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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos</title>
	
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	<description>por Conrado Navarro</description>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos</title>
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		<title>Dinheiro extra, restituição do Imposto de Renda e você!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 23:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Seabra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos brasileiros já se preparam para a Declaração de Imposto de Renda de 2009/2010. Alguns já pensam no que fazer com a restituição, o dinheiro extra. E você? Planeja ou gasta sem pensar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheiro extra, restituição do Imposto de Renda e você!" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_dinheiro_extra_imposto_de_renda.jpg" alt="Dinheiro extra, restituição do Imposto de Renda e você!" hspace="2" vspace="2" align="left" />Enquanto muitos brasileiros já estão preocupados com a declaração do Imposto de Renda 2010, alguns já pensam mais à frente: o que fazer com o valor que será restituído? Essa preocupação é muito pertinente não apenas para essa restituição, mas também para todo o "dinheiro extra" que aparece no nosso orçamento, tais como remuneração de férias ou o 13º salário.</p>
<p>Todos nós devemos definir objetivos financeiros (pagamento de dívidas, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, especializações, viagens, compra de imóvel etc.) e priorizá-los, pois assim sempre teremos um destino para nossa renda, evitando desperdícios.</p>
<p><strong>Pague suas dívidas<br />
</strong>A prioridade deve ser sempre para as dívidas contraídas e contas a pagar. O motivo é simples: os juros em questão são mais altos que qualquer investimento de baixo risco existente no mercado. Além disso, essa atitude te ajudará a "limpar" seu nome. Ou, melhor ainda, não deixá-lo "sujo", não prejudicando seu histórico de crédito.</p>
<p>Como foi explorado no artigo <a title="Educação financeira: um estilo de vida" href="http://dinheirama.com/blog/2010/01/29/educacao-financeira-um-estilo-de-vida/" target="_blank">"Educação financeira: um estilo de vida"</a>, de autoria de <strong>Conrado Navarro</strong>, a maioria das pessoas gasta mais do que ganha e a principal causa do endividamento é o descontrole financeiro. Portanto, os primeiros passos devem ser eliminar suas dívidas e controlar seus gastos.</p>
<p><strong>Invista seu dinheiro<br />
</strong>Se você estiver na privilegiada parcela dos brasileiros que não possuem dívidas (não por sorte, mas por competência), aproveite para aumentar seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGF0cmltJUY0bmlvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">patrimônio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Não caia na tentação de gastar com coisas desnecessárias. Cada um de nós deve possuir uma lista de objetivos financeiros bem definidos com as respectivas prioridades.</p>
<p>Fazer um curso do seu interesse ou comprar livros, investindo assim no seu aprendizado, investir o dinheiro num fundo com baixa taxa de administração ou no Tesouro Direto, por exemplo, são boas opções.</p>
<p>Lembre-se que o investimento na sua educação sempre será o que trará mais retorno (não apenas financeiro!). Portanto, aprenda algo novo diariamente, seja lendo blogs, livros ou fazendo um curso técnico, de graduação ou pós, e invista também na sua educação financeira, que te dará suporte para alcançar todos os seus objetivos.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng." href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Rafael Seabra</b>.<br>

Educador e consultor financeiro, cursa o MBA Executivo em Finanças pelo Ibmec. Editor do blog <a title="Blog Quero Ficar Rico" href="http://www.queroficarrico.comr">Quero Ficar Rico</a>, juntamente com César França, ministra palestras e cursos sobre Finanças Pessoais, com foco no planejamento financeiro.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?a=ZmYUC1xckuw:J459zuk-_R8:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?a=ZmYUC1xckuw:J459zuk-_R8:D7DqB2pKExk"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?i=ZmYUC1xckuw:J459zuk-_R8:D7DqB2pKExk" border="0"></img></a>
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		<title>As armadilhas do autoengano</title>
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		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/02/08/as-armadilhas-do-autoengano/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 12:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[autoengano]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos se recusam a aceitar a realidade como ela é e criam histórias e problemas para justificar a falta de atitude e interesse pela mudança. O autoengano é um perigo real. Você é assim?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="As armadilhas do autoengano" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_autoengano_perigo_dinheiro.jpg" alt="As armadilhas do autoengano" hspace="2" vspace="2" align="left" />Começo esse artigo com uma frase de <strong>Black Elk</strong>: <em>“é na escuridão de seus olhos que os homens se perdem”</em>. Ela consegue definir um estado que todos nós vivenciamos muitas vezes em nossa vida. Falo do autoengano, da negação de fatos e também da simples falta de consciência da realidade. Esse estado exagerado de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YXV0by1lbmdhbm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">autoengano<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> compromete demais a vida pessoal e profissional dos indivíduos.</p>
<p>Essa questão intrigante permeia nosso cotidiano e acaba minando nossas capacidades e comprometendo nossos relacionamentos. O fato é que, na maioria das vezes, não nos damos conta que a culpa é nossa e que somente nós podemos reverter situações ruins. O autoengano costuma ficar evidente quando colocamos a culpa de nossos problemas nos outros ou temos um olhar crítico em relação aos comportamentos alheios, sempre achando que nós somos melhores!</p>
<p>Alguns exemplos comuns seriam:</p>
<ul>
<li>A mãe que diz que os amigos levaram seu filho “para o mau caminho”;</li>
<li>A namorada que, ao ser traída, justifica a situação colocando a culpa na outra mulher;</li>
<li>O paciente que não acredita ser portador de alguma patologia;</li>
<li>O funcionário que não aceita que precisa se aprimorar;</li>
<li>O cidadão que se recusa a admitir que é o grande culpado pelo seu alto grau de endividamento.</li>
</ul>
<p>Agimos como aquela criança que ao correr tropeça na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FkZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">cadeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, cai e fala que a culpa é da cadeira que estava no lugar errado! <em>“Mas eu estava me divertindo e a cadeira apareceu de repente...”</em> justifica choramingando o pequeno para a mãe.</p>
<p>Vamos confessar que várias vezes somos como essa criança e culpamos o mundo pelo nosso fracasso, intolerância e descontentamentos. Esse tipo de comportamento acaba piorando o problema e nos torna reféns do próprio modo de pensar, pois não somos capazes de ver além do problema ou insatisfação. Essa cegueira ou o autoengano provoca uma relação interessante:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_ciclo_perigo_autoengano.jpg" alt="O perigo do Autoengano!" /></p>
<p>O esquema nos mostra o ciclo improdutivo em que acabamos entrando por conseqüência do autoengano. Funciona mais ou menos assim: tenho um problema e, por conta da minha “cegueira”, acabo enxergando causas irreais e partindo para <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29sdSVFNyVGNWVzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">soluções<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> inadequadas, e com isso agravo ainda mais minha situação inicial.</p>
<p>O autoengano é um recurso de autodefesa (e necessário em alguns casos) que surge todas as vezes que nos sentimos ameaçados, decepcionados ou nos deparamos com algumas verdades inconvenientes. Seria uma maneira de retardar o amadurecimento e ter que se posicionar frente às situações, como argumenta o psicólogo <strong>Armando Correa S. Neto</strong>:</p>
<blockquote><p>“Enquanto a responsabilidade não recair sobre si mesmo, a infantilidade permanecerá disfarçada de azar”</p></blockquote>
<p>Quando começamos a nos enxergar de verdade, quando mesmo que dolorido assumimos nossas dificuldades, nosso “padrão de autoengano“ muda. Conseguimos perceber a situação real e passamos a agir com coerência. Difícil? Um pouco, mas vale a pena tentar.</p>
<p>Comece a ver você como protagonista de sua história e não como vítima dela. Não tente ser perfeito, mas procure fazer o melhor possível. Sua vida pode ficar melhor a partir dos detalhes! Para saber mais e aprofundar suas reflexões, indico o livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1068803/?franq=247523" target="_blank">“Auto-Engano”</a> (Companhia de Bolso) de Eduardo Giannetti da Fonseca.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?a=trLOrk0UWQ4:uvbnf--0B3o:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?a=trLOrk0UWQ4:uvbnf--0B3o:D7DqB2pKExk"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/dinheirama?i=trLOrk0UWQ4:uvbnf--0B3o:D7DqB2pKExk" border="0"></img></a>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Paulo Kretly, CEO da Franklin Covey Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Paulo Kretly, CEO da Franklin Covey Brasil, bate um papo com o Dinheirama a respeito de carreira, sucesso no trabalho, organização de tempo, realizações e qualidade de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Paulo Kretly, CEO da Franklin Covey Brasil" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_paulo_kretly_entrevista.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Paulo Kretly, CEO da Franklin Covey Brasil" hspace="2" vspace="2" align="left" />Caro leitor, hoje trazemos para você uma entrevista com Paulo Kretly abordando assuntos relacionados à gestão de mudanças organizacionais, gerenciamento do tempo, liderança, legado e sucesso. <strong>Paulo Kretly</strong> é presidente da <a title="Franklin Covey Brasil" href="http://www.franklincovey.com.br/" target="_blank">Franklin Covey Brasil</a> e reconhecido palestrante em liderança, gestão e produtividade pessoal e interpessoal. É especialista em gerenciamento do tempo e vem cativando milhares de pessoas e organizações que o procuram com o desejo de manter suas vidas pessoal e profissional equilibradas. Também é autor do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21260894/?franq=247523" target="_blank">"Deixe um Legado"</a> (Elsevier).</p>
<p>Aproveite as dicas e tenha uma ótima leitura. Caso não consiga ler todo o artigo de uma vez só, sugiro que guarde-o com carinho e pratique a releitura. Aproveite também para participar do sorteio de um livro ao final do artigo. Desfrute do conhecimento de Kretly e aproveite para colocar a leitura em dia.</p>
<p><strong>Paulo, muito se fala em mudança como uma constante e como um desafio para os profissionais no mundo corporativo. Sendo ela tão importante, mas tão difícil de ser conduzida, pergunto: qual a real importância de mudar e de liderar através da mudança de conceitos e de paradigmas? Qual a melhor forma de se alcançar o envolvimento de todo o grupo da empresa?</strong></p>
<p><strong>Paulo Kretly:</strong> O termo “mudança de paradigma” foi introduzido por Thomas Kuhn em seu livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/27118/?franq=247523" target="_blank">“Estrutura das Revoluções Científicas”</a> (Editora Perspectiva). Na obra, Kuhn mostra como praticamente todas as revoluções no campo da pesquisa científica começaram com rupturas com velhas maneiras de pensar. Ptolomeu, grande astrônomo egípcio, afirmava que a Terra era o centro do universo. Porém, Copérnico, o polonês, enxergou a realidade de outra maneira, colocando o sol como centro do nosso sistema solar. Foi uma quebra de paradigma mundial.</p>
<p>Um paradigma, em sentido geral, é a maneira como “vemos” o mundo – não no sentido visual, mas sim em termos de percepção, compreensão e interpretação. Stephen R. Covey, autor de <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/146352/?franq=247523" target="_blank">"Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes"</a> (Editora Best Seller), sugere que um modo simples de entender os paradigmas é o de “vê-los como mapas”. Todos nós sabemos que um mapa não é um território, mas a explicação de certos aspectos desse território. É exatamente o que um paradigma é: uma teoria, uma explicação, um modelo.</p>
<p>Contudo, quer nos levem a direções eficazes ou ineficazes, quer sejam instantâneas ou fruto de longos processos, as mudanças de paradigma nos conduzem a uma visão de mundo para outra. E essas mudanças promovem transformações poderosas. Nesse contexto, umas das dificuldades em liderar através da mudança de paradigmas é o fato de que muitos líderes ainda possuem a mentalidade da Era Industrial, quando as pessoas eram consideradas máquinas que precisavam ser controladas.</p>
<p>Hoje em dia vivemos a Era do Conhecimento, onde os trabalhadores têm mais bagagem intelectual e podem optar como trabalhar e para quem. O líder de hoje precisa enxergar os membros de sua equipe como “pessoas completas” - ou seja, pessoas com corpo, coração, mente e espírito – para poder gerenciá-las e liderá-las da melhor forma possível. Você pode comprar as mãos de um colaborador, mas a mente e o coração ele só dá de forma espontânea.</p>
<p>Grandes líderes se esforçam para criar e manter um local de trabalho onde as pessoas querem estar e no qual podem dar seu melhor. Um grande líder consegue bons resultados com o envolvimento de todo grupo se ele for capaz de: inspirar confiança; esclarecer propósitos; alinhar sistemas e liberar talentos. Esses são os 4 Imperativos dos Grandes Líderes. Devemos lembrar que o exemplo não é a melhor maneira de ensinar, mas sim a única.</p>
<p><strong>Em seu livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21260894/?franq=247523" target="_blank">“Deixe um Legado”</a> (Campus), você lança perguntas provocativas para que cada um possa descobrir o seu potencial e, além disso, introduz um conceito chamado de Figura de Transição. O que é isso e como se relaciona com um profissional engajado que busca oportunidades e resultados?</strong></p>
<p><strong>PK:</strong> Em todos os períodos históricos, nações e áreas de atuação sempre existiram – e continuam existindo – pessoas que quando confrontadas com sistemas, crenças, tradições e hábitos injustos e preconceituosos, decidem não se conformar. Impelidas por uma poderosa convicção e pela força dos princípios que norteiam suas vidas, elas não se detêm diante de pensamentos do tipo <em>“as coisas sempre foram assim”</em> ou <em>“o que eu posso fazer sozinha?”</em>.</p>
<p>Essas pessoas se dispõem a enfrentar qualquer desafio ou oposição para fazer a parte que lhes cabe. Por mais remotas que pareçam ser as chances de vitória, elas persistem. Por maiores que sejam os obstáculos, elas continuam confiantes. Por mais intensa que seja a pressão, elas não se rendem. E por suas ações e atitudes, elas triunfam, mudando para melhor suas vidas e as de muitos outros. Sua <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW5mbHUlRUFuY2lhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">influência<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> positiva pode, em muitos casos, ir além de seu círculo familiar, estendendo-se para a empresa, para a comunidade, para o país, para o mundo e até mesmo para gerações futuras.</p>
<p>Essas pessoas, nas quais denominamos figuras de transição, são exemplos porque não permitem que os deslizes aos quais todos estamos sujeitos se transformem em um padrão, nem deixam que as exceções se transformem em regra. Não é possível ser uma figura de transição sem cultivar o espírito empreendedor, ou seja, sem buscar em si mesmo iniciativas criativas para solucionar problemas, atingir objetivos e transformar aspirações em projetos, projetos em realidade e a realidade em algo melhor. É dessa forma que uma figura de transição se transforma em uma força criativa e empreendedora em sua própria vida – e também nas vidas de outros.</p>
<p>Figuras de transição agem proativamente, não se contentam com o determinismo. Somos nós que fazemos nosso caminho ou nossa estrada já nos foi preparada antes mesmo de nascermos? Podemos moldar nosso destino ou nossa sina já está irrevogavelmente traçada? Responder a essas perguntas equivale a refletir sobre até que ponto somos responsáveis por nossos atos e escolhas, bem como por suas conseqüências.</p>
<p>Sem dúvida, é muito sedutora a tentação de diluir toda essa responsabilidade e invocar causas e motivações genéticas, biológicas, sociais, psicológicas, econômicas, geográficas e muitas outras. De acordo com a Teoria Determinista, nossas ações são determinadas por fatores alheios à nossa vontade. Essa teoria afirma que o comportamento humano é condicionado por três fatores: genética, momento (psíquico) e meio (ambiental).</p>
<p>Do ponto de vista genético, temos uma predisposição para sermos como somos, para fazermos o que fazemos.  Por isso, algumas pessoas dizem: <em>“Isso é de família. Eu sou assim, meus avós eram assim, meus bisavós também.”</em> No caso do fator psíquico, somos vistos como pessoas moldadas pelos pais e pelas experiências vividas na primeira infância, e isso determinará nossas vidas até o dia em que morrermos. Já o fator ambiental nos transforma em produto das influências que nos cercam: as condições econômicas e sociais, o trabalho, o chefe, o marido, a esposa. É o caso de pessoas que afirmam: <em>“Como posso fazer algo diferente com o chefe que tenho?”</em>, ou <em>“De onde vim, as coisas são assim”</em>.</p>
<p>Da mesma forma, pode-se recorrer a explicações econômicas, históricas, geográficas, etc., etc. É claro que todos esses fatores são importantes. Eles nos influenciam – e muito. Porém, ao contrário do que prega o Determinismo, eles não precisam ser determinantes em nossas vidas. Enquanto o Determinismo é visto cada vez mais como uma linha de pensamento limitada, e mesmo ultrapassada, ganha força entre os cientistas o Princípio da Incerteza, e uma das interpretações desse princípio é a que aponta o papel da consciência humana na determinação da realidade. Um perfil profissional engajado deve se basear no princípio de que somos livres para escolher e responsáveis por nossas escolhas.</p>
<p><strong>A Franklin Covey é especialista mundial em Gerenciamento do Tempo, tendo inclusive uma ferramenta utilizada por mais de 15 milhões de executivos no mundo. Quando falamos de Gestão do Tempo, uma das frases mais ecoadas é “Primeiro o Mais importante”, do inglês “First Things First”. Penso que, ao invés de nos preocuparmos em gerir o nosso tempo, é mais correto pensarmos em gerir a nós mesmos, as pessoas, com relação às nossas prioridades. O que pensa a respeito disso? O que de mais importante e influente é apresentado aos alunos da Franklin Covey a respeito de gerenciamento do tempo?</strong></p>
<p><strong>PK:</strong> Acredito que produtividade está associada à mensuração de tempo, e essa produtividade pode tanto significar bons resultados profissionais como uma melhor qualidade de vida pessoal. E o melhor caminho para chegar lá é saber priorizar, organizar e desempenhar. Um dos problemas de hoje é a falta de tempo, ou melhor, a idéia de que devemos fazer tudo. De acordo com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RlcGhlbitDb3ZleV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">Stephen Covey<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, é preciso saber dizer sim e não. Devemos dizer não para aquelas coisas que não são prioritárias e dizer um sim contundente para aquilo que é realmente importante.</p>
<p>Passamos a maior parte do tempo resolvendo questões urgentes. Para evitar esse comportamento, que não é produtivo, é preciso selecionar as ações. Os líderes eficazes sabem focar nos assuntos prioritários e realmente importantes, mas não necessariamente urgentes. Para agir desta maneira é preciso ter iniciativa, planejamento, manutenção preventiva e comunicação interpessoal. Em geral, as pessoas só tomam uma atitude diante de uma crise ou de um problema.</p>
<p>Os profissionais bem-sucedidos trabalham naquilo que mais importa e conduzem suas ações a resultados sustentáveis. Todos dispõem da mesma quantidade de tempo, porém uns aproveitam melhor que outros. Novamente, estamos diante da necessidade de se quebrar paradigmas. É preciso ter coragem para mudar. À medida que alguém muda seu comportamento, descobre que sobra mais tempo para realizar trabalhos importantes e criativos. As mudanças não são complicadas e sempre vale a pena tentar. O segredo está em ter disciplina para adotar uma nova rotina.</p>
<p>Nas soluções FranklinCovey, mostramos que existem quatro passos para que você consiga focar o seu tempo naquilo que mais valoriza e nas metas que deseja realizar. Esses passos o ajudam a guiar suas ações diárias sob uma fundação estável e construída sob seus valores mais importantes. São eles: Identifique valores; Estabeleça metas; Planeje-se semanalmente; e Planeje-se diariamente.</p>
<p>Esses passos, juntamente com ferramentas exclusivas, auxiliam as pessoas a desenvolverem a habilidade de planejar sua semana e organizar seus dias para que seu tempo esteja dirigido a tarefas realmente importantes. Elas aprendem a definir metas e dividi-las em tarefas executáveis e importantes, como reduzir o stress diário ao eliminar as atividades desnecessárias, ter a habilidade de gerenciar informações importantes com o sistema de planejamento que você citou, além de equilibrar suas prioridades pessoais e profissionais.</p>
<p><strong>Você disse uma vez em seu <a title="Blog do Paulo Kretly" href="http://paulokretly.blogspot.com/" target="_blank">blog pessoal</a> que <em>“As pessoas bem-sucedidas têm o hábito de fazer coisas que os que falham não gostam de fazer”</em>. Qual a real ideia por de trás dessa frase? Gostaria de deixar uma mensagem final com dicas a respeito de carreira e de produtividade pessoal para os nossos leitores?</strong></p>
<p><strong>PK:</strong> Albert PT Gray diz: <em>“Uma pessoa de sucesso tem o hábito de fazer tudo o que é necessário, mesmo que seja algo de que não goste. Pois o seu gosto está subordinado à força da finalidade daquela ação”</em>. Quais são as coisas que sabemos que temos que fazer, mas estamos evitando por ser algo desagradável? Sempre sabemos quando estamos evitando fazer algo, mas muitas vezes só damos atenção àquilo quando estamos prestes a pagar um preço alto pela negligência.</p>
<p>Um bom exemplo é quando se trata de nossa própria saúde, como não comer direito ou não dormir o suficiente. No fundo, ninguém se arrepende quando se disciplina e realiza o planejado, obtendo resultados satisfatórios. Quando finalmente subordinamos nossas aversões à força do objetivo, o sucesso vem como conseqüência, seja em qualquer esfera da vida.</p>
<p>Gostaria de deixar aos leitores do <em>Dinheirama</em> a importância de se perceber que cada um tem em suas mãos a escolha de deixar uma contribuição realmente significativa na vida. Está nas mãos de cada um de nós a decisão de se tornar uma Figura de Transição ou simplesmente ser mais um na multidão. E nos deparamos com essa decisão a cada dia, a cada hora, a cada minuto. Sempre que temos que escolher entre fazer o que é mais fácil ou fazer o que é certo, entre agir ou procrastinar, entre ajudar ou dar as costas. E é essa decisão que fará a diferença em todos os aspectos de sua vida, seja na carreira ou na vida pessoal.</p>
<p>Nessa jornada, não existem atalhos nem fórmulas mágicas. Como disse Aristóteles, <em>“nós adquirimos virtudes quando primeiro as colocamos em ação. Tornamo-nos justos ao praticar ações justas, equilibrados ao exercitar o equilíbrio e corajosos aos realizar atos de coragem”</em>, e isso é um processo que pode durar a vida toda. Mas o esforço vale a pena. Seja a força determinante de sua vida!  Ao encarar esse desafio, você ganha em troca a liberdade de traçar seu próprio destino e o poder de mudar gerações, por meio do legado que deixará. Sucesso!</p>
<p><strong><img title="Livro &quot;Deixe um Legado&quot; (Campus)" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_promocao_deixe_um_legado.jpg" alt="Livro &quot;Deixe um Legado&quot; (Campus)" hspace="2" vspace="2" align="left" />Sorteio do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21260894/?franq=247523" target="_blank">“Deixe um Legado”</a> (Campus)<br />
</strong>Quer ganhar um exemplar do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21260894/?franq=247523" target="_blank">“Deixe um Legado”</a>? Para concorrer ao sorteio deste livro peço que você escreva, aqui no espaço de comentários, duas coisas: 1) uma frase que indique a sua impressão sobre a entrevista que acabou de ler; e 2) uma frase falando sobre como o Dinheirama está contribuindo para que você deixe um legado cada vez maior e mais significativo.</p>
<p>Lembre-se de usar nome e e-mail verdadeiros para que possamos entrar em contato com você caso seja o sorteado nesta promoção. Valerão as respostas e comentários publicados <strong>até 20 de fevereiro</strong>, quando faremos o sorteio e divulgaremos o vencedor.</p>
<p>Deixo aqui os meus agradecimentos a Paulo Kretly pela disponibilidade de nos conceder esta entrevista e por nos fornecer um exemplar de seu livro para sorteio. Os leitores interessados podem encontrar o Paulo no Twitter – <a title="Twitter de Paulo Kretly" href="http://twitter.com/paulokretly" target="_blank">http://twitter.com/paulokretly</a>. Um abraço e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto: <strong>divulgação</strong>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Atuou nos setores de Marketing, de Eventos e de Planejamento e Controle da Produção. É estudante de Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), autor do livro <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks) e edita a seção de Empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/BrunoBiscaia">twitter.com/BrunoBiscaia</a></p><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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		<title>DinheiramaCast: Novo Real, o endividamento e o investidor</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 20:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Governo lança novas cédulas de Real. Será que isso muda sua vida em alguma coisa? Bancos resolvem melhorar oferta de produtos analisando perfil do cliente. Isso muda! Aprenda mais sobre seu dinheiro!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Novo Real, o endividamento e o investidor" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_podcast_investidor_real_api.jpg" alt="DinheiramaCast: Novo Real, o endividamento e o investidor" hspace="2" vspace="2" align="left" />O <em><strong>DinheiramaCast</strong></em> entrou em uma nova fase. O bate papo informal, divertido e repleto de informações interessantes e muita opinião agora é gravado em um novo estúdio, mais moderno e equipado. Para você, leitor e ouvinte, mais conteúdo e melhor qualidade de áudio. Elaboramos melhor a apresentação dos temas e também o formato do podcast, que passa a apresentar dicas de leitura, participações de especialistas e dúvidas, sugestões e comentários de nossos leitores/ouvintes. Ouça e mande seu comentário! Queremos sua participação.</p>
<p>O <em>podcast</em> de hoje está imperdível! Nele abordamos os seguintes temas e pontos de discussão:</p>
<ul>
<li>O governo federal, liderado pelo Ministério da Fazenda e Banco Central, anunciou a mudança gradativa das cédulas de Real. As notas ficarão mais bonitas, terão tamanhos diferentes (atitude pensada levando em conta os mais de 2,5 milhões de deficientes visuais) e maior segurança;</li>
<li>Em um ato de autorregulação, os bancos adotaram a partir de janeiro uma maneira explícita de <a title="API: Análise do Perfil do Investidor" href="http://dinheirama.com/blog/2010/01/04/api-suporte-ao-investidor-na-tomada-de-decisao/" target="_self">avaliar o perfil dos clientes e auxiliá-los em suas decisões de investimentos</a>. A API (Análise de Perfil do Investidor) já é parte da rotina bancária quando o assunto é investir. Entenda o que isso significa na prática para seus investimentos;</li>
<li>O leitor <strong>Osvaldo Pereira</strong> questiona se vale a pena aproveitar janeiro e fevereiro, momentos em que as lojas anunciam muitas promoções e liquidações, para comprar bens e levar para casa produtos com bons descontos. Apresentamos alguns cuidados neste sentido;</li>
<li>A leitora <strong>Silvana</strong> admite seus problemas com o endividamento excessivo no final do ano passado e quer mudar em 2010. A primeira dúvida tem relação com o cheque especial: como se livrar dele e seus altos juros? E como colocar a vida nos eixos para novos endividamentos não sejam razão de mais problemas?</li>
<li>Três livros são comentados e relacionados como dica de leitura. <a title="Compre o livro pelo Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863/?franq=247523" target="_blank">"Vamos Falar de Dinheiro" (clique para comprar)</a> (Novatec), de Conrado Navarro, livro que surgiu a partir das muitas dúvidas de leitores enviadas por este blog, <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972" target="_blank">"Dinheirama" (clique para comprar)</a> (Blogbooks Ediouro), obra que relaciona os artigos mais comentados publicados por aqui, e <a title="Compre o livro pelo Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1653812/?franq=247523" target="_blank">"Contrate Preguiçosos" (clique para comprar)</a> (MC Editora), de Eduardo Cupaiolo.</li>
</ul>

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<b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros <a title="Compre o livro pelo Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863/?franq=247523">“Vamos falar de dinheiro?”</a> (Novatec) e <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks), Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.
No Twitter: <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro">twitter.com/Navarro</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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O podcast de hoje está imperdível! Nele abordamos os seguintes temas e pontos de discussão:

	* O governo federal, liderado pelo Ministério da Fazenda e Banco Central, anunciou a mudança gradativa das cédulas de Real. As notas ficarão mais bonitas, terão tamanhos diferentes (atitude pensada levando em conta os mais de 2,5 milhões de deficientes visuais) e maior segurança;
	* Em um ato de autorregulação, os bancos adotaram a partir de janeiro uma maneira explícita de avaliar o perfil dos clientes e auxiliá-los em suas decisões de investimentos (http://dinheirama.com/blog/2010/01/04/api-suporte-ao-investidor-na-tomada-de-decisao/). A API (Análise de Perfil do Investidor) já é parte da rotina bancária quando o assunto é investir. Entenda o que isso significa na prática para seus investimentos;
	* O leitor Osvaldo Pereira questiona se vale a pena aproveitar janeiro e fevereiro, momentos em que as lojas anunciam muitas promoções e liquidações, para comprar bens e levar para casa produtos com bons descontos. Apresentamos alguns cuidados neste sentido;
	* A leitora Silvana admite seus problemas com o endividamento excessivo no final do ano passado e quer mudar em 2010. A primeira dúvida tem relação com o cheque especial: como se livrar dele e seus altos juros? E como colocar a vida nos eixos para novos endividamentos não sejam razão de mais problemas?
	* Três livros são comentados e relacionados como dica de leitura. "Vamos Falar de Dinheiro" (clique para comprar) (http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863/?franq=247523) (Novatec), de Conrado Navarro, livro que surgiu a partir das muitas dúvidas de leitores enviadas por este blog, "Dinheirama" (clique para comprar) (http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972) (Blogbooks Ediouro), obra que relaciona os artigos mais comentados publicados por aqui, e "Contrate Preguiçosos" (clique para comprar) (http://www.submarino.com.br/produto/1/1653812/?franq=247523) (MC Editora), de Eduardo Cupaiolo.


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		<title>A melhor escolha do produto e a necessidade de comprar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 16:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de comprar um produto, você precisa saber se há real necessidade de adquiri-lo. Aprenda a avaliar sua necessidade, priorizar, economizar e comprar melhor!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A melhor escolha do produto e a necessidade de comprar" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_compra_melhor_produto_necessidade.jpg" alt="A melhor escolha do produto e a necessidade de comprar" hspace="2" vspace="2" align="left" />Antes de decidir comprar um novo produto ou contratar um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dmVuZGErc2VydmklRTdvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">serviço<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, é importante ter certeza da real necessidade que se precisa atender. Às vezes, acreditamos que só certo produto será capaz de suprir nossas expectativas. Mas, em alguns casos, fixando o pensamento na necessidade e não no produto, encontramos as mais diversas (e baratas) soluções.</p>
<p>Quando mudei para a casa que moro hoje, a primeira coisa que decidi modificar foi reduzir a área impermeável do quintal construindo um canteiro. Plantei várias hortaliças que, durante um bom tempo, apresentaram crescimento tímido. Mas, com a temporada de chuvas, passaram a crescer rapidamente. Dentre as plantas, tenho dois pés de abóbora. Como elas são plantas trepadeiras, tinha certeza que precisaria fazer um investimento e montar um caramanchão no corredor, acima do canteiro.</p>
<p>Fiz alguns orçamentos e decidi esperar um pouco para tomar a decisão, já que o gasto não seria pequeno. O problema é que as abóboras não quiseram esperar e tomaram conta do canteiro. Foi quando tive uma idéia: porque não usar uma tela feita com cabo de aço revestido? Afinal, minha necessidade não era de um caramanchão, e sim de colocar as plantas acima do canteiro. Assim, decidindo esperar para tomar a decisão de contratar o serviço, acabei gastando pouco, atendendo a necessidade e com um resultado melhor do que esperava. Confira:</p>
<p><img style="float: none" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_compra_exemplo_economia.jpg" alt="Exemplo de compra - Análise da necessidade" /></p>
<p><strong>Definindo uma necessidade</strong><br />
Para ajudar a definir claramente a necessidade que precisa ser atendida, quero sugerir o método dos “cinco por quês”, usado para determinar relações de causa/efeito e descobrir a causa raiz de uma situação. No presente contexto, a técnica busca encontrar a principal razão para consumir um determinado produto ou serviço. Embora o método pareça excessivo para as despesas habituais, certamente é útil para avaliar compras que refletem significativamente no orçamento. Assim, veja como usá-lo para as suas compras.</p>
<p>Escreva a sua necessidade começando com “Eu preciso...”. Agora transforme a afirmação em pergunta colocando “Por que” na frente e a interjeição no final. Responda à pergunta formulada e transforme a resposta em pergunta da mesma forma que no item anterior. Responda-a. Faça isso com todas as respostas até obter a quinta resposta ou até não conseguir mais responder às perguntas. Essa é a sua necessidade principal.</p>
<p>Veja o exemplo abaixo:</p>
<p><strong>Afirmação: Eu preciso de uma televisão nova.</strong></p>
<p><strong>Pergunta 1:</strong> Por que eu preciso de uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFYrTENEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">televisão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nova?<br />
<strong>Resposta: </strong>Para substituir a atual, que é antiga e está com problemas nos botões.</p>
<p><strong>Pergunta 2:</strong> Por que eu preciso substituir a atual, que é antiga e está com problemas nos botões?<br />
<strong>Resposta:</strong> Para não ter que conviver com constantes problemas no equipamento.</p>
<p><strong>Pergunta 3:</strong> Por que eu preciso não ter que conviver com constantes problemas na equipamento?<br />
<strong>Resposta: </strong>Para assistir <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">filmes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e programas com tranquilidade e melhor qualidade de imagem e som.</p>
<p><strong>Pergunta 4:</strong> Por que eu preciso assistir filmes e programas com tranquilidade e melhor qualidade de imagem e som?<br />
<strong>Resposta: </strong>Para melhorar a qualidade do principal hobby da família, que é assistir filmes.</p>
<p><strong>Pergunta 5:</strong> Por que eu preciso melhorar a qualidade do principal hobby da família, que é assistir filmes?<br />
<strong>Resposta:</strong> Para tornar mais prazeroso o hábito de assistir filmes.</p>
<p>Assim, a necessidade encontrada no exercício acima é: tornar mais prazeroso o hábito de assistir filmes e não simplesmente comprar uma televisão nova. Pode ser que, para atender essa necessidade, não seja preciso uma televisão nova, mas sim reformar as poltronas. Será?</p>
<p><strong>Encontrando o produto perfeito</strong><br />
Decidindo-se por comprar um produto ou contratar um serviço, é o momento de identificar as opções disponíveis no mercado. Para isso, o ideal é dispor de algum tempo para pesquisar. Quanto mais informações tivermos, melhor será a escolha do produto.</p>
<p>Um ótimo lugar para começar são fóruns de discussão. Na internet, é possível encontrar fóruns sobre os mais diversos assuntos, incluindo impressões de consumidores sobre produtos que já usaram ou que tem intenção de usar. Mesmo quando não temos muita informação, com a ajuda de outros usuários é possível formar uma idéia em pouco tempo.</p>
<p>Outra boa ferramenta são os guias de compra. Basta procurar em qualquer buscador na internet para encontrar várias indicações de como escolher desde roupas até <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWxldHJvZG9tJUU5c3RpY29zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-68">eletrodomésticos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. São úteis e contém muitas referências sobre um mesmo tipo de produto. Também vale a pena ler avaliações e resenhas em lojas virtuais ou sites de procura de produtos. Muitos deles tem a opção de comparar produtos, o que ajuda na avaliação de recursos, características, preço, entre outros.</p>
<p><strong>Não tenha pressa.</strong><br />
Uma boa compra é aquela que melhor se adequa à sua necessidade, o que significa um melhor uso com maior tempo de utilidade. Na dúvida, espere uma semana antes de decidir. Pode ser que, depois desse tempo, o produto não seja mais tão atrativo como parecia.</p>
<p>Além disso, existem outras questões importantes que precisam ser levadas em conta, entre elas o lado financeiro da operação. Este inclui não só a forma de pagamento a ser usada, como também o impacto que um item pode gerar no orçamento doméstico. Sendo assim, no próximo artigo falarei sobre os aspectos financeiros das compras.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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					<!-- boo-widget end --></p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos – www.maiscommenos.net – e apaixonada por tudo o que ajuda o ser humano em sua caminhada evolutiva.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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		<title>O que o dinheiro representa para você?</title>
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		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/02/03/o-que-o-dinheiro-representa-para-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 11:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[atividade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia econômica]]></category>
		<category><![CDATA[símbolo]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[A forma como encaramos o dinheiro diz muito sobre nosso modo de viver. Dinheiro pode estar relacionado à cultura, sexo, poder, sociedade e muito mais. Há um enorme simbolismo em torno do dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O que o dinheiro representa para você?" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_simbolismo_significado_dinheiro.jpg" alt="O que o dinheiro representa para você?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Fala-se sobre dinheiro todos os dias, mas raramente paramos para pensar um pouco sobre a riqueza que esse assunto traz consigo. O <strong>Navarro</strong> deixou suas sinceras impressões sobre o tema no artigo <a title="Educação financeira: um estilo de vida" href="http://dinheirama.com/blog/2010/01/29/educacao-financeira-um-estilo-de-vida/" target="_self">“Educação Financeira: um estilo de vida”</a>. Há uma diversidade de simbolismos empregados a ele. Essas representações variam de acordo com o contexto social e de indivíduo para indivíduo. Esse signo flutua do bem ao mal constantemente.</p>
<p>A maioria das informações a seguir foram extraídas e trabalhadas a partir do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21360098/?franq=247523" target="_blank">“Psicologia Econômica”</a> (Campus), escrito pela psicanalista <strong>Vera Rita de Mello Ferreira</strong>. Uma leitura que recomendo a todos que queiram aprender mais sobre o tema. Vejamos algumas informações colhidas a partir de estudos realizados por vários pesquisadores em diversos campos de conhecimento a respeito do dinheiro.</p>
<p>O dinheiro pode ser concebido como uma construção social onde seu valor é vinculado à cultura local, crença coletiva ou como o seu simbolismo é passado para as futuras gerações. Também nessa linha, diria sociológica, inclui-se a forma como as crianças percebem o emprego do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e como os pais transmitem os ensinamentos econômicos a seus filhos.</p>
<p>O pensamento psicanalítico, onde <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RnJldWRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">Freud<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, Forman e mais recentemente os estudos de Stephen Lea abordam as investigações sobre a relação do indivíduo com o dinheiro, sua representação cotidiana e as psicopatologias decorrentes disso. <em>“O dinheiro como tormento interno ou como mentor interno”</em>.</p>
<p>As metáforas também compõem um campo vasto e interessante. Russel Belk cita três linhas nesse sentido:</p>
<ul>
<li><strong>Dinheiro como líquido:</strong> ter ou não liquidez, fluxo de caixa. Algo que se move, que ganhamos e depois usamos, tão bem metaforicamente representado pela expressão “sair pelo ralo”;</li>
<li><strong>Dinheiro como alimento: </strong>tempo de vacas magras ou engordar a conta. Uma necessidade que precisa ser saciada;</li>
<li><strong>Dinheiro e sexo: </strong>conotação mais masculina, associada à virilidade, a geração de riqueza ou estar sem dinheiro. Na popular gíria “Tô duro”.</li>
</ul>
<p>Na sociedade capitalista, o dinheiro é associado ao poder, talento e benção. A falta dele é tida como fracasso, fardo e incompetência. O dinheiro afeta o nosso sentido de identidade: ir à falência ou ter sucesso financeiro tem impacto significativo na autoimagem do indivíduo.</p>
<p>O modo como o dinheiro é originado também é fator de avaliação pessoal. Herança, prêmios, salário ou obtenção através de atos ilícitos atribuem ao dinheiro e ao seu portador conotações positivas ou negativas. Podemos nos lembrar de expressões como <em>“filhinho de papai, tem tudo fácil, não sabe o valor da vida e das coisas”</em> ou <em>“ele nasceu virado para lua, pois ganhou aquele tal prêmio”</em>.</p>
<p>As letras de músicas também estão carregadas de citações sobre o dinheiro e suas implicações. Quem não se lembra dos versos de Paulinho da Viola “Dinheiro na mão é vendaval” ou “Money for nothing” do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RGlyZStTdHJhaXRzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">Dire Straits<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>? E tantos outros compositores cantando as alegrias e tormentos desse pedaço de papel...</p>
<p>Temos também as histórias em quadrinhos, recheadas de aventuras que giram em torno de tesouros e piratas e muito mais, onde seu maior representante é o avarento Tio Patinhas. Os significados são muitos, o dinheiro é elemento de interação social e de discórdias, de alegrias e tragédias, de apego e generosidade, benção ou maldição. Tudo depende do modo como você o concebe e lida com ele em seu cotidiano.</p>
<p>A sabedoria está no equilíbrio e na busca pela qualidade de vida através do uso consciente e inteligente desse signo. O tema é um convite à reflexão sobre nossas representações mentais sobre o dinheiro e os muitos equívocos que cometemos em conseqüência delas. É importante saber que <em>“comportamento econômico reflete comportamento psíquico”</em>, como nos lembra Vera Rita em uma das passagens do seu livro. Você já parou para pensar no que o dinheiro representa para você?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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		<item>
		<title>Estratégias de marketing e branding em sua empresa</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dinheirama/~3/eKifkhwGtc4/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/02/02/estrategias-de-marketing-e-branding-em-sua-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 17:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quais estratégias os empreendedores de sucesso usam para conquistar, satisfazer e fidelizar seus clientes? Será que ainda é o famoso preço baixo ou a marca já tem valor maior e mais importante nessa relação?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Estratégias de marketing e branding em sua empresa" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_marketing_branding_sucesso.jpg" alt="Estratégias de marketing e branding em sua empresa" hspace="2" vspace="2" align="left" />Promover uma mudança ou apenas implementar uma nova estratégia em uma empresa grande, com muitos funcionários, é algo que nem sempre acontece com muita facilidade - embora a necessidade de tal ação seja reconhecida. Isso acontece devido à dificuldade que existe em transmitir os valores da empresa para cada um que ali trabalha e por conta dos custos para se fazer isso.</p>
<p>O bom é que essa realidade é totalmente diferente quando falamos de micro e pequenas empresas, na qual a interação e a convivência direta entre todos os funcionários é grande. Neste cenário, a possibilidade de uma ação dar certo é muito alta. Escrevo este artigo porque acredito que os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> devem sempre apostar em estratégias ousadas de <em>marketing</em> e de <em>branding</em> para as suas empresas se tornarem diferentes das demais. Para se destacarem! Para serem notáveis!</p>
<p>Falando assim, parece que estratégia é um assunto para especialistas. Não é não. As duas estratégias mais comuns, as que a grande maioria das empresas utiliza para se diferenciar das demais e para ganhar mais clientes são:</p>
<ul>
<li><strong>Diferenciação por preço baixo:</strong> reduz-se o valor das mercadorias para atrair o cliente e vender maiores quantidades;</li>
<li><strong>Diferenciação por valor agregado:</strong> adiciona-se algum serviço ou produto a algum de seus produtos. Como exemplo, lembre-se do <em>“se você comprar tal coisa, terá garantia de três anos, instalação gratuita e ainda leva para casa um aparelho de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">DVD<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de brinde”</em>.</li>
</ul>
<p>E qual o problema de utilizar essas duas estratégias tão enraizadas no nosso cotidiano? Afinal, quem não conhece os grandes varejistas e supermercados que baixam o preço de seus produtos e atraem os clientes por todo o fim de semana? Mas, e depois desse final de semana, será que os clientes sempre voltam àquela loja ou escolhem o mercado mais barato do dia?</p>
<p>E as marcas de eletrônicos que vendem seus produtos, atribuindo ao cliente alguns (muitos) meses de garantia para uso daqueles aparelhos com muita tranquilidade e ainda agregam vários serviços àquela venda? Há algo errado? Nada, tudo está certo. Os produtos eletrônicos devem sim ter garantia para o caso de estarem com defeito. Mas, creio, essas não podem ser as únicas estratégias de uma empresa.</p>
<p>Aprendi na faculdade, no trabalho e na vida que nada está completamente certo e nada está completamente errado. O bom é misturar o que há de bom em cada ideia, em cada teoria, em cada pesquisa, refletir se aquilo é aplicável e sair usando para o que você precisar. É o que chamamos de <em><strong>MIX</strong></em>. Aprenda a fazer um e utilize o seu!</p>
<p><strong>Voltando ao problema</strong><br />
O grande problema dos dois tipos de estratégias citados acima é que elas são facilmente copiadas pelos concorrentes, o que torna sua empresa e seu competidor iguais em pensamento e no que oferecem ao cliente. Em outras palavras, negociar com você ou com qualquer outra será indiferente para o cliente.</p>
<p>Você pode viver assim, crescer e sustentar toda a sua família dessa forma. Você pode enriquecer assim, não há dúvida. Tratam-se de modelos que funcionam, mas, como eu disse, podem haver outras estratégias que, combinadas a esses métodos usuais, façam de você um empresário de ainda mais sucesso. Sua função é ouvir, experimentar, pesquisar, realizar. Sua estratégia deverá ser sempre um apanhado das melhores ideias.</p>
<p><strong>E o que não pode faltar?</strong><br />
No meu entender, a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZXN0cmF0JUU5Z2lhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">estratégia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que considero fundamental a ser utilizada em seu mix de estratégias é a diferenciação por personalidade da marca! Diferenciação pela identidade. Abaixar os preços todo o mundo consegue. Agregar novos valores ao produto também. Mas, e mudar a atmosfera da marca, algo que é intangível, que não é palpável e nem comum? Será que algum concorrente conseguirá copiá-lo? A resposta é: dificilmente! E isso gera uma imunidade competitiva imensa.</p>
<blockquote><p>“Ela (a diferenciação por personalidade) propõe que sejam criados diferenciais intangíveis, emotivos, que provoquem o lado emocional do consumidor, de modo que ele dê sua preferência para a marca por atribuir alto valor ao que ela representa emocionalmente para ele, seja em termos pessoais ou sociais. Por este modelo, o consumidor ou cliente irá pagar mais pelos produtos desta marca, gerando mais lucro para a empresa” (<strong>A. Nascimento e R. Lauterborn</strong>, livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21382821/?franq=247523" target="_blank">"Os 4 Es de Marketing e Branding"</a>; Elsevier,2007)</p></blockquote>
<p>Para que a identidade da sua empresa seja marcante, você tem de conquistar pelo menos quatro fatores humanos:</p>
<ol>
<li>As pessoas precisam gostar da marca;</li>
<li>As pessoas precisam compreender e aceitar a proposta ou a história da marca;</li>
<li>As pessoas precisam aceitar pagar pela marca;</li>
<li>As pessoas precisam se sentir valorizadas em seus círculos sociais, em função da aquisição ou consumo da marca.</li>
</ol>
<p>Será que esse texto fez você pensar melhor sobre como está cuidando da imagem e das vendas da sua empresa? Que tal compartilhar sua opinião e suas decisões em relação ao <em>mix</em> de estratégias para conquistar e fidelizar seus clientes? Fico aguardando o seu comentário para darmos sequência ao assunto. Um abraço e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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<b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Atuou nos setores de Marketing, de Eventos e de Planejamento e Controle da Produção. É estudante de Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), autor do livro <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks) e edita a seção de Empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/BrunoBiscaia">twitter.com/BrunoBiscaia</a></p><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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		<title>Economia, inflação, o Brasil e o brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 23:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=3917</guid>
		<description><![CDATA[Relatório Focus divulga expectativa de economistas para uma inflação mais alta em 2010. Será que os juros vão subir? E o hábito de compras do brasileiro, será que pode inflar uma bolha?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Economia, inflação, o Brasil e o brasileiro" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_brasil_inflacao_compras.jpg" alt="Economia, inflação, o Brasil e o brasileiro" hspace="2" vspace="2" align="left" />O dia hoje é dedicado ao hábito que cresce com muita força no país: comprar. A <strong>Elaine Costa</strong> deixou sua opinião e algumas reflexões no artigo <a title="O que é uma boa compra nos dias atuais?" href="http://dinheirama.com/blog/2010/02/01/o-que-e-uma-boa-compra-nos-dias-atuais/" target="_blank">“O que é uma boa compra nos dias atuais?”</a> e eu tentarei enfocar mais o aspecto econômico relacionado ao tema. Segundo o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, a <a title="Economistas crêem em inflação maior." href="http://www.bussoladoinvestidor.com.br/n.asp?id=1321&amp;t=Focus:%20Previs%E3o%20da%20Selic%20em%202010%20aumenta%20para%2011,25%" target="_blank">maioria dos economistas que participaram da pesquisa acreditam que a inflação para o ano de 2010 será de 4,62%</a>. Esse percentual fica acima do centro da meta de inflação para o ano que é de 4,5%.</p>
<p>A partir desse resultado, fica cada dia mais clara a tendência do Banco Central em elevar a taxa básica de Juros, conhecida por Selic, para tentar conter a expectativa inflacionária. Entretanto, a verdade é que não existe um superaquecimento econômico generalizado, mas sim um superaquecimento em determinados mercados.</p>
<p>Enquanto isso, o mundo começa a dar os primeiros passos no sentido de sair da crise. Dados de grandes empresas e instituições financeiras (com presença também no Brasil) mostram números e projeções que diminuem a ansiedade e a preocupação de agentes, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e consumidores. Ainda assim, há consenso de que corremos o risco de ver novas contaminações surgindo nos próximos anos. Mas vamos bem.</p>
<p><strong>Comprando carro como se compra banana</strong><br />
Alguns setores, como o automobilístico, cresceram muito mais na base do crédito farto do que na real capacidade do brasileiro em honrar seus compromissos e ainda assim manter-se em dia com o padrão de vida. Nos venderam o sonho de que era possível comprar aquele novo modelo com pouco dinheiro e, sem (muito) pensar, fomos trocar de carro, adquirir o primeiro veículo da família e tudo mais. O <em>Dinheirama</em> sempre tentou manter a cautela sobre o assunto. Nosso artigo clássico, e que sugiro, chama-se <a title="Qualquer um pode comprar carro?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/30/qualquer-um-pode-comprar-um-carro/" target="_blank">“Qualquer um pode comprar um carro?”</a>.</p>
<p>Cabe ressaltar, claro, que não foi só esse setor que cresceu. Um <em>boom</em> parecido pode ser visto no mercado de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8raW0lRjN2ZWlzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-68">imóveis<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Será que o brasileiro conseguirá arcar com tantos pagamentos? Com o aumento na taxa Selic, toda uma cadeia produtiva será afetada e esses ajustes financeiros serão, em última análise, repassados aos consumidores de bens e serviços.</p>
<p><strong>Uma nação de “emboletados”</strong><br />
Esses aumentos que parecem não constar nos índices inflacionários fazem com que os brasileiros, os "emboletados", tenham cada vez mais gastos no dia a dia, contribuindo para a formação de uma crescente e perigosa bola de neve de contas.</p>
<p>Estamos falando de uma tendência. Talvez o Banco Central opte por ignorar essa expectativa e decida manter a taxa Selic, talvez não. Estamos em ano eleitoral e é impossível saber o que poderá acontecer até o final do ano. Uma coisa, no entanto, parece certa: a saída de Henrique Meirelles da presidência do BC.</p>
<p><strong>O Governo, grande gastador, também influencia a inflação</strong><br />
Durante a crise, o governo atuou abrindo mão de impostos e aumentando seus programas sociais. Para momentos cataclísmicos como o que mundo passava, pareceu ser a decisão mais acertada. Agora o momento é outro: os gastos do governo precisam ser mais bem planejados. Um bom exemplo está na questão estrutural, pois o Brasil possui um déficit enorme em infraestrutura que pode emperrar o crescimento do país nos próximos anos.</p>
<p>O país e sua população são espelhos; o brasileiro e seu governo acabaram gastando mal. Tudo bem, era um período particular, mas agora é a hora de pagar a conta. Se o crescimento for sustentável, mais e mais gente terá acesso ao crédito farto. Planejamento e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWR1Y2ElRTclRTNvK2ZpbmFuY2VpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">educação financeira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> são fundamentais para que isso possa mesmo servir de impulso. Ou a bolha vai estourar lá na frente, como já vimos ocorrer por ai.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, autor do livro <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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		<title>O que é uma boa compra nos dias atuais?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Como você compra os produtos e serviços que usa no dia a dia? Se preocupa apenas com o aspecto prático ou valoriza também questões sociais, financeiras e meio ambiente? Você sabe comprar bem?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O que é uma boa compra nos dias atuais?" src="http://dinheirama.com/files/2010/02/dinheirama_consumo_boa_compra.jpg" alt="O que é uma boa compra nos dias atuais?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Em tempos de profundas diferenças sociais, fazer uma boa compra não é mais apenas obter um produto ou serviço pelo menor preço. Hoje, ela precisa refletir nossos anseios e esperanças em relação ao futuro do mundo em que vivemos. Definir uma boa compra é um desafio bastante interessante e a subjetividade relacionada ao tema torna a tarefa ainda mais instigante. Que tal discutirmos a boa compra de forma sincera?</p>
<p>A circulação de bens e serviços é a base da economia atual. Por isso, uma das maiores preocupações em qualquer governo é evitar que o nível de consumo caia, já que uma queda inevitavelmente significa aumento do desemprego, diminuição dos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvcytkaW5oZWlyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, redução na arrecadação de impostos, aumento da violência, entre outros. Assim, dado o crescimento de sua importância no cenário econômico, o consumo passou de um meio para satisfazer as necessidades humanas à objetivo fim da economia.</p>
<p>Nessa situação, não há linguagem que defina melhor os valores e a posição social de alguém do que suas realizações materiais. Ao consumir, manifestamos nossa forma de ver o mundo por meio das escolhas que fazemos. Os critérios que usamos para escolher entre um produto e outro definem não só quem somos, mas também em que acreditamos, pois o ato de comprar é um aceite para com todas as práticas que permitiram ao item chegar até nossas mãos.</p>
<p>Se ao escolher um produto manifestamos quem somos, então os produtos existentes no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nada mais são do que reflexos de nossos desejos, expectativas e valores. Se um produto existe no mercado, isso significa que existem pessoas dispostas a comprá-lo. Daí a impossibilidade de colocarmos nas organizações a exclusiva responsabilidade pela degradação do homem e do Planeta, assunto tão em voga nos dias atuais.</p>
<p>Afinal, sendo o objetivo de qualquer empresa obter lucros, então é inevitável que ela ofereça ao consumidor produtos que atendam suas expectativas. E assim venda bastante e conquiste muitos clientes. Se o consumo inicialmente promoveu a exacerbação do individualismo e a submissão dos nossos interesses aos interesses do mercado, agora é o momento de usar a força do consumidor para manifestar os anseios do cidadão.</p>
<p>Isso só será possível através de uma profunda reavaliação dos hábitos de consumo, do planejamento das compras, da eliminação de desperdícios e da destinação correta dos resíduos oriundos do consumo (lixo ou produto sem utilidade).</p>
<p><strong>Nesse contexto, o que é fazer uma boa compra?</strong><br />
Fazer uma boa compra no contexto atual é considerar todos os aspectos associados, desde a identificação da necessidade de alguma coisa até o tratamento dos resíduos gerados por essa escolha. De forma simplificada, podemos observar quatro aspectos principais que devem ser avaliados para uma boa compra:</p>
<ul>
<li>O <strong>aspecto prático</strong>, que trata da escolha de um produto baseada na identificação clara da necessidade que este precisa atender. Isso evita gastos desnecessários e aumenta o tempo de vida útil que o produto tem para quem o compra;</li>
<li>O <strong>aspecto financeiro</strong>, relacionado ao planejamento necessário para se adquirir um determinado item de acordo com a renda disponível, observando questões de preço, prazo de pagamento, desconto, entre outros;</li>
<li>O <strong>aspecto social</strong>, que representa os impactos sociais gerados tanto pelo produto quanto pelo processo de produção e distribuição;</li>
<li>O <strong>aspecto ambiental</strong>, que é a influência da produção no meio-ambiente, considerando desde a matéria-prima usada até o uso e descarte do produto.</li>
</ul>
<p>Considerando o consumo como principal forma de manifestação pessoal, compreender como as várias áreas da vida se relacionam e de que forma nossas escolhas pessoais as influenciam é determinante para motivar as mudanças que precisamos ver no mundo. Assim, nos próximos artigos pretendo aprofundar cada um desses aspectos, apresentando dicas de como aplicá-los nas escolhas do dia-a-dia. Até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos – www.maiscommenos.net – e apaixonada por tudo o que ajuda o ser humano em sua caminhada evolutiva.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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		<title>Educação financeira: um estilo de vida</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dinheirama/~3/OXUHqidF9Vg/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/01/29/educacao-financeira-um-estilo-de-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 19:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[objetivo]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Dinheiro é bom e todo mundo gosta. No entanto, poucos dão o valor devido a tudo o que está relacionado ao tema: planejamento, disciplina, poupança e o lado emocional. Educação financeira será nosso grande desafio!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira: um estilo de vida" src="http://dinheirama.com/files/2010/01/dinheirama_educacao_financeira_estilo_vida.jpg" alt="Educação financeira: um estilo de vida" hspace="2" vspace="2" align="left" />Uma pergunta frequentemente assola meu sono: por que será que, mesmo tão presente, o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8raW52ZXN0aXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ainda é um assunto rodeado de tabus, constantemente dominado por discussões vazias, moralistas e, embora reconhecido como fator preponderante para a felicidade e o sucesso familiar, tão mal administrado? A resposta óbvia é que é muito mais fácil (e prazeroso) gastar a poupar. A resposta mais precisa, no entanto, talvez envolva questões mais abrangentes.</p>
<p><strong>Afinal de contas, educação financeira faz diferença?</strong><br />
Depois de alguns anos trabalhando fortemente esta questão, é meu dever afirmar categoricamente: SIM! Educação financeira faz muita diferença. O que nem sempre está claro para os consumidores é que não se trata de trabalhar apenas o aspecto financeiro, caracterizado por números, planilhas e contas. É fato que a maioria gasta mais do que ganha e não tem controle adequado. A comprovação surge através de pesquisas específicas e números constantemente divulgados pela mídia especializada. Veja, por exemplo, estes números de uma recente pesquisa realizada pela TeleCheque:</p>
<ul>
<li>64,22% dos entrevistados apontaram o descontrole financeiro como a principal causa para sua inadimplência;</li>
<li>6,61% apontaram o ato de emprestar o nome como razão principal para o endividamento excessivo;</li>
<li>3,34% afirmam estar em problemas por conta de erros dos bancos;</li>
<li>2,98% têm no desemprego a questão crucial para o excesso de dívidas.</li>
</ul>
<p>Outros indicadores podem ser visualizados em <a href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1768238&#038;path=/suasfinancas/">matéria do portal InfoMoney que traz os resultados desta pesquisa</a>. A boa notícia, embora ela não possa ser comemorada, é que o brasileiro já reconhece que a culpa não é do sistema, mas de suas atitudes e decisões cotidianas em relação ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGluaGVpcm8rbWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Assumir a responsabilidade é o primeiro passo, ótimo, mas como seguir em frente sem cair nas garras do apelo de inclusão social causado pelo exercício de possuir e demonstrar posses?</p>
<p>A insistência de nosso trabalho nos aspectos humano, familiar e relacionado ao trabalho tem como objetivo despertar nos brasileiros motivos suficientemente fortes para que ele se abram para mudanças de hábito e comportamento - que, claro, trazem consigo a aplicação e manutenção de ferramentas de apoio (orçamento, simuladores, planilhas, livros etc.). O problema não está no desejo de padrão de vida, mas no parâmetro pessoal e emocional que o leva a querer distinção.</p>
<p><strong>A desinformação piora o cenário.</strong><br />
Soma-se ao aspecto pessoal o parco acesso a informações confiáveis, porém traduzidas e acessíveis, e o desinteresse pela mudança torna-se perigoso. Mudar, no sentido do planejamento, não parece opção, uma vez que envolve atributos e atitudes pessoais poucos valorizados, como objetivos definidos, leitura, disciplina, tolerância à frustração e autoestima. Pois é, o desafio é gigantesco.</p>
<p>Você sabia, por exemplo, que 82% dos brasileiros não sabem a taxa de juros dos empréstimos que tomam? Ou que 87% das famílias brasileiras não poupam para o futuro? As informações fazem parte de uma pesquisa sobre o tema realizada em 2007 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Interessa mencionar que muitas famílias têm apenas o suficiente para a subsistência, mas é impossível não notar a migração de classes e o crescente aumento do poder de compra de nossa população.</p>
<p><strong>Adote a educação financeira!</strong><br />
Se o trabalho e o destino nos reservam dias melhores, neles temos que projetar nossos sonhos e ambições. Lamentar o que passou, justificar o que não se verificou e apenas creditar ao acaso certas realizações só servem ao propósito cômodo de sustentar desculpas. Cumprir com os anseios futuros, no entanto, requer que a atenção seja dada ao momento presente, todos os dias, de forma intensa e inspiradora. Patrimônio e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmlxdWV6YV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">riqueza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> não podem ser comprados, só podem ser construídos.</p>
<p>Ora, se você (como muitos brasileiros) sabe que sua situação financeira não é confortável e que encontra-se assim por falta de controle, pare de adiar  a responsabilidade de rever seus objetivos e conceitos em relação ao dinheiro ou de colocar a culpa na falta de tempo - a procrastinação é o elemento chave que sustenta a zona de conforto.</p>
<ul>
<li>Experimente ousar mais no trabalho;</li>
<li>Tente aproveitar parte do seu tempo livre para ler mais;</li>
<li>Procure mais informações sobre os pontos fracos de seu planejamento;</li>
<li>Experimente ser voluntário em sua comunidade ou entre amigos que precisam de atenção. Só assim será possível compreender como o fator humano é essencial nas relações com todo e qualquer assunto.</li>
</ul>
<p>Educação financeira é muito mais que baixar uma planilha ou anotar seus gastos. É ver nestas e em outras atitudes uma porta para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGliZXJkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">liberdade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, para a criação de riquezas pessoais (familares, espirituais, profissionais e materiais) e qualidade de vida. Porque, muito ou pouco, dinheiro todo mundo tem. A diferença está no que ele representa para você e sua família. Educação financeira é, em essência, parte de um estilo de vida. Porque dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas nem todos são convincentes em explicar o porquê.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a href="http://www.sxc.hu">stock.xchng</a></strong>.<!-- boo-widget start --><br />
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros <a title="Compre o livro pelo Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21559863/?franq=247523">“Vamos falar de dinheiro?”</a> (Novatec) e <a title="Compre o livro pela Saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2786914&amp;ID=C89B16DE7D9091C0F33260972">"Dinheirama"</a> (Blogbooks), Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.
No Twitter: <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro">twitter.com/Navarro</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>.</div><div class="feedflare">
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