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	<title>eduardonunes.org</title>
	
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	<description>comunicação, cultura e jornalismo 2.0</description>
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		<title>Das coisas que fazem o Google ser phoda (4)</title>
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		<comments>http://eduardonunes.org/2010/05/21/das-coisas-que-fazem-o-google-ser-phoda-4/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 02:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[google facts]]></category>

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		<description><![CDATA[Logo mega interativo do dia 21/5, comemorando os 30 anos do PacMan, um dos mais célebres jogos da história:

Detalhe: não é apenas um logo; é o jogo. Mesmo. Só usar as setas direcionais e sair comendo pastilhas e fugindo dos monstrinhos.
Demais!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo mega interativo do dia 21/5, comemorando os 30 anos do PacMan, um dos mais célebres jogos da história:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-279" title="Google1" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/05/Google1.JPG" alt="Google1" width="580" height="481" /></p>
<p>Detalhe: não é apenas um logo; é o jogo. Mesmo. Só usar as setas direcionais e sair comendo pastilhas e fugindo dos monstrinhos.</p>
<p>Demais!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/eduardonunes/~4/w8aiHYXwJ98" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Santa Busca… mas será suficiente?</title>
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		<comments>http://eduardonunes.org/2010/04/10/santa-busca/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 14:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[economia do espírito]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sem ferramentas de busca e indexação, a Web é só ruído &#8211; já disse o Chris Anderson em A Cauda Longa.
Hoje, ao acessar o Cifraclub, pude constatar uma vez mais a verdade da afirmação e o valor daquele botãozinho que diz &#8220;busca&#8221;. Há muito tempo eu não visitava o site, que é uma versão 2.0 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-268" title="CIFRACLUB" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/04/CIFRACLUB.JPG" alt="CIFRACLUB" width="580" height="409" /></p>
<p>Sem ferramentas de busca e indexação, a Web é só ruído &#8211; já disse o <a class="wp-caption-dd" href="http://www.longtail.com/" target="_blank">Chris Anderson</a> em A Cauda Longa.</p>
<p>Hoje, ao acessar o <a class="wp-caption-dd" href="http://cifraclub.com.br" target="_blank">Cifraclub</a>, pude constatar uma vez mais a verdade da afirmação e o valor daquele botãozinho que diz &#8220;busca&#8221;. Há muito tempo eu não visitava o site, que <strong>é uma versão 2.0 e aburdamente ampliada daquelas revistinhas de cifras que a gente usava pra tocar violão até os anos 90</strong>. É colaborativo e contém cifras em quantidade e qualidade diretamente proporcionais ao grau de participação dos usuários.</p>
<p>Antigamente, eu costumava clicar na letra inicial do artista que estava procurando e, então, acessar a sua página &#8211; tudo muito rápido. Hoje, ao entrar na lista dos artistas que começam com a inicial T, dei-me conta de que  lá <strong>havia 2.682 bandas/cantores</strong>. Eu antes falei em ruído? Durma-se com um barulho desses!</p>
<p>Se você não tem tempo sobrando para ficar procurando a cifra da música que pretende tocar, a (eficiente) ferramenta de busca é sua única opção. Santa Busca!</p>
<p>Apesar de tirar o prazer da navegação, é uma solução quando o site se torna &#8220;recheado&#8221; demais.</p>
<p>Maaaaas, já que mencionei A Cauda Longa, aproveito para falar de um problema que constatei no Cifraclub: <strong>como fazer para encontrar artistas que eu <span style="color: #ff0000;">não estou</span> procurando?</strong></p>
<p>Aparentemente, o site não tem uma ferramenta de indicação de artistas relacionados, no modelo consagrado pela Last.fm &#8211; só as listas brutas, um top 500 sem qualquer categorização e que se baseia apenas na quantidade de acessos.</p>
<p>Isso afoga os artistas desconhecidos no oceano de ruído, perpetuando a ditadura dos artistas já famosos.</p>
<p>Tsc tsc.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/eduardonunes/~4/koVOo1PQMXA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Geddel, um baiano</title>
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		<comments>http://eduardonunes.org/2010/04/08/geddel-um-baiano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[periscópio]]></category>
		<category><![CDATA[crônica do absurdo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[
Geddel Vieira Lima ama a Bahia.
Muito.
E quem ama faz coisas estúpidas, já sentenciou o Dr. House, especialista na matéria.
Geddel ama tanto o seu Estado natal que, quando era ministro, moveu mundos e fundos para livrar a sua terra de catástrofes, para proteger o seu povo de intempéries, para evitar que desastres afetassem a vida no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="Geddel Vieira Lima" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/04/Geddel-Vieira-Lima.jpg" alt="Geddel Vieira Lima" width="500" height="333" /></p>
<p>Geddel Vieira Lima ama a Bahia.</p>
<p>Muito.</p>
<p>E quem ama faz coisas estúpidas, já sentenciou o Dr. House, especialista na matéria.</p>
<p>Geddel ama tanto o seu Estado natal que, quando era ministro, moveu mundos e fundos para livrar a sua terra de catástrofes, para proteger o seu povo de intempéries, para evitar que desastres afetassem a vida no seu altaneiro torrão.</p>
<p>Ontem, matéria do Jornal Nacional (para assistir, clique <a class="wp-caption-dd" href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1561136-10406,00-REPASSE+PARA+PREVENCAO+E+DESIGUAL.html" target="_blank">aqui</a>) mostrou que o TCU constatou um ligeiro &#8220;desequilíbrio&#8221; no envio de verbas do Ministério da Integração Nacional para prevenção de desastres nos Estados.</p>
<p>Depois do ensaio para o Apocalipse que aconteceu no Rio de Janeiro, algumas pessoas se perguntaram:<strong> &#8220;Pô, o governo federal não manda grana pra prevenir essas tragédias?&#8221;.</strong></p>
<p>Manda.<strong> O problema é que o dinheiro vai quase todo para o mesmo lugar.</strong> Um deles, por acaso o Estado natal do ex-ministro Geddel, ficou com quase todo o bolo.</p>
<p>De 2004 a 2009, foram repassados aos Estados R$ 365 milhões para prevenção de catástrofes &#8211; e 37,25% destes recursos acabaram nos cofres da Bahia, um lugar que quase nada sofreu com chuvas.</p>
<p>Somos 27 &#8220;entes federados&#8221;. Um deles (que sequer é o mais necessitado) abocanhar sozinho 37,25% dos recursos é demais, não?</p>
<p>Pois bem, a coisa piora. Durante os dois últimos anos em que Geddel ficou com as chaves do cofre (2008-2009), a Bahia recebeu 64,6% do dinheiro. I mean: <strong>SESSENTA E QUATRO VÍRGULA SEIS POR CENTO dos recursos que deveriam ser divididos entre 27 entes federados</strong>.</p>
<p>Entendemos que, numa federação heterogênea, é natural que uns precisem mais do que outros, mas tal desequilíbrio só se justificaria se a Bahia fosse um lugar assolado ao mesmo tempo por tornados, enchentes, terremotos, vulcões, quedas de meteoritos e shows de axé (bem, talvez este último item justifique o favorecimento).</p>
<p>Mas o amor de Geddel Vieira Lima pela Bahia é ainda maior. <strong>Ele concorrerá ao governo do Estado </strong>nas eleições deste ano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-262" title="professor girafales" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/04/professor-girafales.jpg" alt="professor girafales" width="350" height="270" /></p>
<p>Entendeu agora, professor Girafales? Quando estava se despedindo do ministério, o ex-ministro mandou, para o Estado onde concorreria a governador, nada menos que dois terços dos recursos destinados à prevenção de tragédias em todo o país.</p>
<p>Num país sério, isso seria ou não seria considerado<strong> compra de votos</strong>?</p>
<p>Geddel diz que o desequilíbro existe porque a grana só é liberada para quem apresenta projetos ao ministério. E que o Nordeste é mais necessitado que o resto do país. Aham.</p>
<p>Viu? Dr. House tinha razão. Quem ama faz (e diz) coisas estúpidas. E nós pagamos a conta, como sempre.</p>
<p><strong>[Na foto do topo do post, tirada de http://blogdogeddel.com.br, nosso abnegado ex-ministro sorri (ou tenta), rodeado por pequenas e amadas conterrâneas]</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/eduardonunes/~4/BrzFxrPdE-Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Maluf: Wanted Dead or Alive</title>
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		<comments>http://eduardonunes.org/2010/03/19/maluf-wanted-dead-or-alive/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 18:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[periscópio]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou, mas finalmente criaram para o Maluf aquele tradicional cartazinho de &#8220;Wanted&#8221; dos filmes de faroeste. O cartaz, no caso, é uma página na lista vermelha de procurados pela Interpol. Deu na zerohora.com.
O nobre deputado, com a cara-de-pau que lhe é característica, esbravejou contra a inclusão do seu nome em tão indigesto index, afirmando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_256" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.interpol.int/public/data/wanted/notices/data/2009/08/2009_13608.asp" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-256" title="MALUF WANTED" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/03/MALUF-WANTED-300x206.jpg" alt="Imagem: Reprodução" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Reprodução</p></div>
<p>Demorou, mas finalmente criaram para o Maluf aquele tradicional cartazinho de &#8220;Wanted&#8221; dos filmes de faroeste. O cartaz, no caso, é uma página na lista vermelha de procurados pela Interpol. Deu na <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Pol%EDtica&amp;newsID=a2843344.xml" target="_blank">zerohora.com</a>.</p>
<p>O nobre deputado, com a cara-de-pau que lhe é característica, esbravejou contra a inclusão do seu nome em tão indigesto index, afirmando que isso é <span style="color: #ff0000;"><strong>&#8220;uma afronta ao Congresso brasileiro&#8221;.</strong></span></p>
<p>PQP!</p>
<p><strong>Afronta ao Congresso, Excelência, é o senhor ocupar uma cadeira lá.</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/eduardonunes/~4/DfP-4qQcWxU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uso do Twitter por Zerohora.com em cobertura minuto-a-minuto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/eduardonunes/~3/vkl4WwFvFk8/</link>
		<comments>http://eduardonunes.org/2010/02/26/uso-do-twitter-por-zerohora-com-em-cobertura-minuto-a-minuto/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 02:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[webjornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A morte de um secretário de Saúde é coisa séria, principalmente quando se trata de assassinato. E a cobertura um fato de tal magnitude é sempre um desafio para a imprensa.
O jornalismo online, diferente do impresso, não tem deadlines nem prazos. As informaçõess podem ser publicada quase ao mesmo tempo em que são apuradas.
Há várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A morte de um secretário de Saúde é coisa séria, principalmente quando se trata de assassinato. E a cobertura um fato de tal magnitude é sempre um desafio para a imprensa.</p>
<p>O jornalismo online, diferente do impresso, não tem deadlines nem prazos. As informaçõess podem ser publicada quase ao mesmo tempo em que são apuradas.</p>
<p>Há várias maneiras de se fazer uma cobertura &#8220;minuto-a-minuto&#8221;. No caso do assassinato de Eliseu Santos, titular da pasta da Saúde de Porto Alegre, a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.zerohora.com" target="_blank">Zerohora.com</a>optou, pelo menos no início, pela seguinte ferramenta de atualização:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-248" title="capa zero hora eliseu santos" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/02/capa-zero-hora-eliseu-santos.JPG" alt="capa zero hora eliseu santos" width="539" height="344" /></p>
<p>Ao clicar na chamada &#8220;Confira a cobertura em tempo real&#8221;, o leitor era remetido para o <a class="wp-caption-dd" href="http://twitter.com/rosaneoliveira" target="_blank">Twitter da jornalista Rosane Oliveira</a>:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-249" title="twitter rosane de oliveira" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2010/02/twitter-rosane-de-oliveira.JPG" alt="twitter rosane de oliveira" width="522" height="364" /></p>
<p>Posso ser suspeito para falar, pois sou um fã confesso do passarinho azul, mas a grande vantagem do Twitter sobre outras ferramentas usadas em coberturas ao vivo é que ele é mais do que um fórum pontual ou que um amontoado de informação se sobrepondo em ordem cronológica &#8211; é uma rede social viva e conectada com (virtualmente) infinitos pontos de interação.</p>
<p>Já era tempo de esse &#8220;poder de fogo&#8221; começar a ser usado de maneira inteligente pela grande imprensa.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/eduardonunes/~4/vkl4WwFvFk8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sugestão de presente</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/eduardonunes/~3/LVGpu10i_q8/</link>
		<comments>http://eduardonunes.org/2010/02/02/sugestao-de-presente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 17:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[economia do espírito]]></category>

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		<description><![CDATA[&#60;tromba de cera&#62;
Acabo de descobrir que sou um blogueiro do tipo Robert Downey Jr.*: vivo anunciando o retorno à carreira (sem trocadilho). 
Nos blogues que já tive, perdi as contas de quantos hiatos de postagens eu deixei crescer até que eles se tornassem megahiatos, terríveis monstros mitológicos capazes de devorar em poucas semanas a audiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&lt;tromba de cera&gt;</strong></p>
<p><span style="color: #808080;">Acabo de descobrir que sou um blogueiro do tipo <strong>Robert Downey Jr</strong>.*: vivo anunciando o retorno à carreira (sem trocadilho). </span></p>
<p><span style="color: #808080;">Nos blogues que já tive, perdi as contas de quantos hiatos de postagens eu deixei crescer até que eles se tornassem <strong>megahiatos</strong>, terríveis monstros mitológicos capazes de devorar em poucas semanas a audiência que um pobre escrivinhador demora anos para consolidar.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Pois bem, cá estou novamente, anunciando mais um retorno à ativa, jurando uma vez mais ter encontrado um método para domar a preguiça e administrar o (nem sempre) pouco tempo disponível.</span></p>
<p><strong>&lt;/tromba de cera&gt;</strong></p>
<p>Este post foi gestado em julho de 2009 e só agora vem ao mundo. Foi em julho que o meu ilustre xará <a class="wp-caption-dd" href="http://www.eduardolorea.com/" target="_blank">Eduardo Lorea</a> decidiu dar um presente ao Henrique, seu irmão que então partia para estudar na Suécia.</p>
<p>Que presente comprar para um irmão que viaja para a pátria das suecas? Um dicionário? Um grosso casaco? Algumas centenas de preservativos?</p>
<p>O Lorea deu ao Henrique um blogue &#8211; com domínio próprio: <a class="wp-caption-dd" href="http://henrique.se" target="_blank">henrique.se</a>.  Um belo presente, devo dizer. Representa a guinada, ainda não muito perceptível, da economia tradicional para a economia do espírito.</p>
<p>Algum tempo depois da estreia do Henriksson na blogosfera, a blogueira <strong>Juliana</strong> (que insiste em não ter sobrenome), do poderoso <a class="wp-caption-dd" href="http://www.dicasblogger.com.br/" target="_blank">Dicas Blogger</a>, fez algo semelhante quando lançou uma promoção de aniversário divulgada no Twitter. O prêmio <strong>não era um iPhone ou uma TV de plasma,</strong> como fazem algumas subcelebridades que sorteiam bugigangas para ter followers, mas sim um pacote que incluía um domínio próprio, um logotipo personalizado e um template exclusivo. Bens imateriais que devem se tornar cada vez mais valiosos, na medida em que a economia do espírito se espraia.</p>
<p>P.S. Se você por acaso acessar o blogue do Henrique, não acredite na tag &#8220;suecas&#8221;. Ela não remete ao que você está pensando.</p>
<p><span style="color: #808080;">* A comparação, é claro, não leva em conta o talento dramático deste que vos escreve.</span></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/eduardonunes/~4/LVGpu10i_q8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Areia nos Dentes: uma não-resenha</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/eduardonunes/~3/YSlwb-Hmeus/</link>
		<comments>http://eduardonunes.org/2009/11/04/areia-nos-dentes-uma-nao-resenha/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[periscópio]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[
[Do DF mexicano, um narrador bêbado e não confiável escreve sobre seus antepassados. Imagem: Google Earth]
Por que alguém leria e recomendaria uma história de faroeste narrada por um bêbado mexicano e escrita por um porto-alegrense de 25 anos que nunca esteve no México?
Resposta: porque o livro é bom demais.
Areia nos Dentes foi lançado em 2008, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-236" title="DF mexicano" src="http://eduardonunes.org/wp-usr-upload/2009/11/DF-mexicano1.JPG" alt="DF mexicano" width="609" height="268" /></p>
<p><strong>[Do DF mexicano, um narrador bêbado e não confiável escreve sobre seus antepassados. <span style="color: #808080;">Imagem: Google Earth</span>]</strong></p>
<p>Por que alguém leria e recomendaria uma história de faroeste narrada por um bêbado mexicano e escrita por um porto-alegrense de 25 anos que nunca esteve no México?</p>
<p>Resposta: porque o livro <strong>é bom demais</strong>.</p>
<p><a class="wp-caption-dd" href="http://www.naoeditora.com.br/catalogo/areia-nos-dentes/" target="_blank">Areia nos Dentes </a>foi lançado em 2008, pela <a class="wp-caption-dd" href="http://www.naoeditora.com.br/" target="_blank">Não-Editora</a>. O não-autor, <span style="color: #ff0000;"><strong>Antônio Xerxenesky</strong> </span>(<a class="wp-caption-dd" href="http://antonioxerxenesky.com" target="_blank">site</a> | <a class="wp-caption-dd" href="http://blog.antonioxerxenesky.com" target="_blank">blog</a>| <a class="wp-caption-dd" href="http://www.twitter.com/xerxenesky" target="_blank">twitter</a>), não-sócio da não-empresa, sempre foi apaixonado pela cultura mexicana, por histórias de faroeste e de zumbis e um dia decidiu juntar tudo isso em um livro.</p>
<p>É o primeiro romance de Xerxenesky, o que significa que pode ser um pouco cedo pra puxar com tanta veemência o saco do autor, mas acredito que o risco de engano seja mínimo: <strong>o cara já é um grande contador de histórias<span style="color: #ff0000;"> e</span> um grande escritor</strong>. Ou seja, ele não apenas consegue envolver o leitor com sua história, mas também sabe juntar as palavras com maestria, resultando numa prosa quase poética.</p>
<p>A história do povoado de Mavrak, uma quase cidade-fantasma perdida no meio do deserto, num lugar e numa época em que não fazia muito sentido perguntar se era Estados Unidos ou México, é narrada por Juan, um velho bêbado e nem um pouco confiável que vive em um apartamento perdido na selva urbana do Distrito Federal mexicano. <strong>Enquanto reflete sobre o vazio da sua vida, Juan decide contar (ou seja, inventar) a história de seus antepassados de Mavrak.</strong> Graças a esse recurso de metalinguagem, sabemos o tempo todo que tudo não passa de ficção contada a partir dos dias atuais &#8211; mas, mesmo assim, avançamos página após página para saber o que vem em seguida, tal a intensidade com que o enredo nos atinge.</p>
<p>Por falar em linguagem, o livro é uma mescla de gêneros narrativos que se complementam. Por meio do seu narrador/alter ego Juan, <strong>Xerxenesky brinca com diferentes estilos</strong>, contando sua história ora no formato de roteiro cinematográfico, ora como fluxo de consciência, ora bisbilhotando no diário de um dos personagens, ora traçando um paralelo entre o que dois personagens pensam ao mesmo tempo, ora perdendo um capítulo inteiro por causa de um vírus de computador.</p>
<p>O livro é tão bem amarrado que até o que não está nele funciona bem, como no caso do capítulo que, na vida real e não no romance,  foi suprimido sem querer na hora de diagramar e acabou ficando de fora na impressão (não faz falta na comprensão da trama e prova que Xerxenesky é tão confiável quanto Juan, como ele mesmo conta <a class="wp-caption-dd" href="http://blog.antonioxerxenesky.com/?p=120" target="_blank">neste post do seu blogue</a>).<br />
<strong><br />
&#8220;Não tem como ser ruim&#8221;<br />
</strong>Areia nos Dentes traz muitos dos deliciosos clichês que imortalizaram o gênero: a ética da valentia e da honra, a guerra entre dois clãs rivais (no caso, os Marlowes e os Ramírez), o deserto, os duelos, os índios, o xerife austero e o saloon com suas prostitutas, seus bêbados, seus jogos de pôquer e suas brigas que começam por uma besteira e acabam com um cara sendo morto a tiros.</p>
<p>Ah, e os zumbis.</p>
<p>Já na orelha do livro, Daniel Galera diz: <strong>&#8220;Se tem zumbis no meio, só pode ser bom&#8221;.</strong> Quando falei de Areia nos Dentes ao colega e amigo <a class="wp-caption-dd" href="http://corujisses.blogspot.com" target="_blank">Diogo Pereira</a>, sua resposta foi muito parecida: <strong>&#8220;Bah, faroeste com zumbis? Não tem como ser ruim!&#8221; </strong>Realmente, não tem mesmo.</p>
<p>Os cadáveres que saem das entranhas da terra para se intrometer na guerra entre Marlowes e Ramírez acabam por encerrar a guerra dos mavrakianos contra o ambiente hostil em que teimavam em viver. Uma comunidade que vivia tão longe de tudo e tão perto do Nada estava condenada à morte. Nada mais justo que fossem os mortos os executores da sentença.</p>
<p>E nada mais real do que um final de romance em que carrascos se tornam réus e réus se tornam carrascos. A fantasia de estarem mastigando cérebros é só uma licença poética.</p>
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		<title>E se o Sauron fosse CEO do Google?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 15:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[posts]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>

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		<description><![CDATA[Ideia para roteiro de ficção científica:
Um dia, um Senhor do Mal descobre um jeito bem legal de ferrar a humanidade: criar um serviço online que conecte todos os computadores do mundo (e, por extensão, os seus usuários) a um único plugue.
Ele começa oferecendo um eficiente site de buscas, turbinado por um algoritmo poderoso. A popularidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ideia para roteiro de ficção científica:</p>
<p>Um dia, um Senhor do Mal descobre um jeito bem legal de ferrar a humanidade: criar<strong> um serviço online que conecte todos os computadores do mundo</strong> <strong>(<span style="color: #0000ff;">e, por extensão, os seus usuários</span>) a um único plugue.</strong></p>
<p>Ele começa oferecendo um eficiente site de buscas, turbinado por um algoritmo poderoso. <strong>A popularidade desse site permite ao Senhor do Mal lançar, paulatinamente, várias outras ferramentas gratuitas e de grande sucesso</strong>: e-mail, redes sociais, álbuns de fotos online, agregadores de vídeos, editores de textos e planilhas, discos rígidos virtuais, browser, plataformas de blogs, serviço de mapas e fotos de satélite da Terra, sistemas operacionais para telefones celulares.</p>
<p>No estágio final do plano,<strong> toda a humanidade está, de um jeito ou de outro, presa aos servidores do Senhor do Mal por um cordão umbilical de fibra ótica</strong>. Os textos, planilhas, apresentações, fotos, vídeos,  redes de contatos, recados,  cantadas, notícias, desejos, preferências, hábitos e costumes de todas as pessoas estão todos bem guardados pelo vilão e ao alcance de um único botão de &#8220;desliga&#8221;.</p>
<p>Aqui, há mais de uma solução possível:</p>
<p>1) O Senhor do Mal é do tipo cataclísmico  e explodirá os próprios servidores, acabando com metade das vidas de todas as pessoas que usam a internet.</p>
<p>2) Trata-se de um vilão mais fleumático e sádico, que saberá usar todas as informações de que dispõe  para extorquir, chantagear, torturar e se divertir muito.</p>
<p>***********<br />
<span style="color: #0000ff;">(É claro que tudo isso não passa de ficção, que os caras do Google são legais e que nunca nenhum chefe da empresa vai pensar em usar assim todo o poder que tem em mãos. Sejamos otimistas.)</span></p>
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		<title>Um passeio na escola do futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 23:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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Recentes casos de desrespeito e agressão de professores de escolas públicas – com a conivência da Justiça, muitas vezes – não são de maneira nenhuma espasmos isolados. Mostram uma tendência, escancaram as engrenagens ocultas do devir social, constituem-se num vislumbre muito claro do futuro que se avizinha. Futuro a que tive acesso, num momento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2435/3704307790_44b898f1c1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Recentes casos de desrespeito e agressão de professores de escolas públicas – com a conivência da Justiça, muitas vezes – não são de maneira nenhuma espasmos isolados. Mostram uma tendência, escancaram as engrenagens ocultas do devir social, constituem-se num <strong>vislumbre muito claro do futuro que se avizinha</strong>. Futuro a que tive acesso, num momento de delírio – ou de excesso de lucidez&#8230; ainda não sei.<br />
No meu transe epifânico, me vi, como num passe de mágica, transportado a um futuro próximo, neste mesmo Brasil que hoje destruímos a marretadas decididas.</p>
<p>Visitei algumas escolas daquele Brasil vindouro. Lá, percebi que <strong>a grande maioria dos alunos ia fazer qualquer coisa, menos aprender</strong>. Uns eram constrangidos pelos pais a estarem lá, outros só queriam a merenda servida no recreio, outros batiam ponto no educandário para que sua família tivesse acesso ao pagamento de bolsas fornecidas pelo governo, alguns usavam a rede de contatos do mundo escolar para distribuir drogas e uns poucos compareciam às aulas por não terem nada melhor para fazer.</p>
<p>As escolas que vi não se pareciam com escolas, em absoluto. Os prédios assemelhavam-se àqueles das áreas de conflito que aparecem na TV. Prédios de áreas de conflito são característicos. Qualquer que seja a região, é sempre o mesmo o aspecto dos edifícios mostrados. Stalingrado em 1942, Saigon em 1972, Bagdá em 1991, Cabul em 2003. Assim, ou quase assim, eram – ou serão&#8230; viagens no tempo sempre geram uma confusão com os verbos – as escolas do futuro que vi. <strong>Vidros quebrados, paredes pichadas, portas e janelas arrebentadas, móveis inutilizados.</strong></p>
<p>Em um dos colégios que visitei, <strong>perguntei ao zelador que perversos vilões teriam empregado tal quantidade de energia para danificar estabelecimentos públicos de ensino</strong>. Visigodos? Cruzados? Nazistas? Marines? Orcs? Stormtroopers?</p>
<p>“Alunos” – respondeu o zelador.</p>
<p>Espiei uma das salas de aula daquela escola para ver com meus próprios olhos o comportamento de tão destrutivos estudantes. Naquele dia, dois professores tinham faltado ao trabalho (um estava de licença-saúde devido a uma síndrome do pânico derivada do quotidiano da profissão, outra entregava currículos em lojas de departamentos, já que tinha decidido trocar o magistério pela cultura de vendas). A falta de dois mestres fazia com que duas turmas precisassem ser atendidas concomitantemente com outras duas. Dois professores faziam o serviço de quatro.</p>
<p>Perguntei a um dos educadores se isso não tornava a aula um inferno naquelas quatro turmas. Ele disse que sempre era um inferno, e que a vantagem de se atender duas turmas ao mesmo tempo é que assim todos podiam ir embora mais cedo.</p>
<p>Os alunos, mesmo nas salas em que havia um professor dedicado exclusivamente a eles, não pareciam se importar muito com o mestre. Conversavam, riam alto, jogavam papéis e pedaços de giz uns nos outros e ocasionalmente no professor, trocavam bilhetinhos e, ao serem repreendidos pelo educador, respondiam com insultos e ameaças de agressão ou de processo judicial.</p>
<p>Numa das salas, um menino de 13 anos levou a cabo uma dessas ameaças e quebrou uma cadeira nas costas de uma professora.<strong> Depois de agredida, ela se levantou e perguntou ao agressor se ele tinha acertado a cadeirada exatamente onde queria acertar. </strong>Ele respondeu que sua intenção era atingi-la um pouco mais à esquerda, ela se desculpou por ser um mau alvo e pediu-lhe que tentasse de novo. Ele fez isso, ela foi parar na UTI do hospital em estado de coma e, ao acordar, sorriu aliviada ao ser informada que a família do seu algoz tinha decidido não registrar queixa contra ela.</p>
<p>Nesse momento, uma campainha começou a tocar. A professora não pareceu ter ouvido o som, mas eu ouvi, cada vez mais claro, até ser acordado, pelo despertador, do terrível pesadelo que tinha perturbado o meu sono. Enquanto me arrumava para ir para uma das escolas em que leciono, pensei no futuro que vislumbrei e  dei-me conta de que quase todas aquelas coisas já estão acontecendo.</p>
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		<title>R.I.P. Capacho</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 03:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[periscópio]]></category>
		<category><![CDATA[estupidez]]></category>

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		<description><![CDATA[E eis que, quando você promete a si mesmo não se surpreender com mais nada desse mundo cão, você chega em casa à 0h50min (voltando do trabalho e não da farra, como seria justo e nobre) e percebe que roubaram o seu capacho.
Sim, o capacho. Aquele tapete. Que ficava na porta do seu apartamento. Preto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E eis que, quando você promete a si mesmo não se surpreender com mais nada desse mundo cão, você chega em casa à 0h50min (voltando do trabalho e não da farra, como seria justo e nobre) e percebe que roubaram o seu capacho.</p>
<p>Sim, o capacho. Aquele tapete. Que ficava na porta do seu apartamento. Preto. Sem nada estampado, nem sequer um &#8220;Welcome Friends&#8221; fajuto. Nada. Era só um reles capacho sem vida, que você esperava usar para limpar os pés.</p>
<p>Pois roubaram o meu capacho. Quem? Com que finalidade?</p>
<p>O mundo está mesmo perdido&#8230;</p>
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