLHpRek/s320/sexweek.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Traduzido de&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.breakpoint.org/bpcommentaries/entry/13/16853"&gt;Yahoos at Yale: what did you expect?&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;- Chuck Colson&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Tradução&lt;/b&gt;: Vitor Grando&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="mailto:vitor.grnd@gmail.com"&gt;vitor.grnd@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;http://despertaibereanos.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/53707393/Baderna-Em-Yale-O-Que-Mais-Poderiamos-Esperar-Chuck-Colson"&gt;&lt;img border="0" height="83" src="http://1.bp.blogspot.com/_zlG4-EN2YeM/TUBEJW2A6oI/AAAAAAAABNY/Ct_J65t_ZLY/s200/scribd.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Leia no &lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/53707393/Baderna-Em-Yale-O-Que-Mais-Poderiamos-Esperar-Chuck-Colson"&gt;Scribd&lt;/a&gt; se preferir. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Assista antes a reportagem da ABC News:&lt;a href="http://abcnews.go.com/US/yale-investigated-hostile-sexual-environment/story?id=13275591%20"&gt; Yale Investigated for Hostile Sexual Environment&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já há algum tempo eu venho lhes dizendo que a cosmovisão cristã é a única cosmovisão que nos fornece uma maneira racional de viver no mundo. É a única cosmovisão com a qual se é possível viver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos é absolutamente impossível viver com as implicações lógicas de cosmovisões tais como o naturalismo secular, a nova era ou o freudismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, graças ao noticiário diário, nunca é difícil arranjar material para provar isso. Um grupo de estudantes, em sua maioria mulheres, está processando a Universidade de Yale por permitir a presença de um “ambiente sexualmente hostil”no campus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mulheres, é claro, têm certa razão. Afinal, quando é permitido que alguns rapazes desfilem pelo campus entoando “'Não' Quer Dizer 'Sim'” ou levantando cartazes com os dizeres “Nós Amamos as Cachorras de Yale” acredito que poderíamos dizer que isso é, de fato, um ambiente sexualmente hostil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, posso fazer uma pergunta? O que poderíamos esperar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O comportamento lamentável e intimidador em Yale – e em muitos campi universitários – é um exemplo típico do impasse pós-moderno. Por quase 50 anos, a academia, o movimento feminista e a sociedade pós-moderna adotaram a liberdade sexual como o sumo bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E as feministas tomaram a frente nisso. Elas queriam o controle de seus corpos; queriam ser livros de quaisquer consequências da permissividade sexual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, se você promove a permissividade sexual – principalmente nos campi, o que você produz? É óbvio: permissividade sexual. Você aprova e incentiva o comportamento imoral e depois você se surpreende quando rapazes não se comportam como cavalheiros? É brincadeira, né?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto a Yale... O que se podería em uma universidade onde todo ano é sediado um evento, que abrange todo o campus, intitulado &lt;a href="http://www.sexweekatyale.com/"&gt;“Semana do Sexo” [Sex week]&lt;/a&gt;, onde os estudantes assistem a seminários sobre práticas sexuais, apresentações de profissionais do sexo, e um monte de filmes pornôs?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora um adendo aos pais: antes de enviarem sua filha à universidade, estude um pouco sobre a vida no campus. Por que enviar sua filha à uma escola que promove tamanha promiscuidade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando ao assunto: as mulheres de Yale descobriram que não conseguem viver com uma cosmovisão freudiana sexualmente permissiva e pós-moderna. Simplesmente não funciona. Isso tende ao caos moral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Onde, então, os estudantes poderiam encontrar um ambiente mais seguro e adequado?  Talvez em uma instituição que ainda seja fiel à cosmovisão judaico-cristã e aos princípios éticos que moldaram a Civilização Ocidental. Será que a visão cristã do sexo promove intimidação, assédio e comportamentos selvagens como o que estamos vendo em Yale, ou será que ela promove a virtude ética e moral?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, isso deveria ser bastante óbvio. As diferentes cosmovisões não são todas iguais. Mas isso é algo controverso de se dizer nesta era relativista. Ainda assim, experimente examinar qualquer cosmovisão específica, siga até suas conclusões lógicas, e você descobrirá se é possível viver com suas consequências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-3213348003359983406?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/04/baderna-em-yale-o-que-mais-poderiamos.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-sjxgPfdce-g/TbOFZutPRKI/AAAAAAAAAG8/zh0CKLHpRek/s72-c/sexweek.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-8856138057793362183</guid><pubDate>Sun, 13 Feb 2011 18:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-13T16:23:51.285-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alvin Plantinga</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><title>Sobre o Academicismo Cristão - Alvin Plantinga</title><description>&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;SOBRE O ACADEMICISMO CRISTÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alvin Plantinga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9a/Alvin_Plantinga.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9a/Alvin_Plantinga.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alvin Plantinga é um filósofo cristão que dispensa qualquer comentário. Tido como um dos maiores filósofos cristãos das últimas décadas, Plantinga foi um dos grandes responsáveis pelo ressurgimento do teísmo cristão no âmbito filosófico profissional nos últimos anos. Seus trabalhos em filosofia da religião e epistemologia causaram verdadeiras revoluções nas respectivas áreas. Este é mais um artigo do Plantinga que este blog tem o privilégio de traduzir. Neste artigo Plantinga discorre sobre como o acadêmico ou intelectual cristão deve encarar o seu labor; trata da suposta neutralidade da ciência e do academicismo em relação a posições religiosas; e como o cristão deve enfrentar e lidar com os pressupostos dessas disciplinas, que, não poucas vezes, estão em confronto direto com a fé cristã ou teísta O artigo é longo (23 páginas), portanto estará disponilizado pelo Scribd também. Sugiro também a leitura do artigo &lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/09/como-pensar-sobre-o-secularismo.html"&gt;&lt;i&gt;Como Pensar Sobre o Secularismo&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/09/como-pensar-sobre-o-secularismo.html"&gt;,&lt;/a&gt; do teólogo alemão Wolfhart Pannenberg, que também fala da relação do cristão com a cultura secular ao seu redor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zlG4-EN2YeM/TUBEJW2A6oI/AAAAAAAABNY/Ct_J65t_ZLY/s1600/scribd.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Outras traduções de artigos do Alvin Plantinga podem ser encontradas clicando &lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/search/label/Alvin%20Plantinga"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A visualização, download ou impressão do artigo pode ser mais fácil no: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/full/48748827?access_key=key-26c63gbn3xxqonvnk7g4" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="83" src="http://1.bp.blogspot.com/_zlG4-EN2YeM/TUBEJW2A6oI/AAAAAAAABNY/Ct_J65t_ZLY/s200/scribd.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tradução: Vitor Grando&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="mailto:vitor.grnd@gmail.com"&gt;vitor.grnd@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;http:&lt;/a&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;//DespertaiBereanos.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nossa questão aqui é: como pode uma universidade ser uma universidade apropriadamente &lt;span lang="en-US"&gt;c&lt;/span&gt;atólica ou &lt;span lang="en-US"&gt;c&lt;/span&gt;ristã? &lt;span lang="en-US"&gt;Como tal universidade deveria ser? Essa &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;é uma questão difícil &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;por tr&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ês razões: Primeira, como Chuck Wilber e outros apontaram, não temos modelos &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;contemporâneos[1].&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; Não podemos olhar para &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.princeton.edu/main/"&gt;Princeton&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; (embora a amamos e a admiramos), para ver como eles &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;fazem&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; as coisas, como um modelo para nós. De fato, a verdade é justamente o oposto. Uma lição a ser aprendida da última palestra de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/George_Marsden"&gt;George Marsden&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; é a lição de que Princeton é um projeto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;falho: &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;outrora ela era ou almejava ser uma universidade cristã, assim como nós; esse alvo, infelizmente, não foi alcançado. Assim, não podemos tomar Princeton como modelo; de fato, devemos aprender com seus erros. Segunda, se o que nós queremos é uma universidade católica ou cristã, devemos, como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nathan_O._Hatch"&gt;Nathan Hatch&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; apontou, ousar ser diferente, seguir nosso próprio caminho, encarar os riscos envolvidos em se aventurar em territórios não explorados. Isso não é fácil; existem fortes pressões para que nos conformemos. (Mas é nossa universidade, afinal, e não &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;temos &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;que seguir o mesmo rebanho). E terceiro, essa é uma questão multifacetada; tem que ser pensada em conexão com a educação de pós-graduação e de graduação também; devemos pensar sobre a necessidade do tipo de conversação mencionada por Craig Lent – tanto sobre a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;necessidade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de tal conversação, e sobre os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;tópicos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; apropriados; temos que pensar sobre &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;curricula &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;N. do T.: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;algo como `grade curricular` ]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, sobre relacionamentos com outras universidades que almejam o mesmo objetivo que nós, como também sobre relacionamentos com outras universidade que almejam alvos diferentes; temos que pensar o que isso implica em relação às políticas de contratação; temos que pensar sobre essas coisas e milhares de outras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Eu quero considerar apenas uma questão entre esse monte de questões: como uma universidade cristã e como a comunidade intelectual cristã deveria &lt;span lang="en-US"&gt;refletir&lt;/span&gt; sobre o academicismo e a ciência? &lt;span lang="en-US"&gt;O tipo de academicismo e de ci&lt;/span&gt;ência praticado numa universidade católica deveria diferir do tipo encontrado em outros lugares? &lt;span lang="en-US"&gt;Se sim, de que forma? Eu quero apresentar um tipo de vis&lt;/span&gt;ão – não pensando ser essa a verdade completa, mas como uma contribuição à nossa conversação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pensadores cristãos desde &lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2009/06/vidas-de-ambrosio-e-agostinho-parte-i.html"&gt;Agostinho&lt;/a&gt;, pelo menos, têm visto a história humana como envolvida num certo tipo de conflito, ou batalha, ou luta entre duas  implacáveis forças espirituais opostas. Agostinho falou da Cidade de Deus e da Cidade Terrena ou Cidade do Mundo: a &lt;i&gt;Civitas Dei&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Civitas Mundi.&lt;/i&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;[2]&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; A primeira, a príncipio, é dedicada a Deus e &lt;span lang="en-US"&gt;a &lt;/span&gt;Sua vontade e glória. A segunda é dedicada a algo totalmente diferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Agostinho, penso eu, está certo, mas eu quero desenvolver os seus &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;insights &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;da minha própria forma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; De fato, nós &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;precisamos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; fazer isso de nossa própria forma e a partir de nossa perspectiva histórica. A relação entre a Cidade de Deus e a Cidade Terrena muda constantemente; a estrutura da Cidade Terrena muda constantemente; um relato das lealdades e compromissos da Cidade Terrena que era correto nos dias de Agostinho, hoje 15 séculos depois, não pode ser aplicado diretamente nos nossos dias. Agostinho estava certo; e o mundo intelectual ocidental contemporâneo, como o mundo de sua época, é um campo de batalha ou arena onde acontece uma luta por nossas almas. Essa batalha, creio eu, é uma discussão de três vias. Há três principais competidores, no mundo intelectual ocidental contemporâneo, e eu quero tentar descrevê-los. É claro que uma empreitada como essa é, no máximo, arriscada (e no mínimo deveras presunçosa); o mundo ocidental contemporâneo é uma questão vasta e informe, incluindo uma enorme variedade de pessoas, numa enorme variedade de lugares, com tradições culturais enormemente diferentes. Nós todos sabemos quão difícil é entender claramente o clima intelectual de uma era &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;passada&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; – o Iluminismo, digamos, ou a Europa do século XIII, ou a América do século XIX. É certamente muito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;mais&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; difícil chegar a uma sólida compreensão do nosso próprio tempo. Por essas razões gerais, há de se ter tremor ao fazer isso. Há também razões menos universais para esse tremor: não deveria ser do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;historiador&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, não do filósofo, cujo trabalho é descobrir tendências intelectuais, entender a intelectualidade da época, investigar pressuposições de toda era contemporânea? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Ent&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ão aqui eu deveria transferir a tarefa aos historiadores presentes, que são meus superiores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Da forma como eu vejo a questão, portanto, há três principais competidores disputando supremacia espiritual: três perspectivas ou formas de pensar sobre como o mundo é,  como nós somos, o que é mais importante sobre o mundo, qual é o nosso lugar nele, e o que devemos fazer para vivermos uma boa vida. A primeira dessas perspectivas é o Cristianismo ou o teísmo cristão, ou o teísmo judaico-cristão; não preciso dizer muito sobre isso. Eu quero lembrá-los, no entanto, que essa perspectiva teísta tem estado muito na defensiva (ao menos no Ocidente) desde o Iluminismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Além da perspectiva teísta, há fundamentalmente duas outras. Ambas têm estado conosco desde o mundo antigo; m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;as cada uma delas têm recebido expressão muito mais forte nos tempos modernos. De acordo com a primeira perspectiva, não há Deus, e nós, seres humanos, somos partes insignificantes de uma máquina cósmica gigante que prossegue totalmente indiferente a nós, nossas esperanças e aspirações, nossas necessidades e desejos, nosso senso do juto e do adequado. Essa imagem é eloquentemente expressa no livro “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A Free Man's Worship&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;” de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell"&gt;Bertrand Russell&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;; essa imagem remonta a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epicuro"&gt;Epicuro&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B3crito"&gt;Demócrito&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, e outros no Mundo Antigo e encontra uma esplêndida expressão no poema de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lucr%C3%A9cio"&gt;Lucrécio&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/De_rerum_natura"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;De Rerum Natura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;: chamemo-la “Naturalismo Perene”. É a perspectiva de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_sagan"&gt;Carl Sagan&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, com sua pomposa declaração: “O cosmos é tudo que há, houve ou haverá”. De acordo com a segunda perspectiva, por outro lado, somos nós mesmos – nós, seres humanos – que somos responsáveis pela estrutura básica do mundo. Essa noção remonta a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prot%C3%A1goras_de_Abdera"&gt;Protágoras&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, no mundo antigo, com sua alegação de que o homem é a medida de todas as coisas; e encontra uma expressão ainda mais poderosa nos tempos modernos na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_da_Raz%C3%A3o_Pura"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_da_Raz%C3%A3o_Pura"&gt; &lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant"&gt;Immanuel Kant&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;. Chame-a de “humanismo iluminista”, ou “subjetivismo iluminista”, ou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, mais descritivamente, “anti-realismo criativo”. Essas duas perspectivas s&lt;span lang="pt-BR"&gt;ão, de fato, muito diferentes; vou tecer algumas palavras sobre ambas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A. NATURALISMO PERENE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
Naturalismo perene (doravante “naturalismo”), como eu digo, remonta ao mundo antigo; o naturalismo também é encontrado, de forma mais sutil, no mundo medieval (entre os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Averr%C3%B3is"&gt;Averroístas,&lt;/a&gt; por exemplo). Mas coube à modernidade e aos tempos contemporâneos apresentar as mais amplas e completas manifestações dessa perspectiva. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hobbes"&gt;Thomas Hobbes&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;,&lt;/span&gt; os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Enciclopedistas"&gt;Enciclopedistas Iluministas,&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Baron_d%27Holbach"&gt;Barão de Holbach&lt;/a&gt; são exemplos modernos dessa abordagem; entre nossos contemporâneos e quase-contemporâneos estão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Dewey"&gt;John Dewey&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Willard_Van_Orman_Quine"&gt;Williard van Orman Quine&lt;/a&gt;, Bertrand Russell, Carl Sagan, um surpreendente número de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_liberal"&gt;teólogos liberais&lt;/a&gt;, e um monte de outros dentro e fora da academia. Essa abordagem prevalece especialmente entre aqueles que se dizem baluartes da ciência. Do ponto de vista dessa perspectiva, não há Deus, e os seres-humanos são vistos como simples parte da natureza. A forma de entender o que é mais distinto em nós, nossa habilidade de amar, agir, pensar, usar a linguagem, nosso humor e dramatização&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, nossa arte, filosofia, literatura, história, nossa moralidade, nossa religião, nossa tendência a se envolver em causas muitas vezes incomuns e devotar nossas vidas a elas – a forma fundamental de entender tudo isso é em relações de nossa comunidade com a natureza (não humana). Nós somos mais apropriadamente vistos como partes da natureza e devemos ser entendidos em relações de nosso lugar no mundo natural.&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Primeiro, um exemplo trivial. Aqueles que endossam essa vis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ão muitas vezes parecem pensar que a forma de descobrir como nós seres humanos deveríamos viver é observar como outros animais lidam com as coisas; esse é o equivalente naturalista da máxima Bíblica “Vá ter com a formiga, ó preguiçoso”. Eu assisti recentemente um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;talk show&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; na TV onde um cientista depreciava a ética e os costumes tradicionais acerca da sexualidade - 'laço heterossexual entre um casal”, era como ele dizia – baseando-se no fato de que somente três por cento dos animais agem dessa forma. Ele não disse nada sobre plantas, mas, sem dúvida, conclusões ainda mais interessantes poderiam ser tiradas disso. Em outro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;talk show&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; recente, o entrevistado dizia que havia observado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; (em um nível cotidiano e não científico) que primos são muitas vezes mutuamente atraídos romanticamente, ela então acrescentou que recentemente havia descoberto confirmação científica dessa observação: seres humanos, ele disse, se assemelham às codornizes (não o ex vice-presidente, mas o pássaro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;) [5] nesse quesito, e de fato codornizes primas se atraem mutuamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um segundo e mais importante exemplo: uns anos atrás eu ouvi um eminente filósofo americano contemporâneo refletir sobre conhecimento, crença, e toda a empreitada cognitiva humana. A forma de entender isso tudo, ele disse – a forma de ver o que há de mais básico e importante sobre isso – não é, é claro, vê-la como uma das manifestações da imagem de Deus, uma forma pela qual nós nos assemelhamos ao Senhor, que é o primeiro-conhecedor, e que nos criou de tal forma que sejamos espelhos finitos e limitados de sua perfeição ilimitada e infinita. Esse filósofo seguiu uma linha bem diferente. Os seres-humanos, ele disse, têm crenças (e até aqui há pouco para objetar); e essas crenças podem fazer com que eles ajam de determinadas formas. Colocando em termos mais sofisticados, as crenças de uma pessoa podem ser parte de uma explanação causal de suas ações. Como isso pode &lt;span lang="en-US"&gt;ser? &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Como isso acontece, como podem os seres humanos serem tais que eles podem ser levados a fazer certas coisas pelo que eles crêem? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Como pode minha cren&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ça de que há uma cerveja na geladeira causar ou causar parcialmente esse objeto físico letárgico, que é o meu corpo, erguer-se de um confortável sofá, ir até a geladeira e abrir a porta? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A resposta: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;pense em um termostato: ele também tem crenças – simplórias crenças, sem dúvida, mas ainda assim crenças. O que ele crê são coisas do tipo “está ficando quente aqui”, “está muito frio aqui” ou “é exatamente aqui”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;; e é fácil ver como essas “crenças” causam a ligação de uma fornalha ou ar condicionado. E agora a ideia básica: nós deveríamos ver o pensamento humano e sua conexão com a ação como algo um pouco mais complicado em relação ao que acontece com o termostato. A ideia era que se pensarmos como funciona com o termostato, então teremos a chave para entender como acontece com os seres humanos. Outros sugerem os computadores: o pensamento humano é um tipo de computação feita pelos computadores. E, é claro, isso é só mais um exemplo de um projeto muito mais amplo: o projeto de ver tudo que é distinto em nós – literatura, arte, divertimento, humor, música, moralidade, religião, ciência, academicismo, as tendências de se alistar em causas improváveis, mesmo que custe alto a nós mesmos – o projeto de explicar &lt;i&gt;todas&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; essas coisas em &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;re&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;lações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de nossa comunidade com a natureza não humana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;A forma que essa perspectiva tem nos nossos dias é amplamente evolucionista: nós devemos tentar entender os fenômenos humanos básicos através de suas origens na mutação genética aleatória ou algum tipo de variabilidade, e sua perpetuação através da seleção natural. Considere as explanações sociobiológicas do amor, por exemplo: amor entre homens e mulheres, entre pais e filhos, amor de amigo, pelos alunos, amor de igreja, universidade, país – amor em suas mais diversas formas de manifestação. Tomado nessa amplitude, o amor é um dos mais significantes fenômenos humanos e uma poderosa força em nossas vidas. Como deveríamos pensar sobre o amor no contexto da explicação evolutiva em questão? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Bem, a ideia b&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ásica é que o amor surgiu, de forma última e originalmente, através de alguma forma de variação genética (mutação genética aleatória, talvez); persistiu através da seleção natural por ter tido ou ainda ter algum valor para a sobrevivência. Seres humanos macho e fêmea, assim como hipopótamos macho e fêmea, se juntam para ter filhos (cria) e permanecem juntos para fazê-los crescer; isso tem valor para a sobrevivência. Quando entendemos isso, nós entendemos esse tipo de amor e passamos a ver sua importância básica e o mesmo vale para as outras variedades e manifestações de amor. E isso, fundamentalmente, é tudo que há para se dizer sobre o amor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;De uma perspectiva teísta ou cristã, é claro, essa abordagem é totalmente inadequada como um relato da importância e do lugar do amor no mundo. O fato é que o amor reflete a estrutura e a natureza básica do universo; pois o próprio Deus, o primeiro Ser do universo, é amor, e nós amamos porque ele nos criou à sua imagem. Da perspectiva naturalista, além do mais, o que vale para o amor vale para aqueles fenômenos tipicamente humanos: arte, literatura, música; diversão e humor; ciência, filosofia e matemática; nossa tendência de ver o mundo a partir de uma perspectiva religiosa, nossas inclinações à moralidade, e por aí vai. Todas essas coisas devem ser entendidas em relações de nossa comunidade com a natureza não humana. Todas essas coisas devem ser vistas como tendo surgido através de mecanismos evolutivos e devem ser entendidas em relações de seu lugar na história evolutiva. O naturalismo perene tem feito enormes progressos na cultura Ocidental; de fato, o filósofo de Oxford &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Lucas_%28philosopher%29"&gt;John Lucas&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; disse que essa é a ortodoxia contemporânea. Para sustentar a alegação de Lucas, podemos notar, como mencionado acima, o surpreendente fato de que o naturalismo perene é seguido por muitos teólogos alegadamente cristãos. Assim o teólogo de Harvard &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gordon_Kaufman"&gt;Gordon Kaufman&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; sugere que nessa era nuclear moderna, não podemos mais pensar em Deus como o criador transcendente dos céus e da terra; em vez disso, devemos pensar sobre ele, diz Kaufman, como “a força evolucionária histórica que nos trouxe até aqui ”[6] (Talvez possa se perdoar alguém por refletir sobre o que a era nuclear tem a ver com o fato de Deus ser o criador transcendente ou simplesmente uma força evolucionária histórica; poderíamos imaginar um cético aldeão antigo fazendo uma afirmação similar sobre, digamos, a invenção do motor a vapor, ou talvez do&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arco_longo"&gt; arco longo, &lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ou a catapulta, ou a roda)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O naturalismo perene é particularmente popular entre aqueles – cientistas ou outros – que têm uma visão elevada da ciência moderna. O naturalismo perene também influencia e, na minha opinião, corrompe o pensamento cristão. Os cristãos que refletem sobre ciência, por exemplo, às vezes dizem  que a ciência não pode usar Deus como explicação de suas teorias; a ciência é necessariamente restrita, tanto em seu objeto de estudo quanto em suas explicações e narrativas, ao mundo natural. Mas por que pensar dessa forma? &lt;span lang="pt-BR"&gt;É claro que a alegação pode ser simplesmente verbal: “a palavra 'ciência',” podem dizer, “deve ser definida como um relato empírico e experimental do mundo natural restrito, tanto em seu objeto de estudo quanto em suas conclusões, ao mundo natural”. Mas então a questão seria: os cristãos deveriam se engajar na ciência? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Ou, mais exatamente, ao tentar entender a n&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ós mesmos e ao nosso mundo deveríamos nos engajar &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;somente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; na ciência, assim definida? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Por que eles n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ão poderiam, em vez de ou além de, se engajar numa atividade explanatória paralela que dê conta de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;tudo &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;que sabemos, incluindo fatos tais como os seres humanos terem sido criados pelo Senhor à sua imagem, que caíram no pecado, e por aí vai? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Provavelmente essas verdades ser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ão importantes em relação aos estudos empíricos da humanidade, ao pensar, por exemplo, sobre a agressão, altruísmo, e outros tópicos estudados nas ciências humanas. É difícil superestimar a predominância e a influência do naturalismo perene nas nossas universidades. Ainda assim, acho que Lucas erra ao promovê-lo ao status de ortodoxia contemporânea, embora seja, de fato, ortodoxia entre aqueles que colocam sua confiança na ciência. Mas há outra fundamental forma de ver o mundo, que é, penso eu, quase tão influente – e tão contrária ao Cristianismo quanto o naturalismo. O naturalismo perene encara uma acirrada competição do humanismo Iluminista, ou, como devo chamar, anti-realismo criativo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;B. &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ANTI-REALISMO CRIATIVO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aqui a ideia fundamental – em nítido contraste com o naturalismo – é que nós, seres humanos, de alguma forma profunda e importante, somos &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nós&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; mesmos responsáveis pela estrutura e natureza do mundo; somos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nós&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, fundamentalmente, os arquitetos do universo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Essa ideia recebeu uma expressão magnífica, ainda que obscura, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; de Immanuel Kant. Kant não negou, é claro, que há coisas tais como montanhas, cavalos, planetas e estrelas. Em vez disso, sua alegação característica é que a existência de tais coisas e suas estruturas fundamentais foram conferidas a elas pela atividade conceitual de pessoas – não pela atividade conceitual de um Deus pessoal, mas pela &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nossa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; própria atividade conceitual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, a atividade conceitual de nós seres humanos. De acordo com essa visão, todo o mundo da experiência – o mundo das árvores e planetas e dinossauros e estrelas – recebem sua estrutura básica da atividade &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;constituinte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; da mente. Tais estruturas fundamentais do mundo como as estruturas do espaço e do tempo, objeto e propriedade, número, verdade e falsidade, possibilidade e necessidade, e até existência e inexistência, não devem ser encontradas no mundo como tal (não caracterizam &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;dinge an sich &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;N. do T.: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;coisa em si&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;mas s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão de alguma forma constituídas pela nossa própria atividade conceitual ou mental. São contribuições nossas; não devem ser encontradas nas coisas em si. Nós as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;impomos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; sobre o mundo; nós não as descobrimos no mundo. Se não houvesse pessoas como nós engajadas em atividades noéticas e conceituais, então não haveria nada no espaço-tempo, nada apresentando estrutura objeto-propriedade, nada que fosse verdadeiro ou falso, possível ou impossível, nenhum tipo de coisas encontradas em um certo número – nada disso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Nós podemos pensar que é impossível que as coisas que conhecemos – casas e cavalos, couves e reis[7], planetas e estrelas – estejam lá de alguma forma, mas fracassem em se conformar à categoria de existência; de fato, podemos pensar que é impossível que haja algo de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;qualquer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; tipo que não tenha propriedades ou que não exista. Se for o caso, então a visão de Kant implica que não haveria nada de forma alguma se não fosse pela criativa atividade estruturante de pessoas como nós. É claro, não estou dizendo que Kant claramente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;chegou&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; a essa conclusão; de fato, ele pode ter chegado obscuramente à conclusão oposta: isso é parte de seu encanto. Mas a principal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;investida&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; da auto-intitulada Revolução Copernicana de Kant é que as coisas no mundo devem sua estrutura básica e talvez até sua existência à atividade noética de nossas mentes. Ou talvez eu não deveria dizer mentes, mas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;mente&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;; pois se há, na visão de Kant, um só ego transcendente ou vários isso é, certamente, uma questão problemática, como são a maior parte das questões da exegese das obras de Kant. De fato, essa questão é mais do que problemática; dada a visão de Kant de que quantidade, número, é uma categoria humana imposta sobre o mundo, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;então provavelmente não há nenhum número &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;n&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, finito ou infinito, tal que a resposta à questão “Quantos desses egos transcendentes existem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;seja &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;n&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Até você compreender essa forma de ver as coisas, essa visão pode parecer um tanto presunçosa, para não dizer absurda. Nós estruturamos ou criamos os céus e a terra? &lt;span lang="en-US"&gt;Alguns de n&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ós acham que houve animais – dinossauros, digamos – vagando pela terra antes de os seres humanos aparecerem; como poderia ser o caso de os dinossauros deverem sua estrutura à nossa atividade noética? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;O que fizemos n&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ós para lhes dar a estrutura que eles tinham? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;E o que dizer de todas as estrelas e planetas que sequer ouvimos falar: &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;como nós os estruturamos? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Quando fizemos tudo isso? Estruturamos a n&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ós mesmos dessa mesma forma? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;E se a forma de que s&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ão as coisas compete, portanto, a nós e à nossa atividade estruturante, por que não melhoramos as coisas um pouco?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Anti-realismo criativo pode parecer um tanto dif&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ícil de engolir; ainda assim é amplamente aceito e é uma surpreendente força no nosso mundo intelectual ocidental contemporâneo. Muitos ramos da filosofia continental contemporânea, por exemplo, são anti-realistas. Há o existencialismo, de acordo com o qual, ao menos em sua vertente Sartreana, cada um de nós estrutura ou cria o mundo através de nossas próprias decisões. Há também a filosofia hermenêutica Heideggeriana contemporânea de vários tipos; há a filosofa francesa contemporânea, muito do qual pede descrição, mas até onde sabemos sobre ela, é claramente anti-realista. Na filosofia Anglo-Americana, há o anti-realismo criativo de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hilary_Putnam"&gt;Hilary Putnam&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Goodman"&gt;Nelson Goodman&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; e seus seguidores; isso é o reflexo do anti-realismo continental e filósofos americanos tais como &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Rorty"&gt;Richard Rorty&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;; e, talvez mais importante, há o anti-realismo linguístico de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgenstein"&gt;Wittgenstein&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; e seus muitos seguidores. É uma característica de todas essas ideias afirmar que nós, seres humanos, somos de alguma forma responsáveis pela forma como o mundo é – através de nossa linguística ou, mais amplamente, através de nossa atividade simbólica, ou através de nossas decisões, ou de alguma outra forma. E, é claro, o anti-realismo não está limitado à filosofia; ele fez profundos &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;progresso&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;s em muitas áreas das ciências humanas e até no Direito.&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Como o naturalismo perene, o anti-realismo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;criativo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; pode ser encontrado at&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;é mesmo na Teologia, que está fortemente sobre a influência de Kant. De fato, é um tanto ingênuo dizer que podemos encontrá-lo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;até mesmo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; na teologia; pois no tipo de teologia que, de acordo com seus expoentes, é a mais avançada e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://idioms.thefreedictionary.com/au+courant"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;au courant&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, essas noções correm absolutamente livres. O anti-realismo criativo é desenvolvido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; (falando de forma sucinta) em caráter teológico no livro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Creation out of Nothing &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Cupitt"&gt;Don Cupitt&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;. A sinopse na contra-capa do livro explica sua principal tese:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.51cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A consequência de tudo isso é que a criatividade humana e divina vieram a ser vistas como coincidentes no presente momento. A criação do mundo acontece a todo o tempo, em nós e através de nós, a medida que a linguagem surge em nós e se derrama de nós para formar e reformar o mundo da experiência. A realidade... é afetada pela linguagem...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Diz-se que isso é “uma filosofia da religião para o futuro” (esperamos que seja num futuro muito distante) e “uma alternativa genuína ao pietismo e ao fundamentalismo” (como também, poderíamos dizer, a qualquer forma de Cristianismo). A mesma ideia tem adentrado a Física ou, ao menos, a Filosofia da Física. É dito que não há realidade até que façamos as necessárias observações; não há realidade em si mesma e não observada, ou se há, não é nem um pouco parecida como qualquer coisa que imaginemos. Na ética, essa visão tem a forma da ideia de que nenhuma lei moral impõe obrigação sobre mim, a menos que eu mesmo (ou talvez a sociedade) edite ou estabeleça essa lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O naturalismo perene e o anti-realismo criativo estão relacionados de uma forma interessante: o primeiro subestima o papel dos seres humanos no universo, e o segundo superestima. De acordo com o primeiro, os seres humanos são nada mais do que máquinas complexas, sem criatividade real, num sentido importante nós sequer podemos agir, nada mais do que &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;uma vela de ignição&lt;/span&gt; , ou um moedor de café, ou um trator. Não somos a origem de qualquer cadeia causal. De acordo com o segundo, ao contrário, nós seres humanos, a medida que conferimos a estrutura básica ao mundo, tomamos o lugar de Deus. O que há e o que se parece cabe totalmente a nós e é um resultado de nossa atividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;C. RELATIVISMO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;Além do teísmo, então, as duas visões ou perspectivas básicas hoje no Ocidente, na minha opinião, são o naturalismo e o anti-realismo criativo. Mas aqui devo&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; chamar atenção a algumas complicações importantes. Primeiro, eu digo baseado nas ideias anti-realistas, somos nós, os usuários da linguagem, os usuários dos símbolos, ou os pensadores de pensamentos categorizantes, ou os fazedores de decisões básicas, os responsáveis pelas características fundamentais da realidade; nas palavras de Protágoras, “o homem é a medida de todas as coisas.” Mas frequentemente uma lição bem diferente surge de algumas das mesmas considerações. Suponha que você pense que nosso mundo é de alguma forma criado ou estruturado pelos seres humanos. Você pode, então, notar que os seres humanos aparentemente não constroem os &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;mesmos mundos. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O seu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mundo_da_vida"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Lebenswelt &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;pode ser bem diferente do meu; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jerry_Falwell"&gt;Jerry Falwell,&lt;/a&gt; Carl Sagan e Richard Rorty não parecem viver no mesmo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Lebenswelt&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; de forma alguma; eles pensam bem diferente sobre o mundo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;; qual, ent&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ão (se é que algum), representa o mundo como ele realmente é, i.e, como nós realmente o construímos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Aqui &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;é um passo fácil para outro pensamento característico da contemporaneidade: o pensamento de que simplesmente &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;não há&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; qualquer coisa como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;a&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; forma como o mundo é, nada de verdade objetiva, ou uma forma como o mundo é que seja a mesma para todos nós. Em vez disso, há a minha versão da realidade, a forma que eu de alguma forma estruturei as coisas, e a sua versão, e muitas outras versões: e o que é verdadeiro em uma versão não precisa o ser em uma outra. Como o Dr. Faustus do dramaturgo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Marlowe"&gt;Marlowe&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; diz, “O homem é a medida de todas as coisas; eu sou um homem; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;portanto, eu sou a medida de todas as coisas”[9] Mas, então, não há tal coisa como a verdade &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;simpliciter.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Não há tal coisa como a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;forma &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;que o mundo é; há, em vez disso, muitas versões diferentes, talvez tantas versões diferentes quanto pessoas diferentes; e cada uma é tão aceitável quanto qualquer outra. (De uma perspectiva cristã, parte do que está envolvido aqui, é claro, é o ímpeto, tão antigo quanto a terra, da raça humana caída por autonomia e independência, entre outras coisas, em relação às demandas de Deus). Assim uma proposição realmente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;poderia &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ser, como nossos estudantes gostam de dizer, verdadeira para mim, mas falsa para você. Talvez você sempre tenha pensado que essa noção era uma confusão característica de calouros universitários; mas na verdade ela se encaixa bem com essa formidável e importante, para não dizer lamentável, forma de pensar. Uma ideia de verdade objetiva, a mesma para todos nós, nessa visão, é uma ilusão, ou um complô burguês, ou uma imposição sexista, ou um erro tolo. Assim, o anti-realismo fomenta o relativismo. E esse relativismo é, talvez, a mais proeminente forma de anti-realismo criativo nos nossos dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;De alguma forma isso parece um declínio da visão de que há, de fato, uma forma de que o mundo é, e o fato de ser como tal é devido à nossa atividade. Ainda assim, há uma profunda conexão: em cada visão o que quer que exista de verdadeiro é fruto de nossa própria construção. A mesma ambiguidade é encontrada no próprio Protágoras “o homem é a medida de todas as coisas”: nós podemos entender isso como o pensamento de que há uma determinada forma de que o mundo é, e é dessa forma devido ao que nós, seres humanos, - todos os seres humanos – fazemos, ou podemos entender isso como a ideia de que cada grupo de pessoas – talvez até cada indivíduo – é a medida de todas as coisas. Assim não haveria uma úni&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ca forma de como tudo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;é, mas somente versões diferentes para indivíduos diferentes. Essa forma de anti-realismo criativo, como a anterior, sofre, penso eu, de profundos problemas de incoerência auto-referente; mas não tenho tempo de explicar por que eu acho isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma segunda dificuldade: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alasdair_MacIntyre"&gt;Alasdair MacIntyre&lt;/a&gt; apontou (por comunicação pessoal) que meu relato aqui omite um grupo muito importante de intelectuais e acadêmicos contemporâneos. Há muitos intelectuais que não se veem compromissados com nada; eles pairam acima de todo compromisso e aliança intelectual. Eles são como pessoas sem um país, sem um lar estabelecido; na alegoria de Kant, eles são como nômades errantes, uma ameaça aos caminhos civilizados e estabelecidos da vida intelectual. Não só eles não demonstram compromisso; eles desdenham do compromisso taxando-o de ingênuo ou mal informado, uma falha tola por não entender algo &lt;span lang="pt-BR"&gt;óbvio e importante. Então, disse MacIntyre, eles não estão comprometidos nem com o naturalismo perene do qual eu falei, ou a qualquer forma de anti-realismo; eles não estão comprometidos com nada. Mas ainda assim eles são uma parte importante do quadro contemporâneo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Isso é verdade e é importante. MacIntyre está bem certo; a atitude que ele descreve é, de fato, comum entre intelectuais e na academia. Aliás, há uma profunda conexão entre o anti-realismo e o relativismo, por um lado, e esse nomadismo ou anomia intelectual (ou seja lá a forma que chamemos isso), por outro lado. Talvez seja da seguinte forma. Essa dialética começa com alguma versão do anti-realismo Kantiano: as características fundamentais do mundo competem a nós e à nossa atividade estruturante e não são reflexo da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;dinge an sich&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;. O pr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;óximo passo é o relativismo: é notório que pessoas diferentes têm visões diferentes sobre como o mundo é; o resultado é a noção de que não há &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;uma única&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; forma de como as coisas são (uma forma que é devida à nossa atividade noética), mas um amplo espectro de diferentes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;versões&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; (como Nelson Goodman as chama), talvez tantas quanto há pessoas. Nessa visão não há tal coisa como uma proposição sendo verdadeira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;simpliciter&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;: o que há é uma proposição sendo verdadeira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;numa determinada versão&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; ou a partir de uma perspectiva. (E, assim, o que é verdadeiro pra mim pode não ser para você)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Para “entender” esse ponto, entretanto, é, de certa forma, entender através de qualquer tipo de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;compromisso&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; em relação à vida intelectual. Compromisso anda junto à ideia de que há tal coisa como a verdade; ser comprometido com algo é afirmar que esse algo é verdadeiro, não apenas dizer que é verdadeiro em alguma versão, mas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;simpliciter&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; ou absolutamente – i.e., não somente verdadeiro em relação a algum outro discurso ou versão, ou em relação a o que um ou outro grupo de seres humanos pensa ou faz. Ser comprometido com algo é pensar que esse algo é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;verdadeiro&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, não apenas verdadeiro em relação ao que você ou alguém acredita. Mas assim que você “entende” (como você pensa) que não há tal coisa como a verdade como tal, então você provavelmente vai pensar que também entende a fútil, tola e desprezível natureza auto-ilusória do comprometimento intelectual. Você pensará, então, que o único caminho de sabedoria é o do intelectual que vaga errante por aí e que percebeu as pretensões ou ingenuidade daqueles que fazem sérios compromissos morais ou intelectuais. (E talvez você pode até chegar a se juntar ao Richard Rorty e taxar tais pessoas de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;insanas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; – sendo o caso de, provavelmente, não permitir que elas possam votar ou participar da sociedade liberal, e talvez devessem ser confinadas aos seus Gulags até se “recuperarem” de seus desvios). Como observou MacIntyre, essa falta de comprometimento, essa percepção da desprezível auto-ilusão do compromisso é crescente na academia; isso é, penso eu, algo próximo ao cerne da desconstrução contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Assim, temos, como eu disse, três perspectivas principais, três perspectivas profundamente opostas e totalmente diferentes: Teísmo Cristão, Naturalismo Perene, e o Anti-realismo Criativo e seus descendentes como o relativismo e o anti-comprometimento. Mas é claro que o que nós temos também, como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_James"&gt;William James&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; disse de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;outra maneira, é uma florescente e atordoante confusão. A descrição acima é apenas uma aproximação, não muito acurada; faz-se necessário uma apresentação mais precisa. Essas perspectivas fluem juntas e se misturam em milhares de maneiras diferentes. Cada uma incita um tipo de reação a si mesma; pode muito bem haver um tipo de dialética ou desenvolvimento dentro de um determinado paradigma ou forma de pensar; há, certamente, canais de influência fluindo entre elas. Essas três perspectivas principais de ver o homem e o mundo podem ser encontradas em toda sorte de combinação e mistura concebível e inconcebível. Há muitas correntes secundárias e turbilhões de pontos intermediários; as pessoas pensam e agem de acordo com essas formas básicas de ver as coisas sem estarem totalmente conscientes delas, tendo no máximo alguma vaga compreensão delas. Assim, por exemplo, aqueles que adotam esse anti-comprometimento cético, irônico e desembaraçado em relação às grandes questões, nem sempre o fazem pelas mesmas motivações que eu sugeri sobre aquilo que sustenta isso – i.e., a “percepção” das posições mais comprometidas. Isso pode acontecer ou começar a acontecer a partir de uma simples imitação dos tutores ou professores de alguém; essa é a forma mais legal de pensar, ou a forma que os estudantes do segundo ano pensam, ou a forma que os meus professores ou as pessoas em Harvard pensam. Nossas formas de pensar são tanto adquiridas por imitação daqueles que admiramos quanto por reflexão racional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Como vimos acima, ironicamente, tanto o naturalismo perene quanto o anti-realismo criativo (com seus descendentes relativismo e anti-comprometimento) encontram expressão na teologia alegadamente cristã. Essas formas de pensar são apresentadas como a maneira mais avançada e atualizada de se refletir sobre essas coisas, e como uma maneira atualizada de ser cristão. É uma característica comum dos seres humanos alegar que finalmente encontraram a verdade (ou a correta atitude a se tomar, visto que não há verdade) negada pelos nossos pais. Mas aqui há um outro tipo de ironia: essas posições remontam claramente até o mundo antigo; na verdade, elas antecedem o Cristianismo clássico. O que há de novo nelas é o fato de nos serem apresentadas como desenvolvimentos ou formas – de fato, as formas mais intelectualmente viáveis – de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Cristianismo. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Isso é novo e moderno, tudo bem, mas é também é absurdo. Isso é tão sábio quanto tentar apresentar o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo_niceno"&gt;Credo Niceno &lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ou, digamos, o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Catecismo_de_Heidelberg"&gt;Catecismo de Heidelberg&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; como a mais nova e moderna forma de ser ateu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Eu acho que não é preciso dizer que essas formas de pensar não são só &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;alternativas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; ao Cristianismo; elas são profundamente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;contrárias&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; ao cristianismo. De uma perspectiva cristã o naturalista está, é claro, profundamente errado ao rejeitar ou ignorar Deus. Isso já é ruim o bastante; mas ao fazer isso ele também se exclui da possibilidade de entender a nós e o mundo apropriadamente. E quanto ao anti-realista criativo a ideia de que somos realmente nós, seres humanos, que fizemos ou estruturamos o mundo, de uma perspectiva cristã, é nada mais do que um exemplo de tolice, mais Quixotesca do que um heroísmo de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Prometeu;[10] e, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;pela perspectiva cristã,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; a ideia de que n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ão há verdade é não menos absurda. Essas formas de pensar, então, são predominantes, difusas,  e profundamente enraizadas na nossa cultura; elas também são profundamente antagônicas à maneira cristã de ver o mundo. E a triste verdade é que essas formas de pensar, no presente momento, têm um lugar especial nas nossas universidades e na cultura intelectual de um modo geral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;D. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A CIÊNCIA E O ACADEMICISMO SÃO NEUTROS?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown13"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown12"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown11"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown10"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;br /&gt;
A primeira coisa que temos que ter em mente &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;é que a resposta é não; ciência e academicismo não são neutros em relação a essa luta pelas nossas almas. Não é como se as principais áreas do academicismo fossem neutras em relação a essa luta, com o desacordo em questões espirituais ou religiosas surgindo apenas quando o assunto é a religião propriamente dita. Os fatos são muito diferentes: o mundo do academicismo está intimamente envolvido na batalha entre essas visões opostas; o academicismo contemporâneo está repleto de projetos, doutrinas e programas de pesquisa que refletem uma ou outra dessas maneiras de pensar. O triste fato é que muitos desses projetos refletem essas maneiras não-cristãs de pensar que eu mencionei. Há inúmeros exemplos: eu darei só alguns, e cada um de vocês pode adicionar o que lhes vier a mente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Primeiro, o anti-realismo criativo, com seu acompanhante séquito do relativismo e do anti-comprometimento, é uma força dominante nas ciências humanas. A filosofia contemporânea, por exemplo, está repleta de variedades de relativismo e anti-realismo. Uma versão muito popular de relativismo é a noção de Richard Rorty de que a verdade é o que o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;meu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; grupo social deixa que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;eu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; fale impunemente. Nessa visão o que é verdadeiro para mim, naturalmente, pode ser falso pra você; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;meu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; grupo social pode deixar que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;eu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; saia impune ao dizer algo que os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;seu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; grupo social não deixaria você sair impune se dissesse: pois temos diferentes grupos sociais. (E mesmo se tivéssemos o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;mesmo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; grupo, não há razão para que eles sejam obrigados a deixar você e eu sairmos impunes ao dizermos as mesmas coisas). Apesar de essa visão ser extremamente influente e muito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;au courant &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;e atualizada, ela tem consequências que são, digamos, peculiares. Por exemplo, muitos de nós pensamos que as autoridades chinesas fizeram algo de monstruoso ao assassinarem centenas de jovens na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Protesto_na_Pra%C3%A7a_da_Paz_Celestial_em_1989"&gt;Praça de Tian'anmen&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;; eles, ainda agravaram sua perversidade ao negarem que tivessem feito tal coisa. Na visão de Rorty, entretanto, isso talvez seja um insensível mal entendido. O que as autoridades estavam, de fato, fazendo, ao negarem o assassinato em massa dos estudantes, era algo totalmente louvável: eles estavam tentando mostrar que o alegado massacre jamais aconteceu. Pois eles estavam tentando fazer com que o seu grupo social deixasse que eles dissessem impunemente que o massacre jamais ocorreu; se fossem bem-sucedidos, então (na visão Rortyana) seria verdade que isso nunca ocorreu, em tal caso, é claro, tal massacre jamais teria ocorrido. Então ao negar que eles cometeram esse horrível crime, eles estavam tentando fazer com que fosse &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; que o massacre jamais ocorrera; e quem pode culpá-los por isso? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;O mesmo vale para os neo-nazistas contempor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;âneos que alegam que não houve holocausto; de uma perspectiva Rortyana, eles estão apenas tentando fazer com que esse horrível evento jamais tenha ocorrido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;;&lt;/span&gt; por que deveríamos culpá-los por isso? &lt;span lang="en-US"&gt;Ao inv&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;és de culpá-los, nós deveríamos  torcer por eles. Essa forma de pensar tem possibilidades reais para lidar com a pobreza e a miséria: se deixássemos que cada um saísse impune ao dizer que não há pobreza e miséria – nada de câncer ou AIDS, digamos – então seria &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; que não há nada disso; e se fosse verdade, então, certamente, não haveria nada de pobreza ou miséria. Isso parece muito mais barato e simples do que os métodos convencionais de luta contra a pobreza e a miséria. Num nível mais pessoal, se você fez algo errado, ainda não é tarde: minta sobre isso, assim fazendo que seu grupo social permita que você saia impune ao dizer isso; então será verdadeiro tanto que você não fez isso e, como um bônus adicional, que você sequer mentiu sobre isso. Espera-se que Rorty esteja apenas brincando conosco. (Mas não está). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Como era de se esperar, há muitos exemplos desse tipo na filosofia. Mas o ponto principal aqui é que isso não é só um problema para filósofos e, talvez, teólogos: exemplos desse tipo podem ser encontrados nos mais diversos espectros disciplinares e intelectuais, e eu darei alguns exemplos de outras áreas. Nisso eu acabo por correr um risco; eu sou bem familiar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;izado com a filosofia (e até isso não é algo unânime entre meus colegas de profissão), mas estou me aventurando num campo interdisciplinar ao mencionar exemplos de outras áreas. Ainda assim, isso precisa ser feito. Então, meu segundo exemplo é apresentado pelo estruturalismo, pós-estruturalismo e o desconstrucionismo nos estudos literários. Todos esses, no fundo, devem tributo à noção de que nós seres humanos somos a fonte da verdade, a fonte da maneira como o mundo é, se, de fato, há tal coisa como verdade ou maneira como o mundo é. Às vezes isso é explícito e claro, como em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roland_Barthes"&gt;Roland Barthes&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.54cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Uma vez que o autor é removido, a alegação de decifrar um texto se torna um tanto fútil. Dar a um texto um autor é impor um limite ao texto, é lhe fornecer um significado final, é fechar o escrito... Precisamente dessa maneira a literatura (seria melhor doravante dizermos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;escrita&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;) ao rejeitar atribuir um segredo, um sentido último, ao texto (e ao mundo como texto) libera o que pode ser chamado de atividade anti-teológica, uma atividade que é verdadeiramente revolucionária, já que se recusar a atribuir sentido é, no fundo, rejeitar Deus e suas hipóstases – razão, ciência e lei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;O passo do estruturalismo ao &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;pós-estruturalismo e à &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desconstrucionismo"&gt;desconstrução&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;, além do mais, recapitula o passo do anti-realismo Kantiano ao relativismo. De acordo com o estruturalista, nós seres humanos constituímos e estruturamos o mundo pela linguagem, e fazemos isso &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;comunalmente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;; há profundas estruturas comuns envolvidas em nós através das quais nós estruturamos nosso mundo. Os pós-estruturalistas e os desconstrucionistas afirmando em sua maneira incisiva que pessoas diferentes estruturam o mundo diferentemente, insistem que não há estruturas comuns; é cada um por si; cada um estrutura o seu mundo a sua maneira. Falando seriamente, essas ideias podem parecer difíceis de serem levadas a sério. Mas o fato é que elas são bastante sedutoras: primeiro, elas geralmente não são apresentadas claramente; e segundo, elas vêm em diferentes versões – anti-realismo Wittgensteiniano, por exemplo – que são muito mais sutis e, assim, muito mais atrativas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um terceiro exemplo é da ciência. Considere O Grande Mito Evolucionário (GME). De acordo com essa história, a vida orgânica, de alguma forma, surgiu de matéria sem-vida através de meios puramente naturais e através da operação das regularidades fundamentais da física e da química. Um vez tendo surgido a vida, toda a vasta profusão da fauna e flora contemporâneas surgiu desses ancestrais antigos através de uma descendência comum. A enorme variedade contemporânea da vida surgiu através de processos tais como seleção natural operando em tais fontes de variabilidade genética como mutação genética aleatória, tendência genética e similares. Eu chamo essa história de mito não porque não acredito nela (apesar de realmente não acreditar), mas porque ela tem um certo tipo de papel semi-religioso na cultura contemporânea: é uma maneira comum a todos de entender a nós mesmos no nível mais profundo da religião, uma profunda interpretação de nós mesmos para nós mesmos, uma maneira de nos dizer o motivo de estarmos aqui, de onde viemos, e para onde vamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É certamente possível – epistemicamente possível [12&lt;span lang="en-US"&gt;] – que o GME seja verdadeiro; &lt;/span&gt;Deus poderia ter feito as coisas dessa forma. Algumas partes dessa história, entretanto, são no mínimo epistemicamente duvidosas. Por exemplo, não temos sequer pistas decentes sobre como a vida surgiu de matéria inorgânica simplesmente através das regularidades conhecidas pela física e química. &lt;span lang="en-US"&gt;[13] (Darwin achava essa quest&lt;/span&gt;ão altamente perturbadora); &lt;span lang="en-US"&gt;[14] hoje o problema &lt;/span&gt;é ainda mais difícil do que era nos dias de Darwin, agora que algumas das impressionantes complexidades das formas mais simples de vida foram reveladas). Sem dúvida, Deus poderia ter feito as coisas dessa maneira se ele quisesse; mas, até então, parece que Ele não escolheu fazer as coisas dessa forma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Agora suponha que nós separemos essa tese sobre a origem da vida. Suponha que usemos o termo 'evolução' para denotar a alegação muito mais fraca de que todas as formas contemporâneas de vida são relacionadas genealogicamente. De acordo com essa alegação, você e as flores no seu jardim compartilham os mesmos ancestrais comuns, apesar de talvez termos que retroceder um bocado até encontrá-los. (Então talvez um herbicídio seja uma espécie de fratricídio.) Muitos especialistas e porta-vozes contemporâneos – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Francisco_J._Ayala"&gt;Francisco Ayala&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, Richard Dawkins, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Jay_Gould"&gt;Stephen Gould&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Will_Provine"&gt;William Provine&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; e Philip Spieth, por exemplo – se unem ao declarar que a evolução não é uma simples teoria, mas fato estabelecido. De acordo com eles, essa história não é apenas uma certeza &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;virtual&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, mas uma certeza &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;real.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[15] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Isso é algo tão sólida e firmamente estabelecido, eles dizem, quanto o fato de a terra ser redonda e girar em torno do sol. (Todos esses que eu mencionei explicitamente fazem essa comparação com esse fato astronômico). Não somente declaram que isso é algo absolutamente certo; se você se aventurar a sugerir que isso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;não&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; é absolutamente certo, se você levantar dúvidas ou questionar, ou estiver menos do que certo quanto a isso, é provável que você seja abafado; você provavelmente vai ser declarado um fundamentalista obscurantista ignorante ou algo pior. De fato, isso não é apenas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;provável; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;você &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;já&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; foi chamado assim: numa recente entrevista ao &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;New York Times&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, Richard Dawkins, um biólogo de Oxford de credencias impecáveis, afirma que “é absolutamente seguro dizer que se você encontrar alguém que alega não acreditar na evolução, essa pessoa é ignorante, estúpida ou insana (ou perversa, mas prefiro não considerar isso)”. (Dawkins indulgentemente acrescenta que “você provavelmente não é estúpido, insano ou perverso, e ignorância não é um crime...”)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Qual seria a fonte dessas estridentes declarações de certeza, essas críticas sobre o caráter ou sanidade daqueles que pensem de outra for&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ma? Dado o frágil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; caráter das evidências – um registro fóssil que apresenta aparência súbita e subsequente paralisação e poucos, se é que genuínos, exemplos de macroevolução – essas alegações de certeza parecem ser no mínimo deveras excessivas. De uma perspectiva cristã, a evolução não é nem remotamente certa quanto parece. Tome como evidência o que o cristão conhece como cristão junto às evidências científicas – as evidências fósseis, a evidência experimental, e coisa do tipo: é no máximo um exagero absurdo dizer que, em relação às evidências, a evolução é tão certa quanto o fato de a terra ser redonda. O teísta sabe que Deus criou os céus e a terra e tudo que eles contêm; ele sabe, portanto, que de uma maneira ou de outra Deus criou toda a vasta diversidade da vida animal e botânica. Mas, é claro, nem por isso ele está comprometido com alguma maneira particular pela qual Deus fez isso. Ele poderia ter feito isso por meios evolucionários; mas por outro lado Ele poderia ter feito isso de uma maneira totalmente diferente. Por exemplo, ele pode ter feito isso criando &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;diretamente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; alguns tipos de criaturas – seres humanos, ou bactérias, ou &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;tão relevante quanto, pardais e moscas – assim como muitos cristãos ao longo dos séculos imaginaram. Alternativamente, ele poderia ter feito isso da forma que Agostinho sugeriu: implantando sementes e potencialidades de vários tipos no mundo, para que os vários tipos de criaturas surgissem depois, embora não sendo por inter-relação genealógica. Ambas sugestões são incompatíveis com a história evolucionista. E dado o teísmo e as evidências é absurdo dizer que a evolução (entendida como descrita acima) seja uma certeza tão sólida que somente um tolo ou patife pudesse rejeitá-la.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Então por que essa insistência na certeza e a recusa a tolerar qualquer dissenção? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A resposta pode ser encontrada, penso eu, quando voc&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ê percebe que o que você pensa sobre essas alegações de certeza depende em parte do que você pensa sobre o teísmo. Se você rejeita o teísmo em favor do naturalismo, essa história evolucionista é a única resposta viável à questão “De onde vieram toda essa enorme variedade de flora e fauna? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Como chegaram at&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;é aqui?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Mesmo se os registros fósseis forem no máximo irregulares ou, pior, indicarem justamente o contrário, mesmo se houver anomalias de outros tipos, essa história é a única resposta (de uma perspectiva naturalista) a essas questões; então as objeções não serão toleradas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Um cristão, portanto, tem uma certa liberdade que a sua contraparte naturalista não tem: ele pode seguir a evidência &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[16] aonde quer que estas o levarem. Se elas parecem sugerir que Deus fez algo especial ao criar os seres humanos (de tal forma que eles n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ão sejam genealogicamente relacionados ao resto da criação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[17]), ou r&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;épteis ou o que quer que seja, então nada o impede de crer que Deus tenha feito exatamente isso. De uma perspectiva naturalista, por outro lado, a evolução é muito mais provável e tem muito mais a ser dito em relação a ela. Primeiro, há a avaliação da própria evidência científica, que num contexto naturalista tende a ser muito mais forte do que num contexto teísta. Por exemplo, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;visto que&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; a vida surgiu por acaso, sem a direção de Deus, o fato de que todas as criaturas vivas possuem o mesmo código genético fortemente sugere uma origem comum para todas as criaturas vivas. Novamente, dada a enorme dificuldade de vermos como a vida poderia ter surgido mesmo que uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;única&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; vez por meios naturais e não-teológicos, é muito mais improvável que tenha surgido dessa maneira mais do que uma vez; mas se surgiu dessa forma pelo menos uma vez, segue-se daí então a tese do ancestral comum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Segundo, de uma perspectiva naturalista a evolução é a única opção. É a única resposta disponível à questão “Como tudo aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; Como todas essas formas de vida chegaram at&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;é aqui? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;De onde v&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;êm essa vasta profusão de vida? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;E o que responde pelo aparente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;design &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;(“fino ajuste de meios aos fins”, nas palavras de Hume) encontrado em toda forma de natureza viva?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O cristão tem uma resposta fácil a essas questões: O Senhor criou a vida em todas suas formas, e elas chegaram aqui através de sua atividade criativa; e quanto ao aparente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;design&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, isso é justamente o que esperaríamos, já que as criaturas vivas foram, de fato, projetadas. Mas o naturalista tem aqui um problema muito mais complicado. Como a vida começou e como ela veio a assumir sua presente forma multifacetada?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;É deveras implausível pensar que essas formas simplesmente surgiram do nada; isso contraria toda nossa experiência. Então como isso aconteceu? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A hist&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ória evolucionista dá a resposta. De alguma forma a vida surgiu de matéria sem-vida através de meios puramente naturais, sem a direção de Deus ou de qualquer entidade; e uma vez tendo surgido a vida, toda a vasta profusão contemporânea de vida animal e botânica surgiu desses antigos ancestrais através de descendência comum, dirigida por variação aleatória e seleção natural. Voltando ao Richard Dawkins:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.41cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Apesar de tudo aparentar o contrário, o único relojoeiro na natureza são as forças cegas da física, apesar de organizadas numa maneira bastante especial. Um verdadeiro relojoeiro prevê seu produto final: ele desenha suas engrenagens e molas e planeja suas interconexões com um propósito futuro em mente. A seleção natural, o processo cego e inconsciente que Darwin descobriu, e que nós hoje sabemos ser a explicação para a existência e aparente propósito de toda forma de vida, não tem propósito algum em mente. Não tem mente. Não planeja o futuro. Não tem visão, ou previsão, nenhuma visão sequer. Se é possível dizer que tal processo exerce o papel de um relojoeiro na natureza, esse relojoeiro é o relojoeiro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;cego&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[18]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.41cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Aqui temos um bom resumo (completo com uma pitada obrigatória de &lt;i&gt;as-we-now-knowism &lt;/i&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[N. do T.: esse parece ser um neologismo do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;próprio Alvin Plantinga e, assim, não tem correlação direta com a língua portuguesa. A expressão refere-se à típica atitude contemporânea de colocar o conhecimento atual como necessariamente superior e mais preciso do que o conhecimento pregresso associado, muitas das vezes, às tradições religiosas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;e/ou metafísicas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Uma possível tradução seria, talvez, “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;como&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;-agora-sabemozismos”&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;) &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;do papel que tem a evolução no pensamento naturalista. Dawkins uma vez fez um comentário a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfred_Jules_Ayer"&gt;A.J. Ayer&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; num daqueles pomposos e elegantes jantares de Oxford: “Apesar de o ateísmo ter sido logicamente defensável antes de Darwin,” ele disse, “Darwin tornou possível ser um ateu intelectualmente realizado”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;[1&lt;span lang="en-US"&gt;9&lt;/span&gt;] &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;E aqui Dawkins parece estar certo. Eu não estou endossando sua alegação de que é possível ser um ateu intelectualmente realizado; eu acredito que tal alegação é falsa. A questão sobre a evolução, entretanto, é que é um esforço plausível de retirar um dos maiores obstáculos para o ateu. A evolução &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;é&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; uma parte essencial de qualquer forma naturalista de pensar razoavelmente completa; ela preenche um espaço considerável nessas maneiras de pensar; daí vêm a piedosa devoção a ela, as sugestões de que dúvidas em relação a ela não deveriam vir a público, e a repulsa com que a dissenção é encarada Na academia contemporânea, a evolução se tornou um ídolo da tribo; ela serve como um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Shibboleth"&gt;shibboleth&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, um teste para distinguir os bodes ignorantes fundamentalistas das ovelhas iluminadas e apropriadamente aculturadas. Ela exerce um papel mítico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A questão aqui pode ser colocada da seguinte forma: a probabilidade da grande história evolucionista é bem diferente para o teísta do que é para o naturalista. A probabilidade  dessa história em relação às evidências junto das ideias que o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;teísta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; afirma é muito menor do que a probabilidade em relação às evidências junto das ideias que o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;naturalista &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;afirma. Então a maneira pela qual a evolução não é religiosamente neutra não é que seja incompatível com o ensinamento cristão; é que ela em relação ao naturalismo é muito mais provável do que em relação ao teísmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[20] E meu ponto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;é: a comunidade cristã &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;precisa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;reconhecer que há muito mais no evolucionismo da academia contemporânea do que um papel de ciência pura que tem as mesmas credenciais vista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; de qualquer perspectiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[21].&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Um terceiro exemplo da mesma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;área, mas um pouco diferente: escritores evolucionistas proeminentes – por exemplo, Dawkins, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Douglas_J._Futuyma"&gt;Futuyama&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, Gould, Provine e Simpson, unidos declaram que a biologia evolucionista mostra que os seres humanos são resultado de processos acidentais e, assim, não foram desenhados por Deus ou qualquer outra entidade. Gould escreve: “Antes de Darwin, nós pensávamos que um Deus benevolente havia nos criado”. Após Darwin, entretanto, diz Gould, nós percebemos que “Nenhum espírito interveniente observa amorosamente os acontecimentos da natureza (apesar de que o deus q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ue deu corda no relógio,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; descrito por Newton, possa ter arrumado o maquinário no início do tempo e, então, deixado-o correr por si). Nenhuma força vital impulsiona a mudança evolucionária. E o que quer que pensemos sobre Deus, Sua existência não é manifesta nos produtos da natureza”. Os sentimentos de Gould são apresentados mais claramente por Futuyama:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.3cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ao juntar as varia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ções não-dirigidas e sem propósito ao processo cego e descuidado da seleção natural. Darwin tornou supérfluas as explicações teológicas ou espirituais dos processos da vida. Junto à teoria materialista de história e da sociedade de Marx e a atribuição freudiana do comportamento humano a processos sobre os quais temos pouco controle, a teoria da evolução de Darwin foi o apoio crucial à plataforma do mecanicismo e do materialismo – de muito da ciência, resumidamente – que desde então têm sido o palco de muito do pensamento Ocidental &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[22].&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.3cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Ainda mais claro, talvez, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;é a afirmação de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Gaylord_Simpson"&gt;George Gaylord Simpson&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.27cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Apesar de muitos detalhes ainda precisarem ser trabalhados, já é evidente que todos os fenômenos objetivos da história da vida podem ser explicados por fatores puramente naturalistas ou, no sentido apropriado de uma palavra muitas vezes usada inadequadamente, materialistas. Eles são prontamente explicáveis através dos processos de reprodução diferencial nas populações (o principal fator na concepção moderna de seleção natural) e da interação aleatória dos processos conhecidos de hereditariedade... O homem é resultado de um processo natural e sem propósito que não o tinha em mente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.27cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Esses cientistas proeminentes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;declara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;m em uníssono&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que o pensamento evolucionista moderno mostrou ou nos deu raz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão para crer que os seres humanos são, numa maneira importante, um mero acidente; não houve nenhum plano, nenhuma previsão, nenhuma mente, nada disso envolvido no processo de formação do ser humano. Mas é claro que nenhum teísta cristão poderia levar isso a sério. Os seres humanos foram criados, e criados à imagem de Deus. Sem dúvida Deus poderia ter nos criado através de processos evolucionistas; mas se Ele fez dessa maneira, então ele deve ter guiado, orquestrado e dirigido os processos através dos quais ele trouxe à tona seu projeto. Poderíamos dizer, é claro, que estritamente falando, quando essas pessoas fazem essas declarações, eles não estão falando como cientistas e não estão fazendo ciência. Talvez sim, talvez não (tem sido tornado incrivelmente difícil traçar uma linha distinguindo ciência de outras atividades); em ambos os casos nós temos um profundo envolvimento da ciência em questão com os conflitos espirituais que Agostinho apontou; em ambos os casos esse envolvimento tem que ser notado e lidado pela parte da comunidade intelectual cristã envolvida na ciência em questão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um outro exemplo: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Simon"&gt;Herbert Simon&lt;/a&gt; ganhou o Prêmio Nobel de Economia, mas é atualmente professor de ciência da computação e psicologia no Carnegie-Mellon. Num artigo recente, “"&lt;i&gt;&lt;a href="http://octopus.library.cmu.edu/cgi-bin/tiff2pdf/simon/box00021/fld01426/bdl0001/doc0001/simon.pdf"&gt;A Mechanism for Social Selection and Successful Altruism&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt;"&lt;b&gt;[&lt;/b&gt;2&lt;span lang="en-US"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;b&gt;]&lt;/b&gt; &lt;span lang="en-US"&gt;[&lt;/span&gt;Tradução&lt;span lang="en-US"&gt; livre: “&lt;/span&gt;Um Mecanicismo para Seleção Natural e Altruísmo Bem-Sucedido” &lt;span lang="en-US"&gt;], &lt;/span&gt;ele trata da questão do altruísmo: por quê, ele pergunta, pessoas como Madre Teresa, ou o missionário escocês, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eric_Liddell"&gt;Eric Liddel&lt;/a&gt;; ou as &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Irmãzinhas dos Pobres, ou os missionários jesuítas do século XVII, ou os missionários Metodistas do século XIX – por que essas pessoas fizeram o que fizeram? Por que eles entregaram seu tempo, e energia, e toda a sua vida para o bem-estar de outras pessoas? É claro, são somente os grandes santos deste mundo que apresentam esse tipo de impulso; a maioria de nós somos altruístas em um ou outro nível. Muitos de nós dá dinheiro para ajudar a alimentar e vestir pessoas que jamais vimos; nós sustentamos missionários em países estrangeiros; nós tentamos, talvez de maneiras impotentes  e desajeitadas, fazer o que podemos para ajudar a viúva e o órfão. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Agora, como, diz Simon, podemos explicar esse tipo de comportamento? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;A maneira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;racional&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; de se comportar, diz ele, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;é agir ou tentar agir de tal maneira que possa aumentar a aptidão pessoal, i.e., agir de tal maneira que os genes do agente possam ser disseminados nas próximas e subsequentes gerações, procedendo bem, então, na corrida evolutiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[25] Um paradigma de comportamento racional, de acordo com o pensamento de Simon, foi relatado no South Bend Tribune de 21 de Dezembro de 1991&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;:  &lt;/span&gt;"Cecil B. Jacobson, &lt;span lang="en-US"&gt;um especialista em infertilidade, foi acusado de usar seu pr&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;óprio esperma para engravidar suas pacientes; 'ele pode ter sido pai de até 75 crianças', disse um promotor”. Ao contrário de Jacobson, entretanto, tais pessoas como Madre Teresa e Tomás de Áquino ignoram o destino de seus genes, seja a curto ou a longo-prazo; qual é a explicação para esse comportamento bizarro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A resposta, diz Simon, são dois mecanismos: &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.59cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;docilidade” e “racionalidade limitada”: Pessoas dóceis tendem a aprender e a acreditar naquilo que eles percebem que os outros na sociedade querem que eles aprendam e acreditem. Assim o conteúdo do que é aprendido não será totalmente projetado para su&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;a contribuição para a aptidão pessoal (p. 1666).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.59cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.59cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Devido à racionalidade limitada, o indivíduo dócil frequentemente não distinguirá o comportamento socialmente prescrito que contribui para a aptidão do comportamento altruísta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[i.e., comportamento socialmente prescrito que n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ão contribui para a aptidão – AP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;]. De fato, a docilidade reduzir&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;á a inclinação de avaliar independentemente as contribuições do comportamento à aptidão... Devido à racionalidade limitada, a pessoa dócil não pode adquirir o aprendizado vantajoso para si que provê o incremento, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, de aptidão sem adquirir também o comportamento altruísta que custa o decremento, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;c &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;(p. 1667).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.59cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A ideia é que Madre Teresa ou um Tomás de Aquino apresentam “racionalidade limitada”; eles são incapazes de distinguir entre comportamento socialmente prescrito que contribui para a aptidão e o comportamento altruísta (comportamento socialmente prescrito que não contribui). Como resultado eles falham em adquirir o aprendizado vantajoso para si que provê o incremento &lt;i&gt;d&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de aptidão sem, infelizmente, sofrerem o decremento &lt;/span&gt;&lt;i&gt;c&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; exigido pelo comportamento altruísta. Eles consentem, sem pensar, com o que a sociedade lhes diz que é a maneira certa de se comportar; e eles não têm a inteligência necessária para fazer suas próprias avaliações independentes sobre a provável implicação de seu comportamento no destino de seus genes. Se eles &lt;/span&gt;&lt;i&gt;fizessem&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; tal avaliação independente (e fossem racionais o bastante para evitar erros tolos) eles provavelmente veriam que esse tipo de comportamento não contribui para aptidão pessoal, então o largariam como uma batata quente, e voltariam a trabalhar no seu esperado número de descendentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Claramente nenhum cristão poderia aceitar esse relato sequer como o começo de uma explicação viável do comportamento altruísta das “Madres Teresas&lt;span lang="en-US"&gt;”&lt;/span&gt; deste mundo. De uma perspectiva cristã, esse relato sequer erra o alvo; não está sequer perto de ser um erro. Comportar-se como Madre Teresa não é apresentar uma “racionalidade limitada” - como se, se ela refletisse sobre essa questão com mais clareza e profundidade, ela pararia com esse tipo de comportamento e, no lugar, focaria sua atenção no seu esperado número de descendentes. Seu comportamento apresenta um exemplo de Cristo; ela está refletindo o esplendor magnífico da ação sacrificial de Cristo na Expiação. (Sem dúvida ela está acumulando um tesouro no céu). De fato, haverá qualquer coisa que um ser humano possa fazer que seja &lt;i&gt;mais&lt;/i&gt; racional do que o que ela fez? &lt;span lang="en-US"&gt;De uma perspectiva crist&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ã, a ideia de que o comportamento dela é irracional (e tão irracional que precisa ser explica em termos de tais mecanismos como docilidade e racionalidade limitada!) é difícil de ser levada a sério. Primeiro, dessa perspectiva, o comportamento de Madre Teresa não é nada mais do que manifestação de “racionalidade limitada”. Pelo contrário: seu comportamento é muito mais racional do que o comportamento de alguém que, como Cecil Jacobson, executa seus maiores esforços para garantir que seus genes estejam presentes &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;in excelsis&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; na próxima e subsequente geração. Segundo, o relato de racionalidade – que uma ação é racional para mim se e somente se aprimorar minha aptidão – é também incompatível com o ensinamento cristão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Então aqui temos um exemplo de uma teoria científica que claramente não é neutra em relação aos compromissos cristãos. É claro, alguém poderia dizer que o tipo de coisa apresentada pelo artigo de Simon não é ciência; mas podemos realmente alegar isso nessa era pós-Kuhniana? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;A coisa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;é chamada de “ciência” por cientistas e outros; recebe auxílio da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nsf.gov/"&gt;National Science Foundation&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; envolve experimentos, modelos matemáticos, e a atenção, habitual na ciência, de encaixar modelo e dados; é escrita naquele estilo impessoal e rigoroso comum aos escritos científicos; podemos razoavelmente dizer, então, que isso não é ciência?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um quinto exemplo, esse &lt;span lang="pt-BR"&gt;é da física: “ajuste-fino” na cosmologia. Começando no final da década de 60 e início de 70, os astrofísicos e outros notaram que muitas das constantes físicas básicas precisam estar dentro de limites muito estreitos para que qualquer vida inteligente possa se desenvolver – ao menos de maneira similar à maneira que pensamos que de fato a vida surgiu. Assim Car e Rees dizem:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.38cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;As características básicas das galáxias, estrelas, planetas e do mundo cotidiano são determinadas por algumas poucas constantes microfísicas e pelos efeitos da gravitação... muitos aspectos de nosso Universo – alguns que parecem ser pré-requisitos para a evolução de qualquer forma de vida – dependem delicadamente de aparentes “coincidências” entre as constantes físicas &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[26]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.38cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Por exemplo, se a for&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ça da gravidade fosse um pouco mais maior, todas estrelas seriam &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigante_azul"&gt;gigantes azuis&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;; se fosse um pouco menor, todas seriam &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A3_vermelha"&gt;anãs vermelhas&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;; em nenhum dos casos a vida poderia ter se desenvolvido &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[27]. O mesmo vale para as for&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ças nucleares fortes e fracas; se fossem ligeiramente diferentes, a vida, ao menos a vida como nós conhecemos, provavelmente não se desenvolveria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ainda mais interessante nessa conexão é o tão chamado problema do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;achatamento: a existência da vida também parece depender muito delicadamente da velocidade de expansão do universo. Diz Stephen Hawking:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.41cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;...redução da velocidade de expansão por apenas uma parte em 10¹² no momento em que a temperatura do Universo era 10¹&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;°&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;K teriam feito com que o Universo entrasse em colapso quando seu rádio era somente 1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;/3000 do valor presente e a temperatura ainda era 10.000K[28]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.41cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;muito  quente para qualquer conforto. Hawking conclui que a vida &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;é  possível somente porque o Universo está se expandindo na  velocidade necessária para evitar um colapso. Num tempo ainda mais  antigo, o ajuste-fino teve que ser ainda mais extraordinário:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.49cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;...sabemos que precisou haver um equilíbrio muito preciso entre o efeito competidor da expansão explosiva e a contração gravitacional, a qual, no mais antigo momento do qual nós podemos falar (chamado de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_de_Planck"&gt;Era de Planc&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_de_Planck"&gt;k&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;-43&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; segundos após o Big Bang), teria correspondido a um grau incrível de precisão representado por uma variação de uma parte em 10 elevado a sexagésima potência [29]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.49cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Esses são fatos impressionantes; como disse &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Davies"&gt;Paul Davies&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;: “o fato de que essas relações são necessárias para nossa existência é uma das mais fascinantes descobertas da ciência moderna.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[30]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Uma rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ção a essa aparente enormidade de coincidências é vê-las como evidências da alegação teísta de que o universo foi criado por um Deus pessoal e vê-las como material para um razoável argumento teísta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[31]. Uma outra rea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ção é alegar que nada disso requer explicação: afinal, não importa como as coisas aconteceram, seria altamente improvável que fossem como são. Talvez isso seja certo; mas como isso é relevante? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Estamos jogando p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ôquer, cada vez que eu dou as cartas eu fico com quatro ases e um curinga; você passa a suspeitar; eu tranquilizo sua suspeita afirmando que o fato de eu ficar com essas cartas cada vez que eu as distribuo não é menos provável que qualquer outra distribuição igual específica sobre o número de distribuição de cartas. Isso seria aceito em Dodge City ou Tombstone?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Uma outra possível reação é invocar o chamado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_antr%C3%B3pico"&gt;Princípio Antrópico&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que é extremamente difícil de entender e surge de formas variadas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[32], mas (na vers&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão que mais faz sentido) parece apontar que uma condição necessária para que possamos estar aqui observando esses valores das constantes cosmológicas é que eles tenham justamente um valor ao menos próximo ao que eles, de fato, têm; estamos aqui a observar essas constantes somente porque elas têm o valor que têm. Novamente, isso parece correto, mas o que isso consegue explicar? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ainda assim parece um enigma o fato de esses valores estarem justamente onde est&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão. Por que eles não são ao menos ligeiramente diferentes? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão se pode explicar isso apontando o fato de que estamos aqui presentes – assim como eu não posso “explicar” o fato de que Deus decidiu me criar (em vez de escolher criar um outro alguém) afirmando que se Deus não tivesse me criado, então eu não estaria aqui para fazer a pergunta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas a reação que mais me interessa aqui é ainda diferente, e muito surpreendente: Modelos espaciais homogêneos podem ser divididos em três categorias: aqueles que tem menos do que a velocidade de escape (i.e., aqueles cuja taxa de expansão é insuficiente para prevenir o universo de colapsar), aqueles que têm justamente a velocidade de escape, e aqueles que têm mais do que a velocidade de escape. Modelos da primeira categoria existem somente por um tempo finito e, portanto, não se aproximam da isotropia. Mostramos que modelos da terceira categoria em geral tendem à isotropia na maioria das vezes. Esses modelos da segunda categoria que são suficientemente próximos aos modelos Robertson-Walker em geral tendem à isotropia, mas essa categoria é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conjunto_de_medida_zero"&gt;medida zero&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[N. do T.: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US" style="font-size: small;"&gt;Na teoria das probabilidades, medida zero indica probabilidade zero.] &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;no espaço dos modelos homogêneos. Portanto, parece que não se pode explicar a isotropia do universo sem postular condições iniciais especiais...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A resposta mais atrativa parece vir da ideia de Dickie-Carter de que há uma ampla variedade de universos, com todas as combinações possíveis de condições iniciais e de valores das constantes fundamentais. Nesses universos com velocidade menor do que a de escape, perturbações de pequena densidade não teriam tempo de se tornarem galáxias e estrelas antes do universo entrar em colapso. Naqueles universos com velocidade maior do que a de escape, perturbações de pequena densidade ainda teriam mais do que a velocidade de escape, e assim não formariam sistemas seguros. Somente naqueles universos os quais têm uma velocidade muito próxima à velocidade de escape se poderia esperar que galáxias se formassem, e sabemos que tais universos em geral tenderão à isotropia. Visto que a existência de galáxias é uma condição necessária ao desenvolvimento da vida inteligente, a resposta à questão “Por que o universo é isotrópico?&lt;span lang="en-US"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;é “porque estamos aqui”´&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[33]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A ideia aqui &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;é clara: esses valores das constantes cosmológicas e a taxa de expansão do nosso universo são realmente enigmáticas e carecem de explicação. A explicação é que há um número infinito de universos diferentes, apresentando todas as possíveis combinações de condições iniciais e de valores de constantes fundamentais; e, é claro, não nos é surpreendente o fato de que nós ocupamos um desses universos no qual esses valores permitem o desenvolvimento da vida inteligente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;[34]. Suponho que haveria no m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ínimo um número incontável de universos como esse, na hipótese de Hawking, visto que provavelmente há um intervalo real aproximado de 1 tal que para qualquer número real R nesse intervalo, a razão entre o efeito da expansão explosiva e a contração gravitacional poderia ter sido R.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para deixar claro meu ponto, seria suficiente o que já foi exposto; mas para ser um pouco mais &lt;i&gt;au courant&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; e informado, eu menciono alguns desenvolvimentos posteriores dessa história fascinante. &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[35] Come&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;çando em 1980, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Guth"&gt;Alan Guth&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; sugeriu uma solução a esse alegado problema que está interessantemente relacionada  à sugestão de Hawking-Collins dos muitos universos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[36] De acordo com Guth, n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ão precisamos supor que há mais de um universo; esse universo único, entretanto, é enormemente maior do que o universo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;observável&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de uns 10 bilhões de anos luz de diâmetro. O universo que podemos observar nada mais é do que uma partícula minúscula do universo todo. O modelo de Guth, entretanto, estava sujeito a certos problemas; um sucessor foi proposto por &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrei_Linde"&gt;A.D. Linde&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;[37]. Nesse modelo, o universo consiste num vasto n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;úmero de mini-universos; esses mini-universos são enormemente maiores do que nosso universo observável; e diferentes mini-universos apresentam condições iniciais diferentes; de fato, “as leis da física de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;baixa-energia e até a dimensionalidade do espaço-tempo podem ser diferentes em cada um desses desses muitos universos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;O ponto que eu gostaria de colocar pode ser posto da seguinte forma. Considere a sugestão de Hawking-Collins de 1973, ou a mais recente sugestão de Linde. Suponha, além do mais, que a principal motivação para apresentação dessas sugestões é evitar as coincidências cósmicas; para essas teorias não há nada notável no fato de nosso universo apresentar os valores que apresenta; todos os valores possíveis acontecem em um ou outro lugar e, é claro, nós observadores humanos estaríamos presentes apenas onde os valores são tais que permitem a vida. Em outras palavras, suponha que a motivação para apresentação dessas teorias seja o que McMullin chama de “Princípio da Indiferença”. Esse princípio não é fácil de explicar exatamente; mas parte de sua ideia básica é que a teoria física deveria evitar qualquer coisa semelhante a essas coincidências, esses aparentes ajustes-finos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Já o teísta, assim me parece, não precisa se impressionar por esse princípio de maneira alguma. Se Deus criou o mundo, por que o mundo não deveria apresentar singularidades ou ajustes-finos, ou 'coincidências' desse tipo? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Por que dever&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;íamos imaginar que não temos uma teoria física apropriada até que nos livremos de tais coisas? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Se houvesse duas teorias que fossem empiricamente equivalentes ou quase equivalentes, uma delas envolvendo viola&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ções ao Princípio da Indiferença e a outra envolvendo a postulação de um incontável número de outros universos ou um enorme número de mini-universos, o teísta pode muito bem preferir a primeira em nome da simplicidade. Novamente, pode haver uma diferença entre a probabilidade epistêmica de uma teoria de muitos universos como a de Hawking em relação ao teísmo e as evidências por um lado, e a probabilidade epistêmica de tal teoria em relação ao naturalismo e aquela evidência por outro lado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Então, aqui temos alguns exemplos: cada um é um exemplo que mostra que a teoria cientifíca e as conquistas acadêmicas frequentemente não são, nas maneiras especificadas, religiosa ou metafisicamente neutras. Haverá, é claro, muitos mais (e serão ainda mais óbvios e abundantes nas humanas do que na física e na química). Considere, por exemplo, a ciência cognitiva contemporânea: a área que inclui psicologia cognitiva, inteligência artificial, e filosofia da mente. Isso é um conjunto agregado de projetos de pesquisa (ou talvez um amplo projeto de pesquisa com diversos subprojetos) dedicados à tentativa de prover uma explicação naturalista dos fenômenos da mente: tais fenômenos mentais como consciência, desejo, crença, intencionalidade, e coisa do tipo. Esses projetos de pesquisa descobriram muitas coisas que são realmente fascinantes, úteis e informativas. Mas a busca fundamental – o empenho em prover explicações naturalistas dos fenômenos humanos – é no mínimo questionável em se tratando de uma perspectiva teísta. O teísta não sentirá, certamente, a necessidade de uma explicação naturalista da mente. Ou considere Jean Piaget (o grande psicólogo suiço) e sua alegação de que uma criança de sete anos de idade cujas faculdades cognitivas estejam funcionando apropriadamente acreditará que tudo no universo tem um propósito em algum plano ou design abrangente; uma pessoa madura, no entanto, aprenderá a “pensar cientificamente” e perceberá que tudo tem ou uma causa natural ou acontece por acaso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;[38]. Ou considere o academicismo b&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;íblico, certamente uma área onde não esperaríamos que questões desse tipo se fizessem presentes. Essa esperança, infelizmente, é frustrada. Muitos acadêmicos bíblicos nos ensinam que um projeto adequado nessa área deve se conformar a certos padrões de 'objetividade'; isso significa que ao empreender tais projetos, o acadêmico deve colocar de lado suas  pressuposições teológicas – por exemplo, a ideia cristã tradicional de que a Bíblia tem uma autoridade divina especial, ou é uma revelação à humanidade por Deus. Assim, por exemplo, John Collins, de Notre Dame: “O método crítico é incompatível com a fé confessional à medida que esta requer que nós aceitemos conclusões especificas sobre bases dogmáticas.”[39&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;] E Barnabas Lindars, um proeminente acad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;êmico do Novo Testamento, parece sugerir que é de alguma forma errado ou impróprio se apoiar sobre aquilo que se sabe ou se crê pela fé na interpretação Bíblica:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 1.98cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Há duas razões pelas quais muitos acadêmicos são muito cautelosos em relação a histórias de milagres.... A segunda razão é histórica. A literatura religiosa do mundo antigo é repleta de histórias de milagres, e não podemos acreditar em todas elas. O acadêmico não pode decidir que, só por ser Cristão, ele aceita as histórias miraculosas do Evangelho, mas ao mesmo tempo repudia os milagres atribuídos à Isís. Todos esses relatos têm que ser examinados com a mesma &lt;span lang="en-US"&gt;imparcialidade.&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;b&gt;[40]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Muitos outros exemplos poderiam ser dados – da psicologia, sociologia, economia – oriundos de todas as disciplinas acadêmicas; e muitos de vocês são mais competentes para apontá-los do que eu. Academicismo e a ciência não são neutros, mas estão profundamente envolvidos na luta entre o teísmo cristão, naturalismo perene e o anti-realismo criativo. E o triste fato é que hoje (na nossa parte do mundo) é este que está em ascensão, o teísmo cristão talvez tenha dado alguns passos no anos recentes; mas é certamente a opinião minoritária entre nossos colegas nas universidades Ocidentais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="CENTER" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown18"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown17"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown16"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown15"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6312621866658869944&amp;amp;postID=8856138057793362183" name="Unknown14"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;E. O QUE OS CRISTÃOS DEVERIAM FAZER?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O que os crist&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ãos deveriam fazer a respeito desse triste fato? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Como eles deveriam reagir a isso? De muitas maneiras, sem d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;úvida; mas quero chamar a atenção para uma dessas maneiras. Os cristãos, e especialmente os acadêmicos cristãos, devem se tornar bastante sérios em relação ao academicismo cristãos. Dois tipos, em particular, são necessários. Primeiro, precisamos de formação de consciência, criticismo cultural cristão. A comunidade cristã como um todo tem que estar ciente dos fatos que eu apresentei acima; deve estar atenta a eles, e sensível em relação a eles. Devemos perceber que a cultura intelectual está, de fato, envolvida na disputa pela fidelidade humana. Não é o bastante fazer a ocasional referência cerimonial (na abertura de reuniões, talvez) à vida intelectual Cristã ou Católica. Devemos realmente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;entender &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que há uma batalha aqui, e devemos saber quem e o que são os principais concorrentes e como essa disputa permeia as mais variadas disciplinas acadêmicas. Essas perspectivas são sedutoras; são muito difundidas; são a opinião majoritária nas universidades e na cultura intelectual no Ocidente. Vivemos num mundo dominado por elas, nos as absorvemos já no leite materno; é fácil abracá-las e engajar em seus projetos em algum tipo de maneira inconsciente e não-refletida, simplesmente pelo fato de que elas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;dominam&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; nossa cultura intelectual. Mas essas perspectivas são também altamente prejudiciais ao Cristianismo; essas maneiras de pensar distorcem nossas visões sobre nós mesmos e o mundo. Ao ponto que sequer estamos cientes delas e não entendemos suas implicações, elas criam confusão e falta de integridade intelectual e espiritual entre nós, cristãos. Cristãos de todas as vertentes, Católicos, Protestantes, e Ortodoxos, precisam estar cientes dessas coisas. Na verdade, todos os tipos de crentes em Deus – Cristãos, Judeus, Muçulmanos e outros – precisam estar cientes dessas coisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Segundo, precisamos trabalhar nas várias áreas da ciência e do academicismo de uma maneira que seja apropriada à perspectiva Cristã ou teísta. Não deveríamos presumir, automaticamente, que seja apropriado para o Cristão trabalhar nessas disciplinas da mesma maneira que o resto do mundo acadêmico. Tome como exemplo alguma área do academicismo: filosofia, digamos, ou história, ou psicologia, ou antropologia, ou economia, ou sociologia; ao trabalharmos nessas áreas, não deveríamos presumir a resposta cristã às mais abrangentes questões envolvendo Deus e a criação e, então, partindo dessa perspectiva responder às mais específicas questões dessa disciplina? Ou isso seria, de alguma forma, ilícito ou imprudente? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Colocando de outra maneira: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a que tipo de premisas podemos apelar ao trabalharmos as respostas às questões levantadas numa determinada área acadêmica ou da pesquisa científica? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Poder&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;íamos apelar apropriadamente ao que sabemos como cristãos? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;sicologia (que eu menciono porque &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;é uma área na qual não estou sobrecarregado pelo conhecimento dos fatos relevantes): deveria a comunidade cristã aceitar a estrutura e pressuposições básicas da prática contemporânea dessa disciplina ao tentar compreender &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;seu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; objeto de estudo? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Deveriam os psic&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ólogos cristãos apelar somente a premissas aceitas por todos os partidos envolvidos na discussão, sendo cristãos ou não? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Penso que n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão. Por que haveríamos de nos limitar e nos restringir dessa maneira?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Considere o amor, mais uma vez, o amor em todas suas n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;umerosas manifestações. Quando um psicólogo cristão se envolve com esse fenômeno, pode ele apropriadamente partir daqu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ilo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; que ele sabe como cristão – que, por exemplo, nós fomos criados à imagem de Deus, que Deus &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; amor, que o nosso amor é um reflexo do amor dele? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ou como dever&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;íamos entender o sentimento de beleza que nós seres humanos compartilhamos? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ós exultamos nos maravilhosos e luminosos dias do outuno alguns meses atrás; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kathleen_Battle"&gt;Kathleen Battles&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; ou um concerto de Mozart podem trazer lágrimas aos nossos olhos. Como deveríamos pensar sobre a sensibilidade à beleza que nós possuímos? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Como deveríamos entender esse fen&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ômeno? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Sem d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;úvida alguns nos dirão que isso surgiu, de alguma forma, pela mutação genética; sua importância deve ser vista no fato de que isso foi, de alguma forma, adaptativo, contribuiu à aptidão, ou foi de alguma forma relacionado a algo que foi adaptativo. Mas se presumirmos o conhecimento explanatório cristão, teremos uma opinião totalmente diferente. O que precisamos aqui é de academicismo que considera o que sabemos, e assim considera o que sabemos como cristãos. O mesmo vale para um psicólogo cristão que busca entender a agressão e o ódio em todas suas formas: ele deve considerar a realidade do pecado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Na verdade, o mesmo vale para milhares de tópicos e questões diferentes. Se precisamos entender o amor, ou o conhecimento, ou a agressão, ou nosso senso de beleza, ou o humor, ou nosso senso moral, ou nossas origens, ou mil outras coisas – se é importante à nossa saúde intelectual e espiritual entender essas coisas, então o que devemos fazer, obviamente, é usar &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;tudo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; aquilo que sabemos, não somente algum segmento limitado daquilo que sabemos. Por que deveríamos nos sujeitar a tentar entender essas coisas de uma perspectiva naturalista? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ent&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ão o argumento central aqui é a própria simplicidade: como cristãos nós queremos e precisamos de respostas às questões que surgem nas disciplinas interpretativas e teóricas; numa enormidade de casos, o que sabemos como cristãos é crucialmente relevante para chegarmos num entendimento apropriado; portanto, nós cristãos deveríamos exercer essas disciplinas de uma perspectiva especificamente cristã.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para concluir, então: o academicismo contemporâneo é uma arena na qual um conflito fundamentalmente religioso está sendo travado: a batalha entre a perspectiva cristã, por um lado; e o naturalismo perene e o anti-realismo criativo (junto ao relativismo e ao anti-comprometimento que dele se derivam), do outro. Esses últimos dominam o academicismo contemporâneo; além do mais, eles são profundamente opostos à perspectiva cristã. O que a comunidade cristã e teísta precisa, portanto, é primeiro de criticismo cultural cristão, e segundo de academicismo cristão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;NOTAS:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[1]Há, é claro, modelos medievais; mas as circunstâncias deles são muito diferente das nossas, tão diferente que se torna praticamente impossível aprender algo deles em relação a isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2]Veja o livro14, capítulo 28, &lt;span style="font-style: normal;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;i&gt; A Cidade de Deus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3]Minha maneira de desenvolvê-los foi influenciada pela tradição do Agostinianismo Holandês associada ao trabalho de Abraham Kuyper (primeiro-ministro holandês que foi também um teólogo de ponta.) Veja sua obra &lt;i&gt;Calvinismo. &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Ed. Cultura Cristã, 2002. Nota do Tradutor: O livro pode ser encontrado no seguinte link: &lt;a href="http://www.scribd.com/doc/7456821/CALVINISMO-Abraham-Kuyper"&gt;http://www.scribd.com/doc/7456821/CALVINISMO-Abraham-Kuyper&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[4]&lt;span lang="en-US"&gt;Veja&lt;/span&gt; J.J.C. Smart: &lt;i&gt;Our Place in the Universe &lt;/i&gt;(Oxford: Blackwell, 1989) &lt;span lang="en-US"&gt;para uma &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;afirmação clara e simples de uma visão naturalista&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[5]&lt;span lang="pt-BR"&gt;Nota do Tradutor: &lt;/span&gt;C&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;odorniz, no ingl&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;ês&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;quail &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;e a pronúncia é similar à do nome do ex vice-presidente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan_Quayle"&gt;Dan Quayle &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="en-US" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[&lt;span lang="en-US"&gt;6&lt;/span&gt;]&lt;i&gt;Theology for a Nuclear Age &lt;/i&gt;(Manchester: Manchester University Press, 1985), p. 43.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[7]Essa &lt;span lang="pt-BR"&gt;é provavelmente uma alusão a um poema de Lewis Carrol intitulado &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Walrus_and_the_Carpenter"&gt;The Walrus and The Carpenter&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; e parece ser utilizada quando se deseja indicar uma ampla variedade de assuntos ou coisas. O termo no inglês é “of cabbages and kings”. Uma interessante tradução seria “falar sobre mortadela e caviar”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[&lt;span lang="pt-BR"&gt;8&lt;/span&gt;]Veja Philip Johnson's "Nihilism and the End of Law" em &lt;i&gt;First Things &lt;/i&gt;, March 1993. Nota do&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Tradutor: Disponível em: &lt;a href="http://www.firstthings.com/article/2008/05/002-nihilism-and-the-end-of-law-49"&gt;http://www.firstthings.com/article/2008/05/002-nihilism-and-the-end-of-law-49&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[9]Citado em David Lyle Jeffrey "&lt;i&gt;Caveat Lector &lt;/i&gt;: Structuralism, Deconstructionism, and Ideology", &lt;i&gt;The Christian Scholar's Review &lt;/i&gt;, Jun&lt;span lang="en-US"&gt;ho&lt;/span&gt;, 1988.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span lang="en-US"&gt;Existem outras importantes pressuposições de nossa era, e n&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ão é fácil ver como elas se encaixam com as duas acima. A demanda iluminista pela liberdade e autonomia, é claro, se encaixa muito bem com o anti-realismo criativo; de fato, este é só aquele levado à sua implicação lógica. Mas e o que dizer sobre ideias características da contemporaneidade tais como a ideia de que a religião é uma questão privada, e não deveria se intrometer no academicismo, na política, e outras arenas importantes? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Como isso se encaixa com as descritas acima? Ou &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;é somente outra ideia desconexa? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;E a ideia positivista de que a ci&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ência é tudo que há para saber: isso se encaixa, de alguma forma, com o naturalismo, mas como exatamente? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;Al&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ém do mais, há diversos meio-termos entre as duas ideias. Por exemplo, há fatos, por um lado; e valores, de outro. Nós somos responsáveis pelos valores: pela interpretação, entendimento, importância, e coisa do tipo. Por outro lado, há o mundo dos fatos; este não deve nada a nos nem a nossa atividade. As ciências humanas, então (amplamente), são o reino dos valores e o que há de verdadeiro ou correto nessa disciplina é criação nossa; as ciências naturais, amplamente, vão para o outro lado. Um tipo de trégua, um compromisso desconfortável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[&lt;span lang="en-US"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;1&lt;/span&gt;]Roland Barthes, &lt;i&gt;Image-Music Text &lt;/i&gt;, Tr. Stephen Heath (New York: Hill and Wang, 1977), p. 147.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[1&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]&lt;/span&gt; Aqui eu deixo de lado os ensinamentos do antigo Gênesis, visto que não estou certo como esses ensinamentos se relacionam com a questão presente. Veja o meu artigo "When Faith and Reason Clash," p. 000, and "Evolution, Neutrality, and Antecedent Probability,"p. 000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[1&lt;span lang="pt-BR"&gt;3&lt;/span&gt;]Nos anos 60, Harold Urey mostrou que aminoácidos poderiam surgir sob aquilo que poderiam ser as condições da terra antes da vida; isso gerou gerou uma considerável, mas temporária erupção de otimismo ditirâmbico. O otimismo se dissipou quando a enorme distância entre os aminoácidos e as formas mais simples de vida baixou, e quando houve pouco ou nenhum progresso ao mostrar como essa distância poderia ter sido atravessada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[1&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]"É&lt;/span&gt; pura bobagem, pensar hoje sobre a origem da vida; pode-se também pensar sobre a origem da matéria”. Letter from Darwin to Hooker, &lt;i&gt;The Life and Letters of Charles Darwin &lt;/i&gt;, vol. 2, ed. Francis Darwin (New York: Appleton, 1967), p. 202.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[1&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]A Evolu&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;ção, diz Francisco J. Ayala, é tão certa quanto a “redondeza da terra, os movimentos dos planetas, e a constituição molecular da matéria.”&lt;/span&gt;"The Theory of Evolution: Recent Successes and Challenges," em &lt;i&gt;Evolution and Creation &lt;/i&gt;, ed. Eman McMullin (Notre Dame: University of Notre Dame Press, 1985), p. 60. De acordo com Stephen J. Gould, a evolução é fato estabelecido, não uma simples teoria; e nenhuma pessoa sensata familiarizada com as evidências pode duvidar” "Evolution as Fact and Theory" em &lt;i&gt;Hen's Teeth and Horse's Toes &lt;/i&gt;(New York: W.W. Norton and Company, 1980), pp. 254-55. De acordo com Richard Dawkins, a teoria da evolução é tão certa quanto o movimento da terra em torno do sol. &lt;span lang="en-US"&gt;De acordo com Richard Dawkins, a teoria da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;evolução é tão certa quanto o fato da terra girar em torno do sol. Essa comparação astronômica se insunua a muitos&lt;/span&gt;; em "Evolutionary Biology and the Study of Human Nature" (apresentado numa conferência sobre Cosmologia e Teologia apoiada pela Igreja Presbiteriana (EUA) em Dezembro de 1987) Philip Spieth alega que “125 anos após a publicação de &lt;i&gt;A Origem das Espécies&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, os biólogos podem dizer com segurança que o parentesco genealógico universal é uma conclusão científica tão fundamentada quando a movimento da terra em torno do sol”. E&lt;/span&gt; Michael Ruse ainda acrescenta sua opinião de que  “a evolução é Fato, &lt;b&gt;Fato, FATO!&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[1&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]E,&lt;/span&gt; é claro, parte das evidências, para um cristão, serão evidências bíblicas; Eu penso que a evidência bíblica para uma criação especial dos seres humanos é muito forte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[1&lt;span lang="pt-BR"&gt;7&lt;/span&gt;]É claro, é possível tanto que Deus tenha feito a criação dos seres humanos de maneira especial &lt;span style="font-style: normal;"&gt;e que eles tenham parentesco genealógico com o restante do mundo vivente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[1&lt;span lang="pt-BR"&gt;8&lt;/span&gt;]&lt;i&gt;The Blind Watchmaker &lt;/i&gt;(London and New York: W.W. Norton &amp;amp; Co. 1986), p. 5.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[1&lt;span lang="pt-BR"&gt;9&lt;/span&gt;]Ibid., pp. 6 and 7.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[20]Uma outra questão relacionada aqui: George Gaylord Simpson (&lt;i&gt;The Meaning of Evolution &lt;/i&gt;pp. 344-45 (rev. ea., 1967), Douglas Futuyma (&lt;i&gt;Evolutionary Biology &lt;/i&gt;, p. 3 (2nd edition, 1986)), Richard Dawkins (&lt;i&gt;The Blind Watchmaker &lt;/i&gt;, p. 21) Stephen Gould (&lt;i&gt;Wonderful Life: the Burgess Shale and the nature of history &lt;/i&gt;) e muitos outros declarando em uníssono que a biologia evolucionista contemporânea mostra que a vida em geral e a vida humana em particular são o desfecho de processos envolvendo um considerável grau de aleatoriedade ou acaso; assim eles não foram projetados por ninguém, nem por Deus, se houver tal ser como Deus. (Gould e Simpson sugerem que talvez Deus tenham iniciado todo o processo.) Se isso é realmente verdade, então as teorias a que eles se referem incompatíveis com a doutrina cristã de que Deus criou o homem à Sua imagem. Felizmente não precisamos ver tal conflito: os processos a que eles se referem, particularmente a mutação genética aleatória, não precisam ser vistas como aleatórias num sentido que implique que elas não tenham sido guiadas ou orquestradas por Deus. Eles podem ser aleatórias no sentido de serem imprevisíveis, ou não serem parte do funcionamento apropriado do organismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[2&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]É&lt;/span&gt; claro, meu ponto aqui não é que você não pode aceitar a evolução sem aceitar o naturalismo. Obviamente você pode; a evolução não implica naturalismo; é logicamente possível (obviamente) que Deus tenha criado a vida de tal maneira que a tese do ancestral comum universal seja verdadeira. Meu ponto é que a fidelidade contemporânea à evolução e às alegações de certeza em seu nome surgem de sua função &lt;i&gt;mítica, &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ao invés de surgir de uma sóbria inspeção das evidências que tenham o mesmo peso para o cristão quanto para alguém comprometido ao naturalismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[2&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]Douglas&lt;/span&gt; Futuyma, &lt;i&gt;Evolutionary Biology &lt;/i&gt;, (2nd edition, 1986), p. 3.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[2&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]George&lt;/span&gt; Gaylord Simpson, &lt;i&gt;The Meaning of Evolution &lt;/i&gt;(rev. ea., 1967), pp. 344-45.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2&lt;span lang="pt-BR"&gt;4&lt;/span&gt;]&lt;i&gt;Science &lt;/i&gt;vol. 250 (Dezembro, 1990), pp. 1665 ff. Disponível online em: &lt;a href="http://octopus.library.cmu.edu/cgi-bin/tiff2pdf/simon/box00021/fld01426/bdl0001/doc0001/simon.pdf"&gt;http://octopus.library.cmu.edu/cgi-bin/tiff2pdf/simon/box00021/fld01426/bdl0001/doc0001/simon.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[2&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]De&lt;/span&gt; forma mais simples, diz Simian, “Aptidão simplesmente significa &lt;span lang="pt-BR"&gt;número esperado de descendentes”&lt;/span&gt; (p. 1665). O fato de isso ser visto com a maneira mais racional de conduzir a vida é visto de alguma forma como consequência da teoria evolucionista. Mas mesmo se a teoria evolucionista for verdadeira, essa alegada consequência procede? &lt;span lang="en-US"&gt;Talvez o fato de eu ter muitos descendentes seja melhor para meus genes, mas por que eu deveria estar interessado nisso? &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;N'ão poderia eu estar preocupado com o meu bem-estar, e não o deles?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2&lt;span lang="pt-BR"&gt;6&lt;/span&gt;]"The Anthropic Principle and the Structure of the Physical World" (&lt;i&gt;Nature &lt;/i&gt;, 1979), p. 605.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2&lt;span lang="pt-BR"&gt;7&lt;/span&gt;]Brandon Carter, "Large Number Coincidences and the Anthropic Principle in Cosmology", in M. S. Longair, ed, &lt;i&gt;Confrontation of Cosmological Theories with Observational Data &lt;/i&gt;, 1979, p. 72. Carter conclui que se a força da gravidade fosse um pouco menor, não haveria planetas habitáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2&lt;span lang="pt-BR"&gt;8&lt;/span&gt;]"The Anisotropy of the Universe at Large Times" in Longair, p. 285.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[2&lt;span lang="pt-BR"&gt;9&lt;/span&gt;]John Polkinghorne, &lt;i&gt;Science and Creation: the Search for Understanding &lt;/i&gt;(Boston: New Science Library; New York: Random House, 1989), p. 22.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[30]P. C. W. Davies, &lt;i&gt;The Accidental Universe &lt;/i&gt;, 1982, p. 111. Davies acrescenta que tudo isso induz à quesão do por quê, da infinita extensão de possíveis valores que a natureza poderia ter selecionado como constantes fundamentais, e da variedade infinita de condições iniciais que poderiam ter caracterizado o universo primevo, os valores e condições atuais conspiraram para produzir o justamente o improvável conjunto de características especiais que nós observamos. Pois claramente o universo é um lugar muito especial: uniforme em grande escala, embora não tão uniforme a ponto de impedir o desenvolvimento de galáxias;...  uma taxa de expansão sintonizada com o conteúdo de energia com uma precisão incrível; valores de resistência de suas forças que permitem que o &lt;i&gt;nuclei&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; exista, sem se queimar em todo hidrogênio cósmico, e muitos outros aparentes acidentes do acaso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;[31]E.g.,&lt;/span&gt; veja Polkinghorne, p. 23.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[3&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]Martin&lt;/span&gt; Gardner distingue entre o Princípio Antrópico Fraco (WAP), o Princípio Antrópico Forte (SAP), o Princípio Antrópico do Futuro (FAP), o Princípio Antrópico Participativo (PAP), e o Completamente Ridículo Princípio Antrópico. Veja o seu artigo "WAP, SAP, FAP AND PAP," &lt;i&gt;New York Review of Books &lt;/i&gt;, 8 de Maio, 1987.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3&lt;span lang="pt-BR"&gt;3&lt;/span&gt;]C. B. Colling e S. W. Hawking, "Why is the Universe Isotropic?" &lt;i&gt;The Astrophysical Journal &lt;/i&gt;, 1 de Março, 1973, p. 334.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[3&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]Há&lt;/span&gt; um sinal da confusão envolvendo o princípio antrópico na última afirmação: “Porque estamos aqui” não é uma resposta à questão “Por que o universo é isotrópico?&lt;span lang="en-US"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;apesar de que “Somente porque o universo é isotrópico” possa ser a resposta à questão “Por que estamos aqui?&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;Há outros problemas com essa sugestão como explicação: veja&lt;/span&gt; John Earman "The Sap Also Rises: A Critical Examination of the Anthropic Principle &lt;i&gt;American Philosophical Quarterly &lt;/i&gt;, Outurbro 1987, pp. 314-l5.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;[3&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;]Uma&lt;/span&gt; história muito contada no "&lt;i&gt;Fine-tuning the Universe?"&lt;/i&gt; de  Ernan McMullin, ainda não publicado. Nesse e no próximo parágrafo eu seguirei a versão de McMullin dessa história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3&lt;span lang="pt-BR"&gt;6&lt;/span&gt;]Alan Guth, "Inflationary Universes: A Possible Solution to the Horizon and Flatness Problems", &lt;i&gt;Physical Review D &lt;/i&gt;, 23, 1981, pp. 347-56.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3&lt;span lang="pt-BR"&gt;7&lt;/span&gt;]"The inflationary universe," &lt;i&gt;Reports on Progress in Physics &lt;/i&gt;, vol. 47, pp. 925-86, e "Particle physics and inflationary cosmology," &lt;i&gt;Physics Today &lt;/i&gt;, September 1987, pp. 61-68. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3&lt;span lang="pt-BR"&gt;8&lt;/span&gt;]&lt;i&gt;The Child's Conception of Physical Causality &lt;/i&gt;(London: Kegan Paul, 1930).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3&lt;span lang="pt-BR"&gt;9&lt;/span&gt;]Veja o seu "Is Critical Biblical Theology Possible?" em &lt;i&gt;The Hebrew Bible and its Interpreters &lt;/i&gt;, ed. William Henry Propp, Baruch Halpern, and David Freedman (Winona Lake, IN: Eisenbrauns, 1990), p. 1 ff.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[40]&lt;i&gt;Theology &lt;/i&gt;, March, 1986, p. 91.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" lang="pt-BR" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-8856138057793362183?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=gM7qgfkKJvw:gDFk1OSPTbQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=gM7qgfkKJvw:gDFk1OSPTbQ:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/02/sobre-o-academicismo-cristao-alvin_13.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_zlG4-EN2YeM/TUBEJW2A6oI/AAAAAAAABNY/Ct_J65t_ZLY/s72-c/scribd.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-5235327106942075975</guid><pubDate>Wed, 09 Feb 2011 23:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-10T13:56:46.420-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro “O Movimento Homossexual”</title><description>&lt;h2&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=703" rel="bookmark" title="Permanent Link: Sorteio do livro “O Movimento Homossexual”"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 130px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img alt="mail.google.com" border="0" height="112" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2011/02/mail.google.com_.jpg" style="background-image: none; border-width: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="mail.google.com" width="72" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div align="left"&gt;Um grande leitor que prefere se manter anônimo está doando o livro&lt;i&gt; &lt;b&gt;O Movimento Homossexual – sua história, suas tramas e ações, seu impacto na sociedade, seu impacto na igreja&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;para sorteio entre nossos leitores. O texto abaixo é de sua autoria:&lt;/div&gt;&lt;span id="more-703"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Nosso próximo sorteio será uma homenagem e uma  manifestação de reconhecimento e gratidão a um grande servo de Cristo  que tem padecido privações e perseguições por sua intrepidez, ousadia e  atuação profética. Trata-se de &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/"&gt;Júlio Severo&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;A exemplo de Elias nos tempos de Acabe e Jezabel no  antigo Israel, Júlio Severo tem incomodado bastante aqueles que promovem  a degradação moral e espiritual da nossa nação e a exemplo de Elias,  Júlio Severo buscou o exílio para escapar de encarceramentos e ameaças  de morte. O que só confirma as palavras do apóstolo Paulo: "De fato,  todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão  perseguidos." II Timóteo 3.12. Como os antigos profetas, Júlio Severo,  pela graça divina, enxergou mais longe do que a maioria de nós e foi  pioneiro em nos alertar para os perigos do radicalismo do movimento  homossexual, a insensibilidade dos abortistas, o conteúdo fascista e  anti-democrático do PL 122/2006, além de criticar a miopia e postura  covarde, bajuladora e oportunista de muitos cristãos. Pedimos aos nossos  leitores que intercedam junto a Deus por Júlio Severo e sua família e  que procurem auxiliá-lo financeiramente nesse momento difícil.  Informações adicionais podem ser obtidas &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2006/10/colaborando-com-este-blog.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Casamentos gays e lésbicos. Manifestações a favor  de direitos dos gays. Campanhas pela aceitação social e legal do  homossexualismo. De onde vêm essas reinvidicações? Que forças estão por  detrás delas? Aonde essas tendências levarão a sociedade? Neste livro,  examinamos a militância homossexual no mundo e seu impacto na sociedade e  nas igrejas evangélicas.          &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A existência de grupos  homossexuais radicais é um fato recente e até há pouco tempo restrito a  uns poucos cantinhos escuros dos países industrializados. Mas com o  advento da globalização cultural, as reinvidicações de direitos dos gays  são agora um fenômeno presente e crescente em quase todas as nações.  Dizemos fenômeno porque, embora o comportamento homossexual seja  conhecido desde os tempos mais antigos, é a primeira vez na História que  os líderes homossexuais estão trabalhando para unir toda a população  homossexual. Lutam com o objetivo de tornar nossa sociedade receptiva à  sodomia. Nesse esforço, eles estão abrindo canais de comunicação com o  homossexual comum que está ocupado demais com seus próprios problemas  para lançar-se em campanhas pró-homossexualismo. Estão atraindo-o a sua  esfera de influência. A maioria dos gays e das lésbicas não tem tempo  nem interesse em promover abertamente suas práticas sexuais, expondo  assim, sua intimidade. No entanto, há uma minoria dentro da população  homossexual que não se satifaz apenas em praticar o que se quer. Tal  grupo é composto de professores universitários, artistas, políticos,  empresários e outros indivíduos importantes na alta sociedade  brasileira. Eles têm condições de viajar ao exterior, manter contatos e  relacionamentos com homossexuais americanos e europeus. Podem,  literalmente, importar para o Brasil os produtos ideológicos fabricados  pelo movimento homossexual dos países "desenvolvidos". E o que aprendem  lá fora, procuram passar ao homossexual comum. Têm como objetivo&amp;nbsp;  levá-lo a uma conscientização, recrutá-lo e prepará-lo para assumir um  papel na militância ativa em favor da aceitação do homossexualismo nas  leis, costumes, cultura e religião. Além de trabalhar para manter os  homens e mulheres presos ao homossexualismo, o movimento também&amp;nbsp; está  empenhado em proteger os gays e as lésbicas contra o evangelismo  cristão. Os ativistas se enfurecem quando alguém se converte a Jesus e  abandona o homossexualismo! Eles costumam pregar a tolerância e tentam  fazer-nos acreditar que tudo o que o movimento homossexual deseja é uma  sociedade aberta, na qual os homossexuais possam conviver em harmonia  com outras pessoas. Mas a realidade mostra que eles estão dispostos a  ser condescendentes apenas com os que aceitam suas práticas sexuais. A  filosofia de tolerância dos ativistas gays exige que, na prática, seja  colocada uma coleira nos direitos à liberdade de expressão e reunião  daqueles que não aceitam o comportamento homossexual. Os que se mostram  contrários à suas práticas passam a ser acusados de discriminadores. Nos  Estados Unidos, o movimento homosexual já alcançou significativos  avanços legais e os grupos gays brasileiros lutam também para  alcançá-los. Naquele país, homens e mulheres de fé e consciência estão  sendo sistematicamente visados, simplesmente porque creêm na ordem moral  estabelecida por Deus. Muitos já perderam o emprego ou foram  disciplinados por não aceitarem as exigências da ideologia homosssexual.  Maior ainda é o número dos que estão de boca fechada por temerem que  suas famílias sofram retaliações. A verdade é que o movimento  homossexual está apenas começando seu grande projeto de  homossexualização geral. Precisamos, então, conhecer seu sentido e  impacto na sociedade e nas igrejas. Este livro, pois, propõe-se a dar  uma visão clara desse fenômeno que, direta ou indiretamente, está  afetando as estruturas sociais de hoje e, com certeza, desafiará  diretamente os crentes de amanhã. Mas nossa resposta cristã à nova ordem  que emerge dependerá da seriedade com a qual os evangélicos venham a  compreender e considerar os pontos que apresentamos. Nós brasileiros  precisamos nos despertar, de modo que esse movimento não tire vantagem  da nossa falta de informação e inércia social. Se não alcançarmos os  homossexuais comuns com o amor de Jesus agora, mais cedo ou mais tarde,  os militantes irão recrutá-los. Nós somos sal da terra e luz e devemos  influenciar a sociedade e ajudar a preservar seus valores éticos e  morais (conforme Mateus 5.13-16). Caso contrário, a liderança  homossexual introduzirá seus próprios padrões em todas as esferas  sociais.&amp;nbsp;           &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Não é prudente agir precipitadamente, sem ter o  devido conhecimento (Pv 19.2). Portanto este livro faz uma análise das  atuais tendências homossexuais na sociedade. Remove, também sob a luz da  Palavra de Deus, toda a escuridão que as encobre, de modo que possamos  conhecer a verdadeira natureza dos esforços desse movimentos.           &lt;br /&gt;
Os  dias em vivemos são maus e a sociedade brasileira corre o risco de  sofrer o mesmo dano moral que a aceitação do homossexualismo causou em  Sodoma e Gomorra. Que o alerta deste livro estimule cada um a procurar  entender o que o Senhor quer que façamos pelo bem-estar social.  Procuremos abrir espaço em nossa igreja para pessoas e ministérios com  visão profética direcionada a responder aos diversos desafios do  movimento homossexual. Devemos impedir que a história de Sodoma e  Gomorra venha a se repetir no Brasil."&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;
(Trecho retirado da Introdução do livro sorteado "O Movimento Homossexual)&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O vencedor do sorteio foi: Lislewanir Assis Araujo Correia. Salvador, BA.  &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para conhecer o vencedor do sorteio anterior (&lt;i&gt;A Supremacia de Cristo&lt;/i&gt;),&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_43492589"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_43492589"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/12/o-homem-no-buraco.html"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-5235327106942075975?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/02/sorteio-do-livro-o-movimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-3962693536720413530</guid><pubDate>Tue, 08 Feb 2011 00:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-07T22:04:44.045-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><title>Campanha– Ciência não é contra religião!</title><description>&lt;div class="postcontent" id="content-2013"&gt;&lt;h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h2&gt;&lt;a href="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/slogan-campanha.jpg"&gt;&lt;img alt="Slogan-Campanha" border="0" height="306" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/slogan-campanha_thumb.jpg?w=501&amp;amp;h=306" style="background-image: none; border-width: 0pt; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Slogan-Campanha" width="501" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt;Autores: &lt;/b&gt;Paulo Junio (&lt;a href="http://teismo.net/"&gt;Teismo.net&lt;/a&gt;) e Snowball (&lt;a href="http://quebrandoneoateismo.com.br/"&gt;quebrandoneoateismo.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos tempos, tornou-se comum um chavão feito  por neo-ateu de que há uma escolha a ser feito por qualquer pessoa: ou  seguir a religião ou seguir o caminho da ciência. Essa é, com certeza,  uma afirmação não pensada que carece de investigação. Apesar disso, tem  ganhado muitos adeptos e enganado até mesmo a alguns teístas mais  despreparados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensando nisso, o &lt;b&gt;Teismo.net&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo &lt;/b&gt;lançam a campanha “&lt;b&gt;Ciência não é contra Religião!” &lt;/b&gt;destacando  o papel dos religiosos dentro da evolução científica, deixando claro  que não há nenhuma incompatibilidade entre ser religioso e trabalhar com  o método científico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começamos com objetivos modestos, assim como é o  nosso alcance. São lançados 5 banners mostrando 5 de vários cientistas  religiosos que fizeram a diferença no mundo da cosmologia, da física, da  matemática e muito mais – a saber, &lt;b&gt;Lemaitre, Mendel, Pascal, Ronald Fisher e Francis Collins&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de tudo, um esclarecimento necessário: não  lançamos estas imagens aqui com a intenção de ser um argumento para a  existência de Deus – não há um argumento sólido (como pretendem alguns  neo-ateus) ao dizer algo do tipo "os cientistas devem ser ateus,  portanto, não há Deus", nem na sua versão oposta. Não há nexo lógico  nenhum nessa afirmação assim como não há como qualquer de informação  desse tipo servir de base para algum argumento para a existência ou  inexistência de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Repetindo: não defendemos que isso seja um argumento para a existência de Deus. A única intenção dessas imagens é&lt;b&gt; trazer à tona a verdade&lt;/b&gt;  – que não há incompatibilidade entre ciência e teísmo. Além disso, não  precisaremos ouvir mentiras de neo-ateus passando limpo ao lançarem mão  de slogans do tipo "se é cientista, então é ateu".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essas imagens terão como intenção também a divulgação  do material teísta e anti-neo-ateístas, com o foco em destruir o  preconceito contra os religiosos que tem nascido no Brasil e crescido  cada vez mais. &lt;/div&gt;&lt;h4 align="justify"&gt;&lt;b&gt;Ela terá como foco também &lt;/b&gt;&lt;b&gt;despertar os  Cristãos e teístas de forma geral contra essa mansidão silenciosa de  quando ficamos calados diante dos ataques contra nós.&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div align="justify"&gt;Explicado isso, aí vão as imagens da campanha:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_Lema%C3%AEtre"&gt;&lt;img alt="Lemaitre - Segunda Versão" border="0" height="255" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/lemaitre-segunda-verso_thumb.jpg?w=580&amp;amp;h=371" style="background-image: none; border-width: 0pt; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Lemaitre - Segunda Versão" width="400" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gregor_Mendel"&gt;&lt;img alt="Gregor Mendel - 3ª versão" border="0" height="255" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/gregor-mendel-3-verso_thumb.jpg?w=580&amp;amp;h=370" style="background-image: none; border-width: 0pt; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Gregor Mendel - 3ª versão" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1870524277" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" style="cursor: move;" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_Fisher"&gt;&lt;img alt="Ronald Fisher - original" border="0" height="255" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/ronald-fisher-original_thumb.jpg?w=580&amp;amp;h=370" style="background-image: none; border-width: 0pt; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Ronald Fisher - original" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blaise_Pascal"&gt;&lt;img alt="Blaise Pascal - Original" border="0" height="255" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/blaise-pascal-original_thumb.jpg?w=580&amp;amp;h=370" style="background-image: none; border-width: 0pt; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Blaise Pascal - Original" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Collins"&gt;&lt;img alt="Francis Collins - original" border="0" height="256" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/02/francis-collins-original_thumb3.jpg?w=584&amp;amp;h=374" style="background-image: none; border: 0pt none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Francis Collins - original" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nosso objetivo inicial é conseguir espalhar isso  entre pelos mais 20 pessoas que as publiquem – sejam em blogs, sejam em  comunidades ou álbuns de redes sociais. &lt;/div&gt;&lt;h4 align="justify"&gt;&lt;b&gt;Pedimos a todos que divulguem estas imagens no  orkut, no facebook, em sites e blogs, e quantos sites de relacionamentos  for possível! Ajudem-nos a atingir o objetivo mínimo de 20 pessoas! &lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao contrário do que se pode pensar à primeira vista, a disputa entre neo-ateísmo e teísmo é uma &lt;b&gt;guerra intelectual&lt;/b&gt;.  E todas guerras intelectuais se operam em fazer circular suas idéias. É  pouco cinco imagens de início? Pode até ser, mas é assim que se faz uma  disputa cultural. De passo em passo, vamos marcando presença. Se não  reagirmos a altura contra os preconceitos e imbecilidades criadas contra  o teísmo, em breve eles serão dominantes até mesmo no senso comum dos  teístas. E você e os seu filhos vão colher os frutos da ridicularização  de “obscurantistas” e “anti-científicos”, na mais branda das hipóteses. É  isso que você deseja? Ser ridicularizado por crer em Deus?&lt;/div&gt;&lt;h4 align="justify"&gt;&lt;b&gt;NÃO FIQUE CALADO! DEMONSTRE SUA POSIÇÃO!&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você ai ficar parado ou vai ajudar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faça sua parte você também!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-3962693536720413530?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=Gr59fMx3vS0:SjHOszuI0f4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=Gr59fMx3vS0:SjHOszuI0f4:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/02/campanha-ciencia-nao-e-contra-religiao.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-2766536357187650333</guid><pubDate>Tue, 25 Jan 2011 01:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-24T22:12:32.867-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><title>Propaganda Positiva - Por que não usar dela?</title><description>&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="postcontent" id="content-1921"&gt;        &lt;h2&gt;&lt;a href="http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/2011/01/24/propaganda-positiva-por-que-no-usar-dela/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;a href="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/01/georges_lemaitre.jpg"&gt;&lt;img alt="Georges_lemaitre" border="0" height="350" src="http://quebrandooencantodoneoateismo.files.wordpress.com/2011/01/georges_lemaitre_thumb.jpg?w=537&amp;amp;h=350" style="background-image: none; border-width: 0pt; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0pt; padding-right: 0pt; padding-top: 0pt;" title="Georges_lemaitre" width="537" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Autor: Snowball do Blog &lt;a href="http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/"&gt;Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há muito tempo me pergunto: sendo que há avalanche de  propagandas neo-ateístas anti-religião, não estaria na hora de  começarmos a produzir e divulgar mensagens em tom contrário em imagens  de fácil assimilação?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo: uma das propagandas mais frequentes&amp;nbsp;  feita pelos neo-ateus é de que a pessoa deve escolher entre a “Ciência” e  a “Religião”. Falácia do falso dilema, é claro. Mas para DEMONSTRAR  essa mentira, por que não divulgar vários banners com contribuições  importantes de pessoas religiosas para a comunidade científica?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiz essa montagem acima falando de Georges Lemaître  em cerca de 5 minutos (e com certeza é possível melhorá-la – é só um  rascunho para eu demonstrar a idéia). Algo semelhante pode ser visto &lt;a href="http://lucianoayan.wordpress.com/2011/01/22/bons-mas-sem-ateismo-no-coracao-ou-como-revidar-propaganda-neo-ateista-em-10-minutos/"&gt;nesse post do blog do Luciano&lt;/a&gt;, mas sobre outra temática.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Juntando um grupo de pessoas que entenda como  produzir esse tipo de banners (seja em questão de design, diagramação,  exemplos históricos), usamos os vários blogs que temos e as comunidades  que participamos para divulgá-los, ENFRAQUECENDO o discurso neo-ateu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez alguém diga: “Ah, mas ao fazer propaganda você está se tornando igual a eles”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Negativo. Não é a propaganda EM SI que é ruim – e sim as MENTIRAS promovidas por essas propagandas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine que um grupo de brancos começa a fazer  propaganda dia e noite, sem parar, movido pelo ódio e pela idéia de um  “mundo melhor sem pessoas negras”, com a pecha de que eles nunca  produziram nada de positivo para a sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí esse grupo de pessoas negras fica insatisfeita e  resolve se juntar para criar propaganda contrária ao que está sendo  divulgando, DESMASCARANDO e mostrando pessoas da sua etnia que ajudaram  no desenvolvimento da civilização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que os negros estariam “se igualando” aqueles brancos específicos por IMPEDIR a propaganda falando a verdade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A situação é semelhante por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O neo-ateísmo é um movimento revolucionário (&lt;a href="http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/2011/01/21/tcnica-todos-que-discordam-de-vocs-so-rotulados-de-neo-ateus/"&gt;ver aqui&lt;/a&gt;) que sonha com o extermínio da religião para a existência de um “mundo melhor”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu estou em todo meu direito de responder a quem me  acusar de ser partidário de um sistema que é “a raiz de todo mal” ou de  um que “impede o progresso científico”, ”, sem me igualar ao mentiroso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não aceitar isso é como pensar que o comerciante que  denuncia o ladrão para polícia é tão bandido quanto o pilantra que o  roubou. Obviamente, são ações diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, não vemos motivos para essa propaganda ser criada e divulgada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A única coisa que posso dizer é que já passou da hora de fazer isso – há tempos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-2766536357187650333?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=6gRFp-QyVvs:dTx82gdJ9pw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=6gRFp-QyVvs:dTx82gdJ9pw:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/01/propaganda-positiva-por-que-nao-usar.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-4153173961367498796</guid><pubDate>Sun, 05 Dec 2010 21:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-09T20:39:39.119-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro "A SUPREMACIA DE CRISTO"</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vidanova.com.br/imgprod/supremacia_de_cristo_g.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.vidanova.com.br/imgprod/supremacia_de_cristo_g.jpg" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por ocasião das celebrações do nascimento do Salvador da  humanidade, ofereceremos aos nossos leitores o livro &lt;a href="http://loja.sheddpublicacoes.com.br/product_info.php?cPath=145&amp;amp;products_id=262&amp;amp;osCsid=c7dcc2eaac87cd221edb22addd10e2be%20"&gt;"A Supremacia de  Cristo"&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/a&gt; &amp;nbsp; do Dr. Ajith Fernando, missionário no Sri Lanka, a ser sorteado em  31/01/2011. O livro é produto das reflexões e da experiência missionária  e apologética do Dr. Ajith Fernando em suas interações com pessoas dos  mais diferentes credos.&amp;nbsp;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sinopse&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste livro, estamos lidando com a qualidade inigualável da religião cristã, com convicção de que é a resposta que o Cristo de toda a vida proveu para a criação caída. O cristianismo, portanto, abrange a totalidade da vida. O autor trata de uma ampla variedade de temas e se movimenta em muitas esferas que, usualmente, são tratadas separadamente em livros diferentes. Aqui, você achará exegese bíblica, crítica neotesta-mentária, teologia, apologética, biografia, inspiração e desafio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sobre o Autor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ajith Fernando tem sido o diretor nacional de Juventude para Cristo em Sri Lanka desde 1976. Ele e sua esposa ajudaram a fundar, e agora dirigem uma congregação que consiste principalmente em convertidos do budismo. Fernando também ministra em conferências e universidades em todas as partes do mundo, e tem sido professor visitante em vários seminários de destaque nos EEUU, inclusive a Escola Evangélica de Divindade “Trinity.” Escreveu seis livros, inclusive Crucial Questions about Hell, publicado por Crossway .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Esse vídeo nos apresenta, de maneira simples, a Supremacia de Cristo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/2XD6YL_nQYc?fs=1" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;RESULTADO DO SORTEIO: &lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;O vencedor do sorteio foi Carmadelio Silva de Sousa, morador de Fortaleza, CE.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a class="twitter-share-button" count="vertical" href="http://twitter.com/share" via="VitorGrando"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-4153173961367498796?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=qvPeHxkrEc4:Y1j-oDslYpg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=qvPeHxkrEc4:Y1j-oDslYpg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/12/o-homem-no-buraco.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/2XD6YL_nQYc/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-5712362328740500368</guid><pubDate>Thu, 25 Nov 2010 01:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-24T22:07:36.808-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">William L. Craig</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Dr William Lane Craig: A Surdez do Ateu</title><description>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/ksvCMb24MF0?fs=1" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://mikemooreac.blogspot.com/2010/11/dr-william-lane-craig-surdez-do-ateu.html?spref=bl"&gt;Filosofia e Apologética Cristã: Dr William Lane Craig: A Surdez do Ateu&lt;/a&gt;: "Dr Craig apresenta uma realidade muito comum e triste. Muitos ateus  parecem ser literalmente surdos quando debatem sobre a existência de ..."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visitem o blog do meu amigo Mike Moore:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://mikemooreac.blogspot.com/"&gt;http://mikemooreac.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-5712362328740500368?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=39XOsBaMleQ:RIrkVe_163E:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=39XOsBaMleQ:RIrkVe_163E:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/11/dr-william-lane-craig-surdez-do-ateu_24.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/ksvCMb24MF0/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-8470161407070472632</guid><pubDate>Sun, 21 Nov 2010 22:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-27T23:32:02.502-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Wolfhart Pannenberg</category><title>A Religião de Karl Marx</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_YRc6ThZgbrA/S_HWfQgW5wI/AAAAAAAAFDw/kOFv5iVllh0/s1600/karl-marx.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://3.bp.blogspot.com/_YRc6ThZgbrA/S_HWfQgW5wI/AAAAAAAAFDw/kOFv5iVllh0/s320/karl-marx.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Essa reflexão é fruto de mais um dos inúmeros trabalhos que tenho que entregar neste final de período da faculdade. O texto baseia-se numa reflexão sobre o sexto capítulo de &lt;i&gt;Filosofia da Religião &lt;/i&gt;de Giuseppe Staccone.&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Pode-se considerar Karl Marx, ao lado de Sigmund Freud, Friedrich Nietzsche e Charles Darwin, como um dos alicerces do espírito ateísta de nossos tempos. “Religião é o ópio do povo” sentenciou Marx seguido, então, por muitos “intelectuais” contemporâneos. Entretanto, ao contrário desses outros pensadores ateus¹ citados, Marx nunca escreveu um tratado específico contra a religião. Seu espírito anti-eclesiástico e ateísta era manifesto através de suas obras.&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O ateísmo parece ser um pressuposto da teoria marxista, já que a religião, mais especificamente a Igreja Romana, é alicerce da tradição e, portanto, da &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Superestrutura"&gt;superestrutura&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;da sociedade contemporânea. A revolução marxista implica a subversão desses valores da tradição e, portanto, de seu maior representante: A Igreja&amp;nbsp; Católica Apostólica Romana. &lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/11/pedagogia-de-antonio-gramsci.html"&gt;Antonio Gramsci &lt;/a&gt;parece ter entendido isso perfeitamente no seu conceito de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;hegemonia&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; e do &lt;/span&gt;&lt;i&gt;intelectual orgânico.&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Este é o sustentador daquela. Assim, para que a revolução comunista procedesse fazia-se necessária a formação de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;intelectuais orgânicos&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; vinculados à causa marxista. Estes seriam os responsáveis pela subversão dos valores da tradição e abririam espaço para recepção da revolução comunista. Não há &lt;/span&gt;&lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; para eles, tal conceito é puramente burguês. O que importa é a construção de uma nova realidade que terá como fim o proletário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Karl Marx foi influenciado pelos &lt;/span&gt;&lt;i&gt;jovens hegelianos&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; e sua crença na completa desassociação entre Filosofia e Teologia. Eles defendiam a completa emancipação da Filosofia do domínio da Teologia. A racionalidade encontra seu ápice aí, embora eu acredite que implícito nesse conceito de racionalidade esteja o conceito de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;naturalismo&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, isto é, a cosmovisão que concebe o universo, digamos, como uma caixa fechada onde tudo que existe e acontece encontra-se dentro desta caixa, portanto, as explicações e causas devem ser buscadas no interior dessa caixa. Não há espaço para influências &lt;/span&gt;&lt;i&gt;externas &lt;/i&gt;tais como um Deus ou qualquer entidade metafísica&lt;span style="font-style: normal;"&gt;. Essa concepção de racionalidade me parece deveras errônea. Não há nenhuma necessidade &lt;/span&gt;&lt;i&gt;lógica&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; do naturalismo para a racionalidade. Até porque se, de fato, houver um ser tal como Deus ou houver alguma ordem sobrenatural atuante, ou criadora, no universo fica difícil compreender como poderemos chegar a alguma conclusão racional sobre o universo e nossa existência sem levarmos em consideração tal pressuposição. Foi C.S. Lewis quem sabiamente afirmou que a última coisa que a questão de Deus pode ser é ser “mais ou menos importante”, pois das duas possíveis – e antagônicas - respostas a essa pergunta se derivam conclusões radicalmente opostas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Se me for permitido fazer um comentário fruto das minhas convicções cristãs, cito um trecho do prefácio do livro &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Theology and the Kingdom of God  &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;do teólogo alemão Wolfhart Pannenberg&lt;/span&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Pannenberg é um crítico do subjetivismo teológico de R. Bultmann e K. Barth. Para ele a teologia cristã é uma dentre outras conflitantes cosmovisões que buscam se impor e explicar o universo e a natureza humana. A Teologia é uma empreitada pública aberta ao escrutínio da razão. Traduzindo livremente: &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.41cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Se por razão alguém quer dizer as ideias que constituem a sabedoria convencional, então há muito na sabedoria bíblica que é “irracional”. Jesus disse que os últimos serão os primeiros, aquele que perde a sua vida a ganhará, e outros ensinos aparentemente irracionais. Paulo afirma que é um tolo por Cristo. Tais afirmações, insiste Pannenberg, não constituem um abandono da razão. Ao contrário, o argumento de Paulo é que seus oponentes estão arrazoando a partir de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;falsas premissas&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, pelas quais ele seria julgado como tolo. Contra isso ele afirma um outro conjunto de premissas e procede a defender a racionalidade de sua posição. Da mesma forma, Jesus convidou seus discípulos a segui-lo porque seu estilo de vida era &lt;/span&gt;&lt;i&gt;razoável.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.41cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Vemos, então, o contraste do pensamento de Pannenberg e o pensamento moderno, como também do pensamento teológico de R. Bultmann e K. Barth. A racionalidade de uma proposição depende das premissas nas quais ela está baseada, portanto, a questão metafísica sobre a existência ou não de uma ordem sobrenatural é de fundamental relevância, mas jamais o &lt;i&gt;naturalismo&lt;/i&gt; pode ser uma exigência &lt;i&gt;lógica&lt;/i&gt; da racionalidade. Em síntese, o que temos aqui é um conflito entre cosmovisões diametralmente opostas: o naturalismo contra o supranaturalismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Mas, voltemos ao texto sobre Karl Marx. Para Marx a filosofia tem sua própria confissão de fé: o ateísmo, a radical negação de todos os deuses. Disse ele:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 3.07cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;A Filosofia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;enquanto um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;a go&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ta de san&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;g&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ue pa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;pi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;r em seu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;oraçã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: 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#3b3b3b;"&gt;ode&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;io &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;e cora&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;çã&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;o a todo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;s &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;e a cada &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;m do&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;s d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;euses&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;, é s&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;a pró&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;a 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style="color: #191919;"&gt;éu &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;a &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;terra qu&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;nã&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;o re&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;nhec&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;m &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;a &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;i&gt;aut&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;i&gt;o&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;i&gt;c&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;i&gt;o&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span 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#3b3b3b;"&gt;&lt;i&gt;d&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #5b5b5b;"&gt;&lt;i&gt;a&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;i&gt;de s&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #5b5b5b;"&gt;&lt;i&gt;u&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;i&gt;p&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;&lt;i&gt;r&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;&lt;i&gt;ema&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #5b5b5b;"&gt;&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;Não pode h&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;ave&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;r &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3b3b3b;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;ro &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;s ao &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;o &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;es&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #191919;"&gt;e"&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;.²&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Discordo, como já explicitei, da exigência naturalista para o pensamento filosófico. Aqui, então, gostaria de denunciar o que me parece ser a &lt;i&gt;religião&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de Marx: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;a autoconsciência humana.&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Como pode Marx ter essa certeza da centralidade da &lt;/span&gt;&lt;i&gt;autoconsciência humana&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;? &lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Parece-me que aqui vemos um compromisso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;i&gt;religioso&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de Marx e, acho que posso dizer, do Marxismo. N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ão seria também essa posição uma espécie de ópio? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Em que se apoiaria tal proposi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ção marxista para que possamos julgá-la como racional ou não? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Parece-me que n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ão há lá como fundamentar tal afirmação. Aqui temos uma pressuposição marxista. Uma pressuposição &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;religiosa.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Naturalista é verdade, mas ainda assim &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;religiosa &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;tal como Paul Tillich definiu a fé religiosa: “estar tomado por aquilo que nos toca de forma última”. A pressuposição marxista me parece tão dogmática quanto qualquer pressuposição religiosa. Isso se evidencia ainda mais nas promessas utópicas do marxismo ao sonhar com um tempo onde os homens terão tudo em “comum” sem sequer a necessidade do Estado, que será abolido por fim. Isso nada mais é do que trazer a esperança cristã de um vindouro Reino de Paz para o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;presente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;. Nas minhas limitações filosóficas não encontro diferença nenhuma entre&amp;nbsp; tal crença marxista e a religiosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;¹ &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Um leitor me questionou pelo fato de eu ter colocado Darwin entre "pensadores ateus", pois ele não era ateu e sim agnóstico. Ele tem razão, Darwin nasceu anglicano, foi leitor de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Paley"&gt;William Paley&lt;/a&gt;, mas morreu agnóstico e não ateu como eu dissera. Veja sobre a visão religiosa de Darwin&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin#Vis.C3.A3o_religiosa"&gt; aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: -0.03cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;². PARINETTO, L., Karl Marx sul/a religione, ed. La Nuova Itália, Firenze, 1980 -&lt;br /&gt;
(é uma antologia de 585 páginas de textos marxianos sobre a religião, com relativos breves&lt;br /&gt;
comentérlos) - p, 148,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-8470161407070472632?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/11/religiao-de-karl-marx.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_YRc6ThZgbrA/S_HWfQgW5wI/AAAAAAAAFDw/kOFv5iVllh0/s72-c/karl-marx.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-354978098641786605</guid><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 02:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-25T22:12:33.001-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sexualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA</title><description>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://rpnamoda.files.wordpress.com/2010/02/logo-mackenzie.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://rpnamoda.files.wordpress.com/2010/02/logo-mackenzie.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://blogfiel.com.br/mackenzie-university-in-defense-of-freedom-of-religious-expression#english"&gt;English &lt;/a&gt;- &lt;a href="http://blogfiel.com.br/mackenzie-university-in-defense-of-freedom-of-religious-expression#espanol"&gt;Español&amp;nbsp; &lt;/a&gt;- &lt;a href="http://blogfiel.com.br/mackenzie-university-in-defense-of-freedom-of-religious-expression#francais"&gt;Français &lt;/a&gt;- &lt;a href="http://blogfiel.com.br/mackenzie-university-in-defense-of-freedom-of-religious-expression#deutsch"&gt;Deutsch&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo  ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site  desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à  instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo  “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e  discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz  da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa  liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida  com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um  arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus  Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de  Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o  Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e  reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que  “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores,  todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia  apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem  está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza,  lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras,  pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias”  (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras  judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os  textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se  queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também  esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a  conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa,  mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou  o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João  16.8).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação  de leis chamadas &lt;i&gt;anti-homofobia&lt;/i&gt; não  nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também  pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta  homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra  um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A  Constituição Federal (artigo 5º)  assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de  consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por  motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”.  Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças,  agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos  que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações  sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de  autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir  a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos  meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter  nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente.  Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais,  que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa  possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a  sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao  pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;[LINK  &lt;a href="http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808" target="_blank"&gt;http://www.ipb.org.br/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;noticias/noticia_inteligente.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;php3?id=808&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e  reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana  Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes.  Se ativistas homossexuais pretendem  criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se  preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas  evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação  Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras  judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o  direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência  sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não  nos seja tirada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a  representar o pensamento cristão brasileiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Para ampla  divulgação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a class="twitter-share-button" data-count="vertical" data-via="VitorGrando" href="http://twitter.com/share"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-354978098641786605?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/11/universidade-mackenzie-em-defesa-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>14</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-3573210387302703763</guid><pubDate>Sat, 06 Nov 2010 02:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-20T00:32:06.874-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><title>O Argumento Ontológico de Sto. Anselmo</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cot.org.br/igreja/img/santo-anselmo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.cot.org.br/igreja/img/santo-anselmo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provas da existência de Deus são, para mim, um assunto fascinante devido a seu teor altamente especulativo e por dar ampla margem à criatividade da razão humana. Além de mexer com algo que é inerente a todo ser humano – Deus. Há basicamente dois tipos de argumentos para existência de Deus: (1) argumentos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; e (2) argumentos &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt;. Argumentos &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt; são argumentos que partem da experiência para inferir a existência de Deus; já os argumentos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; independem da experiência, partindo somente de conceitos da razão humana. O maior exemplo de argumento &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; é o Argumento Ontológico que analisaremos aqui. O Argumento Ontológico é, certamente, um dos mais fascinantes destes argumentos. É altamente controverso e especulativo. Difícil de ser derrubado, mas, curiosamente, “é difícil de eliminar a desconfiança de que nela haja algo de fundamentalmente errado”¹. Seu poder de fascínio é tanto que raros filósofos, desde Anselmo, o ignoraram. Muitos para defendê-lo, como Descartes, Espinosa, Leibniz, e, mais recentemente, Plantinga, Norman Malcolm e Maydole; seja para refutá-lo, como Kant; ou, muitas das vezes, ridicularizá-lo como fez Schopenhauer taxando-o de “uma piada fascinante” - posição, diga-se de passagem, partilhada por boa parte dos filósofos que o analisaram. Procedamos, então, à análise do argumento para ver o que de tão intrigante há neste pensamento de Anselmo de Cantuária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anselmo havia recentemente terminado a obra &lt;i&gt;Monologium&lt;/i&gt;, onde ele discute a existência de Deus por meio de argumentos cosmológicos e morais. Porém, Anselmo não ficara satisfeito com a complexidade de sua argumentação e continuava a buscar um único e suficiente argumento capaz de estabelecer racionalmente a existência de Deus e de Seus atributos. Nas palavras do próprio:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Mal acabei de escrever um opúsculo [o Monológio], acendendo aos pedidos de alguns irmãos, o qual servisse como exemplo de meditação sobre os mistérios da fé para um homem que busca, em silêncio, descobrir, através da razão, o que ignora, e dei-me conta de que essa obra era difícil de ser entendida devido ao entrelaçamento das muitas argumentações. Então comecei a pensar comigo mesmo se não seria possível&lt;br /&gt;
encontrar um único argumento que, válido em si e por si, sem nenhum outro, permitisse demonstrar que Deus existe verdadeiramente e que ele é o bem supremo, não necessitando de coisa alguma, quando, ao contrário, todos os outros seres precisam dele para existirem e serem bons. Um argumento suficiente, em suma, para&lt;br /&gt;
oferecer provas adequadas sobre aquilo que cremos acerca da substância divina. Ao dirigir com zelo e freqüência o pensamento para esse fim, às vezes parecia-me ter alcançado o objetivo; outras, tinha a impressão que se me embaciava a mente. Por fim, desanimado, procurei deixar de lado a tarefa, julgando impossível conseguir o que buscava. Mas, por mais que me esforçasse por afugentar o propósito, porque me afastava de outras ocupações profícuas, ele voltava a mim com insistência crescente. No entanto, um dia, quando já estava cansado de resistir a essa perseguição inoportuna, justamente no calor do conflito dos meus pensamentos, eis que se me apresenta a idéia que já desesperara de encontrar. Acolhi-a com tanto entusiasmo quanto empenho colocara em rechaçá-la. &lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vemos aqui que após a redação do &lt;i&gt;Monologium&lt;/i&gt;, Anselmo ficou insatisfeito com sua complexa argumentação e dificuldade de que seu pensamento fosse acompanhado. Ele, então, resolve escrever o seu argumento e temos o que se segue:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Então, ó Senhor, tu que nos concedeste a razão em defesa da fé, faze com que eu conheça, até quanto me é possível, que tu existes assim como acreditamos, e que és aquilo que acreditamos. Cremos, pois, com firmeza, que tu és um ser do qual não é possível pensar nada maior. Ou será que um ser assim não existe porque “o insipiente disse, em seu coração: Deus não existe”? [Sl 13,1] Porém, o insipiente, quando eu digo: “o ser do qual não se pode pensar nada maior”, ouve o que digo e o compreende. Ora, aquilo que ele compreende se encontra em sua inteligência, ainda que possa não compreender que existe realmente. Na verdade, ter a idéia de um objeto qualquer na inteligência, e compreender que existe realmente, são coisas&lt;br /&gt;
distintas. Um pintor, por exemplo, ao imaginar a obra que vai fazer, sem dúvida, a possui em sua inteligência; porém, nada compreende da existência real da mesma, porque ainda não a executou. Quando, ao contrário, a tiver pintado, não a possuirá apenas na mente, mas também lhe compreenderá a existência, porque já a executou. O insipiente há de convir igualmente que existe na sua inteligência “o ser do qual não se pode pensar nada maior”, porque ouve e compreende essa frase; e tudo aquilo que se compreende encontra-se na inteligência. Mas “o ser do qual não é possível pensar nada maior” não pode existir somente na inteligência. Se, pois, existisse apenas na inteligência, poder-se-ia pensar que há outro ser existente também na realidade; e que seria maior. Se, portanto, “o ser do qual não é possível pensar nada maior” existisse somente na inteligência, este mesmo ser, do qual não se pode pensar nada maior, tornar-se-ia o ser do qual é possível, ao contrário, pensar&lt;br /&gt;
algo maior: o que, certamente, é absurdo. Logo, “o ser do qual não se pode pensar nada maior” existe, sem dúvida, na inteligência e na realidade.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, para Anselmo, o próprio conceito de Deus de “o ser sobre o qual nada maior pode ser pensado” implica logicamente a Sua existência, visto que, se não existisse, poderia-se pensar um ser ainda maior que “o ser sobre o qual nada maior pode ser pensado”. Logo, tal ser existe no pensamento e, por conseguinte, na realidade. Anselmo conclui, portanto, que negar a existência de Deus é, como colocado no Salmo 13.1, tolice, pois não é sequer possível pensar sua inexistência. O tolo só nega algo tão evidente à razão humana justamente por ser “insensato e carente de raciocínio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;OBJEÇÕES PROPOSTAS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Gaunilo e sua Ilha Perdida:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das mais populares estratégias dos detratores do Argumento Ontológico é a paródia. Gaunilo, um monge contemporâneo de Anselmo, escreveu uma livro intitulado “Em Defesa do Tolo” ou "Em Favor de Um Insipiente" onde parodiava o argumento de Anselmo substituindo Deus pela “Ilha Perdida”. O intuito de Gaunilo não era demonstrar a falha do argumento, mas sim que ao aceitarmos a lógica do argumento poderíamos inferir uma variedade enorme de seres que sabemos que não existem. A ilha perdida é a ilha da qual nenhuma maior pode ser concebida, portanto, tal ilha tem que existir necessariamente, já que se não existisse não seria a ilha mais perfeita concebível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparentemente, a mesma lógica do Argumento Ontológico é usada por Gaunilo para provar a existência da “Ilha Perdida”. Isso nos deixa com apenas duas opções: (1) aceitarmos a existência de toda variedade de seres “Mais Perfeitos” que se possa conceber ou (2) negarmos a validade da lógica de Anselmo e, com ela, a conclusão sobre a existência de Deus. Tendo em vista que sabemos que a tal Ilha Perdida não existe, conclui-se que, da mesma forma, a existência de Deus não pode ser inferida a partir da lógica de Anselmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A Resposta de Alvin Plantinga: A Confusão Entre a Propriedade de Ilhas e as Propriedades de Deus&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alvin Plantinga, um dos responsáveis pela reintrodução do Argumento Ontológico nos debates filosóficos nas últimas décadas, responde à objeção de Gaunilo da seguinte maneira. Plantinga diz que a ideia de Deus difere das noções supostamente paralelas e tradicionalmente veiculadas pelos detratores do argumento. Por uma razão, as propriedades que determinam a excelência máxima de Deus possuem valores máximos intrínsecos, enquanto as propriedades formadoras de excelência de coisas como ilhas não as possuem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, a onisciência é a propriedade de conhecer apenas e tão somente todas as verdades. É impossível conhecer mais verdades que isso. Por contraste, como no caso das ilhas, sempre poderá haver mais palmeiras ou dançarinas nativas – tais coisas não têm um valor máximo intrínseco! Portanto, não pode haver uma maior ou mais perfeita ilha concebível. Sempre se poderá conceber uma Ilha com uma ou duas palmeiras a mais. Além do mais, não está muito claro que existam propriedades formadoras de excelência objetivas de coisas como ilhas, já que alguém pode preferir uma ilha deserta, enquanto outra pessoa prefere uma ilha repleta dos mais luxuosos hotéis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia de uma Ilha Perida é um conceito vazio. Não é concebível, assim como não é concebível um número natural máximo, pois sempre se poderá conceber um número ainda maior. Tenta pensar no maior número natural possível. Seria 1 seguido de um bilhão de zeros vezes o mesmo número elevado a quadragésima potência? Não, ainda seria possível concebermos um número maior, portanto, assim como números é inconcebível conceber coisas tais como Ilhas num grau de perfeição máximo. Veja este exemplo do filósofo ateu William Rowe:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;"Uma dificuldade em aplicar o raciocínio de Anselmo à ilha de Gaunilo é que devemos aceitar a premissa de que tal ilha é uma coisa possível. Mas isso parece exigir de nós que creiamos que uma coisa finita e limitada – como uma ilha – pode ter perfeições ilimitadas. Não parece ser possível tal coisa. Tente imaginar, por exemplo, um jogador de futebol do qual nenhuma maior é concebível. Quão rápido ele deveria correr? Quantos gols deveria fazer por jogo? Quão rápido deveria chutar a bola? Poderia ele cair ou sofrer um pênalti? Apesar de a frase, “o jogador de futebol do qual nenhum maior é concebível”, parecer ter sentido, assim que tentamos pegar a ideia de como tal ser seria nós descobrimos que não conseguimos formar nenhuma ideia coerente. Pois nós é requerido que pensemos em algo limitado – um jogador de futebol ou uma ilha – e, então, pensar nisso como possuindo perfeições ilimitadas e infinitas."&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, portanto, parece-nos que a objeção de Gaunilo não resiste a um escrutínio mais acurado e, então, o Argumento Ontológico permanece de pé. Vejamos, então, a próxima objeção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Kant: Existência não é um predicado&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crítica mais influente e devastadora do argumento ontológico foi a de Immanuel Kant. Kant pensava que pelo fato do argumento ontológico se apoiar no juízo de que um Deus que existe é maior do que um que não existe, ele se apoiava numa confusão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Kant, a existência não é um predicado, não é uma propriedade que algo pode possuir ou não. Quando dizemos que Deus existe, não estamos dizendo que há um Deus e que ele possui a propriedade da existência. Se fosse esse o caso, quando disséssemos que Deus não existe estaríamos dizendo que há um Deus e que lhe falta a propriedade da existência, i.e, estaríamos ao mesmo tempo afirmando e negando a existência de Deus. Ao contrário, sugere Kant, dizer que algo existe é dizer que o conceito de tal coisa é exemplificado no mundo. Existência, portanto, não é questão de algo possuindo uma propriedade, existência, mas um conceito correspondente a algo no mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ficar mais claro, suponha que déssemos uma completa descrição de um objeto, seu tamanho, peso, cor, etc... Se adicionármos, então, que esse objeto existe, ao fazermos isso não adicionamos nada ao conceito do objeto. O objeto é o mesmo existindo ou não; mesmo tamanho, cor e peso. O fato de que um objeto existe, de que ele é exemplificado no mundo, não muda nada sobre seu conceito. Afirmar que o objeto existe é dizer algo sobre o mundo, dizer que ele contém algo que se encaixa no conceito descrito; não é dizer nada sobre o objeto em si.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se Kant estiver certo em sua visão de que existência não é uma propriedade, então é impossível comparar um Deus que existe com um Deus que não existe. Na visão de Kant um Deus que existe e um Deus que não existe são qualitativamente idênticos. Um Deus que existe é onipotente, onisciente, onipresente, etc. Um Deus que não existe é onipotente, onisciente, onipresente, etc. Ambos são iguais. Se isso estiver certo, então a alegação de Anselmo de que um Deus existente é maior do que um não-existente é falsa – nenhum é maior do que o outro – neste caso o argumento ontológico falha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Norman Malcolm: Existência Necessária&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Norman Malcolm encontrou uma outra versão do Argumento Ontológico no terceiro capítulo do Proslogium de Sto. Anselmo. Uma versão que, pelo que pareça, ainda não havia sido percebida. Nessa versão Sto. Anselmo identifica Deus como "o ser que &lt;i&gt;não pode ser pensado&lt;/i&gt; como não existente", i.e, a existência a que se refere Sto. Anselmo é existência necessária. Um ser que existe necessariamente é um ser cuja inexistência implica uma contradição lógica. Ora, um ser que cuja inexistência implica uma contradição lógica é maior do que um ser cuja inexistência &lt;i&gt;não&lt;/i&gt; implica uma contradição lógica. Assim, a lógica de Sto. Anselmo parece continuar válida, resistindo ao violento ataque de Immanuel Kant&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poderá a lógica de Sto. Anselmo ser derrubada? As defesas contra as objeções de Gaunilo e Kant são válidas? Penso que são. Não parece haver maneira de contornar a lógica de Sto. Anselmo, pelo menos não até o momento. Haverá alguém a ser persuadido pelo argumento? É difícil, pois o argumento parece sempre deixar o alerta de que algo, em algum lugar, está errado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Referências Bibliográficas*:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)&lt;a href="http://plato.stanford.edu/entries/ontological-arguments/#StAnsOntArg"&gt;Stanford Encyclopedia of Philosophy&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
2)CRAIG, William L. MORELAND, J.P. Ensaios Apologéticos, Hagnos.&lt;br /&gt;
3) &lt;a href="http://grupoveritas.googlepages.com/Algunstextos..-Santo_Anselmo.pdf"&gt;ANSELMO. Proslogium. Edição Os Pensadores. Ed. Abril. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Assim como no meu artigo sobre Gramsci, este também é em grande parte composto de um descarado CONTROL+C CONTROL+V das fontes. Coube a mim a organização das ideias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/11/o-argumento-ontologico-de-sto-anselmo.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-3898020227922951136</guid><pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-03T23:27:46.821-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><title>A Pedagogia de Antonio Gramsci</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EXCmJ9SId_8/TAk2L4cnd2I/AAAAAAAAAPg/8xWYpx4Ym2o/s1600/gramsci.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_EXCmJ9SId_8/TAk2L4cnd2I/AAAAAAAAAPg/8xWYpx4Ym2o/s320/gramsci.jpg" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho dúvidas de que Karl Marx é um dos filósofos mais vivos nos nossos dias, pelo menos na realidade cultural brasileira. Podemos não viver num regime comunista, mas ainda assim não é difícil identificar a influência velada que o marxismo exerce nos veículos de comunicação, nas ciências humanas e, até mesmo, na exegese das Escrituras Sagradas, ou seja, sua influência viva no campo ideológico. Destarte, eis o motivo pelo qual eu escolhi o teórico marxista Antonio Gramsci para analisar sua pedagogia (este artigo faz parte de um trabalho para a disciplina Fundamentos da Educação). Gramsci foi um grande responsável pela difusão do marxismo no campo ideológico, como já dissemos acima, e isso inclui a disciplina da Pedagogia. Portanto, nada mais perninente é à nossa realidade do que a análise do pensamento gramsciano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido no final do século XIX, na Sardenha, Antonio Gramsci foi um dos grandes teóricos da Esquerda. Foi jornalista, escritor, teórico e político italiano e um dos fundadores do Partido Comunista Italiano. Tendo sido um bom estudante, Gramsci venceu um prêmio que lhe permitiu estudar literatura na Universidade de Turim. A cidade de Turim, à época, passava por um rápido processo de industrialização, com as fábricas da Fiat e Lancia recrutando trabalhadores de várias regiões da Itália. Os sindicatos se fortaleceram e começaram a surgir conflitos sociais-trabalhistas. Gramsci frequentou círculos comunistas e associou-se com imigrantes sardos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua situação financeira, no entanto, não era boa. As dificuldades materiais moldaram sua visão do mundo e tiveram grande peso na sua decisão de filiar-se ao Partido Socialista Italiano. Esta é uma característica comum aos mais ávidos comunistas: um passado menos favorecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por ser um grande opositor do fascismo de Benito Mussolini, Gramsci foi preso em 1926 e assim permaneceu até 1934 quando foi liberto por problemas de saúde. Ao proferir sua sentença o juiz disse: “Temos que impedir esse cérebro de trabalhar por uns vinte anos.” Veio a falecer pouco tempo depois. Foi nesse período encarcerado que Gramsci escreveu sua principal obra &lt;i&gt;Cadernos do Cárcere&lt;/i&gt;. Vamos ver agora dois de seus principais conceitos e, subsequentemente, sua pedagogia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Hegemonia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de adentrarmos na pedagogia de Antonio Gramsci, há dois conceitos que precisam ser elucidados por serem os pressupostos de suas teorias pedagógicas. O primeiro deles é o conceito de hegemonia. O conceito de hegemonia alçou Gramsci ao panteão teórico das esquerdas. Segundo o autor, por hegemonia entende-se o movimento articulado - o bloco histórico formado pela estrutura e superestrutura - na direção das disputas politicas. A superestrutura compreende a estrutura jurídica (Direito e Estado) e ideológica (moral, política, religião...) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conceito parece exercer um duplo papel na concepção gramsciana: (1) denunciar os instrumentos empregados pela "hegemonia burguesa" e (2) estabelecer uma estratégia eficaz para o triunfo das classes trabalhadoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na leitura proposta por Gramsci, a sociedade é um organismo complexo e relacional, que não pode ser totalmente explicado em termos de um determinismo econômico mecanicista, como propusera o marxismo ortodoxo. Ele não negava a mais-valia, a luta de classes, o materialismo histórico, o fim do "Estado burguês", mas tentava mostrar o impacto poderoso de fatores morais, culturais e ideológicos nos processos sociais. Uma hegemonia, em suma, não se concretiza "apenas" com a posse dos meios de produção; a luta se dá também no campo ideológico. E aqui eu penso que está a grande contribuição de Gramsci à Esquerda. A luta não se dá apenas na tomada do Estado, na implantação da ditadura do proletariado, mas se dá também, ou prioritariamente, no campo ideológico, na subersão das ideias que, para Gramsci, são intrinsecamente associadas à burguesia e que, portanto, precisam ser extirpadas para a implantação da revolução. Gramsci, portanto, procede a uma subversão profunda e sutil do &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário da maioria dos teóricos que se dedicaram à interpretação e à continuidade do trabalho intelectual do filósofo alemão Karl Marx (1818-1883), que concentraram suas análises nas relações entre política e economia, Gramsci deteve-se particularmente no papel da cultura e dos intelectuais nos processos de transformação histórica. Suas ideias sobre educação surgem desse contexto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gramsci, que credita a Lenin os princípios gerais da hegemonia, deve ter lido com atenção a seguinte passagem de &lt;i&gt;A Ideologia Alemã&lt;/i&gt;, de Marx e Engels: "a classe que dispõe dos meios de produção material dispõe também dos meios de produção intelectual".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, o poder das classes dominantes sobre o proletariado não reside somente no controle dos aparatos repressivos do Estado, mas na hegemonia cultural que as classes dominantes exercem sobre as dominadas, através do controle do sistema educacional, das instituições religiosas e dos meios de comunicação. Diz Olavo de Carvalho: "Para Gramsci, o conceito de “verdade” é burguês. Ele traz ao Marxismo o pragmatismo de seu mestre Antonio Labriola. Nesta, "verdade" não é o que corresponde a um estado objetivo, mas o que pode ter aplicação útil e eficaz numa situação dada. Enxertando o pragmatismo no marxismo, Labriola e Gramsci propunham que se jogasse no lixo o conceito de verdade: na nova cosmovisão, toda atividade intelectual não deveria buscar mais o conhecimento objetivo, mas sim a mera "adequação" das idéias a um determinado estado da luta social. Nesta nova cosmovisão, não haveria lugar para a distinção - burguesa, segundo Gramsci - entre verdade e mentira. Uma teoria, por exemplo, não se aceitaria por ser verdadeira, nem se rejeitaria por falsa, mas dela só se exigiria uma única e decisiva coisa: que fosse "expressiva" do seu momento histórico, e principalmente das aspirações da massa revolucionária. Dito de modo mais claro: Gramsci exige que toda atividade cultural e científica se reduza à mera propaganda política, mais ou menos disfarçada" &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Gramsci e o Intelectual Orgânico.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gramsci não entende o homem como um produto natural, mas como produto histórico; como produto de específicas relações sociais e, ao mesmo tempo, como indivíduo dotado de singularidade insuprimível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando que o homem é sujeito de sua história, Gramsci propõe a difusão da cultura humanista e filosófica no âmbito da classe operária e dos "subalternos" de um modo geral; a formação do hábito de pesquisa, método e disciplina nos estudos; e a valorização da vontade moral. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o homem é sujeito da história, cabe a ele transformá-la subvertendo os valores tradicionais, e isso não será feito sem o intelectual. Cabe ao intelectual dar sentido à hegemonia do grupo social dominante, daí a importância de formar intelectuais com valores trabalhistas para que, então, a revolução seja bem-sucedida. A classe trabalhadora deveria produzir seus próprios intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gramsci difere entre dois tipos de intelectuais: (1) O intelectual orgânico, vinculado a uma "consciência de classe"; e (2) o intelectual tradicional, vinculado à anterior constituição histórica. Na briga pela hegemonia, os intelectuais orgânicos buscam absorver os tradicionais num processo em que o conhecimento se subordina à ação social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A missão de Gramsci é catequizar outros intelectuais, que catequizarão lideranças de sindicatos e movimentos sociais, e estes haverão de mesclar o saber técnico e ideológico a sua práxis já testada e maturada no cotidiano social e do trabalho. Unidos na subversão dos valores tradicionais e do senso-comum. Gramsci é&amp;nbsp; de uma sutileza vil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é por acaso, portanto, que as universidades brasileiras estão repletas de esquerdistas militantes. A cosmovisão marxista está presente explicitamente na filosofia e demais ciências humanas e, até mesmo, de forma mais sutil na exegese bíblica. Há quem aponte, como fruto disso, para a "esquerdização" dos departamentos de informação, conhecimento e inteligência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Gramsci e a Escola:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Gramsci a escola tinha um importante papel na análise da sociedade moderna. A escola era só mais um sistema de hegemonia ideológica onde os indivíduos eram direcionados a manter o &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;. A escola para Gramsci "deveria levar a criança até o ponto de escolha da profissão, formando-a durante esse tempo como uma pessoa capaz de pensar, estudar e governar - ou controlar aqueles que governam" (Gramsci 1971 p40)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse tipo de escola só poderia alcançar algum sucesso com a participação ativa dos alunos e, para que isso acontecesse, a escola deveria estar relacionada à vida cotidiana. O aprendiz deve ser ativo e não um "recipiente mecânico e passivo". O ensino deve educar a partir da realidade viva do trabalhador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gramsci defende uma escola não-técnica, como era nos tempos de Mussolini, mas ele defende o que ele chama de "ensino desinteressado", ou seja, que interessa não apenas ao indivíduo, mas à coletividade. A educação deveria formar não só técnicos, mas intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na escola prevista por Gramsci, as classes desfavorecidas poderiam se inteirar dos códigos dominantes, a começar pela alfabetização. A construção de uma visão de mundo que desse acesso à condição de cidadão teria a finalidade inicial de substituir o que Gramsci chama de senso comum - conceitos desagregados, vindos de fora e impregnados de equívocos decorrentes da religião e do folclore. Com o termo folclore, o pensador designa tradições que perderam o significado, mas continuam se perpetuando. Para que o aluno adquira criticidade, Gramsci defende para os primeiros anos de escola um currículo que lhe apresente noções instrumentais (ler, escrever, fazer contas, conhecer os conceitos científicos) e seus direitos e deveres de cidadão. Foi Gramsci quem trouxe à pedagogia o conceito de formação da cidadania como um dos objetivos da escola&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso marcou sua indispensável contribuição à área educacional (formal e informal). Gramsci chamou a atenção da escola, para que a mesma "não hipotecasse o futuro dos alunos; nem obrigasse suas vontades, inteligências, consciências e informações a se moverem na bitola de um trem com estação marcada", e sempre foi contra o "abstratismo didático e doutrinário". Almejava a formação "onilateral" do homem (integral, técnica&lt;b&gt; e&lt;/b&gt; política). Seu método de ensino para o 2.o grau e Universidade, consistia "na investigação, no esforço espontâneo e autônomo do discente, e no qual o professor exerce apenas uma função de guia amigável". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Termino com uma citação de Olavo de Carvalho: “Como o que interessa [para Gramsci] não é tanto a convicção política expressa, mas o fundo inconsciente do "senso comum", Gramsci está menos interessado em persuasão racional do que em influência psicológica, em agir sobre a imaginação e o sentimento. Daí sua ênfase na educação primária. Seja para formar os futuros "intelectuais orgânicos", seja simplesmente para predispor o povo aos sentimentos desejados, é muito importante que a influência comunista atinja sua clientela quando seus cérebros ainda estão tenros e incapazes de resistência crítica. “&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Referências Bibliográficas*:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.infed.org/thinkers/et-gram.htm&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Gramsci&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u379.jhtm&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/antonio-gramsci-307895.shtml&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Revista Filosofia Conhecimento Prático N.:19&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/livros/negramsci.htm&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Pouco do que foi escrito é fruto de minha reflexão. Há parágrafos inteiros que são puro CTRL+C e CTRL+V das fontes. Meu único mérito é (tentar) organizar as ideias. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-3898020227922951136?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=3y00n4e8Hp8:dX4A4QRTAzg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=3y00n4e8Hp8:dX4A4QRTAzg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/11/pedagogia-de-antonio-gramsci.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_EXCmJ9SId_8/TAk2L4cnd2I/AAAAAAAAAPg/8xWYpx4Ym2o/s72-c/gramsci.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-5705322055926052330</guid><pubDate>Thu, 21 Oct 2010 02:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-19T17:44:53.314-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">William L. Craig</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>SORTEIO DO LIVRO "Apologética para questões difíceis da vida"</title><description>&lt;h2&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=678" rel="bookmark" title="Permanent Link: SORTEIO DO LIVRO &amp;quot;Apologética para questões difíceis da vida&amp;quot;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 130px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img alt="apologeticaquestoes_dificeis_m" border="0" height="220" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2010/10/apologeticaquestoes_dificeis_m2.jpg" style="border-width: 0px; display: inline;" title="apologeticaquestoes_dificeis_m" width="152" /&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Atualização:&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=671"&gt;&lt;em&gt;conheça o ganhador do sorteio anterior&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que Deus não responde às minhas orações? Se Deus é onipotente,  por que o mal existe? Se Deus é tão amoroso, por que sofremos? Qual é o  significado do sofrimento para o cristão? Como ele deve lidar com suas  dúvidas?    &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Todo aquele que busca compreender as razões de sua  fé acaba se deparando com questões complicadas como sofrimento, dúvida,  fracasso, existência do mal e orações não respondidas. Além disso,  temas polêmicos como aborto e homossexualidade confrontam os cristãos  diariamente, na mídia e nos debates políticos. Porém, muitas vezes, em  meio a nossa sociedade cada vez mais intelectualmente estagnada, o  cristão não encontra respostas bem elaboradas, francas e inteligentes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para isso, William Lane Craig escreveu &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=515" target="_blank"&gt;Apologética para questões difíceis da vida&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, que acaba de ser lançado por Edições Vida Nova. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O autor é doutor em filosofia pela Universidade de Birmingham,  Inglaterra, e doutor em teologia pela Universidade de Munique, Alemanha.  É um dos mais importantes filósofos da religião atuais, destacando-se  também como apologeta cristão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No dia 26 de novembro, a Vida Nova, em parceria com os blogs &lt;i&gt;Apologia &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;Despertai Bereanos!&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt; sorteará três exemplares de &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=515" target="_blank"&gt;Apologética para questões difíceis da vida&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. Para participar do sorteio desse lançamento,&lt;b&gt; &lt;a href="https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dDQxSDNWSUswQ080WlFHV2hpcUp6enc6MA"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; e preencha o formulário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já adiantamos que Vida Nova trará William Lane Craig ao Brasil para  participar do 8º Congresso Vida Nova de Teologia, no primeiro semestre  de 2012. Em breve, mais informações!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-5705322055926052330?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=i8KGijXjvRU:cEFCh5kVvUY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=i8KGijXjvRU:cEFCh5kVvUY:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/10/sorteio-do-livro-apologetica-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-294739037677879397</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 21:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-18T18:54:03.164-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro: Sorteio do livro “O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram”</title><description>&lt;h2&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=671" rel="bookmark" title="Permanent Link: Sorteio do livro “O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram”"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 130px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img alt="Capa-Che_GR" border="0" height="231" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/CapaChe_GR.jpg" style="border: 0px none; display: inline;" title="Capa-Che_GR" width="161" /&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;Nosso próximo sorteio será o polêmico livro “&lt;a href="http://www.erealizacoes.com.br/livros/CheGuevara.asp"&gt;O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram&lt;/a&gt;”  do exilado cubano Humberto Fontova. No livro, Fontova demonstra a  inadequação da realidade com o mito que se criou em torno de Che. Ele  revela como um ser humano mesquinho, covarde, sádico, racista e  incompetente foi transformado em herói revolucionário, defensor dos  fracos e oprimidos, pela propaganda comunista. É um autêntico remédio  desmistificador para os engodos que temos assimilado ao longo dos anos!   &lt;span id="more-671"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;“A incapacidade de um povo para perceber os perigos que o  ameaçam é um dos sinais mais fortes da depressão autodestrutiva que  prenuncia as grandes derrotas sociais. A apatia, a indiferença ante o  próprio destino, a concentração das atenções em assuntos secundários  acompanhada de total negligência ante os temas essenciais e urgentes,  assinalam o torpor da vítima que, antevendo um golpe mais forte do que  poderia suportar, se prepara mediante um reflexo anestésico, para se  entregar inerme e semidesmaiada nas mãos do carrasco, como o carneiro  que oferece o pescoço à lâmina. Mas quando o torpor não invade apenas a  alma do povo, quando toma também as mentes dos intelectuais e a voz dos  melhores já não se ergue senão para fazer coro à cantilena hipnótica,  então se apaga a última esperança de um redespertar da consciência.&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Aqueles a quem os deuses querem destruir, eles primeiro enlouquecem” &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Olavo de Carvalho em “O Jardim das Aflições”, página 78.&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;Pretendemos realizar o sorteio no dia 29 de Outubro. Quem deseja participar pode &lt;a href="https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dEhSS2p1UFpQeW5FVzhiY2xYVUpNb2c6MA#gid=0"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt; e preencher o formulário.&lt;br /&gt;
O vencedor do &lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=660"&gt;sorteio anterior&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.editoravida.com.br/loja/product_info.php?manufacturers_id=394&amp;amp;products_id=736"&gt;“A Mente Cristã num Mundo sem Deus”&lt;/a&gt;) foi Cicero José Ramos da Silva, morador de Joinville, SC.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-294739037677879397?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=dutW_uxt154:w5G-sc4Emmg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=dutW_uxt154:w5G-sc4Emmg:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/10/sorteio-do-livro-sorteio-do-livro-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-4140798195818125607</guid><pubDate>Sat, 21 Aug 2010 00:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-20T21:34:47.344-03:00</atom:updated><title>Parabéns, meu Vasco da Gama, pelos 112 anos!</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v292/overbr2004/Escudo_vasco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v292/overbr2004/Escudo_vasco.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;gt;‎21  de Agosto de 1898 às 14h30 na Rua da Saúde era fundado aquele que viria  a ser um dos mais gloriosos clubes do futebol brasileiro. Parabéns, meu  &lt;b&gt;VASCO DA GAMA&lt;/b&gt;, pelos &lt;b&gt;112&lt;/b&gt; anos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"CASACA, CASACA, CASACA-ZACA-ZACA. A TURMA É BOA, É MESMO DA FUZARCA. VASCO, VASCO, VASCO!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-4140798195818125607?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/08/parabens-meu-vasco-da-gama-pelos-112.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-6397522394963793382</guid><pubDate>Fri, 20 Aug 2010 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-19T21:53:15.931-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Wolfhart Pannenberg</category><title>Pannenberg responde</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://theologyforum.files.wordpress.com/2008/01/pannenberg-4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://theologyforum.files.wordpress.com/2008/01/pannenberg-4.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Qual é a sua principal preocupação com a Igreja nos próximos 25 anos?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Pannenberg&lt;/b&gt;: Minha principal preocupação com a Igreja é que ela continue a pregar o Evagenlho e não se adapta a padrões e interesses seculares. Alguns igrejs e muitos ministros acham quem que tem que se adaptar aos interesses seculares das pessoas para alcançá-las. Eu acho que o oposto é verdadeiro. Se as pessoas forem ouvir na igreja somente aquilo que elas já ouvem na televisão e leem nos jornais, não haveria nenhuma necessidade de ir à igreja. A Igreja tem que proclamar algo diferente: a esperança da vida eterna. Ela deve proclamar a participação com o Cristo crucificado através do batismo pela fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://faith-theology.blogspot.com/2005/10/more-from-pannenberg.html"&gt;http://faith-theology.blogspot.com/2005/10/more-from-pannenberg.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-6397522394963793382?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=t5BIiimWGP8:EmB2m2_2fjc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=t5BIiimWGP8:EmB2m2_2fjc:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/08/pannenberg-responde.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-7584363103896377168</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-27T21:02:46.159-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro “A Mente Cristã num Mundo sem Deus”</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mentecrista_gg_thumb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mentecrista_gg_thumb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nosso próximo sorteio será o livro “&lt;a href="http://www.editoravida.com.br/loja/product_info.php?manufacturers_id=394&amp;amp;products_id=736"&gt;A Mente Cristã num Mundo sem Deus&lt;/a&gt;”, do Dr. James Emery White, professor de Teologia e Cultura no Gordon-Conwell Theological Seminary.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;“A maioria dos cristãos preferiria morrer a pensar. Na verdade, é o que fazem.”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bertrand Russell, filósofo ateu&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A mente voltada para Deus enfrenta um desafio cultural: o deus deste mundo – que, não sem forças intelectuais, dispõe-se contra o Reino do Senhor. Entre os poderes desse ataque, estão quatro idéias principais, cada qual essencial para nosso entendimento:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Relativismo Moral;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Individualismo Autônomo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Hedonismo Narcisista;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Naturalismo Redutivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O Trauma do nosso mundo é que a cosmovisão secular, arraigada no naturalismo, não cumpre o que promete. Em vez de acentuar a satisfação e a realização pessoal, vivemos num deserto moral e espiritual. O relativismo moral tem levado a uma crise de valores; vemo-nos carentes de valores, mas não os temos, e estamos divorciados de qualquer meio para encontrá-los. O individualismo autônomo tem levado a uma falta de visão; nada existe que nos chame para cima, para sermos mais do que somos, além de nós mesmos. O hedonismo narcisista tem cultivado almas vazias, qualquer pessoa que tenha seguido sua trilha sempre embotadora sabe quanto seus apelos são vazios. O naturalismo redutivo, logicamente, tem se provado inadequado para a experiência humana; sabemos intuitivamente que existe mais na realidade do que os cinco sentidos podem verificar, e ansiamos por descobrir aquilo que está além de nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas os cristãos têm algo a oferecer ao mundo que o próprio mundo já não tenha? Somos capazes de apresentar Cristo com tanta clareza que os não cristãos possam entender que somente Cristo alcança as mais profundas necessidades da vida deles? Não, se não forjarmos nossa mente na bigorna do desenvolvimento.” (Retirado das páginas 27 a 34).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;“…não deixamos de orar por vocês e de pedir que sejam cheios do pleno conhecimento da vontade de Deus, com toda a sabedoria e entendimento espiritual.”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Colossenses 1.9&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pretendemos realizar o sorteio no dia 31 de Agosto. Quem deseja participar pode &lt;a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dFRQSTB5ZU1ZeE52TG1Zd25pVmlJVXc6MA"&gt;clicar aqui &lt;/a&gt;e preencher o formulário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vencedor do&lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=627"&gt; sorteio anterior&lt;/a&gt; ("A Religião e o Desenvolvimento da Ciência Moderna") foi Raul de Souza Anjo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-7584363103896377168?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=pGGIP9gYPSA:B05b5etUoi0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=pGGIP9gYPSA:B05b5etUoi0:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/07/sorteio-do-livro-mente-crista-num-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-2763572908008675621</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T20:45:25.149-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">William L. Craig</category><title>Tantos ateus, tão pouco tempo! (W. L. Craig - Questão da Semana)</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.biola.edu/academics/scs/apologetics/wlcstore/images/CraigCBS_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.biola.edu/academics/scs/apologetics/wlcstore/images/CraigCBS_2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Tradução&lt;/b&gt;: Vitor Grando&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;http://despertaibereanos.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
vitor.grnd@gmail.com &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Essa resposta do W.L.Craig é uma ótima introdução à apologética. Ele apresenta boas ferramentas ao leigo que quer estar "sempre preparado para responder a razão da nossa fé" (1 Pe 3.15). Recomendo para todo cristão!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Pergunta:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dr. Craig, eu estudo na Universidade do Estado de Louisiana e trabalho na biblioteca da faculdade. De todas as pessoas com quem eu trabalho, metade são agnósticas e a outra metade ateísta. Eu me tornei um cristão nascido-de-novo há pouco mais de um ano, após cinco anos de ateísmo. Eu tenho percebido que muitos jovens creem, como eu cria, que a religião é coisa estúpida e de que não há Deus algum. Eu sequer menciono religião para meus colegas de trabalho e alguns deles, ainda assim, dizem coisas horríveis a respeito da religião e do Cristianismo. Eu trabalho com um inglês que diz que seu país é muito não-religioso onde até a menção do nome de Deus é ridicularizada. A América do Norte também tem se tornado descrente. Preocupo-me com nosso futuro. Não sei como combater o ateísmo. Sou cristão, convertido por experiências pessoais, não sou filósofo. Ateus pedem por respostas, respostas que eu não tenho tempo para procurar. Estou fazendo três graduações na LSU e nenhuma delas é filosofia. Como pode um simples estudante leigo, como eu, se tornar um decente defensor do Cristianismo contra esse colegas ateus? Sempre defenderei minha crença em Cristo, mas eles procuram por algo mais do que eu creio. Eles dizem que os crentes são estúpidos e ilógicos, portanto eu gostaria de argumentar fundamentado na lógica e provar a eles que os crentes não são estúpidos. Como alguém que não tem tempo de aprender filosofia ou ler teologia pode debater contra esses descrentes mente-fechada?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;John&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Dr. Craig responde:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo já falado duas vezes na LSU, eu fiquei surpreso com a atmosfera de descrença que caracteriza a comunidade universitária lá. Isso lhe dá a oportunidade de ser ainda mais luz na escuridão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Respondo a sua pergunta esta semana, John, porque eu penso que é uma pergunta que muitos cristãos encaram. Não temos tempo para nos tornarmos hábeis apologistas, e ainda assim nos encontramos em situação nas quais somos chamados a apresentar uma "razão para a esperança que há em nós" (1 Pedro 3.15). O que devemos fazer?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algo fácil que podemos fazer é aprender a formular questões. Greg Kouhl recomenda fazermos duas perguntas aos descrentes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. O que você quer dizer com isso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Que razões você tem para pensar isso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É incrível como essas duas simples perguntas são capazes de embaralhar as pessoas! Por exemplo, pergunte ao descrente o que ele quer dizer quando diz que não acredita em Deus - ele é ateu ou agnóstico? (Prepare-se para explicar a diferença para ele!). O que quer que ele diga, pergunte-o, "Que razões você tem para pensar isso?" Muitas pessoas sequer entendem o que querem dizer com suas afirmações, e provavelmente a maioria não tem boas razões para elas. Enquanto você estiver fazendo perguntas, você não está fazendo afirmação nenhuma, portanto não tem que provar nada. Deixe o ônus da prova com os descrentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra coisa que você pode fazer é se referir a alguma fonte. Você não precisa ter um cérebo para dizer a alguém, "Você já viu a &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Blackwell-Companion-Natural-Theology/dp/1405176571/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1279675661&amp;amp;sr=8-2"&gt;Blackwell Companion to Natural Theology&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;? Antes de dizer que não há teístas inteligentes e nenhuma boa razão para crer em Deus, talvez seja melhor você dar uma olhada nesse livro primeiro. Caso contrário, você não estará realmente informado". Você não precisar ter lido esses livros se estiver com o tempo apertado. Tudo que você precisa é conhecer alguns títulos: &lt;a href="http://www.amazon.com/God-Freedom-Evil-Alvin-Plantinga/dp/0802817319/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279675722&amp;amp;sr=1-1"&gt;God, Freedom, and Evil&lt;/a&gt;, de Alvin Plantinga. &lt;a href="http://www.amazon.com/Existence-God-Richard-Swinburne/dp/0199271682/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279675742&amp;amp;sr=1-1"&gt;The Existence of God&lt;/a&gt;, de Richard Swinburne. &lt;a href="http://www.amazon.com/Finite-Infinite-Goods-Framework-Ethics/dp/0195153715/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279675759&amp;amp;sr=1-1"&gt;Finite and Infinite Goods: A Framework for Ethics,&lt;/a&gt; de Robert Adams. &lt;a href="http://www.amazon.com/Setting-Hellenistic-Wissenschaftliche-Untersuchungen-Testament/dp/3161454510/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279675776&amp;amp;sr=1-1"&gt;The Book of Acts in the Setting of Hellenistic History&lt;/a&gt;, de Colin Hemer. &lt;a href="http://www.amazon.com/Jesus-Remembered-Christianity-Making-James/dp/0802839312/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279675844&amp;amp;sr=1-1"&gt;Jesus Remembered&lt;/a&gt;, de James D. G. Dunn. &lt;a href="http://www.amazon.com/Resurrection-Christian-Origins-Question-Vol/dp/0800626796/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279675867&amp;amp;sr=1-1"&gt;The Resurrection of the Son of God&lt;/a&gt;, de N. T. Wright. Envergonhe o descrente pela sua ignorância dessa literatura. Se ele for alguém sincero, recomende que ele pesquisa neste &lt;a href="http://www.reasonablefaith.org/"&gt;site&lt;/a&gt; ou assista a um &lt;a href="http://www.reasonablefaith.org/site/PageServer?pagename=audio_visuals"&gt;debate&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terceiro, aprenda a citar nomes de estudiosos cristãos. Quando o descrente lhe disser que todos os cristãos são ignorantes, mostre-se surpreso e diga surpreendido, "Você realmente acha isso? O que você acha da obra de Alvin Plantinga - ou de William Alston?". Citar nomes pode ser desagradável quando alguém está querendo aparecer, mas num caso como este, você está apenas oferecendo contra-exemplos à alegação de que todos os cristãos são ignorantes, uma visão que está enraizada na ignorância. Aqui vão alguns nomes para serem mencionados: filósofos: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alvin_Plantinga"&gt;Alvin Plantinga&lt;/a&gt;* (Universidade de Notre Dame), &lt;a href="http://philosophy.nd.edu/people/all/profiles/van-inwagen-peter/"&gt;Peter van Inwagen&lt;/a&gt; (Universidade de Notre Dame),  &lt;a href="http://philosophy.syr.edu/FacAlston.htm"&gt;William Alston&lt;/a&gt; (Universidade de Syracuse), &lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/09/aprendendo-filosofar-com-richard.html"&gt;Richard Swinburne&lt;/a&gt; (Oxford), &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Merrihew_Adams"&gt;Robert Adams&lt;/a&gt; (Universidade da Carolina do Norte), &lt;a href="http://philosophy.rutgers.edu/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=121&amp;amp;Itemid=211"&gt;Dean Zimmerman &lt;/a&gt;(Universidade Rutgers); cientistas: &lt;a href="http://www.faculty.uci.edu/profile.cfm?faculty_id=2134"&gt;Francisco Ayala&lt;/a&gt; (altamente condecorado biólogo evolucionista), &lt;a href="http://obs.carnegiescience.edu/research/asandage/"&gt;Allan Sandage&lt;/a&gt; (o astrônomo mais famoso do mundo), &lt;a href="http://www3.imperial.ac.uk/people/c.isham/publications"&gt;Christopher Isham&lt;/a&gt; (O maior cosmologista quantum do Reino Unido), &lt;a href="http://www.mth.uct.ac.za/%7Eellis/"&gt;George Ellis&lt;/a&gt; (uma vez descrito pra mim por um colega como a pessoa que mais sabe de cosmologia do que qualquer homem vivo), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Collins"&gt;Francis Collins&lt;/a&gt; (líder do projeto genoma); estudiosos do Jesus histórico: &lt;a href="http://theology.nd.edu/people/all/meier-john/index.shtml"&gt;John Meier&lt;/a&gt; (autor do estudo multi-volume sobre o Jesus histórico), &lt;a href="http://www.st-andrews.ac.uk/divinity/about/news/title,50688,en.html"&gt;N. T. Wright &lt;/a&gt;(outro grande escritor de obras sobre Jesus, &lt;a href="http://www.dur.ac.uk/theology.religion/staff/?username=vs000217"&gt;James D. G. Dunn&lt;/a&gt; (grande estudioso da Universidade de Durham), &lt;a href="http://www.craigaevans.com/"&gt;Craig Evans &lt;/a&gt;(canadense estudioso do Jesus histórico de primeira linha). Pergunte ao descrente como ele pode fazer qualquer afirmação crível sobre o calibre intelectual dos cristãos se ele jamais leu qualquer destes estudiosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quarto, apresente esta réplica às afirmações dele:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Deixe-me ver se eu entendi: seu argumento é que&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Cristãos são estúpidos e ilógicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Portanto, o Cristianismo não é verdadeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora me explique como (2) se segue logicamente de (1)?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem está sendo ilógico agora? Você pode até escrever a premissa e a conclusão num papel para ele. Pergunte a ele como a conclusão segue logicamente da premissa. Se ele quiser adicionar algumas premissas ao argumento, vá em frente e deixe-o fazê-lo, e então lhe pergunte quais razões ele tem para pensar que as premissas são verdadeiras. Diga a ele que atacar a inteligência dos cristãos em vez de atacar a visão dos mesmos é cair na falácia de argumentar &lt;i&gt;ad hominem &lt;/i&gt;(a falácia de atacar a pessoa em vez da visão da pessoa). Novamente, quem é o ilógico?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, John, deixe de dar desculpas e tire algum tempo para se preparar. Você pode tirar uma hora por semana, todo Sábado ou Domingo, e estudar um capítulo de &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Guard-Defending-Faith-Reason-Precision/dp/1434764885/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1279677306&amp;amp;sr=1-1"&gt;On Guard&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. Você terminará em dez semanas. Memorize as premissas dos argumentos teístas para que estejam na ponta da língua. Eu garanto que se você fizer isso, estará preparado para lidar com quase todo descrente que cruzar seu caminho. Não é tão difícil, John! Sei que você é ocupado com suas aulas e trabalhos de casa, mas não posso crer que você não consegue arrumar uma hora da semana para investir na preparação apologética. Se fizer isso, não se arrependerá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto original se encontra em:&lt;a href="http://www.reasonablefaith.org/site/PageServer?pagename=q_and_a"&gt; ReasonableFaith.org&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Obs.:&lt;/b&gt; Só há um problema na resposta do W.L. Craig: a maioria das fontes que ele cita não existe em português - para infelicidade nossa! Sendo assim, temos que buscar alternativas aos recursos que ele indica, aqui vão algumas dicas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(1) Alvin Plantinga, o filósofo citado pelo Craig, não tem nenhuma obra traduzida para o português, mas este blog é, talvez, a maior fonte de artigos traduzidos de Plantinga, tais artigos podem ser lidos &lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/search/label/Alvin%20Plantinga"&gt;aqui:&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(2) Uma das melhores fontes de recursos apologéticos para nós brasileiros é o site &lt;a href="http://apologia.com.br/"&gt;Apologia.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(2) O livro &lt;i&gt;On Guard&lt;/i&gt;, que não tem tradução para o português, pode ser substituído por outro livro do W.L. Craig: &lt;a href="http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=411"&gt;A Veracidade da Fé Cristã&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(4) Considero as seguintes obras a melhor introdução à apologética: (1) &lt;a href="http://www.scribd.com/doc/831992/C-S-Lewis-Cristianismo-Puro-e-Simples"&gt;Cristianismo Puro e Simples&lt;/a&gt; - C.S.Lewis (2) &lt;a href="http://www.scribd.com/doc/4942357/Lee-Strobel-Em-Defesa-de-Cristo"&gt;Em Defesa de Cristo&lt;/a&gt; - Lee Strobel (3) &lt;a href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=1&amp;amp;ProdId=222221&amp;amp;ST=SE&amp;amp;franq=136291"&gt;Em Defesa da Fé&lt;/a&gt; - Lee Strobel (4) A Veracidade da Fé Cristã - W.L. Craig. Lendo tais obras você já será capaz de apresentar uma sólida defesa da fé cristã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(5) Pesquise, pesquise e pesquise! A internet tem muitos recursos sobre os livros e autores citados pelo W.L. Craig - PESQUISE! Caso alguém precise de mais informações podem me escrever que eu responderei prontamenet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-2763572908008675621?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=E8S6fhLmiZ4:BIgrh4tjX5c:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=E8S6fhLmiZ4:BIgrh4tjX5c:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/07/tantos-ateus-tao-pouco-tempo-w-l-craig.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-6037225396525951078</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 22:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-08T23:48:25.983-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Wolfhart Pannenberg</category><title>Quando Tudo É Permitido - Wolfhart Pannenberg</title><description>&lt;a href="http://i13.photobucket.com/albums/a288/smithsoniankl2/Wolfhart_Pannenberg-1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://i13.photobucket.com/albums/a288/smithsoniankl2/Wolfhart_Pannenberg-1.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 177px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 274px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Wolfhart Pannenberg, dotado de uma incrível bagagem interdisciplinar e de uma excepcional habilidade de relacionar a Teologia com as demais disciplinas acadêmicas - incluindo a Filosofia, Sociologia, História e as Ciências Naturais - é provavelmente o mais proeminente teólogo contemporâneo. Foi aluno de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Barth"&gt;Karl Barth&lt;/a&gt;, Edmund Schlink e &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gerhard_von_Rad"&gt;Gerhard Von Rad.&lt;/a&gt; Pannenberg rompeu com a teologia de seus antecessores alemães , como Karl Barth, Tillich e Bultmann, que não viam a resurreição de Cristo como um fato histórico e, portanto, acessível ao escrutínio racional. Pannenberg não só rompeu com esta tradição como recolocou a Teologia na busca pela verdade, retirando-a do campo do subjetivismo extra-racional. Para ele a resurreição de Cristo é a chave para a compreensão da história. Seu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-style: italic;"&gt;magnum opus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;, sua Teologia Sistemática de três volumes, foi recentemente traduzido para o português pela editora &lt;a href="http://www.paulus.com.br/"&gt;Paulus&lt;/a&gt;. Recentemente se aposentou após 27 anos como professor de Teologia Sistemática da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Munique"&gt;Universidade de Munique&lt;/a&gt;, Alemanha, e diretor do Instituto de Teologia Ecumênica. Tradução do alemão para o inglês por &lt;a href="http://www.keble.ox.ac.uk/academics/about/professor-markus-bockmuehl"&gt;Markus Bockmuehl&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
Para ler outro artigo do Pannenberg traduzido neste blog:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/09/como-pensar-sobre-o-secularismo.html"&gt;Como Pensar Sobre o Secularismo - Wolfhart Pannenberg&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Mais informações sobre Pannenberg:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/Wolfhart%20Pannenberg%27s%20Quest%20for%20Ultimate%20Truth"&gt;1 )Wolfhart Pannenberg's Quest for the Ultimate Truth - Stanley Grenz&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://solaintellectum.wordpress.com/2009/11/12/pannenberg-theologian-and-man/"&gt;2) Pannenberg - Theologian and Man&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wolfhart_Pannenberg"&gt;3) Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://teologia-contemporanea.blogspot.com/2008/05/wolfhart-pannenberg-1928.html"&gt;4) Blog Teologia Contemporânea&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Vitor Grando&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/"&gt;http://despertaibereanos.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
vitor.grnd@gmail.com&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma notável singularidade dos nossos dias que o assunto da moralidade e da ética seja tido como uma questão de interesse público, enquanto a questão referente a Deus seja tida como uma questão esotérica de interesse de teólogos e "pessoas que buscam esse tipo de coisa." Nem sempre foi assim, e é muito importante perguntarmos como chegamos à presente situação, e o que pode ser feito em relação a isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O debate público, hoje em dia, sobre valores morais é normalmente estruturado em termos de uma busca por um consenso moral que não mais é auto-evidente; de fato, a questão da moralidade não é evidente para muita gente. A busca por um consenso moral baseado numa natureza humana comum tem, por algum tempo já, substituído a função social da crença religiosa, que por muito foi tida como um fundamento indispensável à paz social. Em grande parte da história, a unidade religiosa era vista como essencial à unidade da sociedade e da cultura. Essa suposição foi abalada durante as guerras religiosas na Europa nos séculos XVI e XVII.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como consequência das guerras religiosas, a conclusão oposta foi tirada: A paz social requer que as crenças religiosas, e desacordos sobre crenças religiosas, sejam desconsideradas. Apesar de a religião institucionalizada ter continuado por um bom tempo na Europa, a religião não mais servia a seu antigo propósito. No lugar da religião, conceitos sobre a natureza humana se tornaram fundamentais em teorias sobre a sociedade e a cultura pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os pensadores alemães, foi Wilhelm Dilthey quem, já no final do século XIX, delineou as maneiras pelas quais, começando em meados do século XVII, a natureza humana substituiu a religião no pensamento Europeu. Sendo construídas sobre reformulações da lei natural por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Gr%C3%B3cio"&gt;Hugo Grotius&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hobbes"&gt;Thomas Hobbes&lt;/a&gt;; as teorias de contrato social, conceitos de moralidade natural e religião natural se tornaram populares e foram frequentemente usadas contra a religião e moralidade reveladas. Ainda assim, por algum tempo os conceitos de moralidade continuaram a usar a crença em Deus como origem das normas morais e como o juiz final do comportamento humano. A conexão necessária entre Deus e a moralidade foi preservada, por exemplo, no pensamento de Herbert de Cherbury e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Locke"&gt;John Locke&lt;/a&gt;. Com Anthony Shaftesbury, entretanto, o sentimento moral foi tratado como autônomo. Mesmo no caso dele, entretanto, enquanto o sentimento moral era independente da religião, seu ideal de harmonia requeria, no final, harmonia com Deus e a ordem do universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O século XVIII testemunhou abordagens diferentes sobre se há autonomia humana em se tratando de moral, ou se o sentimento moral depende da crença em Deus. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Hume"&gt;David Hume&lt;/a&gt; argumentou a favor da autonomia do sentimento moral, enquanto Rousseau foi pelo outro lado. Enquanto Rousseau pensava que a consciência era a fonte de nosso conhecimento sobre os deveres da lei natural, ele também pensava que a consciência do homem está desajustada. No livro &lt;i&gt;Emílio&lt;/i&gt;, de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseau"&gt;Rousseau,&lt;/a&gt; o Vigário de Savoy argumenta que a voz da consciência foi praticamente extinta na maioria de nós devido à expressiva experiência de perversão humana e injustiça. Uma purificação da consciência é requerida, e isso somente é possível se acreditarmos em Deus. Se Deus não existe, o vigário afirma, então somente os perversos estão agindo razoavelmente. Não faz sentido ser bom. Assim, o sucesso do perverso nessa vida enfraqueceria o sentimento moral do bom. Isso pode ser prevenido apenas pela crença de que há uma recompensa final além dessa vida na qual todos receberão o que lhes é devido. A religião é, portanto, de importância pública no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Do_contrato_social"&gt;&lt;i&gt;Contrato Social&lt;/i&gt; &lt;/a&gt;de Rousseau, apesar de não ser religião revelada. Em vez disso, ele propôs uma "religião civil" com artigos suficientes de fé para motivar o comportamento moral: crença em Deus como origem da ordem social e da lei, na divina providência, e na recompensa futura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar disso ser, às vezes, menosprezado, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant"&gt;Immanuel Kant&lt;/a&gt; era um admirador de Rousseau, e em sua &lt;i&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/i&gt; ele aderiu à ideia de que a moral pressupõe religião. Kant afirmou a autonomia da razão como a única fonte de nossa consciência da lei moral, mas em sua visão a motivação da conduta moral pressupõe uma ordem moral na qual cada pessoa vai receber a medida de alegria ou tristeza apropriada a seu mérito. Para ser assim, deve haver uma harmonia entre a ordem moral e o curso da natureza, e isso pode ser garantido apenas pelo criador que, em sua capacidade como razão máxima, é também a fonte de nossa obrigação moral. Sem a existência de Deus, a razão seria compelida a concluir que sua intuição da lei moral é pura ficção. Essa visão deixa um problema para Kant, já que torna nosso sentido moral dependente da existência de Deus, o que contradiz sua alegação da autonomia moral da razão. Em seus últimos anos, portanto, Kant se sentiu forçado a atenuar a importância da crença religiosa no sentido de obrigação moral. Ele agora argumentava que a religião é uma consequência da consciência moral, não mais uma pressuposição da obrigação moral. Neste caso, a crença em Deus e na imortalidade só exerce um papel de reconciliadora entre as exigências da lei moral e nosso desejo natural por felicidade. Isso, entretanto, parece extremamente com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eudemonismo"&gt;eudemonismo&lt;/a&gt;; a teoria segundo a qual o maior objetivo moral é a felicidade, que era repugnante para Kant. Não é de se imaginar por que a filosofia da religião de Kant foi logo considerada a parte mais fraca de seu pensamento, enquanto seu princípio da autonomia da razão na filosofia moral foi tido como marco épico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;II&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na situação de hoje, há poucas chances de que o apelo à autonomia da razão vá trazer amplo consenso em relação às normas morais. Mesmo Kant não esperaria que isso acontecesse, visto que ele atribuiu à religião a tarefa de introduzir os princípios morais da conduta social. Ele insistiu somente que a lei moral deveria ser o princípio hermenêutico na transmissão da crença religiosa, com o resultado de que a filosofia moral tomaria a frente na formação do consenso moral da sociedade. Seja como Kantianismo ou algum tipo de Utilitarianismo, a filosofia moral no século XIV e começo do século XX, de fato, substituiu a religião entre a aelite intelectual e aqueles influenciados por ela. Tanto as filosofias morais Kantianas quanto Utilitárias continuaram a afirmar a autoridade pública das normas morais, como também seu poder racional de persuadir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade da filosofia moral recebeu um duro golpe, entretanto, da análise psicológica de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche"&gt;Nietzsche &lt;/a&gt;sobre a genealogia dos valores morais. O que chamamos de valores morais, Nietzsche defendeu, estão na verdade a serviço de propensões, inclinações e desejos mais profundos, em especial o desejo de dominar os outros. A história da cultura é a história de uma luta entre diferentes conjuntos de normas morais. Como resultado, as normas morais são relativas, e a voz da consciência é, na verdade, a voz do contexto cultural. Essa maneira de pensar foi popularizada e reforçada por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud"&gt;Sigmund Freud &lt;/a&gt;e a psicanálise, onde encontramos a doutrina do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Superego"&gt;superego&lt;/a&gt; como fonte da consciência moral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A relativização da antes absoluta autoridade das normas morais converge hoje com a ênfase na liberdade individual como a autoridade final da condução da vida. Na filosofia de John Locke, a liberdade é enraizada no conceito de lei. Hoje, liberdade e lei são vistas como inimigas. A lei moral e civil são vistas como limites à liberdade do indivíduo. Isso é evidente, por exemplo, na constituição do meu próprio país, Alemanha. Lá a liberdade de auto-realização é limitada por três fatores: As justificadas alegações dos outros, a lei moral, e a ordem da lei positiva. Perceba o que aconteceu, entretanto, e não preciso dizer que isso não aconteceu somente na Alemanha. Dos três fatores limitantes, o conceito de lei moral não é mais útil já que não há acordo sobre seu conteúdo e autoridade coercitiva. Disso se segue que "as alegações justificadas dos outros" não pode ser afirmada, já que não sabemos o que é e o que não é uma alegação justificada. O resultado final é que os únicos limites ao exercício da liberdade individual são as exigências da lei positiva. Moralidade e lei são fundidas, daí o que não é ilegal não é imoral. Se algo não é proibido por lei, os outros são constrangidos a tolerar o que o indivíduo considera necessário ao exercício de sua liberdade. Uma consequência nada surpreendente disso é que a lei positiva é vista, às vezes, como uma limitação arbitrária da liberdade pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A filosofia moral não oferece muita ajuda nessa situação, não desde 1903 quando George Herbert Moore em &lt;i&gt;Principia Ethica&lt;/i&gt; reduziu o julgamento moral a intuições que não podem nem ser demostradas nem refutadas por argumentos racionais. Se esse é o caso, é razoável ver as normas morais como preferências guiadas pela emoção ao invés de assunto reservados a argumentação racional. Essa é a circunstância intelectual e cultural brilhantemente exposta por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alasdair_MacIntyre"&gt;Alasdair MacIntyre&lt;/a&gt; em seu livro&lt;i&gt; After Virtue&lt;/i&gt;, no qual ele mostra como o intuitivismo e o emotivismo se fortaleceram com a desconstrução das normas morais empreendida por Nietzsche. Tendo dito isso tudo, entretanto, não é preciso nos desesperar quanto ao futuro da consciência e da argumentação moral. Elas não vão desaparecer. Há várias razões para isso, e a menor não é a propensão humana a julgar a conduta alheia. Não vamos parar de julgar, em privado ou em público. Isso se dá simplesmente por nossa tendência de sermos juízes. O julgamento moral é intrínseco a nossa natureza como seres sociais. Não temos escolha a não ser julgar como as pessoas deveriam se comportar em situações diferentes. As situações exigem isso, quer queiramos julgar ou não. Não importa, ao menos neste nível, se as idéias normativas pressupostas no nosso julgamento da conduta alheia são corretas ou justas. É suficiente que tais idéias normativas são empregadas, e não dá pra fugir disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reflexão sobre como julgamos pode levar a conceitos básicos de lei natural. Nosso julgamento, por exemplo, evidencia uma demanda por alguma forma de mutualidade nas relações sociais: &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pacta_sunt_servanda"&gt;pacta sunt servanda&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;– ambos os lados devem manter suas promessas. Essa é a “regra de ouro” da mutualidade: O que você não quer que outros lhe façam, você não deve fazer a eles. É claro, a regra exige especificações posteriores em relação a como as pessoas estão diferentemente situadas, mas de uma forma ou de outro o princípio da mutualidade está por trás de nosso julgamento de outros. Os seres humanos têm um interesse comum nos requisitos básicos da vida social, e a mutualidade é a base do básico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não sugere que as pessoas sempre agem de acordo com a regra de ouro da mutualidade. Longe disso. É obviamente mais fácil julgar a conduta dos outros do que nossa própria conduta. Em relação à nossa própria situação, somos incrivelmente tendenciosos a clamar por exceções às regrais gerais. Isso não se dá apenas por sermos criaturas egoístas. É também por que situações individuais são, de fato, únicas e nem sempre se encaixam às regras gerais, e cada um de nós consegue mais facilmente perceber a singularidade de nossa própria situação do que a singularidade da situação de uma outra pessoa. Isso não é uma falha. É natural. Não devemos ficar surpresos pelo fato de uma pessoa poder ter uma forte consciência das regrais gerais enquanto, ao mesmo tempo, tender a clamar exceções para si mesma. A tentação, é claro, é superestimar a importância das particularidades individuais. Nosso conhecimento das normas observadas pela maioria pode funcionar como condição para clamar por exceções para nós mesmos. Afinal, nenhum de nós é maioria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamente neste ponto a dissolução da autoridade absoluta das normas morais impregnam a conduta das vidas individuais. A crise da consciência moral não é que as pessoas não mais sabem sobre as condições e requisitos gerais da vida em sociedade. A crise vem ao aplicar tal conhecimento a casos individuais, e especialmente aos nossos próprios casos. Isso inclui a questão de como a formulação e observância das normas gerais podem se tornar subservientes à preferência individual. Como resultado da falta de habilidade de concordar sobre a conexão entre as regras gerais e os casos individuais, não há consenso quanto à ideia de justiça. A justiça requer que cada pessoa ou grupo receba e contribua de acordo com seu posicionamento dentro de um sistema social. Há um cacofonia de reivindicações de justiça, tipicamente articuladas em termos de “direitos”. Mas não há nenhum consenso sobre os requisitos da justiça. Na ausência deste consenso, reivindicações de justiça parecem vazia e como moralismo auto-serviente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;III&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Reivindicações discordantes sobre justiça não são modernas. Sempre houve tais discordâncias dentro de sociedades e entre sociedades, como o resultado da ruptura social e guerras entre nações. Na visão bíblica, a condição de paz duradoura é um apaziguamento das reivindicações discordantes, um apaziguamento que pode vir somente de uma autoridade superior reconhecida por todos os partidos em conflito. Em Isaías e Miqueias nós temos uma visão da peregrinação de todas as nações ao Monte Sião, onde o Deus de Israel organiza suas reivindicações discordantes e estabelece a paz eterna. Certamente a visão tem a ver com o fim dos dias. No presente, as nações do mundo não parecem inclinadas a ter suas reivindicações julgadas pelo Deus de Israel. Alguns apelam ao Presidente dos Estados Unidos, e uns poucos apelam ao Papa, mas mesmo essas nações que compartilham da herança cristã não reconhecem a autoridade do Deus de Israel para resolver suas diferenças. Nem podemos esperar que as sociedades secularizadas do Ocidentes resolvam seus conflitos internos apelando à autoridade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser o caso de que a crise moral das sociedades seculares modernas sejam atribuídas ao fato de que Deus não é mais reconhecido publicamente como fonte das normas morais. Enquanto esse reconhecimento estava intacto, a validade absoluta das normais morais e o senso individual de obrigação para com essas normas estavam assegurados. A experiência histórica demonstra que, para sociedades e para indivíduos, a autonomia da razão não pode substituir satisfatoriamente a autoridade de Deus. Quanto a isso, Rousseau está totalmente correto. Como estava &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski"&gt;Dostoiévski&lt;/a&gt;, quando seu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski"&gt;Ivan Karamazov &lt;/a&gt;observou que, sem Deus, “tudo é permitido”. Numa entrevista de 1970, o filósofo marxistas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Horkheimer"&gt;Max Horkheimer&lt;/a&gt; declarou que, ao menos no Ocidentes, tudo que é relacionado à moralidade está ligado a raízes teológicas. Podemos querer modificar isso notando que a tradição da filosofia moral remonta à Grécia clássica e, portanto não tem todas suas raízes na fé judaico-cristã no Deus de Israel. E modificar isso por notar ainda que uma disposição à benevolência, uma benevolência que se compraz na felicidade dos outros, é parte da natureza humana. Todavia, o sendo de obrigação moral cultivado pelos últimos quinze séculos não pode ser concebido a parte da fé no Deus da Bíblia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que nas nossas sociedades Ocidentais e secularizadas a autoridade pública da religião, principalmente o Cristianismo, não será facilmente reconstruída. A perspectiva mais promissora é por uma renovação de uma moralidade especificamente cristã dentro da própria comunidade cristã. Aqui devemos dar atenção a uma maneira cristã de viver que é claramente distinta das formas convencionais da cultura que nos circunda. Há importantes objeções ao que parece ser um voltar-se para si que foca mais o raciocínio moral no desenvolvimento de uma ética distinta para a comunidade Cristã. A mais importante objeção é que a moralidade, por sua própria natureza, está relacionada a tudo que é universalmente humano. Há algo inerentemente equivocado com uma ética sectária. O discurso moral na teologia cristã, como na filosofia, atende à natureza humana, os anseios e aspirações de todos. Não atende somente, nem em primeiro lugar, a preocupações especiais dos Cristãos. Na história da ética Cristã, a ética Cristã não é somente para Cristãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse interesse universal é grande, evidente deste os tempos dos Pais da Igreja. A ética cristã se dirige a todos os seres humanos como criaturas do único Deus; todos estão envolvidos na queda de Adão, e todos são chamados à reconciliação com Deus, libertação da escravidão do pecado e da morte, e glorificação final na comunhão com Deus, o Pai, Filho e o Espírito Santo. Essa compreensão da natureza e história da raça humana explica os imperativos missionários do Cristianismo. Isso está enraizado na crença de que toda a humanidade e todo o universo são criados pelo Deus de Israel que se revelou definitivamente em Jesus Cristo. Verdade, esse entendimento não é mais compartilhado por todos em nossas sociedades e, portanto, não caracteriza mais o espírito de nossa cultura pública. Isso é visto como um entendimento peculiar aos cristãos. Mas, todavia, é um entendimento cristão que abarca todos os seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ética cristã, então, não está limitada aos cristãos, mas está relacionada a situação moral e o chamado de todos. Essa é a conexão entre o particular e o universal no pensamento cristão, e é uma conexão que deve ser honrada hoje no pensamento moral cristão. Não pode haver uma virada em direção à comunidade Cristã que exclua as alegações Cristãs e as preocupações Cristãs sobre a condição universal e o destino dos seres humanos como tais. Como a Igreja Antiga integrou o catálogo clássico de virtudes à doutrina Cristã de virtude que culmina na tríade Paulina da fé, esperança, e amor, então a ética Cristã deve compreender tudo que é verdadeiro no pensamento moral além das fronteiras formais do próprio Cristianismo. Não podemos nos atrever a esquecer que João 3.16 começa com “Deus amou o mundo...” A ética Cristã digna do nome que sustenta entende a si mesma como um relato moral do e para o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já tratamos da primeira objeção a uma ética Cristã que trata especificamente da conduta da comunidade Cristã. Uma segunda objeção surge da peculiar história do Protestantismo. Enquanto o o ensinamento moral Católico Romano tradicionalmente foi articulado em tensão com a modernidade, o Protestantismo entendeu a si como aliado ao desenvolvimento do mundo moderno. Isso é notavelmente verdadeiro no Protestantismo liberal, que é frequentemente chamado de “Protestantismo cultural” outrora dominante em muito da Europa e América do Norte. Esse Protestantismo reluta a diferir dos valores preponderantes da cultura geral. De fato, ele se vê com um interesse proprietário nesses valores. Essa atitude pode ser remontada à Reforma e, especialmente, a doutrina de Lutero de que o Cristão satisfaz sua vocação divina fazendo a obra a qual ele é chamado a fazer na esfera secular. Isso contrastava com a visão Católico Romana de que há, por exemplo no monasticismo, vocações especiais à santidade. Além do mais, e muito importante para nossa discussão sobre autoridade moral, o Protestantismo tem crédito no desenvolvimento das ideias modernas de liberdade e direitos humanos. Como resultado, os Protestantes viram a adaptação à cultura moderna não como um processo de compromisso moral, mas como um processo de fidelidade a sua herança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplos não faltam para ilustrar as maneiras pelas quais o Protestantismo se identificou com a cultura geral, mesmo quando tentava transformá-la. Essa identificação parece ser exposta quando a ética cristã torna sua atenção à comunidade da fé em vez da cultura geral. Tal atenção à comunidade é suspeita de sectarianismo, especialmente quando a ênfase está na separação Cristã dos caminhos do mundo, ou quando o mandamento de amar o próximo é entendido como uma responsabilidade de amar os irmãos e irmãs Cristãs. Ainda assim devemos acolher a possibilidade de que uma virada sectária à comunidade, e longe de uma cultura geral que está alienada de sua herança Cristã, pode contribuir muito significantemente para a renovação moral dessa cultura. Na Igreja Antiga, os cristãos viveram uma moralidade muito diferente da moral da cultura que os circundava, e sua coragem de ser diferente se tornou um forte atrativo do Cristianismo. As pessoas reconheceram que a ética Cristã era superior e digna de imitação. Não deveríamos descartar a possibilidade disso acontecer novamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma terceira objeção à proposta de que a ética Cristã deveria se direcionar à comunidade da fé surge da ideia Cristã de amor. Não requer o chamado ao amor incondicional que aceitemos pessoas assim como elas são? Isso parece incondicionalmente comprometido se discriminarmos entre os Cristãos e não-Cristãos ou fizermos exigências das pessoas. Em nome do amor, as admoestações apostólicas de não termos comunhão com pessoas que vivem em violação ao ensinamento apostólico são facilmente descartadas. Mas o amor Cristão tem um aspecto crítico. Este amor não pode ser equiparado à “aceitação” incondicional. O amor está pronto para aceitar qualquer um, mas também convoca todos a mudar. À adúltera de João 8, Jesus disse “Vá, e não peques mais.” Quando, ao contarmos a história de aceitação da mulher por Cristo, omitirmos a admoestação, quebramos a conexão entre o mandamento de amar ao próximo e o mandamento mais importante de amar a Deus. Não se pode amar a Deus sem obedecer sua vontade, e no ensinamento de Jesus o amor de Deus é tanto a fonte como o critério de nossa obrigação de amarmos os outros. As pessoas devem ser amadas à luz do destino planejado por Deus para elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Antigo Testamento, o amor de Deus é expresso em sua eleição de um povo para si mesmo e em sua perseverança nesse ato de eleição. Essa é a fonte e o critério de toda obrigação moral. Pois Deus quer que seu povo eleito floresça, é requerido de todo membro da comunidade que observe as condições mínimas para o florescimento da comunidade. Isso explica a correspondência entre a segunda tábua do Decálogo e as verdades da lei natural que são essenciais à vida comunitária. Nenhuma comunidade humana é possível onde pessoas se matam, roubam as posses dos outros, violam seus casamentos, desonram seus pais, ou agridem-se mutuamente por difamações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensinamento moral de Jesus era também derivado diretamente da autoridade de Deus e de seu amor, não da autoridade do ensinamento moral e legal da tradição. Em Mateus 6, por exemplo, o amor do Criador por suas criaturas é evidente no fato de que “ele faz o sol nascer sobre maus e bons, e manda chuva sobre justos e injustos”. Assim devemos seguir o exemplo de Deus, amando não somente nossos amigos, mas também nossos inimigos. Diversas vezes, Jesus ensinou que, assim como o amor do Pai celeste é expresso em seu perdão por nós, da mesma maneira estamos obrigados a perdoar os outros. Assim ele nos ensinou a orar, “Perdoai as nossas ofensas assim como temos perdoado a quem nos tem ofendido”. O perdão de Deus antecede e é a fonte e critério do nosso perdão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse entendimento do amor é a contribuição Cristã ao discurso ético e à moralidade universal. O amor Cristão enriquece e fortalece as inclinações naturais dos seres humanos à benevolência, que estão sempre carentes de fortalecimento. Essa é a mais importante contribuição Cristã à vida moral em geral, também sob as condições das sociedades seculares modernas. Mas os Cristãos também precisam apontar que a benevolência e a alegria que vem com isso são evidência de um anseio mais profundo do ser humano pelo bem. O bem pelo qual o ser humano anseia não está limitado ao bem moral. É o bem entendido no sentido platônico, que significa o bem que é fonte da felicidade. É, em resumo, um anseio por Deus, a fonte última e duradoura de felicidade. Na benevolência há um vislumbre desse bem último, acompanhado pela experiência da felicidade. É um sinal do Reino porvir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso vislumbre do Reino, entretanto, não leva a indiferença as condições quotidianas da comunidade humana. Pelo contrário, onde a benevolência mútua domina, essas condições aparecem sem necessidade de alvoroço. Nas palavras de Paulo, “Assim, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez novo.” Se a ética Cristã atende ao viver dessa nova maneira – uma nova maneira que é a satisfação de nossa natureza desde o início – o mundo pode novamente nos notar. Então, por último, nós poderemos superar essa singularidade impressionante de nossa circunstância moderna onde o questão da moralidade e da ética é vista como uma questão de interesse público, enquanto a questão de Deus é vista como uma questão esotérica de interesse de teólogos e “pessoas que se interessam por esse tipo de coisa”. Então, por último, nossa cultura pode ser renovada ao entender que não precisamos escolher entre a natureza e a religião, e que a liberdade, longe de ser limitada quando reguladas pela autoridade moral, não são possíveis sem ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-6037225396525951078?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/07/quando-tudo-e-permitido-wolfhart.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-9148686970259446978</guid><pubDate>Tue, 18 May 2010 20:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-18T17:11:31.691-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio do livro "A Religião e o Desenvolvimento da Ciência Moderna"</title><description>&lt;div align="left"&gt;          &lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=627&amp;amp;print=1" rel="nofollow" title="Versão para imprimir"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 130px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img alt="76733_744" border="0" height="180" src="http://www.apologia.com.br/wp-content/uploads/2010/05/76733_744.jpg" style="border: 0px none; display: inline;" title="76733_744" width="130" /&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;No final de Junho, faremos um novo sorteio do livro "A Religião e o  Desenvolvimento da Ciência Moderna", escrito por R. Hooykaas, professor  da Universidade de Utrecht. Nesse livro, o autor investiga o papel que a  interação das concepções bíblica e helênica do mundo desempenharam para  o surgimento, no Ocidente, da ciência como a conhecemos hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa época em que muitos vêem a religião e ciência como adversários, a  instigante análise histórica de Hooykaas propõe uma interpretação  inovadora e mesmo surpreendente, ao sugerir que a ciência contemporânea  é, em boa parte, produto da influência judaico-cristã no pensamento  ocidental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-627"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O livro que iremos dar de presente é uma raridade pelo fato de ele  estar esgotado em sua editora, que é a Universidade de Brasília. Por  esse motivo, dessa vez haverá um requisito diferente para poder  ganhá-lo. Quem desejar participar do sorteio, terá que enviar um email  para o responsável da Editora UnB, Sr. Dival Porto Lomba, pedindo a  reedição da obra. Esperamos que essa iniciativa colabore para que haja  uma nova edição do livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que deve ser escrito no email a ser enviado para o Sr. Dival Porto  Lomba? Apenas um pedido simples para que o livro "A Religião e o  Desenvolvimento da Ciência Moderna", escrito por R. Hooykaas, seja  novamente publicado. O email deve ser enviado para o endereço&amp;nbsp; &lt;a href="mailto:dival@editora.unb.br"&gt;dival@editora.unb.br&lt;/a&gt;. Além disso,  uma cópia do email deve ser enviada para &lt;a href="mailto:sorteio@apologia.com.br"&gt;sorteio@apologia.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos realizar o sorteio no dia 30 de Junho entre as pessoas  que enviarem o pedido de reedição do livro. Assim que o sorteio for  realizado, entraremos em contato com o vencedor para que ele possa  informar o endereço para o envio do livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber mais sobre o assunto Cristianismo x Ciência, sugerimos a  leitura dos seguintes textos:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.freewebs.com/guilhermecarvalho/a_reforma_e_a_ciencia.htm"&gt;A  CIÊNCIA E A REFORMA PROTESTANTE&lt;/a&gt; (resumo do capítulo 5 do livro). &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.st-edmunds.cam.ac.uk/faraday/resources/Faraday%20Papers/Faraday%20Paper%201%20Polkinghorne_PORT.pdf"&gt;O  Debate Sobre Religião e Ciência – Uma Introdução&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.st-edmunds.cam.ac.uk/faraday/resources/Faraday%20Papers/Faraday%20Paper%202%20Trigg_PORT.pdf"&gt;A  Ciência Precisa da Religião?&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;O ganhador do &lt;a href="http://www.apologia.com.br/?p=591"&gt;sorteio  anterior&lt;/a&gt; (livro “Introdução à filosofia: uma perspectiva cristã”)  foi JONAS JAQUES DOS PASSOS, morador de BARUERI SP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-9148686970259446978?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=1IWbjQo1h9s:Fk2MMpXZrRM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=1IWbjQo1h9s:Fk2MMpXZrRM:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/05/sorteio-do-livro-religiao-e-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-6515138921991080702</guid><pubDate>Wed, 07 Apr 2010 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-06T23:12:19.253-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Teologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Wolfhart Pannenberg</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Promoção Teologia Sistemática - Wolfhart Pannenberg</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/img/img_gra_livros/9788598481357.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.paulus.com.br/img/img_gra_livros/9788598481357.jpg" width="138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O leitor deste blog já está ciente de que eu sou entusiasta da teologia do alemão Wolfhart Pannenberg. Assim, eu vos aconselho a aproveitarem as excelentes promoções da editora Paulus e adquirirem o &lt;i&gt;magnum opus&lt;/i&gt; deste magnífico teólogo - sua Teologia Sistemática de 3 volumes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/lojavirtual/secoes/detalhamento.php?id=2592&amp;amp;produto=Livros&amp;amp;cat_produto=produtos_livros&amp;amp;produto_dir=livros&amp;amp;categoria=Teologia&amp;amp;id_cat=6"&gt;Teologia Sistemática Vol.1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.paulus.com.br/lojavirtual/secoes/detalhamento.php?id=2593&amp;amp;produto=Livros&amp;amp;cat_produto=produtos_livros&amp;amp;produto_dir=livros&amp;amp;categoria=Teologia&amp;amp;id_cat=6"&gt;Teologia  Sistemática Vol.2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.paulus.com.br/lojavirtual/secoes/detalhamento.php?id=2594&amp;amp;produto=Livros&amp;amp;cat_produto=produtos_livros&amp;amp;produto_dir=livros&amp;amp;categoria=Teologia&amp;amp;id_cat=6"&gt;Teologia  Sistemática Vol.3&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/lojavirtual/secoes/detalhamento.php?id=2592&amp;amp;produto=Livros&amp;amp;cat_produto=produtos_livros&amp;amp;produto_dir=livros&amp;amp;categoria=Teologia&amp;amp;id_cat=6"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Para quem ainda não o conhece, leiam estes dois artigos traduzidos por mim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/09/como-pensar-sobre-o-secularismo.html"&gt;1. Como Pensar Sobre o Secularismo? - W. Pannenberg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/03/deveriamos-apoiar-o-casamento.html"&gt;2. Deveríamos Apoiar o Casamento Homossexual? - W. Pannenberg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duas observações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Não recebo nada da editora Paulus&lt;br /&gt;
2) Já que a grana aqui está curta, aceito &lt;b&gt;doações&lt;/b&gt; dos referidos livros- e falo sério!- como presentes de &lt;b&gt;aniversário&lt;/b&gt; (é, tá chegando!)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Apologética, Filosofia Cristã, Filosofia da Religião, Alvin Plantinga, Wolfhart Pannenberg&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6312621866658869944-6515138921991080702?l=despertaibereanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=kXP4OEc2nWY:jEvZ1PJ1-Hw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?a=kXP4OEc2nWY:jEvZ1PJ1-Hw:63t7Ie-LG7Y"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/DespertaiBereanos?d=63t7Ie-LG7Y" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://despertaibereanos.blogspot.com/2010/04/promocao-teologia-sistematica-wolfhart.html</link><author>noreply@blogger.com (Vitor Grando)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6312621866658869944.post-2866994307946055747</guid><pubDate>Sun, 04 Apr 2010 00:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-04T19:40:25.303-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorteios</category><title>Sorteio "Introd. à Filosofia: Uma Perspectiva Cristã - Norman Geisler</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.viverpontocom.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/5e06319eda06f020e43594a9c230972d/f/i/file_186.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" nt="true" src="http://www.viverpontocom.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/5e06319eda06f020e43594a9c230972d/f/i/file_186.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=245"&gt;Este livro&lt;/a&gt; é uma introdução valiosa à matéria freqüentemente complexa e difícil da filosofia. Os autores apresentam as questões há muito debatidas, bem como as discussões atuais entre os filósofos. Geisler e Feinberg desenvolvem os aspectos gerais da filosofia e, o tempo todo, mantêm uma posição claramente cristã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, Geisler e Feinberg asseveram que um dos benefícios da filosofia é confirmar o caráter razoável do cristianismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A filosofia, então, tanto desafiará como contribuirá ao entendimento da fé (da pessoa) [...] o cristianismo pode vencer todos os desafios intelectuais lançados contra ele. Introdução à Filosofia fornece aos estudantes não somente os fundamentos da filosofia, mas também a musculatura intelectual para defender sua fé cristã e suas convicções éticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto é dividido em cinco seções principais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Parte 1 - Introdução à Filosofia; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Parte 2 - O que É o Conhecimento?; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Parte 3 - O que É a Realidade?; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Parte 4 - O que É a Realidade Ulterior?; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Parte 5 - O que É Bom ou Certo? &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Sobre os autores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Norman_Geisler"&gt;Norman L. Geisler&lt;/a&gt; é professor de Teologia Sistemática no Seminário Teológico de Dallas. Foi Presidente da Divisão de Filosofia da Religião na Trinity Evangelical Divinity School. É Ph.D pela Universidade de Loyola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paul D. Feinberg é professor de Teologia Bíblica e Sistemática na Trinity Evangelical Divinity School.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o primeiro capítulo do livro clique &lt;a href="http://www.monergismo.com/textos/filosofia/filosofia_geisler_feinberg.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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