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	<title>Divercidade</title>
	
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	<description>Música, comportamento e muito mais!</description>
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		<title>Chega às bancas a mais nova ousadia do Mix Brasil, a H Magazine, revista para o público gay com mais de 30</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 00:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Esqueçam os grandes grupos de mídia do Brasil. Todos eles não têm vontade alguma de levar informação diferenciada e produtos editoriais de qualidade para os homens que gostam de homens deste País. Mas se os grandes não fazem, a lacuna está sendo preenchida pelo já adulto e bem sucedico grupo Mix Brasil, capitaneado pelo jornalista, [...]]]></description>
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<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/HMagazine.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1601" title="HMagazine" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/HMagazine.jpg" alt="" width="413" height="540" /></a>Esqueçam os grandes grupos de mídia do Brasil. Todos eles não têm vontade alguma de levar informação diferenciada e produtos editoriais de qualidade para os homens que gostam de homens deste País. Mas se os grandes não fazem, a lacuna está sendo preenchida pelo já adulto e bem sucedico grupo Mix Brasil, capitaneado pelo jornalista, empresário e publisher <strong>André Fischer</strong>. E a nova aposta do grupo, que traz vários projetos bem sucedidos com enfoque na diversidade sexual humana, é a revista<strong> H Magazine</strong>, que chegou às bancas de São Paulo hoje, 24/02, com a promessa de levar informação e entretenimento com sensualidade para o públigo gay na faixa etária de 30 ou mais anos.</p>
<p>A H Magazine é a irmã da Junior, também do grupo, que começou tímida em 2007, com edições bimestrais e, hoje, já é mensal e se firmou como a maior publicação gay não pornográfica com distribuição nacional. A diferença, é que a Junior, como o próprio nome diz, é voltada para os gays jovens, ligados nas últimas tendências e conectados com o que rola na noite. Dessa forma, tanto assuntos como os textos não são tão aprofundados assim. E será extatamente essa a diferença da H, conforme relata André em entrevista exclusiva ao Divercidade: &#8220;A  H vai tratar de temas de interesse de um homem que já é mais bem   informado e politizado, portanto suas abordagens tem que fugir do obvio e   do superficial. Os discursos tem que ser bem articulados, sem resvalar   para a chatice.&#8221;</p>
<p>Ou seja, se você sentia falta de uma publicação masculina sem encontrar as negras, loiras, morenas e ruivas de sempre no recheio, encontrou sua revista, o seu espaço. Não é Alfa, nem G, é H Magazine que, aliás, já pode ser assinada, <a href="http://mixbrasil.uol.com.br/hmagazine.php#rmcl">clicando aqui</a>. Eu já fiz a minha assinatura. Agora, só esperar a primeira edição chegar para me deleitar&#8230; Isso mesmo.</p>
<p>A edição que desvirgina a H traz homens de verdade bem sucedidos na capa, não modelos, e conta histórias de personagens interessantes como o Ayris Cury que era obeso mórbido  e está  construindo um corpo de fisioculturista ou o Murillo Mazer,  médico que  usa a nudez como forma de militância política e se tornou um  hit na  internet. Tudo isso sem genitálias desnudas, mas com mais sensualidade que a Junior.</p>
<p>É, crescemos e merecemos mais, não é mesmo? E ainda bem que tem um grupo como o Mix Brasil e um empresário visionário com o André Fischer para ousar nesse multicolorido Brasil. Por falar nisso, a entrevista exclusiva com o André está imperdível e vem abaixo. Saiba mais detalhes sobre a H Magazine agora!</p>
<p>Nome completo: <strong>André Fischer</strong>, jornalista, empresário e publisher da nova H Magazine.</p>
<p><strong>Divercidade -  Recebi com grande alegria a notícia, via assessoria de imprensa, de que  o grupo Mix Brasil lança, agora, uma revista voltada para o público gay  masculino com mais de 30, ou seja, minha faixa etária. Eu, que  acompanhei o nascimento e fim da saudosa Sui Generis, depois o boom  editorial de 2006-2007, com o surgimento da Junior, Dom e Aimé, das  quais apenas a Junior permaneceu no mercado, o que devo esperar da nova H  Magazine? Será uma Advocate para a Out norte-americana? Ou um misto de  uma proposta mais politizada, mas sem perder a pegada sensual e jovial  e, porque não dizer, erótica? </strong></p>
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<p><strong>André Fischer &#8211; </strong>Na  verdade a H nasce a partir de um processo diferente das outras  revistas. A Junior surgiu como uma revista essencialmente jovem e,  ainda que tenha leitores de todas as idades, cobre uma cena e tem uma  linguagem conectada com universo de quem está na noite e sempre ligado  nas novidades. <strong><em>A H preenche a lacuna de informações e entretenimento  para um homem mais, digamos, maduro.</em></strong> Os temas retratam o cotidiano de um  homem urbano, já estabelecido, preocupado com seu bem estar e com temas  como política e cultura. A pegada é mais sensual que a Junior, mas sem  ser explícita.</p>
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<p><strong>2.  A editora Mix Brasil lançará a H com periodicidade bimestral, mesma  estratégia usada no início da Junior. Trata-se uma forma de testar o  mercado e se firmar como marca? </strong></p>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>Exatamente.  A experiência bem sucedida da Junior mostrou que foi melhor esperar o  título se estabelecer para que pudesse ter uma periodicidade mensal.  Lançar uma revista implica em custos e o retorno demora algum tempo, por  isso é sempre melhor ir com calma e consistência. Contamos com nossa  percepção e conhecimento empírico para nos mantermos atuando há mais de  18 anos nesse segmento.</p>
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<p><strong>3.  Por falar em marca, o nome H Magazine parece um contraponto ao título  pornográfico G Magazine que por décadas dominou esse nicho de  publicações para homens gays. Li que a H contemplará um publico gay  assumido ou enrustido. Nesse sentido, a marca H Magazine seria uma  proposta não tão explicitamente gay, algo entre uma VIP e uma ALFA,  voltada para homens que gostam de homens? </strong></p>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>Pelo  contrário, a H é uma revista acima de tudo masculina mas bastante  assumida. Ela busca fugir dos estereótipos e retratar a realidade desse  homem que nem sempre se encaixa em rótulos. Por isso, os homens da capa  não são modelos, mas &#8216;homens de verdade&#8217; como diz o slogan do título.</p>
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<p><strong>4.  Sendo o publico-alvo da revista H gays na faixa etária de 30 ou mais  anos, economicamente ativos e muitas vezes em cargos de chefias em  grandes empresas, qual é a missão da revista no sentido de politizar ou  desfazer estereótipos ainda dominantes em nossa sociedade e até mesmo  dentro das empresas brasileiras? </strong></p>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>A  H vai tratar de temas de interesse de um homem que já é mais bem  informado e politizado, portanto suas abordagens tem que fugir do obvio e  do superficial. Os discursos tem que ser bem articulados, sem resvalar  para a chatice. Nesse primeiro numero por exemplo temos personagens  muito interessantes como o <strong><em>Ayris Cury</em></strong> que era obeso mórbido e está  construindo um corpo de fisioculturista ou o <strong><em>Murillo Mazer</em></strong>, médico que  usa a nudez como forma de militância política e se tornou um hit na  internet.</p>
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<div id="attachment_1603" class="wp-caption alignright" style="width: 402px"><a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/gente/sapo_de_fora/2011/06/21/20110621-Andre-Fischer.html"><img class="size-full wp-image-1603" title="André-Fisher_grAnde" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/André-Fisher_grAnde.jpg" alt="" width="392" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Foto por Arthur Nobre, originalmente publicado no portal M&amp;M</p></div>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>Temos  no nosso time o <strong><em>Tony Goes</em></strong>, colunista de tevê da Folha, <strong><em>João Luiz  Vieira</em></strong> (Marie Claire, Estadão, Terra) falam de suas vivências, <strong><em>Pazetto</em></strong> é  consultor criativo e o cartunista<strong><em> Laerte</em></strong>, entre outros bacanas.</p>
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<p><strong>6.  Não vejo grupo melhor preparado ou consistente economicamente para  lançar uma nova publicação gay que não o Mix Brasil, uma marca de  sucesso e de ótimos projetos ousados e duradouros como o festival de  cinema da Diversidade Sexual, por exemplo. Na área editorial, há planos  de lançamentos de outros títulos pelo grupo? Pode adiantar alguma  informação? </strong></p>
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<p><strong>AF -</strong> Estamos  fechando com uma editora européia um título que já existe em vários  idiomas, presente em mais de 50 países, que começou como uma revista gay  e hoje é uma publicação de luxo para o homem metrossexual. O conteúdo  será 60% traduzido das edições internacionais e 40% produzido no Brasil.  Estamos começando a produzir o primeiro número, que deve ser lançado  até o final deste semestre. E preparando novidades para nossos programas  na rádio <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-mix-brasil/CBN-MIX-BRASIL.htm">CBN </a>e no <a href="http://canalbrasil.globo.com/programas/cine-mixbrasil/">Canal Brasil</a>.</p>
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<p><strong>7.  A pergunta que não quer calar: pq os grupos editoriais da grande mídia  ainda não ousaram explorar o mercado gay sendo que vivemos um momento  muito mais aberto e com economia pujante, especialmente frutífera quando  relacionada aos gays? O mercado publicitário no Brasil está menos  careta? Podemos esperar grandes anunciantes na H? </strong></p>
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<p><strong>AF -</strong> Em  primeiro lugar, existe preconceito mesmo dentro das redações das grandes  editoras. A Abril já esteve para lançar seu título mas desistiu por  pura falta de vontade. Fato é que todas as publicações gays do mundo,  inclusive grandes como Out, Têtu, Winq ou Attitude, são projetos de  editoras administradas por empresas ou pessoas lgbt. <strong><em>Ainda estamos  esperando os grandes anunciantes, tenho certeza que um dia deixarão de  ser caretas e que passarão a encarar esse segmento como outras grandes  empresas fazem no resto do mundo. </em></strong>O maior problema do Brasil é que mesmo  com crescimento econômico ainda somos um país muito atrasado  culturalmente, e isso o mercado publicitário ser conservador é apenas um  reflexo dessa realidade.</p>
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<p><strong>8. Qual será o limite entre o sensual, o erótico e o explícito na nova H Magazine? </strong></p>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>Para  ir direto ao ponto, não teremos genitálias desnudas, mas o clima dos  ensaios é bem mais quente e sensual do que os da Junior, que tem uma  pegada mais fashion.</p>
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<p><strong>9. Quando começa a ser vendida em banca e haverá assinatura? Há planos de venda em outros países de língua portuguesa? </strong></p>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>A  revista começou a chegar nesta sexta, dia 24 nas bancas de SP, deverá  estar em todo Brasil até o final da semana que vem. Para nossa surpresa  já tínhamos vendido assinaturas antes mesmo do lançamento. E assim como a  Junior, ela será lançada também em Portugal.</p>
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<p><strong><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/marcelo-cia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1604" title="marcelo cia" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/marcelo-cia.jpg" alt="" width="330" height="220" /></a>10.  Marcelo Cia mais uma vez na chefia de redação. Como é contar com um  braço direito como esse à frente da nova publicação. O que ele  representa para o grupo Mix Brasil? </strong></p>
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<p><strong>AF &#8211; </strong>Marcelo  é meu sócio e quem toca o dia a dia da redação do MixBrasil, que além  das revistas Junior, Junior Homem e H, tem o <strong><a href="http://mixbrasil.uol.com.br/">portal MixBrasil</a></strong>, com  atualização diária. Ele dirige uma equipe pequena, mas que mostra  diariamente sua extrema competência e comprometimento em criar conteúdo GLS .</p>
<p><em><strong>- &gt; Leia o blog do Cia no portal Mix Brasil, <a href="http://mixbrasil.uol.com.br/blogs/cia#rmcl">aqui</a>.</strong></em></p>
<p><strong>Se você não conhece o grupo Mix Brasil, segue um pequeno histórico &#8211; </strong>A  experiência do Grupo Mix Brasil no segmento GLS, teve inicio em 1994 com  o <a href="http://www.mixbrasil.org.br/">Festival Mix Brasil</a> que, em sua 19ª edição, percorre o país com  filmografia de temática LGBT. Além disso, também criou a revista Junior,  em 2007, que já está em sua 36ª edição. A Junior é hoje a maior revista  da América Latina direcionada ao público gay, sem conteúdo adulto. Com o  sucesso da Junior nos quase cinco anos de existência, o Grupo Mix  Brasil passou a produzir e editar outros meios de comunicação, como: o  programa Cine Mix Brasil no Canal Brasil; Guia Junior com roteiro GLS  do Rio de Janeiro e São Paulo, a revista Junior Homem só de ensaios  fotográficos; Boletim Mix Brasil na Energia 97FM e o programa semanal  CBN Mix Brasil na CBN.</p>
<p><em>:: demais fotos &#8211; reprodução</em></p>
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		<title>Portela e Vila Isabel apresentam os melhores sambas de enredo de 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Sambas de Enredo 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[por Julio César Biar* Lançado em dezembro de 2011, o CD ‘Sambas de enredo 2012’ (Universal Music) enfileira os 13 hinos que as escolas de samba do Rio de Janeiro defenderão no desfile do Grupo Especial do Carnaval carioca neste mês de fevereiro de 2012. Sem grandes novidades, a gravação traz a voz oficial da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/sambasdeenredo2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1587" title="sambasdeenredo2012" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/sambasdeenredo2012.jpg" alt="" width="400" height="397" /></a>por Julio César Biar*</p>
<p>Lançado em dezembro de 2011, o CD ‘Sambas de enredo 2012’ (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VW5pdmVyc2FsK011c2ljXyMjX2Nsb3VkXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNjE0ODIy-72">Universal Music<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>) enfileira os 13 hinos que as escolas de samba do Rio de Janeiro defenderão no desfile do Grupo Especial do Carnaval carioca neste mês de fevereiro de 2012. Sem grandes novidades, a gravação traz a voz oficial da apuração da LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba), Jorge Perlingeiro, anunciando cada escola no início das faixas, expediente usado no disco de 2005, quando o locutor oficial da Marquês de Sapucaí, Demétrio Costa, também identificava as agremiações.</p>
<p>Algumas bossas desnecessárias como guitarras e acordeões inseridos em determinadas faixas não comprometem a boa safra de sambas novamente gravados na Cidade do Samba com a participação do coro de cada escola já na primeira passagem, recurso que deveria ser abolido.  Enredos clássicos como África (Angola) e Bahia, ou mesmo o Maranhão novamente cantado pela Beija-Flor de Nilópolis, renderam sambas acima da média.  A atual campeã do Carnaval foi feliz na junção de dois sambas concorrentes que resultaram no hino deste ano. O refrão principal (“Na Casa Nagô a luz de Xangô, axé/ Mina Jêje/ um ritual de fé&#8230;”) é irresistível. Neguinho dá o habitual tom dramático ao samba sobre o Maranhão que já rendeu à escola o carnaval de 2001.</p>
<p>Unidos da Tijuca e Acadêmicos do Salgueiro prometem promover um verdadeiro forró na Sapucaí homenageando o centenário Luiz Gonzaga e cantando o cordel, respectivamente. Enquanto a escola do Boréu abusa das aspas para dar significado à letra, numa alegre melodia que foge da sonoridade mais pesada da era Paulo Barros, o Salgueiro traduz melhor o nordeste num samba que funciona a contento e não despreza a empolgação natural da escola.</p>
<p>A Mangueira resolveu “esconder” seus quatro (!) intérpretes – sim, Vadinho Freire veio se juntar a Zé Paulo Sierra, Luizito e Ciganerey – convocando a turma do homenageado bloco Cacique de Ramos para a gravação do samba. O resultado irregular prejudica o resultado do bom samba da verde-e-rosa.  Espera-se que a insistência no bordão ‘É surdo um, mané’, criado pelo presidente Ivo Meirelles, seja passageira.</p>
<p>Assinado, entre outros, pelo imperiano Arlindo Cruz, o samba de enredo da Unidos da Vila Isabel é obra-prima com seus ousados contracantos e achados poéticos e melódicos.  Angola é enredo que proporciona à escola de Noel reviver o clima fantástico de ‘Kizomba – A festa da raça’.</p>
<p>Apesar do primeiro verso (“Madureira sobe o Pelô”) um tanto acelerado, a Portela finalmente parece se livrar das composições simplórias e supostamente empolgantes dos últimos carnavais e traz o melhor samba de enredo do ano, quiçá deste (ainda) novo século. Três refrãos empolgantes, lirismo e boa melodia fazem do samba uma opção à recorrente padronização. Se der certo na Avenida pode ser a senha para que os compositores das demais escolas deixem de lado o mero copidesque das sinopses assinadas pelos carnavalescos.</p>
<p>A Imperatriz Leopoldinense conseguiu fugir das referências às obras literárias do homenageado Jorge Amado, mas acaba destacando mais as características da Bahia no samba bem defendido por Dominguinhos do Estácio. A homenagem ao pintor Cândido Portinari redeu um samba correto para a Mocidade Independente de Padre Miguel que, enfim, deixou de lado as bobagens apresentadas nos últimos anos. Mas nem todos os tributos funcionaram, caso da Renascer de Jacarepaguá, que cai na pieguice ao contar a vida do pintor Romero Brito.</p>
<p>Allan das Candongas, Alberto Varjão, Aloisio Vilar, Cadinho, Carlinhos Fuzil, Eduardo Conti, Fabiano, Márcio André Filho, Marquinhus do Banjo e Roger Linhares (ufa!) assinam o hino da União da Ilha do Governador. Tratra-se de mais um samba-frankstein, criado a partir de outros dois. Apesar das circunstâncias, o resultado soa agradável, principalmente pela boa interpretação de Ito Melodia.</p>
<p>Escola das celebridades, a Acadêmicos do Grande Rio aposta na autoajuda relembrando o incêndio no barracão que prejudicou o desfile do ano passado e traz um samba insosso. “Eu sou guerreiro do bem” lembra a campanha publicitária da cervejaria que já serviu de enredo para a escola. Mas ninguém tira da Unidos do Porto da Pedra o troféu de enredo mais bizarro. Com seu &#8220;Da seiva materna ao equilíbrio da vida&#8221;, a agremiação levará para a avenida o iogurte. Só em conseguir fazer um samba de enredo com esse tema, a escola de São Gonçalo já entrou para os anais do Carnaval carioca.</p>
<p>Desde que surgiu em 1968, no formato vinil, o disco com as gravações dos sambas de enredo segue registrando as transformações da manifestação cultural que ganhou notoriedade mundial. Ainda que não seja mais um campeão de vendas, continua seduzindo sambistas e aficionados.</p>
<p><strong><em>*Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é        jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e do        que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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		<title>‘Tempo’ marca a estreia fonográfica de Julia Bosco</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:05:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Julio César Biar* Chama-se ‘Tempo’ (Independente/ Tratore) o disco que marca a estreia da cantora e compositora Julia Bosco (twitter.com/julia_bosco) no mercado fonográfico. Filha de peixe grande da MPB, Julia opta por linguagem pop contemporânea distante do estilo inconfundível – e formidável – de seu pai, João Bosco.  A produção musical de Plínio Profeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/juliabosco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1591" title="juliabosco" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/juliabosco.jpg" alt="" width="360" height="322" /></a>por Julio César Biar*</p>
<p>Chama-se ‘Tempo’ (Independente/ Tratore) o disco que marca a estreia da cantora e compositora <strong>Julia Bosco</strong> (<a href="https://twitter.com/#!/julia_bosco">twitter.com/julia_bosco</a>) no mercado fonográfico. Filha de peixe grande da MPB, Julia opta por linguagem pop contemporânea distante do estilo inconfundível – e formidável – de seu pai, João Bosco.  A produção musical de Plínio Profeta e Fabio Santanna utiliza teclados sem parcimônia na maioria das treze faixas, todas assinadas por Fabio, nove delas em parceria com Julia.</p>
<p>O universo abordado pelo casal nem sempre resulta em canções interessantes, sendo que as melhores são exatamente as primeiras: ‘Desavisados’, ‘Curtição’ e ‘Na oração’, não por acaso assinadas a quatro mãos. O nível cai nitidamente a partir da metade do disco, quando canções como ‘Play a fool’ e ‘Carta para uma amiga’ soam enfadonhas.</p>
<p>Em participação especial, Marcos Valle injeta sua habitual bossa em ‘Curtição’, talvez a mais radiofônica das faixas. Mas o grande momento do disco é, indiscutivelmente, ‘Oração’.  Adornada pelo luxuoso violão de João Bosco, que ainda recita a estrofe final, a canção ganhou vocalizes femininos onomatopaicos à moda do artista mineiro.</p>
<p>Sem grande extensão ou brilho especial, a voz de Julia se adequa melhor às faixas mais balançadas, chegando a sugerir semelhanças com Fernanda Abreu em alguns momentos. Está lançada a semente. Se os frutos virão, o ‘Tempo’ dirá.</p>
<p><strong>-&gt; Confira o blog da cantora e compositora, <a href="http://www.pensamentoemdesalinho.blogspot.com/">aqui</a>.</strong></p>
<p><strong><em>*Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é         jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e do         que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ULtc58AfpZIq3z2AbzJa0jIJEtU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ULtc58AfpZIq3z2AbzJa0jIJEtU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Promoção: Concorra a dois Samsung Galaxy SII. Saiba como!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atenção, atenção! A Samsung e o Divercidade lançam uma promoção que promete deixá-lo ainda mais conectado e feliz. Concorra a dois Galaxy SII, conhecido como o melhor smartphone Android do mundo. Para participar, é muuuuuuuuuuito simples! Você só precisa mostrar sua criatividade usando o aplicativo ChatON!  Para tanto, baixe o ChatON, disponível no Samsung Apps, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/Galaxy-SII-branco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1573" title="Galaxy SII branco" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/Galaxy-SII-branco.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a>Atenção, atenção!</strong> A Samsung e o Divercidade lançam uma promoção que promete deixá-lo ainda mais conectado e feliz. Concorra a dois <strong>Galaxy SII</strong>, conhecido como o melhor smartphone Android do mundo.</p>
<p>Para participar, é muuuuuuuuuuito simples!</p>
<p>Você só precisa mostrar sua criatividade usando o aplicativo <strong>ChatON</strong>!  Para tanto, baixe o <strong>ChatON</strong>, disponível no <a href="http://bit.ly/ws3EUU" target="_blank">Samsung Apps</a>, <a href="http://bit.ly/yaMXlN" target="_blank">Android Market</a> e App Store (sim, Android e iOS!). Depois é só responder a pergunta: “Por que o <strong>ChatON</strong> aproxima você de seus amigos?” – vale imagem, vídeo, mensagem de texto ou animação!</p>
<p>A resposta deve ser enviada por <strong>ChatON</strong> para o Jovem Nerd <a href="tel:%2811%209123-0550" target="_blank">(11 9123-0550</a>) ou para a Samara7Days <a href="tel:%2811%208970-7337" target="_blank">(11 8970-7337</a>) – cada blogueiro premiará um Galaxy SII.</p>
<p>Confira o <a href="http://www.samsung.com.br/downloads/Regulamento_Concurso_Cultural_Chatonl.pdf" target="_blank">regulamento</a> completo aqui – mais detalhes do concurso você encontra no <a href="http://bit.ly/zsI5c5" target="_blank">blog da Samsung</a>!</p>
<p><strong>Conheça o Galaxy SII &#8211; </strong>O gadget realmente é poderoso e vem com várias melhorias com relação ao Galaxy S, o que o torna famoso como o smartphone Android mais poderoso do mundo. Será que é pra tanto? Bem, vamos aos números e funcionalidades&#8230; Antes de mais nada eu digo que realmente é surpreendente!</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/samsung+galaxy-SII.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1579" title="samsung+galaxy SII" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/samsung+galaxy-SII.jpg" alt="" width="396" height="297" /></a>O Galaxy SII vem como processador Dual Core de 1,2 Ghz e suas funcionalidades só são limitadas pelo Google Android 2.3. Traz câmera de 8 MP e frontal de 2 MP para vídeo chamadas. É o primeiro smartphone que poderá navegar na rede 4G de alta velocidade HSPA+, quando ela começar a existir no Brasil (dizem que as cidades sede terão 4G na Copa do Mundo de 2014, portanto longe ainda!). Além disso, conta com a velocidade do Wi-Fi Dual Channel e você pode desfrutar seus vídeos em resolução Full HD numa tela de 4.27&#8243;, inaugurando os gadgets de tela grande, tendência atual de mercado.</p>
<p>Com apenas 8.49 mm de espessura e 116 g de peso é o aparelho mais fino e  leve da categoria, tornando o Galaxy S II fácil de manusear, carregar e  que cabe em qualquer lugar. Ou seja, acho que a Apple precisa acelerar o passo com a nova versão do iPhone, não?</p>
<p><strong><em>-&gt; Para saber sobre nossas promoções, siga o Divercidade no Twitter, <a href="http://twitter.com/divercidadeBlog">aqui</a> e curta a fanpage do site no Facebook, <a href="https://www.facebook.com/pages/Divercidade/138814762848427">aqui</a>. </em></strong></p>
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		<title>Moyseis Marques, um sambista sem mania de passado</title>
		<link>http://divercidade.com/musica/moyseis-marques-um-sambista-sem-mania-de-passado/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[por Julio César Biar* Chama-se ‘Pra desengomar’ o terceiro disco solo de Moyseis Marques, que marca, ainda, sua estreia na gravadora Biscoito Fino. Identificado com a geração de sambistas surgida na Lapa na década de 1990, o mineiro radicado no Rio talvez seja a voz menos reverente entre seus pares – certamente é uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Julio César Biar*</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/BR5238.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1566" title="BR5238" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/BR5238.jpg" alt="" width="398" height="345" /></a>Chama-se ‘Pra desengomar’ o terceiro disco solo de <strong>Moyseis Marques</strong>, que marca, ainda, sua estreia na gravadora <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmlzY29pdG8rRmlub18jI19jbG91ZF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTYxNDgyMg==-72">Biscoito Fino<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Identificado com a geração de sambistas surgida na Lapa na década de 1990, o mineiro radicado no Rio talvez seja a voz menos reverente entre seus pares – certamente é uma das melhores. Produzido por Alessandro Cardozo e o próprio Moyseis, ‘Pra desengomar’ tira a excessiva goma da veneração que paralisa o samba em alguns redutos, acertando na sonoridade mais urbana e no ineditismo das canções. Entre violões, pandeiros e tamborins passeia o elegante piano de João Bettencourt.</p>
<p>Desta vez, o lado autoral presente em ‘Moyseis Marques’ (2007) e ‘Fases do coração’ (2009) não dá espaço para regravações; as doze faixas são assinadas por Moyseis, nove em parcerias com Edu Krieger, Moacyr Luz e Zé Renato, entre outros. Embora resvale em temas batidos, mas aparentemente inevitáveis ao gênero, como o malandro da faixa título, ‘Pra desengomar’ (Alfredo Del Penho/ Moyseis Marques), ou as citações afro-brasileiras em ‘Pra ter seu bem-querer’ (Bena Lobo/ Moyseis Marques), o resultado é altamente satisfatório. As sinuosas melodias de ‘Deixa estar’ (Fernando Temporão/ Moyseis Marques) e ‘Piuí’ (João Martins/ Moyseis Marques) são veículos perfeitos para a interpretação segura do cantor. Habilidade reiterada na bonita ‘O lado bom da incerteza’ (Zé Renato/ Moyseis Marques).</p>
<p>Leila Pinheiro abre a lista de participações especiais em ‘Bicho do mato’, uma das duas parcerias com Edu Krieger – a outra é a divertida ‘O badabadá do Talarico’. Os duetos prosseguem com Ana Costa, Moacyr Luz e a veterana Aurea Martins, que reveste de nobreza o samba-choro ‘Como o cravo quer a rosa’ (Moyseis Marques), feito em sua homenagem.</p>
<p>Na arejada produção há espaço para outros ritmos. Uma insuspeitada semelhança com o timbre grave de Dominguinhos aparece durante o xote ‘Xodó de lamparina’ (Zé Paulo Becker/ Moyseis Marques). O ijexá ‘Não deu’ (Moyseis Marques) encerra os trabalhos: “Toca um ijexá/ Porque o samba que eu fiz/ Não deu pra te agradar”. Engano seu, Moyses.</p>
<p><strong><em>*Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é        jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e  do       que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal  “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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<p><strong><em>*Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é        jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e  do       que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal  “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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		<title>A música universal de Jobim dá o tom em emocionante documentário</title>
		<link>http://divercidade.com/diversidades/a-musica-universal-de-jobim-da-o-tom-em-emocionante-documentario/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 13:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidades]]></category>
		<category><![CDATA[A Música segundo Tom Jobim]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[júlio césar biar]]></category>

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		<description><![CDATA[por Julio César Biar* O desfile de intérpretes das mais diversas latitudes durante o documentário ‘A música segundo Tom Jobim’ reitera a amplitude da obra do maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (1927 – 1994). O idioma universal da música jobiniana é o fio condutor da narrativa assinada pelo veterano cineasta Nelson Pereira dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Julio César Biar*</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/a-música-segundo-tom-jobim.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1561" title="a música segundo tom jobim" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/a-música-segundo-tom-jobim.jpg" alt="" width="349" height="512" /></a>O desfile de intérpretes das mais diversas latitudes durante o documentário ‘A música segundo Tom Jobim’ reitera a amplitude da obra do maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (1927 – 1994). O idioma universal da música jobiniana é o fio condutor da narrativa assinada pelo veterano cineasta Nelson Pereira dos Santos e pela jovem diretora Dora Jobim.  Seguindo a máxima atribuída a Tom – “A linguagem musical basta” –, palavras e legendas foram descartadas da produção de 1h28m.</p>
<p>Pelas asas de um avião da Panair que sobrevoa a Baía de Guanabara ao som de ‘Garota da Ipanema’ (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes, 1962) o público é convidado a percorrer um “Rio de amor que se perdeu”.  Em um belo trabalho de pesquisa da dupla de cineastas e do pesquisador Antônio Venâncio, a Cidade Maravilhosa, musa do maestro em canções ícones como ‘Samba do avião’ (Tom Jobim, 1962) e ‘Corcovado’ (Tom Jobim, 1960) se descortina em imagens de desconcertante beleza.</p>
<p>Igualmente impactante é a aparição de Gal Costa. Acompanhada por músicos excepcionais como Oscar Castro-Neves (violão), Herbie Hancok (piano), Ron Carter (baixo) e o próprio Tom (piano), a cantora está simplesmente espetacular em ‘Se todos fossem iguais a você’ (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes, 1953), número de ‘Antônio Carlos Jobim and friends’, último concerto de Tom no país, em 1993. A qualidade interpretativa mantem-se alta com Elizeth Cardoso em ‘Eu não existo sem você’ (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes), lançada pela cantora no disco ‘Canção do amor demais’ (1958), considerado marco inaugural da Bossa Nova. Curiosamente, o mito do movimento musical, João Gilberto, que não liberou material para o filme por estar comprometido com outra produção, aparece acompanhando a Divina durante o número.</p>
<p>Com suas harmonias e melodias sofisticadas o maestro inverteu os papéis e, encantador, seduziu muitas sereias da ‘Terra brasilis’. Nana Caymmi, em ‘Sem você’ (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes, 1959), Elis Regina (1945 – 1982) em ‘Águas de março’ (Tom Jobim, 1972) e Nara Leão em ‘Dindi’ (Tom Jobim/ Aloísio de Oliveira, 1959) são algumas das cantoras que garantem a emoção nos números apresentados. Desaparecida precocemente, Sylvia Telles (1934 – 1966) está encantadora em ‘Samba de uma nota só’ (Newton Mendonça/ Tom Jobim, 1962).</p>
<p>Estrelas internacionais igualmente arrebatadas, Ella Fitzgerald (1917 &#8211; 1996), Sara Vaughan (1924 – 1990) e Frank Sinatra (1915 – 1998) são “apenas” algumas das tantas que fizeram uma canção como ‘Garota de Ipanema’ reverberar pelo mundo.  Muitos são os idiomas ouvidos em ‘A música segundo Tom Jobim’. Sintomaticamente, na semana de estreia, o documentário só entrou em cartaz em poucas salas de projeção da zona sul carioca e da Barra da Tijuca. Será que no peito dos desafinados suburbanos não bate mais um coração? Em tempos de batidão e efêmeros sucessos radiofônicos, a música de Tom Jobim é verdadeiro bálsamo que deveria estar ao alcance de todos.</p>
<p><strong><em>*Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é       jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e do       que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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		<title>Entrevista: Bob do Rock, a banda de rock com pegada pop e que faz crítica social desponta na cena independente</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 23:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tinha deixado o Twitter meio de lado nos últimos tempos&#8230; Quando percebi, havia uma mensagem de uma banda até então minha desconhecida, com o nome peculiar &#8220;Bob do Rock&#8221;. Me perguntei? Quem são eles, que som fazem? Será que é tosco, será que é rock, pop ou pauleira. Resolvi &#8220;arriscar&#8221; e dei play em &#8220;Felicidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha deixado o Twitter meio de lado nos últimos tempos&#8230; Quando percebi, havia uma mensagem de uma banda até então minha desconhecida, com o nome peculiar &#8220;Bob do Rock&#8221;. Me perguntei? Quem são eles, que som fazem? Será que é tosco, será que é rock, pop ou pauleira. Resolvi &#8220;arriscar&#8221; e dei <em><strong>play</strong></em> em &#8220;Felicidade não tem pressa&#8221; no YouTube. E tive a grata surpresa de encontrar não só rock&#8217;n'roll pauleira, com levada pop e crítica social. Eles se auto-intitulam: &#8220;banda de rock&#8217;n'roll básico e tosco, de veia pop, com elementos tupiniquins&#8221;. Fiquei curioso!</p>
<p>Como o <strong><em>Divercidade</em></strong> tem o prazer de revelar novos nomes, novas bandas e mostrar um pouco do que rola na cena independente deste Brasil, já que a grande mídia não dá muito espaço para isso, resolvi falar com os caras. Grata surpresa: os campinenses e valinhenses Alex, Daniel, Mineiro e Ariel são muito bacanas. Na entrevista, falamos um pouco sobre tudo: cena independente, dificuldades do início de carreira, como tudo começou, as músicas que eles têm prontas, a música em tempos de redes sociais, MinC, adoção de crianças e união civil entre pessoas do mesmo sexo. &#8220;Se os direitos são humanos, devem ser de todos!&#8221;</p>
<p>Confira agora um bate-papo franco e esperto de uma banda de rock que promete ganhar espaço. Cada vez mais. Pode apostar!</p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/bdr.jpg"><img class="size-full wp-image-1536 aligncenter" title="bdr" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/bdr.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a>1. Nome completo e nome artístico de cada um dos integrantes da banda. Cidade de origem e onde escolheram para viver? Inevitável na primeira pergunta: porque o nome &#8220;Bob do Rock&#8221;?</strong></p>
<p>Alex: Obrigado pelo convite, André, e a todos do Divercidade.com!</p>
<p>BOB do ROCK é uma banda de rock&#8217;n'roll básico e tosco de veia pop com elementos tupiniquins que está na estrada desde 2010.</p>
<p>Alex Rocker (vocal e compositor)<br />
Daniel Clezzio (guitarra e backinkg vocals)<br />
Mineiro (baixo e backinkg vocals)<br />
Ariel Valonga (bateria e backing Vocals)</p>
<p>Alex: BOB do ROCK é um nome qualquer&#8230; é aleatório. O Brasil é gigante em nomes de bandas, vide: Mutantes, Joelho de Porco, Casa das Maquinas, Barão, Ultraje a Rigor, Golpe de Estado, Inocentes, Matanza e vários nomes muito bem sacados e talvez até aleatórios, tanto quanto BOB do ROCK. Mas já tinha dono, né!  Então, BOB do ROCK é a soma e a sobra.</p>
<p>Ariel: Sou de Valinhos. Moramos 50% em Valinhos e 50% em Campinas. Foi em Campinas que nos &#8220;juntamos&#8221;, ensaiamos e gravamos. Por isso somos uma banda de Campinas.</p>
<p><strong>2. Como foi o início da carreira musical de cada integrante e como vocês se conheceram e decidiram formar uma banda. Quais as dificuldades nesse início de carreira?</strong></p>
<p>Ariel: Comecei a tocar bateria por hobby e logo virou amor. Coisa de pele. Rs! Depois, conheci o Alex no banheiro de uma empresa que trabalhavamos, ele escrevia umas letras de música e eu tinha uma batera, um baixista e um guita afim de fazer um som&#8230; e fizemos! Isso lá nos anos de 1990, a banda era ROLLETA RUSSA. Fizemos shows, gravamos, fomos à MTV para uma pré-entrevista por indicação do Carlos Eduardo Miranda (Miranda) com o José Julio Espírito Santo, diretor do MTV no AR. O combinado era voltar até a excelente discos do Miranda&#8230; mas não voltamos pelo menos até hoje.</p>
<p>Há um ano meio, o Alex me ligou e falou: meu, vamos voltar com a banda! Ai, chamei o Daniel, que é um amigo de infância, e o Alex chamou o Mineiro. Eles se conheceram no &#8220;Bar do China&#8221; em Campinas. Desde então entramos em estúdio e nasceu a BOB do ROCK.</p>
<p>Alex: A maior dificuldade nesse início de carreira é para se realizar shows. Com essa coisa das redes sociais, as informações estão caminhando muito rápido. Você publica um som hoje na rede e, amanhã, já tem um convite para tocar em Brasília, Porto Alegre ou Recife. E fica tudo muito caro.</p>
<p><strong>3. Gostaria de saber como chegaram à denifição do estilo musical atual da banda, que é marcada pelo rock com um bela pitada de irreverência e crítica social? Aliás, muito bacana a definição que está no canal do Youtube: &#8220;Rock&#8217;n'Roll básico e tosco de veia pop com elementos tupiniquins!&#8221; O que atribuem como &#8220;tosco&#8221; na música de vocês?</strong></p>
<p>Alex: Rock&#8217;n'roll básico e tosco de veia pop com elementos tupiniquins foi uma expressão que criei e realmente define o som que fazemos. Está tudo em nosso som! Rock&#8217;n'roll direto, &#8220;porrada&#8221;, cru. Tosco está ali meio como um adendo. É tosco de &#8220;no virtuoso&#8221;. A veia pop é perceptível&#8230; embora seja uma porrada sonora, tem aquela sutileza doce, doce do Pop. Do bom Pop. É algo meio&#8230; vamos endurecer, sem perder a ternura. Inclusive a nossa nova música, que estamos pra lançar em fevereiro sintetiza muito a bem esse lance tupiniquim.</p>
<p><strong><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/bob-do-rock1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1538" title="bob do rock" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/bob-do-rock1.jpg" alt="" width="430" height="302" /></a>4. A música “Felicidade não tem pressa” revela a pegada da banda? Quais serão as próximas músicas de trabalho? A estratégia de divulgação continuar sendo postar as músicas nas redes sociais? </strong></p>
<p>Alex: Revela. Mas tem outras coisas diferentes, temos bastante surpresa pra apresentar e estamos bastante otimistas. Sim, diariamente nas redes sociais, às vezes mais, às vezes menos&#8230; mas sempre. Principalmente no Twitter, pra quem quiser seguir a banda ai vai: <a href="http://www.twitter.com/bobdorock"><strong>@bobdorock</strong></a>. Também estamos desenvolvendo o site bobdorock.com.br em parceria com a <a href="http://www.usinadesite.com.br/"><strong>Usina do Site</strong></a>.</p>
<p>Alex: A música &#8220;Felicidade não tem pressa&#8221; que tá no YouTube é bem a cara da banda, mas não é só. Temos umas  surpresas legais. Sim! vamos continuar no YouTube e Twitter e não vejo razão nem disposição pra buscar outros canais, pois a resposta que obtivemos nesses canais foram surpreendentes.</p>
<p><strong>5. Já têm músicas suficientes para gravar um álbum? Caso queiram gravar um CD, já têm ideia de como será a cara desse trabalho?</strong></p>
<p>Alex: Porra temos musicas <em>bagarai</em>&#8230; dá pra fazer um, dois três álbuns, um ao vivo, outro de estúdio e, depois, um acústico (Rs!) É só abrir que a gente entra&#8230;com todo carinho e pauleira. Mesmo quando não estávamos juntos, nunca deixamos de tocar e eu nunca deixei de escrever. É sério! Tem muito rock&#8217;n'roll.</p>
<p><strong>6. Como são compostas as letras e músicas da Bob do Rock? Como é o processo criativo, tipo a letra vem antes da música? Quais são as músicas mais bacanas que vocês gostariam que o público conheça?</strong></p>
<p>Alex: Um pouco de tudo sabe&#8230; normalmente, quando escrevo, já tenho uma ideia da melodia e, no estúdio, fazemos os arranjos.</p>
<p>É mais humanas que exatas. Aliás, não é nada exato. Há dois meses, o Mineiro apresentou um riff no violão e na hora deu aquele estalo&#8230; Meu, eu tenho uma letra que se encaixa aí! O resultado foi: &#8220;Um Moinho&#8221; (canção que estamos gravando).</p>
<p>Alex: As músicas que a gente quer que todos conheçam&#8230; Rs! Lets go!!!</p>
<p>FELICIDADE NÃO TEM PRESSA (No YouTube, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xnuAZ5l7LpY">clique aqui</a> para assistir)</p>
<p>CURANDEIRO CURANDEIRO (vai pro YouTube na primeira semana de fevereiro)</p>
<p>MINHA QUERIDA NÃNÃ</p>
<p>UM MOINHO</p>
<p>O VOTO</p>
<p>JOSEFINA</p>
<p>HUMANO DARWIN</p>
<p>CORONEIS DE GRAVATA</p>
<p>OLHA O MACACO</p>
<p>DR. PANGLOSS</p>
<p>SUPERFICIE</p>
<p>INTELECTCHUAL E BOSSA NOVA?</p>
<p>ECLESIASTES</p>
<p>PAGANDO CASH</p>
<p>E tem mais&#8230;</p>
<p><strong>7. Quais compositores sempre fizeram parte da vida de cada integrante da banda? Para cada: quem te inspirou ou inspira? Que som está ouvindo no momento?</strong></p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/metallica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1549" title="metallica" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/metallica.jpg" alt="" width="368" height="277" /></a>Daniel: Cara, tem muita gente boa&#8230; Eu curto som porrada Bad Religion, Misfits, Metallica, Motor Head, Judas. Isso me inspira. Também Matanza, Ultraje, Inocentes&#8230;</p>
<p>Mineiro: Nirvana, Ramones, Talkink Heads, Stones.</p>
<p>Ariel: Rush, Ramones, Toy Dolls, Iron Maiden.</p>
<p>Alex: ACDC, BLONDIE, Joelho de Porco etc. Eu tenho um pezão lá na MPB. Doida tipo: Zé Ramalho, Hermes Aquino.</p>
<p><strong>8. O que espera da trajetória da banda neste momento e nos próximos cinco anos? Qual o &#8220;grande sonho&#8221; de vocês?</strong></p>
<p>Alex: No momento esperamos finalizar as gravações e também conseguir um, digamos, patrocínio. Afinal, nós também somos atletas a serviço do Brasil. Rs!</p>
<p><strong>9. Em tempos de troca de arquivos pela Internet, como deve ser o futuro do CD? Como o artista pode ser remunerado quando todo mundo copia gratuitamente suas músicas? Acham isso bom ou ruim?</strong></p>
<p>Alex: André, o CD, assim como um livro, é importante. É como um cartão de visitas. Ou, do contrário, vamos apresentar nossas músicas num tablet? O físico é vital, seja um CD ou qualquer outra coisa tátil. Penso que o artista pode ser remunerado pelas gravadoras a partir de um modelo de contrato justo pra ambas as partes. Se uma gravadora coloca no <em>top hit</em> ou nesses programas de TV, naturalmente vamos ter a opotunidade de fazer mais shows. Daí, a receita aparece e nada mais justo que seja compartilhada entre as partes.<a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/CDs_DVDs.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1548" title="CDs_DVDs" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/CDs_DVDs.jpg" alt="" width="322" height="214" /></a></p>
<p>A cópia de arquivos existe desde da época das fitinhas K7. Vc compra uma fita virgem levava na casa de amigo e passava as músicas de um vinil pra tua fita. Então, nada de novo com relação a isso!!! O que não pode é o cara tirar lucro em cima do artista do &#8220;pai da criança&#8221;. Isso é crime previsto na lei, então é só cumprir a lei. Nada de censura na rede ou seja lá onde for. Liberdade é a palavra.</p>
<p><strong>10. Sei que vocês são bastante ativos na divulgação pela internet e gostaria de saber qual a importância que dão às mídias sociais como o próprio MySpace, Facebook, Twitter na divulgação do trabalho? Integrar uma banda em um momento WEB 2.0 é diferente? Se cada um quiser divulgar seus endereços nas mídias sociais, esse é o espaço&#8230;</strong></p>
<p>Alex: As mídias sócias são incriveis rápidas e eficientes se não fosse por elas, talves esse nosso papo só seria possível daqui a um ano ou dois. Rs!  WEB 2.0 ? É só um novo termo. Para isso tudo que a gente tá falando sobre mídias sociais&#8230; é bem vindo.</p>
<p><strong>11. Quero saber um pouco da vida pessoal de cada integrante. Tipo, se são solteiros, casados, têm filhos, moram com os pais. Fiquem a vontade para falar, se quiserem.</strong></p>
<p>Alex: Solteiro<br />
Ariel: Casado<br />
Daniel: Casado<br />
Mineiro: Solteiro</p>
<p><strong>12. Agora uma pergunta cabeça: o que cada um pensa sobre a situação sócio-econômica da população brasileira e do fato de sermos umas das economias mais ricas do mundo e termos a segunda pior distribuição de renda do planeta? Como o Brasil pode mudar isso?</strong></p>
<p>Alex: Hummmm. Vejo a situação socio-econômica do Brasil com bons olhos. Apesar dos pesares, é fato que evoluímos muito nessas duas últimas décadas. Mas perae! Tem muita falcatrua, muito filho da puta, safados, ordinários, narcisistas, pilantras dando ré na máquina e, consequentemente, fudendo a nação.</p>
<p>Hoje somos a sexta nação do mundo mais com uma renda per capita três vezes menor que a da Inglaterra. Por outro lado, a China é a segunda maior economia do mundo mais tem uma renda per capita três vezes menor que a nossa. Há luz no fim do túnel! Se a nossa música &#8220;Felicidade não tem pressa&#8221; fosse gravada em outra época, com certeza seria censurada. Hoje, nós somos relativamente livres e isso é um outro avanço em nossa cultura.</p>
<div id="attachment_1541" class="wp-caption alignleft" style="width: 340px"><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/ministra-ana-de-hollanda.jpg"><img class="size-full wp-image-1541   " title="ministra ana de hollanda" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/ministra-ana-de-hollanda.jpg" alt="" width="330" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">Ministra da Cultura Ana de Hollanda</p></div>
<p>Por falar em cultura, e o <a href="http://www.cultura.gov.br/site/">MinC</a>, hein? A senhora ministra Ana de Holanda sabe o que é uma banda independente? Já fez alguma coisa por uma banda de rock Iindependente? Se o ministério é pró-cultura popular, eu quero lembrar essa senhora que nós somos representantes da maior cultura popular do mundo. Os festivais de rock&#8217;n'roll ainda batem recorde de público, crítica e arrecadação. Vossa ministra apresentou um plano com 53 medidas pró-cultura e não há nenhuma menção à bandas independentes e aí?</p>
<p>Será que é preciso ser medalhão da MPB pra ser agraciado com um milhão por vosso ministério? Han? Desejo que tenhas sucesso na sua empreitada em elevar o numero de leitores de livros no Brasil. Afinal, quem prima pela leitura não pode ser má intencionada, mas pode estar equivocada. A chamada geração &#8220;Y&#8221; não vai ler livros em maior proporção que a geração &#8220;Z&#8221;. o MinC afirma que o brasileiro lê, em média 1,3 livro por ano. E que, com mais recursos para o sua pasta, vai elevar esse numero para 4,3 por ano. Clap Clap Clap!</p>
<p>As pessoas ligadas à cultura como produtores (privados) em geral já fizeram mais pela arte no Brasil em 10 anos que o MinC em quase 30. No mais, eu desejo boa sorte a senhora Ana de Holanda. Mas pow! Forma uma bancada aí pra galera do rock&#8217;n'roll. Afinal, o ministério é para promover a cultura popular, né! E o que é mais popular que o rock&#8217;n'roll desde os anos de 1960?</p>
<p><strong>Jogo rápido:</strong></p>
<p>- um filme:<br />
<strong>Ariel &#8211; Star Wars</strong><br />
<strong>Alex &#8211; Borat </strong></p>
<p>- uma música: <strong>Ariel &#8211; Todas do RUsh</strong></p>
<p>- um livro: <strong>Alex &#8211; A Hora da Estrela</strong></p>
<p>- um poema: <strong>Qualquer um do Ranziza da Silva</strong></p>
<p>- uma banda brasileira: <strong>Cada uma uma viagem. Não saberia citar apenas uma.</strong></p>
<p>- um som internacional: <strong>Alex &#8211; Jailbreak</strong></p>
<p>- um show: <strong>Ariel &#8211; RUSH no Morumbi em 2002</strong></p>
<p>- um amor: <strong>Ariel &#8211; minha mulher</strong></p>
<p>- São Paulo: <strong>Alex &#8211; Coração do Brasil, lôca, cosmopolita, adrenalina, inspiradora.</strong></p>
<p>- Rio de Janeiro: <strong>Alex &#8211; continua lindo, terra de boa gente, de humor peculiar. Eu gosto!</strong></p>
<p>- uma cidade do mundo: <strong>Never Land</strong></p>
<p>- família: <strong>Ariel &#8211; Tudo</strong></p>
<p>- amigos: <strong>Ariel &#8211; estão comigo na banda</strong></p>
<p>- adoção de crianças: <strong>Importantíssimo. </strong></p>
<p>- adoção por casais gays: <strong>Polêmica&#8230; uma eterna polêmica.</strong></p>
<p>- união civil entre pessoas do mesmo sexo: <strong>Alex &#8211; não acho que eu tenha de ter mais direitos que um cara por ele ser homossexual e vice-versa. Os direitos humanos (são humanos). Devem ser para todos.</strong></p>
<p>- tempo livre: <strong>Alex &#8211; dormir</strong></p>
<p>- romantismo: <strong>Ariel &#8211; É importante</strong></p>
<p>- irrita muito: <strong>Ariel &#8211; falsidade</strong></p>
<p>- moda: <strong>Alex &#8211; relativo</strong></p>
<p>- sexo, drogas e rock&#8217;n'roll: <strong>Alex &#8211; sexo, cerveja e rock&#8217;n'roll</strong></p>
<p style="text-align: left;">- uma frase ou pensamento para encerrar essa conversa&#8230; <strong>Alex &#8211; Não sei se fico rico agora ou se deixo prá depois!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/rock-made-in-brazil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1550" title="rock made in brazil" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/rock-made-in-brazil.jpg" alt="" width="392" height="351" /></a></strong></p>
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		<title>Crítica:Roberta Sá volta a apostar em (bom) repertório radiofônico</title>
		<link>http://divercidade.com/musica/criticaroberta-sa-volta-a-apostar-em-bom-repertorio-radiofonico/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[B Discos]]></category>
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		<description><![CDATA[por Julio César Biar* A controversa experiência de transformar a buliçosa obra do compositor baiano Roque Ferreira em números sofisticados, recheados das cordas do excelente Trio Madeira Brasil, realizada no álbum ‘Quando o canto é reza’ (2010), parece ter deixado marcas indeléveis em Roberta Sá. O novo disco da cantora potiguar radicada no Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Julio César Biar*</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/RobertaSa_15102011-649921.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-1531" title="RobertaSa_15102011 64992" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/RobertaSa_15102011-649921-1024x1022.jpg" alt="" width="393" height="392" /></a>A controversa experiência de transformar a buliçosa obra do compositor baiano Roque Ferreira em números sofisticados, recheados das cordas do excelente Trio Madeira Brasil, realizada no álbum ‘Quando o canto é reza’ (2010), parece ter deixado marcas indeléveis em <strong>Roberta Sá</strong>. O novo disco da cantora potiguar radicada no Rio de Janeiro, <strong>‘Segunda pele’</strong> (MP,B Discos/ <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VW5pdmVyc2FsK011c2ljXyMjX2Nsb3VkXyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNjE0ODIy-72">Universal Music<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>), retoma a receita da produção musical contemporânea feita para tocar no rádio. Não há aí nenhum demérito, afinal o rádio ainda é o veículo ideal de aproximação entre público e cantores. Leia matéria no Divercidade sobre o lançamento, <a href="http://divercidade.com/?p=1487">aqui</a>.</p>
<p>Aos dez anos de carreira, Roberta ainda não alcançou a desejada projeção nacional – curiosamente a bela e esguia figura que alguns momentos lembra(va) Marisa Monte tornou-se uma  artista identificada com o samba carioca, ainda que não tenha feito um movimento radical em direção ao gênero. Seus discos estão muito mais para uma mistura entre o pop tupiniquim e a produção da chamada MPB.</p>
<p>O novo trabalho, capitaneado por Rodrigo Campello (produção e arranjos), que acompanha Roberta desde a estreia fonográfica com o ótimo ‘Braseiro’ (2005), equaliza autores contemporâneos à artista, como Rubinho Jacobina (‘Bem a sós’) e João Cavalcanti (‘O nego e eu’), e os tradicionais Wilson Moreira (a lírica ‘No arrebol’) e Caetano Veloso (a atual e moderna ‘Deixa sangrar’, 1970).</p>
<p>Mario Adnet e Humberto Araújo completam o ótimo trio de arranjadores. Ao seguir o esquema adotado por suas colegas, de olho no mercado latino-americano, Roberta encara faixa em espanhol com a participação do uruguaio <strong>Jorge Drexler</strong>, compositor de ‘Esquirlas’. Acompanhada por Daniel Jobim (piano), ela se rende à balada com alto potencial radiofônico ‘Você não poderia surgir agora’, do hitmaker Dudu Falcão, nome recorrente nas discografias de Ana Carolina, Luiza Possi e Jorge Vercillo. Sua doce voz realça a beleza da faixa evidenciando seu amadurecimento artístico e a salutar distância do romantismo pretensamente refinado de Marisa Monte.</p>
<p>Aliás, Roberta também se aventura na composição em ‘No bolso’, parceria com Pedro Luís: “&#8230; busco no playlist algo mais alegre ou coisa que me inspire” dizem os versos urgentes sobre o cotidiano na cidade grande. Nada de “amor I love you”, para a alegria de ouvidos cansados de tantas memórias, crônicas e declarações de amor.</p>
<p>Pedro (em parceria com Mário Sève) ainda fornece à bela ‘Lua’ que conta com a participação d’A Parede’. A pulsante faixa é realçada pelo arranjo de cordas do craque Mário Adnet. ‘Altos e baixos’ nada tem a ver com a homônima parceria de Suely Costa e Aldir Blanc eternizada por Elis Regina; a faixa composta por Lula e Yuri Queiroga comenta as relações contemporâneas com o sucesso e/ou seus signos: “Sou a loura da cerveja Schin/ Eu sou a nova coqueluche do inverno/ Pobre feliz de mim!”. Lula assina sozinho ‘Pavilhão de espelhos’.</p>
<p>‘A brincadeira’ (Moreno Veloso/ Quito Ribeiro/ Domenico Lancellotti) encaixa-se perfeitamente no universo musical de Roberta, assim como ‘Segunda pele’ (Gustavo Ruiz/ Carlos Rennó). Ainda que não seja espetacular, o disco cumpre satisfatoriamente seu papel, tornando o repertório da cantora mais acessível ao público. Enfim, Roberta Sá voltou à sua zona de conforto, sem que isso represente retrocesso em sua bela e recente carreira.</p>
<p><strong><em> *Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é      jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e do      que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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		<title>Em show tradicional, Chico Buarque dá as cartas</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 12:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
		<category><![CDATA[júlio césar biar]]></category>
		<category><![CDATA[MPB tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[Show no Vivo Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Turnê Chico]]></category>

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		<description><![CDATA[por Julio César Biar* Em cartaz até o dia 12 de fevereiro com a turnê de lançamento do CD ‘Chico’, lançando em julho de 2011, Chico Buarque apresenta no palco da casa de espetáculos Vivo Rio um show acolhedor. O cenário de Hélio Eichbauer e a linda iluminação de Maneco Quinderé contribuem para a percepção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Julio César Biar*</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/chicoshow.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1518" title="chicoshow" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/chicoshow.jpg" alt="" width="419" height="305" /></a>Em cartaz até o dia 12 de fevereiro com a turnê de lançamento do CD ‘Chico’, lançando em julho de 2011, <strong>Chico Buarque</strong> apresenta no palco da casa de espetáculos <a href="http://www.vivorio.com.br/">Vivo Rio</a> um show acolhedor. O cenário de Hélio Eichbauer e a linda iluminação de Maneco Quinderé contribuem para a percepção do ambiente extremamente confortável. Hábil tecelão, o artista costura as dez canções do recente álbum e outros tantos clássicos, a maioria de sua autoria, no repertório de 30 números. Canções que deixaram de tocar no rádio – e outras que nunca tocaram – foram calorosamente recebidas pelo público presente na noite desta quinta-feira, 19 de janeiro de 2012.</p>
<p>A sensação é de topar com algum conhecido, como diz a letra de ‘Querido diário’ (Chico Buarque, 2011), daqueles que acompanhamos a vida mesmo à distância. O palco é casa e nele também estão presentes outros velhos amigos: João Rebouças (piano e teclados), Jorge Helder (baixo), Wilson das Neves (bateria), Marcelo Bernardes (sax, clarinete e flautas), Chico Batera (percussão), Bia Paes Leme (teclados e vocais) e o regente Luiz Cláudio Ramos (violão), excelentes músicos que estão na estrada com Buarque há muitos anos.</p>
<p>Em um único momento esse clima familiar é quebrado. É quando Chico faz citação em forma de rap a <strong>Criolo</strong>, rapper paulista que incluiu uma nova versão de ‘Cálice’ (Chico Buarque/ Gilberto Gil, 1977) em suas apresentações.  &#8220;Evoé, jovem artista/ Palmas pro refrão/ do rapper paulista&#8221; pediu, entusiasmado, sem, contudo, obter a cumplicidade do público amante da canção como gênero.</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/Chico-buarque-shows-2012.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1519" title="Chico-buarque-shows-2012" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/Chico-buarque-shows-2012.jpg" alt="" width="413" height="282" /></a>Se o ‘Velho Francisco’ (Chico Buarque, 1987) anunciou a “morte” da canção, ‘Tipo um baião’ (Chico Buarque, 2011), ‘Se eu soubesse’ (Chico Buarque, 2011) e ‘Essa pequena’ (Chico Buarque, 2001) desmentem seu autor. Primorosa valsa composta em pleno século XXI, ‘Nina’ (Chico Buarque, 2011) é reproduzida com igual refinamento no show. A nova safra autoral registra as impressões de um homem de 67 anos, sem deixar de (naturalmente) dialogar com um tempo de maior delicadeza da MPB. Sigla que Chico Buarque ajudou a consolidar e a perpetuar graças ao seu indiscutível talento para fazer canções como ‘Bastidores’ (Chico Buarque, 1980), ‘O meu amor’ (Chico Buarque, 1977) e ‘Sob medida’ (Chico Buarque, 1979) que surgem arejadas por elegantes arranjos. Também a teatral ‘Geni e o zepelim’ (Chico Buarque, 1977) ressurge revigorada.</p>
<p>Antigas parcerias são lembradas em ‘Desalento’ (Vinicius de Moraes/ Chico Buarque, 1970), ‘Ana de Amsterdam’ (Chico Buarque/ Ruy Guerra, 1973), ‘Choro bandido’ (Edu Lobo/ Chico Buarque, 1985), ‘Todo o sentimento’ (Cristóvão Bastos/ Chico Buarque, 1987), ‘Anos dourados’ (Tom Jobim/ Chico Buarque, 1986), ‘Valsa brasileira’ (Edu Lobo/ Chico Buarque, 1988), ‘A violeira’ (Tom Jobim/ Chico Buarque, 1983) e ‘Na carreira’ (Edu Lobo/ Chico Buarque, 1982). Parceiros bissextos, mas igualmente importantes, João Bosco e Ivan Lins, estão presentes com ‘Sinhá’ (2011) e ‘Sou eu’ (2009), respectivamente – a última levada com o auxílio luxuoso de Wilson das Neves. O querido baterista ainda divide os vocais com Chico em ‘Tereza da praia’ (Tom Jobim/ Billy Blanco, 1954).</p>
<p>O clima amistoso perpassa todo o show que termina com a genial ‘Barafunda’ (Chico Buarque, 2011), deixando felizes Auroras, Aurélias, Barbarelas e toda a gente que lotou a casa de espetáculos. Em noite de excelente – e tradicional – música popular brasileira, quem dá o baralho ainda é Chico Buarque.</p>
<p><em><strong>-&gt; Conheça a agenda de shows e saiba mais sobre o último trabalho de Chico no site dele, <a href="http://www.chicobuarque.com.br/">aqui</a>.</strong></em></p>
<p><em><strong>-&gt; Assista aos bastidores do ensaio da turnê &#8220;Chico&#8221;, <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=fqYPzD-H56Q">aqui</a>. </strong></em></p>
<p><em><strong>-&gt; Curta a fanpage de Chico no Facebook, <a href="https://www.facebook.com/ChicoBuarque">aqui</a>.<br />
</strong></em></p>
<p><em><strong></strong></em><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/chico-buarque-20090324-size-598.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1520" title="chico-buarque-20090324-size-598" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/chico-buarque-20090324-size-598.jpg" alt="" width="597" height="336" /></a><strong><em>* Julio César Biar é colaborador do Divercidade. Ele é     jornalista, radialista e crítico musical. Carioca, fã de cantoras e do     que se convencionou chamar de MPB. Acesse também o blog pessoal “<a title="Outras Palavras" href="http://blogdobiar.blogspot.com/">Outras Palavras”</a></em></strong></p>
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		<title>Sampa: 458 anos e sete milhões de carros. Comemorar ou iniciar a mudança?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 18:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andretomazela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[458 anos de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[7 milhões de veículos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário de São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Parabéns aos 458 anos de São Paulo! Ex-terra da garoa, a cidade mais cosmopolita da América Latina tem uma vida que não para e conta com milhares de serviços desde os mais requintados e caros, aos mais em conta e populares. O estado atual das coisas reflete o nosso bom momento econômico, caracterizado pela ascensão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/327045186_c9e4331166.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1506" title="327045186_c9e4331166" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/327045186_c9e4331166.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a>Parabéns aos 458 anos de São Paulo! </strong>Ex-terra da garoa, a cidade mais cosmopolita da América Latina tem uma vida que não para e conta com milhares de serviços desde os mais requintados e caros, aos mais em conta e populares.</p>
<p>O estado atual das coisas reflete o nosso bom momento econômico, caracterizado pela ascensão das classes C e D. Ao mesmo tempo em que continuamos a conviver com problemas de países ainda em desenvolvimento, somos também contemplados com os percalços de cidades ricas: são mais pessoas com acesso aos planos de saúde e dificuldade para marcar consultas, são filas de espera para matrículas em escolas particulares, precisa-se de dois dias de antecedência para reservar uma mesa para almoçar em um restaurante requintado etc.</p>
<p>E são <strong>congestionamentos intermináveis</strong>, fruto da inconfundível marca de <strong>7 milhões de veículos</strong> circulando em nossas ruas. Não há rodízio que resolva. O fato é que a melhoria na renda e o fácil acesso ao crédito colocam nas ruas de Sampa cerca de mil veículos por dia. E quem tem um dinheiro a mais e pode parcelar a compra, prefere não virar “sardinha” nos transportes públicos, que recebem melhorias sempre aquém das necessidades. Até a recente Linha Amarela do Metrô já está saturada. Diante desse cenário, vem a pergunta: parabéns? Sim, há motivos para comemorar pelo sim, pelo não!</p>
<p>Esse post não é uma crítica. E sim um incentivo à reflexão, é bom deixar claro. Os que compartilham de valores como o <strong>desenvolvimento sustentável</strong> e da <strong>melhoria da qualidade de vida</strong> devem sentir algum desânimo. Mas é possível buscar soluções individuais e coletivas para uma cidade mais equilibrada e amigável para se viver. Ufa!</p>
<p>A marca de 7 milhões de veículos será superada em breve. E tudo indica que continuaremos a contar com os mesmos 17 mil quilômetros de ruas e avenidas pavimentadas, não muito mais. Como as vendas continuam a crescer de forma acelerada e constante, devemos esperar congestionamentos cada vez maiores.</p>
<p><strong>Mudanças necessárias e o alento –</strong> A primeira medida é individual: <strong>romper o ego</strong>. Possuir um carro não faz a pessoa melhor, nem mais importante, nem mais livre. Se você se sente o pior dos piores, pare já com isso&#8230; Antes de se endividar, faça uma conta: se o dinheiro que você gastaria para andar de taxi diariamente em São Paulo não cabe no seu orçamento, provavelmente adquirir um carro também não caberá. Não se iluda!</p>
<p><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/FOTO02_carona_2A.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1508" title="FOTO02_carona_2A" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/FOTO02_carona_2A.jpg" alt="" width="371" height="216" /></a>Outro ponto é estimular cada vez mais a convivência harmônica entre os habitantes da capital. Ruas, avenidas, calçadas, pontes e viadutos deveriam ser locais mais agradáveis para o deslocamento cotidiano e não de disputa insana pela ocupação a qualquer custo. Nesse sentido, <strong>use as redes sociais e monte grupos de carona no seu condomínio</strong>, por exemplo. Sempre haverá pessoas que vão para o mesmo local e é a chance de descobrir novas amizades e desafogar a cidade. Seu carro possui cinco ou mais lugares, né? Há um site, o <strong>Carona Solidária</strong>, no qual você pode se cadastrar para oferecer ou pedir carona de forma confiável. Conheça-o, <a href="http://www.caronasolidaria.com/">aqui</a>.</p>
<p>Se tiver carro, pense em usá-lo mais para passeios do que para o dia-a-dia. Alugar um carro também é uma boa pedida já que há tarifas em conta e muitas promoções em lojas especializadas! Lembre-se ainda que pode ser agradável andar a pé, de bicicleta ou de transporte coletivo (algumas linhas de metrô e trem abreviam o tempo de percurso e vários trens são confortáveis e contam com ar condicionado).</p>
<p>E a medida final é <strong>cobrar das autoridades públicas investimentos em transportes coletivos</strong> e que deixem de gastar a grana apenas em obras viárias. Campanhas como respeito à faixa de pedestres, reforma das calçadas e garantia de acessibilidade transformarão nossa amada metrópole em um lugar mais sustentável e feliz. Parabéns sim, São Paulo. O futuro promete!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://divercidade.com/wp-content/uploads/DSC00006_SaoPaulo_Av23Maio_Congestionamento_reduzido.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1507" title="DSC00006_SaoPaulo_Av23Maio_Congestionamento_reduzido" src="http://divercidade.com/wp-content/uploads/DSC00006_SaoPaulo_Av23Maio_Congestionamento_reduzido-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GjRl7rrB4msItytyIkB3fgwHRQ8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GjRl7rrB4msItytyIkB3fgwHRQ8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GjRl7rrB4msItytyIkB3fgwHRQ8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GjRl7rrB4msItytyIkB3fgwHRQ8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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