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	<title>O Editor Vilão</title>
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	<description>Storytelling e Mídias Sociais</description>
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		<title>E o Paywall do New York Times é um sucesso</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 22:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas (inclusive eu) têm que dar o braço a torcer. De consumidores, a editores; de especialistas em marketing digital, a &#8220;ninjas&#8221; de social media: muitos erraram sobre o paywall. Ao contrário do que se previa, cobrar por acesso ao conteúdo não foi considerado um absurdo pelos consumidores. Ao invés de procurar notícias em uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img width="618" height="248" src="http://www.editorvilao.com.br/wp-content/themes/bigfeature/library/timthumb/timthumb.php?src=/wp-content/uploads/2012/12/nytimes.jpg&amp;w=618&amp;zc=1&amp;a=c" alt="E o Paywall do New York Times é um sucesso" /><p style="text-align: justify;">Muitas pessoas (inclusive eu) têm que dar o braço a torcer. De consumidores, a editores; de especialistas em marketing digital, a &#8220;ninjas&#8221; de social media: muitos erraram sobre o <strong>paywall</strong>. Ao contrário do que se previa, cobrar por acesso ao conteúdo não foi considerado um absurdo pelos consumidores. Ao invés de procurar notícias em uma fonte gratuita, vários leitores pagaram para ficar no <strong>New York Times</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a <a title="The New York Times Paywall Is Working Better Than Anyone Had Guessed" href="http://go.bloomberg.com/tech-blog/2012-12-20-the-new-york-times-paywall-is-working-better-than-anyone-had-guessed/" target="_blank">Bloomberg</a>, o sistema rende 12% do total de assinaturas, o que significa 91 milhões de dólares. Nada mal, hein?</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre foi falado que o <strong>NY Times</strong> deveria investir em uma forma de aumentar o número de leitores e lucrar com publicidade. Mas agora é possível ver que existe, sim, espaço para o consumo pago de notícias. Talvez, todas as qualidades que fizeram dele um dos jornais impressos mais famosos do mundo, valha como atrativo para o mundo digital, mesmo que sejam oferecidas alternativas gratuitas.</p>
<p style="text-align: justify;">E, segundo os dados divulgados, a publicidade pode não ser uma alternativa tão boa assim&#8230; Enquanto o dinheiro ganho com assinaturas subiu, o da publicidade caiu. Lembrando: antes da implementação do paywall, quando a única opção era o impresso, o número de assinantes só caia&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Parece que a <strong>Newsweek</strong>, que recentemente teve a sua <a title="Última edição impressa da Newsweek" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424127887324660404578201432812202750.html" target="_blank">última edição impressa</a>, migrando totalmente para o digital, tenha tomado uma boa decisão.</p>
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		<title>O que é e como funciona o Creative Commons</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2012 19:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Autoral]]></category>
		<category><![CDATA[Storytelling]]></category>
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		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
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		<description><![CDATA[Em janeiro de 2011, muitas pessoas ficaram revoltadas com o que chamaram de “retrocesso” do Ministério da Cultura: foi substituído em seu site &#8220;O conteúdo deste sítio é publicado sob uma Licença Creative Commons&#8221; pela frase: &#8220;Licença de Uso: O conteúdo deste site, produzido pelo Ministério da Cultura, pode ser reproduzido, desde que citada a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img width="618" height="248" src="http://www.editorvilao.com.br/wp-content/themes/bigfeature/library/timthumb/timthumb.php?src=/wp-content/uploads/2012/11/creative-commons.jpg&amp;w=618&amp;zc=1&amp;a=c" alt="O que é e como funciona o Creative Commons" /><p style="text-align: justify;">Em janeiro de 2011, muitas pessoas ficaram revoltadas com o que chamaram de “retrocesso” do Ministério da Cultura: foi substituído em seu site &#8220;O conteúdo deste sítio é publicado sob uma <strong>Licença Creative Commons</strong>&#8221; pela frase: &#8220;<strong>Licença de Uso</strong>: O conteúdo deste site, produzido pelo <strong>Ministério da Cultura</strong>, pode ser reproduzido, desde que citada a fonte&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas reclamaram. Mas será que todos os que foram contra sabem o que é o <strong>Creative Commons</strong>? Você sabe? Bem, me permita apresentá-lo a você.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span id="more-40"></span>O que é a licença Creative Commons?</h2>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Creative Commons</strong> disponibiliza licenças que abrangem um espectro de possibilidades entre a proibição total dos usos sobre uma obra &#8211; todos os direitos reservados &#8211; e o domínio público &#8211; nenhum direito reservado. Nossas licenças ajudam você a manter seu direito autoral ao mesmo tempo em que permite certos usos de sua obra &#8211; um licenciamento com ‘alguns direitos reservados’.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Essa é a definição curta sobre o que é <strong>Creative Commons</strong>, e que está no seu próprio site. Ela é o ponto intermediário entre o <strong>Copyright</strong> e o <strong>Domínio Público</strong>. Uma alternativa para que o seu conteúdo se espalhe através da reprodução de terceiros, mas sem deixar de ser seu.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O Creative Commons é uma licença e não apenas uma frase</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo um post no site oficial do <strong>Creative Commons no Brasil</strong>, a simples mudança de uma frase cria grande “insegurança jurídica” para qualquer pessoa que reproduzir o conteúdo do site.</p>
<p style="text-align: justify;">Poder reproduzir não significa, necessariamente, que qualquer pessoa possa fazer o que bem entender com o seu conteúdo (seja texto, vídeo, foto, etc). E o CC é um conjunto de regras que serve para proteger tanto o autor quanto quem reproduz. Ao modificar a frase em seu site, o <strong>MinC</strong> retira o conjunto de regras que regia a reprodução de seu conteúdo e deixa um espaço vazio, que permite entrar na justiça alegando qualquer motivo que quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, é importante, caso você queira disponibilizar qualquer conteúdo sob a licença <strong>Creative Commons</strong>, estabelecer quais são os limites da reprodução. É permitido usar em anúncios? É permitido modificar a sua obra?</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso são coisas que você precisa definir antes de colocar a frase “<em>O conteúdo desse blog está disponível sob a licença Creative Commons</em>”. Você precisa criar a sua licença.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Não sou advogado! Como vou criar uma licença?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para criar uma licença que se adeque ao que você precisa (já que existem várias coisas que podem ser permitidas ou criadas), você pode clicar no link e ir para o <a title="Gerador de Licenças Creative Commons" href="http://creativecommons.org/choose/?lang=pt" target="_blank">Gerador de Licenças Creative Commons</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, qualquer interessado em reproduzir a sua obra saberá até onde pode ir, de uma forma que respeite a obra e o autor.</p>
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		<title>Cinco dicas básicas de SEO</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2012 22:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[bing]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[search engine optimization]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem trabalha com web já deve (pelo menos) ter ouvido falar sobre SEO (Search Engine Optimization – em português: Otimização para Mecanismos de Busca). E é bem provável que aplique as mais modernas técnicas de SEO no seu site. Mas será que aplica as mais básicas? Talvez por preguiça, talvez por desconhecimento da importância, existem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img width="618" height="248" src="http://www.editorvilao.com.br/wp-content/themes/bigfeature/library/timthumb/timthumb.php?src=/wp-content/uploads/2012/11/google-classic.jpg&amp;w=618&amp;zc=1&amp;a=c" alt="Cinco dicas básicas de SEO" /><p style="text-align: justify;">Quem trabalha com web já deve (pelo menos) ter ouvido falar sobre <strong>SEO</strong> (<strong>Search Engine Optimization</strong> – em português: <strong>Otimização para Mecanismos de Busca</strong>). E é bem provável que aplique as mais modernas técnicas de <strong>SEO</strong> no seu site. Mas será que aplica as mais básicas?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez por preguiça, talvez por desconhecimento da importância, existem itens que são negligenciados pelos redatores e editores, tanto na hora de escrever quanto na hora de postar o conteúdo. Veja, abaixo, a lista do que você não pode deixar de fazer para ser encontrado mais facilmente pelo <a title="Google" href="http://google.com" target="_blank"><strong>Google</strong></a>:</p>
<p><span id="more-34"></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Deixe as palavras mais importantes, aquelas que definem o assunto do texto, em <strong>negrito</strong> ou <em>itálico</em>.</li>
<li>Dê um bom nome às imagens. Uma imagem com o nome “48268.jpg” não diz nada para um <strong>mecanismo de busca</strong>, mas uma imagem com o nome “Como criar títulos” (por exemplo), sim. E a busca por imagens tem se tornado, cada vez mais, uma importante fonte de visitas.</li>
<li>Além do título, coloque um texto alternativo (<strong>alt text</strong>) explicando o significado da imagem.</li>
<li>Links! Acho que são o item mais negligenciado. Links podem conter títulos, que servem como uma explicação: quando o visitante colocar o ponteiro no link, o título aparecerá. Mas ele também serve para que os mecanismos de busca saibam qual o assunto para o qual aquele link aponta.</li>
<li>A criação de um título explicativo, ao invés de uma “sacadinha”. Essa regra vale para os buscadores, mas para as redes sociais, vale mais um título com &#8220;sacadinha&#8221;.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Esses cinco itens acima não são tudo que você precisa saber sobre <strong>SEO</strong>. Ainda há muito mais a ser aprendido. Mas pode ter certeza de que eles fazem diferença e são um bom começo para que o seu conteúdo apareça em primeiro lugar nas pesquisas do <strong>Google</strong>.</p>
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		<title>Edgerank: Como o Facebook decide qual publicação aparece no topo</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2012 01:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[topo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um tempo atrás, saiu um estudo que dizia que uma pessoa conseguia “dar conta” de, no máximo, 150 amigos em uma rede social. Como todos sabemos, é muito comum ter mais “amigos” do que isso. E para ajudar nesse gerenciamento, o Facebook criou um algorítimo que foi nomeado de Edgerank. É ele que decide [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img width="618" height="248" src="http://www.editorvilao.com.br/wp-content/themes/bigfeature/library/timthumb/timthumb.php?src=/wp-content/uploads/2012/11/facebook-edgerank1.jpg&amp;w=618&amp;zc=1&amp;a=c" alt="Edgerank: Como o Facebook decide qual publicação aparece no topo" /><p style="text-align: justify;">Há um tempo atrás, saiu um estudo que dizia que uma pessoa conseguia “dar conta” de, no máximo, 150 amigos em uma rede social. Como todos sabemos, é muito comum ter mais “amigos” do que isso. E para ajudar nesse gerenciamento, o <a title="Facebook" href="http://facebook.com" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a> criou um <strong>algorítimo</strong> que foi nomeado de <strong>Edgerank</strong>. É ele que decide o que deve ter prioridade para ser mostrado no seu <strong>newsfeed</strong> (também chamado &#8211; errôneamente &#8211; de <em>timeline</em>)&#8230; É como o editor de um telejornal: ele separa as notícias mais importantes (Top Stories) e dá destaque na hora de apresentar elas para você.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-18"></span>O funcionamento completo do <strong>Edgerank</strong> é secreto, mas sabemos que ele leva em consideração (principalmente) essas três características:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Afinidade entre o criador do post e o visualizador</strong>: Quanto mais freqüente e profunda é a interação entre o usuário e uma página ou amigo.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Peso do tipo de publicação:</strong> O que tem mais comentários ou foi curtido mais vezes. Quanto mais interações (<em>likes, comentários ou compartilhamentos</em>) o post tiver, mais pontos ele ganha (na pontuação geral).</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Tempo de criação da publicação:</strong> Aqui se perde pontos. Quanto maior o intervalo entre a publicação do post e o acesso do usuário ao newsfeed, mais pontos são perdidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ou seja: as publicações das páginas ou amigos com que o usuário mais interage, recebem mais pontos para aparecer no seu <strong>newsfeed</strong> (<strong>Afinidade</strong> &#8211; é uma pontuação individual, referente a interação do perfil); Quanto mais comentários, “likes” ou compartilhamentos, mais pontos ganha um post (<strong>Peso</strong> &#8211; é uma pontuação geral, que independe da afinidade. Um post com mais interações é, segundo o <strong>Edgerank</strong>, algo mais interessante); E, enquanto nos itens anteriores a brincadeira era ganhar pontos, no item tempo, o post perde pontos. Quanto maior o <strong>tempo</strong> que passou entre a publicação do post e o momento em que o usuário acessou o newsfeed.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você abre o <strong>Facebook</strong>, no seu <strong>newsfeed</strong>, o que tem mais pontos é apontado como uma “Top Story”, tendo prioridade na exibição.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma “fórmula” para garantir que as suas atualizações aparecerão como Top Stories&#8230; Assim como tudo que é importante na vida, para que isso seja alcançado, o mais importante é o trabalho duro na produção e disseminação de conteúdo. Embora alguns formatos funcionem melhor do que outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é óbvio: existem ferramentas que podem ajudar a montar uma estratégia que irá levar os seus posts à um número cada vez maior de usuários. Uma delas é o <strong>Facebook Insights</strong>, que você precisa saber como funciona (e provavelmente irei detalhar aqui em breve).</p>
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