<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"><title>Pensando</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/" rel="alternate"></link><link href="https://pensando.eduardoelias.com/feeds/all.atom.xml" rel="self"></link><id>https://pensando.eduardoelias.com/</id><updated>2019-09-30T20:00:00-03:00</updated><entry><title>Onde o socialismo funciona e porque ele nunca vai funcionar</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2019-09/onde-socialismo-funciona-porque-nunca-vai-funcionar.html" rel="alternate"></link><published>2019-09-30T20:00:00-03:00</published><updated>2019-09-30T20:00:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2019-09-30:/2019-09/onde-socialismo-funciona-porque-nunca-vai-funcionar.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;Socialismo refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica que advogam a &lt;strong&gt;administração e propriedade pública ou coletiva dos meios de produção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;h2&gt;Índice&lt;/h2&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="#item-1"&gt;Onde funciona - A Eusocialidade&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="#item-2"&gt;O que move o ser humano&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="#item-3"&gt;Quando o socialismo vira utopia (interferência do governo)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href='#item-4"'&gt;Um exemplo prático&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="#item-5"&gt;Porque nunca vai dar certo (com humanos)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo"&gt;Socialismo&lt;/a&gt; refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica que advogam a &lt;strong&gt;administração e propriedade pública ou coletiva dos meios de produção&lt;/strong&gt; e distribuição de bens, propondo-se a construir uma sociedade caracterizada pela &lt;strong&gt;igualdade de oportunidades e meios para todos os indivíduos&lt;/strong&gt;, com um método isonômico de compensação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Comunismo"&gt;Comunismo&lt;/a&gt; é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma &lt;strong&gt;sociedade igualitária&lt;/strong&gt;, sem classes sociais e apátrida, &lt;strong&gt;baseada na propriedade comum dos meios de produção&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, essas ideologias (que pra mim são bem pouco diferentes a ponto de ter duas designações), pregam a propriedade comum dos meios de produção e de todas as propriedades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os maiores teóricos e nomes mais conhecidos do socialismo são &lt;em&gt;Karl Marx&lt;/em&gt;, seguido por &lt;em&gt;Friedrich Engels&lt;/em&gt;. Segundo eles, para que houvesse uma sociedade socialista, deveria haver um &lt;strong&gt;controle do Estado&lt;/strong&gt; através de uma &lt;em&gt;ditadura do proletariado&lt;/em&gt;, socializando os meios de produção através da eliminação da propriedade privada. Esse controle do Estado seria necessário para fazer a transição do capitalismo para um modelo comunista&lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo#Socialismo_cient%C3%ADfico"&gt;(Ref)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maneira que o Estado interfere na econômica e por consequência na sociedade, é através de leis e estímulos tentando guiar o comportamento de todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os ajustes precisos e certos, tudo se ajustaria e então o Estado poderia sair de cena e deixar o controle na mão da população que viveria em uma sociedade Comunista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só tem um "pequeno" problema... É impossível prever a ação humana&lt;a href="https://rothbardbrasil.com/acao-humana-um-tratado-de-economia-42/"&gt;(Ref)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso sem falar na maneira com que essas pessoas chegam ao poder. A democracia é um problema em si só &lt;a href="https://rothbardbrasil.com/democracia-o-deus-que-falhou-2/"&gt;(Ref)&lt;/a&gt;. Churchill com o seu: "&lt;em&gt;A democracia é o pior tipo de Governo, exceto todos os outros.&lt;/em&gt;"... estava errado. Mas isso é assunto para outro artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quero discutir nesse texto, o porque existe uma ilusão que o Socialismo poderia dar certo, e depois argumentar porque ele jamais daria certo.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Onde funciona &lt;a name="item-1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Exemplos de socialismos que dão certo estão espalhados pelo mundo todo e podem ser vistos na organização social de animais como: formigas, abelhas, vespas, cupins. Esse socialismo é conhecido como: &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eussocialidade"&gt;Eusocialidade&lt;/a&gt;. Os animais que vivem na &lt;em&gt;eusocialidade&lt;/em&gt; se organizam em sociedade baseada na &lt;em&gt;propriedade comum dos meios de produção&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O papel de cada indivíduo é definido &lt;strong&gt;ao nascer&lt;/strong&gt;. Cada um recebe um tipo de estímulo/alimento durante a sua "gestação" o que vai definir, com características bem distintas, o que cada indivíduo vai fazer pelo resto da vida. Como exemplo: Uma &lt;em&gt;Formiga-soldado&lt;/em&gt; não tem condições físicas de executar as tarefas de uma &lt;em&gt;Obreira&lt;/em&gt; e vice-versa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As formigas são movidas por instinto. Elas vão fazer o que elas nasceram para fazer. Se um veneno matar todas as formigas que cuidam das larvas, uma Formiga-Soldado não vai tomar o lugar e resolver cuidar das larvas. Ela vai continuar combatendo e o formigueiro, se depender das Formiga-Soldado, vai morrer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A única função da abelha-rainha, apesar do nome "real", é ser uma reprodutora e impedir, através do seu feromônio, que novas rainhas nasçam. Quando uma rainha morre, as operárias selecionam larvas que ao receber alimento diferenciado vão ser tornar uma rainha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As abelhas-operarias são incapazes de reproduzir. Produzem o mel e cuidam das larvas e da colmeia como um todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O zangão por sua vez, não em ferrão. Não faz nada em relação a manutenção da colmeia e só serve para fecundar a abelha-rainha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada indivíduo nessas sociedade agem por instinto e nascem com o corpo preparado para exercer aquilo que seu instinto diz. Mesmo que houvesse a possibilidade de mudar de ideia, não é fisicamente possível uma operária resolver ser rainha ou zagão.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;O que move o ser humano &lt;a name="item-2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário de outros animais que vivem em sociedade, nós seres humanos, de maneira geral, temos pouca diferenciação física ou de capacidade ao nascermos.  É impossível (pelo menos, ainda é) saber para qual atividade alguém seria mais capacitado. Além dessa impossibilidade, existe a motivação que move a todos nós.  Somos seres conscientes com grande capacidade de aprendizado e conseguimos ir contra nossos instintos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós, Homo Sapiens, somos dirigidos por incentivos e tomamos decisões conscientes em busca do que consideramos que é o melhor para nós mesmos. Mesmo aqueles que dedicam a vida para ajudar os outros, estão fazendo para obter uma satisfação pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário da conotação ruim, &lt;em&gt;O individualismo&lt;/em&gt; é bom. Não existiria nenhum tipo de ajuda humanitária se não fosse essa busca de se sentir melhor. Como disse Mises: "&lt;em&gt;O objetivo final da ação é sempre a satisfação de algum desejo do agente homem.  Só age quem se considera em uma situação insatisfatória, e só reitera a ação quem não é capaz de suprimir o seu desconforto de uma vez por todas.  O agente homem está ansioso para substituir uma situação menos satisfatória por outra mais satisfatória&lt;/em&gt;". Trecho do livro &lt;a href="https://rothbardbrasil.com/acao-humana-um-tratado-de-economia-42/"&gt;A ação humana&lt;/a&gt; do Ludwig von Mises.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Além de nos guiarmos pelos estímulos e nossos próprios anseios, praticamente todos temos a capacidade de executar, praticamente, todos os tipos de tarefas.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Um mal cozinheiro também produz comida. Mesmo não sendo tão agradável ao paladar, continuará alimento os outros.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O melhor jogador de tênis do mundo não possui nada fisicamente inerente que o faz ser o melhor do mundo. Muitas coisas durante a vida de cada indivíduo, em especial a dedicação, influenciam para que ele consiga ser bem sucedido em uma área.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Sim, existe aqueles 10% de inspiração ou dom (tem quem diga que é 1%). Mas o que faz alguém chegar no topo é o esforço em treinamento e preparação.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O ex-jogador de basquete &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Schmidt"&gt;Oscar Schmidt&lt;/a&gt;, que é considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos, possui 2,05m de altura. Esse fato, de alguma forma, influenciou para que ele atingisse o topo. Mas em inúmeras entrevistas que já concedeu, Oscar sempre disse não era bom, ele apenas treinava &lt;strong&gt;muito&lt;/strong&gt;.  Ou seja, foi uma atitude consciente dele que o tornou o melhor. Além do mais, por ser tão dedicado ao que gosta, é possível dizer que Oscar seria bom em muitas outras áreas que escolhesse. Áreas, inclusive, onde a altura fosse irrelevante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se altura fosse um fator "obrigatório" para ser bom em basquete, jogadores com menos de 1,80m jamais conseguiriam chegar a NBA, &lt;a href="https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_shortest_players_in_National_Basketball_Association_history"&gt;mas chegam&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Quando o socialismo vira utopia (interferência do governo) &lt;a name="item-3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Por serem guiadas por estímulo, as pessoas tendem a buscar a "própria felicidade" naquilo que parece dar o maior retorno financeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É impossível para o Estado (composto de pessoas) saber onde deve agir para ajustar as coisas sem causar consequências indesejadas. Uma ação do Estado afeta a todas as pessoas que tem anseios e objetivos muito diferente uns dos outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além dessa incapacidade de identificar o que e quanto precisa ser feito, existe um grande incentivo para que quem está no poder, aja de maneira a ajudar aqueles que os apoiam, tomando decisões que geram ainda mais consequências que distorcem a economia, afetando a todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos nós tendemos a trabalhar naquilo que gerará o melhor retorno para nós mesmos. Muitas vezes essa escolha é feita independente de ser algo que gostamos ou não. Não atoa, a quantidade de pessoas insatisfeitas como o próprio trabalho é gigante e mesmo assim elas continuam. E continuam porque consideram que continuar no trabalho, ainda é melhor, que não ter trabalho nenhum. Ou porque acham que seriam incapazes de conseguir algo melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma "ajuda" (em forma de estímulo) do governo, vai fazer com que as pessoas tomem suas decisões baseadas nesse incentivo. E, por essas decisões, terem sido consequências de um ato governamental arbitrário, ela gerará novos problemas. Que, por sua vez, farão com que o Governo tome novas medidas para nova correção e o ciclo continua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja que as pessoas não estão tomando suas decisões baseadas no que elas acreditam e esperam, mas baseado nas situações geradas pelas ações governamentais. Não é difícil encontrar ações do Estado que geram consequências totalmente inexperadas daquelas previstas quando essas ações foram decididas.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;Um exemplo prático &lt;a name="item-4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Entre 2009 e 2015 houve o &lt;em&gt;Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI)&lt;/em&gt;. Esse programa foi criado para "ajudar"  a combater os efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira por meio do fomento aos investimentos.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Veja que o objetivo era estimular UM setor para combater uma crise que afetou todo mundo.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Esse programa estimulou a compra/financiamento de caminhões. Com o programa houve um aumento na frota de caminhões. Quando veio o aumento dos combustíveis (aumento dos custos para os caminhoneiros) combinado com a desaceleração da economia que começou em 2015 (redução da demanda por transporte), fez com que o valor do frente caísse pelo excesso de oferta de caminhoneiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os caminhoneiros então fazem a greve para pressionar o Governo a tomar novas medias que os ajudasse. O abastecimento foi prejudicado e todo mundo foi afetado direta e indiretamente. Medidas foram tomadas para conter a greve, ajustando (impedindo que subisse) arbitrariamente o preço dos combustíveis. Com o preço represado arbitrariamente, as refinarias passam a ter prejuízo... e o ciclo continua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando iniciou-se o plano de estímulo, o Governo não pretendia gerar uma crise, a intenção era estimular a economia. Esse estímulo levou várias pessoas a comprarem caminhões com acesso mais facilitado ao crédito. A demanda criada, não por demanda do mercado, mas por decisão do Governo, elevou a oferta. Quando a demanda sofreu, tinha caminhão demais. Veio a crise.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Porque nunca vai dar certo (com humanos)&lt;a name="#item-5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A &lt;em&gt;necessidade&lt;/em&gt; de haver um controle do Estado é justamente o que impede o socialismo de dar certo. Nunca será possível para um Estado, que controle tudo, conseguir ao mesmo tempo direcionar e dirigir todas as coisas e torná-las tão auto suficientes a ponto de, ele Estado, se tornar obsoleto. Para então entregar à população e dar início ao Comunismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliado a isso, ainda tem a impossibilidade de haver Governos onde todos estejam engajados no mesmo objetivo de ir rumo ao Comunismo.  As medidas tomadas por países considerados Socialistas já demonstram bastante. A única parte que alcançam com sucesso é a &lt;em&gt;ditadura&lt;/em&gt;. Então param por ai...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando as pessoas agem baseadas nas ações do Estado, as consquências invariavelmente serão deturpadas. Demandas/ofertas serão afetadas para mais ou para menos... ao longo do tempo as distorções tendem a agravar e terminam em uma crise. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao possuir uma concentração de recurso e o monopólio da força para impor suas decisões, a capacidade de interferência do Estado se torna enorme e tende a beneficiar poucos em dentrimento da maioria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS: Sabe o que acontece quando a abelha-rainha vai ficando velha e o seu feromônio vai ficando fraco? As operárias iniciam o processo de criar uma nova raiva e então todas se juntam na rainha velha e matam ela sufocada.  O mundo animal é cruel.&lt;/p&gt;</content><category term="Pensando"></category></entry><entry><title>Fim</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/fim.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-17T17:41:26-02:00</published><updated>2017-11-17T17:41:26-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-17:/2017-11/fim.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-100"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 100&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Acabou. Esse é o último centésimo post do centésimo dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A única coisa que me impressionou nesse desafio, foi o quão rápido ele passou.
Passou tão rápido que eu cheguei a conferir pra ver se eu tinha pulado dia ou
dias. Mas pelo jeito não. Foram 100 posts …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-100"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 100&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Acabou. Esse é o último centésimo post do centésimo dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A única coisa que me impressionou nesse desafio, foi o quão rápido ele passou.
Passou tão rápido que eu cheguei a conferir pra ver se eu tinha pulado dia ou
dias. Mas pelo jeito não. Foram 100 posts em 100 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu disse no &lt;a class="reference external" href="/2017-08/100-posts-em-100-dias.html"&gt;primeiro post&lt;/a&gt; que seria complicado. E foi. Depois que passou do
dia 40 a dificuldade de fazer novos posts foi constante. Os últimos 20 posts
foram feitos com a sensação que eu ia falhar a cada dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai veio &lt;a class="reference external" href="/2017-11/dilema.html"&gt;uma viagem&lt;/a&gt; já no final do desafio. A viagem me impediria de
fazer a postagem diária. Tecnicamente eu falhei no dia 94 já que tive que postar
4 dias seguidos no mesmo dia por não poder postar nos dias 94, 95, 96 e 97. Mas
as postagens em número ficaram em dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existia uma probabilidade mínima de alguém acompanhar os posts diariamente. Eu
contava que essa probabilidade levasse as pessoas a comentarem e os comentários
poderiam me ajudar em novos posts. Mas não aconteceu. Pelo que vi, as pessoas
preferiam entrar uma vez, de tempos em tempos e ler os posts atrasados. Os
textos eram pequenos, fazia sentido essa "estratégia". Os textos eram quase nada
polêmicos o que anima menos o comentário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrever sobre assuntos polêmicos, nos dias de hoje, só serve para tomar
pedrada. Dá view, gera alguma atenção, mas dá trabalho e estressa. Preferi não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O texto mais visto foi o sobre &lt;a class="reference external" href="/2017-08/trabalhar-fora-brasil.html"&gt;trabalho fora do Brasil&lt;/a&gt;. Apesar dos milhões
de Brasileiros já trabalharem fora do Brasil, se sabe muito pouco como é
trabalhar em outro país e provavelmente por isso teve tanta audiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cheguei a pensar em &lt;a class="reference external" href="/2017-09/novo-projeto.html"&gt;um novo desafio&lt;/a&gt; na mesma ideia desse. Mas como falei no
próprio post, é algo que tenho que pensar bem já que sou ruim de "marketing
pessoal".  Eu posto uma ou duas vezes nas redes sociais, mas as pessoas esquecem
se você não lembra-las todo dia. Para um novo desafio eu tenho que mudar isso
porque daria bem mais trabalho e precisa de algum feedback para se manter
animado por 100 semanas (quase 2 anos).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Quem sabe eu não faça o projeto em inglês para pegar uma audiência maior?&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Para você que chegou até aqui, muito obrigado. Para você que começou por aqui,
tem mais 100 posts pra ler. É só clicar no "post anterior" e seguir até o "Dia
1".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até um dia.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Trabalho novo</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/trabalho-novo.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-16T22:13:20-02:00</published><updated>2017-11-16T22:13:20-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-16:/2017-11/trabalho-novo.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-99"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 99&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Toda mudança de trabalho é algo peculiar. São vários sentimentos que acontecem
ao mesmo tempo que são, de alguma forma, contraditórios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É legal ter novas coisas pra fazer, novos desafios, novas ferramentas. Ao
mesmo tempo, são novas coisas para aprender, se sentir perdido o tempo inteiro.
Ter que …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-99"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 99&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Toda mudança de trabalho é algo peculiar. São vários sentimentos que acontecem
ao mesmo tempo que são, de alguma forma, contraditórios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É legal ter novas coisas pra fazer, novos desafios, novas ferramentas. Ao
mesmo tempo, são novas coisas para aprender, se sentir perdido o tempo inteiro.
Ter que perguntar quase tudo, o tempo todo. Ser novato é triste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sair do trabalho antigo é deixar o tédio para trás, especialmente quando
entramos em &lt;em&gt;modo automático&lt;/em&gt; (comigo acontece por volta logo depois de um ano
no cargo). Ao mesmo tempo, estamos seguros. Já sabemos tudo que acontece, é
possível administrar o tempo melhor e os problemas que aparecem fazem todo
sentido e são os outros que nos perguntam algo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Buscar o desconforto (contrário de comodismo) é algo que devemos fazer para
estar sempre crescendo. Praticamente não existe crescimento quando estamos
confortáveis em alguma situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Croissant Espanhol</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/croissant-espanhol.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-15T17:32:32-02:00</published><updated>2017-11-15T17:32:32-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-15:/2017-11/croissant-espanhol.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-98"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 98&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Croissant sempre foi, para mim, um símbolo de algo Francês. Esse "pãozinho"
folheado é algo que se espera achar em todo café da manhã (e provavelmente da
tarde) na França, assim como é o &lt;em&gt;chá das cinco&lt;/em&gt; na Inglaterra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu achava que era um símbolo Francês, até eu …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-98"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 98&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Croissant sempre foi, para mim, um símbolo de algo Francês. Esse "pãozinho"
folheado é algo que se espera achar em todo café da manhã (e provavelmente da
tarde) na França, assim como é o &lt;em&gt;chá das cinco&lt;/em&gt; na Inglaterra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu achava que era um símbolo Francês, até eu conhecer Barcelona. Vi mais
croissant na capital espanhola que em Paris. Liberalmente todos os cafés tem
croissant a mostra. Seria pela proximidade da cidade com a fronteira Francesa?
Não sei dizer, mas me chamou bastante atenção e me fez repensar. Quando pensar
em croissant, apesar da pronuncia afrancesada, me lembra mais a Espanha do que a
França.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Avião: O rápido demorado</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/aviao-o-rapido-demorado.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-14T19:36:30-02:00</published><updated>2017-11-14T19:36:30-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-14:/2017-11/aviao-o-rapido-demorado.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-97"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 97&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Todos sabemos como os aviões encurtaram as distâncias. Viagens que demoravam
horas, dias, passaram a demorar horas, minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma viagem de carro entre Campinas a Belo Horizonte demora por volta de 6 a 8
horas (dependendo do trânsito) de carro. Sem contar os riscos de acidente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesma …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-97"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 97&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Todos sabemos como os aviões encurtaram as distâncias. Viagens que demoravam
horas, dias, passaram a demorar horas, minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma viagem de carro entre Campinas a Belo Horizonte demora por volta de 6 a 8
horas (dependendo do trânsito) de carro. Sem contar os riscos de acidente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesma viagem de avião, demora apenas 1h, sempre. Com risco bem baixo de
acidente.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não existe risco 0. Mas se houver algo com o avião. Morreu, cabou. Um
acidente com um carro pode deixar sequelas bem mais difíceis de conviver.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Mas ai é que está a pegadinha. As 6-8 horas de carro é da hora que você sai (com a
flexibilidade de sair, literalmente a hora que quiser) e a hora que chega em
casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o avião é necessário chegar 1h antes do voo. Ou seja, tem que sair por volta
de 2h antes pra chegar ao aeroporto a tempo. 1h de voo e então tem que esperar
uns 30 min para pegar a mala e mais 1h pra chegar em casa do aeroporto.  Total
4h:30m. É menos? É. Mas não menos do que parecia ser. E isso se não houver
nenhum atraso do voo. E sem flexibilidade nenhuma de horário. Perdeu o voo? Pode
ser que só no dia seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que quanto mais longa é a viagem, maior a diferença de tempo. Se tem que
atravessar o oceano aí nem tem o que comparar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, viagens são mais rápidas de avião, mas como sempre referenciamos apenas o
tempo de voo, esquecemos facilmente o quão cansativo aeroportos, raio-x, e salas
de esperas podem tornar o voo "demorados".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>As estações do ano... do comércio</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/estacoes-do-ano-do-comercio.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-13T19:30:52-02:00</published><updated>2017-11-03T12:06:30-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-13:/2017-11/estacoes-do-ano-do-comercio.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-96"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 96&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O comércio já tem suas datas certas durante o ano. É tudo sincronizado para que
as decorações propagandas começam logo que a outra termine.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ano começa com o Carnaval. Assim que termina o Carnaval, começa as propagandas e
decorações de Páscoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As propagandas do dia das mães …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-96"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 96&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O comércio já tem suas datas certas durante o ano. É tudo sincronizado para que
as decorações propagandas começam logo que a outra termine.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ano começa com o Carnaval. Assim que termina o Carnaval, começa as propagandas e
decorações de Páscoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As propagandas do dia das mães já começam junto com a venda de ovos quebrados e
tão logo o domingo passa, aproveitando as cores (vermelhor e rosa) começa o dia
dos Namorados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como se não bastasse sofrer em filas para levar a mãe para almoçar fora no
Domingo, agora é a vez de enfrentar fila pra levar a
namorada/esposa/noiva/amante(?). As filas dos motéis ficam incríveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fim do Dia dos Namorados e dia dos Pais começa a bater na porta. De todos, o "Dia
dos Pais" deve ser o menos badalado. Bem menos filas, bem menos propaganda. Mas
ajuda a se concentrar na data seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O "Dia das Crianças" é quase um pré-Natal. No Brasil ainda tem o feriado no
mesmo dia o que ajuda a se extender para a &lt;em&gt;Semana da Criança&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O detalhe é que o "Dia das Crianças" é no meio de Outubro e só no final de
Dezembro tem-se a data seguinte, o Natal. Justamente por isso que, cada vez mais
cedo, geralmente no início de Novembro, o Natal começa em decorações e
propagandas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos poucos o pessoal vem tentando estimular a comemoração do Halloween
justamente para preencher essa distância entre o Dia das Crianças e o Natal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao fim do Natal, temos um rápido "Preparem-se para o Reveillon" e o cíclo se
reinicia com o Carnaval de novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Todas&lt;/strong&gt; as datas são comerciais. &lt;strong&gt;Todas&lt;/strong&gt; são estimuladas pelo
comércio para tentar vender. Compre o seu "Celular de Carnaval", "Celular de
Páscoa", "Celular novo para sua mãe", "Celular para sua amada", "Celular para
seu pai", "Celular como presente de Natal".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só não tem "Celular para seu filho" porque é proibido fazer propaganda pra
criança e não tem "Celular das Bruxas" porque ainda estão esquentando... Mas dê
tempo ao tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Só perde se vender</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/so-perde-se-vender.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-12T19:15:07-02:00</published><updated>2017-11-12T19:15:07-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-12:/2017-11/so-perde-se-vender.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-95"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 95&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nesse mundo de ações e, principalmente, Bitcoins, muita gente não consegue ver
que a realização do lucro ou prejuízo só acontece na vende de algo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É comum as pessoas comprarem (ação ou bitcoin) e então dizerem que estão "ganhando" ou "perdendo"
enquanto ainda estão com o ativo na …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-95"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 95&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nesse mundo de ações e, principalmente, Bitcoins, muita gente não consegue ver
que a realização do lucro ou prejuízo só acontece na vende de algo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É comum as pessoas comprarem (ação ou bitcoin) e então dizerem que estão "ganhando" ou "perdendo"
enquanto ainda estão com o ativo na mão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem já conversou comigo sobre o assunto, já me ouviu dizer várias vezes: Só
existe perda ou ganho depois que você.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso se dá por 2 motivos básicos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. O cálculo de perda ou ganho, antes de efetivamente vender, é feito baseado na
última negociação.  Pode acontecer de ao tentar efetivar a venda não exista
oferta naquele valor cujo o cálculo foi feito. Ao invés de lucro você pode
acabar tendo prejuízo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. O volume pode não ser suficiente para cobrir o valor que quer - as vezes o
volume ofertado de compra (para você realizar sua venda) pode ser abaixo do que
você pretende realizar. Isso é bem normal em mercados com liquidez baixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso antes de chorar as mágoas sobre as suas "perdas" ou estourar champanhe
pelos seus lucros, lembre-se que só existe perda ou ganho quando se vende. Se
continuar com o &lt;em&gt;ativo&lt;/em&gt; em mãos, tudo pode mudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Sono Leve</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/sono-leve.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-11T19:23:37-02:00</published><updated>2017-11-11T19:23:39-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-11:/2017-11/sono-leve.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-94"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 94&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ter um sono leve é um problema, especialmente se dormir um número mínimo de
horas por noite for uma necessidade, como é meu caso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer barulho, qualquer luz me acorda. E isso é um problema porque,
geralmente, se eu começar a pensar em algo quando acordo, eu não …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-94"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 94&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ter um sono leve é um problema, especialmente se dormir um número mínimo de
horas por noite for uma necessidade, como é meu caso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer barulho, qualquer luz me acorda. E isso é um problema porque,
geralmente, se eu começar a pensar em algo quando acordo, eu não consigo voltar
a dormir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Insistir no sono é algo que me incomoda muito mais que o fato de ter acordado
mais cedo. Por isso eu acabo desistindo e levantando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é quando a cabeça "liga" quando eu acordo no meio da noite por causa
de um sonho qualquer que tive. Aí, só passando um tempo no celular pra poder
cansar um pouco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Frentista</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/frentista.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-10T18:59:46-02:00</published><updated>2017-11-10T18:59:48-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-10:/2017-11/frentista.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-93"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 93&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Acompanho uma Irlandesa passeando pelo Brasil contando com está sendo sua
experiência com o choque cultural que está passando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comidas, tentativa de aprender o português e a percepção do quão grande e
diferente o Brasil é.  Começou em São Paulo, passou pelo Rio, depois Fortaleza e
Salvador. Agora …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-93"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 93&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Acompanho uma Irlandesa passeando pelo Brasil contando com está sendo sua
experiência com o choque cultural que está passando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comidas, tentativa de aprender o português e a percepção do quão grande e
diferente o Brasil é.  Começou em São Paulo, passou pelo Rio, depois Fortaleza e
Salvador. Agora está em Itaúna-MG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa que ela se mostrou bastante surpresa foi com o fato de terem
frentistas em postos de gasolina. Ficou maravilhada que não era necessário sair
do carro para abastecer já que ela odeia fazer isso. Na Europa e nos Estados
Unidos não existem frentistas para abastecer o seu carro. Cada um tem que sair
do carro, operar a bomba e então ir no caixa pagar.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Lembre-se que muitos lugares faz frio. Ter que sair do carro quentinho para
abastecer o carro explica porque a ideia de um frentista parece tão
sensacional.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A surpresa dela foi seguida com um: "Como que a gente nunca pensou nisso
antes?" e a minha resposta é bem simples: "Porque é caro!"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simplesmente não compensa ter um frentista nesses lugares. O valor do salário
mínimo ou a falta de mão de obra disposta ao trabalho por um salário baixo
impossibilita. Do mesmo jeito que não existe empregadas domésticas (a menos que
seja uma família muito rica). São trabalhos que só são possíveis em países cuja
mão de obra barata é abundante. Cenário que, geralmente, é causado por problemas
econômicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Em Orlando - Parques</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/em-orlando-parques.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-09T20:22:26-02:00</published><updated>2017-11-09T20:22:29-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-09:/2017-11/em-orlando-parques.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-92"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 92&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Além das &lt;a class="reference external" href="/2017-11/em-orlando-compras.html"&gt;compras&lt;/a&gt;, Orlando também são os parques. Tem vários mas pelo tempo
que eu tinha preferi me concentrar em dois.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Disney&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;O famoso &lt;em&gt;Magic Kingdom&lt;/em&gt; é um parque bem infantil. As crianças se aproveitam
bem mais que os adultos nesse parque. Tem coisas legais para adultos,
especialmente …&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-92"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 92&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Além das &lt;a class="reference external" href="/2017-11/em-orlando-compras.html"&gt;compras&lt;/a&gt;, Orlando também são os parques. Tem vários mas pelo tempo
que eu tinha preferi me concentrar em dois.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Disney&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;O famoso &lt;em&gt;Magic Kingdom&lt;/em&gt; é um parque bem infantil. As crianças se aproveitam
bem mais que os adultos nesse parque. Tem coisas legais para adultos,
especialmente se o adulto cresceu gostando dos personagens. Mas na questão
brinquedos é bem mais infantil.&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Universal&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Esse é um parque mais adulto. Várias montanhas russas e atrações que atraem
mais a galera mais velha. É interessante para crianças também, é claro, já que
é cheio de super heróis e heroínas.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Em resumo é uma "diversão para toda família", mas cansa &lt;em&gt;muito&lt;/em&gt;. O calor, o anda
pra lá e pra cá e o tanto de fila que se enfrenta, derruba o cidadão no final do
dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas vale. Se puder vá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Em Orlando - Compras</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/em-orlando-compras.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-08T21:21:32-02:00</published><updated>2017-11-08T21:21:32-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-08:/2017-11/em-orlando-compras.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-91"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 91&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Orlando é um lugar interessante. Foi a minha primeira e única vez que visitei os
Estados Unidos. A ideia era ir comprar e ir nos parques da Disney.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fui no final do verão e o calor estava forte. Calor úmido que faz a gente
procurar um ar condicionado …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-91"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 91&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Orlando é um lugar interessante. Foi a minha primeira e única vez que visitei os
Estados Unidos. A ideia era ir comprar e ir nos parques da Disney.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fui no final do verão e o calor estava forte. Calor úmido que faz a gente
procurar um ar condicionado o tempo inteiro. A única vantagem é que a piscina
não-aquecida fica convidativa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Odeio água fria, só nesses casos mesmo pra eu entrar em uma piscina.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A ideia de comprar é realmente interessante porque os &lt;em&gt;outlets&lt;/em&gt; tem preços que
valem bastante. Só tem que tomar cuidado com o "mosquito das compras" porque,
chegando lá, a gente entra em uma loucura e sai comprando o que vê pela frente
por causa dos preços e quando vai ver acabou o dinheiro e você ainda está no
primeiro dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Assistindo séries</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/assistindo-series.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-07T23:08:30-02:00</published><updated>2017-11-07T23:08:32-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-07:/2017-11/assistindo-series.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-90"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 90&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hoje em dia existe basicamente 3 maneiras de ver séries:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Você acompanha uma série em andamento: Pra quem é ansioso, esperar uma semana
pelo novo episódio não é fácil&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você espera toda a temporada sair (ou a série acabar) e então vê tudo de uma
vez: não pode …&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-90"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 90&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hoje em dia existe basicamente 3 maneiras de ver séries:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Você acompanha uma série em andamento: Pra quem é ansioso, esperar uma semana
pelo novo episódio não é fácil&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Você espera toda a temporada sair (ou a série acabar) e então vê tudo de uma
vez: não pode ter problema com spoilers&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assistir toda a série de uma vez, para as séries que lançam as temporadas
inteiras de uma vez&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Mas tem uma coisa que nenhuma dessas 3 maneiras evita: ficar meses esperando
meses para as séries voltarem a passar novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Poder da persistência</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/o-poder-da-persistencia.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-06T21:21:05-02:00</published><updated>2017-11-06T21:21:08-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-06:/2017-11/o-poder-da-persistencia.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-89"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 89&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Só quem já entrou no modo &lt;em&gt;só quando conseguir eu paro&lt;/em&gt; sabe os "milagres" que a
persistência pode ter ao conseguir um resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem não perde tempo e foco com o constante sentimento de &lt;em&gt;o resultado que eu
quero não chegou ainda&lt;/em&gt; consegue dar valor aos pequenos avanços …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-89"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 89&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Só quem já entrou no modo &lt;em&gt;só quando conseguir eu paro&lt;/em&gt; sabe os "milagres" que a
persistência pode ter ao conseguir um resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem não perde tempo e foco com o constante sentimento de &lt;em&gt;o resultado que eu
quero não chegou ainda&lt;/em&gt; consegue dar valor aos pequenos avanços e continuar
firme buscando o objetivo traçado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais complicado e longo é o objetivo, mais difícil é se concentrar no
caminho e esquecer o objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprender algo ou mudar o corpo (pra mais ou menos) são objetivos bem complicados
porque ninguém consegue influenciar na velocidade que o corpo se altera e nem é
possível aumentar a velocidade com que se aprende algo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final o único resultado é &lt;em&gt;só parar quando o objetivo for alcançado&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O dia engana turista</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/o-dia-engana-turista.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-05T19:14:53-02:00</published><updated>2017-11-05T19:14:53-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-05:/2017-11/o-dia-engana-turista.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-88"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 88&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Irlanda é conhecida como a &lt;em&gt;Ilha esmeralda&lt;/em&gt;. Essa alcunha é dada por causa da
quantidade de verde que é visto por todo país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No verão tem chuvas com pouco frio, alguns chamam até de calor (se for
possível sentir calor com 25C). No outono tem chuvas com …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-88"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 88&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Irlanda é conhecida como a &lt;em&gt;Ilha esmeralda&lt;/em&gt;. Essa alcunha é dada por causa da
quantidade de verde que é visto por todo país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No verão tem chuvas com pouco frio, alguns chamam até de calor (se for
possível sentir calor com 25C). No outono tem chuvas com o início do frio.
No inverno tem chuvas com bastante frio. Na primavera tem chuvas com o tempo
esquentando com a chegada do verão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como pode ver, uma coisa que não falta é chuva. Não é literalmente todo dia, mas
é quase. E é essa chuva que mantém o país tão verde o ano todo e deixa quem
gosta de calor e praia bastante desanimado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar disso, existem dias que não tem chuva e o sol abre. E são esses dias que
eu gosto de chamar de "engana turista". Sempre imagino que alguns turistas que
dão sorte de visitar Dublin nesses dias deve ir embora maravilhado e sem
entender como que alguém pode reclamar do tempo de um lugar de clima tão estável
e temperatura agradável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Virar noite</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/virar-noite.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-04T23:37:54-02:00</published><updated>2017-11-04T23:37:54-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-04:/2017-11/virar-noite.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-87"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 87&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando ouço falar de pessoas viram noites e ficam noites sem dormir eu me
impressiono. É algo muito complicado pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu preciso de pelo menos 7 horas de sono, no mínimo, para que o dia seguinte
seja normal. Quanto menos horas de sono tenho, pior me sinto …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-87"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 87&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando ouço falar de pessoas viram noites e ficam noites sem dormir eu me
impressiono. É algo muito complicado pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu preciso de pelo menos 7 horas de sono, no mínimo, para que o dia seguinte
seja normal. Quanto menos horas de sono tenho, pior me sinto no dia seguinte.
Uma sensação terrível no corpo quase o dia todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vez virei uma noite propositalmente pra ver como iria me sentir no dia
seguinte. Tudo estava indo bem lá pelas 9 da manhã quando resolvi tomar um
banho. Erro fatal. Ao sair do banheiro, senti um sono absurdo. Sentei na cama e
apaguei. Acordei poucas horas depois me sentindo horrível. Foi a mesma sensação
de quando durmo pouco, só que depois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dormir durante o dia após ter virado a noite tem um efeito parecido. Algo muito
comum, ir em festa de formatura ou casamento e chegar as 6 da manhã. Não importa
a hora que eu acorde, irei me sentir mal o resto do dia. O fato de ter um sono
leve não ajuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Dilema</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/dilema.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-03T22:01:30-02:00</published><updated>2017-11-03T22:01:30-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-03:/2017-11/dilema.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-86"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 86&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Chego, com muito custo, ao dia 86. Razoavelmente perto do final, descobri que
cheguei a um dilema. No dia 94, eu não estarei em casa para postar. Tenho
algumas opções que preciso considerar que influenciam no desafio:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;Escrevo os dias que não poderei postar adiantado? (Como se escrever …&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-86"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 86&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Chego, com muito custo, ao dia 86. Razoavelmente perto do final, descobri que
cheguei a um dilema. No dia 94, eu não estarei em casa para postar. Tenho
algumas opções que preciso considerar que influenciam no desafio:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;Escrevo os dias que não poderei postar adiantado? (Como se escrever um por
dia já não estivesse complicado o suficiente)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Desconsidero esses dias e continuo quando voltar?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assumo a derrota?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cancelo a viagem e fico pra manter o objetivo?&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;blockquote&gt;
É claro que a última opção é apenas para ser dramático. Eu não faria isso.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Se ler isso antes do dia 94 chegar e dê o seu palpite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Férias picadas</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/ferias-picadas.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-02T22:25:44-02:00</published><updated>2017-11-02T22:25:44-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-02:/2017-11/ferias-picadas.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-85"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 85&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De todas as coisas que mudam quando se começa trabalhar fora do Brasil, as
férias me parecem ser as que mais chamam atenção. Não só porque elas contam
apenas dias úteis, mas pela flexibilidade de serem divididas em dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 dias de férias viram 9 dias. Se tiver …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-85"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 85&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De todas as coisas que mudam quando se começa trabalhar fora do Brasil, as
férias me parecem ser as que mais chamam atenção. Não só porque elas contam
apenas dias úteis, mas pela flexibilidade de serem divididas em dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 dias de férias viram 9 dias. Se tiver férias no meio, são 10 dias. É perfeito
para fazer uma viagem mais longa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil existem muitos feriados, mas feriados são para todos. Ou seja, quando
se viaja no feriado, você é mais um de muitos tentando aproveitar o feriado para
viajar. Todos os lugares ficam cheios e mais caros por isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando é possível escolher o final de semana que será maior tudo muda. Dá pra
escolher baseado no clima, em eventos aonde vão acontecer. Chega a ser
emocionante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Reveillon em Novembro</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-11/reveillon-em-novembro.html" rel="alternate"></link><published>2017-11-01T21:42:15-02:00</published><updated>2017-11-01T21:42:15-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-11-01:/2017-11/reveillon-em-novembro.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-84"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 84&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Virada de ano em Dublin, a menos que esteja em algum pub ou festa, é bem calmo.
Não calmo com pouco barulho. Calmo no nível de é um dia como outro qualquer. Se
não fosse o calendário avisando nem daria pra saber que é a virada do ano …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-84"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 84&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Virada de ano em Dublin, a menos que esteja em algum pub ou festa, é bem calmo.
Não calmo com pouco barulho. Calmo no nível de é um dia como outro qualquer. Se
não fosse o calendário avisando nem daria pra saber que é a virada do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Totalmente diferente do Brasil onde tem muitos fogos por todo o país, em Dublin
é um silêncio só.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos motivos é o fato de não ser permitido a venda de fogos de artifício no
pais. Isso faz com o que praticamente não exista barulho na virada.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Nem o velho &lt;em&gt;10 9 8 7....&lt;/em&gt; dá pra ouvir.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Mas tudo muda quando a questão é Halloween. Sim, nessa época o pessoal dá um
jeito, vai na Irlanda do Norte, onde é permitido comprar fogos, e compra pra
soltar na noite de Halloween.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Pelo jeito só não pode vender, mas se consegui comprar, pode soltar de boa.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Não se engane porque não é nem de longe a queima que acontece no reveillon pelo
Brasil, mas é bastante para um lugar que está sempre em silêncio, seja em jogos
de futebol, reveillon, natal, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em questão de foguete, o reveillon em Dublin é do dai 31 de Outubro a 1º de
Novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Uber vs Táxi</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/uber-vs-taxi.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-31T22:08:04-02:00</published><updated>2017-10-31T22:08:04-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-31:/2017-10/uber-vs-taxi.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-83"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 83&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Realmente não entendo porque fingem ser tão complicado entender que Uber não é o
problema. Uso a palavra &lt;em&gt;fingem&lt;/em&gt; porque não é possível que usem o raciocínio
contrário sem querer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiro existia os táxis. Um serviço regulado pelo governo. Onde poucos tem
acesso a um número limitado de …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-83"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 83&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Realmente não entendo porque fingem ser tão complicado entender que Uber não é o
problema. Uso a palavra &lt;em&gt;fingem&lt;/em&gt; porque não é possível que usem o raciocínio
contrário sem querer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiro existia os táxis. Um serviço regulado pelo governo. Onde poucos tem
acesso a um número limitado de placas, e então alugam essas placas para
terceiros lucrando sem esforço no processo, cobrando diárias fixas de quem
resolve alugá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então vem o Uber um aplicativo que aceita quem quer trabalhar e ganha um
percentual do trabalho. Ilimitado e sem obrigações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o táxi é um serviço tão bom, porque as pessoas estão usando Uber? A solução é
complicar para o Uber ou seria facilitar para o táxi?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quem interessa o serviço de transporte particular ser limitado e tão seletivo
para se fazer parte?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Reddit</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/reddit.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-30T22:17:54-02:00</published><updated>2017-10-30T22:17:54-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-30:/2017-10/reddit.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-82"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 82&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Você provavelmente nunca ouviu falar no &lt;em&gt;Reddit&lt;/em&gt;, mas é uma das "forças" mais
poderosas na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;reddit.com&lt;/em&gt; é um site que parece uma mistura de fórum e blog onde as coisas
ficam distribuidas em &lt;em&gt;subreddits&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Subreddits&lt;/em&gt; são umas espécie de comunidades
onde os assuntos se dividem. Tem …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-82"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 82&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Você provavelmente nunca ouviu falar no &lt;em&gt;Reddit&lt;/em&gt;, mas é uma das "forças" mais
poderosas na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;reddit.com&lt;/em&gt; é um site que parece uma mistura de fórum e blog onde as coisas
ficam distribuidas em &lt;em&gt;subreddits&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Subreddits&lt;/em&gt; são umas espécie de comunidades
onde os assuntos se dividem. Tem comunidade do que você puder imaginar e
qualquer um pode criar a comunidade que quiser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer pessoa pode criar um post sobre qualquer coisa (um texto, um link, uma
foto). Os outros usuários podem votar (positivo ou negativo) e comentar em um
post. Os comentários também recebem &lt;em&gt;positivo e negativo&lt;/em&gt;. Esses "votos" são
usados para ranquear quão relevantes são os posts e comentários. A ideia é que
posts irrelevantes vão ganhar muitos negativos e acabam sumindo da visão de
todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em geral, nos fórum, os posts mais novos e os mais comentados ficam em primeiro.
Nos blogs os posts mais novos aparecem primeiro. No &lt;em&gt;Reddit&lt;/em&gt; os posts mais
relevantes ganham destaque. É uma espécie de curadoria que acaba sendo feito
pelos próprios usuários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas características fazem com que os usuários acabem tentar contribuir com
algo mais produtivo possível (na visão de cada comunidade).  Esse espírito de
querer contribuir, cria comunidades que demonstram o poder do conhecimento
coletivo (tanto para as bobagens, quanto para o que é sério).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma pena que as comunidades Brasileiras sejam tão pequenas no &lt;em&gt;reddit&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Alexa</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/alexa.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-29T23:07:10-02:00</published><updated>2017-10-29T23:07:10-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-29:/2017-10/alexa.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-81"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 81&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Alexa&lt;/em&gt; é o nome do assistente da Amazon que recebe controle de voz para fazer
as coisas. O do Google chama &lt;em&gt;Google Home&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se por acaso já viu algum comercial desses assistentes, já deve ter visto o quão
"últi-inútil" eles são. É interessante controlar as coisas por comando …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-81"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 81&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Alexa&lt;/em&gt; é o nome do assistente da Amazon que recebe controle de voz para fazer
as coisas. O do Google chama &lt;em&gt;Google Home&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se por acaso já viu algum comercial desses assistentes, já deve ter visto o quão
"últi-inútil" eles são. É interessante controlar as coisas por comando de voz.
Fazer certas perguntas e receber as respostas de conversões de unidades ou de
receitas de algum prato.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Quem nunca se perguntou quanto é, em gramas, &lt;em&gt;uma xícara&lt;/em&gt; de açúcar?&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Ao invés de ficar falando das grandes vantagens (que concordo que têm), vou me
focar nas partes não tão legais. São as partes que inclusive não me animaram até
hoje ter um.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Limitações&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Esses assistentes só fazem o que você diz para eles fazerem. Praticamente não
existe sugestões ou correções de ações. Um organizador que com o tempo vai
sabendo o que quero, quando quero e ir me sugerindo ou até já tomando as
decisões. Mas isso só é possível para ir aprender se for guardando e
analisando as minhas ações, horários, rotinas, localizações, etc. O que me
leva ao segundo problema.&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Privacidade&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Para fazer a análise Amazon/Google precisam ter acesso ao todos os meus dados
e então "ensinar" seus assistentes a agir de acordo com os padrões.
Infelizmente não é algo que fico muito confortável.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;O que eu queria mesmo é algo tipo do filme "Her" ou o "Jervis" do Tony Stark.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final, ainda tem muita coisa pra evoluir. Hoje é só um ajudante pra quem tem
preguiça de digitar ou está longe demais do celular pra por uma música pra
tocar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Rick and Morty</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/rick-and-morty.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-28T22:49:53-02:00</published><updated>2017-10-28T22:49:54-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-28:/2017-10/rick-and-morty.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-80"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 80&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Simpsons começou a passar em 1989. Na época foi um choque para todo mundo o tipo
de humor e a maneria como criticava as culturas, em especial, a americana.
Dentre as piadas e críticas vinha também o humor non-sense.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Non-sense é um tipo de humor que é meio …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-80"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 80&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Simpsons começou a passar em 1989. Na época foi um choque para todo mundo o tipo
de humor e a maneria como criticava as culturas, em especial, a americana.
Dentre as piadas e críticas vinha também o humor non-sense.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Non-sense é um tipo de humor que é meio &lt;em&gt;ama ou odeia&lt;/em&gt;. Eu adoro. E
consequentemente fui (sou) um dos que adorava (adora) os Simpsons. Com o tempo
vieram outros tipos de desenhos inspirados na mesma pegada: &lt;em&gt;Futurama&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;South
Park&lt;/em&gt; são alguns exemplos. Cada um com o nível de piadas pesadas e non-sense
ainda maiores que o anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então chega &lt;em&gt;Rick and Morty&lt;/em&gt; onde os níveis de non-sense e piadas pesadas
ultrapassam tudo que veio antes. E dessa vez com ajuda de infinitas dimensões e
universos paralelos para poder fazer o non-sense ficarem em níveis que em vários
momentos deixam o expectador desconcertado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só assistindo para entender o que estou dizendo. Se não gosta de humor
non-sense, se não gostava do Simpsons, talvez você não vai entender porque faz
tanto sucesso. Mas se gostar de non-sense, de piadas sarcásticas e referências
irônicas, você vai gostar bastante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Halloween</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/halloween.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-27T23:19:38-02:00</published><updated>2017-10-27T23:19:38-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-27:/2017-10/halloween.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-79"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 79&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário do Brasil, Halloween é uma data que o pessoal leva a sério em
alguns países. Na Irlanda eles gostam bastante. O pessoal leva mais a sério que
Natal. Talvez a impressão seja porque além dos enfeites, o pessoal se fantasia.
No Brasil as fantasias são vistas …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-79"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 79&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário do Brasil, Halloween é uma data que o pessoal leva a sério em
alguns países. Na Irlanda eles gostam bastante. O pessoal leva mais a sério que
Natal. Talvez a impressão seja porque além dos enfeites, o pessoal se fantasia.
No Brasil as fantasias são vistas apenas nas festas a fantasia. Aqui se vê
pessoas de todas as idades. Indo para escola, indo para o trabalho, indo para
festas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pessoal realmente se esforça nas fantasias. Muita maquiagem, roupas. E em
algumas partes da cidade alguns adolescentes gostam de fazer fogueira o que
deixa tudo cheirando fumaça.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Essa parte é um saco.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O &lt;em&gt;doces ou travessuras&lt;/em&gt; também acontece, mas onde moro é pequeno e não tem
crianças no prédio. Sei que em outros locais as crianças vão nas portas pra
ganhar doces e ajudar alguns dentistas a pagar suas contas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu só observo. Para um Brasileiro que não vê graça no Natal, imagina se vejo
graça em Halloween.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O ódio do bem</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/o-odio-do-bem.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-26T23:17:13-02:00</published><updated>2017-10-26T23:17:13-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-26:/2017-10/o-odio-do-bem.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-78"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 78&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existe um perfil no twitter chamado &lt;em&gt;Ódio do bem&lt;/em&gt;. O perfil fica repostando
twitts hipócritas de pessoas que "xingam muito no twitter" criticando certas
atitudes e então postam apologias às mesmas coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coisas do tipo:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;"quão amarga é a pessoa que comemora a morte de Dona Marisa pelo …&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-78"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 78&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existe um perfil no twitter chamado &lt;em&gt;Ódio do bem&lt;/em&gt;. O perfil fica repostando
twitts hipócritas de pessoas que "xingam muito no twitter" criticando certas
atitudes e então postam apologias às mesmas coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coisas do tipo:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;"quão amarga é a pessoa que comemora a morte de Dona Marisa pelo simples fato
de não gostar do Lula?" então: "tomara que morra esse (Temer) arrombado do
caralho"&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;"nunca, em hipótese alguma combata ódio com mais ódio" então: "estarei aqui
para comemorar a morte de jair bolsonaro"&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;"Dia Nacional do Combate à Intolerância Religiosa &amp;lt;3" então: "Crente, pior
raça. É igual peste, vive se espalhando."&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;São dezenas de postagens por dia desse tipo. E é apenas uma parte daqueles que
tem a mentalidade "se discorda de mim deve morrer, e posso pensar isso porque é
um &lt;em&gt;ódio do bem&lt;/em&gt;"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>A Internet não esquece</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/internet-nao-esquece.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-25T21:49:25-02:00</published><updated>2017-10-25T21:49:25-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-25:/2017-10/internet-nao-esquece.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-77"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 77&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa é uma frase que muita gente já ouviu mas que não tem muita noção do que
realmente significa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem &lt;a class="reference external" href="/2017-09/acumuladores-digitais.html"&gt;pessoas que acumulam coisa na internet&lt;/a&gt; e são quem ajudam nessa
afirmação. Essas pessoas usam programas que vasculham a internet e vão coletando
todo o tipo de informação …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-77"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 77&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa é uma frase que muita gente já ouviu mas que não tem muita noção do que
realmente significa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem &lt;a class="reference external" href="/2017-09/acumuladores-digitais.html"&gt;pessoas que acumulam coisa na internet&lt;/a&gt; e são quem ajudam nessa
afirmação. Essas pessoas usam programas que vasculham a internet e vão coletando
todo o tipo de informação que acham. Ou seja, quanto mais famoso for algo
(texto, foto, vídeo) maior a chance de um desses programas capturar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que as pessoas fazem com esse tanto de informação/arquivos? A princípio nada.
Como falei no post, a ideia é apenas coletar o máximo de coisas possível. Ter
o perfil privado, pode reduzir a chance de sua foto ser coletada. Mas mesmo
que não seja feito por uma pessoa qualquer, é feito pelos serviços. Afinal, sua
foto privada no instagram, só é privada para o público em geral. O instagram
sabe dela certo? E eles fazem backup de tudo que está lá. Se algum dia esse
backup for acessado, vai acabar na mão desses acumuladores.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Ainda assim, se suas fotos e perfis foram privadas, você reduz as chances de
ser coletado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É algo que deve-se tomar cuidado. Uma vez publicado, se quiser ser "esquecido" é
praticamente impossível garantir que aquilo quer que seja esquecido não está
salvo no computador de alguém.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Salário mínio</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/salario-minimo.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-24T20:13:47-02:00</published><updated>2017-10-24T20:13:47-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-24:/2017-10/salario-minimo.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-76"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 76&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O salário mínimo ajuda as pessoas a conseguir um salário digno ou causa
desemprego? Vou tentar descrever uma situação em que pode ajudar a responder
isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagina uma empresa que produz algo cujo o custo de mão de obra é 10. A empresa
então contrata 5 trabalhadores que …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-76"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 76&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O salário mínimo ajuda as pessoas a conseguir um salário digno ou causa
desemprego? Vou tentar descrever uma situação em que pode ajudar a responder
isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagina uma empresa que produz algo cujo o custo de mão de obra é 10. A empresa
então contrata 5 trabalhadores que produzem 2 cada. A empresa então vende o
produto por algum valor acima de 10 e a diferença do preço de venda será o seu
lucro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo então vê esse valor absurdo de salário e define um salário mínimo de
5. Agora a empresa tem duas opções:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;aumenta o valor do produto para algo acima de 25 (mesmo que quiser não ter
lucro nenhum)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; corta no número de funcionários&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;As vezes, aumentar o valor do produto não é uma opção. Nesse caso precisamos
mandar 3 funcionários embora para o custo retornar a um valor que seja possível
manter o preço anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cenário é totalmente hipotético, até porque as pessoas geralmente não
produzem a mesma coisa. Um cenário mais possível seria o de termos funcionários
produzindo 3, 3, 2, 2, 1.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma definição de salário mínimo para 3, torna 3 funcionários
desempregados. O empregador ainda tem que decidir se vai aumentar o valor do
produto ou não, mas que sentido tem manter funcionários que produzem menos do
que são obrigados a serem pagos? Talvez faça sentido dar um treinamento para os
funcionários que produzem 2 para que passem a produzir 3. Mas o empregado
que produz 1 provavelmente irá perder o emprego.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um funcionário pode produzir 1 por vários motivos:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;se formou a pouco tempo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;é muito novo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pode estar querendo começar em uma nova área&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A questão é: qualquer que seja o motivo, ele vai ficar desempregado porque é
&lt;em&gt;proibido&lt;/em&gt; pagá-lo menos que o mínimo. Ele não tem nem a oportunidade de receber
menos e com o tempo ir se capacitando para então chegar no valor que seria o
mínimo. É o problema que muitos jovens tem: Como conseguir o primeiro emprego se
o primeiro emprego já exige experiência?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O salário mínimo não força o empregador a pagar um valor mínimo ao empregado.
Ter um teto mínimo para o salário faz com que pessoas que não produzem esse
mínimo não possam trabalhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Monitores</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/monitores.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-23T23:14:59-02:00</published><updated>2017-10-23T23:14:59-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-23:/2017-10/monitores.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-75"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 75&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para quem programa, edita vídeos ou joga, entende a necessidade de ter vários
monitores para poder várias telas ao mesmo tempo com os programas usados no
máximo tamanho possível em cada tela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema de ter vários monitores é o espaço que ocupam. Se dois monitores
já ocupam …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-75"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 75&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para quem programa, edita vídeos ou joga, entende a necessidade de ter vários
monitores para poder várias telas ao mesmo tempo com os programas usados no
máximo tamanho possível em cada tela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema de ter vários monitores é o espaço que ocupam. Se dois monitores
já ocupam bastante espaço, imagina 3, 5, 6 monitores.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Sim, tem gente com essa quantidade de monitores.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É ai que entra os óculos VR. Ao invés de uma quantidade gigante de monitores
ocupando um espaço gigante, com um óculos VR é possível ter quantas telas
quiser, precisando apenas um lugar para o teclado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por causa do óculos é possível inclusive se concentrar mais no que se está
fazendo já que todo o campo visual estará ocupado pelas telas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Textão de whatsapp</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/textao-de-whatsapp.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-22T23:15:17-02:00</published><updated>2017-10-22T23:15:17-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-22:/2017-10/textao-de-whatsapp.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-74"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 74&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sabe aqueles textos gigantes que recebemos no whatsapp? Só com muito tempo e sem
nada pra fazer é que eu acredito que alguém perde tempo para ler tudo. Quanto
maior, mais preguiça eu tenho. Especialmente porque a maioria cai em 2
categorias:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Boato de algo que parece difícil …&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-74"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 74&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sabe aqueles textos gigantes que recebemos no whatsapp? Só com muito tempo e sem
nada pra fazer é que eu acredito que alguém perde tempo para ler tudo. Quanto
maior, mais preguiça eu tenho. Especialmente porque a maioria cai em 2
categorias:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Boato de algo que parece difícil acreditar corroborado por especialistas
(médicos, doutores) que não existem (uma pesquisa no google é fácil de
descobrir que o assunto é falso)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Texto tirado de livros de auto-ajuda com frases bonitas e que dizem o óbvio&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Geralmente quando eu vejo que é um textão eu simplesmente apago. Sei que ninguém
perguntou, mas eu tenho uma regra que poderia ser seguida antes de enviar esses
textos: &lt;em&gt;Se tem mais de 2 linhas e não foi você que escreveu, não envie&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Se eu bebesse...</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/se-eu-bebesse.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-21T22:44:48-02:00</published><updated>2017-10-21T22:44:48-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-21:/2017-10/se-eu-bebesse.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-73"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 73&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu não bebo nada alcoólico. Nem vinho, nem cerveja, vodka ou whiskey. Nada. Simplesmente porque
não gosto do gosto do álcool.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Bebidas que não se sente o gosto do álcool não fazem sentido pra mim. Porque
por algo na bebida que não vai alterar em nada o gosto …&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-73"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 73&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu não bebo nada alcoólico. Nem vinho, nem cerveja, vodka ou whiskey. Nada. Simplesmente porque
não gosto do gosto do álcool.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Bebidas que não se sente o gosto do álcool não fazem sentido pra mim. Porque
por algo na bebida que não vai alterar em nada o gosto. Eu sei que é pra ficar
bêbado e isso nunca me interessou.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Como todas as bebidas acabam tento o gosto ruim, eu escolheria pela aparência,
da garrafa. Não que isso faça muito sentido...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse quesito a garrafa que acho mais legal é a Jack Daniel's. Ela me da a
impressão de Whiskey do velho oeste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O gosto, como todo Whiskey é ruim. Mas pelo menos fica bem na foto se a garrafa
estiver do lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Agridoce</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/agridoce.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-20T22:52:33-02:00</published><updated>2017-10-20T22:52:33-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-20:/2017-10/agridoce.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-72"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 72&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agridoce&lt;/strong&gt; é um sabor que já começa estranho pelo nome. Segundo o dicinário,
&lt;em&gt;agridoce&lt;/em&gt; descreve um sabor que é ao mesmo tempo amargo e doce ou ácido e doce.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda vez que penso nesse sabor, me lembra do salpicão com maçã ou arroz com uva
passa. Argh... No …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-72"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 72&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agridoce&lt;/strong&gt; é um sabor que já começa estranho pelo nome. Segundo o dicinário,
&lt;em&gt;agridoce&lt;/em&gt; descreve um sabor que é ao mesmo tempo amargo e doce ou ácido e doce.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda vez que penso nesse sabor, me lembra do salpicão com maçã ou arroz com uva
passa. Argh... No meu paladar isso não faz sentido e não sei porque insistem
nessas combinações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Interessante notar que agridoce também pode ser atribuido a frutas como maçã,
que por sinal eu gosto. Mas quando o assunto é prato em refeição não dá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveitando, gostaria de deixar toda a minha indiganção para os que acham que
uva passa é ingrediente. Eu não consigo pensar em um prato em que a presença da
uva passa faça algo além de piorar o mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Fazer a barba</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/fazer-a-barba.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-19T22:25:02-02:00</published><updated>2017-10-19T22:25:02-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-19:/2017-10/fazer-a-barba.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-71"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 71&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por sorte, eu tive barba bem tarde. A primeira vez que tive que fazer foi aos 19
anos (isso se considerar passar a gilete nas penugens "fazer a barba"). Nunca
quis ter barba e sempre gostei de não ter que fazer. Tive colegas de colégio que
já faziam …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-71"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 71&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por sorte, eu tive barba bem tarde. A primeira vez que tive que fazer foi aos 19
anos (isso se considerar passar a gilete nas penugens "fazer a barba"). Nunca
quis ter barba e sempre gostei de não ter que fazer. Tive colegas de colégio que
já faziam barba quase todos os dias, enquanto eu precisei chegar na faculdade
pra me preocupar em raspar o quase nada que tinha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comecei a fazer uma vez por mês, até estabilizar em uma vez a cada duas semanas.
Ao mesmo tempo, pela barba ter começado tarde, hoje ela ainda não é completa,
fechada, suficiente para eu deixar crescer. Não que eu queria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sempre soube do trabalho que é fazer a barba diariamente e por isso mesmo eu
nunca desejei ter barba. Também tenho noção do que é cuidar de uma barba grande
e também não tenho planos para cultivar uma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até pouco tempo eu usava gilete pra raspava tudo. E mantinha esse ritual a cada
10, 15 dias. O problema de raspar é minha pele oleosa ajuda bastante a ter
espinhas. Foi então que eu descobri o barbeador elétrico e a possibilidade de só
deixar ela baixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, hoje, a cada duas semanas, eu só corto bem curto e pronto. Bem mais
prático e decretando praticamente o fim das espinhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Academia</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/academia.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-18T23:24:45-02:00</published><updated>2017-10-18T23:24:45-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-18:/2017-10/academia.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-70"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 70&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ir a academia é algo que faço totalmente por saber que tenho que ir. Nunca senti
a tal "saudade da academia", aquela sensação de querer ir pra academia ou de
sentir falta quando não vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as vezes que vou é porque sei que tenho que ir. Praticamente …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-70"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 70&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ir a academia é algo que faço totalmente por saber que tenho que ir. Nunca senti
a tal "saudade da academia", aquela sensação de querer ir pra academia ou de
sentir falta quando não vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as vezes que vou é porque sei que tenho que ir. Praticamente como tomar
remédio. Vou. Faço. Tudo levado pela cabeça. Por saber que tenho que ir.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Consigo parar de ir no dia seguinte com tranquilidade, mas sei que tenho que
ir.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Preciso me movimentar pra não ser um sendentário gordo. Mesmo que eu não tenha
facilidade para engordar, se eu vacilar eu engordo. Ganho aquela "pancinha de
chopp" mesmo eu não bebendo choop.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico só na musculação. Eu não aguento fazer esteira porque acho muito chato. E
sempre pela manhã para passar o dia com a sensação de dever cumprido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O furacão que não veio</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/o-furacao-que-nao-veio.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-17T23:07:30-02:00</published><updated>2017-10-17T23:07:30-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-17:/2017-10/o-furacao-que-nao-veio.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-69"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 69&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O furação &lt;em&gt;Ophelia&lt;/em&gt; estava com sua rota em direção da Irlanda. Por ser um país
pequeno, quando algo assim acontece em um lugar no país, acaba afetando todo o
país. Foi emitido um alerta vermelho para todo o país e o conselho era para todo
mundo ficar preocupado …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-69"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 69&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O furação &lt;em&gt;Ophelia&lt;/em&gt; estava com sua rota em direção da Irlanda. Por ser um país
pequeno, quando algo assim acontece em um lugar no país, acaba afetando todo o
país. Foi emitido um alerta vermelho para todo o país e o conselho era para todo
mundo ficar preocupado com os possíveis efeitos do furação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando chegou perto da Irlanda o furação já estava mais fraco e já era
considerado ex-furação. Ele passou pelo lado oeste da ilha e levou ventos forte
para cidades que ficavam daquele lado. Dublin sofreu muito pouco com os ventos
que foram um pouco mais fortes do que já é o comum na cidade. O medo de falta de
luz levou muita gente aos supermercados em cima da hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Praticamente todo mundo ficou em casa e as ruas ficaram desertas. Aulas foram
canceladas e, quem podia, trabalhou de casa mesmo. Houverem 3 mortes por causa
do ex-furação. As mortes foram causadas porque as vítimas não seguiram os
conselhos das autoridades e saíram de casa. Do lado oeste teve muita queda de
árvores e telhados arrancados. Nem de longe comparado com o que aconteceu no
Caribe, mas mais de 200 mil pessoas foram afetadas com a falta de luz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como falei, em Dublin, quase nada aconteceu. O dia seguinte tudo estava
funcionando normalmente e o máximo que vi foi um aumento no número de folhas
caídas. Folhas que já estavam em processo de cair em decorrência do outono.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Micropagamentos</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/micropagamentos.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-16T22:32:52-02:00</published><updated>2017-10-16T22:32:52-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-16:/2017-10/micropagamentos.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-68"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 68&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma das coisas que o Bitcoin possibilita são os &lt;em&gt;micropagamentos&lt;/em&gt;. Poder
transferir dinheiro para qualquer lugar do mundo em valores muitas vezes menores
que um centavo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o dinheiro físico é impossível fazer uma transação de menos de R$ 0.01 por
não existir esse tipo de moeda …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-68"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 68&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma das coisas que o Bitcoin possibilita são os &lt;em&gt;micropagamentos&lt;/em&gt;. Poder
transferir dinheiro para qualquer lugar do mundo em valores muitas vezes menores
que um centavo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o dinheiro físico é impossível fazer uma transação de menos de R$ 0.01 por
não existir esse tipo de moeda.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Mesmo que os postos de gasolina coloquem preços nas casa dos milésimos de
real.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Mesmo em transações eletrônicas não existe essa possibilidade causa do custo da
estrutura que empresas de cartões, por exemplo, precisam ter. Não compensa para
essas empresas possibilitar transações tão pequenas já que o custo da transação
ficaria maior que o valor a ser transferido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bitcoin muda drasticamente e abre um mundo de possibilidades. Alguns exemplos:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Fazer doações de qualquer lugar do mundo para qualquer lugar do mundo em
valores que não faz diferença nem para o mais pobre dos indivíduos, mas que
pode gerar um montante significante&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Poder cobrar ou pagar por conteúdo baseado em segundos. Seria possível cobrar
milésimos de centavos por cada segundo de um vídeo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Filmes 3D não pegou</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/filmes-3D-nao-pegou.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-15T20:57:29-02:00</published><updated>2017-10-15T20:57:29-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-15:/2017-10/filmes-3D-nao-pegou.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-67"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 67&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Houve uma época que filmes e vídeos 3D eram o futuro. Todo filme de grande
orçamento tem sempre a versão 3D e todas as TVs novas estavam sendo vendidas com
essa funcionalidade. Parecia realmente que era esse o futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas não foi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3D chegou a um ponto, não …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-67"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 67&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Houve uma época que filmes e vídeos 3D eram o futuro. Todo filme de grande
orçamento tem sempre a versão 3D e todas as TVs novas estavam sendo vendidas com
essa funcionalidade. Parecia realmente que era esse o futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas não foi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3D chegou a um ponto, não pegou e agora está morrendo. Nenhum filme que já vi
tem a experiência influenciada pelo 3D. Ver um filme em 3D ou 2D não muda em
nada. O filme vai ser bom e ruim independente dessa funcionalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem comprou as TVs, deve estar com os óculos novinhos. Comprou, no máximo
testou (se conseguiu achar algo pra ver) e guardou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque pagar a mais por uma TV com 3D que você só assiste em 2D? Porque pagar a
mais por um ingresso de cinema para um filme 3D cuja experiência é igual ao 2D?
E além do mais o 3D tem a desvantagem de obrigar a ficar olhando pra tela com a
cabeça ereta.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
As vezes, por mania, eu tombo um pouco a cabeça no meio do filme e embaça
tudo.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Quer ter uma experiência diferente? Veja filmes em IMAX.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Confiar na memória</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/confiar-na-memoria.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-14T21:38:42-03:00</published><updated>2017-10-14T21:38:42-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-14:/2017-10/confiar-na-memoria.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-66"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 66&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tudo que somos é uma mistura de nosso jeito de ser com nossas memórias. Já as
memórias são registros de nossas experiências. Mas e se a memória for falsa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confiar no que lembramos é algo complicado já que uma memória pode ser
totalmente falsa. Quanto maior riqueza de …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-66"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 66&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tudo que somos é uma mistura de nosso jeito de ser com nossas memórias. Já as
memórias são registros de nossas experiências. Mas e se a memória for falsa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confiar no que lembramos é algo complicado já que uma memória pode ser
totalmente falsa. Quanto maior riqueza de detalhes mais confiança temos no que
lembramos, mas mesmo assim, como saber se a memória não é falsa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reforçar algo que lembramos nos ajuda a confiar cada vez mais na memória.
Lembramos de uma rua, e todo dia que passamos na mesma rua, tudo está mais ou
menos como lembramos. Mas imagina que você nunca passasse de verdade na rua e
apenas lembrasse que "ontem" você passou na rua? Qual a diferença disso e se
houvesse apenas a lembrança?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais pessoas lembram da mesma coisa, menos dúvidas temos das lembrança e
mesmo assim nada garante que o que estamos lembrando é algo real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se pensar nisso um pouco, vai chegar a conclusão que talvez nada seja real
já que apenas o que está acontecendo nesse exato momento é real. O resto são
apenas lembranças e lembranças podem ser falsas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensa um pouco nisso, mas não muito ou vai ficar maluco!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Você já saiu no meio do filme?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/voce-ja-saiu-no-meio-do-filme.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-13T22:13:23-03:00</published><updated>2017-10-13T22:13:23-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-13:/2017-10/voce-ja-saiu-no-meio-do-filme.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-65"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 65&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu sempre fui muito no cinema. Chegava a ir sozinho no caso de não ter
companhia. Muita vezes, quando solteiro, eu decidia de última hora, faltando 20
minutos para começar o filme.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje em dia, vou até mais que antes. Vejo a grande maioria dos filmes em cartaz …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-65"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 65&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu sempre fui muito no cinema. Chegava a ir sozinho no caso de não ter
companhia. Muita vezes, quando solteiro, eu decidia de última hora, faltando 20
minutos para começar o filme.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje em dia, vou até mais que antes. Vejo a grande maioria dos filmes em cartaz
e das centenas de filmes que já vi, apenas uma vez na minha vida eu saí do
cinema no meio de um filme. Era um filme do Didi (não dos trapalhões). O filme
era em um nível de ruim que eu não suportei e tive que sair do cinema. Já vi
vários filmes ruins, mas sempre chego até o final para pode falar com convicção
que o filme é ruim. Esse não deu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E você sai no meio quando o filme incomoda? Quando é ruim?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O fuso horário</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/o-fuso-horario.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-12T21:57:20-03:00</published><updated>2017-10-12T21:57:20-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-12:/2017-10/o-fuso-horario.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-64"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 64&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O fuso horário da Irlanda para o Brasil são de 4 horas na maior parte do ano e 2
horas no horário de verão Brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Existe uma diferença de 3 horas durante umas 2 semanas quando o horário de
verão inicia e 3 horas quando ele termina porque …&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-64"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 64&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O fuso horário da Irlanda para o Brasil são de 4 horas na maior parte do ano e 2
horas no horário de verão Brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Existe uma diferença de 3 horas durante umas 2 semanas quando o horário de
verão inicia e 3 horas quando ele termina porque o horário de verão termina e
começa em dias diferentes para Brasil e Irlanda.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Por causa da diferença, a comunicação com o Brasil é diferente em diferentes
épocas do ano. Quando a diferença cai para 2 horas, nem se nota tanto. Mas o
fuso de 4 horas dá uma diferença considerável. Pensa que às 20h de Dublin ainda
são 16h no Brasil. Ou seja, a noite já está quase acabando em um lugar e a tarde
ainda está no meio no outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dia do Brasil está começando (8h) enquanto aqui já é hora do almoço (12h).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da mesma maneira quando se chega as 20h no Brasil e quer conversar com alguém em
Dublin fica complicado porque iniciar uma conversa à meia noite complica o sono
do cidadão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagina pra quem quer acompanhar o seu time de futebol no Brasil. O jogos que eu
já achava tarde (21:45) quando estava no Brasil, agora são extramente tarde
(2:45 da madrugada) na Irlanda. E é o início do jogo. Ou seja, ver o jogo até o
final significa dormir as 4 horas da manhã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Futebol Gaélico</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/futebol-gaelico.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-11T18:43:46-03:00</published><updated>2017-10-11T18:43:47-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-11:/2017-10/futebol-gaelico.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-63"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 63&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O esporte que é mais possível ver movimentação na cidade é o &lt;strong&gt;Futebol
Gaélico&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As regras é uma mistura de futebol com rugby. Tem as traves em &lt;em&gt;U&lt;/em&gt;, mas tem gol
de futebol também. A pontuação é contada no formato: &lt;em&gt;3-4 x 2-5&lt;/em&gt; (que significa
22 x 17 …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-63"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 63&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O esporte que é mais possível ver movimentação na cidade é o &lt;strong&gt;Futebol
Gaélico&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As regras é uma mistura de futebol com rugby. Tem as traves em &lt;em&gt;U&lt;/em&gt;, mas tem gol
de futebol também. A pontuação é contada no formato: &lt;em&gt;3-4 x 2-5&lt;/em&gt; (que significa
22 x 17).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ponto feito no gol vale 6 pontos e o ponto nas traves vale 1 ponto. Ou seja, é
necessário ficar fazendo conta toda vez que mostram um placar que é mostrado
como &amp;lt;Pontos no gol&amp;gt;-&amp;lt;Pontos na trave&amp;gt;, ai você multiplica o primeiro por 6 e
soma com o segundo. Por isso 3-4 equivale a 22.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Pra que simplificar se pode complicar?&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ser o esporte que mais se vê movimento, o que mais me chama atenção é
empolgação (ou seria a falta dela) do pessoal. Se vê muitas camisas dos times
pelas cidades. O pessoal poe bandeirinha nos carros e nas casas. Mas não se ouve
uma buzina, um grito, nada.  Nem antes, nem durante, nem depois do jogo. As
festas ficam restritas ao estádio e aos &lt;em&gt;Pubs&lt;/em&gt; (bares).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o jogo acaba, nem parece que teve jogo. Nem mesmo quando o time leva o
título. Dublin ganhou os últimos 3 títulos e eu sempre tenho que entrar na
internet pra saber o resultado, porque se eu for pelo animo do pessoal, fico sem
saber.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, o estádio lota. Públicos acima de 80 mil pagantes para ver as
finais do campeonato.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Nenhum estádio no Brasil consegue passar de 70 mil pagantes.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Nada nem parecido com o buzinaço que acontece no Brasil ou mesmo os fogos. Aqui
não tem fogos nem no Réveillon, imagina em um evento esportivo. Ou seja, se você
não gosta, não liga para esporte, é muito fácil ficar totalmente alienado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Esporte na Irlanda</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/esporte-na-irlanda.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-10T22:04:18-03:00</published><updated>2017-10-10T22:04:18-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-10:/2017-10/esporte-na-irlanda.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-62"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 62&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem basicamente 3 esportes na Irlanda: Rugby, Hurling e Futebol Gaélico.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Existe futebol, inclusive campeonato Irlandês, mas é tão irrelevante que nem
se ouve falar. Aguardo Luís nos comentários pra dizer que Cork é o melhor time
do mundo...&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rugby&lt;/strong&gt;: pelo que vejo é basicamente a seleção Irlandesa …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-62"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 62&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem basicamente 3 esportes na Irlanda: Rugby, Hurling e Futebol Gaélico.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Existe futebol, inclusive campeonato Irlandês, mas é tão irrelevante que nem
se ouve falar. Aguardo Luís nos comentários pra dizer que Cork é o melhor time
do mundo...&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rugby&lt;/strong&gt;: pelo que vejo é basicamente a seleção Irlandesa que gera interesse.
Que eu saiba não existe time local de rugby.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hurling&lt;/strong&gt;: apesar de ver alguns praticantes, é um esporte que eu não faço
ideia das regras e que nunca vi nenhum jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Futebol Gaélico&lt;/strong&gt;: é uma mistura de futebol com rugby. Só é jogado aqui na
Irlanda e o campeonato é bem popular. Nos dias de jogos é bem comum ver
torcedores dos outros times pelas ruas de Dublin quando o jogo acontece aqui
contras os &lt;em&gt;Blues&lt;/em&gt; (nome do time de Dublin). Com um país tão pequeno, os que
precisam viajar mais, viajam no máximo 4 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O rugby eu não tenho certeza, mas os outros esportes aqui são amadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pessoal acompanha futebol também, mas acompanham os times da Inglaterra.
Existem lojas desses times e alguns irlandeses são sócios dos clubes. Pegam uma
ponte aérea e vão ver o jogo do time no Reino Unido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>"O mundo está muito louco"</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/o-mundo-esta-muito-louco.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-09T21:32:03-03:00</published><updated>2017-10-09T21:32:05-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-09:/2017-10/o-mundo-esta-muito-louco.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-61"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 61&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Está mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A frase é dita ao longo das gerações e cada nova geração faz com que as gerações
anteriores a usem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda geração acha que a geração anterior tem ideias ultrapassadas, que suas
ideias fazem todo sentido e que as novas gerações não sabem o que é …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-61"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 61&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Está mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A frase é dita ao longo das gerações e cada nova geração faz com que as gerações
anteriores a usem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda geração acha que a geração anterior tem ideias ultrapassadas, que suas
ideias fazem todo sentido e que as novas gerações não sabem o que é bom e tem
ideias/comportamentos que não fazem sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a internet, esse encontro de gerações se tornou ainda mais forte. É mais
fácil para as gerações anteriores verem o que as novas estão fazendo e as novas
gerações conseguem ver como era "ruins/ultrapassadas" as coisas das gerações
anteriores eram.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
E daí? - Você pergunta.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Daí nada. Isso sempre foi assim e vai continuar sendo. A diferença é que com o
passar do tempo o conceito de geração parece estar reduzindo. Por estarmos cada
vez mais conectados as coisas parecem saturar mais rápido o que torna coisas
"velhas" em bem menos tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico imaginando se um dia vamos chegar no ponto de pessoal achar que geração
passada são pessoas que nasceram poucos anos depois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>A nova crise</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/a-nova-crise.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-08T22:07:06-03:00</published><updated>2017-10-08T22:07:06-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-08:/2017-10/a-nova-crise.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-60"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 60&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A contrário do que se ouve pelos governos, a crise de 2008 não acabou. Muita
coisa foi feito, muito dinheiro foi gasto, muita transferência de riqueza
aconteceu mas a crise não acabou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os governos imprimiram dinheiro, baixaram juros. Mas nada disso foi suficiente,
nem será suficiente para acabar …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-60"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 60&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A contrário do que se ouve pelos governos, a crise de 2008 não acabou. Muita
coisa foi feito, muito dinheiro foi gasto, muita transferência de riqueza
aconteceu mas a crise não acabou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os governos imprimiram dinheiro, baixaram juros. Mas nada disso foi suficiente,
nem será suficiente para acabar com a crise.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não se cura um drogado dando mais droga. Não se resolve uma crise causada por
excesso de crédito fácil dando mais crédito fácil.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O dinheiro fácil criou a crise de 2008 e estão tentando, sem sucesso, com
dinheiro fácil, acabar com ela. Já são quase 10 anos marcando passo. Empregos
pioraram, confiança piorou. E a única coisa que sobe são os preços e as bolsas
de valores.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Os especuladores estão usando o dinheiro fácil para "jogar" na bolsa de
valores ou usando para comprar Tesouro Direto e lucrar as custas dos impostos&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A nova crise (ou seria a mesma crise) vai acontecer e a pergunta não é &lt;em&gt;se&lt;/em&gt; mas
&lt;em&gt;quando&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada um deve fazer o dever de casa e procurar saber como se proteger dela, os
outros vão sofrer. Triste? Sim. Mas não tem muito o que fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E se os governos tentarem curar o drogado dando mais droga como fizeram em 2008,
uma nova crise pode ser criada, ainda maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Pediu pagou</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/pediu-pagou.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-07T21:17:13-03:00</published><updated>2017-10-07T21:17:13-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-07:/2017-10/pediu-pagou.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-59"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 59&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tem duas coisas que me chama atenção no atendimento em alguns bares (também
chamados &lt;em&gt;Pubs&lt;/em&gt;) e restaurantes.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Pagar logo depois de pedir&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Em alguns restaurantes, mesmo o pedido sendo levado pelo garçom, o pedido é
feito por você no balcão e o pagamento é feito na hora. Outros …&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-59"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 59&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tem duas coisas que me chama atenção no atendimento em alguns bares (também
chamados &lt;em&gt;Pubs&lt;/em&gt;) e restaurantes.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Pagar logo depois de pedir&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Em alguns restaurantes, mesmo o pedido sendo levado pelo garçom, o pedido é
feito por você no balcão e o pagamento é feito na hora. Outros acontecem como
no Brasil, onde o pagamento é feito ao final.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Eu sempre achei que a ideia de fazer o pagamento todo ao final seria para que o
cliente perdesse um pouco da noção do quanto está gastando e então gastar um
pouco mais só vendo o valor total ao final. Ao mesmo tempo, pagar assim agiliza
as coisas. Por parte do cliente é só levantar e ir embora depois que terminar,
por parte do restaurante/bar eles não precisam se preocupar com quem pagou ou
não.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Retirar o menu depois do pedido&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Esse eu acho mais complicado de entender. Logo após você fazer o pedido, eles
retiram todos os menus da mesa. Eu sempre acho que deixar o menu facilita que
outros pedidos sejam feitos. Não precisa chamar o garçom novamente só para
pedir o menu.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Acho que eles esperam que você faça o pedido "completo" já de primeira, ou seja,
já peça a sobremesa (e se for o caso a entrada) junto ao pedido principal. Eles
se preocupam em trazer o pedido da sobremesa depois que você termina o prato
principal. Mas e se eu não sei se vou aguentar comer sobremesa? Porque não
deixar o menu para quando eu terminar, poder dar uma olhada "no que tem de
sobremesa para pedir...". Já deixei de pedir sobremesa só pela preguiça de ter
que pedir o menu novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Redes Sociais</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/redes-socias.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-06T22:42:40-03:00</published><updated>2017-10-06T22:42:40-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-06:/2017-10/redes-socias.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-58"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 58&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pra que ter redes sociais? A ideia é boa. As pessoas compartilham o que acham
interessante e desde que você siga as pessoas que tem "bom gosto" você vai ver
coisas interessantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso é, pelo menos, como deveria ser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que quem comanda as redes sociais …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-58"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 58&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pra que ter redes sociais? A ideia é boa. As pessoas compartilham o que acham
interessante e desde que você siga as pessoas que tem "bom gosto" você vai ver
coisas interessantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso é, pelo menos, como deveria ser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que quem comanda as redes sociais não está nem ai se você vai
receber coisas de pessoas interessantes. Eles só querem que você fique o mais
tempo possível conectado. Para isso eles tendem a te mostrar mais coisas que
você gosta. É bem fácil perceber que com o tempo os posts de pessoas e grupos
que você curti começam a aparecer mais. Ou seja, tendem a te mostrar aquilo que
você curti e menos aquilo que você deixou de curtir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso acaba gerando o "efeito bolha" já que você não recebe posts que te
desagradam (já que você não curtiu) e então só recebe opiniões que já são
parecidas com as suas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tem muito o que fazer pra mudar isso. E é por isso que eu pergunto: pra que
ter redes sociais?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tem ganho ficar reforçando sua visão. Ou seja, se você já pensa de um
jeito, e só vai receber opiniões e notícias que no geral vão ser pra reforçar
aquilo que já pensa, sair da rede não vai piorar em nada. Pelo contrário vai te
dar mais tempo pra fazer outras coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O heavy metal de antigamente</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/o-heavy-metal-de-antigamente.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-05T22:28:52-03:00</published><updated>2017-10-05T22:28:52-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-05:/2017-10/o-heavy-metal-de-antigamente.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-57"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 57&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais escuto música clássica e conheço da história dos compositores
antigos que vejo como o que hoje é considerado &lt;em&gt;música de intelectual&lt;/em&gt;,
antigamente era a música dos rebeldes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é tão difícil perceber como algumas músicas, chocavam o pessoal da época.
Tanto pelas paradas em momentos inesperados …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-57"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 57&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais escuto música clássica e conheço da história dos compositores
antigos que vejo como o que hoje é considerado &lt;em&gt;música de intelectual&lt;/em&gt;,
antigamente era a música dos rebeldes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é tão difícil perceber como algumas músicas, chocavam o pessoal da época.
Tanto pelas paradas em momentos inesperados, quanto as mudanças de ritmo
em momentos que não se estava acostumado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os autores que conseguiam compor essas peças são adorados e tratados como gênios
até hoje. Provavelmente o serão para sempre por terem marcado e mudado conceitos
e influenciado todos aqueles que vieram depois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É fácil imaginar algo parecido depois de ter escutado. Mas imagina ser de uma
época onde só se conhecia e aceitava um tipo de estrutura musical, alguém
apresentar algo que ninguém nunca tinha visto ou ouvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pergunta fica: Esses gênios foram ovacionados por apresentar suas peças
avançadas porque já eram considerados mestres ou foram considerados mestres por
apresentarem peças avançadas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Fim da entrada de fone de ouvido nos celulares</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/fim-entrada-fone-ouvido.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-04T22:02:06-03:00</published><updated>2017-10-04T22:02:06-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-04:/2017-10/fim-entrada-fone-ouvido.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-56"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 56&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiro foi a Apple com o Iphone 7. Agora o Google com o Pixel 2. Parecer ser
uma tendência para o fim das entradas para fone de ouvido nos celulares. Quem
quiser usar fone, tem que comprar aqueles &lt;em&gt;sem fio&lt;/em&gt; (também conhecido como
Bluetooth), comprar um fone com …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-56"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 56&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiro foi a Apple com o Iphone 7. Agora o Google com o Pixel 2. Parecer ser
uma tendência para o fim das entradas para fone de ouvido nos celulares. Quem
quiser usar fone, tem que comprar aqueles &lt;em&gt;sem fio&lt;/em&gt; (também conhecido como
Bluetooth), comprar um fone com saída USB-C ou um adaptador de fone para USB-C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu gosto muito de fone de ouvido sem fio, mas e quando a bateria do fone acaba?
Já não basta ter que carregar o celular, agora tem que lembrar de carregar o
fone também. Sem falar que o fone com bateria que dura muito é bastante caro. Ou
seja, se quiser autonomia para mais de duas horas vai ter que gastar. Ou fica
sem fone mesmo depois que a bateria acabar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é a tendência, não tem muito o que fazer. Por enquanto só os telefones top
de linha estão com essa. Vai demorar para isso deixar de ser uma opção
para qualquer telefone, mas é inevitável. Negócio é torcer para até lá as
baterias do fones estarem melhores e eles estarem mais acessíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="/2011-12/do-not-take-it-for-granted.html"&gt;Classe média sofre&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Brocode</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/brocode.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-03T23:09:50-03:00</published><updated>2017-10-03T23:09:50-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-03:/2017-10/brocode.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-55"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 55&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brocode&lt;/strong&gt; (fala-se "broucoude") é uma expressão que pode ser traduzido como &lt;em&gt;o código dos
parceiros&lt;/em&gt;. São uma série de "leis" não escritas (&lt;a class="reference external" href="https://www.amazon.com/Bro-Code-Barney-Stinson/dp/143911000X"&gt;ou não&lt;/a&gt;) que devem ser
seguidas por todos os homens que se consideram amigos de verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas regras, apesar de não estarem escritas, são levadas muito …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-55"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 55&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brocode&lt;/strong&gt; (fala-se "broucoude") é uma expressão que pode ser traduzido como &lt;em&gt;o código dos
parceiros&lt;/em&gt;. São uma série de "leis" não escritas (&lt;a class="reference external" href="https://www.amazon.com/Bro-Code-Barney-Stinson/dp/143911000X"&gt;ou não&lt;/a&gt;) que devem ser
seguidas por todos os homens que se consideram amigos de verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas regras, apesar de não estarem escritas, são levadas muito a sério e mesmo
sem serem escritas são de conhecimento de todos (ou pelo menos deveria ser) os
homens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou tentar listar aqui algumas delas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;Não se fica com ex de amigo.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Em casos extremos, deve-se no mínimo comunicar o amigo antes de qualquer
tentativa e se por acaso ele se opor, a regra continua valendo e deve ser
seguida.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;Se o amigo mostrou interesse em uma mulher ela está automaticamente fora do
mercado&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;Amigo é amigo, fedaputa é fedaputa&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;Você pode ficar puto, mas uma ligação bêbado às 4:30 da madruga não deve ser
considerado na avaliação da solidez da amizade&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A quebra de uma das regras é passível de fim da amizade por justa causa. E a
reputação daquele que a quebrou não será para sempre lembrada por todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Tripé da Fotografia</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/o-tripe-da-fotografia.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-02T21:29:45-03:00</published><updated>2017-10-02T21:29:46-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-02:/2017-10/o-tripe-da-fotografia.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-54"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 54&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Do alto do meu vasto (só que não) conhecimento sobre fotografia gostaria de
discorrer sobre 3 componentes objetivos para se tirar uma boa foto: &lt;em&gt;ISO&lt;/em&gt;,
&lt;em&gt;Velocidade do Obturador (VO ou 'S')&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Abertura do diafragma/Profundidade de
Campo (A)&lt;/em&gt;. E um componente subjetivo: &lt;em&gt;Composição&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de todos os 4 …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-54"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 54&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Do alto do meu vasto (só que não) conhecimento sobre fotografia gostaria de
discorrer sobre 3 componentes objetivos para se tirar uma boa foto: &lt;em&gt;ISO&lt;/em&gt;,
&lt;em&gt;Velocidade do Obturador (VO ou 'S')&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Abertura do diafragma/Profundidade de
Campo (A)&lt;/em&gt;. E um componente subjetivo: &lt;em&gt;Composição&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de todos os 4 componentes serem escolhas subjetivas do fotografo de
acordo com o resultado que quer ter, 3 deles (ISO, S e A) são mais técnicos e
estão mais ligados com a qualidade da imagem. Já a &lt;em&gt;Composição&lt;/em&gt; está ligada a
mensagem que se quer passar com a foto.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Qualidade da imagem&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;A qualidade de uma fotografia está diretamente ligada ao balanceamento do ISO
do S e do A.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse tripé é tão fortemente relacionados que, geralmente, quando se altera um
é necessário compensar pelo menos em um dos outros dois ou nos outros dois
também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;ISO&lt;/strong&gt; é responsável por inserir ruido na imagem. Quanto mair o valor do ISO,
maior o ruído. Quanto maior o ruído, menos luz é necessário para conseguir ver
a imagem. Quem já tirou foto a noite, em ambiente com pouca luz já deve ter
visto que a fica fica bem granulada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt; (Velocidade do obturador) influência na quantidade de luz que entra na
câmera. É o tempo que o sensor vai ficar exposto a luz quando apertamos o
botão para a tirar a foto. Pelo mesmo motivo é ele que vai determinar se o
objetivo vai ficar borrado (não confundir com granulado) ou estático na foto.
Quanto menor o valor, mais lento o obturador vai demorar pra se fechar, ou
seja, mais luz vai entrar, mais clara vai ficar a foto. Maior as chances dos
objetos que estão em movimento ficarem borrados. E é claro, que o contrário se
aplica. Quanto mais rápido, menor exposição, menos luz, e maior a chance dos
objetos em movimentos ficarem parados.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;O &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; (Profundidade de Campo) delimita basicamente quais objetos vão estar
em foco na fotografia.  Quanto menor o número, menor o campo em que os objetos
na fotografia irão ficar em foco.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Mensagem da imagem&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;A &lt;strong&gt;Composição&lt;/strong&gt; é o mais subjetivo de todos os componentes. É basicamente o que
vai aparecer na foto e o como se quer mostrar. Apesar de existir algumas regras
gerais (como a regra dos 3 terços) é o olho do fotografo que vai definir o que é
onde cada coisa vai se posicionar na foto. A maneira que se posiciona linhas,
pontos de luz, cores, etc, é o que vai determinar por exemplo se a foto é
interessante ou não.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Novamente Mozart</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-10/novamente-mozart.html" rel="alternate"></link><published>2017-10-01T20:52:31-03:00</published><updated>2017-10-01T20:52:31-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-10-01:/2017-10/novamente-mozart.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-53"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 53&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A gente ouve falar que Mozart foi gênio, mas só quando conhecemos um pouco da
história que a coisa fica óbvia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O filme &lt;em&gt;Amadeus&lt;/em&gt; retrata bem como foi a vida de Mozart. Ele, além de precoce,
ainda tinha uma capacidade incrível para compor. Não só na qualidade das …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-53"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 53&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A gente ouve falar que Mozart foi gênio, mas só quando conhecemos um pouco da
história que a coisa fica óbvia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O filme &lt;em&gt;Amadeus&lt;/em&gt; retrata bem como foi a vida de Mozart. Ele, além de precoce,
ainda tinha uma capacidade incrível para compor. Não só na qualidade das músicas
que compunha, mas pela maneira como compunha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os rascunhos de várias músicas são guardados por motivos históricos. Por isso é
possível ver como os atritas de antigamente sofriam para chegar ao resultado
final que todos nós conhecemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em geral, rascunhos tem muitos erros e correções. Uma luta que todo compositor,
escritor, passa até chegar ao resultado final.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na era digital, não existe isso mais. Uma vez que as correções deixam o
resultado final limpo, como se tivesse sido feito sem erros. Mas na época de
Mozart, tudo era feito no papel e pena. Correções era muito comuns (e esperados)
em rascunhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas não era o caso de Mozart. Vários rascunhos de suas músicas mais conhecidas
tem uma quantidade mínima de correções e em alguns casos inexiste. É como se ele
estivesse escrevendo uma música que já estava pronta na cabeça e não criando
algo novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os rascunhos de outro gênio, Beethoven, é cheio de correções. É fácil ver a
dificuldade que Beethoven teve ao compor algumas de suas músicas/sinfonias pelo
número de correções que seus rascunhos carregam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Standup</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/statup.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-30T21:59:49-03:00</published><updated>2017-09-30T21:59:49-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-30:/2017-09/statup.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-52"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 52&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem 3 comediantes de Standup que gosto bastante: Chris Rock, Louis CK e
Ricky Gervais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De alguma forma eles mostram que não existe tema proibido se souber fazer a
piada. Os caras conseguem tocar em assuntos bem delicados e chegar até o limite,
sem cruzá-lo. Provavelmente, por isso …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-52"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 52&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem 3 comediantes de Standup que gosto bastante: Chris Rock, Louis CK e
Ricky Gervais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De alguma forma eles mostram que não existe tema proibido se souber fazer a
piada. Os caras conseguem tocar em assuntos bem delicados e chegar até o limite,
sem cruzá-lo. Provavelmente, por isso mesmo, tenham tanto sucesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chris Rock é famoso pelo uso constante de palavrões e de sempre abordar o
racismo em seus shows.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Louis CK tem um show que te deixa desconfortável o tempo todo. Ele parece adorar
andar no limite com as piadas, mas consegue risadas, mesmo que nervosas, da
audiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ricky Gervais usa bastante o sarcasmo e gosta de abordar religião.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu recomendo todos e já vi o show ao vivo de dois (Chris Rock e Louis CK). Uma
pena o Ricky Gervais não gostar muito de fazer shows.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Mozart</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/mozart.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-29T23:00:21-03:00</published><updated>2017-09-29T23:00:21-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-29:/2017-09/mozart.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-51"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 51&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Certamente você já ouviu falar de Mozart. Certamente conhece algumas músicas
dele (mesmo sem saber o nome).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mozart foi daqueles gênios que já se mostrava muito cedo. Compôs suas
primeiras músicas com 4 anos de idade. Compôs a primeira sinfonia com 8 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível achar vídeo de …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-51"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 51&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Certamente você já ouviu falar de Mozart. Certamente conhece algumas músicas
dele (mesmo sem saber o nome).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mozart foi daqueles gênios que já se mostrava muito cedo. Compôs suas
primeiras músicas com 4 anos de idade. Compôs a primeira sinfonia com 8 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível achar vídeo de crianças no youtube com 4 anos tocando músicas bem
complexas, algo que já é impressionante. Mas compor aos 4 anos é demais. Pra se
ter ideia, iniciantes não conseguem tocar essas músicas, compostas por um gênio
de 4 anos, antes de uns 6 meses de piano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cara morreu aos 35 anos e influenciou vários gênios que vieram depois dele.
Um tal de Beethoven é um deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é fácil sofrer para tocar uma música de uma criança de 4 anos, mas eu me
consolo pensando que o cara era um gênio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atá amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Meio do Caminho</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/meio-do-caminho.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-28T22:47:53-03:00</published><updated>2017-09-28T22:47:55-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-28:/2017-09/meio-do-caminho.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-50"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 50&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cheguei ao meio do caminho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegar ao 10º post não foi fácil. Como eu falei no primeiro, eu já sabia quão
complicado seria completar esse desafio. E está sendo. Não posso dizer que está
sendo mais complicado do que eu esperava, mas uma coisa é saber qual o …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-50"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 50&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cheguei ao meio do caminho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegar ao 10º post não foi fácil. Como eu falei no primeiro, eu já sabia quão
complicado seria completar esse desafio. E está sendo. Não posso dizer que está
sendo mais complicado do que eu esperava, mas uma coisa é saber qual o
"sofrimento" nos aguarda e outra é "sofrer".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não sabia exatamente quem iria acompanhar e com qual frequência iria ler.
Pelo que tenho visto as pessoas tem lido vários textos por vez. Imagino que
esquecem ler, e como os textos são pequenos, tiram o atraso de uma vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já tem alguns dias que estou com problemas de inspiração sobre o que escrever.
Mesmo assim está indo. Ainda tem mais 50 pela frente!&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Se gostaria de ver textos com mais conteúdo que esse, por favor, me dê
sugestões! ;-)&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;No quesito comentários, agradeço ao Luis e a Dariane que, apesar de não serem os
únicos, são os maiores comentadores. Ver um comentário, por mais que eu saiba
que tem outras pessoas lendo, torna o leitor mais real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Poquer o jogo da mente</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/poker-o-jogo-da-mente.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-27T23:46:02-03:00</published><updated>2017-09-27T23:46:08-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-27:/2017-09/poker-o-jogo-da-mente.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-49"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 49&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário do que muita gente acha, póquer não é um jogo de azar. Como eu já
comentei em &lt;a class="reference external" href="/2017-09/truco.html"&gt;outro post&lt;/a&gt; todo jogo de cartas possui um nível de sorte
envolvido, mas póquer é daqueles que saber jogar conta bastante. Bem mais do que
truco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda a dinâmica …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-49"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 49&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário do que muita gente acha, póquer não é um jogo de azar. Como eu já
comentei em &lt;a class="reference external" href="/2017-09/truco.html"&gt;outro post&lt;/a&gt; todo jogo de cartas possui um nível de sorte
envolvido, mas póquer é daqueles que saber jogar conta bastante. Bem mais do que
truco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda a dinâmica do póquer faz com que o jogo não vá até o final onde todas as
cartas são reveladas. Em partidas profissionais, é bem comum nem se ver as
primeiras cartas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário do que se pensa, ganha quem demostra ter a maior sequência, mesmo
não a tendo. Você pode ter pensando no blefe, mas vai além. O blefe está mais
ligado a você saber que não tem a melhor mão, mas apostar como se tivesse. Mas
se você consegue convencer os adversários que sua mão é forte o suficiente sem
que todas as cartas sejam mostradas, não existe realmente um blefe, já que é
impossível definir qual a mão vencedora antes de ver toda as cartas.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Claro que se jogar até o final sempre, a sorte passar a ter um papel
fundamental. Ao mesmo tempo se fizer isso em todas as mãos com um adversário
que tem um mínimo de noção, você vai ficar sem fichas bem rápido.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É um jogo de pressão psicológica e de cálculos de probabilidade aliado ao
tamanho da aposta feita. O tamanho da aposta indica a força das suas cartas. E o
tamanho da sua aposta também deve estar alinhado com a probabilidade de sair as
cartas que você precisa. Você não vai apostar metade das suas fichas sendo que
existe uma probabilidade de 4% de sair a carta que você precisa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Claro que estou analisando uma mão de maneira genérica. Tem algumas
circunstâncias que faz sentido fazer esse tipo de aposta.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O lado psicológico conta bastante no póquer. O histórico da mesa, a quantidade
de fichas, a sua posição na mesa, a sua posição durante a rodada, se está antes
ou depois de quem aposta, os valores das apostas, a posição de quem já apostou,
quanto apostaram, quantas fichas já tem no pote, esses são alguns dos fatores
levados em consideração para analisar se você vai fazer parte de uma mão ou se
vai desistir das suas cartas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Póquer é um jogo da mente e &lt;a class="reference external" href="https://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/2010/04/30/poquer-e-reconhecido-como-esporte-mental-e-fica-com-mesmo-status-do-xadrez.jhtm"&gt;não sou só eu quem acha&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Teorias da Conspiração</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/teoria-da-conspiracao.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-26T19:35:40-03:00</published><updated>2017-09-26T19:35:40-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-26:/2017-09/teoria-da-conspiracao.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-48"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 48&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Umas das coisas que ao mesmo tempo me irritam e me impressionam são as tais
&lt;em&gt;teorias da conspiração&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas tem características bem definidas:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;São baseadas em (supostos) fatos que não podem ser verificados ou que são
muito difíceis de verificar&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Envolvem organizações supostamente super poderosas com uma coordenação …&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-48"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 48&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Umas das coisas que ao mesmo tempo me irritam e me impressionam são as tais
&lt;em&gt;teorias da conspiração&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas tem características bem definidas:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;São baseadas em (supostos) fatos que não podem ser verificados ou que são
muito difíceis de verificar&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Envolvem organizações supostamente super poderosas com uma coordenação
mundial muito grande ou governos que jamais vão admitir "a verdade".&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tem um caráter de seita onde as pessoas não acreditam por causa de argumentos
mas eles escolhem acreditar. Os argumentos (mesmo que bem rasos) são
suficientes para manter a &lt;em&gt;fé&lt;/em&gt; na teoria&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A teoria &lt;em&gt;O Homem nunca foi a Lua&lt;/em&gt; vem e vai desde que o evento &lt;strong&gt;aconteceu&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a teoria do momento é da &lt;em&gt;Terra plana&lt;/em&gt;. Pois é. Os &lt;em&gt;Terraplanistas&lt;/em&gt; estão
crescendo e se organizando, principalmente, em grupos do Facebook para dividir o
seu "conhecimento" e argumentos do porque &lt;strong&gt;acreditam&lt;/strong&gt; que a terra é plana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem diria que em pleno século XXI haveriam pessoas que iam desacreditar em algo
que pessoas do século XIV já tinham conseguido perceber.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acesso fácil a informação de diversas fontes, inúmeros argumentos, observação
por si próprio, nada disso parece ser suficiente para demover as pessoas das
teorias mais absurdas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra &lt;strong&gt;fé&lt;/strong&gt; não há argumentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Mensagem de voz</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/mensagem-de-voz.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-25T22:41:02-03:00</published><updated>2017-09-25T22:41:02-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-25:/2017-09/mensagem-de-voz.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-47"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 47&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Com a vinda de aplicativos como Whatsapp e com planos de SMS ilimitado, as
pessoas se comunicam cada vez mais por mensagem. É mais rápido e possibilita uma
comunicação enquanto estamos fazendo outras tarefas. Quando nós estamos no
telefone, temos que nos concentrar no que a outra pessoa …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-47"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 47&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Com a vinda de aplicativos como Whatsapp e com planos de SMS ilimitado, as
pessoas se comunicam cada vez mais por mensagem. É mais rápido e possibilita uma
comunicação enquanto estamos fazendo outras tarefas. Quando nós estamos no
telefone, temos que nos concentrar no que a outra pessoa está falando e só é
possível se comunicar com uma pessoa por vez. Tem também a questão do conteúdo
da conversa, que, quando estamos em locais públicos, fica mais privada se
enviarmos mensagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Irlanda é possível encontrar as mais diversas nacionalidades. Especialmente
quando se está no centro ou na área "boêmia", o famoso &lt;a class="reference external" href="http://www.earthcam.com/world/ireland/dublin/?cam=templebar"&gt;Temple Bar&lt;/a&gt;. Apesar de
nós Brasileiros termos cara de todo lugar de mundo, tem duas maneiras básicas
que nos dá dica que aquela pessoa "com cara de Brasileiro" é realmente
tupiniquim. Estar falando português e estar mandando mensagem de voz.  Não acho
que exista um povo que goste tanto de mandar mensagem de voz igual os
Brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei se é preguiça de digitar ou se é porque gostam de enviar áudios de três
minutos e meio (digitar isso tudo daria bastante trabalho), mas estão o tempo
todo enviando mensagem de áudio. Por um lado a ideia acaba sendo passada de
maneira mais clara, já que a fala te dá muito mais recursos que a escrita, mas
ao mesmo tempo, o quesito privacidade no assunto que está sendo falado, se
perde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um país onde tem tanto Brasileiro (que chega nos fazer duvidar que realmente
saímos do Brasil) é arriscado contar com o "ninguém fala português, posso falar
a bobagem que eu quiser em público".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>3ª Guerra Mundial?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/iii-guerra-mundial.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-24T20:59:27-03:00</published><updated>2017-09-24T20:59:27-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-24:/2017-09/iii-guerra-mundial.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-46"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 46&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Muita gente tem medo que aconteça a 3ª Guerra Mundial. E ela provavelmente
seria desencadeada pelo gordinho que comanda a Coreia do Norte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não tenho tanta preocupação assim. Tenho vários motivos para isso, mas o
principal deles é pelo fato de nós, pessoas do mundo, estarmos muito …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-46"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 46&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Muita gente tem medo que aconteça a 3ª Guerra Mundial. E ela provavelmente
seria desencadeada pelo gordinho que comanda a Coreia do Norte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não tenho tanta preocupação assim. Tenho vários motivos para isso, mas o
principal deles é pelo fato de nós, pessoas do mundo, estarmos muito
conectados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As Guerras que já aconteceram, tiveram seus motivos a época, mas o mundo era bem
mais isolado do que é hoje. Hoje as pessoas se movimentam muito mais, e tem
contato com pessoas de vários países. Mais do que nunca, &lt;strong&gt;se&lt;/strong&gt; acontecesse,
seria uma gerra entre governos.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não muito diferente das outras.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A conexão do mundo hoje é mais forte do que nunca na parte econômica e não
existe nada pior para a economia em geral do que uma guerra. É ruim para os que
estão diretamente em guerra, mas acaba afetando todos. O incentivo econômico
para se iniciar uma guerra é quase nulo. Uma bomba que cai do outro lado do
mundo afeta o preço do pãozinho que se compra pela manhã.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Existe guerras, como a do Golfo, que tem incentivo econômico. Mas são guerras
locais. É fácil para um país entrar em guerra quando as bombas caem bem longe
do seu território.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Conflitos sempre existirão, mas cada dia mais, eu acredito, que vão ser
localizados e em pequena escala.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Incentivo à criação de conteúdo descentralizado</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/icentivo-a-criacao-de-conteudo-descentralizado.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-23T20:30:45-03:00</published><updated>2017-09-23T20:30:45-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-23:/2017-09/icentivo-a-criacao-de-conteudo-descentralizado.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-45"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 45&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Depois de &lt;a class="reference external" href="/2017-09/incentivo-criacao-de-conteudo.html"&gt;falar sobre o problema que enfrenta os criadores&lt;/a&gt; de conteúdo no
Youtube, vou comentar sobre algumas soluções que tem um caráter um pouco mais
descentralizado e que podem se tornar uma alternativa para os criadores que
buscam remuneração para o tempo que gastam criando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-45"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 45&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Depois de &lt;a class="reference external" href="/2017-09/incentivo-criacao-de-conteudo.html"&gt;falar sobre o problema que enfrenta os criadores&lt;/a&gt; de conteúdo no
Youtube, vou comentar sobre algumas soluções que tem um caráter um pouco mais
descentralizado e que podem se tornar uma alternativa para os criadores que
buscam remuneração para o tempo que gastam criando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das ideias consiste em leitores remunerarem os autores diretamente (sendo
texto ou vídeo). Os leitores votam dando pequenas valores (centavos) nas
postagens que acham boa ou relevante e então incentivando quem as criou a criar
mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O site que hospeda o conteúdo criado, tem custo e precisa pagar as contas, por
isso, nesse exemplo, o criador paga uma pequena quantia para fazer a postagem.
É essa quantia que mantém o site no ar.  Além da remuneração do site, ter que
pagar para postar é um jeito de evitar que postagens completamente inúteis sejam
feitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O alcance de plataformas assim ainda é pequeno. Poucas pessoas se interessam em
pagar pra postar já que temos tantas plataformas que alcançam mais pessoas e são
totalmente grátis.  Geralmente quem cria, quer audiência para o que está sendo
criado e usar uma plataforma que tem pouco audiência é um fator desanimador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estrangulamento dos criadores, em especial os de temas controversos, pode
levá-los a redes alternativas e essas em que a remuneração vai direto para o
criador podem ser uma opção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um site que faz isso chama-se &lt;a class="reference external" href="https://www.yours.org/"&gt;Yours.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>A vez do digital</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/a-vez-do-digital.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-22T18:14:39-03:00</published><updated>2017-09-22T18:14:39-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-22:/2017-09/a-vez-do-digital.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-44"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 44&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiro aconteceu com as músicas: Do LP em vinil, passando pela fita K7, pelo
CD chegando ao mp3. Da facilidade de copiar músicas (K7), para a facilidade de
pular de faixas rapidamente sem perder a qualidade (CD). Quando surgiu o mp3
finalmente ficou fácil de guardar as músicas …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-44"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 44&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiro aconteceu com as músicas: Do LP em vinil, passando pela fita K7, pelo
CD chegando ao mp3. Da facilidade de copiar músicas (K7), para a facilidade de
pular de faixas rapidamente sem perder a qualidade (CD). Quando surgiu o mp3
finalmente ficou fácil de guardar as músicas e acessar com facilidade. Hoje em
dia nem precisa mais baixar. Só usar serviço de streaming.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do livro pro livro digital. Poder carregar &lt;strong&gt;todos&lt;/strong&gt; os seus livros em um leitor
de 300g. Nada ganha disso. Ler um livro de muitas páginas (acima de 500) é
horrível. Pesa mão na hora de ler, ocupa espaço e pesa pra carregar. Imagina
poder carregar toda a coleção de livros e documentos para ler a hora que quiser.
Poder comprar o livro e começar a ler em menos de &lt;strong&gt;um minuto&lt;/strong&gt;. Isso sem falar
na pesquisa que é possível fazer no livro. A menos que seja parte de uma
coleção, eu não entendo ainda ficar nos livros físicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do filme para a fotografia digital. Não precisa mais se preocupar com a
quantidade de fotos tiradas. Não precisa mais esperar revelar. É incomparável a
facilidade de tirar fotos. Ver o resultado na hora e pode tirar de novo e de
novo quantas vezes quiser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivemos no futuro! :)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>A formação da memória</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/a-formacao-da-memoria.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-21T22:27:16-03:00</published><updated>2017-09-21T22:27:16-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-21:/2017-09/a-formacao-da-memoria.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-43"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 43&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma das coisas que ajuda na formação das nossas memórias são as emoções de
maneira geral. É por isso que é fácil lembrar com detalhes de momentos de muita
dor, engraçados, triste ou felizes, mas quase impossível lembrar o que comemos
semana passada no almoço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como uma analogia …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-43"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 43&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma das coisas que ajuda na formação das nossas memórias são as emoções de
maneira geral. É por isso que é fácil lembrar com detalhes de momentos de muita
dor, engraçados, triste ou felizes, mas quase impossível lembrar o que comemos
semana passada no almoço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como uma analogia a memória é como gravar algo em uma pedra e a emoção é a força
colocada na hora de esculpir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Memórias fracas&lt;/strong&gt; são aquelas que acontecem com a gente em nosso estado normal.
Pouca força é colocada e o que é gravado na pedra fica tão ralinho que em pouco
tempo some.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Memórias constantes&lt;/strong&gt; são cravadas com uma força moderada, é aquilo que você
se lembra, mas se passar muito tempo a memória fica falha mas não se perde
completamente. É possível ver que algo foi gravado na pedra, mas não é possível
ter todos os detalhes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;Memória vívida&lt;/strong&gt; é colocado força suficiente para o que foi cravado ficar
nítido por anos.  Durante muito tempos somos capazes de descrever tudo que se
passou... "Como se fosse ontem" mas melhor que ontem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Amnésia traumática&lt;/strong&gt; é colocado tanta força que a pedra se quebra. Por
consequência a memória é apagada completamente e não temos a menor ideia do que
aconteceu. É uma maneira do corpo se proteger já que algo que gerou uma reação
tão violenta no corpo, não deve ser muito de ter guardado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente não podemos selecionar a memória, e mesmo aquelas que nós ficamos
relembrando constantemente, para não esquecermos, sofrem as "corrosões do
tempo".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já tentou ver um filme depois de 15 anos? Ele nunca vai ser tão bom quanto você
lembrava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Não gosto de Truco</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/truco.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-20T23:18:54-03:00</published><updated>2017-09-20T23:18:57-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-20:/2017-09/truco.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-42"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 42&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Truco está no gosto geral dos grupos das pessoas que conheço. Nos intervalos da
faculdade, nos churrascos, qualquer lugar que tem 4 ou mais pessoas e um
baralho a roda de truco se forma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu problema com o truco não tem a ver com a gritaria que …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-42"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 42&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Truco está no gosto geral dos grupos das pessoas que conheço. Nos intervalos da
faculdade, nos churrascos, qualquer lugar que tem 4 ou mais pessoas e um
baralho a roda de truco se forma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu problema com o truco não tem a ver com a gritaria que, para muitos,
parece ser a melhor parte do jogo, mas com as probabilidades envolvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como qualquer jogo de carta, a sorte tem o seu grau de influência e no truco não
é diferente. O meu problema com o truco é que, a sorte tem um papel grande
demais.  Em todos os outros jogos de carta, o &lt;em&gt;saber jogar&lt;/em&gt; pode fazer com o que
o peso da sorte seja minimizado. Mas o fato de existir mãos impossíveis de serem
imbatíveis já no início do jogo me desanima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sei que no truco existem estratégias e táticas, mas mesmo assim, me desanima
saber que alguém com ZAP e 7 de copas irá ganhar independente do que for feito.
Jogando em qualquer ordem, de qualquer jeito, sem nem precisar olhar.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Eu sei que é possível além de ganhar maximizar os &lt;em&gt;tentos&lt;/em&gt;, mas mesmo assim.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu imagino que atração do jogo, além da bagunça, seja a velocidade. É um jogo
que se joga várias mãos em muito pouco tempo. Em 10 minutos de intervalo de aula
dá pra jogar uma partida ou estende-la até começar a próxima aula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O Espírito nerd</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/espirito-nerd.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-19T18:01:27-03:00</published><updated>2017-09-19T18:01:27-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-19:/2017-09/espirito-nerd.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-41"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 41&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar de fora do Brasil, &lt;em&gt;nerd&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;geek&lt;/em&gt; terem conceitos diferentes, no Brasil,
eles significam mais ou menos a mesma coisa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
O geek é um nerd com traquejo social.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Ter um espírito nerd/geek é ser curioso com relação a, praticamente, tudo. E ser
curioso em um nível …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-41"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 41&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar de fora do Brasil, &lt;em&gt;nerd&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;geek&lt;/em&gt; terem conceitos diferentes, no Brasil,
eles significam mais ou menos a mesma coisa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
O geek é um nerd com traquejo social.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Ter um espírito nerd/geek é ser curioso com relação a, praticamente, tudo. E ser
curioso em um nível de querer saber o máximo possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Biblioteca era, provavelmente, o lugar que os nerds mais animados iam quando
queriam saber sobre assuntos novos. Falo animados, porque ir pra uma biblioteca
sempre que tem curiosidade nova, se debruçar em livros tem que ser realmente
muito curioso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas hoje temos a internet. Com poucos cliques é possível começar a entender
praticamente sobre qualquer assunto. Se o interesse continuar, é possível se
aventurar em cursos online. E tudo de graça. Wikipédia, Youtube, Coursera são
exemplos de lugares pra chegar em um grau razoável sobre qualquer assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conhecimento é algo interessante. Por mais que os assuntos não estejam
diretamente ligados, uns influenciam no entendimento de outros. Deve ser mais ou
menos como acontece quando aprendemos línguas. Cada língua nova que se aprende
facilita no no aprendizado próxima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Incentivo à criação de conteúdo</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/incentivo-criacao-de-conteudo.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-18T21:56:39-03:00</published><updated>2017-09-18T21:56:44-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-18:/2017-09/incentivo-criacao-de-conteudo.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-40"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 40&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Youtube passa por um momento contraditório quanto a geração de conteúdo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início as pessoas apenas se preocupavam em criar conteúdo. Basicamente
precisava de um câmera, saber um mínimo de edição de vídeo, uma conexão razoável
para enviar os vídeos e coragem de mostrar a cara para ser …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-40"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 40&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Youtube passa por um momento contraditório quanto a geração de conteúdo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início as pessoas apenas se preocupavam em criar conteúdo. Basicamente
precisava de um câmera, saber um mínimo de edição de vídeo, uma conexão razoável
para enviar os vídeos e coragem de mostrar a cara para ser julgado pelo mundo.
Não precisava ter jeito pra coisa, um mínimo de autenticidade já era suficiente para
angariar inscritos e visualizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais visualizações, mais anunciantes querem ter sua marca aparecendo nos
vídeos. Quanto mais visualizações, mais dinheiro o criador ganha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início eram poucos os criadores para muitas pessoas e anunciantes. E cada um
produzia o conteúdo que queria e (aparentemente) gostava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo passa e mais pessoas conseguem acesso a câmeras e acesso a internet
melhor. Mais canais surgem e de repente começa a aparecer uma certa competição
para ter mais visualizações e continuar atraindo anunciantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começa a aparecer a necessidade de buscar conteúdo que dá mais visualizações e
então os criadores começam a se dividir naqueles que procuram criar conteúdos
mais polêmicos e controversos, e os que ficam nos conteúdos mais bobos de piadas
e brincadeiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É ai que coisa começa a mudar. Os anunciantes começam a não querer atrelar suas
marcas aos assuntos polêmicos e o Youtube passa a dar mais destaque aos vídeos
bobos (sem muito conteúdo) para manter os anunciantes interessados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem incetivo (nem de dinheiro, nem de visualizações) para continuar criando, os
canais mais polêmicos acabam desanimando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Youtube parece preferir ser provedor de conteúdo de amenidades e vídeo fofinhos,
mas se é isso que dá dinheiro sem dor de cabeça, quem sou eu pra julgar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Você faz backup?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/voce-faz-backup.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-17T20:29:22-03:00</published><updated>2017-09-17T20:29:26-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-17:/2017-09/voce-faz-backup.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-39"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 39&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Backup é igual seguro de saúde, a gente só dá valor quando é tarde demais.
Deveríamos nos preocupar constantemente com o backup dos dados que são
importantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vídeo dos filhos e netos. Fotos das viagens e momentos importantes. As pessoas
confiam no celular ou no computador para manter …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-39"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 39&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Backup é igual seguro de saúde, a gente só dá valor quando é tarde demais.
Deveríamos nos preocupar constantemente com o backup dos dados que são
importantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vídeo dos filhos e netos. Fotos das viagens e momentos importantes. As pessoas
confiam no celular ou no computador para manter essas coisas salvas para a
posteridade. O que acontece se o celular quebrar ou for roubado? O que acontece
se o computador "morrer"? O &lt;em&gt;cara de TI&lt;/em&gt; nem sempre consegue fazer milagre e
salvar "sua vida" quando algo trágico acontece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos confiam na "nuvem" pra deixar as coisas salvas. Eu diria que essa é uma
solução mais confiável que deixar no computador. Por outro lado, se tiver dados
sensíveis, o risco deles caírem em mãos erradas é maior quando está na nuvem.
Ainda assim é a opção mais conveniente (especialmente para quem tem poucos
conhecimentos técnicos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não confie no seu celular e no seu computador apenas para salvar suas coisas.
Use um serviço de nuvem ou um HD externo para fazer o backup dos documentos,
fotos e vídeos importantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se por acaso for informação sensível, eu aconselho procurar um &lt;em&gt;cara de TI&lt;/em&gt;
confiável para ele te ajudar a salvar suas coisas de maneira mais privada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Porque gosto de tecnologia</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/porque-gosto-de-tecnologia.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-16T21:00:52-03:00</published><updated>2017-09-16T21:00:54-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-16:/2017-09/porque-gosto-de-tecnologia.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-38"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 38&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Desde sempre eu gostei de tecnologia. Sou da última (penúltima?) geração que
conhece o mundo sem internet. Por isso meus primeiros contatos com tecnologia se
deram com eletrodomésticos.  Televisão, vídeo cassete, micro-ondas.  Eu sempre
me interessava em aprender todas as funções lendo o manual e ver que coisas …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-38"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 38&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Desde sempre eu gostei de tecnologia. Sou da última (penúltima?) geração que
conhece o mundo sem internet. Por isso meus primeiros contatos com tecnologia se
deram com eletrodomésticos.  Televisão, vídeo cassete, micro-ondas.  Eu sempre
me interessava em aprender todas as funções lendo o manual e ver que coisas a
mais poderia fazer além das funções padrões que todos usavam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então veio o computador e, claro, fiquei maluco. As possibilidades pareciam
infinitas (eu nem sabia da existência da internet ainda).  Não ter internet e
morar no interior não ajudava muito na evolução do uso, mas ainda assim foi o
que me deu certeza do que eu teria como carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De todas as possibilidades que proporciona, uma característica que me chama mais
atenção na tecnologia é o fato de ser agnóstica. Lógica, matemática, códigos
binários. Tudo isso é completamente indiferente de quem usa ou pra qual
finalidade é usado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O seu caráter programável e automatizado faz com que todos os programas e
eletrônicos funcionem indistintamente e com a mesma eficiência para todos os
fins.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Acumuladores de hoje</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/acumuladores-digitais.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-15T21:15:21-03:00</published><updated>2017-09-15T21:15:21-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-15:/2017-09/acumuladores-digitais.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 601px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Discos" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/discos.jpg" style="width: 601px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-37"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 37&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existe um programa de TV que mostra pessoas que tem uma espécie de transtorno
onde elas acumulam coisas. Elas não conseguem jogar fora praticamente nada e
como se não bastasse elas levam coisas que acham na rua pra casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após anos fazendo isso a casa dessas pessoas fica …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 601px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Discos" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/discos.jpg" style="width: 601px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-37"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 37&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existe um programa de TV que mostra pessoas que tem uma espécie de transtorno
onde elas acumulam coisas. Elas não conseguem jogar fora praticamente nada e
como se não bastasse elas levam coisas que acham na rua pra casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após anos fazendo isso a casa dessas pessoas fica inabitável. As coisas que elas
acumulam vão tomando todos os cômodos a ponto de não ser possível se locomover
na casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há pouco tempo eu descobri um outro tipo: O acumulador digital. São pessoas que
tem o prazer em juntar arquivos digitais. O problema de espaço é bem menos
complicado que os acumuladores &lt;em&gt;materiais&lt;/em&gt;, mas não deixa de ser um transtorno.
O pessoal simplesmente não apaga nada. Desde emails a filmes eles guardam tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema deles é que uma hora o espaço acaba. Ai é que começa o problema, ter
que comprar vários HDs e ir armazenando as coisas. Não tem como confiar em uma
mídia digital, ou seja, não é simplesmente gravar em CDs/DVDs. Nem mesmo em HD
externo. É preciso ter backup de tudo. E por isso algo que ocuparia um espaço X,
acaba ocupando 2X, 3X por causa das cópias que precisam ser feitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o tempo o sistema de armazenamento começa a crescer e a pessoa acaba com um
pequeno servidor em casa pra conseguir ir armazenando tudo que encontra. Guardar
na nuvem não é uma opção nesses casos. A quantidade de arquivos é tão grande que
fica muito caro por na nuvem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ser visualmente menos agressivo, os acumuladores digitais parecem ser
mais estressados por terem que proteger as informações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Corrida</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/corrida.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-15T00:01:13-03:00</published><updated>2017-09-15T00:01:15-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-15:/2017-09/corrida.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-36"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 36&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Correr não é comigo. Fazer exercício em geral, eu já acho chato, mas correr eu
realmente não consigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para algumas pessoas parece ser um momento de terapia, onde a pessoa não pensa
em muitas coisas e consegue relaxar (enquanto se esforça pra não chegar em lugar
nenhum).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Sei …&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-36"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 36&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Correr não é comigo. Fazer exercício em geral, eu já acho chato, mas correr eu
realmente não consigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para algumas pessoas parece ser um momento de terapia, onde a pessoa não pensa
em muitas coisas e consegue relaxar (enquanto se esforça pra não chegar em lugar
nenhum).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Sei bem que faz diferença correr em esteira e na rua, mas pra mim os dois tem
o mesmo problema.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu entendo a parte de esvaziar a cabeça e só correr. Mas o exercício repetitivo
me deixa muito entediado. Por isso eu prefiro o levantamento de peso. São
movimentos repetitivos, mas são curtos e você varia bem mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu preferiria fazer uma arte marcial, por exemplo, mas ai o problema é que são
aulas e te deixa preso a horários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não tenho nenhum problema de viciar com academia. Eu faço há bastante tempo e
consigo parar a qualquer hora sem sentir nenhuma falta. É totalmente racional.
Sei que tenho que fazer então eu faço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Pequena Capital</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/pequena-capital.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-13T19:42:40-03:00</published><updated>2017-09-13T19:42:42-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-13:/2017-09/pequena-capital.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-35"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 35&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dublin&lt;/em&gt; é a capital da &lt;em&gt;República da Irlanda&lt;/em&gt; com uma população de pouco mais
de 550 mil habitantes. É uma cidade pequena para padrões Brasileiros,
especialmente, para quem vem das capitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu morei em Campinas que é uma cidade com estrutura de capital. Dublin é uma
capital com …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-35"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 35&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dublin&lt;/em&gt; é a capital da &lt;em&gt;República da Irlanda&lt;/em&gt; com uma população de pouco mais
de 550 mil habitantes. É uma cidade pequena para padrões Brasileiros,
especialmente, para quem vem das capitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu morei em Campinas que é uma cidade com estrutura de capital. Dublin é uma
capital com cara de interior. Pelas distâncias, pelo movimento. O que lembra o
tempo todo que você está em uma capital é a quantidade de estrangeiros. Não só
turistas, mas pessoas que a gente vê no supermercado, no cinema que obviamente
são irlandeses.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Brasileiro em Dublin é mato.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Ter uma quantidade grande de estrangeiros é algo normal nas capitais europeias,
mas em Dublin parece ser mais óbvio. A sensação é diferente em Amsterdã, Berlim,
Paris, por exemplo. Imagino que seja justamente pelo tamanho das cidades.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
É claro que nos pontos turísticos de qualquer lugar vai estar lotado de
estrangeiro.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Por ser pequena e plana, é possível fazer quase tudo a pé ou de bicicleta. Isso
ajuda bastante nos custos e de quebra faz a gente se movimentar mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje em dia, eu só chamo de longe se o lugar ficar a mais de uma hora a pé.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Colaboração do conhecimento</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/colaboracao-do-conhecimento.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-12T17:58:14-03:00</published><updated>2017-09-12T17:58:17-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-12:/2017-09/colaboracao-do-conhecimento.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 316px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Wikipédia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/wikipedia.jpg" style="width: 316px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-34"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 34&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Projetos como o Wikipédia demonstram como o conhecimento coletivo é poderoso.
Pessoas que não se conhecem, com interesses e níveis de conhecimentos
diferentes, se juntam de maneira &lt;em&gt;desorganizadamente organizada&lt;/em&gt; e produzem um
dos maiores repositórios de conhecimento sobre praticamente tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ser escrito por pessoas como eu …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 316px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Wikipédia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/wikipedia.jpg" style="width: 316px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-34"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 34&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Projetos como o Wikipédia demonstram como o conhecimento coletivo é poderoso.
Pessoas que não se conhecem, com interesses e níveis de conhecimentos
diferentes, se juntam de maneira &lt;em&gt;desorganizadamente organizada&lt;/em&gt; e produzem um
dos maiores repositórios de conhecimento sobre praticamente tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ser escrito por pessoas como eu e você, os artigos da Wikipédia não
são apenas algo tirado da cabeça de quem os escreve. Os artigos geralmente tem
referências às fontes do que está sendo dito e as informações  são adicionadas e
atualizadas com tanta velocidade que impressiona. Claro que isso está
diretamente relacionado com a popularidade do evento. Quanto mais popular é o
assunto, mais o artigo ganha atenção, mais pessoas editam, mais atualizado fica
e mais preciso o artigo se torna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Wikipédia é dividia por línguas. Ou seja, cada língua tem o seu próprio número
de artigos e são editadas separadamente. Se um artigo surge em uma língua, cabe
aos que entendem aquela língua traduzir para outras línguas. O Wikipédia em
inglês, obviamente, tem o maior número de artigos com mais de 5,4 milhões
artigos existentes. Enquanto o Wikipédia em Português tem pouco mais 976 mil
artigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apenas o número de artigos não está relacionado a popularidade , já que o
segundo nesse quesito é o da língua &lt;em&gt;Cebuana&lt;/em&gt;, uma língua falada por Filipinos.
Mas quando vamos para o número de edições, ou seja, adições, deleções e
modificações de texto, Inglês continua líder (906 milhões), seguido por Alemão
(173 milhões) e Francês (142 milhões). Português é o nono com 4.4 milhões de
edições.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Número de edições não é o mesmo que o número de pessoas que editaram. Eu por
exemplo tenho mais de 8 mil edições, no Wikipédia português.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Toda empresa deveria ter uma página Wiki. Uma página interna que os funcionários
poderiam colocar as informações relevantes como: Quem é quem, informações de
contato relevante, procedimentos da empresa, &lt;em&gt;pulos do gato&lt;/em&gt; para os novatos que
geralmente ficam perdido quando estão começando na empresa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Mas e se alguém puser alguma informações errada propositalmente?&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Isso é conhecido como vandalismo. E existe bastante. Geralmente os artigos
vandalizados são os de temas mais famosos. Ao mesmo tempo, se o artigo é famoso,
tem muitas pessoas não-vandalas que estão lá vendo o artigo e podem atuar como
"limpadores de vandalismo". Desde que a quantidade de vândalos for menor que os
não vândalos, as informações corretas se manterão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As informações da Wikipédia já se mostraram ser tão confiáveis quanto as
melhores enciclopédias, com a vantagem de poder ser atualizado com mais
agilidade e com mais informações que qualquer enciclopédia tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100tags"></category></entry><entry><title>Escrever pra pensar melhor</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/escrever-pra-pensar.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-11T18:46:25-03:00</published><updated>2017-09-11T18:46:25-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-11:/2017-09/escrever-pra-pensar.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 700px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Escrever" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/escrever.jpg" style="width: 700px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-33"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 33&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa que descobri por acidente é a utilidade de escrever ou falar sobre o
que está passando na sua cabeça. É uma maneira de organizar as ideias quando
um assunto parecer estar confuso na cabeça.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Pra quem tem ou teve diário deve ter uma noção de como …&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 700px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Escrever" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/escrever.jpg" style="width: 700px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-33"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 33&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa que descobri por acidente é a utilidade de escrever ou falar sobre o
que está passando na sua cabeça. É uma maneira de organizar as ideias quando
um assunto parecer estar confuso na cabeça.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Pra quem tem ou teve diário deve ter uma noção de como funciona. Eu imagino
que a sensação de clarear as ideias seja uma das coisas que motivava a
continuar escrevendo.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Quando escrevemos temos que organizar os pensamentos para fazer sentido para
quem está lendo. Essa obrigação nos faz precisar organizar as ideias, o que, no
final, ajuda a gente mesmo entender melhor o que estamos pensando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final acho que esse é o mesmo raciocínio da terapia. Claro que não é só isso,
mas só de ter que organizar as ideias para contar pro terapeuta, a coisa acaba
fazendo sentido para nós mesmos. A parte do profissional acaba sendo as
intervenções para te guiar nessa organização das ideias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabe aquele &lt;em&gt;preciso desabafar&lt;/em&gt;? Eu acho que tem um pouco a ver com isso também.
A pessoa precisa de alguém para escutar só pra ela organizar as ideias e então
ter uma melhor visão do que ela está pensando/passando. Deve ser justamente por
isso que ser um &lt;em&gt;bom ouvinte&lt;/em&gt; já resolve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comigo já aconteceu tanto falando quanto escrevendo. Já escrevi alguns emails e
cartas (pois é...) sem enviar. Quando chegava no final a ideia estava
clara na minha cabeça e eu percebia que não tinha necessidade de enviar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que não adianta sair escrevendo qualquer coisa de qualquer jeito. Escreva
explicando como se alguém realmente fosse ler aquilo. O que está escrevendo
precisa fazer sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final você apaga e percebe que entende melhor o que está acontecendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O progresso no piano</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/o-progresso-no-piano.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-10T12:44:20-03:00</published><updated>2017-09-10T12:44:20-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-10:/2017-09/o-progresso-no-piano.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-32"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 32&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A insistência em &lt;a class="reference external" href="/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-piano.html"&gt;tocar piano&lt;/a&gt; continua. Não é muito fácil medir o próprio
progresso, afinal a gente acompanha diariamente e é difícil perceber as pequenas
melhoras. Tenho que ficar me lembrando de como eu tocava tal música há algum
tempo atrás, tentar perceber a diferença, pra continuar motivado …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-32"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 32&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A insistência em &lt;a class="reference external" href="/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-piano.html"&gt;tocar piano&lt;/a&gt; continua. Não é muito fácil medir o próprio
progresso, afinal a gente acompanha diariamente e é difícil perceber as pequenas
melhoras. Tenho que ficar me lembrando de como eu tocava tal música há algum
tempo atrás, tentar perceber a diferença, pra continuar motivado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais complicado é que para me manter motivado eu tenho que achar o meio termo
entre o "sofrimento" com as novas técnicas, músicas e ao mesmo tempo continuar
praticando as coisas antigas, que com o tempo vão ficando chatas, mas que
precisam de manutenção para continuarem atualizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o treino ficar chato, demostiva. Coisas novas ajudam a combater a chatisse
mas ao mesmo tempo o novo tende a ser mais difícil pra que possa progredir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se ficar muito díficil, o progresso não acontece. Ou acontece tão letamente que
também vai atrapalhar na motivação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só motivado é possível manter a consistência do treino diário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="música"></category></entry><entry><title>Devo comprar Bitcoin?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/devo-comprar-bitcoin.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-09T21:38:11-03:00</published><updated>2017-09-09T21:38:11-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-09:/2017-09/devo-comprar-bitcoin.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-31"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 31&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa é a primeira pergunta que vem a cabeça das pessoas que ouvem falar de
Bitcoin e da sua &lt;em&gt;incrível&lt;/em&gt; valorização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu tendo a pensar que, se a pessoa tem essa dúvida, a resposta imediata deveria
ser &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt;. Mas você deveria procurar entender, se informar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bitcoin é uma …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-31"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 31&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa é a primeira pergunta que vem a cabeça das pessoas que ouvem falar de
Bitcoin e da sua &lt;em&gt;incrível&lt;/em&gt; valorização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu tendo a pensar que, se a pessoa tem essa dúvida, a resposta imediata deveria
ser &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt;. Mas você deveria procurar entender, se informar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bitcoin é uma tecnologia muito nova. Sua característica descentralizada, trás
muitas incertezas em um mundo onde estamos muito acostumados com a
centralização, especialmente quando se trata de finanças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de responder a pergunta se deve ou não comprar, você deve se perguntar se
sabe o que está comprando. Não precisa ser a fundo. Mas pelo menos ter ideia do
básico. Saber quais os riscos envolvidos e, se for o caso, encarar como uma
moeda estrangeira que vai te proteger contra a fraqueza da sua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A valorização não deveria servir como um argumento para comprar, mas um dos
fatores a se analisar. Ela dá um sinal que o Bitcoin está segurando o seu valor,
a longo prazo, em relação a moeda que você tem no bolso (R$).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Bitcoin é novo e o fator especulação também faz parte, hoje, da sua
valorização. Mas quando se coloca anos em perspectiva, fica difícil pensar que
seja só especulação.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Assim como todo investimento (apesar de Bitcoin não ser um investimento no
sentido restrito da palavra), você deve colocar apenas o dinheiro que pode
perder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa é certa: Colocar um dinheiro que você precisa apenas para ter um lucro
rápido, não é muito esperto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Bitcoin</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/bitcoin.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-08T17:56:31-03:00</published><updated>2017-09-08T17:56:33-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-08:/2017-09/bitcoin.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-30"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 30&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar de não ter sido a primeira vez que ouvi falar em &lt;strong&gt;Bitcoin&lt;/strong&gt;, foi no
final de 2013 que eu realmente resolvi ver do que se tratava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu fiquei tão impressionado com o assuno/tecnologia, que tive que fazer um
&lt;a class="reference external" href="::https://papobitcoin.com"&gt;podcast (papobitcoin.com)&lt;/a&gt; para poder falar mais sobre …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-30"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 30&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar de não ter sido a primeira vez que ouvi falar em &lt;strong&gt;Bitcoin&lt;/strong&gt;, foi no
final de 2013 que eu realmente resolvi ver do que se tratava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu fiquei tão impressionado com o assuno/tecnologia, que tive que fazer um
&lt;a class="reference external" href="::https://papobitcoin.com"&gt;podcast (papobitcoin.com)&lt;/a&gt; para poder falar mais sobre o assunto e de quebra
ter um link pronto para enviar para as pessoas quando elas pediam para eu
explicar do que se tratava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era um época que nem as pessoas de tecnologia sabiam do que se tratava.
Literalmente todo mundo que eu perguntava "&lt;em&gt;Já ouviu falar sobre Bitcoin?&lt;/em&gt;"
respondia "Não." com uma cara de interrogação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anos depois e a coisa mudou radicalmente. Não só todo mundo de tecnologia parece
já ter, pelo menos, ouvido falar, mas pessoas de várias áreas se interessam e já
sabem dizer algo sobre Bitcoin.&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Alguns dizem que o preço é alto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ninguém controla? Como assim? - pois é descentralização tem essa
característica. É uma das &lt;em&gt;vantagens&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Muito estranho isso ai! - tudo que é novo soa estranho. Os adolescentes daqui
a 10 a 15 anos vão achar bem normal.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Estamos apenas no início dessa nova "brincadeira" que vai ficar muito séria
ainda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Novo projeto</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/novo-projeto.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-07T17:44:10-03:00</published><updated>2017-09-07T17:44:10-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-07:/2017-09/novo-projeto.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-29"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 29&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nem cheguei aos 30% desse projeto e já estou pensando o próximo. Nem pense que é
por estar fácil. Pelo contrário. Como eu disse no início é muito difícil criar
algo novo todo dia com consistência. Tenho conseguido até aqui mas a
criatividade está minguando...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, não é …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-29"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 29&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nem cheguei aos 30% desse projeto e já estou pensando o próximo. Nem pense que é
por estar fácil. Pelo contrário. Como eu disse no início é muito difícil criar
algo novo todo dia com consistência. Tenho conseguido até aqui mas a
criatividade está minguando...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, não é por isso que eu não possa querer "mais sofrimento" e pensar em um
próximo projeto de 100 X em 100 X, né?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha ideia é &lt;em&gt;100 livros em 100 semanas&lt;/em&gt;. Ou seja, eu lerei um livro a cada
semana e postaria o que achei do livro aqui. Ao mesmo tempo que seriam menos
posts, seria mais tempo e bem mais complicado. Ao final da semana eu teria que
ter o livro lido para poder escrever.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse post, ao invés de indicação de livros, eu preferiria que me dissessem o
que eu poderia fazer para tornar esse projeto futuro mais interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é uma promessa, apenas um talvez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mais ainda tem 71 dias para esse desafio terminar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Inflação</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/inflacao.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-06T18:33:49-03:00</published><updated>2017-09-06T18:33:51-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-06:/2017-09/inflacao.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 720px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Inflação" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/inflacao.jpg" style="width: 720px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-28"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 28&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O aumento de preço é conhecido como sinônimo para inflação. Só que o aumento de
preço é apenas uma consequência da inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível haver inflação com aumento de preço (o caso que mais conhecemos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível haver inflação sem aumento de preço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível, apesar de raro …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 720px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Inflação" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/inflacao.jpg" style="width: 720px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-28"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 28&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O aumento de preço é conhecido como sinônimo para inflação. Só que o aumento de
preço é apenas uma consequência da inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível haver inflação com aumento de preço (o caso que mais conhecemos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível haver inflação sem aumento de preço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível, apesar de raro, haver inflação e redução de preço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inflação é o aumento da base monetária ou criação de dinheiro, que tem efeitos
diferentes dependendo de outros fatores como oferta e demanda e geração de
riquezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aumento da base monetária só aumenta o preço das coisas se ela acontecer mais
rápido que o aumento da riqueza produzida. Assim como aconteceria uma diminuição
nos preços se houvesse uma inflação mais lenta que a riqueza produzida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inflação do jeito que estamos acostumados é o aumento "sem dó" da base
monetária pelos governos. E do jeito que é feito transfere a riqueza de muitos
para poucos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cada novo real impresso é, proporcionalmente, um real em riqueza a menos que
cada pessoa perde. E esse novo real criado (que agora representa uma parte da
riqueza) vai para quem teve acesso a ele primeiro. Em geral quem tem acesso a
empréstimos. Quando tem juros subsidiado (BNDES) melhor ainda.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
BNDES é quase você sendo roubado duas vezes. Uma na impressão do dinheiro e
outro no subsidio aos juros.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Esse novo real criado, quando chegar na economia, vai dar sinais aos provedores
de produtos e serviços que existe uma demanda maior de dinheiro o que faz os
preços subirem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E tem gente que acha que a culpa da alta de preço é das lojas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O jogo do tempo</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/o-jogo-do-tempo.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-05T17:44:10-03:00</published><updated>2017-09-05T17:44:10-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-05:/2017-09/o-jogo-do-tempo.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 800px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Jogo do tempo" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/jogo-tempo.jpg" style="width: 800px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-27"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 27&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sabe quando temos aquela sensação que o tempo passou rápido demais? Quando
pensamos que é ainda são 15h e já são 18h? Ou, que é Quarta-feira, e pensamos
que já é Quinta?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vezes, o contrário também acontece. Pensar que Sábado é Domingo e que o final
de …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 800px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Jogo do tempo" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/jogo-tempo.jpg" style="width: 800px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-27"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 27&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sabe quando temos aquela sensação que o tempo passou rápido demais? Quando
pensamos que é ainda são 15h e já são 18h? Ou, que é Quarta-feira, e pensamos
que já é Quinta?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vezes, o contrário também acontece. Pensar que Sábado é Domingo e que o final
de semana ainda tem mais um dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem gente que tenta usar essa sensação, adianta o relógio, 10, 20 minutos para
tentar não se atrasar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para algo constante, não funciona pra mim. Sempre que eu olho pro relógio,
me lembro que está adiantado, mas para o dia funciona... Algumas vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que já fiz muitas vezes é pensar que Terça é Segunda, Quarta é Terça... Assim
quando chega Sexta eu penso que é ainda é Quinta, mas quando lembro que é Sexta
bate aquela felicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É, eu sei. Coisa de maluco. Mas se nosso cérebro pode nos deprimir, nos
enganando que "hoje é Sábado" quando já é Domingo, porque não fazer ele pensar
que é Quinta quando já é Sexta e ficar feliz?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Vistos na Irlanda</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/vistos-na-irlanda.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-04T19:50:54-03:00</published><updated>2017-09-04T19:50:54-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-04:/2017-09/vistos-na-irlanda.html</id><summary type="html">&lt;div class="section" id="dia-26"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 26&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Irlanda tem vários tipos de vistos. Os mais comuns para os Brasileiros são:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Visto de turista&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de estudante para cursos acima de 3 meses (Stamp 2)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de trabalho para profissões requisitadas no país (Stamp 1)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de trabalho permanente (Stamp 4)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de esposa/marido de …&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="section" id="dia-26"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 26&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Irlanda tem vários tipos de vistos. Os mais comuns para os Brasileiros são:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Visto de turista&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de estudante para cursos acima de 3 meses (Stamp 2)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de trabalho para profissões requisitadas no país (Stamp 1)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de trabalho permanente (Stamp 4)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Visto de esposa/marido de quem tem (Stamp 3)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Stamp 2&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Todo estudante que vai estudar acima de 3 meses pode aplicar para esse visto
que dá o direito do estudante trabalhar 20 horas por semana. O Visto tem a
duração de 8 meses e só pode ser renovado por 3 vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Para conseguir esse visto é preciso ser maior de 18 anos.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Stamp 1&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Existem algumas profissões que existe tão pouca mão de obra na Irlanda que
criaram um visto para atrair profissionais. O site da imigração tem &lt;a class="reference external" href="https://dbei.gov.ie/en/What-We-Do/Jobs-Workplace-and-Skills/Employment-Permits/Employment-Permit-Eligibility/Highly-Skilled-Eligible-Occupations-List/"&gt;uma
lista&lt;/a&gt; com as profissões que podem aplicar para esse visto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para conseguir esse visto é preciso ter uma oferta de trabalho de 2 anos com
salário de no mínimo € 30 mil anuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível conseguir esse visto para outras profissões se a oferta de salário
for de no mínimo € 60 mil por ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Com esse visto não é possível trocar de empresa por pelo menos um ano e custa
€ 1.000 para aplicar, valor que pode ser pago pela empresa ou pelo
interessado.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Stamp 3&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Todo(a) marido/esposa cujo marido/esposa tenha Stamp 1, pode aplicar para esse
visto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Esse visto só dá o direito de ficar no país, está atrelado à validade do visto
do(a) marido/esposa e não há possibilidade de trabalhar.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Stamp 4&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Após completar 2 anos seguidos ou somados com o visto &lt;em&gt;stamp 1&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;stamp
3&lt;/em&gt;, é possível aplicar para o &lt;em&gt;Stamp 4&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Esse visto dá a possibilidade de ficar no país enquanto estiver empregado e a
facilidade de trocar de emprego sem estar preso a uma empresa.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Todos os vistos podem ser aplicados antes de chegar chegar ao país.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Visto de turismo&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Com esse visto é possível estudar no país para cursos com duração menor que 3
meses. Não é possível trabalhar e pode ser aplicado ao chegar no aeroporto.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>A frieza estrangeira</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/frieza-estrangeira.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-03T18:06:47-03:00</published><updated>2017-09-03T18:06:49-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-03:/2017-09/frieza-estrangeira.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 648px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Frieza" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/frieza.jpg" style="width: 648px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-25"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 25&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De todos os lugares que já visitei e de todos as nacionalidades que tive
contato, nenhum é tão caloroso quanto o Brasileiro. O jeito do Brasileiro é
difícil de não perceber no quesito receptividade, na maneira como tratam as
pessoas que acabaram de conhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez não seja algo …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 648px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Frieza" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/frieza.jpg" style="width: 648px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-25"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 25&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De todos os lugares que já visitei e de todos as nacionalidades que tive
contato, nenhum é tão caloroso quanto o Brasileiro. O jeito do Brasileiro é
difícil de não perceber no quesito receptividade, na maneira como tratam as
pessoas que acabaram de conhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez não seja algo exclusivo. Outros povos podem até ter o &lt;em&gt;calor&lt;/em&gt; igual, mas
acho difícil algum ter mais receptividade que a encontrada nos Brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ser tão caloroso, todos os outros acabam parecendo frios. Quem passa pouco
tempo (dias) em um país, não só estranha, como confunde a frieza do estrangeiro
com má educação. Quando se convive percebemos que é apenas um jeito diferente de
relacionar. Em todos os lugares que já visitei na europa, eu sempre fui bem
tratado. As pessoas eram não só educadas, como também solicitas, mas sempre do
jeito delas. A pessoa parece estar na dela, mas se você puxa conversa, ela abre
um sorriso e começa a conversar. De alguma forma, no Brasil, estamos acostumados
a precisar de uma abertura pra nos aproximar. Se alguém está com a cara fechada,
geralmente não é bom sinal. Fora do Brasil, para quem é Brasileiro, todo mundo
parece de cara fechada o tempo todo.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Me lembro uma vez quando vi Suíços comentarem que os Australianos era um povo
muito festivo e receptivo. Eu pensei comigo mesmo: Fico imaginando o que iriam
pensar quando conhecessem os Brasileiros&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Esse jeito mais frio, que encanta alguns estrangeiros e assusta outros é muito
conhecida por aqueles que já tiveram contato com a gente. Um exemplo clássico é
o cumprimento. Os europeus se cumprimentam dando 1, 2 beijos no rosto (3 pra
casar se você for de Minas Gerais), mas só acontece com familiares ou amigos
muito íntimos. O resto só mesmo cumprimento de mão. Não importante se é homem
cumprimentando mulher, ou mulher cumprimentando mulher, sempre tem a mão
estendida para cumprimentar e só. Por isso, quando no impulso, alguém vai pra
dar os beijos no rosto, acaba muitas vezes assustando a pessoa e pode,
dependendo do caso, passar a impressão de interesse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algo que seria bastante estranho para qualquer Brasileiro é você pegar um ônibus
com seus amigos e cada um sentar em um banco. Geralmente se você está com alguém
você senta do lado para continuar conversando. Eu já vi várias vezes as pessoas
entrarem juntas, cada uma senta em uma fila e mesmo que elas conversem, elas
preferem ficar longe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É estranho, mas é apenas um jeito diferente de ser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E tem outro lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não seria esse jeito festivo e inclusivo do Brasileiro que o torna intrusivo na
vida alheia?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não seria essa "frieza" do europeu que faz com que ele tenda a respeitar mais as
individualidades e que faz com que as pessoas que sejam fora do padrão não se
sintam julgadas e pressionadas a serem igual à maioria?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Cortisol</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/cortisol.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-02T22:54:20-03:00</published><updated>2017-09-02T22:54:21-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-02:/2017-09/cortisol.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 460px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Cortisol" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/cortisol.png" style="width: 460px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-24"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 24&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cortisol"&gt;Cortisol&lt;/a&gt; é um hormônio também conhecido como &lt;em&gt;hormônio do stress&lt;/em&gt;. Como
todos os hormônios ele tem uma função importante para nossa vida, mas aqui eu
queria falar dos problemas que ele pode causar quando combinado com seu hormônio
antagonista, a &lt;em&gt;insulina&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando insulina e cortisol estão presentes ao …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 460px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Cortisol" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/cortisol.png" style="width: 460px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-24"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 24&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cortisol"&gt;Cortisol&lt;/a&gt; é um hormônio também conhecido como &lt;em&gt;hormônio do stress&lt;/em&gt;. Como
todos os hormônios ele tem uma função importante para nossa vida, mas aqui eu
queria falar dos problemas que ele pode causar quando combinado com seu hormônio
antagonista, a &lt;em&gt;insulina&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando insulina e cortisol estão presentes ao mesmo tempo, eles geram um aumento
na produção de células adiposas, mais conhecidas como &lt;strong&gt;gordura&lt;/strong&gt;. &lt;a class="footnote-reference" href="#id2" id="id1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Quem não
quer ganhar gordura deve evitar essa combinação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cortisol aparece basicamente em 2 momentos: momentos de estresse e quando
acordamos pela manhã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eventos trágicos, fim de relacionamento, perda de alguém, momentos de muita
ansiedade, etc. Tudo que gerar um estresse para o corpo vai liberar cortisol no
sangue.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual a reação de muitos em momento de ansiedade? Comer. E geralmente são comidas
calorias, com altos teores de carboidratos, açúcares.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Sabe aquele chocolate para aliviar a T.P.M.? Pois é...&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O que as pessoas comem no café da manhã? Basicamente carboidrato(pão, bolo,
biscoitos) e açúcar (mel, frutas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dois momentos que ter um pico de insulina vai contribuir muito para o
acúmulo de gordura é quando comemos mais coisas que vão estimular a insulina.
Por isso, faz muito sentido no café da manhã comer alimentos como bacon, queijo,
ovo ao invés de pão, bolo e biscoitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por volta de 2 horas após acordarmos o cortisol já está baixo e fica um pouco
mais "seguro" ter insulina no sangue.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Se ficar no &lt;a class="reference external" href="/2017-09/o-que-como.html"&gt;Low carb&lt;/a&gt; é mais seguro ainda.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Além de ajudar no acúmulo de gordura, o cortisol é um hormônio catabólico. Ou
seja, você que está querendo ganhar massa muscular, vai ser prejudicado se
passar por momentos estressantes. Uma dica é tomar &lt;a class="reference external" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Glutamina"&gt;Glutamina&lt;/a&gt; como suplemento
para ajudar a combater os efeitos do cortisol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;table class="docutils footnote" frame="void" id="id2" rules="none"&gt;
&lt;colgroup&gt;&lt;col class="label"/&gt;&lt;col/&gt;&lt;/colgroup&gt;
&lt;tbody valign="top"&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="label"&gt;&lt;a class="fn-backref" href="#id1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a class="reference external" href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3546356"&gt;https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3546356&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>O que como</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-09/o-que-como.html" rel="alternate"></link><published>2017-09-01T22:33:41-03:00</published><updated>2017-09-01T22:33:41-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-09-01:/2017-09/o-que-como.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 555px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Omelete" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/omelete.jpg" style="width: 555px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-23"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 23&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Se leu o texto sobre &lt;a class="reference external" href="/2017-08/jejum-intermitente.html"&gt;Jejum Intermitente(JI)&lt;/a&gt; você já sabe quando eu como. Lá
eu falo que não importa para o protocolo o quanto você come e isso depende
tanto do objetivo quanto da composição corporal de cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma época que conheci o JI eu …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 555px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Omelete" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/omelete.jpg" style="width: 555px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-23"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 23&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Se leu o texto sobre &lt;a class="reference external" href="/2017-08/jejum-intermitente.html"&gt;Jejum Intermitente(JI)&lt;/a&gt; você já sabe quando eu como. Lá
eu falo que não importa para o protocolo o quanto você come e isso depende
tanto do objetivo quanto da composição corporal de cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma época que conheci o JI eu também tive contato com o &lt;em&gt;Low Carb&lt;/em&gt; (baixo
carboidrato). A ideia é você cortar quase por completo todo o carboidrato e
açucares que consome. Isso mesmo. Todas aquelas delícias de bolo, pizza,
sorvetes, doces, refrigerantes. Não pode.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que pode? Tudo mais. Gorduras (vegetais e saturadas) e proteínas. Carne
vermelha, peixe, frango (com pele ainda melhor), bacon, queijo, ovo, leites e
derivados (doce de leite não, né?), nozes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia por trás do Low Carb é você consumir as calorias e evitar os picos de
insulinas que os carboidratos e açucares provocam no corpo. Consumir uma
quantidade grande gordura (acima do que o seu corpo consome durante o dia) é
ruim. Mas se você consome essa quantidade e ainda come um docinho depois ou toma
um refrigerante junto é &lt;strong&gt;muito&lt;/strong&gt; pior.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Eu cheguei a assistir uma aula (no youtube) de Bioquímica sobre Gliconeogênese
pra tentar entender como o processo funcionava&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Sendo resumido, funciona assim: &lt;strong&gt;Tudo&lt;/strong&gt; que você come, vira lá no final,
glicogênio e vai pra corrente sanguínea. Quando esse nível passa de um certo
ponto a insulina é liberada. Ela está lá pra reduzir o nível da
glicose(glicogênio) no sangue. Esse glicogênio tem basicamente 3 lugares pra ir:
Músculos para serem consumidos como energia imediata; fígado para ser ser
utilizado quando a energia dos músculos acabarem; gordura que será quebrada
quando as outras fontes estiverem acabando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que cabe de glicogênio nos músculos e fígado é bem limitado. Então, se o
consumo de energia(glicogênio) for baixo, muita coisa vai virar gordura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro fator relevante é o quão rápido carboidrato e açucares viram glicose
versus gordura e proteína. Por serem quebrados de maneira rápida, muita caloria
(em forma de glicogênio) chega ao sangue muito rápido, ou seja, vai sobrar muita
coisa pra ser estocado em forma de gordura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou passar um resumo da minha refeição (quase) diária:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Multivitamínico pela manhã&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não tomo café da manhã. Deixo pra quebrar o jejum lá pro meio dia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Almoço: 6 ovos, 2 fatias de bacon, 5 fatias de queijo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;3 scoops de whey protein&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1 scoop de hipercalórico&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;100g de nuts&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Muita áuga o dia todo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Isso tudo deveria dar pouco mais de 3 mil calorias. Muita comida? Teoricamente
eu deveria comer ainda mais... ;-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tiver interesse, faça perguntas que tentarei explicar mais do que aprendi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Jejum Intermitente</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/jejum-intermitente.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-31T21:27:54-03:00</published><updated>2017-08-31T21:27:56-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-31:/2017-08/jejum-intermitente.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 632px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Jejum" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/jejum.jpg" style="width: 632px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-22"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 22&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jejum Intermintente&lt;/strong&gt; (JI) é um &lt;em&gt;protocolo&lt;/em&gt; que te diz &lt;strong&gt;quando&lt;/strong&gt; comer. Nesse
texto vou apenas relatar minha experiência. Não tenho o objetivo nem de
convencer, ou mostrar quais os possíveis benefícios de fazer o JI.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Se quiser saber mais, Google está ai pra isso. ;-)&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Assim como a maioria …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 632px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Jejum" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/jejum.jpg" style="width: 632px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-22"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 22&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jejum Intermintente&lt;/strong&gt; (JI) é um &lt;em&gt;protocolo&lt;/em&gt; que te diz &lt;strong&gt;quando&lt;/strong&gt; comer. Nesse
texto vou apenas relatar minha experiência. Não tenho o objetivo nem de
convencer, ou mostrar quais os possíveis benefícios de fazer o JI.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Se quiser saber mais, Google está ai pra isso. ;-)&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Assim como a maioria das pessoas, eu sempre ouvi que se deve comer de &lt;em&gt;3 em 3
horas&lt;/em&gt;. Ficar com fome é ruim, tanto para quem quer emagrecer quanto para quem
quer ganhar peso (com músculos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que me chamou atenção nesse protocolo é a simplicidade. Sempre achei muito
estressante a obrigatoriedade de ter que comer de 3 em 3 horas. Tinha que ficar
levando comida pro trabalho ou me preocupando qual foi a última vez que eu comi
para não passar das 3 horas. Eu odiava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai descobri o JI. Uma fórmula bem simples: Você come tudo que tiver que comer
por dia durante uma &lt;em&gt;janela&lt;/em&gt; de 8 horas seguidas e então fica em jejum
(basicamente só na água) pelas 16 horas seguintes (contando com as 7-8 horas que
está dormindo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra começar eu escolho, baseado no meu dia, quais serão essas 8 horas. Pode
terminar logo antes de dormir, pode começar logo que acordar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a janela de 8 horas eu posso comer qualquer quantidade que eu quiser.
Tudo de uma vez, dividido a cada hora, duas vezes... Tanto faz desde que chegue
ao final das 8 horas e tudo que eu tinha que comer no dia está comido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas possíveis dúvidas:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;O protocolo é sobre &lt;strong&gt;quando&lt;/strong&gt; comer. O &lt;strong&gt;quanto&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;o que&lt;/strong&gt; come  depende
de cada um e não faz diferença para o protocolo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Existem outros protocolos com o mesmo raciocínio: &lt;em&gt;Come para Come&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Dieta do
guerreiro&lt;/em&gt; são alguns exemplos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não é necessário começar fazendo as 8/16 logo de início. Pode começar com
12/12 e ir aumentando/diminuindo as janelas gradativamente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No início, o período do jejum dá fome sim. Mas se ficar firme, em uma semana
você já vai estar sentindo pouco até quase nem incomodar mais. Beba bastante
água que ajuda.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Se você como eu, se sente escravizado por essa regra de ter que comer
constantemente, talvez devesse estudar um pouco sobre JI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Achou controverso? Aguarde o próximo texto quando eu vou falar sobre &lt;strong&gt;o que&lt;/strong&gt;
eu como.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Quando o clima muda</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/quando-clima-muda.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-30T22:05:55-03:00</published><updated>2017-08-30T22:05:57-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-30:/2017-08/quando-clima-muda.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 712px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Clima" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/clima.jpg" style="width: 712px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-21"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 21&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, especialmente pra quem mora do sudeste para cima, só tem 2 climas
durante o ano: Mais calor, menos calor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O inverno é apenas um rótulo para denominar as coleções de roupa nas lojas. Já o
verão é uma sensação eterna de estar dentro de um forno …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 712px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Clima" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/clima.jpg" style="width: 712px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-21"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 21&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, especialmente pra quem mora do sudeste para cima, só tem 2 climas
durante o ano: Mais calor, menos calor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O inverno é apenas um rótulo para denominar as coleções de roupa nas lojas. Já o
verão é uma sensação eterna de estar dentro de um forno. Tem o forno fora de
casa e forno dentro de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não precisa morar tanto tempo fora para perceber que a denominação das estações
realmente faz sentido. No inverno faz frio (em alguns lugares frio até demais).
Na primavera tem aquele clima de "o verão está chegando". No outono as folhas
caem (no quintal...) e fica tudo marrom, e no verão faz calor (em alguns lugares
nem tanto).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Na Irlanda os dias de mais calor chega a 27C. Pessoal acha que vai derreter.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Antes que digam que faz frio sim no Brasil, se o termômetro bate 20C, não é
frio, ok?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da temperatura variar, ainda tem a diferença na duração da luz do sol.
Enquanto no pico do inverno começa escurecer as 4:30 da tarde, no pico do verão
o sol nos acompanha até as 22:30 da "noite".&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Quanto mais ao norte, maior o frio. Também é maior a duração do sol no verão e
menor no inverno.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É verdade que se sofre com os "gelado" 15C do Brasil porque as casas não estão
preparadas para o frio. Aqui, mesmo no inverno, não é comum se usar roupa de
frio dentro de casa. Você se monta com um monte de camadas para sair de casa.
Mas se desmonta quando chega aos lugares que geralmente são todos aquecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Os trailers hoje em dia</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/trailers-hoje-em-dia.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-29T20:58:37-03:00</published><updated>2017-08-29T20:58:41-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-29:/2017-08/trailers-hoje-em-dia.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 512px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Trailer" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/trailer.jpg" style="width: 512px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-20"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 20&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pra quem vai tanto ao cinema como eu vou, os trailer tem sido uma tortura
constante. Nem é a qualidade que mais incomoda, mas o fato de poucos não
entregarem todo o filme. E não entregam só a história, como também algumas
(senão todas) as melhores cenas dos …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 512px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Trailer" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/trailer.jpg" style="width: 512px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-20"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 20&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pra quem vai tanto ao cinema como eu vou, os trailer tem sido uma tortura
constante. Nem é a qualidade que mais incomoda, mas o fato de poucos não
entregarem todo o filme. E não entregam só a história, como também algumas
(senão todas) as melhores cenas dos filmes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma média de 2 a 3 filmes por semana, eu já assisti, só em 2017, pelo menos
70 filmes. Cada filme tem por volta de 4 a 5 trailers. Alguns filmes tem seus
trailers mostrados muitos meses antes da estreia.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Alguns filmes chegam a ter até 3 trailers diferentes&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Os filmes com melhor orçamento, ganham mais exibições de trailers, o que faz
com que, alguém que vai tanto como eu, acabe vendo o mesmo trailer muitas e
muitas vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu entendo a necessidade de conseguir alcançar a maior quantidade de pessoas
possível e de atraí-las pra ver os filmes. Quem vai esporadicamente ao cinema,
provavelmente nem vai lembrar de todas as cenas já reveladas quando forem ver o
filme semanas ou meses depois. Mas para quem está constantemente no cinema, essa
quantidade de trailer com "entrega das cenas" legais e da história, desanima
muito. Ao ver o trailer tantas vezes, eu lembro de quase todas as cenas quando
estou vendo o filme.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Inclusive é bem comum existirem cenas que são diferentes no trailer e no
filme. As vezes muda só a posição da cena, as vezes muda a fala. Um pouco mais
raro, mas acontece também, é da cena que está no trailer simplesmente é
cortada do filme.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu já nem torço mais para o filme estreiar porque quero vê-lo, mas porque cansei
de ver o trailer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Liberdade</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/liberdade.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-28T20:45:59-03:00</published><updated>2017-08-28T20:46:02-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-28:/2017-08/liberdade.html</id><summary type="html">&lt;img alt="Liberdade" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/freedom.png" style="width: 480px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-19"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 19&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Há alguns anos venho lendo sobre o movimento &lt;em&gt;Libertário&lt;/em&gt;. Um movimento que
prega o respeito à &lt;strong&gt;Liberdade&lt;/strong&gt;. O conceito é relativamente bem simples e eu
até consigo resumir em apenas dois princípios básicos:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Todos os seres racionais tem direito a propriedade&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Respeito ao princípio da não agressão (PNA …&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;img alt="Liberdade" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/freedom.png" style="width: 480px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-19"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 19&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Há alguns anos venho lendo sobre o movimento &lt;em&gt;Libertário&lt;/em&gt;. Um movimento que
prega o respeito à &lt;strong&gt;Liberdade&lt;/strong&gt;. O conceito é relativamente bem simples e eu
até consigo resumir em apenas dois princípios básicos:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Todos os seres racionais tem direito a propriedade&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Respeito ao princípio da não agressão (PNA), ou, respeito a propriedade&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Você pode fazer absolutamente o que quiser se respeitar esses dois princípios.
Muitas pessoas desconfiam prontamente quando escutam esse &lt;em&gt;fazer o que quiser&lt;/em&gt;.
Em geral, a primeira reação é: &lt;em&gt;Isso não funciona!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira &lt;em&gt;propriedade&lt;/em&gt; que temos direito é o nosso corpo. Todas as pessoas são
donas do seu próprio corpo. É impossível alguém fazer algo por vontade de outro.
Elas podem ser convencidas a fazer algo, mas ainda assim, a ação parte delas
próprias e por isso, de acordo com a &lt;em&gt;segunda lei&lt;/em&gt;, uma agressão a alguém é uma
violação de propriedade e passível de punição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Agredir&lt;/em&gt;, de acordo com o &lt;em&gt;PNA&lt;/em&gt;, é definido como a &lt;strong&gt;ação&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;ameaça&lt;/strong&gt; de
força para interferir na propriedade de uma ou mais pessoas &lt;a class="footnote-reference" href="#id2" id="id1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo &lt;strong&gt;Murray Rothbard&lt;/strong&gt; em &lt;em&gt;A Ética da Liberdade&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Toda pessoa é a proprietária de seu próprio corpo físico assim como todos os
recursos naturais que ela coloca em uso através de seu corpo antes que
qualquer um o faça; esta propriedade implica no seu direito de empregar
estes recursos como lhe convém até o ponto que isto afete a integridade
física da propriedade de outro ou delimite o controle da propriedade de
outro sem seu consentimento.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;E sim, uma punição que agride a propriedade de alguém também vai de encontro a
esse princípio e deveria ser evitada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai você me pergunta: &lt;em&gt;Mas como punir alguém sem agressão?&lt;/em&gt; É possível, mas
precisaria de um texto inteiro só para descrever sobre isso. Por isso vou
continuar falando sobre a liberdade pregada pelo libertarianismo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ser uma linha de pensamento que não estamos acostumados (há poucos anos eu
também acharia isso surreal), seria impossível eu tentar rebater de antemão
todos os possíveis casos que pessoas costumam criar para tentar entender, ou
apenas rebater, as afirmações "não ortodoxas" que faço aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entender o conceito de propriedade ajuda bastante a entender do que se trata o
libertarianismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para algo poder ser designado como propriedade existe a necessidade de que a
posse desse algo  por um indivíduo só seja possível com a perda da posse por
outro. Propriedade é algo escasso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja a diferença:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Duas pessoas querem sentar na mesma cadeira.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duas pessoas querem ouvir a mesma música.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O ato de ouvir uma música por alguém não impede que milhares de pessoas também o
façam. E justamente por isso, sons não são propriedade. Por consequência músicas
não são propriedade. É isso mesmo! Direito autoral e patentes não fazem nenhum
sentido para um libertário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O CD em que está a música é propriedade. O papel que está impresso um livro é
propriedade. Mas perceba que o fato de copiar qualquer um desses itens não
retira nem diminui a propriedade do dono.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duas ou mais pessoas podem ter o conhecimento da mesma ideia. Uma ideia quando é
contada para alguém não desaparece da cabeça de quem contou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há conflitos? Claro. Mas certamente, uma sociedade livre teria muito menos
conflitos. Conflito é caro. Todo conflito costuma gerar, no mínimo, um incomodo
para as duas partes. Já pensou que as guerras são sempre entre governos? Você
não vê empresas privadas envolvidas em guerras, a menos que seja para fornecer
material para os países guerreando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para governos é fácil estar em guerra, o financiamento para suas as guerras são
feitas com o dinheiro dos impostos que são compulsoriamente colocado em cima
seus cidadãos. &lt;em&gt;Imposto é roubo!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quanto mais o tempo passa, mais vemos o Estado tomando mais responsabilidade
sobre a propriedade e o direito dos indivíduos com justificativa de será mais
comodo para todos. Outra vezes por acreditar que os que estão no poder sabem o
que é melhor para todos. E a justificativa mais usada é a de nos dar mais
segurança. Mas já dizia Benjamin Franklin:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Aqueles que abrem mão da &lt;em&gt;Liberdade Essencial&lt;/em&gt; por um pouco de segurança,
não merece nem liberdade, nem segurança.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Não só não merece, como perderá os dois.&lt;/p&gt;
&lt;table class="docutils footnote" frame="void" id="id2" rules="none"&gt;
&lt;colgroup&gt;&lt;col class="label"/&gt;&lt;col/&gt;&lt;/colgroup&gt;
&lt;tbody valign="top"&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="label"&gt;&lt;a class="fn-backref" href="#id1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a class="reference external" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Non-aggression_principle"&gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Non-aggression_principle&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="escolhas"></category><category term="liberdade"></category><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Querido Futuro Eu</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/querido-futuro-eu.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-27T19:19:40-03:00</published><updated>2017-08-27T19:19:42-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-27:/2017-08/querido-futuro-eu.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 508px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Futuro eu" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/futureme.jpg" style="width: 508px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-18"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 18&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existe um site chamado &lt;a class="reference external" href="https://www.futureme.org/"&gt;futureme.org&lt;/a&gt; cuja ideia é que você escreva um e-mail
para o &lt;em&gt;você do futuro&lt;/em&gt;. Você escolhe um assunto, uma data futura, escreve o
e-mail e envia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época que não era possível salvar jogos de vídeo game, existiam códigos que
eram usados para …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 508px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Futuro eu" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/futureme.jpg" style="width: 508px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-18"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 18&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existe um site chamado &lt;a class="reference external" href="https://www.futureme.org/"&gt;futureme.org&lt;/a&gt; cuja ideia é que você escreva um e-mail
para o &lt;em&gt;você do futuro&lt;/em&gt;. Você escolhe um assunto, uma data futura, escreve o
e-mail e envia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época que não era possível salvar jogos de vídeo game, existiam códigos que
eram usados para voltar a um ponto do jogo. Eu anotava esses códigos em um
caderno velho. Era tão "organizado", que anotava de qualquer jeito, em qualquer
folha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por causa dessa "organização", eu escrevia mensagens para mim mesmo, em páginas
aleatórias. Geralmente fazendo perguntas de coisas que eu estava esperando
que acontecesse. Aí, um dia que eu estivesse procurando um código, eu
encontraria, por acaso, essas mensagens e poderia "responder" a minha dúvida do
passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem tem ou teve diário, sabe como é a sensação de ler algo que foi escrito a
muitos anos, em outra época, quando a cabeça estava diferente. A ideia é bem
parecida, com a diferença que o e-mail chega em um dia que você não espera.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
A menos que sua memória seja boa (muito melhor que a minha) e você lembre qual
data usou e o que escreveu.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu já enviei uns 2 ou 3 e-mails para o &lt;em&gt;futuro-eu&lt;/em&gt; nos últimos 7 anos. A
sensação de receber um e-mail de você mesmo é muito estranho. É incrível como é
fácil esquecer como a situação estava quando o e-mail foi escrito, ou mesmo que
o e-mail foi escrito. De repente, chega um e-mail de você mesmo, contando sobre
pequenos detalhes da sua vida no passado que você já esqueceu e sobre
expectativas de como as coisas estariam quando você recebeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se fizer o teste, coloca lá um lembrete que é pra voltar aqui e escrever o que
achou da experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Uma receita de bolo livre</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/receita-bolo-livre.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-26T21:39:52-03:00</published><updated>2017-08-26T21:39:54-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-26:/2017-08/receita-bolo-livre.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 852px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Source Code" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/sourcecode.jpg" style="width: 852px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-17"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 17&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na tentativa de explicar como são feitos os programas de computador e como
funciona os programas de código fonte livre (também chamados de código fonte
aberto), eu pensei em uma analogia.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Toda analogia tem suas falhas. A ideia é explicar algo técnico para os leigos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Imagine uma receita …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 852px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Source Code" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/sourcecode.jpg" style="width: 852px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-17"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 17&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na tentativa de explicar como são feitos os programas de computador e como
funciona os programas de código fonte livre (também chamados de código fonte
aberto), eu pensei em uma analogia.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Toda analogia tem suas falhas. A ideia é explicar algo técnico para os leigos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Imagine uma receita de bolo. Imagine que não seja possível comer os ingredientes
separadamente e só quando o bolo está pronto ele se torna comestível. Assim
acontece com o computador. Ele só entende instruções quando elas estão na forma
binária, ou seja, quando são uma quantidade gigante de '1's e '0's. Só que nós,
seres humanos, precisamos de &lt;em&gt;linguagens de alto nível&lt;/em&gt; para escrever essas
instruções, os código fonte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A receita de um bolo (assim como um código fonte) são instruções para que um
cozinheiro (chamamos de compilador) transforme a receita (o código fonte) em um
bolo (o programa binário).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
O seu computador, seu celular, tablet são compostos por conjunto de programas.
Cada aplicativo do seu celular é um programa binário. O sistema (Windows,
MacOS, Linux, Android, IOS) é um programa binário que gerencia programas
binários(os aplicativos).&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Em geral, toda &lt;em&gt;receita&lt;/em&gt; é feita com uma licença. Uma das &lt;em&gt;receitas livres&lt;/em&gt; mais
famosas é a &lt;a class="reference external" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_General_Public_License"&gt;GPL&lt;/a&gt; que define 4 leis:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;A liberdade de comer &lt;em&gt;bolo&lt;/em&gt; "como quiser" (usar o programa para qualquer
objetivo)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A liberdade de estudar a receita e adaptá-la às suas necessidades&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A liberdade de distribuir cópias das receitas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A liberdade de melhorar a receita e poder liberar essa receita publicamente
para que todo mundo se beneficie das melhorias&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Alguns tipos de &lt;em&gt;licenças de bolo&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Licenças proprietárias - você precisa pagar para comer o bolo e tudo que
fizer com o bolo tem que estar de acordo com o que o proprietário quiser&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Licenças Shareware - você pode comer por um período de tempo, mas depois de um tempo
tem que pagar pra poder continuar comendo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Licenças Freeware - você pode comer sem pagar, mas não vai poder ver a receita&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Licenças livre - você pode comer, melhorar a receita, fazer o seu bolo e
distribuir seguindo as 4 leis&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Possibilidades com uma receita usando uma licença GPL&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Você quer comer um bolo e vai a uma confeitaria onde as receitas são livres.
Se você (como eu) não sabe cozinhar, vai comprar o bolo. Por ser livre, a
receita vai vir junto com o bolo. Você pode tentar fazer o bolo você mesmo ou
dar pra alguém fazer por você. Se você sabe cozinhar, pode apenas pegar a
receita e fazer você mesmo. De acordo com as leis o confeiteiro não é
obrigado a te dar o bolo, mas se ele te der (ou vender), ele é obrigado a te
dar a receita. De posse da receita, você pode então distribuí-la para quem
quiser. Pode fazer alterações e então vender o bolo feito com as suas
modificações (que devem também conter a receita junto).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Mas e se alguém mal intencionado fizer modificações maliciosas na receita? Só as
pessoas que confiam nesse alguém vão comer o bolo dessa receita. Não é possível
contaminar outras receitas de terceiros com as suas modificações. Cada um segue
a receita que confiar e come o bolo feito por quem confiar.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Do mesmo jeito, mesmo sendo possível modificar os programas e por códigos
maliciosos, só quem confia nesses códigos alterados vão usar esses programas
&lt;em&gt;estragados&lt;/em&gt;.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Com todas as receitas sendo modificadas e repassadas junto com os bolos, todos
se beneficiam das modificações e melhorias. Ao mesmo tempo cada um pode
incrementar sua receita e comer o seu bolo feitos seguindo as receitas que mais
lhe agradar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Austrália x Irlanda - Transporte Público</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/australia-irlanda-transporte-publico.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-25T23:44:13-03:00</published><updated>2017-08-25T23:44:16-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-25:/2017-08/australia-irlanda-transporte-publico.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 1000px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Transporte" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/transport.jpg" style="width: 1000px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-16"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 16&lt;/h2&gt;
&lt;blockquote&gt;
Um lembrete: Eu estive em Perth há 10 anos, algumas coisas podem ter mudado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Os transportes públicos na Austrália(Perth) e Irlanda(Dublin) são razoavelmente bons.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As opções:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Perth: metrô, ônibus e ferry (que eu nunca usei)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dublin: bonde, metrô e ônibus&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Eu diria que a qualidade e …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 1000px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Transporte" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/transport.jpg" style="width: 1000px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-16"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 16&lt;/h2&gt;
&lt;blockquote&gt;
Um lembrete: Eu estive em Perth há 10 anos, algumas coisas podem ter mudado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Os transportes públicos na Austrália(Perth) e Irlanda(Dublin) são razoavelmente bons.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As opções:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Perth: metrô, ônibus e ferry (que eu nunca usei)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dublin: bonde, metrô e ônibus&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Eu diria que a qualidade e o conforto são praticamente iguais nas duas cidades.
Especialmente o metrô que para padrões Brasileiro é excelente. Nos dois casos o
metrô é o de superfície. E serve para se locomover distâncias maiores.
Geralmente entre o centro e bairros ou cidades mais distantes. Não
existe o metrô subterrâneo como acontece em Paris, Londres ou Nova York.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não existe trocador, nem roleta nos ônibus. É o próprio motorista quem faz a
cobrança. No Brasil, a inexistência de trocador é cada vez mais comum, mas
geralmente a roleta ainda está presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pontualidade é outra coisa que chama atenção. Ainda mais pra quem está
acostumado ao "o ônibus chega quando ele chegar".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O valor é pago proporcional à distância viajada. Você diz ao motorista onde vai
descer e ele te diz quanto vai dar.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;As diferenças&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Em Dublin não se aceita dinheiro de papel como pagamento e as moedas tem que
ser pagas com o valor exato. Então você escolhe, pagar a mais e reaver o
restante depois ou desce. Você paga o valor de acordo com a distância que você
vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Perth é possível pagar com moeda e dinheiro e tem troco se for o caso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dois é possível usar cartão(a viagem é mais barata se usar), mas só em
Perth você pode recarregar seu cartão no ônibus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto em Dublin você passa o cartão quando sobe no ônibus, em Perth você
passa ao subir e ao descer. É quando você desce que o cálculo da sua tarifa é
calculada.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Em Dublin você diz ao motorista onde vai descer e ele te cobra proporcional,
mas se você mudar de ideia e resolver descer antes ou depois eu não sei
direito como faz pra revalidar.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Em Dublin todos os ônibus tem 2 andares. E tem o Bonde, o famoso &lt;em&gt;Luas&lt;/em&gt; (que
em Irlandês quer dizer &lt;em&gt;velocidade&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Em Perth, todos os transportes são interligados, ou seja, se você pegar um
ônibus e depois um metrô, você tem um desconto. Usar várias linhas
seguidamente (de ferry, ônibus ou metrô), você tem desconto. Em Dublin não tem
integração.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Poucas vezes ficam cheio e tem ar condicionado&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Não é que não exista ônibus/metrô/bonde cheio, mas é bem menos frequente. Se
você pegar uma linha em horário de pico, um dia chuvoso, vai acontecer, mas
nem se compara. Você não vai ver pessoas amassadas nas portas com o
trocador gritando o famoso: "Pessoal, vamos dar um passinho pra trás ai!"&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Limbo Linguístico</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/limbo-linguistico.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-24T19:54:51-03:00</published><updated>2017-08-24T19:54:55-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-24:/2017-08/limbo-linguistico.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 751px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Sotaque" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/sotaque.png" style="width: 751px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-15"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 15&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;em&gt;Limbo linguístico&lt;/em&gt; é uma expressão que eu inventei para descrever o que
acontece com as pessoas que se mudam para um lugar onde o sotaque é diferente,
não conseguem perder totalmente o sotaque de onde vieram mas absorvem o sotaque
do novo lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagine um mineiro, de …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 751px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Sotaque" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/sotaque.png" style="width: 751px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-15"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 15&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;em&gt;Limbo linguístico&lt;/em&gt; é uma expressão que eu inventei para descrever o que
acontece com as pessoas que se mudam para um lugar onde o sotaque é diferente,
não conseguem perder totalmente o sotaque de onde vieram mas absorvem o sotaque
do novo lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagine um mineiro, de Belo Horizonte que se mude pra Porto Alegre. Com o tempo,
a tendência é que ele comece a pegar o sotaque e expressões gaúchas. Mas, por
algum motivo, não consegue perder todo o sotaque e expressões mineiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Porto Alegre ele vai ouvir frequentemente: Você é mineiro?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando voltar para visitar Belo Horizonte, por já ter pegado o sotaque gaúcho,
vai soar como tal para todos os mineiros que vão então perguntar: Você é gaúcho?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem ser reconhecido pelos mineiros, nem pelos gaúcho ele acaba em um &lt;em&gt;Limbo
linguístico&lt;/em&gt;. Um estranho em sua nova casa e um estranho na sua antiga casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou certo que você deve conhecer alguém ou ser esse alguém que já passou/passa
por isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até Amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Muita comunicação atrapalha - Intercâmbio</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/muita-comunicacao-atrapalha.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-23T18:27:59-03:00</published><updated>2017-08-23T18:28:01-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-23:/2017-08/muita-comunicacao-atrapalha.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 1181px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Comunicação" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/comunicacao.jpg" style="width: 1181px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-14"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 14&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Depois de falar como foi &lt;a class="reference external" href="/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-australia.html"&gt;fazer o intercâmbio tendo pouca comunicação&lt;/a&gt; com o
Brasil e como &lt;a class="reference external" href="/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-irlanda.html"&gt;é estar o tempo inteiro conectado&lt;/a&gt;, vou tentar descrever a
diferença que eu vi no aprendizado e na qualidade do intercâmbio nos dois casos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ser a distância de casa um ponto …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 1181px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Comunicação" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/comunicacao.jpg" style="width: 1181px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-14"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 14&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Depois de falar como foi &lt;a class="reference external" href="/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-australia.html"&gt;fazer o intercâmbio tendo pouca comunicação&lt;/a&gt; com o
Brasil e como &lt;a class="reference external" href="/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-irlanda.html"&gt;é estar o tempo inteiro conectado&lt;/a&gt;, vou tentar descrever a
diferença que eu vi no aprendizado e na qualidade do intercâmbio nos dois casos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ser a distância de casa um ponto negativo para os que fazem intercâmbio,
poder se comunicar com facilidade com os que ficaram no Brasil parece uma
grande vantagem. Ao mesmo tempo, quem vai para um intercâmbio, tem como um dos
principais objetivos aprender uma nova língua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A imersão torna mais fácil aprender uma nova língua, mas o constante contato com
a língua materna atrapalha o aprendizado. Esse contato pode ser tanto com os que
ficaram no Brasil, como com os Brasileiros que certamente você vai encontrar nos
países mais comuns para fazer intercâmbio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu primeiro intercâmbio, eu só ouvia português uma vez por semana e só lia e
escrevia por volta de 1h por dia. Hoje eu ouço, leio e escrevo mais na minha
língua materna do que em inglês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse contato excessivo acaba minando a possibilidade que o intercâmbio te dá de
de viver uma cultura diferente. Mas para isso é necessário o interesse para
tentar se adaptar e participar dessa nova cultura. Quando o contato com a
própria é pequeno ou inexistente, não tem muito o que fazer, ou você se mistura
ou se isola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje em dia é diferente. As pessoas saem do Brasil, mas tentam ao máximo ficar
lá. A possibilidade de se manter atualizado e de continuar as relações que
deixaram no Brasil faz com que as pessoas ignorem as experiências que poderiam
estar tendo em um lugar novo, com pessoas novas, para continuar no conforto das
pessoas que já conhecem, tentando cada vez mais se manter ligado ao país de
origem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Querem viver no Brasil, fora do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quando não é a comunicação constante com quem está longe, é a convivência com
os Brasileiros. É compreensível. Afinal, são pessoas que falam sua língua, que
você entende as expressões, sabe como se comportar e estão também procurando
alguém que lhes proporcione o mesmo. O detalhe é que o valor que se gasta pra
fazer um intercâmbio é muito alto para continuar "vivendo" no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso é muito comum ver pessoas voltarem meses(as vezes, anos) depois de um
intercâmbio, com um inglês bem "more or less".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="Intercambio"></category></entry><entry><title>Irlanda como opção de intercâmbio</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/irlanda-como-opcao-intercambio.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-22T21:10:04-03:00</published><updated>2017-08-22T21:10:07-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-22:/2017-08/irlanda-como-opcao-intercambio.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 400px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Irlanda" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/intercambio_irlanda.jpg" style="width: 400px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-13"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 13&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em 2007, quando fiz a lista de possíveis países, para fazer intercâmbio, cheguei
a seguinte lista:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Estados Unidos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Canadá&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inglaterra&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Austrália&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Por ignorância, eu não conhecia a Irlanda como uma possibilidade. Eu imaginava
que Inglaterra e Irlanda eram a mesma opção e o preço da Libra me fez …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 400px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Irlanda" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/intercambio_irlanda.jpg" style="width: 400px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-13"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 13&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em 2007, quando fiz a lista de possíveis países, para fazer intercâmbio, cheguei
a seguinte lista:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Estados Unidos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Canadá&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inglaterra&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Austrália&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Por ignorância, eu não conhecia a Irlanda como uma possibilidade. Eu imaginava
que Inglaterra e Irlanda eram a mesma opção e o preço da Libra me fez riscar os
dois da minha lista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, existem duas Irlandas em uma mesma ilha:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;República da Irlanda é um país independente, cuja moeda é o Euro.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Irlanda do Norte é outro país que faz parte da Grã-Bretanha, cuja moeda é a
Libra.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Os dois países falam inglês. Os dois países estão na mesma ilha. A República da
Irlanda é predominantemente católica enquanto a Irlanda do Norte é protestante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois dividem a mesma história e a divisão em dois países foi resultado de
muita luta da República da Irlanda para conseguir a independência. A Inglaterra
deu a independência, mas ficou com um pedaço estratégico do território.&lt;/p&gt;
&lt;div class="figure" style="width: 159px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Ilha Irlanda" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/ilha_irlanda.png" style="width: 159px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Um intercâmbio na Irlanda tem algumas vantagens em relação a outros países de
língua inglesa que eu havia considerado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eliminação:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Libra é a moeda mais cara e alto custo de vida: Elimina o Reino Unido&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Possibilidade de trabalhar como estudante: Elimina Canadá e Estados Unidos&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Nos sobra Austrália e Irlanda.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Em 2007, como já mencionei, eu não conhecia a Irlanda e por isso Austrália foi
o país escolhido.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Vantagens da Austrália:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Dólar Australiano é mais barato que o Euro.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O clima é mais parecido com o do Brasil, mais especificamente com o Sul do
Brasil.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Paraíso pra quem gosta de praias.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tem clima pra todos os gostos: Praia, deserto e até estação de esqui.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Vantagens da Irlanda:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;O processo do visto é mais simples. Você entra com um visto provisório e fica
no país até tirar o definitivo - Na Austrália você precisa passar por todo o
processo do visto antes mesmo de embarcar e é bem mais complicado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O fuso horário da Irlanda é de 4 horas na maioria do ano, mas chega a 2 horas
no horário de verão Brasileiro - Na Austrália o fuso mais perto é de 10 horas.
Se comunicar com o pessoal do Brasil na Austrália é bem mais complicado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Viajar para o Brasil demora entre 20-30 horas (com uma conexão). Viajar para
Austrália é por volta de 40 horas com muitas conexões&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O tempo de visto de estudante na Irlanda é de 8 meses para um curso de 6
meses. Na Austrália o visto é o tempo do curso + um mês. Sendo que nesse mês a
mais você perde o visto de estudante e fica como turista&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Com até 5 horas de voo você pode visitar quase todos os países da Europa. Na
Austrália você só vai pra Nova Zelândia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Fico imaginando se eu soubesse da Irlanda em 2007 eu teria acabado indo pra
Dublin ao invés de Perth.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informação complementar em relação a capitais:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Capital da Austrália é Sidney&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Capital da Irlanda é Dublin&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Capital da Irlanda do Norte é Belfast&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="Intercambio"></category></entry><entry><title>A dicotomia dos dias de hoje</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/dicotomia-dos-dias-de-hoje.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-21T19:05:41-03:00</published><updated>2017-08-21T19:05:44-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-21:/2017-08/dicotomia-dos-dias-de-hoje.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 440px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Dicotomia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/dicotomia.png" style="width: 440px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-12"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 12&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ah, os dias atuais...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A "moda" do momento é a dicotomia(visão binária) de mundo em que muitos insistem
em por todos ao seu redor em uma caixa. Mas só tem duas caixas. Por isso você
tem que ser A ou B. X ou Y. 0 ou 1 …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 440px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Dicotomia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/dicotomia.png" style="width: 440px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-12"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 12&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ah, os dias atuais...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A "moda" do momento é a dicotomia(visão binária) de mundo em que muitos insistem
em por todos ao seu redor em uma caixa. Mas só tem duas caixas. Por isso você
tem que ser A ou B. X ou Y. 0 ou 1.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seria preguiça? Afinal, é mais fácil ter apenas duas caixas pra por alguém. Você
decora uma lista de características de um lado e então descreve as pessoas
usando apenas o rótulo de cada caixa.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Até o pessoal que acredita em horóscopo tem mais caixas pra por as pessoas na
hora de descrevê-las.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É tão complicado assim, pensar que pessoas que gostam de alface podem não gostar
de brócolis e pessoas que não gostam de alface, podem também não goster de
brócolis?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A necessidade de pertencimento a um grupo é algo inerente ao ser humano. E
quanto mais homogêneo for o grupo mais confortável nos sentimos. Mas
infelizmente não é assim que funciona. Todo grupo, por mais homogêneo que seja,
pode ser dividido em subgrupos. E essa divisão pode ser feita até chegar a menor
divisão possível. O indivíduo.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
A menos que o indivíduo seja esquizofrênico. ;-)&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A discussão que movimentou as redes sociais ultimamente é se Hitler foi
de direita ou esquerda. Se é ou não, não me interessa. Gostaria de analisar o
porquê de ter tanta gente preocupada em dar um rótulo definitivo para o alemão
do bigodinho. Porque, para buscar a "verdade histórica" é que não foi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que eu vi foram pessoas que se diziam do rótulo X tentando tirar Hitler do seu
grupo, porque ninguém gosta que Hitler faça parte do seu grupo, enquanto quem
estava interessado na verdade histórica era rotulado (com direito a bastante
xingamento) pelas pessoas do grupo oposto por colocar Hitler no grupo delas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por causa disso, a internet, um lugar de tanta paz, ponderação e harmonia, se
transformou em campo de batalhas cheio de mentira, desonestidade intelectual,
desinformação e ataques pessoais. E no meio dessa bagunça, ficavam aqueles que
só queriam informar ou se informar sobre os fatos históricos, sendo agredidos
pelos dois lados.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Só pra garantir, a parte de &lt;em&gt;lugar de tanta paz, ponderação e harmonia&lt;/em&gt; é
mentira, tá? Na verdade, a internet é um constante campo de batalha, cheio de
memes e fotos de gatos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;E não é só para não ter Hitler no próprio grupo que as brigas aconteciam. O
objetivo na verdade, é um das coisas que me dá mais raiva nessas discussões de
internet: A desonestidade intelectual. A ideia é se preparar pra usar a  falácia
&lt;strong&gt;Reductio ad Hitlerum&lt;/strong&gt;, ou &lt;strong&gt;uso da carta do nazismo&lt;/strong&gt;. Você simplifica a
argumentação das suas ideias dizendo que o outro tem Hitler/Nazismo no grupo
para vencer a discussão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdade é que mesmo que não queiram aceitar, o seu grupo (pseudo-)homogêneo,
tem muita diversidade. As pessoas são diferentes e pensam diferente. Podem ter
gostos, objetivos e pensamentos parecidos em alguns pontos, mas não tem essa de
que todos são iguais em todos os pontos e em todos os assuntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedir o fim dos grupos/rótulos seria utópico da minha parte já que eu entendo a
necessidade de pertencimento. Mas, seria pedir muito um pouco de respeito às
diferenças? Aceitar que eu posso ser a favor da liberação das drogas (pensamento
dito de esquerda) e também ser a favor da liberação das armas (pensamento
dito de direita).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu não me considero parte de nenhum grupo. Eu sou do meu grupo. Pra saber o que
penso sobre os assuntos, tem que me perguntar. "Sobre cada assunto?" É. Acho que
deveria ser assim para todos. Mas posso dar uma dica da minha linha de
pensamento: "O seu limite termina quando começa o do outro."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Trabalhar fora do Brasil</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/trabalhar-fora-brasil.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-20T12:38:31-03:00</published><updated>2017-08-20T12:38:33-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-20:/2017-08/trabalhar-fora-brasil.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 900px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Trabalhar fora" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/trabalhar_fora.jpg" style="width: 900px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-11"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 11&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Qualquer pessoa que vai trabalhar fora do Brasil (Europa, Estados Unidos,
Canadá, Austrália), sente uma grande diferença em relação a quase tudo.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;CLT&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Não existe &lt;strong&gt;CLT&lt;/strong&gt;. Simples assim. Você tem um contrato de trabalho e pronto.
Não tem 13º. Não tem &lt;em&gt;um terço&lt;/em&gt; de férias. Não tem FGTS …&lt;/p&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 900px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Trabalhar fora" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/trabalhar_fora.jpg" style="width: 900px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-11"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 11&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Qualquer pessoa que vai trabalhar fora do Brasil (Europa, Estados Unidos,
Canadá, Austrália), sente uma grande diferença em relação a quase tudo.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;CLT&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Não existe &lt;strong&gt;CLT&lt;/strong&gt;. Simples assim. Você tem um contrato de trabalho e pronto.
Não tem 13º. Não tem &lt;em&gt;um terço&lt;/em&gt; de férias. Não tem FGTS. Não tem
vale-alimentação.  Não tem vale-refeição. Não tem vale transporte. Você recebe
seu salário no final do mês e só.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote class="last"&gt;
Ingênuo os que pensam que no Brasil todos esses "direitos" saem do bolso do
empregador.  Quando ele te contrata, se ele ia te pagar X, ele desconta
todos os "direitos", e então te oferece metade de X.  Ou seja, ao invés do
empregado ter X no bolso pra fazer o que quiser, uma parte fica bloqueada no
FGTS (rendendo quase nada), outra parte você só recebe quando for tirar
férias, outra parte você recebe em forma de vales que só servem para serem
gastos em certos estabelecimentos ou transporte. O belo 13º é apenas X/12 do
seu salário, de cada mês, sendo pago no final do ano.&lt;/blockquote&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Férias&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;No geral, se tem 20 dias de férias. Ruim? Nem de longe. São 20 dias &lt;strong&gt;úteis&lt;/strong&gt;
de férias. E podem ser tiradas do jeito que quiser. Quer tirar &lt;strong&gt;um dia&lt;/strong&gt; de
férias? Pode. Quer tirar &lt;strong&gt;meio dia&lt;/strong&gt; de férias? Também pode. Ou seja, se
tirar 10 dias de férias, você acaba ficando 16 dias: 10 dias + 3 finais de
semana. Se tiver um feriado no meio, mais um dia. Se ficar doente durante as
férias, os dias que ficou doente (desde que comprovados) não contam como
férias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra diferença é que você tem que tirar as férias até o fim do ano. Não tem
essa de poder esperar 2 anos (1 ano e 11 meses) acumulando férias e nem essa
de vender férias. Você tem férias nos seu contrato, você as tira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Ninguém reclama se você vai sair de férias. Ninguém te questiona ou fica
tentando te convencer a mudar suas férias.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Ambiente&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;O jeito de pensar é bem diferente. Na verdade as pessoas questionam bem
pouco em relação a quase tudo. Existe um foco maior no que você entrega como
resultado. Ou seja, se você está fazendo seu trabalho, ninguém liga muito
pra que horas você trabalha. Se fizer o que é esperado de você, ok.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabe aquele medo de sair de férias e ter medo de notarem que as coisas
funcionam sem você? Eu não vejo isso fora. Se o que você faz só anda quando
você está presente, e você não pode se ausentar por causa disso, algo está
muito errado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil a gente sente uma vigilância constante pra saber se você está
trabalhando. Fora do Brasil só preocupam se você está produzindo e
entregando os resultados que você se comprometeu. Se você é transparente e
honesto, eles são bem compreensivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ritmo também é bem diferente. Quase ninguém trabalha depois do horário.
Eles sabem que todo mundo tem vida além do trabalho. Na verdade, se você
está passando muito além do horário é um mau sinal: Ou você está com
trabalho demais ou não está dando conta do trabalho que é responsável por
fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Isso de ter vida além do trabalho vale inclusive para quem trabalha em loja.
Enquanto no Brasil as lojas (em Shoppings) fecham as 22h e os que trabalham
lá tem que seguir esse horário, fora do Brasil tudo fecha bem cedo. Por
volta de 17-18h está tudo fechando. Existem alguns dias que eles exploram
mais o trabalhador e fecham as 19h, mas só alguns dias, porque ninguém é
escravo, né?&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Apesar dos pesares, eu tive sorte nos meus empregos no Brasil. Todos tinham
ambientes muito bons. Já ouvi muitas histórias piores e sei que você que está
lendo já viveu ou conhece histórias da falta de completo bom senso dos
empregadores/gerentes no geral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se eu tivesse que dar um conselho sobre como se comportar em um ambiente tão
diferente seria: Bom senso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E você? Sofre muito pra tirar férias? Tem que fazer muita hora extra? Está
naqueles empregos que quem não faz hora extra é mal visto?  O que acharia de
poder picar suas férias em dias úteis?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Porque 100 posts?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/porque-100-posts.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-19T10:46:14-03:00</published><updated>2017-08-19T10:46:17-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-19:/2017-08/porque-100-posts.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 480px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="100?" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/100_.jpg" style="width: 480px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-10"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 10&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu queria passar pelo processo que é criar um conteúdo novo todos os dias. Isso me
faria, não só, que eu escrevesse mais, como me forçaria a pesquisar sobre
assuntos que valham a pena serem escritos... Pelo menos pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;100 é um número redondo. E quando pensei …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 480px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="100?" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/100_.jpg" style="width: 480px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-10"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 10&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu queria passar pelo processo que é criar um conteúdo novo todos os dias. Isso me
faria, não só, que eu escrevesse mais, como me forçaria a pesquisar sobre
assuntos que valham a pena serem escritos... Pelo menos pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;100 é um número redondo. E quando pensei nesse &lt;em&gt;100 posts em 100 dias&lt;/em&gt;, fui
pesquisar sobre tentativas que já tinham sido feitas. Para minha surpresa,
uma pesquisa rápida no Google, não retornou muita coisa. Vou comentar aqui o que
encontrei:&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;100daychallenge.com&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;É um site motivacional para ajudar pessoas a conseguir certos objetivos em 100
dias. Não entrei muito a fundo porque precisa por email para ficar recebendo
spam sobre mais conteúdo e como não estou afim de receber spam...&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;&lt;em&gt;100 chairs in 100 days&lt;/em&gt; &lt;a class="footnote-reference" href="#id3" id="id1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;O cara fez 100 cadeiras em 100 dias. Caramba! De repente fez meu desafio
parecer moleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um tal de Martino Gamper pegou cadeiras estragadas, pedaços de cadeiras, para
criar arte em forma de cadeira.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;As cadeiras criadas são arte e não precisavam ser necessariamente funcionais.
Mas como eu não conseguiria fazer nem 1 cadeira em 100 dias, parabéns pra ele.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;mikeorganisciak.com&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Esse criou 100 quadrinhos em 100 dias. Talvez seja um desafio tão complicado
quanto o meu. O meu preciso de tempo para escrever palavras de forma que fique
algo até certo ponto interessante. Ele precisa que o desenho fique
interessante e em poucos quadros conte uma história.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olha o primeiro post dele:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
"Eu decidi fazer 100 quadrinhos em 100 dias. Eu nunca desenhei e não tenho
ideia do que estou fazendo."&lt;/blockquote&gt;
&lt;p class="last"&gt;Parabéns Mike Organisciak! Criar quadrinhos que sejam interessante (e todos que
eu vi são) é realmente um desafio gigante. E ainda maior se a pessoa já começa
direto a desenhar junto com o desafio.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;100 pounds (+- 50kgs) em 100 dias &lt;a class="footnote-reference" href="#id4" id="id2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Apesar de ser bem padrão, por um tempo na perda de peso é algo muito
complicado. O problema nesse desafio de perder X kgs em X dias é que a gente
não controla o corpo. Você pode perder 50kgs. Mas achar que pode perder 50kgs
em um determinado período de tempo é meio irreal.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Ele conseguiu 104 pounds. Dessa vez deu certo.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;thegreatdiscontent.com/100days&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Esse site encoraja pessoas a começarem seus projetos de 100 dias. A última
postagem parece ser de 2015. Não sei as duas pessoas responsáveis conseguiram
completar os projetos delas na época. Mas pelo jeito está parado desde então.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Todos os projetos que achei são em inglês. Tentei achar em português mas não
achei nada. Serei o primeiro?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros projetos que encontrei, mas não tive muito o que falar:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;&lt;a class="reference external" href="http://100happydays.com/"&gt;http://100happydays.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a class="reference external" href="https://www.rejectiontherapy.com/100-days-of-rejection-therapy/"&gt;https://www.rejectiontherapy.com/100-days-of-rejection-therapy/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a class="reference external" href="http://www.inglesem100dias.com/"&gt;http://www.inglesem100dias.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Já eu, vou continuar na minha tentativa de conseguir o mesmo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;table class="docutils footnote" frame="void" id="id3" rules="none"&gt;
&lt;colgroup&gt;&lt;col class="label"/&gt;&lt;col/&gt;&lt;/colgroup&gt;
&lt;tbody valign="top"&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="label"&gt;&lt;a class="fn-backref" href="#id1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a class="reference external" href="http://martinogamper.com/project/a-100-chairs-in-a-100-days/"&gt;http://martinogamper.com/project/a-100-chairs-in-a-100-days/&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table class="docutils footnote" frame="void" id="id4" rules="none"&gt;
&lt;colgroup&gt;&lt;col class="label"/&gt;&lt;col/&gt;&lt;/colgroup&gt;
&lt;tbody valign="top"&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="label"&gt;&lt;a class="fn-backref" href="#id2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a class="reference external" href="https://www.pritikin.com/losing-100-pounds-in-100-days"&gt;https://www.pritikin.com/losing-100-pounds-in-100-days&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Comentar sem registrar</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/comentar-sem-registrar.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-18T23:53:20-03:00</published><updated>2017-08-18T23:53:20-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-18:/2017-08/comentar-sem-registrar.html</id><content type="html">&lt;p&gt;Quem quiser comentar em qualquer post, não precisa se registrar. É só selecionar
a opção &lt;em&gt;Prefiro publicar como visitante&lt;/em&gt;, preencher email e nome.&lt;/p&gt;
&lt;div class="figure" style="width: 757px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Comentário" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/comentario.png" style="width: 757px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="sobre"></category></entry><entry><title>A moeda do Euro</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/a-moeda-euro.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-18T19:45:06-03:00</published><updated>2017-08-18T19:45:11-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-18:/2017-08/a-moeda-euro.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 800px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Moedas de euro" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/euro.png" style="width: 800px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-9"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 9&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Euro&lt;/strong&gt; (representado pelo símbolo €) é a moeda usada por 19 países que
compõem a &lt;em&gt;Zona do Euro&lt;/em&gt;. São eles:  Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre,
Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda,
Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Apesar da &lt;em&gt;União Européia&lt;/em&gt; ser composta por …&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 800px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Moedas de euro" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/euro.png" style="width: 800px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-9"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 9&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Euro&lt;/strong&gt; (representado pelo símbolo €) é a moeda usada por 19 países que
compõem a &lt;em&gt;Zona do Euro&lt;/em&gt;. São eles:  Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre,
Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda,
Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Apesar da &lt;em&gt;União Européia&lt;/em&gt; ser composta por 28 países, apenas esses 19 tem o
&lt;em&gt;euro&lt;/em&gt; como moeda.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O Euro em espécie (moedas e notas) entrou em circulação em 1º de janeiro de
2002. E desde então é a segunda moeda mais transacionada no mundo atrás,
obviamente, do Dólar ($).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As notas são representadas pelos valores: €500, €200, €100, €50, €20, €10 e €5.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
As notas de €500 e €200 são usadas apenas por bancos. Eu nunca vi essas duas
notas na vida.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;As moedas são representadas pelos valores: €2, €1, €0.50, €0.20, €0.10, €0.05,
€0.02, €0.01.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os países que fazem parte da &lt;em&gt;Zona do Euro&lt;/em&gt; podem fabricar notas e moedas
de Euro. E aqui é que vem a parte interessante que é o assunto desse texto:
&lt;strong&gt;Cada país cunha suas próprias moedas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem regras. Não dá pra sair fazendo de qualquer jeito, nem em qualquer
quantidade. O lado &lt;em&gt;cara&lt;/em&gt; (parte que mostra o valor) da moeda tem que ser igual
para todas, mas é possível para cada país criar a &lt;em&gt;coroa&lt;/em&gt; da moeda de maneira
única para cada um. Sendo assim, é possível saber qual país fabricou uma moeda
baseado no lado &lt;em&gt;coroa&lt;/em&gt; dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as moedas tem o mesmo valor. Todas representam a mesma coisa. Todas são
diferentes de país pra país. Eu imagino que seja um sonho para os
colecionadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua maioria as moedas seguem o padrão de ter 3 desenhos: um para €2 e €1, um
para 50, 20 e 10 centavos e outro para 5, 2, 1 centavos.&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Alemanha -  €2 e €1 vem com um desenho do Brasão de armas da Alemanha
estilizado. 50, 20 e 10 centavos tem o desenho do portão de Brandemburgo. 5, 2
e 1 centavos tem uma folha de carvalho que era uma das marcas da antiga moeda
alemã.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Áustria -  Um desenho por moeda. A moeda de €1 trás a imagem do compositor
Wolfgang Amadeus Mozart um dos Austríacos mais famosos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bélgica - Como uma boa monarquia, tem o rosto do Rei Felipe em todas as
moedas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Chipre - Nas moedas de €2 e €1 tem uma ídolo em forma de cruz da Idade do
Cobre (3000 A.C.)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eslováquia - 3 grupos de desenhos. 50, 20 e 10 tem o castelo de Bratislava e o emblema da Eslováquia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eslovénia - Um desenho por moeda. €1 vem com o rosto do Primož Trubar, autor do primeiro livro impresso na Eslovénia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Espanha - 3 grupos de desenhos. Rei Felipe IV vem nas moedas de €2 e €1&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estónia - Mapa da Estónia em todas as moedas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Finlândia - 3 desenhos diferentes. As moedas abaixo de 50 centavos vem com o
Brasão de armas da Finlândia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;França - 3 grupos de desenhos. Todos são representações artísticas do tipo
"Rosto feminino representando o desejo de uma longa e prospera Europa" nas
moedas 5, 2 e 1 centavos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Grécia - um desenho por moeda. €2 tem um mosaico Esparta do século III A.C.,
que representa a Europa sendo dominada por Zeus que tomou forma de um búfalo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Irlanda - em todas as moedas vem o mesmo desenho da &lt;em&gt;Arpa Celta&lt;/em&gt; e a palavra
"Éire", que significa Irlanda em Irlandês.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Itália - um desenho por moeda. 5 centavos tem o desenho do Coliseu. €1 vem o
famoso desenho de Leonardo da Vinci ilustrando a proporção ideal do corpo
humano&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Letónia - 3 grupos de desenhos sendo que 50, 20 e 10 vem com o Brasão de armas
da Letónia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lituânia - o Brasão de armas vem em todas as moedas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Luxemburgo - o rosto do Henrique, Grão-Duque de Luxemburgo vem em todas as
moedas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Malta - 3 grupos de desenhos. As moedas de 1, 2 e 5 centavos têm como motivo
principal o altar do complexo de templos pré-históricos de Mnajdra, construído
cerca do ano 3600 a.C. numa elevação baixa virada para o mar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Países Baixos (Holanda) - todas vem com a efígie do Rei Willem-Alexander com a
epígrafe “Willem-Alexander Koning der Nederlanden” (Willem-Alexander Rei dos
Países Baixos, em neerlandês). Há uma pequena variação para as moedas abaixo
de 50 centavos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Portugal - 3 grupos de desenhos. As moedas de €1 e €2 exibem os castelos e
escudos de Portugal, rodeados pelas estrelas da Europa, simbolizando o
diálogo, o intercâmbio de valores e a dinâmica da construção europeia. O
elemento central é o selo real de 1144. A moeda de €2 inclui igualmente uma
inscrição a toda a volta do bordo: cinco escudos e sete castelos com espaços
iguais.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais turístico é o país, maior a chance de encontrar as moedas
diferentes sem precisar viajar tanto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coleção dessas moedas daria uns bons euros (por volta de €80). Que tal?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Sair do Brasil ficando no Brasil - Irlanda</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-irlanda.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-17T18:57:55-03:00</published><updated>2017-08-17T18:57:57-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-17:/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-irlanda.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 427px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Brasil Irlanda" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/brasil_irlanda.jpg" style="width: 427px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-8"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 8&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Morar fora do Brasil está cada vez menos difícil. Cada vez mais, esse &lt;em&gt;fora&lt;/em&gt;,
está mais ligado a parte física do que a parte de convivência em si.  Hoje é
possível manter o contato com tudo que se passa no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;2015 - Irlanda - Com smartphone - acesso 24hrs a …&lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 427px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Brasil Irlanda" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/brasil_irlanda.jpg" style="width: 427px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-8"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 8&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Morar fora do Brasil está cada vez menos difícil. Cada vez mais, esse &lt;em&gt;fora&lt;/em&gt;,
está mais ligado a parte física do que a parte de convivência em si.  Hoje é
possível manter o contato com tudo que se passa no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;2015 - Irlanda - Com smartphone - acesso 24hrs a internet&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Quando voltei ao Brasil depois de um ano na Irlanda. A diferença foi brutal em
relação a &lt;a class="reference external" href="/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-australia.html"&gt;minha primeira volta&lt;/a&gt;. Não lembro de ter achado nada muito
diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo contrário. Em certas coisas eu estava até mais bem informado do que quem
ficou no Brasil. Isso pelo fato que hoje, com smartphones, o acesso a tudo
ficou muito mais fácil e ágil. Com os aplicativos do tipo Zapzap (prefiro
Telegram) recebemos as notícias e já comentamos tudo enquanto acontece. Tão
atual quanto a própria notícia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;No quesito família também ficou mais fácil. Todo celular é possível fazer
fotos, vídeos e áudio (quando não tem &lt;em&gt;o gemidão&lt;/em&gt; pra constranger). Tudo em
alta qualidade o que nos permite acompanhar a vida de todos pelos famosos
&lt;em&gt;grupo de família&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;A única parte que não tem solução (ainda) é o contato físico. Para quem sente
muito falta dessa parte, só mesmo uma visita de tempos em tempos pra resolver.
No mais, nunca se esteve tão perto estando tão longe como nos dias de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E então? Acha que conseguiria ficar longe da família mesmo tendo essas
facilidades que ajudam na comunicação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanha.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="Intercambio"></category></entry><entry><title>Sair do Brasil ficando no Brasil - Austrália</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-australia.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-16T16:12:56-03:00</published><updated>2017-08-16T16:12:59-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-16:/2017-08/sair-do-brasil-ficando-no-brasil-australia.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 788px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Brasil Australia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/brasil_australia.jpg" style="width: 788px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-7"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 7&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Morar fora do Brasil sem se desligar do que se passa no Brasil, está cada vez
mais fácil e cômodo. Esse &lt;em&gt;fora&lt;/em&gt; está cada vez mais ligado a parte física do que
a parte de convivência em si.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os smartphones e internet, é possível se manter atualizado …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 788px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Brasil Australia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/brasil_australia.jpg" style="width: 788px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-7"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 7&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Morar fora do Brasil sem se desligar do que se passa no Brasil, está cada vez
mais fácil e cômodo. Esse &lt;em&gt;fora&lt;/em&gt; está cada vez mais ligado a parte física do que
a parte de convivência em si.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os smartphones e internet, é possível se manter atualizado sobre tudo que se
passa no Brasil. É possível acompanhar praticamente todas as notícias. Desde o
que se passa na nossa gloriosa Brasília (como não se orgulhar?), até as dores no
joanete da Tia Cotinha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou narrar aqui a minha experiência de como era essa vida 10 anos atrás.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;2007 - Austrália - Sem smartphone - acesso limitado a internet&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;&lt;a class="reference external" href="http://duducanguru.blogspot.com"&gt;Morei na Austrália&lt;/a&gt; por 6 meses. Pode parecer pouco tempo para alguns, muito
tempo para outros, mas foi tempo suficiente para me deixar meio atordoado
quando voltei para o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha comunicação com o Brasil era feita apenas por telefone, uma vez por
semana, para dar sinal de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando acessava a internet era apenas pra ver as notícias principais (em geral
de futebol). O meu acesso, quase diário, não durava nem uma hora e era só
durante a semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sei que em 2007, ter internet em casa não era incomum, mas onde eu morava
era. Então a internet era só mesmo quando eu estava na escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6 meses depois, voltei ao Brasil e me senti um alienígena nas notícias em
geral. A idade, que os cabelos brancos comprovam,  já não me deixa lembrar de
todas as notícias que eu ouvia sem saber do que se tratava. Mas uma me marcou:
O filme &lt;em&gt;Tropa de Elite&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem estava no Brasil na época que o filme foi lançado, deve se lembrar como
foi. Eu sei, pelo que ouvi falar, que tudo fazia referência ao filme. Frases e
alusões ao filme eram feitas o tempo todo, em tudo que se passava na TV e nas
conversas pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando voltei pro Brasil, essa euforia já tinha passado e eu nunca tinha
ouvido falar do filme. Meu irmão me perguntou um dia se eu tinha visto e eu
não fazia a menor ideia do que se tratava. Fui ver e, com 6 meses de atraso,
bateu a euforia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como eu já disse, a euforia de todo mundo já tinha passado, mas vez ou outra
alguém ainda fazia piadas ou alusões relacionadas ao filme. Eu ouvia e
achava super engraçado. Mas, obviamente, só eu achava a graça, que só quem
acabou de ver o filme, acharia. Para todo mundo já era uma piada velha, quase
sem graça.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Fico imaginando como seria essa sensação para quem passava anos fora do Brasil
20, 30 anos atrás, quando até telefonar era algo bastante complicado e caro. A
sensação é a de voltar para um lugar muito diferente. Demora um tempo para se
encaixar novamente. E olha que para mim foram só 6 meses. É estranha essa
sensação de se sentir quase como um visitante em sua própria casa.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="Intercambio"></category></entry><entry><title>Porque ouro?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/porque-ouro.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-15T12:18:36-03:00</published><updated>2017-08-15T12:18:39-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-15:/2017-08/porque-ouro.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 639px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Ouro" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/ouro.jpg" style="width: 639px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-6"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 6&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ouro, vulgo &lt;em&gt;Au&lt;/em&gt; na tabela periódica, é um metal conhecido e usado há milhares
de anos como moeda para representar riqueza e facilitar as trocas de bens e
serviços. A primeira notícia que se tem de moedas de ouro datam por volta do ano
600 A.C., encontradas …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 639px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Ouro" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/ouro.jpg" style="width: 639px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-6"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 6&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ouro, vulgo &lt;em&gt;Au&lt;/em&gt; na tabela periódica, é um metal conhecido e usado há milhares
de anos como moeda para representar riqueza e facilitar as trocas de bens e
serviços. A primeira notícia que se tem de moedas de ouro datam por volta do ano
600 A.C., encontradas na Ásia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da história da humanidade, o Ouro foi usado como moeda, e ainda hoje é o
metal mais valorizado (mesmo que não tenho o maior valor por grama). Mas você já
parou pra pensar o porque ele foi escolhido? Com tantos metais possíveis, porque
o Ouro?&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Não é pela beleza&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Beleza é algo subjetivo e por isso não é possível dizer que o Ouro é mais
bonito que a Prata ou o Bronze, por exemplo.&lt;/dd&gt;
&lt;dt&gt;Não é por suas propriedades como condutor&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;Essa é meio óbvia. Usar ouro em dispositivos elétricos é tão recente que nem
tem como levar em consideração quando avaliamos milhares de anos de história.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;A reposta é simples: A conveniência levou o Ouro a ser escolhido o representante
máximo &lt;a class="footnote-reference" href="#id3" id="id1"&gt;[1]&lt;/a&gt; do dinheiro ao longo da história da humanidade.  Pois é, o ouro,
provavelmente não foi escolhido, mas é o melhor candidato por pura eliminação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tivéssemos que adivinhar, qual elemento faria mais sentido ser utilizado ao
longo da história como moeda?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De todos os elementos da tabela periódica é fácil eliminar os elementos:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;Que são gás&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Que não reagem e corroem com facilidade em contato com o ar e outros
elementos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Que não te mata ao entrar em contato com ele&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Seja razoavelmente maleável&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Baseado nesses pontos, a lista de possíveis candidatos da tabela periódica é
reduzida a 30 elementos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos elementos que sobraram, precisamos de um elemento que seja raro, já que
elementos abundantes são péssimos representantes de moeda. Mas ao mesmo tempo
não pode ser muito raro, já que isso também seria problemático.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Ósmio, por exemplo, só é possível achar na terra trazido por meteoritos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O que nos deixa com 5 elementos prováveis: Ródio, Paládio, Platina, Prata e Ouro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ródio e Paládio não eram conhecidos até por volta de 1.800 D.C..&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Platina tem ponto de fusão 1.768 graus célsius, contra 1.064 do ouro e 961.8 da
prata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse ponto fica óbvio entender porque o Ouro foi usado ao longo da história
como moedas e até hoje é conhecido como a forma mais segura de representar o
dinheiro &lt;a class="footnote-reference" href="#id3" id="id2"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
A prata também foi usada como moeda e ainda é usada para representar riqueza.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;E pro caso de alguém ainda achar que o dinheiro de papel usado hoje em dia tem
lastro em Ouro, sinto informar, mas isso &lt;a class="reference external" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%A3o-ouro#1971:_fim_do_padr.C3.A3o_d.C3.B3lar-ouro_e_colapso_do_sistema_Bretton_Woods"&gt;deixou de ser verdade desde 1971&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Curiosidades sobre todo o ouro já minerado no mundo:&lt;/p&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Daria para encher 3.42 piscinas olímpicas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tem o valor aproximado de 7 trilhões de dólares&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;52% é usado em joalheria, 34% como investimento e 12% na indústria&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;China é o maior produtor de ouro do mundo, seguido por Estados Unidos e
Austrália. Brasil é o 13º maior.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Entre 2002 e 2017, os únicos anos que o Ouro teve uma valorização negativa
foram em 2013 (-28.3%), 2014 (-1.5%) e 2015 (-10.4%). Dando uma média de 11.2%
de valorização por ano, nos últimos 15 anos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;table class="docutils footnote" frame="void" id="id3" rules="none"&gt;
&lt;colgroup&gt;&lt;col class="label"/&gt;&lt;col/&gt;&lt;/colgroup&gt;
&lt;tbody valign="top"&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="label"&gt;[1]&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;em&gt;(&lt;a class="fn-backref" href="#id1"&gt;1&lt;/a&gt;, &lt;a class="fn-backref" href="#id2"&gt;2&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt; Até a chegada do Bitcoin! :-)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Tocar um instrumento musical III - Piano</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-piano.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-14T11:39:51-03:00</published><updated>2017-08-14T11:39:55-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-14:/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-piano.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure" style="width: 393px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Piano" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/piano.jpg" style="width: 393px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-5"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 5&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tive 3 experiências distintas ao aprender a tocar instrumentos musicais. A
minha motivação nos três casos partiram da vontade de tocar as músicas que eu
gostava de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Piano&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Se você leu &lt;a class="reference external" href="/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-violino.html"&gt;o post de ontem&lt;/a&gt;, você viu que além do violino, eu falei no
piano como …&lt;/p&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure" style="width: 393px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Piano" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/piano.jpg" style="width: 393px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-5"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 5&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tive 3 experiências distintas ao aprender a tocar instrumentos musicais. A
minha motivação nos três casos partiram da vontade de tocar as músicas que eu
gostava de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Piano&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Se você leu &lt;a class="reference external" href="/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-violino.html"&gt;o post de ontem&lt;/a&gt;, você viu que além do violino, eu falei no
piano como um instrumento que eu tinha vontade de aprender.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu acho o som do piano bem mais agradável de ouvir que o violino, e mesmo que
eu não vá levar um piano pra tocar enquanto os amigos tomam vinho na &lt;a class="reference external" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_Liberdade_(Belo_Horizonte)"&gt;Praça da
Liberdade&lt;/a&gt;, resolvi aprender.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha ideia era tocar músicas clássicas e por isso eu gostaria de aprender a
tocar piano mesmo, e não teclado. Nada de acompanhamento, fazer acordes ou
cantar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou iniciando o processo para aprender esse instrumento. A noção de ritmo,
adquirida com a bateria, e uma noção de leitura de partitura, adquirida com as
aulas de violino, estão influenciando positivamente no aprendizado do piano.
Outra coisa que está fazendo diferença é saber que pra progredir, eu preciso
praticar. &lt;strong&gt;Diariamente&lt;/strong&gt;. E ter paciência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início, que sabemos pouco e conseguimos tocar poucas músicas é bem mais
complicado manter o ritmo de treinos em casa. Mas, assim como no violino (vale
pra qualquer instrumento), eu preciso praticar todo dia ou a frustração vai
tomar conta e vou acabar desistindo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Piano tem suas particularidades:&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;A partitura tem duas &lt;em&gt;Claves&lt;/em&gt;: &lt;em&gt;Fá&lt;/em&gt; (o que é tocado pela mão esquerda) e &lt;em&gt;Sól&lt;/em&gt;
(o que é tocado pela mão direita), enquanto o violino tem apenas a &lt;em&gt;Clave de
Sól&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;A bateria tem partitura, mas é diferente. Ao invés de notas, são colocadas
quais partes da bateria devem ser batidas.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;Piano não desafina, ao contrário do violino. O piano acústico desafina, mas
isso demora bastante tempo (anos?), e como eu vou tocar piano digital (um
piano acústico é mais caro e ocupa bem mais espaço) não terei problemas com
desafinação.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p class="first"&gt;Com o piano digital é possível tocar usando fone de ouvido, sem precisar
atrapalhar as pessoas que não tem culpa que você fica repetindo a mesma coisa
e erando... earndo... enrando...  errando o tempo todo. Dessa vez vou poupar
os ouvidos alheios que sofreram com a bateria e o violino.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para o piano eu usei uma estratégia diferente. Nem sozinho, nem com professor
particular.  Eu comprei um curso online e decidi que se estivesse empolgado
depois de alguns meses nesse curso, valeria a pena investir em aulas
particulares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário do violino, não tem como tocar a nota errada. Desde que aperte a
tecla certa, a nota vai estar certa. Já que no violino a nota depende da posição
do dedo na corda, é muito fácil para um iniciante estar tocando uma nota
completamente errada, enquanto pratica, sem saber.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha caminhada no piano continua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="música"></category><category term="instrumento musical"></category></entry><entry><title>Tocar um instrumento musical II - Violino</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-violino.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-13T11:09:59-03:00</published><updated>2017-08-13T11:10:02-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-13:/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-violino.html</id><summary type="html">&lt;div class="figure align-center" style="width: 236px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Violino" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/violino.jpg" style="width: 236px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-4"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 4&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tive 3 experiências distintas ao aprender a tocar instrumentos musicais. A
minha motivação nos três casos partiram da vontade de tocar as músicas que eu
gostava de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Violino&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Além de gostar de &lt;em&gt;música pauleira&lt;/em&gt; eu também gosto bastante de música
clássica ou música erudita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de …&lt;/p&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;div class="figure align-center" style="width: 236px; height: auto;"&gt;
&lt;img alt="Violino" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/violino.jpg" style="width: 236px; height: auto;"/&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="section" id="dia-4"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 4&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tive 3 experiências distintas ao aprender a tocar instrumentos musicais. A
minha motivação nos três casos partiram da vontade de tocar as músicas que eu
gostava de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Violino&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Além de gostar de &lt;em&gt;música pauleira&lt;/em&gt; eu também gosto bastante de música
clássica ou música erudita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ter percussão em orquestras, o que me chama mais atenção em música
clássica são o violino e o piano. Dois instrumentos completos, onde é possível
tocar músicas sem precisar de outros. Ao contrário da bateria, existem músicas
muito conhecidas que são compostas para serem tocadas apenas por esses
instrumentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Violino é bem menor que um piano. Seria um instrumento prático de carregar.
Mais ou menos como é feito com o violão. Ele poderia ser levado para lugares
onde eu poderia tocar músicas para alegrar o ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Pra quem me conhece deve ser muito fácil visualizar essa cena.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Outro grande motivo é que eu queria tocar o tema do Poderoso Chefão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário da bateria, eu nem pensei em começar a aprender sozinho.
Lembre-se que não tinha youtube e, se existiam, cursos online não faziam o
menor sentido para mim nessa época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Achei uma professora e comecei as aulas semanais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já no início eu percebi o quanto era um instrumento complicado. São 4 cordas
(duas a menos que um violão clássico), mas não tem aquelas marcas (&lt;em&gt;trastes&lt;/em&gt;)
que ajudam a saber onde posicionar a mão para fazer uma nota ou acorde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os iniciantes, são colocadas fitas de papel para marcar o local onde o
dedo deve ser posicionado. Isso vai até a coisa ficar automática e então poder
tocar como &lt;em&gt;adulto&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra coisa que descobri já no início é que nunca seria nada como um tocador
de violino.  Nada de orquestras ou sucesso nos teatros de Berlin ou Áustria.
Um profissional de instrumentos clássicos começa a tocar antes dos 5 anos e
passa a vida inteira tocando. Começar depois dos 5 anos de idade só vai
funcionar para aqueles que realmente se esforçam bastante para tirar o tempo
perdido.  Começar depois dos 10 anos (e no meu caso dos 20), torna
praticamente impossível conseguir algo além. Ou seja, o aprendizado seria só
para tocar músicas para mim mesmo.  Não vou dizer que isso foi o que me
desanimou, mas certamente não ajudou a animar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como tudo, pra ficar bom, tem que praticar. Muito. &lt;strong&gt;Diariamente&lt;/strong&gt;. Ir a
aula apenas, não adianta absolutamente nada. E não adianta nem pra ser mais ou
menos.  Aliás, até pra ficar mais ou menos é necessário a prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na primeira semana eu até tentei. Mas depois da segunda ou terceira em diante,
a minha progressão era em um nível que eu não estava esperando (talvez minhas
expetativas estavam fora da realidade) e vi o tanto que era difícil o tal do
violino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como se não bastasse tentar achar a nota &lt;em&gt;Sol&lt;/em&gt; naquele bracinho pequeno de 4
cordas, ainda tem que descobrir qual é a nota &lt;em&gt;Sol&lt;/em&gt; na partitura na &lt;em&gt;Clave de
sol&lt;/em&gt;. Então imagina: Olha pra partitura, vê uma bolinha em cima de uma linha.
"Hum... aquela nota é... Dó...Ré...Mí...Fá...**SOL**". "Ok, agora o dedo vai
em cima dessa corda... e agora usa o &lt;em&gt;arco&lt;/em&gt; na corda e FIMMM" - e isso para a
&lt;strong&gt;PRIMEIRA NOTA&lt;/strong&gt;. Já viu quantas notas tem em uma partitura para uma música?
E nem estou falando das músicas que eu pensava em tocar, mas &lt;em&gt;Brilha, Bilha
estrelinha&lt;/em&gt;. Dá pra ter ideia como que depois de 3 semanas o cidadão fica
desanimado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acha que acabou? Ainda tem a afinação do violino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É impressionante a facilidade que o violino desafina.  Eu achava que era
porque o meu violino era meia boca e por isso não aguentava segurar a
afinação. Mas minha professora afinava o dela toda vez que a aula começava.
Como alguém, que não sabe nem por o dedo no lugar certo pra fazer uma nota
sem precisar de um palpezinho marcando, consegue afinar um instrumento?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu entendo que tudo isso faz parte do processo de aprender e que cada
instrumento tem suas características e desafios, mas acho que eu não consegui
conviver muito bem com a frustração da muita pouca evolução inicial (parte
pela dificuldade do instrumento em si, parte pela minha falta de
persistência). O resultado foi um ciclo vicioso onde a frustração me fazia
praticar menos que por consequência atrapalhava evolução... Não é muito
difícil concluir que foi curta essa minha vida de violinista.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Mas apesar de ter ficado pouco tempo no violino e não ser capaz de tocar nada,
o pouco que aprendi sobre leitura de partitura me ajudou no próximo
instrumento que tentei aprender.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="música"></category><category term="instrumento musical"></category></entry><entry><title>Tocar um instrumento musical I - Bateria</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-bateria.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-12T10:03:41-03:00</published><updated>2017-08-12T10:03:44-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-12:/2017-08/tocar-um-instrumento-musical-bateria.html</id><summary type="html">&lt;img alt="Bateria" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/bateria.jpg" style="width: 600px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-3"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 3&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tive 3 experiências distintas ao aprender a tocar instrumentos musicais. A
minha motivação nos três casos partiram da vontade de tocar as músicas que eu
gostava de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Bateria&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Se a memória não me falha, a música que me despertou o gosto pela bateria foi
&lt;a class="reference external" href="https://www.youtube.com/watch?v=Rbm6GXllBiw"&gt;Paradise City …&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;img alt="Bateria" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/bateria.jpg" style="width: 600px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-3"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 3&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eu tive 3 experiências distintas ao aprender a tocar instrumentos musicais. A
minha motivação nos três casos partiram da vontade de tocar as músicas que eu
gostava de ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="docutils"&gt;
&lt;dt&gt;Bateria&lt;/dt&gt;
&lt;dd&gt;&lt;p class="first"&gt;Se a memória não me falha, a música que me despertou o gosto pela bateria foi
&lt;a class="reference external" href="https://www.youtube.com/watch?v=Rbm6GXllBiw"&gt;Paradise City dos Guns n' Roses&lt;/a&gt; (precisa ouvir apenas 40s pra entender). A
música inicia com um dedilhado de guitarra e a bateria bem forte no fundo
marcando o passo da música. Desde então eu comecei a tentar imitar o que era
feito na música (só a introdução porque o resto era muito mais complicado).
Imitava com as mãos no ar mesmo.  Tentando entender o que acontecia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns anos depois eu conheci o &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;. Uma banda de &lt;em&gt;metal pauleira&lt;/em&gt;
que é, desde então, minha banda favorita.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Reconhecer a expressão &lt;em&gt;metal pauleira&lt;/em&gt; entrega a idade. E, se por acaso
ainda usar, certamente os cabelos brancos já são maioria na cabeça.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Assim que conheci o &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;, comprei dois álbuns e comecei a ouvir.
Nessa época eu já prestava atenção na bateria quando ouvia as músicas. Eu
sempre tentava tocar as músicas com a minha "bateria de ar".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dia surgiu uma oportunidade de comprar uma bateria usada. Quando cheguei
pra ver o &lt;em&gt;set&lt;/em&gt; fiquei impressionado com o estado de conservação. Estava nova!
E por um preço muito bom. Comprei e ai começou a minha vida de baterista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me fechava em um quarto e colocava a música para tocar junto. Colocava a
música no máximo para tentar abafar um pouco a barulho da bateria e ficar
menos incomodo para a vizinhança. Tentava não bater muito forte nos pratos,
colocava uma almofada no bumbo (aquilo que batemos com o pé) e ia tentando
acompanhar a música. Como não tinha banda, ia no pseudo-cover mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ia assim, tocando sozinho... Até que um dia achei pessoas para formar uma
banda cover do &lt;em&gt;Metallica&lt;/em&gt;. Foram anos de muitos ensaios e meia dúzia de
shows.  Ninguém na banda tinha muito jeito para ser &lt;em&gt;promoter&lt;/em&gt;, algo muito
importante para conseguir os &lt;em&gt;showzinhos&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo depois de já saber tocar as músicas que eu gostava (apanhava em algumas
partes que exigia mais técnica), eu resolvi fazer algumas aulas para ver se
aprimorava meu jeito de tocar. Devem ter sido umas 4 ou 5 aulas e não via
muito sentido o dinheiro que estava gastando. Eu não praticava em casa, a
banda já estava meio que no fim e comecei a achar que o que eu já sabia já
dava pro gasto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A banda acabou. Alguns anos depois vendi a bateria, que já estava só pegando
poeira e ocupando espaço. Nunca mais toquei e hoje sou apenas alguém que tem
uma noção de como toca bateria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez um dia eu volte com uma bateria elétrica, já que uma bateria acústica
é algo que incomoda a todos em volta. Com uma bateria elétrica, além de ocupar
menos espaço, ainda é possível usar fones de ouvido e deixar a barulheira
apenas pra quem toca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma coisa que ficou foi a noção de tempo de música. É a bateria que dita o
ritmo da música, cadencia ou acelera. Toda música tem um &lt;em&gt;tic-tac&lt;/em&gt; onde os
instrumentos precisam tocar suas notas. Em uma banda, o baterista é esse
&lt;em&gt;tic-tac&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa noção de tempo me ajudaria nos próximos instrumentos que tentei aprender.&lt;/p&gt;
&lt;p class="last"&gt;Até amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category><category term="música"></category><category term="instrumento musical"></category></entry><entry><title>Minimalismo</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/minimalismo.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-11T09:53:53-03:00</published><updated>2017-08-11T09:53:48-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-11:/2017-08/minimalismo.html</id><summary type="html">&lt;img alt="Minimalismo" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/stuff.png" style="width: 500px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-2"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 2&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quantas camisas você tem? Quantos pares de sapato? Quantas cuecas, meias,
calcinhas, vestidos... E quantos destes você usou no último mês?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Minimalismo&lt;/strong&gt; é um movimento em que pessoas tentam viver com o mínimo de
&lt;em&gt;coisas&lt;/em&gt; possíveis.  O conceito atinge várias partes da vida, desde o que se
veste …&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;img alt="Minimalismo" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/stuff.png" style="width: 500px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-2"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 2&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quantas camisas você tem? Quantos pares de sapato? Quantas cuecas, meias,
calcinhas, vestidos... E quantos destes você usou no último mês?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Minimalismo&lt;/strong&gt; é um movimento em que pessoas tentam viver com o mínimo de
&lt;em&gt;coisas&lt;/em&gt; possíveis.  O conceito atinge várias partes da vida, desde o que se
veste, até &lt;a class="reference external" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Simple_living#Simplifying_diet"&gt;o que se come&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há algum tempo eu venho tentando diminuir a quantidade de roupa que tenho, para
uma quantidade que seja suficiente para ser usado durante pouco mais de uma
semana sem lavar. Ou seja, se por acaso eu ficar mais de uma semana sem lavar
roupa, eu começo a ficar sem roupa limpa pra usar. Por roupa leia-se: Blusa,
cueca e meia, já que, calça jeans, eu uso algumas vezes antes de lavar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, toda vez que uma peça nova é adquirida, uma peça é doada ou jogada
fora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pouco antes de me mudar, eu decidi reduzir o número de roupas que eu tinha. A
ideia era chegar a um número que me deixaria viver duas semanas sem ter que
lavar. E é mais ou menos assim que as coisas funcionam hoje pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
E qual a quantidade de tal &lt;em&gt;coisa&lt;/em&gt; preciso ter para ser minimalista?&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Muita gente que escuta falar sobre minimalismo pela primeira vez, procura um
número mágico. E a resposta é simples: &lt;strong&gt;A quantidade mínima que achar
necessária.&lt;/strong&gt; Para uns, 10 é suficiente. Para outros 15. Alguém pode até falar
que 100 é o mínimo que precisa... Vai de cada um, de cada coisa e da utilidade
que essas coisas possuem na vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O minimalismo é um jeito de avaliar as coisas que temos. Não é um certificado ou
objetivo final. É um movimento constante de vigilância para perceber que certas
coisas que se possui não são realmente necessárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início, é um exercício de desapego para se desfazer de coisas que &lt;em&gt;talvez um
dia eu precise&lt;/em&gt;, mas com o tempo vai ficando mais fácil, e reduzir tudo que se
tem ao mínimo acaba virando uma vigilância constante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem já passou pelo trauma que é fazer uma mudança de casa, de cidade, de país,
sabe o quanto se acumula durante os anos. Só que muitas dessas coisas (as vezes,
a maioria delas) só estão lá pra ocupar espaço. Você realmente precisa daquilo?
Ou usou uma vez e não quer se desfazer porque &lt;em&gt;pode ser que eu precise de novo&lt;/em&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Tem 2 anos que eu não uso essa blusa, mas vai que eu resolva usar ela um
dia... Deixa ela ai...&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Viver no minimalismo é algo constante e progressivo. Aos poucos vemos quais
coisas que temos são realmente necessárias e quais estão lá apenas por estar,
podendo ser doadas, vendidas ou jogadas fora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quer uma dica pra começar? Pegue algo que você usa diariamente e que você tem em
uma quantidade maior do que seria necessário para um mês sem repetir. De todas,
veja quantas você não usa há mais de um mês e se desfaça delas. Estou certo que
com o tempo, você não só não vai sentir falta, como vai perceber que o conjunto
de roupas que você tem é bem maior do que o necessário para viver um mês
(contando com as lavadas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No quesito roupa, quando chegar no &lt;strong&gt;seu&lt;/strong&gt; número, tente se desfazer de uma
peça, sempre que adquirir outra nova.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se conseguir chegar nessa segunda etapa e começar a aplicar para várias coisas
na sua vida, vai perceber o tanto de tranqueira que tem e não precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Novamente, depende de cada um e de cada coisa. O bom senso é o melhor guia para
praticamente tudo na vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até amanhã!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>100 posts em 100 dias</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2017-08/100-posts-em-100-dias.html" rel="alternate"></link><published>2017-08-10T13:18:20-03:00</published><updated>2017-08-10T19:00:09-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2017-08-10:/2017-08/100-posts-em-100-dias.html</id><summary type="html">&lt;img alt="100 dias" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/100.jpg" style="width: 511px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-1"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 1&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Resolvi iniciar um projeto de escrever &lt;em&gt;100 posts em 100 dias&lt;/em&gt;.  A ideia é tão
simples quanto o nome. Conseguir fazer um post por dia sobre qualquer assunto
seguindo algumas regras:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;Postar uma vez por dia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cada post deve ter no mínimo 100 palavras&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O post pode ser …&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</summary><content type="html">&lt;img alt="100 dias" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/100.jpg" style="width: 511px; height: auto;"/&gt;
&lt;div class="section" id="dia-1"&gt;
&lt;h2&gt;Dia 1&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Resolvi iniciar um projeto de escrever &lt;em&gt;100 posts em 100 dias&lt;/em&gt;.  A ideia é tão
simples quanto o nome. Conseguir fazer um post por dia sobre qualquer assunto
seguindo algumas regras:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="arabic simple"&gt;
&lt;li&gt;Postar uma vez por dia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cada post deve ter no mínimo 100 palavras&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O post pode ser sobre qualquer assunto&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;É um desafio possível, mas difícil. Só quem já tentou criar algum conteúdo, por
mais curto que seja, com uma certa periodicidade, para ter ideia da dificuldade
que é. Tente criar algo novo &lt;strong&gt;semanalmente&lt;/strong&gt;, sem falhar, e vai ter uma noção
do que seria criar algo novo todo dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é o primeiro dos 100 (se tudo der certo) que irão aparecer aqui. Para
acompanhar é só voltar aqui todo dia ou &lt;a class="reference external" href="https://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=eduardoelias/pensando&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assinar para receber por email&lt;/a&gt; ou
por &lt;a class="reference external" href="http://feeds.feedburner.com/eduardoelias/pensando"&gt;RSS&lt;/a&gt;. Há um link no lado superior direito para assinar e receber os posts
por email.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Let the challenge begins! :-)&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content><category term="100posts"></category></entry><entry><title>Uma mentirinha faz mal!</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2013-08/uma-mentirinha-faz-mal.html" rel="alternate"></link><published>2013-08-26T13:48:00-03:00</published><updated>2013-08-26T13:48:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2013-08-26:/2013-08/uma-mentirinha-faz-mal.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/mentira.png"&gt;&lt;img alt="mentira-4" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/mentira.png" style="width: 411px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Todas as mentiras fazem mal&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu, prefiro a verdade. A cada dia que passa, a cada conseqüência de uma mentira,
tenho mais convicção disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prefiro bem mais a verdade que dói, do que uma mentira que assopra. E quanto
mais direta e sincera for a verdade, melhor.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não confundir ser …&lt;/blockquote&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/mentira.png"&gt;&lt;img alt="mentira-4" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/mentira.png" style="width: 411px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Todas as mentiras fazem mal&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu, prefiro a verdade. A cada dia que passa, a cada conseqüência de uma mentira,
tenho mais convicção disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prefiro bem mais a verdade que dói, do que uma mentira que assopra. E quanto
mais direta e sincera for a verdade, melhor.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não confundir ser &lt;a class="reference external" href="/2011-01/ser-ou-nao-ser-sincero.html"&gt;sincero&lt;/a&gt; com ser
grosseiro.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;As "boas consequências" da mentira duram pouco e sempre trazem junto outras
coisas não muito legais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu vejo a mentira como um edifício construído de cima pra baixo, onde é sempre
necessário por um andar mais abaixo (uma nova mentira) para sustentar os andares
anteriores! A medida que o número de mentiras vai se acumulando o peso da
estrutura é tão grande que os andares mais abaixo não conseguem sustentar e uma
hora tudo desabada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a mentira tem "perna curta" a verdade é apenas verdade. Não é
necessário se preocupar ou inventar novas verdades para amparar uma verdade. Já
a mentira sempre precisa de novas mentiras para aparar as "pontas soltas" que
fazem parte dela. Então, se é preciso de novas mentiras pra tapar o buraco das
últimas e se todas elas já vem com suas pontas soltas, não é difícil perceber
quantas pontas soltas ao final de poucas mentiras a pessoa tem nas mãos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um outro ponto grave da mentira é o seu potencial de evolução. Quem mente
constantemente acaba não percebendo como isso pode escalar de maneira gradual, e
alguém que um dia contava apenas mentirinhas, com o passar do tempo, passa a
contar mentiras realmente sérias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é difícil ver acontecer e me lembra muito o caminho de quem um dia estava
experimentando um cigarro e tempos depois está fumando no crack.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na primeira mentira a pessoa se envergonha de mentir. Se sente mal e a angustia
só aumenta a cada mentira que é preciso contar para tapar todas as outras
anteriores. Mas, quanto menor a mentira, mais fácil de se safar ileso e por
isso, acontecer a segunda não é tão difícil. Depois de algum tempo nesse
processo de contar mentirinhas e se safando (ou mesmo quando é pego, as
consequências costumam ser pequenas) a angustia e culpa por mentir vão
desaparecendo. Até que um dia conta-se uma mentira um pouco maior. Os
sentimentos se repetem, mas como na pequena mentira, na "mentira um pouco maior"
uma hora o sentimento passa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é difícil perceber que em algum tempo, contar grandes mentiras já fará parte
de a vida da pessoa. Passar de alguém que só fala a verdade para alguém que
conta uma grande mentira pode ser algo raro, afinal, o degrau que é preciso
subir de uma vez é alto. Mas se for subindo devagar, dá pra chegar "bem alto"
sem notar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdade liberta!&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category><category term="Menitra"></category><category term="Sinceridade"></category><category term="Sincero"></category><category term="Verdade"></category></entry><entry><title>Está tudo saturando muito rápido</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2012-04/ta-tudo-se-saturando-tao-rapido.html" rel="alternate"></link><published>2012-04-21T18:22:00-03:00</published><updated>2012-04-21T18:22:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2012-04-21:/2012-04/ta-tudo-se-saturando-tao-rapido.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/information-overload.jpg"&gt;&lt;img alt="Muita informação" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/information-overload.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com tantas redes sociais, chefeadas por Twitter e Facebook, se consegue
muito pouco tempo para conseguir "curtir" uma notícia nova. Não muito
tempo atrás, quando acontecia algum evento, demorava algumas semanas
para a notícia ficar saturada. As (possíveis) piadas e referências que
surgiam do tal evento, iam sendo espalhadas em …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/information-overload.jpg"&gt;&lt;img alt="Muita informação" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/information-overload.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com tantas redes sociais, chefeadas por Twitter e Facebook, se consegue
muito pouco tempo para conseguir "curtir" uma notícia nova. Não muito
tempo atrás, quando acontecia algum evento, demorava algumas semanas
para a notícia ficar saturada. As (possíveis) piadas e referências que
surgiam do tal evento, iam sendo espalhadas em uma cadência que fazia
com que fosse possível ouvir algo um mês depois do acontecido e parecer
inédito ou interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje isso acabou. Algo acontece e recebemos uma avalanche de tudo que
foi criado referente à aquele evento. Inicia-se uma verdadeira corrida
para ver quem consegue esgotar o assunto com o máximo de piadas e
referências possíveis. Nem precisa estar super conectado. Só precisa ter
um twitter, seguir uma meia dúzia de pessoas e ter uma conta no facebook
com alguns contatos, e já é impossível ficar de fora de praticamente
todas as coisas que surgem. Todas as piadas, todas as referências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer piada feita com mais de 48 horas do acontecido, vai ser taxada
como "batida" ou sem graça por estar se referindo a algo que já é
"notícia velha". Pois é, 48 horas é tempo suficiente pra deixar uma
notícia velha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mais que um vídeo fosse viral, demorava um tempo até ele atingir um número
grande de pessoas. O vídeo "Para nooooooooossa alegria", em 3 dias já tinha
ganhado paródia na MTV (sem contar as muitas paródias no próprio youtube) e em
uma ou duas semanas a família do vídeo já estava aparecendo na Ana Maria Braga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E música então. Na época do Chacrinha, ficava-se meses vendo o Roupa
Nova indo semanas seguidas para cantar a mesmíssima música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje não. Uma música como a do Michel Teló, se espalha mais rápido que a
gripe suina e a avalanche de referências só aumenta, com os vídeos de
jogadores ou soldados do oriente médio fazendo coreografias ao som de
"Ai, se eu te pego".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, fica bem fácil ficar de saco cheio ao ouvir falar de
assuntos da semana passada que hoje já são "velhos".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas nem tudo está perdido. Ainda é possível ficar de fora dessa
avalanche de informações que gera a saturação relâmpago. É só selecionar
quem se acompanha nas redes sociais. Seguir menos gente no Twitter e
limitar o que aparece na &lt;em&gt;timeline&lt;/em&gt; do Facebook. Mas isso vai fazer com
que, possivelmente, não se entenda as referências e piadas feitas
durante uma conversa numa roda de amigos. E vai bater um sentimento de
estar "por fora" dos "assuntos do momento" que, hoje, ficam "velhos" em
poucos dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que não é fácil selecionar esses contatos e achar o
equilíbrio. Corre-se o risco de perder assuntos que interessam tentando
fugir dessa saturação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me diga, você prefere ficar saturado, prefere não entender as piadas do
viral de ontem a tarde, ou consegue um equilíbrio entre as duas coisas?&lt;/p&gt;
</content></entry><entry><title>Do not take it for granted!</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-12/do-not-take-it-for-granted.html" rel="alternate"></link><published>2011-12-26T10:36:00-02:00</published><updated>2011-12-26T10:36:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-12-26:/2011-12/do-not-take-it-for-granted.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/take-for-granted.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/take-for-granted.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Take for granted" é uma expressão que não tem tradução direta em português. Ou
melhor, se tem eu não conheço. É usada quando alguém não dá valor a algo, agindo
como se fosse um direito e não um privilégio.  Ela talvez possa ser traduzida
com "Achar que é um direito …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/take-for-granted.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/take-for-granted.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Take for granted" é uma expressão que não tem tradução direta em português. Ou
melhor, se tem eu não conheço. É usada quando alguém não dá valor a algo, agindo
como se fosse um direito e não um privilégio.  Ela talvez possa ser traduzida
com "Achar que é um direito".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título deste post diz: "Do not take it for granted" ou "Dê valor ao que você
tem. É um privilégio, não um direito" (tradução livre).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ter saúde. Ter uma casa para morar. Ter pais presentes que puderam te
proporcionar oportunidade de adquirir estudos. Ter comida à mesa. Fazer parte de
uma &lt;strong&gt;minoria&lt;/strong&gt; privilegiada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas pessoas que sempre tiveram essas (e várias outras) coisas à mão acabam
não dando valor a situação em que vivem. Pior, insistem em reclamar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me parece que nós, seres humanos, temos a tendência a reclamar sobre nossa
condição independente de qual seja. Uma insatisfação (quase) eterna. A ironia é
que isso acontece muito quando está tudo bem. Mesmo que esteja tudo tranquilo, a
saúde está normal, as pessoas a nossa volta estão bem. Tem-se o que vestir, o
que comer. Mesmo assim, se consegue algo para reclamar.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Quero deixar bem claro que não estou falando de &lt;a class="reference external" href="/2015-10-12/mudancas.html"&gt;comodismo&lt;/a&gt;.  Deve-se querer crescer e prosperar. É o
incomodo com a "mesmice" que nos faz ir para frente, melhorar de vida. Mas
há uma diferença entre não estar acomodado e querer aquilo que, parando para
pensar, não precisamos. A vontade de ter, ter, ter. Muitas vezes (ou todas?)
por puro status.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Não sei se é culpa da, tão batida, "sociedade consumista". O que sei é que as
pessoas ficam realmente insatisfeitas com o que possuem e passam a reclamar das
mais variadas bobagens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que alguém me pergunta "como está?" (e isso não é apenas uma saudação),
eu tendo a dizer que não posso reclamar. Por mais que eu vá sempre conseguir
pensar em algo para reclamar, dizer que poderia estar melhor, eu me sinto mal
por reclamar de coisas que eu sei que são bobagens. Odeio pensar que estou
agindo como um &lt;strong&gt;"classe média sofre"&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprender a dar valor é algo que sempre sinto necessidade de melhorar.  Extrair
mais valor do que já tenho e tentar valorizar menos o que &lt;strong&gt;ainda&lt;/strong&gt; não tenho ou
mesmo &lt;strong&gt;jamais&lt;/strong&gt; vou ter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixar o presente de lado, o único momento que realmente é possível aproveitar,
e perder tempo focado no próximo passo, em um futuro que não sabemos nem ao
menos se um dia será o nosso presente, parece ser, um desperdício enorme de
energia.&lt;/p&gt;
&lt;div align="left" class="youtube"&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/zCXOh9QtQYE" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content><category term="Dar valor"></category><category term="Futilidade"></category><category term="Mudancas"></category></entry><entry><title>Carpe Diem: qual o seu?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-12/carpe-diem-qual-o-seu.html" rel="alternate"></link><published>2011-12-12T15:14:00-02:00</published><updated>2011-12-12T15:14:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-12-12:/2011-12/carpe-diem-qual-o-seu.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;"&lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carpe_diem"&gt;Carpe Diem&lt;/a&gt; é uma frase em latim de
um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para 'colha o dia' ou 'aproveite
o momento'."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantas vezes eu não escutei frases do tipo: "Estou aproveitando a vida", "Você
tem que aproveitar a vida", "Você não sabe o que é aproveitar a …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;"&lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carpe_diem"&gt;Carpe Diem&lt;/a&gt; é uma frase em latim de
um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para 'colha o dia' ou 'aproveite
o momento'."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantas vezes eu não escutei frases do tipo: "Estou aproveitando a vida", "Você
tem que aproveitar a vida", "Você não sabe o que é aproveitar a vida".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Aproveitar a vida". Porque todo mundo que usa essa expressão, sempre usa como
se fosse um conceito absoluto? Como se só existisse uma maneira de aproveitar a
vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou você age dessa maneira, faz certas coisas, ou está jogando sua vida fora. Não
está "aproveitando a vida".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que escuto esse "aproveitar a vida" me parece estar ligado ao exagero.
Beber todas. Ser varrido da festa de casamento/formatura ainda com um copo de
bebida na mão, passando mal de tanto que bebeu.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
O detalhe aqui é que as pessoas que "aproveitam a vida" no exagero,
parecem faze-lo simplesmente para terem uma história para contar.
Se você chega segunda-feira no trabalho e perguntam como foi o seu
final de semana, é preciso ter algo pra contar para poder sentir que foi
bem aproveitado.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Dois exemplos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Sai na sexta. Bebi todas. Fui na boate tal, mas não tava muito bom.
Umas 2h fomos pra outra. Tava melhor, mas resolvemos ir pra outra e
ficamos lá até as 6h. No sábado eu acordei umas 2h da tarde. Dai fui
com uns amigos pra um bar tomar umas. Ficamos até as 20h. Fui em
casa tomei banho. E fomos sair com umas amigas pra uma balada.
Cheguei em casa lá pras 5h. Domingo rolou um churrasco de leve na
casa de um amigo. Ficamos bebendo até umas 9h da noite.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Outro caso:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Fui dormir cedo na sexta. Acordei umas 8h no sábado. Li um livro,
mas fiquei a maioria do tempo de bobeira. Nem sai no sábado, dormi
cedo. Domingo, acordei cedo, umas 9h, fiquei a maior parte do tempo
jogando: PS3 .&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Quem "aproveitou a vida"?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A princípio, os dois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveitar a vida não está ligado apenas ao que você faz. Mas se o que você o
deixa feliz. Está "gastando" o tempo fazendo algo que te agrada, que te deixa
feliz? Parabéns, está aproveitando a vida! :)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de achar que qualquer tipo de exagero deveria ser evitado. Também acho
priorizar o que da prazer a nós mesmos é o que todos nós deveríamos escolher.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É beber que te deixa feliz. Beba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É passar o final de semana deitado na cama? Fica de barriga pra cima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É passar o final de semana programando? _o/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Passar as férias numa praia hein? Sol, areia, cervejinha gelada. Isso que é
vida, hein?! PRA QUEM?! Não para mim. A diferença é essa. O que pra uns pode
parecer o sonho de consumo, para outros pode ser uma sessão interminável de
tortura!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem são os outros para dizer o que é aproveitar a (&lt;strong&gt;nossa&lt;/strong&gt;) vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faça o que te deixe feliz, que te satisfaça e não aquilo que é tido e havido
como a melhor maneira de aproveitar a vida.&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category></entry><entry><title>Para escolher tem que se conhecer</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-07/para-escolher-tem-que-se-conhecer.html" rel="alternate"></link><published>2011-07-11T12:46:00-03:00</published><updated>2011-07-11T12:46:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-07-11:/2011-07/para-escolher-tem-que-se-conhecer.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;Escolher não é fácil. Muita gente acha que não pode escolher, que não tem
escolha. Mas na verdade todos tem a liberdade de escolher o que quiser e &lt;a class="reference external" href="/2011-01-11/liberdade-de-escolha-o-preco-que-se-paga.html"&gt;toda
escolha tem um preço&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Autoconhecimento" class="align-middle" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/autoconhecimento.jpg" style="width: 231px; height: auto;"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu estava lendo um livro que citava uma passagem de Alice no país das
maravilhas. Ela não …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;Escolher não é fácil. Muita gente acha que não pode escolher, que não tem
escolha. Mas na verdade todos tem a liberdade de escolher o que quiser e &lt;a class="reference external" href="/2011-01-11/liberdade-de-escolha-o-preco-que-se-paga.html"&gt;toda
escolha tem um preço&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Autoconhecimento" class="align-middle" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/autoconhecimento.jpg" style="width: 231px; height: auto;"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu estava lendo um livro que citava uma passagem de Alice no país das
maravilhas. Ela não sabia qual caminho &lt;em&gt;escolher&lt;/em&gt;. Perguntou ao gato,
que respondeu:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;ul class="simple"&gt;
&lt;li&gt;Gato: "Aonde quer chegar?"&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Alice: "Qualquer lugar!".&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Gato: "Então não importa qual caminho vai pegar..."&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O preço do que se escolhe, costuma estar ligado ao que realmente se quer.
Paga-se um preço mais alto por fazer coisas que não queremos. Não importa qual
escolha vai fazer, se não se sabe o que quer. E não tem como saber o que quer,
se não se conhecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O autoconhecimento está diretamente ligado as "boas escolhas". Muitas pessoas
que não sabem se vão ou se ficam, se terminam ou se continuam, se continuam ou
mudam, tem o mesmo problema. Elas na verdade não sabem o que querem. E não sabem
porque não se conhecem. Passaram muito tempo da vida achando que tudo acontece
como nos filmes, onde o &lt;strong&gt;destino&lt;/strong&gt;, já traçado, vai resolver as coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixar a vida me levar nunca foi algo que me agradou muito. Gosto de saber para
onde estou indo. Claro que não se pode &lt;a class="reference external" href="/2011-02-27/quem-esta-no-controle.html"&gt;controlar&lt;/a&gt; tudo (eu sei disso, mas ainda insisto
em tentar controlar tudo), mas tem os momentos onde sou eu que estou no comando
e a escolha é exclusivamente minha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está insatisfeito com o trabalho? Acha mesmo que o "destino" vai resolver isso?
Vai por uma mega oportunidade na sua frente? Pode ser que aconteça, mas é
perigoso tomar regras como exceção. Eu prefiro tomas as decisões e não que um
tal de "destino" faça quando e como quiser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tem como dar errado. Você está fazendo o que quer, sendo direcionado pelo
seu gosto, por sua vontade. Como uma escolha pode dar errado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas coisas boas são deixadas para trás quando as escolhas são feitas: O
comodismo de morar com os pais e ter tudo na mão; Aquele(a) namorado(a) que
parecia ser a realização dos sonhos de criança ou dos projetos que já estavam
feitos para um futuro de "felizes para sempre"; O tanto que se apega aos
familiares "alheios" e que, com término, essas outras ligações acabam sendo
difíceis de se manter; O emprego onde já se está acostumado com as regras. Se da
bem com os colegas de trabalho, mas não é bem o que você quer pra sua vida. Não
é o que você gosta de fazer.  &lt;strong&gt;MUDE!&lt;/strong&gt; Tá ruim? Tá incomodando?&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
"Mova esse traseiro gordo!" by Sucker!&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Todas as coisas que nos vemos insatisfeitos, por mais duro, por mais chato, por
mais trabalhoso e, principalmente, por mais fora da zona de conforto a mudança
leve, será para algo melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vezes só uma conversa resolve. As vezes temos que mudar de ares, as vezes de
cidade... é você quem tem que saber o precisa ser feito. E muitas vezes sabemos,
mas preferimos fingir que não. Enquanto a insatisfação ainda estiver num nível
ruim, é possível que alguma mudança ainda seja necessária.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Ok. Entendi isso, mas eu não me conheço ou, pior, nem sei se me conheço. E
se eu estiver fazendo a escolha errada?&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Só escolhendo pra saber. O aprendizado é através de acerto e erro. Bom senso é
sempre importante nessas horas. O que não pode é deixar que esse medo de não
estar fazendo a escolha "certa" te faça não escolher. Além de deixar que o
"destino" escolha pra você, você ainda perde uma boa oportunidade de se conhecer
e então fazer uma próxima boa escolha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra finalizar, eu sei que muitas pessoas preferem viver as escolhas dos outros.
Se anulam e vivem em função do outro, do namorado, do marido, dos pais... elas
pagam um preço por isso, mas é uma escolha delas. Se de alguma forma isso as faz
feliz. Bom pra elas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final, o importante é ser feliz!&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category></entry><entry><title>Os dois lados: O lado de Polyanna</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-04/os-dois-lados-o-lado-de-polyanna.html" rel="alternate"></link><published>2011-04-25T10:59:00-03:00</published><updated>2011-04-25T10:59:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-04-25:/2011-04/os-dois-lados-o-lado-de-polyanna.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;Tudo tem dois lados. Os dois lados da moeda. In-yang.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pollyanna"&gt;Pollyanna&lt;/a&gt; é um livro que fala sobre
uma garota que faz um jogo para procurar encontrar o lado bom em tudo na vida.
Em todos os acontecimentos, especialmente os ruins, ela procura algo que possa
ajuda-la a continuar contente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/dois-lados.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/dois-lados.jpg" style="width: 226px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;Tudo tem dois lados. Os dois lados da moeda. In-yang.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pollyanna"&gt;Pollyanna&lt;/a&gt; é um livro que fala sobre
uma garota que faz um jogo para procurar encontrar o lado bom em tudo na vida.
Em todos os acontecimentos, especialmente os ruins, ela procura algo que possa
ajuda-la a continuar contente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/dois-lados.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/dois-lados.jpg" style="width: 226px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois que li esse livro (a mais de 15 anos), comecei a observar os dois lado
das coisas. Hoje, sou capaz de afirmar que praticamente qualquer coisa tem seu
lado bom. É só observar direito. Algumas coisas, infelizmente, só conseguimos
ver depois. Sabe aquele azar tremendo que você deu e depois que o tempo passou
você descobriu que foi sorte?&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Imagina se você tivesse até hoje com aquele traste, hein? :P&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Não é fácil. Quanto mais complicado, quanto mais traumático for a situação, mais
difícil será achar o lado bom. Mas ele está lá. E não só ajuda a &lt;a class="reference external" href="/2011-04-16/tempo-tudo-passa.html"&gt;passar o tempo&lt;/a&gt;, mas é uma das chaves para &lt;a class="reference external" href="/2010-12-25/mudancas.html"&gt;mudar,
aprender, crescer&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sou bem realista. Racional. E estou sempre tentando achar o lado bom
das coisas. Tentando tirar proveito de situações inevitáveis ou que não
tem mais volta. É um exercício diário e ao contrário de Pollyanna que
conseguiu fazer isso, quase, da noite pro dia. Eu tenho que fazer isso
todo o santo dia. Ah, e os dias que não são santos também.&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category><category term="Mudancas"></category></entry><entry><title>Tempo: Tudo passa</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-04/tempo-tudo-passa.html" rel="alternate"></link><published>2011-04-16T22:36:00-03:00</published><updated>2011-04-16T22:36:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-04-16:/2011-04/tempo-tudo-passa.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;A sensação de que as coisas demoram ou que passam rápido são nada mais
nada menos que apenas uma sensação. O aperto no coração quando se vai
encontrar alguém. O tanto que demora para o encontro acontecer e as
"horas" que demoram passar naqueles minutos que antecedem a chegada de …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;A sensação de que as coisas demoram ou que passam rápido são nada mais
nada menos que apenas uma sensação. O aperto no coração quando se vai
encontrar alguém. O tanto que demora para o encontro acontecer e as
"horas" que demoram passar naqueles minutos que antecedem a chegada de
alguém...&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Nossa ela está muito atrasada, já são 18:02 e marcamos as 18h.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/tempo.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/tempo.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando estamos passando por algo ruim. O término de um relacionamento. A
morte de alguém próximo. Ter que ficar internado no hospital ou ter
alguém nesse estado. Ou quando as coisas estão boas. O início de um
relacionamento. Aquela mega festa. O show dos seus sonhos (Metallica!
Fuck yeah!!). Uma viagem dos sonhos sendo realizada. Tudo passa tão
devagar ou tão rápido né?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Errado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo passa do mesmo jeito em todas as situações. Parando pra pensar,
é óbvio, eu sei, mas vai explicar isso pro relógio. Faltam apenas 20 min
pra ir embora pra casa numa sexta-feira em que você está morrendo de
cansaço e sono porque as piores reuniões e pepinos apareceram bem na
semana que você resolveu enfiar o pé na jaca na quinta. Muitas pessoas
podem jurar que o tempo retrocede nesses momentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo passa igual em todas as situações. O detalhe aqui não é o quão
rápido ou lento ele passa. Mas que &lt;strong&gt;passa&lt;/strong&gt;. Não ajuda muito quando a
situação está boa pensar que passa. Mas em compensação quando a coisa
está ruim, essa certeza ajuda bastante. Vai passar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há nada que se possa fazer pra acelerar ou desacelerar. Então no
final não é se vai demorar pra passar ou não. Mas o que vai fazer
durante esse tempo. Ficar sofrendo e criando a sensação que está
custando a passar ou (tentar) tirar proveito pra aproveitar as coisas
boas e aprender com as ruins? Eu acho que a segunda atitude não só vale
pra situações ruins, como para as boas também. E no caso das ruins,
ajuda na sensação que está passando mais rápido.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Mas isso não é fácil!&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;E quem disse que é? Aprendendo ou não. Sofrente ou sorrindo. Esteja
certo: &lt;strong&gt;Vai passar!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category></entry><entry><title>Quem está no controle?</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-02/quem-esta-no-controle.html" rel="alternate"></link><published>2011-02-27T22:36:00-03:00</published><updated>2011-02-27T22:36:00-03:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-02-27:/2011-02/quem-esta-no-controle.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/volante.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/volante.jpg" style="width: 250px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estar no controle o tempo todo é uma necessidade constante para mim.  Faço muita
força, consciente e inconsientemente, para manter o controle.  Talvez, por causa
do perfeccionismo, é a única maneira de (ilusioriamente) pensar que os
resultados dependem apenas de mim. Mesmo sabendo que as coisas não funcionam
exatamente assim …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/volante.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/volante.jpg" style="width: 250px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estar no controle o tempo todo é uma necessidade constante para mim.  Faço muita
força, consciente e inconsientemente, para manter o controle.  Talvez, por causa
do perfeccionismo, é a única maneira de (ilusioriamente) pensar que os
resultados dependem apenas de mim. Mesmo sabendo que as coisas não funcionam
exatamente assim.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não consigo entender muito essa de "deixa a vida me levar". Como assim me
levar?! Sou eu quem diz para onde quero ir e não "a vida". Eu deixo ela me
levar para onde eu disser a ela para ir.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Mas será que esse "nadar contra correnteza" não é um desperdício de energia?
Como fazer diferente? Como ficar confortável só fazendo os ajustes? Uma
necessidade constante de se proteger ao tentar manter o controle para que tudo
esteja sempre no lugar. Cansa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consigo ver que em situações que não estive no controle (quase todas?) me
levaram a resultados, no mínimo, interessantes. Não tenho o que reclamar. No
final, os tropeços e acertos acabam sendo responsabilidade minha. O que não
consigo fazer é escolher quando vou enfrentar os problemas. Mas por outro lado,
se eu fosse escolher, acho que nunca enfrentaria. Podendo evitar, porque não
procrastinar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fundo sei que não funciona assim. São muitas variáveis para se dar conta. E
nem é pelo número. É que além de ser muitas, grande parte nem sei quais são.
Mesmo assim, eu continuo na minha tentativa de controlar o que vejo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É como no rafting. Você está dentro de um bote, descendo uma corredeira.  Não da
pra voltar e não se pode fazer muito. Apenas tentar fazer com que o bote não
vire, desviar do máximo de pedras possível e torcer para que mesmo com alguns
caldos cheguemos no final.&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category></entry><entry><title>As crises: mal necessário</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-01/as-crises-mal-necessario.html" rel="alternate"></link><published>2011-01-30T10:25:00-02:00</published><updated>2011-01-30T10:25:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-01-30:/2011-01/as-crises-mal-necessario.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;É normal querermos evitar as crises na vida. Momentos ruins onde ficamos meio
perdidos, sem saber o que fazer. Para &lt;em&gt;onde&lt;/em&gt; ir. É um remédio ruim que se "deve"
tomar. Uma injeção que dói muito. O problema é que, para as &lt;a class="reference external" href="/2010-12/mudancas.html"&gt;mudanças&lt;/a&gt; acontecerem, muitas vezes precisam ser precedidas
por crises …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;É normal querermos evitar as crises na vida. Momentos ruins onde ficamos meio
perdidos, sem saber o que fazer. Para &lt;em&gt;onde&lt;/em&gt; ir. É um remédio ruim que se "deve"
tomar. Uma injeção que dói muito. O problema é que, para as &lt;a class="reference external" href="/2010-12/mudancas.html"&gt;mudanças&lt;/a&gt; acontecerem, muitas vezes precisam ser precedidas
por crises.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/crise.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/crise.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo parece estar indo bem. Então alguma coisa começam a incomodar.  Coisas que
sempre existiram. "Sempre foram assim". De repente começam a incomodar mais do
que o normal. A água chegou na borda do copo e quando cai a última gota,
transborda. É a &lt;em&gt;crise&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parece que é um sinal nosso, a nós mesmos, que algo está errado. Algo tem,
precisa, mudar. Depois de muito "&lt;a class="reference external" href="/2010-12/muletas.html"&gt;muletar&lt;/a&gt;" a coisa
desanda. Os limites são atingidos e "tudo" desaba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais drástica, quanto mais profunda é a mudança. Mais profunda será a
crise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando não tem como evitar. O melhor é tentar ter um olhar de Poliana e perceber
que as crises são necessárias e estão ai para corrigir distorções que, de algum
modo, nós mesmo criamos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lado bom é que as crises tem um tempo exato para terminar. O tempo é igual ao
que se demora para aceitar que algo estava errado e que a mudança era
necessária. Quanto mais rápido aceitar a mudança necessária, menos tempo será o
sofrimento. Mais rápido a crise passa. E só existe uma &lt;strong&gt;ÚNICA&lt;/strong&gt; coisa para
evitar que a "mesma" crise seja recorrente: &lt;strong&gt;Aprenda&lt;/strong&gt; com ela.&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category><category term="Mudancas"></category></entry><entry><title>Nunca está bom: o perfeccionismo</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-01/nunca-esta-bom-o-perfeccionismo.html" rel="alternate"></link><published>2011-01-18T15:46:00-02:00</published><updated>2011-01-18T15:46:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-01-18:/2011-01/nunca-esta-bom-o-perfeccionismo.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/6.png"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/6.png" style="width: 200px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagina ter um chefe que te cobra o tempo todo. Todas as atividades que ele te
dá, mesmo você executando com maestria, nunca está bom! Ele sempre faz críticas
as suas atitudes ou resultados. Mesmo que pertinentes, são sempre duras e
praticamente não existe nenhum elogio.  Quando não há o …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/6.png"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/6.png" style="width: 200px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagina ter um chefe que te cobra o tempo todo. Todas as atividades que ele te
dá, mesmo você executando com maestria, nunca está bom! Ele sempre faz críticas
as suas atitudes ou resultados. Mesmo que pertinentes, são sempre duras e
praticamente não existe nenhum elogio.  Quando não há o que criticar, o que é
raro, ele tem um ar de "não fez mais que a obrigação". Consegue imaginar
trabalhando com alguém assim?  Imagina a pressão que essa cobrança toda gera!
Agora imagina que esse chefe está na sua cabeça, cobrando de você mesmo e terá
uma noção de como é ser um perfeccionista.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Perfeccionismo - perfeccionismo ou perfecionismo s. m. - Tendência,
patológica, em procurar exageradamente a perfeição.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Durante muito tempo eu achei que o perfeccionismo fosse uma virtude. Eu me
orgulhava por ser perfeccionista. Não me gabava. Não "me achava". A busca pelo
perfeito impede que se ache o máximo. Os bons frutos que são gerados pelo
perfeccionismo me ajudavam a achar que era algo bom da minha personalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser perfeccionista, como tudo mais, tem seu lado bom. Por estar sempre se
cobrando, as coisas são feitas com mais empenho. Com critério. Com chance menor
de serem mal feitas. Para as pessoas que não tem o perfeccionismo para
pressiona-las, podem se impressionar com o que foi feito. Achar que está ótimo o
resultado. Mas para o perfeccionista, caberá sempre uma crítica. "Ok, mas
poderia ser melhor!"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da pressão que é feita a si mesmo. O perfeccionista pressiona àqueles que o
rodeiam. É difícil entender como as pessoas não dão a mesma atenção a aquilo que
estão fazendo. Como os outros não se esforçam ao máximo para alcançarem a
perfeição. Mas saiba de uma coisa e tenha certeza disso: Um perfeccionista, por
mais que cobre de você, &lt;strong&gt;NUNCA&lt;/strong&gt; será a mesma que ele faz a si mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda essa "auto-pressão" deixa o perfeccionista em frustração eterna que é
gerada pela impossibilidade de se alcançar a perfeição. Sempre é possível
melhorar. Sempre existe um novo degrau a subir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da angústia gerada pela eterna busca da perfeição, todo esse esforço em
procurar melhorar sempre, faz com que não se aproveite as conquistas. A atenção
é tão grande no passo seguinte que, depois de alcançar algo, mesmo sendo uma
grande conquista, perde todo o seu valor em prol do esforço que se precisa fazer
para melhorar e buscar o novo objetivo. &lt;strong&gt;Fica apenas o alívio de ter passado
mais essa etapa&lt;/strong&gt;. Esse novo objetivo vai perder a graça assim que for alcançado
e o ciclo se reinicia. A frustração é constante.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Não confunda um perfeccionista com alguém que se acha um coitado.
Ele sabe a importância das suas conquistas só não fica satisfeito
com elas.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Apesar da angústia de nunca ser bom o suficiente que o perfeccionismo trás à
quem o possui, as virtudes acabam sendo um obstáculo para o perfeccionista.
Mesmo percebendo que o é, ele se justifica nas conquistas obtidas. Julga serem,
as conquistas, frutos de suas atitudes perfeccionistas e que se não tivesse
pegado tão pesado nas cobranças para conquistá-las, ele não teria conseguido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os elogios são aceitos mas não fazem muita diferença. O importante agora é o que
vou ter que fazer para conseguir atingir o próximo objetivo.  Isso torna muito
complicado aprender a se cobrar menos. Mas é preciso, pois como disse o
Bernardinho, técnico campeoníssimo de volei e perfeccionista: "Não se pode viver
de &lt;strong&gt;alívios&lt;/strong&gt;".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como eu disse, sou um perfeccionista. Sou consciente disso e a muito tempo
percebi que não é uma virtude, mas um defeito. Cada texto que eu já postei aqui
e, certamente, todos que ainda espero postar, são postados sem, para mim,
estarem prontos. Tenho críticas severas a todos e acho que nenhum deles está
pronto para ser publicado. Esse texto será, certamente, publicado com essa
sensação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nota: 6 é o primeiro &lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_perfeito"&gt;número
perfeito&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</content><category term="Perfeccionismo"></category></entry><entry><title>Liberdade de escolha: o preço que se paga</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-01/liberdade-de-escolha-o-preco-que-se-paga.html" rel="alternate"></link><published>2011-01-11T10:46:00-02:00</published><updated>2011-01-11T10:46:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-01-11:/2011-01/liberdade-de-escolha-o-preco-que-se-paga.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/escolha.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/escolha.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A liberdade de poder fazer as &lt;strong&gt;nossas&lt;/strong&gt; próprias escolhas é algo que só
conseguimos perceber depois que perdemos. Muitas vezes é possível recuperar essa
liberdade. Outras vezes essa liberdade é reduzida, ou até mesmo, perdida pelo
resto dos dias terrenos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poder escolher quando, o que, onde. Ser livre, independente. Essa …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/escolha.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/escolha.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A liberdade de poder fazer as &lt;strong&gt;nossas&lt;/strong&gt; próprias escolhas é algo que só
conseguimos perceber depois que perdemos. Muitas vezes é possível recuperar essa
liberdade. Outras vezes essa liberdade é reduzida, ou até mesmo, perdida pelo
resto dos dias terrenos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poder escolher quando, o que, onde. Ser livre, independente. Essa liberdade tem
seu preço: as consequências das escolhas feitas. E talvez seja isso que gere a
dúvida na hora de escolher. Será que estou fazendo a escolha certa? Será que não
seria melhor aquela outra opção?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ter receio é normal. E a apreensão aumenta quando começamos a pensar que essa
primeira escolha afeta e/ou vai influenciar as escolhas seguintes.  Todas as
escolhas terão seu preço a pagar. E será cobrado, não tenha dúvida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos fazendo escolhas o tempo inteiro. Escolhas que vão mudar o
curso de nossas vidas outras que não farão grande diferença. Algumas com
preços baixos. Outras com preços tão altos, que podem custar a liberdade
de continuar escolhendo.
Muitas pessoas fazem escolhas muito importantes como se estivessem
decidindo qual roupa vão sair para um bar encontrar com os amigos,
simplesmente porque desconsideram o preço que terão que pagar pela
escolha feita.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
Quando alguém dirige o carro depois de beber pode estar pensando em
ser parado na blitz. Eu penso em uma possível paraplegia resultado
de um acidente que poderia ter sido evitado se estivesse sóbrio.
(Trágico né? Eu sei. Seja um devoto de São Murphy e entenderá.)&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Duas certezas em relação as escolhas:
- O preço será cobrado.
- "Não nos é permitido saber como seria."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando, desistir da escolha feita, não é uma opção, não adianta
fantasiar com o "como teria sido se...".
Se comprometer com a opção escolhida, se concentrar nela, ajuda a
pagar o preço cobrado. Eu gosto de dizer que tudo tem seu lado bom e
ruim. Sendo assim, será impossível conseguir decidir por um caminho que
só terá coisas boas ou só coisas ruins. O negócio é pegar aquele caminho
que parece ser o melhor (e as vezes, eu sei que é triste, o menos pior)
e ir em frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vezes, só descobrimos que o preço a pagar por uma escolha era diferente
daquele que estávamos esperando, quando a decisão já foi tomada. Mas como os
benefícios costumam surpreender também, a coisa acaba se equilibrando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É complicado não usar das &lt;a class="reference external" href="/2010-12-28/muletas.html"&gt;muletas&lt;/a&gt; nesses momentos
de indecisão. Mas pior que decidir errado é não se decidir. Ficar parado
esperando que alguém decida por nós.&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category><category term="Preco"></category></entry><entry><title>Ser ou não ser… sincero!</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-01/ser-ou-nao-ser-sincero.html" rel="alternate"></link><published>2011-01-07T11:31:00-02:00</published><updated>2011-01-07T11:31:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-01-07:/2011-01/ser-ou-nao-ser-sincero.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/sinceridade.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/sinceridade.jpg" style="width: 126px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinceridade. É cada vez mais complicado encontrar alguém sincero. Eu
vejo essa coisa da sinceridade um pouco diferente do que algumas pessoas
com quem já conversei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro problema em ser sincero é que muita gente confunde &lt;em&gt;ser
sincero&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;falar o que pensa&lt;/em&gt;. Ou até pior, acham que, para …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/sinceridade.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/sinceridade.jpg" style="width: 126px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinceridade. É cada vez mais complicado encontrar alguém sincero. Eu
vejo essa coisa da sinceridade um pouco diferente do que algumas pessoas
com quem já conversei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro problema em ser sincero é que muita gente confunde &lt;em&gt;ser
sincero&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;falar o que pensa&lt;/em&gt;. Ou até pior, acham que, para serem
sinceros, devem falar o que vier na cabeça e da maneira que vier. Algo
como o programa do Luís Fernando Guimarães, &lt;a class="reference external" href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/1,,JOR165-15607,00.html"&gt;*O Super
Sincero*&lt;/a&gt;.
Nesse programa o personagem decide ser totalmente sincero e dizer o que
vinha na cabeça o tempo inteiro. Por exemplo, se achava que a roupa de
alguém era muito feia ou se achava que uma mulher era muito gorda ele,
mesmo sem conhecer as pessoas, se aproximava delas e falava: "Nossa! Que
roupa horrorosa! Você tem um mal gosto, hein?", "Você está muito gorda!
Tem que fazer um regime urgente!". Ele está sendo sincero, mas está
sendo também indelicado, mal educado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser sincero, para mim, é ser honesto consigo mesmo, com o que sente, ao
dar a opinião sobre algo. É dizer o que &lt;strong&gt;realmente&lt;/strong&gt; sente sobre
determinada situação. Se a famosa pergunta feminina: &lt;em&gt;Você acha que
estou gorda?&lt;/em&gt; é feita, existe maneiras e maneiras de responder. É
possível ser sincero sem, no mínimo, ser agressivo. Dizer: "É tá um
pouquinho..." e "Nú, que baleia!" são coisas possíveis de se dizer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importante que a sinceridade venha acompanhada de um pedido de quem o
comentário/opinião vai ser dirigido. Especialmente se esse
comentário/opinião não vai agradar a pessoa que vai receber.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
"Se não tem algo bom para dizer, fique calado!" Mas se perguntou vou
ser sincero.&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Se a minha opinião é pedida, eu tento ser o mais sincero possível.
Quando a situação, não permite que a opinião dada seja das mais
agradáveis, eu tento dizer de uma maneira mais palatável. Mas sempre
condizente com aquilo que acredito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente, isso não é garantia a quem ouve, que não vai ficar
insatisfeito com a opinião dada. O que me leva ao segundo problema da
sinceridade: &lt;em&gt;Saber ouvir algo sincero&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas pessoas dizem que uma das características da pessoa que elas
procuram é a sinceridade. Mas se houvem algo que as desagrade. Algo que
vá contra aquilo que elas acreditam, pensam ou que gostariam de ouvir,
elas se irritam. Se ofendem. E muitas vezes partem para o
"contra-ataque".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como podem cobrar sinceridade se quando a encontram, a rejeitam tão
fortemente. Querem alguém que seja sincero ou alguém que diga aquilo que
querem ouvir? Alguém que diga coisas para massagear o ego?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso pode parecer está sendo dirigido às mulheres. Mas vale para
todos. A maioria das pessoas dizem querer ver sinceridade, mas não sabem
ouvir opiniões sinceras (quando são contrarias as suas) e não são
totalmente sinceras ao expor as suas próprias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso se quando pedir uma opinião, não estiver totalmente aberto
para ouvir "todas" as possibilidades de resposta. Simples: &lt;strong&gt;Não peça!
Não pergunte!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das características na pessoa interessante (falo sobre nesse &lt;a class="reference external" href="/2010-12/esta-faltando-homem-no-mercado.html"&gt;post&lt;/a&gt;) que procuro é a sinceridade. Uma
sinceridade quase extrema. Que muitas vezes pode machucar, mas é verdadeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas opiniões sinceras eu espero perceber &lt;a class="reference external" href="/2010-12/muletas.html"&gt;muletas&lt;/a&gt; importantes.
O primeiro passo para as &lt;a class="reference external" href="/2010-12/mudancas.html"&gt;mudanças&lt;/a&gt; que preciso fazer para
crescer.&lt;/p&gt;
</content><category term="sinceridade"></category><category term="sincero"></category></entry><entry><title>A perfeita imperfeição</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2011-01/a-perfeita-imperfeicao.html" rel="alternate"></link><published>2011-01-04T14:35:00-02:00</published><updated>2011-01-04T14:35:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2011-01-04:/2011-01/a-perfeita-imperfeicao.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/change.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/change.jpg" style="width: 150px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrar alguém perfeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo que fosse possível, que a perfeição existisse, imagina a chatice que
seria? Alguém perfeito. Não erra. Não tem o que aprender, não tem o que
melhorar. Perfeito. Muito chato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as pessoas tem seu conceito, quase único, do que é &lt;a class="reference external" href="/2010-12/esta-faltando-homem-no-mercado.html"&gt;alguém interessante&lt;/a&gt;.  A minha, tem, em …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/change.jpg"&gt;&lt;img alt="image0" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/change.jpg" style="width: 150px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrar alguém perfeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo que fosse possível, que a perfeição existisse, imagina a chatice que
seria? Alguém perfeito. Não erra. Não tem o que aprender, não tem o que
melhorar. Perfeito. Muito chato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as pessoas tem seu conceito, quase único, do que é &lt;a class="reference external" href="/2010-12/esta-faltando-homem-no-mercado.html"&gt;alguém interessante&lt;/a&gt;.  A minha, tem, em um de
seus pontos fortes, a &lt;em&gt;perfeita imperfeição&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pessoa &lt;em&gt;perfeita imperfeita&lt;/em&gt; seria alguém que, como todos os seres humanos,
por ser imperfeito, teria defeitos. Uma pessoa que tenha coisas que precisam ser
melhoradas, lições que precisam ser aprendidas. Mas, principalmente, são pessoas
que estejam "prontas" para enfrentar todo o ônus que as &lt;a class="reference external" href="/2010-12/mudancas.html"&gt;mudanças&lt;/a&gt; cobram. Largar as &lt;a class="reference external" href="/2010-12/muletas.html"&gt;muletas&lt;/a&gt; em prol das vantagens que essas mudanças vão
trazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Achar alguém que esteja disposta a encarar esses ônus e bônus é algo bem
complicado. Alguém disposto a crescer junto, ajudando e sendo ajudada, apoiando
e sendo apoiada. Crescendo.&lt;/p&gt;
</content><category term="Mudancas"></category><category term="Pessoas Interessantes"></category></entry><entry><title>“Está faltando homem no mercado”</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2010-12/esta-faltando-homem-no-mercado.html" rel="alternate"></link><published>2010-12-29T14:56:00-02:00</published><updated>2010-12-29T14:56:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2010-12-29:/2010-12/esta-faltando-homem-no-mercado.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;Quero deixar claro que concordo com a ideia da frase, só acho que a palavra
usada está incorreta. Não é que está faltando homem no mercado.  Está faltando
&lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt; no mercado. Não sei porque as mulheres acham que só elas
passam por problema em achar &lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt;, pessoas que …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;Quero deixar claro que concordo com a ideia da frase, só acho que a palavra
usada está incorreta. Não é que está faltando homem no mercado.  Está faltando
&lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt; no mercado. Não sei porque as mulheres acham que só elas
passam por problema em achar &lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt;, pessoas que valham a pena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/male.jpg"&gt;&lt;img alt="Male" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/male.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer homem, qualquer mulher, existe aos montes. Ninguém pode reclamar disso.
Nem as mulheres. Mas, &lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt;, estão, e muito, complicadas de
encontrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elas (as &lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt;) não saem, porque não tem paciência para
lugares CHEIOS de pessoas &lt;strong&gt;desinteressantes&lt;/strong&gt;. Mesmo papo, mesmo comportamento,
muita superficialidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As que resolvem se aventurar, acabam sendo seletivas demais, pois já vão na
expectativa de que no lugar só irá encontrar pessoas desinteressantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso dos rapazes, como conseguir ser diferente? Como se aproximar sem parecer
ser mais um. Aqueles primeiros minutos da aproximação são padrões demais numa
balada. E mesmo que ele consiga ser diferente, pode ser que ele descubra que
está gastando o tempo com uma garota desinteressante, e terá que começar tudo de
novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso das garotas, como saber que o cara que está se aproximando não é mais um
daqueles tantos? Será que vale a pena pagar pra ver? Depois de várias tentativas
decepcionantes, elas começam a pensar que não vale mais a pena dar chance e se
fecham. "Só vim pra dançar hoje..."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses dois tipos que tentam, são a minoria. São os que em algum momento sentem
que devem tentar alguma coisa. Tentam e, em sua maioria, voltam do mesmo jeito.
Nem vou entrar no mérito se deve-se tentar ou não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom, o motivo que me faz pensar que é tão complicado achar &lt;strong&gt;alguém
interessante&lt;/strong&gt; no mercado é que as &lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt; estão em casa. Indo
trabalhar, estudar e voltando pra casa no fim do dia. Sem a menor paciência de
receber as cantadas prontas ou de ter que se esforçar para parecer diferente do
resto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como encontra-las? Churrascos de amigos. Festas de aniversários. Você os
encontra através de amigos interessantes. &lt;em&gt;Pessoas interessantes&lt;/em&gt; estão
conectadas, pelo menos em parte, a &lt;em&gt;pessoas interessantes&lt;/em&gt;. Meio no estilo de
"diga-me com quem andas..."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como se o número de possibilidades de encontrar alguém já não fosse diminuto por
tudo que descrevi, ainda quando se acha alguém, ela ainda tem que se adequar a
uns quesitos mínimos que nós tempos para iniciar um relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito de &lt;em&gt;pessoa interessante&lt;/em&gt; é de cada um, e não é novidade que é difícil
achar essas pessoas. Mesmo com tudo isso, eu não consigo procurar nos lugares
"errados". Essas tentativas, muitas vezes, frustradas, torna a coisa mais
difícil ainda. Não quero acabar cansado e desiludido. Por isso prefiro esperar,
ficar de olhos abertos e continuar sem me desgastar. O que quero evitar com isso
é acabar agindo como as pessoas que já se decepcionaram tanto por procurarem nos
lugares errados e apostarem nas pessoas erradas que acabaram desistindo,
terminando com o que aparecer, o menos pior. Eu acho que é por isso que, algumas
vezes, eu me deparo com casais onde uma &lt;em&gt;pessoa interessante&lt;/em&gt; está com outra não
tão interessante assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A internet ajuda. "Fuçar" o orkut/facebook daquele(a) amigo(a) que eu acho
interessante é um passo. Tentar reduzir as possibilidades e então tentar. Esse
método não é infalível. Longe disso. Mas já ajuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dúvida sempre vai prevalecer. "Será que esse(a) fulano(a) vale a pena?" A
gente vai tentando...&lt;/p&gt;
</content><category term="Pessoas Interessantes"></category></entry><entry><title>Muletas</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2010-12/muletas.html" rel="alternate"></link><published>2010-12-28T09:53:00-02:00</published><updated>2010-12-28T09:53:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2010-12-28:/2010-12/muletas.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;Não vou falar sobre &lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muleta"&gt;aquelas peças&lt;/a&gt;
usadas para auxiliar as pessoas a caminhar. As que me refiro "ajudam" a
caminhar, mas de outro jeito.&lt;/p&gt;
&lt;div class="line-block"&gt;
&lt;div class="line"&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/muleta.jpg"&gt;&lt;img alt="A nossa muleta de cada dia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/muleta.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Já se viu em uma situação em que você sabe que tem que mudar, mas
simplesmente não consegue?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você sabe que precisa caminhar sozinho(a), mas …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;Não vou falar sobre &lt;a class="reference external" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muleta"&gt;aquelas peças&lt;/a&gt;
usadas para auxiliar as pessoas a caminhar. As que me refiro "ajudam" a
caminhar, mas de outro jeito.&lt;/p&gt;
&lt;div class="line-block"&gt;
&lt;div class="line"&gt;&lt;a class="reference external" href="https://pensando.eduardoelias.com/images/muleta.jpg"&gt;&lt;img alt="A nossa muleta de cada dia" src="https://pensando.eduardoelias.com/images/muleta.jpg" style="width: 300px; height: auto;"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Já se viu em uma situação em que você sabe que tem que mudar, mas
simplesmente não consegue?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você sabe que precisa caminhar sozinho(a), mas o medo da mudança e o
conforto da situação te impedem de sair do lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando minha avó quebrou o fêmur o médico disse a ela que depois do
andador não iria recomendar bengala para que ela pegasse confiança e
começasse a andar sem ajuda. Provavelmente depois de usar a bengala, ela
não conseguiria mais largar. Não teria confiança pra andar sozinha,
sempre tendo a sensação que iria cair. O médico não queria que a bengala
virasse uma &lt;em&gt;muleta&lt;/em&gt;. Ela não usou a bengala e hoje anda sem precisar de
nada pra se apoiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Medo. Isso nos faz parar. &lt;em&gt;Será que vou conseguir?&lt;/em&gt; Não conseguimos
(no fundo, não queremos) largar a muleta com medo de cair. Inventamos
desculpas pra nós mesmos. Dizemos que não conseguiremos. Que é cedo
demais. Tudo para ficarmos com ela debaixo do braço. Chegamos a fazer
muita força pra que a coisa continue do mesmo jeito que está.
Não é fácil até mesmo reconhecer a &lt;em&gt;muleta&lt;/em&gt;. É difícil reconhecer que
poderíamos caminhar sozinhos.
Sair do conforto é algo que enfrentamos desde que nascemos. O bebê
gostaria de ficar dentro da barriga da mãe, recebendo alimento sem fazer
esforço, quente, aconchegado. Quem disse que as mudanças são fáceis? Mas
são necessárias. &lt;strong&gt;Se você quer crescer terá que mudar&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E então, qual sua muleta?&lt;/p&gt;
</content><category term="Escolhas"></category><category term="Mudancas"></category></entry><entry><title>Mudanças</title><link href="https://pensando.eduardoelias.com/2010-12/mudancas.html" rel="alternate"></link><published>2010-12-25T19:31:00-02:00</published><updated>2010-12-25T19:31:00-02:00</updated><author><name>Eduardo Elias</name></author><id>tag:pensando.eduardoelias.com,2010-12-25:/2010-12/mudancas.html</id><summary type="html">&lt;p&gt;Ô negócio complicado a tal da mudança. Quanto mais profunda, mais complicada. É
tão complicado que, as vezes, só podemos conviver com aquilo que queremos mudar.
Está tão solidificado que é impossível mudar. Como uma
doença sem cura que podemos apenas tratar os sintomas. Mesmo assim, há
coisas que podemos …&lt;/p&gt;</summary><content type="html">&lt;p&gt;Ô negócio complicado a tal da mudança. Quanto mais profunda, mais complicada. É
tão complicado que, as vezes, só podemos conviver com aquilo que queremos mudar.
Está tão solidificado que é impossível mudar. Como uma
doença sem cura que podemos apenas tratar os sintomas. Mesmo assim, há
coisas que podemos mudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mudar, pensar diferente, agir diferente. Mudanças não são fáceis e mas são
necessárias. Para tornar as coisas mais fáceis (ou seria menos
difíceis?), a mudança real, significa sofrer. Não é irônico que
precisamos sofrer para que possamos, com a mudança, evitar (mais)
sofrimento?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É preciso. Não tem jeito. É como uma criança que não quer tomar um
remédio porque tem gosto ruim. "É ruim. Eu sei. Mas é ou toma, ou você
não vai ficar bom.", diria a mãe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sei que preciso mudar. Mas o que devo mudar? Quanto? Como se não
bastasse a dificuldade de fazer com que ela aconteça, ainda tem a
dificuldade de descobrir qual a mudança necessária e a até que ponto é
suficiente. Achar o equilíbrio é muito complicado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu me iludo. Me engano. Digo, a mim mesmo, que não preciso mudar. E
claro, torno a coisa mais complicada. Inconscientemente, vou dizendo
que: "Tudo bem. Não preciso mudar isso." Quantas vezes mais vou ter que
aprender que não atravesso a parede até descobrir que tenho que abrir a
porta antes de tentar passar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiro passo. Querer. E eu quero.&lt;/p&gt;
</content><category term="Mudancas"></category></entry></feed>