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	<title>DOCE DE FEL</title>
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		<title>DOCE DE FEL</title>
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		<title>CELSO BLUES BOY – O CAVALHEIRO DO ROCK ‘N ROLL!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 15:26:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – . Amante de todas as artes, tive – ao longo de quase quarenta e oito anos – a imensa felicidade de vivenciar centenas de shows musicais: cinco deles, de Celso Blues Boy – quatro em Brasília e um no Rio de Janeiro. Em todos esses espetáculos me deparei com um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000">– André L. Soares –</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">Amante de todas as artes, tive – ao longo de quase quarenta e oito anos – a imensa felicidade de vivenciar centenas de shows musicais: cinco deles, de Celso Blues Boy – quatro em Brasília e um no Rio de Janeiro. Em todos esses espetáculos me deparei com um músico em constante e astronômica ascensão. Guitarrista genial, cantor, poeta e compositor de talento ilimitado, Celso tocava melhor a cada show. <img class="alignright" title="Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/3.asset.soup.io/asset/3606/0723_f4b1_500.jpeg" alt="" width="300" height="262" /></span></h4>
<h4><span style="color: #000000">Não bastasse isso, Celso Blues Boy era educado e gentil para com o seu público. Em todos os shows, nunca se negou a fazer poses para a – cada vez maior – legião de fãs munidos de máquinas fotográficas. Ao perceber que alguém queria fotografar, ele vinha até a beirada do palco, chamava outros membros da banda e, para deleite da plateia, tirava solos de guitarra, ao mesmo tempo em que fazia caretas e gestos de muito estilo – bem próprio dos guitarristas.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">Certa vez, às vésperas de um espetáculo a se realizar no Teatro Nacional Cláudio Santoro, também em Brasília, convidei uma namorada para ir ao show do Celso. Ela torceu o nariz, alegando que não gostava de <em>blues</em>. Insisti. Ela acabou aceitando. Ao final, ela estava totalmente maravilhada com a força das músicas e sua opinião sobre esse estilo mudara a partir de então.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">Mesmo quando já adoentado, Celso Blues Boy nunca deixou de ser um <em>gentleman</em>. Após o show, ia ao camarim, tomava banho, perfumava-se e voltava para dar autógrafos e permitir que se tirassem mais fotografias. No show em Brasília, no Teatro dos Bancários, em 1997, sua mulher solicitou aos fãs, cheia de preocupação: ‘– Por favor, sejam rápidos, porque o Celso está muito cansado’. A tentativa teria sido válida se a fila não fosse imensa. No entanto, apesar da visível estafa, ele recebeu cada um com extremo carinho e atenção. A mim, ele autografou o ingresso, apertou minha mão com suas duas mãos e me agradeceu por eu ter ido ao show.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">Imagina! Sou eu a agradecer eternamente pelos quase quarenta anos de <em>blues</em> e de <em>rock and roll</em> de altíssima qualidade; por quase quarenta anos de canções e acordes maravilhosos, que nada deixaram a dever aos grandes <em>bluesmans</em> norte-americanos; por quase quatro décadas de espetáculos incríveis, em que o baixo preço dos ingressos jamais traduziu a grandeza de sua arte. Muito obrigado, Celso, por tanta primazia e dignidade conferidas à música popular brasileira.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">Agora nos restam os discos e as fotografias – modernos acessórios da memória – a nos mostrarem que Celso Blues Boy, o homem que ensinou Português ao <em>blues</em>&#8230; SEMPRE BRILHARÁ!</span></h4>
<h4><span style="color: #000000">.</span></h4>
<p><a title="Magazine Luíza" href="https://www.magazinevoce.com.br/magazinesemprefelizes/" target="_blank" rel="noopener"><img title="Maganize Luíza" src="https://i0.wp.com/41.media.tumblr.com/2ee0d2d7541778b560fe6f266dcc6264/tumblr_nzjiozkeXg1qzo1jpo5_r1_1280.jpg" alt="Magazine Luíza" width="500px" height="261px" border="0" /></a></p>
<p><a href="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4849056414090839">https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4849056414090839</a></p>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>NUNCA O MUNDO TEVE TANTOS IMBECIS NO PODER, AO MESMO TEMPO!</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – . Não sei se já são os efeitos da crise na educação mundial, surgida a partir dos anos 80, mas o fato é que, em quase todo o globo terrestre, os imbecis finalmente chegaram ao poder. Tornou-se evidente, já há algum tempo que, nos principais países, a política está em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;">– André L. Soares –</span></p>
<p><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Não sei se já são os efeitos da crise na educação mundial, surgida a partir dos anos 80, mas o fato é que, em quase todo o globo terrestre, os imbecis finalmente chegaram ao poder.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Tornou-se evidente, já há algum tempo que, nos principais países, a política está em mãos erradas. No entanto, vive-se agora o pior momento. Não são somente corruptos e omissos os que se apossaram do poder. Sim – são também isso, quase todos esses líderes. Mas a questão é ainda mais grave: nenhum deles possui o menor talento para administrar a própria ganância.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">É como se alguém roubasse a galinha dos ovos de ouro, apenas para matá-la e fazer um cozido.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Por isso há essa crise econômica que se renova, sem que as nações européias consigam fugir do círculo vicioso de dívidas que crescem como bolas de neve. Também por isso há a intermitente agressão ao meio-ambiente – em nível cada vez pior. E, ainda pela mesma razão, há o crescente avanço do narcotráfico sobre o poder público.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;"><a href="http://1.asset.soup.io/asset/2924/5105_6c85_960.jpeg"><img class="aligncenter" title="Foto: O Mundo Pede Esmola - André L. Soares." src="https://i0.wp.com/1.asset.soup.io/asset/2924/5105_6c85_960.jpeg" alt="" width="403" height="319" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Por mais que seus currículos enganosos digam o inverso, a verdade é que, Barack Obama, Dilma Rousseff, Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, David Cameron, Mário Monti, entre outros&#8230; não possuem a mínima capacidade para gerir seus respectivos países.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">São, todos eles, lentos, incompetentes, fracos de personalidade e inteligência, sem espírito de liderança e sem coragem suficiente para conduzir negociações e fazer com que as medidas necessárias sejam tomadas. Nenhum deles possui visão de longo prazo. No máximo, repetem, em seus discursos vazios, variantes acadêmicas de teorias há muito falidas. Em suma, são meros capachos neoliberais (escravos da ciranda financeira), que tudo fazem para evitar a intervenção do Estado, mesmo quando é óbvia a gravidade dos acontecimentos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Não é que eu queira jogar pedras para todos os lados. Mas as notícias não deixam dúvidas acerca da insanidade mental dos líderes mundiais – a quem eu sequer confiaria a administração de um prédio de três andares, situado no subúrbio.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">E olha que só falei de incompetência. Nem entrei no mérito da má-fé e da improbidade.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Porém, o problema é muito sério. Comparando-se com o começo do século XX, o atual cenário leva a crer que se está próximo de viver, novamente, a maior catástrofe que pode se abater sobre a raça humana: outra guerra mundial!</span></p>
<p><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>GRITOS VERTICAIS – Enfim,… saiu o livro!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 22:30:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – . A partir de hoje está à venda, por meio do link abaixo, o livro &#8216;Gritos Verticais&#8217;, de minha autoria: . – Clique aqui para adquirir o livro – . Disponível nas versões impressa e e-book, o livro, que reúne textos inéditos e outros já conhecidos do público on-line, apresenta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;">– André L. Soares –</span><br />
<span style="color:#000000;"> .</span><br />
<span style="color:#000000;"> A partir de hoje está à venda, por meio do link abaixo, o livro &#8216;Gritos Verticais&#8217;, de minha autoria:</span><br />
<span style="color:#ffffff;"> .</span><br />
<span style="color:#000000;"> – <a title="- Gritos Verticais - Clique aqui para adquirir o livro." href="http://www.clubedeautores.com.br/book/118137--GRITOS_VERTICAIS" target="_blank">Clique aqui para adquirir o livro</a> –</span><br />
<span style="color:#ffffff;"> .</span><br />
<span style="color:#000000;"> Disponível nas versões impressa e e-book, o livro, que reúne textos inéditos e outros já conhecidos do público on-line, apresenta cerca de duzentos poemas, os quais versam sobre os mais variados assuntos, abordando desde o amor até a filosofia, desde a infância até a política, passando também pelo surreal, o abstrato, a teologia e o engajamento ecológico.</span><br />
<span style="color:#000000;"> .</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg"><img data-attachment-id="276" data-permalink="https://docedefel.wordpress.com/2011/11/28/gritos-verticais-enfim-saiu-o-livro/cover_front_big/" data-orig-file="https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg" data-orig-size="453,643" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Gritos Verticais &#8211; Livro de André L. Soares." data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg?w=211" data-large-file="https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg?w=453" class="wp-image-276 aligncenter" title="Gritos Verticais - Livro de André L. Soares." src="https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg?w=317&#038;h=450" alt="" width="317" height="450" srcset="https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg?w=317&amp;h=450 317w, https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg?w=211&amp;h=300 211w, https://docedefel.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/11/cover_front_big.jpg 453w" sizes="(max-width: 317px) 100vw, 317px" /></a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
<span style="color:#ffffff;"> .</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>SE VOCÊ ESTÁ SENDO LESADO POR UMA EMPRESA TELEFÔNICA,… A JUSTIÇA ESPECIAL CÍVEL PÕE A FACA E O QUEIJO EM SUAS MÃOS! – Parte I</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2010/09/03/justica_especial_civel_parte_i/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:24:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – . [Essa postagem terá duas partes. Na primeira, exponho o problema em si. Na segunda, discorro sobre petições e documentação, visando sucesso nas ações junto à JEC, contra as ilicitudes cometidas pelas empresas de telefonia]. Hoje, no Brasil, difícil encontrar quem não seja vítima das empresas de telefonia e banda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;">– André L. Soares –<br />
.<br />
<span style="color:#000080;"> [Essa postagem terá duas partes. Na primeira, exponho o problema em si. Na segunda, discorro sobre petições e documentação, visando sucesso nas ações junto à JEC, contra as ilicitudes cometidas pelas empresas de telefonia]</span>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Hoje, no Brasil, difícil encontrar quem não seja vítima das empresas de telefonia e banda larga. Cada uma ao seu modo, todas lesam o consumidor. E, pior, com &#8216;vista-grossa&#8217; dos órgãos governamentais que deveriam coibir tais ilicitudes. Somente o site &#8216;ReclameAqui.com.br&#8217; apresenta centenas de milhares de reclamações contra tais operadoras. As ocorrências mais comuns são: a) cobrança indevida (com inclusão indevida do nome do cliente no SERASA/SPC); b) créditos pagos, mas não creditados; c) SMS tarifado sem autorização do cliente; d) banda larga em velocidade abaixo do estabelecido em contrato; e, d) cancelamento arbitrário de chip pré-pago. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">As reclamações mostram que, para quem quer jogar tempo fora, o PROCON é excelente; mas, para quem gosta de se iludir, a ANATEL é a melhor escolha. </span>No entanto, para quem busca efetividade e justa indenização, a JUSTIÇA ESPECIAL CÍVEL é o paraíso<span style="color:#000000;">.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://asset.soup.io/asset/1057/0475_3e6f_500.jpeg"><img class="alignright" title="'Com a faca e o queijo nas mãos' - Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/1057/0475_3e6f_500.jpeg" alt="" width="222" height="214" /></a></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Posso dizer isso, porque fui, eu mesmo, três vezes beneficiado pelo maravilhoso trabalho desenvolvido nessa instância jurídica. Recorrer à JEC representa lição de cidadania e injeção de confiança na Justiça. Quero parabenizar, publicamente, os funcionários da JEC em todo o País. Tenho conversado sobre isso e a opinião é unânime: a JEC funciona. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">No meu caso, foram três processos: a) um por recebimento indevido de SMS tarifado; b) um por cobrança indevida; c) um por propaganda enganosa e quebra de contrato. Três vitórias, sem demora ou dificuldades. Tudo se resolveu com uma audiência, no caso do SMS indevido; e com duas, nos outros dois casos. A experiência revelou coisas interessantes:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">a) as operadoras estão roubando tanto, que nem se preocupam com o volume de processos, visto que é mínimo o percentual de clientes lesados que recorrem à JEC;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">b) essas operadoras, por terceirizarem quase todos os seus serviços internos, são desorganizadas e não têm condições de apresentar, à JEC, todos os documentos nos padrões exigidos pelo tribunal;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">c) se o reclamante não for afoito, conseguirá ser bem indenizado (‘bem’, comparado, claro, com o tamanho da lesão sofrida);</span></p>
<p><span style="color:#000000;">d) fora das grandes capitais, o prazo médio da lide na JEC é de um ano. Mas, para quem aceita o acordo proposto na primeira audiência, pode ser inferior a seis meses.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Para as empresas de telefonia, os processos na JEC são um ‘calo burocrático’. Elas têm que contratar advogado, para representá-las em cada cidade onde suas ilicitudes forem contestadas. Para minimizar custo, contratam advogados locais, recém-formados ou estagiários de Direitos, que levarão a proposta de conciliação à JEC. Geralmente a proposta é ridícula. Mas, se o cliente não estiver passando fome, melhor rejeitá-la e esperar a segunda e última audiência, que, ao invés de um conciliador, será regida por um juiz.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Na maioria dos casos, as empresas sabem que perderão a lide. No entanto, elas trabalham com o seguinte cálculo: RI – [n1 x n2 + (n3)],&#8230; onde:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">RI = Receita das ilicitudes;<br />
n1 = valor a pagar, em caso de perder a lide;<br />
n2 = número de pessoas que reclamam junto à JEC;<br />
n3 = custos operacionais da causa (com advogado e trâmites burocráticos).</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Apenas para exemplificar, vamos supor que o total de SMS indevido, enviado a todos os clientes, ao longo de um mês, gere receita de 20 milhões (RI). Vamos supor, ainda, que o valor médio a pagar, em cada causa perdida, seja de R$ 2 mil (n1). Imagine-se também que o número de clientes reclamantes seja de 3 mil (n2). E, por fim, que os custos operacionais unitários sejam de 1 mil reais (n3). Assim, tem-se o seguinte cálculo hipotético:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">= 20.000.000 – [2.000 x 3.000 + (3.000 x 1.000)]<br />
= 20.000.000 – [6.000.000 + 3.000.000]<br />
= 20.000.000 – 9.000.000<br />
= 11.000.000</span></p>
<p><span style="color:#000000;">A conclusão é que, NO BRASIL,&#8230; PARA AS OPERADORAS DE TELEFONIA&#8230; O CRIME COMPENSA! Porém, tal equação hipotética pode se reverter contra as empresas de telefonia, caso o número de pessoas que recorram à JEC seja maior. Principalmente se a maioria rejeitar o acordo e deixar para resolver na segunda audiência. Nesse caso, além do valor determinado pela JEC ser maior que o proposto pela empresa, os custos operacionais da reclamada tenderão a aumentar. Vejam, por exemplo, o mesmo cálculo, com a hipótese de n2 = 8.000:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">= 20.000.000 – [2.000 x 8.000 + (8.000 x 1.000)]<br />
= 20.000.000 – [16.000.000 + 8.000.000]<br />
= 20.000.000 – 24.000.000<br />
= -4.000.000</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Nessa segunda hipótese, a empresa teria um prejuízo de 4 milhões. Portanto, o crime não compensaria. Essas empresas estão entre as que mais lucram no país. Suas receitas anuais chegam à casa dos bilhões. No entanto, estão entre as campeãs de reclamação junto ao PROCON. Supõe-se que parte considerável do lucro derive de ilicitudes. As mesmas ilicitudes que a maioria de nós, por comodismo, deixa passar. Como consumidores, já é hora de nos unirmos, nos organizarmos, nos ajudarmos, para aumentar o volume de ações na JEC, contra essas prestadoras. Para essas empresas, esse tipo de ilicitude é tão lucrativo, que, apesar das constantes condenações na JEC, elas – em total desprezo por nossas instituições jurídicas e em total desrespeito pelo consumidor – reincidem em seus crimes, pois, como se disse antes,&#8230; NO BRASIL, PARA AS OPERADORAS DE TELEFONIA&#8230; O CRIME COMPENSA, MUITO! </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Precisamos mudar isso com máxima urgência. Reclamar contra as ilicitudes sofridas vai muito além do mero ressarcimento. É prioridade social fazer valer a lei, para inibir esses facínoras que se apossaram da telefonia brasileira, oferecendo serviços e atendimento da pior qualidade, com o intuito precípuo de nos roubar.<br />
.<br />
<span style="color:#ffffff;">.<br />
.</span></span></p>
<address><span style="color:#000000;">Leia também:</span></address>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></span></p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">'Com a faca e o queijo nas mãos' - Foto: André L. Soares.</media:title>
		</media:content>
	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>A UNIVERSIDADE E OS NOVOS CARETAS</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:36:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[retrógrados]]></category>
		<category><![CDATA[uniban]]></category>
		<category><![CDATA[universitários]]></category>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – 16.11.2009 – . Durante a ditadura, os universitários constituíam grupo fundamental na luta contra os militares. Era a efetivação prática do que aprendiam nos livros. Imbuídos das teorias de Marx, Sartre e Foucault, entre outros, a vontade de abalar as estruturas do poder surgia naturalmente. Naquela época, estudante ouvia Caetano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;">– André L. Soares – 16.11.2009 –</span></p>
<p>.</p>
<p><span style="color:#000000;">Durante a ditadura, os universitários constituíam grupo fundamental na luta contra os militares. Era a efetivação prática do que aprendiam nos livros. Imbuídos das teorias de Marx, Sartre e Foucault, entre outros, a vontade de abalar as estruturas do poder surgia naturalmente.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Naquela época, estudante ouvia Caetano Veloso – que ainda não era um chato; mas, sim, a voz mais importante da arte de vanguarda no Brasil. Estudante lia ‘O Pasquim’, mesmo que isso o levasse aos porões do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social). Estudante via filmes de Glauber Rocha – que, de tão autêntico, irritava a direita e a esquerda.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a href="http://asset.soup.io/asset/0539/4228_e0ce_500.jpeg"><img class="aligncenter" title="Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0539/4228_e0ce_500.jpeg" alt="" width="405" height="304" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">No começo dos anos 80, ao visitar o campus da Universidade de Brasília, o Secretário de Estado norte-americano, Henry Kissinger, foi recebido com ovos. Era o jeito do universitário candango de protestar contra a política externa de Tio Sam.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Quando entrei na universidade, em 1988, um amigo me chamou: ‘– Vamos ao anexo’. Pensei tratar-se de algum antigo ‘aparelho comunista’. Era só um bar, ao estilo copo-sujo, onde estudantes matavam aula para se renderem à cerveja e ao ‘truco’ – o que não chegava a ser ruim.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">No início dos anos 90, o universitário brasileiro que ainda protestava contra algo estava nas instituições particulares. Brigava contra o aumento da mensalidade. O último resquício de participação social se deu no ‘impeachment’ de Collor. Após isso, o termo ‘universitário’ foi desvinculado de qualquer reivindicação de maior importância.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Agora, que predomina o discurso meramente materialista, os universitários, em sua maioria, não têm ideais. Possuem carro novo, computador, blog, iphone e ipod. Porém, consciência crítica e opinião própria, a mídia não lhes permite que tenham.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Não digo, com isso, que para ser bom estudante alguém deva se sacrificar por alguma causa. Nem é preciso ser rato-de-biblioteca. Os tempos são outros. A visão social deu lugar à especialização profissional. No entanto, há que se ter um ‘norte’ filosófico: um mínimo-ético que oriente cada ação, impedindo que o universitário se transforme em retrógrado incorrigível, que agride alunas por conta de alguma saia que julgue curta demais.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Aliás, na minha época, mulheres e saias curtas eram muito bem-vindas entre nós, homens universitários. É,&#8230; os tempos são mesmo outros.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<address><span style="color:#000000;">Leia também:</span></address>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></span></p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Foto: André L. Soares.</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>SORRIA – SEUS MICOS ESTÃO SENDO FILMADOS</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 19:09:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – 17.10.2009 – . No final dos anos 80, um grande amigo meu, enlouquecido por encontrar a namorada aos beijos com outro rapaz, subiu em uma mesa do ‘Beirute’ – que é, talvez, o bar mais conhecido de Brasília – e gritou, a plenos pulmões, que a amava e que ia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">– André L. Soares – 17.10.2009 –<br />
.<br />
No final dos anos 80, um grande amigo meu, enlouquecido por encontrar a namorada aos beijos com outro rapaz, subiu em uma mesa do ‘Beirute’ – que é, talvez, o bar mais conhecido de Brasília – e gritou, a plenos pulmões, que a amava e que ia encher ‘aquele cara’ de porrada. Para evitar o pior, muitos interviram, não sem antes que meu amigo derrubasse várias mesas e cadeiras, proferindo palavrões até então desconhecidos pela maioria dos presentes.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Passado o momento – e arrefecida a paixão –, sempre que lembrávamos esse fato, meu amigo negava. Dizia que era mentira com tal veemência, que, após alguns anos, eu mesmo passei a duvidar que aquilo tivesse acontecido.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Isso porque, antes era mais fácil &#8216;pagar mico&#8217;, já que os efeitos do vexame tinham menor durabilidade e alcance. Bastava, depois de algum tempo, mentir descaradamente, negando o ocorrido. Era a palavra de um contra a palavra do outro. Quem tivesse maior respaldo entre os ouvintes seria o ‘dono-da-verdade’. Hoje, porém, a coisa é diferente.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://asset.soup.io/asset/0499/9338_46c7_500.jpeg"><img class="alignright" title="Foto - André L. Soares." src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0499/9338_46c7_500.jpeg" alt="" width="240" height="320" /></a></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Agora o mundo está repleto de câmeras digitais, cada vez mais potentes, mais nítidas, mais modernas, mais baratas, com maior capacidade de armazenagem, gravando imagens e sons e, em alguns casos, transmitindo tudo – via ‘bluetooth’ – imediatamente para sites como o YouTube; onde, após exposto, o vídeo &#8211; ou a foto &#8211; estará acessível a milhões de pessoas. O episódio do ‘chip do Pedro’ deixou isso bem claro.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Nunca foi tão difícil esconder fatos corriqueiros. Nunca a privacidade esteve tão ameaçada. Nunca as pessoas foram tão pouco confiáveis. Hoje, qualquer moleque, dotado de um celular com câmera, faz coisas que os &#8216;arapongas&#8217; do SNI jamais imaginaram fazer, ao longo da ditadura militar.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Na eleição de Barack Obama, o mundo conheceu fatos curiosos da intimidade do presidente, que foi flagrado, por exemplo, calçando sapato furado. O sapato velho do presidente não tem relevância. O problema é pensarmos que foi alguém, &#8216;de confiança&#8217; – parentes, funcionários antigos, amigos íntimos – que repassou a foto, contrariando todo o trabalho de marketing pessoal.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
E se o homem mais poderoso do mundo não escapa a essa exposição; imagine o que não farão conosco esses invasores de privacidade. Agora é preciso pensar duas vezes antes de palitar o dente. E você, adolescente masturbador, cuidado: talvez seu irmão o esteja filmando, no escuro do banheiro.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Muitos, buscando ter o vídeo mais acessado do dia, vão expor os entes mais queridos, sem pestanejar. E se isso tem um lado positivo, que é o de intimidar e, quem sabe até minimizar ações criminosas de menor porte; por outro lado, o próprio uso indevido dessas imagens – gravadas e expostas publicamente, em sua maioria, sem o consentimento dos envolvidos – já se constitui crime.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Somando-se a isso os recursos do GPS e as prováveis evoluções de sistemas como o Google Earth, pode-se afirmar, sem chance de erro, que a privacidade está com os dias contados.<br />
.<br />
.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
</span></p>
<address>Leia também:</address>
<p><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Foto - André L. Soares.</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>BLOGS – A ORIGINALIDADE FAZ A DIFERENÇA</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/09/24/blogs-%e2%80%93-a-originalidade-faz-a-diferenca/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – 24.09.2009 – . Texto bem escrito é algo maravilhoso: gera reflexão. Hoje esbarrei em um, da Márcia Filósofa, do blog ‘Menina Virgem’, intitulado ‘A onda do blogueiro marionete’. Motivado por esse trabalho – na humilde condição de debatedor –, acrescento minha visão ao raciocínio, referente à liberdade de expressão e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>– André L. Soares – 24.09.2009 –</p>
<address><span style="color:#000000;">.</span></address>
<p><span style="color:#000000;">Texto bem escrito é algo maravilhoso: gera reflexão. Hoje esbarrei em um, da Márcia Filósofa, do blog ‘<a href="http://meninavirgem.wordpress.com/">Menina Virgem</a>’, intitulado ‘<a href="http://meninavirgem.wordpress.com/2009/09/23/a-onda-do-blogueiro-marionete/">A onda do blogueiro marionete</a>’. Motivado por esse trabalho – na humilde condição de debatedor –, acrescento minha visão ao raciocínio, referente à liberdade de expressão e uso democrático dos blogs.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">O texto da ‘menina virgem’ se constitui amplo convite à originalidade. Aqui mesmo, no ‘Doce de Fel’, já invoquei – mais de uma vez – o fim da mesmice, por acreditar que todos podem ser criativos. Esse debate ainda se faz necessário.</span></p>
<p><a href="http://asset.soup.io/asset/0474/7819_8dbe_500.jpeg"><img class="alignright" title="Foto - André L. Soares." src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0474/7819_8dbe_500.jpeg" alt="" width="245" height="160" /></a>&#8230;</p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Eu sei: esperar que todo blogueiro tenha responsabilidade pela notícia que veicula equivale a querer o fim da fofoca. Espírito de liderança, capacidade de raciocínio e redação própria são – infelizmente – dons de poucos. Na Internet, as teclas ‘Control+C’ e ‘Control+V’ irão satisfazer, ainda por décadas, os pobres de espírito.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Mas por que é tão difícil, para grande parte dos blogueiros, escrever com originalidade? Para ter opinião coerente, não é preciso total domínio da língua formal ou ler mil livros. Pessoas simples, de pouca formação, também têm capacidade de se expressar. Conheço algumas que o fazem com extrema eficácia, apenas por saberem olhar o mundo ao redor.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Nos blogs, erro comum é abordar tema sobre o qual o blogueiro não possui vivência. É melhor falar do que está próximo. Aqui, numa das postagens mais lidas, falei do conflito entre turistas e ambulantes em minha cidade (<a href="../2009/02/20/a-ultima-fronteira-da-honestidade/">A Última Fronteira da Honestidade</a>). Em outra ocasião, citei abusos da telefonia (<a href="../2008/12/20/oi-esta-cobrando-ate-por-chamada-nao-atendida/">A Oi Está Cobrando Até Por Chamada Não Atendida</a>). Não usei ‘academicismo’, nem falei sobre o intangível. Os comentários mostram que as pessoas se identificaram com as abordagens.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">No entanto, o brasileiro – formado ou não – é, quase sempre, alienado. Não pensa por si mesmo, nem percebe, minimamente, o mundo a sua volta. Não bastasse isso, toma a televisão como principal fonte. A ‘tevê’ dá informação pronta, unilateral, sem interação, reforçada pelo ‘objeto construído’ (quando a notícia ganha força, não pelo conteúdo, mas pelo valor conferido previamente à mídia que a propaga – daí que, se ditas no ‘Fantástico’, mentiras viram verdades). Isso é perfeito para quem tem preguiça de pensar ou não foi educado para o questionamento.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Nossa cultura é alicerçada na religião que, por sua vez, baseia-se em dogmas, que é a arte de propagar, como verdades absolutas, coisas pouco prováveis ou, no mínimo, questionáveis. É o tal do: ‘é, porque é’; ‘é, porque Deus quis’; ‘é, porque está na Bíblia’; ‘é, porque eu vi no Discovery Channel’. E pronto! Tal aceitação passiva dos fatos favorece somente às elites que, desde sempre, morrem de medo que o povo aprenda a pensar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Com isso, a informação não transforma: apenas mantém eterna a estrutura da desigualdade social. Assim, a comunicação é usada para preservar o poder – e não para revolucionar; posto que a ‘verdade’ – manipulada por omissão ou distorção – jamais é questionada.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Poucos analisam o termo ‘verdade’. O que será isso? Quanto tempo dura a verdade? Existe só uma verdade para cada fato? O que torna verdadeira a informação? Há verdade definitiva fora do saber básico da Física e da Matemática? Existe verdade palpável? Poucos pensam sobre isso.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Como consequência, a originalidade perde importância. Vale a quantidade, em detrimento da qualidade. Todos querem postar; ter ‘pagerank’; acumular visitas, ‘cliques’, centavos. Visam o topo do ‘ranking’. Ainda que esse possa ser manipulado por adolescentes ‘cabeça-oca’, desses que falam ‘tipo-assim’ duas vezes em cada frase.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">A recém-nascida ‘blogosfera’ ainda se vê entalada com plágios. Pessoas não postam a fonte porque, em parte, querem assinar o que não escreveram. É a junção da ingenuidade com a idiotice. Alguém copia um texto, insere o próprio nome na ‘res furtiva’ e posta na maior vitrine da Terra: a Internet. Depois, senta e espera elogios, supondo que ninguém verá o ilícito. Seria mais fácil andar pelado e não ser notado, à luz do dia, em plena Av. Paulista.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Muito acertadamente, a ‘<a href="http://meninavirgem.wordpress.com/2009/09/23/a-onda-do-blogueiro-marionete/">Menina Virgem</a>’ disse que, ‘as pessoas não têm responsabilidade jurídica pelo que publicam’. E não têm mesmo. A maioria quer apenas encher o blog de letras e imagens, sem pensar nos possíveis efeitos da notícia. Postar qualquer coisa, todo dia; mover mecanismos de busca, para que leitores caiam de pára-quedas e ‘cliquem’ nos anúncios, gerando centavos via Adsense e afins.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">É a força do dinheiro – ainda que em conta-gotas. Poucos se perguntam se o conteúdo tem qualidade. Importa mais saber que, se a postagem possuir os termos ‘Naruto’ e ‘sexo’, gerará mais visitas e ‘cliques’. É o império das ‘tags’. Um vale-tudo, onde poucos se dão conta da importância social do blog, como ferramenta que permite comunicação direta entre os cidadãos. Poucos entendem que seria bem mais útil falar de questões locais.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">E há, ainda, a vaidade de &#8216;querer&#8217; parecer intelectual. Alguns mal se livraram do ‘Ataliba’ e já escrevem sobre ‘mecatrônica’. Esses mesmos são oprimidos pelo patrão, roubados pelos bancos e pelo Estado, mas não entendem o ‘ouro social’ que seria falar sobre os problemas que os atingem diretamente. A originalidade está ao alcance da mão. Mas quantos a querem tocar?</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Apesar de tudo, mesmo reconhecendo tantos problemas, vejo como positiva a ‘revolução da palavra’ – representada pelos blogs –, cuja força já fez surgir discurso oficial no sentido de coibir a ‘rede’, impondo-lhe regras e limitando acessos (‘Lei Azeredo’). Isso, sim, preocupa-me bastante.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Gosto de quem se arrisca, expondo idéias próprias. Lamento por quem faz do blog um ‘ferro-velho-de-notícias-roubadas’. Seres humanos podem ser mais que meras máquinas copiadoras.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Daí que, no geral, apesar dos plagiadores, caça-níqueis, bobos-da-corte e marionetes, a blogosfera incomoda muita gente: seja porque diminui a força da mídia institucionalizada; seja porque já permite que se encontre quem desenvolva pensamento original, com bastante coerência.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Essa chamada à originalidade, feita no blog ‘<a href="http://meninavirgem.wordpress.com/">Menina Virgem</a>’, é um claro sinal de que estamos progredindo.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p>Leia também:</p>
<p><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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			<media:title type="html">Foto - André L. Soares.</media:title>
		</media:content>
	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>CONTRA A INDÚSTRIA DA PEDOFILIA</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/05/29/contra-a-industria-da-pedofilia/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 22:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos individuais]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[CONTRA A INDÚSTRIA DA PEDOFILIA &#8211; André L. Soares &#8211; 29.05.2009 &#8211; . Pelo prisma técnico, ‘pedofilia é um transtorno mental, onde a pessoa apresenta fantasia e excitação sexual intensa com crianças pré-púberes. O abusador tem no mínimo 16 anos de idade e é pelo menos 5 anos mais velho que a vítima’ [http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?5]. Isso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000080;"><strong>CONTRA A INDÚSTRIA DA PEDOFILIA</strong></span><br />
</span><span style="color:#000000;">&#8211; André L. Soares &#8211; 29.05.2009 &#8211;<br />
.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">Pelo prisma técnico, ‘<span style="font-style:italic;">pedofilia é um transtorno mental, onde a pessoa apresenta fantasia e excitação sexual intensa com crianças pré-púberes. O abusador tem no mínimo 16 anos de idade e é pelo menos 5 anos mais velho que a vítima</span>’ [<a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?5">http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?5</a></span><span style="color:#000000;">]. Isso é uma doença e, portanto, deve ser tratada como tal, por médicos, psicanalistas e outros especialistas. A isso não vou comentar, porque me falta conhecimento.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#ffffff;">.</span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="color:#000000;">No entanto, há outra forma de pedofilia que, pelo menos no que tange à sua origem, não tem relação direta com qualquer problema mental. Falo da INDÚSTRIA DA PEDOFILIA, responsável pelo comércio de fotografias, vídeos, desenhos do estilo ‘hentais’, revistas e, obviamente, também pela prostituição de menores. Essa mesma que a Polícia Federal vem combatendo bravamente nos últimos meses.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="color:#000000;">Mas, considerando-se que nem tudo cai nas malhas da Polícia e da Justiça, como ficar imune a isso? Como proteger as crianças? A resposta pode vir da questão: ‘que mundo nós temos ajudado a construir?’. Eu que nunca pus os pés fora do país, mas que posso dizer que conheço bem o Brasil, vou tentar falar somente do caso brasileiro. Então, é preciso refazer a pergunta: ‘que país nós temos ajudado a construir?’.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#ffffff;">.</span><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;"><a href="http://asset.soup.io/asset/0334/0445_e118_500.jpeg"><img class="alignright" title="Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0334/0445_e118_500.jpeg" alt="" width="180" height="240" /></a></span><br />
</span><span style="color:#000000;">A indústria da pedofilia encontra seu ambiente mais propício em sociedades cujas leis não são levadas a sério e onde, obviamente, reina a impunidade. Também é favorável a essa indústria o contexto de ‘erotização de crianças e adolescentes’. E, deve-se admitir, é isso que faz, com muita eficácia, a televisão brasileira. E o que se tem feito contra isso? Nada.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#ffffff;">.</span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="color:#000000;">O Brasil &#8211; também conhecido como &#8216;país do absurdo&#8217; &#8211; vive o clímax do neoliberalismo. Aqui tudo é válido para ganhar dinheiro, seja com ética, ou não. Porém, antes, quando a cultura partia do centro para a periferia, era acusada de ‘elitização’. Agora, que a cultura percorre o caminho inverso, tem-se a ‘vulgarização’. E ninguém diz nada. Assim, erramos todos nós.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#ffffff;">.</span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="color:#000000;">O Estado, por permitir, por exemplo, a existência de canais a cabo que transmitem hentais 24 horas, é sócio da indústria da pedofilia. A mídia, que veicula toda sorte de programas, propagandas e canções erotizadas, no estilo ‘quanto mais vulgar, melhor’, é sócia da indústria da pedofilia. Na ponta do sistema, as ‘lan house’, empresas de pequeno porte, estruturadas de tal modo que os proprietários mal conseguem vigiar o caixa, muito menos controlar o que seus clientes menores estão acessando, também são sócias da indústria da pedofilia.<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#ffffff;">.</span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="color:#000000;">Daí que, não se eliminará a indústria da pedofilia, sem antes corrigir uma série de disfunções sociais que abrangem, desde a erotização da mídia até a impunidade parlamentar. Não se trata de moralismo ou censura. É questão de bom-senso: que tipo de sociedade será construída, por um povo cujas rádios veiculam uma canção que diz ‘bebo pra caralho’? É possível suscitar e garantir a inocência em uma sociedade assim?<br />
</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#ffffff;">.</span><span style="color:#000000;"><br />
</span><span style="color:#000000;">E nós, que ficamos olhando tudo isso acontecer e se desenvolver, sem fazer nada, somos as vítimas omissas e permissivas, que, de modo indireto,&#8230; por medo, preguiça, egoísmo, comodidade, também damos ‘carta-branca’ à indústria da pedofilia.<br />
</span><span style="color:#000000;">.<br />
</span><span style="color:#000000;">.<br />
</span><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Leia também:</p>
<p><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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			<media:title type="html">Foto: André L. Soares.</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>ENTRE O SUPOSITÓRIO E O VIAGRA – A INDÚSTRIA DA DOENÇA</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/04/15/entre-o-supositorio-e-o-viagra-%e2%80%93-a-industria-da-doenca/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 21:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[cronica]]></category>
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		<category><![CDATA[remédios]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[ENTRE O SUPOSITÓRIO E O VIAGRA – A INDÚSTRIA DA DOENÇA – André L. Soares – 14.04.2009 – . Há tempos observo sensível mudança das matérias dos jornais escritos. Política e economia ainda são os temas predominantes. Porém, aos poucos, sobrepondo-se a esportes, assuntos policiais e generalidades, o tema ‘saúde’ vem se destacando nos periódicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><span style="color:#000080;"><strong><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">ENTRE O SUPOSITÓRIO E O VIAGRA – A INDÚSTRIA DA DOENÇA</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">– André L. Soares – 14.04.2009 –</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Há tempos observo sensível mudança das matérias dos jornais escritos. Política e economia ainda são os temas predominantes. Porém, aos poucos, sobrepondo-se a esportes, assuntos policiais e generalidades, o tema ‘saúde’ vem se destacando nos periódicos brasileiros.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Mas o que há de errado nisso? Nada haveria se tais matérias priorizassem ações preventivas. No entanto, não é o que ocorre.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">O que se vê é a gama de reportagens pagas, induzindo o leitor a adotar variados tipos de tratamento e medicamentos. Somente no último fim de semana, em apenas um jornal, identifiquei seis matérias dessa ordem, sugerindo desde balas para emagrecer e reposição hormonal, até cirurgias estéticas e dicas de ‘SPAs’.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Por que isso agora? Até o fim dos anos 80 o Brasil vivia acentuado quadro de pobreza associada à crise estrutural. Nem os ricos tinham conforto. Havia pouca oferta de bens e serviços de qualidade. Paralelo a isso, leis restritivas e a baixa renda ‘per capita’ não permitiam importações.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Com Collor, a abertura de mercado trouxe a qualidade dos produtos estrangeiros. A gestão FHC, ao controlar a inflação, elevou o padrão geral de consumo. O governo Lula combinou deflação ao aumento extraordinário da oferta. A junção do que houve de positivo nessas três fases fez surgir um Brasil, cujo PIB é superior, em mais de 200%, à soma do PIB das demais nações da América do Sul.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:left;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Como resultado, o brasileiro mergulhou nos excessos. Nunca se bebeu tanto; nunca se fumou tanto; nunca se comeu tanto. Passou-se de ‘país dos desnutridos’ a ‘país dos obesos’. Desse novo cenário deriva a indústria da doença.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span> <a href="http://asset.soup.io/asset/0287/4680_be16_450.jpeg"><img class="aligncenter" title="Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0287/4680_be16_450.jpeg" alt="" width="360" height="270" /></a><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Somente em termos diretos, esse poderoso segmento – ingenuamente chamado de ‘setor saúde’ – é composto por hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, planos de saúde, indústrias farmacêutica e de cosméticos, academias de ginástica etc.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">No passado, grande parte das doenças nacionais decorria da tripla combinação: ignorância, pobreza, inexistência de bens ou serviços. Agora, que se tem produtos, serviços e dinheiro, bastaria combater a ignorância.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Mas isso a indústria da doença não quer. Por tal razão não desenvolve orientação preventiva, nem deixa que o governo o faça. Afinal, são os excessos desses novos tempos que lhes garantem crescente clientela.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Tudo se agrava quando se percebe que – sob a influência dos maus-hábitos norte-americanos, que aprendemos na ‘tevê’ –, confunde-se alimento e diversão. Agora, domingos e feriados servem para que todos se entupam de churrasco e bebida. Nos shoppings, ir ao cinema significa comer pizza, sanduíche, chocolate, pipoca etc.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Os poucos não sedentários, nem comilões, caem na armadilha da estética. Malhar não basta. Também vítimas do excesso, recorrem a anabolizantes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Em seu conjunto, o cenário não poderia ser mais favorável àqueles que lucram com a doença generalizada. Tudo sob o olhar passivo da ANVISA, que há muito perdeu o controle sobre o marketing dos produtos e serviços de saúde. Isso explica porque os jornais oferecem toda sorte de tratamento e medicamentos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Com isso, porém, apenas se admite a existência da doença. E o que esse país precisa é de campanhas preventivas, orientando a alimentação popular, de modo a promover a saúde, ao invés de apenas nos tornar, a todos, presas fáceis da indústria.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">A oferta de bens e serviços de saúde é essencial. Desde que não se permita manipular o povo, criando, no consciente coletivo, falsa necessidade de consumo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Do contrário, haverá o dia triste, em que o marketing milionário das cervejarias e das tabacarias será voluntariamente financiado pelos planos de saúde.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;line-height:150%;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p>Leia também: <a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			<slash:comments>7</slash:comments>
		
		
		
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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			<media:title type="html">Foto: André L. Soares.</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>A ‘VITÓRIA DE PIRRO’ DOS NEOLIBERAIS</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 21:36:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cronica]]></category>
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					<description><![CDATA[A ‘VITÓRIA DE PIRRO’ DOS NEOLIBERAIS – André L. Soares – 23.03.2009 – . Pirro foi um grande guerreiro. Rei de Épiro e da Macedônia, viveu de 318 a 272 a.C.. Conhecido por se opor à Roma, imortalizou-se, após vencer uma batalha em que perdera todos os seus mais bravos soldados, ao pronunciar a seguinte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p><!--[if gte mso 10]&gt;--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><strong><span style="color:#000080;">A ‘VITÓRIA DE PIRRO’ DOS NEOLIBERAIS</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">– André L. Soares – 23.03.2009 –</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Pirro foi um grande guerreiro. Rei de Épiro e da Macedônia, viveu de 318 a 272 a.C.. Conhecido por se opor à Roma, imortalizou-se, após vencer uma batalha em que perdera todos os seus mais bravos soldados, ao pronunciar a seguinte frase: ‘– Outra vitória igual a essa e estaremos derrotados!’. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">É exatamente assim a forma como entendo a vitória dos neoliberais a partir dos anos 90, quando, em escala global, enfraqueceram o Estado, diminuindo sua participação na economia, ao desregulamentar e privatizar setores antes considerados estratégicos. O resultado dessa catastrófica vitória está aí: crise econômica, cuja gravidade pode levar o planeta à outra grande guerra. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#000000;"><a href="http://aws-asset.soup.io/asset/0271/3051_3fa6_450.jpeg"><img class="aligncenter" title="Foto: Crise - André L. Soares." src="https://i0.wp.com/aws-asset.soup.io/asset/0271/3051_3fa6_450.jpeg" alt="" width="315" height="236" /></a></span><br />
</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Observando-se a história do século XX pode-se entender que, nos chamados ‘períodos de crise’, o dinheiro, por alguma razão, alocara-se em setor que não reinvestia em ritmo e volume suficientes para que o capital pudesse voltar ao sistema e dar continuidade ao processo de produção e consumo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Na crise dos anos 20, que resultaria na quebra da Bolsa de Nora Iorque, em 1929, foi o excesso de capital aplicado em ações, levando à queda brusca dos demais investimentos, o que, basicamente, explicou aquele momento catastrófico da economia mundial. Porém, sabia-se onde estava o dinheiro: quase todo aplicado em títulos de empresas que passaram rapidamente a apresentar prejuízos, levando, por conseguinte, à desvalorização desses mesmos papéis. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Nos anos 70 e 80, a crise foi originada pelas manipulações feitas pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo quanto ao preço do barril. Mais uma vez era sabido onde estava o dinheiro. Este escoava, por meio da importação de petróleo, para os países-membros da OPEP que, por sua vez, não o reinvestiam na mesma proporção. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">No entanto, analisando-se o cenário atual, uma coisa ainda não me parece bem explicada: onde foi parar o dinheiro do mundo? De modo ‘mágico’, passou-se da explosão do consumo para o caos, em apenas um ano. Mesmo sabendo-se que os maiores compradores do planeta, os EUA, estavam atolados em uma guerra já há seis anos, ainda assim, não é possível crer que o dinheiro esteja na indústria bélica. Se fosse isso, ele retornaria ao sistema pelas compras que tal segmento faz de bens de capital (maquinário, aço, químicos etc.). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">O que parece fazer mais sentido é que os bancos tenham retido todo o dinheiro. A retenção é fruto da desregulamentação mundial desse setor – tragédia que os neoliberais nos impuseram a partir dos anos 90. Os bancos, ao longo dos últimos vinte anos, minimizaram seu papel como investidores. Paralelamente, passaram a cobrar juros que impediram que outros setores o fizessem. Assim, quando o capital próprio, de parte considerável das grandes empresas, enfrentou período de má-qualidade da gestão financeira, ficou impossível dar continuidade aos investimentos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Pior de tudo – e esse erro não ocorreu apenas no Brasil – é que, no mesmo período, o segmento bancário esteve entre os que mais receberam auxílio dos governos, fator que concorreu, ainda mais, para gerar a retenção do capital, justamente no setor que, de modo direto, nada produz. Afinal, banco é tão-somente um ‘atravessador’ do capital, cujo trabalho faz elevar o preço do crédito. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Em suma, os governos usaram capital dos contribuintes para tentar sanar os erros oriundos da má administração. Desregulamentaram os bancos. Facilitaram-lhe todos os processos. Permitiram que cobrassem taxas absurdas para que tenham o privilégio de fazer mau uso de nosso dinheiro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">O incrível é que a crise podia ser pressentida desde os anos 90, quando, em diversos países, inclusive o Brasil, vários bancos foram à falência. Agora já há quem reedite o discurso da estatização do setor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Por seu turno, os bancos vão se fundindo e se fortificando. Mais alguns anos e teremos um só banco no planeta, monopolizando crédito e investimento, dando rumos à indústria e à agricultura. Imagine o que isso pode significar! Hoje não é muito diferente. Contudo, ainda existe quem tenha &#8216;capital próprio&#8217;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Mais inacreditável é ver que, apesar de tudo, grande parte dos trilhões de dólares que os governos estão injetando nas ‘grandes economias’ esteja sendo usada, outra vez, para sanear o segmento bancário.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Parabéns, senhores neoliberais. Vocês venceram. ‘Outra vitória igual a essa e estaremos falidos!’.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p>Leia também:</p>
<p><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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			<media:title type="html">Foto: Crise - André L. Soares.</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>INCLUSÃO SOCIAL NO BRASIL: O CASO DOS EX-PRESIDIÁRIOS</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/03/09/inclusao-social-no-brasil-o-caso-dos-ex-presidiarios/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 16:57:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[INCLUSÃO SOCIAL NO BRASIL: O CASO DOS EX-PRESIDIÁRIOS – André L. Soares – 08.03.2009 – . ‘Inclusão social’ é uma expressão muito em moda, principalmente a partir dos anos noventa, com a expansão das chamadas ‘Organizações Não-Governamentais’ (ONGs),&#8230; instituições que, por meio de capital de terceiros (quase sempre dinheiro público), desenvolvem ações de caráter social [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><span style="color:#000080;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><strong>INCLUSÃO SOCIAL NO BRASIL: O CASO DOS EX-PRESIDIÁRI</strong><strong>OS</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">– André L. Soares – 08.03.2009 –</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">‘Inclusão social’ é uma expressão muito em moda, principalmente a partir dos anos noventa, com a expansão das chamadas ‘Organizações Não-Governamentais’ (ONGs),&#8230; instituições que, por meio de capital de terceiros (quase sempre dinheiro público), desenvolvem ações de caráter social em áreas específicas, previamente definidas. A inclusão social pressupõe a integração ou reintegração, na sociedade, daqueles que, por razões diversas, encontram-se à margem de um contexto de mínima qualidade de vida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0259/8693_7040.jpeg"><img class="aligncenter" title="Foto: Fred Murray." src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0259/8693_7040.jpeg" alt="" width="394" height="311" /></a><br />
</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Mas, de fato, a inclusão social ocorre em nível satisfatório?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Infelizmente não possuo dados estatísticos sobre quaisquer formas de inclusão social, de modo a poder analisar uma série temporal e saber, por fim, se o volume de dinheiro empregado nessas ações resultou em um número satisfatório de pessoas socialmente incluídas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">No entanto, pode-se analisar essa questão por outro ângulo. De acordo com o professor Cristóvam Buarque, quando se trata de vidas humanas, se todo dinheiro do mundo for gasto para salvar apenas uma única vida, já terá sido válido. Esse é um extremo do humanitarismo que me agrada. Por isso mesmo, não vou questionar, aqui, a expansão das ONGs nos últimos vinte anos, nem os escândalos envolvendo algumas delas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">O que questiono é se a inclusão social existe na prática e, ainda, se a sociedade realmente permite a inclusão social. Para isso, tomo como exemplo o caso dos ex-presidiários.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Uma vez que tenha cumprido a pena – e considerando-se o baixo grau de eficácia do sistema prisional brasileiro em reeducar criminosos –, o ex-presidiário é, para a sociedade livre, uma ‘sinuca-de-bico’: se a sociedade o reintegra imediatamente, corre o risco de ter, dentro de suas casas e/ou empresas, alguém muito suscetível a cometer novos ilícitos; porém, se a sociedade não o reintegra imediatamente, terá a certeza de que esse alguém cometerá novos ilícitos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Bem provável que o ex-presidiário seja o mais difícil caso de inclusão social. No entanto, deve ser também o caso que se faz mais urgente e necessário. Para tanto, é preciso que a sociedade entenda que isso só será viável se a reintegração tiver início já no primeiro dia de cumprimento da pena. Do contrário, não adianta esperar que um detento esteja pronto para viver em sociedade apenas porque cumpriu seu tempo atrás das grades, onde havia o mais completo ambiente de violência e injustiça.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">A inclusão social de ex-presidiários passa por pelo menos três medidas básicas: reforma do sistema prisional, que inclua, entre outras coisas, profissionalização dos detentos; reforma do código penal, com inserção de penas mais severas para os reincidentes; incentivos fiscais às empresas que derem emprego a quem já esteve preso.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Infelizmente, o debate acerca da inclusão social de ex-presidiários tem sido cada vez menor. Resquícios dessa importante discussão estão restritos ao meio acadêmico, onde as teses não alcançam vigor prático. Nas esferas do governo, no entanto, essa polêmica vem sendo tratada em ‘quinto plano’, o que significa dizer que a sociedade continuará, ainda por muitos anos, no mesmo dilema; impedida, por força do medo, de auxiliar a quem tanto precisa de ajuda.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Essa postagem é parte da blogagem coletiva promovida pela gentil Esther, do blog ‘<a href="http://esteranca.blogspot.com/">Esterança</a>’, cujo intuito precípuo seja trazer a debate questões relacionadas à inclusão social no Brasil. Parabenizo especialmente a Esther, por tentar fazer da blogosfera brasileira um espaço útil à discussão amigável dos problemas nacionais. Aos demais participantes, meu mais sincero respeito, bem como meu agradecimento por disponibilizarem seus blogs a essa importante ação coletiva. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
</span></span></p>
<p>Leia também:</p>
<p><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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			<media:title type="html">Foto: Fred Murray.</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>A ÚLTIMA FRONTEIRA DA HONESTIDADE</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 20:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[– André L. Soares – 19.02.2009 – . Não faz muitos dias, estávamos eu e meu primo, apreciando as belezas da ‘Praia das Castanheiras’, no centro de Guarapari, enquanto a esposa dele e minha mãe olhavam pequenas lojas. Conversávamos qualquer banalidade quando, perto de nós, eclode acalorada discussão. . Pelo que entendi, um turista, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;">
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">– André L. Soares – 19.02.2009 –</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Não faz muitos dias, estávamos eu e meu primo, apreciando as belezas da ‘Praia das Castanheiras’, no centro de Guarapari, enquanto a esposa dele e minha mãe olhavam pequenas lojas. Conversávamos qualquer banalidade quando, perto de nós, eclode acalorada discussão.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><a href="http://aws-asset.soup.io/asset/0247/0311_0449_450.jpeg"><img class="alignright" title="Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/aws-asset.soup.io/asset/0247/0311_0449_450.jpeg" alt="" width="170" height="247" /></a>Pelo que entendi, um turista, com sotaque carioca e aparência de classe média, teria dito – em tom de brincadeira, ao menos na visão dele – alguma frase de menosprezo a um vendedor de redes nordestinas. Ofendido, o ambulante ameaçava partir para a briga. Depressa, o gozador saiu de fininho, entrou no carro e partiu, não sem antes dizer outro punhado de coisas para irritar, ainda mais, o pobre homem, que mal dava conta de carregar sua montanha de panos coloridos.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Infelizmente, durante a alta temporada, essa é uma cena comum em Guarapari. Os turistas, talvez incomodados pela ‘romaria’ de vendedores nas praias da cidade, talvez motivados pela arrogância comum a quem exagera na bebida, acabam por humilhá-los e maltratá-los verbalmente. Outras vezes são os donos dos quiosques a expulsá-los do local, temendo que os ambulantes incomodem seus clientes.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">O que as pessoas não compreendem é que esses vendedores ambulantes – homens e mulheres, em sua maioria entre 15 e 40 anos – vivem, pacificamente, no limite derradeiro que a sociedade lhes permite para ganharem o pão com um mínimo de dignidade.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span> </span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><a href="http://aws-asset.soup.io/asset/0247/0324_956d_450.jpeg"><img class="alignleft" title="Foto: André L. Soares." src="https://i0.wp.com/aws-asset.soup.io/asset/0247/0324_956d_450.jpeg" alt="" width="170" height="209" /></a>São pessoas que – por diversas razões – encontram-se à margem da sociedade. Contudo, estão tentando sobreviver, resistindo à farta tentação do crime. No que pude constatar, vendem: óculos; relógios; redes de dormir; cangas; vestidos; sandálias; cachaça; picolé; espetinhos variados; pamonha, cocadas; côco; água; cerveja; refrigerante; chapéus; camisetas; enfeites diversos; biscoito; pipas; queijo quente; bijuterias; tatuagens; roteiros de passeio turístico; outros apenas catam latas; e por aí vai&#8230;</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">A ‘Praia do Morro’, em Guarapari, tem cerca de três quilômetros. Esses bravos resistentes </span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">– </span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">que, segundo o jornal ‘A Tribuna’, chegam à casa dos milhares na alta temporada </span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">–</span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"> percorrem essa extensão, o dia inteiro, debaixo de sol. Muitos deles carregam mais de cinqüenta quilos nas costas.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Não é um trabalho fácil. Nem é algo que venda bastante. Há muita concorrência entre eles mesmos. Há, ainda, a concorrência dos quiosques e das lojas. O turista que vem ao Espírito Santo é, em sua maioria, classe média baixa. Portanto, não esbanja.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Assim, é comum um vendedor ambulante percorrer a praia toda diversas vezes para, ao final do dia, lucrar cerca de dez reais.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Guarapari, no entanto, não tem mendigos. Nos quatro anos em que moro na cidade, somente uma vez fui abordado por pedinte. Aqui, o que rege a atividade informal é a venda de pequenos supérfluos.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Talvez o turista não perceba que essas pessoas, iguais a quaisquer outras, têm necessidades básicas, sonho, esperança, família. E, por serem muitos – e ainda jovens –, caso decidissem engrossar as fileiras da bandidagem, Guarapari – onde quase não há crime – logo estaria no rol dos municípios mais violentos do País.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Mas não. Apesar de tudo, escolheram a difícil tarefa de arrastar quilos e quilos de bugigangas praia a fora, como forma de ganhar a vida. E aqui não vem ao caso discutir a higiene e procedência do que comercializam, porque regulamentar e fiscalizar são funções da prefeitura, cabendo ao consumidor, também, fazer sua parte.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">No todo, eu os respeito. Não posso dizer que sou comprador assíduo de seus produtos – às vezes, um picolé. Mas vejo-os com imensa admiração e simpatia. Nos dias de menor movimento, percebo o cansaço e o desânimo de alguns. Porém, no geral, são educados e divertidos. </span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Calado, assisto seu desfile de intermináveis cores e sons, torcendo para que as vendas informais alcancem nível suficiente para mantê-los no campo da decência.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Esse texto é dedicado a esses homens e mulheres. Eles não vão ler, mas isso não importa. Importante é que você – que me lê agora – entenda e reconheça o valor dessa gente e trate melhor os trabalhadores informais que, porventura, venha a encontrar em suas próximas viagens ao litoral brasileiro.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">Lembre-se que essas pessoas compõem importante resistência social: elas são os soldados que lutam bravamente na última fronteira da honestidade. Se perderem essa batalha, lutarão a próxima em favor do crime.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;">.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&amp;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span></span></address>
<address><span style="color:#000000;">Leia também:</span></address>
<p><a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Foto: André L. Soares.</media:title>
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			<media:title type="html">Foto: André L. Soares.</media:title>
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		<item>
		<title>CONTRA O PLÁGIO (II)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 21:03:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>
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		<category><![CDATA[plagiador]]></category>
		<category><![CDATA[plágio]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>
		<category><![CDATA[roubo]]></category>
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					<description><![CDATA[CONTRA O PLÁGIO (II) – André L. Soares – 03.01.2009 – . Quando se fala em plágio – crime que cresce de modo assustador na blogosfera brasileira –, custo a crer que haja mesmo alguém capaz de cometer tamanha insanidade. Explico: basicamente, todo criminoso tenta, ao máximo, desvincular sua pessoa do ato ilícito. . Assassinos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000080;"><strong>CONTRA O PLÁGIO (II)</strong><br />
</span>– André L. Soares – 03.01.2009 –<br />
.<br />
Quando se fala em plágio – crime que cresce de modo assustador na blogosfera brasileira –, custo a crer que haja mesmo alguém capaz de cometer tamanha insanidade. Explico: basicamente, todo criminoso tenta, ao máximo, desvincular sua pessoa do ato ilícito.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Assassinos profissionais usam silenciadores, luvas, máscaras, agem à noite e, em geral, tentam se livrar da arma do crime. Ladrões também escondem o rosto, disfarçam-se, fazem uso de apelidos provisórios e gírias, escondem o produto do roubo por algum tempo, depois fogem para longe.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0229/2702_0154.png"><img class="aligncenter" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0229/2702_0154.png" alt="" width="387" height="400" /></a><span style="color:#ffffff;">..</span><br />
Mafiosos – tipos mais requintados de criminosos – constroem ‘capas’ de dignidade por meio de seus negócios lícitos; bem como utilizam documentos falsos e, ainda, contratam ‘laranjas’; tudo para tornar mais difícil relacioná-los às atividades escusas.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Nos morros cariocas, os traficantes se protegem com máscaras, entocam-se em favelas de difícil acesso e, quando a coisa aperta mesmo, fogem para outro Estado.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
E assim por diante,&#8230; todos os criminosos procuram, das mais variadas formas possíveis, não deixar vestígios da violação da lei.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Só o plagiador não.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
O plagiador é o mais imbecil dos criminosos, pois é o único que, em um misto de vaidade e ignorância, acrescenta – orgulhoso – seu nome ao ‘bem’ indevidamente apropriado. Enquanto todos querem distância da prova do crime, o plagiador, em atitude mais-que-doentia, une-se nominalmente à ‘res furtiva’.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Isso talvez explique a razão primeira do plágio: o plagiador é dotado de estupidez, mediocridade e pobreza de espírito tão inimagináveis, que, de fato, jamais poderia produzir texto de próprio punho e, também, não teria sensibilidade alguma para &#8216;clicar&#8217; ao menos uma fotografia original.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Contudo, se não tem capacidade e sensibilidade para ser original, que vá, então, fazer qualquer outra coisa, contanto que deixe a blogosfera livre para quem possui coragem de se expor às críticas (nem sempre favoráveis), ética para respeitar o trabalho alheio e, obviamente, algum resquício mínimo de talento.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Chega de plágio! Basta!<br />
.<br />
<span style="color:#ffffff;">.<br />
.</span></span></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
		</media:content>

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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>A NOVA FACE DA DEMOCRACIA BRASILEIRA</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/01/23/a-nova-face-da-democracia-brasileira/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 19:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A NOVA FACE DA DEMOCRACIA BRASILEIRA – André L. Soares – 23.01.2009 – . Atualmente, o discurso geral aponta para o fim das ditaduras, que parecem ter os dias contados (na África, serão alguns dias a mais). Da mesma forma, os governos socialistas caminham nitidamente para a abertura que, acredita-se, transformará não apenas seu modelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000080;">A NOVA FACE DA DEMOCRACIA BRASILEIRA<br />
</span></strong></span><span style="color:#000000;">–</span><span style="color:#000000;"> André L. Soares – 23.01.2009 –<br />
.<br />
Atualmente, o discurso geral aponta para o fim das ditaduras, que parecem ter os dias contados (na África, serão alguns dias a mais). Da mesma forma, os governos socialistas caminham nitidamente para a abertura que, acredita-se, transformará não apenas seu modelo econômico, como também o sistema político. Assim, o mundo parece fadado à democracia.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0221/1698_02f5.png"><img class="alignleft" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0221/1698_02f5.png" alt="" width="256" height="256" /></a></span></p>
<p><span style="color:#000000;">No entanto, quando se fala em democracia é preciso pensar muito além dos momentos eleitorais. A democracia moderna é processo mais complexo que apenas voto. Como bem mostrou Norberto Bobbio, em ‘O Futuro da Democracia’ (1997), trata-se de sistema permanente de luta por espaços e direitos e, conforme a configuração das quatro últimas décadas, vinculado à prática associativista.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Para entender isso melhor deve-se, primeiro, voltar ao início do século XX, lembrando que, àquela época, somente tinham voz os homens adultos, brancos e ricos; ou seja, minoria.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Tomando como exemplo apenas o caso brasileiro, os avanços foram magníficos: em menos de cem anos alcançou-se um conjunto de leis raro no planeta. Esse avanço, no entanto, esbarrava no poder econômico que, constantemente, colocava em desequilíbrio as relações sociais, fazendo das leis, letras-mortas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Do ponto de vista individual, e considerando-se a gama de interesses e questões importantes, parecia impossível lutar em tantas frentes ao mesmo tempo. No Brasil, a minimização desse problema teve início por meio da nova faceta da democracia, surgida nos anos oitenta, quando o associativismo permitiu que cada pessoa priorizasse suas ‘bandeiras’ políticas e se unisse a grupos afins.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> Assim, por exemplo: para combater entraves machistas, as mulheres se uniram. Contra o preconceito racial, formaram-se as entidades de defesa dos negros e minorias. Os que elegeram a ecologia como principal questão a ser debatida, juntaram-se em instituições voltadas a essa luta. Os sindicatos laborais foram o abrigo de quem ansiava por melhores salários e condições de trabalho. Toda essa movimentação gerou ampla reformulação das leis, onde a Constituição Federal de 1988 foi, ao mesmo tempo, auge e ponto de partida.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Apesar de algum enfraquecimento que, ao longo das gestões Collor e FHC, o neoliberalismo tenha imposto ao associativismo, o Brasil vive o clímax da democracia de classes, as quais se formam a partir das escolhas específicas de cada um, bem como do segmento profissional a que pertença. Nesse sentido, ficou um pouco mais difícil a efetivação da injustiça.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Embora muito se tenha ainda a fazer, a verdade é que, atualmente, ser rico já não basta para determinar o resultado da lide. Por conta disso, hoje, uma mulher, partidária de uma ONG feminista e, ainda, funcionária do Banco do Brasil, não será alvo fácil das injustiças comuns contra seu gênero, nos anos 60. Se essa mesma mulher for inscrita na OAB, aí já será a própria mulher-maravilha.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Mas nem precisa tanto. Por conta da democracia associativista, além das mulheres (talvez o grupo cujos direitos mais avançaram), tornaram-se socialmente mais fortes: negros, homossexuais, portadores de necessidades especiais, meninos de rua, índios, crianças e adolescentes, funcionários públicos, os sem-terra e, até mesmo, animais e plantas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Mesmo quando a questão é travada contra o Estado, a pessoa inserida em associações obtém melhores resultados. Prova disso são as petições trabalhistas que, a despeito do tempo que demandam e de toda sorte de dificuldades impostas pelo governo, não raro, são vencidas pelos sindicados.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
O sufrágio universal, base da democracia, representa apenas o momento de escolha dos dirigentes do Estado, alcançando tão-somente duas pontas do modelo ‘tripartite’ (Legislativo e Executivo). Por sua vez, o associativismo significa ação permanente de conquista e defesa dos direitos, que tem o poder de pressionar e influenciar até mesmo o Judiciário (o que não ocorre diretamente no processo eleitoral).</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Para alcançar um modelo ideal, a democracia associativista brasileira precisa superar a corrupção (comum em suas cúpulas); aprender, em alguns segmentos, a não fazer uso da violência; e, por fim, conquistar maior regulamentação da propaganda. O referendo sobre ‘armas’, por exemplo, foi uma vitória do marketing ideológico sobre o associativismo (que não se organizou, em tempo, para melhor discutir o tema e informar a sociedade).</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
Mas chegaremos lá! Hoje, os poderosos, que sempre buscaram maior influência por meio de seus clubes, federações patronais e confrarias seculares, já se vêem diante do poder do associativismo popular que, se menos pomposo, pouco deixa a desejar em termos de força.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
E todo esse avanço acontece com a grande magia de não estabelecer separatismos. Algo fantástico assim, somente mesmo no Brasil.<br />
.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></span></p>
<address><span style="color:#000000;">Leia também:<br />
<a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></span></address>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>CONTRA O PLÁGIO (I)</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/01/22/contra-o-plagio-i/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 19:15:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CONTRA O PLÁGIO (I) – André L. Soares – . Em virtude de meu envolvimento com a literatura amadora, em que constatei inúmeros plágios, de textos meus e de outros autores, a experiência tem mostrado que, em geral, quando o plágio é descoberto, assim que vão surgindo as provas, o plagiador vai também ‘sumindo’ da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000080;"><strong>CONTRA O PLÁGIO (I)</strong></span><br />
– André L. Soares –<br />
.<br />
Em virtude de meu envolvimento com a literatura amadora, em que constatei inúmeros plágios, de textos meus e de outros autores, a experiência tem mostrado que, em geral, quando o plágio é descoberto, assim que vão surgindo as provas, o plagiador vai também ‘sumindo’ da web, apagando perfis de Orkut, postagens e blogs onde se possa comprovar o crime.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://aws-asset.soup.io/asset/0220/2258_6438_450.jpeg"><img class="alignright" title="André L. Soares." src="https://i0.wp.com/aws-asset.soup.io/asset/0220/2258_6438_450.jpeg" alt="" width="221" height="294" /></a><br />
No entanto, algumas vezes, não muitas, o plagiador é mais ousado: ‘bate o pé’ e tenta, de todo modo, afirma-se como autor. E isso não vale só para escritores desconhecidos. Acreditem, já houve quem tentou convencer que era autor de um poema que, na íntegra, era idêntico a um outro texto de ninguém menos que J. G. de Araújo Jorge, um dos maiores poetas brasileiros do século XX.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
Tratava-se de um poema com, aproximadamente, vinte versos, contendo, ao todo, cerca de duzentas palavras. Ainda assim, o plagiador – uma mulher – insistia que desconhecia o texto original e que o fato de haver outro exatamente igual era mera coincidência. Porém, do ponto de vista lógico, isso é humanamente impossível.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Ao se escrever um texto muita coisa está em jogo. Isso porque o conhecimento humano se forma a partir de duas fontes básicas: a) a educação formal, advinda das instituições como escola e igreja, por exemplo – onde se aprende a escrever, contar e entender conceitos elementares inerentes às ciências e à filosofia; e, b) educação empírica, por meio da qual são absorvidas informações gerais, na informalidade cotidiana, sem que se perceba.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Daí que, para muitos, é possível lembrar o dia exato em que aprendeu que a fórmula da água é H2O (educação formal). No entanto, não creio que alguém se lembre quando aprendeu, por exemplo, o que é chão, o que é parede, ou o significado das palavras ‘não’ e ‘beleza’. Porque isso se aprende pela vivência.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> É essa combinação de saber formal e saber empírico que torna impossível que duas pessoas escrevam o mesmo texto.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Ao longo da vida, duas pessoas até podem receber a mesma dose de educação formal. Mas cada uma absorverá de modo diferente. Por exemplo, uma se destacará em cálculos; outra, em história; e, mesmo que ambas sejam boas em português, uma sentirá mais facilidade para entender certos aspectos da gramática que a outra. Ou seja, sempre haverá diferenças no aprendizado.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> No que tange ao saber empírico, as diferenças são ainda maiores. O saber empírico constrói as noções subjetivas. Assim, se duas pessoas que têm a mesma formação acadêmica lêem, por exemplo, ‘O Capital’ (Karl Marx), as interpretações da obra variarão de acordo com outras leituras que cada um tenha feito acerca de política, direito, filosofia, bem como em função do que disseram seus pais acerca do socialismo e guerra-fria; dos lugares visitados ao longo da vida, ou ainda, por força da religião, entre outros inúmeros fatores.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Desse modo distinto, com que cada pessoa tem de entender o mundo, surge a forma única de cada ser humano se expressar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> No caso da elaboração de textos, tudo isso tem importância e, ainda mais, o domínio que cada um tenha da linguagem culta, das gírias, da capacidade individual de estruturar metáforas e jogar com as palavras, do conhecimento sobre estruturas e estilos de redação.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Além isso, ainda há o fator motivador, comumente chamado de inspiração, que nasce, de um lado, por decorrência do conhecimento acumulado (educação formal somada à vivência pessoal) e, de outro, por força de eventos e sentimentos momentâneos imprevisíveis, tais como o amor e o ódio.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> A título ilustrativo, vale lembrar o caso do cantor e poeta Renato Teixeira. Em entrevista ao Programa do Jô, ele afirmou que, quando estava compondo ‘Romaria’, uma de suas canções mais famosas, imortalizada na voz de Elis Regina, sentiu preguiça em determinado momento e decidiu acabar a canção de qualquer jeito. Daí o último verso, que diz: ‘seu olhar, seu olhar, seu olhar&#8230;’.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Então, para que alguém também pudesse compor aquela mesma canção do Renato Teixeira, seria preciso, no mínimo, ter a mesma vivência no meio rural brasileiro, com forte influência do catolicismo tradicional, conhecer a cultura das festas cristãs, possuir basicamente o mesmo conjunto vocabulário, e, ainda por cima, ao escrever o poema, exatamente na hora de compor o verso final, sentir a mesma preguiça que se abateu sobre esse autor, escolhendo também o ‘olhar’ como última referência metafórica, ao invés de outro verbo qualquer da primeira terminação (‘ar’).</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span></span><br />
<span style="color:#000000;"> Diante disso, será mesmo possível que duas pessoas já tenham escrito dois textos exatamente iguais? Eu não creio.<br />
.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Leia também:<br />
<a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></span></p>
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		<title>REFORMA ORTOGRÁFICA, CRIME ECOLÓGICO, FARRA-DO-BOI NA INDÚSTRIA GRÁFICA E MUITO MAIS…</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 18:03:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[REFORMA ORTOGRÁFICA, CRIME ECOLÓGICO, FARRA-DO-BOI NA INDÚSTRIA GRÁFICA E MUITO MAIS&#8230; – André L. Soares – 11.01.2009 – . A reforma ortográfica, iniciada no dia primeiro deste ano, vai atingir, aproximadamente, 230 milhões de pessoas em todo o mundo. Dessas, quase 180 milhões são brasileiras. O restante está distribuído em Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<address><span style="color:#000000;"><span style="color:#000080;"><strong>REFORMA ORTOGRÁFICA, CRIME ECOLÓGICO, FARRA-DO-BOI NA INDÚSTRIA GRÁFICA E MUITO MAIS&#8230;</strong></span><br />
– André L. Soares – 11.01.2009 –<br />
.<br />
A reforma ortográfica, iniciada no dia primeiro deste ano, vai atingir, aproximadamente, 230 milhões de pessoas em todo o mundo. Dessas, quase 180 milhões são brasileiras. O restante está distribuído em Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e, ainda, Timor Leste.<br />
Entre os principais argumentos para a reforma estão o maior intercâmbio cultural entre países que falam Português e, também, a inserção desse idioma no rol dos línguas oficiais da ONU.<br />
Balela! Nenhum desses países tem força na ONU; e duvido que venha a ter ainda nesse século. Assim, inserir o Português no conjunto de línguas oficiais daquela entidade não significa nada.<br />
Em menos de 70 anos, essa já é a terceira reforma. A primeira foi em 1943; a segunda, em 1971; a terceira, em 1990. É essa última, de 1990, que está sendo posta em prática agora. Mas o que isso tem a ver com ecologia?<br />
Nos próximos quatro anos, esses oito países adaptarão sua cultura às novas regras. Isso significa dizer que serão reimpressos quase todos os livros. Livros são papel. Papel é árvore. Mesmo com todo o esforço de reciclagem, não se iluda, o custo ecológico será imensurável.</span></address>
<address><span style="color:#000000;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0211/2867_747f.png"><img class="alignleft" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0211/2867_747f.png" alt="" width="256" height="256" /></a>A grande beneficiada será a indústria gráfica. Principalmente no Brasil que, das oito nações envolvidas no processo, é a que tem maior população, mais escolas, mais estudantes e, portanto, mais livros didáticos (e não-didáticos, também) a serem reimpressos.<br />
Sabe aquele livro que foi utilizado por seu primeiro filho; e que depois passou ao segundo filho; que o repassou ao primo pobre, que, por fim, o doou à biblioteca municipal? Esqueça. Agora é lixo. Com muita sorte será reciclado e vai virar encarte das Casas Bahia.<br />
Considerando-se que, estando praticamente obsoletos todos os milhões de livros já existentes no Brasil, a procura por livros reformulados será elevada. Assim, é de se esperar que seus preços sofram aumento, onerando ainda mais a já dolorida lista de material escolar. Essa tendência de alta só irá passar a partir do segundo ano após a reforma (2011), quando já houver um número considerável de livros reformulados que poderão ser reaproveitados por outros estudantes.<br />
E tudo isso porque será afetado apenas 0,45% (menos de meio por cento) do conjunto de palavras do Português utilizado no Brasil.<br />
Caso você ache que isso é pouco, pense então no desrespeito que a reforma ortográfica representa para todos que, durante anos, esforçaram-se para aprender minimamente a língua pátria e que, agora, terão que se esforçar um pouco mais, caso não queiram ser rotulados como semi-analfabetos.<br />
Será que há má-fé por trás dessa história de reforma ortográfica?<br />
.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;">Leia também:<br />
<a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></span></address>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
		<item>
		<title>A SEGUNDA GUERRA-FRIA</title>
		<link>https://docedefel.wordpress.com/2009/01/10/a-segunda-guerra-fria/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 16:07:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>
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		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
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					<description><![CDATA[A SEGUNDA GUERRA-FRIA – André L. Soares – 10.01.2009 – . Quem já se deu conta do terror que as notícias representam em nossas vidas? A mídia se constitui verdadeira máquina de gerar tristeza e desânimo. E, embora não seja exatamente a causadora da notícia, em geral ela a deturpa, vendendo a nós uma realidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<address><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 10]&gt;--> <!--[endif]--></address>
<address><span style="color:#000080;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">A SEGUNDA GUERRA-FRIA</span></strong></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">– André L. Soares – 10.01.2009 –</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Quem já se deu conta do terror que as notícias representam em nossas vidas? A mídia se constitui verdadeira máquina de gerar tristeza e desânimo. E, embora não seja exatamente a causadora da notícia, em geral ela a deturpa, vendendo a nós uma realidade bem mais monstruosa do que realmente é. O intuito disso é nos manter quietos, assustados, incapazes de exercer a liberdade necessária ao pleno progresso pessoal e coletivo.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0210/3408_08c7.png"><img class="alignright" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0210/3408_08c7.png" alt="" width="256" height="256" /></a><br />
</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">O ano de 2009 se inicia com a terrível combinação de mais conflitos armados no Oriente Médio e crise econômica mundial. Porém, em relação à crise, pelo menos na dimensão em que a mídia tenta vendê-la a nós, não acredito em seu maior redimensionamento. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Claro que, em um mundo onde o maior comprador (EUA) desenvolve um esforço de guerra que já dura mais de seis anos, a economia não está totalmente sã. Isso é fato. Para manter as tropas no Golfo, os norte-americanos acabam deixando de importar alguns produtos, afetando negativamente as balanças comerciais de diversos países. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Contudo, em grande parte, a atual crise financeira é gerada por um processo que chamo de ‘segunda guerra-fria’, onde as informações manipuladas fazem com que os mercados oscilem. Nessa dança, há algumas poucas pessoas (físicas ou jurídicas) que, no curto prazo, ficam cada vez mais ricas; enquanto que a maioria herda os efeitos danosos dos boatos e do tráfico de informações governamentais. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Assim como a ‘primeira’, a ‘segunda guerra-fria’ tem por objetivo manter a maior parte dos cidadãos em pânico. Isso faz com que não se arrisquem no empreendedorismo, bem como não questionem a reduzida massa salarial. Por conseguinte, enfraquece-se o movimento sindical em todo o globo terrestre, diminuindo a capacidade de negociação dos trabalhadores; além de minimizar, para as grandes empresas, o risco de surgimento de novos concorrentes.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Provavelmente os maiores prejudicados sejam os trabalhadores dos países emergentes, como China, Índia, Paquistão, Brasil, México, entre outros, para onde tem se mudado, nos últimos anos, parte considerável da indústria pesada, proveniente dos países ricos. Nessas economias emergentes, os trabalhadores, com medo do desemprego prometido pela crise, agarram-se a seus empregos, mesmo quando a média salarial oscila ao redor dos 30 dólares ao mês (como é o caso, por exemplo, da China). </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">No entanto, de modo empírico, arrisco-me a dizer que a crise é superestimada. E isso não é por acaso. Peguem a lista dos cem maiores investidores nas cinco maiores bolsas do planeta e, provavelmente, os ‘pais da crise superdimensionada’ estarão lá.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Tenho analisado a forma como a mídia ‘vende’ a crise. Tanto as emissoras brasileiras quanto a CNN e a BBC usam a mesma estratégia: relacionam a saúde da economia ao movimento das principais bolsas de valores, aproveitando-se que a maioria não conhece minimamente o funcionado dos pregões. Assim, basicamente a manipulação da notícia se faz pelo uso mal intencionado da nomenclatura. Dessa forma, uma ‘queda’ na Bovespa é anunciada como ‘prejuízo’. E sabemos que não é bem isso.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">O movimento de uma bolsa é somente a variação das negociações do dia, comparada ao pregão do dia anterior. Então, ‘queda’ nada tem a ver com ‘prejuízo’. Se em num dia se negociou quatro bilhões e, no outro, três bilhões, houve uma retração de 25% no mercado de ações. Apenas isso. E é normal. Afinal, se os investidores fazem grandes negócios hoje, é de se esperar algum ‘freio’ amanhã’ (porque dinheiro não sai de sacos sem fundos). </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Além disso, o índice diário da bolsa de valores é somente a média entre o total das negociações. Os jornais brasileiros não explicam, por exemplo, que as ações da Petrobrás raramente sofrem quedas (o que se dá não em função da bolsa em si, mas das constantes novas jazidas que aquela estatal descobre, tornando-a mais rentável e, portanto, um investimento mais atraente, aos olhos dos investidores).</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Tudo é noticiado para fazer parecer que as bolsas são a única fonte de renda das empresas. Tudo é anunciado para fazer parecer que as empresas são totalmente dependentes das bolsas de valores. E isso também não é verdade. As empresas têm por finalidade gerar e comercializar bens e serviços. A maioria delas sequer possui papéis nas bolsas (só as ‘Sociedades Anônimas’ têm ações à venda na bolsa de valores).</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Ninguém explica, também, que o Brasil se tornou um pouco mais resistente às variações do mercado internacional porque, nos últimos dez anos, conseguiu fortalecer o mercado interno. Antes, se não exportássemos o produto encalhava. Agora é diferente. O mercado interno tem considerável poder de consumo, o que permite suportar por mais tempo as oscilações externas. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Esse anúncio exagerado da crise só beneficia a alguns poucos grandes investidores. Provavelmente todos ligados a grandes instituições financeiras. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">Não creio em uma crise capaz de ‘quebrar’ a economia mundial. A menos, claro, que o esforço de guerra do comprador mais poderoso (EUA) se alongue por muito mais tempo. E, ainda assim, tenho minhas dúvidas.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;font-family:&quot;">A ‘segunda guerra-fria’ é, portanto, uma estratégia, baseada na manipulação de informações acerca do mercado financeiro, com duas frentes: de um lado, possibilita que alguns poucos investidores internacionais obtenham grandes ganhos no curto prazo; de outro, inibe as novas ações empreendedoras.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
</span></address>
<address><span style="color:#000000;">Leia também:<br />
<a href="http://almadepoesia2007.blogspot.com/">Alma de Poesia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poemasdeandreluis.blogspot.com/">Gritos Verticais</a> <span class="dim">/</span><a href="http://naturezapoetica2007.blogspot.com/">Natureza Poética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://prosaepoesia.wordpress.com/">O Poema de Cada Dia</a> <span class="dim">/</span><a href="http://poeticaheretica.blogspot.com/">Poética Herética</a> <span class="dim">/</span><a href="http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com/">Raiz de Cem</a> <span class="dim">/</span><a href="http://sonsdesonetos.blogspot.com/">Sons de Sonetos</a></span></address>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>Oi ESTÁ COBRANDO ATÉ POR CHAMADA NÃO ATENDIDA</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 17:03:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Oi ESTÁ COBRANDO ATÉ POR CHAMADA NÃO ATENDIDA – André L. Soares – 20.12.2008 – . Atenção: se você é cliente da Oi, verifique minuciosamente sua conta telefônica, pois essa operadora está cobrando até por chamadas não atendidas. E como descobri isso? Tenho muitos parentes e amigos em Brasília. Para alguns deles ligo com constância. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<address><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000080;">Oi ESTÁ COBRANDO ATÉ POR CHAMADA NÃO ATENDIDA</span></strong><br />
– André L. Soares – 20.12.2008 –<br />
.<br />
Atenção: se você é cliente da Oi, verifique minuciosamente sua conta telefônica, pois essa operadora está cobrando até por chamadas não atendidas. E como descobri isso?<br />
Tenho muitos parentes e amigos em Brasília. Para alguns deles ligo com constância. Em novembro, liguei diversas vezes para um mesmo casal de amigos. Em nenhuma dessas oportunidades tive a sorte de ser atendido. Dias depois fiquei sabendo, por meio de outro amigo, que o casal viajando. No entanto, na segunda semana de dezembro, ao receber a conta do meu Oi-fixo, a surpresa: as dez ligações – não atendidas – que fiz para o casal constavam na folha de cobrança ao preço de R$0,23 (vinte e três centavos) cada. Havia, ainda, uma ligação que fiz para o aparelho celular do mesmo casal – também não atendida –, tarifada a R$0,63 (sessenta e três centavos).<br />
Liguei para a Oi. Perguntei se agora estavam tarifando as ligações não completadas. A atendente me garantiu que não. Disse estar abrindo minha conta em seu terminal. Conferiu comigo cada uma das ligações e, anotando os itens dos quais discordei, afirmou ter registrado ocorrência. Segundo ela, poderia mesmo ser ‘erro do sistema’. Garantiu-me que, após análise criteriosa, enviaria nova conta. A prontidão com que fui atendido me fez pensar que não fui o primeiro a reclamar.<br />
Contudo, se foi mesmo erro de sistema, por que foi em favor da operadora? Por que o sistema, ao errar, não deixou de registrar os diversos interurbanos demorados que fiz? Será que esses sistemas são desenvolvidos em Las Vegas, onde a ‘casa’ sempre ganha?</span></address>
<address><span style="color:#000000;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0196/3403_21bc.png"><img class="alignleft" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0196/3403_21bc.png" alt="" width="256" height="256" /></a><br />
O leitor deve estar pensando: ‘– Esse Lobodomar é um miserável. Fazendo alarde por conta de R$ 2,93’. Mas não se trata disso. Não cabe discutir o montante. Mas sim o fato de ser tarifação indevida. E aí não importa o valor. Até porque, no meu caso foram apenas R$2,93. Mas pode ser que no caso de outras pessoas seja muito mais.<br />
Imagine uma empresa de médio porte: quantas vezes, ao dia, faz ligações que não se completam? E que história é essa de tarifar o serviço não realizado? Ora, grandes empresas têm seus sistemas vistoriados o tempo todo. Já trabalhei na Skol-Brasília, onde o desempenho do sistema era acompanhado em tempo integral. Não creio que em em uma companhia telefônica seja diferente.<br />
Mas coisas desse tipo não são novas. Quem trabalha – ou já trabalhou – em banco sabe que, periodicamente, todas as contas correntes são subtraídas de seus centavos, os quais são desviados para a conta apelidada de ‘vala’. De centavo em centavo, esse mecanismo arrecada milhões. E quem sabe dizer o que é feito disso?<br />
O que sei é que grandes empresas fazem estatística de tudo. Talvez a Oi tenha descoberto algum valor, provavelmente na casa dos centavos, que, quando cobrado indevidamente o volume de reclamações seja mínimo.<br />
Porém, quantos clientes a Oi possui? Alguém sabe dizer? Quanto lucraria se cobrasse, em média, R$2,00 indevidamente de cada cliente? E mais: ao perceber o erro, a empresa tem a decência de devolver os centavos cobrados indevidamente de cada cliente? Será que devolve apenas de quem reclama, abocanhando o restante?</span></address>
<address><span style="color:#000000;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0196/3422_369b.png"><img class="alignright" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0196/3422_369b.png" alt="" width="256" height="256" /></a><br />
Pois digo: reclamei na Anatel, que informou não poder fazer nada até que chegasse a nova conta. Hoje, contudo, recebi ligação da Oi afirmando que, de acordo com seu sistema, todas as ligações foram atendidas e que, diante disso, nada mais poderia se feito.<br />
Tudo bem. Essa era mesmo a resposta esperada. Na forma unilateral como é hoje a telefonia, se eles dizem que você consumiu quantia ‘x’, não há como contestar. Mesmo quando se tem plena consciência de estar certo.<br />
Dessa forma fica fácil comprar a Telecom. Aliás, por esses métodos inescrupulosos, a Oi poderá, no curto prazo, comprar até a Shell. Tudo, obviamente, com o sacrifício do consumidor.<br />
Finalizo essa postagem sugerindo, aos amigos internautas que forem clientes da Oi, que verifiquem suas contas telefônicas. Tentem, por favor, identificar valores – possivelmente na casa dos centavos – que apontem cobrança indevida. Não é tão fácil perceber, pois não se pode, quase um mês depois, lembrar de todas as ligações não atendidas. Eu mesmo percebi por acaso.<br />
Quem identificar algo e quiser dar um ‘feedback’, agradeço. Gostaria de saber se sou o único. Porque aí vou me considerar um sortudo: aquele que, entre milhões, o sistema da Oi escolheu para lesar, ainda que minimamente.<br />
No entanto, caso haja mais pessoas subtraídas em seus centavos, aí, quem sabe, poderemos discutir o tema novamente, sob outro ponto de vista: o da má-fé empresarial.<br />
A Oi está se transformando no ‘tubarão’ da telefonia brasileira. E se o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em nada impede as compras e fusões que concorrem para a formação de monopólios (ainda que, por enquanto, somente em nível estadual), quem mais pode fazer? Minha postura, porém, será trocar os serviços da Oi, pelos de outra operadora qualquer, na primeira oportunidade; rezando para não cair em esparrela maior.<br />
Esse é o Brasil. E ainda há quem acredite em responsabilidade social da empresa.<br />
.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;">Favorite em:</span></address>
<address><span style="color:#000000;"><a title="Favorite no Del.icio.us" href="http://del.icio.us/post/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/5995_ef0c.png" border="0" alt="Del.icio.us" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Technorati" href="http://technorati.com/faves/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/6004_1ec3.png" border="0" alt="Technorati" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Digg" href="http://digg.com/submit/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/5999_8791.png" border="0" alt="Digg" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Simpy" href="http://www.simpy.com/simpy/LinkAdd.do" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/6001_7428.png" border="0" alt="Simpy" width="24" height="24" /></a></span></address>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Technorati</media:title>
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			<media:title type="html">Digg</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>O ESTADO É O MAIS BRUTAL VIOLADOR DOS DIREITOS HUMANOS</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 13:08:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[abuso]]></category>
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		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[violação]]></category>
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					<description><![CDATA[O ESTADO É O MAIS BRUTAL VIOLADOR DOS DIREITOS HUMANOS – André L. Soares – 08.12.2008 – . A primeira vez que fui chamado a dar alguma atenção à Declaração Universal dos Direitos Humanos eu tinha entre dezoito e vinte anos. Foi durante um show de Raul Seixas, realizado em Brasília, ainda nos anos oitenta. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<address><strong><span style="color:#000080;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"> O ESTADO É O MAIS BRUTAL VIOLADOR DOS DIREITOS HUMANOS</span></span></strong></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">– André L. Soares – 08.12.2008 </span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">–</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">A primeira vez que fui chamado a dar alguma atenção à Declaração Universal dos Direitos Humanos eu tinha entre dezoito e vinte anos. Foi durante um show de Raul Seixas, realizado em Brasília, ainda nos anos oitenta. Em meio à música ‘Sociedade Alternativa’ nosso ‘Maluco Beleza’ puxou um pergaminho e começou a ler, na íntegra, essa Carta Internacional. Após cada artigo cantava: ‘viva, viva, viva a sociedade alternativa’.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">A coisa foi ficando chata. O público candango é impaciente. Das vaias, logo passou a palavrões e, depois, começou a lançar lixo ao palco. ‘Chapado’, Raulzito continuava a leitura. A noite tendia a acabar mal. E acabou mesmo.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Antes que a canção terminasse o ‘batalhão de choque’ havia cercado o local: centenas de homens armados, cães, canhões de água e gás lacrimogêneo. A arena transformou-se em palco de guerra. Quem não correu muito, apanhou bastante e foi preso. Democrática, a polícia distribuiu pancada sem distinção: apanharam homens, mulheres, adolescentes, deficientes; apanhou quem estava tumultuando; e quem não estava, também. Alguns afirmam que houve mortos. O Correio Braziliense não confirmou. Eu não fiquei para testemunhar. Corri o quanto pude e, por sorte, escapei dos ‘home’.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0188/9408_460f.jpeg"><img class="aligncenter" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0188/9408_460f.jpeg" alt="" width="200" height="249" /></a></address>
<address class="MsoNormal"> </address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Daquilo tudo tirei uma conclusão: é o Estado, sempre, quem mais fere os direitos humanos. Naquela noite, muita coisa poderia ter sido feita para evitar aquele desfecho. Mas o Estado raramente vai por esse caminho, porque, no Brasil, o Estado nunca esteve comprometido com os direitos humanos.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">A Declaração, em seu art. 3, diz que ‘todo o homem tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal’. O art. 5 assevera que ‘ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante’. Já o art. 9 garante que ‘ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado’.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Mas não é isso que se vê na prática. Além dessas violações comuns em eventos públicos, no Brasil o Estado sempre foi criminoso. Não há outro termo. O auge foi o período da ditadura militar pós-64. Mas não foi a único.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">O governo Collor confiscou os ativos financeiros de todo o país, ferindo o art. 17 da Declaração aqui analisada. Essa foi, provavelmente, a segunda maior agressão ao direito de propriedade no século XX, perdendo apenas para o que os nazistas fizeram em relação aos bens dos judeus alemães.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Basta rápida visita à história brasileira dos últimos 50 anos, para elencar alguns absurdos: tortura e assassinato de integrantes da ‘esquerda’ política; expulsão de artistas, ativistas e pensadores que combatiam o regime militar; assassinato dos operários da CSN (Volta Redonda); chacina do ‘Carandiru’; chacina de ‘Eldorado dos Carajás’; fazendas de escravos que ainda hoje existem no Matogrosso, Minas e Goiás (sem que o governo intervenha de modo eficaz); sistema penitenciário desumano, em que o apenado sai mais violento do que era, quando entrou; e por aí vai.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Tudo isso porque o Estado é sempre o maior e mais brutal violador dos Direitos Humanos. O Estado: justamente a instituição que mais deveria garantir tais direitos. </span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">E isso somente acontece porque nós – o povo – permitimos. Não estou falando de revolta armada ou afim. Refiro-me ao avivamento da memória: a não deixar que se esqueçam tais erros. A não permitir, por exemplo, que quem confiscou a propriedade monetária de toda a nação seja reeleito. A não mais consumir produtos e serviços de empresa que pactue com esse tipo de governo.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Nós podemos fazer, sim, resistência pacífica – porém, não menos combativa – contra toda sorte de violações aos direitos humanos no Brasil. Basta combinarmos nossos papéis sociais como eleitores aos de consumidores, que os efeitos não tardam a surgir.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">E pode-se ainda estender isso a outros povos. Desde que soube que a Nike paga, em média, salário mensal no valor de míseros US$30,00 a um empregado em sua fábrica na China, onde produz o par de tênis que me vendia por cerca de US$300,00, deixei de consumir tal marca. É uma gota d’água minha ação? Sim. Mas é o que posso fazer, na condição individual. E continuarei a fazer, sempre que puder.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Afinal, se não fizermos nada, a Declaração Universal dos Direitos Humanos continuará sendo ‘letra-morta’; ressuscitada em ‘flashes’ de justiça paliativa (que perdura apenas enquanto a imprensa está por perto), sempre que uma pessoa – física ou jurídica – perceba a oportunidade de tirar proveito da situação.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Hoje, infelizmente, os direitos humanos existem tão-somente como meta a ser alcançada. São, portanto, utópicos. Nosso maior desafio, como construtores da história do terceiro milênio, é fazer com que esses mesmos direitos se consolidem na prática cotidiana.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"> </span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">&#8230;</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"> </span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Este ‘post’ integra a ‘blogagem coletiva’ referente à comemoração dos </span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">‘</span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos’, proposta pelo Sam, do blog ‘<a href="http://fenixadeternum.blogspot.com/2008/11/direitos-humanos.html">Fênix ad Eternum</a>’, a quem agradeço por ter convocado a blogosfera a participar de mais essa importante reflexão. </span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Aos poucos, os internautas brasileiros vão percebendo que blog não serve apenas para se expor cópia dos vídeos manjados do ‘YouTube’.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Feliz com o resultado, parabenizo todos os demais participantes. Grande abraço a todos!</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address class="MsoNormal"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;">Favorite em:</span></address>
<address><span style="color:#000000;"><a title="Favorite no Del.icio.us" href="http://del.icio.us/post/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/5995_ef0c.png" border="0" alt="Del.icio.us" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Technorati" href="http://technorati.com/faves/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/6004_1ec3.png" border="0" alt="Technorati" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Digg" href="http://digg.com/submit/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/5999_8791.png" border="0" alt="Digg" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Simpy" href="http://www.simpy.com/simpy/LinkAdd.do" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/6001_7428.png" border="0" alt="Simpy" width="24" height="24" /></a></span></address>
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			<media:title type="html">Lobo-do-Mar</media:title>
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	<dc:creator>direitos.autorais2006@gmail.com (Andre L. Soares)</dc:creator></item>
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		<title>ADOÇÃO, UM ATO DE NOBREZA</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 16:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[ADOÇÃO, UM ATO DE NOBREZA – André L. Soares – 14.11.2008 – . Aderi a essa ‘blogagem’ coletiva denominada ‘ADOÇÃO, UM ATO DE NOBREZA’ – proposta por GEORGIA AEGERTER, do BLOG BLOGAGEM e por DÁCIO JAEGGER, do CHEGA MAIS&#8230; –, por entender que a importância do tema. Considerando-se que ‘dar a própria vida em troca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#000080;"><strong>ADOÇÃO, UM ATO DE NOBREZA</strong></span></span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">– André L. Soares – 14.11.2008 –</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Aderi a essa ‘blogagem’ coletiva denominada ‘ADOÇÃO, UM ATO DE NOBREZA’ – proposta por GEORGIA AEGERTER, do <a href="http://blog-blogagem.blogspot.com/">BLOG BLOGAGEM</a> e por DÁCIO JAEGGER, do <a href="http://gk.jaegger.blog.uol.com.br/">CHEGA MAIS&#8230;</a> –, por entender que a importância do tema. Considerando-se que ‘dar a própria vida em troca da vida do próximo’ – ato maior do cristianismo – não chega a ser algo empolgante; então não restam dúvidas de que a adoção de uma criança é o maior gesto de amor que um ser humano pode realizar.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><a href="http://io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0172/7648_0b04.gif"><img class="aligncenter" src="https://i0.wp.com/io-soup-assets.s3.amazonaws.com/asset/0172/7648_0b04.gif" alt="" width="350" height="183" /></a><br />
</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">A adoção, porém, possui uma ambigüidade: ao mesmo tempo em que é um ato de amor, é também um sacrifício. No Brasil, por mais prazer e felicidade que as pessoas possam ter ao desenvolverem o papel social de ‘pais adotivos’, adotar não é algo fácil ou simples – a começar pela burocracia. Em geral, quando alguém decide fazer tudo dentro dos trâmites legais, a adoção esbarra em muita papelada, inúmeras exigências, vigilância rigorosa por parte dos órgãos fiscalizadores.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Embora tudo isso tenha por objetivo proteger as crianças, infelizmente acaba fazendo com que muitos desistam da adoção.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">De minha parte, tenho amigos muito próximos que adotaram crianças e que, apesar de todas as dificuldades, somente tiveram vitórias para si e para as crianças adotadas; hoje já todas adultas, formadas e, mais importante: pessoas de bem. </span></span></address>
<address><span style="color:#000000;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">Penso que a sociedade precisa discutir, com mais interesse, a questão da adoção, de modo a encontrar formas mais rápidas e fáceis de promover esse fantástico ato de amor. E, a despeito de qualquer discurso religioso, político ou ideológico, o amor é a ação que acrescenta e transforma o mundo positivamente.<br />
</span></span></address>
<address><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;"><span style="color:#000000;">Quero agradecer e parabenizar a GEORGIA AEGERTER e ao DÁCIO JAEGGER por terem a feliz idéia de convocar ‘blogagem’ coletiva de tamanha importância. Também agradeço e felicito a todos os demais participantes por emitirem suas opiniões. Àqueles que praticam a adoção de crianças fica, aqui, meu reconhecimento, respeito e admiração.</span> </span></address>
<address><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:13pt;font-family:&quot;">.</span></span></address>
<address><span style="color:#000000;">Favorite em:</span></address>
<address><span style="color:#000000;"><a title="Favorite no Del.icio.us" href="http://del.icio.us/post/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/5995_ef0c.png" border="0" alt="Del.icio.us" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Technorati" href="http://technorati.com/faves/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/6004_1ec3.png" border="0" alt="Technorati" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Digg" href="http://digg.com/submit/" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/5999_8791.png" border="0" alt="Digg" width="24" height="24" /></a><a title="Favorite no Simpy" href="http://www.simpy.com/simpy/LinkAdd.do" target="_blank"><img src="https://i0.wp.com/asset.soup.io/asset/0120/6001_7428.png" border="0" alt="Simpy" width="24" height="24" /></a></span></address>
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