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	<title>Diário Rural</title>
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		<title>Quatro a cinco pessoas submersas numa pedreira após aluimento de terras em Borba</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 17:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Borba]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedreiras]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Protecção Civil suspeita que quatro a cinco pessoas poderão ter ficado submersas hoje numa pedreira na zona de Borba, no distrito de Évora, depois de uma estrada ter abatido, disse fonte dos bombeiros. A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou que, na sequência de um aluimento de terras [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Protecção Civil suspeita que quatro a cinco pessoas poderão ter ficado submersas hoje numa pedreira na zona de Borba, no distrito de Évora, depois de uma estrada ter abatido, disse fonte dos bombeiros.</p>
<p>A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou que, na sequência de um aluimento de terras entre Borba e Vila Viçosa, a estrada abateu para dentro da pedreira, que fica contígua.</p>
<p>&#8220;Há a suspeita de quatro a cinco vítimas que estarão submersas no interior da pedreira&#8221;, relatou a fonte, referindo que o alerta foi dado às 15h45.</p>
<p>Às 17h20, as operações de socorro mobilizavam 43 operacionais e 14 veículos das autoridades, além de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
<p>A pedreira está localizada junto à Estrada Nacional (EN) 255.</p>
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		<title>Pescadores de Sagres queixam-se de falta de condições de segurança no Porto da Baleeira</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2018 10:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Caça e Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de pesca]]></category>
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		<category><![CDATA[Docapesca]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Os utilizadores do porto da Baleeira, em Sagres, no Algarve, queixam-se da falta de condições de segurança, situação que a Docapesca está a tentar reverter com obras na infraestrutura, construída há 40 anos e sem intervenções desde então. O presidente da Associação dos Armadores de Pesca de Sagres, Mário Galhardo, aponta o estado de degradação [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Os utilizadores do porto da Baleeira, em Sagres, no Algarve, queixam-se da falta de condições de segurança, situação que a Docapesca está a tentar reverter com obras na infraestrutura, construída há 40 anos e sem intervenções desde então.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O presidente da Associação dos Armadores de Pesca de Sagres, Mário Galhardo, aponta o estado de degradação das pontes-cais onde as embarcações acostam e das escadas metálicas para os pescadores acederem a terra como as situações que carecem de uma resolução mais urgente.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Em Outubro, a Docapesca lançou um procedimento para a reposição das condições de embarque e desembarque dos tripulantes que operam na ponte-cais sul, com a colocação de dez novas escadas de acesso, já que, das existentes, algumas estão inutilizadas por risco de ruírem.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Já houve alguns acidentes de homens que vinham a subir as escadas, elas partiram-se e caíram ao mar. Vá lá que caíram dentro de água, se fosse em cima dos barcos era mais complicado”, conta Mário Galhardo, sublinhando que esta é a primeira vez que estão a ser feitas melhorias no porto desde a sua construção.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">A presidente do Conselho de Administração da Docapesca, Teresa Coelho, admite que não consegue “resolver todos os problemas” do porto da Baleeira, no concelho de Vila do Bispo, distrito de Faro, mas assegura que a empresa que desde 2014 gere os portos e lotas portugueses está a tentar, gradualmente, repor as condições de segurança naquela estrutura.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Fizemos um cais flutuante que permite melhores condições de acostagem e de atracação, foram colocadas defensas, adquirimos uma grua que permite melhores condições para a movimentação do pescado e, actualmente, lançámos um concurso para escadas novas no cais”, refere.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Para 2019 está previsto um investimento na ponte-cais sul de 1,2 milhões de euros, para torná-la completamente operacional, e apenas numa segunda fase será reabilitada a ponte-cais norte, interditada pela Docapesca há cerca de dois anos.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Achámos que seria mais importante tornar uma das pontes-cais completamente operacional e, numa segunda fase, olhar para a segunda ponte, até numa perspectiva de articulação com as autoridades turísticas”, acrescenta Sérgio Faias, administrador da empresa.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">No que toca ao turismo, o presidente da Junta de Freguesia de Sagres defende uma estratégia concertada para dinamizar o potencial económico do porto, que “nunca foi explorado”, já que Sagres se situa numa zona estratégica para a navegação, ao largo da qual passam diariamente dezenas de barcos.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Todos os navios que fazem a viagem entre o Mediterrâneo e o norte da Europa passam junto a Sagres, eles só não entram aqui porque não temos condições para os abrigar”, lamenta Luís Paixão, que considera que as obras a desenvolver no porto têm de ser projectadas nesse sentido.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Um porto de abrigo que pudesse para receber visitantes, um núcleo museológico ligado ao mar no edifício onde funcionava a antiga lota ou condições para o visitante poder ver a transacção do peixe são medidas que “podem demorar muito a concretizarem-se, mas que têm de ser pensadas já”, no seu entender.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">De acordo com o autarca, a freguesia recebe mais de um milhão de visitantes por ano, que visitam a Fortaleza, o monumento mais visitado do Algarve, e o Cabo de S. Vicente, “mas pouco entram em Sagres”.</p>
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		<title>Oliveira do Hospital gasta um milhão de euros a eliminar eucaliptos</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2018 19:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Oliveira do Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Eucaliptos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Câmara de Oliveira do Hospital vai investir um milhão de euros na compra de árvores autóctones como incentivo aos proprietários para arrancarem os eucaliptos que nasceram após os incêndios, anunciou a autarquia. “Vamos fazer este esforço financeiro enorme” para que os donos dos terrenos, infestados por milhões de eucaliptos nascidos espontaneamente na sequência dos [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p data-userway-font-size="16">A Câmara de Oliveira do Hospital vai investir um milhão de euros na compra de árvores autóctones como incentivo aos proprietários para arrancarem os eucaliptos que nasceram após os incêndios, anunciou a autarquia.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Vamos fazer este esforço financeiro enorme” para que os donos dos terrenos, infestados por milhões de eucaliptos nascidos espontaneamente na sequência dos fogos de 15 de Outubro de 2017, “se sintam motivados” a remover esta espécie exótica, disse o presidente da Câmara Municipal, José Carlos Alexandrino.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Numa “tentativa para combater esta nova desgraça do concelho”, no distrito de Coimbra, a autarquia vai doar aos interessados castanheiros, medronheiros, carvalhos, pinheiros-mansos e outras espécies da flora primitiva, adiantou.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O autarca, que cumpre um terceiro e último mandato, afirmou que a Câmara “vai investir 500 mil euros numa primeira fase” com esse objectivo, disponibilizando a restante verba em momento posterior.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Não é isto que nós queremos deixar às gerações vindouras”, sublinhou, lamentando que “grandes interesses” continuem a apostar na disseminação do eucalipto em Portugal, apesar de estarem demonstradas as consequências nefastas desta monocultura para o ambiente, designadamente na propagação dos incêndios.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O município de Oliveira do Hospital está a promover “várias acções de sensibilização junto dos proprietários”, incentivando-os a procederem “rapidamente ao arranque dos pequenos eucaliptos”, com “especial enfoque” nos terrenos junto aos aglomerados populacionais, refere a autarquia em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“O eucalipto está a invadir o território por via da germinação descontrolada das sementes, formando mantos contínuos que impedem o crescimento de outras espécies”, acrescenta.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal esclarece que estas plantas “não se transformarão em árvores com valor económico, mas sim num grave e dispendioso problema” ecológico.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Se os jovens eucaliptos “não forem arrancados com urgência, a sua eliminação só será possível com recurso a corte e aplicação de herbicida”, com “prejuízos à natureza e ao homem”, havendo ainda o risco de “aumento da carga de combustível inflamável”, adverte a nota.</p>
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		<title>Jogadora de futsal detida por agredir árbitro é presente amanhã ao Tribunal de Torres Vedras</title>
		<link>https://www.diariorural.pt/2018/10/28/jogadora-de-futsal-detida-por-agredir-arbitro-e-presente-amanha-ao-tribunal-de-torres-vedras/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2018 18:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Torres Vedras]]></category>
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		<category><![CDATA[Associação Portuguesa Árbitros Futebol (APAF)]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma atleta que agrediu o árbitro do jogo de futsal feminino entre Paulenses e Pregança é presente amanhã de manhã no Tribunal de Torres Vedras, revelou hoje o presidente da Associação Portuguesa Árbitros Futebol (APAF), Luciano Gonçalves. Os Paulenses, de Torres Vedras, recebiam em casa o Pregança, da Lourinhã, num encontro a contar para o [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma atleta que agrediu o árbitro do jogo de futsal feminino entre Paulenses e Pregança é presente amanhã de manhã no Tribunal de Torres Vedras, revelou hoje o presidente da Associação Portuguesa Árbitros Futebol (APAF), Luciano Gonçalves.</p>
<p>Os Paulenses, de Torres Vedras, recebiam em casa o Pregança, da Lourinhã, num encontro a contar para o Campeonato Distrital de Futsal Feminino da Associação de Futebol de Lisboa, quando uma das jogadoras decidiu agredir o árbitro do encontro, um jovem de 17 anos.</p>
<p>“Estes actos de cobardia são mais graves do que aparentam”, refere Luciano Gonçalves na sua página de facebook, acrescentando que constituem a “destruição do trabalho de dezenas pessoas por todo o país no recrutamento e retenção destes jovens [árbitros] e que infelizmente por estas atitudes se deita tudo a perder”.</p>
<p>O presidente da APAF sublinha que “felizmente este jogo tinha policiamento e a atleta agressora foi logo detida”, aproveitando a publicação para “dar os parabéns à força policial presente que fez a sua obrigação legal, identificando e detendo a agressora”.</p>
<p>Luciano Gonçalves espera agora que do tribunal “uma condenação rápida e justa” da agressora.</p>
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		<item>
		<title>Autarcas do Oeste ainda esperam compensações prometidas por novo aeroporto não ficar na Ota</title>
		<link>https://www.diariorural.pt/2018/10/28/autarcas-do-oeste-ainda-esperam-compensacoes-prometidas-por-novo-aeroporto-nao-ficar-na-ota/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2018 17:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Terra-a-terra]]></category>
		<category><![CDATA[Alenquer]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Intermunicipal do Oeste]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os autarcas do Oeste pedem que o Governo decida rapidamente avançar com a provável construção do aeroporto complementar de Lisboa no Montijo e lembraram as compensações que continuam por receber por aquele ter estado previsto e não se concretizar na Ota. &#8220;Para nós, a melhor [localização] seria a Ota. Não sendo a Ota, que seja [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os autarcas do Oeste pedem que o Governo decida rapidamente avançar com a provável construção do aeroporto complementar de Lisboa no Montijo e lembraram as compensações que continuam por receber por aquele ter estado previsto e não se concretizar na Ota.</p>
<p>&#8220;Para nós, a melhor [localização] seria a Ota. Não sendo a Ota, que seja o Montijo, mas que seja tomada a decisão de uma vez por todas e que se avance rapidamente na construção do novo aeroporto&#8221;, afirmou Pedro Folgado, presidente da Câmara de Alenquer e da Comunidade Intermunicipal do Oeste.</p>
<p>O autarca enfatizou que o actual aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, &#8220;está esgotado&#8221; e &#8220;há cada vez mais reclamações que, com o crescimento do turismo, não fazem sentido&#8221;.</p>
<p>O autarca reclamou pelas compensações prometidas à região, no &#8216;Plano de Acção do Oeste&#8217;.</p>
<p>&#8220;Deveríamos ter sido beneficiados por tantos anos de indefinição e nunca o fomos, porque todas as intenções [de investimentos] nunca foram implementadas&#8221;, retorquiu Pedro Folgado, para quem o que se passou foi &#8220;lamentável&#8221;.</p>
<p>A localização do Aeroporto Internacional de Lisboa na Ota esteve prevista pelo Governo entre a década de 1960 e 2008, tendo a discussão em torno da infraestrutura aeroportuária estado mais acesa durante os Governos de António Guterres e José Sócrates.</p>
<p>Em Janeiro de 2008, o Governo chefiado por José Sócrates abandonou a opção pela Ota e optou por Alcochete, após um estudo coordenado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, que indicava como mais favorável a localização do Campo de Tiro de Alcochete.</p>
<p>Dezasseis câmaras municipais da zona Oeste e da Lezíria assinaram o chamado Plano de Acção do Oeste, que contemplava investimentos na ordem dos 2,1 mil milhões de euros até 2017, para compensar os municípios pela deslocalização do futuro aeroporto de Lisboa da zona da Ota (Alenquer) para o campo de Tiro de Alcochete.</p>
<p>O acordo foi assinado com os doze municípios do Oeste (Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras) e mais quatro da Lezíria do Tejo (Santarém, Cartaxo, Azambuja, Rio Maior).</p>
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		<title>Habitantes da serra da Lousã constroem abrigo para se protegerem de incêndios ou tempestades</title>
		<link>https://www.diariorural.pt/2018/10/28/habitantes-da-serra-da-lousa-constroem-abrigo-para-se-protegerem-de-incendios-ou-tempestades/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2018 16:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Terra-a-terra]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Serra da Lousã]]></category>
		<category><![CDATA[Lousã]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mais de 150 pessoas podem refugiar-se em caso de incêndio ou tempestade num abrigo de betão construído pelos moradores de Vale de Nogueira, na Serra da Lousã. Pouco mais de 30 aldeões, maioritariamente idosos, permanecem neste lugar do concelho da Lousã, que já teve perto de 200 habitantes no início do século XX, entre pequenos [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Mais de 150 pessoas podem refugiar-se em caso de incêndio ou tempestade num abrigo de betão construído pelos moradores de Vale de Nogueira, na Serra da Lousã.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Pouco mais de 30 aldeões, maioritariamente idosos, permanecem neste lugar do concelho da Lousã, que já teve perto de 200 habitantes no início do século XX, entre pequenos agricultores, pastores e carvoeiros, muitos dos quais partiram depois em busca de melhores condições de vida, sobretudo em Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O grande incêndio que começou neste município do distrito de Coimbra, em 15 de Outubro de 2017, e que se alastrou a outros concelhos, causando 50 mortos na região Centro, levou a Comissão de Melhoramentos de Vale de Nogueira a pensar em novas medidas de defesa da população.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“A gente pode aguentar aqui muito tempo”, afirma Osvaldo Serra, dirigente da comissão fundada em 1997.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Devido à desertificação, abandono das áreas florestais e antigos campos de cultivo, a que acrescem as alterações climáticas, cria-se “aqui um barril de pólvora”, alerta.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">No espaço onde se realiza a festa anual da Senhora dos Remédios, em Agosto, a comissão implantou um ‘bunker’ com água e energia eléctrica que pode albergar 150 a 200 de pessoas.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Parcialmente enterrado na encosta, o abrigo tem uma área de 200 metros quadrados e dispõe de uma sala ampla, bar, cozinha e sanitários. A Câmara da Lousã doou algum equipamento.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Se houver um incêndio como o do ano passado, temos condições para aguentar aqui um dia ou dois, livres de perigo”, refere Osvaldo Serra, de 71 anos, um dos mais afamados tocadores de concertina vivos da Serra da Lousã.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">As famílias de Vale de Nogueira “já sabem que é para aqui que têm de fugir”, acrescenta.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Ele e quase todos os vizinhos, além de moradores de outros lugares próximos, labutaram durante décadas como estivadores no Porto de Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Já reformado, Osvaldo regressou à terra e dinamizou o processo de constituição da Comissão de Melhoramentos, no qual também participaram Ulisses Serra, seu tio, e Orlando Rodrigues, entre outros.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Na construção do abrigo e da Casa do Povo, recuperação da antiga escola primária, abertura e estradas, reflorestação dos terrenos comunitários e demais melhoramentos, a associação já investiu cerca de 90 mil euros.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Pela utilização do terreno onde está situada uma antena, junto à escola, uma empresa de telecomunicações paga 1.500 euros por ano à Câmara, que depois entrega esta verba aos moradores.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O dinheiro aplicado nos benefícios tem origem especialmente na venda de árvores do baldio de Vale de Nogueira, onde a Comissão de Melhoramentos plantou 900 castanheiros enxertados, que também deverão ajudar a travar eventuais fogos.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Trata-se de dois soutos, cercados com rede de dois metros de altura para impedir que os veados destruam as árvores ainda jovens.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Tivemos a preocupação de deixar um espaço de 30 metros fora da vedação, precisamente por causa do fogo”, salienta Osvaldo Serra.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Todos os anos, a Comissão realiza “pelo menos uma assembleia e as pessoas são alertadas” sobre os procedimentos em caso de incêndio, o que vale também para os furacões.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Orlando Rodrigues, de 82 anos, é um dos vizinhos a quem a chave do abrigo foi distribuída.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O ‘bunker’ “é muito útil” para proteger a população, confirma o antigo trabalhador portuário.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Para Ulisses Serra, de 84 anos, o equipamento comunitário “tem todas as condições” para receber pelo menos 150 pessoas.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Ulisses aponta para as inúmeras árvores dos quintais ou que puderam crescer nas leiras outrora cultivadas.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Lamenta que essa vegetação tape agora as vistas sobre a vila e todo o vale da Lousã.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">O sobrinho Osvaldo, por sua vez, valoriza o papel das folhosas contra o avanço das chamas.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">“Toda esta orla de castanheiros nasceu em terras que davam milho e feijão”, explica.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Em Vale de Nogueira, nasceram alguns dos audazes carvoeiros da Serra da Lousã, que arrancavam a urze à força de braços e dominavam a milenar arte do fogo.</p>
<p class="text-paragraph" data-userway-font-size="16">Hoje, se o lume traiçoeiro chegar, os habitantes encontram segurança num abrigo comunitário que também pode ser palco de casamentos e outras festas.</p>
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		<title>Beja contra &#8220;milhões&#8221; para novo aeroporto no Montijo</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2018 13:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Terra-a-terra]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto de Beja]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Beja]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL)]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral (NERBE/AEBAL)]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Autarcas e empresários do Baixo Alentejo criticam os &#8220;milhões de euros&#8221; previstos para o possível aeroporto no Montijo e insistem no potencial da infraestrutura de Beja como complementar a Lisboa e Faro, recusando o &#8220;rótulo&#8221; de &#8220;elefante branco&#8221;. Se avançar a construção do novo aeroporto no Montijo, distrito de Setúbal, o valor do investimento previsto [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Autarcas e empresários do Baixo Alentejo criticam os &#8220;milhões de euros&#8221; previstos para o possível aeroporto no Montijo e insistem no potencial da infraestrutura de Beja como complementar a Lisboa e Faro, recusando o &#8220;rótulo&#8221; de &#8220;elefante branco&#8221;.</p>
<p>Se avançar a construção do novo aeroporto no Montijo, distrito de Setúbal, o valor do investimento previsto &#8220;é completamente despropositado, é descabido até&#8221;, disse o socialista Jorge Rosa, presidente da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL).</p>
<p>Também o presidente da Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral (NERBE/AEBAL), Filipe Pombeiro, questionou se Portugal terá &#8220;disponibilidade&#8221; para &#8220;fazer um investimento de largos milhares de milhões de euros noutro mega-aeroporto&#8221;.</p>
<p>&#8220;Será que não existem soluções? Acho que existem, nomeadamente o aeroporto de Beja&#8221;, defendeu.</p>
<p>Os empresários alentejanos, salientou Filipe Pombeiro, nada têm &#8220;contra o Montijo&#8221;, estão é &#8220;a favor&#8221; do equipamento que &#8220;está feito em Beja&#8221; e que &#8220;tem todas as condições para servir o país&#8221;.</p>
<p>O aeroporto de Beja, que resulta do aproveitamento civil da Base Aérea 11 e custou 33 milhões de euros, começou a operar a 13 de Abril de 2011, quando se realizou o voo inaugural.</p>
<p>Desde então, apesar de aberto, tem estado praticamente vazio e sem voos e passageiros na maioria dos dias e quase só tem servido para estacionamento e manutenção de linha de aviões de algumas companhias aéreas.</p>
<p>Este verão, o tráfego de passageiros aumentou, graças a operações de voos &#8220;charter&#8221; associadas a pacotes de operadores turísticos.</p>
<p>Em Julho, a infraestrutura aeroportuária alentejana foi escolhida pela empresa aérea europeia Hi Fly, que já aí detém uma base para estacionamento e manutenção de aeronaves, como &#8220;palco&#8221; da primeira aterragem em Portugal de um Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, por ser o único aeroporto nacional com capacidade para o receber, continuando este &#8220;gigante dos céus&#8221; a parar em Beja entre operações.</p>
<p>A construção de uma unidade de manutenção e desmantelamento de aviões da empresa Aeroneo e de um hangar da empresa portuguesa MESA para manutenção de aviões, sobretudo da Hi Fly, são alguns dos projectos que estão previstos para o aeroporto de Beja.</p>
<p>Autarcas e empresários da região têm reivindicado que esta infraestrutura tem de ser mais aproveitada, nomeadamente em termos de voos de passageiros, como complementar aos aeroportos de Lisboa e de Faro, que dizem estar &#8220;esgotados&#8221;.</p>
<p>Para o presidente da Câmara de Beja, o socialista Paulo Arsénio, o aeroporto da cidade &#8220;reúne boas condições para servir de retaguarda a Lisboa&#8221; e &#8220;a qualquer aeroporto nessa zona, tal como o demonstrou este verão, através de acções promovidas por operadores turísticos&#8221;.</p>
<p>E ainda no que respeita a voos de passageiros, acrescentou o autarca, &#8220;a superlotação&#8221; que &#8220;já existe&#8221; no aeroporto de Faro &#8220;também pode e deve ser explorada&#8221; para rentabilizar Beja: &#8220;Pode ser um extraordinário aeroporto complementar para toda a região algarvia&#8221;.</p>
<p>Por isso, sublinhou, ainda que avance &#8220;um aeroporto complementar na zona de Lisboa&#8221;, como o que está previsto no Montijo, &#8220;não é por aí que Beja sairá grandemente prejudicada&#8221;, porque o equipamento da cidade &#8220;é de excelência&#8221; e, &#8220;sempre que haja superlotação a norte ou a sul, está muitíssimo bem situado para servir de complemento&#8221;.</p>
<p>Convicto de que o aeroporto de Beja &#8220;não será, de certeza, um elefante branco&#8221;, o autarca lembrou que a infraestrutura tem &#8220;uma potencialidade de aproveitamento e de criação de mais-valias e de emprego&#8221; que ultrapassa &#8220;o simples tráfego de passageiros&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que é preciso são duas ou três empresas âncora que, depois, possam atrair outras para a região&#8221;, sustentou.</p>
<p>No &#8220;caminho&#8221; que o aeroporto de Beja precisa de percorrer para se afirmar, realçou o presidente do NERBE/AEBAL, subsistem ainda dois problemas.</p>
<p>&#8220;Ainda não houve um governo que olhasse para o aeroporto e o quisesse viabilizar&#8221; e &#8220;há o problema das acessibilidades&#8221;, assinalou Filipe Pombeiro, frisando: &#8220;Se tivermos uma boa ferrovia e uma boa rodovia, numa hora e pouco conseguimos estar em Lisboa&#8221;.</p>
<p>Jorge Rosa, da CIMBAL, sugeriu até que os &#8220;milhões&#8221; previstos para o Montijo deveriam ser aplicados &#8220;na melhoria das acessibilidades rodoviárias e ferroviárias&#8221; à região, que &#8220;estão muito más&#8221;, o que &#8220;permitiria encurtar o tempo de distância até Lisboa&#8221;, acabando com &#8220;o argumento que é utilizado, o da distância, para não se considerar o aeroporto de Beja como complementar&#8221; ao da capital.</p>
<p>&#8220;Já o Alqueva não o era, como se provou, e isto também não é nenhum elefante branco. Se tivermos condições de acessibilidades, tenho a certeza de que este investimento ainda vai dar um retorno muito grande ao país&#8221;, argumentou Filipe Pombeiro.</p>
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		<title>Três jovens perdidos na serra do Gerês devido a forte nevão</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 22:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Terra-a-terra]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Três jovens estão hoje perdidos na zona de Carris, na freguesia de Cabril, concelho de Montalegre, devido a um forte nevão que se fez sentir naquela zona da serra do Gerês, disse o comandante dos Bombeiros Voluntários locais. David Teixeira disse que o alerta foi dado por um dos jovens cerca das 18h00. Os jovens, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Três jovens estão hoje perdidos na zona de Carris, na freguesia de Cabril, concelho de Montalegre, devido a um forte nevão que se fez sentir naquela zona da serra do Gerês, disse o comandante dos Bombeiros Voluntários locais.</p>
<p>David Teixeira disse que o alerta foi dado por um dos jovens cerca das 18h00.</p>
<p>Os jovens, acrescentou, ficaram desorientados na sequência de um forte nevão, enquanto caminhavam na reserva junto às minas de Carris.</p>
<p>Segundo a descrição do comandante dos Bombeiros Voluntários de Montalegre, as coordenadas fornecidas pelos jovens não estavam corretas, estando a decorrer desde essa hora buscas na zona, com oito bombeiros de Montalegre, quatro do Salto e uma equipa da GNR, apoiados por uma viatura de socorro do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
<p>De acordo com David Teixeira, um dos jovens relatou um estado de princípio de hipotermia, pelo que as equipas no terreno estão a estreitar a zona de buscas, havendo a previsão que possam ser resgatados no durante a noite.</p>
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		<item>
		<title>João Ramos e António Maio fazem festa do título nacional de TT na Baja Portalegre 500</title>
		<link>https://www.diariorural.pt/2018/10/27/joao-ramos-e-antonio-maio-fazem-festa-do-titulo-nacional-de-tt-na-baja-portalegre-500/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 22:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Desporto Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Portalegre]]></category>
		<category><![CDATA[Automóvel Clube de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno]]></category>
		<category><![CDATA[Todo-o-Terreno]]></category>
		<category><![CDATA[Baja Portalegre 500]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>João Ramos, nos automóveis, e António Maio, nas motas, sagraram-se hoje campeões nacionais de todo-o-terreno, depois de terem terminado, ambos no quarto lugar das respectivas categorias, a 32ª Baja Portalegre 500. Nas quatro rodas, a prova foi ganha pelo estreante Nani Roma (Mini), que apesar de competir pela primeira vez nas estradas de terra alentejanas [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>João Ramos, nos automóveis, e António Maio, nas motas, sagraram-se hoje campeões nacionais de todo-o-terreno, depois de terem terminado, ambos no quarto lugar das respectivas categorias, a 32ª Baja Portalegre 500.</p>
<p>Nas quatro rodas, a prova foi ganha pelo estreante Nani Roma (Mini), que apesar de competir pela primeira vez nas estradas de terra alentejanas confirmou o domínio, desde o primeiro dia, nesta que foi a derradeira jornada do Nacional de jipes e, simultaneamente, o encerramento da Taça do Mundo de Cross Country.</p>
<p>&#8220;Furámos dois pneus na mesma pedra, o que nos causou algum stress, mas tínhamos um avanço grande para o Stéphane [Peterhansel], suficiente para manter a nossa posição e ganhar. Gostei imenso da prova, com muito público, a quem agradeço o apoio, e foi um excelente teste para o Dakar, pois o Mini esteve perfeito&#8221;, disse o vencedor, Nani Roma.</p>
<p>O piloto espanhol viu a vantagem superior a três minutos que tinha sobre o francês Stéphane Peterhansel (Mini) reduzir-se nos últimos duzentos quilómetros para apenas 58 segundos que, ainda assim, valeram a vitória.</p>
<p>Mais preocupado com o campeonato e menos com o triunfo na geral esteve João Ramos, que levou a Toyota Hylux à quarta posição, o suficiente para arrebatar o título pela primeira vez.</p>
<p>&#8220;Foi uma prova em que apenas estivemos de olho no campeonato. Andar devagar custa muito e não dá qualquer prazer, então no mau piso é incrível a pancada que levamos no corpo. De qualquer modo, estamos felizes e muito satisfeitos, tal como a equipa, por este resultado que nos garantiu a conquista do título&#8221;, sublinhou o piloto de Vila Nova de Gaia.</p>
<p>Os restantes três candidatos ao título ficaram fora de prova. Hélder Oliveira (Mini) desistiu com a transmissão partida. Tiago Reis (Mitsubishi Lancer) já nem partiu hoje de manhã, devido a problemas elétricos surgidos na noite de sexta-feira, e Pedro Ferreira (VW Amarock) despistou-se no setor matinal.</p>
<p><strong>Glória para Buhler e Maio nas motos</strong></p>
<p>Nas motas, António Maio (Yamaha) também não precisou de vencer para arrebatar o título. O piloto de Montemor-o-Novo foi o quarto classificado, a 16.31 minutos do vencedor, o luso-alemão Sebastian Buhler (Yamaha), mas bateu o seu adversário no campeonato, Mário Patrão (KTM), que foi apenas sexto, a 2.05 minutos de Maio, que ainda apanhou um susto.</p>
<p>&#8220;No início, fui no pó dos pilotos da frente. Depois da segunda assistência, caí. Acho que não parti nada, mas não sei. A moto ficou tocada, mas consegui continuar. Vencer o campeonato em Portalegre é onde sabe melhor. É uma prova exigente, onde estão os nossos amigos, com bastante visibilidade. O objetivo aqui era mesmo a luta pelo título&#8221;, comentou o também militar da GNR, que vai fazer a estreia no Dakar em 2019.</p>
<p>Nota ainda para o 39.º lugar de André Villas-Boas (KTM). O antigo treinador do FC Porto fez a estreia na versão completa da mítica prova organizada pelo ACP Motorsport aos comandos de uma mota, chegando ao fim a 2:22.58 horas.</p>
<p>Nas moto4, Roberto Borrego (Yamaha) fez história ao conseguir o sétimo triunfo na &#8216;alentejana&#8217;, um recorde na Baja.</p>
<p>A categoria dos SSV foi uma das mais concorridas, com cerca de uma centena de inscritos. Marco Pereira (Can Am) levou a melhor sobre a concorrência, vencendo com 33 segundos de avanço para Vítor Santos (Can Am).</p>
<p>Relativamente a competições cujo desfecho estava ainda em aberto face ao resultado desta Baja Portalegre 500, refira-se que Pedro Dias da Silva (autor de um notável 9º lugar absoluto) garantiu a renovação do seu título no Desafio Total Mazda 2018, enquanto o espanhol Jose Luis Pena Campo (Polaris Rzr 1000) regressa a casa com o título de vencedor da Taça do Mundo na categoria T3.</p>
<p><strong>Xavier Albino vence Mini Baja</strong></p>
<p>Uma última nota para a Mini Baja, que o ACP organiza pela oitava vez consecutiva, uma competição integrada no evento desportivo da Baja Portalegre 500 para jovens pilotos de moto. Neste ano, Xavier Albino foi o grande vencedor. Ênfase particular para o facto de, pela primeira vez, a lista de inscritos ter sido verdadeiramente internacional, com a participação de uma piloto proveniente da República Checa.</p>
<p>A edição deste ano apresentou dois desafios aos 14 inscritos. Para começar, todos aceitaram o desafio de percorrer os 5,32 quilómetros não obrigatórios do Prólogo. Depois disso, já no sábado, havia um setor seletivo com 70 quilómetros. Alexandre Abreu Bastos, em Yamaha YFM 250 R, impôs-se no confronto inicial, deixando Vasco Figueiredo Severino a 19,1 segundos, enquanto Rodrigo Alves estabeleceu a terceira melhor marca, a 19,3s do mais rápido.</p>
<p>No derradeiro setor, a história foi bem diferente. Xavier Albino conseguiu ser o mais forte e deixou a restante concorrência a uma distância considerável. O segundo mais rápido foi Martinho Rovisco Pais, mas ficou a 1m40s do vencedor. Vasco Figueiredo Severino fechou o pódio, a três minutos do piloto que venceu esta oitava edição da Mini Baja.</p>
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		<title>Vaga de frio trouxe neve a Montalegre</title>
		<link>https://www.diariorural.pt/2018/10/27/vaga-de-frio-trouxe-neve-a-montalegre/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 17:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Terra-a-terra]]></category>
		<category><![CDATA[Montalegre]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neve]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A vaga de frio anunciada para este fim-de-semana previa a possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos no interior a norte da Serra da Estrela que, a ocorrer, seriam de neve nas terras altas acima de 1000/1200 metros. Mas hoje à tarde, em Montalegre, no distrito de Vila Real, a neve chegou como documenta um video publicado [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de frio anunciada para este fim-de-semana previa a possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos no interior a norte da Serra da Estrela que, a ocorrer, seriam de neve nas terras altas acima de 1000/1200 metros.</p>
<p>Mas hoje à tarde, em Montalegre, no distrito de Vila Real, a neve chegou como documenta um <a href="http://Background%20Request%20Blocked%20Wordfence%20Firewall%20blocked%20a%20background%20request%20to%20WordPress%20for%20the%20URL%20/wp-admin/admin-ajax.php.%20If%20this%20occurred%20as%20a%20result%20of%20an%20intentional%20action,%20you%20may%20consider%20whitelisting%20the%20request%20to%20allow%20it%20in%20the%20future.">video</a> publicado pela Padaria Pitões, na sua página do facebook.</p>
<p>Até ao momento, é a única referência de neve em território nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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