<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>Dose de Inspiração</title>
	
	<link>http://www.dosedeinspiracao.com.br</link>
	<description>Acompanhe nossas doses.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Apr 2012 19:25:36 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/dosedeinspiracao" /><feedburner:info uri="dosedeinspiracao" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item>
		<title>Conheça London (O filme e não a Capital)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/DEwwGZWGR2o/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-london-o-filme-e-nao-a-capital/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 19:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cap. Spoiler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[London]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=862</guid>
		<description><![CDATA[
Em 2005 o desconhecido diretor e roteirista Hunt Richards tinha apenas U$14.000 para fazer um filme de nome peculiar. London não se trata de um lugar, mas sim de uma mulher que é capaz de modificar a vida de um homem.
Com um baixíssimo orçamento Richards estava fadado a um fracasso e por isso se cercou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-london-o-filme-e-nao-a-capital/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p style="text-align: center"><a href="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/london.jpg"><img class="size-full wp-image-863 aligncenter" src="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/london.jpg" alt="" width="510" height="755" /></a></p>
<p>Em 2005 o desconhecido diretor e roteirista Hunt Richards tinha apenas U$14.000 para fazer um filme de nome peculiar. London não se trata de um lugar, mas sim de uma mulher que é capaz de modificar a vida de um homem.</p>
<p>Com um baixíssimo orçamento Richards estava fadado a um fracasso e por isso se cercou de amigos e pessoas que comprassem a idéia do longa. Chris Evans, Jessica Biel, Jason Statham, Isla Ficher e Dane Cook quase não cobraram pelas suas atuações e se entraram de cabeça no projeto.</p>
<p>O filme não conseguiu uma distribuidora facilmente e logo depois que conseguiu – a Sony – sua distribuição foi tímida e passou desapercebido pelo grande público. Uma pena, já que o filme foi considerado por muitos, um dos melhores filmes daquele ano. London foi um filme pouco visto no cinema, mas que ganhou uma certa notoriedade quando chegou para Home Video. Seus DVD nos Estados Unidos conseguiu bons índices de vendas &#8211; pelo menos o bastante para se pagar.</p>
<p>A trama do longa parece simples: um rapaz chamado Syd (Chris Evans – o capitão América) rompe seu relacionamento com London (Jessica Biel) , ele e seu traficante(Statham) vão até a sua festa de despedida com o objetivo de tentar concertar algumas coisas do passado.</p>
<p>O filme é todo baseado no casal e os flashbacks em não ordem cronológica fazem entender aos poucos a difícil relação entre os dois e os motivos de terem terminado o seu relacionamento. Syd e seu traficante ficam praticamente o filme inteiro no banheiro da festa (bem teatral), onde tentam chegar a conclusões que só fazem o personagem se afundar ainda mais.</p>
<p>Outro destaque da trama são os coadjuvantes, Statham – com cabelo e sem naipe de figurão de ação – é um traficante complexo e com experiências em sexo sujo (seus fashbacks são ótimos). Ele constrói uma amizade com Syd bem interessante e por incrível que pareça é dele que vem os melhores conselhos. Seu desfecho é bem curioso já que um segredo é revelado. Além dele Isla Ficher faz uma participação no filme e Dane Cook é responsável por uma cena bem engraçada – talvez a única – do filme.</p>
<p>O casal principal do filme é complexo e seus diálogos parecem ser do Arnaldo Jabor, cheio de questionamentos sobre o relacionamento, amor e sentimentos. A atuação de Evans e Biel não é uma das melhores coisas do mundo, mas estão corretos e conseguem ter uma boa química – talvez por na época eram namorados de verdade. Syd é um personagem  que de tão confuso se torna chato, mas totalmente contraditório já que em certos momentos ele dá um show de sensatez, já London é aquele tipo de mulher que é 8 ou 80 e não consegue comer meia barra de chocolate, fumar meio baseado e deixar uma conversa pela metade. Personagens bem legais e que acabam dividindo o público.</p>
<p>O desfecho é condizente com o filme e não se deve esperar reviravoltas em momento nenhum, é um filme linear que conta uma historia com começo, meio e fim e nada mais.</p>
<p>Se você gosta de filmes de diálogos e relacionamentos indico, London, mas não veja com sua namorada (o) isso pode gerar um conflito, já que os homens tendem a entender Syd e as mulheres London.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/SwhPunwiF8Y?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/DEwwGZWGR2o" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-london-o-filme-e-nao-a-capital/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-london-o-filme-e-nao-a-capital/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Conheça a Extinta Banda “The Thrills”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/QsejHIa4QBQ/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-a-extinta-banda-the-thrills/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 19:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cap. Spoiler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[bandas]]></category>
		<category><![CDATA[bandas novas]]></category>
		<category><![CDATA[conheça]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[The Thrills]]></category>
		<category><![CDATA[underground]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=853</guid>
		<description><![CDATA[
Em uma das minhas buscas por boas músicas internacionais acabei me deparando com uma lista de bandas irlandesas que são (ou eram) consideradas promissoras.
A terra do mala do Bonno,  geralmente é generosa quando se trata em talentos da música. Não sei se são os pub’s, a boêmia,  a paisagem ou até mesmo os Vikings, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-a-extinta-banda-the-thrills/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p style="text-align: center"><a href="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/large-thethrills30.jpg"><img class="size-full wp-image-857 aligncenter" src="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/large-thethrills30.jpg" alt="" width="600" height="334" /></a></p>
<p style="text-align: left">Em uma das minhas buscas por boas músicas internacionais acabei me deparando com uma lista de bandas irlandesas que são (ou eram) consideradas promissoras.</p>
<p style="text-align: left">A terra do mala do Bonno,  geralmente é generosa quando se trata em talentos da música. Não sei se são os pub’s, a boêmia,  a paisagem ou até mesmo os Vikings, mas muitos talentos saem de lá e ganham notoriedade mundial.</p>
<p style="text-align: left">Criada em 2004 The Thrills é uma banda que ao primeiro momento lembra um pouco Oasis (uma das minhas favoritas), Neil Yong e Keane, mas depois de conhecer sua discografia vemos que provavelmente exista essa inspiração, mas que no fundo The Thrills tem personalidade própria.</p>
<p>Com naipe “mauricinho nerd” esses muleques eram bem promissores e chegaram a fazer sucesso no mundo underground irlandês e também no estado americano da Califórnia &#8211; graças a um fã especial. O ator Adam Brody (Pânico 4, Sr. e Sra. Smith, Eu e as Mulheres) era fã de carteirinha da banda e conseguiu convencer os produtores musicais da série The O.C – série que estrelava – a colocar um dos hits da banda na trilha sonora. Após seu primeiro hit ‘Big Sur’ a banda emplacou mais dois sucessos: ‘Dont Steal our Sun’ e ‘The Irish Keep Gate Crashing’.</p>
<p>Com letras bem legais, com xingamentos, sexo e protesto  muitas vezes não combinam com a aparencia “fofa” da banda, que infelizmente foi lançada em meio a uma crise fonográfica, onde somente os fortes sobreviveram. Com apenas 3 álbuns lançados The Thrills teve que enfrentar tempos difíceis, onde gravadoras faliram, artistas tentavam outras soluções para vender seus álbuns e descobridores de talento procuravam outro emprego. Nessa eles acabaram no limbo musical e não dão notícias desde 2007. Tentei procurar o destino que cada integrante teve, mas não achei nada de concreto.</p>
<p>Bem ou mal, a banda em apenas três álbuns deixou boas músicas para aqueles que curtem um pop-rock alternativo de uma mulecada que sabe fazer um bom som com mistura de instrumentos aparentemente sem conotação ao rock (violinos, por exemplo).</p>
<p>Veja no Youtube alguns clipes (bem legais por sinal) e tire suas próprias conclusões.</p>
<p><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/A1fGNCvZL_w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/QsejHIa4QBQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-a-extinta-banda-the-thrills/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/conheca-a-extinta-banda-the-thrills/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>O Espetáculo de Roger Waters</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/U8Q_Pdmncfs/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/o-espetaculo-de-roger-waters/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 19:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cap. Spoiler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[roger waters]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=838</guid>
		<description><![CDATA[
Como qualquer ser humano, tenho minhas preferências musicais e bandas que sou fã – características de um  apaixonado por música. Pink Floyd sempre foi uma banda que eu gostei, mas não nunca flertei com o fanatismo. Gosto de muitas músicas da banda e em especial os álbuns “The Wall” e o clássico “The Dark side Moon” por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/o-espetaculo-de-roger-waters/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p style="text-align: center"><a href="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Roger-Waters-The-Wall101.jpg"><img class="size-full wp-image-840 aligncenter" src="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Roger-Waters-The-Wall101.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Como qualquer ser humano, tenho minhas preferências musicais e bandas que sou fã – características de um  apaixonado por música. Pink Floyd sempre foi uma banda que eu gostei, mas não nunca flertei com o fanatismo. Gosto de muitas músicas da banda e em especial os álbuns “The Wall” e o clássico “The Dark side Moon” por ter em seu conteúdo letras referente a protesto, metais pesados e outras mais calmas e românticas com um toque do bom e velho rock.</p>
<p>Vindo da mesma escola de Beatles e Rolling Stones a banda inglesa foi uma das responsáveis pela transformação do rock e a primeira banda a usar sua música como forma de protesto e contar histórias próximas da grande massa. Acredito que seja esse o seu diferencial: fazer da música algo inovador e transformador.</p>
<p>O grupo nos meados dos anos 90 se separou em torno de processos e bastante polêmica, mas independente disso seu legado iria perdurar durante muito tempo. Roger Waters, o único integrante que continuou a carreira de maneira sólida é o maior militante e responsável por fazer com que isso aconteça.</p>
<p>No último domingo (01) tive a honra de presenciar a apresentação de The Wall – turnê apresentada em diversos países &#8211; do vovô do rock Roger Waters.  É muito difícil descrever o que eu vi nas quase duas horas de show. Já tinha visto alguns clipes no youtube e confesso que fiquei impressionado, o que não imaginava é que aquele show seria o mesmo que viria a terras tupiniquins e quando cheguei ao Morumbi já percebi de cara que estava errado. The Wall seria apresentado da maneira que deveria ser apresentado e o melhor: na minha cara.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/roger_waters_the_wall_f_0501.jpg"><img class="size-full wp-image-842   aligncenter" style="border-style: initial;border-color: initial" src="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/roger_waters_the_wall_f_0501-e1333395555545.jpg" alt="" width="600" height="399" /></a></p>
<p>O show não pode ser chamado apenas de show, mas sim de espetáculo. Waters transforma o palco em algo surreal. De cara temos uma abertura de arrepiar com direito a muitos (digo muitos mesmo) fogos, efeitos sonoros que saiam de lugares estratégicos e um avião que sobrevoa a platéia e bate no muro deixando as mais de 70 mil pessoas aos berros e com certeza arrepiadas. As músicas cantadas em coro têm o auxilio de projeções espetaculares que fazem menção ao capitalismo, intolerância, guerras estúpidas, raças e até mesmo uma bela homenagem a Jean Charles – brasileiro morto por engano no metrô de Londres.  Além do muro, há bonecos gigantescos e até o famoso porco está presente – este que tive a honra de passar a mão. É tudo tão perfeito que você tem a sensação de estar vendo a um filme em tempo real. Algo realmente indescritível.</p>
<p style="text-align: center">
<p>O mais interessante é que a mega produção não apaga em nenhum momento suas músicas clássicas do emblemático álbum, fato que é corriqueiro em artistas pop do momento. Waters canta, pula, atira, interage com o telão e outras ações que me fez questionar o seus 68 anos de idade (provavelmente há um pacto from hell aí).  Sua banda é dos sonhos, e Waters divide o palco com os seus companheiros sem medo e sem pudor, um show de humildade e reconhecimento aos seus companheiros de palco que metade do show ficam atrás do muro.</p>
<p>Com referencias ao filme “Pink Floyd: The Wall” – fica a dica – o muro tem desenhos animados, ele cai, se reergue, gira e o melhor não divide você de Waters, pelo contrário, um muro nunca aproximou tanto música, artista, platéia e arte. Isso graças a um espetáculo de bom gosto e emocionante que com certeza entrará na história.</p>
<p style="text-align: left">Confira um pedaço do show e sente o drama:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/KLwah-q6Z8E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/U8Q_Pdmncfs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/o-espetaculo-de-roger-waters/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/o-espetaculo-de-roger-waters/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Devolvam-no nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/dWkH_4HPf1U/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/devolvam-no-nosso-direito-de-molhar-a-goela-dentro-dos-estadios/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 14:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pardalvermelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversas de Bar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=822</guid>
		<description><![CDATA[Existe algo que combine mais com futebol do que uma cervejinha gelada? Vamos falar sério, porque tirar esse nosso privilégio quase sagrado, devolvam-no nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios.
Não podemos nós, meros torcedores pagar por meia-dúzia de baderneiros, nós homens de família, trabalhadores e pagadores de nossos impostos, também curtimos uma geladinha. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/devolvam-no-nosso-direito-de-molhar-a-goela-dentro-dos-estadios/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p><a href="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cerveja-estadio.jpg"><img src="http://www.dosedeinspiracao.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cerveja-estadio.jpg" alt="" width="340" height="222" class="alignright size-full wp-image-826" /></a>Existe algo que combine mais com futebol do que uma cervejinha gelada? Vamos falar sério, porque tirar esse nosso privilégio quase sagrado, devolvam-no nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios.</p>
<p>Não podemos nós, meros torcedores pagar por meia-dúzia de baderneiros, nós homens de família, trabalhadores e pagadores de nossos impostos, também curtimos uma geladinha. E essa meia-dúzia não deixará de bardenar por falta de bebida, de onde vocês tiraram isso? </p>
<p>Além de tudo isso todos sabemos que a bebida está lá, não para os meros mortais, mas nas áreas Vips, o Olimpo dos amigos dos amigos de alguém, esses nunca sofreram com essa lei seca absurda.</p>
<p>E quanto nós lá estamos, naquele calor do Saara, torcendo por nossa esquadra, não podendo molhar a garganta, sedenta, pela cevada. O que resta há essa pobre mortal? É comer (beber) tudo lá fora, e entrar no estádio mais melado que coluna de pão doce.</p>
<p>Quando os nossos onze heróis (ou algoz) vão mal das pernas, o técnico desesperado a beira do campo não sabe o que fazer, se troca o Azeitona e coloca o Maizena, tenta a vitória ou fica no empate, e nesse momento que a loira nos falta dentro do caldeirão, devolva-nos  o nosso direito de molhar a goela dentro dos estádios. </p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/dWkH_4HPf1U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/devolvam-no-nosso-direito-de-molhar-a-goela-dentro-dos-estadios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/devolvam-no-nosso-direito-de-molhar-a-goela-dentro-dos-estadios/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Dose Musical – Saramandaia #03</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/3Pkz9iAQxaI/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/dose-musical-saramandaia-03/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 01:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dose Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Banda]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Foster]]></category>
		<category><![CDATA[Dose]]></category>
		<category><![CDATA[Lua Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Nyllo Canela]]></category>
		<category><![CDATA[Odilon de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Saramandaia]]></category>
		<category><![CDATA[Ugo Castro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=816</guid>
		<description><![CDATA[No ar o terceiro vídeo da banda Saramandaia no Dose Musical.
Saramandaia.

Banda: Saramandaia
Integrantes: Ugo Castro Alves, Lua Marina, Caio Forster, Nyllo Canela e Odilon de Carvalho.
Local: Sesc Santos &#8211; Rua Conselheiro Ribas, 136 &#8211; Santos &#8211; SP
Para assistir os outros vídeos da banda clique aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/dose-musical-saramandaia-03/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p>No ar o terceiro vídeo da banda Saramandaia no Dose Musical.</p>
<h3>Saramandaia.</h3>
<p><iframe width="641" height="356" src="http://www.youtube.com/embed/I6UkUbt01X8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Banda:</strong> Saramandaia<br />
<strong>Integrantes:</strong> Ugo Castro Alves, Lua Marina, Caio Forster, Nyllo Canela e Odilon de Carvalho.<br />
<strong>Local</strong>: Sesc Santos &#8211; Rua Conselheiro Ribas, 136 &#8211; Santos &#8211; SP</p>
<p>Para assistir os outros vídeos da banda <a href="http://www.dosedeinspiracao.com.br/dosemusical/" target="_blank">clique aqui</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/3Pkz9iAQxaI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/dose-musical-saramandaia-03/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/dose-musical-saramandaia-03/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Sim Isso é Rap.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/5vBbmT7gHFk/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/isso-e-rap/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pardalvermelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversas de Bar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=813</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Freguês da Meia Noite&#8221;
                          Criolo
Meia Noite
Em pleno Largo do Arouche
Em frente ao Mercado das Flores
Há um restaurante francês
E lá te esperei
Meia Noite
Num frio que é um açoite
A confeiteira e seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/isso-e-rap/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p>&#8220;Freguês da Meia Noite&#8221;<br />
                          Criolo</p>
<p>Meia Noite<br />
Em pleno Largo do Arouche<br />
Em frente ao Mercado das Flores<br />
Há um restaurante francês<br />
E lá te esperei<br />
Meia Noite<br />
Num frio que é um açoite<br />
A confeiteira e seus doces<br />
Sempre vem oferecer<br />
Furta-cor de prazer<br />
E não há como negar<br />
Que o prato a se ofertar<br />
Não a faça salivar<br />
Num quartinho de ilusão<br />
Meu cão que não late em vão<br />
No frio atrito meditei<br />
Dessa vez não serei seu freguês<br />
Meia Noite<br />
Num frio que é um açoite<br />
A confeiteira e seus doces<br />
Sempre vem oferecer<br />
Furta-cor de prazer<br />
E não há como negar<br />
Que o prato a se ofertar<br />
Não a faça salivar<br />
Num quartinho de ilusão<br />
Meu cão que não late em vão<br />
No frio atrito meditei<br />
Dessa vez não serei seu freguês.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/cAT8lM0gVQk?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/5vBbmT7gHFk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/isso-e-rap/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/isso-e-rap/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Destro ou Canhoto?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/df7S-0Z3u8c/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/destro-ou-canhoto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 19:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>phalador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversas de Bar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=811</guid>
		<description><![CDATA[Uma tremenda babaquice é esse negócio de Direita e Esquerda, em se tratando de visão política.
Não consigo pensar como pensam a maioria dos partidários políticos, ou partidários da política. Esse negócio de Direita e Esquerda é um verdadeiro pé no saco. Ou um verdadeiro qüiproquó.
Conheço algumas pessoas que têm esse discurso. Eles dizem que são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/destro-ou-canhoto/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p>Uma tremenda babaquice é esse negócio de Direita e Esquerda, em se tratando de visão política.</p>
<p>Não consigo pensar como pensam a maioria dos partidários políticos, ou partidários da política. Esse negócio de Direita e Esquerda é um verdadeiro pé no saco. Ou um verdadeiro qüiproquó.</p>
<p>Conheço algumas pessoas que têm esse discurso. Eles dizem que são de esquerda, usam camisa do Che Guevara, sandálias de renda e fumam Maconha(alguns). Pois bem!!!</p>
<p>Che Guevara, segundo consta no livro Guia politicamente incorreto da América Latina, odiava artistas, drogas e era categoricamente Homofóbico. Se Che fosse vivo, ou se analisarmos seu discurso e suas atitudes, elas são dignas de um sujeito ativo da direita. Mas os sujeitos com viés direitista que conheço, não são adeptos do Che Guevara. Ô loco meu!!</p>
<p>Os esquerdistas, com seus discursos fortes e veementes, são tão e às vezes mais radicais que os direitistas. Ora, como um sujeito acusa um de ser radical sendo tão radical como o outro. Que P&#8230;</p>
<p>Não entendo nada mesmo.</p>
<p>Um amigo meu se diz da esquerda. Camisa do Che, barba, já foi bicho-grilo, odeia as autoridades, odeia tudo, resumindo. Porém, ele esquece que odiando todo mundo como ele&#8230; Está agindo da mesma forma como agem àqueles a quem ele odeia (direitistas, Bolsonaros e tal). Como é que a gente, leigos que somos, iremos nos posicionar?</p>
<p>Destro ou canhoto? Com qual mão escrever?</p>
<p>Eu tenho um modo peculiar (ou não) de pensar. Simplesmente não sou radical. Não confio em nenhuma ideologia, ainda mais em se tratando de coisas políticas, onde o interesse próprio está acima de qualquer coisa. Tudo tem o lado legal e o ilegal (ou imoral).</p>
<p>O que de fato me incomoda são os discursos antiquados que vemos espalhados por aí. Aquele monte de gente se achando hippie e falando as mesmas coisas que falavam há 30 anos (estudantes da USP, por exemplo), ou àqueles que falam sobre o perigo da esquerda, dos vermelhos, comunistas, e blábláblá. Isso acabou!</p>
<p>Não tem mais vermelho e não tem mais verde. O inimigo agora é outro.</p>
<p>Ah! Outro detalhe: PT e PSDB é a mesma merda.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/df7S-0Z3u8c" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/destro-ou-canhoto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/destro-ou-canhoto/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Você ama o dinheiro?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/Wp03AURF8H0/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/voce-ama-o-dinheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 23:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversas de Bar]]></category>
		<category><![CDATA[A Revolta de Atlas]]></category>
		<category><![CDATA[Ayn Rand]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco d'Anconia]]></category>
		<category><![CDATA[Quem é o John Galt]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=807</guid>
		<description><![CDATA[Estou lendo um livro chamado &#8220;A Revolta de Atlas&#8221; ou &#8220;Quem é o John Galt&#8221;.
Achei ele quando me perdi em textos na internet. Li milhares de coisas sobre ele ser o &#8220;livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia&#8221; e mais um montão de coisas. O livro foi escrito por Ayn Rand (que tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/voce-ama-o-dinheiro/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p>Estou lendo um livro chamado &#8220;A Revolta de Atlas&#8221; ou &#8220;Quem é o John Galt&#8221;.<br />
Achei ele quando me perdi em textos na internet. Li milhares de coisas sobre ele ser o <strong><em>&#8220;livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia&#8221;</em></strong> e mais um montão de coisas. O livro foi escrito por Ayn Rand (que tinha como filosofia o individualismo e o liberalismo econômico) em 1957 e lançado aqui no Brasil na década de 80 em 3 livros. Outro dia escutei no programa Fim de Expediente da CBN um economista indicando ele como um dos livros essências pra todos lerem. Realmente é tudo isso. Me impressionei com a visão do trabalho e do comércio retratada no livro. Ainda não terminei de ler, mas ontem passei a madrugada colado nas páginas, pelo que até agora parece ser o ponto alto da história. Entre várias tramas, um texto, não, na verdade um discurso de um personagem (Francisco d&#8217;Anconia) sobre o dinheiro merece destaque. Você acha que o dinheiro é o mau do mundo? Que corrompe? Você não ama o dinheiro? Então separe um pouco do seu tempo livre e leia o texto abaixo <strong>(sei que é enorme, mas vale a pena! No final você vai sentir vergonha da sua preguiça inicial)</strong>.</p>
<p>-Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? Ele é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que recorrem às lágrimas para pedir produtos, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível por intermédio dos homens que produzem. É isso que o senhor considera mau? Quem aceita dinheiro como pagamento por seu esforço só o faz por saber que ele será trocado pelo produto do esforço de outrem. Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão de que você precisa para sobreviver. Aqueles pedaços de papel, que deveriam ser ouro, são penhores de honra, e é por meio deles você se apropria da energia dos homens que produzem. A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo ao seu redor existam homens que não traem aquele princípio moral que é a origem do dinheiro. É isso que o senhor considera mau?</p>
<p>Ninguém respondeu.</p>
<p>-Já procurou a origem da produção? Olhe para um gerador de eletricidade e ouse dizer que ele foi criado pelo esforço muscular de criaturas irracionais. Tente plantar um grão de trigo sem os conhecimentos que lhe foram legados pelos homens que foram os primeiros a fazer isso. Tente obter alimentos usando apenas movimentos físicos e descobrirá que a mente do homem é a origem de todos os produtos e de toda a riqueza que já houve na terra. Mas o senhor diz que o dinheiro é feito pelos fortes em detrimento dos fracos? A que força se refere? Não à força das armas nem à dos músculos. A riqueza é produto da capacidade humana de pensar. Então a riqueza é feita pelo homem que inventa um motor em detrimento daqueles que não o inventaram? O dinheiro é feito pela inteligência em detrimento dos estúpidos? Pelos capazes em detrimento dos incompetentes? Pelos ambiciosos em detrimento dos preguiçosos? O dinheiro é feito – antes de poder ser embolsado pelos pidões e pelos saqueadores – pelo esforço honesto de todo homem honesto, cada um na medida de suas capacidades. O homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz. Comerciar por meio do dinheiro é o código dos homens de boa vontade. O dinheiro se baseia no axioma de que todo homem é proprietário de sua mente e de seu trabalho. O dinheiro não permite que nenhum poder prescreva o valor do seu trabalho, senão a escolha voluntária do homem que está disposto a trocar com você o trabalho dele. O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e do seu trabalho aquilo que esses produtos e esse trabalho valem para os homens que os adquirem, nada mais que isso. O dinheiro só permite os negócios em que há benefício mútuo segundo o juízo das partes voluntárias. O dinheiro exige o reconhecimento de que os homens precisam trabalhar em benefício próprio, não em detrimento de si próprios. Para lucrar, não para perder. De que os homens não são bestas de carga, que não nascem para arcar com o ônus da miséria. De que é preciso lhes oferecer valores, não dores. De que o vínculo comum entre os homens não é a troca de sofrimento, mas a troca de bens. O dinheiro exige que o senhor venda não a sua fraqueza à estupidez humana, mas o seu talento à razão humana. Exige que compre não o pior que os outros oferecem, mas o melhor que ele pode comprar. E, quando os homens vivem do comércio – com a razão e não à força, como árbitro ao qual não se pode mais apelar –, é o melhor produto que sai vencendo, o melhor desempenho, o homem de melhor juízo e maior capacidade – e o grau da produtividade de um homem é o grau de sua recompensa. Este é o código da existência, cujos instrumento e símbolo são o dinheiro. É isto que o senhor considera mau?</p>
<p>Todos continuaram em silêncio.</p>
<p>-Mas o dinheiro é só um instrumento. Ele pode levá-lo aonde o senhor quiser, mas não pode substituir o motorista do carro. Ele lhe dá meios de satisfazer seus desejos, mas não lhe cria desejos. O dinheiro é o flagelo dos homens que tentam inverter a lei da causalidade – aqueles que tentam substituir a mente pelo sequestro dos produtos da mente. O dinheiro não compra felicidade para o homem que não sabe o que quer; não lhe dá um código de valores se ele não tem conhecimento a respeito de valores, e não lhe dá um objetivo, se ele não escolhe uma meta. O dinheiro não compra inteligênciadestrói. Mas o senhor diz que o dinheiro o corrompeu. Foi mesmo? Ou foi o herdeiro que corrompeu seu dinheiro? Não inveje um herdeiro que não vale nada: a riqueza dele não é sua, e o senhor não teria tirado melhor proveito dela. Não pense que ela deveria ser distribuída &#8211; criar cinquenta parasitas em lugar de um só não reaviva a virtude morta que criou a fortuna. O dinheiro é um poder vivo que morre quando se afasta de sua origem. O dinheiro não serve à mente que não está a sua altura. É por isso que o senhor o considera mau?</p>
<p>Antes que alguém pudesse responder, Francisco prosseguiu:</p>
<p>-O dinheiro é o seu meio de sobrevivência. O veredicto que o senhor dá à fonte de seu sustento é o veredicto que dá à sua própria vida. Se a fonte é corrupta, o senhor condena sua própria existência. O seu dinheiro provém da fraude? Da exploração dos vícios e da estupidez humanos? O senhor o obteve servindo aos insensatos, na esperança de que eles lhe dessem mais do que sua capacidade merece? Baixando seus padrões de exigência? Fazendo um trabalho que o senhor despreza para compradores que não respeita? Nesse caso, o seu dinheiro não lhe dará um momento sequer de felicidade. Todas as coisas que adquirir serão não um tributo ao senhor, mas uma acusação; não uma realização, mas um momento de vergonha. Então o senhor dirá que o dinheiro é mau. Mau porque ele não substitui seu amor-próprio? Mau porque não permite que o senhor aproveite e goze sua depravação? É esse o motivo de seu ódio ao dinheiro? O dinheiro será sempre um efeito, e nada jamais o substituirá na posição de causa. O dinheiro é produto da virtude, mas não dá virtude nem redime vícios. Ele não lhe dá o que o senhor não merece, nem em termos materiais nem em termos espirituais. É esse o motivo de seu ódio ao dinheiro? Ou será que o senhor disse que é o amor ao dinheiro que é a origem de todo o mal? Amar uma coisa é conhecer e amar a sua natureza. Amar o dinheiro é conhecer e amar o fato de que ele é criado pela melhor força que há dentro do senhor, sua chave-mestra que lhe permite trocar o seu esforço pelo dos melhores homens que há. O homem que venderia a própria alma por um tostão é o que mais alto brada que odeia o dinheiro – e ele tem bons motivos para odiá-lo. Os que amam o dinheiro estão dispostos a trabalhar para ganhá-lo. Eles sabem que são capazes de merecê-lo. Eis uma boa pista para saber o caráter dos homens: aquele que amaldiçoa o dinheiro o obtém de modo desonroso; aquele que o respeita o ganha honestamente. Fuja do homem que diz que o dinheiro é mau. Essa afirmativa é o estigma que identifica o saqueador, assim como o sino indicava o leproso. Enquanto os homens viverem juntos na terra e precisarem de um meio para negociar, se abandonarem o dinheiro, o único substituto que encontrarão será o cano do fuzil.<br />
Atônitos, os convidados olhavam fixamente para Francisco.</p>
<p>- O dinheiro exige do senhor as mais elevadas virtudes, se quer ganhá-lo ou conservá-lo. Os homens que não têm coragem, orgulho nem amor-próprio, que não têm convicção moral de que merecem o dinheiro que têm e não estão dispostos a defendê-lo como defendem suas próprias vidas, os homens que pedem desculpas por serem ricos – esses não vão permanecer ricos por muito tempo. São presa fácil para os enxames de saqueadores que vivem debaixo das pedras durante séculos, mas que saem do esconderijo assim que farejam um homem que pede perdão pelo crime de possuir riquezas. Rapidamente eles vão livrá-lo dessa culpa. Então o senhor verá a ascensão daqueles que vivem uma vida dupla, que vivem da força, mas dependem dos que vivem do comércio para criar o valor do dinheiro que eles saqueiam. Esses homens vivem pegando carona com a virtude. Numa sociedade em que há moral, eles são os criminosos, e as leis são feitas para proteger os cidadãos contra eles. Mas, quando uma sociedade cria uma categoria de criminosos legítimos e saqueadores legais – homens que usam a força para se apossar da riqueza de vítimas desarmadas – então o dinheiro se transforma no vingador daqueles que o criaram. Tais saqueadores acham que não há perigo em roubar homens indefesos, depois que aprovam uma lei que os desarme. Mas o produto de seu saque acaba atraindo outros saqueadores, que os saqueiam como eles fizeram com os homens desarmados. E assim a coisa continua, vencendo sempre não o que produz mais, mas aquele que é mais implacável em sua brutalidade. Quando o padrão é a força, o assassino vence o batedor de carteiras. E então essa sociedade desaparece, em meio a ruínas e matanças. Quer saber se este dia se aproxima? Observe o dinheiro: ele é o barômetro da virtude de uma sociedade. Quando há comércio não por consentimento, mas por compulsão, quando para produzir é necessário pedir permissão a homens que nada produzem – quando o dinheiro flui para aqueles que não vendem produtos, mas têm influência –, quando os homens enriquecem mais pelo suborno e favores do que pelo trabalho, e as leis não protegem quem produz de quem rouba, mas quem rouba de quem produz – quando a corrupção é recompensada e a honestidade vira um sacrifício –, pode ter certeza de que a sociedade está condenada. O dinheiro é um meio de troca tão nobre que não entra em competição com as armas e não faz concessões à brutalidade. Ele não permite que um país sobreviva se metade é propriedade, metade é produto de saques. Sempre que surgem destruidores, a primeira coisa que destroem é o dinheiro, pois ele protege os homens e constitui a base da existência moral. Os destruidores se apossam do ouro e deixam em troca uma pilha de papel falso. Isto destrói todos os padrões objetivos e põe os homens nas mãos de um determinador arbitrário de valores. O dinheiro era um valor objetivo, equivalente à riqueza produzida. O papel é uma hipoteca sobre riquezas inexistentes, sustentado por uma arma apontada para aqueles que têm de produzi-las. O papel é um cheque emitido por saqueadores legais sobre uma conta que não é deles: a virtude de suas vítimas. Cuidado que um dia o cheque é devolvido, com o carimbo &#8220;sem fundos&#8221;.</p>
<p>Francisco encarou os convidados e continuou:</p>
<p>-Se o senhor faz do mal um meio de sobrevivência, não é de esperar que os homens permaneçam bons. Não é de esperar que eles continuem a seguir a moral e sacrifiquem suas vidas para proveito dos imorais. Não é de esperar que eles produzam, quando a produção é punida e o saque é recompensado. Não pergunte quem está destruindo o mundo: é o senhor. O senhor vive no meio das maiores realizações da civilização mais produtiva do mundo e não sabe por que ela está ruindo a olhos vistos, enquanto amaldiçoa o sangue que corre pelas veias dela: o dinheiro. O senhor encara o dinheiro como os selvagens o faziam, e não sabe por que a selva está brotando nos arredores das cidades. Em toda a história, o dinheiro sempre foi roubado por saqueadores de diversos tipos, com nomes diferentes, mas cujo método sempre foi o mesmo: tomá-lo à força e manter os produtores de mãos atadas, rebaixados, difamados, desonrados. Essa afirmativa de que o dinheiro é a origem do mal, que o senhor pronuncia com tanta convicção, vem do tempo em que a riqueza era produto do trabalho escravo – e os escravos repetiam os movimentos que foram descobertos pela inteligência de alguém e durante séculos não foram aperfeiçoados. Enquanto a produção era governada pela força, e a riqueza era obtida pela conquista, não havia muito que conquistar. No entanto, no decorrer de séculos de estagnação e fome, os homens exaltavam os saqueadores, como aristocratas da espada, aristocratas de estirpe, aristocratas da tribuna, e desprezavam os produtores, como escravos, mercadores, lojistas&#8230; industriais. Para a glória da humanidade, houve, pela primeira e única vez na história, uma nação de dinheiro – e não conheço elogio maior aos Estados Unidos do que esse, pois ele significa um país de razão, justiça, liberdade, produção, realização. Pela primeira vez, a mente humana e o dinheiro foram libertados, e não havia fortunas adquiridas pela conquista, mas só pelo trabalho, e em vez de homens da espada e escravos, surgiu o verdadeiro criador da riqueza, o maior trabalhador, o tipo mais elevado de ser humano – o self-made man –, o industrial americano. Se me perguntarem qual a maior distinção dos americanos, eu escolheria – porque ela contém todas as outras – o fato de que foram eles que criaram a expressão “fazer dinheiro”. Nenhuma outra língua, nenhum outro povo jamais usara estas palavras antes, e sim “ganhar dinheiro”. Antes, os homens sempre encaravam a riqueza como uma quantidade estática, a ser tomada, pedida, herdada, repartida, saqueada ou obtida como favor. Os americanos foram os primeiros a compreender que a riqueza tem que ser criada. A expressão &#8220;fazer dinheiro&#8221; resume a essência da moralidade humana, porém foi justamente por causa dessa expressão que os americanos eram criticados pelas culturas apodrecidas dos continentes de saqueadores.O ideário dos saqueadores fez com que pessoas como o senhor passassem a encarar suas maiores realizações como um estigma vergonhoso, sua prosperidade como culpa, seus maiores filhos, os industriais, como vilões, suas magníficas fábricas como produto e propriedade do trabalho muscular, o trabalho de escravos movidos a açoites, como na construção das pirâmides do Egito. As mentes apodrecidas que afirmam não ver diferença entre o poder do dólar e o poder do açoite merecem aprender a diferença na sua própria pele, que, creio eu, é o que vai acabar acontecendo. Enquanto pessoas como o senhor não descobrirem que o dinheiro é a origem de todo o bem, estarão caminhando para sua própria destruição. Quando o dinheiro deixa de ser o instrumento por meio do qual os homens lidam uns com os outros, então os homens se tornam os instrumentos dos homens. Sangue, açoites, armas – ou dólares. Façam sua escolha, o tempo está esgotando.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/Wp03AURF8H0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/voce-ama-o-dinheiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/voce-ama-o-dinheiro/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>De novo só o ano?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/4RTBwc_GsPg/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/de-novo-so-o-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 21:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cap. Spoiler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversas de Bar]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=804</guid>
		<description><![CDATA[Antes de qualquer coisa, não quero que você pense que sou antiquado, conservador e com alma de velho. Mas o que vou falar a seguir é o relato de um cara que bebeu e que preferiu ficar sóbrio.
Quando tinha meus 18/19 anos ficava andando pra lá e pra cá na orla da praia cumprimentando todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/de-novo-so-o-ano/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p>Antes de qualquer coisa, não quero que você pense que sou antiquado, conservador e com alma de velho. Mas o que vou falar a seguir é o relato de um cara que bebeu e que preferiu ficar sóbrio.</p>
<p>Quando tinha meus 18/19 anos ficava andando pra lá e pra cá na orla da praia cumprimentando todo mundo que conhecia e no fim parava entre o Joinville e o Moby para a concentração, com direito a muita bebida. Neste ano vi a queima de fogos e depois – de baixo de muita chuva – fui até o local onde costumava ir à minha adolescência.</p>
<p>Depois de encontrar algumas pessoas queridas, bebi “bons drink” e fiquei pelo local que estava lotado por uma nova geração. Essa geração ocupou o lugar da minha, só que agora eles estavam muito mais intensos, mais bêbados, mais petulantes e mais loucos. Isso fez com que eu chegasse na seguinte conclusão: Só o ano é novo, mas as pessoas continuam as mesmas.</p>
<p>No meio de um pileque resolvi ficar sóbrio – apesar de não estar -, e observar a minha geração ao lado da nova. Não tinha muita diferença. Muita maconha, bebida, meninas chorando, pessoas beijando qualquer pessoa que passava etc. Me bateu uma sensação de que as pessoas talvez não se modifiquem, que fazem votos para o outro ano, dizem que vão ser melhores, mas na verdade continuam iguais. Não que eu repreenda estes atos, acredito que cada um é livre para fazer aquilo que quer, mas para se perder na liberdade é muito mais simples e muito mais rápido.</p>
<p>Quase no final da noite a Polícia Militar estava fazendo o seu trabalho de evacuar a rua para que algumas pessoas bêbadas inconseqüentes não se machucassem, e as cenas que vi foi um lamento. Perto de mim um rapaz jogou uma garrafa na polícia – onde alguns eram educados outros não -, e aí o bicho pegou. Foi gente apanhando, pessoas brigando com a polícia, meninas apartando a confusão e pessoas completamente descontroladas sem entender que estavam erradas. Sei que tudo tem dois lados, mas naquela hora eu vi os dois lados. Foi um festival de coisas boçais e que fez perder todo o sentindo do ano novo – que pra mim é festa, alegria, comemoração etc.</p>
<p>Este ano eu elevei meus pensamentos e minhas energias para coisas boas para mim. Acredito que não sejamos perfeitos e nem quero me transformar em um Gandhi, mas acho que devemos rever sempre nossos pensamentos, nossas metas, nossa personalidade e tentar ser uma pessoa melhor. Não ter medo de mudar de opinião e se modificar é pertencer ao mundo.</p>
<p>O ano mudou e você mudou?</p>
<p>Feliz Ano Novo!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/4RTBwc_GsPg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/de-novo-so-o-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/de-novo-so-o-ano/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>2012 desigual</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/dosedeinspiracao/~3/LYddeR1A2OY/</link>
		<comments>http://www.dosedeinspiracao.com.br/2012-desigual/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tumitinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversas de Bar]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[desigual]]></category>
		<category><![CDATA[diferente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dosedeinspiracao.com.br/?p=797</guid>
		<description><![CDATA[Que 2012 seja igual e você seja diferente.
Que você seja preto, branco, pardo e amarelo. Escute Rock, Samba, Reggae e até Funk. Veja Woody Allen, Fernando Meirelles e quem sabe um Michael Bay. Vista quadriculado, florido, listrado ou nada. Siga em frente e pare. Vire e volte. Comece e não termine. Escreva e apague. Seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><iframe src='http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.dosedeinspiracao.com.br/2012-desigual/&amp;layout=default&amp;show_faces=false&amp;width=400&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;send=false' scrolling='no' frameborder='0' allowTransparency='true' style='border:none; overflow:hidden; width:400px;'></iframe></div><p>Que 2012 seja igual e você seja diferente.<br />
Que você seja preto, branco, pardo e amarelo. Escute Rock, Samba, Reggae e até Funk. Veja Woody Allen, Fernando Meirelles e quem sabe um Michael Bay. Vista quadriculado, florido, listrado ou nada. Siga em frente e pare. Vire e volte. Comece e não termine. Escreva e apague. Seja o prisioneiro e o que prende. 2012 de rótulos. Brahma, Skol e até Kaiser. Leia Crime e Castigo e Crepúsculo. Seja nostálgico e inovador. Genial e comum. Simples e um pouco complicado. Seja diferente de você mesmo.<br />
E ser diferente será a única coisa que teremos em comum.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/dosedeinspiracao/~4/LYddeR1A2OY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dosedeinspiracao.com.br/2012-desigual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.dosedeinspiracao.com.br/2012-desigual/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss>

