<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145</atom:id><lastBuildDate>Sat, 18 Apr 2026 06:43:42 +0000</lastBuildDate><category>Escola</category><category>Ciência</category><category>Mídia</category><category>(meu) Trabalho</category><category>Políticas públicas</category><category>Aprendizagem</category><category>Professor</category><category>Eventos</category><category>Outros</category><category>Saúde</category><category>Leitura</category><category>Pesquisa em Educação</category><category>Poesia</category><category>Cinema</category><title>Cultura, Educação e(m) Ciências</title><description>educação, cultura, ciência e política em palavras inconformes...&#xa;Entre e fique à vontade.</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-8445283372644272012</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2016 17:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-12-21T14:55:28.613-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">(meu) Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas públicas</category><title>O que fazemos serve para o quê?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;Agora falando sério&lt;br /&gt;Eu queria não mentir&lt;br /&gt;Não queria enganar&lt;br /&gt;Driblar, iludir&lt;br /&gt;Tanto desencanto&lt;br /&gt;E você que está me ouvindo&lt;br /&gt;Quer saber o que está havendo&lt;br /&gt;Com as flores do meu quintal?&lt;br /&gt;O amor-perfeito, traindo&lt;br /&gt;A sempre-viva, morrendo&lt;br /&gt;E a rosa, cheirando mal&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;(Agora falando sério/Chico Buarque)&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em uma reunião com colegas acadêmicos ou que trabalham em divulgação científica, dia desses, escutei a frase:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- O que fazemos não serve para nada...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muito embora a pessoa seja a mais otimista deste grupo (ou se diga a mais otimista), soltou como um desabafo em meio à distópicas verborragias...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu diria que enquanto crença em uma sociedade supostamente pautada em conhecimentos cientificamente&amp;nbsp; estabelecidos e tidos como válidos: sim... O que fazemos não serve para nada!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Será que não é exatamente por nossa soberba acadêmica de acharmos que o que produzimos academicamente devia ser lido, estudado e levado a sério para gerar um modelo de sociedade?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não seria exatamente a arrogância - e até um ressentimento estúpido - por aquilo que produzimos ser, em várias medidas, restrito a poucos e de fato não interessar à população em geral?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O que temos feito, de verdade, para provar que aquilo que é desenvolvido dentro de instituições como a que trabalhamos faz diferença? Que esforço temos feito para que o que falamos seja, simultaneamente, compreendido por pessoas leigas, sem que isso desrespeite tradições e aniquile conhecimentos, saberes e culturas tradicionais? Que tipo de valor damos, de fato, ao que as pessoas falam e pensam sobre o que fazemos aqui, para reorganizarmos nossa prática científica (lembrando que isso é feito com dinheiro público e que defendemos que siga sendo feito desse modo...)?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando vemos a extinção de fundações de pesquisa e de comunicação públicas, como no estado do Rio Grande do Sul, ou da reestruturação de instâncias como o CNPq e do Ministério da Ciência e Tecnologia, penso que fica claro: não! A ciência e tudo o que fazemos não vale nada. Não serve para nada...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; E temos feito o quê para que isso se modifique? De que modo tu tens discutido o que é conhecimento, como ele é produzido e os motivos de ele ser levado em conta?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strike&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strike&gt;P.S.: Tu levas em conta e respeitas o conhecimento produzido no instituto ao lado do teu (e sabe o motivo de essa pergunta ser relevante)?&lt;/strike&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot; class=&quot;YOUTUBE-iframe-video&quot; data-thumbnail-src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/Ze0N-Nh0rLs/0.jpg&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/Ze0N-Nh0rLs?feature=player_embedded&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Pode ser lido enquanto escutas a música e cortas o pulso : )&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2016/12/o-que-fazemos-serve-para-o-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/Ze0N-Nh0rLs/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-7698757079193083262</guid><pubDate>Fri, 30 Sep 2011 03:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-29T23:58:34.040-04:00</atom:updated><title>Das truculências dos atuais espaços democráticos…</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pois é, eu ando afastada de meus escritos, uma vez que as tarefas cotidianas tornam difícil vir ao blog e atualizá-lo…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mas hoje, sinceramente, ao ver uma notícia, compartilhada por uma amiga no Facebook, não resisti. A notícia em questão era sobre &lt;a href=&quot;http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=327752&amp;amp;modulo=966&quot;&gt;professores da rede pública estadual de Fortaleza, que “entraram em conflito” com o batalhão de choque, na Assembléia Legislativa&lt;/a&gt;. Ora, entraram em conflito com batalhão de choque quer dizer, em liguagem bem explícita, porrada, sangue e gritaria…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sabe o que me espanta, neste e em outros casos? O quanto está se tornando comum, rotineiro, fato vulgar e banal, os “conflitos” com batalhões de choque em manifestações populares. Seja na Grécia, França, Espanha, Chile, São Paulo, Fortaleza, seja passeata por que passam fome, precisam de emprego, salários, educação, saúde…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É estranho pensar que em uma sociedade “democrática”, cujos cidadãos elegem sujeitos para representá-los, em uma sociedade em que se pede coisas que não são banais (me parece que comida, educação, saúde e condições de trabalho são reinvindicações para lá de justas) exatamente para estes sujeitos que, teoricamente, nos representam, nos recebem com porrada (por outros sujeitos, também pagos por nós – diga-se de passagem). Isto é o cúmulo da ridicularização popular: o povo paga para apanhar… Apanhamos, de fato, de nós mesmos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O que me incomoda é o fato de aceitarmos como óbvio que resistência, passeata e reinvindicações de coisas ÓBVIAS virem trajédia anunciada, e comumente escutemos que nestes dias temos mais é que ficar em casa, pois juntação de gente pode acabar nisso…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O que me incomoda é que lutas justas virem falácias políticas, que trabalhadores (que estudam e muito) passem por vagabundos e marginais, arruaceiros… Me entristece que corrupção seja notícia cotidiana e porrada no povo (pelo povo) seja consequência.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;E me entristece, muito e sempre, ver professor batalhando para ganhar não mais… mas o justo!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(e vale a pena ler a reportagem e ver o vídeo lá no site… Sério, fiquei chocada – não só com a porrada, mas com o resto todo. Vale a pena!)&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Até pensei em escrever sobre estas relações atuais, de democracia e violência, mas fiquei tão chocada com mais esta, que ficará para a próxima! Hoje foi só um desabafo… &lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2011/09/das-truculencias-dos-atuais-espacos.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-8921197806658457733</guid><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 01:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-20T21:55:12.637-04:00</atom:updated><title>II Passeio eco-ciclístico pela APA Rota do Sol</title><description>&lt;p&gt;Ontem recebi um e-mail de uma colega e resolvi divulgar aqui. Achei interessante o vídeo e, claro, o tema…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O vídeo, que está no youtube, apresenta um passeio de bicicleta como um protesto contra a fauna atropelada na Rota do Sol. Também apresenta alguns números alarmantes, tais como o de quase 80 animais silvestres atropelados diariamente, nesta estrada, durante a alta temporada.&lt;/p&gt;  &lt;div style=&quot;padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px&quot; id=&quot;scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:61886a48-7969-452c-a630-97f617e18a72&quot; class=&quot;wlWriterEditableSmartContent&quot;&gt;&lt;div id=&quot;db9c6d95-77fb-4cc6-90e4-ca04e57544e5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; display: inline;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=oX_8DedqlWk&quot; target=&quot;_new&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiE2dbPEtj3m4I8MOsmaVh7KH0EkeInB6IqUeiCjDpYMLgUfH5L8lsRF3mJODS7HRiZ65MHVJb7rJF2cxvOn4jtD5cLGJkspyAqsYto_6Jtsp2ruNzuU8GiR4nObCj5ZuHwHvGBvFiPw4/?imgmax=800&quot; style=&quot;border-style: none&quot; galleryimg=&quot;no&quot; onload=&quot;var downlevelDiv = document.getElementById(&#39;db9c6d95-77fb-4cc6-90e4-ca04e57544e5&#39;); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/oX_8DedqlWk?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/oX_8DedqlWk?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;&quot; alt=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fora a conscientização do evento em si, como este blog é de Educação em Ciência, mais uma vez acho importante ressaltar o quanto uma ferramenta aparentemente “simples” como o youtube, que nossos alunos certamente sabem usar com mais destreza que nós, pode ser útil e eficiente para levar um debate sério – que não deixa de ter conteúdo – e que pode, sim, articular ciência e cultura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enfim… Achei o vídeo legal pois mostra imagens desta estrada, que é linda, realmente linda! E que, se nós podemos trafegar por ela… por qual motivo não os animais? &lt;img style=&quot;border-bottom-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-left-style: none&quot; class=&quot;wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile&quot; alt=&quot;Smiley piscando&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhc-TaXmZ2En9d5hgqBQnDEK_8FqaNUaL-26z9wfCHMs-4hRRb58RcmioFUX79tHqtN-F4nshBWIyHLBV-bDLDAm5ELv2DRXTcdX17xpf6TyOs624UlfvLBRNc5krIUOZfRxMe2kWQqRDY/?imgmax=800&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Até a próxima!&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2011/04/ii-passeio-eco-ciclistico-pela-apa-rota.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhc-TaXmZ2En9d5hgqBQnDEK_8FqaNUaL-26z9wfCHMs-4hRRb58RcmioFUX79tHqtN-F4nshBWIyHLBV-bDLDAm5ELv2DRXTcdX17xpf6TyOs624UlfvLBRNc5krIUOZfRxMe2kWQqRDY/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-211983907005244094</guid><pubDate>Sun, 26 Dec 2010 20:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-27T00:30:02.183-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aprendizagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisa em Educação</category><title>Ciência na escola…</title><description>&lt;span style=&quot;padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; float: left; padding-top: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ando bem empenhada (e ano que vem estarei mais ainda) com tudo o que envolve ciência e escola, o ensino de ciências, educação científica, enfim… a compreensão do que é e como se faz ciência por aí!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Hoje vi uma reportagem muitíssimo interessante, sobre crianças, na Inglaterra, que fizeram um experimento com abelhas e publicaram na Biology Letters. Fui atrás do artigo completo, intitulado &lt;em&gt;Blackawton bees&lt;/em&gt;, que pode ser lido &lt;a href=&quot;http://rsbl.royalsocietypublishing.org/content/early/2010/12/18/rsbl.2010.1056.full&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span &gt;&lt;u&gt;aqui&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As crianças montaram o experimento com as abelhas, treinando-as para – nas palavras delas – resolver problemas “como nós” (humanos). A principal descoberta das crianças foi:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“Nós descobrimos que abelhas podem usar uma combinação de cores e relações espaciais para decidir em quais cores de flores buscar alimento. Nós também descobrimos que ciência é legal e divertida pois nós podemos fazer coisas que ninguém fez antes”. (tradução livre e tosca minha…)&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O artigo é escrito em uma linguagem extremamente simples e direta. Muitas vezes, como deve ser, divertida! O que não tira a grandiosidade do trabalho, pelo contrário. Nos lembra que o conhecimento é uma construção humana, realizada pela curiosidade, pela observação, pelo exercício do pensar… “Será que…?”, “Por quê?”, “Como?” são perguntas comuns a cientistas e crianças. Pena que as vezes, na ciência, nos esquecemos da leveza e da alegria… preocupados com o tempo, os prazos, a competitividade – o que leva, inclusive, às publicações. Esta publicação é fruto de um trabalho criterioso, sério, rigoroso, mas com uma leveza de ser… Sem precisar publicar, sem a pressão insana de órgãos de fomento e de pontuações de currículo, elas foram lá e fizeram (com lápis de cor e tabelas coloridas).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pode ser até um pouco ingênuo… Mas estas crianças nos trazem de volta a leveza de ser. Nos lembram que ensinar ciência não é o que tem sido feito… Minhas brigas constantes com professores desta área! Aliás, o que pouco se tem feito na escola é ensinar ciência. Ensina-se resultado científico! Ora, que desperdício de ideias, curiosidades, de mentes sãs e que pensam por si! Desperdiçamos, sim, estas crianças ao calá-las com inúmeros nomes, listas e decorebas inúteis, que nada fazem mais, do que deixar insosso (quando não deixa de lado mesmo) algo que é, no mínimo, o que é mais precioso para nossa espécie: o conhecimento (com responsabilidade e ética, sempre) e a possibilidade de produzi-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;E o conteúdo?!?! Bradam sempre aqueles que não se sentem encabulados por serem chamados de “conteudistas”… Sério que ensinar ciência deste modo não tem conteúdo? E agora? Eles não saberão todos os filos, todas as características, todas as coisinhas mais enfadonhas que ficamos repetindo desde o século XVIII para estas crianças (me incluo nisso, claro)! Como faremos agora que elas não sabem disso? Ah, sim… Elas não precisam disto, pois os livros estão recheados destas coisas. Elas sabem mais: como usar e pensar a partir disto. Ou melhor, ao ver o mundo, pensam (e agem) sobre ele! Que perigo não nos trará isso!!! É conteudistas, é melhor voltar para as classes, ordens, famílias, para não desequilibrar o mundo…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quando vemos isso, também penso em tudo o que se diz, que é preciso de certo tempo – idade e maturidade – para aprender determinadas coisas. A compreensão de como se faz ciência precisa de tempo. De certo para entrar em moldes e padrões estabelecidos e modificar pouca coisa…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pode ser que eu esteja dando mais valor ao artigo do que ele realmente mereça (duvido, no entanto). Mas realmente fico insuportavelmente feliz quando percebo que ainda pode ser divertido ensinar aquilo que eu escolhi como profissão: as Ciências Biológicas.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Certamente este artigo será leitura obrigatória no próximo semestre, só para começar. Não que isso vá mudar o mundo, claro… Nem a educação em ciências no Brasil. Não acredito muito nestas coisas… Se um professor (ou futuro professor) lembrar do quanto a biologia é maravilhosa, entenderá que ser professor desta área é (ou deveria ser) o máximo.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Outra coisa que chama a atenção no artigo é como podemos ter explicações claras, científicas, produzindo saber, sem soberba e com muito entusiasmo! E, olhe só, escrito em primeira pessoa (nós concluímos, nós aprendemos…). A simplicidade tem lugar no mundo dos adultos, e com ela aprendemos (de novo) o prazer de conhecer e explicar o que conhecemos!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Deixo, abaixo, a conclusão do artigo (original em inglês, pois adorei do jeito que está e pronto! rsrs).&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“We conclude that bees can solve puzzles by learning complex rules, but sometimes they make mistakes. They can also work together (indirectly) to solve a puzzle. Which means that bees have personality and have their personal ‘likings’. We also learned that the bees could use the ‘shape’ of the different patterns of individual flowers to decide which flowers to go to. So they are quite clever, because they can memorize a pattern. This might help them get more pollen from flowers by learning which flowers might be best for them without wasting energy. In real life this might mean that they collect information and remember that information when going into different fields. So if some plants die out, they can learn to find nectar in another type of flower.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Before doing these experiments we did not really think a lot about bees and how they are as smart as us. We also did not think about the fact that without bees we would not survive, because bees keep the flowers going. So it is important to understand bees. We discovered how fun it was to train bees. This is also cool because you do not get to train bees everyday. We like bees. Science is cool and fun because you get to do stuff that no one has ever done before. (Bees—seem to—think!)”&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Bom, nada mais me resta falar, fora o entusiasmo (que já deve ter sido notado por quem chegou até aqui) de ver este artigo… Ler “we like bees” em um artigo científico é simplesmente fantástico. Sim! Qual o motivo mais teríamos para pesquisar se não gostar daquilo que observamos? Qual o problema de gostarmos de nosso objeto de estudo? Enfim, fora estes devaneios, sinto-me lisonjeada por ter lido algo assim, que me mostra que realmente existe jeito para o mundo (e para a educação em ciências… rsrs).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para terminar, só para variar um pouco, usarei um escrito de Mário Quintana (pois tudo isso que sempre falamos ele já sabia, e escrevia em forma de poema…)&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;APROXIMAÇÕES&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Todo poema é uma aproximação. A sua incompletude é     &lt;br /&gt;que o aproxima da inquietação do leitor. Este não quer que lhe      &lt;br /&gt;provem coisa alguma. Está farto de soluções. Eu, por mim, lhe      &lt;br /&gt;aumentaria as interrogações. Vocês já repararam no olhar de      &lt;br /&gt;uma criança quando interroga? A vida, a irrequieta inteligência      &lt;br /&gt;que ele tem? Pois bem, você lhe dá uma resposta instantânea,      &lt;br /&gt;definitiva, única — e verá pelos olhos dela que baixou vários      &lt;br /&gt;risquinhos na sua consideração.      &lt;br /&gt;(Mário Quintana, &lt;em&gt;a vaca e o hipogrifo&lt;/em&gt;, p. 48) &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Biology+Letters&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1098%2Frsbl.2010.1056&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Blackawton+bees&amp;amp;rft.issn=1744-9561&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=&amp;amp;rft.issue=&amp;amp;rft.spage=&amp;amp;rft.epage=&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Frsbl.royalsocietypublishing.org%2Fcgi%2Fdoi%2F10.1098%2Frsbl.2010.1056&amp;amp;rft.au=Blackawton%2C+P.&amp;amp;rft.au=Airzee%2C+S.&amp;amp;rft.au=Allen%2C+A.&amp;amp;rft.au=Baker%2C+S.&amp;amp;rft.au=Berrow%2C+A.&amp;amp;rft.au=Blair%2C+C.&amp;amp;rft.au=Churchill%2C+M.&amp;amp;rft.au=Coles%2C+J.&amp;amp;rft.au=Cumming%2C+R.&amp;amp;rft.au=Fraquelli%2C+L.&amp;amp;rft.au=Hackford%2C+C.&amp;amp;rft.au=Hinton+Mellor%2C+A.&amp;amp;rft.au=Hutchcroft%2C+M.&amp;amp;rft.au=Ireland%2C+B.&amp;amp;rft.au=Jewsbury%2C+D.&amp;amp;rft.au=Littlejohns%2C+A.&amp;amp;rft.au=Littlejohns%2C+G.&amp;amp;rft.au=Lotto%2C+M.&amp;amp;rft.au=McKeown%2C+J.&amp;amp;rft.au=O%27Toole%2C+A.&amp;amp;rft.au=Richards%2C+H.&amp;amp;rft.au=Robbins-Davey%2C+L.&amp;amp;rft.au=Roblyn%2C+S.&amp;amp;rft.au=Rodwell-Lynn%2C+H.&amp;amp;rft.au=Schenck%2C+D.&amp;amp;rft.au=Springer%2C+J.&amp;amp;rft.au=Wishy%2C+A.&amp;amp;rft.au=Rodwell-Lynn%2C+T.&amp;amp;rft.au=Strudwick%2C+D.&amp;amp;rft.au=Lotto%2C+R.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CResearch+%2F+Scholarship%2CEducation&quot;&gt;Blackawton, P., Airzee, S., Allen, A., Baker, S., Berrow, A., Blair, C., Churchill, M., Coles, J., Cumming, R., Fraquelli, L., Hackford, C., Hinton Mellor, A., Hutchcroft, M., Ireland, B., Jewsbury, D., Littlejohns, A., Littlejohns, G., Lotto, M., McKeown, J., O&#39;Toole, A., Richards, H., Robbins-Davey, L., Roblyn, S., Rodwell-Lynn, H., Schenck, D., Springer, J., Wishy, A., Rodwell-Lynn, T., Strudwick, D., &amp;amp; Lotto, R. (2010). Blackawton bees &lt;span style=&quot;font-style: italic&quot;&gt;Biology Letters&lt;/span&gt; DOI: &lt;a href=&quot;http://dx.doi.org/10.1098/rsbl.2010.1056&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;10.1098/rsbl.2010.1056&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2010/12/ciencia-na-escola.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-6519868877297049424</guid><pubDate>Thu, 28 Oct 2010 20:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-28T17:50:37.255-03:00</atom:updated><title>Projeto Novos Talentos</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Hoje vou fazer só “auto-propagandas” (mas do bem… rsrsrs). Recebi por e-mail um vídeo com um pequeno trecho de um documentário que está sendo realizado em Porto Alegre (e será também em Rio Grande), por um projeto chamado Rede Novos Talentos. Este projeto, que acontece há alguns anos, visa apresentar a ciência para Adolescentes estudantes da Rede Pública de Ensino, convidando-os para pensar e viver o que é e como se faz ciência. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eu conheci o projeto em 2003, quando ainda fazia mestrado na &lt;a href=&quot;http://www.ufrgs.br/faced/pos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;Faculdade de Educação&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;http://www.ufrgs.br/ufrgs/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;UFRGS&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;). Eu e algumas colegas da Educação trabalhamos juntas com o pessoal da &lt;a href=&quot;http://www.ufrgs.br/cpgbioq&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;Pós-Graduação em Bioquímica&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;, sob orientação dos Profs.Drs. Diogo O. de Souza e Nádia G. S. de Souza. Na época o projeto estava recém começando em Porto Alegre e foi ótimo, tivemos professores e alunos de quatro escolas participando do curso “Memórias, Aprendizagens e Constituição de Identidades”. Alguns dos professores voltaram, posteriormente ao curso e estágio, à universidade para seguir estudando em cursos de Mestrado e Doutorado e também alguns alunos buscaram cursos de graduação na área científica (inclusive permanecendo na universidade para cursos de pós-graduação também). Depois deste primeiro curso, tivemos mais três outras edições ainda em Porto Alegre.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Logo que vim morar nas bandas de Mato Grosso, afastei-me do projeto, mas não dos colegas com quem trabalhei naquela época! Agora teremos a oportunidade de desenvolver este projeto também aqui na universidade em que trabalho, a UNEMAT/Campus Tangará da Serra. O nosso projeto Novos Talentos também quer apresentar modos de fazer e pensar ciência aos adolescentes de nossa cidade aqui do interior, mostrando que este campo de atuação profissional é interessante e não está desvinculado da sociedade!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os professores que irão trabalhar neste projeto que é atualmente financiado pela CAPES*,&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyMOvty3WV9GBkECJR7sFr41yxw-sajiBN0PjoqSjgA-v9NfjXz8nrxGz9n7WItB1gTwvcgX0vpZFWJrvWtxDAvKe8vDhBPFuKZG6az3zmInMHrxDRGQefPZ1f-9c45gjwmFzIWcxIjZU/s1600-h/capes%5B5%5D.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;capes&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;capes&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieqc3PCDD_xPaJWSU1eSFaqIJZecx28v9zPgvpm4MBT0jEAhwd4MqHzlszu9Dp1G6BrXw5And4W2X3gjgy4ZCyMcaK82UW3Zb1eOBjFuYInT7GJhy6HcuMtovieV2i_ix1DIoQsiq9lAI/?imgmax=800&quot; width=&quot;203&quot; height=&quot;175&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; são: Ana de Medeiros Arnt (eu!!!), Eduardo Bessa, Alessandra Regina Butnariu, Diogo Andrade Costa, Cecília de Campos França, Rejane Gambarra, Ivana Ferigolo, Maria Helena Rodrigues Paes, Sérgio Baldinotti, Hilton Marcelo de Lima Souza e Diones Krinski. Além deles, temos também vários alunos de graduação e pós-graduação que fazem parte deste time: Bruna Favetti, Angélica Massaroli, Jessica Cocco, Giliard Balduíno, Larissa de Souza Soares, Márcia de Souza, Thabatha Ferreira dos Santos, Joiciane Gonçalves Farias, Gesivânia Pires dos Reis, Ildebrando de Oliveira e Carla Cassanica.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É bastante trabalho e estamos animadíssimos com a oportunidade de mostrar aquilo que mais gostamos de fazer para outras pessoas (para que elas também vejam como fazer ciência é o máximo!!!). Já fizemos vários contatos com o pessoal de Porto Alegre e de Rio Grande para trocar experiência e aprender com eles um pouco mais do projeto!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Veja abaixo o trecho do documentário que sairá sobre o projeto em Porto Alegre (com o Professor Diogo Souza, alunos do Colégio Estadual Tubino Sampaio e pesquisadores do Depto. de Bioquímica da UFRGS).&lt;/p&gt;  &lt;div style=&quot;padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 425px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px&quot; id=&quot;scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:67484af9-c7e7-4cce-9139-62e823811989&quot; class=&quot;wlWriterEditableSmartContent&quot;&gt;&lt;div id=&quot;3f21c82e-749d-4e48-aaab-397d72ca606a&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; display: inline;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=LnwRZFaUWV4&quot; target=&quot;_new&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3FmHbWQG-61wG2E7yu5RB5bugaRZOy_-SPEF6-Bp6tHaVSk0AA-bydbVMa_Vay8eFbqUPTdUdhTT6pLyBenhTTFcdnb2jBm2HSZTBdbsqj_Bvkhb35EtXAdyF1e0_qW11ceIDlWLpyyE/?imgmax=800&quot; style=&quot;border-style: none&quot; galleryimg=&quot;no&quot; onload=&quot;var downlevelDiv = document.getElementById(&#39;3f21c82e-749d-4e48-aaab-397d72ca606a&#39;); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/LnwRZFaUWV4&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/LnwRZFaUWV4&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;&quot; alt=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;Observações:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;*Este projeto atualmente é financiado pela &lt;a href=&quot;http://www.capes.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;&lt;u&gt;CAPES&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, para saber mais, clique &lt;a href=&quot;http://www.capes.gov.br/educacao-basica/novos-talentos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2010/10/projeto-novos-talentos.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieqc3PCDD_xPaJWSU1eSFaqIJZecx28v9zPgvpm4MBT0jEAhwd4MqHzlszu9Dp1G6BrXw5And4W2X3gjgy4ZCyMcaK82UW3Zb1eOBjFuYInT7GJhy6HcuMtovieV2i_ix1DIoQsiq9lAI/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-3107847617722692796</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-07T18:12:43.630-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pesquisa em Educação</category><title>Netnografia e blogs: estratégias de pesquisa e outras coisinhas mais… (parte 1)</title><description>&lt;span style=&quot;padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; float: left; padding-top: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Novas+tecnologias+na+Educa%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;rft_id=info%3Aother%2F&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Estudo+dos+blogs+a+partir+da+netnografia%3A+possibilidades+e+limita%C3%A7%C3%B5es&amp;amp;rft.issn=1679-1916&amp;amp;rft.date=2006&amp;amp;rft.volume=4&amp;amp;rft.issue=2&amp;amp;rft.spage=1&amp;amp;rft.epage=9&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.cinted.ufrgs.br%2Frenote%2Fdez2006%2Fartigosrenote%2F25065.pdf&amp;amp;rft.au=Montardo%2C+Sandra&amp;amp;rft.au=Passerino%2C+Liliana&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Anthropology%2CResearch+%2F+Scholarship&quot;&gt;Montardo, Sandra, &amp;amp; Passerino, Liliana (2006). Estudo dos blogs a partir da netnografia: possibilidades e limitações &lt;span style=&quot;font-style: italic&quot;&gt;Novas tecnologias na Educação, 4&lt;/span&gt; (2), 1-9&lt;/span&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No artigo &lt;em&gt;O estudo dos blogs a partir da netnografia: possibilidades e limitações&lt;/em&gt;, as autoras Sandra Montardo e Liliana Passerino discutem uma nova possibilidade de pesquisa a partir de conceitos da etnografia: a netnografia.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A etnografia é uma metodologia de pesquisa do campo da Antropologia, com uma história que inicia-se no século XIX, e busca conhecer um grupo cultural, seu sistema simbólico, de crenças e valores, através da imersão do pesquisador no grupo estudado. A etnografia usa como ferramentas de pesquisa, especialmente, a observação, entrevistas e conversas formais ou informais, a produção de um diário de campo com as anotações (descrições e transcrições) e fotografias e outros materiais provenientes desta estada na cultura pesquisada*.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O artigo em questão, discute algumas possibilidades de pesquisa no ‘mundo virtual’ com ferramentas metodológicas inspiradas, por assim dizer, na etnografia: a netnografia.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Assim como a “original”, a netnografia traz também um sentido de imersão em um meio cultural, ou produtor de cultura. Entendendo que a internet é não só um meio de comunicação, mas também um espaço de convivência, produção de sentidos, que reúne grupos e comunidades por interesses comuns e, também, produz sentidos e valores no mundo, sendo, portanto,&amp;#160; &lt;em&gt;produtor de cultura**&lt;/em&gt;. Apesar de, muitas vezes, tais pesquisas (em comunidades ou ambientes de comunicação virtuais) parecerem banais e serem muito criticadas, é importante ressaltar o quanto hoje, notadamente, as discussões e as produções deste meio dito ‘virtual’ interferem e produzem efeitos no que se insiste em chamar de ‘real’ (não que não exista diferença entre real e virtual, mas claramente as fronteiras produzem efeitos na vida “real” das pessoas, bem como a vida dos sujeitos ditos “reais” também é construída nestes meios virtuais, e suas relações sociais se dão nestes meios, muitas vezes com laços tão fortes quanto os chamados “reais”).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Voltando às questões metodológicas, é a partir dos estudos de &lt;a href=&quot;http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1693978&amp;amp;sid=87916720712525366781100246&amp;amp;k5=173A0872&amp;amp;uid=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Christine Hine (Etnografia Virtual)&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; que as autoras apresentam as aproximações possíveis no estudo de comunidades virtuais, inicialmente, e depois em blogs. Montardo e Passerino, no entanto, ressaltam a necessidade, obviamente, de adaptações no uso das ferramentas metodológicas, não podendo-se tomar “ao pé da letra” a etnografia para pesquisas no mundo virtual.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como “vantagens” em relação à etnografia, a netnografia (segundo Montardo e Passerino, p.9), teria: (a) facilidade de busca e coleta de dados; (b) amplitude da coleta e armazenamento (no tempo e no espaço); (c) desdobramento da pesquisa com rapidez. Como desvantagem, principalmente, seria o grande risco de excesso de informações, perda de foco na pesquisa e a dificuldade de cumprir as exigências éticas da pesquisa, o que discorro brevemente abaixo.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao longo do artigo, para quem se interessar, há mais apontamenos acerca do “como” se utiliza esta metodologia. O que me interessou neste artigo são as questões de ética, levantadas pelas autoras. Em especial, elas trazem as seguintes perguntas:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;1) Foruns on line são públicos ou privados?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;2) O que constitui o consentimento informado no ciberespaço?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Dentro da etnografia, o grupo estudado consente formalmente na realização da pesquisa e, além disso, pode decidir não mais participar do estudo (ou seja, não ser mais “objeto de estudo”) quando assim desejar. Em uma rede virtual, será isso possível? Entendendo que em alguns espaços é necessário realizar um cadastro para ter acesso às informações pessoais de integrantes (como &lt;em&gt;Orkut, Facebook &lt;/em&gt;e outros deste tipo), talvez seja interessante se pensar nas implicações éticas de usar informações pessoais (incluindo comunidades que participam, discussões que fazem nestas, recados entre amigos, usos gerais deste espaço virtual...), uma vez que as informações não estão “soltas” na internet para todos verem. Afinal, é necessário cadastro, pedidos para interagir (ser amigo ou participação nas comunidades) e outros procedimentos mais ou menos restritos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No caso dos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;, a questão dos consentimentos informados, ao que me parece, tornam-se mais complexos. Sendo um &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; sem restrições (que todos podem ler e comentar – mesmo que os comentários sejam moderados), os escritos estão publicados (isto é, foram tornados &lt;em&gt;públicos&lt;/em&gt;). Fiquei perguntando-me (coisa que faço muito, sempre…): não pedimos autorização, por exemplo, quando realizamos uma pesquisa (com análise de discurso ou análise textual) de revistas e/ou jornal, enfim, de textos &lt;em&gt;publicados&lt;/em&gt;. Qual o motivo de termos autorização (ou consentimento, termo mais apropriado talvez) para realizar sobre o blog? As autoras argumentam ainda em relação aos comentários, o que também penso ter o mesmo sentido: quando comentamos, nós publicamos para todos (os que quiserem) ler e, inclusive, comentar, retrucar, chutar, maltratar, elogiar…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No debate realizado em sala de aula***, também foi levantada a ideia de que os posts não são escritos com o intuito de serem usados academicamente (no sentido de objetos de pesquisa). Novamente, foi abordado que, talvez, realmente não tenham este objetivo, &lt;em&gt;da mesma maneira que jornais e revistas impressas e eletrônicas, &lt;/em&gt;o objetivo (o meu, claro) é ser lido, que alguém leia, se interesse, comente. Mas os usos a serem feitos? Bem, estes são os riscos que corremos ao publicar (no sentido de tornar público) o que pensamos e falamos… Se este é um espaço de produção de significados e valores (hehehe, me achei agora… não sei se este blog, especificamente, é para tanto, rsrsrs), como qualquer outro espaço cultural, é fonte e objeto de pesquisa &lt;em&gt;também, &lt;/em&gt;como de simples olhadelas curiosas, clicadas desinteressadas em buscas no &lt;em&gt;google&lt;/em&gt;, cliques acidentais por aí, ou buscas (por que não?) interessadas também (afinal, não é de todo ruim, né???). &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A outra questão que fiquei me interrogando acerca deste artigo, foi em relação à preocupação com a &lt;em&gt;veracidade das informações pessoais &lt;/em&gt;(dos perfis dos &lt;em&gt;bloggeiros, &lt;/em&gt;das &lt;em&gt;postagens&lt;/em&gt; dos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;, dentre outras coisas). Mas… Esta postagem já ficou gigantesca e, nesta altura do campeonato, poucos ainda devem estar lendo, então isto ficará para outro &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;, aguardem…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Só para constar, no fim, abaixo está a apresentação que fiz, correspondente a este texto, para o seminário.&lt;/p&gt;  &lt;div style=&quot;padding-bottom: 5px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 425px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 5px&quot; id=&quot;scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:34fcc2ef-962a-456a-8e56-049a8abe6852&quot; class=&quot;wlWriterEditableSmartContent&quot;&gt;&lt;div id=&quot;8f19ff43-bd14-411e-af74-752f04a8389e&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; display: inline;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=YKVgkUkr4ls&quot; target=&quot;_new&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcdn6fYh1DC9gOFwoLFRQUJII4cVDtZHUFrT9qIyyZQvGk3LzKw3-x9aMRfMCPHbHGpWtCrIdWpcfJBTp-9z_DBvg_Z9EKyyKNULJeE8Vt2PuYc4Qn_C4JY64J6oW5JqupV7SfOt4sVFQ/?imgmax=800&quot; style=&quot;border-style: none&quot; galleryimg=&quot;no&quot; onload=&quot;var downlevelDiv = document.getElementById(&#39;8f19ff43-bd14-411e-af74-752f04a8389e&#39;); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/YKVgkUkr4ls&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/YKVgkUkr4ls&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;&quot; alt=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;* Para saber mais sobre etnografia, os autores Clifford Geertz (Ex. Estar lá, escrever aqui. &lt;em&gt;Diálogos&lt;/em&gt;, São Paulo, v.22, n.3, 1989, p.58-63; &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.zahar.com.br/doc/c0617.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Nova luz sobre a Antropologia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, ed. Zahar) e Tereza Caldeira (A presença do autor e a pós-modernidade em antropologia. &lt;i&gt;Novos Estudos, n. 21, &lt;/i&gt;Campinas: CEBRAP, 1988, p. 133-157) apresentam importantes discussões e um bom aporte teórico, inclusive para quem está iniciando os estudos no campo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;** Cultura entendido aqui não somente como “o melhor que foi e é produzido pela sociedade humana”, mas todas as práticas sociais e produções humanas, aquilo que tem ou produz sentidos/significados na sociedade. Para ler mais acerca desta noção de cultura, ler Nelson, C., Treichler, P. A. &amp;amp; Grossberg, L. Estudos Culturais em Educação: Uma introdução. In: Silva, T. T. da (org.) &lt;i&gt;Alienígenas em sala de aula&lt;/i&gt;. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. p. 7-38.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;***Este post foi feito em função do debate gerado na disciplina &lt;em&gt;Caçadores de identidade: drops sobre tribos urbanas da atualidade&lt;/em&gt;, oferecida pela Profª.Drª. Elisabete Garbin, com participação das Profª.Drª. Clarice Traversini e Profª.Drª.Maria Luíza Xavier, no &lt;a href=&quot;http://www.ufrgs.br/faced/pos/&quot;&gt;Programa de Pós-Graduação em Educação (FACED/UFRGS)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2010/06/netnografia-e-blogs-estrategias-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-1378744512340163303</guid><pubDate>Sun, 11 Apr 2010 16:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-07T18:13:07.347-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros</category><title>Sobre Tamanduás mirins, alegrias e tristezas</title><description>&lt;p&gt;Ontem à noite, saindo da casa de uma amiga, percebemos (meu marido e eu) um vulto escuro na rua. Já era tarde e nas proximidades da casa há muito mato e terrenos vazios (ainda), além de ter pouco movimento de carros, motos e bicicletas. É comum vermos corujas buraqueiras no meio da avenida, sempre que voltamos para nossa casa. Ao observar aquele vulto, automaticamente reduzimos a velocidade do carro, eu imaginei que era um cachorro pequeno que perambulava por ali. O carro à nossa frente, também de um amigo, também havia reduzido a velocidade e, chamou-me a atenção, parou brevemente. Ao nos aproximarmos, entendemos o motivo! Era um tamanduá mirim (&lt;i&gt;Tamandua tetradactyla&lt;/i&gt;)! &lt;img style=&quot;margin: 5px 10px 5px 0px&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://i.olhares.com/data/big/196/1969017.jpg&quot; width=&quot;207&quot; height=&quot;140&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ficamos alguns longos segundos observando aquele lindo animal caminhando desajeitadamente pelo asfalto. Eu, particularmente, não acreditei muito no que via, e perguntei “é isso mesmo? é um tamanduá?”. Eu nunca tinha visto um, nem em Jardins Zoológicos. Eu imaginava que era um pouco maior, não sei se era adulto ou meio filhotão ainda. Mas era lindo, isso posso afirmar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No primeiro momento, uma alegria súbita por encarar um animal tão lindo, por saber que ele “ainda existe” e tão perto de nós. Depois da euforia, já retomando o caminho de casa fomos nos dando conta que, na verdade, ver um tamanduá mirim, no meio da rua não é bom… Primeiro por ter uma grande chance dele sofrer algum acidente (e causar um, claro) de carro. Por outro lado, aqui na cidade há muitos cães soltos, ele é, assim, uma presa razoavelmente fácil. Por fim, se ele está na rua, passeando, entre outros motivos, pode ser por não haver mais espaço, alimento, enfim, condições de sustentá-lo onde ele estava antes (nas matas ao redor da cidade).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De qualquer modo, parece-me trágico o destino do nosso estimado tamanduá mirim. Embora ainda eufórica por ter, finalmente, me deparado com este simpático animal – era um dos grandes anseios desde que vim morar para os lados do Cerrado – não posso deixar de pensar que isto, ao mesmo tempo, não é um bom sinal…&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;P.S.: a foto é de autoria de &lt;a href=&quot;http://br.olhares.com/lrbv&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;&lt;strong&gt;Luiz Renato Blumlein Vieira&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, e pode ser encontrada &lt;a href=&quot;olhares.aeiou.pt/tamandua_mirim_foto1969017.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;neste link&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2010/04/sobre-tamanduas-mirins-alegrias-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-5840581362306863388</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-07T18:13:56.579-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas públicas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>2010: Mais dengue para o Brasil…</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Novamente neste ano, vemos estampadas as notícias dos assustadores números da dengue no país. Como, pelo menos por enquanto, não temos nenhum outra enfermidade que dê mais audiência acontecendo em outros países ou mesmo no Sul e Sudeste, temos mais atenção para esta enfadonha doença que, ano após ano, vem ganhando espaço – ou pessoas – no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em especial no Centro Oeste, que é onde moro, os números não são nada agradáveis. No Mato Grosso, registrou-se um aumento de 804% de casos confirmados, em relação ao mesmo período de 2009. Para ser exata, conforme noticiado ontem (mais informações &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=323671&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;), 15.362 casos, sendo que 387 graves e 17 mortes (8 confirmadas e 9 em investigação). Em 2009 foram registrados no estado 60 mil casos de dengue, até agora, em 50 dias, alcançamos a marca de 25% deste número.&lt;a href=&quot;http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 0px 5px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;contra dengue&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;contra dengue&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5NoXaxeBtbiYjHiLbXuivOqXuLRHe2MLi1vWG5GMaEHefsBRe66VfVNZHnv2aWrwwcg-Fz6Dn2biKFUKT_CsWalbwG9xZwzder-QMqSam9hXUXU8BGZTiaHjG_fl4LQ387eEQyY6B5kU/?imgmax=800&quot; width=&quot;213&quot; height=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O que realmente me surpreendeu é que agora (antes tarde do que nunca, diga-se de passagem) a &lt;a href=&quot;http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;página&lt;/a&gt; do Ministério da Saúde tem vários locais com links que nos direcionam ao &lt;a href=&quot;http://www.combatadengue.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site exclusivo&lt;/a&gt; da doença, com informações razoavelmente atualizadas e uma rica quantidade de textos explicativos e material de campanha, com &lt;em&gt;banners, &lt;/em&gt;propagandas e muito mais. Em 2009, o que havia de mais recente eram dados de 2007, com o Brasil vivendo uma forte luta contra a dengue, em especial nos estados de Mato Grosso e Bahia. Mas, claro, a &lt;em&gt;gripe A&lt;/em&gt; ganhou mais destaque, com atualizações diárias no site do Min. da Saúde, naquela época. Não que fosse desnecessário, ou mesmo exagerado. O que me incomodava era a completa falta de registros oficiais, publicados sobre a dengue em um país, mesmo apresentando uma incidência absurda.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A cada notícia da dengue, na televisão, as precauções são repassadas, como se fosse a primeira vez. Aqui no Mato Grosso, a propaganda da Secretaria da Saúde passa várias vezes ao dia, há alguns anos. Independente disso, os números crescem e os agentes que visitam as casas seguem achando desleixo e descaso – público e privado. Na minha residência foram três visitas, se não me engano. Ainda que não encontrem nada, eles sempre alertam dos cuidados necessários… Mesmo com a ação pública (pois ela, surpreendentemente, as vezes se faz presente) atenta, facilitando o acesso às informações, seguimos com os malditos números crescendo…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Resta esperar que as campanhas funcionem, que as escolas atentem-se à problemática, que a população acorde para as soluções… Resta também, torcer para que doenças ocasionais, mesmo que necessitem atenção, não ofusquem o absolutamente imprescindível trabalho intensivo contra a dengue no país (mesmo que afete, “somente” o Centro Oeste e Norte, e isso dê tão pouca audiência para os jornais televisivos…).&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2010/02/2010-mais-dengue-para-o-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5NoXaxeBtbiYjHiLbXuivOqXuLRHe2MLi1vWG5GMaEHefsBRe66VfVNZHnv2aWrwwcg-Fz6Dn2biKFUKT_CsWalbwG9xZwzder-QMqSam9hXUXU8BGZTiaHjG_fl4LQ387eEQyY6B5kU/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-7759065164486116317</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 03:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-23T01:45:28.209-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aprendizagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Leitura</category><title>Para todas as coisas: Dicionário (parte 1)</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Semana passada foram publicados os novos números do Indicador de Analfabetismo Funcional (&lt;a href=&quot;http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.01.00.00.00&amp;amp;ver=por&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;INAF&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;), apontando queda de 9% para 7%, de 2007 para 2009 em nosso país. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como eu não tinha muita ideia do que é, afinal, analfabetismo (ou alfabetismo) funcional, fui atrás para entender melhor. Encontrei as definições no site do INAF, e achei bem interessante, pois são conceitos que muitas vezes escutamos em reportagens e/ou notícias, bem como falamos, sem entender direito o que querem dizer. O INAF classifica a população brasileira de acordo com suas habilidades em leitura/escrita (letramento) e matemática (numeramento). No site constam as classificações que seguem:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Analfabetos funcionais        &lt;br /&gt;Analfabetismo -&lt;/strong&gt; Corresponde à condição dos que não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares (números de telefone, preços etc.).       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alfabetismo rudimentar - &lt;/strong&gt;Corresponde à capacidade de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como um anúncio ou pequena carta), ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento usando a fita métrica.       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Alfabetizados funcionalmente        &lt;br /&gt;Alfabetismo básico -&lt;/strong&gt; As pessoas classificadas neste nível podem ser consideradas funcionalmente alfabetizadas, pois já lêem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências, lêem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma seqüência simples de operações e têm noção de proporcionalidade. Mostram, no entanto, limitações quando as operações requeridas envolvem maior número de elementos, etapas ou relações.       &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alfabetismo pleno - &lt;/strong&gt;Classificadas neste nível estão as pessoas cujas habilidades não mais impõem restrições para compreender e interpretar elementos usuais da sociedade letrada: lêem textos mais longos, relacionando suas partes, comparam e interpretam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas de dupla entrada mapas e gráficos.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Além da queda já mencionada no início do &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;, o analfabetismo rudimentar vem apresentando queda, aumentando, portanto, o que o INAF chama de alfabetismo básico. O alfabetismo pleno não tem se alterado significativamente.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O que assusta um pouco é ver os dados em relação às diferentes escolaridades. No Ensino Superior, temos cerca de 1% de analfabetos funcionais (com analfabetismo rudimentar) e 31% de alfabetizados no nível básico. Se isto já é impressionante, ficamos tristes ao ver que ao finalizar as Séries Finais do Ensino Fundamental permanecem 10% de analfabetos absolutos e 44% de analfabetos rudimentares, em uma população de 15 a 64 anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A pergunta que fica (para mim, ao menos), é como modificar este cenário? Certamente não existem fórmulas mágicas para isso, fora as respostas clássicas de estímulo à leitura (que grande parte das escolas ainda não sabe como também), parece-me comum o estímulo e o hábito iniciarem em casa, com os pais. Mas como estimular a leitura em casa, quando grande parte dos pais também é analfabeta (ou quase)?&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Perguntas que vão se acumulando sem muitas perspectivas de respostas… (suspiro)&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para todas as coisas: dicionário&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para que fiquem prontas: paciência&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(Nando Reis, &lt;em&gt;Diariamente&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/12/para-todas-as-coisas-dicionario-parte-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-8273115982320252840</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-23T01:44:17.824-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">(meu) Trabalho</category><title>Livro: Parte 2</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.edufal.com.br/2008/index.php?pagina=detalhes&amp;amp;id_prod=10923&amp;amp;id_categ=4&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;image&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;image&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5XpdGmcljdB3qDElMA1cpwhblxLSydVnvco06QI4IbWwY8lwwvU3c7iNQSbdDU7OjYmlpwDSMo0i1w_znDuO95a9fwtIs6iaAE8ggyd6DlKAnA-FLD6ScxeURDQ9UBUA-CqPX9RWDg-A/?imgmax=800&quot; width=&quot;178&quot; height=&quot;237&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Para possíveis interessados, já está no site da EDUFAL o livro &lt;em&gt;Escritos Metodológicos: possibilidades na pesquisa contemporânea em Educação, &lt;/em&gt;que eu citei alguns &lt;em&gt;posts &lt;/em&gt;atrás (divulgado &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/10/lancamento-de-livro.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;&lt;u&gt;aqui&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quer saber mais? Clique &lt;a href=&quot;http://www.edufal.com.br/2008/index.php?pagina=detalhes&amp;amp;id_prod=10923&amp;amp;id_categ=4&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/12/livro-parte-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5XpdGmcljdB3qDElMA1cpwhblxLSydVnvco06QI4IbWwY8lwwvU3c7iNQSbdDU7OjYmlpwDSMo0i1w_znDuO95a9fwtIs6iaAE8ggyd6DlKAnA-FLD6ScxeURDQ9UBUA-CqPX9RWDg-A/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-8504513389217582482</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T17:01:57.073-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eventos</category><title>VIII Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología</title><description>&lt;p&gt;Embora repetido do outro blog, sempre é bom divulgar eventos interessantes… Então, lá vai:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Recebi hoje a notícia de um evento que tem tudo para ser interessantíssimo… Além do tema ser de uma relevância ímpar para os Estudos da Ciência, é em Buenos Aires! O que sempre é um prazer reviver, reconhecer, reencontrar…&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Abaixo as informações do evento:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Datas: de 16 a 19 de julho de 2010]&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tema do Evento: Ciência e Tecnologia para a Inclusão social na América Latina&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Inscrição de Resumos até 27 de fevereiro de 2010 (tem tempo!!!), nos idiomas Português, Inglês, Espanhol e Francês.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os resumos aceitos poderão enviar o trabalho completo até 15 de junho de 2010.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Temas para submissão de trabalhos:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1.Desafíos e historia de las políticas de ciencia y tecnología en los paises de Iberoamérica    &lt;br /&gt;2.Instituciones, disciplinas y campos de la ciencia y la tecnología     &lt;br /&gt;3.Tecnología, Innovación y Sociedad     &lt;br /&gt;4.Procesos de producción y uso del conocimiento científico y tecnológico     &lt;br /&gt;5.Participación de los públicos, comunicación y democratización     &lt;br /&gt;6.Los riesgos de la ciencia y la tecnología     &lt;br /&gt;7.Debates teóricos y metodológicos en el estudio social de la ciencia y la tecnología     &lt;br /&gt;8.Dimensiones internacionales de la ciencia y la tecnología     &lt;br /&gt;9.Educación CTS y Educación Superior     &lt;br /&gt;10.Las tecnociencias emergentes&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mais informações no &lt;a href=&quot;http://www.escyt.org/2009/10/26/esocite-2010-buenos-aires/#more-530&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;site do evento&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&lt;/em&gt;e na &lt;a href=&quot;http://www.escyt.org/wp-content/uploads/2009/10/CALL_FOR_PAPERS_ESOCITE_2010_BSAS.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;primeira convocatória para submissão do trabalho&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/11/viii-jornadas-latinoamericanas-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-730442548774317653</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 03:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T17:01:57.073-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eventos</category><title>Semana Nacional de Ciência e Tecnologia</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, nada mais oportuno para, de novo, lembrar &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnE5ux72dkZgJIPKOx8vfgcI3EqPJNQv3A2C8E6aS2zuETzrIJVYeQDltxIbq6nmOdQTYZQXgv-rG2ZLYMByj_veWU1IStIZ6hHWRqklYokK_3yAL_G5CN9b2PJxKqY9xO6_z_xO-JOAM/s1600-h/quintana5%5B7%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;quintana5&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;quintana5&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigSHQZ8SAwMG7seg0VLoHfyrUtAP8L7_WsGbWgA5o09h0AVd0dQAhhTJT82xpAbrqMNPGJnb9K0oWcqM7tISSMl2Is4atTKO4DBlLB6EahzYykEihA6UqH799g3FkCgGwj9YRmVnFplS8/?imgmax=800&quot; width=&quot;208&quot; height=&quot;146&quot; /&gt;&lt;/a&gt;das palavras de nosso estimado poeta Mário Quintana que sempre me fazem pensar na Ciência: &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;Das indagações&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;;-)&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quintana, Mário. &lt;em&gt;Caderno H&lt;/em&gt;. São Paulo: Globo, 2003, p.54.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Foto retirada do site: &lt;a title=&quot;http://br.geocities.com/marlidf/webquest/recursos.htm&quot; href=&quot;http://br.geocities.com/marlidf/webquest/recursos.htm&quot;&gt;http://br.geocities.com/marlidf/webquest/recursos.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/10/semana-nacional-de-ciencia-e-tecnologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigSHQZ8SAwMG7seg0VLoHfyrUtAP8L7_WsGbWgA5o09h0AVd0dQAhhTJT82xpAbrqMNPGJnb9K0oWcqM7tISSMl2Is4atTKO4DBlLB6EahzYykEihA6UqH799g3FkCgGwj9YRmVnFplS8/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-2202905693842703669</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2009 01:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-23T01:44:43.851-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">(meu) Trabalho</category><title>Lançamento de Livro</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No dia 31 de outubro será lançado, pela Editora UFAL, o livro &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiX9rCr5n0O0FAoD_pByzZYXbDxBumrnbUEG7LTnguiKawEJflbuFopN1XqC46G8bOijtLlLJYZCEn3kCzd9A3OMOwVNITetPuFzZcaXxzSqNw9hhw9bqOopxvRrvp3qrdmbKbo05sEJCo/s1600-h/Bienal%20do%20Livro%20Alagoas%5B12%5D.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 15px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;Bienal do Livro Alagoas&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Bienal do Livro Alagoas&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgREm0M3DBrFiVhxuWXov03saZUImp7Us70d76kFHVmUY7_LudCSxhTFeP8ndgsuDkO1XtZdQftPx2uHt80ZJPB7mkXRaVl5TY0eBCLa7_YGvIYoZE7UgyTGV5VXEUNf6DuZt3j7tuoSQI/?imgmax=800&quot; width=&quot;203&quot; height=&quot;91&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Escritos Metodológicos:&amp;#160;&amp;#160; possibilidades na pesquisa contemporânea em educação, &lt;/em&gt;na IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas. O evento acontecerá entre os dias 30 e 8 de novembro, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, MACEIÓ/AL&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Autores:&lt;/p&gt;  &lt;table border=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot;&gt;&lt;tbody&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Taís Ferreira (organizadora)&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Shaula Maíra Vicentini Sampaio (organizadora)&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Maria Lúcia Castagna Wortmann&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Karla Saraiva&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Mirtes Lia Pereira Barbosa&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Rodrigo Saballa de Carvalho&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Ana de Medeiros Arnt (Sim, eu!)&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Anelise Scheuer Rabuske&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;Fátima Hartmann&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;         &lt;p&gt;Iara Tatiana Bonin&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;298&quot;&gt;George Saliba Manske&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O livro organizado com muito empenho pelas minhas colegas de mestrado Taís Ferreira e Shaula Sampaio! E é também motivo de alegria o prefácio ser escrito pela Professora Maria Lúcia Castagna Wortmann, que (penso que falo por todos os colegas) foi uma das professoras mais importantes do Programa de Pós-Graduação em Educação (FACED/UFRGS) para todos nós, por nos apresentar os caminhos da pesquisa e das discussões no campo dos Estudos Culturais! (mas sem perder a ternura jamais!)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Espero que agrade, a quem interessar possa… Em breve em uma livraria perto de vocês!!!&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/10/lancamento-de-livro.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgREm0M3DBrFiVhxuWXov03saZUImp7Us70d76kFHVmUY7_LudCSxhTFeP8ndgsuDkO1XtZdQftPx2uHt80ZJPB7mkXRaVl5TY0eBCLa7_YGvIYoZE7UgyTGV5VXEUNf6DuZt3j7tuoSQI/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-3813826565763365004</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2009 06:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T03:03:38.911-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Professor</category><title>As velhas ideias sobre as Novas Tecnologias…</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As novas e velhas tecnologias continuam sendo discutidas e questionadas em âmbito escolar… Muitas escolas e professores seguem posicionando-se como vítimas de um mundo mais atraente, que torna os alunos desinteressados (de suas ma-ra-vi-lho-sas) aulas! Olhe só!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje5IEP7ax4UW5s6VvqyNlhpJY3vfRRAEpeEvngZdSNIp9J7pal2D2uWeOfc2FHCGu9Xg7xo9v-2q1IjIa_1jb5sjh_BQT1wKQst_kd23c3GKenpDWXj9ziFF-35Rdp_l0NRztKGEJMirU/s1600-h/Telejogo%20-%20Console%5B6%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;Telejogo - Console&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Telejogo - Console&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwXQP4APZvyTSgmji84Y9Vntqcqr0LG7WJRBL0SkN-4pv7f5P6rZYJayFjxDeXl9htRPPZt0LhnYtO9YYrkhBzSilD-h54F1tODruhqXsvs_hSPfwQSxW0YWEHzrmVomur-9YR8khNjDw/?imgmax=800&quot; width=&quot;210&quot; height=&quot;120&quot; /&gt;&lt;/a&gt;No tempo em que eu estava na escola já havia bastantes atrações fora da escola… E olha que o video-game que eu tinha era preto e branco na época!!! (De vez em quando essas coisas me denunciam…). Lembro-me bem quando &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFXIodzshAURp2hTXhaNCbpO5tBtmAm4HdMPbbfNEpZ1FSJ9kNHoMMKTnId73U7KJ5StSduI38xJkcwRoDZWynLk4_aJPZqbkA_i-cxs-W4r6eN4fgsW32jU8J6qNl4IHiRHBUWdOUnFM/s1600-h/tELEJOGO%20ii%5B5%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;tELEJOGO ii&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;tELEJOGO ii&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq_Ji9gdla5MujRjhAuqnYHApUs6Aw9CpYAgb5PKOhghvROFJ8AeN6Uu_BZuXjeE_M-SivaLu8t-yqRRvEWFEi4rB_D1CjpBZl_muveICJslydX3F4umnpkeIUo7ACDQt_LnCG9GKCzEU/?imgmax=800&quot; width=&quot;153&quot; height=&quot;121&quot; /&gt;&lt;/a&gt;eu e meu irmão ganhamos o Telejogo, ele vinha com três jogos – daqueles de palitinhos – que com imaginação fértil conseguíamos supor que eram futebol, tênis e o outro eu não lembro). Pois é, o telejogo já era atração o suficiente quando éramos crianças – meu irmão e eu. Além disso, claro, tinham as brincadeiras de carrinho, GI-Joe (sim, eu brincava de comandos em ação…), de pegar, de esconder, a bicicleta e, claro, o Lalo – nosso cocker-lata de plantão, sempre a postos para alguma brincadeira. Parece-me realmente que a escola era algo de segundo plano, nesta idade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Hoje, como professora de professores não posso ficar falando estas coisas por aí, pega mal… (Ops!). Mas realmente intriga-me esta ideia de que a escola é refém de um mundo mais interessante. Primeiramente por a escola fazer (a princípio) parte deste mundo, segundo por poucos se interrogarem sobre se o que estão ensinando para estas crianças e adolescentes é realmente tão interessante e necessário assim &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLK9i11xjnRrNcsc2AZ1IF-lT6aVFuprBC1T1vfCixEuxS-MVXTmmT8E7AzyyCBJwnQCgONwQ9CToYHkNbXzR1j1EjDTKzAW0JfiUIPm7HNa_sdb3MzBpT7O6kM9Wnx1dd1SbFoFMh1Wk/s1600-h/moore.books%5B5%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 15px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;moore.books&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;moore.books&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiolAoOj1cSRyfWl9NMke_ce9M-iP0K7t-obazPOwWAZ3gwORDx8nERo7lDwFc89LeqFVuexFR5TdFKaIXN_5koCOCBD4YSJxrV_uFJ2ysx0fymvbsizhy1Pz-eS0WaLKWU1VPaa-N_6C4/?imgmax=800&quot; width=&quot;177&quot; height=&quot;176&quot; /&gt;&lt;/a&gt; (hmm, agora serei apedrejada: “mas e o CONTEÚDO!!! Temos que cumprir todo o CONTEÚDO!!!” Certo, será? Quem mesmo é responsável pelo estabelecimento do conteúdo? Ah, sim! A escola e o corpo docente… “Quer dizer que o que trabalhamos na escola é desnecessário????” Ora, se o aluno não aprende, me parece que sim…); enfim, voltando… Sigo questionando, em relação ao conteúdo, aos interesses, às estratégias didáticas, e todas as coisas mais que fazem parte da rotina escolar: qual é o nosso compromisso? Ou com o quê (ou com quem) é nosso compromisso? As vezes essa resposta aproxima-se mais do conteúdo do que do aluno.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;François Dubet, sociólogo, discute na entrevista “&lt;a href=&quot;http://www.anped.org.br/rbe/rbedigital/RBDE05_6/RBDE05_6_19_ANGELINA_E_MARILIA.pdf&quot;&gt;Quando o sociólogo quer saber o que é ser professor&lt;/a&gt;”, algo que parece óbvio, mas não é – principalmente se entrarmos em qualquer sala de aula nos dias atuais: o aluno não gosta de ser aluno e não está disposto a tornar-se aluno sem luta! A escola é o preço que tem a pagar para viver com seus amigos (feições de espanto!). Por outro lado, o sociólogo aponta também as dificuldades de um trabalho que é – como alguns gostam de chamar – o eterno retorno, aquela cena conhecida, todas as aulas devemos recomeçar do zero, seguir uma rotina estafante e chata: chamada, pede silêncio, conteúdo, manda devolver o estojo roubado, exercício, mais silêncio, dúvidas? já falei, devolve o estojo do colega! (e não é? as vezes em pleno terceiro ano, rouba estojo, pega borracha, joga papel… Por menos do que dez reais a hora, em alguns Estados e escolas).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Tenho um colega que costuma dizer que não gosta muito de dar aulas, por isso inventa várias coisas diferentes para se divertir como professor. A ideia é mais ou menos essa… Se é tão fadigante e insuportável, qual mesmo é o motivo de nos mantermos ali? O que impressiona é realmente esse movimento de continuar na rotina, infelizes e frustrados (generalizações cruéis, mas enfim), lamentando-se de um mundo atraente – sim, até parece que se o mundo fosse sem graça, teríamos aulas legais, tsc, tsc…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apenas para mostrar como este mundo atraente pode entrar na sala de aula, usando as ferramentas (que são as vilãs que roubam a atenção e interesse de nossos alunos), dois aliados bem legais. O primeiro é o bom e “velho” &lt;em&gt;youtube,&lt;/em&gt; esse mesmo, que os alunos sabem usar muito bem e colocam vários vídeos, alguns de gostos bem duvidosos…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A Ciência Hoje está com cerca de 50 vídeos no youtube (vocês podem acessá-los clicando &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/user/CienciaHojeOnline?view=videos&quot;&gt;&lt;u&gt;AQUI&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;), alguns educativos, outros sobre a campanha “A Ciência pode ajudar”, outros sobre temas e curiosidades científicas. Eu, particularmente gostei muito deste abaixo (em homenagem ao meu amigo Diogo… Sorry Diogo, não achei nenhum em que os cupins “ganham”, rsrsrs)&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/R_leS2RrJ34&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/R_leS2RrJ34&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O outro site, que eu também adoro (muitíssimo!!!) chama-se &lt;a href=&quot;http://www.arkive.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;ARKIVE&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;, e tem informações &lt;a href=&quot;http://www.arkive.org/hyacinth-macaw/anodorhynchus-hyacinthinus/video-12.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;image&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;image&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEig6ObNGaFAiAeL557__3chzv2tQ9eakvFg7UaU9yHX0HlLHhb6usduZJumP1pjNZZEyIzsLQD6gUe7bHAoEKNB5bNKz_AOmr1bbCMj59vEjQ7zvqRGY45irzNcR_iICKgyy3z3N3i_VIs/?imgmax=800&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;157&quot; /&gt;&lt;/a&gt;de vários seres vivos – grande parte britânicos, é verdade – mas muitos de nossos biomas também.&amp;#160; Grande parte dos vídeos são trechos de documentários da BBC, da Discovery e da National Geografic, e possuem uma qualidade excelente e estão disponíveis para download!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.arkive.org/tomato-frog/dyscophus-antongilii/video-10.html&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px 0px 0px 10px&quot; title=&quot;image&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;image&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihyphenhyphenUwNdyxrIo-MoqAkQGKJhyphenhypheno3xWJitZ_3MpWm_Taj0LVPsfvc_WYNhMbtu8cNUlZDAAZfcpSc-QZ1ywBIRVkHmF6MtOQEMYLjDo0KCfqqeHTWSnhMmRpfjmEO0du6uyMkH2KBUR_q-1g/?imgmax=800&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;199&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Claro que eu também tenho os meus preferidos! Em especial, nos links (tem que clicar na gravura, a esperta aqui não conseguiu colocar o vídeo aqui direto…sorry). Neste site, além de vídeos sensacionais, como estes dois que apresentei aqui, também há textos, imagens e uma série de outras informações, em inglês, claro, mas nada impossível de ser entendido.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt; Enfim, algumas dicas de bons usos dessas tais novas tecnologias, vídeos curtos (nenhum com mais do que 5 minutos) podem ilustrar a aula e torná-la um pouco mais interativa… &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;obs1: foto1 do Telejogo retirada do site: &lt;a href=&quot;http://www.nowloading.com.br/wp-content/gallery/round-36/Telejogo%20-%20Console.jpg&quot;&gt;http://www.nowloading.com.br/wp-content/gallery/round-36/Telejogo%20-%20Console.jpg&lt;/a&gt;;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Obs2: Foto2: &lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_i0pB1RSkr3I/SOZFlLttEnI/AAAAAAAAATo/W9Noo5Hnk-s/s1600-h/tELEJOGO+ii.bmp&quot;&gt;http://2.bp.blogspot.com/_i0pB1RSkr3I/SOZFlLttEnI/AAAAAAAAATo/W9Noo5Hnk-s/s1600-h/tELEJOGO+ii.bmp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Obs3: A foto dos livros eu não sei o site que retirei… Assim que achar o link, coloco os créditos.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/10/as-velhas-ideias-sobre-as-novas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwXQP4APZvyTSgmji84Y9Vntqcqr0LG7WJRBL0SkN-4pv7f5P6rZYJayFjxDeXl9htRPPZt0LhnYtO9YYrkhBzSilD-h54F1tODruhqXsvs_hSPfwQSxW0YWEHzrmVomur-9YR8khNjDw/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-6707721317085706792</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 04:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T03:03:29.813-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas públicas</category><title>Sobre a tão falada inclusão…</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mesmo correndo o risco de ser criticada e de que alguém não goste do que aqui esteja escrito, resolvi (e quem me conhece sabe que seria impossível outra decisão) falar brevemente sobre a questão da inclusão, sem qualquer compromisso de grandes verdades e grandes-qualquer-coisa-que-se-espere-de-quem-decide-falar-sobre-isso.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nesta semana estava vendo o jornal local, aqui do Mato Grosso, &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVAtfkTegmW__sXIAuinyOTSnc3VBo2wvkhNzw61Mu8IWt-Z34te2vk5XuBbcPHdCQq0eTTCox23wl2fbuc83LXxCp79TOT7QgUHovFFhyphenhypheng5UhU-jmVNr_2YpV1rOrGLdmJYyBsB_NpHA/s1600-h/libras%5B10%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;libras&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;libras&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjccJpQf-r7VhA3VX6Q5hRxMAbLVR62eyNcCaQtbIHVGCjqkoHmpoDKutiHwrU4L306Du_O-BrrWsR7S09xgVcTN8WdORTIHfxdJjEuWWbHrgi0Ebq3vVBVZ9PEgaO0VAKaVEiC6IkZwbI/?imgmax=800&quot; width=&quot;214&quot; height=&quot;137&quot; /&gt;&lt;/a&gt;que falava de um curso de LIBRAS para qualquer interessado, embora seja claramente destinado a professores da Escola Básica, pelo que indicou a reportagem.&amp;#160; O curso de Libras é uma promoção da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande (SEMEC) e da Secretaria Estadual de Educação do Mato Grosso (SEDUC).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O que me chamou atenção na reportagem, na verdade, foram as entrevistas com crianças surdas e não-surdas que estudavam juntas, em uma escola que contava com intérpretes. As crianças diziam estar contentes pela oportunidade de conviver com esta diferença e aprender com ela. Ao mesmo tempo, as crianças não-surdas também contavam como aprendiam com seus colegas surdos, em especial a falar a linguagem de sinais, o que possibilitava a comunicação em sala, entre todos os alunos. A turma que participou da reportagem devia estar na faixa dos 10 anos de idade.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sempre que na universidade o tema da inclusão vem a tona, grande parte dos comentários é de muita insegurança em relação à diferença. Eu particularmente nunca tive alunos surdos, ou com qualquer outra ‘necessidade especial’. Já fui colega de duas pessoas surdas, durante o Mestrado e agora no Doutorado e, também, já orientei uma estagiária que teve quatro alunos surdos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A minha maior dificuldade com meus colegas da pós-graduação é que sou demasiadamente curiosa e distraída… É claro que ficava tentando entender a comunicação entre o intérprete e meus colegas, mais do que prestando atenção na aula!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em relação a minha aluna, o problema maior foi de comunicação com seus alunos. A intérprete nem sempre entendia do que a estagiária estava falando – não conhecia, nem compreendia, por exemplo, os termos específicos da Biologia – isso acabou dificultando o trabalho de minha estagiária, pois, além de tudo, ela demorou para perceber que estes alunos estavam recebendo informações diferentes do que aquelas trabalhadas por ela.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em ambos os casos, outra questão se estabeleceu, a comunicação, via de regra, é com um intérprete. Ao falarem em sala de aula – para perguntar algo, ou exporem suas ideias – direcionavam o corpo, os olhares ao/à seu/sua intérprete, que nos traduz o que está sendo dito pelos sinais. A estranheza está em não termos um contato visual com quem está falando, supostamente, conosco.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A estagiária que orientei teve grande dificuldade para lidar com essa forma de comunicar-se, eu, tampouco, consegui auxiliá-la nesse aspecto, pois a situação também era nova para mim.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sempre que os estudantes da licenciatura falam sobre o tema, surpreende-me a dificuldade em aceitar que nós tenhamos alunos com tais diferenças em sala de aula. Não raras vezes escutei: “não seria melhor que eles estudassem em escolas especiais e aprendessem a viver com a sociedade?”; “mas se dermos aula assim, não faremos nossos alunos de cobaia, já que nunca aprendemos a lidar com essas diferentes formas de aprender?”&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quanto a primeira pergunta, julgo que a própria reportagem a responde: como vamos ensinar um grupo (nomeado como “eles”, sempre marcando a diferença a “nós”, os “normais”, a “regra”, aqueles que podem avaliar sobre qual a melhor saída, juntarmo-nos a “eles” ou deixar cada um no seu canto, aprendendo a viver juntos em sociedades que tem escolas separadas…) a viver na sociedade, se não estamos habituados a vê-los na mesma, vivendo e atuando ‘como qualquer um’? As crianças da reportagem falam tudo em poucas palavras: aprendem a conviver e a se comunicar com pessoas que falam e se comunicam de outra forma, e tomam aquilo como cotidiano e tranquilo em suas vidas. Será que a nossa (me incluindo nisso) dificuldade em lidar com essa diferença não vem exatamente da falta de convivência com ela? Ora, me parece claro que esta separação em ‘escolas especiais’ apartava populações ditas, nomeadas, ‘normais’, dos ‘outros’ – os surdos, cegos, cadeirantes, e qualquer outra característica classificada como deficiência. Termo esse (deficiência) também que remete a algo faltante em relação a um padrão, quando não nomeado como deficiente, chamado de portador de necessidades especiais (e tem alguém que não tem nenhuma necessidade particular? Seremos todos – os normais – dotados de brilhantes características que não precisam de atenção particular nenhuma? Enfim, questões que sempre me ocorrem ao falarmos de algo especial).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por outro lado, a pergunta de meus alunos (sobre tratarmos os alunos – os deficientes, ou portadores de necessidades especiais, ou qualquer outro nome dado a eles – como cobaias) remete a ideia de que somos, de fato, formados para tratar com a população ‘normal’, e que após um curso de graduação estaremos prontos para lidar com qualquer tipo de criança ‘normal’, mas não com as outras. Sim! A graduação deve nos formar para lidar com a Educação Básica, com o cotidiano da escola, com situações rotineiras. Talvez a pergunta devesse ser: não deveria ser comum, rotineiro, cotidiano, a convivência com a diferença? Ou também: sendo este um período transitório, em que estamos iniciando um processo de inclusão, percebendo como se dá esse processo, entendendo como as relações entre as crianças e estas com os professores se estabelecem, não é de se esperar um momento de incerteza, de inseguranças?&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ainda nesta linha de perguntas, existe alguma certeza em relação a Educação e ao ‘modo certo de agir’? Quando vejo as críticas sobre as dificuldades e ‘as coisas que não dão certo’ na prática, e na teoria são lindas, sempre vislumbro as críticas vindo de pessoas que possuem soluções mágicas para um cenário irreal, com pessoas delineadas no papel com perfeição, mas que não existem no cotidiano de uma instituição de ensino.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em suma, &lt;em&gt;post &lt;/em&gt;longo, sem muitas conclusões (e quem precisa delas?), para variar. De qualquer modo, voltando à reportagem citada inicialmente, e aos cursos oferecidos pelas Secretarias de Educação, parecem ser um modo de minimizar as diferenças em sala de aula, bem como um jeito de nós – professores – consigamos nos comunicar melhor com nossos alunos, sem a necessidade de intérpretes. Simultaneamente a isso, na minha visão, mostra nosso interesse e respeito à diferença, e a possibilidade de aceitá-la e de conviver com ela!&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/09/sobre-tao-falada-inclusao.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjccJpQf-r7VhA3VX6Q5hRxMAbLVR62eyNcCaQtbIHVGCjqkoHmpoDKutiHwrU4L306Du_O-BrrWsR7S09xgVcTN8WdORTIHfxdJjEuWWbHrgi0Ebq3vVBVZ9PEgaO0VAKaVEiC6IkZwbI/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-8502235833155493955</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 14:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T03:03:21.616-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas públicas</category><title>ENEM 2009</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Foi divulgado há duas semanas o simulado do ENEM 2009. A minha área – Biologia – se inclui no campo das Ciências Naturais e suas Tecnologias. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Resolvi fazer a prova, me saí razoavelmente bem, errei a questão nº 1 e nº 7 – que envolviam conhecimentos de física – me enrolei um pouco na questão nº 5 (aquela coisa, li várias vezes, não entendi, li mais outras várias vezes, aí, achei que tinha entendido, consegui acertar, mas foi penoso) e, na questão nº 9 acertei – mas foi um daqueles chutes dirigidos, fiquei entre duas (letras “b” e “c”)… Só depois de acertar fui ver como fazia a conta e entender o motivo do meu acerto (que por ser chute, intelectualmente não conta, mas passaria na prova… rsrsrs)&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em termos gerais, achei a prova melhor do que a maioria dos vestibulares que conheço por aí. As questões são longas, precisam de atenção e, certamente algo que falta para muitos concorrentes, de leitura. Hábito de leitura é extremamente importante para a realização de uma prova como esta – como de muitas provas de vestibular. Por quê? Muito simples! Em um tempo em que ao ler uma página, por vezes, nos sentimos fadigados, com vontade de ligar um som, ou a televisão, pois “fizemos demais”, quem tem como costume a leitura, leva vantagem! Além disso, já dizia o neurobioquímico Iván Izquierdo, “ler ainda é o melhor exercício para o cérebro”, não há nada que estimule mais (e, portanto, que substitua) a leitura.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pois bem, feita a prova, tomei uma decisão: incluir no programa da disciplina de Estágio Supervisionado. Ora, meus alunos se formarão professores, não é importante que entendam o novo modelo de avaliação, elaborado pelo MEC? É preciso que os novos professores deem-se conta dos novos rumos da educação.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Conhecimentos mais integrados (à sociedade e a outros conhecimentos), rompimento da tradição fragmentada de conteúdos e conhecimentos contemporâneos apresentam-se como a nova tendência. Uma discussão que se faz há pelo menos duas décadas, começa a se fazer presente em outras esferas e – por mais paradoxo que pareça – uma prova aproxima-se deste longo debate. Esperemos que isso não seja apenas uma nova moda a ser seguida, mas sedimente-se como possibilidade de trabalharmos saberes vinculados à nossa cultura, e não mais como desconexos e maltrapilhos resumos de cursos de Ensino Superior!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para saber mais acesse:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=841&amp;amp;Itemid=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#804000&quot;&gt;Matriz Enem 2009&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/novo_enem_lista_atulizado21.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#8b5101&quot;&gt;Como cada Universidade Federal usará o ENEM 2009&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://public.inep.gov.br/enem/Enem2009_ciencias_da_natureza.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#804000&quot;&gt;Simulado ENEM 2009&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/08/enem-2009.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-5476476104637417136</guid><pubDate>Sat, 04 Jul 2009 20:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-04T16:48:40.723-04:00</atom:updated><title>Posso usar os textos deste blog?</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quais as condições para usar os textos deste blog? &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os textos deste blog estão licenciados pela &lt;a href=&quot;http://www.creativecommons.org.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Creative Commons Brasil&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;. Desse modo, tudo pode ser usado, desde que seja dado crédito de autoria, da forma abaixo especificada:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Atribuição.&lt;/strong&gt; Permissão para que outras pessoas copiem, distribuam e executem sua obra, protegida por direitos autorais – e as obras derivados criadas a partir dela – mas somente se for dado crédito da maneira que você estabeleceu.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Uso Não Comercial.&lt;/strong&gt; Permissão para que outras pessoas copiem, distribuam e executem sua obra – e as obras derivadas criadas a partir dela – mas somente para fins não comerciais.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não à Obras Derivadas&lt;/strong&gt;. Permissão para que outras pessoas copiem, distribuam e executem somente cópias exatas da sua obra, mas não obras derivadas.&lt;/p&gt; &lt;a href=&quot;http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.5/br/&quot; rel=&quot;license&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; alt=&quot;Creative Commons License&quot; src=&quot;http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/07/posso-usar-os-textos-deste-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-4750663062698247181</guid><pubDate>Sat, 13 Jun 2009 22:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-14T11:24:00.036-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Vacinas rápidas e doenças cotidianas</title><description>&lt;p&gt;Por que será que isso não é espanto?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u580134.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;h1n1 e vacina&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;183&quot; alt=&quot;h1n1 e vacina&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3pCc-Tzh3RHbWcLiCZGP8GUjd2cm7qw4iaUUWo1N3Wxvc2DhqdVDdo4snjuGDSL_pEFbuiuwJKEaM-AlMX5sUFNpRw-oyBn5y0ylKGRNwmboQrJ3be78Bx1HfNxwKlSbQn9Z_qYrn1Zs/?imgmax=800&quot; width=&quot;502&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dúvidas, dúvidas…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Enquanto o mundo preocupa-se loucamente com a gripe suína, (no Brasil, dia 10 foram confirmados &lt;a href=&quot;http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2009/06/10/ult7403u89.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;43 casos de infecções&lt;/a&gt; e 45 suspeitos), muito embora não ignore a importância do tema, ainda mais vendo sua disseminação no mundo, aqui no nosso estimado país se esquecem de doenças que vem, definitivamente, assolando a população e, pasmem, enchem hospitais e afetam uma grande massa (de gente) produtiva (também!)…&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quer um exemplo? Ora! A dengue este ano vem batendo recordes em vários estados brasileiros… Em alguns, os casos de morte por dengue hemorrágica batem os casos de infecção de gripe suína no Brasil. No entanto, isso parece não merecer tanto destaque nas mídias televisivas, ao menos. Em jornais a dengue ainda tem tido espaço para informações e divulgação.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não quero desmerecer a importância da divulgação e acompanhamento da gripe suína, mas muitas vezes parece que algumas doenças, por fazerem parte de nosso cotidiano, acabam ficando em segundo plano quando, exatamente por estarem entre nós constantemente, necessitariam de um esforço ainda maior de contenção e educação (e olha que não é pouco o que fazem, de modo algum… Não é pouco, mas ainda não é o suficiente também…).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mais notícias sobre a dengue no país? &lt;a href=&quot;http://www.saude.pr.gov.br/&quot;&gt;&lt;img title=&quot;paraná saúde&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;101&quot; alt=&quot;paraná saúde&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-g1yZU54uB1hCt2lObwVm8SQf_q4QM2-iTuLJ-JygdlVmwm6aDG8I-Qf5o2Ggc5p4lOvMBY8pgR6jEcmHX6Fs0062zhBntKEEkYLkUEYyq_hLjXSJyg2rNrmMO6zxER1g3tqEFQ0Ia4o/?imgmax=800&quot; width=&quot;223&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=885861&amp;amp;tit=Parana-concentra-93-dos-casos-suspeitos-de-dengue-no-Sul-do-Brasil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;O Paraná concentra 93% dos casos da doença no sul do país&lt;/a&gt; (12/05/2009), &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1100451-5598,00-MAIS+DE+MIL+CASOS+DE+DENGUE+SAO+REGISTRADOS+NA+BAHIA.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;na Bahia, mais de 55 mil casos registrados um aumento de 220% em relação ao ano passado&lt;/a&gt; (27/04/2009), &lt;a href=&quot;http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/nacional/confirmadas-14-mortes-por-dengue-no-espirito-santo/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;no Espírito Santo 14 pessoas já faleceram&lt;/a&gt; (17/04/20&lt;a href=&quot;http://www.saude.mt.gov.br&quot;&gt;&lt;img title=&quot;mt contra dengue&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;91&quot; alt=&quot;mt contra dengue&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhwMu6AwEG8vuOhKiIwV7EGtIvAQo9wo8JvpKwemYdOSh0xfYEkwpal4LbFhk4bXWS7-N1JRkIGsGcmnTcw62E_Yne0FUEMVNwqYHWdW-IDtzS-3uHR4fjB8NnRk6xus5r_YpKThwIpC8/?imgmax=800&quot; width=&quot;92&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;09).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Já no &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL989986-5606,00-RJ+TEM+CASOS+E+MORTES+SUSPEITAS+DE+DENGUE+EM.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rio de Janeiro, 567 casos confirmados e suspeita de 6 mortes&lt;/a&gt; (em fevereiro!!!), em &lt;a href=&quot;http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/04/23/em_noticia_interna,id_sessao=2&amp;amp;id_noticia=107502/em_noticia_interna.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Belo Horizonte &lt;a href=&quot;http://www.saude.mt.gov.br/portal/manchetes/manchete.php?id=2746&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;os casos confirmados subiram, em uma semana, 34%, no mês de abril&lt;/a&gt;. &lt;a href=&quot;http://www.saude.mt.gov.br/portal/manchetes/manchete.php?id=2746&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Aqui no Mato Grosso, 24.922 casos da doença, sendo 1094 de hemorrágicas, com 33 mortes.&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Enquanto isso, no site do Ministério da Saúde, as informações mais &lt;a href=&quot;http://www.saude.gov.br&quot;&gt;&lt;img title=&quot;portal da saúde federal&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;223&quot; alt=&quot;portal da saúde federal&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicCiFYKmp6Xkp1Z7hR1E1VBa2_qtXsDghbvA7DNMIE3dkqPJpNRGQN65aIyNOBQAxaYtpio3nNRy-RvDYidBmFj_5MBj54_pxbBGiX8B5ibE3vql7vVbGJcUnBWpiPSGFFPC2ONLVMsj8/?imgmax=800&quot; width=&quot;260&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; recentes sobre a doença – logo ao entrar na área específica de Ações e Programas são os índices epidemiológicos de 2006 e 2007 (!!!), ao clicarmos no link para ter mais informações, no texto explicativo da doença, lá no final, tem alguns números, sobre o aumento dos casos de 2003 a 2004! Informações recentes e que dizem muito sobre o panorama atual da dengue.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por hoje é só pessoal… Ideias desvairadas de uma mente preocupada… &lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/06/vacinas-rapidas-e-doencas-cotidianas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3pCc-Tzh3RHbWcLiCZGP8GUjd2cm7qw4iaUUWo1N3Wxvc2DhqdVDdo4snjuGDSL_pEFbuiuwJKEaM-AlMX5sUFNpRw-oyBn5y0ylKGRNwmboQrJ3be78Bx1HfNxwKlSbQn9Z_qYrn1Zs/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-4205439885401951792</guid><pubDate>Mon, 08 Jun 2009 03:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T17:02:14.607-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">(meu) Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Eventos</category><title>BIOTA</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Resolvi fazer uma propaganda (hmmm, que feio..) do I Ciclo de Estudos em Biologia de Tangará da Serra, o BIOTA, que acontecerá na semana entre 31 de agosto à 4 de setembro, apesar de ser o primeiro ciclo (de muitos), haverá participação de professores/pesquisadores de várias universidades do país! Quer participar? Quer saber mais? Então acesse: &lt;a href=&quot;http://biota.nectar.bio.br&quot;&gt;http://biota.nectar.bio.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em breve as inscrições (para trabalhos e participação) estarão abertas!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Obs: este evento é uma realização do Departamento de Ciências Biológicas, do &lt;a href=&quot;http://tangara.unemat.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Campus Tangará da Serra&lt;/a&gt;, da &lt;a href=&quot;http://www.unemat.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Universidade do Estado de Mato Grosso&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/06/biota.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-1387363433088346318</guid><pubDate>Sun, 07 Jun 2009 21:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-07T23:14:27.803-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">(meu) Trabalho</category><title>Dia Mundial do Meio Ambiente</title><description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste último dia 5 de junho foi dia Mundial do Meio Ambiente. Para celebrar este dia o Curso de Ciências Biológicas, da Universidade do Estado de Mato Grosso, campus Tangará da Serra, organizou pequenas atividades a fim de lembrar que é função de todos cuidar da nossa casa e, também, do que está ao nosso redor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSCsp2BS1X-AV61w1_iFHTNEQMRkBk5VRc7dxaJRhuibkwwbGgSLNkxyrh5JlG6WJu16KKmscoHpGhRuJIBNKd5ii5ZevmZvp1IFUn0GjaBE58KRxx4HdHkvonrrNO6AaFUrMAfHaRSfE/s1600-h/mutir%C3%A3o%20do%20lixo%5B12%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;mutirão do lixo&quot; style=&quot;text-align: justify;border-right-width: 0px; border-right-style: initial; border-right-color: initial; border-top-width: 0px; border-top-style: initial; border-top-color: initial; display: inline; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; border-left-style: initial; border-left-color: initial; border-bottom-width: 0px; border-bottom-style: initial; border-bottom-color: initial; &quot; height=&quot;200&quot; alt=&quot;mutirão do lixo&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7NCzZjG-DuKSRX4QhNx4WuE_qdJL2VHBXiNCarBFcYw6Etg3qFmhtX2ajTlooFx4xeM64n6rJ0JXQ7VR70yCp5K0_aIo9_G7jjwFNZsK7KPlXJxAkk6jRJQuhpaiST90J_GhyNJaAVn0/?imgmax=800&quot; width=&quot;221&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, fizemos um mutirão de limpeza de todo o campus com estudantes dos cursos de Ciências Biológicas, Enfermagem, Agronomia e Administração em Agronegócios, que juntou (e isso não é uma boa notícia) um caminhão de lixo. Os alunos da Biologia e Agronomia percorreram os arredores da universidade, incluindo os experimentos e a sede campestre. Já os cursos de Enfermagem e Administração ficaram responsáveis pelo mutirão dentro da universidade (salas, corredores, cantina, etc.)&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Também distribuímos sementes na estrada BR-358, que &lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtk0Es_o0TZ5jPwbrWAI9b5vPVKp59OIBXqxyrFSbXwaLj0StKKl0w7uk4bsAOivoduc7gIgmdxhG-lFJWPR6nBGGbRLlOqNcqpsoduBBSc3WKp5X5D6tpnUtZRbouuqqMU4Y492d7VM4/s1600-h/Distribui%C3%A7%C3%A3o%20de%20sementes1%5B5%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Distribuição de sementes1&quot; style=&quot;text-align: justify;border-right-width: 0px; border-right-style: initial; border-right-color: initial; border-top-width: 0px; border-top-style: initial; border-top-color: initial; border-left-width: 0px; border-left-style: initial; border-left-color: initial; border-bottom-width: 0px; border-bottom-style: initial; border-bottom-color: initial; &quot; height=&quot;166&quot; alt=&quot;Distribuição de sementes1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimzHVs7N20DYPIK5RYAmByMq6LtdihrZdd9Ha6NsUw0WHAYcoFzF9jjy66Phwl0-lxUEcPiZCKiuaashQDlKC8BXQEjX_lWPN6iGBl5usWHeH6_YOGQ68v4-RdZnzBgDmO03JkLqSACZk/?imgmax=800&quot; width=&quot;260&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;passa na frente da universidade. As sementes eram de quatro espécies de árvores, a Farinha seca ou guarucaia (&lt;em&gt;Peltrophorum dubium&lt;/em&gt;), Pinho cuiabano (&lt;em&gt;Schizolobium amazonicum&lt;/em&gt;), Pau-de-rosas (&lt;em&gt;Physocalymma scaberrimum&lt;/em&gt;) e Jequitibá (&lt;em&gt;Cariniana rubra&lt;/em&gt;). As sementes foram distribuídas em saquinhos (de papel!) com informações sobre as árvores, tais como tamanho, floração, plantio, além dos nomes científicos, polulares e a família que pertence cada uma dessas espécies. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2z4U4B0mQ8hpWWquAkV1QLNckgvOOC3teANEJDeRHhSRQIvjqkR7E65O1RvxlU-654PBbAugxbHlzpMswUEKxNnTV8aVB7gsJEH9auzQ2iqU_aytsLTxCbH2zKC8jsYdEOq2V7kV1WMc/s1600-h/pacote%20sementes%20pqno%5B9%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;pacote sementes pqno&quot; style=&quot;text-align: justify;border-right-width: 0px; border-right-style: initial; border-right-color: initial; border-top-width: 0px; border-top-style: initial; border-top-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; border-left-style: initial; border-left-color: initial; border-bottom-width: 0px; border-bottom-style: initial; border-bottom-color: initial; &quot; height=&quot;296&quot; alt=&quot;pacote sementes pqno&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1wBbnykJpOG0xspv9tE3NaQfoauUPK0hXVc7sACL-ksnFNzy6uHHZIBjzBYgOv5zG2Aaa1npxWWwI6EFOhiW2OY9PJNBO4nrIj5M_TjPFQ_wRN62UEmK2Kh8LWTEwRZRA7CUzK8sGPoc/?imgmax=800&quot; width=&quot;195&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Foi uma manhã bem quente e atribulada… No total distribuímos cerca de 600 saquinhos de sementes, num calor típico aqui do Mato Grosso (sim, estava friozinho até dia 4… No dia 5 já acordamos com um calor escaldante, que só foi aumentando com o passar da manhã… Ainda mais naquele agradável asfalto da rodovia). Naqueles momentos de muito calor, lembrávamos um pouco dos motivos de nossa ação: sombra e conforto térmico, proporcionados por nossas estimadas árvores, sempre são bem vindos em um estado seco e quente como este!&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De qualquer modo, mesmo com críticas comuns (sempre as mesmas coisas? quer diferente, venha, sugira e organize, ora essa!!!) e atrapalhações de marinheiras de primeira viagem ao organizar atividades como essas, o saldo de nosso dia foi legal! Sempre é proveitoso chegar ao final do dia e ver o que de bom podemos tirar de algo que elaboramos e pensamos e os efeitos surgidos daí!&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Obs1. As fotos são de minha autoria. Na primeira foto os meninos que ajudaram a colocar o lixo no caminhão; na segunda as meninas distribuindo sementes na estrada e a última foto o saquinho de sementes com as informações (escritas por mim, mas com supervisão da Professora Celice, claro… hehehe);&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Obs2. A organização do evento foi composta pelas professoras Alessandra Butnariu, Monica Blauth, Celice Alexandre Silva e Ana Arnt (eu!) com participação, também, da professora Edenir Serigatto e do professor Diogo Costa.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/06/dia-mundial-do-meio-ambiente.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7NCzZjG-DuKSRX4QhNx4WuE_qdJL2VHBXiNCarBFcYw6Etg3qFmhtX2ajTlooFx4xeM64n6rJ0JXQ7VR70yCp5K0_aIo9_G7jjwFNZsK7KPlXJxAkk6jRJQuhpaiST90J_GhyNJaAVn0/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-6486500339426343132</guid><pubDate>Tue, 19 May 2009 13:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-07T01:34:21.985-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros</category><title>Sobre este blog</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;A ideia para começar este blog surgiu da necessidade de escrever e pensar sobre as questões levantadas por meus alunos da UNEMAT e participantes do &lt;a href=&quot;http://www.nectar.bio.br/&quot;&gt;NECTAR&lt;/a&gt;, em conjunto com a urgente e demasiada ânsia de ter um espaço meu, para a divulgação, as discussões, os pensamentos (as elocubrações de uma mente desvairada) e os escritos produzidos a partir dos meus estudos no campo dos Estudos Culturais e dos Estudos em Educação em Ciências. Enfim, um lugarzinho que eu posso falar, pensar alto, poluir um pouco mais o mundo com informações, rsrsrs...&lt;br /&gt;Entrem e fiquem a vontade!!!&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.nectar.bio.br/&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/05/visitas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-885980189216779164</guid><pubDate>Sat, 16 May 2009 04:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-07T01:00:52.741-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><title>Falando de estrelas…</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nesta semana recebi um convite de meu colega &lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/bessa&quot;&gt;Eduardo Bessa&lt;/a&gt; para participar da blogagem coletiva sobre “LUZ”, promovido pelo &lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/&quot;&gt;Scienceblogs Brasil,&lt;/a&gt; fiquei matutando alguns dias sobre o que falaria a respeito… As ideias não acontecem assim, tão naturalmente como parecem depois do texto pronto e acabado!&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Entrei no meu blog, fui ler as postagens antigas, olhar uma ou outra coisa para ver se tinha algum lampejo mais interessante para traçar as maltratadas linhas!&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eis que me deparo com o post d e duas semanas atrás, em que fiz uma breve referência aos 15 anos sem Mário Quintana! Mas qual a relação entre o estimado autor gaúcho e a luz?&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Naquele dia eu estava sem meus livros de poesias de Quintana, acabei sem colocar nada dele para “ilustrar” meu post. Pois bem, não é que Quintana eventualmente escrevia sobre ciência e objetos científicos e, dentre toda sua produção, um tema sempre se destacou para mim, como bióloga e alguém interessada nos assuntos que mostram o lado bonito da ciência (sim! Acredite! Existem explicações científicas liiiindas! Incluindo a que apresentarei a seguir!)&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sempre gostei de entender e estudar as constelações e explicações da Física e de diferentes culturas sobre a presença das estrelas e suas influências em nossas vidas… Muito chamou-me a atenção quando fiquei sabendo que olhar as estrelas é olhar para o passado!&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como assim? Ora! Aprendi, em determinado momento da vida (sinceramente não sei se foi na escola, ou lendo por aí), que aquilo que vemos no céu, a luz das estrelas, demora muitos milhares de anos para &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirMIv6yNu4DnwSqRUf2pt2TH4qcDCCJowPAxwNrTdrbgP2o-mpGvq9AQVGYLnQhyphenhyphen8EvJnxBcHZXV7KxQ94zW7kBU2BZ6C00PNjcvW5A_1jPYdke2Otmy9FeKxs1tJVhJBA1ra9d3iJBdE/s1600-h/eagleend_hst%5B4%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;eagleend_hst&quot; style=&quot;border: 0px none ; margin: 5px 5px 0px 0px; display: inline;&quot; alt=&quot;eagleend_hst&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjblitvwdT4FnZseyfHx5nw0upHRfbAtcNbE9vyCbUyLn3pNz4iiGtgvCXjS0vD7QvZlNuA-jHA6FiMmNLoR-XN5F5LuBbQwg1pSrx0bdyybk6AC2qsx6fODDGTpbbDr3q479QjE0zcgmY/?imgmax=800&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;chegar em nosso planeta! Quando lemos que uma determinada estrela, que compõe esta ou aquela constelação, está distante de nós por milhares de anos-luz (vamos falar, hipoteticamente, 20 mil anos-luz), isso quer dizer que, considerando a velocidade da luz no espaço, nós conseguimos enxergar a luminosidade dessa estrela 20 mil anos depois.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ainda não ficou claro? Bom, vamos com calma. “Anos-luz” é uma medida espaço-temporal. Assim, se nosso objetivo é alcançar um objeto que se encontra a um ano-luz de distância, isto quer dizer que se “andarmos” na velocidade da luz, no vácuo (como no espaço, por exemplo), demoraremos um ano para chegar até este objeto (um planeta, uma estrela, um meteoro, etc.) Desse modo, a luz de uma estrela que está a 20 mil anos-luz da Terra demora 20 mil anos para chegar até nós, afinal, a “luz” anda &lt;em&gt;na velocidade da luz&lt;/em&gt;, no vácuo (com o perdão do infame trocadilho!).&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Voltando à ideia de olhar as estrelas é ver o passado, se a luminosidade desses pontos brilhantes demora tanto tempo para chegar na Terra, quer dizer que estamos, ao mirarmos o céu, observando algo que foi emitido (uma luz) há muitos milhares de anos atrás! Assim, os acontecimentos que são estudados na Astronomia são todos &lt;em&gt;pretéritos&lt;/em&gt;, já ocorreram e, mais do que isso, cada estrela – ou nascimento, ou morte de estrelas, como vemos as vezes ser noticiado – são episódios de momentos diferentes, pois estão em distâncias distintas em relação ao nosso planeta! Não somente contemplamos o passado, mas passados diferentes! Não é interessante? O nosso tempo – o tal presente – ser vivenciado por nós com algo que já aconteceu em outro espaço e somente agora nos chegam notícias?&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Também é pertinente pensar nessa questão da Astronomia ser uma ciência que estuda o passado, de alguns objetos, mas que dizem respeito de nossa vida &lt;em&gt;atual&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;E, com isso, retorno à motivação inicial deste post, relacionada ao estudo das estrelas e a presença (pretérita ou imediata) delas em nosso cotidiano: as poesias de Mário Quintana!&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;A primeira poesia eu recordei-me em função dessa questão do que é passado, e do objeto científico, sem, obviamente, desmerecer o trabalho dos pesquisadores, já vou logo avisando! Mas é uma provocação, sim, a esse trabalho por vezes muito técnico e sem a poesia necessária que torna a vida tão mais bonita (inclusive este poema é a &lt;em&gt;epígrafe&lt;/em&gt; do meu primeiro capítulo da dissertação de mestrado!). A segunda poesia é epígrafe do dia-a-dia, da rotina mesmo, para lembrar que sempre tem algo a mais por aí…&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;As Três Marias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;As únicas estrelas que eu conheço no ceú são as Três Marias. Três Marias é um apelido de família… O nome delas é outro, sabem como é a coisa: um desses nomes roubados a mitologias ultrapassadas, com que costumam exorcizar as estrelas. Uns nomes que já nascem póstumos…&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;Só o que eles sabem é enumerar, mapear, coisas assim – trabalho apenas dignos de robôs.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;Olhem, Marias, acheguem-se, escutem: – Vocês foram catalogadas. Ouviram bem? Ca-ta-lo-ga-das! O consolo é o povo, que ainda diz ignorantemente: “Olha lá as Três Marias!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;(Mário Quintana, &lt;em&gt;A vaca e o Hipogrifo&lt;/em&gt;, 1979, p.25)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;Das Utopias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;Se as coisas são inatingíveis… ora!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;Não é motivo para não querê-las…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;Que triste os caminhos, se não fora&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;A presença distante das estrelas!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;(Mário Quintana, &lt;em&gt;Poesias&lt;/em&gt;, 1975, p.112)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 51, 0);&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;P.S.1: Foto retirada de: &lt;a href=&quot;http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap061022.html&quot;&gt;http://antwrp.gsfc.n&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap061022.html&quot;&gt;asa.gov/apod/ap061022.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;P.S.2: Já não é mais dia 15/05/2009, aqui no Mato Grosso, quando eu terminei de escrever… O combinado era até dia 15, mas falando em distância e toda essa bagunça de tempo-espaço, anos-luz, presente e passado… Achei que não teria tanto problema! Em algum lugar do planeta ainda é dia 15 de maio e, quem sabe, ainda está até dia claro, assim, bem iluminado pela “nossa” estrela: o sol!&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Update:&lt;/span&gt; somente depois de inserir o meu &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;post&lt;/span&gt;, vi que tinha um post no Scienceblogs Brasil, &lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/dimensional/2009/05/049.php&quot;&gt;n-Dimensional&lt;/a&gt;, sobre a luz das estrelas e a velocidade da luz no vácuo, leiam, obviamente está bem mais explicado do que o que eu fiz...&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Abaixo, a propaganda da blogagem coletiva do Scienceblogs Brasil (estão bem legais as postagens por lá, bem diversificado e interessante! Mas sem as poesias do Mário Quintana)&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmbN8gS412_hghpL5VffwDDTriOFTI8siUE3KYFpfDxgzichkCOCFRldQR01d6onEw5HFGpvgLRqfMsYCrY3QkOCQjvHMMoo2N9qKLt3Vkr1Cnoud79w_GmNvVFh3KM02mdU4xcXgum3I/s200/banner_luz.gif&quot; style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 116px;&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5336609198925972402&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/05/falando-de-estrelas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjblitvwdT4FnZseyfHx5nw0upHRfbAtcNbE9vyCbUyLn3pNz4iiGtgvCXjS0vD7QvZlNuA-jHA6FiMmNLoR-XN5F5LuBbQwg1pSrx0bdyybk6AC2qsx6fODDGTpbbDr3q479QjE0zcgmY/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-2105956464643292593</guid><pubDate>Tue, 05 May 2009 20:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-16T22:14:42.771-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><title>Mário Quintana: poesia e encantamento…</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Já se vão 15 anos sem o poeta que encanta a todos! Não é dia para ter festejos, mas recordações… Porto Alegre (e Brasil) não seria a mesma sem nosso estimado escritor que tornou a vida de todos mais leve, feliz, mas não sem crítica e um pensamento atento ao cotidiano… Poeta da rotina, d&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEheSvjuhxgxd86PrhaGgJV0Ag6IWm0fzqexZRgEOUfL0fpt2aITAkEh_UarEt9haYUvx8HBfBNs3Id4TFl7JHdig6Vg71lUUYgAKVpSAJXGvCRBU3vVjXLGzXmUHTlL7J0Sj88hTXupwhE/s1600-h/Mario%20quintana%5B5%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Mario quintana&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 0px 0px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;247&quot; alt=&quot;Mario quintana&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAfSoV7b1lTKPCoUGT3pY8OAoX77h8Isv6jFddoAUBlUGpJMk46Io0E0frUt3caguj3va0ACeV4Hyzv0kYpqMb7-tHTGryP4B4b3z8ufMqo0K5_zT5KlAVu9fe4XN-T7cQ-olo4pW0fAw/?imgmax=800&quot; width=&quot;301&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;as experiências ordinárias, do que é comum, sem, no entanto, cair no usual. Quintana é um autor que continua a nos fazer pensar nessas pequenas coisas do dia-a-dia!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao iniciar um trabalho acadêmico eu comumente busco inspiração em Quintana, seja para minha dissertação de mestrado ou algum artigo para revistas e congressos. Ele faz parte do meu pensar, como professora e bióloga, como pesquisadora acadêmica, como pessoa!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Deixo, então, minha terna lembrança, a este querido poeta gaúcho, que tanto contribuiu (e contribui) com a cultura brasileira… &lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/05/mario-quintana-poesia-e-encantamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAfSoV7b1lTKPCoUGT3pY8OAoX77h8Isv6jFddoAUBlUGpJMk46Io0E0frUt3caguj3va0ACeV4Hyzv0kYpqMb7-tHTGryP4B4b3z8ufMqo0K5_zT5KlAVu9fe4XN-T7cQ-olo4pW0fAw/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-988808383503432055</guid><pubDate>Sat, 02 May 2009 16:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-14T11:22:57.399-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aprendizagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Gripe Suína?</title><description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt; Alardes por todos os lados, pânico generalizado, dúvidas e mais dúvidas… Será mesmo uma (nova) pandemia? Quem é, afinal, essa tal de pandemia? Não será tudo isso mais uma grande sacada da indústria química? Oh! E agora! Quem vai nos responder???&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGMjxd7b5XhezieEnN-SAXt9f9VWjGwmJbOQcW6oz4R2D3frJjDRpNINBNVQDFhklzs2b_op9Bs5EPcz39qkr8Ou0lyniEvZ4miQmPph0DFI1SRbCrkIae2k4Q-a2iKQuOj85mZBP2RkQ/s1600-h/porco%20transg%C3%AAnico%5B7%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;porco transgênico&quot; style=&quot;margin: 0px 10px 0px 0px&quot; height=&quot;178&quot; alt=&quot;porco transgênico&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCQGAtuvDBxU2Fjsn9lGCJyG8ajO-fZdh-D8gi-ZOhlyuauZqbTvbxPgemR_diBRMpMF7hfv08k4hDF8d1kvCtnzWI1i7GXF_OqtoWf-7aXdSo69HH3WEXsf7R8SkjsUlnUf6sp6PCo8U/?imgmax=800&quot; width=&quot;260&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Eu não, já aviso de antemão… Não pretendo responder absolutamente nada! Mesmo sem essa pretensão, fiz algumas visitas a blogs e jornais para me inteirar do tema. Primeiramente porque, como bióloga, mesmo que afastada de assuntos da ciência propriamente dita – atuando mais como professora e formadora de professores – sempre tem alguém na família ou grupo de amigos que vem com a famosa: “tu que és bióloga, me explica!”. Bem, fui atrás, então, de algo interessante sobre o tema.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Encontrei, obviamente, muitas coisas! Números contraditórios, posicionamentos exacerbadamente alarmistas, outros conservadores em demasia. E aí? O que fazemos? Corremos à próxima farmácia? Compramos máscaras? (Viajei de avião neste feriado, tinha gente de máscara nos aeroportos – não sei se pessoas provenientes de outros países, ou com medo, ou as duas coisas…). Nos trancamos em casa? Mais dúvidas. Por mim, deixa-se rolar, atento às notícias, dando descontos aos dois lados… Os números se apresentam ora muito otimistas, ora nos colocando na beira do precipício. Cautela com todas as tendências é interessante nestes momentos. Em breve, inclusive, devemos assistir a mais um filme de pandemias horrendas em algum cinema perto de nós, como na época do ebola (com os estadunidenses salvando o mundo, claro… O que seria de nós sem eles).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Bem, como disse, fiz esta pesquisa e resolvi reuni-las aqui, no caso de alguém que porventura leia este blog queira dar uma olhada. É bom esclarecer, antes de ir listando os links, que estes são alguns blogs que considero sérios e jornais que eu também penso serem do que eu julgo possíveis de serem lidos (dentro do meu entendimento de &lt;em&gt;sério&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;possível de ser lido&lt;/em&gt;, claro… Entendam como quiserem… CRI-CRI-CRItico sempre, sou pé atrás, penso ser tudo razoavelmente sério, inclusive em relação à mim mesma). DIto isso, passemos ao que interessa.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No scienceblogs há uma série de &lt;em&gt;posts&lt;/em&gt; sobre o tema, com variadas discussões. Em &lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/brontossauros/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brontossauros em meu jardim&lt;/a&gt;, Carlos Hotta fala um pouco sobre os números, depois os questiona, atualiza dados e discute um tanto sobre o que é pandemia. No blog &lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/carbono14/2009/04/gripe_suina_armas_germes_e_aco.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Chapéu, Chicote e Carbono 14&lt;/a&gt;, escrito por Reinaldo Lopes, há uma produtiva discussão acerca da gripe suína e do modo de vida humano, falando, também, do livro Germes, armas e aço. Talvez o melhor debate que eu tenha lido em toda essa empreitada. Já &lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/eccemedicus/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ecce Medicus&lt;/a&gt;, de Karl, vai falar dos planos de contenção da doença e da epidemia que nos assola (não a Gripe, mas o fenômeno gripe).&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Além destes blogs, fui olhar nos jornais. Para ser bem honesta, olhei no jornal Folha de São Paulo (que gosto muito) e nas traduções que eles fazem (Le Monde; El País; Finantial Times). Também encontrei muita informação. Novamente, vale lembrar que devemos temperar tudo o que se lê. Da &lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/05/02/ult7402u10.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;quantidade de casos notificados pela OMS&lt;/a&gt;, passando por uma &lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/05/01/ult580u3690.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;discussão altruísta sobre compartilhamento de vacinas no mundo&lt;/a&gt;, pela &lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2009/05/01/ult579u2789.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;falta de preparo sobre nossa incapacidade de passar por crises&lt;/a&gt; e pela &lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2009/05/01/ult579u2789.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;falta de respostas às perguntas&lt;/a&gt;, chegando às questões de como o &lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/05/02/ult581u3209.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;vírus apresenta alta difusão, mas baixa mortalidade&lt;/a&gt;, as notícias mostram-se diversas, com temas interessantes para aprendermos mais sobre do que se trata a tal suposta pandemia (embora pouco se explique quem mesmo é essa tal), ou somente para sabermos dos últimos números e países ‘atingidos’.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Informações a parte, como este, também, é um blog de educação, é fundamental marcar como estes episódios são de suma relevância para fugir do usual e trazer informações para a população em geral, através dos alunos da Educação Básica. Esse tema pode envolver planejamentos interdisciplinares, tratando de Geografia, História, Biologia, Química, dentre outros temas. Fugir do conteúdo? Ora! Não me parece fugir, quando é algo que faz parte de nossa vida. Sempre digo que nosso compromisso não é com o conteúdo (e sua quantidade), mas com o aprendizado dos estudantes. Não há algo melhor para isso, do que tratar de um tema altamente discutido na mídia, alardeado por todos os lados.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apenas para citar um exemplo (não procurei muito por outros… Me deem um desconto, é feriadão!) a Revista Nova Escola incluiu em seu site um &lt;a href=&quot;http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/gripe-suina-epidemia-466672.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;planejamento com o tema&lt;/a&gt;, vale a pena dar uma olhada!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como disse, não pretendi responder nada (àqueles que perguntaram). Mas apresentar alguns textos e reportagens sobre o tema, que me pareceram pertinentes ao momento. Espero que agrade aos possíveis leitores. Ah! Sim! O simpático porquinho da foto acima não está gripado, claro! Ele é transgênico! Chama-se P33… Retirei do site da Ciência Hoje On Line… Mas isso é tema de outro post…&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/05/gripe-suina.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCQGAtuvDBxU2Fjsn9lGCJyG8ajO-fZdh-D8gi-ZOhlyuauZqbTvbxPgemR_diBRMpMF7hfv08k4hDF8d1kvCtnzWI1i7GXF_OqtoWf-7aXdSo69HH3WEXsf7R8SkjsUlnUf6sp6PCo8U/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1405515976790575145.post-4103426251714881905</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2009 02:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-27T16:07:27.660-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Professor</category><title>Portal do Professor</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Resolvi falar de algo que não deve ser novidade para muitos educadores, mas pode ser que alguns ainda não conheçam. Eu, pelo menos, “encontrei” este portal há poucas semanas e achei bem interessante!&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5ZBV8c2m0sU_XGs93h-Bk7e0sPg9H0etgSw0ZjslAmwhbBXmg3hh2SnJu5Mo7sarfOS1Dn5BraFLfg4vEqY3WJxjMH5fzSlvvxzj83B7wUgb5FlRxEo2Y6BCCFOpc0t0ca0MR_lRyGcg/s1600-h/Portal%20do%20Professor%5B12%5D.png&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Portal do Professor&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;185&quot; alt=&quot;Portal do Professor&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2cD11kF2tyKJMsRwv6L8ZtKMDbVlUrh_1qL1HErrUjUdQ-aFpO_gZiW8ITWQixM8H3n6cC76lvqdaOHtc9sWbtglD7kfdPO5cHCP8PGdLmAlxhBpJur3QW6Iz3GOBV4GrethvqGc0AFU/?imgmax=800&quot; width=&quot;257&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O MEC tem um &lt;a href=&quot;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;portal&lt;/a&gt; (foto ao lado) destinado exclusivamente para professores da Educação Básica. Com artigos pedagógicos, experimentos para aulas de Ciências (Ensino Fundamental e Médio), materiais de áudio e vídeo, espaço para incluir e divulgar materiais didáticos próprios… Lá no portal ainda podem ser encontrados inúmeros sites relacionados à Educação Básica.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Acho importante que no &lt;em&gt;site &lt;/em&gt;do &lt;a href=&quot;http://www.mec.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ministério da Educação&lt;/a&gt; tenha este tipo de suporte para o docente, centralize informações para o dia-a-dia escolar, que podem ser de extrema relevância! Mais importante do que isso, talvez, seja o fato de os professores terem a iniciativa de buscar e conhecer estes espaços de divulgação e troca de materiais didáticos e pedagógicos. Professor é alguém que deve ter essa “mania” de escarafunchar coisas mesmo, catar materiais, ter olho clínico para procurar e perceber oportunidades de usar as coisas para seu trabalho! Nesse sentido, o portal é bem legal, pois possibilita uma interação com outros trabalhos de colegas que vivem realidades semelhantes, com experimentos e práticas didáticas viáveis para inúmeras disciplinas e conteúdos, sem aqueles tão condenáveis academicismos (que todo mundo tanto reclama, que muitos falam e produzem sobre a escola sem viver lá dentro, pois então, vá, visite, participe e divulgue o seu material! Permita-se ter seu trabalho utilizado por outros!).&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://educacaoeciencias.blogspot.com/&quot;&gt;Cultura, Educação e(m) Ciências&lt;/a&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://educacaoeciencias.blogspot.com/2009/04/portal-do-professor.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana de Medeiros Arnt)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2cD11kF2tyKJMsRwv6L8ZtKMDbVlUrh_1qL1HErrUjUdQ-aFpO_gZiW8ITWQixM8H3n6cC76lvqdaOHtc9sWbtglD7kfdPO5cHCP8PGdLmAlxhBpJur3QW6Iz3GOBV4GrethvqGc0AFU/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>