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	<title>De Repente</title>
	
	<link>http://derepente.com.br</link>
	<description>Pitadas de Cultura Web, Jornalismo, Mídia e Colaboração</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2009 12:15:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O fim do The Printed Blog, um impresso com conteúdos web</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/09/o-fim-do-the-printed-blog-um-impresso-com-conteudos-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 06:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[culturaweb]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[impresso com conteúdos web]]></category>
		<category><![CDATA[o fim de The Printed Blog]]></category>
		<category><![CDATA[O fim do The Printed Blog]]></category>
		<category><![CDATA[The Printed Blog]]></category>
		<category><![CDATA[um impresso com conteúdos web]]></category>

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		<description><![CDATA[O fim do The Printed Blog, um impresso com conteúdos web]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1654 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="the-printed-blog" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/the-printed-blog.png" alt="the-printed-blog" width="500" height="317" /></p>
<p>E não durou muito tempo. <a href="http://www.theprintedblog.com/" target="_blank">The Printed Blog</a>, jornal impresso com princípio de levar posts de blogs às pessoas sem o acesso à internet, chega ao <a href="http://blog.theprintedblog.com/?p=339" target="_blank">fim</a> depois de quase sete meses de pouca experiência e retorno algum.</p>
<p>Escrevi sobre o projeto em seu <a href="http://derepente.com.br/2009/01/27/um-jornal-impresso-com-conteudos-web/" target="_blank">primeiro dia em circulação</a>, no final do mês de janeiro deste ano. Apesar de analisar a proposta como &#8220;positiva&#8221;, já havia alertado sobre o <a href="http://derepente.com.br/2009/01/27/um-jornal-impresso-com-conteudos-web/" target="_blank"><strong>perigo</strong></a> do projeto, explicando que até os adaptados<a href="../2008/10/21/a-queda-do-metro-pode-promover-aliancas-gratuitas/" target="_blank">impressos gratuitos</a> que rodavam nos Estados Unidos andavam mal das pernas.</p>
<p>Mas <a href="http://www.facebook.com/home.php?#/profile.php?sid=4616df30212f5b40f6f0b336da88e24a&amp;id=533027148&amp;hiq=joshu">Joshua Karp,</a> desenvolvedor do The Printed Blog, quis reinventar a roda. Aplicar um modelo de sucesso na web e posicioná-lo em conteúdo impresso. Aos moldes do que a rede de blogs <a href="http://news.blogo.it/" target="_blank">Blog.it</a> já tentou fazer. O resultado é o mesmo: não deu certo.</p>
<p>Karp encontrou um motivo pelo fracasso da publicação<a href="http://www.theprintedblog.com/" target="_blank"></a>: crise dos impressos e falta de recursos para levantar o projeto. A ideia de abraçar o mundo ao unir redes sociais, pessoas e conteúdo de relevância gerado pelo usuário não foi bem aplicada.</p>
<p>Mesmo com o fim do impresso, considero a atitude como uma forma de reflexão para o mercado comunicacional que está louco para produzir um novo modelo de negócio e sair lucrando. Às vezes, <strong>fazer o caminho inverso do que se considera &#8220;velha mídia&#8221; é dar um passo pra trás</strong>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Economizar Energia e Dinheiro com o Hohm</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/08/salvar-energia-e-dinheiro-com-o-hohm/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 07:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Jannuzzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[tendencias]]></category>
		<category><![CDATA[hohm energy saving money economy]]></category>

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		<description><![CDATA[Economizar energia com o Hohm]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="energy saver" src="http://farm1.static.flickr.com/10/13703499_bd33b04b2e.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>A Microsoft lançou o <a href="http://www.microsoft-hohm.com/" target="_blank">Hohm</a> &#8211; uma aplicação beta online para ajuda a economizar energia e dinheiro dentro de casa.</p>
<p>A experiencia no portal começa preenchendo um extenso e completo formulário de questões como: “Quantas janelas têm na lateral esquerda da sua casa?” “Elas são feitas de quais materiais?” “Elas têm cortinas? “As cortinas são feitas de quais materiais?”A maioria das perguntas são de múltipla escolha e muitas delas são tão especificas que só soube responder: “I don’t know”. (Infelizmente, o portal é ainda todo em inglês e parte dos serviços são exclusivos para residentes dos Estados Unidos – para cadastrar precisei pegar um CEP norte-americano).</p>
<p>Depois do questionário, o serviço mostra um relatório bastante interessante de como poupar energia e consequentemente, ganhar dinheiro (ou deixar de gasta-lo). A ideia da aplicação é simples e com uma analise rápida e ilustrada com gráficos e números, já sei quais seriam algumas das ações necessárias para reduzir o meu consumo em casa.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O impacto do funeral de Michael Jackson na web</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/07/o-impacto-do-funeral-de-michael-jackson-na-web/</link>
		<comments>http://derepente.com.br/2009/07/07/o-impacto-do-funeral-de-michael-jackson-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 02:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
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		<category><![CDATA[O impacto do funeral de Michael Jackson na web]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha o blog lembra que fiz um breve resumo, em gráficos, do impacto da morte de Michael Jackson na internet. Um dos maiores acontecimentos da web &#8211; senão o maior &#8211; se refletiu novamente no funeral do astro pop, realizado nesta terça-feira.

109 milhões de pessoas acessando a web por minuto durante o funeral

6 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Quem acompanha o blog lembra que fiz um <a href="http://derepente.com.br/2009/06/26/o-impacto-da-morte-de-michael-jackson-na-web/" target="_blank"><strong>breve resumo</strong></a>, em gráficos, do impacto da morte de Michael Jackson na internet. Um dos maiores acontecimentos da web &#8211; senão o maior &#8211; se refletiu novamente no funeral do astro pop, realizado nesta terça-feira.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1636 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="Akamai" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Akamai1.png" alt="Akamai" width="500" height="464" /><br />
<span style="color: #ff0000;"><em>109 milhões de pessoas acessando a web por minuto durante o funeral</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1637 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="Facebook-Mashable" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Facebook-Mashable1.png" alt="Facebook-Mashable" width="500" height="249" /><em><br />
<span style="color: #ff0000;">6 mil mensagens por minuto produzidas no Facebook</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1638 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="los-angeles-times" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/los-angeles-times1.bmp" alt="los-angeles-times" width="500" height="250" /><br />
<span style="color: #ff0000;"><em>CNN: 81 milhões de páginas vistas</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1640 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="Michael-jackson-facebook" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Michael-jackson-facebook2.png" alt="Michael-jackson-facebook" width="500" height="352" /><span style="color: #ff0000;"><em><br />
Página de Michael Jackson no Facebook ultrapassou a marca de 7 mi de fãs</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1641 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="Trendr-michaeljackson" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Trendr-michaeljackson1.png" alt="Trendr-michaeljackson" width="500" height="339" /><br />
<span style="color: #ff0000;"><em>Mais de 80 mil mensagens produzidas por hora no Twitter citando Michael Jackson</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Famecos e a defesa do diploma de Jornalismo</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/07/a-famecos-e-a-defesa-do-diploma-de-jornalismo/</link>
		<comments>http://derepente.com.br/2009/07/07/a-famecos-e-a-defesa-do-diploma-de-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 06:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[defesa do Diploma]]></category>
		<category><![CDATA[defesa do diploma de Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Famecos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode até ser um assunto batido, mas pelo menos trata-se de um dos poucos atos oficiais de instituições de ensino que vi até o momento. A PUC-RS, uma das maiores faculdades de Comunicação do país, disponibilizou na web e, em vídeo, sua defesa ao diploma de jornalismo.
Trata-se de um manifesto oficial da entidade se posicionando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode até ser um assunto batido, mas pelo menos trata-se de um dos poucos <strong>atos oficiais de instituições de ensino</strong> que vi até o momento. A <a href="http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/pucrs/Capa/" target="_blank">PUC-RS</a>, uma das maiores faculdades de Comunicação do país, disponibilizou na <a href="http://www.scribd.com/doc/17007333/Manifesto-Docentes-Diploma" target="_blank">web</a> e, em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3hkkQKqNI5g" target="_blank">vídeo</a>, sua defesa ao diploma de jornalismo.</p>
<p>Trata-se de um manifesto oficial da entidade se posicionando a respeito do polêmico tema que foi <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/06/17/ult5772u4370.jhtm" target="_blank">decidido</a> há semanas no STF, Superior Tribunal Federal. Destaco-o simplesmente por fugir do lugar-comum. Instituições de renome paulista, como Cásper, USP e PUC simplesmente não comentaram ou não adotaram uma posição a respeito da desregulamentação da profissão.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="404" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3hkkQKqNI5g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="404" src="http://www.youtube.com/v/3hkkQKqNI5g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A política de Luís XIV chega a Johnston Press: bloqueio ao Facebook</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/06/a-politica-de-luis-xiv-chega-a-johnston-press-bloqueio-ao-facebook/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 06:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[culturaweb]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[bloquear Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio ao Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Johnston Press]]></category>
		<category><![CDATA[Luis XIV]]></category>
		<category><![CDATA[política de Luis XIV]]></category>

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		<description><![CDATA[A política de Luís XIV chega a Johnston Press: bloqueio ao Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1618 aligncenter" style="border: 2px solid black;" title="Johnston-press" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Johnston-press.png" alt="Johnston-press" width="500" height="236" /></p>
<p>Um assunto bem 2005 tomou conta de <a href="http://paidcontent.co.uk/article/419-welcome-to-2007-johnston-press-bans-facebook" target="_blank">alguns blogs</a> nos últimos dias: a proibição do uso de redes sociais em locais de trabalho. Desta vez, a importante editora britânica <a href="http://www.johnstonpress.co.uk/jpplc/">Johnston Press</a>, uma das maiores empresas de jornais da região (com 18 jornais diários), <a href="http://paidcontent.co.uk/article/419-welcome-to-2007-johnston-press-bans-facebook" target="_blank">bloqueou</a> o acesso total ao Facebook em todos os seus ambientes de trabalho.</p>
<p>A explicação é a mesma: &#8220;dispersão e vontade de saber da vida alheia provoca a desatenção no trabalho&#8221;. Desta vez <a href="http://www.johnstonpress.co.uk/jpplc/">Johnston Press</a> comprovou com números. Mais da <strong>metade do tráfego da rede</strong> de sua compania tinha como fonte a maior rede social do mundo.</p>
<p>A política de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XIV_de_Fran%C3%A7a" target="_blank">Luis XIV</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XIV_de_Fran%C3%A7a" target="_blank">“O Estado sou eu”</a>) &#8211; que o próprio Facebook fez há <a href="http://derepente.com.br/2009/02/18/a-politica-de-luis-xiv-visivel-no-google-quase-chega-ao-facebook/" target="_blank"><strong>algum tempo</strong></a> &#8211; estacionou no Velho Continente. Praticamente uma conversa um pouco 2005, época em que instituições &#8211; muitas aqui do Brasil &#8211; discutiam o uso das redes sociais nos locais de estudo.</p>
<p>A prática é tão antiga que Johnston Press vai na contramão do que é lugar-comum hoje. Cada vez mais ouve-se falar na união e convergência de ambientes sociais participativos com a construção de uma informação. Nada de exagero. Mas, sim, um meio-campo entre ferramentas e prática jornalística.</p>
<p>Não é de hoje que essas práticas são estabelecidas e definidas como <a href="http://www.editorandpublisher.com/eandp/news/article_display.jsp?vnu_content_id=1003972544" target="_blank">lei</a> no ambiente empresarial. No jornalismo, a coisa não é diferente. O maior problema é que tal ordem é hierárquica, vem de cima pra baixo, e mostra uma grande ferida: quem gerencia o espaço não conhece ou não tem vivência com tal tipo de plataforma.</p>
<p>Não adianta remendo ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Band-Aid" target="_blank">band-aid</a>. O melhor remédio é, no momento, a cultura digital.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Globe Reader, o leitor digital do Boston Globe</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/03/globe-reader-o-leitor-digital-do-boston-globe/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 06:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[NYT]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[tendencias]]></category>
		<category><![CDATA[Boston Globe]]></category>
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		<category><![CDATA[leitor digital]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[o leitor digital do Boston Globe]]></category>

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		<description><![CDATA[Globe Reader, o leitor digital do Boston Globe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1601 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="globe-reader" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/globe-reader.png" alt="globe-reader" width="500" height="384" /></p>
<p style="text-align: left;">Comecei a testar ontem o <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/reader/" target="_blank">Globe Reader</a>, o mais novo leitor digital do <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/" target="_blank">Boston Globe</a>. A publicação, de posse do grupo do <a href="http://www.nytimes.com/">New York Times</a>, foi mais uma vez na onda de sua matriz e <a href="http://www.editorandpublisher.com/eandp/news/article_display.jsp?vnu_content_id=1003989368" target="_blank">lançou</a> em 1º de julho sua versão impressa &#8220;offline&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.boston.com/bostonglobe/reader/" target="_blank">Globe Reader</a> é a cópia do <a href="https://timesreader.nytimes.com/webapp/wcs/stores/servlet/AppLogin?storeId=10001&amp;catalogId=10001" target="_blank">Times Reader</a>, atualizado no último mês de maio. Ambos estão sob a bela plataforma <a href="http://www.adobe.com/br/products/air/" target="_blank">AIR</a>, da Adobe, que permite criar aplicações de escritório a partir de páginas ou aplicações web.</p>
<p style="text-align: left;">Seu princípio e uso é simples: <strong>entregar conteúdo jornalístico em forma de software</strong>. A partir da instalação em seu computador é possível ter informação sem estar conectado à internet.</p>
<p style="text-align: left;">Esta é a premissa que tanto NYT e Boston Globe usam para atrair um nicho muito específico: executivos nômades que vivem em viagens pelo mundo todo e não possuem condições de estar inserido a rede mundial de computaores.</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo assim, não vi nenhuma novidade com este lançamento do <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/" target="_blank">Boston Globe</a>. Não é de hoje que este impresso norte-americano <a href="http://derepente.com.br/2009/05/07/boston-globe-garante-sobrevivencia-impressa-mas-respira-por-aparelhos/" target="_blank"><strong>respira por aparelhos</strong></a> devido aos problemas financeiros que assolam o grupo NYT. Já dizia em maio que o estado de saúde da empresa <a href="http://derepente.com.br/2009/05/07/boston-globe-garante-sobrevivencia-impressa-mas-respira-por-aparelhos/" target="_blank">é delicado</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2126/3526627265_f3ae29349d.jpg?v=0" alt="" width="500" height="415" /></p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente, <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/" target="_blank">Boston Globe</a> é um dos &#8220;<a href="http://derepente.com.br/2009/04/06/a-ameaca-do-new-york-times-e-um-possivel-fim-do-boston-globe/" target="_blank">brinquedinhos</a>&#8221; do New York Times que é largado no quarto. Em abril, por exemplo, o impresso esteve <a href="http://derepente.com.br/2009/04/06/a-ameaca-do-new-york-times-e-um-possivel-fim-do-boston-globe/" target="_blank">perto de acabar</a>, mas um acordo PROVISÓRIO para garantir sua sobrevivência foi feito, reduzindo salários de funcionários e despesas da empresa.</p>
<p style="text-align: left;">O lançamento do <a href="http://www.boston.com/bostonglobe/reader/" target="_blank">Globe Reader</a> não terá um grande efeito lucrativo. Apesar da publicidade explícita fixa gerada, não é um grande nicho de seu público-alvo. Fico com a sensação de um produto que está no mercado simplesmente por vontade da <strong>mãe NYT</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Tirando este pedido materno, o mais interessante desta movimentação é como NYT e Boston Globe brincam de &#8220;ratos de laboratório&#8221;: um pega a iniciativa do outro e vice-versa.</p>
<p style="text-align: left;">No presente, foi a vez dos leitores digitais. Em um <a href="http://derepente.com.br/2009/05/29/lens-um-mix-de-belas-imagens-do-onipresente-new-york-times/" target="_blank">passado recente</a> &#8211; neste ano mesmo &#8211; houve a criação do <a href="http://derepente.com.br/2009/05/29/lens-um-mix-de-belas-imagens-do-onipresente-new-york-times/" target="_blank">Lens</a>, uma espécie de <a href="http://www.boston.com/bigpicture/" target="_blank">The Big Picture</a> em outro formato.</p>
<p style="text-align: left;">Ao invés de centralizar todo e qualquer tipo de experimentação em sua filial &#8211; o Boston Globe &#8211; NYT adota uma estratégia desorganizada, porém pertinente.</p>
<p style="text-align: left;">Funcionalidades que são inseridas em um dos maiores jornais do mundo são mais fáceis de <a href="http://derepente.com.br/2008/12/04/a-fama-falsa-do-nyt-com-o-lancamento-do-times-extra/" target="_blank"><strong>serem propagadas</strong></a>. Assim, não sai das manchetes dos bons blogs e ambientes virtuais que abordam assuntos como mídia e tecnologia.</p>
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		<title>5 recortes malucos do mundo conectado</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/02/5-recortes-malucos-do-mundo-conectado/</link>
		<comments>http://derepente.com.br/2009/07/02/5-recortes-malucos-do-mundo-conectado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 10:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cauã</dc:creator>
				<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ideia]]></category>
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		<category><![CDATA[Lindomar]]></category>
		<category><![CDATA[one red clip]]></category>
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Já pensou em trocar uma casa por um clipe? Ou pagar sua faculdade vendendo pixels? Pois pare e pense novamente, pois tudo isso já foi feito.
A rede é realmente um universo fantástico. É possível encontrar absolutamente qualquer coisa, desde aquela gravação rara na qual uma garota sapeca faz uma piadinha com um bambu em rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="ideia" src="http://farm4.static.flickr.com/3081/3134108816_2466db0a5f.jpg?v=0" alt="" width="500" height="272" /></p>
<p>Já pensou em trocar uma casa por um clipe? Ou pagar sua faculdade vendendo pixels? Pois pare e pense novamente, pois tudo isso já foi feito.</p>
<p>A rede é realmente um universo fantástico. É possível encontrar absolutamente qualquer coisa, desde aquela gravação rara na qual uma garota sapeca faz uma piadinha com um bambu em rede nacional, alguém vende anúncios para comprar um carro ou ainda se torna uma celebridade instantânea no YouTube.</p>
<p>Afiando nossa memória e consultando arquivos obscuros, separei os 5 casos mais inusitados que já ocorreram na rede que minha mente consegue se lembrar.</p>
<p><strong><em>5 – Felipe Matos e seu carro patrocinado</em></strong></p>
<p>Felipe Matos, um estudante de Belo Horizonte, teve a brilhante ideia de vender espaços publicitários em seu futuro carro. O esperto garoto montou o site <a href="http://www.flickr.com/photos/18574495@N07/">Patrocinemeucarro</a> e, com o dinheiro dos espaços vendidos deu uma entrada de 5 mil reais em um fiesta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Felipe Matos" src="http://farm3.static.flickr.com/2012/2022009279_41e899cd98.jpg?v=0" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p><strong><em>4 – Trocando pixels por uma formação</em></strong></p>
<p>Matos e seu carro patrocinado não foram os primeiros, o Alex Tew, um inglês com 21 anos na época, resolveu montar um <a href="http://www.milliondollarhomepage.com/">site com um milhão de pixels</a> à venda. Cada pixel poderia ser comprado por 1 dólar, o objetivo? Financiar seus estudos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1577 aligncenter" title="the million dolar page" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Imagem2-600x333.png" alt="the million dolar page" width="500" height="278" /></p>
<p><strong><em>3 – A era YouTube de entretenimento</em></strong></p>
<p>O YouTube surgiu e, como em um piscar de olhos, se espalhou pelo mundo e se tornou parte do cotidiano de quase todo ser humano conectado à internet. Com ele surgiram as celebridades instantâneas, propositais ou não, nossos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3GJOVPjhXMY">Jedis bêbados</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XjKJnnhT6K4">Lidomar</a> – o SubZero brasileiro -, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=pmn-dbBpglU">Ruth Lemos</a> e seus sanduiche-iche e as fantásticas animações, como a do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=w0ffwDYo00Q">gato faminto que atrapalha a vida de seu dono</a> e as experiências com Coca-cola e Mentos ou a grande Maria Alice Vergueiro, ou a senhora de Tapa na Pantera (veja abaixo).</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6rMloiFmSbw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/6rMloiFmSbw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><em>2 – Assassina de avatar é presa em Tóquio</em></strong></p>
<p>A tragédia aconteceu no game 2D Maple Story, onde uma japonesa com ciume por seu ex-marido virtual, invadiu a conta do conjuge e executou a ação “<a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/10/29/mulher-e-presa-por-assassinar-avatar-de-ex-marido-em-game/">Death by delection</a>” ou morte por ser deletado. Depois de descobrir que seu “eu virtual” não existia mais, o ex-marido procurou as autoridades, que prenderam a mulher.</p>
<p><strong><em><span style="color: #ff0000;">1 – Um clipe de papel que vale uma casa</span></em></strong></p>
<p>Em 2006, <a href="http://oneredpaperclip.blogspot.com/">Kyle MacDonald</a>, um Canadense então com 26 anos, conseguiu um feito histórico: trocar um clipe de papel vermelho por uma casa no eBay. Desde o início da aventura, que durou um ano, MacDonald realizou várias trocas, até conseguir um papel em um filme no Canadá, na cidade de Saskatchewan, que foi então trocado por uma casa de dois andares e três dormitórios na mesma cidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="One Red Clip" src="http://farm1.static.flickr.com/73/191912793_4a3a56c65d.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Lembra de mais algum? Acrescente nos comentários. =)</p>
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		<item>
		<title>#forasarney: com renuncia do senador ou não, o que concluímos disso?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/02/forasarney-com-renuncia-do-senador-ou-nao-o-que-concluimos-disso/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 10:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nikolas Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sarney saiu? Vai sair? O que podemos concluir sobre tudo isso?
No Radar Online há um post de ontem &#8211; meio especulação-meio-furo-meio-certezatotal &#8211; do Lauro Jardim que dizia que era fato a saída do Sarney do presidência do Senado. Obviamente, se o Sarney deixar de fato o cargo, não será exclusivamente por causa da opinião pública, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Sarney saiu? Vai sair? O que podemos concluir sobre tudo isso?</p>
<p style="text-align: left;">No Radar Online há um post de ontem &#8211; meio especulação-meio-furo-meio-certezatotal &#8211; do Lauro Jardim que dizia que era fato a <strong><a href="http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/177747_comentario.shtml">saída do Sarney do presidência do Senado</a></strong>. Obviamente, se o Sarney deixar de fato o cargo, não será exclusivamente por causa da opinião pública, afinal de contas ele já não tem a menor condição de presidir o Senado e promover as mudanças necessárias pra &#8216;<strong>moralizar a casa</strong>&#8216; &#8211; como ele gosta tanto de falar (não fez nas <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/jose-sarney-eleito-presidente-senado-419056.shtml">outras duas oportunidades</a> que teve, vai fazer agora com 79 anos e completamente desmoralizado?)</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, o anúncio feito<strong> pelo político</strong> pode também ter sido uma manobra para pressionar a opinião e o apoio do Presidente, que simplesmente repudia a ideia de o vice do Senado Marconi Perillo assumir a casa. Lula voltou ontem à noite da África do Sul e pretendia se encontrar com Sarney.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 2px solid black;" src="http://blog.estadao.com.br/blog/media/3%20-%20junior-lima.JPG" alt="" width="498" height="363" /><span style="color: #ff0000;"><br />
O que <a href="http://derepente.com.br/2009/04/22/a-corrida-de-seguidores-e-o-jogodoadd-de-ashton-kutcher/"><strong>esse cara chato</strong></a>, logo após amargurar vitória da seleção brasileira, tem a ver com o NOSSO senado? *</span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=o_show_das_sub_celebridades_brasileiras&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1"><strong>Farofada de celebridades</strong></a> ou não (por quê permitem que Junior &#8216;Sandy&#8217; Lima tome a frente de qualquer coisa?); movimento conformado ou não; existe algo que é fato: o <strong><a href="http://twitter.com/forasarney">#forasarney</a></strong> fez no mínimo com que as pessoas comentassem o assunto!</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo no contexto tupiniquim e com uma vitória bem pequena considerando-se os problemas do país (afinal de contas tirar um velho e corrupto coronel da presidência de uma casa com a importância do Senado brasileiro deveria ser mais do que obrigação dos próprios colegas senadores &#8211; e não causar tanto estardalhaço) a sociedade brasileira debateu! E o jovem twitteiro também!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 2px solid black;" src="http://blog.estadao.com.br/blog/media/ashton_01.JPG" alt="" width="499" height="361" /><span style="color: #ff0000;"><br />
* Concordo: absolutamente nada!</span></p>
<p style="text-align: left;">Com o <strong><a href="http://twitter.com/forasarney">#forasarney</a></strong> o debate político da nossa geração dá um grande passo mesmo que virtual. Hoje pode ter sido pelo oba-oba, amanhã <span style="text-decoration: line-through;">vai</span> pode ser pela <strong>consciência</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">#forasarneyetodopolíticocorruptodessepaís!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alguém ai lembra do Joost?</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/01/alguem-ai-lembra-do-joost/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 19:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Jannuzzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[tendencias]]></category>
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		<category><![CDATA[Hulu]]></category>
		<category><![CDATA[Joost]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>

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		<description><![CDATA[O Joost esta deixando de ser um canal para servir como provedora de tecnologia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Joost" src="http://www.gearfuse.com/wp-content/uploads/andrew/6_may07/joost_logo_1.jpg" alt="" width="468" height="234" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>O <a href="http://www.joost.com/" target="_blank">Joost</a> foi fundando em 2006 quando vídeo na internet ainda era sinônimo de Youtube. Concebido pela dupla responsável pelos programas <a href="http://www.skype.com/intl/pt/" target="_blank">Skype</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kazaa">Kazaa</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Niklas_Zennstr%C3%B6m" target="_blank">Niklas Zennstrom</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Janus_Friis" target="_blank">Janus Friis</a>, o Joost apresentava uma nova forma de assistir “programas de televisão” pela internet.</p>
<p>Apoiados por grandes proprietárias e distribuidoras de conteúdo como <a title="MTV Networks" href="http://en.wikipedia.org/wiki/MTV_Networks">MTV Networks</a>, <a title="BET" href="http://en.wikipedia.org/wiki/BET">BET</a> e <a title="Paramount Pictures" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paramount_Pictures">Paramount Pictures</a> logo na sua fase beta, o Joost teve mais de um milhão de usuários inscritos para experimentar a novidade.</p>
<p>No entanto, a ferramenta que se vendia como “<a href="http://derepente.com.br/2008/09/19/o-atraso-do-joost/" target="_blank">O Futuro do Vídeo na Web</a>” nunca conseguiu emplacar. Um dos motivos apontados para o seu fracasso era a necessidade de instalar um software cliente no computador do usuário, medida resolvida em 2008 com a migração para uma plataforma online (modelo de distribuição usado pelo seu concorrente de sucesso, o <a href="http://www.hulu.com/" target="_blank">Hulu</a>).</p>
<p>Ontem foi divulgado pelo CEO da empresa, <a href="http://www.crunchbase.com/person/mike-volpi" target="_blank">Mike Volpi</a>, que o Joost não será apenas um canal de streaming de vídeo e muitos dos parceiros e produtores envolvidos serão deixados para trás. O foco da empresa agora é vender suas ferramentas e serviços (e sua marca) para um mercado que busca publicar e distribuir seus próprios vídeos e desenvolver seus próprios portais. Mais sobre as declarações de Volpi sobre a mudança no <a href="http://blog.joost.com/2009/06/a_note_about_todays_changes.html">blog do Joost.com</a></p>
<p>O modelo de negocio baseado em propagandas parece que não funcionou para Volpi. A ferramenta não conseguiu bater de frente com os <a href="http://derepente.com.br/2009/04/29/hulu-sabe-fazer-social-e-ja-o-3%C2%BA-maior-canal-de-video-dos-eua/" target="_blank">concorrentes de peso</a>, como o próprio <a href="http://www.hulu.com/" target="_blank">Hulu</a> e o <a href="http://www.tv.com/" target="_blank">TV.com</a>, que apresentam conteúdos muito mais variados, interessantes e de melhor qualidade.</p>
<p>A idéia do Joost estava além da tecnologia. A programação dos canais era o chamariz para os adeptos do portal, o sucesso estava intrínseco com o tipo de conteúdo distribuído. A incapacidade de atrair novos fãs, principalmente em dias de crise econômica, levou ao seu fracasso. Agora, o Joost briga com <a href="http://derepente.com.br/2008/11/05/o-queridinho-das-midias-online-fecha-suas-portas-ao-gratuito/" target="_blank">outros concorrentes</a> (também de peso) como a <a href="http://www.brightcove.com/en/" target="_blank">Brightcove</a> e a <a href="https://www.ooyala.com/?ap=0" target="_blank">Ooyala</a>, empresas de tecnologia que oferecem soluções para publicar vídeos. Mas a luta agora é nos bastidores e envolve engenheiros e homens de negócio. Nós usuários e espectadores fomos deixados de lado.</p>
<p>O Joost tem sua importância para a história da internet como uma das primeiras soluções para assistir vídeos de qualidade pela banda larga. Hoje eles estão mudando de uma distribuidora de entretenimento e informação para uma provedora de mão de obra e tecnologia. Estão jogando a toalha antes do eminente nocaute.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/07/01/gastar-menos-tempo-em-sites-de-noticias-nao-e-sinonimo-de-queda-de-trafego/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 06:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
				<category><![CDATA[NYT]]></category>
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		<description><![CDATA[Gastar menos tempo em sites de notícias não é sinônimo de queda de tráfego]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1557 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="audiencia-estados-unidos" src="http://derepente.com.br/wp-content/uploads/2009/06/audiencia-estados-unidos.png" alt="audiencia-estados-unidos" width="500" height="375" /></p>
<p>Menos tempo em um ambiente noticioso, mas sempre informado. Este é o espírito de um estudo divulgado pelo instituto Nielsen que vi hoje no <a href="http://www.businessinsider.com/chart-of-the-day-time-spent-on-newspaper-websites-2009-6" target="_blank">The Business Insider</a>. Segundo a pesquisa, 17 dos 30 maiores sites de jornais norte-americanos perderam visitas em tempo médio.</p>
<p>No gráfico acima, quatro dos maiores jornais dos Estados Unidos tiveram um decréscimo de tempo de navegação do internauta comparando os meses de maio de 2008 e 2009. A maior queda acontece com o <a href="http://online.wsj.com/home-page?refresh=on" target="_blank">Wall Street Journal</a>, publicação que defende com unhas e dentes um modelo de assinatura rentável em seu site.</p>
<p><a href="http://online.wsj.com/home-page?refresh=on" target="_blank">WSJ</a> adota uma espécie de modelo híbrido, misturando conteúdo pago com gratuito, atributo mais que elogiável pois é voltado a um nicho e que necessita da informação da publicação, &#8220;rara&#8221; hoje na web e em papel. É a velha máxima do quanto mais específico e fora do lugar-comum, melhor. Situação que a <a href="http://derepente.com.br/2009/03/25/lastfm-da-um-tiro-no-proprio-pe-e-comeca-a-cobrar-seus-usuarios/" target="_blank">Last.fm</a> e o <a href="http://derepente.com.br/2009/05/18/blipfm-nao-aprende-e-sofre-mudancas-que-podem-decretar-seu-fim/" target="_blank">Blip.fm</a> não souberam lidar.</p>
<p>A métrica informada, por sua vez, vai na contramão aos números que <a href="http://derepente.com.br/2009/03/20/impressos-online-ganham-novo-folego-com-audiencia/" target="_blank">divulguei aqui</a> no mês de fevereiro. Na época, todos os citados acima &#8211; exceto o <a href="http://www.washingtonpost.com/" target="_blank">Washington Post</a> &#8211; tiveram um crescimento. Destaque para o <a href="http://www.usatoday.com/" target="_blank">USA Today</a>, que havia garantindo a segunda maior audiência no mercado local.</p>
<p>Mas em um todo, essa queda de segundos/minutos <strong>não é sinônimo de queda de tráfego</strong>. A página principal de um ambiente informativo n<strong>ão é mais a única fonte de tráfego</strong> para obter informações de um marca com <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a>, <a href="http://www.usatoday.com/" target="_blank">USA Today</a>, <a href="http://www.washingtonpost.com/" target="_blank">Washington Post</a> ou até mesmo <a href="http://online.wsj.com/home-page" target="_blank">Wall Street Journal</a>.</p>
<p>A informação é uma <strong>espécie de <a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/figuras_linguagem.jhtm" target="_blank">sinédoque</a> do canal informativo</strong>. Trata-se da parte de um todo. Um excerto extreamente essencial e imprescindível de um contexto que pode garantir o retorno <em>a posteriori</em> do internauta ao site.</p>
<p>Cada vez mais, as conhecidas &#8220;homes&#8221; perdem espaço para canais &#8220;alternativos&#8221; e extremamente participativos, como <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a> e <a href="http://facebook.com" target="_blank">Facebook</a>. Por lá circula informação instantânea. O velho e bom buzz da rede. O Estadão conseguiu fazer isso muito bem ontem, com um bom <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=o_show_das_sub_celebridades_brasileiras&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1" target="_blank">post</a> sobre as &#8220;subcelebridades&#8221; que acham que sabe fazer política no Twitter.</p>
<p>Plataformas sociais já são, há algum tempo, formas de contato com conteúdos de jornal. Não é à toa que grandes empresas de comunicação já começam a estudar a contratação de um <a href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/04/18/conheca-o-novo-profissional-da-internet-o-mediador-de-midias-sociais/paginador/pagina_3" target="_blank">gerenciador de mídias sociais</a>, uma espécie de jornalista que tenha o faro e a experiência de apuração e reportagem, mesclado é claro à compreensão da dinâmica das redes.</p>
<p>Foi assim com o <a href="http://paidcontent.org/article/419-industry-moves-nyt-creates-social-media-editor/" target="_blank">New York Times</a> e <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2007/mar/28/theguardian.digitalmedia" target="_blank">The Guardian</a>, lá fora. No Brasil, uso meu caso profissional com a <a href="http://veja.com.br" target="_blank">Veja</a>.  A página principal do site começa a dividir as mesmas atenções que o <a href="http://twitter.com/veja" target="_blank">perfil no Twitter</a>. Conversas diárias, troca de links e <a href="http://veja.abril.com.br/010709/p_056.shtml" target="_blank">sugestões de pautas e matérias</a> mostram o feedback positivo e a importância de ter um contato com o internauta.</p>
<p>Antes, havia apenas um holofote (home) que direcionava apenas a um lugar (conteúdo do site). Agora, novos focos de luz (aplicativos sociais) incidem no meio do trajeto e alcançam facilmente o mesmo espaço, seja físico ou não.</p>
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