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	<title>EBDweb, Escola Dominical na Web</title>
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	<description>Escola Dominical na Web</description>
	<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 02:20:10 +0000</pubDate>
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		<title>Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Luciano de Paula Lourenço</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 02:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[Texto Básico: Filipenses 4:10-19
&#8220;Posso todas as coisas naquele que me fortalece&#8221;(Fp 4:13)

INTRODUÇÃO
&#8220;Tudo posso naquele que me fortalece&#8221;(Fp 4:13 -ARA).  Há pessoas que costumam usar esse texto de Paulo aos Filipenses como um  aval bíblico ativo para diversas empreitadas pessoais. Os adeptos da  Teologia da Prosperidade tomam-no fora do seu contexto e utilizam-no [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Luciano de Paula Lourenço", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/07/tudo-posso-naquele-que-me-fortalece-luciano-de-paula-lourenco/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto Básico: Filipenses 4:10-19</p>
<p><em>&#8220;Posso todas as coisas naquele que me fortalece&#8221;(Fp 4:13)<br />
</em><br />
<strong>INTRODUÇÃO<br />
<em>&#8220;Tudo posso naquele que me fortalece&#8221;(Fp 4:13 -ARA</em></strong>).  Há pessoas que costumam usar esse texto de Paulo aos Filipenses como um  aval bíblico ativo para diversas empreitadas pessoais. Os adeptos da  Teologia da Prosperidade tomam-no fora do seu contexto e utilizam-no  imediatamente, fazendo com que muitos crentes acreditem que podem  possuir o que quiserem, já que é Deus quem lhes garante isso. Mas, o  contexto em que essa frase está inserida não corresponde ao que está  sendo pronunciado em muitos de nossos púlpitos. Como sempre, é  necessário observar o contexto da passagem. O contexto imediato (Fp  4:10-20) indica que Paulo está tratando de necessidades pessoais.  Podemos ver isso quando ele usa frases e termos como &#8220;<em>pobreza&#8221; (v. 11) &#8220;fartura e fome&#8221;; &#8220;abundância e escassez&#8221; (v. 12); &#8220;dar e receber&#8221; (v. 15) e &#8220;necessidades&#8221; (vv. 16 e 19</em>).  Todas estas palavras e frases tratam de necessidades físicas e  imediatas como comida e moradia. Ele pessoalmente passou por  necessidades nestas áreas e está mostrando como Cristo lhe deu força  para enfrentá-las.<br />
Portanto, ao dizer &#8220;<em>Tudo posso naquele que me fortalece</em>&#8220;,  Paulo não quis dizer &#8220;tudo&#8221; num sentido absoluto. O que ele quis dizer  era que, de todas as coisas que havia passado, que necessitavam de poder  para enfrentar, como pobreza, fome, escassez e necessidades, Cristo  supria tudo que ele precisava. Pelo que já havia passado, Paulo tinha  confiança, e quis passar esta mesma confiança aos Cristãos em Filipos,  de que Cristo havia de suprir toda a força que eles precisavam, seja  qual fosse a situação. É por isso que ele encoraja os cristãos em  Filipos com as palavras &#8220;<em>E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades</em>&#8221; (Fp 4:19).<br />
<strong>I. PROSPERIDADE NA ADVERSIDADE<br />
<em>1. Escassez e abundancia.</em></strong> Quantas vezes já pensamos e falamos: &#8220;<em>Senhor por que estou sofrendo? Por que o Senhor ainda não agiu?&#8221;.</em>  Meus irmãos e amigos, o que determina a vida de um indivíduo não é o  que lhe acontece, mas como reage ao que lhe acontece. Há pessoas que são  infelizes tendo tudo; há outras que são felizes não tendo nada. A  felicidade não está fora, mas dentro de nós. Há pessoas que pensam que a  felicidade está nas coisas: casa, carro, trabalho, renda. Mas Paulo era  feliz mesmo passando por toda sorte de adversidades (2Co 11:24-27).  Mesmo passando por todas essas lutas, é capaz de afirmar: &#8220;<em>Pelo que  sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas  perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou  fraco, então é que sou forte&#8221;</em> (2Co 12:10). O mesmo Paulo comenta em sua carta aos filipenses: <em>&#8220;Digo  isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda  e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado;  de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de  fartura como de fome; assim de abundância como de escassez</em>&#8221; (Fp 4:11,12). Aos crentes de Roma escreve:<em> &#8220;&#8230; também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência</em>&#8220;(Rm 5:3).<br />
<strong>O apóstolo Paulo jamais deixou de confiar em Deus, sejam quais fossem as circunstâncias</strong>.  O Senhor Jesus era a sua contínua suficiência. Ele sabia estar  humilhado, isto é, quando não tinha suprimento para as necessidades  básicas da vida, e também sabia ser honrado, ou seja, quando recebia  mais do que necessitava. Em todas as circunstancias, já tinha  experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de  escassez.<br />
Como Paulo aprendeu tal lição? Simplesmente porque tinha a  certeza de estar na vontade de Deus onde quer que estivesse, fossem  quais fossem as circunstâncias. Assim, se passasse fome, era porque Deus  queria que ele passasse fome. Se tivesse fartura, era porque Deus  planejou que fosse assim. Em fim, o contentamento de Paulo não dependia  da abundancia ou da escassez de bens materiais, mas da suficiência em  Cristo. Estando ocupado fielmente no serviço do rei Jesus, ele podia  dizer; <em>&#8220;Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado</em>&#8220;. Certamente, a vida do apóstolo Paulo não serve como modelo para os insanos propagadores da &#8220;teologia da Prosperidade&#8221;.<br />
<em><strong>2. Perseguição e rejeição.</strong></em>  Os falaciosos pregadores da &#8220;teologia da prosperidade&#8221;, em sua maioria,  por incentivar os incautos de que &#8220;tudo pode&#8221;, irresponsavelmente,  negam o sofrimento na vida do cristão. Todavia, o apóstolo Paulo mostra  em suas epístolas que a vida cristã não é ausência de luta. Não há  amenidades no cristianismo. Ele não é uma redoma de vidro. Estamos  expostos à fraqueza da nossa natureza decaída, a este mundo tenebroso e à  fúria de Satanás. As perseguições e as rejeições estão sempre às  espreitas.<br />
<strong>Paulo suportou todo tipo de perseguição:</strong> foi açoitado, apedrejado, fustigado com varas e preso(2Co 11:25).<strong> Embora Satanás tenha intentado contra ele, nunca Paulo o considerou como o agente de seus sofrimentos</strong>.  Quem estava no comando de sua agenda não era o inimigo, mas Deus. Paulo  não acreditava em casualidade nem em determinismo. Ele sabia que a mão  da Providência o guiava até mesmo na prisão. Ele foi perseguido, odiado,  caluniado, açoitado, enclausurado, mas jamais viu os seus adversários  como agentes autônomos nessa empreitada. Ele sempre olhou para os  acontecimentos na perspectiva da soberania e do propósito de Deus.  Considerava-se embaixador em cadeias. Estava preso, mas a Palavra de  Deus estava livre. Paulo considerava o evangelho mais importante que o  evangelista; a obra, mais importante que o obreiro. A divulgação do  evangelho mais importante que o mensageiro. Por isso, na prisão Paulo  foca sua atenção na proclamação do evangelho, e não em si mesmo.<br />
Paulo  foi perseguido, rejeitado, esquecido, apedrejado, fustigado com varas,  preso, abandonado, condenado à morte, degolado, mas, em vez de fechar as  cortinas da vida com pessimismo, amargura e ressentimento, termina  erguendo ao céu um tributo de louvor ao Senhor: <em>&#8220;A Ele [o Senhor Jesus Cristo], glória pelos séculos dos séculos. Amém</em>&#8221; (2Tm 4:18b). Podemos, também, fazer este louvor ao Senhor nos momentos em que as perseguições e rejeições batem à nossa porta?<br />
<strong>II. PROSPERIDADE NA HUMILDADE<br />
<em>1. O exemplo de Paulo</em></strong>.  Como imitador de Cristo(1Co 11:1), foi um grande exemplo de humildade. É  claro que se ele estivesse vivo hoje os seus ensinos seriam censurados  pelos réprobos &#8220;teólogos da prosperidade&#8221;. Quem serve a Deus com  humildade e integridade desperta animosidade e muita hostilidade no  arraial do inimigo. Paulo servia a Deus com lágrimas. A vida ministerial  não lhe foi amena. Em vez de ganhar aplausos do mundo, recebeu ameaças,  açoites e prisões. Paulo manteve sua consciência pura diante de Deus e  dos homens, mas os judeus tramaram ciladas contra ele. Viveu num campo  minado. Enfrentou inimigos reais, porém, às vezes, ocultos. Nem sempre  Deus nos poupa dos problemas. Às vezes, ele nos treina nos desertos mais  tórridos e nos vales mais profundos e escuros.<br />
<strong>A Bíblia nos orienta a vivermos satisfeitos em Cristo</strong>: &#8220;<em>Sejam  vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque  ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei&#8221; (Hb 13:5). O Apóstolo  Paulo assim descreve o seu contentamento: &#8220;Não digo isto como por  necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho</em>&#8220;(Fp 4:11).<br />
<strong>Ao demonstrar contentamento, independentemente das circunstancias, Paulo não manifesta orgulho</strong>.  Ele demonstra, sim, que a sua felicidade era o resultado de sua total  dependência de Deus. Para ele, tanto a humilhação quanto a honra, tanto a  riqueza quanto a pobreza, tanto a fartura quanto a fome, não eram  impedimento para o seu estado de contentamento. Para ele, a satisfação  era um estado de alma que não dependia das coisas que possuía ou  experimentava. O contentamento que ele experimentava, quer na riqueza ou  pobreza, na fartura ou miséria, eram reflexos de uma mesma realidade  vivida na presença de Deus. Paulo era grato por tudo que Deus lhe havia  concedido. Ele se afastava daquilo que não era essencial para poder se  concentrar naquilo que é eterno. Muitas vezes, o desejo de ter mais ou  melhores posses é, na verdade, o desejo de preencher uma lacuna  existente na vida da pessoa.<br />
<strong>É bom saber que a ambição ou o  simples desejo de ganhar mais, de obter além das necessidades é o que  movimenta o pecado no ser humano</strong>. Desejar mais um pouco é a  circulação sanguínea que conduz o ser humano a grandes realizações ou a  crimes hediondos por quantias pequenas e até mesmo por simples objetos.  Enfim, estar contente com o que possui a ponto da satisfação recusar um  pouco mais é um dom que bem poucos conseguiram e conseguem viver.<br />
<strong>Os principais fundamentos do contentamento do crente são:</strong>  A provisão divina, a ausência de cobiça e a disposição de suportar a  privação. Que Deus molde o nosso contentamento em sua graça e em seu  amor sem par. Amém!<br />
<em><strong>2. O exemplo de Cristo.</strong></em>  Jesus foi o maior exemplo de humildade, pois sendo Deus, fez-se homem,  assumindo a forma de servo(Fp 2:5-7). Cristo sempre existiu, mas entrou  neste mundo em semelhança de homem. Isso quer dizer que Ele era  &#8220;verdadeiramente Homem&#8221;. A humanidade do Senhor é tão real quanto sua  divindade. Ele é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Que  grande mistério!<br />
<strong>Embora rico e dono de todo o Universo, fez-se pobre por amor a nós</strong>(Fp  2:6; 2Co 8:9). Ele se humilhou para ser obediente até à morte. Isso é  maravilhoso! Ele obedeceu ao custo da própria vida. Ser obediente até à  morte significa que Cristo obedeceu até o fim. Ele era verdadeiramente o  negociante que vendeu tudo quanto possuía para comprar uma pérola de  grande valor (Mt 13:46).<br />
O salvador humilhou-se, mas &#8220;Deus Pai o  exaltou sobremaneira&#8221;. Se Cristo não procurou um nome para si, &#8220;Deus Pai  lhe deu o nome que está acima de todo nome&#8221;(Fp2:9). Se Ele dobrou os  joelhos para servir aos outros, Deus já decretou que &#8220;todo joelho se  dobre&#8221; perante Ele.<br />
O que aprendemos com isso? Aprendemos que para  subir é preciso descer. Não devemos nos exaltar: devemos ser servos dos  outros para que Deus nos exalte no devido tempo. Paulo nos recomenda: &#8220;<em><strong>Tendo em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus</strong></em>&#8220;(Fp2:5).<br />
<strong>III. PROSPERIDADE NA CARIDADE E NA UNIDADE<br />
<em>1. O amor e caridade</em></strong> - &#8220;<em>E peço isto: que a vossa caridade aumente mais e mais em ciência e em todo o conhecimento&#8221;(</em>Fp  1:9). Aqui, Paulo destaca o caráter dos irmãos de Filipos que,  sensibilizados com a sua situação, resolveram ajudá-lo generosamente.<br />
<strong>No passado, os filipenses excederam na graça de dar e receber.</strong>  Nos primeiros dias do ministério de Paulo, quando ele partiu da  Macedônia, nenhuma igreja se associou a ele financeiramente, a não ser  os filipenses(Fp 4:15). Mesmo quando Paulo estava em Tessalônica, os  filipenses mandaram &#8220;não somente uma vez, mas duas, o bastante para as  suas necessidades&#8221;(Fp 4:16). É evidente que os filipenses mantinham tão  estreita comunhão com o Senhor que Deus podia orientá-los com respeito  às suas contribuições. O Espírito Santo fez pesar o coração deles com  relação às necessidades do apóstolo Paulo, e eles responderam  enviando-lhe dinheiro &#8220;não somente uma vez, mas duas&#8221;. A generosidade  deles torna-se ainda mais notável pelo fato de Paulo haver ficado muito  pouco tempo em Tessalônica. É importante observamos a seguinte lição: o  crente, seja rico, seja pobre, sempre dependerá do Senhor, porque sem  Ele nada podemos fazer. Isso é verdadeira prosperidade!<br />
É  interessante que esses pormenores, que parecem ser de pouca importância,  foram eternamente registrados na preciosa Palavra de Deus. O Senhor  registra tudo que é feito para Ele e nos recompensa em boa medida,  recalcada, sacudida e transbordante.<br />
<em><strong>2. Provisão e gratidão.</strong></em>  Os falsos ensinadores e mestres da falaciosa &#8220;teologia da prosperidade&#8221;  têm defendido um comportamento totalmente distinto do que ensinam as  Escrituras. Eles sugerem um sem-número de fórmulas mágicas e de  procedimentos para que tudo seja &#8220;conquistado&#8221;, pois seria promessa de  Deus ao crente tudo possuir, tudo ter. &#8220;Não se contente em ser  empregado, pois você foi chamado para ser o patrão&#8221;, afirmam eles, como  se ser empregado fosse algo incompatível para o cristão. Devemos ter  muito cuidado com estes ensinamentos triunfalistas e egoístas que sempre  acompanham as pregações impregnadas das doutrinas da &#8220;confissão  positiva&#8221; e da &#8220;teologia da prosperidade&#8221;. Muitos serão chamados por  Deus e, apesar de estarem salvos, permanecerão como empregados.<br />
<strong>A ingratidão é um dos maiores pecados contra Deus</strong>.  A vontade de Deus para conosco é que lhe sejamos gratos, que sejamos  agradecidos por tudo que Ele fez para nós. Por mais que padeçamos nesta  vida, por mais que não obtenhamos êxito e sucesso nas coisas desta vida,  devemos sempre entender que temos a vida eterna e tal posse nos foi  dada de graça, ou seja, sem qualquer merecimento de nossa parte.<br />
<strong>Nada nesta vida tem qualquer valor quando comparado com o que está reservado para nós,</strong>  por causa do amor de Deus demonstrado através de Jesus Cristo. As  doenças, as dificuldades financeiras, as tentações, as mais diversas  adversidades nada representa ante a certeza de que moraremos eternamente  com o Senhor na glória. Como, então, podemos deixar de ser gratos a  Deus por tudo que nos tem feito? Somente um insensato, somente um louco  poderia ter um comportamento diverso, poderia ser ingrato com Deus a  ponto de não admitir nem tolerar as vicissitudes da vida - &#8220;Em tudo dai  graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para  convosco&#8221;(1Ts 5:18).<br />
Querido irmão e amigo, você é capaz de dar  graças a Deus e manter-se contente perante qualquer circunstancia que  tenha de enfrentar? Paulo sabia como permanecer contente, quer tivesse  abundância, quer estivesse passando necessidades (Fp 4:10-14). O segredo  estava em aproveitar o poder de Cristo para obter a força necessária.  Aprenda a confiar nas promessas de Deus e no poder de Cristo para  ajudá-lo a manter-se contente. Se você está sempre querendo mais, peça  ao Senhor para retirar esse desejo e ensiná-lo a estar contente em todas  as circunstancias. Ele suprirá todas as suas necessidades, mas de uma  forma que só Ele sabe ser a melhor para você.<br />
Certamente, Deus  suprirá todas as nossas necessidades, se formos fiéis a Ele. O apóstolo  Paulo tinha plena certeza disso, por isso ele expressou assim aos  crentes de Filipos: &#8220;O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas  as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus&#8221;. Podemos confiar  que Deus sempre atenderá as nossas necessidades. Ele sempre proverá tudo  aquilo de que precisamos, mesmo que seja a coragem para enfrentar a  morte, como no caso de Paulo. Entretanto, devemos nos lembrar da  diferença que existe entre os nossos desejos e as nossas necessidades. A  maioria das pessoas quer se sentir bem e evitar qualquer dor ou  desconforto, mas podemos não alcançar tudo aquilo que almejamos.<br />
Através  de nossa confiança em Cristo, nossas atitudes e nossos desejos podem  ser mudados: ao invés de cobiçarmos tantas coisas, podemos passar a  aceitar a provisão e o poder que o Senhor nos oferece para que vivamos  para Ele. Amém?<br />
<em><strong>3. A comunhão e a sã doutrina</strong></em>.  A verdadeira prosperidade bíblica consolida-se na unidade e na comunhão  do Espírito Santo. Paulo deixa transparecer isso aos crentes de Filipos  quando diz: <em>&#8220;Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma  consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns  entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que sintais  o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo animo, sentindo uma mesa coisa</em>&#8220;(Fp 2:1,2).<br />
<strong>Filipos era uma cidade cosmopolita</strong>,  e a composição da igreja ali refletia sua grande diversidade, com  pessoas de vários níveis, de várias origens, formação e condições de  vida. Com tantos membros de diferentes origens e formações, deve ter  sido muito difícil manter a união. Embora não existissem evidências de  divisões na igreja, a unidade precisava ser resguardada (Fp 3:2;4:2).<br />
<strong>Muitas  pessoas - e às vezes até mesmo cristãs - preocupam-se apenas em causar  boa impressão aos outros ou a agradar a si próprias</strong>. Porém, o  egoísmo traz a discórdia. Paulo nos encoraja a nos resguardar contra  qualquer forma de egoísmo, preconceito ou ciúme que podem levar à  dissensão. Mostrar um interesse genuíno pelos outros será sempre um  passo positivo para manter a unidade e a comunhão entre os crentes.  Portanto, Paulo insiste na unidade espiritual pedindo aos filipenses  para amarem uns aos outros e se unirem em espírito e propósito (ler Fp  2:3-5). Quando trabalhamos juntos, cuidando dos problemas de nossos  semelhantes como se fossem nossos, revelamos o exemplo de Cristo, ao  colocar os outros em primeiro lugar e viver em unidade.<br />
<strong>Com relação à sã doutrina.</strong>  No Salmo 1, o salmista diz que o varão bem-aventurado é como a árvore  plantada junto ao ribeiro de águas, a qual dá o seu fruto na estação  própria (Sl 1:3). Ser uma árvore plantada junto a ribeiro de águas, com  fortes e profundas raízes que asseguram um crescimento contínuo e uma  saúde tal que faz com que frutifique e frutifique no tempo certo é tão  somente ter conhecimento da Palavra de Deus, é meditar noite e dia, dia e  noite na Palavra do Senhor. Quer ser uma árvore desta natureza? Quer  ter firmeza e saúde espiritual? Basta dedicar-se à meditação na Palavra  de Deus diariamente!<br />
<strong>Esta é a fonte da prosperidade.</strong>  Tudo que se fizer será bom, trará bem-estar se fizermos de acordo com a  Palavra de Deus. Muitos têm tudo, até dinheiro em demasia, mas não têm o  bem-estar. Vivem inquietos, atribulados, apesar e por causa das muitas  riquezas, não tendo qualquer alegria ou contentamento verdadeiro, porque  não fazem as coisas de acordo com a sã doutrina. Ser próspero é ter  bem-estar em tudo o que se faz, algo muito diferente e muito melhor do  que possuir bens materiais.<br />
<strong>CONCLUSÃO<br />
</strong>Portanto,  quando Paulo diz que &#8220;tudo posso naquele que me fortalece&#8221; ele está  afirmando que pode fazer tudo aquilo que seja da vontade de Deus. Quando  Paulo escreveu a carta aos Filipenses estava numa prisão em Roma. Ele  queria agradecer os irmãos filipenses pela oferta generosa que eles  haviam enviado. O apóstolo estava atravessando um momento difícil,  todavia, ele conforta os irmãos mostrando que durante seu ministério  aprendeu tanto a ter fartura como a padecer necessidade. Ele aprendeu  que, quando Deus nos dá uma ordem, nos dá também a capacidade de  cumpri-la. Ele sabe que Deus jamais pede que façamos algo sem  providenciar a graça necessária para sua realização.<br />
&#8212;&#8211;<br />
<strong>Elaboração</strong>:  Luciano de Paula Lourenço - Prof. EBD - Assembléia de Deus - Ministério  Bela Vista. Disponível no Blog: <a href="http://luloure.blogspot.com" target="_parent">http://luloure.blogspot.com</a><br />
<strong>Referências Bibliográficas:<br />
</strong>William Macdonald - Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).<br />
Bíblia de Estudo Pentecostal.<br />
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.<br />
Revista Ensinador Cristão - nº 49.<br />
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.<br />
Comentário Bíblico Beacon - CPAD.<br />
Comentário Bíblico NVI - EDITORA VIDA.</p>
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		<title>Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Sulamita Macêdo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:50:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[    Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:-  Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a  semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém  necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos  novatos e/ou visitantes e apresentem [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Sulamita Macêdo", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/07/tudo-posso-naquele-que-me-fortalece-sulamita-macedo/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>    Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:<a href="http://3.bp.blogspot.com/-lyO1_pryc1Q/TzBhz4cGyZI/AAAAAAAABJs/tny0_Yc2Mkg/s1600/fortalece.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-lyO1_pryc1Q/TzBhz4cGyZI/AAAAAAAABJs/tny0_Yc2Mkg/s1600/fortalece.jpg" style="border-width: 0px" border="0" align="right" /></a>-  Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a  semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém  necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos  novatos e/ou visitantes e apresentem cada um. Após  a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos  ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de  telefone ou email.Compreendem a importância desse ato? Os  alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem  falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos  com seus alunos.</p>
<p>- Introduzam o estudo da lição, com a dinâmica <strong>&#8220;<a href="http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/2012/02/dinamica-ele-pode-tu-podes-eu-posso.html" target="_parent">Ele pode, tu podes, eu posso!</a>&#8220;</strong></p>
<p>- Trabalhem o conteúdo da lição.</p>
<p>- Na introdução da lição lemos o seguinte: &#8220;Assim, o &#8220;posso todas as coisas&#8221; passou a ser usado como se fosse um <u>mantra</u> que garante tudo na vida, independente da vontade divina&#8221; (grifo nosso).O  que é mantra? &#8220;É uma sílaba, palavra, frase ou texto que são entoados  repetidas vezes como oração, produzindo na mente e no corpo o efeito  esperado, por possuírem poderes específicos para realizar desejos&#8221;.  (Dados da Internet).</p>
<p>- Para finalizar a aula, leiam o texto<strong> &#8220;<a href="http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/2012/02/texto-de-reflexao-necessidades.html" target="_parent">Necessidades Absolutas</a>&#8220;.</strong></p>
<p>Tenham uma excelente e produtiva aula!</p>
<p>Atenção,  professores da lição de Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.</p>
<p>Os professores do Discipulado  poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de  Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.</p>
<p>Publicado no blog <a href="http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/" target="_parent">Atitude de Aprendiz </a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=3428" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Tudo+Posso+Naquele+que+me+Fortalece+-+Sulamita+Mac%C3%AAdo&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2012%2F02%2F07%2Ftudo-posso-naquele-que-me-fortalece-sulamita-macedo%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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      </a>
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		<item>
		<title>Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Pr. Geraldo Carneiro Filho</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 07 - DATA: 12/02/2012
TÍTULO: “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”
TEXTO ÁUREO – Fp 4.13
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Fp 4.10-19
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I – INTRODUÇÃO:
Entre as lutas e carencias humanas, podemos notar que, embora sejamos ensinados de que a graça de Deus [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Pr. Geraldo Carneiro Filho", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/07/tudo-posso-naquele-que-me-fortalece-pr-geraldo-carneiro-filho/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL</strong><br />
<strong>IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA</strong><br />
<strong>NITERÓI - RJ</strong><br />
<strong>LIÇÃO Nº 07 - DATA: 12/02/2012</strong><br />
<strong>TÍTULO: “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”</strong><br />
<strong>TEXTO ÁUREO – Fp 4.13</strong><br />
<strong>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Fp 4.10-19</strong><br />
<strong>PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO</strong><br />
<strong>e-mail: geluew@yahoo.com.br</strong><br />
<strong>blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/</strong></p>
<p><strong><br />
I – INTRODUÇÃO:</strong></p>
<p>Entre as lutas e carencias humanas, podemos notar que, embora sejamos ensinados de que a graça de Deus supre tudo, ela, no entanto, não nos isenta da necessidade de amigos, da escassez de bens materiais e financeiros.</p>
<p>II – A SUFICIENCIA DE PAULO:</p>
<p>Leiamos Fp 4:10-13 - Paulo agradece pela oferta que Epafrodito lhe trouxera da Igreja de Filipos.</p>
<p>(A) - Fp 4:10 – “MUITO ME REGOZIJO NO SENHOR” – Isto significa que Paulo apresentou “alegres agradecimentos ao Senhor” no momento em que recebera a oferta. Não resta dúvida de que as dádivas que então chegaram às mãos de Paulo por intermedio de Epafrodito, chegaram no mais oportuno momento. Mas, ao mesmo tempo em que se regozija pela generosidade dos filipenses, sente o apóstolo que lhes deve asseverar sua completa independencia das condições materiais, pois pode depender do poder de Cristo existente nele, não sendo um homem ansioso à espera de dádivas. É a graça da liberalidade outorgada pelos filipenses que enche de regozijo o coração do apóstolo Paulo.</p>
<p>(B) - Fp 4:11 - A política financeira de Paulo era não viver às custas de seus convertidos. Ele achava que, à semelhança dos outros apóstolos e líderes cristãos, tinha o direito de receber sustento, mas decidiu não usufruir desse direito (l Cor 9:12; 2 Tes 3:9).</p>
<p>A bagagem de Paulo era bem leve: suas posses se limitavam às roupas do corpo e talvez algumas ferramentas de seu ofício; sabia como sobreviver com o mínimo; na verdade, forçara-se a aprender em como se contentar com pouco.</p>
<p>- “JÁ APRENDI A CONTENTAR-ME EM TODA E QUALQUER SITUAÇÃO&#8221; - A palavra traduzida por “contentar-me” denota o ideal da pessoa totalmente autossuficiente. Paulo a emprega a fim de expressar sua independencia das circunstancias externas. Estava sempre consciente de sua total dependencia de Deus.</p>
<p>O APÓSTOLO ERA MAIS “SUFICIENTE EM DEUS” do que “AUTOSSUFICIENTE” - 2 Cor 5:5.</p>
<p>As palavras de Paulo foram expandidas por John Bunyan no cântico do menino pastor:</p>
<p>“Estou contente com o que tenho,<br />
Seja pouco ou seja muito,<br />
E é alegria o que mais almejo, Senhor,<br />
Porque ela indica os que salvaste.<br />
Nesta peregrinação concede-me medida total de alegria:<br />
Provação agora, bênção depois.<br />
Eis a bem-aventurança das gerações”.</p>
<p>Esta atitude opõe-se de frente à ambição. O próprio Cristo e Seus discípulos pronunciaram solenes advertências, descrevendo a &#8220;pessoa avarenta&#8221; como &#8220;idólatra&#8221; - Lc 12.15 comparar Ef 5.5; Hb 3.15</p>
<p>(C) - Fp 4:12 - Paulo acumulava vasta experiencia em passar com menos do que o suficiente, em algumas ocasiões, e ter mais do que o suficiente, noutras. Isso pouca diferença lhe fazia.</p>
<p>“APRENDI TANTO A TER FARTURA, COMO A TER FOME, TANTO A TER ABUNDANCIA, COMO A PADECER NECESSIDADE&#8221; - Só podemos imaginar o que é que Paulo considerava “abundancia” — tudo que estivesse acima do mínimo necessario quanto à alimentação e vestuario, sem dúvida alguma. Sendo um homem educado em ambiente elevado, sua conversão significou a entrada num novo modo de vida.</p>
<p>Ser cidadão de Tarso significava ser uma pessoa de grandes posses materiais. Entretanto, por amor a Cristo, Paulo havia dado também por perda todas as coisas – Fp 3.8 – O apóstolo aprendeu dali em diante, a sobreviver com o que pudesse ganhar mediante seu ofício de meio-expediente, de &#8220;fazer tendas&#8221; - l Tes 2:9; 2 Tes 3:8; At 18:3; 20:34.</p>
<p>Alguém perguntou ao filósofo Sócrates quem era a pessoa mais rica. Sócrates replicou:</p>
<p>- &#8220;Aquele que está contente com o pouco, visto que a alegria é a riqueza da natureza&#8221;.</p>
<p>(D) - Fp 4:13 - Paulo não coloca a seu crédito o aprendizado da lição sobre estar sempre contente; é graças Àquele que o capacita que o apóstolo diz: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”, ou seja, “nAquele que é meu Fortalecedor”, isto é, Cristo – 1 Tm 1.12.</p>
<p>Na verdade, quando se tornava mais consciente de sua fraqueza pessoal é que ele mais se certificava do poder de Cristo que nele residia - 2 Cor 12:9-10.</p>
<p>III – APESAR DA GRAÇA DE DEUS, PAULO ERA HUMANO, SUJEITO A LUTAS, SOFRIMENTOS E DIFICULDADES:</p>
<p>(1) - ESTEVE PRESO EM ROMA – At 28:16, 23</p>
<p>(2) - FOI MAL INTERPRETADO TEOLOGICAMENTE – Rm 3:8 – Colocaram nos lábios de Paulo a afirmação de que, para receber os benefícios de Deus, precisaríamos praticar males. Porém, na verdade, o que Paulo queria dizer é que, quanto mais injustos somos, mais se evidencia a graça divina. Paulo estava expondo a graça de Deus e não incentivando ao pecado.</p>
<p>(3) - FOI INCOMPREENDIDO NO PASTORADO: - I Cor 3:3-4 – Paulo pregava a unidade do corpo de Cristo, mostrando os diversos ministérios e valores de cada um dentro de cada comunidade. Mas nessa intenção pastoral de educar a Igreja, sobrou para ele. Alguns se revoltaram com sua pedagogia e insurgiram-se contra sua autoridade, fazendo com que ele passasse por angústias enormes.</p>
<p>(4) - TEVE AUSENCIA DE SUPORTE FINANCEIRO – I Cor 9:6 – A propria Igreja que Paulo fundou não tinha a visão de sustentá-lo!</p>
<p>(5) - SOFREU CALUNIAS – II Cor 1:17; 10:2 – A Igreja que o apóstolo Paulo fundou, o acusou de leviano; que vivia mundanamente. Por essa razão, ele resguardava-se de carregar dinheiro sozinho, fazendo-se acompanhar para não ser caluniado de desonesto - II Cor 8:20.</p>
<p>(6) - NÃO FOI VALORIZADO – II Cor 10:10 – Segundo historiadores, o apóstolo Paulo era baixinho, amorenado, de pernas curvas, com sobrancelhas que se encontravam no meio da testa e que, possivelmente, sofria de conjuntivite crônica. Logo, não tinha presença física. Também a palavra de Paulo não era valorizada. Ao contrario, os comentarios eram de que sua presença pessoal era fraca e a palavra desprezível Porém, Paulo tinha o coração impregnado da mensagem de Cristo, que ele anunciava com poder, resultado da unção que havia nele - At 25:22-23, 26:1-2, 24-32</p>
<p>(7) - TINHA UM “CURRICULUM VITAE” QUE NÃO TRAZIA BOAS RECOMENDAÇÕES – II Cor 11:23-29 – Para o apóstolo Paulo não existia a Teologia da Prosperidade, que diz que se alguma coisa de ruim acontece com o crente, é porque está em pecado.</p>
<p>(8) - PRECISAVA DOS AMIGOS - Paulo foi levado ao terceiro céu; teve visão de anjos; um encontro especial com Jesus; vivia cheio do Espírito Santo; debaixo da graça de Deus; transpirava poder; orava pelos enfermos e os curava; expulsava espíritos malignos; tinha poder para persuadir os que o contradiziam e que vivia como um verdadeiro cristão - II Tm 4:6-22</p>
<p>(8.1) - II Tm 4:9, 21 - Não obstante andar cheio do Espírito Santo, Paulo não desprezava a companhia do irmão, porquanto ele sabia que, no plano de Deus, a chegada de Timóteo seria graça para lhe suprir as carências.</p>
<p>(8.2) - II Tm 4:10-12, 19-20 – Paulo se fazia rodear de amigos que amava e cuja falta sentia de forma aguda e declarada. Ele sente falta de toda essa gente por uma razão muito simples: PAULO ERA HUMANO! Todos os homens de Deus precisam de amigos!</p>
<p>(8.3) - II Tm 4:10 – Paulo também teve profundas decepções com os amigos. Demas fazia parte da equipe de evangelização de Paulo; viajava com ele e o acompanhava em suas viagens evangelísticas (Cl 4:14; Fm 24), mas ele diz que o amigo Demas preferiu as atrações do presente século a ele, Paulo.</p>
<p>(8.4) - II Tm 4:14-15 – O amigo Alexandre causou-lhe muitos males, delatando atividades evangelísticas de Paulo (o que naqueles dias em Roma, era subversão). Fora um irmão que traiu Paulo.</p>
<p>(8.5) - II Tm 4:16 – Faltou solidariedade dos amigos. Ninguém se solidarizou com Paulo, ninguém foi a seu favor: nem a Igreja, nem os irmãos, nem os amigos!</p>
<p>(8.6) - II Tm 4:13, 21 – Paulo revela bem o frio que ele estava passando naquela masmorra úmida. Ele não nega que precisava de um amigo para trazer-lhe a capa, bem como os livros para que pudesse se aquecer e diminuir o tedio de se ficar recluso em uma prisão.</p>
<p>É maravilhoso ouvir Paulo dizer que tinha abundancia, apesar da prisão, das cadeias, da vida pobre que levava&#8230;<br />
Diante de tal quadro, será que os falsos mestres e doutores acham ridícula a ideia de que alguém, em tais condições, pode dizer que &#8220;tem abundancia&#8221;?</p>
<p>Porém, o que eles não sabem e jamais podem imaginar é que Paulo vivia em &#8220;outro hemisferio&#8221; e que, com o seu bendito conhecimento sobre o que Cristo pode fazer, ele afirmou que:</p>
<p>- &#8220;TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE&#8221;.</p>
<p>IV – AS PROVISÕES DE DEUS PARA AS DIFICULDADES:</p>
<p>II Tm 4:17-18 – Paulo mostra que, apesar de não ter sido poupado da dor, ele era fortalecido em suas fraquezas e carencias. Ele sabia muito bem que o socorro de Deus era real e presente, pois para ele não há impedimentos, lugares lúgrubes demais, abismos ou poços tão profundos nos quais a graça de Deus não possa penetrar.</p>
<p>II Tm 44:11a – O Senhor sempre põe ao nosso lado alguns que nos amam e que nos confortam. Há sempre um “LUCAS” presente! Às vezes é a esposa; às vezes os nossos filhos, uma Igreja, um irmão, um amigo&#8230; Enfim, todo mundo pode ir embora, mas sempre haverá um “LUCAS”! Olhemos ao nosso lado: ELE ESTÁ AÍ! - Dn 2:16-17, 48-49 cf Pv 17.17; 18.24</p>
<p>Apesar da sua íntima comunhão com deus e de sua vida santa, Paulo jamais perdeu a fragilidade da natureza humana, pois ele não era nenhum super-homem – II Cor 2:12-13; 7:5; 11:8; Fp 2:27</p>
<p>V – CONSIDERAÇÕES FINAIS:</p>
<p>A graça de Deus não nos torna super-heróis. Mas, quando estamos solitarios, a graça de Deus vem através de Igrejas, amigos e irmãos que nos trazem ofertas, a capa, os livros e aqueles que permanecerão sempre ao nosso lado, em qualquer momento da nossa vida! Por isso, não importa quão desesperadoras as circunstancias possam ser, ou quão grande a soma delas todas. Temos que ter experiencia no segredo de enfrentar a ambas: a falta e a abundancia de recursos.</p>
<p>Da parte de Paulo, ele tinha aprendido uma das maiores lições que existem: Estar contente em qualquer situação em que se encontrasse. Esse é um segredo que só descobrimos quando passamos a ter uma vida sujeita à vontade de Deus.</p>
<p>Sempre que alguém vive em Deus e tem no cumprimento da vontade divina o seu mais alto ideal, obtém absoluta certeza de que todas as coisas de que necessita lhe serão acrescentadas. Tudo é possível somente àqueles que obtêm sua força diária em JEOVÁ - AQUELE QUE NOS FORTALECE.</p>
<p>FONTES DE CONSULTA:</p>
<p>O Novo Comentario da Bíblia – Edições Vida Nova</p>
<p>Novo Comentario Bíblico Contemporaneo – Editora Vida – F. F. Bruce</p>
<p>Comentario Bíblico Moody – Vl. 5 – Imprensa Batista Regular</p>
<p>A Graça de Deus Versus o Mito do Super-Homem – VINDE Comunicações – Caio Fábio</p>
<p>Publicado no blog <a href="http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/" target="_parent">Escola Biblica Dominical para Todos </a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=3427" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Tudo+Posso+Naquele+que+me+Fortalece+-+Pr.+Geraldo+Carneiro+Filho&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2012%2F02%2F07%2Ftudo-posso-naquele-que-me-fortalece-pr-geraldo-carneiro-filho%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		<item>
		<title>Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Pb. José Roberto A. Barbosa</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[    Texto Áureo: Fp. 4.13 - Leitura Bíblica: Fp. 4.10-19
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsidioEBD
INTRODUÇÃO
Um  dos principais problemas da Teologia da Ganância está na ausência de  princípios sólidos para a interpretação da Escritura. Seus adeptos  utilizam textos isolados e descontextualizados para justificar pontos de  vistas antibíblicos. Filipenses 4.13 [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Tudo Posso Naquele que me Fortalece - Pb. José Roberto A. Barbosa", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/07/tudo-posso-naquele-que-me-fortalece-pb-jose-roberto-a-barbosa/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>    <strong>Texto Áureo: Fp. 4.13 - Leitura Bíblica: Fp. 4.10-19</strong></p>
<p>Pb. José Roberto A. Barbosa</p>
<p><a href="http://www.subsidioebd.blogspot.com/">www.subsidioebd.blogspot.com</a></p>
<p>Twitter: @subsidioEBD</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>Um  dos principais problemas da Teologia da Ganância está na ausência de  princípios sólidos para a interpretação da Escritura. Seus adeptos  utilizam textos isolados e descontextualizados para justificar pontos de  vistas antibíblicos. Filipenses 4.13 é um exemplo desse tipo de  equívoco, não poucos citam esse texto para argumentar que podem fazer  qualquer coisa. Na lição de hoje, estudaremos essa passagem atentando  para o contexto, que nos conduzirá a uma percepção mais madura da fé,  que nos orienta a confiar em Deus, independentemente das circunstâncias.</p>
<p><strong>1. PRESO, MAS ALEGRE E CONFIANTE</strong></p>
<p>A  Epístola ao Filipenses foi escrita por Paulo, por volta de 63 d. C.,  pouco tempo depois desse mesmo Apóstolo ter plantado uma igreja naquela  cidade, situada na Macedônia oriental, a 16 km do Mar Egeu (At.  16.9-40). Ao longo da Epístola, percebemos o forte laço de amizade entre  os irmãos filipenses e Paulo, tendo esses enviado ajuda financeira ao  Apóstolo várias vezes (II Co. 11.9; Fp. 4.15,16). Ao que tudo indica,  Paulo teria visitado essa igreja duas vezes durante sua terceira viagem  missionária (At. 20.1-6). A Epístola ao Filipenses é uma daquelas Cartas  da Prisão (Fp. 1.7, 13, 14), quando o Apóstolo estava encarcerado em  Roma (At. 28.16-31). Um dos objetivos dessa Epístola é agradecer a  generosidade dos irmãos, em razão da oferta providenciada por eles (Fp.  4.14-19). Mesmo preso em Roma, Paulo revela sua confiança em Deus, e  roga aos irmãos para que não fiquem desanimados por causa da sua  condição (Fp. 1.12-26). Ele aproveita a oportunidade para orientar os  crentes para que estejam alegres - uma palavra chave na Epístola aos  Filipenses, chara em grego - em todas as circunstâncias da vida (Fp.  1.4, 12; 2.17,18; 4.4, 11-13). Ao contrário do que defendem os adeptos  do pseudopentecostalismo, propondo um modelo triunfalista de  cristianismo, Paulo instiga à humildade e ao serviço cristão,  ressaltando o exemplo de Cristo, que mesmo sendo Deus, tomou forma  humana, como servo (Fp. 2.1-16).</p>
<p><strong>2. TUDO PODEMOS, INDEPENDENTEMENTE DAS CIRCUNSTÂNCIAS</strong></p>
<p>A  vida cristã não é orientada pelas circunstâncias, tendo em vista que  somos desafiados, a todo o momento, a vivermos acima delas. Paulo nos  ensina, nessa Epístola, a vivermos contentes, a não nos deixarmos  solapar pelas vicissitudes existenciais. Mas o contentamento não é algo  que se consegue do dia para a noite, é resultado do fruto do Espírito  (Gl. 5.22), trata-se de uma alegria que não se deixa abalar, mesmo  quando tudo parece não se ajustar ao nossos bem estar. A esse respeito  diz o Apóstolo: &#8220;Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre&#8221;  (Fp. 4.11). O contentamento é resultado de aprendizado, e muitas vezes,  com provas difíceis, e certamente, com notas baixas. Às vezes, é  preciso perder bastante para aprender que é &#8220;grande fonte de lucro a piedade com o contentamento&#8221;  (I Tm. 6.6). A palavra contentamento em grego é autarkes e diz respeito  à suficiência, a convicção de ter o que é preciso, a certeza de que o  Senhor é o nosso Pastor e de que nada nos fará falta (Sl. 23.1). É a  certeza de que Deus providencia o que necessitamos, uma satisfação por  ter as carências básicas supridas pelo Senhor (I Tm. 6.8; Hb. 13.5). A  declaração de Paulo &#8220;tudo posso&#8221; precisa ser compreendia nesse contexto,  não como uma palavra mágica que pode ser utilizada para fazer coisas  que estão além da vontade soberana de Deus. O Apóstolo sabia estar  diante de Deus em toda e qualquer situação, tal como José que demonstrou  ser fiel tanto na fartura quanto na necessidade (Gn. 45.5; 50.20).  Algumas pessoas não sabem passar por necessidades, outras não conseguem  lidar com a fartura, mas o cristão maduro, pode, independentemente das  circunstâncias, viver para Deus (II Co. 6.16-18).</p>
<p><strong>3. NAQUELE QUE FORTALECE</strong></p>
<p>A  prosperidade material, amplamente almejada nesses dias, tem causado  mais malefícios do que bênçãos. Muitas igrejas estão esquecendo de  buscar ao Senhor, investiram demasiadamente em construções, mas deixaram  de dar o o devido valor à edificação espiritual (Ap. 3.17). Cristo é o  Mestre que nos ensina a não vivermos ansiosos, a não estamos  demasiadamente preocupados com as necessidades da vida e a não depositar  a nossa confiança nas riquezas (Mt. 6.25-34). A fonte da qual recebemos  contentamento, satisfação plena, é Cristo, pois sem Ele nada podemos  fazer (Jo. 15.5). Paulo não estava desprezando a oferta generosa dos  irmãos filipenses, antes os elogia pelo desprendimento. Ele destaca,  fazendo um contraponto, que eles foram de encontro com a necessidade  dele, mas que Deus iria de encontra a todas as suas necessidades, que  Ele havia contribuído mesmo na pobreza, mas que Deus supriria as suas  necessidades em Suas riquezas em glória (Fp. 4.18,19). É importante  destacar que Deus não promete suprir todas as nossas &#8220;ganâncias&#8221;, mas  todas as nossas &#8220;necessidades&#8221;. Muitas pessoas não conseguem vivem  contentes porque se deixam levar pelas supostas necessidades criadas  pela mídia, movida pela sociedade de consumo, que não permite que se  encontre plena satisfação.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Precisamos  aprender, como Paulo, a viver contentes, a encontrar plena satisfação  em Cristo. Muitos pedem, declaram, até citam Jo. 14.13, achando que  receberão qualquer coisa que pedirem, mas não relativizam, que muitos  pedem, mas não recebem, porque pedem mal, para esbanjar em seus deleites  carnais (Tg. 4.2,3). Somente aqueles que aprenderam na escola de Cristo  a estarem satisfeitos nEle, podem dizer, com o Apóstolo, que: &#8220;tudo  podem naquele que me fortalece&#8221;.</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p>LOPES, H. D. <em>Filipenses</em>. São Paulo: Hagnos, 2007.</p>
<p>MARTIN, R. P. <em>Filipenses</em>: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.</p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=3426" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=Tudo+Posso+Naquele+que+me+Fortalece+-+Pb.+Jos%C3%A9+Roberto+A.+Barbosa&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2012%2F02%2F07%2Ftudo-posso-naquele-que-me-fortalece-pb-jose-roberto-a-barbosa%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		<title>TV EBD - A Prosperidade dos Bem-aventurados - Ev. Luiz Henrique</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
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<p><a href="http://youtu.be/d3kvf1dfVYg" target="_blank">1ª Parte - Lição 6 - 4T/2011</a></p>
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<p><a href="http://youtu.be/ZB0GrkMcEdU" target="_blank">2ª Parte - Lição 6 - 4T/2011</a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZB0GrkMcEdU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="http://youtu.be/uX-frOOXBO4" target="_blank">3ª Parte - Lição 6 - 4T/2011</a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/uX-frOOXBO4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="http://youtu.be/aAW2SX0rYuY" target="_blank">4ª Parte - Lição 6 - 4T/2011</a></p>
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<p><a href="http://youtu.be/uXBn-4YV45Q" target="_blank">5ª Parte - Lição 6 - 4T/2011</a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/uXBn-4YV45Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Questionário - A Prosperidade dos Bem-aventurados - Ev. Luiz Henrique</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 6, A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2012
Complete os espaços vazios e marque com &#8220;V&#8221; as respostas corretas e com &#8220;F&#8221; as falsas.
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
&#8220;O ESPÍRITO do Senhor é sobre _______________________, pois que me _______________________ para evangelizar os pobres, enviou-me a ______________________ os quebrantados do coração&#8221; (Lc 4.18).
VERDADE [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Questionário - A Prosperidade dos Bem-aventurados - Ev. Luiz Henrique", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/03/questionario-a-prosperidade-dos-bem-aventurados-ev-luiz-henrique/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>QUESTIONÁRIO</strong><strong> DA </strong><strong>LIÇÃO 6, A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS</strong></p>
<p><strong>RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2012</strong></p>
<p><strong>Complete os espaços vazios e marque com &#8220;V&#8221; as respostas corretas e com &#8220;F&#8221; as falsas.</strong></p>
<p><strong>TEXTO ÁUREO</strong></p>
<p><strong>1- Complete:</strong></p>
<p>&#8220;O ESPÍRITO do Senhor é sobre _______________________, pois que me _______________________ para evangelizar os pobres, enviou-me a ______________________ os quebrantados do coração&#8221; (Lc 4.18).</p>
<p><strong>VERDADE PRÁTICA</strong></p>
<p><strong>2- Complete:</strong></p>
<p>A verdadeira _______________________________ não reside no acúmulo de bens materiais, mas se encontra na abundância dos bens _________________________ que a ____________________ de Nosso Senhor JESUS CRISTO nos proporciona.</p>
<p><strong>COMENTÁRIO</strong></p>
<p><strong>3- O que destacam as bem-aventuranças de JESUS?</strong></p>
<p>(    ) Destacam os princípios que fundamentam a Lei e os Profetas.</p>
<p>(    ) Destacam os princípios que fundamentam a Lei e a Graça.</p>
<p>(    ) Em cada sentença, enfatizam as riquezas espirituais em detrimento das materiais.</p>
<p>(    ) O escândalo dos escribas e fariseus, porque eles entendiam só a letra e não o espírito da Lei Mosaica.</p>
<p><strong>4- Faz-se necessário nos voltarmos ao Sermão do Monte para reavaliarmos o que se vem ensinando nos púlpitos de nossas igrejas. Por que?</strong></p>
<p>(    ) Porque os ensinos e pregações estão em alinhamento perfeito com o sermão do monte.</p>
<p>(    ) Caso contrário, agiremos como a classe sacerdotal do tempo de JESUS.</p>
<p>(    ) Corremos o risco de transformar a fé cristã num mero e perigoso relacionamento mercantil entre o crente e DEUS.</p>
<p><strong>I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS</strong></p>
<p><strong>5- Qual o significado das bem-aventuranças? Complete:</strong></p>
<p>A expressão bem-aventurado vem da palavra latina ____________________ que, por seu turno, originou o termo beatitude. No original grego, o vocábulo usado por Mateus é ____________________________, cujo significado lembra felicidade, alegria divina e perfeita. Para os antigos gregos, somente os _________________________________ realmente eram felizes, isto é, bem-aventurados. No hebraico, por outro lado, o vocábulo _____________________ é traduzido, no salmo primeiro, com o sentido de quão felizes são! O sentido, portanto, é o de alguém que é feliz aos olhos de DEUS por ___________________ intensamente ao Senhor. Observa-se ainda que, na literatura grega clássica, a palavra era usada para se referir à prosperidade material. Mas, na literatura sapiencial hebraica, ela se refere a uma condição de bem-estar _________________________ com DEUS (Sl 1.1; 32.1; 112.1). JESUS mantém esse último sentido.</p>
<p><strong>6- Por que são Bem-aventurados os pobres (Mt 5.3)? Complete:</strong></p>
<p>No Sermão da Montanha, a pobreza não é vista propriamente como escassez de bens materiais, mas como _______________________ da alma. Nesse contexto, pobre é o que tem uma ___________________________ espiritual! Por conseguinte, é aquele que reconhece suas verdadeiras necessidades _______________________________. E por isso almeja um relacionamento mais profundo com DEUS como o fez o salmista: &#8220;Como o _____________________________ brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó DEUS! A minha alma tem sede de DEUS, do DEUS vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a ________________________ de DEUS? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu DEUS? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a ________________________; fui com eles à Casa de DEUS, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. Por que estás _______________________, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em DEUS, pois ainda o louvarei na ___________________________ da sua presença&#8221; (Sl 42.1-5).</p>
<p><strong>7- Por que são Bem-aventurados os que choram (Mt 5.4)? Complete:</strong></p>
<p>Por que um crente chora? O motivo pode ser tanto interno quanto externo. Às vezes, choramos em decorrência de nossa própria ______________________ espiritual, porque almejamos aprofundar nossa _________________________ com o Senhor. Queremos estar mais próximos dEle. Suspiramos por uma _____________________________ maior com o Pai celeste. Outras vezes, choramos por causa da situação _________________________ em que o mundo se encontra (Is 6.5). Se de fato choramos aos pés de CRISTO, o ______________________ certamente virá.</p>
<p><strong>II. A BEM AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA</strong></p>
<p><strong>8- Por que são Bem aventurados os mansos (Mt 5.5)? Quem são eles?</strong></p>
<p>(    ) Manso é aquele que, quando injustiçado, procura a vingança de DEUS como seu legítimo defensor (Is 41.17; Lc 18.1-8).</p>
<p>(    ) Nesse contexto, manso é aquele que demonstra total submissão à vontade de DEUS, mesmo quando esta parece contrariar seus interesses pessoais. Não é pieguice, mas submissão consciente ao querer divino.</p>
<p>(    ) Manso também é aquele que, apesar de injustiçado, não procura a própria vingança, mas confia em DEUS como seu legítimo defensor (Is 41.17; Lc 18.1-8).</p>
<p>(    ) Se você age com mansidão e submete-se à vontade divina, você é verdadeiramente próspero.</p>
<p>(    ) Isto significa que você possui uma riqueza que muita gente almeja e não tem: o domínio próprio e a conformação absoluta à vontade de DEUS.</p>
<p><strong>9- Por que são Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça (Mt 5.6)? Quem são eles?</strong></p>
<p>(    ) Porque a verdadeira prosperidade só é alcançada com o investimento financeiro no Reino de DEUS.</p>
<p>(    ) Os verdadeiramente prósperos são aqueles que demonstram um forte desejo pela justiça divina e a buscam ansiosamente.</p>
<p>(    ) Eles estão conscientes de que a verdadeira prosperidade só é alcançada com a instauração do Reino de DEUS.</p>
<p><strong>10- Por que são Bem-aventurados os misericordiosos (Mt 5.7)? Quem são eles?</strong></p>
<p>(    ) Em o Antigo Testamento, a expressão ocorre com frequência no sentido de perdão.</p>
<p>(    ) O léxico grego de Strong traduz essa expressão como &#8220;boa vontade ao miserável e ao aflito associada ao desejo de ajudá-los&#8221;.</p>
<p>(    ) Em o Novo Testamento, a expressão ocorre com frequência no sentido de perdão.</p>
<p>(    ) O bem-aventurado tem um coração não somente perdoador, mas disposto a socorrer os mais necessitados.</p>
<p>(    ) Ele sempre abrirá a mão e o coração àquele que precisa de um socorro material.</p>
<p><strong>III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO</strong></p>
<p><strong>11- Por que são Bem-aventurados os limpos de coração (Mt 5.8)? Quem são eles?</strong></p>
<p>(    ) É uma pureza que vem de fora, para dentro.</p>
<p>(    ) JESUS não se refere a uma pureza meramente ritual.</p>
<p>(    ) Ele se refere ao homem que se acha limpo e isento de culpa.</p>
<p>(    ) É uma pureza que vem de dentro, origina-se na alma.</p>
<p><strong>12- Por que são Bem-aventurados os pacificadores (Mt 5.9)? Quem são eles?</strong></p>
<p>(    ) A Peshita, tradução hebraica de Lucas feita em 50 d.C, traduz essa expressão como os que fazem a paz!</p>
<p>(    ) A Peshita, tradução aramaica de Mateus feita em 150 d.C, traduz essa expressão como os que fazem a paz!</p>
<p>(    ) O pacificador é alguém que não somente ama a paz, mas encontra-se comprometido com o processo que a ela conduz.</p>
<p><strong>13- Por que são Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça (Mt 5.10,11)?</strong></p>
<p>(    ) Sofrer injustiça, ser perseguido e até mesmo martirizado por causa do Reino de DEUS não são evidências de uma bem-aventurança eterna.</p>
<p>(    ) Sofrer injustiça, ser perseguido e até mesmo martirizado por causa do Reino de DEUS não podem ser evidências de uma bem-aventurança eterna.</p>
<p>(    ) Sofrer injustiça, ser perseguido e até mesmo martirizado por causa do Reino de DEUS são evidências de uma bem-aventurança eterna.</p>
<p><strong>14- Dificilmente os pregadores da prosperidade aceitarão o que ensina JESUS sobre o assunto. Complete:</strong></p>
<p>O princípio que o Senhor JESUS expõe é frontalmente contrário à filosofia __________________________________ deste século. No entanto, eles se esquecem da advertência do Senhor: &#8220;Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais _________________________; no mundo tereis _________________________, mas tende bom ânimo; eu ______________ o mundo&#8221; (Jo 16.33).</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p><strong>15- As bem-aventuranças de JESUS contrariam totalmente os conceitos da Teologia da Prosperidade. Qual a grande lição que aprendemos com o Mestre a esse respeito?</strong></p>
<p>(    ) Somente a prosperidade material junto à espiritual é que é a verdadeira prosperidade.</p>
<p>(    ) O homem realmente próspero não é aquele que pode ser avaliado de forma superficial e materialista, mas aquele que encontrou a paz em CRISTO (Rm 5.1).</p>
<p>(    ) A prosperidade material nada representa sem a espiritual.</p>
<p><strong>RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM </strong><a href="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm"><strong>http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm</strong></a></p>
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		<title>A Prosperidade dos Bem-aventurados - Ev. Luiz Henrique</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO
&#8220;O ESPÍRITO do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração&#8221; (Lc 4.18).

VERDADE PRÁTICA
A verdadeira prosperidade não reside no acúmulo de bens materiais, mas se encontra na abundância dos bens espirituais que a graça [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Prosperidade dos Bem-aventurados - Ev. Luiz Henrique", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/03/a-prosperidade-dos-bem-aventurados-ev-luiz-henrique/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva</p>
<p><img src="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6-avp-1tr12-resumohenr.jpg" height="385" width="512" /></p>
<p><strong>TEXTO ÁUREO</strong></p>
<p>&#8220;O ESPÍRITO do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração&#8221; (Lc 4.18).</p>
<p><img src="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6-avp-1tr12-ta.jpg" height="382" width="510" /></p>
<p><strong>VERDADE PRÁTICA</strong></p>
<p>A verdadeira prosperidade não reside no acúmulo de bens materiais, mas se encontra na abundância dos bens espirituais que a graça de Nosso Senhor JESUS CRISTO nos proporciona.</p>
<p><img src="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6-avp-1tr12-vp.jpg" height="386" width="514" /></p>
<p><strong>LEITURA DIÁRIA </strong></p>
<p>Segunda - Mt 5.2,6 Os prósperos têm carências</p>
<p>Terça - Mt 5.4 Os prósperos também lamentam</p>
<p>Quarta - Mt 5.8 Os prósperos são santos</p>
<p>Quinta - Mt 5.5,7 Os prósperos são virtuosos</p>
<p>Sexta - Mt 5.9 Os prósperos promovem a paz</p>
<p>Sábado - Mt 5.10,11 Os prósperos também sofrem</p>
<p><strong>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 5.1-12.</strong></p>
<p><strong>1 - E JESUS, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; 2 - e, abrindo a boca, os ensinava, dizendo: 3 - Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus; 4 - bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; 5 - bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; 6 - bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; 7 - bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; 8 - bem-aventurados os limpos de coração; porque eles verão a DEUS; 9 - bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de DEUS; 10 - bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus; 11 - bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. 12 - Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.</strong></p>
<p><strong>5.1 O SERMÃO DO MONTE</strong>. Nos capítulos 5 e 7, temos o que é comumente chamado de o Sermão do Monte. Contém a revelação dos princípios divinos da justiça, segundo os quais todos os cristãos devem viver pela fé no Filho de DEUS (Gl 2.20), e mediante o poder do ESPÍRITO que neles habita (cf. Rm 8.2-14; Gl 5.16-25). Todos nós, que pertencemos ao reino de DEUS, devemos ter uma intensa fome e sede da justiça de que trata este sermão de CRISTO (ver 5.6).<br />
<strong>5.3 BEM-AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO.</strong> A palavra bem-aventurados refere-se ao estado abençoado daqueles que, por seu relacionamento com CRISTO e a sua Palavra, receberam de DEUS o amor, o cuidado, a salvação e sua presença diária (ver 14.19; Lc 24.50). Há certas condições necessárias para recebermos as bênçãos do reino de DEUS. Para recebê-las, devemos viver segundo os padrões revelados por DEUS nas Escrituras, e nunca pelos do mundo. A primeira destas condições é ser pobre de espírito , o que significa reconhecermos que não temos qualquer auto-suficiência espiritual; que dependemos da vida do ESPÍRITO; do poder e graça divinos para podermos herdar o reino de DEUS.<br />
<strong>5.4 OS QUE CHORAM.</strong> Aqui, chorar é contristar-se profundamente por causa das nossas próprias fraquezas quando nos medimos com o padrão divino de justiça (v. 6; 6.33). É também sentirmos pesar por aquilo que entristece a DEUS. É ter nossos sentimentos em sintonia com os sentimentos de DEUS. É sentir aflição em nosso espírito por causa do pecado, da imoralidade e da crueldade prevalecentes no mundo (ver Lc 19.41; At 20.19; 2 Pe 2.8).<br />
5.5 OS MANSOS. Os mansos são os humildes e submissos diante de DEUS. Acham nEle o seu refúgio e lhe consagram todo o seu ser. Preocupam-se mais com a obra de DEUS e o povo de DEUS do que com aquilo que lhes possa acontecer pessoalmente (cf. Sl 37.11). Os mansos, e não os violentos, herdarão por fim a terra.<br />
<strong>5.6 FOME E SEDE DE JUSTIÇA</strong>. Este é um dos versículos mais importantes do Sermão do Monte.</p>
<p>(1) A condição fundamental para uma vida santa em todos os aspectos é ter fome e sede de justiça (cf. 6.33). Tal fome é vista em Moisés (Êx 33.13, 18), em Davi (Sl 42.1,2; 63.1,2) e no apóstolo Paulo (Fp 3.8-10). O estado espiritual do cristão durante toda sua vida dependerá da sua fome e sede da presença de DEUS (Dt 4.29), da Palavra de DEUS (Sl 119), da comunhão com CRISTO (Fp 3.8-10), da justiça (5.6) e da volta do Senhor (2 Tm 4.8).</p>
<p>(2) A fome que o cristão tem das coisas de DEUS pode ser destruída pelas preocupações deste mundo, pelo engano das riquezas (13.22), pela ambição pelas coisas materiais (Mc 4.19), pelos prazeres do mundo (Lc 8.14) e por<br />
deixar de permanecer em CRISTO (ver Jo 15.4). Quando a fome de DEUS cessa no crente, este morre espiritualmente (ver Rm 5.21). É então indispensável que sejamos sensíveis ao ESPÍRITO SANTO ao convencer-nos do pecado (ver Jo 16.8-13; Rm 8.5-16). Aqueles que sinceramente têm fome e sede de justiça serão fartos .<br />
<strong>5.7 OS MISERICORDIOSOS.</strong> Os misericordiosos estão cheios de compaixão e dó para com os que sofrem por causa do pecado ou de aflições. Os misericordiosos desejam minorar os sofrimentos, conduzindo os sofredores à graça de DEUS por meio de JESUS CRISTO (cf. 18.33-35; Lc 10.30-37; Hb 2.17). Sendo misericordiosos para com os outros, eles alcançarão misericórdia .<br />
<strong>5.8 OS LIMPOS DE CORAÇÃO</strong>. Os limpos de coração são os que foram libertos do poder do pecado mediante a graça de DEUS, e que agora se esforçam sem dolo para agradar e glorificar a DEUS e serem parecidos com Ele.</p>
<p>(1) Procuram ter a mesma atitude interior que DEUS tem amor à justiça e ódio ao mal (ver Hb 1.9). Seu coração (que inclui a mente, a vontade e as emoções) está em harmonia com o coração de DEUS (1 Sm 13.14; Mt 22.37; 1 Tm 1.5).</p>
<p>(2) Somente os limpos de coração verão a DEUS . Ver a DEUS significa ser seu filho e habitar na sua presença, tanto agora como no seu reino futuro (Êx 33.11; Ap 21.7; 22.4).<br />
<strong>5.9 OS PACIFICADORES</strong>. Os pacificadores são aqueles que se reconciliaram com DEUS. Têm paz com Ele mediante a cruz (Rm 5.1; Ef 2.14-16). E agora se esforçam, mediante seu testemunho e sua vida, para levarem outras pessoas, inclusive seus inimigos, à paz com DEUS.<br />
<strong>5.10 PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA.</strong> Todos que procuram viver de acordo com a Palavra de DEUS, por amor à justiça sofrerão perseguição.</p>
<p>(1) Aqueles que conservam os padrões divinos da verdade, da justiça e da pureza e que, ao mesmo tempo, se recusam a transigir com a presente sociedade pecaminosa e com o modo de vida dos crentes mornos (Ap 2; 3.1-4,14-22) sofrerão impopularidade, rejeição e críticas. O mundo lhes moverá perseguição e oposição (10.22; 24.9; Jo 15.19) e, às vezes, da parte de membros da igreja professa (At 20.28-31; 2 Co 11.3-15; 2 Tm 1.15; 3.8-14; 4.16). Ao experimentar tal sofrimento, o cristão deve regozijar-se (5.12), porque DEUS outorga a maior bênção àqueles que sofrem mais (2 Co 1.5; 2 Tm 2.12; 1 Pe 1.7; 4.13).</p>
<p>(2) O cristão deve precaver-se da tentação de transigir quanto à vontade de DEUS, a fim de evitar a vergonha, a ridicularização, o constrangimento, ou algum prejuízo (10.33; Mc 8.38; Lc 9.26; 2 Tm 2.12). Os princípios do reino de DEUS nunca mudam: Todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS padecerão perseguições (2 Tm 3.12). A promessa aos que enfrentam e suportam perseguições por causa da justiça é que dos tais é o reino dos céus.<br />
<strong>5.13 SAL DA TERRA.</strong> Os cristãos são o sal da terra . Dois dos valores do sal são: o sabor e o poder de preservar da corrupção. O cristão e a igreja, portanto, devem ser exemplos para o mundo e, ao mesmo tempo, militarem contra o mal e a corrupção na sociedade.</p>
<p>(1) As igrejas mornas apagam o poder do ESPÍRITO SANTO e deixam de resistir ao espírito predominante no mundo. Elas serão lançadas fora por DEUS (ver Ap 3.16).</p>
<p>(2) Tais igrejas serão destruídas, pisoteadas pelos homens (v.13); i.e., os mornos serão destruídos pelos maus costumes e pelos baixos valores da sociedade ímpia (cf. Dt 28.13,43,48; Jz 2.20-22).<br />
<strong>SOMOS CARTAS VIVAS DE CRISTO AO MUNDO:</strong></p>
<p><strong>2Co 4.1,2 </strong>Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as coisas ocultas, que são vergonhosas, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de DEUS; mas, pela manifestação da verdade, nós nos recomendamos à consciência de todos os homens diante de DEUS.</p>
<p>VOCÊ PODE SE RECOMENDAR A SI MESMO DIANTE DOS HOMENS, COMO EXEMPLO DE CRISTÃO?</p>
<p><img src="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/promugacao-da-lei.jpg" height="385" width="514" /></p>
<p><strong>A BUSCA DO PADRÃO ÉTICO DO REINO DE DEUS</strong><br />
<strong>1. É parte da responsabilidade cristã. </strong>Deve ser o alvo de cada crente, sendo parte de sua responsabilidade cristã. Se o crente não manifesta esse desejo de aperfeiçoar a sua vida cristã a cada dia, nos moldes ensinados por CRISTO no Sermão do Monte, é certo que não tenha experimentado a verdadeira transformação interior ou a tenha perdido no meio do caminho.<br />
<strong>2. É resultado exclusivo da graça.</strong> Nenhum esforço humano pode produzir não só o ardente desejo, mas também a possibilidade de se experimentar, aqui e agora, essa dimensão ética do Reino de DEUS, só há uma resposta a ser dada: ela é resultado exclusivo da graça (ver Rm 6.1-15).</p>
<p>Eis porque o Senhor afirmou que a nossa justiça precisa exceder a dos escribas e fariseus para que tenhamos entrada no Reino de DEUS (v.20). Eles se apegavam à letra da lei, visando apenas o exterior. Nós temos que estar apegados à CRISTO e, mediante a sua graça e o poder do ESPÍRITO SANTO, desenvolver a capacidade de demonstrar em nossas ações, a partir do coração, que o Senhor vive através de nossa própria vida.</p>
<p><strong>Que fazer para entrar nesse reino, qual a ética deste reino?</strong></p>
<p>Com o propósito de responder essas indagações e estabelecer o padrão de conduta dos cidadãos do Reino, JESUS proferiu um discurso-chave popularmente conhecido como &#8220;o Sermão do Monte&#8221;.<br />
Este sermão indica que a vida com CRISTO requer a substituição do nosso padrão de justiça pelo padrão de justiça de DEUS. JESUS ensinou que a felicidade por Ele oferecida não deve depender do que temos ou fazemos, mas do que somos; e não pode ser importada, mas precisa nascer da alma, do interior.<br />
Podemos concluir, através desse magistral sermão que, se quisermos alcançar a felicidade nesta vida e a eternidade, não nos resta outra alternativa, senão, atentarmos para todos os sublimes ensinamentos do majestoso Filho de DEUS.<br />
Devemos reconhecer que o único meio para viver o elevado padrão ético desejado por DEUS para o seu povo é a graça.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, seguir a JESUS e submeter-se ao seu Reino não significa anular nossa vida pessoal, mas descobrir uma nova dimensão de vida; mais profunda, dinâmica e feliz.</p>
<p><strong>A GARANTIA DA POSSE DO REINO DE DEUS<br />
</strong>Se dá pela nossa disposição de entrar pela porta estreita que conduz ao caminho apertado (Lc 13.24). Não obstante o elevado padrão que ele propõe, o Sermão do Monte não pode ser avaliado como um compêndio de regras para nos impor um fardo maior do que podemos carregar e, desta maneira, tornarmo-nos ainda mais cansados do que estávamos antes de receber o Evangelho. Seria contradizer o próprio ensino do Mestre (ver Mt 11.28-30).<br />
Os princípios deste magistral discurso nos apontam os referenciais do Reino, salientando que eles vão além do exterior e descem ao coração, que simboliza o centro de nossos sentimentos e vontades, onde CRISTO está entronizado.<br />
É pelos bons frutos que se qualifica a procedência e pelos quais se conhece a &#8220;boa árvore&#8221;.<br />
O que prevalece é o compromisso com os princípios do Reino, e não os aparentes sinais exteriores de espiritualidade.</p>
<p><strong>CONSEQÜÊNCIAS DO DESPREZO AO REINO DE DEUS<br />
1. Entrada pela porta espaçosa. </strong>Por último, o Senhor mostra as conseqüências daqueles que desprezam o Reino de DEUS, preferindo a porta espaçosa do mundanismo, de ilicitude e das facilidades anti-bíblicas e anticristãs.<br />
<strong>2. Construção sobre o movediço alicerce.</strong> Este são os que, ao invés de ouvir e praticar as palavras do Senhor, constroem sobre o movediço alicerce da areia, de modo que, ao primeiro sinal da tempestade, a casa desmorona e joga por terra todas as esperanças (vv.26,27).<br />
O conceito, aqui, é o de justificar-se pelos próprios esforços através da auto-confiança, à semelhança dos fariseus que se estribavam em si próprios como os grandes guardiões da lei mosaica, mas estavam cheios de peçonha mortal. Infelizmente, para os que assim prosseguem, sem mudar de rota e firmar os seus passos em CRISTO, o fim deles é a perdição (v.13).</p>
<p><strong>A ÉTICA DO REINO DE DEUS (5.1-7.29) - Mateus, introdução e comentário - Série cultura bíblica - </strong><strong>R. V. G. Tasker - </strong><strong>Editora: Vida Nova</strong></p>
<p>A expressão &#8220;sermão do monte&#8221;, pela qual esta seção é geralmente conhecida é algo enganosa, desde que parece mais provável que nestes capítulos o evangelista não esteja registrando um discurso único pronunciado de uma só vez, mais sim, reunindo e organizando pequenos grupos de ditos de JESUS sobre o discipulado, exarados em várias ocasiões durante seu ministério. O fato de que muitos dos ditos aqui registrados são encontrados em diferentes contextos na narrativa de Lucas confirma esta conclusão. Tal confirmação vem também da opinião generalizada de que dificilmente qualquer mestre condensaria tanta instrução em um único sermão. É pouco convincente a opinião de Chapman (pág. 216) de que o sermão original pode ter durado tanto quanto uma hora inteira, na sua forma condensada, e até três horas, havendo necessidade de desenvolvimentos e explanações.</p>
<p>Além do mais, o ambiente onde, segundo Mateus, o &#8220;sermão&#8221; foi proferido, o monte, e a postura física do pregador - como se assentasse (sendo que a prática do tempo era que o Rabi ensinasse sentado), parece sugerir que o evangelista está retratando JESUS como um segundo Moisés, realmente maior que o primeiro; este, também num monte (que, de fato, era uma simples colina da Galiléia), dá ao novo Israel uma nova &#8220;lei&#8221;, embora certamente um tipo muito diferente &#8216;de lei em comparação com a que fora promulgada por Moisés no Monte Sinai. A &#8220;lei&#8221; prescrita por JESUS não é nenhum código de regras exteriores que possa ser seguido ao pé da letra, mas sim, uma série de princípios, ideais e motivos para conduta, mais consentânea com a &#8220;lei&#8221; que Jeremias predisse: o Senhor haveria de colocar na &#8220;mente&#8221; dos homens e lhas &#8220;inscrever no coração&#8221; quando estabelecesse um novo pacto com eles (ver Jeremias 31.33). O fato de ter Lucas registrado uma coleção muito mais breve de ditos sobre o discipulado, embora semelhante, chamada freqüentemente &#8220;o Sermão da Planície&#8221; (Lucas 6.20-49), e que ambas as coleções começam com uma série de bem-aventuranças e terminam com a parábola dos dois construtores, é considerada pelos críticos seja na base da suposição de que ambos os evangelistas estivessem extraindo seu material de uma coleção já existente de ditos, a qual Mateus tenha expandido, ou, mais raramente, que Lucas tenha abrevia,­do a narrativa de Mateus.</p>
<p>Nesta seção encontramos o ensino de JESUS sobre o modo como homens e mulheres devem orientar sua conduta ao tornar-se súditos do reino de DEUS, cristalizado na forma de instruções diretas. Parte deste ensino é encontrada numa forma mais poética nas parábolas ilustrativas pronunciadas por JESUS em outras ocasiões. Assim, o melhor comentário sobre a primeira bem-aventurança (v. 3) é a parábola do fariseu e do publicano (Lucas 18.10-4); e a verdade contida na quinta bem­aventurança (v. 7) é ilustrada de maneira inesquecível na parábola do credor incompassivo (18.23-35). Assim também a parábola do bom samaritano exemplifica como pode ser praticada a determinação &#8220;Amai os vossos inimigos&#8221; (v. 44).</p>
<p>A recordação destas outras formas literárias em que é encontrado o mesmo ensino de JESUS deve ajudar-nos a resistir à tentação de considerarmos o Sermão do Monte com espírito legalista, bem como a lembrar que foi exatamente contra esse espírito, muito característico, do ensino dos escribas e fariseus, que JESUS estava falando. Muitos mal­entendidos e frustrações poderão surgir se olharmos os preceitos contidos nesta seção como regras que podem ser obedecidas literalmente por todos, em qualquer circunstância, pelo simples exercício da vontade, do mesmo modo como as leis de um estado terreno podem ser acatadas por seus cidadãos. A ética do &#8220;Sermão do Monte&#8221;, como disse C. H. Dodd,(1) &#8220;é a ética absoluta do reino de DEUS. Não devemos supor que sejamos capazes neste mundo de amar nossos inimigos, ou mesmo o nosso próximo, na plena medida em que DEUS nos amou; ou mesmo de sermos tão completamente desinteressados e ingênuos, tão puros quanto aos desejos e ansiedades do mundo e tão predispostos ao sacrifício, quanto as palavras de JESUS o exigem; e contudo estes são os padrões pelos quais nossas ações são julgadas&#8221;.</p>
<p>O mesmo escritor defende o mesmo ponto de vista em outro escrito seu (2) quando escreve: &#8220;Os preceitos de CRISTO não são definições estatutárias como as do código mosaico, mas sim indicações da qualidade e da direção de ação que devem ser aparentes mesmo nas mais simples atitudes&#8221; .</p>
<p><strong>Características do Discipulado Cristão (5.1-16; comparar Lucas 6.20-23,14.34,35. 11.33; Marcos 9.50)</strong></p>
<p>As bem-aventuranças, como são geralmente chamadas, são descrições numa forma exclamatória das qualidades que devem ser encontradas, todas elas, e de fato o são, em vários graus, na vida dos que se submetem ao domínio soberano de DEUS. Elas são também uma declaração das bênçãos que já experimentam em parte e que irão gozar mais plenamente na vida futura todos os que revelem tais virtudes. O tempo verbal futuro usado na descrição daquelas bênçãos nos versos 5-9 enfatiza sua certeza, e não simplesmente o seu aspecto futuro. Os que choram serão certamente consolados, etc. As bem-aventuranças em Mateus parecem ser oito em número, pois no verso 11 JESUS abandona a forma exclamatória &#8220;bem-aventurados são&#8221; e aborda os discípulos diretamente com as palavras Bem-aventurados sois (vós). As oito qualidades aqui indicadas, quando integradas umas às outras (nenhuma delas pode sequer existir de fato sem as demais) formam o caráter daqueles que, únicos, serão aceitos pelo divino Rei como seus súditos (3,10), os únicos que o poderão ver, sendo ele invisível (8), os únicos dignos de serem seus filhos (9).</p>
<p>Conseqüentemente, qualquer pessoa que se diga filho de DEUS, ou que diz conhecê-Io, ou pertencer ao seu reino, ou ser membro de seu corpo, a Igreja; em suma, todos aqueles em que seja notória a ausência destas qualidades, é &#8220;mentiroso e não conhece a verdade&#8221;. Muitas destas qualidades já haviam sido consideradas como benditas pelo salmista. Mas quando foram combinadas por JESUS, formando uma espécie de mosaico do caráter cristão, ele realizou um beneficio ímpar.</p>
<p><strong>Os humildes de espírito</strong> não são &#8220;pobres-de-espírito&#8221;, como pode sugerir uma infeliz tradução. Eles são, isto sim, os que reconhecem de coração ser &#8220;pobres&#8221; no sentido de não poderem realizar nenhum bem sem assistência divina e que não têm nenhum poder em si mesmos que os ajude a fazer o que DEUS requer deles. O reino dos céus a estes pertence, pois deste reino os orgulhosos por sua auto-suficiência são inevitavelmente excluídos.</p>
<p><strong>Os que choram</strong> são os que lamentam tanto os seus próprios pecados e falhas, como o mal tão preponderante no mundo, causando tanto sofrimento e miséria. A simpatia que nasce desta lamentação traz consolação desde agora para aqueles que a praticam. E o dia certamente chegará quando DEUS &#8220;lhes enxugará dos olhos toda lágrima&#8221;.</p>
<p>Pode-se chora or si mesmo ou pelos outros. O choro é a frustação da alma incapaz de realizar seus desejos.</p>
<p><strong>Os mansos</strong> são aqueles que se humilham diante de DEUS por reconhecerem sua total dependência dele. Como conseqüência são gentis no trato com os outros. Moisés revelava este traço de caráter em notável medida; e a posse do mesmo por JESUS foi uma das bases para ele convidar homens e mulheres Cansados e sobrecarregados a achar alívio e descanso nele, que era exatamente manso e humilde (11.28,29). Quando DEUS tiver destruído todos os que em sua arrogância resistem à sua vontade, os mansos serão os únicos a herdar a terra.</p>
<p><strong>Os que têm fome e sede de justiça</strong> são os que, por ansiarem por ver o triunfo final de DEUS sobre o mal e o seu reino plenamente estabelecido, anseiam também por fazer eles próprios o que é justo e reto. Todos estes têm a crescente satisfação de saber que estão avançando e não bloqueando os propósitos de DEUS.</p>
<p><strong>Os misericordiosos</strong> são aqueles que estão conscientes de ser indignos recipientes da misericórdia de DEUS e que, não fosse por essa misericórdia, eles não seriam apenas pecadores, mas pecadores condenados. Conseqüentemente esforçam-se por refletir no seu convívio com outros algo da misericórdia que DEUS mostrou para com eles. E quanto mais fazem isto, mais a misericórdia de DEUS se estende a eles.</p>
<p><strong>Os limpos de coração</strong> são os íntegros, livres da tirania de um &#8220;eu&#8221; dividido, e que não ficam tentando servir a DEUS e ao mundo ao mesmo tempo. Destes é impossível que DEUS se esconda. Vivem como se já pudessem ver aquele que é invisível e a quem, um dia, verão tal como ele é (comparar Hebreus 11.27 e I João 3.2).</p>
<p><strong>Os pacificadores</strong> são os que estão em paz com DEUS, que é o &#8220;autor da paz e apreciador da concórdia&#8221;; são os que mostram ser verdadeiramente filhos de DEUS, esforçando-se para aproveitar qualquer oportunidade que se lhes abra para efetuar a reconciliação entre aqueles que estão em desavença.</p>
<p><strong>Aqueles que são perseguidos</strong> sofrem simplesmente por sustentarem os padrões divinos de verdade, justiça e pureza, recusando-se a ajustar­se ao paganismo ou a curvar-se perante os ídolos que os homens erguem como substitutos de DEUS. Como Paulo alertou seu amigo Timóteo, &#8220;todos os que querem viver piedosamente em CRISTO JESUS serão perseguidos&#8221; (II Timóteo 3.12); mas a estes JESUS assegura que são cidadãos do único reino permanente, o reino dos céus.</p>
<p><img src="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/luz-do-mundo.jpg" height="386" width="514" /></p>
<p><strong>No versículo 11</strong> JESUS se volta para os discípulos advertindo-os de que, no caso deles, sofrimento por minha causa significará a possibilidade de serem submetidos a violência, perseguição e todo tipo de calúnia. Quando ele, o Messias, se retirasse da presença deles, o ódio do mundo, até então voltado contra ele enquanto estava na terra, se voltaria contra seus seguidores. Estes deviam alegrar-se muito sabendo que tal sofrimento seria indicação de estarem eles na linha de descendência dos profetas que anunciaram a vinda do Messias.</p>
<p>Tais profetas e o povo ao qual falavam eram um povo &#8220;peculiar&#8221;, e os discípulos de JESUS deviam, pela própria natureza de sua vocação, ser &#8220;característicos&#8221;, ou seja, facilmente identificáveis. Esta é a verdade expressa na descrição que JESUS faz deles como o sal da terra. A mais evidente característica geral do sal é que ele é essencialmente diferente do meio em que é posto. Seu poder está precisamente nesta diferença. Isso acontece também, diz JESUS, com seus discípulos. Seu poder no mundo está na diferença que existe entre ambos. O cristão é tão diferente dos outros homens como o sal num prato difere do alimento em que é colocado. Além disto outra função primária do sal é preservar, deter a decomposição, agir como um anticéptico, de modo que os germes latentes, por exemplo, na carne, possam ser neutralizados ao contacto com ele.</p>
<p>Os discípulos, do mesmo modo, são chamados a ser como um purificador moral em um mundo onde os padrões morais são baixos, instáveis, ou mesmo inexistentes. Eles só poderão porém cumprir esta missão se retiverem a sua virtude - e isto exige muita disciplina pessoal - inclusive no falar, pois, como Paulo disse, a palavra de um cristão deve ser &#8220;sempre agradável, temperada com sal&#8221; (Colossenses 4.6). Como JESUS afirma a seguir, se um discípulo perde sua &#8220;virtude&#8221;, ele é como o sal que perde a sua salinidade, tornando-se, assim, uma substância completamente inútil, só servindo para ser jogado fora, nas ruas, onde é pisado pelos caminhantes. Na versão que Lucas dá a este pronunciamento está implícito que seria até uma perda de tempo e energia espalhá-Io pela terra e mesmo levá-Io para o monturo (Lucas 14.35).</p>
<p>Entretanto, os discípulos de CRISTO não devem, sob pretexto de ter medo de exercer uma influência indigna, permanecer silenciosos a respeito de sua religião. Eles podem e devem dar testemunho da fé que possuem através de seu exemplo pessoal. Esta é a verdade que sublinha a metáfora usada por JESUS ao dizer-Ihes que eram a luz do mundo. A luz que mostram é obtida daquele que é supremamente a Luz do mundo. Mas para poder brilhar nos lugares escuros do mundo, esta luz deve estar em uma posição estratégica, livre de qualquer bloqueio. É a cidade sobre o monte, visível a quem vive em terrenos mais baixos. Do mesmo modo, seria absurdo, diz JESUS, colocar-se uma candeia debaixo de um alqueire (modios, no grego, significando barril, uma medida para cereais) ao invés do velador, esperando assim iluminar a casa para seus moradores! Os discípulos não devem então esconder-se, mas viver e trabalhar em lugares onde sua influência seja sentida e a luz que neles haja seja mais plenamente manifesta a outros - não para glorificação própria, mas para que outros possam ver que a luz da verdadeira bondade cristã, expressando-se em atos reais de gentileza e serviço, não é uma luz deste mundo, mas vem de DEUS, e possam conseqüentemente ser levados a dar honra e louvor ao Doador da mesma.</p>
<p><strong>JESUS e a Lei Mosaica (5.17-48; comparar Lucas 12.57-59; Mar­cos 9.43-48, 10.11,12; Lucas 16.18,6.29,30,32-36)</strong></p>
<p>Nesta seção JESUS insiste em que em seu ensino ele não está, de modo nenhum, contradizendo a lei mosaica, embora esteja em oposição ao tipo legalista de religião que os escribas haviam construído sobre ela. Frisa também que ele considera o Antigo Testamento como tendo validade permanente como Palavra de DEUS, conforme se vê em seus candentes dizeres nos versos 17-19. Ao mesmo tempo, fica também claro que ele considera seu próprio ensino como igualmente válido. E sua ênfase sobre esta verdade, às vezes tem dado a leitores desta seção do evangelho de Mateus a impressão de que em alguns casos a natureza permanente da lei parece ser negada.</p>
<p>1 The Bible Today (A Bíblia Hoje), pág. 84.</p>
<p>2 The Gospels and the Law of Christ (Os Evangelhos e a Lei de CRISTO) (Longmans, 1947), pág. 9.</p>
<p><strong>INTERAÇÃO</strong></p>
<p>Prezado professor, você tem desfrutado das bem-aventuranças? Este é o tema que estudaremos na lição de hoje: &#8220;A Prosperidade dos Bem-Aventurados&#8221;. Ser um bem-aventurado não é ter muitos bens materiais, mas é viver do favor de DEUS. A graça divina nos dá condições para vivermos segundo os seus preceitos. Sabemos que na Lei de Moisés alguém para ser abençoado necessitava fazer alguma coisa. Porém, na dispensação da graça, os bem-aventurados são aqueles que não necessitam fazer coisa alguma, visto que pela fé o Filho de DEUS já fez por eles! Por isso mesmo praticam boas obras. Enfatize, também, que para sermos abençoados, basta permanecermos firmes em JESUS CRISTO.</p>
<p><strong>OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:</strong></p>
<p>Saber quais são os fundamentos das bem-aventuranças.</p>
<p>Explicar as bem-aventuranças da mansidão e da misericórdia.</p>
<p>Conscientizar-se de que a prosperidade dos bem aventurados firma-se nas coisas espirituais e não nas materiais.</p>
<p><strong>ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA</strong></p>
<p>Professor, reproduza no quadro de giz o esquema abaixo. Depois, pergunte aos alunos: &#8220;O que significa ser bem-aventurado?&#8221; Ouça as respostas e explique, utilizando o quadro, que ser bem-aventurado é ser feliz. Essa felicidade não se origina dos bens materiais que possuímos, mas em termos os nossos pecados perdoados por JESUS. Somente aqueles que receberam a CRISTO como único e suficiente Salvador podem desfrutar dessa felicidade. Conclua enfatizando que essa alegria nos acompanhará por toda a eternidade.</p>
<p><strong>Palavra Chave - Bem-aventurança: Do gr. makarismós; felicidade perfeita.</strong></p>
<p><img src="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6-avp-1tr12-tabela.jpg" height="382" width="509" /></p>
<p><strong>RESUMO DA </strong><strong>LIÇÃO 6,  A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS</strong></p>
<p><strong>I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS</strong></p>
<p><strong>1. O significado das bem-aventuranças.</strong></p>
<p><strong>2. Bem-aventurados os pobres (Mt 5.3). Veja  Is 61.11.</strong></p>
<p><strong>3. Bem-aventurados os que choram (Mt 5.4). </strong></p>
<p><strong>II. A BEM AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA</strong></p>
<p><strong>1. Bem aventurados os mansos (Mt 5.5). Veja Salmos 37.11; Is 61.11; Mt 11.28; </strong><strong>Gl 5.22,23</strong><strong>).</strong></p>
<p><strong>2. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça (Mt 5.6). </strong></p>
<p><strong>3. Bem-aventurados os misericordiosos (Mt 5.7). </strong></p>
<p><strong>III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO</strong></p>
<p><strong>1. Bem-aventurados os limpos de coração (Mt 5.8). </strong></p>
<p><strong>2. Bem-aventurados os pacificadores (Mt 5.9). </strong></p>
<p><strong>3. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça (Mt 5.10,11). </strong></p>
<p>SINOPSE DO TÓPICO (I) Ser bem-aventurado é ser feliz por amar intensamente ao Senhor.</p>
<p>SINOPSE DO TÓPICO (II) Ser próspero é agir com mansidão e submeter-se à vontade divina.</p>
<p>SINOPSE DO TÓPICO (III) Sofrer injustiça e ser perseguido por causa do Reino de DEUS são evidências de uma bem-aventurança eterna.</p>
<p><strong>VOCABULÁRIO</strong></p>
<p>Léxico: Dicionário de línguas clássicas antigas.<br />
Pieguice: Relativo a piegas; sentimentalismo extremo.<br />
Sapiencial: Relativo à sabedoria (os livros de sabedoria do AT).</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA SUGERIDA</strong></p>
<p>COUTO, G. A Transparência da Vida Cristã. 1.ed., RJ: CPAD, 2001.<br />
RICHARDS, L. O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2007.</p>
<p><strong>AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Teológico</strong></p>
<p>&#8220;Os Bem-aventurados</p>
<p>Os pobres de espírito (Mt 5.3). Talvez isso inclua os economicamente necessitados, mas certamente aqueles que aprenderam a inutilidade de ter esperança em qualquer coisa que não seja DEUS. O perigo da riqueza é o isolamento que ela causa às vulnerabilidades da pessoa comum; ela pode fazer o rico [humanamente] insensível [&#8230;].</p>
<p>Os que choram (Mt 5.4). Os que choram são aqueles que sentem uma tristeza profunda, tendo reconhecimento que a infelicidade é uma consequência do pecado pessoal e institucionalizado.</p>
<p>Os mansos (Mt 5.5). A palavra ‘manso&#8217;, praus, é um termo complexo que sugere gentileza, ausência de ostentação, uma vontade de reagir. Os gregos encaravam a mansidão como sendo desprezível e a confundiam com servidão. No pensamento bíblico [&#8230;] o manso relaciona-se com os demais sem hostilidade, sem maldade e sem arrogância ou orgulho.</p>
<p>Os pacificadores (Mt 5.9). A ideia de paz encontrada no Antigo Testamento não é simplesmente uma ausência de discórdia. Ao contrário, paz, shalom, é um termo dinâmico e positivo que implica tanto em saúde quanto em inteireza. [&#8230;] Existe a clara implicação de que a pessoa capaz de trazer cura e inteireza, é pobre de espírito, mansa, misericordiosa e pura de coração&#8221; (RICHARDS, L. O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2007, p.25).</p>
<p><strong>AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Devocional</strong></p>
<p>&#8220;O cristão tem uma vantagem. Podemos entrar nas dificuldades da vida, nas batalhas e situações aparentemente impossíveis, sabendo que DEUS nos ajudará. Quando assumimos a responsabilidade de manter uma atitude boa e honesta, e desenvolvemos a nossa fé, sabemos que DEUS estará ao nosso lado. Apesar de termos na vida muitos obstáculos e complexidades, devemos crer que venceremos. DEUS está consciente do nosso problema particular. Ele nos dará a sabedoria para lidarmos seja lá com o que for. Por isto é importante compreendermos que, a fim de vencer na vida, temos de depender dEle e fazer o que Ele nos manda. O orgulho pessoal nos deixará presos onde estamos. Entendemos que ‘Ainda que o Senhor é excelso, atenta para o humilde; mas ao soberbo, conhece-o de longe&#8217; (Sl 138.6). Necessitamos da força e da ajuda de DEUS em tudo o que fazemos. Não existe nenhum ‘vencedor pelo próprio esforço&#8217;, mas homens e mulheres que desenvolveram os talentos recebidos de DEUS.</p>
<p>Há muitas pessoas bem-sucedidas, que chegaram ao topo de sua profissão e esqueceram-se do que (ou quem) as levou até lá. Os nossos talentos, a nossa inteligência, singularidade e oportunidade vieram de DEUS. Se agirmos na vida com fidelidade e confiança, cresceremos e saberemos o que fazer para ser próspero&#8221; (GOODALL, W. O Sucesso que Mata: Fuja das Armadilhas que Roubam os seus Sonhos. 1.ed., RJ: CPAD, 2011, p.77).</p>
<p><strong>AJUDA</strong></p>
<p>CPAD - <a href="http://www.cpad.com.br/">http://www.cpad.com.br/</a> - Bíblias, CD&#8217;S, DVD&#8217;S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.</p>
<p>VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - <a href="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm">http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm</a></p>
<p>BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.</p>
<p>BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. São Paulo, IBR, 1975.</p>
<p>CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.</p>
<p>BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Edição contemporânea. São Paulo, Vida, 1994.</p>
<p>McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.</p>
<p>Espada Cortante 2 - Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ</p>
<p>CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. v. 1<br />
VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.<br />
VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário Vine. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.</p>
<p>GILBERTO, Antonio. A BÍBLIA Através dos Séculos. Rio de Janeiro: CPAD, 1987. HORTON, Stanley. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.<br />
Romeiro, Paulo - Decepcionados com a graça : esperanças e frustrações no Brasil neopentecostal / Paulo Romeiro. - São Paulo : Mundo Cristão, 2005.</p>
<p>Ari Pedro ORO, Igreja Universal do Reino de DEUS: Os novos conquistadores da fé, p. 32,33. V. tb. entrevista sobre o mesmo tema na revista Eclésia, dezembro de 2003, p. 18.</p>
<p>Paulo ROMEIRO, Super Crentes e Evangélicos em crise.<br />
Dennis A. SMITH, &#8220;Pistas polêmicas para uma pastoral no final do milênio&#8221; in<br />
Benjamin F. GUTIÉRREZ e Leonildo S. CAMPOS, Na força do ESPÍRITO, p. 286.</p>
<p>Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD</p>
<p>Livro Jó - Claudionor De Andrade - CPAD</p>
<p>Introdução e Comentários de Francis I.Andersen - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - S.Paulo - SP</p>
<p>Impressão 05/1996  -  <a href="http://www.vidanova.com.br/" target="www.vidanova.com.br/">http://www.vidanova.com.br/</a></p>
<p><a href="http://www.estudosbiblicos.com.br/" target="www.estudosbiblicos.com.br">www.estudosbiblicos.com.br</a></p>
<p>MURPMY, R. E. - Jó e Salmos. Encontros e Confrontos com DEUS, Ed Paulinas, 1985.</p>
<p>Mateus, introdução e comentário - Série cultura bíblica - R. V. G. Tasker - Editora: Vida Nova</p>
<p><a href="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao07-pd-apromessadaverdadeprosperidade.htm">http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao07-pd-apromessadaverdadeprosperidade.htm</a></p>
<p><a href="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-heresias-ateologiadaprosperidade.htm">http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-heresias-ateologiadaprosperidade.htm</a></p>
<p><a href="http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/jolicao9bildadeteologiaprosperidade.htm">http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/jolicao9bildadeteologiaprosperidade.htm</a></p>
<a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=b%C3%ADblica" rel="tag">bíblica</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=cpad" rel="tag">cpad</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=dominical" rel="tag">dominical</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ebd" rel="tag">EBD</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=ensino" rel="tag">ensino</a>, <a href="http://www.ebdweb.com.br/index.php?tag=escola" rel="tag">escola</a> <span class="post2pdf_span" style="border: 1px solid gray; width: 160px; text-align: left; "><a href="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/generate.php?post=3423" rel="nofollow"><img src="http://www.ebdweb.com.br/wp-content/plugins/post2pdf/icon/pdf.png" width="16px" height="16px" />converter em pdf.</a></span><p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.2.3&amp;publisher=4634c10d-965e-450a-9061-9d8eef64308c&amp;title=A+Prosperidade+dos+Bem-aventurados+-+Ev.+Luiz+Henrique&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ebdweb.com.br%2F2012%2F02%2F03%2Fa-prosperidade-dos-bem-aventurados-ev-luiz-henrique%2F">ShareThis</a></p><br /><hr /><br /><div style="text-align:center">
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		<title>A Prosperidade dos Bem-aventurados - Francisco A. Barbosa</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

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<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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&#8220;O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração&#8221; (Lc 4.18). O  primeiro sermão de Jesus na sinagoga da cidade de Nazaré, onde morava,  envolveu o cumprimento de uma passagem das Escrituras. Quando o rolo do  Livro de [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Prosperidade dos Bem-aventurados - Francisco A. Barbosa", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/01/a-prosperidade-dos-bem-aventurados-francisco-a-barbosa/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 align="center">TEXTO ÁUREO</h4>
<p>&#8220;<em>O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração</em>&#8221; <strong>(Lc 4.18)</strong>. <em>O  primeiro sermão de Jesus na sinagoga da cidade de Nazaré, onde morava,  envolveu o cumprimento de uma passagem das Escrituras. Quando o rolo do  Livro de Isaías foi entregue a Jesus, ele se pôs de pé e leu (Is 61.1,2;  58.6), omitindo &#8220;o dia da vingança do nosso Deus&#8221;, e então começou a  pregar. Depois que o rejeitaram, não há registro de que Jesus tenha  voltado a Nazaré para pregar</em><em> </em><strong><sup>[1]</sup></strong><em>.</em></p>
<p><strong><sup>[1]</sup></strong> Bíblia de Estudo da Mulher, Editora Mundo Cristão e SBB; Barueri, SP; 2003<br />
Nota Textual de Lc 4.18; p. 1258<strong>.</strong></p>
<h4 align="center">VERDADE PRÁTICA</h4>
<p>A  verdadeira prosperidade não reside no acúmulo de bens materiais, mas se  encontra na abundância dos bens espirituais que a graça de Nosso Senhor  Jesus Cristo nos proporciona.</p>
<h4 align="center">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h4>
<p align="center"><strong>Mateus 5.1-12.</strong></p>
<h4>OBJETIVOS</h4>
<p>Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:</p>
<ul class="unIndentedList">
<li>   <strong>Saber</strong> quais são os fundamentos das bem-aventuranças;</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li>   <strong>Explicar</strong> as bem-aventuranças da mansidão e da misericórdia; e</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li>   <strong>Conscientizar-se</strong> de que a prosperidade dos bem aventurados firma-se nas coisas espirituais e não nas materiais.</li>
</ul>
<p align="center"><strong>Palavra Chave</strong></p>
<p align="center"><em><strong>Bem-aventurança: </strong></em><em>Do gr. </em>makarismós<em>; felicidade perfeita.</em></p>
<h4 align="center">COMENTÁRIO</h4>
<p><strong>(I. introdução)</strong></p>
<p>A expressão &#8220;bem-aventurado&#8221; aparece sete vezes no Antigo Testamento e vinte e seis vezes no Novo Testamento. Encerra o sentido de ‘<em>ditoso&#8217;</em>, ‘<em>feliz&#8217;</em> e ‘<em>felicidade perfeita&#8217;</em>. Esta ‘<em>felicidade perfeita</em>&#8216;  é fundamentada principalmente em Deus, na obediência à Sua palavra e na  fé. A obediência conjugada à fé gera a ação de Deus no coração, que  gera a felicidade, que ajuda o crente a resistir aos momentos mais  difíceis - <em>&#8220;Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.&#8221; (Mt 5.4). </em>Os  servos de Deus que por algum motivo estão chorando, serão  bem-aventurados, pois essa felicidade é fundamentada em Deus e na fé  (serão consolados). Este é o tema que estudaremos na lição de hoje: &#8220;A  Prosperidade dos Bem-Aventurados&#8221;. Ser um bem-aventurado não é ter  muitos bens materiais, mas é viver do favor de Deus. A graça divina nos  dá condições para vivermos segundo os seus preceitos. Ser bem-aventurado  é ser feliz. Obediência gera felicidade, não obediência aos sistemas  nem a homem, mas a Deus, que se comunica através dos mandamentos que  deixou para o nosso bem-estar. Obediência é para a mente e para o  coração. A obediência começa com o conhecimento do mandamento (o que  exige meditação), desejo de seguir as instruções e esforço na caminhada.  Obediência é para quem acha que os mandamentos de Deus são bons, mesmo  que soem como azorragues (chicotes) ou repreensões. Diante deles, nós  devemos nos sentir como aqueles que estão no caminho da obediência ou  como aqueles que caminham pela margem deles. Obediência é uma palavra  que só tem efeito quando vira prática. Essa felicidade não se origina  dos bens materiais que possuímos, mas em termos os nossos pecados  perdoados por Jesus. Somente aqueles que receberam a Cristo como único e  suficiente Salvador podem desfrutar dessa felicidade; felicidade que  nos acompanhará por toda a eternidade. Vejamos, pois, na aula de hoje,  em que consiste a verdadeira prosperidade. Boa aula!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(II. desenvolvimento)</strong></p>
<p><strong>I. O FUNDAMENTO DAS BEM-AVENTURANÇAS</strong></p>
<p><strong>1. O significado das bem-aventuranças.</strong> É  importante salientar que o nosso conceito de felicidade precisa se  inscrever no círculo bíblico, não importa o que se proponha nos outros  compassos. A Bíblia está cheia de descrições sobre felicidade.  Makarismos denota ‘declaração de bem-aventurança, felicitação&#8217;; é  encontrado em Gl 4.15; os convertidos gálatas tinham se considerado  felizes quando ouviram e receberam o Evangelho de Paulo; ele lhes  pergunta retoricamente o que tinha acontecido com o espírito que os  tinha animado. A palavra também ocorre em Rm 4.6,9. A bem-aventurança, a  comunhão com Deus e tudo aquilo que os acompanha, bem como a salvação,  não são adquiridas mediante as obras, mas são o efeito do dom do perdão.  É por causa da obra de Cristo, e não por causa da nossa, que somos  justificados. Méritos humanos de qualquer tipo ficam excluídos. O  Dicionário VINE afirma que o termo hebraico &#8220;<em>‘asrê</em>&#8221; ocorre 44  vezes e que todas, menos quatro das 44 ocorrências bíblicas, estão em  passagens poéticas, como 26 ocorrências nos Salmos e oito em Provérbios e  que conota, basicamente, o sentido de ‘prosperidade&#8217; ou ‘felicidade&#8217;  que vem quando um superior concede seu favor (bênção) a alguém. Na maior  parte das passagens, a fonte é sempre Deus: &#8220;<em>Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR</em>&#8221; (Dt 33.29)<strong><sup> [2]</sup></strong><em>.</em><br />
<strong>_____________________________________</strong><br />
<strong><sup>[2]</sup></strong> Dicionário VINE, CPAD; Rio de Janeiro, RJ; 1ª edição, 2002<br />
Bendito, ‘asrê; p. 53<strong>.</strong></p>
<p><strong>2. Bem-aventurados os pobres (Mt 5.3).</strong> No Sermão da Montanha, <strong>Bem-aventurados</strong>  significa mais do que um estado emocional representado pela palavra  ‘feliz&#8217;. Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e,  assim, um destino mais feliz (Sl 1). Nesse contexto, a pobreza não é  vista propriamente como escassez de bens materiais, mas como necessidade  espiritual. Os que têm maior necessidade espiritual estão mais aptos  para perceber essa necessidade e depender só de Deus e não da sua  própria bondade. Paulo observa o mesmo princípio em Romanos 9.30 e 31. O  paralelo em Lucas 6.20 omite &#8220;<em>de espírito</em>&#8220;. Isto tem levado  muitos intérpretes a entender que Jesus, primariamente, se referiu aos  materialmente pobres. Pobreza material e reconhecimento da necessidade  espiritual freqüentemente andam juntas (Sl 9.18), mas as duas espécies  de pobreza são idênticas.</p>
<p><strong>3. Bem-aventurados os que choram (Mt 5.4).</strong> Por  que um crente chora? O contexto de Mateus 5.4 indica que estão chorando  por causa do pecado e do mal, especialmente os deles mesmos, e por  causa do fracasso da humanidade em dar a glória devida ao Senhor.  Apocalipse 21.4 afirma que &#8220;<em>Deus limpará de seus olhos toda lágrima&#8230;</em>&#8221; Se de fato choramos aos pés de Cristo, o consolo certamente virá.</p>
<p align="center"><strong>SINOPSE DO TÓPICO (I)</strong></p>
<p align="center"><em>Ser bem-aventurado é ser feliz por amar intensamente ao Senhor.</em></p>
<p><strong>II. A BEM AVENTURANÇA DA MANSIDÃO E DA MISERICÓRDIA</strong></p>
<p><strong>1. Bem aventurados os mansos (Mt 5.5).</strong> Nesse  contexto, manso assemelha-se à bem aventurança de Sl 37.11 e, talvez,  esteja baseada nela. A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, é  uma atitude de humildade e submissão ao senhorio de Deus. Nosso modelo  máximo de mansidão é Jesus, que se submete à vontade do Pai celeste. O  termo grego <em>paütes</em> é utilizado nas Escrituras com um significado  bem mais amplo que nos escritos seculares; não consiste apenas no  comportamento exterior nem em suas relações interpessoais. Antes, ema  entretecida graça da alma; e cujos exercícios são primeira e  primariamente para com Deus. É o temperamento de espírito no qual  aceitamos Seus procedimentos conosco como bons, e, portanto, sem  disputar ou resistir.</p>
<p><strong>2. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça (Mt 5.6).</strong> Os  que procuram a justiça de Deus recebem aquilo que desejam, e não os que  confiam em sua própria justiça. ‘Fome e sede&#8217; é uma expressão  idiomática que significa ‘forte desejo&#8217;. Por isso mesmo este versículo é  um dos mais importantes do Sermão do Monte e afirma que a condição  primordial para uma vida santa em todos os aspectos é ter ‘fome e sede  de justiça&#8217;. Tal fome pode ser vista na vida de Paulo (Fp 3.8-10). A  verdadeira prosperidade é possuída apenas por aqueles que demonstram um  ardente, extremo, penetrante, e que tudo consome, desejo e paixão da  alma pela completa união com Deus e pela plenitude do Espírito (Sl 42.;  63.1; 143.6; Is 41.17; 44.3).</p>
<p><strong>3. Bem-aventurados os misericordiosos (Mt 5.7).</strong> Os  ‘misericordiosos&#8217; são aqueles que cheios de compaixão e dó para com os  que sofrem, quer seja  pelos pecados, quer seja pelas aflições da vida.  Os misericordiosos desejam minorar os sofrimentos e fazem isso levando  as boas novas do Evangelho ao homem aprisionado pelo pecado (Mt  18.33-35; Lc 10. 30-37; Hb 2.17). O termo grego aqui é <strong><em>eleemon</em></strong> e denota uma palavra gentil, compassiva, solidária, misericordiosa e sensível, que combina intenções do coração com ação.</p>
<p align="center"><strong>SINOPSE DO TÓPICO (II)</strong></p>
<p align="center"><em>Ser próspero é agir com mansidão e submeter-se à vontade divina.</em></p>
<p><strong>III. A BEM-AVENTURANÇA DA PUREZA E DA AFLIÇÃO</strong></p>
<p><strong>1. Bem-aventurados os limpos de coração (Mt 5.8).</strong> O termo grego aqui é <strong><em>katharos</em></strong> e significa ‘<em>sem mancha</em>&#8216;, ‘<em>limpo&#8217;</em>, ‘<em>imaculado&#8217;</em>, ‘<em>puro&#8217;</em>.  O termo descreve a limpeza física, pureza cerimonial e pureza ética (Mt  23.36; 27.59; Lc 11.41; Rm 14.20; Jo 13.10; At 18.6). O pecado macula e  corrompe, mas o sangue de Jesus vertido no Calvário tem a propriedade  de tirar toda e qualquer mancha. O crente verá a Deus pelos olhos da fé,  já que a Deus é espírito e sua essência divina é invisível (Cl 1.15;  1Tm 1.17; 6.16). Jesus assegurou aos discípulos que, vendo-o, vêem ao  Pai (Jo 14.9). Não obstante isso, temos a grata promessa de que, quando  glorificados, os filhos de Deus o verão ‘<em>como ele é</em>&#8216; (1Jo 3.2).</p>
<p><strong>2. Bem-aventurados os pacificadores (Mt 5.9).</strong> Deus  é o pacificador supremo, e nós, como filhos do Pai, que carrega as  características daquele que nos gerou, devemos seguir seu exemplo. O  crente tem por obrigação buscar a paz até com seus próprios inimigos. A  idéia de paz encontrada no Antigo Testamento não é simplesmente uma  ausência de discórdia. Ao contrário, paz, <em>shalom</em>, é um termo  dinâmico e positivo que implica tanto em saúde quanto em inteireza.  [&#8221;&#8230;] Existe a clara implicação de que a pessoa capaz de trazer cura e  inteireza, é pobre de espírito, mansa, misericordiosa e pura de coração&#8221;<strong><sup> [3]</sup></strong><em>.</em><br />
<strong>_____________________________________</strong><br />
<strong><sup>[3]</sup></strong> RICHARDS, L. O. <strong>Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento.</strong> 1.ed., RJ: CPAD, 2007, p.25<br />
<strong>3. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça (Mt 5.10,11).</strong> O Pr Antonio Gilberto em seu livro O fruto do Espírito discorre acerca da natureza do Amor Ágape: <strong>&#8220;</strong><em>A  pessoa que tem amor é sofredora. Este é o amor passivo, o amor  paciente, o amor que espera, suporta, sofre, na quietude. A pessoa que  tem amor é benigna. Certo escritor chama a benignidade de amor ativo. A  pessoa que tem amor não é invejosa. A pessoa amorosa não tem inveja ou  ciúmes do sucesso dos outros. A pessoa que tem amor ágape não trata com  leviandade, não se ensoberbece. Ela não é orgulhosa. A pessoa que tem  amor semelhante a Cristo não se porta com indecência. Ela não é rude. É  natural a pessoa amorosa ser cortês, mostrar consideração pelos outros. A  pessoa que tem amor não busca os seus interesses. Ela é altruísta. A  pessoa que manifesta amor não se irrita. Ela não fica zangada  facilmente. A pessoa que ama não suspeita mal. Ela não guarda rancor,  não mantém um registro dos erros. A pessoa que tem o verdadeiro amor não  folga com a injustiça, mas folga com a verdade</em><strong>&#8220;</strong><strong><sup> [4]</sup></strong><em>.</em><br />
<strong>_____________________________________</strong><br />
<strong><sup>[4]</sup></strong> GILBERTO, A. <strong>O fruto do Espírito.</strong> RJ: CPAD, 2004<br />
p. 40-42<strong>.</strong></p>
<p>Sofrer  injustiça, ser perseguido e até mesmo martirizado por causa do Reino de  Deus são evidências de uma bem-aventurança eterna.</p>
<p align="center"><strong>SINOPSE DO TÓPICO (III)</strong></p>
<p align="center"><em>Sofrer injustiça e ser perseguido por causa do Reino de Deus são evidências de uma bem-aventurança eterna.</em></p>
<p><strong>(III. conclusão)</strong></p>
<p>As  bem-aventuranças contém a revelação dos princípios divinos da justiça,  segundo os quais todo crente deve vivenciar através da fé em Jesus  Cristo (Gl 2.20), e mediante o poder do Espírito Santo que em nós habita  (Rm 8.2-14; Gl 5.16-25). Todos os servos do Cordeiro, que pertencem a  ele e são cidadãos do reino de Deus, deve ter um intenso desejo, de que  trata esse sermão proferido por Jesus. Devemos ressaltar que, Deus tem  para os seus bênçãos sem igual e que isso não significa que Deus não  queira que os seus filhos prosperem materialmente. Porém, entendemos que  ‘<em>Ainda que o Senhor é excelso, atenta para o humilde; mas ao soberbo, conhece-o de longe</em>&#8216;  (Sl 138.6). &#8220;Necessitamos da força e da ajuda de Deus em tudo o que  fazemos. Não existe nenhum ‘vencedor pelo próprio esforço&#8217;, mas homens e  mulheres que desenvolveram os talentos recebidos de Deus. Há muitas  pessoas bem-sucedidas, que chegaram ao topo de sua profissão e  esqueceram-se do que (ou quem) as levou até lá. Os nossos talentos, a  nossa inteligência, singularidade e oportunidade vieram de Deus. Se  agirmos na vida com fidelidade e confiança, cresceremos e saberemos o  que fazer para ser próspero&#8221;<strong><sup> [5]</sup></strong><em>.</em><br />
<strong>_____________________________________</strong><br />
<strong><sup>[5]</sup></strong> GOODALL, W. <strong>O Sucesso que Mata:</strong> <em>Fuja das Armadilhas que Roubam os seus Sonhos.</em> 1.ed., RJ: CPAD, 2011, p.77</p>
<p align="center">&#8220;Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.&#8221; (1Jo 3.18)</p>
<p>N&#8217;Ele, que me garante: &#8220;Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus&#8221; (Ef 2.8),</p>
<p>Campina Grande, PB,</p>
<p>Fevereiro de 2012.</p>
<p>Francisco de Assis Barbosa,</p>
<p><a href="mailto:auxilioaomestre@bol.com.br">auxilioaomestre@bol.com.br</a></p>
<h4 align="center">EXERCÍCIOS</h4>
<p><strong>1.</strong> O que significa ser bem-aventurado?</p>
<p><strong>R.</strong> <em>Significa ser feliz por amar intensamente ao Senhor.</em></p>
<p><strong>2.</strong> Como é vista a pobreza no Sermão da Montanha?</p>
<p><strong>R.</strong> <em>No Sermão da Montanha, a pobreza não é vista propriamente como escassez de bens materiais, mas como carência da alma.</em></p>
<p><strong>3.</strong> De acordo com o contexto das bem-aventuranças, o que é ser manso?</p>
<p><strong>R.</strong> <em>Ser manso é demonstrar total submissão à vontade de Deus, mesmo quando esta parece contrariar os interesses pessoais.</em></p>
<p><strong>4.</strong> Segundo a lição, quem são os verdadeiros prósperos?</p>
<p><strong>R.</strong> <em>Os verdadeiramente prósperos são aqueles que demonstram um forte desejo pela justiça divina e a buscam ansiosamente.</em></p>
<p><strong>5.</strong> Qual ensino você pode extrair para a sua vida pessoal depois de ter estudado esta lição?</p>
<p><strong>R.</strong> <em>Resposta pessoal.</em></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>NOTAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p><strong><u>TEXTOS UTILIZADOS</u></strong><strong>:</strong><br />
-. Lições  Bíblicas do 1º Trimestre de 2012, Jovens e Adultos, A verdadeira  prosperidade - A vida cristã abundante; Comentarista: José Gonçalves;  CPAD;</p>
<p><strong><u>CITAÇÕES</u>:</strong><br />
-. Bíblia de Estudo da Mulher, Editora Mundo Cristão e SBB; Barueri, SP; 2003; Nota Textual de Lc 4.18; p. 1258<strong>;</strong><br />
-. Dicionário VINE, CPAD; Rio de Janeiro, RJ; 1ª edição, 2002; Bendito, ‘asrê; p. 53;<br />
-. RICHARDS, L. O. <strong>Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento.</strong> 1.ed., RJ: CPAD, 2007, p.25;<br />
-. GILBERTO, A. <strong>O fruto do Espírito.</strong> RJ: CPAD, 2004; p. 40-42<strong>.</strong></p>
<p><strong><br />
<u>OBRAS CONSULTADAS</u>:</strong><br />
-. Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP; SBB 2001;<br />
-. Bíblia de Estudo Genebra, São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999;<br />
-. Bíblia de Estudo da Mulher, Editora Mundo Cristão e SBB; Barueri, SP; 2003;<br />
-. COUTO, G. <strong>A Transparência da Vida Cristã.</strong> 1.ed., RJ: CPAD, 2001;<br />
-. RICHARDS, L. O. <strong>Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento.</strong> 1.ed., RJ: CPAD, 2007.</p>
<p><em>Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site <a href="http://www.bibliaonline.com.br/">http://www.bibliaonline.com.br/</a> , na versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel, salvo indicação específica.</em></p>
<p>Publicado no blog <a href="http://auxilioebd.blogspot.com/2012/01/licao-6-prosperidade-dos-bem.html" target="_parent">Auxilio ao Mestre </a></p>
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		<item>
		<title>A Prosperidade dos Bem-aventurados - Pr. Geraldo Carneiro Filho</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 06 - DATA: 05/02/2012
TÍTULO: “A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS”
TEXTO ÁUREO – Lc 4:18
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Mt 5.1-12
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
Para os filósofos, a felicidade é inalcançável: Alguns são felizes por serem ricos, mas, por outro lado, a posse de [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Prosperidade dos Bem-aventurados - Pr. Geraldo Carneiro Filho", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/02/01/a-prosperidade-dos-bem-aventurados-pr-geraldo-carneiro-filho/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL</strong><br />
<strong>IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA</strong><br />
<strong>NITERÓI - RJ</strong><br />
<strong>LIÇÃO Nº 06 - DATA: 05/02/2012</strong><br />
<strong>TÍTULO: “A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS”</strong><br />
<strong>TEXTO ÁUREO – Lc 4:18</strong><br />
<strong>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Mt 5.1-12</strong><br />
<strong>PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO</strong><br />
<strong>e-mail: geluew@yahoo.com.br</strong><br />
<strong>blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/</strong></p>
<p><strong>I – INTRODUÇÃO:</strong></p>
<p>Para os filósofos, a felicidade é inalcançável: Alguns são felizes por serem ricos, mas, por outro lado, a posse de muitos bens não tem garantido a felicidade de muitos outros. O que tem deixado muitas pessoas felizes, produz tristeza em outras. Dentro dessa cosmovisão, a felicidade é algo extremamente relativo. Todavia, não é esse o conceito que encontramos nas bem-aventuranças pregadas por Jesus. Uma simples leitura no Sermão do Monte nos revelará quem são as pessoas realmente felizes.</p>
<p><strong>II – OS VERDADEIRAMENTE FELIZES:</strong></p>
<p>(1) – BEM-AVENTURADOS OS POBRES – Mt 5.3 – Também podemos expressar: Bem-aventurados os humildes ou de espírito despojado – Aqui Jesus não está se referindo apenas a coisas materiais. Mateus coloca como sendo palavras de Jesus a expressão: “Bem-aventurados os pobres de espírito”. Nesse contexto, pobre é quem tem uma carencia. Os pobres de espírito, isto é, aqueles que reconhecem suas verdadeiras carencias são quem, de fato, prosperam. O termo empregado nesta passagem bíblica é o mesmo que foi aplicado ao mendigo Lázaro em Lc 16.20, 22 – sugerindo destituição espiritual.</p>
<p>(2) – BEM-AVENTURADOS OS QUE CHORAM – Mt 5.4 – Esta é a bem-aventurança das lágrimas ou do quebrantamento. Feliz é aquele que chora tanto pela sua própria situação, como também a do mundo. Da mesma forma que o Profeta Isaías, é aquele que sente seus próprios pecados, mas também lamenta os pecados do seu próximo (Is 6.5).</p>
<p>Leiamos II Rs 8:11; Lc 19:41; Jo 11:35 - OS MELHORES HOMENS CHORAM MAIS FACILMENTE! AS LÁGRIMAS TÊM EM SI UMA MENSAGEM SILENCIOSA DO CORAÇÃO.</p>
<p>(3) – BEM-AVENTURADOS OS MANSOS – Mt 5.5 - Os mansos não são os fracos ou covardes; os mansos&#8230;</p>
<p>(A) - São os que, sob as pressões da vida, aprenderam a curvar as suas vontades e colocar de lado as suas noções próprias, diante da grandeza e da graça de Deus;</p>
<p>(B) - São caracterizados por uma confiança humilde, em vez de arrogância independente.</p>
<p>(C) - São os que não se ofendem, mas os que sabem responder brandamente.</p>
<p>(4) – BEM-AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA – Mt 5.6 - As palavras &#8220;fome&#8221; e “sede”, no texto, significam &#8220;estar necessitado&#8221;, &#8220;ter forte desejo&#8221;, &#8220;almejar ardentemente&#8221;, &#8220;buscar ansiosamente&#8221;.</p>
<p>Jesus procura nos mostrar através desta bem-aventurança que antes de possuirmos Deus e seu Reino, precisamos fazer dEle o centro de nossa imaginação e busca. É preciso ansiar por Deus – Sl 42:1-2; Am 8:11; Mt 22:37; Apc 21:6 – O bem-aventurado está consciente de que a verdadeira prosperidade só se realiza com a implantação do Reino de Deus, onde a justiça é superabundade – Sl 119.40, 47, 70, 70, 92, 97, 103; Jr 15.16.</p>
<p>(5) – BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS – Mt 5.7 - A palavra misericórdia, dependendo do sentido abordado, pode significar: DEVOÇÃO, COMPAIXÃO, DÓ, BONDADE, FAVOR, GRAÇA. No caso deste versículo, expressa um sentimento emanante do amor de Deus e do coração daqueles que são nascidos e guiados pelo Espírito Santo.</p>
<p>Leiamos Gn 41:51-52 – Aí seria uma oportunidade magnífica para a maioria das pessoas que não tem maturidade espiritual se ufanarem. Teria sido uma perfeita oportunidade para José se envaidecer e dizer: “OLHEM PARA MIM. SE LEMBRAM DOS SONHOS QUE TIVE? ACABAM DE SER REALIZADOS!” Todavia, José era misericordioso, tinha grandeza de alma (Gn 45:5, 7-9).</p>
<p>(6) – BEM-AVENTURADOS OS LIMPOS DE CORAÇÃO – Mt 5.8 – São aqueles cujos motivos estão absolutamente livres de mistura, cujas mentes são totalmente sinceras, que são completa e totalmente de um só propósito. Se examinarmos com honestidade os nossos motivos, ficaremos humilhados, porque um motivo sem mistura de segundas intenções é uma das coisas mais raras no mundo. Temos aqui uma conclamação ao autoexame. Este é o padrão segundo o qual deveremos nos medir, de acordo com o significado desta bem-aventurança.</p>
<p>(7) – BEM-AVENTURADOS OS PACIFICADORES – Mt 6.9 - Este texto não é para os que amam a paz, mas para os que a promovem. Não basta querer ou amar a paz; é necessário promovê-la - Tg 3:18 cf Sl 34:14 - O pacificador é alguém convencido do fato de haver recebido de Deus o ministério da reconciliação (II Cor 5:18). É um homem cuja bandeira é a paz; é aquele que sabe acalmar as contendas. Leiamos e meditemos em Gn 26.6-30.</p>
<p>(8) – BEM-AVENTURADOS OS PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA – Mt 5.9 – Aqui se encontra um conceito sobre prosperidade que se contrapõe àquele existente nos nossos dias. Sofrer injustiça, ser perseguido e até mesmo ser martirizado por causa do Reino de Deus, é considerado pelo Senhor como sinal de bem-aventurança. Dificilmente aqueles que se consideram prósperos dentro da teologia da prosperidade admitem esse conceito.</p>
<p>Apresentar-se como vítima é um artifício muito seguido. O reino dos céus pertente somente àqueles que são perseguidos por causa da bondade, não àqueles que o são por algum mal cometido.</p>
<p><strong>III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:</strong></p>
<p>As bem-aventuranças põem em contraste todos os modelos de prosperidade existentes, quer tenham sido vividos nos dias bíblicos, quer hoje. A lição é que alguém próspero não é aquele que é medido por fora, mas alguém que é medido por dentro. Deus quer que Seus filhos prosperem, mas que essa prosperidade reflita mais uma atitude interior do que simplesmente o acúmulo de bens terrenos.</p>
<p><strong>FONTES DE CONSULTA:</strong></p>
<p>A Prosperidade à Luz da Bíblia – CPAD – José Gonçalves</p>
<p>Lições Bíblicas Maturidade Cristã - Edições CPAD - 1º Trimestre de 1987 -<br />
Comentário: Raimundo F. de Oliveira</p>
<p>Lições Bíblicas CPAD – 4º Trimestre de 1998 – Comentário: Geremias do Couto</p>
<p>A Mensagem do Sermão do Monte - ABU EDITORA - Autor: John R. W. Stott</p>
<p>Publicado no blog <a href="http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/2012/01/1-trimestre-de-2012-licao-n-06-05022012.html" target="_parent">Escola biblica Dominical para Todos </a></p>
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		<item>
		<title>A Prosperidade dos Bem-aventurados - Rede Brasil de Comunicação</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 19:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>klauber</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1º Trim 2012]]></category>

		<category><![CDATA[2012]]></category>

		<category><![CDATA[Lições]]></category>
<category>bíblica</category><category>cpad</category><category>dominical</category><category>EBD</category><category>ensino</category><category>escola</category>
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		<description><![CDATA[    Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 06 - A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS
INTRODUÇÃO
O Sermão do Monte é um dos mais famosos ensinos de Jesus. A expressão Bem-aventurado [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Prosperidade dos Bem-aventurados - Rede Brasil de Comunicação", url: "http://www.ebdweb.com.br/2012/01/31/a-prosperidade-dos-bem-aventurados-rede-brasil-de-comunicacao/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">    <strong>Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE</strong><br />
<strong>Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais</strong><br />
<strong>Pastor Presidente: Ailton José Alves</strong><br />
<strong>Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524</strong></p>
<p><strong>LIÇÃO 06 - A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS<br />
INTRODUÇÃO</strong><br />
O Sermão do Monte é um dos mais famosos ensinos de Jesus. A expressão Bem-aventurado do grego &#8220;Makários&#8221; significa, literalmente: &#8220;feliz, afortunado, ditoso&#8221;. Já a expressão &#8220;Makarismos&#8221; denota &#8220;felicitação, felizes, alegres&#8221; (Gl 4.15; Rm 4.6,9). Jesus estava descrevendo o bem-estar concedido por Deus que pertence apenas ao fiel. As Beatitudes demonstram que o caminho para a felicidade celestial é o oposto do caminho mundano normalmente seguido na busca da felicidade. A ideia mundana é que a felicidade é encontrada nas riquezas, nos prazeres, na abundância, no lazer e em coisas semelhantes. A verdade é exatamente o oposto. A verdadeira prosperidade não é sinônima de riqueza material, como muitos pensam. Nem sempre um homem rico pode ser considerado como próspero e, da mesma maneira, não podemos dizer que um homem pobre não possa ser próspero (1Co 13.4-7; Fp 2.3-5).<br />
<strong>I - QUEM SÃO OS BEM-AVENTURADOS</strong><br />
Os Bem-aventurados referem-se ao estado abençoado daqueles que, por seu relacionamento com Cristo e sua Palavra, recebem de Deus o amor, o cuidado, a salvação e sua misericórdia. Cada Bem-aventurança diz respeito a uma bênção de Deus, significa mais do que ter alegrias. Implica o estado afortunado daqueles que fazem parte do Reino de Deus. As Beatitudes não prometem riso, prazer ou prosperidade terrena, mas, eternas!</p>
<ul class="unIndentedList">
<li> Os pobres de espíritos (V.3). São aqueles que perderam seu orgulho próprio, reconheceram seus pecados e arrependeram-se. Reconhecem que não tem qualquer auto-suficiência espiritual e que dependem exclusivamente da vida que vem do Espírito Santo e sentem-se inteiramente dependentes da graça de Deus. Reconhecer a verdadeira pobreza de espírito é a primeira das graças &#8220;porque deles é o Reino dos céus&#8221; (Ap 3.17);</li>
<li> Os que choram (V. 4). São aqueles que se contristam profundamente por causa das suas fraquezas e sentem pesar por aquilo que entristece a Deus. Sentem aflição em seu viver por causa do seu pecado, da imoralidade e da crueldade do mundo. Estes &#8220;serão consolados&#8221; (Lc 19.41; At 20.19; 2Pe 2.8);</li>
<li> Os mansos (V.5). São aqueles que vivem humilde e submissos a Deus e acham Nele o seu refúgio e lhe consagram todo o seu viver e não são violentos. São aqueles que aborrecem a volência. &#8220;porque eles herdarão a terra&#8221;;</li>
<li> Os que tem fome e sede de justiça (V.6). São aqueles que desejam o que é justo (Êx 33.13, 18; Sl 42.1-2; 63.1-2; Fp 3.8-10). São aqueles que tem fome das coisas de Deus pois &#8220;porque eles serão fartos&#8221; (Mt 5.6);</li>
<li> Os misericordiosos (V.7). São aqueles que estão cheios de compaixão e dó dos que sofrem. São aqueles que desejam minorar os sofrimentos dos outros, conduzindo estes à graça de Deus por meio de Jesus Cristo ( Mt1833-35; Lc 10.30-37; Hb 2.17), pois assim &#8220;porque eles alcançarão misericórdia&#8221; (Mt 5.8);</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Os limpos de coração (V.8). São aqueles que foram libertos do poder do pecado mediante a graça de Deus, e que agora se esforçam para agradar a Deus e serem parecidos com Ele (Hb1.9; 1Sm 13.14; Mt 22.37; 1Tm 1.5),pois somente os limpos de coração &#8220;porque eles verão a Deus&#8221; (Mt 5.8; Ap 21.7; 22.4);</li>
</ul>
<ul class="unIndentedList">
<li> Os pacificadores (V.9). São aqueles que se reconciliaram com Deus. Tem paz com Ele mediante a cruz (Rm 5.1; Ef 2.14-16) e agora se esforçam, mediante seu testemunho para levarem outras pessoas, inclusive seus inimigos, à paz com Deus &#8220;porque eles serão chamdos filhos de Deus&#8221;.</li>
<li> Os perseguidos por causa da justiça (V.10). São aqueles que procuram viver de acordo com a Palavra de Deus, e por amor a justiça sofrerão perseguição (Ap 2; 3.1-4;, 14-22). O mundo lhes persegue com oposição (Mt 10.22; 24.9; Jo 15.19) &#8220;porque deles é o Reino dos céus&#8221;.</li>
</ul>
<p><strong>II - OS BEM-AVENTURADOS TAMBÉM SOFREM</strong><br />
Segundo o dicionário Aurélio próspero significa: &#8220;ditoso, afortunado&#8221;. Nos dias hodiernos, muita ênfase tem se dado à riqueza e a prosperidade, inclusive em muitos púlpitos chamados de &#8220;evangélicos&#8221;. A mensagem da cruz, da salvação e da santificação tem sido substituída pela pregação da Teologia da Prosperidade, que prega que o cristão não pode ser pobre e nem pode sofrer. Por causa disso, muitos cristãos vivem em busca de riquezas materiais e se esquecem das riquezas espirituais que Deus nos oferece através de Jesus Cristo (Ef 1.3; 2.6; Tg 2.5). Portanto, faz-se necessário entendermos, à luz das Escrituras, o que é ser Bem-aventurado. Vejamos alguns exemplos:</p>
<ul class="unIndentedList">
<li> Ser Bem-aventurado é ter paz e comunhão com Deus (1Co 1.9), é ser regenerado (Tt 3.5), é experimentar uma mudança interior (2Co 3.5), é ter a certeza de que Jesus supre todas as necessidades (Sl 23.), é ter alegria em toda e qualquer situação (1Ts 1.6; Hc 3.17-18) é cantar e adorar ao Senhor em todo tempo (At 16.23-25);</li>
<li> Uma das atividades que Jesus priorizou na sua missão dirigida pelo Espírito Santo foi &#8220;evangelizar os pobres&#8221; (Lc 4.18; cf. Is 61.1). Noutras palavras, o evangelho de Cristo pode ser definido como um evangelho dos pobres (Mt 5.3; 11.5; Lc 7.22; Tg 2.5);</li>
<li> Jesus veio a este mundo e viveu como pobre (Zc 9.9). O barco onde ele ensinava as multidões, não era seu (Lc 5.3); O jumentinho no qual ele entrou montado em Jerusalém, também não era seu (Lc 19.30-35) e Ele mesmo disse que não tinha onde reclinar a cabeça (Mt 8.20). Quando precisou pagar o imposto, não tinha dinheiro algum, por isso mandou que Pedro fosse buscar a moeda na boca do peixe (Mt 17.27). Nem por isso, Ele deixou de ser próspero, pois cumpriu sua missão e foi exaltado por Deus (Ef 1.20,21; Fp 2.9);</li>
<li> O apóstolo Paulo também sofreu muito e passou por muitas necessidades (II Co 11.24-33). Algumas vezes precisou de auxílio dos irmãos (Fp 4.10-19). Escrevendo aos filipenses ele disse que aprendeu a estar contente com o que tinha. Sabia ter abundância e sabia também padecer necessidade. Mesmo assim, ele foi um homem próspero (Fp 4.12-13);</li>
<li> O NT menciona que algumas igrejas eram pobres (II Co 8.2; Ap 2.9). Os cristãos da Judéia passaram por dificuldades financeiras e foram ajudados pelos coríntios e pelos macedônios (IICo 8 e 9; Rm 15.26). Os próprios irmãos macedônios viviam em &#8220;profunda pobreza&#8221; (IICo 8.2). Lucas diz, acerca destas igrejas: &#8220;Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo&#8221; (At 9.31).</li>
</ul>
<p><strong>III - O QUE É A PROSPERIDADE DOS BEM-AVENTURADOS</strong><br />
A verdadeira prosperidade dos Bem-aventurados não se limita a posse dos bens terrenos, mas, principalmente a aquisição dos bens espirituais e eternos em Deus (Mt 5.1-12).</p>
<ul class="unIndentedList">
<li> Pedro disse: &#8220;Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna&#8221; (Jo 6.67,68).</li>
<li> O apóstolo Paulo falou: &#8220;O que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo&#8221; (Fp 3.7,8).</li>
<li> O apóstolo Paulo nos exorta a buscar e a pensar nas &#8220;coisas que são de cima&#8221; (Cl 3.1,2);</li>
<li> Pedro não tinha prata nem ouro, mas tinham autoridade para curar em nome de Jesus (At 3.1-6);</li>
<li> A igreja de Laodicéia era materialmente rica, mas vivia em miséria espiritual. Por isso, foi repreendida pelo Senhor Jesus (Ap 3.17-18). Enquanto que a igreja de Esmirna vivia em pobreza, e o Senhor Jesus disse que ela era rica (Ap 2.9);</li>
<li> Jesus disse: &#8220;Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam&#8221; (Mt 6.19,20);</li>
<li> Lázaro era um mendigo que vivia cheio de chagas, mas, depois da morte, foi levado pelos anjos para o seio de Abraão (Lc 16.19-31);</li>
<li> O apóstolo Paulo disse: &#8220;Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele&#8221; (I Tm 6.7). E o escritor da Epístola aos Hebreus, disse: &#8220;Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura&#8221; (Hb 13.14). Por isso, o apóstolo Paulo diz que nós somos &#8220;&#8230; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo&#8221; (II Co 6.10).</li>
</ul>
<p><strong>IV - ADVERTÊNCIAS BÍBLICAS SOBRE AS RIQUEZAS TERRENAS</strong><br />
Predominava entre os judeus daqueles tempos a ideia de que as riquezas eram um sinal do favor especial de Deus, e que a pobreza era um sinal da falta de fé e do desagrado de Deus (Lc 6.20; 16.13; 18.24-25). Essa cosmovisão é falsa e foi firmemente repelida por Jesus. A Bíblia traz muitas advertências sobre os perigos que envolvem as riquezas. Vejamos algumas:</p>
<ul class="unIndentedList">
<li> Jesus disse que dificilmente entrará um rico no céu (Lc 18.24-25; Mt 19.24; 13.22);</li>
<li> A Bíblia identifica a busca insaciável e avarenta pelas riquezas como idolatria, a qual é demoníaca (1Co 10.19-20; Cl 3.5; Mt 6.24). O apóstolo Paulo disse os que querem ser ricos, caem em tentação e em muitas concupiscências; e que o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males (I Tm 6.9,10);</li>
<li> A riqueza pode conduzir a avareza, excluindo-o do reino dos céus (I Co 5.11; 6.10; Ef 5.5; Cl 3.5);</li>
<li> Não devemos colocar a nossa confiança na riqueza (Sl 49.6,7; 52.7; 62.10; Pv 11.28; I Tm 6.17);</li>
<li> A avareza pode tirar a tranquilidade (Jó 27.19-20; Ec 5.12). Além disso, a riqueza não garante solução para os maiores problemas do ser humano (Pv 11.4).</li>
</ul>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong><br />
As Bem-aventuranças de Jesus contrariam totalmente os conceitos errôneos da Teologia da Prosperidade, pois o que aprendemos do Mestre é que a verdadeira felicidade não se origina nos bens materiais que possuímos, mas em termos nossos pecados perdoados por Cristo .<br />
<strong>REFERÊNCIAS</strong><br />
BÍBLIA de Estudo Pentecostal. CPAD.<br />
CHAMPLIN, R.N. O Novo Testamento Interpretado versículo por Versículo. HAGNOS.<br />
GONÇALVES, José. A Prosperidade à Luz da Bíblia. CPAD.<br />
Publicado no site da <a href="http://www.redebrasildecomunicacao.com.br/" target="_parent">Rede Brasil de Comunicação</a></p>
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