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	<title>De Repente</title>
	
	<link>http://derepente.com.br</link>
	<description>Como a cultura digital e a tecnologia modificam pessoas – e o Jornalismo</description>
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		<title>De repente, um novo integrante</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/05/23/de-repente-um-novo-integrante/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 12:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[recado]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 2005 &#8211; quando encaminhava ao meu segundo ano de Jornalismo &#8211; não pensava em criar um ambiente virtual com muitas modificações, autores e/ou estrutura de um projeto que pretendia apenas alçar pessoas do mesmo interesse – como já dizia &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/05/23/de-repente-um-novo-integrante/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2005 &#8211; quando encaminhava ao meu segundo ano de Jornalismo &#8211; não pensava em criar um ambiente virtual com muitas modificações, autores e/ou estrutura de um projeto que pretendia apenas alçar pessoas do mesmo interesse – como já dizia <a href="http://www.fastcompany.com/1813390/facebook-ipo-s-1-mark-zuckerberg-letter-to-shareholders" target="_blank">Mark Zuckerberg</a>. Mas, como um foguete, o blog chegou à infância com seus sete anos, já engatinha de maneira independente e requer, às vezes, um novo combustível. Desde segunda-feira, portanto, o De Repente conta com mais uma figura em potencial do jornalismo: <a href="https://twitter.com/#!/todearaujo" target="_blank">Thiago Araújo</a>, um dos novos profissionais que vão cuidar de Mídia Social da Editora Abril. Um antigo leitor – segundo o próprio – que vai compartilhar, a partir desta semana, projetos e práticas relacionadas à cultura digital.</p>
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		<title>Novo Facebook a seus usuários</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 12:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[104 bilhões]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, o Facebook deu o passo mais importante de sua história, desde sua criação, em fevereiro de 2004, ao estrear no mercado financeiro com a maior oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) na Nasdaq, a Bolsa &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/05/18/novo-facebook-a-seus-usuarios/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/facebook-ipo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3511" title="facebook-ipo" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/05/facebook-ipo.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Nesta sexta-feira, o Facebook deu o passo mais importante de sua história, desde sua criação, em fevereiro de 2004, ao estrear no mercado financeiro com a <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-faz-maior-ipo-de-tecnologia-da-historia" target="_blank"><strong>maior oferta pública de ações</strong></a> (IPO, na sigla em inglês) na Nasdaq, a Bolsa do setor de tecnologia. Ao arrecadar cerca de 16 bilhões de dólares, a empresa teve seu valor de mercado elevado para <a href="http://www.bloomberg.com/news/2012-05-17/facebook-raises-16-billion-in-biggest-technology-ipo-on-record.html" target="_blank">104 bilhões</a>. Agora, a rede social criada para deixar o mundo mais aberto e conectado, utilizada hoje por quase um bilhão de pessoas em todo o planeta, não será a mesma: investidores vão exigir evolução constante e a rede social terá de atender às altas expectativas para mantê-los satisfeitos. Oportunidades de crescimento não faltam.</p>
<p><span id="more-3510"></span></p>
<p>Há alguns meses, a maior rede social do mundo conheceu – de maneira tardia &#8211; um filão nada desprezível: o mundo móvel, afinal, preveem dez entre dez estudos, é para lá que migram a internet e os usuários. Em março, o site revelou que quase 50% da base de cadastrados na rede (<a href="http://www.zdnet.com/blog/facebook/facebook-has-over-901-million-users-over-488-million-mobile-users/12105" target="_blank">488 milhões de usuários</a>) acessaram o Facebook a partir de um dispositivo móvel. Ao saber desta cifra, a empresa tratou de rechear seu serviço de anúncios. Hoje, um bloco de publicidade com quatro seções é exibido na página dedicada aos dispositivos móveis. Resultado: uma nova fonte de receita à Zuckerberg e sua equipe.</p>
<p>Apesar do vultoso resultado, o FB carece de inovações para aperfeiçoar a experiência do maior interessado no jogo, o consumidor final. Usuários dos aplicativos disponíveis para os dispositivos móveis de Apple (<a href="http://www.ipadforums.net/ipad-2-forum/66966-ipad-2-facebook-problems.html" target="_blank">iPad</a> e <a href="http://www.phonesreview.co.uk/2012/02/02/facebook-problems-on-iphone-4s-down-time/" target="_blank">iPhone</a>) reclamam constantemente da lentidão do serviço, além do consumo, em excesso, da bateria. Sabendo das fragilidades – e do crescimento do acesso móvel à rede -, Zuckerberg tratou de se movimentar: além de gastar <a href="http://derepente.com.br/2012/04/10/com-instagram-facebook-agrega-inteligencia-para-o-mundo-movel/" target="_blank"><strong>um bilhão de dólares para adquirir o Instagram</strong></a>, o jovem CEO contratou, na última terça-feira, os criadores do <a href="http://www.gizmodo.com.br/facebook-adquire-lightbox-para-melhorar-a-experiencia-movel-em-seus-apps/" target="_blank">Lightbox</a>, aplicativo de fotos para smartphones com sistema Android. A iniciativa, aqui, é evidente: agregar inteligência móvel, até então inexistente, à sua empresa.</p>
<p>Outra estratégia que não merece ser ignorada é a possível criação de seu <a href="http://derepente.com.br/2010/11/08/facebook-nao-quer-ser-apenas-uma-rede-social/" target="_blank"><strong>próprio smartphone</strong></a>, alimentada constantemente por rumores provenientes da indústria de tecnologia. A hipótese que mais desperta expectativa é uma integração intensa com o Skype, principal serviço de telefonia via internet que, desde julho, possui uma parceria de vídeochamadas com a rede social.</p>
<p>A vantagem é: com um celular próprio, o usuário recorreria facilmente à agenda de contatos do Facebook, uma medida prática que certamente agradaria a muita gente. Para usá-lo ainda mais, o empresa forneceria a seus cadastrados facilidades para usar o Instagram, aplicativo de personalização de fotos, ampliando assim o título de maior repositório de imagens do planeta mais de <a href="http://www.sec.gov/Archives/edgar/data/1326801/000119312512175673/d287954ds1a.htm" target="_blank">300 milhões de conteúdos</a> publicados diariamente.</p>
<p>A cereja que Zuckerberg apresentaria a seus consumidores está no recurso de geolocalização. Ao contratar os principais executivos e funcionários do Gowalla – <strong><a href="http://derepente.com.br/2010/07/27/os-efeitos-de-uma-possivel-negociacao-entre-buscadores-e-foursquare/" target="_blank">maior rival do Foursquare</a></strong> no segmento – a rede social acrescenta um incremento importante: sua localização geográfica; dar a chance aos usuários de fazer isso a partir de um celular, um dispositivo móvel por excelência – e com seu próprio nome -, pode ser um passo lógico. Os ingredientes estão na rede. Falta saber agora o que Zuckerberg vai preparar a seus clientes. Os investidores estão de olho.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2012/04/04/por-que-o-facebook-estuda-aprimorar-seu-sistema-de-buscas/" target="_blank"><strong>Por que o Facebook estuda aprimorar seu sistema de buscas</strong></a></p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/crashmedios/7112959861/sizes/z/in/photostream/" target="_blank">CrashMedios</a>.</p>
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		<title>A tecnologia – e suas plataformas – podem ajudar o Jornalismo</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/05/02/como-a-tecnologia-e-suas-plataformas-podem-ajudar-o-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 13:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comunique-se]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Conforme prometido, abaixo a discussão que promovi durante o 1º Seminário de Redes Sociais do Comunique-se, realizado na última quinta-feira no bairro de Jardins, em São Paulo. Na ocasião, além da minha participação, o evento contou com a presença de &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/05/02/como-a-tecnologia-e-suas-plataformas-podem-ajudar-o-jornalismo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme prometido, abaixo a discussão que promovi durante o 1º Seminário de Redes Sociais do Comunique-se, realizado na última quinta-feira no bairro de Jardins, em São Paulo. Na ocasião, além da minha participação, o evento contou com a presença de amigos, como os jornalistas <a href="http://webmanario.com/" target="_blank">Alec Duarte</a> e <a href="http://marmota.org/quem/" target="_blank">André Rosa</a>, além de Ricardo Sangion (Facebook) e Felix Ximenes (Google).</p>
<p><span id="more-3503"></span></p>
<p>Confira também outras <a href="http://www.slideshare.net/rafaelsbarai" target="_blank"><strong>palestras ministradas</strong></a> &#8211; e caso queira entrar em <a href="http://derepente.com.br/palestras-e-mundo-academico/" target="_blank"><strong>contato</strong></a>, fique à vontade:</p>
<div id="__ss_12761211" style="width: 640px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/12761211" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="640" height="455"></iframe></p>
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		<title>Minha participação no 1º seminário de Redes do C-se</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/04/25/minha-participacao-no-1o-seminario-de-redes-do-c-se/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 15:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, participo do 1º Seminário de Redes Sociais do site Comunique-se, que será realizado em um hotel no bairro Jardins, em São Paulo. Na ocasião, falarei sobre a participação do Jornalismo em outras plataformas, além da importância – cada &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/04/25/minha-participacao-no-1o-seminario-de-redes-do-c-se/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, participo do <a href="http://layout.comunique-se.com.br/redes-sociais/index.html" target="_blank">1º Seminário de Redes Sociais do site Comunique-se</a>, que será realizado em um hotel no bairro Jardins, em São Paulo. Na ocasião, falarei sobre a participação do Jornalismo em outras plataformas, além da importância – cada vez maior – da tecnologia na profissão, tema que, por sinal, foi debatido pelo articulista <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/39135-midia-se-equipara-a-empresa-de-tecnologia.shtml" target="_blank">Nelson de Sá na edição impressa da Folha de S. Paulo</a> nesta quarta-feira (só para assinantes).</p>
<p>Além das discussões que trarei ao evento &#8211; outras palestras ministradas podem ser vistas no <a href="http://www.slideshare.net/rafaelsbarai" target="_blank">Slideshare</a> -, participam amigos como os jornalistas <a href="http://webmanario.com/" target="_blank">Alec Duarte</a> e <a href="http://marmota.org/quem/" target="_blank">André Rosa</a>, além de Ricardo Sangion (Facebook) e Felix Ximenes (Google). Infelizmente, o evento não será gratuito, mas disponibilizarei o conteúdo no blog.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google+ se descola do Diaspora</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/04/13/google-se-descola-do-diaspora/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 19:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Diaspora]]></category>
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		<category><![CDATA[rede social]]></category>

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		<description><![CDATA[Dias após o Facebook anunciar a compra, por 1 bilhão de dólares, do híbrido de aplicativo e rede social Instagram, o rival Google+ tratou de apresentar a seus usuários a nova interface do serviço. É a primeira grande reforma visual &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/04/13/google-se-descola-do-diaspora/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3489" title="Novo-visual-Googleplus" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Novo-visual-Googleplus.jpg" alt="" width="620" height="714" /></p>
<p>Dias após o Facebook <a href="http://techcrunch.com/2012/04/09/facebook-to-acquire-instagram-for-1-billion/" target="_blank">anunciar a compra</a>, por 1 bilhão de dólares, do híbrido de aplicativo e rede social Instagram, o rival <a href="http://derepente.com.br/2011/07/01/google-tem-boas-ideias-mas-nao-convence-falta-o-plus-ao-usuario/" target="_blank"><strong>Google+</strong></a> tratou de apresentar a seus usuários a nova interface do serviço. É a primeira grande reforma visual desde seu lançamento, em junho de 2011, de um produto que recebe cada vez mais atenção dentro da gigante de buscas. Trata-se, sobretudo, de uma aposta correta ao escolher um visual que se adapta facilmente em navegadores de dispositivos móveis com telas sensíveis ao toque.</p>
<p><span id="more-3488"></span></p>
<p>Entre as modificações já disponíveis a uma parcela de usuários – que já somam <a href="http://www.telegraph.co.uk/technology/google/9199420/Google-claims-170-million-users-as-it-revamps-Google-to-ape-Facebook.html" target="_blank">170 milhões de perfis</a>, segundo o Google –, destaque para a faixa dinâmica disponível à esquerda da tela, que permite arrastar ou remover recursos (fotos, círculos, página do usuário, entre outros) e rearranjá-los na ordem desejada pelo usuário. Note, na imagem acima, que os ícones estão totalmente adaptados ao toque de um dedo na tela. O Google, portanto, acerta ao recriar um produto que é concebido para se adaptar a todas as plataformas de distribuição – smartphones, tablets e computadores.</p>
<p>Outra funcionalidade que ganhou mais destaque na ferramenta é o Hangout, espécie de chat em vídeo, que permite a conversa de até dez amigos. Agora, o produto ganhou uma página específica, que reúne todas as videoconferências realizadas por seus usuários.</p>
<p>A seção lateral à direita da página é dedicada a uma nova coluna, com todos os contatos do Gtalk, serviço de mensagens instantâneas da companhia. Seu uso, aqui, é semelhante ao do concorrente Facebook. Além disso, a empresa demonstrou preocupação com o crescimento de imagens postadas por usuários e tratou de ampliar as dimensões das fotos a serem exibidas. A iniciativa, neste caso, é deixar o Google+ mais “visual”.</p>
<p>Com a reforma, o Google+ se descola definitivamente do visual <a href="http://www.gizmag.com/diaspora-google-plus-resemblance/20638/" target="_blank">Diaspora</a>, concebido como uma alternativa ao Facebook, mas que, até hoje, não prosperou. Assim Vic Gundotra, vice-presidente sênior do Google e pai do Google+, definiu as mudanças. &#8220;Essa versão é mais fácil de ser utilizada e mais atraente, mas o mais importante é que vão no sentido de oferecer um Google+ mais simples e belo.&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A iniciativa dos princípios de design do governo britânico</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/04/11/a-iniciativa-dos-principios-de-design-do-governo-britanico/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 02:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cauã Taborda</dc:creator>
				<category><![CDATA[tendencias]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design Responsivo]]></category>
		<category><![CDATA[Gov.UK]]></category>
		<category><![CDATA[HTML5]]></category>

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		<description><![CDATA[Com nomeação de sua majestade, a rainha, o governo britânico lançou uma cartilha de boas práticas para o design.  A iniciativa, que parte do novo portal beta do governo, pretende não ser uma listagem de práticas ruins, mas um guia &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/04/11/a-iniciativa-dos-principios-de-design-do-governo-britanico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3480 aligncenter" title="Keep Calm" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/4291425726_2a2c5718ee_z.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p>Com nomeação de sua majestade, a rainha, o governo britânico lançou uma cartilha de boas práticas para o design.  A iniciativa, que parte do novo <a title="Gov.UK" href="https://www.gov.uk" target="_blank">portal beta do governo</a>, pretende não ser uma listagem de práticas ruins, mas um guia para processos mais estruturados e com foco na usabilidade e conforto dos usuários.</p>
<p><span id="more-3479"></span></p>
<p>Em fase “alpha”, <a title="Gov.UK Design Principles" href="https://www.gov.uk/designprinciples#first" target="_blank">a cartilha</a> pode sofrer alterações ao longo do tempo, já que os conceitos que regem o design, em especial o design para web, mudam constantemente.</p>
<p><a href="https://www.gov.uk/designprinciples#first"><img class="aligncenter size-full wp-image-3483" title="Gov.UK" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/govuk.jpg" alt="" width="640" height="409" /></a><br />
Usando HTML5 e conceitos como “faça menos”, difundidos por nomes criativos como o de <a href="http://www.maedastudio.com/" target="_blank">John Maeda</a> (As Leis da Simplicidade), a cartilha traz inúmeros exemplos para as etapas iniciais do processo de criação, como mapeamento das necessidades, organização dos dados, contexto, etc.</p>
<p>E o governo se meter no design alheio é algo positivo? Qualquer partilha de conhecimento, em especial algo que agregue valor à produção cultural e melhore a experiência dos usuários é mais que bem-vinda.</p>
<p>Além da interface simples, que privilegia a busca e a navegação confortável para acessar os serviços mais comuns do Estado, o Gov.UK confia em um <a href="http://www.alistapart.com/articles/responsive-web-design" target="_blank">design responsivo</a>, ou seja, que funciona de maneira inteligente em um navegador de notebook, smartphone e tablet.</p>
<p>A resposta imediata para oferecer uma experiência agradável em um smartphone ou tablet seria: construa um aplicativo. A ideia, porém, enfrenta dois pontos cruciais, a dificuldade de se programar para sistemas operacionais diferentes e a pluralidade de dispositivos. Duas linguagens para estruturação de conteúdo na web podem acabar com essas barreiras: HTML5 e CSS3. Com o suporte dessas linguagens, um design responsivo pode ser estruturado. Dessa maneira, a forma do conteúdo não tem o mesmo peso que anteriormente, já que ele será adaptável a cada situação (resoluções de tela, capacidade de banda, entre outros itens).</p>
<p>Por oferecer uma compatibilidade vasta, HTML5 e CSS3 não encontram dificuldades em trabalhar nos dispositivos móveis, como acontece com programas como o Flash, que inclusive teve o desenvolvimento de sua versão móvel abandonado pela Adobe . Para Marcotte, que contribui no &#8220;<a href="http://www.alistapart.com/">A list apart</a>&#8220;, a principal iniciativa do design responsivo é trocar uma grade fixa por uma versão fluida. Sem entrar muito em detalhes técnicos e dos códigos, uma das formas para se realizar esse trabalho é não pensar em larguras como pixels, mas como porcentagem. Isso facilita, por exemplo, o desenho de uma grade que se adeque perfeitamente a diferentes situações.</p>
<p>Além de driblar as dificuldades com diferentes resoluções, um design responsivo permite que o conteúdo seja trabalhado uma única vez e com um desempenho muito maior do que feeds de RSS inseridos em um aplicativo. Outra vantagem, principalmente no uso de HTML5, é a construção de um ambiente praticamente idêntico ao de um aplicativo, mas que por estar hospedado em um domínio web, não precisa passar pelo crivo e aprovação das lojas, nem mesmo a restrições impostas pelos que detêm o controle do sistema operacional.</p>
<p>Também é possível elencar benefícios como o uso de sistemas de métricas próprios para a análise de dados, inserção e controle de anúncios. Além disso, anula-se a necessidade de atualização de versões, como acontece nos aplicativos da forma como os conhecemos hoje.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/gareth1953/">Foto</a></p>
<p>Página do Gov.UK chegou a mim via <a href="http://twitter.com/dosvald">Dani Osvald</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Com Instagram, Facebook agrega inteligência para o ‘mundo móvel’</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/04/10/com-instagram-facebook-agrega-inteligencia-para-o-mundo-movel/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 02:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhão de dólares]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, o Facebook deu mais um passo que mostra que o serviço quer ser mais do que uma rede social. Por 1 bilhão de dólares, o serviço de Mark Zuckerberg arrematou o Instagram, aplicativo para as plataformas móveis iOS &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/04/10/com-instagram-facebook-agrega-inteligencia-para-o-mundo-movel/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-3458" title="7062287013_9d0df6f7b9_z" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/7062287013_9d0df6f7b9_z.jpg" alt="" width="612" height="612" /></p>
<p>Nesta segunda-feira, o Facebook deu mais um passo que mostra que o serviço quer ser mais do que uma rede social. Por 1 bilhão de dólares, o serviço de Mark Zuckerberg <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-compra-instagram-por-1-bilhao-de-dolares" target="_blank">arrematou o Instagram</a>, aplicativo para as plataformas móveis iOS e Android que personaliza fotos. Já fiz um longo comentário em meu <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/facebook/com-instagram-facebook-reforca-estrategia-da-rede-dentro-da-rede/" target="_blank">blog no site de VEJA</a>, que revela dois objetivos que não merecem ser desprezados: a empresa agrega uma inteligência móvel imprescindível na <a href="http://derepente.com.br/2011/07/01/google-tem-boas-ideias-mas-nao-convence-falta-o-plus-ao-usuario/" target="_blank"><strong>batalha virtual contra o Google</strong></a>, além de incentivar engajamento à rede social, uma vez que os usuários do Instagram são fiéis ao serviço. A negociação, contudo, também levanta questões no mínimo auspiciosas.</p>
<p><span id="more-3453"></span></p>
<p>Criado em outubro de 2010 e disponível hoje em nove idiomas, inclusive em português, o Instagram conta com uma base de mais de 30 milhões de usuários cadastrados – cifra que deve subir rapidamente, graças ao recente lançamento da versão do programa para dispositivos com o sistema operacional Android, do Google. Seu habitat, portanto, é o mercado móvel, segmento que o Facebook valoriza cada vez mais – afinal, preveem dez entre dez estudos, é para lá que migram a internet e os usuários: só em 2011, a rede social foi acessada a partir de dispositivos móveis por <a href="http://www.zdnet.com/blog/facebook/facebook-ended-2011-with-432-million-mobile-users/10238" target="_blank">mais de 430 milhões de usuários</a> (51,1% da base de cadastrados). A aquisição, portanto, é um investimento na fidelização da clientela.</p>
<p>Por outro lado, ao comprar o Instagram por uma cifra considerada elevada, Mark Zuckerberg dá excessivo valor ao mercado dos aplicativos – já se comenta novamente em uma <a href="http://www.theatlanticwire.com/technology/2012/04/following-instagram-its-time-accept-social-media-tech-bubble/50912/" target="_blank">nova bolha virtual.</a> O argumento, no caso, é claudicante: cada funcionário do Instagram vale, hoje, 76 milhões de dólares – a empresa conta atualmente com apenas 13 profissionais. Soma-se a isso a ausência de um <a href="http://www.quora.com/What-is-Instagrams-revenue-model" target="_blank">modelo de negócio que faça do produto rentável.</a></p>
<p>Sem entrar no mérito da negociação, o Facebook consegue, mais uma vez, aliar uma valiosa ferramenta a seu espaço virtual – e muita audiência, é claro. Vai oferecer, assim, uma espécie de bônus a anunciantes e a futuros investidores, interessados na <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-caminha-para-maior-ipo-de-tecnologia" target="_blank">abertura de capital da companhia</a>, que se aproxima. Os investidores vão exigir crescimento constante: o Facebook mostra que está de olho nisso. A próxima tática pode ser lançada nos próximos meses: há uma certa expectativa para o incremento de seu <a href="http://derepente.com.br/2012/04/04/por-que-o-facebook-estuda-aprimorar-seu-sistema-de-buscas/" target="_blank"><strong>mecanismo de busca</strong></a> &#8211; um recurso ignorado pela rede &#8211; e até <a href="http://derepente.com.br/2010/11/08/facebook-nao-quer-ser-apenas-uma-rede-social/" target="_blank"><strong>um smartphone</strong></a>.</p>
<p>Foto: <a href="http://farm8.staticflickr.com/7082/7062287013_9d0df6f7b9_t.jpg" target="_blank">Korean Doll</a>.</p>
<p>Posts relacionados<br />
<a href="http://derepente.com.br/2011/06/07/as-redes-sociais-ja-nao-servem-apenas-para-conectar-pessoas/" target="_blank"><strong>As redes sociais já não servem apenas para conectar pessoas</strong></a></p>
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		<title>Por que o Facebook estuda aprimorar seu sistema de buscas</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/04/04/por-que-o-facebook-estuda-aprimorar-seu-sistema-de-buscas/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 19:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[buscas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última semana, a versão digital da publicação americana The Business Week revelou que o Facebook planeja aprimorar seu mecanismo de buscas. O objetivo é estimular os mais de 845 milhões de cadastrados a pesquisar com maior eficiência atualizações de &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/04/04/por-que-o-facebook-estuda-aprimorar-seu-sistema-de-buscas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3421" title="Facebook-busca" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Facebook-busca.jpg" alt="" width="640" height="349" /></p>
<p>Na última semana, a versão digital da publicação americana <a href="http://www.businessweek.com/articles/2012-03-28/facebook-delves-deeper-into-search" target="_blank"><em>The Business Week</em></a> revelou que o Facebook planeja aprimorar seu mecanismo de buscas. O objetivo é estimular os mais de 845 milhões de cadastrados a pesquisar com maior eficiência atualizações de amigos, fotos e vídeos – hoje, uma tarefa nada fácil de realizar na rede social.</p>
<p><span id="more-3412"></span></p>
<p>De acordo com a publicação, mais de 20 desenvolvedores trabalham para apresentar a nova versão da ferramenta. O time é liderado por Lars Rasmussen, ex-engenheiro do Google, conhecido por conceber o Wave,  <a href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/google/wave-tsunami-do-google-virou-marola-e-morreu-na-praia/" target="_blank"><strong>fracassado serviço do gigante de buscas</strong></a> que pretendia unir mensagens instantâneas, e-mail, armazenagem de documentos e recursos de rede social em um pacote integrado. O Wave durou <a href="http://money.cnn.com/2010/08/04/technology/google_wave_rip/index.htm" target="_blank">pouco mais de um ano</a>. Agora, à frente do projeto do Facebook, Rasmussen pode abrir mais um capítulo na batalha virtual entre a rede e o Google.</p>
<p>Hoje, pesquisar na malha virtual é a atividade mais executada por usuários da internet – e, por ora, buscar na web é sinônimo de visitas ao Google. A empresa detém 90% do mercado e só não é líder em poucos países, caso da China, onde o local <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/no-brasil-baidu-tera-grande-desafio-ser-relevante-fora-da-china" target="_blank"><strong>Baidu</strong></a> reina soberano. Para o Facebook, desbravar esse setor é ampliar seu poder sobre consumidores, acenando a futuros investidores (a empresa se prepara para lançar ações na bolsa de valores, vale lembrar) que tem condições reais de gerar (muito) lucro.</p>
<p>Embora a publicidade seja sua maior fonte de receita atualmente, são os usuários – e suas informações – a maior joia da rede de Mark Zuckerberg. Na tentativa de fidelizá-los, o jovem CEO quer evitar que seus usuários deixem a rede social para pesquisar no Google. Para iniciar essa tarefa, o Facebook conta com um aliado de peso, a Microsoft, detentora de 1,6% das ações da rede social. Um dos principais produtos da gigante do software é o buscador Bing, o segundo mais popular no mundo.</p>
<p>A iniciativa da rede, portanto, pode elevar seu mecanismo de buscas ao patamar desejado por seu maior rival: a <a href="http://blogs.wsj.com/digits/2012/01/23/facebook-twitter-call-out-google-on-social-search-results/" target="_blank">busca social</a>. Antes hierarquizados por algoritmos, os resultados de pesquisas passariam a receber influência do compartilhamento proveniente da rede social – estratégia que o Google tenta incorporar desde junho, quando lançou a plataforma Google+. É a fatia preciosa da rede que ainda não tem dono.</p>
<p>Foto: <a href="www.flickr.com/photos/kamilmolendys/5326689081/sizes/z/in/photostream/">Kamilmolendys</a>.</p>
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		<title>De Repente com problemas</title>
		<link>http://derepente.com.br/2012/03/21/ola-mundo/</link>
		<comments>http://derepente.com.br/2012/03/21/ola-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 17:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cauã Taborda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedimos desculpas, mas tivemos um problema grave com nosso servidor. Além de perder todos os nossos dados, também perderam nosso backup por incompetência. Ficaremos dedicados nos próximos dias a recuperar os dados que forem possíveis, além de reativar todas as funções &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2012/03/21/ola-mundo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pedimos desculpas, mas tivemos um problema grave com nosso servidor. Além de perder todos os nossos dados, também perderam nosso backup por incompetência. Ficaremos dedicados nos próximos dias a recuperar os dados que forem possíveis, além de reativar todas as funções que perdemos.</p>
<p>Mais uma vez, pedimos desculpas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google+ tem boas ideias, mas não convence: falta o ‘plus’ ao usuário</title>
		<link>http://derepente.com.br/2011/07/01/google-tem-boas-ideias-mas-nao-convence-falta-o-plus-ao-usuario/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 14:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google apresentou na última terça-feira o Google+, mais novo e ambicioso projeto para desbravar terrenos, digamos, mais sociais. O serviço, projetado para que o usuário compartilhe conteúdos com pessoas específicas – em círculos, no caso – acerta ao reproduzir &#8230; <a href="http://derepente.com.br/2011/07/01/google-tem-boas-ideias-mas-nao-convence-falta-o-plus-ao-usuario/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google apresentou na última terça-feira o Google+, mais novo e ambicioso projeto para desbravar terrenos, digamos, mais sociais. O serviço, projetado para que o usuário compartilhe conteúdos com pessoas específicas – em círculos, no caso – acerta ao reproduzir ideias desenvolvidas em outros serviços populares, como Twitter, Facebook e Skype. Mas a falta de um recurso exclusivo coloca em xeque seu uso. Indefinidamente, não há – por ora – motivos reais para o usuário migrar parte de seu tempo – e conteúdo – ao Google+.</p>
<p>Para provocar gritaria on-line, a gigante de buscas usou da velha estratégia de divulgação de seus novos serviços: escassos convites foram distribuídos, disputados virtualmente a tapas. A ferramenta, que não é descrita pela empresa como uma rede social, propõe uma nova maneira de compartilhamento de conteúdo a partir de recursos já disponíveis no Google, como o Maps e o Chat. A grande aposta da empresa é dar maior relevância a um recurso pouco usado em outros produtos similares no mercado – entenda-se aqui Facebook. A seção Grupos, presente na maior rede social do mundo, possui pouca visibilidade. O Google+ prega privacidade às informações do usuário. Cabe a ele, no caso, escolher o que vai exibir e com quem vai compartilhar o conteúdo em um espaço denominado de círculos (circles, em inglês).</p>
<p>Seu apelo estético é algo sem precedentes na história da empresa: apesar de estar apenas em uma única versão, em inglês, o serviço é belo, totalmente intuitivo e prático. A barra superior fixada à página do usuário, exibida quando estiver em qualquer ferramenta do Google, é outro atrativo: em tempo real, notificações do próprio Google+ aparecem no topo (imagem abaixo), provocando a ideia de que se trata uma rede dinâmica – e recheada de amigos, claro.</p>
<p>Mas nem todas as inovações apresentadas brotaram da cabeça dos desenvolvedores e engenheiros do Google. O projeto acerta ao apresentar recursos de sucesso em empresas de sucesso, como Twitter, Facebook e o próprio Skype, adquirido recentemente pela Microsoft. Não é por acaso que sua função Stream guarda semelhanças com a linha do tempo (timeline) do Twitter – copiada, por sua vez, na atual estrutura do Facebook, chamado de Feed de notícias (lista de atualizações dos amigos). A barra lateral à esquerda, que apresenta os grupos (chamados de Circles), é idêntica a da rede de Zuckerberg. O Hangout, por sua vez, recurso que permite realizar videoconferências com até dez pessoas, é a aposta do Google frente ao modelo pago apresentado no Skype. Talvez aqui seja possível delimitar os rivais do novo projeto da gigante de buscas: Facebook e Microsoft – parceiros em vários projetos, por sinal. O Google+ é a ferramenta mais eficiente e intuitiva para compartilhar documentos e arquivos com diferentes grupos de trabalho.</p>
<p>A lista de problemas, no entanto, é grande. Até o momento, o Google não disponibilizou URL´s customizáveis, artifício que permite ao usuário buscar de forma mais eficiente um usuário na rede. Twitter e Facebook usam deste artifício. A decisão de manter suas API´s fechadas também é outro fator determinante para seu crescimento: uma vez públicas, desenvolvedores independentes poderiam criar serviços úteis atrelados ao Google+. Especula-se que essa característica seja o fato de catapultar o Facebook como maior rede social do planeta. A estratégia permite que o site se renove à medida que mais terceiros criam jogos, enquetes e outras aplicações de interação.</p>
<p>É difícil vaticinar se o novo projeto da gigante de buscas irá arrancar pessoas do Facebook, Twitter ou Orkut. Mas, a isca para pescá-los o Google, por ora, não tem. Falta o ‘plus’ ao Google+.</p>
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