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	<title>Diego Jucá</title>
	
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	<description>Portfolio de dirección de arte, diseño y creatividad</description>
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		<title>Mito &amp; Mensagem: O mundo é mais fácil do que se pensa e mais difícil do que se pode explicar</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 09:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diegojuca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mto bom esse post do Brainstorm 9. Resolvi reproduzir na íntegra aqui. Mito &#38; Mensagem: O mundo é mais fácil do que se pensa e mais difícil do que se pode explicar por Thiago Bersou @tbersou Mito &#38; Mensagem é uma série de textos que analisa campanhas e comunicação de sucesso do ponto de vista mítico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mto bom esse post do <a title="Brainstorm 9" href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">Brainstorm 9</a>. Resolvi reproduzir na íntegra aqui.</p>
<h3><a title="Mito &amp; Mensagem: O mundo é mais fácil do que se pensa e mais difícil do que se pode explicar" href="http://www.brainstorm9.com.br/28430/advertising/mito-mensagem-o-mundo-e-mais-facil-do-que-se-pensa-e-mais-dificil-do-que-se-pode-explicar/">Mito &amp; Mensagem: O mundo é mais fácil do que se pensa e mais difícil do que se pode explicar</a></h3>
<div>
<div>por <strong><a title="Posts de Thiago Bersou" href="http://www.brainstorm9.com.br/author/tbersou/" rel="author">Thiago Bersou<br />
</a></strong><a href="http://twitter.com/tbersou/" target="_blank">@tbersou</a></div>
<div></div>
<p>Mito &amp; Mensagem é uma série de textos que analisa campanhas e comunicação de sucesso do ponto de vista mítico, e porque, dentro dessa lógica, elas funcionam.</p>
</div>
<p>As sociedades humanas, como as conhecemos, tiveram em algum momento mítico de suas formações a incursão disso que muitos pensadores da cultura chamam de <strong>Função Paterna</strong>.</p>
<p>Esse conceito, nascido em trabalhos de teóricos ligados à psicanálise, tem como premissa essencial que a paternidade biológica não tem nenhuma utilidade. Para o contrato social a função simbólica do pai é o que se presta a impor limites, guiar, orientar e punir o indivíduo cuja formação inconsciente é marcada pela agressividade, pelo caos.</p>
<blockquote><p>O publicitário contemporâneo pode reproduzir mitos tanto para sustentar uma campanha política quanto para vender iPad</p></blockquote>
<p>É isso a estrutura que vislumbra que os indivíduos respeitem as mesmas regras, obedeçam aos mesmos códigos e de fato vivam em sociedade.</p>
<p>O homem é o lobo do homem (homo homini lúpus), escreveu Thomas Hobbes (<strong>“Leviatã”</strong>, 1651), o contrato social que administra, desloca, sublima e organiza essa agressividade é a função paterna. Diversas figuras sociais (mídias, instituições, marcas, ícones da moda, do comportamento) somam-se contemporaneamente às imagens do pai (de família) para garantir a efetividade de sua função.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>| A FUNÇÃO DO MITO</strong></p>
<blockquote><p>O mundo é mais fácil do que se pensa e mais difícil do que se pode explicar.</p></blockquote>
<p>O paradoxo dessa afirmação reside no fato de que tudo o que podemos falar sobre o mundo, não é nada do mundo, ele mesmo. Todavia, o mais próximo que se pode chegar dessa relação entre falar e apreender o mundo, está nos mitos.</p>
<p>O mito surge entre os antigos analogamente ao aparecimento da linguagem. Era a maneira de dar razão aos fenômenos naturais, o nascer do sol ou a chuva que caia. O mito em sua essência é uma tentativa de explicar o homem em si. Assim, parafraseando Roland Barthes (em vários pontos de sua obra), decifre o mito e estará decifrando a si mesmo.</p>
<blockquote><p>Um abacaxi mordido não atenderia aos desejos inconscientes que uma maçã levemente iluminada pode evocar</p></blockquote>
<p>Os mitos resultam diferentes de uma sociedade a outra. Mas sua essência é a mesma e inteligível para todas as comunidades. Alguns temas são, portanto, recorrentes em diferentes culturas, diversos mitos.</p>
<p>Toda sociedade tem ou teve, por exemplo, seu mito de criação e destruição e divindades que de uma forma ou de outra desempenham papéis semelhantes. Os mitos, fazem então, a estruturação social creditada à função paterna. Dão sentido a essa função.</p>
<p>São, por isso, vetores totêmicos de aglutinação dos grupos humanos submetidos à civilização. Entende-se totem aqui como uma representação simbólica da função paterna que só existe porque há um mito que explica sua razão de estar lá. Entender isso é começar a sacar como o mundo funciona; como funcionamos nele, como nos articulamos com ele.</p>
<p><strong>| MITO É A PÓS-MODERNIDADE</strong></p>
<p>Na pós-modernidade temos uma falência de grandes estruturas totêmicas que nos explicavam o mundo. Instituições como igreja, a família como constituição tradicional, escola, Estado, partidos políticos, o fim das grandes utopias. Com isso o que se tem são outras entidades fazendo esse papel de forma mais contundente, sendo as marcas um grande exemplo disso.</p>
<p>Mais flutuante do que o acadêmico, o publicitário contemporâneo pode tanto reproduzir mitos para sustentar uma campanha política quanto para a popularização do <strong>iPad 2</strong>.</p>
<p>No primeiro caso, Sarah Palin, por exemplo, tem a imagem pública desdobrada competentemente de sua vida pessoal – simultaneamente ex-modelo e líder administrativa livre da influência masculina; não é difícil identificar aí uma articulação do mito de Atlanta, a corredora bela que nunca se deixava vencer pelos homens. Shakespeare utiliza a mesma estrutura em sua obra <strong>“A Megera Domada</strong>” (The Taming of the Shrew). Crentes de que poderão eventualmente domá-la, alguns machos se permitem seduzir por ela.</p>
<p><img title="Apple" src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2012/02/apple.jpg" alt="" width="600" height="252" /></p>
<p>No terceiro, como explicar que um tablet é desejável antes mesmo de serem conhecidos seus recursos, apenas porque há nele o logo de uma maçã?</p>
<p>Comunicação eficiente que em ambos os casos articulam desejos inconscientes para todos. Articulam os mesmos mitos essenciais com os quais Claude Lévi-Strauss pode – sem falar português ou qualquer língua indígena – conviver, conversar e ser admirado pelos povos nativos que conheceu. Os mitos têm linguagem universal. Algo das publicidades, também.</p>
<p>A construção da marca contemporânea consiste então, em dar significados particulares a estes valores universais.</p>
<p><strong>| JOHNNIE WALKER E PROMETEU</strong></p>
<p>Os mitos pensam os homens antes que estes saibam dos mitos. Isso serve também para as marcas. Por isso, um abacaxi mordido não atenderia aos desejos inconscientes que uma macã mordida, levemente iluminada sempre pode evocar. A maçã seduziu Eva, Hera, Vênus e Atena, os homens vieram depois da primeira mordida. Quem não desejaria, então, possuir tal maçã? Freud perguntou: O que quer a mulher? Steve Jobs deu a melhor resposta: Uma maçã que capture os desejos masculinos. É mais do que o hardware. É publicidade capturando o mito.</p>
<p>A Vitória de Samotrácia (do gr. NIKÉ) é o exemplo mais óbvio. Símbolo de que a batalha é apenas para os fortes, suas asas terminam por constituir o logo estilizado da empresa de artigos esportivos.</p>
<p><img title="Nike" src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nike.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p>A <strong>Coca-Cola</strong> ao relacionar um estado de espírito (felicidade, vida) com o ato de ingerir sua bebida re-cria o rito bacante do entusiasmo (do gr. Enthousiasmós = colocar um deus dentro de si).</p>
<p>A boneca Barbie permite que cada criança re-viva a origem mítica da Guerra, aquela de Tróia, por Homer, quando uma maçã foi dedicada <em>“para a mais bela”</em>. Todas querem ser a mais bela. Sendo Barbie, todas podem ter – ludicamente – esta experiência inconsciente. An apple strikes again…</p>
<p>Quando <strong>Johnnie Walker</strong> passou seu legado ao filho, Alexander e este aos sucedâneos, o mantra <strong>“Keep Walking”</strong> estava já inscrito à marca. O mito do herói que morre mas passa seu legado vem desde os gregos. Prometeu foi o primeiro, o jovem Feidípedes (Φειδιππιδης) ao correr na batalha de Marathôn / Marathónas; (Μαραθών, transl. ) e pagar com a vida por isso, já mostrou que o homem teme a morte, mas teme mais a vergonha de ser esquecido.</p>
<p>Prometeu, na mitologia grega, foi aquele que criou o homem e também foi aquele que lhe ensinou o fogo.</p>
<p>Fogo é uma simbologia para conhecimento e com o conhecimento o homem foi capaz de coisas incríveis. Foi capaz primeiramente de andar em pé, sair do chão e olhar para frente. E olhando para frente foi capaz de inventar coisas, aperfeiçoar ferramentas, ou seja, progredir.</p>
<p><img title="Prometeus" src="http://www.brainstorm9.com.br/wp-content/uploads/2012/02/prome2.jpg" alt="" width="600" height="493" /></p>
<p>O mito de Prometeu é um dos mais emblemáticos para nossa cultura. Ele é poderosíssimo no sentido que é na sua essência o desejo universal de todos nós, sermos melhores do que somos hoje. De não nos conformarmos com o bom e procurarmos o ótimo.</p>
<p>Os criativos da <strong>BBH</strong> pensaram em Prometeu quando criaram essa campanha? É provável que não, porém a essência do mito está incrustada em todos nós, eles tiveram a sensibilidade de captar isso. E claramente havia a incrível coincidência de que o nome em si já era um signo de progresso.</p>
<p>Fácil? Claro que não. Saber qual mito tem maior aderência com determinada marca e até mesmo momento de nossa cultura é um trabalho dificílimo, porém o mito como território para posicionamento ainda está longe de começar a ser explorado. Até lá, aos interessados nas relações entre os mitos, sua função paterna e seus desdobramentos nas marcas, fica a assertiva de que as pesquisas estão ainda engatinhando mas, keep walking.</p>
<p>{<em>por Thiago Bersou e Clovis Pereira</em>}</p>
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		<title>Uma designer com alma</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:58:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marian Bantjes é uma artista gráfica como poucas. Designer, ilustradora, tipógrafa, ela tem trabalhos, entre outros, para Stefan Sagmeister, Y&#38;R Chicago, Wired, The Guardian e NY Times. Canadense. Bantjes trabalha em casa, uma cabaninha num lugar longe do stress e da correria da cidade. Nesse vídeo abaixo, podemos ver o processo criativo de um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Marian Bantjes" href="http://www.bantjes.com/" target="_blank">Marian Bantjes</a> é uma artista gráfica como poucas. Designer, ilustradora, tipógrafa, ela tem trabalhos, entre outros, para <a title="Stefen Sagmeister" href="http://sagmeister.com/" target="_blank">Stefan Sagmeister</a>, Y&amp;R Chicago, Wired, The Guardian e NY Times.</p>
<p>Canadense. Bantjes trabalha em casa, uma cabaninha num lugar longe do stress e da correria da cidade. Nesse vídeo abaixo, podemos ver o processo criativo de um dos seus trabalhos.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/XAOoreUZE6o" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Ano passado, tive a oportunidade de assistir uma palestra dela no <a title="Offf Festival" href="http://offf.ws/bcn2011/en/" target="_blank">Offf</a>, aqui em Barcelona. Saí correndo pra comprar o livro <a title="I Wonder" href="http://www.bantjes.com/i-wonder/about-book" target="_blank">I Wonder</a>, que tenho na minha cabecera como fonte de inspiração.</p>
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		<title>Papel, tesoura, design</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:26:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fodástico o trabalho da Lóbulo Design. É aí que você para e pensa &#8220;por que porra eu não prestava atenção na aula de artes na escola?&#8221;. Mas calma, ainda dá tempo. Um pouco de paciência, inspiração, muita prática e talento podem te levar a resultados similares. Dá ou não dá vontade de pegar a tesoura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30544951?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff9933" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Fodástico o trabalho da <a title="Lóbulo Design" href="http://www.lobulodesign.com/" target="_blank">Lóbulo Design</a>. É aí que você para e pensa &#8220;por que porra eu não prestava atenção na aula de artes na escola?&#8221;. Mas calma, ainda dá tempo. Um pouco de paciência, inspiração, muita prática e talento podem te levar a resultados similares. Dá ou não dá vontade de pegar a tesoura e sair recortando papel?</p>
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		<title>Artist Series</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 16:42:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[David Hillman Curtis é um cara multifacetado. Diretor, designer e escritor, trabalhou pra Yahoo!, Adobe, American Institute of Graphic Design entre outros. O camarada preparou esta série de vídeos protagonizados por renomados designers, artistas e arquitetos, falando sobre seus trabalhos. Vale muito a pena ir no site do cara e ver todos com carinho e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/18770585?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff9933" frameborder="0" width="640" height="472"></iframe></p>
<p>David Hillman Curtis é um cara multifacetado. Diretor, designer e escritor, trabalhou pra Yahoo!, Adobe, American Institute of Graphic Design entre outros. O camarada preparou <a title="Artist Series" href="http://hillmancurtis.com/artist-series/" target="_blank">esta</a> série de vídeos protagonizados por renomados designers, artistas e arquitetos, falando sobre seus trabalhos.</p>
<p>Vale muito a pena ir no site do cara e ver todos com carinho e com tela cheia.</p>
<p>Via: <a title="Nice Fucking Graphics" href="http://nfgraphics.com/artist-series/" target="_blank">Nice Fucking Graphics</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/diegojuca/~4/xhQwQ6wXHqQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>LetterMPress, preparando impressões no iPad</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 10:05:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já fazia um tempinho que não colocava nada por aqui, mas não dava pra não compartilhar este aplicativo pra iPad. Com o LetterMPress, você pode escolher as letras, compor a página, selecionar o papel, preparar a tinta e imprimir a sua arte como se fazia antigamente. Um excelente aplicativo tanto pros mais nostálgicos, como pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já fazia um tempinho que não colocava nada por aqui, mas não dava pra não compartilhar este aplicativo pra iPad.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/uzMRPW9fwSE?hd=1" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Com o LetterMPress, você pode escolher as letras, compor a página, selecionar o papel, preparar a tinta e imprimir a sua arte como se fazia antigamente. Um excelente aplicativo tanto pros mais nostálgicos, como pra galera que não viveu a época das tipos de chumbo.</p>
<p>Tá em promoção por 10 doletas e vale a pena.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/diegojuca/~4/NCYUJB5MaEw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>10 segundos ou 10 minutos?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 14:47:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tinha que compartilhar por aqui o vídeo que o @tomasferrandiz, diretor de criação da Tiempo BBDO tuitou hoje de manhã. É válido pra mostrar pro cliente sempre que ele quiser as coisas num prazo curto. Ou isso, ou a frase que ouvi outro dia do Enric Jardí: &#8220;O cliente tem direito a escolher duas das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha que compartilhar por aqui o vídeo que o <a title="Cambiando el Chip" href="http://cambiandoelchip.com/" target="_blank">@tomasferrandiz,</a> diretor de criação da Tiempo BBDO tuitou hoje de manhã. É válido pra mostrar pro cliente sempre que ele quiser as coisas num prazo curto. Ou isso, ou a frase que ouvi outro dia do <a title="Enric Jardí" href="http://www.enricjardi.com/home.php" target="_blank">Enric Jardí</a>: &#8220;O cliente tem direito a escolher duas das três opções seguintes: bom, rápido ou barato. Se ele quer um trabalho bom e rápido, certamente não vai ser barato. Se quiser rápido e barato, provavelmente não vai ser bom. E se quiser bom e barato, com certeza não vai ser da noite pro dia&#8221;.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/jgvx9OfZKJw" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/diegojuca/~4/3tD0WQinQAs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>I així va ser el Barça un día</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 14:02:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25397042" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/diegojuca/~4/khRDIDs3xCA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Tem que fazer parte da galera</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 12:20:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Semana passada dois posts que li me chamaram a atenção. Um foi o artigo &#8221;Communiting&#8221; do will.i.am, do Black Eyed Peas para o Ad Age, reproduzido pela meio &#38; mensagem. O outro foi um vídeo que vi no B9, sobre o futuro dos websites em uma série de entrevistas com uns caras de Nova Iorque. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada dois posts que li me chamaram a atenção. Um foi o <a title="Communiting" href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2011/10/17/will-i-am-o-que-quer-dizer-Communiting?fb_ref=bar_showandtell%3Bbar_showandtell%3Bbar_showandtell&amp;fb_source=home_oneline" target="_blank">artigo &#8221;Communiting&#8221; </a>do will.i.am, do Black Eyed Peas para o <a title="Ad Age" href="http://adage.com/" target="_blank">Ad Age</a>, reproduzido pela meio &amp; mensagem. O outro foi um vídeo que vi no B9, sobre o futuro dos websites em uma série de entrevistas com uns caras de Nova Iorque. O vídeo tá aí embaixo e o artigo podem ler <a title="Communiting" href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2011/10/17/will-i-am-o-que-quer-dizer-Communiting?fb_ref=bar_showandtell%3Bbar_showandtell%3Bbar_showandtell&amp;fb_source=home_oneline" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30156003" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Sempre é muito difícil fazer exercícios de futurologia e adivinhar como vai ser o dia de amanhã. De todo jeito, não precisa fazer mágica pra prever algumas coisas. E é aí onde existem pontos em comum entre o artigo do will.i.am e o vídeo: as marcas vão ter que se tornar cada vez mais sociais.</p>
<p>Partindo desse princípio, fica difícil imaginar aquele velho site com o menu basicão &#8220;quem somos, o que fazemos e contato&#8221;, cheio de informação bastante irrelevante na vida das pessoas. Um site não é um outdoor dentro do computador. As marcas precisam cada vez mais fazer parte de uma comunidade pra existir. Deixar de pensar e fazer comunicação como se ainda estivéssemos no seculo XX. O que o will.i.am fala no seu texo &#8220;crie conversas, não anúncios&#8221;. É a mesma coisa que o <a title="La charla de Dani Calabuig em Complot" href="http://www.tenemosunplan.com/las-charlas/cronica-de-la-charla-de-daniel-calabuig-fundador-y-director-creativo-de-seisgrados" target="_blank">Dani Calabuig</a>, diretor de criação da <a title="Seis Grados" href="http://new.seisgrados.net/" target="_blank">Seis Grados</a>, já fala há algum tempo: as marcas têm que criar uma moeda social. Por moeda social, entenda-se todo tipo de conteúdo que gera diálogo, desde aquela piadinha dentro do elevador a discussões fervorosas numa mesa de bar.</p>
<p>E também é o caminho aonde apontam o grandes da internet, Google e Facebook. As últimas mudanças que eles estão implementando visam justamente integrar toda a atividade online dentro das suas redes e, assim, facilitar a interação de um modo geral. Claro, por trás dessas mudanças, também vão te deixar mais dependentes de um ou de outro, mas deixando as teorias da conspiração de lado, o que importa é que as marcas precisam existir na rede. Não só com uma página bonitinha, mas cobrando vida e dialogando com as pessoas.</p>
<p>Com tanta informação circulando o tempo todo, a ninguém interessa algo que em 5 minutos esquece. Bom mesmo é quando você transforma informação em conteúdo relevante. Aí fica fácil ultrapassar a barreira de uma tela (seja do tipo que seja) e entrar na vida da galera.</p>
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		<title>É só chegar, chegando em Pernambuco.</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 14:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diegojuca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse vídeo é só pra matar a saudade. Acho que foi a galera da Marta Lima que fez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/acNtcuRsFcI?hd=1" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Esse vídeo é só pra matar a saudade. Acho que foi a galera da <a title="Marta Lima Comunicação" href="http://http://www.martalima.com.br/" target="_blank">Marta Lima</a> que fez.</p>
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		<title>A história do iPhone</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 10:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diegojuca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[infografia]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma da série &#8220;RIP Steve Jobs&#8221;. A galera da cNet fez essa vídeo-infografia contando a história do iPhone e tudo ao seu redor. Tá bem legal e vale a pena dar uma sacada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30195371" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Mais uma da série &#8220;RIP Steve Jobs&#8221;. A galera da cNet fez essa vídeo-infografia contando a história do iPhone e tudo ao seu redor. Tá bem legal e vale a pena dar uma sacada.</p>
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