<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>DVD, sofá e pipoca</title><description>3 blogueiras,1 desafio, 1 filme por semana.
DVD, sofá e pipoca, formando cinéfilas melhores!</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabiane Bastos)</managingEditor><pubDate>Mon, 2 Mar 2026 13:13:01 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">2370</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:summary>3 blogueiras,1 desafio, 1 filme por semana. DVD, sofá e pipoca, formando cinéfilas melhores!</itunes:summary><itunes:subtitle>3 blogueiras,1 desafio, 1 filme por semana. DVD, sofá e pipoca, formando cinéfilas melhores!</itunes:subtitle><itunes:category text="TV &amp; Film"/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Crítica: Honeyland</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/05/critica-honeyland.html</link><category>Honeyland</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 15 May 2020 20:39:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-4166670222982071963</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKq8yqWNTEM90nLgZO2y7UeYbUDzfxtHe4dSJ6yOwgiExuA-EY5hRT5sacgGRzGNI0mC20tXbFot5japOTFirKSKQECgvsMm3DD1AVYo55d8y8uHgTpfQWQkv2Th126mFFKiJX6R7fik-f/s1600/honeyland-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1081" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKq8yqWNTEM90nLgZO2y7UeYbUDzfxtHe4dSJ6yOwgiExuA-EY5hRT5sacgGRzGNI0mC20tXbFot5japOTFirKSKQECgvsMm3DD1AVYo55d8y8uHgTpfQWQkv2Th126mFFKiJX6R7fik-f/s400/honeyland-poster.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de um irretocável plano aberto como a primeira imagem de &lt;i&gt;Honeyland&lt;/i&gt; dá a dimensão da imensidão das montanhas que cercam o vilarejo de Bekirlija, na região de Ovce Pole, na Macedônia do Norte. Tal opção evidencia também a relação de Hatidze Muratova, protagonista do documentário de Ljubo Stefano e Tamara Kotevska com o lugar. Apicultora, ela vive isolada com a mãe Nazife, de 85 anos, e suas abelhas, das quais extrai o mel de que se alimenta e tira parte de seu sustento. Mora desde sempre ali, conhece canta canto e cada penhasco que, por mais íngreme que seja, lhe é familiar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Honeyland&lt;/i&gt; é um documentário de observação. Ou seja, a câmera filma enquanto a vida acontece, sem interferência dos diretores. De qualquer forma, é nítida a intimidade entre Hatidze e a equipe de filmagem (os dois diretores e um cinegrafista), adquirida e reforçada em três anos de convivência e cem dias de filmagem &lt;i&gt;in loco&lt;/i&gt;. O resultado é um belíssimo e sensível registro do dia a dia de uma mulher solitária, que vê sua rotina alterada pela chegada de uma família turca itinerante. A cumplicidade surgida da convivência com os documentaristas permite que eles captem momentos de preocupação da apicultora em relação aos novos vizinhos (em conversas com a mãe, por exemplo) e também de interação e descontração entre todos (quando ela brinca com as crianças - são sete no total - ou compartilha tarefas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hatidze vive numa casa sem luz elétrica. Por isso, as cenas interiores, nas quais aparece com a mãe, foram filmadas com luz de vela ou lamparinas, o que reforça o caráter documental da obra. A senhora, muito doente, já não anda e enxerga apenas com um olho. Nesses momentos, acabamos por saber mais sobre os questionamentos de Hatidze acerca de sua vida pessoal. Descobrimos, por exemplo, que ela nunca se casou porque o pai rejeitou todos os pretendentes que surgiram e que tem medo do que pode acontecer com sua vida quando a mãe e os vizinhos forem embora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-FfbKDLeVPITvPVd9vW0btDQhxWTgA70cfN1Q29wvWq7vu2O3kl0v9df5Laa2GqOj8Z41omsIOOwFeqYLH3M-9BWRXFq0XzZIt0tM4ZH8xnHAVLP7QnyFbOBQjfHsUTy2wwH87D5EiSlb/s1600/honeyland.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-FfbKDLeVPITvPVd9vW0btDQhxWTgA70cfN1Q29wvWq7vu2O3kl0v9df5Laa2GqOj8Z41omsIOOwFeqYLH3M-9BWRXFq0XzZIt0tM4ZH8xnHAVLP7QnyFbOBQjfHsUTy2wwH87D5EiSlb/s640/honeyland.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ljubo Stefano e Tamara Kotevska também lançam seu olhar para outras duas questões: a ganância e a relação do homem com a natureza. Se, no início, a chegada da família turca causa uma certa apreensão em Katidze, logo a sensação desaparece e dá lugar a uma convivência pacífica. A apicultora é uma mulher forte, que diz o que pensa, mas é também muito amorosa, principalmente com as crianças, e divide com todos sua comida, suas histórias e seu conhaque. No entanto, Hussein, o patriarca, em algum momento vislumbra a possibilidade de ganhar muito dinheiro com a venda do mel. Com isso, a harmonia começa a se romper, provocando não apenas uma ruptura na relação, mas um enorme e desolador desequilíbrio na natureza.&amp;nbsp; Poderia ser um roteiro de ficção, mas não é. Talvez por isso mesmo cause tanta empatia no espectador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os moradores da região - a localidade onde Hatidze vive fica a 18km da cidade mais próxima, Dorfulija - falam um vernáculo turco antigo, e não conta com legendas, narrações em off ou qualquer outro elemento externo que ajude a explicar a história. De modo que toda a narrativa se dá pela ação dos personagens e pelas imagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Honeyland concorreu ao Oscar em duas categorias: Documentário e Filme Internacional. Em fevereiro de 2019, levou o Prêmio do Grande júri do Festival de Sundance como melhor documentário internacional, e venceu nas categorias de Fotografia e Impacto para Mudança.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKq8yqWNTEM90nLgZO2y7UeYbUDzfxtHe4dSJ6yOwgiExuA-EY5hRT5sacgGRzGNI0mC20tXbFot5japOTFirKSKQECgvsMm3DD1AVYo55d8y8uHgTpfQWQkv2Th126mFFKiJX6R7fik-f/s72-c/honeyland-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crítica: Doce Entardecer em Toscana</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/03/critica-doce-entardecer-em-toscana.html</link><category>Doce Entardecer em Toscana</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 12 Mar 2020 21:01:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-1339718901340633849</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhenjEJQTKZc1cU1cCk9OaMf3ffRJrkIHENB5vHHSrd4lHcL_YZceBUafn5sgECCIOwct2AOjVubxkRzJatFU5BDh823KHMAFNPDjZUsNx4d6VITtHJNJqUDJlvMCg5kCjY1W6VMDEBYLyH/s1600/Doce-Entardecer-Toscana-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="900" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhenjEJQTKZc1cU1cCk9OaMf3ffRJrkIHENB5vHHSrd4lHcL_YZceBUafn5sgECCIOwct2AOjVubxkRzJatFU5BDh823KHMAFNPDjZUsNx4d6VITtHJNJqUDJlvMCg5kCjY1W6VMDEBYLyH/s400/Doce-Entardecer-Toscana-poster.jpg" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma linha tênue, frágil e invisível que separa os imigrantes que vivem numa pequena cidade na Toscana da população local. Quando nenhum conflito emerge, a convivência é pacífica. É como se a tal linha sequer existisse. Mas quando algo (que tenha relação com eles) acontece, ela surge. E, por ser delicada, pode arrebentar a qualquer momento, gerando consequências inesperadas. Em &lt;i&gt;Doce Entardecer em Toscana&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (12), essa relação forçosa é construída à base de medo, intolerância, estereótipos e preconceitos, pelo menos no que diz respeito à imigração atual, vinda principalmente de países africanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo na cena de abertura do longa, vemos a renomada escritora Maria Linde (Krystyna Janda) comprando peixe junto a pescadores italianos para o jantar que vai celebrar a recente conquista do Prêmio Nobel de Literatura. Maria é uma imigrante polonesa, que chegou à Toscana fugida da Segunda Guerra Mundial e está perfeitamente integrada à Itália e à comunidade onde vive há décadas com o marido, o italiano Antonio (Antonio Catania). Mas é à noite, quando o delegado (Vicent Riotta) aparece na porta de sua casa com flores nas mãos, que a linha tênue e frágil mostra-se pela primeira vez. E tal qual é. Ele afirma que é preciso tomar cuidado, pois houve uma fuga de imigrantes do centro de acolhida de Lampedusa e eles podem ser perigosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adiante, os dois netos de Maria Linde fazem uma aposta. O menino se esconde, e a irmã precisa encontrá-lo. Quem vencer o jogo leva o dinheiro. Para desespero da família„ o garoto só reaparece muitas horas depois, à noite, trazido por Naazer (Lorenzo de Moor), um imigrante egípcio com quem Maria tem um caso extraconjugal, e que é dono de um restaurante próximo ao mar. Mesmo ficando claro que o rapaz nada tem a ver com o sumiço do menino, ele é conduzido à delegacia para prestar esclarecimento. Novamente, a tal linha tênue e frágil dá as caras, carregada de desconfiança. Muito pouco é dito, mas é suficiente para o espectador perceber a carga de preconceito e paranoia existente ali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoDW_ZLhCtcuagWKmQ30jVnCIL82Q2jdDb7gqON7FgZ5aKLN1rJc4JT3BXw82NdMJEfAsjLJjydNtYPrUNB0MrErY7L7Nib8nREESjJnZd8Pgr39FRvrMcOxfVBsQ74KGDUM10t-ntFo5i/s1600/Doce-Entardecer-Toscana.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="675" data-original-width="1200" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoDW_ZLhCtcuagWKmQ30jVnCIL82Q2jdDb7gqON7FgZ5aKLN1rJc4JT3BXw82NdMJEfAsjLJjydNtYPrUNB0MrErY7L7Nib8nREESjJnZd8Pgr39FRvrMcOxfVBsQ74KGDUM10t-ntFo5i/s640/Doce-Entardecer-Toscana.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A escritora Maria Linde (Krystyna Janda) tem um caso com o jovem imigrante Naazer (Lorenzo de Moor)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar como a tensão entre imigrantes e a população local vai crescendo ao longo da narrativa, a partir de situações isoladas e dos conflitos pessoais de Maria Linde. Ela tem cerca de 60 anos, é consagrada em sua profissão e considera que não precisa mais dar entrevistas para a imprensa, pois não tem mais nada a dizer. Apesar da fama, paga as contas com uma certa dificuldade, e vive um casamento rotineiro - não existem grandes conflitos na relação, mas uma monotonia, que faz com que ela peça ao marido para jogar fora as pantufas que usa dentro de casa. "Por favor, faça barulho!", pede ela numa carta.&amp;nbsp; O caso com Naazer a faz se sentir mais viva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionalmente, parece em busca de outro rumo, ou talvez de uma ruptura. E ela se dá, no momento em que um atentado terrorista arrasa com o centro de Roma. Durante um discurso em sua homenagem, em evento organizado pela prefeitura, ela classifica o ataque como uma "obra de arte", causando um enorme desconforto na plateia. O evento, e as consequências derivadas de suas palavras, farão a linha tênue e frágil&amp;nbsp; entre imigrantes e a população local se romper por completo e mostrar sua face mais cruel: o filho do delegado (que, vejam só, é marroquino) vai apanhar na escola, a ponto de ficar em coma no hospital, e o restaurante de Naazer será incendiado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria tentará explicar a um jornalista do jornal francês &lt;i&gt;Le Monde&lt;/i&gt; o que quis dizer ao comparar o ataque em Roma a uma obra de arte, mas não terá êxito, pois considera que simplesmente ninguém é capaz de compreender suas ideias. Mas talvez fosse interessante que o filme, dirigido por Jacek Borcuch, deixasse isso claro pelo menos para o espectador, que também fica sem compreender a real intenção por trás do gesto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao abandonar a entrevista, Maria se encaminha para a praça central onde uma jaula vazia foi instalada (o objeto e as discussões acerca de sua intencionalidade surgem no início do filme, quando o artista plástico que criou a obra discorre sobre ela). E é justo a personagem que mais liberdade buscava, que acaba presa ali, num final aberto, que dá margem a inúmeras interpretações...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhenjEJQTKZc1cU1cCk9OaMf3ffRJrkIHENB5vHHSrd4lHcL_YZceBUafn5sgECCIOwct2AOjVubxkRzJatFU5BDh823KHMAFNPDjZUsNx4d6VITtHJNJqUDJlvMCg5kCjY1W6VMDEBYLyH/s72-c/Doce-Entardecer-Toscana-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crítica: O Oficial e o Espião</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/03/critica-o-oficial-e-o-espiao.html</link><category>O Oficial e o Espião</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 12 Mar 2020 20:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-4542322152495594192</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXdvvQGDjpnOX0opsHaAklKbYcFXI_SkSCNXuoXBwZHceUlcaMHmwm57dQvQnNPbmlv8IxzpJ0xtPA58k1G6vEZ2Lh0iEMHa-0GzTVSvFAlfldLknbu9siJd9-kULTkAkr-Ck-KY7KijTf/s1600/O-Oficial-e-o-Espia%25CC%2583o-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1096" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXdvvQGDjpnOX0opsHaAklKbYcFXI_SkSCNXuoXBwZHceUlcaMHmwm57dQvQnNPbmlv8IxzpJ0xtPA58k1G6vEZ2Lh0iEMHa-0GzTVSvFAlfldLknbu9siJd9-kULTkAkr-Ck-KY7KijTf/s400/O-Oficial-e-o-Espia%25CC%2583o-poster.jpg" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após duas grandiosas incursões no cinema de época - &lt;i&gt;Tess&lt;/i&gt; (1979) e &lt;i&gt;O pianista&lt;/i&gt; (2003), Roman Polanski volta ao filão com &lt;i&gt;O Oficial e o Espião&lt;/i&gt; (J'Accuse), que estreia nesta quinta-feira (12). O diretor franco-polonês retoma ao tema que lhe é caro: a perseguição aos judeus. Mas, se em &lt;i&gt;O Pianista&lt;/i&gt;, ele conta a história de como o músico polonês (e judeu) Wadyslaw Szpilman logrou sobreviver aos horrores do Holocausto, no novo trabalho, o cineasta narra as artimanhas do exército francês para condenar à morte o capitão Alfred Dreyfus (Louis Garrel, em convincente atuação contida), acusado de espionar a favor do governo alemão. O ano é 1894 e as provas contra ele são frágeis. Ainda assim, é considerado culpado de alta traição e levado para a Ilha do Diabo, na Guiana Francesa. O evento, conhecido como o Caso Dreyfus, é uma mancha na história do exército francês e mostra como o preconceito contra os judeus já existia muito antes de Hitler. O filme de Polanski é baseado no livro homônimo do jornalista e escritor Robert Harris, coautor do roteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Polanski faz um filme convencional, com roteiro esquemático, o que não tira o brilho do trabalho. Em entrevistas, ele explicou que optou por conduzir o longa como uma investigação policial para que os espectadores que não estão familiarizados com o caso pudessem entender. Ele se refere ao trabalho do coronel Picquart (Jean Dujardin), que, após ser promovido a chefe do departamento de inteligência, sem querer acaba encontrado documentos que o fazem duvidar da culpabilidade de seu ex-aluno. Daí em diante, o oficial empreende uma cruzada para descobrir a verdade e inocentar Dreyfus. Age assim impelido muito mais pela consciência de que não pode deixar que um inocente pague por um crime que não cometeu do que por simpatia ao capitão. Além do mais, é sabido (e o filme deixa isso bem claro) que Picquart não nutria grande simpatia por judeus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo na abertura do longa, um grande plano aberto mostra o momento em que Dreyfus é sentenciado à prisão perpétua na Ilha do Diabo. O sofrimento fica contido no corpo rígido enquanto vai sendo despido de sua espada e de todas as condecorações recebidas. Nas sequências seguintes, os planos vão se fechando, ressaltando detalhes das ações individuais de cada personagem, que ajudam a conduzir a narrativa e a trazer os verdadeiros fatos à tona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYhjokdUKvPlir2JdKSOCqg1irkk9jFqCz0AzLTsdoHnvRQSziAmuVkfTOt3ceIoptcWzP7ZxSMRjqj74cbJo2B7zb4A2ZbKtn4imVRm0Di_HZTvg9EcTzKrIjpEGlt83Gu_3yElAPze5V/s1600/o-oficial-e-o-espiao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYhjokdUKvPlir2JdKSOCqg1irkk9jFqCz0AzLTsdoHnvRQSziAmuVkfTOt3ceIoptcWzP7ZxSMRjqj74cbJo2B7zb4A2ZbKtn4imVRm0Di_HZTvg9EcTzKrIjpEGlt83Gu_3yElAPze5V/s640/o-oficial-e-o-espiao.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O coronel Picquart (Jean Dujardin) busca verdade sobre condenação de um músico judeu&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Fatos que, por sinal, demoram a aparecer. E isso é bom. Pois, apesar de o caso ser conhecido - portanto, sabe-se exatamente como acaba -, gera tensão. No roteiro, Polanski e Harris não procuram desvendar logo a verdade, e sim mostrar todas as situações que levam Picquart a desconfiar de que há algo de errado no julgamento de Dreyfus. Primeiro, o coronel é promovido a chefe do departamento de Inteligência. E aí tudo começa. Ele é conduzido ao prédio onde a equipe trabalha por um oficial, seu subordinado direto, mas que está acima dos outros. Em cada plano, aparece um funcionário ou um grupo deles. Quase todos estão trabalhando na reconstituição de um documento, que imediatamente é escondido com a chegada do novo chefe. Fica evidente que algo escuso está sendo feito ali. A primeira pista que leva à desconfiança de que Dreyfus possa ser inocente aparece por acaso. A partir de então, tem início o périplo de Picquart em busca da verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar também o desempenho de Jean Dujardin, que interpreta um homem sério e centrado, disposto a enfrentar o que for preciso para fazer justiça. Até mesmo o Exército, instituição pelo qual nutre um enorme orgulho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indicado a 12 categorias no César - principal prêmio do cinema francês -, &lt;i&gt;O Oficial e o Espião&lt;/i&gt; venceu nas categorias de Direção, Roteiro Adaptado e Figurino. Polanski não compareceu à cerimônia, no final de fevereiro (assim como o resto da equipe), devido às acusações de estupro que enfrenta. Em setembro de 2019, o longa conquistou o Grande Prêmio do Júri na 75ª edição do Festival de Veneza.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXdvvQGDjpnOX0opsHaAklKbYcFXI_SkSCNXuoXBwZHceUlcaMHmwm57dQvQnNPbmlv8IxzpJ0xtPA58k1G6vEZ2Lh0iEMHa-0GzTVSvFAlfldLknbu9siJd9-kULTkAkr-Ck-KY7KijTf/s72-c/O-Oficial-e-o-Espia%25CC%2583o-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crítica: Fim de Festa</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/03/critica-fim-de-festa.html</link><category>Fim de Festa</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Tue, 3 Mar 2020 22:18:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-5696695283557785794</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5B5rc9e5EDDzuWnVzmTiOY_miGhu3oPc7PX7RI5nwDSeSxUD0cbCVPiRN2ax9Z84a_nike6I2oFeU5O5HUjoklw8mCZvJavvNvvEM93dcCLMDQGhZeWYzrnDQQQhkfbtyj2w2xXEYyTtZ/s1600/fim-de-festa-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1520" data-original-width="1024" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5B5rc9e5EDDzuWnVzmTiOY_miGhu3oPc7PX7RI5nwDSeSxUD0cbCVPiRN2ax9Z84a_nike6I2oFeU5O5HUjoklw8mCZvJavvNvvEM93dcCLMDQGhZeWYzrnDQQQhkfbtyj2w2xXEYyTtZ/s400/fim-de-festa-poster.jpg" width="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hilton Lacerda partiu do assassinato da alemã Jennifer Kloker, ocorrido no pós-carnaval de 2010, na região metropolitana de Recife, para escrever o argumento de &lt;i&gt;Fim de Festa&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (5). À medida que o roteiro foi sendo gerido, porém, ele foi se distanciando dos fatos. Ficou, no entanto, a premissa: "a ideia de um crime que 'descarnavaliza' a cidade como uma grande ressaca", explica. É Quarta-feira de Cinzas, e o policial Breno Wanderlei (Irandhir Santos) retorna antecipadamente das férias para desvendar a morte brutal de uma turista francesa. Chega cansado, melancólico e triste - estado emocional do qual não se libertará -, e encontra o filho Breninho (Gustavo Patriota) dormindo em sua cama com outros três amigos, em clima de sexo, drogas, amor livre e... ressaca. O clima de fim de festa permeia todo o longa, mostrando o inevitável: a vida continua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este é o segundo filme de ficção de Lacerda, após o celebrado &lt;i&gt;Tatuagem&lt;/i&gt; (também protagonizado por Irandhir Santos), Mas, se no longa de 2013 o clima era de festa e esperança, devido à abertura democrática (e apesar da repressão), neste novo trabalho a atmosfera é mais melancólica. O diretor flerta com o gênero policial, e Breno é representado como um detetive solitário e atormentado por um episódio conturbado do passado - um clássico dos filmes &lt;i&gt;noir&lt;/i&gt;. Em paralelo, Breninho e seus amigos se preparam para a eminente separação após o fim do carnaval e seus excessos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRuD8mIEiYm-_8rkungfHa8E80sHV555ZCA4wHL7X1ayH__YmvkqVXTVGaHxjsWh8XsDnXKGNWr617U6_bvh5kMGveuWNEVKYI2mTLL0Ot_l7L3_b0vOvrnKId7tgKzHY_uXl015vIBKRz/s1600/fim-festa-hilton-lacerda.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="845" data-original-width="1568" height="344" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRuD8mIEiYm-_8rkungfHa8E80sHV555ZCA4wHL7X1ayH__YmvkqVXTVGaHxjsWh8XsDnXKGNWr617U6_bvh5kMGveuWNEVKYI2mTLL0Ot_l7L3_b0vOvrnKId7tgKzHY_uXl015vIBKRz/s640/fim-festa-hilton-lacerda.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O policial Breno Wanderlei (Irandhir Santos, ao centro) investiga a morte brutal de uma turista francesa&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Em &lt;i&gt;Fim de Festa&lt;/i&gt;, Hilton Lacerda subverte propositalmente o roteiro clássico dos filmes policiais, já que o foco não está na resolução do crime e, sim, nas idiossincrasias humanas, nos relacionamentos pessoais e nas consequências dos atos que cada um comete. Em paralelo à investigação, Breno conversa constantemente com o filho e com o colega Samuel (Ariclenes Barroso) sobre suas dúvidas, inseguranças e questionamentos acerca da vida. E essa é muito mais a tônica do filme. A resolução do assassinato em questão se dá quase que acidentalmente e, rápido, o detetive descobre o que aconteceu e por quê.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar do tom melancólico, não é um filme completamente triste ou pessimista. Há momentos de ternura - como quando pai e filho fumam maconha juntos ou quando os amigos estão no quarto - e de alegria. Esta, retratada nas imagens que Penha (Amanda Beça), a amiga de infância de Breninho, filma para um documentário de fim de curso nos blocos de carnaval. Tudo o que a câmera capta não aparece em outras cenas no filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfMKNt_Crvfbc7NVvOAEDZnVt8SmMh0if2EJvwzJJwSGn_xx4lSbIRq1vBsnHJ1noAbCfMWAvTvGapiDoLF9dXtPxjwj7hB0yUZEh74CFTeVwThfjucjk7nqZIhgGqk1fpBh1HnmXPSEjo/s1600/fim-festa-hilton-lacerda2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="894" data-original-width="1600" height="356" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfMKNt_Crvfbc7NVvOAEDZnVt8SmMh0if2EJvwzJJwSGn_xx4lSbIRq1vBsnHJ1noAbCfMWAvTvGapiDoLF9dXtPxjwj7hB0yUZEh74CFTeVwThfjucjk7nqZIhgGqk1fpBh1HnmXPSEjo/s640/fim-festa-hilton-lacerda2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Hermila Guedes e Irandhir em cena: o longa foca nas relações pessoais e nas consequências dos atos dos personagens&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Lacerda, &lt;i&gt;Fim de Festa&lt;/i&gt; é uma continuação direta de &lt;i&gt;Tatuagem&lt;/i&gt; (e por isso o ator é o mesmo). Uma resposta à pergunta "Como é que vai ser o futuro?", que um jornalista faz ao professor Joubert (Silvio Restiffe) no final do longa de 2013. A história anterior mostra um Brasil alegre e debochado, que caminha para possíveis avanços, algo que não se concretiza neste filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O longa foi o grande vencedor do Prêmio Redentor de longa-metragem de ficção do Festival do Rio 2019, celebrado em dezembro. O filme levou ainda o troféu de melhor roteiro.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5B5rc9e5EDDzuWnVzmTiOY_miGhu3oPc7PX7RI5nwDSeSxUD0cbCVPiRN2ax9Z84a_nike6I2oFeU5O5HUjoklw8mCZvJavvNvvEM93dcCLMDQGhZeWYzrnDQQQhkfbtyj2w2xXEYyTtZ/s72-c/fim-de-festa-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crítica: Você Não Estava Aqui</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/02/critica-voce-nao-estava-aqui.html</link><category>Resenhas</category><category>Você Não Estava Aqui</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 28 Feb 2020 11:09:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-6010457839154433662</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmjiyUOnIbgUoypfmEtgJ_Yf79zLNgeQ2Gm67GZSlraDz2PdU7-SIKm2bVWWA3iVQmeyvUumrLmU0jAICMwtFRrHncCqib4QR1mQf8ocRZLMYrQ9QEqTSAT4ApJN0RflR_Wr6I7cIDtFZj/s1600/voce-nao-estava-aqui-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1457" data-original-width="984" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmjiyUOnIbgUoypfmEtgJ_Yf79zLNgeQ2Gm67GZSlraDz2PdU7-SIKm2bVWWA3iVQmeyvUumrLmU0jAICMwtFRrHncCqib4QR1mQf8ocRZLMYrQ9QEqTSAT4ApJN0RflR_Wr6I7cIDtFZj/s400/voce-nao-estava-aqui-poster.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Gig&lt;/i&gt; é uma gíria em inglês para trabalho ou biscate. Já o termo &lt;i&gt;gig economy&lt;/i&gt; se refere a relações laborais baseadas em contratos temporários ou em atividades de freelancer, nas quais o profissional não trabalha para um empregador fixo. No Brasil, o termo é também usado para empregos criados por aplicativos. As mudanças provocadas pelo avanço da tecnologia - em especial a exploração e a precariedade laboral - são o fio condutor de &lt;i&gt;Você Não Estava Aqui&lt;/i&gt;, de Ken Loach. Como de costume, o diretor britânico investe na crítica social e volta o seu olhar para a classe trabalhadora e suas dificuldades diárias, derivadas de péssimas condições de trabalho e abusos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo na primeira cena do longa, escrito a quatro mãos com o roteirista Paul Laverty, conhecemos a sufocante situação de Ricky Turner (Kris Hitchen). Trata-se de um homem em busca de emprego, mas acima de tudo, de alguém desesperado para mudar de vida, ganhar mais dinheiro, resolver os problemas financeiros e voltar a viver com dignidade. Assim, Ricky aceita trabalhar como motorista de entregas mesmo após uma entrevista na qual o empregador deixa claríssimo que ele não terá nenhum direito garantido. Frases como "Você não trabalha para nós, mas conosco" são ditas de forma objetiva. E, apesar de ser claramente uma manipulação, Ricky segue em frente. Vende o carro da mulher para comprar uma van com a esperança de fazer 200 libras por dia, como um de seus colegas. No entanto, para reunir esse montante, é obrigado a trabalhar 14 horas por dia, de segunda a sábado. Além disso precisa fazer as entregas no tempo estipulado, já que atrasos não são tolerados. Do outro lado do aplicativo, o cliente acompanha em tempo real a localização do produto até chegar em sua casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqL1u3RUrhReu8qSx52JxXPGs6khZF_DLFhmKNkmhALtHNiWWmPPiE6zqDzke7Zo9FoOf6pBZwCIscg21QABK8J3WcR3M8_92Bd_mpuvkITmlzwvcpPccRMeEUM7jzxhxoIA3cbA1hC2wM/s1600/voce-nao-estava-aqui.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="800" data-original-width="1200" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqL1u3RUrhReu8qSx52JxXPGs6khZF_DLFhmKNkmhALtHNiWWmPPiE6zqDzke7Zo9FoOf6pBZwCIscg21QABK8J3WcR3M8_92Bd_mpuvkITmlzwvcpPccRMeEUM7jzxhxoIA3cbA1hC2wM/s640/voce-nao-estava-aqui.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ricky Turner (Kris Hitchen) e a filha mais nova, Liza (Katie Proctor)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
É fácil manipular pessoas em situação de extrema vulnerabilidade emocional. Ao aceitar trabalhar com a empresa, Ricky tem a ilusão de ser dono de seu negócio (não há contrato, os motoristas trabalham por conta própria). Mas, quando precisa se ausentar para resolver problemas pessoais, e diz "Eu achei que o negócio fosse meu", escuta: "E é. Mas a franquia é nossa". A desilusão vai tomando conta do personagem à medida que novas adversidades se apresentam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atmosfera de opressão, presente desde o início do filme, nunca desaparece. Ao contrário, vai crescendo enquanto a história avança. E existe também no ambiente familiar, o que torna o longa ainda mais denso. A mulher de Ricky, Abbie (Debbie Honeywood), trabalha como cuidadora de idosos, também sem contrato. Ao vender o carro, ela se vê obrigada a passar mais tempo na rua, pulando de ônibus em ônibus, devido aos diversos deslocamentos que precisa fazer ao longo do dia. Marido e mulher saem muito cedo de casa e voltam tarde. Cansados, muitas vezes já encontram a filha mais nova, Liza (Katie Proctor), dormindo. O mais velho, o adolescente Seb (Rhys Stone), é o que mais sente a ausência dos pais. Sua aparente rebeldia esconde a profunda dor emocional que sente, revelada nos minutos finais de trama, numa única frase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgH4mVRr7II9eOELVlCNQxK1m0XbR3Iq-7RbRHPc1Ej4f486V0IXvalz_eF7B1lXr23GYvPthXG3NmTghMZueCa7_vECa6pOfmBEnPaFpYMpTWS0g_qDj02NkUQ5ZNgnvvdYH5JdNk2X9KL/s1600/voce-nao-estava-aqui2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="682" data-original-width="1023" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgH4mVRr7II9eOELVlCNQxK1m0XbR3Iq-7RbRHPc1Ej4f486V0IXvalz_eF7B1lXr23GYvPthXG3NmTghMZueCa7_vECa6pOfmBEnPaFpYMpTWS0g_qDj02NkUQ5ZNgnvvdYH5JdNk2X9KL/s640/voce-nao-estava-aqui2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O filme retrata como as condições precárias de trabalho afetam as relações familiares&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Você Não Estava Aqui&lt;/i&gt; ressalta, em tempos de novas tecnologias, como o sonho de empreender e ser dono de seu próprio negócio e tempo pode ser uma armadilha. Reflete a realidade de milhares de pessoas em todo mundo, que trocaram a estabilidade de um emprego regular, com horário e salários fixos, férias e plano de saúde, pela instabilidade de um trabalho informal que, em muitas ocasiões, gera mais tristeza do que felicidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobreviver e seguir lutando em meio às adversidades é preciso. Alguns acreditam que isso não precisa ser feito a qualquer preço. Outros, não veem (ou não têm) saída.&amp;nbsp; A cena que fecha o filme que o diga.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmjiyUOnIbgUoypfmEtgJ_Yf79zLNgeQ2Gm67GZSlraDz2PdU7-SIKm2bVWWA3iVQmeyvUumrLmU0jAICMwtFRrHncCqib4QR1mQf8ocRZLMYrQ9QEqTSAT4ApJN0RflR_Wr6I7cIDtFZj/s72-c/voce-nao-estava-aqui-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crítica: Uma Vida Oculta</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/02/critica-uma-vida-oculta.html</link><category>Resenhas</category><category>Uma Vida Oculta</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 28 Feb 2020 10:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-1731962948798788507</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUHAwMMawTn8OP471U5K3Q-xNN1kIF5uFVjxOnam7TKUbNqj1tPUlrtqp3Eo3lzPCgFSd-qzvutndjJtyGy8R8dtSY4BC7DEBEAigItz3Ksmk9NfXJBsRmGbBlPnYnL6YwMeGMKnqMss-r/s1600/uma-vida-oculta-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1024" data-original-width="691" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUHAwMMawTn8OP471U5K3Q-xNN1kIF5uFVjxOnam7TKUbNqj1tPUlrtqp3Eo3lzPCgFSd-qzvutndjJtyGy8R8dtSY4BC7DEBEAigItz3Ksmk9NfXJBsRmGbBlPnYnL6YwMeGMKnqMss-r/s400/uma-vida-oculta-poster.jpg" width="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano é 1939, e os habitantes do pequeno povoado austríaco de Sankt Radegund vivem tranquilos, protegidos pelas altas montanhas que circundam o local. E acompanham, à distância, os acontecimentos que culminarão, em setembro, no início da Segunda Guerra Mundial e na caça aos judeus pelas tropas de Hitler. É nesse cenário idílico que o camponês Franz Jägerstätter (August Diehl) vive com a mulher e as três filhas. Já nas primeiras tomadas de&amp;nbsp;&lt;i&gt;Uma Vida Oculta&lt;/i&gt;, em cartaz nos cinemas, reconhecemos algumas das muitas marcas registradas do cineasta Terrence Malick: vários momentos de silêncio, narrativa pausada, digressões e reflexões dos protagonistas em off entremeadas por planos abertos e paisagens exuberantes, música clássica como trilha sonora. A diferença deste para os filmes anteriores, porém, é o roteiro, mais objetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malick levou três anos para editar o longa, que tem quase três horas de duração, e reflete sobre suas inquietudes acerca de política e religião, apesar de se tratar de uma história real. Franz Jägerstätter existiu e foi convocado a lutar pelos nazistas em 1943. Depois de muito se questionar - e de ser pressionado pela Igreja e ver os vizinhos virando-lhe as costas -, ele se apresenta. Mas acaba preso, torturado e morto por traição após se recusar a servir aos ideais de Hitler. Trata-se menos de um ato heroico e mais da crença de que assassinar judeus não é correto ou justo e que não condiz com os ensinamentos religiosos que recebeu e com os quais se identifica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidfovkqor3s6ReUHH5jsSEu4sa-1WprexexHUUaQxqtpQGE4rz13wsg6BvENpM1gBXaqiEavhB0YRK2GoJUjtZNfdvH3PyXo3ADtshys1faqfcCEwpvQFOchsOn8kK53ovigPb3D615MyH/s1600/uma-vida-oculta.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1068" data-original-width="1600" height="427" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidfovkqor3s6ReUHH5jsSEu4sa-1WprexexHUUaQxqtpQGE4rz13wsg6BvENpM1gBXaqiEavhB0YRK2GoJUjtZNfdvH3PyXo3ADtshys1faqfcCEwpvQFOchsOn8kK53ovigPb3D615MyH/s640/uma-vida-oculta.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O filme foi inspirado na história real do camponês Franz Jägerstätter (August Diehl)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Na metade da projeção, as paisagens idílicas, apresentadas com planos abertos e câmera parada, mesclam-se com a violência sofrida pelo camponês na prisão. Nessas cenas, os movimentos de câmera se tornam mais rápidos e os planos, mais fechados, acentuando a atmosfera de amargura do personagem. Apesar da aparente calma, as cenas no campo, nas quais Franziska (Valerie Pachner) vivencia todo o sofrimento pela ausência e falta de notícias do marido, são carregadas de tensão e ódio, expressos sobretudo nos gestos e olhares que os moradores de Sankt Radegund lançam para a moça. Marido e mulher, portanto, travam lutas particulares e muito solitárias, cada um a seu modo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar ainda que praticamente todo o ambiente familiar é apresentado no filme com tons escuros, como se a portas e janelas da casa estivessem sempre fechados. Percebe-se, em algumas cenas, a luz entrando, mas são poucas. O único lugar do imóvel totalmente claro - com paredes e lençóis brancos - é o quarto do casal.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHRnb3I0-T7TSKF0wdD5BwmSSC1iMiprfvi__kH0L73lqR6Yp7U_9i02U4FDVL6qGQxI2gz-AxMrenaRradM_IBC0UpXJrraBXMlI8g8kieUKrblEaj0Wqp4XH-VnaNXHMdnYNnDPjQxyu/s1600/uma-vida-oculta2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1068" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHRnb3I0-T7TSKF0wdD5BwmSSC1iMiprfvi__kH0L73lqR6Yp7U_9i02U4FDVL6qGQxI2gz-AxMrenaRradM_IBC0UpXJrraBXMlI8g8kieUKrblEaj0Wqp4XH-VnaNXHMdnYNnDPjQxyu/s640/uma-vida-oculta2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Franziska (Valerie Pachner) sofre com a falta de notícias do marido&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Malick se inspirou nas cartas que Franz e Franziska trocaram enquanto ele esteve preso - e que foram recompiladas em livro - para escrever o roteiro de &lt;i&gt;Uma Vida Oculta&lt;/i&gt;. A casa onde eles viveram serviu de locação para o longa e atualmente é ponto turístico da região. Em 2007, o papa Bento XVI autorizou a beatificação de Franz. A cerimônia foi realizada em Liz, na Suíça, e contou com a presença de Franziska e das filhas.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUHAwMMawTn8OP471U5K3Q-xNN1kIF5uFVjxOnam7TKUbNqj1tPUlrtqp3Eo3lzPCgFSd-qzvutndjJtyGy8R8dtSY4BC7DEBEAigItz3Ksmk9NfXJBsRmGbBlPnYnL6YwMeGMKnqMss-r/s72-c/uma-vida-oculta-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>De Quem é o Sutiã?</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/02/de-quem-e-o-sutia.html</link><category>De Quem é o Sutiã?</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 20 Feb 2020 01:06:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-6768314505660145280</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUn_pQ2T5aMtZcMYKwo69CUuHCi01LBuVkORtdCrnQAnPcnC7d-O8tRJuuHf7Tpk3_AFRx04fjOdNYr9zvejL_DeOSDeYxtbWRzgMM98A1r4Ggcew5v8i874EaWsRbZzn9G0vc5xxDM7Ke/s1600/de-quem-e-o-sutia-poster.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="426" data-original-width="290" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUn_pQ2T5aMtZcMYKwo69CUuHCi01LBuVkORtdCrnQAnPcnC7d-O8tRJuuHf7Tpk3_AFRx04fjOdNYr9zvejL_DeOSDeYxtbWRzgMM98A1r4Ggcew5v8i874EaWsRbZzn9G0vc5xxDM7Ke/s400/de-quem-e-o-sutia-poster.png" width="271" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No material de divulgação, o filme &lt;i&gt;De Quem é o Sutiã?&lt;/i&gt; é vendido como uma releitura de &lt;i&gt;Cinderela&lt;/i&gt;. Porém, diferentemente do conto de fadas, o príncipe encantado não sai em busca da dona de um sapatinho de cristal, e sim de um... sutiã azul. Além disso, é um homem real (os príncipes encantados, assim como as princesas, são seres totalmente idealizados, certo?). Ou seja, pode até estar em busca de um grande amor, mas sua presença não se resume a aparecer no final da história para fazer uma mulher feliz para sempre (ela pode ser feliz sozinha, se quiser). Portanto, quem for ao cinema a partir desta quinta-feira (20), quando o longa entra em cartaz, não vai encontrar nenhuma das versões jamais apresentadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começar, em &lt;i&gt;De Quem é o Sutiã?&lt;/i&gt;, do diretor alemão Veit Helmer, o protagonista é masculino, se chama Nurlan (Predrag Manojlović). Trata-se de um maquinista que, antes de se aposentar, realiza sua última viagem de trem até a cidade de Baku, no Azerbaijão. Tudo transcorre como sempre: num determinado trecho da travessia, ele passa com a locomotiva pela rua estreita do vilarejo, que serve como área de lazer para os moradores (onde colocam mesas, comem, bebem e jogam xadrez) e como varal para secar suas roupas. Um menino que trabalha em condições precárias no único bar do local, dorme numa casinha de cachorro e come graças à ajuda de uma mulher é o responsável por avisar à população sempre que o trem está a ponto de passar. Quando isso acontece, tudo é retirado às pressas do trilho. Mas eis que um dia um sutiã azul fica preso à locomotiva. Nurlan, então, decide ir em busca da dona da peça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgorraO2OHCnK98IU_q5zjfuawb61VMyX92Zq4SS4KVL8WHNM9dQBWTFopQktZrdHDNhUcenrtUM7K1jmTFxFnX3U4jA1ATgLGjvMhBsS-r6XefagRXxBtPirCnvlXxoK9hIH_RKJr8EiLy/s1600/DE-QUEM-E-O-SUTIA-IMAGEM-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="738" data-original-width="1024" height="460" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgorraO2OHCnK98IU_q5zjfuawb61VMyX92Zq4SS4KVL8WHNM9dQBWTFopQktZrdHDNhUcenrtUM7K1jmTFxFnX3U4jA1ATgLGjvMhBsS-r6XefagRXxBtPirCnvlXxoK9hIH_RKJr8EiLy/s640/DE-QUEM-E-O-SUTIA-IMAGEM-2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O filme acompanha a jornada do maquinista Nurlan (Predrag Manojlović)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Não é uma atitude inusitada, já que, nos primeiros minutos do longa, vemos o personagem voltando à cidade para devolver aos donos peças e objetos que ficaram presos no trem e ainda estão em perfeitas condições (os que não estão vão diretamente para o lixo). Mas, no que se refere ao sutiã, o ato tem um significado que vai além da simples empatia. Nurlan é um solitário homem de cerca de 60 anos, que, durante uma viagem noturna, acaba vendo uma mulher dentro de casa com a mesma peça que ficaria presa no trem tempos depois (ele reconhece o sutiã, ao vê-lo). A cena inesperada é o gatilho que desperta nele a vontade de se envolver com alguém. Mas a única tentativa que faz não dá certo. E, então, ele desiste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dá para dizer que uma nova oportunidade surge no momento em que o sutiã fica preso no trem, pois o filme é desprovido de falas. Isso mesmo, Veit Helmer se lança numa licença poética para contar a história e mostrar a busca do personagem. Da forma como Nurlan é apresentado, é essa a impressão que se tem. Mas sem conversas objetivas, que possam esclarecer ou justificar suas atitudes, tudo fica no plano subjetivo. O espectador interpreta como quiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo nos damos conta de que a jornada do maquinista em busca da dona do sutiã é mais relevante do que a resposta à pergunta que dá nome ao filme. O espectador atento descobre rapidamente quem é. Mas até aqui, o que parecia ser uma fábula, entra num terreno nada agradável. À exceção das mulheres que batem a porta na cara de Nurlan quando ele mostra o tal sutiã azul, todas as outras são apresentadas através de estereótipos: ou são submissas, ou são loucas, ou são carentes, ou são desesperadas. Se era uma tentativa de Helmer de apresentar diferentes tipos femininos, errou feio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjyJny9h54GZ19atBX5Jlf1ctoRFfz3x6uC19D2o_XQvpLHzj5xDXyNS_n3mkkSAD8sTAj-8I0AmhkA8lo1YbKIVobAB4lODHfFd3hM_bUM91E3C14N2kh9eC3-jZRXEZxjmz2utvNFgK8V/s1600/de-quem-e-o-sutia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="288" data-original-width="512" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjyJny9h54GZ19atBX5Jlf1ctoRFfz3x6uC19D2o_XQvpLHzj5xDXyNS_n3mkkSAD8sTAj-8I0AmhkA8lo1YbKIVobAB4lODHfFd3hM_bUM91E3C14N2kh9eC3-jZRXEZxjmz2utvNFgK8V/s640/de-quem-e-o-sutia.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A atriz Paz Vega está no elenco do filme&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de um determinado momento, encontrar a dona do sutiã torna-se uma obsessão, a ponto de Nurlan fingir ser médico ou invadir a casa de uma mulher (com consequências desastrosas). Quando absolutamente nada dá certo... bem, é preciso ver o filme para descobrir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ou outro diálogo talvez faça falta para entender determinadas as motivações do protagonista. De qualquer forma, é uma escolha que nos obriga a focar inteiramente em todos os outros aspectos de um filme - planos, enquadramentos, luz, cores... - já que não precisamos dividir nossa atenção com as legendas. Trilha sonora e sons ambientes reforçados na pós-produção ajudam na narrativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, estejam abertos para uma experiência sensorial diferente.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUn_pQ2T5aMtZcMYKwo69CUuHCi01LBuVkORtdCrnQAnPcnC7d-O8tRJuuHf7Tpk3_AFRx04fjOdNYr9zvejL_DeOSDeYxtbWRzgMM98A1r4Ggcew5v8i874EaWsRbZzn9G0vc5xxDM7Ke/s72-c/de-quem-e-o-sutia-poster.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Jojo Rabbit</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/02/jojo-rabbit.html</link><category>Jojo Rabbit</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 6 Feb 2020 12:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-8088122011474167104</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkmInHeD3Tk6e8KwgmrpbVpD4-iJhNewDeq6V79JtUZ__mtndHxvmvwPAWCCLzAfsx_b53y1o4qsNl13X0JpE5QryGvrIleC5hwruXzHFCJq-JbVQN_FmpiFzowjnUXMOtkDSEEFGMO3io/s1600/jojo-rabbit-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1089" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkmInHeD3Tk6e8KwgmrpbVpD4-iJhNewDeq6V79JtUZ__mtndHxvmvwPAWCCLzAfsx_b53y1o4qsNl13X0JpE5QryGvrIleC5hwruXzHFCJq-JbVQN_FmpiFzowjnUXMOtkDSEEFGMO3io/s400/jojo-rabbit-poster.jpg" width="271" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se pensava que todos as histórias sobre o nazismo e a Segunda Guerra Mundial (ou tendo os temas como pano de fundo) já haviam sido contadas no cinema, eis que surge Taika Waititi para provar que estávamos errados. Que bom. Seu delicioso &lt;i&gt;Jojo Rabbit&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (6), é a prova de que, com muita criatividade, é possível voltar ao tema e surpreender. A trama é inspirada livremente no livro &lt;i&gt;Caging Skies&lt;/i&gt;, de Christine Leunens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O longa tem despertado polêmicas mundo afora, pois retrata, com leveza, humor e muito deboche, o relacionamento entre Jojo (Roman Griffin Davis, maravilhoso) e seu amigo imaginário Adolf Hitler (Waititi), representado como um homem lunático, patético, histérico e muitas vezes bobalhão e infantil. Jojo tem apenas 10 anos, é alemão e, em sua inocência e extrema pureza, acredita sinceramente que os judeus são pessoas do mal, que dormem de cabeça para baixo como os morcegos e leem as mentes das pessoas, entre outros absurdos disseminados pelos nazistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAI36x_OcbeWqis5K-WR6VApmIYOsV9rP0-LBzuXWaL9osQy4eXw3YSH33xbNPX8dQN0CAaKztn-l85lEGW3THGJpeqDfxx2IZJSaZHuOjbL50ClCiMC4XBmVKX6gOzrUMxChoND6YPnFS/s1600/Jojo-Rabbit.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAI36x_OcbeWqis5K-WR6VApmIYOsV9rP0-LBzuXWaL9osQy4eXw3YSH33xbNPX8dQN0CAaKztn-l85lEGW3THGJpeqDfxx2IZJSaZHuOjbL50ClCiMC4XBmVKX6gOzrUMxChoND6YPnFS/s640/Jojo-Rabbit.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Hitler (Taika Waititi) é o amigo imaginário de Jojo Rabbit (Roman Griffin Davis)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
No final da Segunda Guerra, período retratado no filme, Jojo aspira a entrar para a Juventude Hitlerista e, para isso, torna-se aluno da escola preparatória em Berlim. Os treinamentos incluem lançamento de granadas, queima de livros, manuseio de armas brancas e de fogo e o até assassinato de um coelho - quando Jojo ganha o apelido (rabbit significa coelho em inglês). As aulas são comandadas por outro lunático, o capitão Klenderdof (um Sam Rockwell impagável), e sua assistente Fraulein Rahm (Rebel Wilson).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme é pura sátira à juventude nazista, e as piadas de mau gosto proferidas por vários personagens reforçam isso. Há ainda situações esdrúxulas, para dizer o mínimo, protagonizadas pelo Capitão Klenderdof, que parece ter sido criado para personificar a imbecilidade dos agentes do Terceiro Reich. A atuação primorosa de Rockwell - principalmente na cena em que os alemães acabarão rendidos às tropas americanas - merece destaque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4GU0ZMu6JQHXQ7EsX11OnHXMPK4574kEdyYXR2Cpqgh8wFKKJxxXLfHurZ2iASajLRQIGcQJyIXpr3SRA47RCjCcPhXXNgFxe3CoV3ab838uFoQWsjQbCC3ubpM1zARpqWe97l5EKInYR/s1600/jojo-rabbit2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="772" data-original-width="1440" height="342" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4GU0ZMu6JQHXQ7EsX11OnHXMPK4574kEdyYXR2Cpqgh8wFKKJxxXLfHurZ2iASajLRQIGcQJyIXpr3SRA47RCjCcPhXXNgFxe3CoV3ab838uFoQWsjQbCC3ubpM1zARpqWe97l5EKInYR/s640/jojo-rabbit2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Sam Rockwell e Scarlet Johansson se destacam nas boas atuações do filme&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas ele, mas o elenco como um todo - incluindo os secundários - têm atuações primorosas. Scarlet Johansson (que concorre ao Oscar na categoria Atriz Coadjuvante) interpreta a mãe de Jojo, uma mulher amorosa que acolhe o filho em seu radicalismo, mas, ao mesmo tempo, trabalha em segredo contra o regime de Hitler e esconde uma jovem judia (Thomasin McKenzie) no sótão de casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a partir desta descoberta, aliás, que o mundo de Jojo começa a mudar. Waititi trabalha&amp;nbsp; a chegada gradual de uma nova consciência e o amadurecimento do protagonista de forma sensível e delicada. A transformação acontece aos poucos, não sem algumas discussões e dissabores, naturalmente. Afinal, ninguém cresce impunemente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Jojo Rabbit&lt;/i&gt;&amp;nbsp; conquistou o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado na edição 2020 do Bafta, considerada a mais importante premiação do cinema do Reino Unido, realizada no último domingo. O longa concorre ainda a seis estatuetas do Oscar. Além de atriz coadjuvante, está indicado também nas categorias: Filme, Roteiro Adaptado, Direção de Arte, Edição e Figurino.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkmInHeD3Tk6e8KwgmrpbVpD4-iJhNewDeq6V79JtUZ__mtndHxvmvwPAWCCLzAfsx_b53y1o4qsNl13X0JpE5QryGvrIleC5hwruXzHFCJq-JbVQN_FmpiFzowjnUXMOtkDSEEFGMO3io/s72-c/jojo-rabbit-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Judy: Muito Além do Arco-Íris</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/01/judy-muito-alem-do-arco-iris.html</link><category>Judy</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 30 Jan 2020 11:55:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-4342604587882638749</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj90kcuuzhlOB-g9Wo6rUpF2d1feGx6MtGvA4m_1jJ-Twuj6BCn4Ux27ceblSDVeXeSwAQ0aSBELbwMZ7JsfJiz-ln4PsZFmjdbZWO_pve2i3o19uAhkUMhumkMwRwp2wlKm1W-kBss6uXY/s1600/judy-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1038" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj90kcuuzhlOB-g9Wo6rUpF2d1feGx6MtGvA4m_1jJ-Twuj6BCn4Ux27ceblSDVeXeSwAQ0aSBELbwMZ7JsfJiz-ln4PsZFmjdbZWO_pve2i3o19uAhkUMhumkMwRwp2wlKm1W-kBss6uXY/s400/judy-poster.jpg" width="258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renée Zellweger é a grande favorita ao Oscar de Melhor Atriz por interpretação visceral de &lt;i&gt;Judy: Muito Além do Arco-Íris&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (30), e mostra os anos finais da vida de Judy Garland, protagonista do clássico &lt;i&gt;O Mágico de Oz&lt;/i&gt;. Se vencer, terá merecido, como merecidos foram O Globo de Ouro e o SAG Awards, na mesma categoria. O filme, dirigido por Rupert Goold, foca no último ano de vida da artista, quando esta já estava muito afetada por décadas de dependência medicamentosa e alcoólica e por grandes traumas emocionais. Renée Zellweger brilha e se entrega completamente à personagem. Também é a voz da atriz que ouvimos durante as apresentações musicais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O longa começa em 1968, quando a carreira de Judy Garland está em decadência e quase ninguém a contrata para fazer filmes ou cantar. Como não tem com quem deixar os dois filhos pequenos, eles acabam acompanhando a mãe – e se apresentando com ela – em shows mal pagos em pequenas casas de espetáculos. Até que a situação torna-se insustentável e as crianças passam a viver com o pai, Sid Luft (Rufus Sewell), o terceiro marido de Judy (ao todo foram cinco).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFzRuMC4gPqEqD8gLIt_JwMy9o9cRmVH9c_CAT2JVErTr8tYG-vokgZnrixoCGLuvMEDWWqVUnWqPxPsaBSqeufUXI7bMQANJZ_uI8HMJPKi8StMuXQwFz-epPT8P3yCqpZPovTQz5U4Bk/s1600/judy-filme.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1187" data-original-width="1600" height="474" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFzRuMC4gPqEqD8gLIt_JwMy9o9cRmVH9c_CAT2JVErTr8tYG-vokgZnrixoCGLuvMEDWWqVUnWqPxPsaBSqeufUXI7bMQANJZ_uI8HMJPKi8StMuXQwFz-epPT8P3yCqpZPovTQz5U4Bk/s640/judy-filme.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O filme foca no último ano de vida de Judy Garland (Renée Zellweger)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
O filme não mergulha diretamente nos dramas pessoas da atriz e não se aprofunda nos fatos que contribuíram para que a situação chegasse a tal ponto. E talvez seja esta a parte mais fraca do roteiro de Tom Edge (&lt;i&gt;The Crown&lt;/i&gt;). De qualquer forma, com idas e vindas entre passado e presente, sabemos que Judy sofreu muitíssima pressão de Louis B. Mayer, o todo poderoso da MGM, durante as filmagens de &lt;i&gt;O Mágico de Oz&lt;/i&gt; – para não engordar, a obrigavam a tomar remédios que inibiam seu apetite. Como consequência, perdia o sono e acabava tomando remédio para dormir – e às vezes trabalhava 14 horas por dia. Além disso, tinha pais totalmente ausentes. Ao longo dos anos, os traumas foram aumentando e sufocando seu enorme talento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Judy Garland morreu aos 47 anos em Londres, após terminar a turnê para a qual havia sido contratada. Sem trabalho nos Estados Unidos, ela vai para a capital inglesa em busca de dinheiro, numa última tentativa de retomar a carreira e recuperar os filhos. Algumas apresentações vão bem, outras não. Durante esse tempo, ela ainda reencontra um antigo flerte, Mickey (Finn Wittrock), que viria a ser seu último marido. Um aproveitador – ou mais um, em todo caso –, tal qual os anteriores, segundo Judy deixa claro numa briga que culminará na separação do casal. Intencional ou não, o recurso acaba sendo usado para transformar o personagem num resumo de todos os ex-maridos. E fazendo de Judy Garland uma mera vítima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renée Zellweger disputa o Oscar com Scarlett Johansson (&lt;i&gt;História de um Casamento&lt;/i&gt;), Charlize Theron (&lt;i&gt;O Escândalo&lt;/i&gt;), Cynthia Erivo (&lt;i&gt;Harriet&lt;/i&gt;) e Saoirse Ronan (&lt;i&gt;Adoráveis Mulheres&lt;/i&gt;). &lt;i&gt;Judy – Muito Além do Arco-Íris&lt;/i&gt; concorre ainda na categoria Maquiagem. A cerimônia será realizada no dia 9 de fevereiro.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj90kcuuzhlOB-g9Wo6rUpF2d1feGx6MtGvA4m_1jJ-Twuj6BCn4Ux27ceblSDVeXeSwAQ0aSBELbwMZ7JsfJiz-ln4PsZFmjdbZWO_pve2i3o19uAhkUMhumkMwRwp2wlKm1W-kBss6uXY/s72-c/judy-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Escândalo</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/01/o-escandalo.html</link><category>O Escândalo</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 17 Jan 2020 12:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-850446797560663653</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihBkT5gh2TmAWtiJCW9h14apY80HDoo_CawW_P3QF5t3_yvoXxB3ve1QnQylC6ThxNJlXSc2qOqv-WfkIMDZDrNsivHZ-fbRrL0OaNztGm5IGDuOpbCQbmeIFz00N55_FPIfxAI4EX8h8n/s1600/o-escandalo-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="684" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihBkT5gh2TmAWtiJCW9h14apY80HDoo_CawW_P3QF5t3_yvoXxB3ve1QnQylC6ThxNJlXSc2qOqv-WfkIMDZDrNsivHZ-fbRrL0OaNztGm5IGDuOpbCQbmeIFz00N55_FPIfxAI4EX8h8n/s400/o-escandalo-poster.jpg" width="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, &lt;i&gt;O Escândalo&lt;/i&gt;, em cartaz na cidade desde quinta-feira (16), não parece o que é. O diretor Jay Rouch e o roterista Charles Randolph começam o longa travando uma comunicação direta com o espectador ao transformar a âncora e estrela da Fox News Megyn Kelly (Charlize Theron) numa espécie de cicerone da emissora. Caminhamos com a jornalista pelos corredores, visitamos estúdios e conhecemos algumas de suas colegas de trabalho enquanto ela conversa com a câmera. Mas &lt;i&gt;O Escândalo&lt;/i&gt; não é sobre os bastidores da Fox, uma das maiores e mais importantes emissoras de TV dos Estados Unidos, e sim sobre assédio sexual. Sobre como homens poderosos acossam mulheres em troca de promoções e da promessa de ascensão profissional. Sobre como muitas se calam por medo, vergonha ou conivência. E sobre como tudo isso vem mudando... ainda que lentamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A figura masculina central é Roger Ailes (John Lithgow), o todo-poderoso da Fox que assedia funcionárias da empresa há anos, impunemente. O início de sua derrocada começa quando a apresentadora Gretchen Carlson (Nicole Kidman) resolve denunciar o ex-chefe depois de perder um programa de prestígio e ser rebaixada. O problema é que, do jeito que a situação é apresentada, tem-se a impressão de que ela só o acusa para se vingar. E fica, então, a pergunta: por que não fez isso antes?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpINSFqVKnFvDJvyT1XOusmN9bDyI-BKhXCPxXAoYVGVBM0ynOQXCbrkotQ3TkB4C_V4ijN9lVDoSHPJgz-MWFVgw5CvMFsD1M96njI2Qigit6QyTwJ596siSJPD9oasfWoydm-XJoopEJ/s1600/o-escandalo-bombshell.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1416" height="450" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpINSFqVKnFvDJvyT1XOusmN9bDyI-BKhXCPxXAoYVGVBM0ynOQXCbrkotQ3TkB4C_V4ijN9lVDoSHPJgz-MWFVgw5CvMFsD1M96njI2Qigit6QyTwJ596siSJPD9oasfWoydm-XJoopEJ/s640/o-escandalo-bombshell.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;As protagonistas Megyn Kelly (Charlize Theron), Gretchen Carlson (Nicole Kidman) e Kayla Pospisil (Margot Robbie)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Megyn Kelly demora a se pronunciar – e seu silêncio chama a atenção dos colegas –, mas finalmente endossa as acusações de Gretchen, o que acaba por contribuir para a derrocada final de Ailes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acuada diante do escândalo que a iniciativa provoca, a família do magnata Rupert Murdoch, dono da News Corp, proprietária da Fox News, opta pela demissão de seu diretor-executivo. Ele é impedido, até, de se despedir dos funcionários. O anúncio de sua saída é feito pelo próprio Murdoch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gretchen e Megyn encabeçam o ataque a Ailes. Mas uma terceira mulher,&amp;nbsp; Kayla Pospisil (Margot Robbie), divide o protagonismo com elas. Trata-se de uma jovem em início de carreira, deslumbrada, inexperiente e imatura, disposta a usar certas artimanhas para fazer carreira na Fox News. Um verdadeiro clichê. Também assediada pelo executivo, porém, seus questionamentos morais a levam para um caminho diferente do das outras duas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZBZoAo_uVUBU6nekbMZXuc1ofl-fFbQ4WCfzyIDgZnkApB2PP6dywuniGJBx4XUjMt2WeLZ998xPs9OLcU3C23-EtvlAs4hyphenhyphenz3_HRDF2CJWIoNiBvLMv9soC5d7nj69WjhkLyM2kqx-4E/s1600/o-escandalo-john-lithgow.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZBZoAo_uVUBU6nekbMZXuc1ofl-fFbQ4WCfzyIDgZnkApB2PP6dywuniGJBx4XUjMt2WeLZ998xPs9OLcU3C23-EtvlAs4hyphenhyphenz3_HRDF2CJWIoNiBvLMv9soC5d7nj69WjhkLyM2kqx-4E/s640/o-escandalo-john-lithgow.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;John Lithgow&amp;nbsp;interpreta&amp;nbsp;Roger Ailes, todo-poderoso da Fox News&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O Escândalo&lt;/i&gt; é baseado nas acusações feitas por Gretchen Carlson contra Roger Ailes em 2016. Diferentemente do que ocorre no filme, ele renunciou ao cargo após as denúncias. E morreu no ano seguinte, aos 77 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O longa concorre a três Oscar, cuja cerimônia está marcada para o dia 9 de fevereiro: Atriz (Charlize Theron), Atriz Coadjuvante (Margot Robbie) e Maquiagem.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihBkT5gh2TmAWtiJCW9h14apY80HDoo_CawW_P3QF5t3_yvoXxB3ve1QnQylC6ThxNJlXSc2qOqv-WfkIMDZDrNsivHZ-fbRrL0OaNztGm5IGDuOpbCQbmeIFz00N55_FPIfxAI4EX8h8n/s72-c/o-escandalo-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Os Miseráveis</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/01/os-miseraveis.html</link><category>Os Miseráveis</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Wed, 15 Jan 2020 22:07:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-6210757296078965872</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgU1CQewQagQmtMnSck3jSEugdUcnz1ejkQ0xzqW1X4RmAto2228TjoW7j0P2QCY_XQKrbeWgQo0Uvg9-jAZI93e1-U7gk31wDKhV9y2sRGmPvLSnBNkt11YKcfYwbLhZ4ACQ7I1esrRJ7w/s1600/os-miseraveis-2019-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1199" data-original-width="673" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgU1CQewQagQmtMnSck3jSEugdUcnz1ejkQ0xzqW1X4RmAto2228TjoW7j0P2QCY_XQKrbeWgQo0Uvg9-jAZI93e1-U7gk31wDKhV9y2sRGmPvLSnBNkt11YKcfYwbLhZ4ACQ7I1esrRJ7w/s400/os-miseraveis-2019-poster.jpg" width="223" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A famosa Avenida Champs-Élysées aparece tomada por uma multidão em festa após a França conquistar a Copa do Mundo de 2018 na abertura de &lt;i&gt;Os Miseráveis&lt;/i&gt;, do cineasta Ladj Ly, que estreia nesta quinta-feira (16). É o único momento do filme em que o famoso ponto turístico de Paris surge na tela. E é a única vez também que a cidade e seus habitantes mostram-se integrados. Diferenças sociais, raciais e econômicas simplesmente não existem. Até a sequência seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyjdYnoh_k23W38sxzhj1u1todFbpjX0MwgFSMzKA0vuzkGHdRfVl83ze7d_FDX_jOtyks9Q8ZtpJRa1UBKX_1jLI9SYddJ9s_cCQs13RnKwKwCqSz0ilpd7Zy19veSZoR0VpcfGgbc23M/s1600/les-miserables-ladj-ly.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="698" data-original-width="1240" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyjdYnoh_k23W38sxzhj1u1todFbpjX0MwgFSMzKA0vuzkGHdRfVl83ze7d_FDX_jOtyks9Q8ZtpJRa1UBKX_1jLI9SYddJ9s_cCQs13RnKwKwCqSz0ilpd7Zy19veSZoR0VpcfGgbc23M/s640/les-miserables-ladj-ly.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Os Miseráveis&lt;/i&gt; mostra a relação de um trio de policiais com os moradores – formados por adolescentes, imigrantes (ou filhos de imigrantes que, mesmo tendo nascido em solo europeu, não são vistos como franceses) e a Irmandade Muçulmana – de um bairro periférico da capital francesa. Logo no início da projeção, quando eles abordam três jovens num ponto de ônibus, fica clara a relação abusiva que mantêm com a comunidade. E como essa, mesmo reagindo (ou tentando), tem dificuldade de ser ouvida e fazer valer seus direitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do roubo de um filhote de leão, a tensão já existente entre os policiais, os imigrantes africanos e a comunidade cigana instalada no local começa a crescer e, com ela, o ritmo do filme, que se torna mais e mais frenético. A forma arbitrária como eles prendem o culpado e a punição cruel que ele recebe acabam sendo registradas por um drone. E, quando os agentes perdem o controle da situação, o caos e a violência se instalam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx7RN-b5HazHsbvMRob4LM1o0C1glxuyuR_O510KKUYdi01yvB4l5_WG8CGrPaMq836RriOmDewe_LiphO8PHJT_jhpe6he5fxJy2hJtNVZBwi27wKo8UjqAQ9p2EFd7rj1iDI5YUDgmwO/s1600/Les-Miserables-Ladj-Ly2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="390" data-original-width="745" height="334" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx7RN-b5HazHsbvMRob4LM1o0C1glxuyuR_O510KKUYdi01yvB4l5_WG8CGrPaMq836RriOmDewe_LiphO8PHJT_jhpe6he5fxJy2hJtNVZBwi27wKo8UjqAQ9p2EFd7rj1iDI5YUDgmwO/s640/Les-Miserables-Ladj-Ly2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
A história retratada no longa é baseada em uma prisão real que Ladj Ly presenciou durante a juventude, num subúrbio de Paris. O cineasta nasceu em Mali, em 1978, mas se mudou para a França e cresceu na localidade de Montfermeil, em Sena-San Dani, no distrito de Le Raincy – e onde Victor Hugo ambienta &lt;i&gt;Os Miseráveis&lt;/i&gt;, o livro cujo nome Ly pega emprestado para seu filme. As injustiças e abusos perpetrados pelos policiais no filme tem um quê da realidade que ele conheceu. Em entrevista ao jornal espanhol &lt;i&gt;El País&lt;/i&gt;, o cineasta afirmou não querer fazer um longa antipolicial. Porém, do jeito que a história é contada, fica claro de que lado ele está.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após levar o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, em 2019, &lt;i&gt;Os Miseráveis&lt;/i&gt; parte rumo ao Oscar. Na cerimônia, dia 9 de fevereiro, é o candidato da França na categoria Filme Internacional, junto a &lt;i&gt;Parasita&lt;/i&gt; (Boon-Jo Hoo), &lt;i&gt;Dor e Glória&lt;/i&gt; (Pedro Almodóvar), &lt;i&gt;Corpus Christi&lt;/i&gt; (Jan Komasa) e &lt;i&gt;Honeyland&lt;/i&gt; (de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov, também indicado na categoria Documentário).</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgU1CQewQagQmtMnSck3jSEugdUcnz1ejkQ0xzqW1X4RmAto2228TjoW7j0P2QCY_XQKrbeWgQo0Uvg9-jAZI93e1-U7gk31wDKhV9y2sRGmPvLSnBNkt11YKcfYwbLhZ4ACQ7I1esrRJ7w/s72-c/os-miseraveis-2019-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Adoráveis Mulheres</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/01/adoraveis-mulheres.html</link><category>Adoráveis Mulheres</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 9 Jan 2020 13:14:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-7223890094835792352</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCjdq0ga73bcJOlimSNurjWLQBRxeOGzmKPMAg7QmS8wCgtx0eXD-KXk8vdvM2l2Vne1z65yrPmH7Bk4gDZAi2tTyfuHwLoE6MqJ_Ph8PgP2enWj3V90tHy2lxxhJ4F14sYnohhKEmRFZf/s1600/adoraveis-mulheres-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1090" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCjdq0ga73bcJOlimSNurjWLQBRxeOGzmKPMAg7QmS8wCgtx0eXD-KXk8vdvM2l2Vne1z65yrPmH7Bk4gDZAi2tTyfuHwLoE6MqJ_Ph8PgP2enWj3V90tHy2lxxhJ4F14sYnohhKEmRFZf/s320/adoraveis-mulheres-poster.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua estreia solo como diretora, com &lt;i&gt;Lady Bird - A Hora de Voar&lt;/i&gt;, Greta Gerwig mostrou os conflitos e inseguranças de uma jovem de 17 anos (interpretada por Saoirse Ronan) prestes a terminar o ensino médio (&lt;i&gt;high school&lt;/i&gt; nos Estados Unidos) e ingressar na universidade. Apesar de todos os dilemas enfrentados – e dos questionamentos típicas da adolescência –, é uma moça forte, independente e que luta para conseguir aquilo a que se propõe. Pela obra, ela foi indicada ao Oscar Melhor Direção (foi a quinta mulher a concorrer na categoria) e Saoirse, ao de Melhor Atriz. Em &lt;i&gt;Adoráveis Mulheres&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (9), as duas retomam a parceria para novamente mostrar a força do feminino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme é uma nova adaptação para o cinema do romance&amp;nbsp;&lt;i&gt;Mulherzinhas&lt;/i&gt;, publicado por Louisa May Alcott em 1868, e narra o périplo de Jo March (Saoirse) para se firmar como escritora numa sociedade machista durante os anos da Guerra de Secessão nos Estados Unidos (entre 1861 e 1865). A narrativa ganha em ritmo ao alternar passado e presente para mostrar o desenrolar de sua vida e o de suas três irmãs, vividas por Emna Watson (Meg), Florence Pugh (Amy) e Eliza Scanlen (Beth). As quatro têm personalidades distintas, mas com algo em comum: estão dispostas a viver a vida do jeito que lhes apetece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm15mphAFqlWODrRQZVHUFB_2K-grX40FxMKcsEwXiHW4-53ukx283U_tmdGvt9mDQatluejnRq5a5I_yzJFSwo-fO4e5OjWliZqTdzOTjrsGzIaxa49r4eQLFVLIix4pwd6LySgZ9oAET/s1600/Adoraveis-Mulheres-cena.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="902" data-original-width="1600" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm15mphAFqlWODrRQZVHUFB_2K-grX40FxMKcsEwXiHW4-53ukx283U_tmdGvt9mDQatluejnRq5a5I_yzJFSwo-fO4e5OjWliZqTdzOTjrsGzIaxa49r4eQLFVLIix4pwd6LySgZ9oAET/s640/Adoraveis-Mulheres-cena.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O filme acompanha o amadurecimento das irmãs March&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
É um longa leve e gostoso de assistir, mas o roteiro, também assinado por Greta Gerwig, carece de originalidade. Com uma certa sagacidade, é possível identificar os pontos de giro que o filme vai dar e o caminho que a história de todas elas vai tomar. Ou seja, não surpreende. As interpretações, porém, são convincentes, o que torna a obra mais palatável. Vale lembrar que, pelo papel, Saoirse Ronan foi indicada ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz em filme dramático, mas perdeu para Renée Zellweger (por &lt;i&gt;Judy&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os homens têm papel secundário na trama, à exceção de Laurie (Timothée Chalamet), cuja chegada terminará por modificar certas dinâmicas e relações familiares. De certa forma, é a presença dele na vida da família March que dará pé para que duas das irmãs, Jo e Amy, discutam e reflitam sobre o papel das mulheres na sociedade e na relação com os homens. Como já foi dito, é um filme sobre mulheres fortes e a força do feminino. Alguns questionamentos ficaram para trás (como a necessidade de fazer um bom casamento), outros ainda soam bem atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI2Yks1oaAMLcU9C7bsBWAcfpmWq4pD89q_Pa3uKYN18UfcxrCyExpoe4-Pz2NKghB8GbPs_Qs0RqduOknj82x8rTchH3l_KJ0CKURWgf6rYU-p_Hcqbs4nvHXEevxROHQ3mn8EJV3IqwW/s1600/adoraveis-mulheres-cena2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="724" data-original-width="1200" height="386" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhI2Yks1oaAMLcU9C7bsBWAcfpmWq4pD89q_Pa3uKYN18UfcxrCyExpoe4-Pz2NKghB8GbPs_Qs0RqduOknj82x8rTchH3l_KJ0CKURWgf6rYU-p_Hcqbs4nvHXEevxROHQ3mn8EJV3IqwW/s640/adoraveis-mulheres-cena2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Jo (Saoirse Ronan) e Laurie (Timothée Chalamet): uma relação tumultuada&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Por isso, para quem não conhece a história, pode parecer estranho o final escolhido para Jo (se você não viu as três versões anteriores e não leu o livro, não sou eu quem vai contar...). Mas há uma explicação. Louisa May Alcott foi criada num ambiente não convencional para os padrões da época. Defendeu o direito de ganhar a vida por méritos próprios e de forma independente e a não se casar. Mas não pôde publicar o final que queria para a protagonista em &lt;i&gt;Mulherzinhas&lt;/i&gt;. A forma encontrada (assista ao filme!), pelo menos, mostra uma visão igualitária do matrimônio. Prestem atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O elenco é formado ainda por Meryl Streep (como a tia rica, velha e mal-humorada), Laura Dern (mãe das jovens), Chris Cooper, Bob Odenkirk, James Norton e Tracy Letts.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCjdq0ga73bcJOlimSNurjWLQBRxeOGzmKPMAg7QmS8wCgtx0eXD-KXk8vdvM2l2Vne1z65yrPmH7Bk4gDZAi2tTyfuHwLoE6MqJ_Ph8PgP2enWj3V90tHy2lxxhJ4F14sYnohhKEmRFZf/s72-c/adoraveis-mulheres-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Retrato de uma Jovem em Chamas</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/01/retrato-de-uma-jovem-em-chamas.html</link><category>Resenhas</category><category>Retrato de uma Jovem em Chamas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 9 Jan 2020 12:39:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-7346025973503301898</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0Ghs92b98OTOgxjzy2-qBSFTPn1Idi99tdZ4z8nigjmsUQFKIeLS42fUEYsrK5wbqJ2Lzicydq4I_q0oVoJZw4bUtcfcpoU3hB8aFldg99iP5ZJaNgOMsQXpHA636vepgEZTC7eJng0Yp/s1600/retrato-de-uma-jovem-em-chamas-cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1080" data-original-width="738" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0Ghs92b98OTOgxjzy2-qBSFTPn1Idi99tdZ4z8nigjmsUQFKIeLS42fUEYsrK5wbqJ2Lzicydq4I_q0oVoJZw4bUtcfcpoU3hB8aFldg99iP5ZJaNgOMsQXpHA636vepgEZTC7eJng0Yp/s320/retrato-de-uma-jovem-em-chamas-cartaz.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sutileza é a palavra-chave que descreve o filme &lt;i&gt;Retrato de uma Jovem em Chamas&lt;/i&gt;, escrito e dirigido por Céline Sciamma, e que estreia nesta quinta-feira (9). Ambientado na França de 1770, o longa narra o encontro da pintora Marianne (Noémie Merlant) com a introvertida Héloïse (Adèle Haenel), prometida a um homem italiano que não conhece. Marianne é contratada pela mãe da jovem para fazer um quadro da filha, que será enviado ao pretendente antes do casamento. Porém, após ser retirada do convento onde se encontrava depois da morte da irmã, ela se recusa a posar. A solução, então, é se fazer passar por dama de companhia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paixão que vai surgindo lentamente entre elas cresce à medida que se conhecem. Mas nada é mostrado de forma óbvia – e esse é um dos grandes trunfos do longa. Nos primeiros momentos juntas – principalmente na praia, onde os passeios ocorrem –, as conversas entre Marianne e Héloïse ajudam a dissimular o verdadeiro objetivo da pintora: reparar em cada detalhe do rosto da jovem e em seus trejeitos. Os planos empregados e os movimentos de câmera foram escolhidos para deixar claro os artifícios que Marianne usa para conseguir captar o que deseja. A princípio, temos a impressão de que Héloïse não se dá conta do que acontece. Mas, às vezes, nada é o que parece ser...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da trama, os diálogos mudam – deixando claro que elas prestam muito mais atenção uma à outra do que supunham – e a troca de olhares se intensifica. Nos momentos de silêncio, nada mais é necessário dizer: a paixão chegou e, com ela, o medo. O filme de Sciamma, que ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes e a Palma Queer (também concorreu ao Globo de Ouro como Melhor Filme Estrangeiro, mas perdeu para &lt;i&gt;Parasita&lt;/i&gt;, do sul-coreano Bong Jon Ho), mostra&amp;nbsp; os caminhos que as duas percorrem para superar o temor até se entregarem ao amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS4OTDjqJbZ7yrXJq79n0g0CU-wIGAosOUkhx0mF4meHmY2KIPR5AHSCS2M74rIUeA5JBPjH9Kj0IEXVVkdW4Z2BfhKxymVVvrzV6b-_wecNMQ3DeAthR1LtkwHFYN6SHyVzDQ-UWgcd1_/s1600/retrato-de-uma-jovem-em-chamas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="845" data-original-width="1600" height="336" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS4OTDjqJbZ7yrXJq79n0g0CU-wIGAosOUkhx0mF4meHmY2KIPR5AHSCS2M74rIUeA5JBPjH9Kj0IEXVVkdW4Z2BfhKxymVVvrzV6b-_wecNMQ3DeAthR1LtkwHFYN6SHyVzDQ-UWgcd1_/s640/retrato-de-uma-jovem-em-chamas.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Marianne (Noémie Merlant) e&amp;nbsp;Héloïse (Adèle Haenel) não resistem à paixão&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
E, se por um lado, mostra também as poucas opções que as mulheres tinham de escolherem seu próprio destino, por outro apresenta uma personagem livre (Marianne), artista e dona de seu espaço (ainda que com alguma concessão na área profissional). E se tais características marcam a diferença de personalidade das duas, também fortalece o sentimento e as aproxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diretora Céline Sciamma usa ainda a trágica história de amor de Orfeu e Eurídice como metáfora do encontro de Marianne e Héloïse. Na mitologia grega, Orfeu, um jovem e talentoso músico, vai ao mundo dos mortos resgatar a amada, morta precocemente após ser mordida por uma serpente. A condição para trazê-la de volta é que Orfeu não olhe para o rosto da amada antes de verem novamente a luz do sol. Mas ele não resiste... e a perde para sempre. Para não dar spoiler, digamos apenas que esta releitura está no filme. Na cena final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, o elenco de &lt;i&gt;Retrato de uma Jovem em Chamas&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é completamente feminino. Além das protagonistas, surgem ainda a atriz italiana Valeria Golino, como a Condessa, mãe de Héloïse; e Luàna Brajami, como a empregada que acaba se tornando cúmplice silenciosa do romance entre Héloïse e Marianne. Céline Sciamma contou ainda com mulheres na produção e na fotografia.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0Ghs92b98OTOgxjzy2-qBSFTPn1Idi99tdZ4z8nigjmsUQFKIeLS42fUEYsrK5wbqJ2Lzicydq4I_q0oVoJZw4bUtcfcpoU3hB8aFldg99iP5ZJaNgOMsQXpHA636vepgEZTC7eJng0Yp/s72-c/retrato-de-uma-jovem-em-chamas-cartaz.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Caso Richard Jewell</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2020/01/o-caso-richard-jewell.html</link><category>O Caso Richard Jewell</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 2 Jan 2020 17:23:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-7555308732844858059</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHqmMPYpt-9G9i0wMZ7Zu-gtpXi1wBMy4sbAhofeOydon6ytcW5mqcnlDKTekym1A4_kSopzndhAKUp1uh4K_A1NT3sbPjKWoZ6lHtOZNMi5dnMh_jswlLWfpTPwRBJJB3_8KuzArs4aIO/s1600/o-caso-richard-jewell-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1500" data-original-width="1012" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHqmMPYpt-9G9i0wMZ7Zu-gtpXi1wBMy4sbAhofeOydon6ytcW5mqcnlDKTekym1A4_kSopzndhAKUp1uh4K_A1NT3sbPjKWoZ6lHtOZNMi5dnMh_jswlLWfpTPwRBJJB3_8KuzArs4aIO/s320/o-caso-richard-jewell-poster.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Uma grande tragédia americana". Assim Clint Eastwood classifica a história real de Richard Jewell, o segurança que suspeitou de uma mochila deixada embaixo de um banco no Centennial Park, em Atlanta (EUA), durante a realização dos Jogos Olímpicos, em 1996. Não houve tempo de evacuar totalmente a área antes que o artefato explodisse: duas pessoas morreram (uma delas, o câmera de uma televisão turca que teve um ataque cardíaco ao correr para gravar imagens do atentado) e centenas ficaram feridas. Mas a atitude de Jewell evitou um mal maior e ele foi alçado ao posto de herói pelos colegas, pela polícia e pela imprensa. No filme &lt;i&gt;O Caso Richard Jewell&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (2),&amp;nbsp; o veterano diretor mostra como a vida do segurança vai do céu ao inferno após o acontecimento. De herói, em pouco tempo ele passará a principal suspeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clint Eastwood é conhecido pelo apreço por homens comuns enfrentando o sistema (vide &lt;i&gt;Sully: o Herói do Rio Hudson&lt;/i&gt;). &lt;i&gt;O Caso Richard Jewell&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não é diferente. O protagonista, interpretado com maestria por Paul Walter Hauser,&amp;nbsp; é um homem ingênuo, que acredita veementemente no papel da polícia como principal força motriz para a manutenção da lei e da ordem. Não à toa, sonha em entrar para a corporação. Aos 33 anos, mora com a mãe, coleciona armas (só as usa para caçar), é obeso e não tem maiores ambições. Intencionalmente ou não, em alguns momentos parece meio abobalhado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPLVeDaHkTeygA0V0_o6RFDWtR1GOr6vDYA1FDk16OctnD-U2RFA-LOTfqKAELnPqZErOGgIG8ZZA-vUR4cBvJwXoBbfaNnFSgaYXUr4IS3PptlqGhmFj0IYnf_LtKGXXMDAU7-HbJ4rFx/s1600/o-caso-richard-jewell.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPLVeDaHkTeygA0V0_o6RFDWtR1GOr6vDYA1FDk16OctnD-U2RFA-LOTfqKAELnPqZErOGgIG8ZZA-vUR4cBvJwXoBbfaNnFSgaYXUr4IS3PptlqGhmFj0IYnf_LtKGXXMDAU7-HbJ4rFx/s640/o-caso-richard-jewell.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O segurança Richard Jewell (Paul Walter Hauser) passa de herói a suspeito&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Tais características fazem a jornalista Kathy Scruggs (Olivia Wilde), do Atlanta Journal Constitution (AJC), comprar a ideia de que Jewell é o verdadeiro mentor do atentando a bomba. No roteiro de Billy Ray, baseado em notícias da época e em livro recente publicado sobre o caso, ela obtém, em troca de sexo com o agente do FBI à frente da investigação (John Hamm), a informação de que o guarda está sendo considerado o principal suspeito do crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é possível saber se de fato aconteceu. De todo modo, o Atlanta Journal Constitution não gostou nada de ver a repórter sendo apresentada dessa forma e enviou, junto à editora Cox, uma carta à Warner Bros, exigindo retratação. A família de Scruggs também se queixou. No filme, a jornalista, que morreu em 2001, aos 42 anos, após uma overdose de analgésicos, é retratada como uma mulher insensível, vaidosa e capaz de fazer qualquer coisa para garantir furos de reportagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6VNcnn0izXgvFjv9WIDl6_uFXlL1bpxbXUA145So8fJyLRlQfoDFyGXVkHVaOv7oBOgaGzQm97c8uLXu2spwd3t97q6bAfO4CwcDE5rxOqo80rkz9W5cR2m4s3VzcjrnjbsagmivHinAE/s1600/o-caso-richard-jewell-olivia-wilde.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="900" data-original-width="1600" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6VNcnn0izXgvFjv9WIDl6_uFXlL1bpxbXUA145So8fJyLRlQfoDFyGXVkHVaOv7oBOgaGzQm97c8uLXu2spwd3t97q6bAfO4CwcDE5rxOqo80rkz9W5cR2m4s3VzcjrnjbsagmivHinAE/s640/o-caso-richard-jewell-olivia-wilde.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Olivia Wilde interpreta a jornalista Kathy Scruggs&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Olivia Wilde exagera na caracterização da personagem e, por causa disso, o momento em que ela se dá conta de que Jewell é inocente e tem uma crise de consciência soa falso, pois a mudança é muito brusca. Fica claro, acima de tudo, que Clint Eastwood critica o comportamento da imprensa, ao publicar uma informação às pressas, sem checá-la a fundo, devido à concorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calvário de Richard Jewell durou cerca de três meses até que ele finalmente foi inocentado. Seis anos depois, o FBI descobriu o verdadeiro culpado: Eric Robert Rudolph. Jewell morreu em 2007, aos 44 anos.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHqmMPYpt-9G9i0wMZ7Zu-gtpXi1wBMy4sbAhofeOydon6ytcW5mqcnlDKTekym1A4_kSopzndhAKUp1uh4K_A1NT3sbPjKWoZ6lHtOZNMi5dnMh_jswlLWfpTPwRBJJB3_8KuzArs4aIO/s72-c/o-caso-richard-jewell-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Último Amor de Casanova</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/12/o-ultimo-amor-de-casanova.html</link><category>O Último Amor de Casanova</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Mon, 23 Dec 2019 12:37:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-9002715694285689188</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyrukjzYmV8IPiqghRogsWipg5sj0X3mAs0J4KqzNlOh-UgV-DvPVnq_iRnup_BIMa5iAOeNgGNQOp5W6-PE1FdhIaOeZ4aX8RS4MZAM54980PWsVlBXH8PB11CcrFiRuX4rEtZWxx7wbU/s1600/casanova-poster.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="900" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyrukjzYmV8IPiqghRogsWipg5sj0X3mAs0J4KqzNlOh-UgV-DvPVnq_iRnup_BIMa5iAOeNgGNQOp5W6-PE1FdhIaOeZ4aX8RS4MZAM54980PWsVlBXH8PB11CcrFiRuX4rEtZWxx7wbU/s320/casanova-poster.jpeg" width="180" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história de Giácomo Casanova (1725-1798) já foi contada inúmeras vezes no cinema. Conquistador incorrigível e de natureza libertina, suas peripécias amorosas foram mostradas por nomes como Heath Ledger, Marcello Mastroianni e Donald Sutherland. Nesta nova produção, &lt;i&gt;O Último Amor de Casanova&lt;/i&gt;, de Benoit Jacquot, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (26), o foco são os momentos finais de vida do italiano e as lembranças da única mulher que de fato amou 30 anos antes... e não teve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estabelecido na corte da Saxônia, o personagem (vivido por Vincent Lindon) narra a uma jovem que o visita a tal desventura amorosa. O longa então retrocede três décadas e localiza Casanova na Londres de 1770, onde é obrigado a se exilar e conhece a jovem Marianne de Charpillon (Stacy Martin). Inicia-se a partir desse encontro um jogo de gato e rato que não conduz a história a lugar algum. Ora Marianne parece ter interesse apenas no dinheiro de Casanova, ora dá a impressão de realmente sentir algo por ele. A expectativa é que, ao longo da trama, tal dubiedade se esclareça. Mas nada acontece. Da forma como é apresentada, a relação que os dois estabelecem não faz sentido algum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsQ2gpf8TG7XSHKbQOAK_tpD7o6AENLA4ayd5-xALl8zqvcsPRGoLxqW9_nw5Zpn20SR9VOloWF_RYnnvlWv-cI1DmH_2xKmsDdr29_qIv3dqY34RZKFeOXTy7hmWSpHXm_B992hVXkDdA/s1600/o-ultimo-amor-de-casanova.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="900" data-original-width="1600" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsQ2gpf8TG7XSHKbQOAK_tpD7o6AENLA4ayd5-xALl8zqvcsPRGoLxqW9_nw5Zpn20SR9VOloWF_RYnnvlWv-cI1DmH_2xKmsDdr29_qIv3dqY34RZKFeOXTy7hmWSpHXm_B992hVXkDdA/s640/o-ultimo-amor-de-casanova.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dito isso, fica difícil entender até mesmo como Casanova se apaixona por ela. É de se esperar que uma pessoa tão experiente na arte da conquista não caia num jogo de sedução tão raso. As sequências silenciosas entre os dois, criadas talvez para gerar uma tensão sexual, também não ajudam, pois Stacy e Vincent não soam convincentes e suas expressões carecem de emoção. À medida em que o longa avança, o desconforto aumenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final, ficam as perguntas: o que Marianne de Charpillon realmente quer com Casanova? Por que inicia o jogo de sedução, mas sempre recusa qualquer tentativa de aproximação por parte dele? O que o roteiro escrito por Jacquot e Jérôme Beaujour quer realmente contar? &lt;i&gt;O Último Amor de Casanova&lt;/i&gt; não responde a nenhuma das perguntas...</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyrukjzYmV8IPiqghRogsWipg5sj0X3mAs0J4KqzNlOh-UgV-DvPVnq_iRnup_BIMa5iAOeNgGNQOp5W6-PE1FdhIaOeZ4aX8RS4MZAM54980PWsVlBXH8PB11CcrFiRuX4rEtZWxx7wbU/s72-c/casanova-poster.jpeg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Deus é Mulher e seu Nome é Petúnia</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/12/deus-e-mulher-e-seu-nome-e-petunia.html</link><category>Deus é Mulher e seu Nome é Petúnia</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Mon, 23 Dec 2019 12:31:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-6843660501875117170</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdHIZB60-j1RdXkq2iFxEY1EBw5D2cIAaCxLJOWQLe6Ek3aNoMP5l4L4wVwhig1EwKaQAHmjjZ7qhnYq7EXk4mt32C_ow2Jq4mn8cRRRP-sHvMdakSs46LKXks6Xs7YLuywP02A1EbZc72/s1600/Petunia-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="640" data-original-width="438" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdHIZB60-j1RdXkq2iFxEY1EBw5D2cIAaCxLJOWQLe6Ek3aNoMP5l4L4wVwhig1EwKaQAHmjjZ7qhnYq7EXk4mt32C_ow2Jq4mn8cRRRP-sHvMdakSs46LKXks6Xs7YLuywP02A1EbZc72/s320/Petunia-poster.jpg" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo mês de janeiro, na pequena cidade de Stip, na Macedônia, centenas de homens tiram a camisa e mergulham no rio para buscar uma cruz de madeira lançada na água pelo padre local. Diz-se que quem conseguir apanhá-la terá sorte e prosperidade ao longo do ano. Às mulheres é proibida a participação no evento. Mas, por não ser religiosa, Petúnia (Zorica Nusheva) desconhece o fato e, num impulso, pula ao encontro do objeto. Ao recuperá-lo, desata uma crise na comunidade em que vive. A partir de então, em &lt;i&gt;Deus é mulher e seu nome é Petúnia&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira (26), a diretora Teona Strugar Mitveska discute temas como machismo, intolerância religiosa - e a sempre maléfica associação desta com a política -, arquétipos femininos e até o papel da imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigzjdNkT0Wt4fIdeb6w4G6ND0wJVwd4MA9Xi7LTOWoYbaZS02x9WnlQqFADvF7chyOwaj9pGqSBYTZdDRAgONpWD-d7QNHF_avKwZ0TwDmPCiMpR4wK-ZxH7vtgAEzXUaGrlowoMN5ml8f/s1600/deus-e-mulher-seu-nome-petunia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="900" data-original-width="1600" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigzjdNkT0Wt4fIdeb6w4G6ND0wJVwd4MA9Xi7LTOWoYbaZS02x9WnlQqFADvF7chyOwaj9pGqSBYTZdDRAgONpWD-d7QNHF_avKwZ0TwDmPCiMpR4wK-ZxH7vtgAEzXUaGrlowoMN5ml8f/s640/deus-e-mulher-seu-nome-petunia.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Petúnia tem 32 anos, está solteira, gorda, desempregada há tempos e se sente feia e infeliz. É, aos olhos da mãe, com quem ainda vive e é maltratada psicologicamente, um verdadeiro fracasso social. Numa entrevista de trabalho, chega a ceder ao assédio do gerente que, em seguida, a humilha. É nesse contexto de exclusão e baixa autoestima que ela decide quebrar as regras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fazer isso, confronta-se com o patriarcado local - talvez a grande discussão que o filme propõe -, já que tanto os participantes da cerimônia religiosa, quanto o padre e os policiais que são convocados para tratar do caso são homens. Reprimida, assustada e frágil no início, ao longo da trama Petúnia cresce e vai se fortalecendo ao não ceder à pressão para devolver a cruz. Apesar da tensão que a atitude de Petúnia provoca, sua via-crúcis é apresentada ao telespectador de forma simpática, leve e por vezes irônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqbhWCs26nc-tAkqm8sD30V9MNFacZ4ytja-uTXtsUNAJaujeltStGW44T48VvBKwoTD5auPXBAVgoYZXWTVBcLkQm6gvFdNIEoi9EL04i94uonZ4krZf-hEhyphenhypheneMFJEYjE_mZTtQj3sggt/s1600/Deus-e%25CC%2581-mulher-e-seu-nome-e%25CC%2581-Petu%25CC%2581nia-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="900" data-original-width="1600" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqbhWCs26nc-tAkqm8sD30V9MNFacZ4ytja-uTXtsUNAJaujeltStGW44T48VvBKwoTD5auPXBAVgoYZXWTVBcLkQm6gvFdNIEoi9EL04i94uonZ4krZf-hEhyphenhypheneMFJEYjE_mZTtQj3sggt/s640/Deus-e%25CC%2581-mulher-e-seu-nome-e%25CC%2581-Petu%25CC%2581nia-2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em &lt;i&gt;Deus Existe e seu Nome é Petúnia&lt;/i&gt;, que saiu vencedor do prêmio do júri ecumênico da última edição do Festival de Berlim, o papel da imprensa também é questionado por meio da jornalista Slavica (Labina Mitevska) que cobre o caso. Há, no entanto, uma dubiedade. Não é possível identificar de que lado ela está. Não que haja necessidade para isso, pois, na teoria, o papel da imprensa é informar de forma objetiva e não tomar partido. Porém, Slavica adota discursos ambíguos. Em certos momentos, diz ser a favor de que uma mulher participe da busca da cruz no rio, ao mesmo tempo em que questiona os pais de Petúnia sobre a atitude da filha. Além disso, os atos desesperados para conseguir a história soam forçados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O final não é exatamente convincente, mas não compromete toda a narrativa anterior.</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdHIZB60-j1RdXkq2iFxEY1EBw5D2cIAaCxLJOWQLe6Ek3aNoMP5l4L4wVwhig1EwKaQAHmjjZ7qhnYq7EXk4mt32C_ow2Jq4mn8cRRRP-sHvMdakSs46LKXks6Xs7YLuywP02A1EbZc72/s72-c/Petunia-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Entre Facas e Segredos</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/12/por-ana-beatriz-marin-mesmo-que-pareca.html</link><category>Entre Facas e Segredos</category><category>Lançamentos</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 12 Dec 2019 10:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-7371452061397191551</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFh4-EQSFjR9HkyShvzhUFaldnMtsH65CNVXlPVW8GZGlWGAzKPjF0piULfmUXoFWeg7O-J72c7w0YFIpHt6Odi1Z0hvhdaQUpTP6krVjpHM67kaeMaalTviX5GhVgsX_QcyUnP00k9X2X/s1600/entre-facas-segredos-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1080" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFh4-EQSFjR9HkyShvzhUFaldnMtsH65CNVXlPVW8GZGlWGAzKPjF0piULfmUXoFWeg7O-J72c7w0YFIpHt6Odi1Z0hvhdaQUpTP6krVjpHM67kaeMaalTviX5GhVgsX_QcyUnP00k9X2X/s320/entre-facas-segredos-poster.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Ana Beatriz Marin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo que pareça óbvio dizer, a primeira coisa que vem à mente ao assistir ao fim &lt;i&gt;Entre Facas e Segredos&lt;/i&gt;, que estreia nesta quinta-feira, é Agatha Christie. O diretor Rian Johnson, que também assina o roteiro, é fã da escritora britânica, cujos livros lia na infância. E, em entrevistas sobre o filme, declarou que queria transpor o universo das histórias criadas por ela para a América dos dias de hoje. Para tal, utiliza, entre outros elementos, personagens característicos dos dias atuais. Os ingredientes estão todos lá: uma festa, uma morte misteriosa, diversos familiares - todos com pelo menos um motivo concreto para cometer o crime -, empregados também sob suspeita... e um detetive.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj471JFicvPeUcxtQNy-opm-WFaXX8uShMG3tlLPjpfkFgxiCZ2SoxGtz49JdFbrMiNhr7B69diHxxi7AOyFCtkMvhVsZubEOzP78hJnIhcfw-RLMh0V-ySWoY3N6VqvIX6Wtn6SFpHzVKn/s1600/entre-facas-segredos1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="999" data-original-width="1465" height="435" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj471JFicvPeUcxtQNy-opm-WFaXX8uShMG3tlLPjpfkFgxiCZ2SoxGtz49JdFbrMiNhr7B69diHxxi7AOyFCtkMvhVsZubEOzP78hJnIhcfw-RLMh0V-ySWoY3N6VqvIX6Wtn6SFpHzVKn/s640/entre-facas-segredos1.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Uma misteriosa morte abala o clã dos Thrombley&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Dinâmico, envolvente e com uma direção segura, o longa começa após a festa de aniversário de 85 anos do famoso escritor de suspenses Harlan Thrombley (Christopher Plummer), o (futuro) morto em questão. À sua volta estão os filhos (interpretados por Michael Shannon e Jamie Lee Curtis), o genro (Don Johnson), a nora (Toni Collette) e o neto (Chris Evans), entre outros membros do clã. Os primeiros minutos de projeção estão reservados a apresentar ao espectador os motivos que cada um deles teria para matar o patriarca. No decorrer do longa, porém, novos elementos vão sendo introduzidos, gerando crescente tensão e suspense. Em dado momento, inclusive, a ação se desloca para fora das paredes da mansão dos .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A investigação é conduzida pelo excêntrico detetive Benoit Blanc (um Daniel Craig seguro, que parece sinceramente se divertir com o personagem). É ele quem vai montando as peças do quebra-cabeça que conduzirá ao surpreendente final. Quem ajuda o investigador - mesmo sem querer, em diversos momentos -, é a leal enfermeira Marta Cabrera (Ana de Armas), através da qual Johnson discute temas como imigração, xenofobia e diferença de classes. Outro elemento, portanto, que conduz o telespectador aos dias atuais e à América de Donald Trump.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUps7sC84-wm0NRx-19zUAmKsBb-g_dO8m5TH9SCUHSI4PMYQIoVuy8xPq32V4IY3Kj1UDXf3NL9Cori2e-3_YgzTcYDX2D8u6B4lcMp-_9QxWcxxvVgR11ZqZckj5xUy1IfWOq1D95j4o/s1600/entre-facas-segredos2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUps7sC84-wm0NRx-19zUAmKsBb-g_dO8m5TH9SCUHSI4PMYQIoVuy8xPq32V4IY3Kj1UDXf3NL9Cori2e-3_YgzTcYDX2D8u6B4lcMp-_9QxWcxxvVgR11ZqZckj5xUy1IfWOq1D95j4o/s640/entre-facas-segredos2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Benoit Blanc (Daniel Craig, à direita) investiga o crime&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
O roteiro de &lt;i&gt;Entre Facas e Segredos&lt;/i&gt; é bem amarrado e cheio de humor. Muitos dos elementos cênicos apresentados, embora possam parecer banais, têm ou terão, ao longo da projeção, uma função. Tudo se encaixa. No final, quem sai ganhando é o espectador, que acompanha uma trama cheia de mistérios e reviravoltas, cujas pistas vão levando a caminhos menos óbvios... Ou será que não?</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFh4-EQSFjR9HkyShvzhUFaldnMtsH65CNVXlPVW8GZGlWGAzKPjF0piULfmUXoFWeg7O-J72c7w0YFIpHt6Odi1Z0hvhdaQUpTP6krVjpHM67kaeMaalTviX5GhVgsX_QcyUnP00k9X2X/s72-c/entre-facas-segredos-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Zumbilândia 2 - Atire Duas Vezes</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/10/zumbilandia-2-atire-duas-vezes.html</link><category>Ação</category><category>Comédia</category><category>Fora do sofá</category><category>Lançamentos</category><category>Resenhas</category><category>Zumbilândia 2 - Atire Duas Vezes</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Tue, 22 Oct 2019 08:29:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-3427753790286022358</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXhnibrzE2qMtVXKao5rNPmGcw_DvlPIQqVYtMNMgfBcpKYOkGRG6mOeUDH-tn-GErIOlED9CBVIyjK6neTUGQXtp_SakdOBnMYd5AZpjTH3EhdC5qU8fAmsSblyyi4JUqcavvvxCCSg/s1600/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="658" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXhnibrzE2qMtVXKao5rNPmGcw_DvlPIQqVYtMNMgfBcpKYOkGRG6mOeUDH-tn-GErIOlED9CBVIyjK6neTUGQXtp_SakdOBnMYd5AZpjTH3EhdC5qU8fAmsSblyyi4JUqcavvvxCCSg/s400/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-poster.jpg" width="262" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;Zumbilândia 2 - Atire Duas Vezes&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Zombieland - Double Tap&lt;/i&gt;) é continuação direta dos acontecimentos do primeiro filme, Zumbilândia (2009). Portanto, se quiser entender como um grupo de desconhecidos sobreviventes do apocalipse zumbi se tornou uma família, sugiro ao espectador fazer o devido dever de casa - principalmente porque, além de ser um ótimo filme de comédia zumbi, o novo longa de Ruben Fleisher faz piadas de si próprio e autorreferências engraçadíssimas (mas só se você já sabe do que estão falando). Se dá para se divertir sem ter visto antes o original? Dá, principalmente por causa dos novos personagens introduzidos - mas o melhor, ainda, é a interação do quarteto principal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEEvr55MMewi5uWd6cH0jEdAQPlkvJChrS4OXeQn5p_qEwDkZGwrmrKY4PWDOKOPlEo6AAQz0vR1SC05EZm5ttc9-dGteyuS5l5KVy0g199qME8ae3a38C7bRc-6bVEd5O1FDzfsBobw/s1600/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-columbus-tallahassee-little-rock-wichita-jesse-eisenberg-woody-harrelson-abigail-breslin-emma-stone.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1500" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEEvr55MMewi5uWd6cH0jEdAQPlkvJChrS4OXeQn5p_qEwDkZGwrmrKY4PWDOKOPlEo6AAQz0vR1SC05EZm5ttc9-dGteyuS5l5KVy0g199qME8ae3a38C7bRc-6bVEd5O1FDzfsBobw/s640/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-columbus-tallahassee-little-rock-wichita-jesse-eisenberg-woody-harrelson-abigail-breslin-emma-stone.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;O quarteto principal: novos desafios, novos zumbis, novas encrencas&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone), Columbus (Jesse Eisenberg) e Little Rock (Abigail Breslin) sobrevivem felizes, seguindo as regras de sobrevivência criadas por Columbus e unidos como uma verdadeira família. Mas nem tudo é como era antes - principalmente para Little Rock. Antes uma menina que ainda inspirava os cuidados de todos, a adolescente entra na fase da insatisfação: com Tallahassee agindo como um pai superprotetor (mesmo que a incentive a usar dos métodos menos ortodoxos para matar zumbis) e os outros dois jovens vivendo como um casal, ela acende um alerta em Wichita: se ela não cuidar da irmã mais nova, é provável que a garota cometa os mesmo erros que ela. Assim, quando as duas saem da zona de conforto e voltam para a estrada, Columbus e Tallahassee tem que redescobrir o que fazer com suas próprias vidas. O instinto do lobo solitário vai soar mais forte? Seria possível encontrar um local para realmente chamar de lar depois de tudo isso?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimBQostKsAaNC_HnPIxhQR4ASkkGe3CvDguHt8b4lyyCbZ0HSwIyK-GG9CNjWlUqH1YlOIjFj4pN3a2nCKckOIYIlAc4jmxIxDCJ-QhJfDQ9HMrjpBagFmn5G3Z5rUUaUn0AkkULVAQw/s1600/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-little-rock-abigail-breslin.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="671" data-original-width="1600" height="268" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimBQostKsAaNC_HnPIxhQR4ASkkGe3CvDguHt8b4lyyCbZ0HSwIyK-GG9CNjWlUqH1YlOIjFj4pN3a2nCKckOIYIlAc4jmxIxDCJ-QhJfDQ9HMrjpBagFmn5G3Z5rUUaUn0AkkULVAQw/s640/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-little-rock-abigail-breslin.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Little Rock (Breslin): a garotinha cresceu&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Para além de todos esses problemas internos na frágil estrutura familiar, mais elementos vão entrar na equação. Um novo tipo de zumbi surge, e é extremamente rápido, forte e obcecado - não à toa apelidado de T-800 (o androide assassino de Exterminador do Futuro) - e novos humanos sadios cruzam o caminho dos sobreviventes (alguns muito menos espertos que os zumbis-exterminadores, diga-se), alterando o espírito de união entre eles. Dentre eles, destaco a ingênua Madison (Zoey Deutch). É a personagem mais caricata de todas no universo criado por Fleisher, mas é, de longe, a mais divertida - e é tão absurda que é impossível não se apegar à ela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7DHlW1itwU8RhSLg097sv6JQ1HP4NWM7lAuMxr8fZz44zjWNZZhtb_GvOdzcnyOBnyIEw7V79o7btJgqJfsyiLJ-eFIXrcQXfGac304U3SP3rd0MHnRkpXfD3QjF_SDuFDSWIuw83Ug/s1600/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-tallahassee-nevada-woody-harrelson-rosario-dawson.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1500" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7DHlW1itwU8RhSLg097sv6JQ1HP4NWM7lAuMxr8fZz44zjWNZZhtb_GvOdzcnyOBnyIEw7V79o7btJgqJfsyiLJ-eFIXrcQXfGac304U3SP3rd0MHnRkpXfD3QjF_SDuFDSWIuw83Ug/s640/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-tallahassee-nevada-woody-harrelson-rosario-dawson.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Nevada (Dawson) e o flerte com Tallahassee (Harrelson): boas participações especiais, mas o foco ainda é no quarteto&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Aparentemente superficial, o filme traz reflexões atuais sobre diversos temas debaixo das camadas de sangue, zumbi e piadas de autorreferência. Noção de família, pertencimento e crítica social estão nas subcamadas do ótimo humor sarcástico, que aparece bem equilibrado com as cenas de ação/horror. O trio de roteiristas - Dave Callaham, Rhett Reese e Paul Wernick - usou e abusou de clichês bem-feitos, e apesar da edição um tanto exagerada (alguns efeitos especiais ficaram um pouco &lt;i&gt;over&lt;/i&gt;, mas a gente perdoa porque, ainda assim, cabe no contexto), o diretor conseguiu novamente a proeza de fazer os quatro protagonistas brilharem. As participações especiais de Rosario Dawson como Nevada e de Luke Wilson como Albuquerque talvez tenham sido um pouco subestimadas na produção, mas foram divertidas - e ainda há a possibilidade de um deles aparecer numa possível "fase 3".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5gRIGh7lsLzqqGvCAMw5bum5d6fCOJIzFWc_Hc7fK4VumHOs21oAHGNnfdo1uVs4GXJM0repcp32OS24jd7Ey_3OYQ9IICXrOMc5HES7E7PVEUVhINznq7NkdwfPNgGAo0s7Mo4-4lQ/s1600/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-madison-columbus-zoey-deutch-jesse-eisenberg.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="605" data-original-width="1242" height="310" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5gRIGh7lsLzqqGvCAMw5bum5d6fCOJIzFWc_Hc7fK4VumHOs21oAHGNnfdo1uVs4GXJM0repcp32OS24jd7Ey_3OYQ9IICXrOMc5HES7E7PVEUVhINznq7NkdwfPNgGAo0s7Mo4-4lQ/s640/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-madison-columbus-zoey-deutch-jesse-eisenberg.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Madison (Deutch) é aquela personagem exagerada, irritante e divertida: ótima sacada&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;i&gt;Zumbilândia 2 - Atire Duas Vezes&lt;/i&gt; é muito divertido, especialmente para quem já curtiu o primeiro filme. Mas até para os desavisados que irão para o cinema sem terem assistido à parte 1, é possível gargalhar em meio à matança dos mortos-vivos. Como entretenimento de qualidade, vale o ingresso, a pipoca e o repeteco - só para garantir.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXhnibrzE2qMtVXKao5rNPmGcw_DvlPIQqVYtMNMgfBcpKYOkGRG6mOeUDH-tn-GErIOlED9CBVIyjK6neTUGQXtp_SakdOBnMYd5AZpjTH3EhdC5qU8fAmsSblyyi4JUqcavvvxCCSg/s72-c/zumbilandia-2-atire-duas-vezes-zombieland-double-tap-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Yesterday</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/08/yesterday.html</link><category>Comédia romântica</category><category>Fora do sofá</category><category>Lançamentos</category><category>Musical</category><category>Resenhas</category><category>Yesterday</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Wed, 28 Aug 2019 17:22:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-429836098536397796</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitHqqTk4a1F4-gBUDwXwIKbp_-XCcYlkjFkA_muHRetmmwdBl4dVDKhQgfo9OBMP_zyy2CeAAp0Txi4AiJNPCdJJ49CVpjN-hQgZn2w0gR7ONUu_JTA8qEYmVaz8ukA5vFWaP2Npu_EQ/s1600/yesterday-movie-danny-boyle-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="675" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitHqqTk4a1F4-gBUDwXwIKbp_-XCcYlkjFkA_muHRetmmwdBl4dVDKhQgfo9OBMP_zyy2CeAAp0Txi4AiJNPCdJJ49CVpjN-hQgZn2w0gR7ONUu_JTA8qEYmVaz8ukA5vFWaP2Npu_EQ/s400/yesterday-movie-danny-boyle-poster.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Divertido, emocionante e original, &lt;i&gt;Yesterday &lt;/i&gt;(&lt;i&gt;Yesterday, 2019&lt;/i&gt;) é a prova de que comédias românticas e musicais podem ser melhor explorados e apreciados. Usando de forma inteligente as famosas músicas de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, os Beatles, a trama de Richard Curtis (que também assina o roteiro) e Jack Barth brinca com os clichês dos gêneros e os transforma em um filme leve, que acalenta até mesmo quem não é fã da banda - acreditem, eles existem.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8dZTOFWMg3PVQUjpCeUOddmsk7WrXxqaiHJ1RHnLXMZsTL2PJjAoPsW0hDK0h3G3sM2UkVDreahUKh6meOF1NWLfN8cNtkCC-gs3gWBaC1bmT8ELSMxSla7YlwLpuk79wTkOL40oglA/s1600/yesterday-movie-danny-boyle-ellie-jack-lilly-james-himesh-patel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1068" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8dZTOFWMg3PVQUjpCeUOddmsk7WrXxqaiHJ1RHnLXMZsTL2PJjAoPsW0hDK0h3G3sM2UkVDreahUKh6meOF1NWLfN8cNtkCC-gs3gWBaC1bmT8ELSMxSla7YlwLpuk79wTkOL40oglA/s640/yesterday-movie-danny-boyle-ellie-jack-lilly-james-himesh-patel.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Ellie (James) é a melhor amiga, empresária e maior fã de Jack (Patel): à espera de um milagre&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Jack Malik (Himesh Patel) é um músico inglês que está há anos tentando emplacar no mercado. Sua melhor amiga e empresária, Ellie (Lilly James), parece ser a única a continuar acreditando no seu talento - ele próprio parece estar à beira da desistência quando percebe que suas músicas não conseguem alcançar nem mesmo o coração de seus amigos. Um noite, voltando para casa, Jack se envolve em um acidente: durante um apagão, ele foi atingido por um ônibus. Ao acordar no hospital, tudo parece normal - mas há algo ligeiramente diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinBMNkh62cR5LgNZhNINC4vDWbvzZhwM8pvSih8fXJNZQReiuWJBDC8B4FfW555zCraAAjoBfilf6xnDzOptL7yEQkKigdU_OAxpin0gSAazr4YKxTL5-sEDbbOuV4i2x0m53h3FXbfg/s1600/yesterday-movie-danny-boyle-ellie-nick-rocky-jack-lilly-james-harry-mitchell-joel-fry-himesh-patel.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="291" data-original-width="700" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinBMNkh62cR5LgNZhNINC4vDWbvzZhwM8pvSih8fXJNZQReiuWJBDC8B4FfW555zCraAAjoBfilf6xnDzOptL7yEQkKigdU_OAxpin0gSAazr4YKxTL5-sEDbbOuV4i2x0m53h3FXbfg/s640/yesterday-movie-danny-boyle-ellie-nick-rocky-jack-lilly-james-harry-mitchell-joel-fry-himesh-patel.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Jack canta "Yesterday" para os amigos, que ficam emocionados com a repentina "composição"&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
De repente, parece que o mundo esqueceu quem são os Beatles. Ninguém se lembra. Quer dizer, sequer há uma evidência de que o grupo tenha existido. Se nem uma busca pela internet resulta em uma resposta satisfatória, há algo de muito errado, certo? Eis que uma oportunidade aparece: se ninguém sabia ou "tinha criado" as canções dos Beatles, ele poderia pegá-las e usá-las como se fossem suas próprias. Mas isso seria ético? E quem poderia impedi-lo? E se esse fosse o milagre do qual&amp;nbsp; Ellie tinha lhe falado e a chave para o seu sucesso?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrbsTSVUjts52dxt1T60-Sb85cIFebPxZSQhP7YHbeYo_aYBnpAo5nBpVjVYUPUf4Th_MCMEMiocBMq1aSrhp-N4NSk82CmEgdSi0X0I0h8zv-taCMckOqgwchGBdL3uNqQhdaCiVEow/s1600/yesterday-movie-danny-boyle-jack-malik-debra-hammer-himesh-patel-kate-mckinnon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="627" data-original-width="940" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrbsTSVUjts52dxt1T60-Sb85cIFebPxZSQhP7YHbeYo_aYBnpAo5nBpVjVYUPUf4Th_MCMEMiocBMq1aSrhp-N4NSk82CmEgdSi0X0I0h8zv-taCMckOqgwchGBdL3uNqQhdaCiVEow/s640/yesterday-movie-danny-boyle-jack-malik-debra-hammer-himesh-patel-kate-mckinnon.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Com faro para o sucesso (e a grana), a empresária Hammer (McKinnon) se interessa por Jack&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fica óbvio que esse é um filme de um fã homenageando sua banda preferida - e foi feito da melhor forma possível, com todo o carinho e respeito que só um fã de verdade é capaz de tratar. O roteiro parece caminhar para um fim previsível desde o início, mas não é bem assim que acontece - e é exatamente aí que mora a magia de Danny Boyle. A afinação do elenco (com perdão do trocadilho) é um espetáculo à parte: James e Patel formam uma dupla incrível, e todos os personagens secundários tem seu momento de glória. O destaque entre eles é, sem dúvidas, Joel Fry - seu personagem, um roadie bem desligado, é muito divertido. As participações especiais também são ótimas, principalmente Kate McKinnon (como uma empresária pra lá de competitiva) e Ed Sheeran, que interpreta a si próprio (em um ótimo trabalho para um não-ator, ainda mais porque ele levou a sério o "não se levar a sério" para este papel).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHOx6KRYS6qV4I0WwSSNljfGXpQDRuLC9y9_WKlsTDhd4KKGqc7JAFTR3hgCf2dVfH36JYf3i7jP__XNg7nLjq2aiIVTHVpXaMNpqkOLKX7w-LJfEzjLGkTdzdYucgqUUbs3gTHQp8Bw/s1600/yesterday-movie-danny-boyle-jack-malik-ed-sheeran-himesh-patel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="675" data-original-width="1200" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHOx6KRYS6qV4I0WwSSNljfGXpQDRuLC9y9_WKlsTDhd4KKGqc7JAFTR3hgCf2dVfH36JYf3i7jP__XNg7nLjq2aiIVTHVpXaMNpqkOLKX7w-LJfEzjLGkTdzdYucgqUUbs3gTHQp8Bw/s640/yesterday-movie-danny-boyle-jack-malik-ed-sheeran-himesh-patel.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Todas as atuações estão ótimas, e as participações especiais, como a de Ed Sheeran, são divertidas&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dosando perfeitamente humor sarcástico tipicamente inglês, amor, nostalgia, uma pitada (generosa) de crítica à indústria e música de excelente qualidade, Yesterday é uma ótima pedida para o fim de semana. Despretensioso e surpreendente, deve agradar ao público em geral - em especial aos fãs da banda que tanto propagou o amor em suas canções.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitHqqTk4a1F4-gBUDwXwIKbp_-XCcYlkjFkA_muHRetmmwdBl4dVDKhQgfo9OBMP_zyy2CeAAp0Txi4AiJNPCdJJ49CVpjN-hQgZn2w0gR7ONUu_JTA8qEYmVaz8ukA5vFWaP2Npu_EQ/s72-c/yesterday-movie-danny-boyle-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Era Uma Vez Em Hollywood</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/08/era-uma-vez-em-hollywood.html</link><category>Ação</category><category>Drama</category><category>Era Uma Vez Em Hollywood</category><category>Fora do sofá</category><category>Lançamentos</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Wed, 14 Aug 2019 14:28:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-1811396998618092660</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbk2vqwZN5WhDgKobpL4-VRz9CRizsj3ZZtg_8kNvFpIOlfp3Bs7-CdQiwfrHzxthcT8FHZ9c47ZIw_IV_G4rRC47AvUPoCbRQaQMvI3iN6sysZEel1Qhp8KrZwFWpfD2tzRKR9e6ivA/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="674" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbk2vqwZN5WhDgKobpL4-VRz9CRizsj3ZZtg_8kNvFpIOlfp3Bs7-CdQiwfrHzxthcT8FHZ9c47ZIw_IV_G4rRC47AvUPoCbRQaQMvI3iN6sysZEel1Qhp8KrZwFWpfD2tzRKR9e6ivA/s400/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-poster.jpg" width="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Era Uma Vez em Hollywood&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Once Upon a Time in Hollywood, 2019&lt;/i&gt;) é o mais recente filme do cultuado diretor Quentin Tarantino. Desta vez, Tarantino usa a história do brutal assassinato da atriz Sharon Tate nos anos 1970 como pano de fundo para criar uma trama que mais fala sobre a paixão pelo cinema do que do crime em si - como muitos podem ser levados a acreditar. Usando a amizade entre um um ator à beira do ostracismo e seu melhor amigo - também seu dublê&amp;nbsp; - como fio condutor, o longa recria a atmosfera da Los Angeles ensolarada e hippie que oculta uma seita prestes a disseminar o horror.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFvgPF2le5Ki9sDKG4eryNis6qmr83d5lgbAH2vHU5O2HN_JEb64LIF-MOjZuGKok3kQ9yGExOfPZFjpOXlWQDx06zZZdPTooFmQk75J4kinAiB4_TocrbjHuNAuOunPfE9KeGQkTxoQ/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-rick-dalton-leonardo-dicaprio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1495" height="428" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFvgPF2le5Ki9sDKG4eryNis6qmr83d5lgbAH2vHU5O2HN_JEb64LIF-MOjZuGKok3kQ9yGExOfPZFjpOXlWQDx06zZZdPTooFmQk75J4kinAiB4_TocrbjHuNAuOunPfE9KeGQkTxoQ/s640/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-rick-dalton-leonardo-dicaprio.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Rick Dalton (DiCaprio) é um ator à beira do ostracismo - mas Hollywood, tudo pode acontecer&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator que ficou famoso por seu papel em um seriado de Tv onde interpretava um caçador de recompensas no Velho Oeste. Seu dublê para cenas de ação, Cliff Booth (Brad Pitt), se tornou seu melhor amigo ao longo dos anos - e nesse período de ostracismo, é seu porto seguro. Enquanto Dalton reluta em aceitar novos caminhos para sua carreira - o que significa deixar de ser o mocinho para se tornar o vilão em filmes de faroeste B em italiano, Cliff segue seu caminho com ainda menos oportunidades: trabalhando mais como um faz-tudo para o amigo, vê suas oportunidades de trabalho como dublê diminuírem ainda mais com o passar do tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBOmTYUXcQRa6P71wMJ4BXdlXaq4fwdgaODRJ0q6yNh7uKzZ0gst0H1sdft6gTyZCQVyCgNLr2IqCdm-yghbiiH6r1HrX7JG7VOsRic44u9oqCvmi6BMPQZMRLui1PAw3o82_3VuYJmA/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-cliff-booth-rick-dalton-brad-pitt-leonardo-di-caprio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="559" data-original-width="1365" height="262" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBOmTYUXcQRa6P71wMJ4BXdlXaq4fwdgaODRJ0q6yNh7uKzZ0gst0H1sdft6gTyZCQVyCgNLr2IqCdm-yghbiiH6r1HrX7JG7VOsRic44u9oqCvmi6BMPQZMRLui1PAw3o82_3VuYJmA/s640/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-cliff-booth-rick-dalton-brad-pitt-leonardo-di-caprio.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cliff (Pitt) e Rick: amizade além da relação de trabalho&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que mantém Rick com esperanças? Ele ainda vive em Hollywood, o lugar onde se é vizinho de famosos e onde tudo pode mudar. É o que acontece com ele: depois de meses morando em uma casa em Cielo Drive, ele descobre que seus vizinhos são ninguém menos que Roman Polanski (Rafal Zawierucha), o famoso diretor do aclamado "O Bebê de Rosemary", e sua esposa, a atriz Sharon Tate (Margot Robbie). A casa, sempre movimentada, simboliza a esperança de uma oportunidade única para o resgate ao estrelato - porém Rick mal tem contato com os vizinhos (muito mais) famosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg68lUAnOpWm7_kLPvg2an5Gje8X_vSkWIz0Brvxxq-K1VGWSvPMl2lr_eaHSpQMY2hRoKCFR7gXEaMqQfVxRehJoBTd4wkvqsHXrMVbP77Mt8DSNRBaXqUSQ4-DzS9NdSNz0EV9P7esA/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-lena-dunham-margaret-qualley-brad-pitt-rancho-spahn.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="564" data-original-width="1365" height="264" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg68lUAnOpWm7_kLPvg2an5Gje8X_vSkWIz0Brvxxq-K1VGWSvPMl2lr_eaHSpQMY2hRoKCFR7gXEaMqQfVxRehJoBTd4wkvqsHXrMVbP77Mt8DSNRBaXqUSQ4-DzS9NdSNz0EV9P7esA/s640/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-lena-dunham-margaret-qualley-brad-pitt-rancho-spahn.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cliff e as hippies do rancho Spahn: momento mais tenso do filme&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto Rick vai experimentar pela primeira vez o que é ser um vilão, Cliff acaba se envolvendo com uma jovem hippie com quem cruzava de vez em quando. A jovem o leva até o rancho Spahn - um antigo set de filmagens, onde ele trabalhara muitos anos antes -&amp;nbsp; onde sua "família" vive. A família nada mais era do que a comunidade hippie comandada por Charles Manson (Damon Harriman), que vivia de pequenos furtos, visitas guiadas para turistas e alucinógenos. E é só aí que o mote principal do filme (teoricamente) aparece.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguuAwteDqV88ryX5C1rgsMNNbOyQwBwkjZ8zFCVcMPgNka-4aAqMQyUv0Iuuigxtk34ICVs5wxNjaetKGawTAie9Rsof82owIHg5Y5sPWQa9N-HHgglikxX-UrDRaOPealLdLRj_w0VA/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-bruce-lee-mike-moh.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="556" data-original-width="1365" height="260" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguuAwteDqV88ryX5C1rgsMNNbOyQwBwkjZ8zFCVcMPgNka-4aAqMQyUv0Iuuigxtk34ICVs5wxNjaetKGawTAie9Rsof82owIHg5Y5sPWQa9N-HHgglikxX-UrDRaOPealLdLRj_w0VA/s640/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-bruce-lee-mike-moh.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Mike Moh interpreta Bruce Lee: não é muito lisonjeira a menção ao astro chinês&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No total, são quase 3h de filme - e o desenrolar desse tema fica apenas para o terço final da trama. Nos dois primeiros, Tarantino abusa das auto-referências e de celebrar seu amor pela sétima arte, se estendendo por reflexões sobre o "fazer e viver cinema", a vida nos bastidores, suas inspirações e uma leve (porém não muito sutil) crítica social daquele período. Assim, o filme se torna arrastado até a parte da verdadeira ação - que se torna apenas um banho de sangue com pouco propósito, ao invés da catarse necessária para os seus protagonistas anteriores. O caso do assassinato de Sharon, em si, é recriado em terceiro plano - pois em primeiro há o destaque para Rick Dalton e em segundo Cliff Booth. Aliás, o dublê é um personagem até mais interessante que a própria estrela de quem é sombra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh72rJJwYh3z8tEQYlbFh_wM6kifGVr2iwRMXn4LO2CsDED5JNbLSwyzPHYWFbjPwyCV2vrnvxAhJ5eu4V2UPmg8-jPxUFUqtMH1BDJNTlGkbiZLAPIM3GZNEnFVWTbdIJnFWd71YZ6kQ/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-sharon-tate-margot-robbie.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="825" data-original-width="1250" height="422" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh72rJJwYh3z8tEQYlbFh_wM6kifGVr2iwRMXn4LO2CsDED5JNbLSwyzPHYWFbjPwyCV2vrnvxAhJ5eu4V2UPmg8-jPxUFUqtMH1BDJNTlGkbiZLAPIM3GZNEnFVWTbdIJnFWd71YZ6kQ/s640/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-sharon-tate-margot-robbie.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A história de Sharon Tate (Robbie) fica de plano de fundo - mas "bem fundo" mesmo&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há uma pequena homenagem à Sharon Tate, com trechos reais de seu mais famoso filme sendo exibidos no cinema enquanto ela-personagem se assiste na telona. Fora isso e a impressionante caracterização dos outros personagens reais, nada mais tem a ver com o caso. No caso, foi um pouco frustrante para mim, enquanto espectadora, pois esperava algo mais próximo do brilhante &lt;i&gt;Bastardos Inglórios&lt;/i&gt; - uma trama onde Tarantino resolve reescrever a História fazendo com que uma real tentativa frustrada de matar o füher alemão desse certo. Aqui não há um senso de vingança ou heroísmo quando o embate com os hippies assassinos acontecem, e o único momento de real tensão acontece no rancho Spahn porém sem grande impacto ou consequências - no fim, é o acaso que leva o grupo até o local do crime, e isso é bem frustrante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzmMvqOmxPFeoEYugpQp0w3uZ-itclqzEr5n61rtOeAC_JBnRUwoAmAIKqy7f3TUTCEQRLwQMAA1LoQC8NckPtsd6HVCrjkljJc53ehIhWeIoVK55pbethUb7bysgsVG2KIKf69HGmXg/s1600/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-cliff-booth-rick-dalton-brad-pitt-leonardo-di-caprio-al-pacino.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1001" data-original-width="1519" height="420" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzmMvqOmxPFeoEYugpQp0w3uZ-itclqzEr5n61rtOeAC_JBnRUwoAmAIKqy7f3TUTCEQRLwQMAA1LoQC8NckPtsd6HVCrjkljJc53ehIhWeIoVK55pbethUb7bysgsVG2KIKf69HGmXg/s640/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-cliff-booth-rick-dalton-brad-pitt-leonardo-di-caprio-al-pacino.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Participações muito especiais, como a de Al Pacino, são uma das marcas dos filmes de Tarantino&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas o filme deve agradar aos fãs do estilo do diretor, principalmente porque ele próprio fez questão de reforçar todos as suas marcas: o faroeste &lt;i&gt;spaghetti&lt;/i&gt;, uma grande cena de violência desenfreada, grandes atuações do elenco, muitas participações especiais de peso (aqui, tem Al Pacino, Dakota Fanning, Emily Hursh, Timothty Dalton, Kurt Russel, Michael Madsen, Lena Duham - e até uma aparição póstuma de Luke Perry), longos monólogos e reflexões, a bela fotografia, o amor ao Cinema. Só a musa que acabou ficando em último plano, perdendo espaço até mesmo para o fetiche. Pelo retrospecto, &lt;i&gt;Era Uma Vez em Hollwood&lt;/i&gt; acaba valendo o ingresso mais pela curiosidade deste ser um dos poucos longas em que ele assina roteiro e direção (que ele propositadamente produz poucos, com espaços longos de tempo entre uma produção e outra).&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbk2vqwZN5WhDgKobpL4-VRz9CRizsj3ZZtg_8kNvFpIOlfp3Bs7-CdQiwfrHzxthcT8FHZ9c47ZIw_IV_G4rRC47AvUPoCbRQaQMvI3iN6sysZEel1Qhp8KrZwFWpfD2tzRKR9e6ivA/s72-c/era-uma-vez-em-hollywood-once-upon-a-time-in-hollywood-quentin-tarantino-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/08/historias-assustadoras-para-contar-no.html</link><category>Fora do sofá</category><category>Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro</category><category>Lançamentos</category><category>Resenhas</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Thu, 8 Aug 2019 11:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-7210408728373873550</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWdNOJxPh3SiPWuTBHXM55AQ30c3yXuu8x6CzMN4M2EqFCmj_SCUR5waJjuXndkZaUEZtv3T41u2oFJv7zfPGRfOduYe_58Lzc7XUGvlOr8amKzIv0pnhj32uNxyfv1BeXRclDaV2vQQ/s1600/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-andre-ovredal--guillermo-del-toro-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1600" data-original-width="1095" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWdNOJxPh3SiPWuTBHXM55AQ30c3yXuu8x6CzMN4M2EqFCmj_SCUR5waJjuXndkZaUEZtv3T41u2oFJv7zfPGRfOduYe_58Lzc7XUGvlOr8amKzIv0pnhj32uNxyfv1BeXRclDaV2vQQ/s400/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-andre-ovredal--guillermo-del-toro-poster.jpg" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Scary Stories To Tell In The Dark, 2019&lt;/i&gt;) é um filme de terror para adolescentes - e isso não é um demérito. De forma inteligente, a trama usa dos clichês clássicos das histórias de terror e das criaturas do imaginário americano (basicamente) para amarrar a narrativa. Embora não seja a ideia mais original, o roteiro de Dan e Kevin Hageman - uma adaptação do livro de mesmo nome, da trilogia de terror &lt;i&gt;teen &lt;/i&gt;escrita por Alvin Schwartz - consegue prender a atenção do espectador do início ao fim (muito por causa da expertise com o tema terror do diretor André Ovredal).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_LM6Lftr3fIw5vLxzOAbOYWJ2P4BpDsFwu7d-I6HdEYB0PnLlrB3ZuURyuFHT2uQ2D-TtqKtoZgYjoQOT3nuhx8z2WrkXwEdapLp70iITfhen7QkmK5FohTA4kzv7adGe4HpVJ3QWUQ/s1600/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-tommy-austin-abrams.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_LM6Lftr3fIw5vLxzOAbOYWJ2P4BpDsFwu7d-I6HdEYB0PnLlrB3ZuURyuFHT2uQ2D-TtqKtoZgYjoQOT3nuhx8z2WrkXwEdapLp70iITfhen7QkmK5FohTA4kzv7adGe4HpVJ3QWUQ/s640/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-tommy-austin-abrams.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Tommy (Abrams): valentão alistado para o Vietnã ajuda a ambientar a trama&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Na história, somos levados até uma pequena cidade americana nos anos 1960. Um trio de amigos, Stella (Zoe Margaret Colletti), Chuck (Austin Zajur) e Auggie (Gabriel Rush) se preparam para curtir o feriado do Halloween - o último em que o valentão da escola, Tommy (Austin Abrams), vai lhes perturbar. Tommy se alistou para a Guerra do Vietnã, e por isso os jovens preparam uma pequena vingança pelos anos de &lt;i&gt;bullying &lt;/i&gt;sofridos. A vingança não dá muito certo e o grupo acaba se escondendo da perseguição de Tommy no carro de um jovem, Ramón (Michael Garza), em um drive-in. De passagem pela cidade, o jovem acaba se encantando por Stella e não resiste a um convite para aproveitar melhor o feriado: visitar uma casa abandonada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjz0eeet2i7u7vsqTWHSF62DumJA_M1UFf64UaB5odrdPS2jnQ2I7UQE97CL51t6_JW0A8J6OA2rNcmvabZasrm-HMWnjMomkYY-E4hwwCdsif5E0vyoUaArE9QS4vxhbvbbQDA6xC0Q/s1600/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-chuck-ram%25C3%25B3n-stela-austin-zajur-michael-garza-zoe-colletti.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1098" data-original-width="1600" height="438" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjz0eeet2i7u7vsqTWHSF62DumJA_M1UFf64UaB5odrdPS2jnQ2I7UQE97CL51t6_JW0A8J6OA2rNcmvabZasrm-HMWnjMomkYY-E4hwwCdsif5E0vyoUaArE9QS4vxhbvbbQDA6xC0Q/s640/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-chuck-ram%25C3%25B3n-stela-austin-zajur-michael-garza-zoe-colletti.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Auggie (Rush), Chuck (Zajur), Ramón (Garza) e Stella (Colletti) com o livro de Sarah Bellows&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
A casa pertencia à família Bellows, muito rica e influente. Segundo a lenda contada por Stella, Sarah, a caçula da família, havia enlouquecido e sido trancada no porão - porém ninguém jamais achara o quarto nem souberam explicar o que aconteceu com os outros integrantes da família, que desapareceram sem deixar rastro. A casa abandonada virou local de visitação dos curiosos, especialmente no Halloween, mas estava trancada desde o desaparecimento recente de um rapaz. Ao invadirem a casa, Stella e Ramón encontram o quarto secreto e um livro onde Sarah anotava histórias assustadoras. A tentação de ler o livro foi grande demais para Stella, cujo maior sonho é ser escritora, e ela deseja&amp;nbsp; que Sarah lhe conte suas histórias - e quando Sarah começar, o grupo inteiro sofrerá as consequências.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiC1MsDUU9FOuTU03mvoTRxfciXGG382rXOsVXOhomEEdzy-_7M1xdO135d-oxYA5ad-5b_sNBO3cxJ0uw1uJl_KK6nym3FWAyzIvpe0V2y7ZJSg1UZF01PassNbfcA2s_7ZuYCoHQALg/s1600/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-auggie-gabriel-rush.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="900" data-original-width="1600" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiC1MsDUU9FOuTU03mvoTRxfciXGG382rXOsVXOhomEEdzy-_7M1xdO135d-oxYA5ad-5b_sNBO3cxJ0uw1uJl_KK6nym3FWAyzIvpe0V2y7ZJSg1UZF01PassNbfcA2s_7ZuYCoHQALg/s640/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-auggie-gabriel-rush.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Não coma isso, Auggie!&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
O principal fator do filme é o uso inteligente dos clichês, e os mais famosos estão aqui: a casa abandonada, o fantasma no porão, o livro enfeitiçado, o espantalho vivo, o hospital psiquiátrico. A diferença é que eles estão sendo bem utilizados à serviço da trama, que ajudam a equilibrar a leve tensão e um toque de bom humor em mistura homogênea. Em momento algum o longa de Ovredal tenta reinventar o gênero ou subestima o conhecimento prévio do espectador fã de terror, mesmo que mais velho: ele apenas usa as histórias tiradas do folclore e das lendas urbanas americanas a seu favor. Não deve se tornar uma obra-prima do Terror, mas pode ser considerado uma bela homenagem ao gênero - e até uma introdução, quase um rito de passagem, daqueles filmes infantis de bruxas para algo realmente mais assustador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjao_gINf_YPJDVUHTi9r1V0ubIO1KJGGHTZ-cNArsX6Wo5EROsS9cNLbZzlEdRfvMXPdoieHsbBrHCl2YgTvNvt5DXhvMI7jNIL_8wKIencNhFhvmxuiLBKN1PAsp-rVxntjXceFoew/s1600/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-stella-zoe-colletti.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" height="425" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjao_gINf_YPJDVUHTi9r1V0ubIO1KJGGHTZ-cNArsX6Wo5EROsS9cNLbZzlEdRfvMXPdoieHsbBrHCl2YgTvNvt5DXhvMI7jNIL_8wKIencNhFhvmxuiLBKN1PAsp-rVxntjXceFoew/s640/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-stella-zoe-colletti.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Zoe Colletti surpreende com boa atuação em personagem ligeiramente mais complexa&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
O livro em que o roteiro se inspira é, segundo algumas críticas, quase uma mistura de inventário com manual de instruções para reproduzir as histórias para um grupo; já o filme consegue transferir essa atmosfera "didática" para uma narrativa completa - portanto, o esforço dos roteiristas é recompensado. E apesar da mão ligeiramente pesada na fotografia do filme, que por vezes deixavam a tela muito escura e dificultavam a identificação de personagens e objetos em alguns momentos, há muitas cenas realmente assustadoras - e o uso inteligente dos efeitos especiais também é louvável. O clima de suspense é o ponto menos explorado - qualquer um sabe mais ou menos o que virá a seguir - mas, ainda assim, não é o suficiente para dispersar a atenção. O jovem elenco também tem suas boas surpresas, com destaque para Zoe Colletti e Austin Zajur.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjevopOXAJ5-ibxTnqSNP9VR-Tp3JIP3e4UO1-dBgWshAKafsEaf4MIPXvgoqxBE1AK9aJA8jy8G5uYQSb3LAB1KWYEAefltQRHQ9Sz1xwDJvat118q8EeHgXdcrmLOHj4zaUQSXe8RQ/s1600/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-chuck-austin-zajur.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjevopOXAJ5-ibxTnqSNP9VR-Tp3JIP3e4UO1-dBgWshAKafsEaf4MIPXvgoqxBE1AK9aJA8jy8G5uYQSb3LAB1KWYEAefltQRHQ9Sz1xwDJvat118q8EeHgXdcrmLOHj4zaUQSXe8RQ/s640/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-chuck-austin-zajur.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Leve tensão + doses de bom humor + boa produção + bom elenco = resultado satisfatório&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;i&gt;Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro&lt;/i&gt; é uma boa opção para quem quer levar uns sustos leves, mas não busca nada muito complexo ou aterrador. É bem provável que seu público alvo, os adolescentes, vai curtir ir em grupos para as sessões. Em geral, o filme produzido por Guillermo Del Toro não decepciona - e pode até surpreender pela qualidade do produto final. O gancho para uma sequência é quase inevitável para uma produção dessas, mas pode ser que funcione.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWdNOJxPh3SiPWuTBHXM55AQ30c3yXuu8x6CzMN4M2EqFCmj_SCUR5waJjuXndkZaUEZtv3T41u2oFJv7zfPGRfOduYe_58Lzc7XUGvlOr8amKzIv0pnhj32uNxyfv1BeXRclDaV2vQQ/s72-c/historias-assustadoras-para-contar-no-escuro-scary-stories-to-tell-in-the-dark-andre-ovredal--guillermo-del-toro-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Simonal</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/08/simonal.html</link><category>Biografia</category><category>Drama</category><category>Fora do sofá</category><category>Lançamentos</category><category>Nacional</category><category>Resenhas</category><category>Simonal</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Mon, 5 Aug 2019 00:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-3737904580819347835</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Simonal &lt;/i&gt;(&lt;i&gt;Simonal, 2018&lt;/i&gt;) chega aos cinemas prometendo contar a história de um dos maiores cantores da MPB. Fenômeno popular, acabou sendo acusado de colaborar com a ditadura durante os anos de chumbo e viu sua carreira afundar - sem jamais ser totalmente ressuscitada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgexbhNpsOyLIpIPZ3fLXpPQLicvdJQ04DXhoA-0wlznHNZ2_zdS5NWDgDva59hHLAb-JyRO8Sge8LnC95kXLnerHbXYFGGnx_SAJJcrF73YKOP880iy-M36lPc6CyeSWPzZjQL-uV8Lg/s1600/simonal-filme-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="680" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgexbhNpsOyLIpIPZ3fLXpPQLicvdJQ04DXhoA-0wlznHNZ2_zdS5NWDgDva59hHLAb-JyRO8Sge8LnC95kXLnerHbXYFGGnx_SAJJcrF73YKOP880iy-M36lPc6CyeSWPzZjQL-uV8Lg/s400/simonal-filme-poster.jpg" width="271" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O filme começa em expectativa: a casa de show lotada aguarda a entrada do grande nome da noite - mas quando Simonal (Fabrício Boliveira) sobe ao palco, a recepção não é a esperada. É preciso voltar no tempo para entender o que aconteceu. No começo da carreira, Wilson Simonal fazia parte de um grupo musical chamado &lt;i&gt;Dry Boys &lt;/i&gt;e ganhava uns trocados no fim de semana - porém, ele queria poder também desfrutar daqueles locais onde trabalhava. Em uma oportunidade na rádio, o produtor Carlos Imperial (Leandro Hassum) enxerga o talento de Simonal e aposta nele - desde que seja em carreira solo. Assim, a parceria com o amigo Eduardo Moran (Sílvio Guindane) e os outros companheiros termina, e ele vai trabalhar como assistente de Imperial.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2nc6Wxlmkb1ObCR-T2lvGYjgNRv-kK6G-ShPtzJuXzckr03yAWTHpUEKOgTyLGNl_8u2EzZ-cJXy_6tWuUBXkMFc-dqJMtpj-yLLHQ868sKPNjFsOGwk6uFeI2TjtbVPoaKcWRAp6ng/s1600/simonal-filme-tereza-isis-valverde.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1498" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2nc6Wxlmkb1ObCR-T2lvGYjgNRv-kK6G-ShPtzJuXzckr03yAWTHpUEKOgTyLGNl_8u2EzZ-cJXy_6tWuUBXkMFc-dqJMtpj-yLLHQ868sKPNjFsOGwk6uFeI2TjtbVPoaKcWRAp6ng/s640/simonal-filme-tereza-isis-valverde.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Ísis Valverde interpreta Tereza, primeira esposa de Simonal&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fazendo participações nos programas de Imperial e ajudando a organizar a plateia, ele conhece Tereza (Ísis Valverde). Encantado pela moça, depois de algum tempo eles engatam um romance - que viria a se tornar sua primeira esposa. O talento inegável e o jeito malandro (e, por vezes, convencido) o destacavam e, aos poucos, sua estrela começou a brilhar. Ao ser convidado pela lendária dupla de produtores Miéle (João Velho) e Bôscoli para cantar no Beco das Garrafas, vieram os primeiros sucessos, os shows com casa lotada e o dinheiro começou a entrar. A família aumentou, com o nascimento de seu primeiro filho, e Simonal já não cabia apenas nos pequenos shows: o famoso episódio do Maracanã, onde o cantor não era a apresentação principal porém roubou a platéia para si, é apresentado em trechos de filmagens originais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhh1vRvw4JpPltaRblB2iOmrJOVFiXbYhJux9ttpGpRwAD5O1ID4kcf9iZF-mIJROWXo4WlU5jZu3zF4afSXAbyfN-DvpdRHrJM14URadDcXk6x-W6Tf4rUxCtPb_FHVZ8UicvYu-dInw/s1600/simonal-filme-wilson-fabricio-boliveira-tv.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1498" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhh1vRvw4JpPltaRblB2iOmrJOVFiXbYhJux9ttpGpRwAD5O1ID4kcf9iZF-mIJROWXo4WlU5jZu3zF4afSXAbyfN-DvpdRHrJM14URadDcXk6x-W6Tf4rUxCtPb_FHVZ8UicvYu-dInw/s640/simonal-filme-wilson-fabricio-boliveira-tv.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Simonal (Boliveira) foi um fenômeno popular na década de 1970&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A carreira meteórica, porém, começou a ruir aos poucos. Em casa, a esposa sentia-se sozinha e negligenciada; por isso passou a gastar a fortuna do marido com compras e a abusar de calmantes. Simonal também enfrentou episódios ruins na carreira, que se tornaram o grande motivo se sua decadência: no filme, sua canção em homenagem ao pastor americano Martin Luther King Jr. atraiu a atenção do DOPS - afinal, o ano era 1967 e os artistas estavam sob vigilância constante (quando não censura). Daí surgiu uma inusitada amizade com o agente, e que viria a ser crucial para a derrocada: o episódio do sequestro de seu ex-contator, Taviani (Bruce Gomlevsky), e decorrente processo e prisão do cantor foi o começo do fim. Por sua ligação com o agente, foi acusado pela opinião pública de delator - e após esse episódio, sua carreira nunca mais teve o mesmo sucesso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Infelizmente, o longa de Leonardo Domingues não consegue cativar a audiência como o próprio cantor fazia. De fato, é notável que o carisma do cantor, aliado ao talento, era o que o fez tão grande em uma época tão difícil - mas é exatamente nesse ponto que o filme peca. Boliveira é um excelente ator e acerta no tom, tanto no drama quanto na famosa "pilantragem" de Simonal, mas há muitos altos e baixos no resto do elenco. Mas o que incomoda, na verdade, é o distanciamento que o filme imprime em relação à história do cantor: se não acusa, tampouco defende; não crucifica porém não abraça - no fim, o roteiro desperdiça oportunidades. Não explora o ponto mais controverso da questão (o envolvimento - ou não - do cantor com os militares), pouco fala sobre o cenário político da época e o contexto em que a ascensão do cantor se deu, a família quase não participa da trama - exceto Tereza, em picos de tensão da trama. E nem mesmo a trilha sonora, tão cheia de hits e suingue, é capaz de amenizar o final extremamente melancólico. Uma pena.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIWYs-r_NPEvuDUScDGGPbuJppTqGg-u-wkzOCkmqflI6yVJ1oMrZBqcDQe10WyvgEtb8NZiB0NACkuzjfnLPTYt6eMA9cMqtUvNp1PoXR4VWjvmDZEL903zPfZ0lZNYX8t7iwpHWfNw/s1600/simonal-filme-wilson-fabricio-boliveira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1498" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIWYs-r_NPEvuDUScDGGPbuJppTqGg-u-wkzOCkmqflI6yVJ1oMrZBqcDQe10WyvgEtb8NZiB0NACkuzjfnLPTYt6eMA9cMqtUvNp1PoXR4VWjvmDZEL903zPfZ0lZNYX8t7iwpHWfNw/s640/simonal-filme-wilson-fabricio-boliveira.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A excelente trilha sonora é o que fica na lembrança&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ainda assim, vale a pena ir ao cinema assistir &lt;i&gt;Simonal &lt;/i&gt;por diversos motivos: o primeiro, e maior deles, é ser (re)apresentado a uma voz inigualável (a trilha sonora sendo assinada pelos dois filhos dele que também se tornaram músicos, Simoninha e Max de Castro, é mais uma bela homenagem) cuja alegria embalou multidões. Segundo, é preciso resgatar a memória de um personagem rico e controverso, já que sua história foi praticamente apagada. Terceiro, apesar dos pesares, é preciso valorizar o cinema nacional, as nossas histórias, os nossos personagens.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgexbhNpsOyLIpIPZ3fLXpPQLicvdJQ04DXhoA-0wlznHNZ2_zdS5NWDgDva59hHLAb-JyRO8Sge8LnC95kXLnerHbXYFGGnx_SAJJcrF73YKOP880iy-M36lPc6CyeSWPzZjQL-uV8Lg/s72-c/simonal-filme-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/07/ted-bundy-irresistivel-face-do-mal.html</link><category>Biografia</category><category>Drama</category><category>Fora do sofá</category><category>Lançamentos</category><category>Resenhas</category><category>Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Wed, 24 Jul 2019 23:06:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-8136789858010990216</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8uToZ08MdhRHjhomJ9_CdsUTy1nDjw2aSxFSfMxoTgdC1UrwzK0g4zayWGW83vxBsYzKgNCjyc_7Oss0Pc7meM9ePb8ZzPACo2Hv3dzKQpKaCYEGItXijF44-BNJX2BnWwMEMKCcBiQ/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="684" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8uToZ08MdhRHjhomJ9_CdsUTy1nDjw2aSxFSfMxoTgdC1UrwzK0g4zayWGW83vxBsYzKgNCjyc_7Oss0Pc7meM9ePb8ZzPACo2Hv3dzKQpKaCYEGItXijF44-BNJX2BnWwMEMKCcBiQ/s400/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-poster.jpg" width="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, 2019&lt;/i&gt;) conta a história do assassino americano que dividiu a opinião pública nos anos 1970: carismático e boa pinta, irredutivelmente alegando inocência e participando ativamente da própria defesa durante o julgamento, Bundy mantinha a aparência de um homem normal - e até injustiçado - apesar da brutalidade dos crimes que cometeu. No longa, Bundy é interpretado por Zac Efron, que encabeça um elenco repleto de rostos conhecidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGUeEErgUkpTMn4ZrxMhgItAavex0P4tzXg4kthpPpSQnwpovq9ikZD_0-5eRT3P-ELxehM9sLHH5nJTQsKPx_SOvm9ZiDFGLxXZJXZo12v7OsCwzTkWwaJWSAJtq74Dx1IwA1SDtRTg/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-liz-kendall-ted-bundy-lilly-collins-zac-effron.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="600" data-original-width="820" height="468" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGUeEErgUkpTMn4ZrxMhgItAavex0P4tzXg4kthpPpSQnwpovq9ikZD_0-5eRT3P-ELxehM9sLHH5nJTQsKPx_SOvm9ZiDFGLxXZJXZo12v7OsCwzTkWwaJWSAJtq74Dx1IwA1SDtRTg/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-liz-kendall-ted-bundy-lilly-collins-zac-effron.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Liz (Collins) e Ted (Effron): encontro casual, vida quase normal - mas ele é um psicopata&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O início do filme começa com ele já prisioneiro, em um encontro controlado com Liz Kendall (Lilly Collins), que descobriremos ter sido sua companheira por muitos anos. Ele parece feliz em revê-la, enquanto ela está visivelmente transtornada. A partir desse quase embate o filme se desmembra, trazendo à tona lembranças de como o casal se conheceu, viveu e a consequente ruptura com as constantes prisões e julgamentos de Bundy.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEgn9Ua-vawbT8kgiqrJVwNR2GVhvkzINoNHVPzvSMgFTEDihznsabCHWsgqzZ3kn8yerJs3i-EySurDzcLMoKs1qu_gv8ay5Dlj3lylm6JwQWljKV1P-j0heA-JKO2N_x4w4WzNyN5g/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-jerry-joel-haley-osment.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1073" height="428" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEgn9Ua-vawbT8kgiqrJVwNR2GVhvkzINoNHVPzvSMgFTEDihznsabCHWsgqzZ3kn8yerJs3i-EySurDzcLMoKs1qu_gv8ay5Dlj3lylm6JwQWljKV1P-j0heA-JKO2N_x4w4WzNyN5g/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-jerry-joel-haley-osment.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Jerry (Osment) é um personagem fictício, mas representa o suporte familiar e dos amigos para quem passa por uma relação abusiva&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Liz já era uma jovem mãe solteira quando o conheceu em um bar. A princípio, tudo parecia ir muito bem, mas quando surgiram nos jornais as primeiras e alarmantes notícias de jovens mulheres que haviam desaparecido ou encontradas mortas depois de serem violentamente agredidas na região, um retrato falado publicado no jornal com características próximas às de Bundy e um avanço de sinal foram suficientes para que a polícia o detivesse pela primeira vez. Inconformado com o que considerava um absurdo, o então estudante de Direito acalmou a companheira dizendo que tudo não passava de um grande erro. Mas novas acusações foram surgindo, de diferentes estados, e mais casos de homicídios brutais eram alegados a ele. Liz, ainda muto apaixonada, vivia em clara negação - sempre apoiando e duvidando que ele fosse capaz de tais atrocidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0H9ivq1brz9bfUPX9iXKad919UgNMjdXaoJgbktEGJ2sUs1JR8obIcebmsVAZ_5unkZmanaCIEhDZT_bgEYDbmBV-5STPMH_nIJr_ahpnb0fqaC6eFEXreMeuGY5NsFvcwH9s05zauw/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-liz-kendall-lilly-collins.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="400" data-original-width="738" height="346" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0H9ivq1brz9bfUPX9iXKad919UgNMjdXaoJgbktEGJ2sUs1JR8obIcebmsVAZ_5unkZmanaCIEhDZT_bgEYDbmBV-5STPMH_nIJr_ahpnb0fqaC6eFEXreMeuGY5NsFvcwH9s05zauw/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-liz-kendall-lilly-collins.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Liz passa por maus bocados: do céu ao inferno é uma longa jornada&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aos poucos a ficha vai caindo para o espectador: Liz está claramente envolvida em uma relação extremamente abusiva psicologicamente com um psicopata, que a faz acreditar em sua inocência e em seu amor incondicional - quando, na verdade, Liz e a família que criaram juntos, eram um álibi para o assassino. Manipulando a mulher e a opinião pública com seu carisma e beleza, Bundy conseguiu transformar a vida de Liz em um inferno mesmo estando atrás das grades. Ligações constantes, juras de amor, veemência quando se proclamava inocente e injustiçado - Liz começava a perder a noção da realidade, e já demonstrava sinais graves de depressão. A presença constante da amiga Joanna (Angela Sarafyan) e, depois, do colega de trabalho Jerry (Joel Haley Osment), a história poderia ter tido outro fim.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRT0r3X2lEVwVqZMPudEe-wU9pouQrJ7vzgmDrRqy9FKhkJOvNnVZm7gJZUSZePSnCa15moXFqfIFZURCbJ6ZAtFO9LoyhB6SiJRYB732thzbiiBmJcCrh3GIb1PWkVtL0geapvwTyyA/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-carole-ann-boone-ted-bundy-kaya-scodelario-zac-effron.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="429" data-original-width="960" height="286" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRT0r3X2lEVwVqZMPudEe-wU9pouQrJ7vzgmDrRqy9FKhkJOvNnVZm7gJZUSZePSnCa15moXFqfIFZURCbJ6ZAtFO9LoyhB6SiJRYB732thzbiiBmJcCrh3GIb1PWkVtL0geapvwTyyA/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-carole-ann-boone-ted-bundy-kaya-scodelario-zac-effron.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Carole Ann (Scodelario): uma amiga apaixonada usada como recurso de defesa&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto isso, Bundy luta para se defender do que acusa ser um erro.&amp;nbsp; Ele percebe a disposição de uma antiga amiga, Carole Ann Boone (Kaya Scodelario), em ajudar e se vale dessa atração que ela sente por si para usá-la a seu favor. Dispensando advogados, ele parte para um ataque agressivo em sua defesa - transformando o julgamento na Flórida (o primeiro a ser transmitido ao vivo pela TV americana) em um espetáculo para as câmeras. Para confrontá-lo, duas figuras se destacam: o juiz&amp;nbsp;Edward D. Cowart (John Malkovich) e o procurador Larry Simpsom (Jim Parsons). O contraste fica evidente entre as personalidades dos três, sendo Bundy o comunicativo e brilhante, Simpson como o pragmático porém pouco carismático, e Cowart o equilíbrio e a sabedoria. Mesmo confrontado com as maiores e mais contundentes provas contra si, Bundy não se abala e tenta usar de todos os artifícios para escapar da prisão - e da sentença de morte. (Basta uma busca rápida pela internet para descobrir que não deu certo a estratégia dele).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUM9LNRdgz-C_k7RBGJcqIw0ZfOL7INrUzbJen2eTGZxZUWAxhJi27C0AoMA0DFk6oNEMplsnYH4eo9zGs3rChV5JSD6XxKCsVRvWE9bVigk7MTM3bZ5zfKvBFhK26Ab0Yfxk9ixETJw/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-ted-bundy-carole-ann-boone-larry-simpson-zac-effron-kaya-scodelario-jim-parsons.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="533" data-original-width="800" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUM9LNRdgz-C_k7RBGJcqIw0ZfOL7INrUzbJen2eTGZxZUWAxhJi27C0AoMA0DFk6oNEMplsnYH4eo9zGs3rChV5JSD6XxKCsVRvWE9bVigk7MTM3bZ5zfKvBFhK26Ab0Yfxk9ixETJw/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-ted-bundy-carole-ann-boone-larry-simpson-zac-effron-kaya-scodelario-jim-parsons.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Bundy no tribunal da Flórida: o promotor Simpson (Parsons) é um recurso para contrapor o carisma do assassino&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para um filme de tribunal, onde a maioria dos roteiros opta por vasculhar a investigação e nos mergulhar no horror dos crimes (quando não nos leva também à perseguição do criminoso), o grande diferencial do filme de Joe Berlinger é justamente fugir do ponto de vista comum: nem vilão, nem mocinho, nem vítima. Ok, o roteiro de Michael Wervie foi inspirado na biografia da própria Liz Kendall e não poderia fugir do ponto de vista dela, mas é um ângulo diferente e bastante interessante de se olhar para uma história tão macabra. E mesmo que muitos dos fatos tenham sido modificados para trazer mais dramaticidade, a história funciona como um alerta de que nem sempre conhecemos exatamente quem é a pessoa com quem se escolhe partilhar a vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-D-AzQiAq4ahYK_YtakMsokTsEgJw79es9wRuxX0x9U7hgN7CldjAihhQjMgNynkYGxM42OQ5HksooDBnPPoY8jORgG9EnL_Vqr54D00L1LbGbTyEDZ9inHOn3JUIfdycKsI_B-QF7A/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-ted-bundy-liz-kendall-zac-effron-lilly-collins.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="533" data-original-width="800" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-D-AzQiAq4ahYK_YtakMsokTsEgJw79es9wRuxX0x9U7hgN7CldjAihhQjMgNynkYGxM42OQ5HksooDBnPPoY8jORgG9EnL_Vqr54D00L1LbGbTyEDZ9inHOn3JUIfdycKsI_B-QF7A/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-ted-bundy-liz-kendall-zac-effron-lilly-collins.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Esse encontro não houve na vida real, mas é parte importante na fase final do filme&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E esse é o aspecto mais assustador de tudo: Ted Bundy não parecia com o estereótipo do assassino serial, não era violento com a família que adotou, e chegou a convencer boa parte da opinião pública de sua inocência por um tempo (tinha até uma legião de fãs, mulheres que eram atraídas por seu carisma e beleza). O choque deve ter sido bem grande quando ficou provado que ele era o monstro capaz de matar e violar sexualmente mais de 30 mulheres com requintes de sadismo (dos casos confirmados e confessados por ele, sendo o número pode ser maior que 100). Mas saindo do que é baseado nos fatos, que são obviamente sombrios, é preciso olhar também para o lado artístico da obra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOLl8RYoXj_hfbwkcImH1yx9lGeeQTrVmW6nYOSnj-ajOfl-VQMks85YUT6-4rsUmB5E9MQJZqwm66zreqxGf75AG5ZFTLO57gfMaxNAOBKcwecHqYc45pH-C0GwUBG3IfacON9wuYlg/s1600/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-ted-bundy-zac-effron-biblioteca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="600" data-original-width="898" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOLl8RYoXj_hfbwkcImH1yx9lGeeQTrVmW6nYOSnj-ajOfl-VQMks85YUT6-4rsUmB5E9MQJZqwm66zreqxGf75AG5ZFTLO57gfMaxNAOBKcwecHqYc45pH-C0GwUBG3IfacON9wuYlg/s640/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-ted-bundy-zac-effron-biblioteca.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;O carisma&amp;nbsp; de Bundy é reforçado o tempo todo: sabia se comunicar, mas usava isso para o mal&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Assim, &lt;i&gt;Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal&lt;/i&gt; é um filme bem aceitável. Não tem grandes destaques positivos, como também tem poucos detalhes negativos. A passagem de tempo no contexto é um pouco confusa; a caracterização de época e personagens é ótima, mas a maquiagem de envelhecimento é sutil demais (o que complica ainda mais a noção de tempo transcorrido); a edição consegue ambientar a década de 1970 e emula bem as filmagens reais de depoimentos e entrevistas - algumas usadas no fim do filme; as atuações em geral estão na média, e John Malkovich é a cereja desse bolo. O filme vale a pipoca, mas (apesar de não ser tão violento) pode ser um pouco pesado para pessoas mais sensíveis.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8uToZ08MdhRHjhomJ9_CdsUTy1nDjw2aSxFSfMxoTgdC1UrwzK0g4zayWGW83vxBsYzKgNCjyc_7Oss0Pc7meM9ePb8ZzPACo2Hv3dzKQpKaCYEGItXijF44-BNJX2BnWwMEMKCcBiQ/s72-c/extremely-wicked-shockingly-evil-and-vile-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Homem-Aranha: Longe de Casa</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/07/homem-aranha-longe-de-casa.html</link><category>Aventura</category><category>Ação</category><category>Fantasia</category><category>Fora do sofá</category><category>Homem-Aranha: Longe de Casa</category><category>Lançamentos</category><category>Marvel</category><category>Resenhas</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Mon, 1 Jul 2019 18:13:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-3225505610976104642</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2F0hJn1SL3QA5tewtEi7unWNCojIsIolshHRw1PWPK7IOJLDo-n3opeOq8CpZl2pAofDP0s1tZ_a8Kax8qOUtMqHkbJxzTu_3dNVybpSeDLGMPRAb0NFGDUu9iC322S1Com293wX0gA/s1600/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="675" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2F0hJn1SL3QA5tewtEi7unWNCojIsIolshHRw1PWPK7IOJLDo-n3opeOq8CpZl2pAofDP0s1tZ_a8Kax8qOUtMqHkbJxzTu_3dNVybpSeDLGMPRAb0NFGDUu9iC322S1Com293wX0gA/s400/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-poster.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Primeiro filme da Marvel pós era Vingadores, &lt;i&gt;Homem-Aranha: Longe de Casa&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Spiderman: Far From Home, 2019&lt;/i&gt;) é uma consequência dos acontecimentos relatados na saga - então, é preciso fazer o dever de casa. Para os que ainda não conferiram os últimos filmes (&lt;i&gt;Vingadores: Guerra Infinita&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Vingadores: Ultimato&lt;/i&gt;). Para quem já viu, fica a dica: o novo filme do Aranha mescla com maestria bom humor adolescente, amadurecimento do herói, ótimas sequências de ação e uma "surpresinha" ao final.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKnsInTweNTfzQP4PU4QbdlaRoSDoKiuKjApNEkAMRn7vI92EQPpuJWm5r5uUWYSdXj-64JHcuDUHjgo1l863JmEvfGjI7AwzdszGXzUFMTv2rntgSrHmSfBpohyphenhyphenvWm0LKoLljylh2lA/s1600/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-maria-hil-nick-fury-colbie-smulders-samuel-l-jackson-elemental.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="586" data-original-width="1412" height="264" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKnsInTweNTfzQP4PU4QbdlaRoSDoKiuKjApNEkAMRn7vI92EQPpuJWm5r5uUWYSdXj-64JHcuDUHjgo1l863JmEvfGjI7AwzdszGXzUFMTv2rntgSrHmSfBpohyphenhyphenvWm0LKoLljylh2lA/s640/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-maria-hil-nick-fury-colbie-smulders-samuel-l-jackson-elemental.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Hill (Smulders) e Fury (Jackson) enfrentam um elemental no México&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
O longa começa com a dupla Maria Hill (Colbie Smulders) e Nick Fury (Samuel L. Jacskon) indo investigar uma ocorrência suspeita no México: uma tempestade destruiu uma cidade, mas os locais diziam ter visto um rosto nela. É quando um herói desconhecido se apresenta: Quentin Beck (Jake Gyllenhaal) diz saber do que se trata a ameaça, e que a Terra está em perigo. Ele veio para tentar deter os Elementais de destruírem o planeta, como fizeram à Terra de sua dimensão. Fury vai precisar da ajuda que puder dispor, e ele tem um herói adolescente em mente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNImIhnXPVoiBrljQG6plzlxBQE1uRMHvRolCpZMx26WL7XmHgmwEhYuE3TVvS0eebEUYoSxdLmRh7Peuv5ZP2PJlyBeeJHYdRZmoMM8w2qdEYCxtfm3TaEMW6Elof79jw_LDPX2Fy_A/s1600/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-quentin-beck-mysterio-jake-gyllenhaal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1500" height="425" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNImIhnXPVoiBrljQG6plzlxBQE1uRMHvRolCpZMx26WL7XmHgmwEhYuE3TVvS0eebEUYoSxdLmRh7Peuv5ZP2PJlyBeeJHYdRZmoMM8w2qdEYCxtfm3TaEMW6Elof79jw_LDPX2Fy_A/s640/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-quentin-beck-mysterio-jake-gyllenhaal.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Beck/Mysterio (Gyllenhaal): quer impedir que a nossa Terra tenha o mesmo destino que a dele&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Mas depois de todos os acontecimentos tristes de "Guerra Infinita" e "Ultimato",&amp;nbsp; Peter Parker (Tom Holland) quer apenas a chance de ser um adolescente normal por um tempinho, enquanto o Amigo da Vizinhança Homem-Aranha tira umas férias. Peter, aliás, tem seus próprios planos para suas férias: como irá viajar com os amigos da escola para a Europa, ele pretende não perder mais tempo e contar à M.J. (Zendaya) sobre seus sentimentos por ela. Obviamente, esses não são os planos de Ned (Jacob Batalon), seu melhor amigo, que quer aproveitar a vida de solteiro por lá. Mas as coisas não vão sair como o esperado para nenhum dos dois, e Peter terá que se desdobrar para curtir as férias enquanto luta, ao lado do novo herói - agora batizado de Mysterio - contra os Elementais para salvar o mundo novamente. Porém, nem tudo é o que parece ser, e Peter vai ter que tomar decisões difíceis e enfrentar consequências terríveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVqyxc1dQMv5Eby2N40CCCNOtN7nfwFktIdE8n3nEUELkE3pmdL73ikglNATU9Kwv5FOA_EdbNeU3tmzvgi3pMqQdDMnCLK8xpVk4RCJBzJFe5hKVz1uyZsSUDrgym-pk3l0-z9liSew/s1600/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-happy-mj-flash-betty-ned-jon-favreau-zendaya-tony-revolori-angourie-rice-jacob-batalong.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="535" data-original-width="1280" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVqyxc1dQMv5Eby2N40CCCNOtN7nfwFktIdE8n3nEUELkE3pmdL73ikglNATU9Kwv5FOA_EdbNeU3tmzvgi3pMqQdDMnCLK8xpVk4RCJBzJFe5hKVz1uyZsSUDrgym-pk3l0-z9liSew/s640/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-happy-mj-flash-betty-ned-jon-favreau-zendaya-tony-revolori-angourie-rice-jacob-batalong.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Happy (Favreau) e os amigos de Peter: mais destaque e muitas situações hilárias&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Homem-Aranha: Longe de Casa&lt;/i&gt; é um ótimo filme: mais maduro e divertido que o primeiro, foca no dilema pessoal de Peter e em todas as grandes responsabilidades que o jovem tem que arcar - e se isso é complicado para um adulto, imagina para um adolescente... Tom Holland acerta novamente o tom do personagem, principalmente nos momento mais emotivos. Quanto à trama, ela tem conexão direta com os eventos dos mais recentes filmes dos Vingadores, porém não é totalmente norteada para ser uma sequência - e isso é um acerto. Há muito o que se explorar desse jovem Parker, principalmente o lado emocional de um adolescente com super-poderes. O roteiro acerta em cheio ao explorar isso de forma leve e divertida, intensificando o suficiente nos momentos chave e suavemente transitando entre a ação e a reflexão. As locações são bem utilizadas, tanto nas cenas quanto na funcionalidade do roteiro (à exceção, talvez, seja a Holanda) e os efeitos especiais estão de encher os olhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPDpmgtrHgd00YP3eZ9hPglUqEhQMu14WO7t-jXKh1_T9VOspk2gr163tC0pKPMqgfz1p1QrjKZioKJeuTOfSSdIumcQ9bIp1c7bphfgobX73DCxpM72mdQtD9SW7bU_54gEneneoQmg/s1600/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-peter-parker-tom-holland-edith.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="615" data-original-width="1600" height="246" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPDpmgtrHgd00YP3eZ9hPglUqEhQMu14WO7t-jXKh1_T9VOspk2gr163tC0pKPMqgfz1p1QrjKZioKJeuTOfSSdIumcQ9bIp1c7bphfgobX73DCxpM72mdQtD9SW7bU_54gEneneoQmg/s640/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-peter-parker-tom-holland-edith.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Que mal um adolescente com superpoderes poderia fazer? Peter (Holland) vai descobrir em breve&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Assim, o filme de Jon Watts resulta em um ótimo entretenimento sem soar vazio - lembrando a aura dos filmes de John Hughes, que entendia como poucos os dilemas dos adolescentes americanos dos anos 1980 e os traduzia em longas divertidos e com conteúdo que se tornaram clássicos. Há duas cenas pós-créditos, ambas sugerindo continuações: a primeira em relação ao próprio herói, e a segunda com possível relação ao destino dos Vingadores. Vale o ingresso, a pipoca e a espera. Que venha o terceiro filme do Aranha!&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2F0hJn1SL3QA5tewtEi7unWNCojIsIolshHRw1PWPK7IOJLDo-n3opeOq8CpZl2pAofDP0s1tZ_a8Kax8qOUtMqHkbJxzTu_3dNVybpSeDLGMPRAb0NFGDUu9iC322S1Com293wX0gA/s72-c/homem-aranha-longe-de-casa-spiderman-far-from-home-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Turma da Mônica: Laços</title><link>http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2019/06/turma-da-monica-lacos.html</link><category>Aventura</category><category>Fora do sofá</category><category>HQ</category><category>Lançamentos</category><category>Nacional</category><category>Resenhas</category><category>Turma da Mônica</category><category>Turma da Mônica: Laços</category><author>noreply@blogger.com (Geisy Almeida)</author><pubDate>Mon, 24 Jun 2019 12:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6991618109708943979.post-8001095959264230621</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOzYf9b37FTCawGZM9hQW8i1xg_8Wimq07E_ppmqIJAX-0wAF2hiIruIU_G_mId6jLuND7G3jdOKMz00_cVvx6CsFtD63f5U8NQUllhOcJSDopolkSdZxq1grsIBLFQwXjobnUr7jZWA/s1600/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="684" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOzYf9b37FTCawGZM9hQW8i1xg_8Wimq07E_ppmqIJAX-0wAF2hiIruIU_G_mId6jLuND7G3jdOKMz00_cVvx6CsFtD63f5U8NQUllhOcJSDopolkSdZxq1grsIBLFQwXjobnUr7jZWA/s400/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-poster.jpg" width="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A primeira aventura da turminha do Bairro do Limoeiro chega essa semana aos cinemas de todo o Brasil. &lt;i&gt;Turma da Mônica: Laços&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;2019&lt;/i&gt;) é inspirado na HQ de Vitor e Lu Cafaggi e baseado nos personagens criados por Maurício de Sousa, que há gerações vem divertindo e ensinando crianças pelo país. Na trama, Floquinho - o esperto cachorrinho de Cebolinha (Kevin Vechiatto) - é raptado e os amiguinhos vão precisar se unir para descobrir quem o levou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAYffRMwI7TnqeWWmapn_pXPQEk7bY9c4wmzwkd3BgYLHC7vbcFR8Zhz3ZQQjHQABdAoXFv8cnvZyg82kgtPcKX-uWA23rDZ5j9xKxUc05IqVz_ib5GozyIB_-mAPf57ukCKP56S9RnA/s1600/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-cascao-monica-cebolinha-magali-gabriel-moreira-giulia-benitte-kevin-vechiatto-laura-rauseo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="1498" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAYffRMwI7TnqeWWmapn_pXPQEk7bY9c4wmzwkd3BgYLHC7vbcFR8Zhz3ZQQjHQABdAoXFv8cnvZyg82kgtPcKX-uWA23rDZ5j9xKxUc05IqVz_ib5GozyIB_-mAPf57ukCKP56S9RnA/s640/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-cascao-monica-cebolinha-magali-gabriel-moreira-giulia-benitte-kevin-vechiatto-laura-rauseo.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A turminha: Cascão (Moreira), Mônica (Benitte), Cebolinha (Vechiatto) e Magali (Rauseo)&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A vida no bairro do Limoeiro é tranquila, exceto pelas traquinagens das crianças. Mônica (Giulia Benitte), Magali (Laura Rauseo), Cascão (Gabriel Moreira) e Cebolinha vivem brincando - e às vezes brigando, já que o garoto não desiste de bolar planos infalíveis (que sempre falham) para pegar Sansão, o coelho de pelúcia de Mônica, para se tornar o Dono da Rua. Mas um dia, um misterioso Homem do Saco (Rave Cabral) rouba seu cachorro, Floquinho, o que deixa o menino - sempre alegre e criativo - muito triste. Mesmo com os esforços dos adultos, ninguém encontra nenhuma pista do bichinho. Vendo o quanto ele sente saudades do animal, a turma resolve se unir para investigar. Juntos, eles vão enfrentar vários desafios: a turminha encrenqueira da Rua de Cima, uma noite sozinhos na floresta e um homem que rouba cachorros para ganhar a vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSHxs-LQRKRAJgMPZ56n7loPLwGo8Dg1dtD2lXKog62bC1_fomEuQ4qDSzE-xjyXCUuJeprlGWTiDHaIfglu-GEyCLgB6e-CwxIB-4sNP74Uhm2tzqzhbOD7WhL5LV9t7uFoNBVklDsg/s1600/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-cebolinha-dona-cebola-seu-cebola-kevin-vechiatto-fafa-renno-paulinho-vilhena.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="641" data-original-width="940" height="436" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSHxs-LQRKRAJgMPZ56n7loPLwGo8Dg1dtD2lXKog62bC1_fomEuQ4qDSzE-xjyXCUuJeprlGWTiDHaIfglu-GEyCLgB6e-CwxIB-4sNP74Uhm2tzqzhbOD7WhL5LV9t7uFoNBVklDsg/s640/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-cebolinha-dona-cebola-seu-cebola-kevin-vechiatto-fafa-renno-paulinho-vilhena.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cebolinha e os pais, Dona Cebola e Seu Cebola: busca por Floquinho é o fio condutor da trama&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A mensagem final, claro, não podia ser outra: amizade e união. A turminha sempre deu certo porque todos sabem que são diferentes uns dos outros e os aceitam mesmo assim - e essa é o grande recado que o autor vem trazendo para o público há mais de 50 anos. Nesse espírito, o filme traduz perfeitamente o universo lúdico que encanta os brasileiros e se atualiza com a audiência. Daniel Rezende, o diretor do longa, deixa as crianças à vontade em cena e o roteiro de Thiago Dottori dá espaço para a ação e a diversão no ritmo imaginativo de uma criança. O elenco infantil é uma graça, com destaque para Gabriel Moreira: o Cascão que ele traz à telona é muito parecido com o espírito do personagem nos quadrinhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjESYd5Kyn37_7xuAW4ifMBuyMnGYlJYJEq7HrOCK1z5Ix60CsfT6Gar17BM2iFyMCk-_sRWNQ3yvqv7liD6O_zINmi6eJh9X_zGRJxF0HFquwuUTVVByjH01soT2yLePxijKeMlssEPw/s1600/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-louco-rodrigo-santoro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1000" data-original-width="667" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjESYd5Kyn37_7xuAW4ifMBuyMnGYlJYJEq7HrOCK1z5Ix60CsfT6Gar17BM2iFyMCk-_sRWNQ3yvqv7liD6O_zINmi6eJh9X_zGRJxF0HFquwuUTVVByjH01soT2yLePxijKeMlssEPw/s1600/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-louco-rodrigo-santoro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;O Louco (Santoro) aparece e some do nada - bem característico do personagem&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há também boas surpresas, como a aparição de personagens que não estavam na história que inspirou o longa, de atores conhecidos do público em pequenas participações e a ótima caracterização dos personagens - em especial os pais das crianças. O Louco, interpretado por Rodrigo Santoro, é o ponto mais fora da curva no roteiro - mas sua participação é divertida e não compromete o roteiro, além de ser gratificante ver o ator se divertindo em cena. Qualquer espectador que já tenha lido uma revistinha da Turma da Mônica será capaz de reconhecer a mãe do Cascão ou o Seu Cebola (Paulo Vilhena), por exemplo, e isso é um tiro certeiro na nostalgia além de um enorme acerto da produção.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMhfOC5GRrbEBkLVUpnRxTbRP0MPdPIipo2RQT5V6XZlx04a7atZ515szVQlLtUt6tbeX92J8YHiE4AXXUuCwilLWfmoyVzMP_QTmAqXHE0s5IDWTqAiGLDM7WanLJyHy6glhSVvyetQ/s1600/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-dona-luisa-monica-iozzi.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="482" data-original-width="596" height="516" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMhfOC5GRrbEBkLVUpnRxTbRP0MPdPIipo2RQT5V6XZlx04a7atZ515szVQlLtUt6tbeX92J8YHiE4AXXUuCwilLWfmoyVzMP_QTmAqXHE0s5IDWTqAiGLDM7WanLJyHy6glhSVvyetQ/s640/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-dona-luisa-monica-iozzi.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Mônica Iozzi faz uma participação como Dona Luísa, mãe de Mônica&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma ótima opção para as férias da criançada, &lt;i&gt;Turma da Mônica: Laços&lt;/i&gt; vai divertir aos pequenos e aquecer os corações dos fãs mais antigos também. Vale o ingresso, a pipoca e aquela revisada básica na coleção de gibis que estão guardadas em casa.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOzYf9b37FTCawGZM9hQW8i1xg_8Wimq07E_ppmqIJAX-0wAF2hiIruIU_G_mId6jLuND7G3jdOKMz00_cVvx6CsFtD63f5U8NQUllhOcJSDopolkSdZxq1grsIBLFQwXjobnUr7jZWA/s72-c/turma-da-monica-lacos-mauricio-de-sousa-poster.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>