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	<title>Dicas Pais e Filhos</title>
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		<title>Aprender uma segunda língua na infância: benefícios para o desenvolvimento da criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 18:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebês e Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprender uma língua estrangeira na infância pode ter efeitos surpreendentes no desenvolvimento da criança. Além de ser uma habilidade valiosa para o futuro, o aprendizado de uma nova língua pode ajudar a melhorar habilidades importantes como a comunicação, a resolução de problemas e a flexibilidade mental. Hoje vamos explicar os efeitos positivos do aprendizado de [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2023/03/O-QUE-EXPLICA-O-SONO-NA-ADOLESCENCIA-4.png" alt="" class="wp-image-18894" width="840" height="561"/></figure>



<p>Aprender uma língua estrangeira na infância pode ter efeitos surpreendentes no desenvolvimento da criança. Além de ser uma habilidade valiosa para o futuro, o aprendizado de uma nova língua pode ajudar a melhorar habilidades importantes como a comunicação, a resolução de problemas e a flexibilidade mental. Hoje vamos explicar os efeitos positivos do aprendizado de uma língua estrangeira na infância.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aprimoramento da habilidade de aprendizado</strong></h2>



<p>Primeiramente, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/10/131009_linguagem_infancia_an">pesquisas</a> mostram que as crianças que aprendem uma segunda língua têm mais facilidade em aprender outras línguas no futuro. Isso se deve ao fato de que o cérebro da criança está em uma fase de desenvolvimento ótimo para o aprendizado de novas línguas e ao fato de que o aprendizado de uma segunda língua ajuda a desenvolver a capacidade de pensar de forma mais crítica e criativa.</p>



<p>Além de ajudar a criança a desenvolver habilidades de escuta e fala, <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/segundo-idioma-na-vida-dos-pequenos/">o aprendizado de uma língua estrangeira</a> também pode ajudá-la a melhorar seu desempenho escolar. Estudos mostraram que crianças que aprendem uma segunda língua têm melhor habilidade de resolução de problemas, memória, concentração e habilidade de pensar de forma crítica. Além disso, ao aprender uma nova língua, a criança está desenvolvendo sua capacidade de aprender e aprimorar outras habilidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Melhora na comunicação e compreensão cultural</strong></h2>



<p>O aprendizado de uma língua estrangeira desde cedo também ajuda a criança a se comunicar e se relacionar com pessoas de culturas diferentes. Em outras palavras, isso pode ajudar a desenvolver uma mentalidade aberta e a compreender melhor as diferenças culturais. Além disso, é uma ótima maneira de ajudar a criança a se sentir mais confiante ao falar com pessoas de línguas e culturas diferentes.</p>



<p>Isso pode ser útil para fazer amigos em viagens, para entender outras culturas e para se sentir mais confiante ao se comunicar com pessoas de outras partes do mundo. Além disso, isso pode ser uma habilidade valiosa em um futuro profissional, especialmente em carreiras que envolvam viagens internacionais ou trabalho com clientes de outros países.</p>



<p>O aprendizado de uma língua estrangeira também pode ajudar a criança a compreender e respeitar outras culturas. Todavia, quando uma criança aprende sobre a cultura de outro país, ela começa a compreender e apreciar as diferenças entre as culturas, ao invés de julgá-las. Isso pode ajudar a promover a tolerância e a compreensão entre culturas, além de ajudar a criança a se sentir mais confortável ao se comunicar com pessoas de diferentes culturas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aumento da autoestima e confiança</strong></h2>



<p>Ao ver suas habilidades de linguagem aumentarem, a criança se sente mais capaz e confiante, o que é importante para seu desenvolvimento emocional e social. Em outras palavras, o aprendizado de uma língua estrangeira pode ser uma ótima maneira de ajudar a criança a <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/saude/como-estimular-a-autoestima-as-criancas/">superar a timidez</a> e a se sentir mais confiante em situações sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como introduzir uma nova língua na infância?</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Incentivar a interação com falantes nativos</strong></h2>



<p>Uma das melhores maneiras de introduzir uma língua estrangeira na infância é incentivar a interação com falantes nativos da língua. Isso pode ser feito através de viagens ao exterior, aulas com professores nativos, ou mesmo através de amizades com pessoas que falam a língua. Ou seja, ao ouvir a língua sendo falada com frequência, a criança será estimulada a aprender e se adaptar à língua de forma natural e divertida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Incluir a língua em atividades do dia a dia</strong></h2>



<p>Outra dica para introduzir uma língua estrangeira na infância é incluir a língua em atividades do dia a dia da criança. Isso pode ser feito através da leitura de livros, assistir a programas de TV ou filmes, ou mesmo ouvir música em língua estrangeira. Ao tornar o aprendizado da língua uma parte integrante da rotina da criança, ela estará exposta constantemente à língua, desenvolvendo seu vocabulário e habilidades linguísticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Investir em aulas regulares</strong></h2>



<p>Por fim, outra dica para introduzir uma língua estrangeira na infância é investir em aulas regulares com um professor qualificado. As aulas devem ser planejadas de acordo com a idade e nível de conhecimento da criança. Devem incluir atividades lúdicas e interativas para manter o interesse da criança pelo aprendizado da língua. É importante que as aulas sejam ministradas por um professor qualificado e nativo da língua, uma vez que isso garantirá que a criança tenha um contato direto com a língua e aprenda de forma mais eficiente.</p>



<p>Em resumo, o aprendizado de uma língua estrangeira na infância pode trazer muitos benefícios para as crianças, incluindo melhora no aprendizado, comunicação, compreensão cultural, autoestima e confiança. Além disso, é uma habilidade valiosa para o futuro e pode ajudar a preparar a criança para o mundo globalizado em que vivemos.</p>



<p>É importante lembrar que, para que os efeitos sejam positivos, o aprendizado deve ser feito de forma lúdica e natural, sem pressão ou cobranças. Pais e familiares podem incentivar a criança a aprender uma nova língua a partir de jogos, música, livros e outras atividades divertidas e interativas. Se você é pai ou familiar, considere incluir o aprendizado de uma língua estrangeira na infância para ajudar a criança a se desenvolver de forma positiva e alcançar seu máximo potencial.</p>
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		<title>Como lidar com a baixa estatura na infância: dicas para aumentar a autoestima da criança pequena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 17:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebês e Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser a criança menor da turma pode ser um desafio para a autoestima da criança. Crianças em idade escolar são altamente influenciadas por seus colegas e comparações são comuns, especialmente quando se trata de altura. No entanto, há maneiras de ajudar a criança a lidar com a baixa estatura e a construir sua autoestima. Lidar [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Como-lidar-com-a-baixa-estatura-na-infancia.png" alt="" class="wp-image-18891" width="840" height="561"/></figure>



<p>Ser a criança menor da turma pode ser um desafio para a autoestima da criança. Crianças em idade escolar são altamente influenciadas por seus colegas e comparações são comuns, especialmente quando se trata de altura. No entanto, há maneiras de ajudar a criança a lidar com a baixa estatura e a construir sua autoestima.</p>



<p>Lidar com a baixa estatura na infância pode ser um desafio, mas há muitas maneiras de ajudar a criança a construir sua autoestima e a se sentir confiante. Encoraje a criança a se concentrar em suas realizações e talentos, a fazer amizades positivas e a praticar atividades físicas. Se a criança estiver lutando, não hesite em procurar ajuda médica ou psicológica. Com o amor e o apoio certos, a criança pode superar qualquer desafio e crescer com confiança e autoestima positivas. Hoje trazemos algumas dicas sobre o assunto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Baixa autoestima</strong></h2>



<p>Primeiramente, é importante que os pais e cuidadores estejam atentos aos <a href="https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/estes-sinais-de-baixa-autoestima-infantil-precisam-de-atencao-dos-pais/">sinais de baixa autoestima</a> em uma criança pequena. Esses sinais podem incluir falta de interesse em atividades que antes eram divertidas, baixa motivação, comportamento retraído e, em casos extremos, problemas de saúde mental como ansiedade e depressão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Enfatize o que é importante</strong></h2>



<p>Acima de tudo, enfatize o caráter, as habilidades e os talentos da criança em vez de sua altura. Ensine à criança a se concentrar em suas realizações e em se tornar a melhor versão de si mesma, independentemente da altura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fale sobre a diversidade</strong></h2>



<p>Ensine à criança que <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/como-educar-seus-filhos-sobre-preconceito-e-inclusao/">existem pessoas de todos os tamanhos</a> e que isso é o que torna o mundo tão interessante. Do mesmo modo, enfatize que todos são únicos e que cada um tem suas próprias habilidades e talentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Encoraje atividades físicas</strong></h2>



<p>Encoraje a criança a praticar esportes e atividades físicas que possam melhorar sua saúde e autoestima. Ou seja, esportes como natação, ginástica e dança são excelentes para melhorar a coordenação e a confiança da criança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ajude a criança a desenvolver amizades</strong></h2>



<p><a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/diversos/dez-dicas-para-ajudar-o-seu-filho-fazer-amigos/">Encoraje a criança a fazer amizade</a> com outras crianças que sejam semelhantes a ela, seja por interesses, habilidades ou personalidade. Isso pode ajudá-la a se sentir mais confiante e a se concentrar em coisas positivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Procure ajuda médica</strong></h2>



<p>Se a criança estiver abaixo da média em relação à altura, é importante procurar ajuda médica para verificar se há algum problema de saúde subjacente. Um médico pode avaliar a criança e verificar se há alguma condição que possa estar afetando o crescimento, como uma desordem hormonal ou nutricional.</p>



<p>Finalmente, é importante destacar que a baixa estatura na infância não é um problema permanente e que muitas crianças acabam crescendo naturalmente ao longo do tempo. No entanto, é importante que a criança receba apoio e compreensão durante esse período de transição, para que ela possa enfrentar os desafios da melhor forma possível. Se houver preocupações com o crescimento ou desenvolvimento da criança, é sempre uma boa ideia procurar um médico para avaliação e aconselhamento. O objetivo final é sempre ajudar a criança a se sentir segura e confiante, independentemente da sua estatura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Consulte um psicólogo</strong></h2>



<p>Se a criança estiver lutando com a baixa estatura, é importante procurar ajuda de um psicólogo para trabalhar em questões de autoestima e autoimagem. Um psicólogo pode ajudar a criança a desenvolver habilidades de resiliência e a lidar com questões emocionais que possam estar afetando sua autoestima. Além disso, o psicólogo pode ajudar a criança a aprender estratégias para lidar com o bullying ou comentários negativos de colegas.</p>



<p>Caso você ou alguém da sua família esteja passando por essa situação, marque uma consulta online comigo para que eu possa te ajudar a navegar por essa situação com mais tranquilidade.</p>



<p>Por fim, é importante destacar que a estatura não define a identidade de uma pessoa e que há muitas outras características que fazem uma criança ser especial e única. Encoraje a criança a se concentrar em seus pontos fortes, sejam eles relacionados à inteligência, talentos artísticos ou habilidades sociais. Ajudar a criança a enxergar sua própria autoestima positiva é fundamental para seu bem-estar emocional e para o desenvolvimento saudável da personalidade.</p>
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		<title>Agressividade na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 20:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebês e Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade na infância]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É durante os primeiros anos da vida que a criança passa por grandes mudanças. Em um curto intervalo de anos, ela aprende a se relacionar com as outras pessoas, vivenciando descobertas e novas experiências. A agressividade na infância acaba aparecendo como uma resposta a emoções desagradáveis e lidar com isso pode ser um grande desafio [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2023/01/AGRESSIVIDADE-NA-INFANCIA.png" alt="" class="wp-image-18884" width="840" height="561"/></figure>



<p>É durante os primeiros anos da vida que a criança passa por grandes mudanças. Em um curto intervalo de anos, ela aprende a se relacionar com as outras pessoas, vivenciando descobertas e novas experiências. A agressividade na infância acaba aparecendo como uma resposta a emoções desagradáveis e lidar com isso pode ser um grande desafio para os pais e familiares.</p>



<p>Birras na fila do supermercado, gritos no restaurante, tapas e mordidas inesperados. Você já deve ter presenciado ao menos uma dessas cenas que são muito relacionadas à agressividade na infância e são alguns sinais de que alguma coisa está errada. Em busca de maneiras para lidar com a agressividade na infância? Continue a leitura que eu irei te ajudar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De onde vem a agressividade na infância?</strong></h2>



<p>A agressividade na infância geralmente se manifesta a partir de sentimentos associados como negativos, como a fragilidade e a insegurança. Eles podem surgir a partir de alguma mudança brusca na rotina da criança, como o nascimento de um novo irmão, a separação dos pais ou a perda de um familiar querido.</p>



<p>A presença da agressividade durante uma fase não significa que isso irá virar um traço permanente na personalidade do pequeno. Essa característica é fortemente influenciada por fatores externos, como a rotina da família, as <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/amigos-dificeis/">amizades da escola</a> ou até mesmo o que a criança assiste, seja na internet ou na televisão.</p>



<p>São vários os fatores que podem ser estressantes nessa fase. Por isso, é necessário que os pais fiquem atentos aos sinais do filho para entender se ele está passando por alguma tensão. Observe a criança em diferentes ambientes e situações para perceber o que pode estar provocando as reações mais agressivas. Junte isso com o diálogo e você será capaz de identificar o que pode estar sendo a raiz da agressividade do seu pequeno.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar?</strong></h2>



<p>Primeiramente, é importante saber diferenciar o que é considerado agressividade na infância de um comportamento normal das crianças. Para chegar nesse entendimento é necessário levar em consideração a idade dos pequenos.</p>



<p>Crianças menores, por exemplo, não têm grandes formas de expressar suas frustrações e vontades de forma que não seja a linguagem corporal. Nesses casos, é comum que o bebê se jogue no chão, chore, morda ou bata em outras crianças ou em adultos à sua volta caso algo que não o agrade aconteça. Isso não significa que seu filho é agressivo ou irá se tornar uma criança agressiva.</p>



<p>O cenário já muda de forma quando a criança é um pouco mais velha. Quando ela já fala e é capaz de compreender o que é certo e errado, é necessário que os pais prestem maior atenção nos comportamentos para entender como controlar a agressividade na infância.</p>



<p>Por mais que a criança já seja mais velha, é necessário levar em consideração que ela ainda é uma criança: são muitos sentimentos para aprender, entender e administrar. Por isso, é fundamental que você tenha paciência, calma e cuidado para abordar os assuntos que precisam ser conversados nesses momentos.</p>



<p>Como falamos anteriormente, são as mudanças drásticas na vida dos pequenos que podem gerar episódios de agressividade na infância. Situações como mudança de cidade, casa ou escola, bullying na escola, <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/saude-3/ansiedade-na-infancia-e-adolescencia/">ansiedade</a>, presenciar briga ou a separação dos pais podem ser os fatores que geram comportamentos agressivos na infância. É necessário observar seu filho, tanto na escola quanto em casa, e ficar de olho nas suas próprias atitudes para entender a causa do problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar?</strong></h2>



<p>&#8211; Procure entender o porquê da irritação do pequeno<strong><br></strong>&#8211; Defina regras e limites<br>&#8211; Crie um espaço tranquilo e acolhedor<br>&#8211; Ensine seu filho a falar sobre o que está sentindo<br>&#8211; Evite a exposição à violência</p>



<p>Caso você ou alguém da sua família esteja passando por essa situação, marque uma consulta online comigo para que eu possa te ajudar a navegar por essa situação com mais tranquilidade.</p>



<p></p>
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		<title>Namoro na adolescência: e agora?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 18:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
		<category><![CDATA[namoro na adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos períodos mais turbulentos da nossa vida com certeza é a transição da infância para a adolescência e, consequentemente, para a vida adulta. Tanto para os jovens quanto para os pais, esse período traz muitos desafios e também questionamentos. Uma situação comum mas que traz muitas dificuldades para algumas famílias é como encontrar a [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Namoro-na-adolescencia-e-agora.png" alt="" class="wp-image-18878" width="840" height="561"/></figure>



<p>Um dos períodos mais turbulentos da nossa vida com certeza é a transição da infância para a adolescência e, consequentemente, para a vida adulta. Tanto para os jovens quanto para os pais, esse período traz muitos desafios e também questionamentos. Uma situação comum mas que traz muitas dificuldades para algumas famílias é como encontrar a melhor forma de encarar o namoro na adolescência.</p>



<p>Por se tratar de uma fase delicada, é preciso ter muito cuidado e paciência na hora de oferecer a orientação que os adolescentes precisam para que isso não gere conflitos dentro de casa. É importante apresentar limites, mas de forma acolhedora e empática. Em dúvida de como a família pode lidar com o namoro na adolescência de maneira tranquila e positiva? Separamos algumas dicas que podem te ajudar nessa tarefa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confiança é essencial</strong></h2>



<p>Primeiramente, é natural que o assunto namoro na adolescência gere um pouco de apreensão no começo. Apesar disso, é preciso lembrar e confiar na educação que você deu em casa. Se você desenvolveu uma relação natural de confiança com seu filho desde a infância, encare esse momento como um passo natural de crescimento do jovem, fortalecendo assim uma relação de respeito mútuo.</p>



<p>Se você educou seu filho a respeito de limites e valores bem definidos, não há muito com o que se preocupar. Nesse caso, o diálogo deve girar em torno do fato de você estar confiando nele, com a expectativa de que isso seja valorizado. Defina metas razoáveis como contrapartida, como manter boas notas e frequentar a escola, e acompanhe de perto para garantir que elas estão sendo cumpridas.&nbsp;</p>



<p>Por mais que nessa idade os jovens já tenham certa autonomia, eles ainda respeitam bastante a autoridade do pai ou da mãe. Uma relação baseada no amor e na cumplicidade ajuda você e seu filho a passar por mais essa etapa com mais tranquilidade e maturidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estimule o diálogo &#8211; sem tabus!</strong></h2>



<p>Outra coisa essencial é manter um diálogo aberto sobre questões que são “mais difíceis”, como o sexo. Com o fácil acesso à internet nos dias de hoje, é natural que os jovens tenham ainda mais curiosidade sobre o assunto, que ainda é tratado como tabu em algumas casas.</p>



<p>Ao invés de simplesmente deixar que seu filho comece a se aventurar na vida sexual sem devidas orientações, busque introduzir o assunto de maneira natural, respondendo às dúvidas do jovem com sinceridade. Caso seu filho esteja passando pela puberdade, é importante falar sobre o funcionamento de <a href="https://www.pfizer.com.br/noticias/ultimas-noticias/metodos-contraceptivos-vantagens-e-desvantagens">métodos contraceptivos</a>, como a pílula anticoncepcional e a camisinha. No caso das meninas, vale a pena marcar uma consulta com um ginecologista.</p>



<p>Fale abertamente sobre os desafios que surgem com uma <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/gravidez-na-adolescencia/">gravidez não planejada</a> e sobre doenças que podem ser contraídas durante o ato. Trate o sexo como uma consequência natural de um relacionamento. É muito importante que você tenha em mente que falar sobre o assunto não necessariamente está estimulando seu filho a fazer isso, mas sim que ele estará sendo educado para valorizar seu corpo e respeitar o do outro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>Não é preciso esperar o namoro na adolescência acontecer para falar sobre o assunto. Existem formas saudáveis de se relacionar com o jovem, criando um canal de comunicação aberto sobre o tema. Evite trazer falsas ideias sobre namoro ou, ainda, inventar uma idade para começar a namorar. </p>



<p>Em hipótese alguma utilize de agressões ou castigos ao saber que seu filho esteja namorando. Isso fragiliza o vínculo entre vocês, criando um distanciamento em uma relação que deveria ser próxima e abrindo a porta para que o namoro aconteça às escondidas.&nbsp;</p>



<p>Ao invés disso, procure conviver com a pessoa que seu filho decidiu namorar. Busque criar laços com essa pessoa e se coloque como alguém com quem o casal possa conversar. É importante ter empatia pelos adolescentes que estão vivendo um momento tão bonito como o primeiro amor. Tente lembrar que você já se sentiu assim e busque agir da forma que você gostaria que tivesse agido com você.</p>



<p>Leve em consideração que o fato de seu filho estar assumindo o relacionamento para a família já é um ponto positivo. Isso demonstra que existe confiança na relação de vocês e que o adolescente conta com a ajuda da família para viver este momento. Valorize essa confiança e desenvolva uma relação ainda mais próxima durante essa nova fase.</p>
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		<title>Gravidez na adolescência: como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2023 18:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês e Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez na adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é considerada gravidez na adolescência a que ocorre entre os 10 e 20 anos. O Brasil é um dos países com maior índice de adolescentes grávidas. Apesar disso, o Ministério da Saúde indica que, entre 2004 a 2015, houve uma redução de 17% no número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2023/01/O-QUE-EXPLICA-O-SONO-NA-ADOLESCENCIA-1.png" alt="" class="wp-image-18875" width="839" height="560"/></figure>



<p>De acordo com a <a href="https://www.who.int/pt" class="broken_link">Organização Mundial de Saúde</a> (OMS), é considerada gravidez na adolescência a que ocorre entre os 10 e 20 anos. O Brasil é um dos países com maior índice de adolescentes grávidas. Apesar disso, o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a> indica que, entre 2004 a 2015, houve uma redução de 17% no número de mães entre 10 a 19 anos. Gravidez na adolescência é apontada como uma gestação de alto risco em virtude das preocupações e complicações que pode trazer à mãe e ao bebê. Isso acaba acarretando problemas sociais e de saúde.</p>



<p>Hoje vamos falar um pouco sobre os impactos na vida da adolescente. Também sobre a importância de ensinar sobre prevenção e como lidar em situações de gravidez na adolescência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto na vida da adolescente</strong></h2>



<p>Primeiramente, a gravidez na adolescência acaba trazendo consequências em diversas áreas da vida, como a educação, a vida profissional, a autonomia na fase adulta e a saúde física e mental. Esse é um dos motivos pelo qual o assunto deve ser tratado com empatia e sensibilidade.</p>



<p>Quando falamos de saúde, a questão é que a gravidez na adolescência é considerada de alto risco para as meninas, podendo desencadear problemas de saúde como anemia e hipertensão, além de aumentar os riscos de morte durante a gravidez ou o parto.</p>



<p>É preciso levar em consideração também um fator muito importante: a maturidade emocional do adolescente. Como já falamos, a adolescência é uma fase marcada por descobertas e mudanças, onde na maioria dos casos o jovem ainda não tem as ferramentas emocionais necessárias para passar por essa etapa de maneira tranquila. Se isso por si só já é um desafio, imagine para assumir o papel de pai ou mãe. A gravidez na adolescência traz um impacto não só para a vida do jovem, mas para toda a família.</p>



<p>Analisando as coisas por essa perspectiva, ainda é preciso colocar na balança a questão financeira, que envolve os custos da gravidez, do parto e do sustento da criança, que podem ser elevados de acordo com o contexto social da família. Isso impacta diretamente na qualidade de vida. O <a href="https://www.ibge.gov.br/">IBGE</a> aponta que seis entre dez adolescentes grávidas não trabalham e não estudam. Além disso, entre as adolescentes mães que estudam, a maioria tende a abandonar os estudos para se dedicar exclusivamente à criação do filho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção é o caminho</strong></h2>



<p>É essencial criar um espaço seguro, com um diálogo aberto e transparente, na hora de lidar com assuntos como a gravidez na adolescência. Fale com seus filhos sobre temas como amor, sentimentos, intimidade, desejo e emoções. Já falamos aqui no blog sobre <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/adolescencia/como-ajudar-seu-filho-a-lidar-com-os-sentimentos-na-adolescencia/">como ajudar seu filho a lidar com os sentimentos na adolescência</a>.</p>



<p>Faça uma conversa sem tabus: explique sobre como acontece a gravidez, quais são os métodos contraceptivos e estimule o autoconhecimento do jovem. Para facilitar, indique algumas leituras ou podcasts que falem sobre o tema.&nbsp;</p>



<p>Você também pode dar orientações sobre como agir com sensatez e responsabilidade, explicando desde cedo a diferença entre abuso e educação sexual, por exemplo. Falar sobre os métodos contraceptivos é extremamente importante, assim como conversar sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.</p>



<p>Acima de tudo, é importante superar o medo de estar estimulando seus filhos a darem início à vida sexual por estar simplesmente dialogando sobre o assunto ou ensinando como se cuidar. A realidade é que, lá pelo fim do ensino médio, pelo menos a metade dos adolescentes já são sexualmente ativos. Ou seja, o diálogo pode ajudar a navegar essa etapa de descobertas de uma forma tranquila e segura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar?</strong></h2>



<p>Caso você se depare com uma suspeita de gravidez na adolescência, é importante lembrar à jovem que ela não está sozinha nessa. Existe o envolvimento do pai da criança e da família de ambos. Apesar dessa situação nunca ser esperada pela família, o acolhimento e a busca por orientação médica são essenciais na hora de lidar com o assunto da melhor forma possível, buscando preservar a saúde da mãe e da criança.</p>



<p>Evite condenar os adolescentes caso a gravidez tenha acontecido. Isso só vai piorar a situação e irá criar um afastamento maior entre vocês nesse momento tão delicado. Procure lidar com a gravidez na adolescência com muita atenção, carinho e, principalmente, paciência. Deixe os julgamentos de lado e procure estar junto ao seu filho/sua filha durante cada passo da gestação.</p>



<p>Por fim, é importante lembrar que os desafios não se reduzirão após o nascimento. Pelo contrário, é nesse momento que as coisas ficam mais difíceis. É por isso que é muito importante que a mãe adolescente tenha uma rede de apoio muito forte, cuidando da saúde mental para receber e criar a nova criança.&nbsp;</p>



<p>Caso você ou alguém da sua família esteja passando por essa situação, marque uma consulta online comigo para que eu possa te ajudar a navegar por essa situação com mais tranquilidade.</p>
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		<title>Como ajudar meu filho a escolher uma profissão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebês e Crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escolha de uma profissão é o marco decisivo entre o fim da adolescência e o começo da vida adulta. Hoje vamos falar sobre como orientar seu filho na hora de escolher uma profissão. É no final do Ensino Médio que uma das maiores dúvidas dos adolescentes começa a se aproximar: qual profissão devo seguir? [&#8230;]</p>
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<p>A escolha de uma profissão é o marco decisivo entre o fim da adolescência e o começo da vida adulta. Hoje vamos falar sobre como orientar seu filho na hora de escolher uma profissão.</p>



<p>É no final do Ensino Médio que uma das maiores dúvidas dos adolescentes começa a se aproximar: qual profissão devo seguir? É comum que os jovens durante essa fase da vida que é marcada por descobertas e novas experiências ainda não tenham tido contato com o mercado de trabalho, o que acaba gerando mais inseguranças na hora da escolha da profissão. Assim como em outras questões relacionadas a parentalidade, o diálogo e o acompanhamento emocional é extremamente necessário para uma escolha adequada e que faça o jovem feliz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Incentive o autoconhecimento</h2>



<p>Primeiramente, falamos do autoconhecimento por ser uma peça fundamental no processo de escolha da carreira. Para que a tomada de decisão seja mais certeira, o primeiro passo é levar em consideração os objetivos acadêmicos, profissionais e pessoais do adolescente, refletindo sobre quais são suas habilidades e interesses. Pensar sobre esses aspectos traz mais confiança para o processo de escolha da profissão, por isso a dica é incentivar seu filho a entender suas preferências, gostos e habilidades desde cedo. A clareza sobre esses pontos ajuda a definir um norte na hora de ajudar seu filho a escolher uma profissão.</p>



<p>Esse processo pode ser feito de forma leve, a partir de jogos e <a href="https://www.googleadservices.com/pagead/aclk?sa=L&amp;ai=DChcSEwjRm4aZl_z7AhUWPJEKHQtWDeQYABABGgJjZQ&amp;ohost=www.google.com&amp;cid=CAESauD2hzktfwEB7PCERYUxWIyO4RIwRSWy-TtdCPIc62sHoilquJ150Nms1qjJACs5N9jqwVtHmiMRFuKCJKzSRLuaFjjHMBQh07Ig5Hw9pUgGUYg1sYMivjcG9-D7tpjVZDBT4eZAvK298hw&amp;sig=AOD64_1LcspZ5hFJ7Xr3Z9o3N5JB8ErF4A&amp;q&amp;adurl&amp;ved=2ahUKEwiLy4GZl_z7AhWPp5UCHXbfAaAQ0Qx6BAgGEAE" class="broken_link">testes</a> que ajudem seu filho a refletir sobre suas preferências e habilidades. Uma outra prática interessante é a participação em feiras e workshops de profissões, desenvolvidos por faculdades, que podem trazer uma orientação profissional a mais para o processo de definição da carreira.&nbsp;</p>



<p>Outro fator importante é o acompanhamento da vida escolar do adolescente, que vai desde o auxílio em trabalhos e na hora de estudar até o acompanhamento das notas e feedbacks dos professores. É baseado nesses resultados que você pode começar a observar quais as áreas do conhecimento que seu filho tem mais afinidade, sejam elas as ciências biológicas, exatas ou humanas. Isso ajuda na hora de fazer um recorte inicial para possibilidades de carreira que estejam devidamente alinhadas com o perfil do jovem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ajude com a pesquisa</h2>



<p>Depois de refletir sobre as habilidades e interesses do jovem é hora de partir para a pesquisa de opções de cursos e carreiras. Em parceria com seu filho, procure informações sobre diferentes possibilidades no mercado de trabalho e graduações, levando em consideração as principais atividades e a área de atuação de cada profissão. Para que essa pesquisa fique ainda mais completa, entenda a fundo cada tipo de carreira, analisando as oportunidades no mercado de trabalho para a área, quais os principais desafios e qual a faixa salarial a curto, médio e longo prazo.&nbsp;</p>



<p>Algumas escolas oferecem projetos voltados para orientação de carreira, mas se isso não for uma realidade, a maioria das universidades, tanto federais quanto privadas, realiza eventos e palestras sobre as diferentes opções de cursos e carreiras. A participação nesses eventos é interessante na hora de ajudar seu filho a escolher uma profissão, já que é possível um contato mais direto com experiências profissionais e acadêmicas, permitindo que o jovem tire dúvidas e conheça mais sobre sua área de interesse.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância do apoio emocional</strong></h2>



<p>Dar apoio e respeitar o interesse do seu filho é essencial para obter sucesso na hora de ajudar seu filho a escolher uma profissão. É importante lembrar que por mais que você tenha sonhos e desejos sobre o caminho profissional que seu filho irá trilhar, a decisão final é dele, então evite projetar o que você acha como correto durante esse momento.&nbsp;Uma pressão desnecessária sobre algo que vai ser vivido pelo jovem é criada quando <mark>se impõe um determinado caminho em certa carreira</mark> que acaba diminuindo seus desejos e vontade própria apenas para satisfazer a vontade dos pais.&nbsp;</p>



<p>Outra pressão muito comum nessa época diz respeito à idade, uma vez que, como falamos anteriormente, a escolha da profissão é o marco entre o fim da adolescência e o início da vida adulta. Não espere que seu filho comece a agir como um adulto de uma hora para a outra. Entenda as ansiedades, acolha suas angústias e trabalhe suas inseguranças com relação às decisões sobre o futuro do seu filho. Além de cobrar um futuro profissional brilhante, é papel dos pais incentivar que o jovem desenvolva a <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/adolescencia/como-ajudar-seu-filho-a-lidar-com-os-sentimentos-na-adolescencia/">inteligência emocional</a>, crie hábitos de saúde equilibrados, como o exercício de atividades físicas e <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/vantagens-do-teatro/">hobbies</a>, e tenha momentos de lazer.</p>



<p>O diálogo e o afeto são seus aliados nessa missão. O apoio da família deve estar presente durante todo o ciclo, desde o fim da escola, a preparação para a prova do vestibular e o começo em uma faculdade ou emprego. Ajude na hora de criar uma rotina de estudos, desenvolvendo a disciplina e a motivação do seu filho para que, assim, ele alcance todos os seus objetivos, tanto pessoais quanto profissionais.&nbsp;</p>
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		<title>Cinco dicas do que fazer nas férias das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brincadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de férias]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As férias escolares sempre são um desafio para os pais e responsáveis. Isso acontece porque nem sempre é possível conciliar o calendário do trabalho com o do pequeno, o que torna difícil viajar em família. Com todo esse tempo livre, surge então uma dúvida: como fazer para que as crianças não fiquem entediadas?&#160; Quando bate [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2022/12/O-QUE-EXPLICA-O-SONO-NA-ADOLESCENCIA-3.png" alt="" class="wp-image-18866" width="842" height="562"/></figure>



<p>As férias escolares sempre são um desafio para os pais e responsáveis. Isso acontece porque nem sempre é possível conciliar o calendário do trabalho com o do pequeno, o que torna difícil viajar em família. Com todo esse tempo livre, surge então uma dúvida: como fazer para que as crianças não fiquem entediadas?&nbsp;</p>



<p>Quando bate a dúvida do que fazer nas férias das crianças, a primeira dica é planejamento. É possível aproveitar esse período passando um tempo de qualidade em família e se divertindo com as crianças dentro e fora de casa. Separamos cinco ideias criativas para te ajudar nas férias das crianças!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Desenvolva as habilidades culinárias dos pequenos</strong></h2>



<p>Que tal chamar as crianças para a cozinha? Cozinhar é uma atividade prazerosa que pode ser muito divertida para as crianças justamente por ser algo fora da rotina dos pequenos. Busque por receitas criativas que sejam fáceis de fazer, além de saborosas e criativas. Lembre-se sempre de ter alguns cuidados, como nunca deixar que as crianças mexam com fogo e estar sempre na cozinha com eles para evitar acidentes.<br>Não sabe por onde começar a procurar? O Youtube pode te ajudar com isso. O canal “Cozinha do Bom Gosto”, por exemplo, preparou <a href="https://www.youtube.com/watch?v=2P4xD2TbqZs">três receitas super criativas para fazer com as crianças</a>. Que tal começar por aqui?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Visite museus da sua cidade</strong></h2>



<p>Uma forma divertida de aprender histórias é visitar museus. O passeio traz uma nova camada para o que os pequenos já aprendem na escola porque dá a possibilidade de ter contato com peças históricas, podendo ver e às vezes até interagir com a peça. Hoje em dia existem vários museus que unem o online com offline, trazendo interatividade para as exposições e chamando mais ainda a atenção das crianças. Consulte a agenda cultural da sua cidade e descubra quais as possibilidades dessa atividade cultural.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Faça um desafio da leitura</strong></h2>



<p>Já falamos sobre a importância de <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/como-incentivar-a-leitura-na-infancia/">incentivar a leitura na infância</a>, mas que tal propor um desafio durante as férias? Essa é uma ótima oportunidade de incentivar as crianças a explorarem novas histórias ou relembrarem os seus livros favoritos. Além de ser uma ótima atividade para as férias das crianças, a leitura ajuda a desenvolver a concentração, a memória, o raciocínio e a compreensão, além de estimular a linguagem oral e ampliar a capacidade criativa.</p>



<p>A dinâmica é&nbsp; bem simples: comece combinando com a criança a leitura de um livro novo durante um certo período de tempo. Por exemplo, dê uma semana para a leitura de um livro (o prazo pode ser combinado e adaptado de acordo com a faixa etária). Depois desse prazo, converse com o pequeno sobre a história, falando sobre os personagens e o que foi aprendido com aquela leitura.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Faça um acampamento dentro de casa</strong></h2>



<p>Para aqueles que não têm como viajar, fazer um acampamento na sala de casa estimula o uso da imaginação. A dica aqui é fazer uma noite do pijama, transformando o espaço da sala com colchões e lençóis que ajudem a construir uma cabaninha. Essa é uma ótima brincadeira para ser feita dentro de casa! Para deixar tudo ainda mais legal, desligue as luzes e use apenas lanternas ou velas para iluminar o acampamento.</p>



<p>Além de preparar o local, não esqueça de pensar nas atividades! Conte histórias engraçadas ou de terror, coloque estrelas que brilham no escuro e aposte em sons da natureza na caixa de som ou na televisão. Um toque legal é fazer uma mochila com os itens indispensáveis para o acampamento, como água, comida e um mapa &#8211; que de repente pode até ser um mapa do tesouro para algo escondido dentro da própria casa, hein?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Ensine suas brincadeiras de infância</strong></h2>



<p>Atualmente as telas são as favoritas dos pequenos, sejam de tablets, celulares ou televisão. Mas por que não relembrar as principais brincadeiras da sua infância durante as férias das crianças? Essa atividade ajuda a fazer com que as crianças passem um tempo longe da tecnologia, estimulando a criatividade e gastando energia.</p>



<p>Algumas <a href="https://quindim.com.br/blog/jogos-e-brincadeiras-antigas/">brincadeiras antigas</a> que você pode ensinar para as crianças são jogar peteca, brincar de passa anel, pular corda, jogar stop ou brincar de bolinha de gude. São muitas as possibilidades de brincadeiras que atravessaram gerações e é provável que seus filhos achem muito interessante saber que era assim que você se divertia antigamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saber o que fazer com as crianças nas férias não precisa mais ser uma preocupação.</strong></h2>



<p>É super possível planejar dias de muita diversão em conjunto com os pequenos, seja para um passeio cultural, uma atividade na cozinha ou novas brincadeiras dentro de casa. Use sua imaginação para que vocês passem juntos esses dias de descanso de forma prazerosa, fortalecendo o vínculo entre vocês. Conta pra mim nos comentários qual a sua atividade favorita!</p>
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		<title>O que explica as mentiras das crianças?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebês e Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[mentira das crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ninguém é capaz de dizer que nunca contou uma mentira na vida. A mentira faz parte da vida do ser humano, seja ela para quebrar o gelo, para fugir de alguma responsabilidade ou simplesmente para agradar alguém. Nas crianças isso não é diferente, mas o comportamento pede atenção e cuidado por parte dos pais. É [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2022/12/O-QUE-EXPLICA-O-SONO-NA-ADOLESCENCIA-2.png" alt="" class="wp-image-18859" width="839" height="560"/></figure>



<p>Ninguém é capaz de dizer que nunca contou uma mentira na vida. A mentira faz parte da vida do ser humano, seja ela para quebrar o gelo, para fugir de alguma responsabilidade ou simplesmente para agradar alguém. Nas crianças isso não é diferente, mas o comportamento pede atenção e cuidado por parte dos pais.</p>



<p>É na infância que as crianças começam a entender melhor as coisas, socializando com outras pessoas e criando sua própria percepção sobre o mundo ao seu redor. É uma fase de descobertas e é nesse contexto que a mentira pode começar a aparecer. Hoje, falamos sobre até que ponto as mentiras das crianças são normais e como lidar na hora de ensinar a importância da honestidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existe uma explicação para isso?</strong></h2>



<p>A mentira das crianças normalmente aparece pela primeira vez entre os dois e cinco anos de idade. Essa é a fase em que a criança começa a frequentar a escola, tendo uma socialização grande com amigos e professores. Uma cena muito comum: na volta das férias, um coleguinha retorna às aulas cheio de histórias para contar sobre as suas viagens. Para se encaixar, você, que passou as férias em casa, inventa algumas histórias. Super fácil de acontecer, né?</p>



<p>Uma das teorias sobre a mentira das crianças mostra que essas invenções podem estar diretamente relacionadas com o ambiente familiar, surgindo em situações em que os pequenos querem escapar de alguma punição ou buscam não decepcionar os pais. Isso acontece em casos onde a família tem uma postura exagerada e punitiva, fazendo com que a mentira se torne uma ação defensiva frente às regras difíceis de serem cumpridas.</p>



<p>Existe também a questão de que, até os sete anos de idade, a mente humana ainda vive em um mundo de brincadeira, numa fase bastante imaginária. Isso torna mais difícil diferenciar aquilo que é realidade do que é fantasia, fazendo com que a mentira aconteça justamente por essa dificuldade de entendimento da realidade.</p>



<p>Outros motivos bem comuns que estão por trás das mentiras das crianças:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Esconder coisas para não receber uma bronca;</li>



<li>Na hora de contar uma história, tornar ela mais emocionante, seja para um adulto ou criança;</li>



<li>Chamar a atenção, mesmo em situações em que a criança já sabe que você sabe a verdade;</li>



<li>Conseguir algo que ela quer.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eduque pelo exemplo</strong></h2>



<p>Apesar da mentira ser considerada comum e parte da natureza humana, no caso das crianças acaba sendo um reflexo daquilo que se é visto em casa. Isso não necessariamente é por mal: são aquelas mentirinhas “inofensivas” que contamos para nos livrar de alguma situação, por exemplo. Quem nunca desmarcou um compromisso alegando uma dor de cabeça quando na verdade estava com preguiça de sair de casa?</p>



<p>Apesar de parecerem inofensivas, essas pequenas mentiras acabam servindo como exemplo para os filhos, que, <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/como-educar-seus-filhos-sobre-preconceito-e-inclusao/">durante a infância, são como esponjas</a>, absorvendo o que os pais fazem, pensam ou dizem. As crianças acabam naturalmente prestando muita atenção nos comportamentos que são ou não aceitos dentro de casa para depois repeti-los na escola ou em outras situações de convívio social.&nbsp;</p>



<p>É possível lutar contra esse comportamento, que muitas vezes passa despercebido, de uma forma lúdica. Escolha brincadeiras, livros e filmes que passem a mensagem da importância da honestidade para começar o diálogo sobre o assunto. O desenho “Clube da Anittinha”, disponível no Youtube, pode ser um exemplo disso. No episódio “Fui eu”, disponível no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=L6E_dYcjaFY">Youtube</a>, a personagem Anittinha assume para seu amigo a culpa de um erro, afinal de contas, amigos não mentem.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar?</h2>



<p>Muitas são as razões que nos explicam as mentiras das crianças. <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/saude-3/ansiedade-na-infancia-e-adolescencia/">Através do diálogo</a>, é importante criar um ambiente seguro para que a criança se sinta à vontade para contar a verdade. Converse sobre como a mentira não é uma coisa legal, reforçando que a confiança entre vocês deve existir. Dessa forma, a criança começa a ver os pais como um porto seguro, ficando confortável para falar a verdade sem julgamentos.&nbsp;</p>



<p>Além disso, evite colocar palavras na boca das crianças e substitua as acusações por perguntas, usando perguntas como “por que você falou isso?” com a intenção de gerar uma reflexão sobre a atitude do pequeno. Evite agressões verbais ou rotular a criança como “mentirosa”. Dessa forma, também não é necessário gritar ou punir a criança com castigos pesados. Converse sobre o assunto, mostrando que você sabe quando a criança mente e dando atenção para suas necessidades sem que ela necessariamente peça por isso.</p>
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		<title>O que explica o sono na adolescência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 20:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[sono na adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já vimos em outros textos, a adolescência é uma fase marcada por dúvidas, descobertas e desafios. Hoje falamos sobre uma questão que acaba impactando diretamente em vários aspectos da vida: o sono na adolescência. Os horários alterados são comuns durante essa fase da vida &#8211; os adolescentes dormem mais tarde que as outras pessoas [&#8230;]</p>
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<p>Como já vimos em <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/adolescencia/pressa-na-adolescencia/">outros textos</a>, a adolescência é uma fase marcada por dúvidas, descobertas e desafios. Hoje falamos sobre uma questão que acaba impactando diretamente em vários aspectos da vida: o sono na adolescência.</p>



<p>Os horários alterados são comuns durante essa fase da vida &#8211; os adolescentes dormem mais tarde que as outras pessoas da casa e têm muita dificuldade para acordar cedo, por exemplo. Existem alguns motivos que ajudam a entender o porquê disso acontecer, mas é importante lembrar que uma noite mal dormida, que não proporciona ao corpo as horas de sono necessárias, prejudica o desenvolvimento saudável e pode afetar o rendimento diário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que isso acontece?</strong></h2>



<p>Existe uma explicação biológica que nos ajuda a entender um pouco mais sobre o sono na adolescência. Isso tem relação direta com a melatonina, que é o principal hormônio do sono. Geralmente ela é liberada no início da noite, quando cai a iluminação natural, tendo um pico de produção maior algumas horas após o anoitecer e ajudando a promover o início do sono. Depois disso, sua produção vai diminuindo para facilitar o acordar e deixar a pessoa ativa e pronta para o dia.</p>



<p>A melatonina acaba atuando de forma diferente nos adolescentes. Como durante essa fase o corpo passa por diversas mudanças hormonais, o ciclo da melatonina tende a estar atrasado, fazendo com que o hormônio seja produzido mais tarde. Isso faz com que o sono na adolescência demore mais tempo para chegar e também explica porque durante a manhã é tão difícil fazer com que o jovem acorde: os níveis de melatonina ainda estão elevados, o que faz ter mais vontade de continuar dormindo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância do sono na adolescência</strong></h2>



<p>Como a adolescência é uma fase onde o corpo e o cérebro ainda estão em desenvolvimento, uma boa noite de sono é essencial para que o organismo se desenvolva. Isso também impacta diretamente na produção do hormônio do crescimento, importante para o crescimento dos ossos e dos músculos.</p>



<p>Além disso, o sono também é um fator importante para o desenvolvimento emocional dos jovens, que passam durante a adolescência por <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/saude-3/ansiedade-na-infancia-e-adolescencia/">fases intensas</a> de aprendizado e socialização. Estar com muito sono acaba despertando sentimentos como a raiva e a irritação, o que acaba prejudicando a convivência com a família e os amigos. Um adolescente precisa de 8 a 10 horas de sono por noite para repor toda a energia gasta ao longo do dia e estar pronto para viver o próximo dia em um estado de alerta e atenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como melhorar a rotina de sono</strong></h2>



<p>Melhorar a rotina do sono na adolescência não é uma tarefa fácil. Separamos algumas dicas que podem ajudar na <a href="https://institutodosono.com/artigos-noticias/higiene-do-sono-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-essa-pratica/" class="broken_link">higienização do sono</a>, criando uma rotina saudável e que impacte o adolescente de forma positiva nesse ciclo.</p>



<p>&#8211; Evitar o uso do celular e outros aparelhos eletrônicos na cama. Se isso não for possível, diminua a luminosidade da tela para o mínimo.</p>



<p>&#8211; Definir uma hora para dormir e acordar, ajudando o corpo a criar uma rotina que permita regular a produção de melatonina.</p>



<p>&#8211; Para aumentar a energia durante a tarde, tirar um cochilo de 30 minutos após o almoço.</p>



<p>&#8211; Ler um livro, antes de dormir, por 15 a 20 minutos em luz baixa.</p>



<p>&#8211; Não ingerir cafeína depois das 18h, seja na forma de energéticos, refrigerantes, café ou comidas.&nbsp;</p>



<p></p>
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		<title>Ansiedade na infância e adolescência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriella]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 14:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como identificar os sintomas e lidar com a ansiedade na infância e na adolescência. Para começar, ter que encarar a ansiedade e seus sintomas não é tarefa fácil durante nenhuma fase da vida. Agora, você já imaginou passar por isso durante a infância e a adolescência? Durante essas etapas da vida, o ser humano [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2022/12/post_Gabi_para-o-blog-650-px-×-434-px-17.png" alt="ansiedade" class="wp-image-18833" width="824" height="550"/></figure>



<p>Saiba como identificar os sintomas e lidar com a ansiedade na infância e na adolescência.</p>



<p>Para começar, ter que encarar a ansiedade e seus sintomas não é tarefa fácil durante nenhuma fase da vida. Agora, você já imaginou passar por isso durante a infância e a adolescência? Durante essas etapas da vida, o ser humano ainda não tem a maturidade emocional para encarar isso sozinho, além de estar passando por uma série de mudanças físicas e hormonais.</p>



<p>Todos esses fatores acabam dificultando a identificação dos sintomas, uma vez que, enquanto as crianças ainda não sabem se expressar bem sobre o que estão sentindo, os adolescentes têm a tendência a se fechar, se isolando nos momentos difíceis. É preciso ter uma atenção redobrada para identificar a ansiedade na infância e na adolescência, mas separamos algumas dicas que podem te ajudar a lidar com mais esse desafio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar?</strong></h2>



<p>A ansiedade é um sentimento que mistura algumas sensações, como o medo, a insegurança, a preocupação com o futuro, a sensação de pressão ou incerteza. Ela é considerada uma emoção normal quando surge em momentos nos quais nos deparamos com situações que possam provocar essas sensações. É quando a ansiedade começa a influenciar o funcionamento da pessoa que ela se torna um sinal de alerta, indicando que algo está errado. No caso de crianças e adolescentes, a ansiedade pode fazer com que o jovem deixe de fazer coisas ou de ter uma atividade que faz parte da sua rotina por conta do transtorno.</p>



<p>Os sintomas da ansiedade durante a infância e a adolescência são parecidos com os da ansiedade na vida adulta, mas a falta de maturidade emocional e outros fatores do meio acabam alterando a forma com que estes se manifestam. É comum que os sintomas surjam em sequências alternadas, sendo mais ou menos frequentes durante certos períodos, além de variarem de pessoa para pessoa. Alguns dos sintomas mais comuns são:</p>



<p>Alterações no sono ou dificuldades para dormir<br>Desmotivação<br>Dores de cabeça<br>Excesso de medos e preocupações<br>Falta de ar<br>Irritabilidade ou apatia<br>Mudanças no apetite<br>Reclusão social<br>Roer as unhas<br>Oscilações no humor<br>Queda do rendimento escolar<br>Tonturas</p>



<p><a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/adolescencia/pressa-na-adolescencia/">A pressa na adolescência</a> é outro fator que ajuda a agravar os casos de ansiedade. A identificação e tratamento dos sintomas o quanto antes é interessante para que outros problemas psiquiátricos não se desenvolvam a partir da ansiedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar?</strong></h2>



<p>É preciso observar os sinais da ansiedade de crianças e adolescentes, criando um parâmetro entre o que é, de fato, um sentimento normal. Aqui, nos referimos a situações que são consideradas normais durante essas fases da vida. Por exemplo, medo de monstros imaginários, perder o carinho de um amigo ou ter dificuldades em uma prova. Contudo, a identificação dos sintomas fica mais fácil quando se tem claro o que é o “normal” de se estar vivenciando tanto na infância quanto na adolescência.</p>



<p>Procure entender as causas da ansiedade e como ela está afetando o dia a dia do seu filho. Se mostre aberto ao diálogo, conversando sobre os medos e as frustrações da criança ou do adolescente. Crie um ambiente seguro na hora de lidar com a ansiedade. Tente encontrar <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/bebes-e-criancas/vantagens-do-teatro/">atividades</a> que ajudem a aliviar os sintomas, como exercícios de respiração ou exercícios físicos.</p>



<p>Resumindo, a buscar ajuda profissional é necessário no momento em que você perceber que a situação é mais séria. É importante lembrar que quanto mais cedo o tratamento correto for aplicado, maiores as chances da criança ou adolescente conseguir se recuperar das crises e aprender a utilizar as ferramentas necessárias para lidar com a ansiedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para assistir</strong></h2>



<p>Por fim, a série documental “O Meu Lado Invisível”, disponível na <a href="https://www.apple.com/br/tv-pr/originals/the-me-you-cant-see/">Apple TV</a>, apresenta histórias esclarecedoras que ajudam a entender o estado atual da saúde mental e do bem-estar emocional, com relatos de celebridades como Lady Gaga e Princípe Harry. A série ajuda a entender melhor o impacto que as questões relacionadas à saúde mental, como a ansiedade, têm no nosso dia a dia, ajudando a eliminar o estigma e trazendo esperança ao passar a sensação de que não se está sozinho nessa batalha.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="340" height="109" src="https://dicaspaisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2022/04/atendimento_fim.png" alt="contato" class="wp-image-18179"/></figure></div><p>The post <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br/saude-3/ansiedade-na-infancia-e-adolescencia/">Ansiedade na infância e adolescência</a> appeared first on <a href="https://dicaspaisefilhos.com.br">Dicas Pais e Filhos</a>.</p>
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