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<?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/rss2full.xsl" type="text/xsl" media="screen"?><?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css" type="text/css" media="screen"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900</atom:id><lastBuildDate>Sun, 07 Sep 2008 01:06:04 +0000</lastBuildDate><title>Diário de um Lobo</title><description /><link>http://diariodeumlobo.blogspot.com/</link><managingEditor>jarbas007@gmail.com (Feänor)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><geo:lat>-23.537791</geo:lat><geo:long>-46.669664</geo:long><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/diariodeumlobo" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-7137337292240533640</guid><pubDate>Mon, 07 Apr 2008 02:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-06T23:57:41.508-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>REPUBLICAÇÃO - Reflexões da Alma - Parte 1/2</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estou completamente sem tempo, por isso a republicação. Depois coloco a segunda parte deste conto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trago a vocês mais um de meus maçantes textos... Este pequeno conto, que escrevi quando ainda estava no cursinho, tem uma forte carga simbólica para mim: este é o único texto que sobreviveu à Primeira Grande Queima dos meus arquivos de texto. Eu explico...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Antes mesmo de me tornar um ávido leitor - e isso ocorreu precisamente no terceiro colegial - eu sonhava em ser um escritor. Não pela fama nem pelo dinheiro (na verdade, o dinheiro até que seria bom rs), mas sim pela possibilidade de trabalhar com algo divertido. Isso mesmo, divertido, pois desde pequeno, eu me deleitava com a escrita e seus mistérios. Só que eu não escrevia senão quando era obrigado, e isso se deve à minha ferrenha auto-crítica - a qual eu chamo atualmente de "bom senso" ou "noção do ridículo" - de forma que apenas passei a esboçar alguma tentativa de escrita em meados do segundo colegial. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E foi assim que eu descobri que a escrita era uma habilidade com a qual eu simplesmente não havia nascido... Eu, como era de se esperar, só escrevia lixo, e nunca reunia coragem suficiente para acabar um texto começado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Então, um certo dia, eu me enfureci... E deletei, em um rompante de fúria, toda a minha pasta de textos. Arquivo por arquivo, eu destruí implacavelmente aqueles embriões de futuras obras. Não restou nenhum... Ou, pelo menos, era o que eu achava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por algum motivo, este texto sobreviveu. Havia uma cópia dele em um disquete que encontrei tempos depois. E por esta estranha coincidência, decidi dar a ele o tratamento que neguei aos seus irmãos: esta seria minha primeira obra completa. Seu título, "Reflexões da Alma", reflete meu estado de espírito da época, bem como parte das conjecturas que ocupavam meu questinamento naquele período.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;É por este motivo que ele me é muito caro. Não é um texto bom, longe disso... Mas é um marco. Foi o primeiro texto que eu comecei e terminei sem ser obrigado por alguma pressão externa. E por sua importância, digamos, "histórica", eu sequer ousei revisá-lo. Então, não se espantem com os erros de português ou incoerências lógicas: eu não ousaria mudá-lo. Afinal, ainda que seja um péssimo texto, emendá-lo seria como completar por mãos estranhas as pinceladas inacabadas da "Adoração dos Magos" do mestre DaVinci, um verdadeiro assassínio do espírito original da obra, e isto por um motivo simples:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seu autor não mais caminha entre nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Apenas silêncio. A inaudível sinfonia da quietude regia o ambiente, que para ele era muito mais bela que qualquer composição de Beethoven ou Tchaikovsky. Na solidão de seu quarto, Leandro mastigava e digeria com apreço seus pensamentos. Sua imaginação divagava por outro universo, um universo que ele próprio criara, onde era ao mesmo tempo deus e diabo, criatura e criação. Um universo abstrato, sem conjunto algum de regras ou imposições; sem propriedades específicas ou leis pré-definidas. Mas principalmente sem os odiosos humanos. Malditos humanos!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Era assim que Leandro passava a maioria de suas tardes. Trancafiado, isolado no mundinho de seu quarto, longe da vilania das pessoas, longe da profusão de imbecilidade, longe de tudo. Não que fosse um garoto de poucos amigos; pelo contrário, era bem popular em sua escola, pois o achavam um parceiro agradável de conversas, além de ser considerado um cavalheiro pelas garotas e muito simpático pelos professores. Mas suas palavras eram vazias, desprovidas do mínimo significado. Idiotas! Só queria ser deixado em paz, e para isso dizia sempre o que os outros queriam ouvir. Evita problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ódio começou quando Leandro parou para pensar. Percebeu o quão vazias, mesquinhas e egoístas eram as pessoas. Percebeu que éramos como gado, ruminando sem questionar as migalhas esporádicas que nossos donos nos atiravam. Estes, grandes figurões da sociedade, se refestelavam as nossas custas, distorcendo a realidade, impondo regras e costumes. Por isso, Leandro odiava a tudo, a todos e a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, Leandro estava voltando de sua escola. Naquele dia, o período letivo se estendera até tarde da noite, pois a escola promoveu diversas palestras sobre temas como drogas, preservação ambiental e outras coisas boçais. Estava a pé, pois sua bicicleta havia sido roubada algum tempo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local onde Leandro morava se localizava praticamente na outra ponta da cidade. Fazia o caminho na escuridão da noite, sozinho, exatamente da maneira que gostava. Não tinha medo das ruas desertas, nem do olhar insinuante da Lua. Absorto em seus pensamentos, ele caminhava entorpecido rumo a sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Súbito, um grito. Atordoado pela abrupta interrupção de seus devaneios, Leandro se recompôs e procurou instintivamente sua origem. Outro grito, desta vez mais forte que o primeiro. Era de uma mulher, e vinha de um beco próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leandro correu como nunca havia corrido antes. Não pensava em nada, apenas corria. Seu corpo se tornara um mero escravo de seus instintos, e suas ações naquele momento eram puramente reacionárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parou em frente ao beco, e finalmente viu quem estava emitindo os gritos. Era uma linda mulher, de contornos delicados, pele alva como a neve e olhos azuis como o céu. Logo a sua frente, um homem robusto a ameaçava com uma faca. Seu andar, trôpego, mostrava o estado alcoolizado do agressor. Ele desabotoava sua calça jeans com uma das mãos, enquanto fazia movimentos ameaçadores com a faca, deixando sua vítima acuada no canto do beco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um ímpeto de coragem, Leandro correu para cima do homem e o derrubou com um chute. Ele caiu estatelado no chão, deixando cair sua faca no processo. Um tanto grogue pelo choque, o agressor se levanta, e cambaleia em direção ao garoto. Leandro lhe deu um chute no estômago, fazendo o homem cair gemendo de dor. Este reuniu o pouco de forças que lhe restava e fugiu apressado do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele o derrotara. Mesmo sendo apenas um franzino garoto de 16 anos, conseguiu evitar um estupro. Não sabia bem porque havia feito aquilo, se arriscado daquela maneira. Afinal, não se importava com a vida alheia. Talvez... Talvez aqueles olhos o tivessem hipnotizado. Os olhos... Eram magníficos. E finalmente, quando a mulher se levantou e sorriu em agradecimento, o espírito de Leandro se encheu de uma paz da qual ele nunca experimentara antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, ela falou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Ousaste arriscar tua vida por uma desconhecida sem nem ao menos ponderar sobre os riscos de teu ato. Por isso, sou muito agradecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leandro permaneceu estático por alguns segundos. Não sabia o que dizer, o que fazer. Então, a mulher continuou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Por teu ato nobre, ganhaste o direito de ter um desejo realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Mas... quem é você? — Balbuciou Leandro, ainda atônito pela beleza de sua companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Para você, sou a essência dos ventos gélidos do norte e o calor das manhãs ensolaradas do sul. Sou aquela que é, foi e sempre será. Sou o tudo e o nada. Sou o começo, e o fim. Faz agora teu pedido, ó mortal, que tua súplica será realizada.&lt;/p&gt;Leandro não entendia nada. Não sabia se ela falava através de metáforas, se era uma louca ou se ele mesmo estava sofrendo de delírios. Porém, em seu íntimo, sabia que imaginação alguma conceberia tamanha beleza, e que um corpo tão belo jamais poderia abrigar uma mente tão deturpada. Resolveu, então, aceitar a estranha oferta. &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;— Muito bem. Farei então meu pedido. Desejo que toda a raça humana seja varrida, destruída, erradicada! Que não sobre uma alma viva sequer sobre este planeta! Enterre todos os humanos e os resquícios de sua existência para sempre no esquecimento!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Para ler a segunda parte, clique &lt;a href="http://diariodeumlobo.blogspot.com/2007/12/reflexes-da-alma-parte-22.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/204373105/reflexes-da-alma.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2007/12/reflexes-da-alma.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-3270338501130893105</guid><pubDate>Wed, 26 Mar 2008 01:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-10T22:38:49.671-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Hominem Ex Machina</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;Não se sintam ofendidos com generalizações... É apenas licença poética. No mais, não ficou bom, mas foi apenas um desabafo noturno - nem mais, nem menos que isso.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já nasceu morto - ou quase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuía mãos frias de cadáver, o olhar vidrado dos moribundos e o sangue gélido dos recém-descarnados. Gostava da noite, pois sua palidez natural o tornava arrisco aos caprichos solares. Era, em última análise, um vivo-morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua voz pusilânime reverberava em uma frequência de desprezo e dor.  Os poucos que com ele conversavam saíam com a impressão de terem sentido o amargo gosto de ódio lentamente condensado por longos anos de solidão auto-imposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, nos outros aspectos, era um garoto normal. Acordava todos os dias, ia à escola, almoçava, às vezes jantava e se escondia do mundo exterior tão rápido quanto podia no refúgio de seu quarto, sempre em busca do conforto aconchegante dos bits e bytes que o acolhiam com uma ternura quase maternal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, as maravilhas do cyberespaço! Aqui, ele realmente se sentia vivo. Na orgia tecnológica da Internet, seus delírios oníricos se tornavam sonhos lúcidos, e seu coração, normalmente um pedaço semi-estático de gelo, parecia finalmente palpitar com vivacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, não é como se ele não gostasse da vida lá fora... Não, de forma alguma. O problema sempre foram as pessoas. Estes odiosos seres com quem era forçado a coabitar neste plano tornavam a vida um martírio insuportavelmente tortuoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas conversas enfadonhas, seu comportamento dissimulado, suas preocupações mesquinhas e, principalmente, sua patológica hipocrisia as tornava pouco mais do que nacos de carne que fingem aos olhos de nosso taciturno protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas em seu recanto virtual, as máscaras – apetrechos de ostentação obrigatória no trato social – caíam com uma facilidade quase assustadora. Ali, ele finalmente pôde encontrar pessoas. Ali, ele conseguia enxergar além da armadura que as envolve pessoas em seus afazeres diários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e como eram interessantes, as tais das pessoas! Cada uma, um emaranhado agradavelmente complexo de possibilidades e aspirações – um contraste absurdo com os simulacros padronizados que encontrava na vida cotidiana. Sonhos, sentimentos e, acima de tudo, personalidade existiam em profusão neste meio que curiosamente era proporcionado pela frieza de uma rede de máquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que também havia falsidade... Sim, ela existia. Porém, o interessante é que não era a falsidade pré-combinada do seio social externo. Não... Pessoas eram falsas, verdade, mas o faziam por necessidades individuais, por motivações específicas de sua pessoa – e não por mera convenção social. O farsante virtual era, ao menos, uma pessoa com personalidade. E isto, ele valorizava muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as necessidades daquilo que chamam de “vida real“ – que é, na visão do garoto, o que ocorre quando corpos se encontram e essências se afastam – clamou por parcelas cada vez maiores de sua atenção, até que ele, já adulto, se viu completamente englobado por este câncer que o atormentava, culminando seu martírio no momento de escolha da carreira que tomaria boa parte de seu tempo útil pelo resto de sua miserável vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não demorou muito a se decidir, pois sua escolha lhe parecia óbvia: segundo consta, fora encontrado com um tiro na cabeça e um jovial sorriso no rosto – o único que já dera além dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;smileys&lt;/span&gt; que distribuía em fóruns e messengers afora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181194515276138338" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R-dM9eM8h2I/AAAAAAAAAQA/hFpcv9G7Qns/s320/watchmen_smiley_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;(O choro é sempre dos que ficam, nunca dos que se foram)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=7iTJADF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=7iTJADF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/258009288/hominem-ex-machina.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/03/hominem-ex-machina.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-5134857848689995629</guid><pubDate>Sun, 23 Mar 2008 00:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-22T22:17:40.524-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Conto Ainda Sem Título - Trecho inicial</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Hoje lhes trago o trecho inicial de uma história&lt;/strong&gt; que pretendo tornar um pouco maior do que os contos que escrevo atualmente. &lt;strong&gt;Planejo escrever umas 80 páginas&lt;/strong&gt;, mas como ainda estou na segunda, é muito cedo para especulações deste porte. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;É algo diferente do que eu costumo escrever&lt;/strong&gt;. Nada de seres mitológicos ou linguagem da era vitoriana neste texto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por favor, me digam o que acharam deste começo. &lt;/strong&gt;E eu já sei que não está nada excepcional... Mas&lt;strong&gt; está pelo menos "passável"?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180738402634204994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R-WuIOM8h0I/AAAAAAAAAPw/pEOecqzNr2k/s400/sociedade_predatoria_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Merda de televisão!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Estas foram as últimas palavras que o moribundo televisor de James Lescook ouviu antes de dar seu extertor da morte – um longo silvo de estática, sucedido por um inconfundível som de circuitos queimados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- James, você é um fodido, um fodido do caralho! – resmungou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E ele estava certo... Nos últimos 18 meses, o azarado rapaz conseguiu firmar um novo recorde em demissões: foram 10 tentativas mal-sucedidas de adquirir estabilidade financeira, uma vida decente e, quem sabe, cuecas novas. Agora, tudo o que ele tinha era um apartamento mofado no subúrbio com 4 meses de atraso no aluguel, algumas garrafas de whisky barato – estando a maioria vazia e uma delas, ainda lacrada, preenchida com uma mistura de álcool de cozinha com corante – uma televisão quebrada e nenhuma roupa limpa o suficiente para enfrentar outra entrevista de emprego. Ah, sim, e cuecas. Muitas cuecas. Todas no mínimo um número menor do que o dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James engordou. Ele percebeu isso quando suas latas de cerveja e copos de whisky começaram a não cair de sua barriga mesmo sem apoio. “Ótimo, economizo o dinheiro da mesinha”, pensava ele. Mas a verdade é que seu novo peso lhe trouxe alguns incômodos, como o fato de suas cuecas terem magicamente se tornado pequenas demais para que exerçam sua função com um mínimo de conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova dieta de James, baseada em álcool e, ocasionalmente, pão com mortadela e salgados baratos de butecos, foi a responsável pela mudança. Ele já não tinha mais esperança alguma de que arranjaria um emprego, e, desde então, desistiu de tudo. “A esperança é a única que morre” era seu novo lema, e ele o recitava com escárnio quando uma gota ocasional de fé em sua capacidade despontava no lúgubre deserto de desespero em que ele se perdera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda da televisão, último alento em um mundo de loucura plena, o atingiu como uma forte paulada na cabeça: toda insanidade reprimida foi impelida para fora de sua desordenada mente, aflorando em jorros incontroláveis sobre sua já abalada lucidez. Ele se sentia como se o Universo tivesse pregado nele sua última e mais diabólica peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante deste infortúnio que se chamava vida, ele fez a única coisa que parecia sensata no momento: ele riu. Ele riu alto e ruidosamente. Riu como se a piada do século tivesse sido contada a ele pelo maior piadista do milênio. Riu como se sua vida dependesse disso – e talvez realmente dependesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era isso! Tudo estava claro agora! James se sentia nas nuvens, como um condenado recém-liberto de seus grilhões. Se sentia como um pássaro, voando mais alto que qualquer homem já voou – e isto, obviamente, não se refere à uma simples questão de altura, mas sim de liberdade. Se sentia, ainda que isso seja um tanto paradoxal – mas apenas um tanto - plenamente &lt;strong&gt;são&lt;/strong&gt; pela primeira vez em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- James, você é sortudo de merda!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não havia outra coisa a fazer. Claro... Mas era justamente este o motivo que o autorizava a fazer qualquer coisa! A absoluta falta de opções possui um efeito revelador nas pessoas: ela desvenda caminhos antes ocultos sob a névoa de outras escolhas. Alguns, é certo, encontram esta opção no cano de uma arma. A maioria, talvez. Mas não James... Ele era um fodido de merda, verdade, mas não daria ao Universo o gostinho de rir por último... Não. Esse privilégio seria dele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esse lugar me deprime. Que se foda, eu vou embora!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E ele realmente foi, deixando tudo para trás, exceto o que conseguiu carregar consigo em uma pequena mochila surrada: seu inseparável mp3 player, alguns livros que nunca chegou a terminar de ler, um pequeno bloco de anotações, um barbeador elétrico, um estojo com quinquilharias sortidas, seu canivete suíço – resquício de sua época de escoteiro – uma muda de roupa e um óculos estilo aviador que ele ganhara há muito tempo atrás de sua ex-namorada, Barbara. Não levou muita coisa, apenas o estritamente necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James trancou tudo e, no momento em que se preparava para abandonar o lugar de vez, viu uma garrafa de whisky lacrada, solitária, quase implorando para que ele a levasse junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Calma, neném, você vem com o papai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E, acomodando a garrafa cuidadosamente em sua mochila, partiu para sempre do último lugar que ele chegou a chamar de um “lar” em toda sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, liberdade! Era por isso que ele ansiava há tempos sem saber! O sentimento que o acometia era indescritível em sua fonte, mas tinha um “quê” de liberdade condicional após 20 anos de cárcere, aliada àquilo que uma criança sente ao ganhar um brinquedo novo que nenhum de seus amigos possui: ele se sentia vivo, possivelmente pela primeira vez em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele deu uma última olhada para aquilo que se tornara sua prisão nos últimos anos. Um afluxo de memórias passou rapidamente pelos seus olhos, da mesma maneira como um moribundo revê sua vida minutos antes de seu derradeiro suspiro: o primeiro salário e sua recém-conquistada independência financeira, a mudança da casa dos pais, seu primeiro encontro com Barbara, a primeira noite juntos, a primeira demissão, as brigas constantes com sua namorada, o acidente de carro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele lugar evocava todo tipo lembranças guardadas há muito em sua cabeça, pois sua história estava ali, impregnada naquelas minúsculas quatro paredes. Ele passou bons momentos naquele apartamento, especialmente com sua namorada Barbara... Ex-namorada. Não era raro ele esquecer que terminaram. Às vezes, ele esperava em vão que sua namorada o retirasse da cama à força de beijos e carinhos para enfrentar mais um dia estafante de trabalho. Mas isso era passado... Suas recordações mais recentes eram um punhado de derrotas e lamúrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espero que você se exploda! – disse James ao apartamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Era seu jeito carinhoso de se despedir de seu antigo lar. Pelo menos, não teria que se preocupar com o aluguel... Ele imaginava a cara do sr. Lee quando descobrisse que ele deu no pé sem lhe dar um tostão. Mas nada disso importava. O mundo era uma caixa de surpresas, e ele, assim como Pandora, havia apenas começado a desvendar seus mais profundos mistérios... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas antes de poder gozar de sua nova vida, o mais importante era encher sua barriga – de preferência com algo não alcoólico dessa vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180739102713874258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R-Wuw-M8h1I/AAAAAAAAAP4/mHs59lhiG30/s400/new+life_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;(&lt;em&gt;A estrada de uma nova vida aguarda a todos que ousarem por ela se aventurar&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=9owJYfF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=9owJYfF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/256295198/conto-ainda-sem-ttulo-trecho-inicial.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/03/conto-ainda-sem-ttulo-trecho-inicial.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-4074218829576084279</guid><pubDate>Sun, 16 Mar 2008 23:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-17T01:32:56.181-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Loucuras de Amor</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;Escrevi isso hoje... Não esperem muita coisa.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Morte&lt;/strong&gt;. É só no que penso há alguns anos. Não me recordo do dia fatídico em que despertou em mim tamanha paixão por ela, mas o fato é que desejo intensamente seu abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que fui tomado por este amor tanatológico, passo as noites em claro, aguardando ansiosamente pelo dia em que finalmente seria honrado com sua visita. E enquanto espero, delicio-me com volúpias oníricas em meu sono desperto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço isso violentando a tenra carne que me envolve com o agressivo fio da lâmina de minha inseparável navalha, deleitando-me ao sentir a dor suave que expele o rubro líquido habitante de minhas veias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O precioso plasma que verto é uma homenagem à minha venerada deusa. Quanto a mim, não sou mais que um animal de sacrifício em seu sombrio altar, aguardando placidamente que a dádiva suprema me seja concedida pelo sagrado punhal da sacerdotisa. Sinto-me, com o martírio, como que comungando com minha amada. É o mínimo que posso fazer, já que, infelizmente, não posso mais lhe enviar presentes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, subsisto em meu sonho esmeralda no reino ocluso que desenhei para meu íntimo e derradeiro encontro conjugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os dias foram passando, e a felicidade daqueles que aguardam resignados o retorno de uma pessoa querida me abandonou. Fui, então, gradualmente consumido pelo mais primitivo sentimento de ciúmes pela minha amada. Sua causa? O Tempo, etéreo libertino que me impede de consumar minha paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Maldito seja!&lt;/span&gt; Não bastasse este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;voyeur&lt;/span&gt; desgraçado estar sempre ao lado de minha querida Morte quando esta concede aos viventes seu doce beijo, também o infeliz se diverte postergando ao máximo o momento em que finalmente poderei tê-la em meus braços!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois eis que cansei de esperar! O rei me instiga a tomar uma atitude. Sua face me observa com imóvel escárnio, seu sorriso decrépito estampado em seu rosto zombando de minha falta de coragem. Não só ele, mas seu covarde cavaleiro – pobre diabo! – faz pilhérias de meu tormento de seu esconderijo na parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esganaria-os, se com isso não lhes conferisse um encontro secreto com minha amada. Ah, não... Tal benefício certamente não merecem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, também não posso forçar nosso encontro... não seria, afinal, de bom tom. Devo conquistá-la aos poucos, e foi por isso que lhe enviei tantos mimos e honrarias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias e noites passam, e mantenho minha vigília em busca de meu amor... As palavras se acumulam em minha garganta, convulsionam em minha boca febril sedenta por enunciá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que, finalmente... Um barulho vindo da porta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[Tchec-tching]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Laplace, seu louco filhodumaputa, te prepara porque tua hora chegou!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dois deles entraram em meu quarto. Oh, que felicidade! Minha amada me enviou um séqüito de seus serviçais para me fazer acompanhar até nosso ponto de encontro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem bruto e musculoso, com a face recoberta por panos negros me pega pelo pescoço e prende meus braços e pernas em grossas correntes. Exultante de felicidade, sou levado até um grande altar suspenso em meio à praça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, que alegria! Celebraremos aqui mesmo nosso sagrado matrimônio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brutamontes me puxa até o topo do altar, e lá, me liberta dos grilhões, prostrando meu pescoço e mãos e os prendendo em uma espécie de trava de madeira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Quais são tuas últimas palavras, assassino?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, sim, o padre! O momento que tanto aguardei... Só consigo mesmo lhe dizer, entre sorrisos e lágrimas de felicidade:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Aceito!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[Vuoosh]&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e a cabeça sorridente de Laplace rolou cesta adentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O que faremos com o corpo? &lt;/span&gt;– Perguntou o carrasco ao cardeal.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;- Joguem-no naquela cela e deixem-no apodrecer. Aquele rato vai gostar da iguaria, e o esqueleto de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;monsier&lt;/span&gt; Juan terá, finalmente, alguma companhia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178491942476868434" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R92y_B-Oa1I/AAAAAAAAAPo/Dvmckr77-ss/s320/cutedeath_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(O abraço compassivo da Morte nos liberta de todos os males)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=nTL12oF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=nTL12oF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/252679637/loucuras-de-amor.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/03/loucuras-de-amor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-4640489738239180751</guid><pubDate>Sat, 15 Mar 2008 05:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-15T04:05:06.804-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><title>Tratado da Mediocridade Humana OU Minha Vida Escrota - Um Desabafo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;EXCELENTÍSSIMOS SENHORES SERES PENSANTES QUE PASSAM POR AQUI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vocês já &lt;strong&gt;pararam pra pensar na vida de vocês? &lt;/strong&gt;Eu sei que essa pode parecer uma pergunta meio estranha, mas a verdade é que &lt;strong&gt;poucos fazem isso. &lt;/strong&gt;”Não tenho tempo pra besteiras”, diriam alguns. “Estou ocupado vivendo a vida”, diriam outros. “Minha vida é uma maravilha!”, exclamariam tantos outros. Mas &lt;strong&gt;a verdade é que muito pouca gente pensa nisso por livre e espontânea vontade&lt;/strong&gt;, deixando de fazer a tão necessária e saneadora auto-análise de seu viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente não tenho esse problema. &lt;strong&gt;Vivo pensando na vida&lt;/strong&gt; – literalmente. E hoje é mais um dos meus dias de extrema crise existencial, que já se tornou corriqueira ao longo desta infame vidinha que levo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177845202006469298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tmxx-OarI/AAAAAAAAAOY/czlrnK4rVTM/s200/monkey_thinker_reduced.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;(Macacos me mordam! Outra crise existencial...?)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DA MEDIOCRIDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu sou um ser medíocre&lt;/strong&gt;, disso tenho plena consciência. Nasci em uma família de classe média, estudei em bons colégios, me formei em uma supostamente boa faculdade etc etc. “Orgulho do papai”, talvez alguns pensem... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hah! Não poderiam estar mais errados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas essa não é a questão de hoje... &lt;strong&gt;O que me atormenta a cada instante&lt;/strong&gt; em que, por uma infelicidade do destino, me encontro desperto, &lt;strong&gt;é a estrutura da vida padrão comumente trilhado pela maioria de nós na sociedade:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESTUDE – TRABALHE/CONSUMA – (CASE) – REPRODUZA – MORRA (de preferência antes de onerar a previdência)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Ou seja, se você casou depois de ter o Pirralhinhos F.C. com sua nova esposa, só lhe resta mesmo aguardar a morte... O casamento é o Grande Inverno que prenuncia o Ragnarök de sua vida pessoal)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Esta é a trilha básica da vida da maioria de nós.&lt;/strong&gt; Não tem &lt;strong&gt;nada a ver com engrandecimento pessoal&lt;/strong&gt; ou possibilidade de &lt;strong&gt;atingir nosso pleno potencial humano&lt;/strong&gt;. Não... A sociedade não precisa nem lucra com isso. Nosso molde social se resume a três coisas: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1-)&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Obtenção de dinheiro por meio de trabalhos repetitivos, enfadonhos e normalmente burocráticos&lt;/strong&gt; ou fisicamente desgastantes que tomarão toda a sua vida – ou ao menos toda a parte em que você possui saúde suficiente pra não usar fraldas geriátricas - e te encherão de tédio; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177845416754834146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tm-R-OauI/AAAAAAAAAOw/j3CeE1--kMo/s400/cubiculo_reduced.jpg" border="0" /&gt; (&lt;em&gt;Trabalhem, seus porcos! Trabalhem! Façam por merecer a miséria que eu pago à vocês!)&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;2-) Consumo&lt;/strong&gt; (Você é o que você consome nesta vida; nem mais, nem menos - ou pelo menos é essa a imagem que te venderam do ser humano moderno);&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3-) Reprodução&lt;/strong&gt; (Para a perpetuação da estrutura - Aliás, a indústria da pornografia colabora e muito com essa finalidade [aliás, foi pra isso que surgiu a internet.~Não acredita? Veja o video abaixo]).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4pn4kZyqVRU&amp;amp;hl=" width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensando nisso, &lt;strong&gt;nossos pais diligentemente nos colocam em colégios bons, nos dão excelentes “professores”&lt;/strong&gt; – as aspas eu não explicarei hoje – e esperam que ingressemos em uma ótima faculdade, &lt;strong&gt;para finalmente podermos&lt;/strong&gt; (e é aí que reside meu ranço):&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GANHAR MUITO DINHEIRO...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;...e só.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;É um fim em si mesmo&lt;/strong&gt;, praticamente. Claro, precisamos de dinheiro pra viver e tudo mais, mas... O “MUITO” só tem relevância quando adquirimos algo com uma finalidade em mente, penso eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177845554193787634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tnGR-OavI/AAAAAAAAAO4/tclzcuRVGRM/s320/dog_tail_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- O que você quer da vida?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- EU QUERO MUITA GRANA!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- Pra que tanta grana?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- PRA FICAR MUITO RICO!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- Hmm... E porque você quer ficar muito rico?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- ORA, NÃO É ÓBVIO...? PRA TER MUITA GRANA!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A questão é que &lt;strong&gt;eu não consigo enxergar a lógica disso tudo!&lt;/strong&gt; Como posso aceitar algo tão pífio, tão desprovido de propósito, tão MEDÍOCRE e EGOÍSTA como esta determinação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior de tudo: &lt;strong&gt;as pessoas passam a fazer QUALQUER COISA por esse maldito pedaço de papel colorido.&lt;/strong&gt; Alguns, não duvido, venderiam até suas mães e suas almas pelo preço certo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...o que não é de se espantar, já que &lt;strong&gt;MORAL se tornou há tempos uma palavra anacrônica&lt;/strong&gt; em nossa estrutura social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DA HIPOCRISIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais engraçado de tudo é que, conversando reservadamente com uma pessoa e outra, eu descobri uma coisa engraçada: &lt;strong&gt;muitos normalmente APARENTAM FELICIDADE, quando de fato não a possuem&lt;/strong&gt; – ainda que sejam indivíduos SOCIALMENTE bem-sucedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curioso, não? &lt;strong&gt;Fingir, aliás, é uma das mais básicas imposições sociais que nos são forçadas goela abaixo desde o nascimento.&lt;/strong&gt; A “conduta socialmente esperada” nada mais é do que uma série de convenções que tendem a esconder aquilo que somos, pensamos e sentimos dos outros. &lt;strong&gt;É uma forma de alienação dos indivíduos&lt;/strong&gt;, uma quebra dos elos íntimos entre os membros da coletividade – afinal, como criar laços fortes e duradouros se escondemos diariamente nossa essência uns dos outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não estou dizendo que todo mundo tem que ser 100% sincero em todas as horas – o filme “O Mentiroso” com o mestre Jim Carrey ilustra bem o desastre que se seguiria. Mas existe uma diferença entre suavizar algumas verdades ríspidas ou até mesmo omiti-las de aparentar ser, por emprego de dissimulação, algo completamente diferente daquilo que você realmente é!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tudo isso porque pessoa infeliz não é pessoa plenamente produtiva.&lt;/strong&gt; Isso é ruim para o Mercado. Surge a necessida&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tuch-OazI/AAAAAAAAAPY/BVoGrIfkSjw/s1600-h/macaco_tedio_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177853633027271474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tuch-OazI/AAAAAAAAAPY/BVoGrIfkSjw/s320/macaco_tedio_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;de de que as pessoas sejam "felizes" - ou achem que são - para sustentar o modelo econômico do planeta. &lt;strong&gt;Daí surge a cultura da “pílula da felicidade”&lt;/strong&gt; – na forma de ecstasy e semelhantes ou valium e correlatos – e surpresa! Todos ostentam magicamente um sorriso largo em seus rostos, ainda que por dentro se sintam o mais miserável dos seres. Nem falarei da alienação coletiva imposta por outros meios... Não quero mata-los de tédio. Mas o “pão e circo” está aí pra quem quiser se distrair de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A questão é que o ser humano vazio não sobrevive bem com isso de maneira consciente.&lt;/strong&gt; Esse ser vazio só sobrevive enquanto não se dá conta de sua vacuidade, do ABSURDO de sua vida! &lt;strong&gt;E disso resulta, na maioria dos casos, um avassalador e inafastável tédio que nos consome&lt;/strong&gt; pouco a pouco, dia após dia... Tentamos afastá-lo com esforços paliativos, mas ele sempre volta com força redobrada...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É, por exemplo, o operário que trabalha por 8 horas, depois dorme mais 8 e, nas 8 horas que sobram, se preocupa com contas e outras coisas idiotas porque seu salário é de miséria&lt;/strong&gt; – isso quando não está em outro emprego complementando a mísera r&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tu6B-Oa0I/AAAAAAAAAPg/CDv46E_xQao/s1600-h/homem_tedio_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177854139833412418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9tu6B-Oa0I/AAAAAAAAAPg/CDv46E_xQao/s200/homem_tedio_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;enda. Enquanto ele não parar pra pensar, não vai perceber a merda na qual está inserido. &lt;strong&gt;Mas, percebendo ou não, seus anseios reprimidos - anseios inerentes à sua condição de pessoa - vão torná-lo infeliz,&lt;/strong&gt; e ele não vai perceber pelo torpor induzido pela cerveja e pela televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se sintam ofendidos... Afinal, o pior hipócrita é aquele que incorre no erro que ele mesmo denuncia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DO PEDIDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peço a todos, portanto, que reavaliem a estrutura de suas vidas&lt;/strong&gt;, e pensem se aquele sentimentozinho no fundo de seus corações não é um grito sufocado de revolta contra esse modo de vida ABSURDO e CONTRÁRIO À NOSSA NATUREZA que levamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sejam mais sinceros consigo mesmos... Sejam mais sinceros uns com os outros. Não cultuem os falsos deuses da Fama, Poder e Riqueza&lt;/strong&gt;, porque eles não ligam para os seus fiéis. Pensem um pouco uns nos outros pra variar. E principalmente: &lt;strong&gt;nunca sufoquem seu verdadeiro “EU” apenas para agradar uma imposição externa&lt;/strong&gt;, porque esse é o maior crime que podemos cometer contra um ser humano: o assassínio de sua identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, sem identidade, nós deixaremos este mundo sem deixar qualquer resquício, sem deixar qualquer legado para nossos irmãos... E nunca teremos sequer existido, porque o que nos eterniza neste plano é justamente o eco daquilo que fomos e a memória alheia de nossa existência. E quem se lembrará de nós se nos tornarmos apenas mais um reflexo do Sistema idêntico a tantos outros por aí...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem sou eu pra dizer qualquer coisa... Eu sou só mais um imbecil no meio do rebanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, pensem nisso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termos em que,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pede discernimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 15 de Março de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jarbas Lima Alves da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Isto é apenas um desabafo e um grito de desespero que ficou maior do que eu gostaria...)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=LZwY2eF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=LZwY2eF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/251837805/tratado-da-mediocridade-humana-ou-minha.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/03/tratado-da-mediocridade-humana-ou-minha.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-3342131043410068069</guid><pubDate>Fri, 07 Mar 2008 03:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-09T18:43:18.805-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poemas e Poesias</category><title>Fuga</title><description>&lt;em&gt;Um poema auto-explicativo que se enquadra no meu atual espírito...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria fugir&lt;br /&gt;Dessa selva de concreto&lt;br /&gt;E migrar como um inseto&lt;br /&gt;Sem rumo nem veto&lt;br /&gt;Pra qualquer lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por enquanto&lt;br /&gt;Só me resta&lt;br /&gt;Sonhar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174839557255375618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R9C5KOvYqwI/AAAAAAAAAOI/UzCA2mVGYsA/s320/babilonia_concreto_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(A &lt;strong&gt;Babilônia de Concreto&lt;/strong&gt; com suas luzes-que-nunca-dormem se estende até as mais altas esferas do pensamento humano, controlando seus desejos e subvertendo sua vontade)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=QaMVvwF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=QaMVvwF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/248509097/fuga.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/03/fuga.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-7859193368457914405</guid><pubDate>Wed, 05 Mar 2008 05:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T02:22:16.207-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mini-contos</category><title>Concurso Simplicíssimo de Mini-Contos - Resultado</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Saiu hoje o resultado do &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://opensadorselvagem.org/literatura/tumulto/resultado-do-i-concurso-simplicissimo-o-pensador-selvagem-de-minicontos.html"&gt;I Concurso Simplicíssimo/O Pensador Selvagem de Mini-Contos&lt;/a&gt; no qual eu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;participei com três textos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não venci, mas, observando os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;vencedores, percebo que não tinha muita chance de qualquer forma...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os 4 contos pr&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;emiados eram, de fato, muito bons (o meu preferido foi o da menção honrosa, simplesmente genial!).&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Como o concurso acabou, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;deixarei aqui consignados os três mini-contos que escrevi &lt;/span&gt;para a ocasião. A regra era escrever um conto com não mais que 300 caracteres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AO NATURAL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Desfilava despreocupada pelas lojas chiques do &lt;i&gt;boulevard&lt;/i&gt;. Pouco importava se a achavam mundana ou sem sal. Naquele momento, a vida era sua passarela; os transeuntes, sua platéia. &lt;/p&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Os suspiros que arrancava dos homens confirmavam aquilo que em seu íntimo já sabia: a beleza encomendada não se compara ao &lt;i&gt;glamour&lt;/i&gt; poético da quase-extinta mulher natural.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R84rzevYqtI/AAAAAAAAANw/Twv8aIe7Kxc/s1600-h/fashion_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R84rzevYqtI/AAAAAAAAANw/Twv8aIe7Kxc/s320/fashion_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174121185320413906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EM JUSTIÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A bem-sucedida carreira na área jurídica o tornou famoso em pouco tempo. Promotor malandro e arrogante, condenava todos nas causas em que atuava.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O sucesso lhe subiu à cabeça feito projétil:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Segundo o legista, especificamente entre a região da têmpora direita e o globo ocular.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R84sCuvYquI/AAAAAAAAAN4/xC2FB4URV4I/s1600-h/justice_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R84sCuvYquI/AAAAAAAAAN4/xC2FB4URV4I/s320/justice_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174121447313418978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;VIDAS MASCARADAS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Todos compareceram à festa, sorrisos ocos por trás das máscaras dos convidados.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;No momento do bolo, o aniversariante trocou sua suntuosa fantasia pela beleza do traje a &lt;i&gt;rigor mortis&lt;/i&gt;:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Morreu com a faca cega e a determinação afiada de um suicida inveterado, e levou consigo a inveja generalizada dos presentes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R84stuvYqvI/AAAAAAAAAOA/uFkwoYRu8X8/s1600-h/mascara_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R84stuvYqvI/AAAAAAAAAOA/uFkwoYRu8X8/s320/mascara_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174122186047793906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=6y9fmVF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=6y9fmVF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/245927380/concurso-simplicssimo-de-mini-contos.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/03/concurso-simplicssimo-de-mini-contos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-2849000685577465261</guid><pubDate>Sun, 02 Mar 2008 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-02T12:54:34.489-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Republicação - A Flor Solitária</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Motivo da republicação - Hoje tem show do Maiden, portanto todos os atos do dia estão voltados a este propósito. De qualquer forma, é quase um texto inédito, porque publiquei ele quando o blog ainda era um bebê e por isso teve pouca exposição.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um pequeno texto que escrevi em homenagem ao aniversário de uma amiga. Para proteger sua privacidade, modifiquei aquilo que poderia ligar a história à ela. No mais, rendi uma pequena homenagem ao conto "Tristão e Isolda" pelo qual tenho um profundo apreço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certa vez, surgiu em meio aos Campos Floridos uma flor. Não era, no entanto, uma flor qualquer: era u&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R2e9YtCviDI/AAAAAAAAABc/G7r11rovcLc/s1600-h/rosa-azul_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145289331399690290" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R2e9YtCviDI/AAAAAAAAABc/G7r11rovcLc/s200/rosa-azul_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ma planta altiva, de pétalas frondosas e fragrância suave, porém armada com potentes espinhos em seu caule, prontos a espetar os incautos. Sua coloração azul contrastava com o verde-escuro de seu caule, dando um ar enigmático à tão singular obra da Natureza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;Não obstante, a flor se sentia solitária, pois havia nascido, por infortúnio do destino, em meio a um campo de lindas violetas. As outras flores, por desconhecerem planta como aquela, a consideravam inferior, e por isso a ignoravam por completo. Entristecida, a planta passava o dia a indagar o Destino: “Porque me puseste em meio a este local onde não sou bem vinda? Porque não sou bela como estas outras flores que me cercam? Porque, ó poderoso Destino, nasci tão diferente de meus pares?”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;Perto dali havia um pequeno vilarejo. Era costume dos habitantes locais se dirigirem aos campos para recolher flores. Estas eram usadas para externar algum sentimento que habitasse o espírito humano. Por este motivo, as flores, a quem a mãe natureza lhes dera como objetivo trazer a beleza à Criação, consideravam uma honra serem escolhidas por um humano para corporificarem seus muitas vezes inenarráveis, porém belos sentimentos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;A flor solitária observava com tristeza enquanto todas as outras flores eram colhidas, ao passo que ela apenas recebia olhares de desprezo dos humanos. “Mas que flor horrível!”, exclamavam alguns. “Nunca vi uma flor como essa... Melhor não arriscar. Sei que conseguirei o que desejo se levar alguma outra flor, que já sei que será apreciada”, diziam outros. Com resignação, a flor finalmente compreendeu que seu destino já estava traçado, e apenas a solidão eterna lhe aguardava. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;Um certo dia, enquanto a Lua despontava altiva no firmamento, um jovem chamado Tristão entrou nos campos florais, aparentemente à procura de uma flor como os outros que o sucederam. Devido ao horário, as flores descansavam sob o véu noturno, exceto a flor solitária, cujas lágrimas silenciosas inundavam o campo com sua inaudível melodia. Tristão procurou, procurou, procurou... mas não parecia encontrar o que desejava. Finalmente, vencido pelo cansaço, o jovem se deitou e exclamou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Ó grande Diana, tu que me observas, escuta agora meu lamento! Infeliz o dia em que me apaixonei por Isolda... Amo-a mais do que tudo nesta vida, porém não sei como dizer à ela o que sinto. Por isso tenho procurado alguma flor que pudesse espelhar a pureza e a beleza do sentimento que me acomete e transmitir a mensagem à minha amada, mas apenas encontro flores mundanas, corriqueiras... Belas, certamente são. É certo que não hesitaria em entregar uma em sinal de respeito à quem admiro. Porém, o que sinto agora não é uma emoção comum ao ser humano, e por isso apenas uma flor especialmente bela poderia demonstrar o que realmente sinto. Ó infausto Destino que zomba de meu amor! Não existirá flor à altura do que sinto por minha amada?”&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;Diana, a deusa da Lua, escutou o lamento sincero do jovem apaixonado, e dele se apiedou. Em resposta à sua súplica, um feixe de luz partiu da Lua e foi repousar sobre a flor solitária, destacando-a em meio às inúmeras flores que ali estavam. Ao perceber a graça que lhe era concedida por Diana, o jovem se aproximou da misteriosa planta. Se abaixou, e observou com cuidado aquela flor que repousava em sua frente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;“Eis que encontro o que tanto procurava! Esta flor possuidora de uma beleza rara, que se destaca no meio de tantas outras, corporifica com perfeição o forte e singular amor que sinto pela minha amada! Uma planta rara, como o sentimento que nutro por ela; enigmática, como é o que sinto; audaciosa, por sobreviver em um meio hostil e inóspito - assim como o meu amor, que não encontra barreiras. Não é apenas uma planta, mas sim um presente dos deuses. Por isso, acredito ser este o motivo pelo qual até hoje nunca foste colhida: tua verdadeira beleza só pode ser apreciada por aqueles que nutrem um sentimento puro e forte, e não apenas lapsos emotivos banais que desaparecem com a mesma fugacidade com que surgem. Cem flores podem enfeitar um buquê que será entregue por mãos levianas, mas apenas uma única flor especial pode transmitir corretamente aquilo que sentem os verdadeiramente enamorados. Agradeço a ti, Diana, por esta bênção!“&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;E, ao proferir estas palavras, Tristão colheu com cuidado a flor, que já não mais se sentia sozinha. O jovem deu à ela o nome de “Rosa”, em virtude da graciosidade ostentada por esta.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia seguinte, Tristão se declarou à Isolda, lacrando suas palavras com a entrega da flor, que se tornou representação do amor imortal de ambos. Rosa estava feliz, pois alcançara a maior dentre as honras que o Destino poderia lhe reservar: se tornou a prova viva do amor verdadeiro, o mais sublime e belo sentimento humano que já existiu.&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R2e9_NCviFI/AAAAAAAAABs/uSw3QDWiscc/s1600-h/trist%C3%83%C2%A3o_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145289992824653906" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R2e9_NCviFI/AAAAAAAAABs/uSw3QDWiscc/s320/trist%C3%A3o_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=KUPe1gF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=KUPe1gF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/204373100/flor-solitria.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2007/12/flor-solitria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-6587696867000649828</guid><pubDate>Thu, 28 Feb 2008 15:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-29T23:35:51.125-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Selos e Indicações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dia a Dia</category><title>Formatura, Memes e Selos</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FORMATURA - O Apocalipse Etílico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que começa, tem um fim...&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Projetos, vidas, pudim de leite...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Todas as coisas boas de nossa pífia existência um dia completarão seu ciclo neste plano, e retornarão ao Vazio de onde surgiram. &lt;/p&gt;A parte boa é que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;coisas chatas e malas como faculdade e casamento TAMBÉM terminam!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8TLM_-UioI/AAAAAAAAAMY/r5b-gvbxvbc/s1600-h/broken_marriage_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171481696319867522" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8TLM_-UioI/AAAAAAAAAMY/r5b-gvbxvbc/s320/broken_marriage_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(O amor começa com um príncipe beijando uma princesa, e termina com um careca beijando uma gorda - frase de alguém. Por isso, meninas, lembr&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;em-se: escolham agora um modelo com esse opcional pra vocês já irem se acostumando...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Yay!&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Digo isto porque &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;este final de semana ocorreu a festividade dionisíaca&lt;/span&gt; de conclusão do meu (casamento...? não, isso não rs) curso – a afamada &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;festa de formatura.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Bom, todos devem saber que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu parei de beber...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8bRL_-UiqI/AAAAAAAAAMo/Zx6AMyCT83o/s1600-h/pumpkin-gorfo_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172051226163186338" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8bRL_-UiqI/AAAAAAAAAMo/Zx6AMyCT83o/s320/pumpkin-gorfo_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;(O que acontece quando você combina um prato leve de salada com muita cachaça? No meu caso, você obtém "nostalgia"...)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;....maaaas era uma ocasião especial. Ora, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;beber é parte INTEGRAL e INTEGRANTE da BOA (ou, se não tiver, serve Brahma) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;praxis&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; acadêmica.&lt;/span&gt; Assim, nada mais justo que eu, o antigo Marechal-do-Copo da Santa Causa Etílica, procedesse às formalidades inerentes ao meu posto.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8bQkv-UipI/AAAAAAAAAMg/FmsoyMWbzNo/s1600-h/vodka_roupa_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172050551853320850" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8bQkv-UipI/AAAAAAAAAMg/FmsoyMWbzNo/s320/vodka_roupa_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;(Meu traje de formatura e indumentária oficial da Santa Causa Etílica. Semper Breacum!)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas o mais importante mesmo foi &lt;s&gt;não gorfar no terno novo&lt;/s&gt; reencontrar os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Obs.: Parei de beber denovo. O retorno foi apenas sazonal.)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Comemorações à parte, vim postar no meio da semana para receber e agradecer alguns agrados de amigos blogueiros.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SELOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Pessoal, a &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://nandakiedisdeclama.blogspot.com/"&gt;Nanda Kiedis&lt;/a&gt; gentilmente &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;presenteou meu blog com alguns selinhos&lt;/span&gt;, que coloquei aqui embaixo (muito obrigado!) para repassá&lt;/span&gt;&lt;span&gt;-los:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i56YNaVNI/AAAAAAAAANA/3BW6L8U5v1s/s1600-h/selo_naosaikbca.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i56YNaVNI/AAAAAAAAANA/3BW6L8U5v1s/s200/selo_naosaikbca.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172588584617268434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i524NaVMI/AAAAAAAAAM4/PI9Jt3pkfSM/s1600-h/selo_blogand.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i524NaVMI/AAAAAAAAAM4/PI9Jt3pkfSM/s200/selo_blogand.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172588524487726274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i5v4NaVLI/AAAAAAAAAMw/FGFaEG4xdXQ/s1600-h/selo_alucinogena.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i5v4NaVLI/AAAAAAAAAMw/FGFaEG4xdXQ/s200/selo_alucinogena.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172588404228641970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vou presentear os seguintes blogs&lt;/span&gt; com estes selos (apenas 3 blogs):&lt;/p&gt;O hilário Johnny do &lt;a href="http://johnny-caochupandomanga.blogspot.com/"&gt;Cão Chupando Manga&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A artista e filósofa Nana do blog &lt;a href="http://despelacoqueiro.blogspot.com/"&gt;Pitacos da Naninha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;E finalmente para o mestre poeta Lalo Oliveira, do magnífico blog &lt;a href="http://poeses.blogspot.com/"&gt;Poeses&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Também &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;recebi um selinho da &lt;a href="http://nandakiedisdeclama.blogspot.com/"&gt;Lica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; (to parecendo a Hebe hoje rs) que me deixou muito feliz. É um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;prêmio de "melhor comentador de blogs"&lt;/span&gt;, título que ela acha que eu mereço (muito obrigado pela gentileza!), e que eu repasso para estes 2 comentadores (o selo está aí também):&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i6qINaVOI/AAAAAAAAANI/icfMqUHZyZI/s1600-h/selo_comment.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R8i6qINaVOI/AAAAAAAAANI/icfMqUHZyZI/s200/selo_comment.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172589404956021986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E o selo vai para:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Maria Regina&lt;/span&gt; do blog &lt;a href="http://mreginas.blogspot.com/"&gt;Contém Açúcar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rui Felipe&lt;/span&gt;, do blog que compartilha &lt;a href="http://rruifelipe.blogspot.com/"&gt;seu nome&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(A idéia do selo é do &lt;a href="http://blogueirosquesabemcomentar.blogspot.com/"&gt;Henrique&lt;/a&gt;. Visitem o blog do "projeto" e deixem um comment dizendo que receberam o prêmio)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Tenho também um meme para responder, mas farei isso em um post à parte amanhã.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=3iuBOKF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=3iuBOKF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/242775621/formatura-memes-e-selos.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/02/formatura-memes-e-selos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-879679021148043057</guid><pubDate>Fri, 22 Feb 2008 19:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-23T18:25:00.841-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poemas e Poesias</category><title>A dor de Amor</title><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um poema, uma infeliz verdade...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto muito em dizer, meu senhor&lt;br /&gt;Mas não há cura conhecida&lt;br /&gt;Para aquela ferida&lt;br /&gt;Ardida e sofrida&lt;br /&gt;Da flecha do Amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R78niP-UinI/AAAAAAAAAMQ/MnS9hry9WLo/s1600-h/amor_doido_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 224px; height: 224px;" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R78niP-UinI/AAAAAAAAAMQ/MnS9hry9WLo/s320/amor_doido_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169894366601579122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=X6OFWMF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=X6OFWMF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/239584663/dor-de-amor.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/02/dor-de-amor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-6480653090042519682</guid><pubDate>Sun, 17 Feb 2008 22:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-18T01:03:20.874-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poemas e Poesias</category><title>Republicação - A Sina de Juan</title><description>&lt;div style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estou republicando este poema porque não tive acesso a um pc neste final de semana, e estou sem tempo de criar um post do zero. Aliás, eu to sem tempo pra nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Don Juan é o nome do lendário libertino responsável por seduzir um incontável número de mulheres em satisfação à sua lascívia. Tal personagem, retratado por diversos autores, possui tanta popularidade que seu nome se tornou um adjetivo para o comportamento dos “mulherengos” em geral.&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;Este poema que deixo aqui é baseado em uma peça que na verdade nunca assisti, mas cuja existência me inspirou a escrevê-lo. A peça se chama “Don Juan in Hell” (Don Juan no Inferno), e descreve, segundo informações do &lt;a href="http://tacit.caltech.edu/hell/djplot.html" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt;, o que acontece com Don Juan após sua descida ao Inferno...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Don Juan, por onde andas?&lt;br /&gt;Tuas conquistas, tuas amas&lt;br /&gt;Clamam juntas por teu amor&lt;br /&gt;Mas certo é que teu ardor&lt;br /&gt;Se pra uma queima, noutra se apaga&lt;br /&gt;E assim carrega tua chaga&lt;br /&gt;De eterno conquistador &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Don Juan, por onde andas?&lt;br /&gt;Quem cá chama é teu amor&lt;br /&gt;Este, garanto, é verdadeiro&lt;br /&gt;Nada tem de aventureiro&lt;br /&gt;Como um sem número ao teu redor&lt;br /&gt;Mas certo é, o Tempo clama&lt;br /&gt;Fugaz se torna a tua chama&lt;br /&gt;E logo busca noutra dama&lt;br /&gt;A panacéia da tua dor&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Dias passam noite adentro&lt;br /&gt;Sempre em claro, sempre ardendo&lt;br /&gt;Às jovens sobra o desalento&lt;br /&gt;De servir como sustento&lt;br /&gt;À lascívia, de fomento&lt;br /&gt;Simulacro de um amor&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E ao final, acaba a história&lt;br /&gt;De conquistas e vitórias&lt;br /&gt;Sobra apenas a memória&lt;br /&gt;Do eterno sedutor&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Eis então, a ironia&lt;br /&gt;No Inferno lhe sorria&lt;br /&gt;Uma jovem – quem seria?&lt;br /&gt;Não importa, não a amou&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ouviu isso de tua boca&lt;br /&gt;Que outrora, desejou&lt;br /&gt;E a bela dama , triste e rouca&lt;br /&gt;Por tais palavras chorou...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Desdenhaste a quem te amaste&lt;br /&gt;Por tolo papel passaste!&lt;br /&gt;Teu harém cá não te persegue&lt;br /&gt;Tua amada te tem por jegue!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Pega logo a vestimenta&lt;br /&gt;De bobo da corte, e se contenta&lt;br /&gt;Pois no Inferno somos atores&lt;br /&gt;De passadas vidas e dores&lt;br /&gt;E pra ti o bobo da corte&lt;br /&gt;Sairá melhor que a encomenda!&lt;br /&gt;- Diz o Diabo em reprimenda&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E qual moral disso extraímos?&lt;br /&gt;Talvez que os jovens libertinos&lt;br /&gt;Não tardam a cair no abismo&lt;br /&gt;Que os próprios escavaram&lt;br /&gt;Com tão fútil escapismo...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R3QLE9CviaI/AAAAAAAAAEY/3ebab6HEmmE/s1600-h/don_juan_death_reduced.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148752453724768674" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R3QLE9CviaI/AAAAAAAAAEY/3ebab6HEmmE/s320/don_juan_death_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;("A Morte de Don Juan", de Charles Ricketts, exposto na &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.tate.org.uk/"&gt;Galeria TATE&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; da Inglaterra).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=LltClFF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=LltClFF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/207184881/sina-de-juan.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2007/12/sina-de-juan.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-6635461578001288976</guid><pubDate>Sun, 10 Feb 2008 19:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-10T20:30:05.733-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dia a Dia</category><title>Comunicado</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigos, como devem ter percebido, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;este foi o pe&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ríodo em que fiquei mais tempo longe do blog&lt;/span&gt; desde sua criação. E isso, infelizmente, se tornará a regra de agora em diante...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minha rotina será essa:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Manhã:&lt;/span&gt; Cursinho jurídico pra concursos&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tarde: &lt;/span&gt;Trabalho&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Noite:&lt;/span&gt; Faculdade de Filosofia (Passei na fuvest! \o/)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso, ainda &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;preciso arrumar tempo&lt;/span&gt; pra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dormir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Descansar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jogar videogame&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dar uma deitada básica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ler coisas legais (onde legal = qualquer coisa que não tem NADA a ver com direito)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Repousar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estudar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(necessariamente nessa mesma ordem!)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R69dav-UimI/AAAAAAAAAMI/quzB_TT8g2o/s1600-h/estudo_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R69dav-UimI/AAAAAAAAAMI/quzB_TT8g2o/s400/estudo_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165450011753089634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Meu grupo de estudos...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, não terei muito tempo pra nada... Nem pra orkut, nem pra MSN, nem pra e-mails, nem pra postar ou ler blogs...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não vou abandoná-lo. O coitado do blog ainda é um infante, não seria justo sacrificá-lo tão cedo. Por isso, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;continuarei as atualizações, mas agora farei isso apenas uma ou duas vezes por semana &lt;/span&gt;(mais provavelmente a atualização se dará em um sábado ou domingo).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;vou restringir minha leitura de blogs&lt;/span&gt; a este período... O que é uma pena, porque me acostumei a ler alguns blogs quase como meu pai lê o jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso, meus caros... No mais, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;continuarei lendo os comentários&lt;/span&gt; e, na medida do possível, os responderei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço a todos!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R69aq_-UikI/AAAAAAAAAL4/MTc7d13Fx4A/s1600-h/pqp_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R69aq_-UikI/AAAAAAAAAL4/MTc7d13Fx4A/s320/pqp_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165446992391080514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(A vida é isso aí, amigão: se você fica parado, ela vem e te esmaga! E nem adianta pedir pra sair...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=7hOyrrF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=7hOyrrF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/232769006/comunicado.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/02/comunicado.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-8654429978324089543</guid><pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-05T23:47:50.796-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Paz Preventiva</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Hoje, eu tirei o dia pra pensar... Pensar sobre a vida e todas essas coisas chatas que a acompanham. As conclusões vou ficar devendo... Aprendi que não devemos abrir nossa boca se não temos algo de bom pra falar, então melhor ficar silente. Assim, deixo este pequeno texto de mensagem positiva em lugar de meus íntimos pensamentos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certa vez, um homem estava ensinando ao seu filho algumas importantes lições sobre a história da humanidade, enaltecendo os feitos militares de seus antepassados e a evolução de seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o jovem, intrigado, não conseguia enxergar este ciclo da mesma maneira que seu pai. Então, para dirimir suas dúvidas, o garoto começou a indagá-lo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai, por que, para nos tornarmos grandes, precisamos destruir aqueles que antes chamávamos de irmãos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É simples, filho. Alguns homens, ao longo de suas vidas, se desviam do Caminho. É uma pena, mas esta é a dinâmica da vida... E cabe a nós, fiéis seguidores da Ordem, detê-los através da força se necessário. Desta forma, purificamos a humanidade da raiz que traz o mal às nossas almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não satisfeito com a resposta, o garoto voltou a inquirir seu progenitor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, os homens matam outros homens porque eles escolheram o caminho errado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Exatamente, meu filho... Uma morte é sempre um acontecimento trágico, mas ela nem sempre pode ser evitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai... se eu sair do Caminho, o senhor também vai me matar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não seja tolo, meu filho! É claro que não... A função de um pai é educar seus rebentos para que se tornem pessoas decentes, e não desistimos desta tarefa enquanto o sopro da vida insuflar nosso coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O senhor diz que teria compaixão daqueles que são seus parentes de sangue, e tentaria reverter a situação, independente da dificuldade... Mas os laços de afinidade não deveriam abranger todos aqueles que chamamos de irmãos pelos laços raciais que nos unem? Se existe essa esperança na recuperação de um filho, porque ignoramos esta possibilidade quando se trata de um irmão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É para nossa própria proteção, filho. Se permitimos que eles andem livres por aí, em breve marcharão até nossos quintais, estuprando nossas mulheres e assassinando nossas crianças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confuso pelas respostas, o garoto meditou por algum tempo, e finalmente indagou seu pai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se alguém sai do Caminho, e não enxerga outra trilha a não ser aquela que decidiu percorrer, não seria nosso dever demonstrar aos nossos pares o erro de suas decisões, tentando ao máximo trazê-los novamente à razão? E não é pela compaixão, compreensão e paciência que nossas súplicas adquirem idoneidade, sendo mais passíveis de serem aceitas do que argumentos que se iniciam no cano de uma arma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E porque nos ouviriam? Além disso, se eles possuem armas, não seria sensato atacarmos antes mesmo deles terem a chance de fazê-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas pai... Pensaste que talvez teus adversários pensem da mesma forma? Será que em toda a história da humanidade os dois lados nunca se sentaram para conversar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso é loucura! Nunca daria certo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vocês já tentaram?&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aqueles que enaltecem as maldades encontram diversas justificativas para seus atos, definindo como loucura atitudes análogas que não lhes trazem benefícios diretos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163662159934488434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6kDYE8Ff3I/AAAAAAAAALw/vXLKCp_8mlc/s320/memorial_viena_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(Memorial de Viena contra a Guerra e o Fascismo)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=yeB9KgF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=yeB9KgF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/229939482/paz-preventiva.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/02/paz-preventiva.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-2061227553157684008</guid><pubDate>Sun, 03 Feb 2008 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-05T12:21:47.501-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poemas e Poesias</category><title>O Grande Momento da Vida</title><description>&lt;em&gt;Um poema, uma oração e um prognóstico. O título é uma homenagem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Estou Vivo!&lt;br /&gt;Corre o sangue pelas minhas veias&lt;br /&gt;E a doce brisa matinal acaricia minha alma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou Vivo!&lt;br /&gt;Corro com meus irmãos nos campos&lt;br /&gt;Com a felicidade pueril dos primitivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou Vivo!&lt;br /&gt;Provo o doce néctar das frutas&lt;br /&gt;E observo a beleza inefável das flores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou Vivo...&lt;br /&gt;O tempo cobra seu quinhão&lt;br /&gt;Já não mais vejo beleza ao meu redor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou Vivo...&lt;br /&gt;O colorido se torna cinza&lt;br /&gt;E o coro das crianças, uma marcha fúnebre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou Vivo?&lt;br /&gt;Carrego o pesado fardo&lt;br /&gt;Daqueles que sabem estar presos na jaula do Destino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou Vivo...?&lt;br /&gt;Aguardo pacientemente&lt;br /&gt;O inevitável Fim que tudo abarca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é no derradeiro momento&lt;br /&gt;Que recebo a dádiva da felicidade&lt;br /&gt;...Estou Morto&lt;/p&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162895035825749858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6ZJrk8Ff2I/AAAAAAAAALo/u5G4qhz8w00/s320/Amargo+ciclo.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(Nossas vidas não são mais que suspiros fugazes na cósmica Eternidade)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=EsFediF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=EsFediF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/228588682/o-grande-momento-da-vida.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/02/o-grande-momento-da-vida.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-6058513663486825535</guid><pubDate>Fri, 01 Feb 2008 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-01T11:59:16.129-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Republicação - Duelo dos Deuses</title><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Todo poeta ou escritor, ainda que amador como eu, almeja por aquele indescritível lampejo de criatividade, aquela centelha de inspiração que lhe permitirá envolver em volúpias gráficas o virginal papel. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Durante a história de nossa raça, muitos foram aqueles que afirmaram possuir uma entidade responsável por lhes inspirar, por lhes insuflar os corações com o vigor criativo necessário para a produção de suas belas obras. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ainda qu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e eu não crie obras notáveis como tantos mestres que me precederam, mesmo eu possuo minha musa, aquela responsável por guiar minha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; pena com seu divino sopro inspirador. E à esta musa, minha Calíope pessoal, cujo nome não será aqui por mim desvendado - e para tanto alterei um nome desta história - dediquei esta obra, já que ela me inspirou em sua feitura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R3ZjO9CvijI/AAAAAAAAAFg/jTOlhu66q6Q/s1600-h/odin_reduced.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149412332500126258" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R3ZjO9CvijI/AAAAAAAAAFg/jTOlhu66q6Q/s400/odin_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;...e os deuses não conseguiam concordar. A contenda atingiu tamanhas proporções, que decidiram resolver quem estaria com a razão através de um duelo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Vão, e tragam aquilo que possuir a maior beleza em toda Midgard. Aquele que trouxer o mais belo dos bens será o vencedor. - Disse Wotan, o Caolho.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E ao seu comando, os deuses partiram. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Passado algum tempo, os deuses retornaram. O primeiro a se apresentar fora Loki, e por isso ganhou ele o direito de falar antes de todos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Poderoso Odin, trago-lhe aquilo que desperta a maior ambição entre os homens e anões: o ouro, cuja beleza resplandecente cega até o espírito dos mais fortes.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Belas são estas fortunas, e decerto trazem alento ao coração de seus donos. Mas sua beleza desaparece tão logo a cobiça se espalha pelo espírito, e traz o Caos às almas dos incautos - Replicou Odin - Diz tu, bravo Thor, qual foste a beleza que trouxeste?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Poderoso Pai, trago diante de ti toda a beleza do mais belo dos animais de sacrifício. Este majestoso boi branco, cuja linhagem descende da sagrada Audumbla, não apenas demonstra beleza em sua aparência, mas também em sua função na terra: a de louvar os deuses com sua vida, e de alimentar os humanos com sua carne. Não há, portanto, maior beleza, pois este altivo animal ora sustenta os pilares da honra ao divino, ora abastece os próprios homens com sua força vital.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Odin analisou o boi com cuidado, e finalmente proferiu sua sentença:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Certamente belo é o animal, e ainda mais belo é o seu destino. Porém, não passa de uma qualidade fugaz, um lapso se considerarmos que a ação responsável por alçar às alturas sua beleza é a mesma que ceifa sua vida, entregando tudo ao esquecimento. Mostra, agora, teu avatar da beleza, Bragi, e honra teu nome como senhor dos poetas!&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Meu senhor, trago diante de vós aquele que é o mais belo de todos os seres, e todos hão de comigo concordar. Pois eis aqui a mais bela das criações, cujo vislumbre arranca suspiros até dos mais gélidos corações. Não há nesta terra homem, anão, elfo, Vanir, Aesir ou Gigante que não lhe dedique belos pensamentos ao fitá-la. Falo da beleza impassível das belas damas que habitam Midgard, responsáveis pela própria dinâmica de toda existência. E não é nas suas nobres senhoras que os poetas buscam inspiração para criar suas mais estimadas obras? E não é por elas que tanto homens quanto deuses se lançam ao conflito, a exemplo do risco que correram Thor e Loki para não expor a bela Freya ao perigo nas garras do gigante Thrym? E não é, finalmente, de seu ventre que nasce a Vida, dando continuidade ao ciclo eterno que permite a nós apreciarmos o que há de extraordinário na Existência?&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;Pois seu semblante reflete toda a sabedoria daquilo que existe, e mesmo um tolo declamará: não há, em qualquer dos nove mundos, ser mais belo que este.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os deuses, admirados com as palavras do mestre dos bardos, começaram a ovacioná-lo em aprovação. Todos, à exceção de Loki, que prontamente interrompeu a solenidade, indagando o deus com escárnio na frente de todos:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Bonitas são as palavras de Bragi, e merecido é seu título de senhor dos poetas. Porém, de que adiantam belas palavras, se de mãos vazias aparece o deus diante do mais sábio dentre os sábios? Se existe a beleza suprema que tu declamas, não sejas ganancioso. Mostre-a para nós! Não prive teus irmãos de tão bela visão! &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E Odin, em sinal de aprovação, fitou os olhos de Bragi, como que incitando o deus a replicar os comentários maldosos do deus da trapaça.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Certamente, não seria capaz de tamanho despautério! Desci até os reinos inferiores, e aqui não retornei de mãos vazias. É que a beleza que lhes trago é tão fulgurante, que certamente entorpeceria os sentidos daqueles que a vissem, tornando inútil discursar depois de a vós apresentá-la. Eis, aqui, a bela Vecantha! Mirem sua beleza, e digam se não tenho razão em meus declames!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E ao proclamar estas palavras, uma figura encapuzada surgiu no meio da sala, antes desapercebida no meio da multidão. Ela retirou seu capucho, revelando uma beleza ainda maior do que aquela por Bragi preconizada - e nem poderia ser diferente, pois ainda que proclamados pelo mestre das palavras, quaisquer elogios seriam insuficientes para descrever aquilo que mesmeriza até aos deuses. A pele alva e os cabelos sedosos contrastavam com a formosura de seu semblante, de tal sorte que até mesmo Freya, diva da beleza, enrubesceu diante da bela humana. &lt;/p&gt;O silêncio que tomou o lugar custou a ser quebrado, mas nele, foi dito muito mais do que quaisquer palavras poderiam fazê-lo: que Bragi era, por unanimidade, o vencedor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R3ZkZNCvikI/AAAAAAAAAFo/NgppY6qqrHs/s1600-h/valkyrie_reduced.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149413608105413186" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R3ZkZNCvikI/AAAAAAAAAFo/NgppY6qqrHs/s320/valkyrie_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Figura de uma Valquíria)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Decidi republicá-lo porque faz tempo que não dou update aqui, mas to sem tempo pra criar um post do zero agora...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=61gvNHF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=61gvNHF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/208318831/duelo-dos-deuses.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2007/12/duelo-dos-deuses.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-1673298314303461394</guid><pubDate>Fri, 01 Feb 2008 02:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-01T01:44:49.453-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Selos e Indicações</category><title>Mais 3 Selos e 1 Meme</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Desculpem pelo sumiço, mas o trabalho anda... bem, trabalhoso... &lt;strong&gt;Nunca vi tanto processo em tão pouco tempo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161796477680713346" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6JijE8FfoI/AAAAAAAAAJ4/78-WYC26ZJs/s400/tren%C3%B3_pronto_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(Eu e outros escraviários [são uns cachorros mesmo, não?] levando às pressas um monte de processos para o protocolo...)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pessoal, a &lt;a href="http://despelacoqueiro.blogspot.com/"&gt;Nana&lt;/a&gt; me enviou um &lt;strong&gt;Meme&lt;/strong&gt; e me presenteou com alguns selinhos pro meu blog... Muito obrigado &lt;a href="http://despelacoqueiro.blogspot.com/"&gt;Nana&lt;/a&gt;!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o meme denominado &lt;strong&gt;6 coisas peculiares&lt;/strong&gt;, eu &lt;strong&gt;devo nomear 6 coisas peculiares que eu tenho ou faço&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai a listinha:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1-&lt;/strong&gt; Sou &lt;strong&gt;louco por lobos&lt;/strong&gt;. Tenho até uma corrente que eu mandei fazer cujo pingente é a cabeça de um lobo, e se um dia eu fizer uma tatuagem – como de fato pretendo – será da luta entre Fenrir (...que é um lobo rs) e Odin (que é um zé mané e &lt;strong&gt;****SPOILER****&lt;/strong&gt; vai levar uma sova do Fenrir no &lt;strong&gt;Ragnarok&lt;/strong&gt;! TOMA ESSA!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2-&lt;/strong&gt; Eu &lt;strong&gt;coleciono videogames&lt;/strong&gt; e periféricos dos mesmos (tenho 3 sega saturnos, por exemplo... Um diferente do outro. Aliás, se quiserem me doar alguma velharia do mundo dos games, eu aceito! rs)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3-&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Coleciono desenhos japoneses&lt;/strong&gt;... (da última vez que contei, tinha mais de 1 Terabyte de coisa japoronga nos meus arquivos)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4-&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Não consigo sair de casa sem uma coisa em cada pulso&lt;/strong&gt;, normalmente uma pulseira e um relógio. Sério, me sinto mal mesmo! É estranho...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5-&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Eu uso um Ngage&lt;/strong&gt; classic de celular... (na boa, isso é bem peculiar E esquisito. Aliás, digo “uso” porque ter mesmo, eu tenho 3 rs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6-&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Tenho um fliperama&lt;/strong&gt; no meu "apertamento" minúsculo (um dia faço um post só contando a saga que foi comprar esse troço...)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161803203599498914" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6Joqk8FfqI/AAAAAAAAAKI/cxOLB68k9Oc/s320/fliperama.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(Meu fliperama, e também o melhor e mais legal porta-gravatas do mundo!!)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SELOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Além do meme, &lt;strong&gt;a &lt;a href="http://despelacoqueiro.blogspot.com/"&gt;Naninha&lt;/a&gt; gentilmente me indicou para receber mais 3 selos&lt;/strong&gt; (Muito obrigado, de coração!):&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161829196741574322" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6KATk8FfrI/AAAAAAAAAKQ/U3dD98___gU/s200/selo1_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161829321295625922" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6KAa08FfsI/AAAAAAAAAKY/GYLTZ5TdIFM/s200/selo2_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161829514569154258" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R6KAmE8FftI/AAAAAAAAAKg/P_BSyjG3jCQ/s200/selo3_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como ganhei todos de uma vez, &lt;strong&gt;vou repassá-los em conjunto&lt;/strong&gt; - os selos e o meme - para 5 blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são os mestres do Panteão da Blogosfera escolhidos por mim para receberem os prêmios e o meme:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://merlimopirata.blogspot.com/"&gt;Merlim, O Pirata&lt;/a&gt; - &lt;strong&gt;Senhor das Conjecturas e Protetor dos Piratas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://johnny-caochupandomanga.blogspot.com/"&gt;O Cão Chupando Manga&lt;/a&gt; - &lt;strong&gt;Mestre das Ilusões e Portador da Piada Cósmica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogcereja.blogspot.com/"&gt;Devaneios Bobos&lt;/a&gt; - &lt;strong&gt;Regente Onírica dos Sonhos Consistentes&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://espadadotemplario.blogspot.com/"&gt;A Espada do Templário&lt;/a&gt; - &lt;strong&gt;Lorde das Nobres Idéias e Guardião da Esperança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://criptonimo.blogspot.com/"&gt;Criptônimo&lt;/a&gt; - &lt;strong&gt;Lendária Escriba do Livro da Vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todos os blogs fazem parte da minha mitologia de leitura, e eu os visito com regularidade. Indico a qualquer um que tencione ampliar seus horizontes!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;" align="justify"&gt;(eu também tinha alguns selos extras que não tinha"retirado" ainda do blog da Naninha, mas estes eu não vou repassar, darei uma de egoísta rs - é que senão vou sobrecarregar meu blog só com imagens de selos no post! hehe)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=490IAmF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=490IAmF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/226936444/desculpem-pelo-sumio-mas-o-trabalho.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/02/desculpem-pelo-sumio-mas-o-trabalho.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-8240384002977520553</guid><pubDate>Mon, 28 Jan 2008 03:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-28T01:50:53.904-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poemas e Poesias</category><title>Entrefados</title><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um pequeno poema que sintetiza o que sinto todos os dias entre o horário em que acordo, e o momento em que novamente repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, ganhei alguns selos indicados pela Nana, pelo que agradeço desde já. Mas farei um post decente na próxima atualização com eles e os novos indicados, bem como com os devidos agradecimentos (agora to sem tempo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, Enfado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ardo&lt;br /&gt;Com o fardo&lt;br /&gt;De ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado&lt;br /&gt;De meu fado&lt;br /&gt;...Sofrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R5TactCvi8I/AAAAAAAAAJI/o_dW4alR5CA/s1600-h/tedio_reduced.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R5TactCvi8I/AAAAAAAAAJI/o_dW4alR5CA/s320/tedio_reduced.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157987659908352962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/224325308/entrefados.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/01/entrefados.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-3091677895851097870</guid><pubDate>Thu, 24 Jan 2008 02:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-24T03:13:56.196-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos</category><title>Nada e Ninguém</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um pequeno conto, que é mais um reflexo de minha natureza interna. Este conto é, de certa forma, a continuação espiritual de outro dos meus que já postei aqui anteriormente. Mas não há necessidade de sua leitura para compreensão do texto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Também aviso que no texto original utilizei um recurso para dinamizar a leitura deste texto que é um diálogo. Para retirar a necessidade de identificação dos personagens, utilizei uma cor para a fala de cada um deles. No entanto, como sou uma anta e não sei mudar a cor do texto por aqui, coloquei um deles em negrito, e o outro, em letras normais para simular o efeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Na encruzilhada das Sendas do Destino]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, amigo. Quem é você?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Eu sou Nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Nada? Porque tens um nome tão desprovido de sentido?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Porque sou a exata ausência de alguma coisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não parece um tanto paradoxal que você seja Nada, e ao mesmo tempo esteja discutindo comigo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Talvez não... E tu? Qual é teu nome?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Eu sou Ninguém.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Eis, então, a solução do mistério, e o início do problema: Nada nem Ninguém conversam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;- Entendo... Quem, afinal, determinou teu nome?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Certamente a Vida, ou o Destino. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não, isso não pode ser... A Vida é uma mãe passiva, e o Destino um pai ausente, ao menos no presente... O que tu és? De qual raça provém?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Já disse a Ninguém! Eu não sou nada!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Mas ao mesmo tempo é alguma coisa... não?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Porque diz isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Se assim não fosse, diria “Eu sou nada!”&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Em eras passadas, já fui humano... Mas, como já disse, hoje sou Nada, assim como tu és Ninguém. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;- Se já foste humano, como perdeste tal condição? Não seria esta inerente ao teu ser?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- A história é longa, e pouco importante... Deseja mesmo ouvir?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Temos Tempo... Ou melhor, não temos, pois aqui, na encruzilhada do Fim das Eras, sequer Ele reside.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;- Pois bem... contarei brevemente minha história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu era um humano como qualquer outro... Ou ao menos, era o que eu achava. Meu convívio com esta sórdida raça me fez perceber o quão pouco tínhamos em comum. Parti, então, rumo ao desconhecido, e tomei um local isolado como lar. Lá, acreditei encontrar um irmão espiritual, um lobo a quem já chamei de amigo, mas, com o tempo, percebi que éramos por demais diferentes, e por isso nos separamos. Tentei me tornar um com a nature&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;za, mas também percebi que da própria flora era eu diferente. Percebi, então, que não era nem um, nem outro, e se não era coisa alguma, apenas poderia ser nada. E Nada me tornei, engolido para sempre pelo vácuo de minha própria essência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;- Escutei com atenção, amigo. Nosso trajeto é diverso, mas nossas histórias, semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já fui outrora um lobo, e corria livremente pelas planícies em busca de alimento com meus pares. No entanto, era por meus irmãos rechaçado, e de maneira alguma era por eles considerado seu igual. Verti lágrimas incontáveis, e o sofrimento me acompanhou em minha jornada. Até que, um dia, resolvi me libertar dos grilhões que me aprisionavam, e parti em busca de alento na vida solitária. Por muito tempo perambulei isolado, e no início tal condição me agradava. Mas passaram-se os anos, e a muito custo percebi que a vida só é dolorosa. Não há sentido em sua própria existência, se não aquiescem dela teus pares. Assim, vitórias são vazias, pois com ninguém são compartilhadas, e lembranças inexistem, eis que ninguém irá delas se lembrar. E ao final, tua existência é irrelevante, pois ninguém há de notá-la ou rememorá-la. No entanto, encontrei em minhas andanças um espírito-irmão. Tratava-se de um humano, por quem nutri grande afeto. Mas, ao final, nos separamos, porque éramos por demais diferentes, ainda que sobremaneira iguais. E desde então me tornei Ninguém, esquecido por todos – até mesmo por mim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Diz, então, Ninguém, porque, de todos os lugares, vieste parar aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Tu bem sabes porque, Nada, mas ainda assim responderei. Se ninguém de ti se lembra, e com ninguém deseja manter contato, apenas resta o isolamento. E tal desejo, se for suficientemente forte em teu espírito, há de se realizar mesmo após a morte. E em qual outro lugar poderia eu repousar, senão no Fim das Eras, onde é certo que nenhuma alma viria se aventurar?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- É certo que aqui estou por igual motivo, pois se nada desejo, apenas o nada posso encontrar. No entanto, cá estamos, eu e tu - e de repente, eu perdi meu nada; e tu, perdeste teu ninguém.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Sim, estranha coincidência nos acomete. Imagino o motivo deste encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- São sábios os regentes do Universo, e eles, dizem muitos, são reis justos e piedosos. É certo que ambos desejamos o isolamento, mas quem sabe o grito silencioso que escoou de nossa alma? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;- Ainda assim, não há nada que desejasse em meu íntimo no momento de minha partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- E mesmo em vida, não possuía algum desejo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Clamei em vida por companhia, mas vi que foi em vão. Por isso, desisti, e procurei viver uma vida solitária. E de fato o fiz... Não, espera. Me lembro agora. Realmente, após me despedir de meu irmão humano, uma ponta de arrependimento me acompanhou dali em diante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- E o mesmo digo de meu amigo lobo, de quem com pesar me separei. Creio que o arrependimento me acompanhou até meus últimos dias naquela terra...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Seria este o motivo de nossa reunião? Seria tu o irmão que perdi em vida, e que agora reencontro após a morte?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Bendito seja, irmão! Enfim compreendo a inefabilidade dos desígnios divinos... Ainda que longa e penosa seja a jornada, reco&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mpensador é o seu desfecho! Eu finalmente encontrei o que desejava, Nada, e tu, encontraste Ninguém!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dessa forma, pude finalmente compreender meu lugar no Universo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu sou Nada, amigo de Ninguém. E esta existência me basta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autor: Jarbas Lima Alves da Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R5f7Uk8FflI/AAAAAAAAAJg/EO7fz9neTgQ/s1600-h/destino_perp%C3%83%C2%A9tuo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158868229107842642" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R5f7Uk8FflI/AAAAAAAAAJg/EO7fz9neTgQ/s320/destino_perp%C3%A9tuo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Destino, o guardião daquilo que Foi, É e Será. No entanto, nem mesmo em seu livro estão escritas todas as histórias...)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?a=PpKHrRF"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/diariodeumlobo?i=PpKHrRF" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/diariodeumlobo/~3/222021955/nada-e-ningum.html</link><author>jarbas007@gmail.com (Feänor)</author><feedburner:origLink>http://diariodeumlobo.blogspot.com/2008/01/nada-e-ningum.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4741915357423664900.post-6255296597370266629</guid><pubDate>Wed, 23 Jan 2008 00:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-01T00:24:31.284-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Selos e Indicações</category><title>Selo</title><description>Amigos, é com muita satisfação que recebo do blog &lt;a href="http://cafeinasonaobasta.blogspot.com/2008/01/mais-um.html"&gt;Cafeína Só Não Basta&lt;/a&gt; meu primeiro selo. Agradeço ao Sidcafeína pela honra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158469490814454738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-AQO8Z_LX9Y/R5aQq9Cvi9I/AAAAAAAAAJQ/88Ku0h4QrR4/s320/selo_reduced.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Seguem as regras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - Este prêmio deve ser atribuído aos blogs que o premiado considere como sendo "bons" (entendem-se como bons os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;2 - O Blog que recebe o "Diz que até não é um mau blog" deve escrever um post:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Indicando a pessoa que lhe deu o prêmio com um link para o respectivo blog;&lt;br /&gt;b) Mostrando tag do prêmio e as regras;&lt;br /&gt;c) Indicando outros 7 blogs para receberem o prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Deve exibir a tag do prêmio no seu blog.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;E sem mais delongas... Meus indicados são estes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mreginas.blogspot.com/"&gt;Contém Açúcar&lt;/a&gt; - &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Um blog de poesias&lt;/span&gt;, daquelas que não são apenas um agregado de belas palavras, mas sim, a transliteração de riquíssimos sentimentos humanos... Recomendo aos que desejam entrar em contato com os mais nobres sentimentos do ser humano em forma escrita. Entrem, vocês não se arrependerão!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://roadtoenderheim.blogspot.com/"&gt;Road to Enderheim&lt;/a&gt; - &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Um blog de contos e poesias&lt;/span&gt; de um novo escritor - tanto em idade quanto no ofício - cujas obras possuem uma predileção pela temática fantástica medieval. Gosto muito de seus textos, e invejo a habilidade que ele possui em criar poesias na língua inglesa. Façam uma visita!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://contosancestrais.blogspot.com/"&gt;Contos Ancestrais&lt;/a&gt; - Dos blogs do &lt;a href="http://http//www.blogger.com/profile/04790837926564577851"&gt;Arthurius&lt;/a&gt; - todos excelentes - este é o meu preferido. &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Um blog de contos&lt;/span&gt;, contos maduros assim como aquele que os escreve, e que transbordam profissionalismo. Aos que ali se aventurarem, esperem por descrições ritmadas que prendem a atenção, e desfechos inesperados e surpreendentes. Confiram que vale a pena!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://estilha.blogspot.com/"&gt;Apenas Cacos, Pedaços&lt;/a&gt; - &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Excelente blog de poesias&lt;/span&gt;. Recomendo para qualquer um que deseja entrar em contato com a poesia amadora que, no entanto, se estrutura como a de um profissional. O jogo de palavras é uma característica natural da autora, e acreditem, ela faz isso com maestria. Recomendadíssimo!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://entrudo-de-miramar.blogspot.com/"&gt;Memórias Sentimentais&lt;/a&gt; - Eu pensei em colocar apenas blogs literários nesta lista, mas não consegui não incluir o dessa brilhante garota. &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Este é um blog de reflexões críticas da autora acerca de assuntos da atualidade&lt;/span&gt;. Então, o que ele tem de especial? A pessoa que os escreve... Os textos são concisos e muito bem estruturados. As idéias fluem sem saltos lógicos, e a conclusão sempre se embasa nas premissas anteriores. A linguagem é excelente... Simples, porém requintada - não recai em pedantismos desnecessário, mas ao mesmo tempo não se rende ao coloquialismo: é simplificada, mas não banalizada. Textos esteticamente perfeitos, na minha humilde opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não só de estética vive um texto, e lhes garanto que a maestria argumentativa da autora do blog deve ser apreciada em primeira mão, porque meros comentários de terceiros não lhe fariam justiça... Entrem, visitem... E se surpreendam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://soudestro.blogspot.com/"&gt;Confessionário &lt;/a&gt;- Este blog, embora não seja de contos, é como se fosse... &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;É um blog estilo "diário"&lt;/span&gt;, e relata a vida do autor, César, e suas peripécias amorosas. O destaque fica para o estilo da escrita: ele consegue te prender com a narração, que é simples, mas rica. São textos que extravasam sentimentos, e que, tenho certeza, prendem a atenção de qualquer um. Se você ainda não conhece, dê uma passada, e talvez vire mais um fã - ou umA fã, o que, imagino, ele prefira rs - do seu autor. (um dia, talvez a história dele vire um livro... e venderá bem, tenho certeza).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.contos-de-aneras.blogspot.com/"&gt;Contos de Anerás&lt;/a&gt; - &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Este é um blog de "contos"&lt;/span&gt; - as aspas estão aí porque, na verdade, se tratam de histórias conexas, pertencentes à uma mitologia una - que conheci há muito pouco tempo, mas do qual já me tornei um leitor fiel. Trata-se da descrição dos eventos que permeiam o mundo fantástico-medieval criado pelo autor, e lhes garanto que a leitura vale a pena. Aos fãs de Salvatore e Weis &amp;amp; Hickman, leiam já que não se arrependerão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são meus escolhidos... Este post tomou todo meu tempo de hoje, e por este motivo, informarei os escolhidos apenas amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;E amanhã, postareia a continuação espiritual de um conto meu que publiquei em outra oportunidade...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, uma última coisa: &lt;strong&gt;PRECISO URGENTEMENTE DE ALGO PRA LER FEEDS&lt;/strong&gt;! Visitar blog por blog simplesmente não dá mais... Tá na hora de evoluir hehe. Por favor, ME &lt;strong&gt;RE