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	<title>EBDweb, Escola Dominical na Web</title>
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	<description>Escola Dominical na Web</description>
	<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 04:05:24 +0000</pubDate>
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		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - Rede Brasil de Comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 04:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category><category>filho</category><category>jesus</category>
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		<description><![CDATA[Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 02 - JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS
INTRODUÇÃO
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE</strong></p>
<p><strong>Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais</strong></p>
<p><strong>Pastor Presidente: Ailton José Alves</strong></p>
<p><em>Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524</em></p>
<p><strong>LIÇÃO 02 - JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS</strong></p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>Desde os primeiros séculos da era cristã, sempre tem surgido heresias sobre a pessoa de Cristo, principalmente no que diz respeito à Sua verdadeira humanidade e divindade. Sem dúvidas, um dos propósitos de I João era refutar esses falsos ensinos. Ninguém melhor do que o apóstolo João, um dos discípulos mais experientes, e o mais íntimo de Jesus, para descrever a doutrina ortodoxa da Cristologia. Por isso, ele diz: <strong><em>&#8220;O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida&#8221; </em></strong>(1 Jo 1.1). Nesta lição estaremos estudando dois temas relevantes da Doutrina de Cristo: a Divindade e a Eternidade de Jesus Cristo.</p>
<p><strong>I - A DIVINDADE DE CRISTO</strong></p>
<p>As Escrituras provam, incontestavelmente, a divindade de Cristo. Vejamos algumas evidências:</p>
<p><strong>1.1 Jesus é chamado &#8220;Deus&#8221;. </strong>Ele foi chamado de Emanuel, que significa: &#8220;Deus conosco&#8221; (Mt 1.23). Pedro testificou: <strong><em>&#8220;Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo&#8221; </em></strong>(Mt 16.16), e chamou-O de &#8220;o Santo&#8221; (At 3.14) e de &#8220;nosso Deus e salvador Jesus Cristo&#8221; (II Pe 1.1). Paulo disse que Jesus era o próprio Filho de Deus (Rm 8.32) e falou da glória do &#8220;grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo&#8221; (Tt 2.13). João escreveu que Jesus era o Verbo eterno (Jo 1.1), o Unigênito do Pai (Jo 1.14) e verdadeiro Deus (I Jo 5.20).</p>
<p><strong>1.2 Jesus mesmo disse que era Deus. </strong>Ele mesmo disse: <strong><em>&#8220;Quem me vê a mim vê o Pai&#8230;&#8221; </em></strong>(Jo 14.9). Quando Ele foi tentado, disse a Satanás: <strong><em>&#8220;Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás&#8221; </em></strong>(Mt 4.10). No entanto, Ele recebeu adoração (Mt 28.9-17; 14.33; 15.25; Lc 24.52). Seria uma blasfêmia aceitar adoração, se Ele não fosse verdadeiramente Deus.</p>
<p><strong>1.3 Jesus possui atributos divinos: </strong>Ele possui atributos exclusivos da divindade. Ele é Onipotente (Mt 28.18; Lc 4.35,36,41); Onisciente (Jo 2.24; 4.16-19; 6.64; Mc 2.8; Lc 22.10.12; 5.4-6); Onipresente (Mt 28.20; 18.20; Ef 1.23); Imutável (Hb 1.12; 13.8); Eterno: (Cl 1.17; Jo 1.1; Mq 5.2; Is 9.6).</p>
<p><strong>1.4 Suas obras provam a sua deidade: </strong>Jesus é descrito nas Escrituras como criador de todas as coisas (Jo 1.3; Cl 1.16; I Co 8.6; Hb 1.2,10), e por Ele, todas as coisas subsistem (At 17.28; Cl 1.17). Ele mesmo é a ressurreição e a vida (Jo 11.25; 5.25); também perdoou e perdoa pecados (Mt 9.5; Lc 5.20; 7.47-50).</p>
<p>O apóstolo João diz que aquele que nega a deidade de Cristo e rejeita Seu testemunho, demonstra que é inspirado pelo espírito do anticristo (I Jo 2.22,23).</p>
<p><strong>II - A ETERNIDADE DE CRISTO</strong></p>
<p>As Escrituras afirmam que, antes de Seu nascimento em Belém da Judéia, o Senhor Jesus já existia, junto ao Pai.</p>
<p>Ele mesmo disse: <strong><em>&#8220;E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse. Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo.&#8221; </em></strong>(Jo 17.5,24); <strong><em>&#8220;Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.&#8221; </em></strong>(Jo 8.58).</p>
<p><strong>2.1 Jesus, o Verbo de Deus. </strong>O apóstolo João inicia o Evangelho apresentando Cristo com o termo grego <em>&#8220;Logos&#8221; </em>(Jo 1.1)<em>, </em>que significa <em>&#8220;palavra&#8221; </em>ou <em>&#8220;fala&#8221; </em>e nos revela que, na época da criação, o Verbo já existia: <strong><em>&#8220;&#8230; o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus&#8221; </em></strong>o que significa dizer que nunca houve um período em que o <em>&#8220;Logos&#8221; </em>não existisse juntamente com o Pai.</p>
<p><strong>2.2 Jesus, o Verbo encarnado. </strong>João afirma que <strong><em>&#8220;o Verbo se fez carne, e habitou entre nós&#8230;&#8221; </em></strong>(Jo 1.14). O que significa dizer que Cristo, o Deus eterno, tornou-se humano (Fp 2.5-9). A doutrina da encarnação do &#8220;Verbo Divino&#8221; excede todo o entendimento, e só é possível aceitá-la pela fé, pois, desse milagre depende a essência do Evangelho. Foi por meio desse milagre que Deus introduziu no mundo o Primogênito (Hb 1.6); que veio em semelhança de carne (Rm 8.3), foi feito &#8220;descendência de Abraão&#8221; (Hb 2.16), &#8220;em tudo&#8230; semelhante aos irmãos&#8221; (Hb 2.17). A encarnação deu a Jesus condições de ser o Mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5) e ser o fiel Sumo Sacerdote, para expiar os pecados do povo (Hb 2.17).</p>
<p><strong>III - JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS</strong></p>
<p>Assim como um filho participa da mesma natureza do Pai; Cristo, como Filho de Deus, tem a própria natureza de Deus. O apóstolo João diz: <strong><em>&#8220;E vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade&#8221; </em></strong>(Jo 1.14). Da mesma forma que &#8220;Filho do homem&#8221; significa nascido de homem, assim também &#8220;Filho de Deus&#8221; significa nascido de Deus. Por isso, dizemos que esse título proclama a divindade de Cristo. Jesus nunca é chamado <strong><em>um </em></strong>Filho de Deus. Ele é <strong><em>O </em></strong>Filho de Deus, em sentido <strong><em>único</em></strong><em>. </em>Jesus, mantém um relacionamento com Deus do qual nenhuma outra pessoa do universo participa. Vejamos:</p>
<p><strong>3.1 Jesus tinha consciência de que era Filho de Deus. </strong>Quando Jesus foi encontrado no templo assentado no meio dos doutores, sua mãe lhe disse: <strong><em>&#8220;Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos&#8221;. </em></strong>Ele, então lhe respondeu: <strong><em>&#8220;Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?&#8221; </em></strong>(Lc 2.48,49). Ao ser batizado no rio Jordão, Jesus ouviu o próprio Deus dizer: <strong><em>&#8221; Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo&#8221;</em></strong>. (Mt 3.17). E, durante o Seu ministério, ao ouvir a confissão de Pedro, quando disse: <strong><em>&#8220;Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo&#8221;</em></strong>, Ele respondeu-lhe dizendo: <strong><em>&#8220;Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus&#8221; </em></strong>(Mt 16.16,17). Portanto, Jesus não tinha dúvidas sobre a sua filiação.</p>
<p><strong>3.2 Jesus mesmo declarou que era Filho de Deus. </strong>Diversas vezes, o próprio Jesus afirmou que era Filho de Deus: <strong><em>&#8220;Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.&#8221; </em></strong>(Mt 7. 21); <strong><em>&#8220;Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.&#8221; </em></strong>(Mt 10.32); <strong><em>&#8220;Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.&#8221; </em></strong>(Mt 11.27); <strong><em>&#8220;Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também&#8221;</em></strong>. (Jo 5.17); <strong><em>&#8220;Pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes, e crestes que saí de Deus. Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai&#8221;. </em></strong>(Jo 16.27,28);</p>
<p><strong>IV - O SIGNIFICADO DO NOME &#8220;FILHO DE DEUS&#8221;</strong></p>
<p>O título de &#8220;Filho de Deus&#8221; é aplicado a Jesus em quatro sentidos diferentes, a saber:</p>
<p><strong>4.1 No sentido Messiânico. </strong>Jesus é chamado <strong>&#8220;</strong>Filho de Deus&#8221; no sentido de herdeiro e representante do Pai. O próprio Deus testificou a filiação de Jesus na ocasião do Seu batismo e de Sua transfiguração (Mt 3.17; 17.5; Mc 1.11; 9.7; Lc 3.22; 9.35). Corroborando com esta afirmação, o escritor aos Hebreus apresenta o Senhor Jesus como &#8220;Filho&#8221; e como &#8220;Herdeiro&#8221;, quando diz: <strong><em>&#8220;Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.&#8221; </em></strong>(Hb 1.1,2).</p>
<p><strong>4.2 No sentido Natalício. </strong>Jesus também é chamado &#8220;Filho de Deus&#8221; em virtude do Seu nascimento sobrenatural. Quando o anjo gabriel anunciou a Maria o nascimento de Jesus, disse-lhe: <strong><em>&#8220;Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus&#8221;. </em></strong>(Lc 1.35).</p>
<p><strong>4.3 No sentido de Preexistência. </strong>Às vezes o título de &#8220;Filho de Deus&#8221; também é utilizado para indicar a divindade de Cristo. Como tal, ele indica uma filiação preexistente, que transcende a vida humana de Cristo e Sua vocação oficial como o Messias, como podemos observar nos seguintes textos (Mt 11.27; 22.41-46; 26.63,64; Rm 1.3; 8.3; Gl 4.4).</p>
<p><strong>4.4 No sentido Trinitário. </strong>Neste caso, o título de &#8220;Filho de Deus&#8221; é atribuído para designar Jesus como a Segunda Pessoa da Trindade, como podemos ver na Grande Comissão: <strong><em>&#8220;Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo&#8221; </em></strong>(Mt 28.19). É o sentido mais profundo que este título é usado.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Assim como nos dias de João, muitas heresias e falsos ensinos têm surgido acerca da pessoa de Cristo. Uns duvidam de Sua humanidade, outros de Sua divindade, etc. Satanás tem feito tudo o que é possível para deturpar a Cristologia, que é a Doutrina de Cristo. Isto por que, uma visão errônea ou equivocada acerca da Pessoa e Obra do Senhor Jesus Cristo poderá afetar diretamente a salvação e conduzir o homem a morte eterna. Por isso, a Primeira Epístola de João, foi útil para aquela geração, e também é, para nós, um dos maiores tratados teológicos da Cristologia.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p><strong>Bíblia de Estudo Almeida. </strong>João Ferreira de Almeida. S.B.B.</p>
<p><strong>As Grandes Doutrinas da Bíblia. </strong>Raimundo de Oliveira. C.P.A.D.</p>
<p><strong>Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. </strong>Myer Pearlman. VIDA.</p>
<p><strong>Teologia Sistemática. </strong>Eurico Bergsten. C.P.A.D.</p>
<p>Publicado no site da <a target="_blank" href="http://www.redebrasildecomunicacao.com.br/">Rede Brasil de Comunicação</a></p>
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		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - Ev. Isaías de Jesus</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 03:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[TEXTO ÁUREO - &#8220;Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos,Jesus Cristo nosso Senhor&#8221; (Rm 1 .4).
VERDADE PRÁTICA - A obediência, amor e comunhão, são às características do verdadeiro servo de Deus.
TEXTO BÍBLICO BÁSICO João 5.19-29
Jesus Cristo acabara de realizar mais um milagre, desta feita em Jerusalém, e [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Jesus, o Filho Eterno de Deus - Ev. Isaías de Jesus", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/10/jesus-o-filho-eterno-de-deus-ev-isaias-de-jesus/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>TEXTO ÁUREO</strong> - &#8220;Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos,Jesus Cristo nosso Senhor&#8221; (Rm 1 .4).</p>
<p><strong>VERDADE PRÁTICA -</strong> A obediência, amor e comunhão, são às características do verdadeiro servo de Deus.</p>
<p align="center"><strong>TEXTO BÍBLICO BÁSICO João 5.19-29</strong></p>
<p>Jesus Cristo acabara de realizar mais um milagre, desta feita em Jerusalém, e novamente estava sendo contestado pelos judeus, que procuravam matá-lo, porque havia curado um paralítico em um dia de sábado.</p>
<p>Eram os religiosos perseguindo a Jesus por ter dado ordem ao recém- curado que este carregasse a sua cama num dia em que não era permitido trabalhar. Em resposta aos seus contestadores, Jesus declara-se Filho de Deus e diz que veio para vivificar aqueles que quer; e, ainda, com o poder dado pelo Pai, de exercer o juízo. Assim, Jesus Cristo, mais uma vez, desafiava os religiosos apegados à letra da lei que não produzia vida, restauração e redenção.</p>
<p align="center"><strong>1. JESUS, O UNIGÉNITO FILHO DE DEUS</strong></p>
<p><strong>1. Fazendo a vontade de Deus. </strong>Em todo este capítulo cinco, basicamente, Jesus está fazendo a sua declaração de Filho de Deus, e como tal revestido de autoridade divina. Contudo, na condição de Filho, submete-se à vontade do Pai. &#8220;O Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma&#8221; (V.19a). É uma lição de humildade e submissão, inteira obediência ao Pai. Jesus nos dá exemplo de como deve ser moldada a nossa vida. Ele estava aprendendo do Pai pela obediência. Ninguém pode ser abençoado e vitorioso se não for obediente. Jesus declara que tudo quanto o Pai faz,o Filho o faz igualmente. Era o Pai se manifestando no Filho através da obediência e submissão deste.</p>
<p><strong>2. Conhecendo a vontade de Deus.</strong> A obediência não é um privilégio, mas sim uma necessidade constante, pois é um meio pelo qual o cristão pode conhecer a vontade de Deus. Jesus disse que Ele não buscava a sua vontade, mas vontade de Deus Pai (V. 301,), Portanto, para fazer a vontade do Pai, Jesus devia andar em obediência.</p>
<p>Desde o princípio Satanás tem procurado fazer com que o homem desobedeça aos mandamentos de Deus. Algo foi avisado por Deus que ele morreria se O desobedecesse. Isto foi o que aconteceu no Jardim do Éden, a serpente veio e disse o contrario &#8220;certamente não morrereis&#8221; (Gn 2.17,3.1-6,19). A obediência é a verdadeira prova de nosso amor a Cristo.</p>
<p><strong>3. Devemos aprender de Jesus.</strong> Assim como Jesus esteve em estreita comunhão com o Pai (Jo 17.10), devemos fazer o mesmo. Certa ocasião, ao final de seu ministério terreno, após a ceia, Jesus, num gesto de humildade, tirou os vestidos e tomando uma toalha cingiu-se,pôs água em uma bacia e lavou os pés dos discípulos.</p>
<p>Era um ato que cabia ao servo, e não ao senhor, ao discípulo e não ao mestre, mas Ele deu o exemplo e ao final disse: &#8220;Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu fiz, façais vós também&#8221; (Jo 13.15).</p>
<p align="center"><strong>II. A OBEDIÊNCIA CONDUZ À VIDA ETERNA</strong></p>
<p><strong><strong>1. Quem obedece é amado.</strong> Qual é o filho obediente e humilde que não é amado por seus pais? Se aqui entre os homens o comportamento do filho tem muito a ver com o relacionamento com seus pais, ainda mais no plano divino, onde a justiça 6 exercida em toda sua plenitude. Jesus declarou que o Pai ama o filho e mostra tudo o que faz. Estão implícitas aqui três coisas, a saber Obediência, amor e comunhão. Jesus acrescenta &#8220;E lhe mostrará maiores obras do que esta para que vos maravilheis&#8221; (Jo 5.20). É o resultado da obediência, amor e comunhão.</strong></p>
<p><strong>2. A vida pela obediência.</strong> Os religiosos contemporâneos estavam em desobediência à Palavra de Deus, por isso não tinham discernimento, estavam mortos. Diziam que conheciam a Deus, mas ignoravam a Jesus como Filho de Deus. Por esta razão, Jesus disse que:</p>
<p>&#8220;Assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que o que? (v. 21). Jesus não está se referindo aos que estão mono, literalmente, e sepultados em seus túmulos, mas, sim, aos que estão monos espiritualmente em seus pecados, apesar de estarem vivos, pois no versículo 24 Jesus dá a interpretação do versículo 21 que diz &#8220;Quem ouve minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.&#8221;</p>
<p>No versículo 24 Jesus afirma que aquele que ouve e crê tem a vida eterna. Esta é uma das grandes maravilhas inserida ao plano da redenção do homem. São Paulo disse que o último inimigo do homem a ser vencido é a morte (1 Co 15.24.26).</p>
<p>Pela sua ressurreição, Jesus já tem o controle da morte. Ele venceu a morte e fez-se as primícias dos que dormem. Mesmo que o crente venha a falecer, pois para este corpo está determinado um lapso de tempo. Ele já possui a vida eterna.</p>
<p><strong>3. A obediência livra da condenação.</strong> Jesus disse que quem ouve e crê na sua palavra não entrará em condenação (V. 24). O Supremo Juiz vai julgar,não com critério da justiça humana, que é falha, mas, sim, com retidão e infalível Justiça, assentado no Grande Trono Branco. Naquele dia serão abertos os livros, diz a Bíblia.</p>
<p>Além do livro em que constará a nominata dos salvos, terá também o livro de registro das obras realizadas por cada indivíduo. O salmista rogava a Deus que retribuísse aos ímpios segundo as suas obras (SI 28.4).</p>
<p>O Senhor Deus disse que conhece as nossas obras e pensamentos e chegará o tempo do julgamento (Is 66.18). Mas aos que forem obedientes e guardarem a Palavra do Senhor, serão livres da condenação.</p>
<p align="center"><strong>III. AUTORIDADE DE JESUS COMO JUIZ</strong></p>
<p><strong>1. Jesus, o Justo Juiz</strong>. Pelo resulta do da obediência de Jesus à vontade do Pai, foi-lhe outorgado todo o poder de julgar. Ele mesmo afirmou: &#8220;O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo&#8221; (v.22). Como coroação da missão terrena cumprida por Jesus, Dais entregou nas mãos de Jesus todo o juíza O apóstolo João, quando teve sua visão na ilha de Patmos, viu Jesus de uma outra forma, não mais um varão sofredor e anunciador do reino de Deus, mas o viu como o Justo Juiz que há de julgar com eqüidade e justiça (Ap 1.13-16).</p>
<p><strong>2. Jesus, o Juiz Supremo.</strong> &#8220;Para que todos honrem o Filho, como honram o pai&#8221;(v.23).Ocorrem por mais de quarenta vezes, neste Evangelho, referências em que o Pai honra o Filho ou o Filho honra o Pai. O Filho opera no nome, na atitude e de conformidade com os propósitos do Pai. Se quisermos ter uma vida espiritual vitoriosa, devemos honrar o Filho de Deus.</p>
<p>Devemos reconhecer o senhorio de Jesus sobre a nossa vida, e tudo deve ser feito no Senhor (Ef 4.17). Honremos com nossa vida a Jesus Cristo, o Grande Juiz, assim como Ele honrou oPai e de igual modo foi honrado pelo Pai (Jo 17.22). Em fazermos assim, Ele também nos honrará (Jo 17.22).</p>
<p align="center"><strong>1. A NATUREZA HUMANA DE JESUS</strong></p>
<p><strong>1. &#8220;Nasceu da descendência de Davi segundo a carne&#8221; (v.3).</strong> Essa expressão, usada amiúde por Paulo, revela a identificação de Jesus com a humanidade. O apóstolo empregou o termo &#8220;carne&#8217; com esse mesmo sentido em Romanos 9.5. Era conveniente que Jesus viesse ao mundo como homem; se assim não fora, não poderia sofrer e, por conseguinte, ser o Salvador da humanidade (Hb 217). Além disso, a Bíblia mostra a humanidade de jesus, inclusive sua linhagem (SI 22.22; = Fp 2.6-11; = 1 Tm 2.5; = 2 Tm 2.8). Sua genealogia encontra-se em Mateus 1.1 - 17 e Lucas 3.2-38.</p>
<p><strong>2. Características humanas.</strong> Os Evangelhos revelam que Jesus possuía atributos próprios do ser humano. Embora gerado por ato sobrenatural do Espírito Santo, o Mestre nascera de uma mulher (Mt 1. 18-20; = Lc 1.35) e teve irmãos e irmãs (Mt 12.47; = 13. 55-56). Sentiu fome sede e cansaço (Mt 21 .1 8; = Mc 4.38; = Jo 4.6; 19.28). Sofreu, chorou, angustiou-se (Mt 26.37; = Lc 19.41; = Hb 13.12) e, por fim, passou pela agonia da morte. Mas, ressuscitou glorioso, poderoso e triunfante ao terceiro dia (1 Co 15.3,4).</p>
<p align="center"><strong>II. A NATUREZA DIVINA DE JESUS</strong></p>
<p><strong>1. Explícita na declaração &#8220;Filho de Deus&#8221; (v.4).</strong> A expressão &#8220;Filho de Deus&#8221;, conforme vimos na lição passada, é uma das revelações da divindade de Jesus Cristo ( Jo 5.18, = 1 0.33-36). O Senhor Jesus declarou &#8220;ser um com, Pai&#8221;; isso significa ser o mesmo Deus e não a mesma pessoa ( Jo 10.30). A divindade de Cristo é ensinada em toda a Bíblia de maneira direta: &#8220;e o Verbo era Deus&#8221; ( Jo 1 .1), &#8220;este é o verdadeiro Deus e a vida eterna&#8221; (1 Jo 5.20).</p>
<p>E, também, através dos seus atributos divinos, tais como onipresença, onipotência, onisciência, eternidade entre outros (Mt 18.20; = 28.18; = Jo 21.17; = Hb 13.8).</p>
<p><strong>2. Explícita em seu ministério terreno</strong>. Jesus nunca disse &#8220;eu acho&#8221;, &#8220;eu penso&#8221;, &#8220;eu suponho&#8221;; jamais afirmou não poder resolver este ou aquele problema. Para o Mestre, não há impossível. Jesus não somente declarou ser Deus, mas revelou suas qualidades divinas, demonstrando seu poder sobre a natureza, o pecado, as enfermidades, o inferno, e a morte. Os Evangelhos estão repletos de suas manifestações divinas e sobrenaturais (Lc 24: 19; = At 2.22). Claro exemplo disso é o fato de Jesus ter perdoado os pecados do paralítico de Cafarnaum ( Lc 5.21, 24) e, por diversas vezes, ter recebido adoração (Mt 8.2; 9.18; = Jo 9.38). Ele afirmou ser o grande &#8220;Eu Sou&#8221;: &#8220;antes que Abraão existisse, eu sou&#8221; (Éx 3.14; = Jo 8.58).</p>
<p align="center"><strong>III. PRINCIPAIS HERESIAS SOBRE AS NATUREZAS DE JESUS</strong></p>
<p><strong>1. Gnosticismo.</strong> Os gnósticos deram muito trabalho às igrejas dos tempos apostólicos. Seu pior período ocorreu em 135-160 d.C. Seus ensinamentos não passavam de enxertos das filosofias pagãs nas doutrinas cristãs mais importantes. Eles negavam o cristianismo histórico, afirmando que o Senhor Jesus jamais teve um corpo como o nosso. Segundo eles, o corpo de Cristo existia apenas aparentemente.</p>
<p>A Bíblia é incisiva: &#8220;O Verbo se fez carne&#8221; ( Jo 1 .1 4); &#8220;todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus&#8221; (1 Jo 4.3). E bom lembrar que os escritos de João são do final do primeiro século e compostos na cidade de Efeso, então capital da Ásia Menor, onde surgiu o gnosticismo.</p>
<p><strong>2. Apolinarismo.</strong> Apolinário, bispo de Laodicéia, nasceu em 310 d.C. e morreu em 392. Ele afirmava que Jesus não tinha espírito humano porque, em sua encarnação, o &#8220;Logos&#8221; Ocupou o lugar da alma, afirmou ainda que quem põe em Cristo sua confiança como homem, destitui-se de racionalidade e torna-se indigno de salvação. Essa doutrina contraria a ortodoxia bíblica, pois a Palavra de Deus afirma que o Senhor Jesus é o verdadeiro homem (1 Tm 2.5).</p>
<p>Em Hebreus 2.14,17,18; 4.15, as Escrituras declaram que a humanidade de Jesus é igual à nossa, exceto quanto , ao pecado: &#8220;Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque, naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados&#8217;.</p>
<p><strong>3. Monofisismo</strong>. Tratar-se da falsa doutrina que afirma haver apenas uma única natureza em Cristo: só a divina ou divina e humana amalgadas. Ou seja: mista. Assim, Jesus teria uma natureza híbrida; nem totalmente Deus nem totalmente homem. Todavia, a Bíblia ensina que o verdadeiro Deus veio ao mundo como um verdadeiro homem. Sendo homem, podia fazer a reconciliação pelos homens; sendo Deus, a sua reconciliação torna-se infinitamente valiosa.</p>
<p align="center"><strong>IV. A UNIÃO DAS DUAS NATUREZAS DE JESUS</strong></p>
<p><strong>1. O perfeito homem e o perfeito Deus.</strong> Convém ressaltar que Jesus não é metade Deus nem metade homem. Ele é o perfeito homem Jesus Cristo (1 Tm 2.5), e o perfeito Deus, em toda a plenitude porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade&#8221; (Cl 2.9).</p>
<p><strong>2. O kenoticismo.</strong> A doutrina kenótica diz que Jesus não era deus quando esteve aqui na terra. Afirmam isso, por interpretarem erroneamente, em Fp 2.7, o termo &#8220;aniquilou-se&#8221;, ou &#8220;esvaziou-se&#8221;, concernente a Cristo. Esse &#8220;esvaziamento&#8221;, porém, não é de sua divindade, mas de sua glória. Jesus jamais &#8220;deixou no céu&#8221; a sua divindade para recuperá-la depois. É impossível a nós, seres frágeis, mortais e pecadores, encontrar nas Escrituras Sagradas a linha divisória entre a divindade e a humanidade de Jesus; trata-se de um mistério oculto aos seres humanos (1 Tm 3.16; Rm 9.20; = Jó 9.3-14).</p>
<p align="center"><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Assim como é herético negar a divindade de Cristo, da mesma forma o é negar a sua humanidade. Devemos reconhecer e defender a ortodoxia bíblica a respeito das duas naturezas de Jesus, pois, Ele é verdadeiro homem e verdadeiro Deus.</p>
<p>Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)</p>
<p>Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados - MS</p>
<p>Publicado no <a target="_blank" href="http://rxisaias.blogspot.com/">Blog do Ev. Isaías de Jesus</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - CPAD</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 03:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category><category>filho</category><category>jesus</category>
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		<description><![CDATA[Leitura Bíblica em Classe
1 João  1.1-4; João 1.1-4; Colossenses 1.16,17
Introdução:

I. O Propósito do Autor da Epístola  
II. A Vida Eterna Manifesta em Cristo
III. Cristo - A Vida se Manifestou
IV. Jesus Eterno e Atuante Desde o Princípio 

Palavras-chave: O Filho Eterno de Deus
Introdução
Professor, converse com seus alunos explicando que os problemas enfrentado por João em sua [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Jesus, o Filho Eterno de Deus - CPAD", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/10/jesus-o-filho-eterno-de-deus-cpad/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leitura Bíblica em Classe<br />
</strong><em>1 João  1.1-4; João 1.1-4; Colossenses 1.16,17</em><em></p>
<p></em><strong>Introdução:</p>
<p></strong></p>
<p><strong>I. O Propósito do Autor da Epístola  </strong></p>
<p><strong>II. A Vida Eterna Manifesta em Cristo</strong></p>
<p><strong>III. Cristo - A Vida se Manifestou</strong></p>
<p><strong>IV. Jesus Eterno e Atuante Desde o Princípio</strong> <strong><em><br />
</em><br />
Palavras-chave:</strong> O Filho Eterno de Deus<em></p>
<p></em><strong>Introdução</strong></p>
<p>Professor, converse com seus alunos explicando que os problemas enfrentado por João em sua época são os mesmos problemas enfrentados pela igreja na atualidade. Os objetivos estabelecidos por João devem ser os mesmos objetivos que os cristãos da atualidade precisam ter se desejam crescer na graça e no conhecimento da Palavra de Deus. </p>
<p><strong>I. </strong><strong>Entendendo a Carta de João, o Apóstolo</strong></p>
<p>João estava lidando com um movimento novo e perigoso de seus dias, e estava alertando os cristãos sobre ele. O movimento era o que chamaríamos hoje de gnosticismo, e o objetivo de João ao escrever contra este movimento era chamar a atenção para a origem histórica do cristianismo. Os gnósticos afirmavam que a matéria (corpo) era má e por isso qualquer encarnação real do Filho de Deus era impossível. Deus não poderia ter assumido forma humana para si. Para eles a encarnação de Deus se deu apenas em aparência. Eles ensinavam que o Espírito de Deus meramente veio sobre o homem Jesus na época de seu batismo, permaneceu com Ele durante os anos de ministério e então o abandonou pouco antes de sua crucificação. Com esses ensinamentos eles questionavam a base histórica da fé, que é Cristo Jesus gerado pelo Espírito de Deus. João apresenta nos versículos de abertura (1 João 1.1-3) o caráter histórico da fé a sua defesa em prol do cristianismo. </p>
<p><strong>II</strong>.   <strong>Conhecendo o Autor da Carta</p>
<p></strong></p>
<p>&#8220;No princípio era o verbo&#8221;, (Jo 1.1a). Neste trecho João afirma que Jesus é eterno e que Ele existe antes de todas as coisas, inclusive antes do tempo ter início: &#8220;E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem a ele&#8221;, (Cl 1.17).</p>
<p>João adquiriu conhecimento de Cristo através de três canais:</p>
<p><strong>Audição</strong> - Ele ouviu as palavras de Jesus, (Mt 13.16,17);</p>
<p><strong>Visão</strong> - Ele &#8220;testificou&#8221; sobre o que viu.  Testificou (martyrein, 1Jo 1.2) essa palavra é importante no Evangelho de João. Originalmente ela vem das cortes de justiça e denota a garantia do testemunho sobre algo que alguém que viu. </p>
<p><strong>Tato </strong>- Ele afirma que tocou com as mãos, essa é a experiência mais íntima (1 Jo 1.1). Esse toque é referente à ressurreição do Mestre, quando o mesmo convidou os discípulos a tocarem (Lc 24.39).</p>
<p><strong>III.  O Propósito da Carta de João</strong></p>
<p>João 1.1 apresenta Cristo mediante o termo grego <em>Logos</em>, que significa &#8220;palavra&#8221;, &#8220;demonstração&#8221;. &#8220;Mensagem&#8221;, &#8220;declaração&#8221; ou &#8220;o ato de fala&#8221;. Logos tem um significado específico: é descrito como <em>hypostasis </em>(Hb 1.3), uma existência distinta e pessoal de um ser real e específico. João 1.1 demonstra que &#8220;o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus&#8221; são duas expressões simultaneamente verídicas. Isto significa que jamais ter havido um período em o <em>Logos</em> não existisse juntamente com o Pai.</p>
<p>O Eterno Verbo de Deus tomou sobre si a natureza humana e se fez homem, a fim de revelar o Deus eterno através de uma personalidade humana (Hb 1.1,2). Assim sendo, diante da pergunta &#8220;Como é Deus? o cristão responde convicto: Deus é como Cristo, porque Cristo é o verbo - a expressão do conceito que o próprio Deus faz de si mesmo.</p>
<p><strong>IV. Jesus Eterno e Atuante Desde o Princípio</strong></p>
<p>João demonstra o Verbo atuante na criação. Gênesis 1.1 nos ensina que Deus criou o mundo. João 1.3 especifica que o Senhor Jesus Cristo, no seu estado pré-encarnado, fez a obra da criação, executando a vontade e o propósito do Pai.</p>
<p>A pré-existência eterna de Jesus também é comprovada, em Provérbios 8.22-31 onde lemos sobre o princípio dos seus caminhos, antes de suas obras. Jesus e o Pai planejaram a salvação da humanidade antes da fundação do mundo (Ap 13.8).</p>
<p>O apóstolo Pedro no seu Sermão no dia de Pentecostes falou que Jesus foi crucificado, mas Deus o ressuscitou dentre os mortos! Pedro e muitos outros eram testemunhas desse fato. Logo em seguida Pedro confirma a ascensão mediante o emprego do Salmo 110.1 (ver At. 2.34-35): &#8220;Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés&#8221; Essa é a explicação de que o Senhor Jesus Cristo esteve nesta Terra, na carne, e então subiu ao Céu onde recebeu de volta a sua condição atual.</p>
<p>A ressurreição de Jesus e a ascensão são provas irrefutáveis de que Ele vive e que é eterno (Mt. 28.9,10;Lc 24.34,50-53;At 1.9-14).</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O desejo de João é que: Tenhamos comunhão com Deus ao compartilhar a Vida de Cristo, e que &#8220;nosso gozo possa ser completo e possa permanecer assim&#8221;. Essa comunhão é melhor entendida em termos a vida eterna.</p>
<p>Cada cristão deve ter arraigado em seu coração a base histórica da fé que é a encarnação, morte, ressurreição, ascensão e a volta de Cristo. Jesus voltará e levara com Ele os lavados e remidos pelo seu sangue. <br />
<strong><em>Extraído de:</em></strong></p>
<p>PEARLMAN, Myer. João o Evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD.</p>
<p><a href="http://www.cpad.com.br/?acao=DT&amp;dep=291&amp;secao=2286&amp;prod_id=33091">BERGSTÉN,Eurico. Introdução à Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD.</a></p>
<p><a href="http://www.cpad.com.br/?acao=DT&amp;dep=291&amp;secao=2281&amp;prod_id=34185">BOICE, James Montgomery. As Epístolas de João. Rio de Janeiro: CPAD.</a></p>
<p><a href="http://www.cpad.com.br/?acao=DT&amp;dep=299&amp;secao=2343&amp;prod_id=33130">HORTON,Stanley M. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD.</a></p>
<p>Publicado no site da <a target="_blank" href="http://www.cpad.com.br/cpad/paginas/sub_licao_002.htm">CPAD</a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=filho" rel="tag">filho</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=jesus" rel="tag">jesus</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=1681" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Jesus%2C+o+Filho+Eterno+de+Deus+-+CPAD&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2009%2F07%2F10%2Fjesus-o-filho-eterno-de-deus-cpad%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		</item>
		<item>
		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - Eduardo Sousa</title>
		<link>http://www.ebdweb.com.br/2009/07/08/jesus-o-filho-eterno-de-deus-eduardo-sousa/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 21:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category><category>filho</category><category>jesus</category>
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		<description><![CDATA[Introdução
Logo no início de sua epístola, João não perde tempo e foca em uma das doutrinas mais relevantes do Cristianismo, a filiação de Jesus Cristo, indo de encontro aos ensinos gnósticos e revelando aos seus leitores o grande tema que será focado em sua carta.
A divindade de Jesus é algo já mencionado pelo próprio João, [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Jesus, o Filho Eterno de Deus - Eduardo Sousa", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/08/jesus-o-filho-eterno-de-deus-eduardo-sousa/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Logo no início de sua epístola, João não perde tempo e foca em uma das doutrinas mais relevantes do Cristianismo, a filiação de Jesus Cristo, indo de encontro aos ensinos gnósticos e revelando aos seus leitores o grande tema que será focado em sua carta.</p>
<p>A divindade de Jesus é algo já mencionado pelo próprio João, no evangelho escrito por ele, e também outros apóstolos já haviam também tocado neste tema (Cl 2.9; 1.19), isso nos leva a pensar que :</p>
<p>- Este é um tema de suma importância para a Igreja do Senhor;<br />
- O gnosticismo e suas heresias se espalharam rapidamente no meio do povo de Deus, e os apóstolos precisavam doutrinar os santos nas corretas doutrinas.</p>
<p><strong>A Eternidade de Jesus</strong></p>
<p>João, assim como outros apóstolos conviveram com Jesus, o viram crucificado pelos pecadores, e depois ressuscitado dentre os mortos. Eles o tocaram para ter a plena certeza de sua ressurreição.</p>
<p>Diante deste testemunho, João apresenta Jesus Cristo aos crentes, mostrando sua divindade e sua filiação divina.</p>
<p>&#8220;No principio era o verbo&#8221; (Jo 1.1a)<br />
Esse trecho afirma que Jesus é eterno. O Senhor Jesus existe antes de todas as coisas, inclusive antes de o tempo o ter início: &#8220;E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele&#8221; (Cl 1.17).<br />
O Filho de Deus, além de existir por si mesmo (Jô 5.26), estava com o Pai antes da criação do mundo (Jô 17.5,24).</p>
<p>O próprio Cristo confessou sua pré-existência em João 8, dizendo, &#8220;Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou&#8221; (v. 58) A palavra Deus (grego: theos) nesse verso se refere ao Pai, e &#8220;a Palavra estava com Deus&#8221; indica que<br />
Cristo não é idêntico ao Pai em termos de sua pessoalidade. Contudo, ele não é menos que Deus em termos de seus atributos, pois o verso continua a dizer, &#8220;a Palavra era Deus.&#8221; Essa é uma indicação explícita da atribuição de deidade a Jesus Cristo.</p>
<p>Outros textos bíblicos nos dizem:</p>
<p>Colossenses 2.9 diz, &#8220;Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade&#8221;.<br />
Tito 2.13 diz, &#8220;aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação<br />
de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo&#8221;.<br />
Em Hebreus 1.3 lemos, &#8220;O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser&#8221;.<br />
Hebreus 1.8 faz uma aplicação messiânica do Salmo 45.6-7, quando Deus diz a Cristo: &#8220;O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu Reino&#8221;. Assim, Deus Pai mesmo declara que Jesus é Deus, e diz que seu domínio é &#8220;para todo o sempre&#8221;.<br />
Finalmente, Paulo escreve em Filipenses 2.6 que Cristo, &#8220;embora existindo na forma de Deus,&#8221; tomou sobre si atributos humanos.<br />
<strong>A humanidade de Jesus<br />
</strong><br />
Cheung escreve:</p>
<p>Veremos agora algumas passagens que indicam a HUMANIDADE de Cristo. Após afirmar fortemente a deidade de Cristo, o apóstolo João escreve em seu Evangelho:</p>
<p>&#8220;A Palavra tornou-se carne e viveu entre nós&#8221; (João 1.14). Hebreus 2.14 diz,<br />
&#8220;Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou<br />
dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder<br />
da morte&#8230;&#8221;.</p>
<p>Paulo é muito explícito a respeito da humanidade de Cristo quando escreve em 1 Timóteo 2.5: &#8220;Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus&#8221;.</p>
<p>Várias passagens na Bíblia indicam que, em sua natureza humana, Jesus tinha<br />
verdadeiras limitações. Por exemplo, ele esteve &#8220;cansado da viagem&#8221; em João 4.6, faminto em Mateus 21.18 e sedento em João 19.28. E o mais significativo, &#8220;ele sofreu a morte&#8221; (Hebreus 2.9) para comprar a salvação para os seus eleitos.</p>
<p>Algumas passagens na Bíblia afirmam ou fazem supor tanto a divindade quanto a humanidade de Cristo. Por exemplo, João 5.18 diz que os judeus procuravam matar a Jesus porque ele &#8220;estava dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus&#8221;. Eles o viram como um homem, mas ele reivindicava ser Deus. João 8.56-59 descreve outro conflito semelhante a esse:</p>
<p>‘Abraão, pai de vocês, regozijou-se porque veria o meu dia; ele o viu e<br />
alegrou-se&#8217;.</p>
<p>Disseram-lhe os judeus: ‘Você ainda não tem cinqüenta anos, e<br />
viu Abraão?&#8217;. Respondeu Jesus: ‘Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!&#8217;. Então eles apanharam pedras para apedrejá-lo, mas Jesus escondeu-se e saiu do templo. As pessoas reconheceram que em sua vida humana, Jesus não tinha ainda cinqüenta anos de idade e afirmava conhecer pessoalmente a Abraão.</p>
<p>Aqueles que o ouviramJesus, o Filho de Deus não contestaram sua humanidade, mas entenderam que suas palavras continham uma reivindicação de divindade. Mateus 22.41-45 também afirma que Jesus é tanto Deus quanto homem: Estando os fariseus reunidos, Jesus lhes perguntou: &#8220;O que vocês pensam a respeito do Cristo? De quem ele é filho?&#8221;. &#8220;É filho de Davi&#8221;, responderam eles. Ele lhes disse: &#8220;Então, como é que Davi, falando pelo Espírito, o chama ‘Senhor&#8217;? Pois ele afirma: ‘O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo de teus pés&#8217;. Se, pois, Davi o chama ‘Senhor&#8217;, como pode ser ele seu filho?&#8221;.</p>
<p>Os fariseus reconheceram que o Cristo seria o filho de Davi, e tal, seria humano. Contudo, enquanto estava &#8220;falando pelo Espírito&#8221;, de modo que não poderia estar errado, Davi chamou-o de &#8220;Senhor&#8221;, como uma designação de deidade. Portanto, o Cristo seria tanto o descendente humano e quanto o divino Senhor de Davi -seria Deus e homem ao mesmo tempo.</p>
<p>A expressão &#8220;Filho de Deus&#8221; nas Escrituras, indica claramente a natureza divina de Jesus. Sua procedência revela que ele compartilha a mesma essência e natureza do Pai.O ensino de que o Verbo tornou-se Filho a partir da sua encarnação não tem apoio entre os teólogos realmente bíblicos, piedosos e conservadores. O Filho de Deus é eterno; sempre existiu; Ele é o Pai da eternidade. Ele já era chamado Filho mesmo antes da sua encarnação, como vemos em 1 João .9.<br />
<strong>O Testemunho de João</strong></p>
<p><strong>&#8220;(e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada).</strong>&#8221; (v.2)</p>
<p>João apresenta sua justificativa para falar assim de Jesus Cristo, a saber, que ele fala de experiência própria. O que ele referiu (no seu Evangelho) não era &#8220;fábula engenhosamente inventada&#8221; (2Pe 1.16), nem mesmo uma história ouvida contar de outros, mas um testemunho de primeira mão de benditos privilégios por ele mesmo gozados e por muitos outros que entraram em contacto íntimo com Jesus Cristo durante os dias de Sua vida terrena. Eram notícias boas demais para eles guardarem para si só; precisavam dar testemunho.</p>
<p>&#8220;<strong>o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.</strong>&#8221; (v.3)</p>
<p>A mensagem desse Evangelho fora proclamada aos que recebem agora a epístola, a fim de que possam gozar comunhão com aqueles que a proclamaram. Contudo, a cláusula para que vós igualmente mantenhais comunhão conosco não só significa &#8220;a fim de que haja relações amistosas entre nós&#8221;, mas &#8220;a fim de que participeis conosco de nossa relação com o Pai e o Filho&#8221;. A idéia básica de comunhão (gr koinonia) é ter coisas em comum, é participação, parceria, sociedade, idéia esta muito conhecida no mundo dos negócios (cfr. Lc 5.10). Especificamente a comunhão ou sociedade cristã é uma participação da vida comum em Cristo, mediante o Espírito Santo, e sugere-nos o dom de Deus. É sociedade com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo.<br />
&#8220;<strong>Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa</strong>&#8221;</p>
<p>No vers. 4 o verbo escrevemos e seu sujeito nós são enfáticos no grego, frisando que a mensagem está redigida numa forma precisa e permanente, tendo sido escrita &#8220;por aqueles que tinham plena autoridade para fazê-lo&#8221; (Westcott). Na segunda cláusula não se tem certeza se devemos ler vossa alegria, ou &#8220;nossa alegria&#8221; (ARA), sendo que a evidência manuscrita é ligeiramente favorável a esta última forma (nossa). Leia-se de um ou de outro modo, isso não tem muita importância, como Brooke faz notar, &#8220;Na colheita espiritual, semeador e ceifeiro alegram-se juntos&#8221;. O ponto essencial é que verdadeiro gozo vem somente da comunhão com Deus.<br />
<strong>Conclusão</strong></p>
<p>Em Jesus estão reunidas todos os atributos divinos que o descrevem com o único e suficiente Salvador da humanidade. Sua história e suas obras não se limitam ao período entre seu nascimento e sua morte (Hb 13.8).<br />
Jesus Cristo não era em parte Deus e em parte homem. Antes, era cem por cento Deus e, ao mesmo tempo, cem por cento homem. Isto é, Ele exibia tanto qualidades divinas quanto qualidades humanas, numa mesma pessoa, de tal modo que essas qualidades não se anulavam mutuamente.</p>
<p>Fontes: O Novo Comentário da Bíblia<br />
Comentário Bíblico do NT Matthew Henry Teologia Sistemática Completa - Cheung Lições Bíblicas - 1º Trim 2001 - Doutrinas Bíblicas Lições Bíblicas - 1º Trim 2008 - Jesus Cristo</p>
<p>Publicado no blog <a target="_blank" href="http://ensinadorcristao.blogspot.com/">Ensinador Cristão</a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=filho" rel="tag">filho</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=jesus" rel="tag">jesus</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=1680" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Jesus%2C+o+Filho+Eterno+de+Deus+-+Eduardo+Sousa&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2009%2F07%2F08%2Fjesus-o-filho-eterno-de-deus-eduardo-sousa%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		<item>
		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - Pr. Adilson Guilhermel</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 21:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS - I João 1.1-4; João 1.1-4; Colossenses 1.16,17
Lição 2 - 12/07/2009
Texto Bíblico:  Jo 1.1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
CRISTO O CAMINHO PARA A VIDA ETERNA
1. SUA ETERNIDADE FOI COMPROVADA

Ele é o ser eterno que habitou entre os homens [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Jesus, o Filho Eterno de Deus - Pr. Adilson Guilhermel", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/08/jesus-o-filho-eterno-de-deus-pr-adilson-guilhermel/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS</strong> - I João 1.1-4; João 1.1-4; Colossenses 1.16,17</p>
<p>Lição 2 - 12/07/2009<br />
Texto Bíblico:  Jo 1.1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.</p>
<p><strong>CRISTO O CAMINHO PARA A VIDA ETERNA</strong></p>
<p><strong>1. SUA ETERNIDADE FOI COMPROVADA</strong></p>
<ul class="unIndentedList">
<li><strong>Ele é o ser eterno que habitou entre os homens</strong> - I João 1.1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida</li>
<li><strong>Ele é o ser eterno que manifestou entre os homens </strong>- I João 1.2 (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada);</li>
<li><strong>Ele é o ser eterno que conviveu entre os homens</strong> - I João 1.3 O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.</li>
</ul>
<p><strong>2. SUA DIVINDADE FOI TESTIFICADA </strong></p>
<ul class="unIndentedList">
<li><strong>O mistério da sua divindade foi revelado</strong> - João 1. 1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.</li>
<li><strong>O mistério da sua eternidade foi revelado</strong> - João 1.2 Ele estava no princípio com Deus.</li>
<li><strong>O mistério de sua soberania foi revelado</strong> - João 1.3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. v.4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.</li>
</ul>
<p><strong>3. SEU PROPÓSITO FOI COMPREENDIDO</strong></p>
<ul class="unIndentedList">
<li><strong>Veio libertar o homem da escuridão das trevas</strong> - João 1.4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.</li>
<li><strong>Veio mostrar seu poder sobre todas as coisas </strong>- Colossenses 1.16 Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele.</li>
<li><strong>Veio revelar que sem Ele nada pode subsistir</strong> - Colossenses 1.17 E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.</li>
</ul>
<p>Obs: O esboços são elaborados pelos textos bíblicos da lição.</p>
<p>Pr Adilson Guilhermel</p>
<p>Publicado no site <a target="_blank" href="http://www.pastorguilhermel.com.br/">Esboços da EBD</a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=filho" rel="tag">filho</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=jesus" rel="tag">jesus</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=1679" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Jesus%2C+o+Filho+Eterno+de+Deus+-+Pr.+Adilson+Guilhermel&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2009%2F07%2F08%2Fjesus-o-filho-eterno-de-deus-pr-adilson-guilhermel%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		</item>
		<item>
		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - Pr. Geraldo Carneiro Filho</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 13:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category><category>eterno</category><category>filho</category><category>jesus</category>
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		<description><![CDATA[IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÃO 02 - DIA 12/07/2009
TÍTULO: &#8220;JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS&#8221;
TEXTO ÁUREO - Jo 1:1
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 1:1-4; Jo 1:1-4; Cl 1:16-17
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
I - INTRODUÇÃO:
Jo 17:5, 24, Hb 13:8 - Para o Verbo de Deus, Jesus Cristo, não há limitação de tempo. [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Jesus, o Filho Eterno de Deus - Pr. Geraldo Carneiro Filho", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/06/jesus-o-filho-eterno-de-deus-pr-geraldo-carneiro-filho/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA</p>
<p align="center">ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL</p>
<p align="center">LIÇÃO 02 - DIA 12/07/2009</p>
<p align="center">TÍTULO: &#8220;JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS&#8221;</p>
<p align="center">TEXTO ÁUREO - Jo 1:1</p>
<p align="center">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 1:1-4; Jo 1:1-4; Cl 1:16-17</p>
<p align="center">PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO</p>
<p><strong>I - INTRODUÇÃO:</strong></p>
<p>Jo 17:5, 24, Hb 13:8 - Para o Verbo de Deus, Jesus Cristo, não há limitação de tempo. Ele existe desde a eternidade; Ele é passado, presente e futuro; Ele é o mesmo eternamente. Por não ter princípio nem fim de dias, Jesus, que é Deus, será para sempre o ETERNO EU SOU.</p>
<p><strong>II - TRÊS SENTIDOS DA PALAVRA &#8220;ETERNIDADE&#8221;:</strong></p>
<p>Na Bíblia, a palavra &#8220;ETERNIDADE&#8221; é usada em três sentidos diferentes, como mostramos a seguir:</p>
<p><strong>(A) SENTIDO FIGURADO</strong> - Denota antiguidade ou duração muito prolongada - Gn 49:26; Dt 33:15; Sl 76:4; Hc 3:6;</p>
<p><strong>(B) SENTIDO LIMITADO</strong> - Denota a existência de algo que teve princípio, mas não terá fim, como a dos anjos, das almas dos homens e do castigo dos ímpios (Gn 2:7; Ne 9:6; Jó 38:4, 7; Cl 1:16; Dn 12:2; 18:8; 25:41; Mc 3:29);</p>
<p><strong>(C) SENTIDO LITERAL</strong> - Denota uma existência que não tem começo e nem fim, como a de Deus. O tempo tem passado, presente e futuro, mas não é assim com Deus, diante do qual o passado e o futuro se transformam no eterno presente, o agora (Gn 21:33; Dt 33:27; Sl 9:7; 90:2; 92:8; Is 40:28).</p>
<p><strong>III - JESUS CRISTO, DEUS-FILHO:</strong></p>
<p>Das três Pessoas da Trindade, a única revelada corporalmente aos homens, foi a segunda, o Senhor Jesus Cristo. A encarnação, porém, não altera em nada os méritos da Sua Divindade.</p>
<p>1) JESUS CRISTO É DEUS (Jo 1:1; Fp 2:6; Hb 1:3; Cl 1:5; I Jo 5:20)</p>
<p>2) Muitas afirmações feitas a respeito do Senhor no Antigo Testamento, são interpretadas no Novo Testamento, referindo-se profeticamente a Jesus Cristo. Por exemplo, comparemos as seguintes referências bíblicas:</p>
<ul>
<li>Is 40:3-4 com Lc 1:68-69,79</li>
<li>Ex 3:14 com Jo 8:56-58</li>
<li>Jr 17:10 com Apc 2:26</li>
<li>Is 60:19 com Lc 2:32</li>
<li>Is 6:10 com Jo 12:37-41</li>
<li>Is 8:12-13 com I Pe 3:14-15</li>
<li>Nm 21:6-7 com I Cor 10:9</li>
<li>Sl 23:1 com Jo 10:11</li>
<li>Ez 34:11-12 com Lc 19:10</li>
<li>Dt 6:16 com Mt 4:10</li>
</ul>
<p><strong>IV - ALGUNS ATRIBUTOS DA DIVINDADE NA PESSOA DE JESUS:</strong></p>
<p>Atributos inerentes a Deus-Pai relacionam-se harmoniosamente com Cristo, provando a Sua divindade. Por isso, a Bíblia O apresenta como sendo:</p>
<p>1) O PRIMEIRO E O ÚLTIMO (Is 41:4; Apc 1:17)</p>
<p>2) DEUS (Jo 1:1; Rm 9:5; Hb 1:8-9 comparar Sl 45:6-7; I Jo 5:20)</p>
<p>3) FILHO DE DEUS (Mt 16:16-17)</p>
<p>4) CRIADOR (Jo 1:3)</p>
<p>5) ETERNO (I Tm 1:17)</p>
<p>6) JUIZ DOS VIVOS E DOS MORTOS (II Tm 4:1)</p>
<p><strong>V - CONSIDERAÇÕES FINAIS:</strong></p>
<p>Jesus é o Deus eterno. Ele é de eternidade a eternidade (Sl 90:1-2; 102:12; Is 57:12). Nunca houve, nem haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que Deus não existisse ou que não existirá. Ele não está limitado pelo tempo humano (Sl 90:4; II Pe 3:8), e é, portanto, descrito como EU SOU (Ex 3:14; Jo 8:58).</p>
<p><strong>FONTES DE CONSULTA:</strong></p>
<p>Lições Bíblicas CPAD - 4º Trimestre de 1987 - Comentarista: Raimundo de Oliveira</p>
<p>Lições Bíblicas - Edições CPAD - 2º Trimestre de 1990 - Comentarista: Geziel Nunes Gomes</p>
<p>Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD</p>
<p>Publicado no Blog <a target="_blank" href="http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/">Escola Bíblica Dominical para Todos</a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=eterno" rel="tag">eterno</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=filho" rel="tag">filho</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=jesus" rel="tag">jesus</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=1678" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Jesus%2C+o+Filho+Eterno+de+Deus+-+Pr.+Geraldo+Carneiro+Filho&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2009%2F07%2F06%2Fjesus-o-filho-eterno-de-deus-pr-geraldo-carneiro-filho%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		<item>
		<title>Jesus, o Filho Eterno de Deus - Pb. José Roberto A. Barbosa</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 13:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto Áureo: I Jo. 1.1 - Leitura Bíblica em Classe: I Jo. 1.1-17; Jo. 1.1-4; Cl. 1.16,17 
Objetivo: Mostrar que a sustentação da fé cristã repousa não só no fato de que Cristo está vivo, mas de que Ele é eterno.
INTRODUÇÃO
Os opositores de João negavam veementemente a divindade de Jesus. Para respondê-los e esclarecer a [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Jesus, o Filho Eterno de Deus - Pb. José Roberto A. Barbosa", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/06/jesus-o-filho-eterno-de-deus-pb-jose-roberto-a-barbosa/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto Áureo: I Jo. 1.1 - Leitura Bíblica em Classe: I Jo. 1.1-17; Jo. 1.1-4; Cl. 1.16,17 </strong><br />
<strong>Objetivo</strong>: Mostrar que a sustentação da fé cristã repousa não só no fato de que Cristo está vivo, mas de que Ele é eterno.</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong><br />
Os opositores de João negavam veementemente a divindade de Jesus. Para respondê-los e esclarecer a igreja, o Apóstolo revela que Cristo é o Verbo Eterno de Deus que se fez Carne e habitou entre os homens. Na lição de hoje, estudaremos a respeito do significado da expressão &#8220;Filho de Deus&#8221; nos escritos joaninos. Em Seguida, meditaremos a respeito do testemunho apostólico da encarnação do Verbo. E por fim, refletiremos sobre a eternidade de Cristo, o Verbo de Deus.</p>
<p><strong>1. A EXPRESSÃO &#8220;O FILHO DE DEUS&#8221; NOS ESCRITOS JOANINOS</strong><br />
A expressão &#8220;Filho de Deus&#8221; é comumente usada não apenas no Evangelho de João para se referir a Cristo (Mt. 4.3; 16.16; Mc. 3.11; Lc. 1.35; 15.11; At. 8.37; Rm. 1.4; II Co. 1.19; Gl. 2.20; Ef. 4.13; Hb. 4.14). Nos escritos de João, essa expressão também acontece com certa freqüência (Jo. 10.36; I Jo. 1.18; 5.22; Ap. 2.18). Em algumas passagens do Novo Testamento, cristo é mostrado tão somente como o Filho (Mt. 11.27; Mc. 1.1; Jô. 1.18; 5.22; I Co. 15.28; Hb. 1.8; I Jô. 2.22). Em Jo. 3.16 Cristo é destacado por João como o Filho Unigênito. Em Lc. 1.32 Ele é descrito como o Filho do Altíssimo. O próprio Deus se refere a Cristo como &#8220;meu Filho amado&#8221; em várias situações (Mt. 3.17; Mc. 1.11; 9.7; Lc. 3.22; II Pe. 1.17; At. 13.33). Especificamente Nos escritos de João, a filiação divina tem como propósito mostrar a glória do Pai (Jo. 1.14) e tornar o Pai conhecido dos homens (Jo. 1.18). Conforme dito anteriormente, a essência singular da filiação de Cristo é destacado mediante o uso da expressão grega monogenés, isto é, unigênito. Com essa declaração João destaca que Cristo é o verdadeiro Deus (Jo. 20.31), e, desde a Eternidade, Cristo estava frente a frente com o Pai (Jo. 1.1). Nas Epístolas, João relaciona a filiação divina ao caráter messiânico de Jesus, para a revelação da vida eterna (I Jo. 5.20).</p>
<p><strong>2. O TESTEMUNHO DA ENCARNAÇÃO DO VERBO<br />
</strong>João testifica, na abertura da I Epístola, a respeito do &#8220;que sempre - desde o princípio - foi verdade quanto à Palavra da vida&#8221;, se referindo aquilo que já havia sido anunciado no Evangelho. O autor mostra, nesse trecho, a historicidade do Verbo Eterno. Ele entrou no tempo e foi manifestado aos homens. O Verbo se fez carne e se apresentou de modo que se tornou possível ouvi-lo, vê-lo e toca-lo. Assim, o Apóstolo pode testemunhar a respeito dessa revelação já que ouviu, viu e tocou, ressaltando assim suas credenciais. O propósito desse testemunho é que haja comunhão, incluindo a reconciliação com Deus em Cristo, pois nisso repousa a vida eterna. A revelação testemunhada por João visa trazer alegria, a felicidade completa que o evangelho de Cristo nos oferece. A alegria do Evangelho de Cristo é um tema comum nos escritos joaninos (Jô. 3.29; 15.11; 17.13; II Jô. 12). Essa declaração ecoa com o Sl. 16.1 &#8220;Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra delícias perpetuamente&#8221;. O evangelho de Jesus é uma notícia alegre, pois nunca homem algum falou como Ele (Jô. 7.46). Aqueles que O ouviram foram privilegiados, foram, nas palavras do Senhor, bem-aventurados (Mt. 13.16,17; Lc. 10.23,24), mas os que crêem sem O ver também o são (Jo. 20.29), contanto que recebam a mensagem que Jesus ordenou que Suas testemunhas levassem adiante (Mt. 28.19-21; Mc. 16.15; At. 1.8).</p>
<p><strong>3. A ETERNIDADE DO VERBO DE DEUS</strong><br />
O termo &#8220;verbo&#8221;, em Jo. 1.1, é às vezes traduzido por &#8220;palavra&#8221; em grego é &#8220;logos&#8221;. Há, na verdade, uma dificuldade para verter esse termo para uma outra língua. Alguns especialistas defendem que a expressão seria mais bem traduzida como &#8220;palavra em ação&#8221;. Isso porque o fundamento desse termo não seria a filosofia grega, mas o pensamento hebraico, que trata a respeito da palavra de Deus agindo sobre o mundo (Gn. 1; Sl. 33.6; Is. 7.3; 38.4; Sl. 104.20). O Verbo de Deus é Cristo cujas ações e palavras manifestam a revelação de Deus (Hb. 1.2) o que encontra eco nas palavras de Paulo em Cl. 1.16 afirmando que nEle - em Cristo - todas as coisas foram criadas e tudo subsiste. O Verbo é eterno, haja vista que Ele mesmo se apresenta como o Amém, o princípio da criação de Deus (Ap. 3.14). Em Jo. 1.15, João Batista declara a eternidade do Verbo ao reconhecer que Esse já existia antes dele. O profeta Isaias apresenta Cristo como o Deus Conosco e um dos seus atributos é o de ser Pai da Eternidade (Is. 9.6). Ao revelar-se como Filho de Deus e dizer que antes que Abraão existisse Ele já existia, Jesus incomodou os religiosos da Sua época, que quiseram apedrejá-lo por identificarem em suas declaração, uma identificação com a Deidade e um atributo da Sua existência eterna (Jo. 8.58).</p>
<p><strong>CONCLUSÃO<br />
</strong>Jesus é o Filho Eterno de Deus, não por criação - como os anjos, ou por adoção - como os crentes. Ele é, eternamente, o Filho de Deus, o unigênito do Pai. Quando se fez carne, Ele entrou na história da humanidade e revelou a glória de Deus. Por isso, podemos conhecer melhor o Pai, não apenas intelectivamente, mas afetivamente. Podemos ter um relacionamento mais íntimo com Ele porque Cristo, a Palavra Eterna, revelou um amor que até então era desconhecido. Por isso, como Tomé, podemos nos prostrar aos seus pés e declarar reverentemente &#8220;Senhor meu, e Deus meu!&#8221; (Jo. 20.28) e também declarar Aba (Rm. 8.15; Gl. 4.6), certos de que seremos ouvidos pelo Pai Nosso que está no Ceu (Mt. 6.9).</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA<br />
</strong>BOICE, J. M. <em>As epistolas de João.</em> Rio de Janeiro: CPAD, 2006.<br />
STOTT, J. R. W. <em>I, II e III João</em>: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.</p>
<p>Publicado no blog <a target="_blank" href="http://subsidioebd.blogspot.com/">Subsídio EBD</a></p>
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		<item>
		<title>A Primeira Carta de João - Jean Claude</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 11:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Lições]]></category>
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		<description><![CDATA[A autoria da epístola em estudo é atribuída ao apóstolo João pela longa tradição da igreja, mas existem outras evidências que confirmam e, em alguns casos, até excedem a exatidão dessa tradição. Isso é o que veremos no estudo desta carta universal, no início de mais um novo trimestre. Serão abordados também o entendimento e [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Primeira Carta de João - Jean Claude", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/05/a-primeira-carta-de-joao-jean-claude/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A autoria da epístola em estudo é atribuída ao apóstolo João pela longa tradição da igreja, mas existem outras evidências que confirmam e, em alguns casos, até excedem a exatidão dessa tradição. Isso é o que veremos no estudo desta carta universal, no início de mais um novo trimestre. Serão abordados também o entendimento e o conhecimento sobre o autor e a carta, bem como seu propósito.</p>
<p><strong>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE (1Jo 1.1-4)</strong></p>
<p>O autor da epístola começa com um relato ou natureza da pessoa do Mediador. Ele é o grande tema do evangelho, o fundamento e objeto de nossa fé e esperança, o elo que nos une a Deus. Ele deveria ser bem conhecido.</p>
<p><strong>“O que era desde o princípio&#8230;” (v.1). </strong>Pa­rece evidente que o apóstolo fala da eternidade dEle, como desde o princípio, pelo fato de ele falar do Cristo como era no princípio e desde o princípio; quando estava com o Pai, antes da sua manifestação a nós, antes da cri­ação de todas as coisas (como em Jo 1.2,3).</p>
<p>OBS.: <strong>“&#8230;o que ouvimos&#8230;”.</strong> Essa parte do versículo não está na versão da Bíblia Revista e Corrigida, que geralmente se usa na Leitura Bíblica em Classe. Desconheço o motivo do acréscimo, mas aproveito para mostrar que na versão da Bíblia Revista e Atualizada, encontramos assim: “&#8230;o que temos ouvido&#8230;”. Portanto, com as evidências e certezas convincentes que os apóstolos e seus irmãos tinham da presença e da convivência do Mediador neste mundo, a Vida (que é Jesus) foi revestida de carne, colocada no estado e forma da natureza humana e, como tal, forneceu prova sensível de sua existên­cia e operações aqui. A vida divina, ou Palavra encarnada (Jo 1.1,14), se apresentou e se evidenciou aos sentidos dos apóstolos. Os quais não apenas ouviram a respeito dele, mas o ouviram pessoalmente. Por mais de três anos eles puderam presenciar seu ministério, ser ouvintes de seus sermões públicos e exposições priva­das e ficar encantados com as palavras daquele que falou como nenhum outro homem falou antes ou desde então (Jo 7.46).</p>
<p><strong>“&#8230;o que vimos com os nossos olhos&#8230;”.</strong> A Palavra se tornaria visível, não seria apenas ouvida, mas vista, vista publicamente, privativamente, à distância e na proximi­dade (com todo o uso e exercício que pudésse­mos fazer dos nossos olhos). Nós o vimos em sua vida e ministério, o vimos na sua transfiguração no monte, pendurado, sangrando, morrendo e morto, na cruz, e o vimos depois de seu retorno da sepultura, na sua ressurreição dentre os mortos. Seus apóstolos precisavam ser tanto testemunhas visuais quanto testemunhas auricu­lares. “É necessário, pois, que, dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até ao dia em que dentre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição” (At 1.21,22; ler 2Pe 1.16).<br />
<strong><br />
“&#8230;o que temos contemplado&#8230;”. </strong>Possivelmente, podemos interpretar essa frase dizendo que, aos sentidos internos, aos olhos de sua mente, diferentemente da percepção anterior (vimos com os nosso olhos), pode ser o mesmo com o que o apóstolo diz no seu Evangelho (cap. 1.14): “E vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai”. A palavra não é aplicada ao objeto imediato do olho, mas àquilo que foi racionalmente concluído do que viram. Em outras palavras, ficaria assim: “O que discernimos, contemplamos e vimos bem, o que conhe­cemos bem dessa Palavra da vida, isso relatamos a vocês”.<br />
<strong><br />
“&#8230;e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida”</strong>. Isso certamente se refere à plena convicção que o Senhor propiciou aos seus apóstolos acerca da verdade, re­alidade e solidez de seu corpo, depois de sua ressurreição dentre os mortos. Quando Ele mostrou as mãos e seu lado (Jo 20.24-27), é provável que tenha dado a eles a permissão para tocá-lo; pelo menos, Ele sabia da incredulidade de Tomé e sua firmeza declarada em não acreditar até que ti­vesse visto e sentido as marcas dos ferimentos que causa­ram a sua morte. Portanto, na reunião seguinte, Ele cha­mou Tomé, na presença de todos, para satisfazer a sua curi­osidade e descrença. E provavelmente outros apóstolos também fizeram o mesmo. As “&#8230;vossas mãos tocaram da Palavra da vida”. A Palavra e a vida invisível não desprezavam o testemunho dos sentidos. Os sentidos, em seu lugar e esfera, são um meio que Deus designou, e o Senhor Jesus Cristo empregou, para nossa informação. Nosso Senhor pro­curou satisfazer (tanto quanto possível) todos os sentidos dos apóstolos, para que pudessem ser as mais autênticas teste­munhas dele no mundo, e isso pode ser confirmado no versículo 3.<br />
<strong><br />
“&#8230;e testificamos dela, e vos anunciamos [&#8230;] O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos&#8230;” (vv.2,3).</strong> Cabia aos apóstolos expor aos discípulos as evidências pelas quais eram guiados, as razões pelas quais eram constrangidos a propagar a doutrina cristã no mundo. A verdade evidente abriria suas bocas e for­çaria uma confissão pública. “&#8230;não podemos deixar de falar o que temos visto e ouvido” (At 4.20).<br />
<strong><br />
“&#8230;para que também tenhais comunhão conosco&#8230;” (v.3).</strong> O apóstolo não se refere à comunhão pessoal de associação nas mesmas administrações eclesiásticas, mas comunhão com o céu e bênçãos que vêm de lá e vão para lá. Essa é uma comunhão que pertence a todos os santos, do apóstolo mais importante ao crente mais humilde. Todos estariam desejosos dessa comunhão para reter seguramente a sua fé, que é o meio desse tipo de comunhão, afim de que os apóstolos também auxiliassem os discípulos à chegarem na mesma comunhão com eles, e ela é “com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo”. Temos agora um re­lacionamento tão sobrenatural com Deus e com o Senhor Jesus Cristo, que serve como um penhor e deleite antecipado de nossa permanência eterna com Eles e do nosso prazer ne­les, na glória celestial.</p>
<p>OBS.: Veja para que fim a vida eterna se tornou carne: para que Ele pudesse nos levar à vida eterna em comunhão com o Pai e com Ele mesmo. Veja quão abaixo da dignidade, fi­nalidade e resultado da fé e da instituição cristã estão aqueles que não têm uma comunhão abençoada com o Pai e seu Filho Jesus Cristo.</p>
<p><strong>“Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra” (v.4).</strong> A dispensação do evangelho não é pro­priamente uma dispensação de medo, tristeza e pavor, mas de paz e gozo. O mistério da fé cristã foi planejado diretamente para a alegria dos mor­tais. Deveria produzir alegria em nós o fato de o Filho eterno ter vindo para nos buscar e salvar, ter realizado uma expiação completa pelos nossos pecados, vencido o pecado, a morte e o inferno, e estar&#8217; vivo como nosso Intercessor e Advogado diante do Pai e que virá nova­mente para aperfeiçoar e glorificar seus servos perseve­rantes. Crentes deveriam se regozijar em seu alegre relacionamento com Deus, como seus filhos e her­deiros, seus amados e adotados; em seu alegre relacio­namento com o Filho do Pai, sendo membros de seu amado corpo e co-herdeiros com Ele; no perdão dos seus pecados, na santificação de suas naturezas, na adoção de suas pessoas e na expectativa da graça e glória que se­rão reveladas no retorno do céu do seu Senhor e cabeça. Se estivessem aprovados na fé, certamente se alegrari­am muito! “E os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo” (At 13.52).</p>
<p><strong>1. EVIDÊNCIAS QUE CONFIRMAM A AUTORIA DO APÓSTOLO JOÃO</strong></p>
<p>a) Parece que o autor fazia parte do Colégio Apostólico pela confiança sensível e palpável que tinha acerca da verdade da pessoa do Mediador em sua natureza humana: “o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da Vida” (v.1). Ele cita a evidência que o Senhor deu a Tomé de sua ressurreição, ao convidá-lo para tocar as marcas dos pre­gos e da lança, que foi registrada por João (Jo 20.27);</p>
<p>b) E ele deve ter sido um dos discípulos presentes quando o Senhor veio no mesmo dia em que ressuscitou dos mortos e mostrou a eles suas mãos e seu lado (Jo 20.20);</p>
<p>c) Os dois livros harmonizam maravilhosamente em relação aos títulos e características do Redentor: a Pala­vra, a Vida, a Luz; o nome pelo qual se chama é a Palavra de Des. Compare cap. 1.1 e 5.7 com João 1.1 e Apocalipse 12.13;</p>
<p>d) Eles harmonizam na aprovação do amor de Deus a nós (cap. 3.1 e 4.9; Jo 3.16) e quanto à nossa regeneração ou ser nascido de Deus (cap. 3.9; 4.7; e v. 1; Jo 3.5,6);</p>
<p>e) Por último, eles harmonizam na alusão ou uso da passagem no evangelho que re­lata (de maneira única) a saída de água e sangue do lado do Redentor: “Este é aquele que veio por água e sangue” (1Jo 5.6; cf. Jo 19.34). Dessa forma, a epístola parece brotar claramente da mesma pena do autor do quarto evangelho. Ao lermos (João 21.24) o historiador sacro identifica-se da seguinte maneira: “Este é o discípulo que tes­tifica dessas coisas e as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro”. Então, quem é esse discípulo, senão aque­le acerca de quem Pedro perguntou: “Senhor; e deste que será?” E a respeito de quem o Senhor respondeu: “Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa ti?” (v. 22). E quem (v. 20) é descrito por essas três características:<br />
(1) Que ele é o <strong>“&#8230; discípulo a quem Jesus amava”</strong>, o amigo especial de Jesus (cf. Jo 13.23);<br />
(2) Que ele <strong>“&#8230;se recostara também sobre o seu peito”</strong> (cf. Jo 13.25);<br />
(3) Quem ele disse: <strong>“Senhor; quem é que te há de trair?”</strong> (cf. Jo 13.25). Tão certo, então, de que esse discípulo de fato era João, a igreja tam­bém pode estar certa de que aquele evangelho e esta epístola vieram do amado apóstolo João.</p>
<p>HENRY, Mathew. Comentário Novo Testamento.</p>
<p>Publicado no blog <a href="http://jcsorg.blogspot.com/" target="_blank">EBD.net </a></p>
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		<item>
		<title>A Primeira Carta de João - Eduardo Sousa</title>
		<link>http://www.ebdweb.com.br/2009/07/05/a-primeira-carta-de-joao-eduardo-sousa/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 11:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category><category>joão</category>
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		<description><![CDATA[Introdução
De um ponto de vista estritamente literário, a Primeira Epístola de João (1Jo) poderia ser classificada como um sermão ou um discurso teológico. A razão é que não se encontra na carta qualquer menção de autor, destinatário, introdução, saudações e despedida. No entanto, desde os primeiros tempos do Cristianismo se tem reconhecido que este documento [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Primeira Carta de João - Eduardo Sousa", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/05/a-primeira-carta-de-joao-eduardo-sousa/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>De um ponto de vista estritamente literário, a Primeira Epístola de João (1Jo) poderia ser classificada como um sermão ou um discurso teológico. A razão é que não se encontra na carta qualquer menção de autor, destinatário, introdução, saudações e despedida. No entanto, desde os primeiros tempos do Cristianismo se tem reconhecido que este documento é, se não uma missiva pessoal propriamente dita, uma espécie de carta pastoral dirigida ao conjunto dos membros de algumas igrejas residentes em lugares próximos uns dos outros: pequenas congregações da Ásia Menor, necessitadas de instrução e conselhos que as ajudassem a viver em plenitude o testemunho da sua fé em Jesus Cristo que “veio em carne” (4.2-3).</p>
<p>Existe íntima ligação entre o Evangelho e a primeira epístola; com efeito, a epístola é de fato uma seqüência do Evangelho. Este traz a declaração especifica de ter sido escrito &#8220;para que creiais ser Jesus o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome&#8221; (Jo 20.31). A epístola foi escrita &#8220;a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus&#8221; (1Jo 5.13). O Evangelho foi escrito para despertar fé para com Jesus Cristo, fé vivificante; a epístola, para justificar a certeza da posse dessa fé, e para instruir nas verdades da mesma.<br />
<strong><br />
Data e Lugar da Redação</strong></p>
<p>Sendo assim, a falta desses dados pessoais que são característicos do gênero epistolar, o presente escrito tem sido atribuído, desde o princípio, assim como também 2 e 3João, ao apóstolo João. Tradicionalmente, se admite que foi escrita em Éfeso, por volta dos anos 90.<br />
Mesmo que se entenda como sermão ou como carta, o certo é que 1João está muito próximo do Evangelho Segundo João, tanto por razões de redação como pela ternura com que também ela chega ao leitor, por essa entonação cálida tão claramente perceptível em expressões como “filhinhos” ou “filhinhos meus” (2.1,12,14,18,28; cf. Jo 13.33; 21.5) e nas freqüentes notas como “vos escrevo” (2.7-26; 5.13).<br />
<strong><br />
Propósito da Epístola</strong></p>
<p>A epístola foi escrita num tempo em que falsa doutrina, do tipo gnóstico, havia surgido e até levado alguns a se afastar da igreja (1Jo 2.19). O gnosticismo assumia muitas formas, porém sua idéia fundamental parece que sempre foi a seguinte: a matéria é má, só o espírito é bom, porém pelo saber (gr. gnosis), de uma espécie só conhecida pelos iniciados, o espírito do homem pode libertar-se de sua prisão material e erguer-se para Deus. Onde tal sistema se associou ou se uniu ao Cristianismo, seguiram-se resultados sérios. Em primeiro lugar, negava a possibilidade de uma real encarnação, porque, sendo Deus bom, não Lhe era possível que viesse a entrar em contacto com a matéria má; e isto, por sua vez, afastava a possibilidade da expiação, porque o Filho de Deus não podia ter sofrido na cruz. Outrossim, se a salvação vinha pelo saber, podia-se sustentar que era de todo sem valor uma vida correta, e as piores formas de gnosticismo acobertavam, com a capa do saber, nojentas licenciosidades. Esta epístola tem por finalidade, expressamente declarada, expor e refutar essas idéias errôneas. &#8220;João apresenta nesta epístola três sinais de um verdadeiro conhecimento a respeito de Deus e de comunhão com Ele, sem o que era falsa toda pretensão de se possuírem estes altos privilégios. Os três sinais são, primeiro, justiça de vida; segundo, amor fraternal; e terceiro, fé em Jesus como Deus encarnado&#8221;. Esses três temas surgem continuamente, aqui e ali, através da carta.<br />
<strong><br />
Conhecendo o Autor da Carta</strong></p>
<p>João, filho de Zebedeu e irmão de Tiago, é um dos mais conhecidos de todos os discípulos do Senhor. Entretanto, não é bastante conhecido por aquilo que escreveu sobre si mesmo, pois escreveu sobre o Senhor Jesus e não sobre si mesmo. O fato é que nunca escreveu seu próprio nome em nenhum lugar no Evangelho do qual é autor.</p>
<p>João é mencionado como o discípulo a quem Jesus amava. Obviamente Jesus amava a todos os Seus discípulos, mas parece ter havido uma afeição pessoal particular entre Ele e João. João acompanhou Jesus à sala de julgamento de Caifás (João 18:12-16). Permaneceu perto da cruz durante a crucificação do Senhor e Jesus deu-lhe a responsabilidade de cuidar de Sua mãe, Maria, depois da Sua morte (João 19:25-28). João foi o primeiro Apóstolo a chegar à tumba vazia de Jesus (João 20:4 e 5).</p>
<p>João foi um dos primeiros Apóstolos a sofrer perseguição pessoal depois da ascensão do Senhor. Pode-se ver isso comparando Atos 3:1 e 2 a Atos 4:1-3.</p>
<p>João teve seus problemas com o orgulho. Você se lembra de que ele foi um dos Apóstolos que requereu que fosse exaltado sobre o restante e sentar com seu irmão Tiago, um à direita e o outro à esquerda do Senhor.</p>
<p>Muitos acreditam que João viveu mais do que os outros Apóstolos. Acredita-se que tinha mais de 90 anos quando escreveu o livro do Apocalipse. João contribuiu com cinco livros para o Novo Testamento, dando-nos alguns dos maiores detalhes e compreensão espiritual sobre a divindade de Cristo, mais do que qualquer um dos seus Apóstolos companheiros.</p>
<p>João gastou seus últimos dias no exílio na Ilha de Patmos. Foi a partir daqui que nos deu o maravilhoso livro do Apocalipse. Devemos aprender com isso que o amor do Senhor não promete liberdade de perseguição. Promete que Cristo nos usará, estando nós com ou sem problemas, segundo o Seu propósito.</p>
<p>Conteúdo da Carta<br />
Em primeiro lugar, João ressalta os temas do amor, luz, conhecimento e vida em suas advertências contra a heresia. Esses elementos repetem-se por toda a carta, sendo o amor a nota dominante. Possuir amor é evidência clara de que uma pessoa é cristã, e a falta de amor indica que a pessoa está nas trevas (2.9-11; 3.10-23; 4.7-21).<br />
João afirma que Deus é a luz, e a comunhão com ele faz com que as pessoas caminhe em verdadeira comunhão com outros crentes. A comunhão com Deus e os irmãos permite que as pessoas reconheçam através da unção de Deus, a falsa doutrina e o espírito do anticristo.<br />
A comunhão com Deus exige que se caminhe na luz e se obedeça aos mandamentos de Deus (1.6-7; 2.3,5). Aquele que “pratica justiça é justo, assim como ele é justo” (3.7), enquanto “qualquer que não pratica a justiça e não ama a seu irmão não é de Deus” (3.10). O amor ao Pai e o amor ao mundo são totalmente incompatíveis (2.15-17), e nenhuma pessoa nascida de Cristo tem o hábito de praticar o pecado (3.9; 5.18). Cristo é antítese do pecado, e ele se manifestou para tirar os nossos pecados (3.5).<br />
O cap. 4 continua com o tema da identificação dos espíritos rivais - falsos profetas que saíram para o mundo (v.1). A fim de testar os espíritos, nos devemos encontrar quem eles reconhecem como salvador e senhor. Todos os espíritos que não reconhecem que Jesus é Deus em carne não é de Deus (v.3).<br />
A epístola termina com o testemunho de Jesus, o Filho de Deus. Jesus é aquele que veio. O título técnico do Messias é “aquele que havia de vir” ou “aquele que veio” (Mt 11.3; 1Jo 5.6). João o identifica como aquele que veio pela água e pelo sangue, o Deus que veio e habitou entre nós, a palavra que tornou-se carne.</p>
<p><strong>Cristo Revelado</strong><br />
João enfatiza tanto a divindade quanto a humanidade de Jesus, declarando que Deus entrou completamente na vida humana através dele. Um teste do Cristianismo é a crença correta sobre a encarnação (4.2,15; 5.1).<br />
Jesus é nosso advogado junto ao Pai (2.1). O pecado não combina com a vida de um cristão; mas, se ele pecar, Jesus defende seu caso.<br />
Jesus é a propiciação pelos nossos pecados (2.2; 4.10).<br />
Jesus também é o nosso Salvador, enviado por Deus para nos resgatar do pecado (1.7; 3.5; 4.14). Apenas através dele podemos alcançar a vida eterna (5.11,12).<br />
João apresenta a segunda vinda de Jesus como um incentivo para que permaneçamos firmes na fé (2.28), e ele oferece a garantia de que nossa completa transformação à semelhança de Cristo acontecerá no momento de sua volta.<br />
<strong><br />
O Espírito Santo em Ação</strong><br />
João descreve um ministério triplo do ES nesta carta. Em primeiro lugar, o dom do Espírito que nos assegura que em nosso relacionamento com Cristo, tanto ele é fiel a nós (3.24) como nós somos fiéis a ele (4.13). Em segundo lugar, o ES testemunha a realidade da encarnação (4.2;5.6-8). Em terceiro, o Espírito guia os verdadeiros crentes a uma completa realização da verdade em relação a Jesus, que eles podem se opor com sucesso aos heréticos que negaram esta verdade (2.20; 4.4).</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>Bíblia de Estudo Plenitude</p>
<p>Bíblia Ilúmina</p>
<p>Manual Bíblico do Professor</p>
<p>Site: Palavra Prudente (www.palavraprudentes.com.br)</p>
<p>O Novo Comentário da Bíblia</p>
<p>Comentário Bíblico do NT Matthew Henry</p>
<p>Publicado no Blog <a href="http://ensinadorcristao.blogspot.com/" target="_blank">Ensinador Cristão</a></p>
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		<title>TV EBD - A Primeira Carta de João - Ev. Luiz Henrique</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 13:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[3º Trim 09]]></category>

		<category><![CDATA[2009]]></category>

		<category><![CDATA[Vídeos TV EBD]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 1 - A Primeira Carta de João. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "TV EBD - A Primeira Carta de João - Ev. Luiz Henrique", url: "http://www.ebdweb.com.br/2009/07/03/tv-ebd-a-primeira-carta-de-joao-ev-luiz-henrique/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 1 - A Primeira Carta de João. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site <a target="_blank" href="http://www.apazdosenhor.org.br/prof/videosebdnatv.htm">Estudos Bíblicos EBD</a>, ou no blog <a target="_blank" href="http://ebdnatv.blogspot.com/">EBDnaTV</a>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=odTkhVm6AjY">1ª Parte - Lição 1 - 3T/2009</a></p>
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<p><a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=noZbcmyuFjo">2ª Parte - Lição 1 - 3T/2009</a></p>
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<p><a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=__94UF9NkLs">3ª Parte - Lição 1 - 3T/2009</a></p>
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<p><a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=SJsZj-M5UJY">4ª Parte - Lição 1 - 3T/2009</a></p>
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<p><a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=O2eGBR_PEbU">5ª Parte - Lição 1 - 3T/2009</a></p>
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	<item><title>EBDweb - Escola Dominical na Web [del.icio.us]</title><link>http://www.ebdweb.com.br/</link><category>ebd , escola, dominical, lição, cpad, ensino</category><dc:creator>klaubermaia</dc:creator><pubDate>Thu, 18 Oct 2007 07:43:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.ebdweb.com.br/</guid><description>Subsídios para professores e alunos da Escola Bíblica Dominical, com comentários, vídeos, artigos, indicação de livros.</description><taxo:topics xmlns:taxo="http://purl.org/rss/1.0/modules/taxonomy/">
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