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	<title>Educação Suína e Cultura Big - Educação Suína</title>
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	<description>Educação de boa qualidade para um país de muitas culturas</description>
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		<title>A ressaca da eleição - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 10:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom dia, amigos! A rotina dos brasileiros continua&#8230; quer seja na escola, no jornal, no escritório, no hospital, no comércio formal e informal, nas casas e/ou lares comuns e/ou simples.
Já estava com saudades desta vida sem o rufa-rufa das eleições. Movimento do qual não consegui ficar alheia. O que mais gostei nestas eleições foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia, amigos! A rotina dos brasileiros continua&#8230; quer seja na escola, no jornal, no escritório, no hospital, no comércio formal e informal, nas casas e/ou lares comuns e/ou simples.</p>
<p>Já estava com saudades desta vida sem o rufa-rufa das eleições. Movimento do qual não consegui ficar alheia. O que mais gostei nestas eleições foi o fato de aos 60 anos poder ter acompanhado os movimento pela Internet, ora pelos  debates (o que mais gostei foi o primeiro transmitido pela Uol em que eu fazia o almoço e ao mesmo tempo o acompanhava pelo PC &#8211; coisas da tecnologia que na minha idade achei o máximo!)  ora com os novos contatos feitos também por aqui, a Internet.</p>
<p>Não estranhem tudo voltar ao normal com os temas mais específicos da saúde e dos relacionamentos dos Biotipos com a saúde física e mental.</p>
<p><code>Mas uma reflexão:</code><br />
- Há 15 anos afastada do sindicalismo formal, longe das grandes discussões sobre a Educação nas Escolas Públicas de SP, longe das análises e/ou reflexões que faziamos com grandes personalidades da política educacional nacional e mesmo da América Latina junto com os pares do nosso sindicato, a APEOESP, confesso que me senti minimamente recolocada em meu espaço através da conecção via Internet.</p>
<p>Ao longo do último decênio por ter integrado o quadro do magistério de São Bernardo, eu  acompanhei as discussões programáticas e conteudistas deste munícipio, onde estou talvez  em meu último ano dentro da sala de aula. <img class="alignnone size-full wp-image-845" title="2009" src="http://www.educacaosuina.com.br/wp-content/uploads/2010/11/2009.jpg" alt="2009" width="472" height="320" /> </p>
<blockquote><p>Aqui cabe um parênteses: caso saia minha contagem de tempo já solicitada há 16 meses atrás junto a DRE local para que possa juntar meu tempo de serviço do Estado com o tempo de serviço prestado neste município.</p></blockquote>
<p>Mas voltando a minha participação nas discussções e ações dentro da Educação, eu tenho que aqui em São Bernardo isso se deu nos momentos em que estive representando a escola nas reuniões programadas pela secretaria para discussoões curriculares e temas afins.</p>
<p>Deixo a educação formal com uma visão incrédula por ter presenciado durante estes últimos 10 anos de exercício na profissão de professora o quanto estamos alienados à política que norteia a Educação no país. O sindicalismo ao deixar de renovar suas táticas de organização deixou a classe trabalhadora dos professores longe da reflexão sobre seu papel real na sociedade atual e, assim, ao se distanciar do seu real papel na formação dos meninos, o professor distanciou-se também do seu papel enquanto indivíduo, enquanto cidadão.</p>
<p>A inexistência de análises e reflexões em nossas reuniões nos espaços da escola, onde reina o clima de não discutir prá não se comprometer, se reflete na alfabetização com textos alienados e alienantes, descontextualizados. O texto pelo texto. Convivemos, ainda, com a simplicidade aparente da crítica jocosa ao se falar da eleição do Tiririca, por exemplo. E nestes tempos de frases soltas serem entendidas como análises, escutamos:</p>
<p>- <code>Se temos um presidente que não estudou por que não ter deputados analfabetos? </code>- seguida de algum riso&#8230;</p>
<p>E tivemos que minimamente intervir lembrando que nosso Presidente teve uma boa faculdade dentre a que podemos ter na área de  &#8221;Humanas&#8221;, que foi a exemplo dos discípulos gregos, ter convivido, escutado e refletido com grandes professores e teóricos brasileiros diuturnamente nas décadas de 80 e 90, quando da organização dos trabalhadores brasileiros. Essa faculdade da &#8220;vida&#8221; foi a de conviver (ombro a ombro) com Prof. Paulo Preire, Fernando Henrique Cardoso, Francisco Weffort, Paul Singer, Suplicy e tantas outras personalidades do mundo político-filosófico e partidário.</p>
<p>Certo que o discípulo suplantou os mestres&#8230; Isso é uma outra história, motivo para amplas análises e discussões.</p>
<p>O que nos fica é que o exercício político é uma arte filosófica antes de ser o momento contundente da luta pelo poder. E nesse exercício salutar da filosofia é que decidimos nossas relações enquanto grupos e enquanto indivíduos. Quando conseguirmos que essas práticas filosóficas sejam corrente em nosso meio, e por conseguinte, em nossas salas de aula, em nossa casa e em nosso meio social teremos dado um grande passo para a melhoria desta &#8220;sociedade ambulante&#8221;.</p>
<p><code>Abraços fraternos a todos e a todas! Voltemos ao cotidiano</code>. <em>Geanete</em></p>
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		<title>Regressão na educação com 16 anos de PSDB em SP - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 11:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<category><![CDATA[APEOESP]]></category>
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		<description><![CDATA[Dossiê Serra: regressão na educação (2)
Por Altamiro Borges
Apesar do visível constrangimento ao falar sobre educação, já que seu principal aliado, o DEM, ingressou na Justiça contra o Prouni, José Serra gosta de se gabar das conquistas dos tucanos em São Paulo nesta área. É pura demagogia. Os professores do ensino público, vítimas constantes do cassetete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dossiê Serra: regressão na educação (2)<br />
Por Altamiro Borges</p>
<p>Apesar do visível constrangimento ao falar sobre educação, já que seu principal aliado, o DEM, ingressou na Justiça contra o Prouni, José Serra gosta de se gabar das conquistas dos tucanos em São Paulo nesta área. É pura demagogia. Os professores do ensino público, vítimas constantes do cassetete da Polícia Militar, sabem bem que a rede estadual está complemente sucateada, que as escolas estão abandonadas e que os salários no estado estão entre os piores do país.</p>
<p>Numa população estimada de 40.624,140 pessoas, em 2008, as crianças com menos de 14 anos somam 22% &#8211; cerca de 8,8 milhões. No prolongado reinado tucano, o governo simplesmente se eximiu da responsabilidade com creches e educação infantil, que ficaram a cargo dos municípios. No ensino fundamental, a rede formada por 4,2 milhões de alunos e 238 mil profissionais atinge apenas 35% do atendimento às crianças com menos de nove anos. O número de escolas declinou – em 1996, eram 6.437; hoje são 5.735 –, também por culpa da municipalização do ensino.</p>
<p>O crime da “promoção automática”</p>
<p>No seu total descaso com a juventude, os tucanos impuseram o chamado regime da “promoção automática”, que reduziu drasticamente a qualidade do ensino. O número de crianças até nove anos que não sabe ler e escrever subiu de 56 mil, em 2007, para 79 mil, em 2008; na faixa até 14 anos, ele subiu de 29 para 51 mil no mesmo período. Devido à “promoção automática”, manobra que visa cortar gastos no setor, muitos jovens concluem o ensino fundamental como “analfabetos funcionais”. Apesar da crescente crítica da sociedade, o PSDB se recusa a alterar esta política.</p>
<p>Já no ensino médio, 13,2% dos adolescentes paulistas estão fora da escola – cerca 240 mil jovens de 13 a 17 anos. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) comprova que também nesta faixa a qualidade da educação piora a cada ano. São Paulo perdeu o posto que ocupou de melhor nível educacional do Brasil. Para Izabel Noronha, a Bebel, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a política educacional tucana é um desastre, um crime. “Sofre a sociedade, os alunos e os pais, e sofrem os profissionais do ensino”.</p>
<p>Arrocho salarial e precarização</p>
<p>O menosprezo do PSDB pelos profissionais do setor é total. Os professores são desvalorizados, com salários arrochados, baixo investimento em qualificação e reciclagem e péssimas condições de trabalho. No reinado tucano, houve até redução na folha de pagamento. José Serra instituiu a “bonificação por resultado” como mecanismo para arrochar salários e enfraquecer a ação sindical da categoria. Dados da pesquisa “Análise comparativa salarial”, patrocinada pelo Sindicato dos Professores do Ceará (Apeoc), revelam que São Paulo está em 11º lugar no ranking nacional.</p>
<p>Em 2002, o gasto com pessoal e encargos era de 15,1% do orçamento, sendo que somente 12,7% foram aplicados. Em 2009, ele foi reduzido para 13,1%, sendo que apenas 9,2% foram aplicados. Além do arrocho, o PSDB estimulou a contratação de professores temporários. Em abril de 2009, estes trabalhadores precarizados somavam 108.441 do total de 238.252 professores do estado. Eles não possuem qualquer estabilidade e é elevada a rotatividade no emprego.</p>
<p>Em decorrência destes e de outros problemas, a situação dos professores é de incerteza. Pesquisa feita pela Apeoesp em 2007 revela que eles sofrem de doenças como estresse, problemas na voz, Lesão por Esforço Repetido (LER) e tendinite. Os motivos dos adoecimentos vão das salas muito cheias – de 45 a 50 alunos – às jornadas triplas (muitos fazem até três cadeiras para garantir um bom nível salarial) e à ausência de boas condições de trabalho.</p>
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		<title>Ato de intelectuais pró-Dilma leva 2 mil à USP e ataca voto nulo - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 11:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[iA Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo foi palco, na noite de ontem (25), de mais uma massiva manifestação da intelectualidade em apoio a Dilma Rousseff. Cerca de 2 mil pessoas superlotaram o prédio onde funcionam os cursos de História e Geografia para conferir declarações de renomadas personalidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>iA Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo foi palco, na noite de ontem (25), de mais uma massiva manifestação da intelectualidade em apoio a Dilma Rousseff. Cerca de 2 mil pessoas superlotaram o prédio onde funcionam os cursos de História e Geografia para conferir declarações de renomadas personalidades do meio acadêmico paulistano.</p>
<p>Por <strong>Fábio Palácio</strong>, no Grabois.Org</p>
<p>Discursaram na ocasião, entre outros, Alfredo Bosi, Celso Antônio Bandeira de Mello, Gilberto Bercovitch, Heloísa Fernandes, Laura de Mello e Souza, Lisete Arelaro, Marilena Chauí, Ricardo Musse e Vladimir Safatle.</p>
<p>Críticas ao voto nulo</p>
<p>O tom do ato foi de crítica à candidatura do presidenciável de direita, o tucano José Serra. O que não impediu os oradores de centrarem fogo em uma outra opção eleitoral, aparentemente expressiva entre a comunidade uspiana: o voto nulo. Foi o que fizeram acadêmicos como a professora Lisete Arelaro. Referindo-se a cartazes em defesa da anulação do voto, que desde há alguns dias disputam o prédio da FFLCH com outros, favoráveis a Dilma, a educadora disparou: “Só votamos nulo na ditadura militar porque não tínhamos alternativa. Convido os colegas que fizeram esses cartazes a refletirem melhor e votarem na Dilma, mesmo que a considerem apenas um mal menor”.</p>
<p>Manifestando-se em tom semelhante, a professora Heloísa Fernandes, filha do sociólogo Florestan Fernandes, leu carta em que afirma ter apoiado, no primeiro turno, o candidato Plínio Sampaio. “Mas agora, no segundo turno, discordo que não haja diferenças entre os dois candidatos e nem acho que eles sejam farinha do mesmo saco. Ao contrário, penso que Dilma e Serra representam dois projetos de governo, dois blocos de classes, duas concepções de mundo e, mais ainda, dois mundos de sentimentos.”</p>
<p>Dois projetos, duas concepções</p>
<p>A distinção entre os “dois projetos” e as “duas concepções de mundo” referidos por Heloísa Fernandes foi esmiuçada pelo jurista Gilberto Bercovitch. Para ele, há de um lado as privatizações, o desmonte do Estado e da educação pública. “O futuro que desejamos não é esse. Não podemos ceder ao obscurantismo que está sendo ressuscitado com Serra. Vamos mandá-los para a lata de lixo da história, que é o lugar deles”, convocou, sob aplausos.</p>
<p>Também Alfredo Bosi buscou tecer nítida demarcação entre os representantes “do retrocesso, de uma política econômica centrada só no capital”, de um lado, e “um projeto que abarca o desenvolvimento e respeita o trabalho e a natureza”, de outro. Para Bosi, esse último é o projeto de Dilma Rousseff, cuja candidatura estaria “penetrada de um sentido social, forte e dinâmico, que começou a ganhar consistência nos últimos anos do governo Lula, levando a uma entrada maciça de pessoas na classe média”. Bosi citou a diminuição da mortalidade infantil e do desemprego, além da elevação do nível da escolaridade básica e do índice de desenvolvimento humano como conquistas que orientam seu voto na candidata Dilma.</p>
<p>Filósofos em apoio a Dilma</p>
<p>Andréa Loparic, professora do Departamento de Filosofia da USP, leu trechos do manifesto dos filósofos em apoio a Dilma Rousseff. O texto é subscrito por 846 nomes, encimados por professores como João Quartim de Moraes, Marilena Chauí, Oswaldo Porchat, Scarlett Marton e Vladimir Safatle, dentre outros.</p>
<p>Em um de seus trechos, o manifesto dos filósofos afirma: “A história da democracia, desde seus primeiros momentos na pólis ateniense, é a história da progressiva incorporação à comunidade política dos que outrora se viam destituídos de voz (&#8230;). Que tal incorporação se mostre efetiva pressupõe que os cidadãos disponham das condições materiais básicas para seu reconhecimento como tais. (&#8230;) Os programas de transferência de renda implementados pelo governo (&#8230;) fortaleceram nossa democracia ao criar bases concretas para a cidadania de milhões de brasileiros. Se atentarmos ao seu formato institucional, veremos que eles proporcionam condições para a progressiva autonomia de seus beneficiários, ao invés de prendê-los em um círculo de dependência. Que mulheres e homens beneficiados por tais programas confiram seus votos às forças que lutaram por implementá-los não deve surpreender ninguém – trata-se, afinal, da lógica mesma da governança democrática.”</p>
<p>Disputa acirrada</p>
<p>Em sua intervenção no ato, a filósofa Marilena Chaui denunciou a intento da candidatura Serra de relacionar o PT e Dilma a atos de violência. Segundo Marilena, a articulação seria no sentido de simular baderna durante um comício de Serra. As cenas seriam usadas sem que a campanha petista tivesse tempo de responder. &#8220;Dois homens diziam: &#8216;dia 29, nós vamos acertar tudo, vamos trazer o pessoal vestidos com camisetas do PT, carregando bandeiras do PT e vão atacar pra tirar sangue, no comício do Serra&#8221;, reafirmou a filósofa, em entrevista à Rede Brasil Atual. &#8220;É preciso alertar a sociedade brasileira toda, alertar São Paulo e alertar os petistas&#8221;, afirmou Marilena. A ação estaria em planejamento em um bar de São Paulo, no final de semana.</p>
<p>Interagindo com preocupações desse tipo manifestadas durante o ato, a filósofa Andréa Loparic alertou: “Não temos de nos surpreender com a violência que vem sendo praticada por eles. Isso é uma guerra, uma guerra em defesa do futuro do Brasil”.</p>
<p>Ao longo do ato, além dos intelectuais já citados fizeram uso da palavra o senador Eduardo Suplicy e o ex-prefeito de São Carlos, Newton Lima Neto. A professora Laura de Mello e Souza leu mensagem do pai, o sociólogo e escritor Antônio Cândido, para quem “votar em Dilma Rousseff é assegurar a continuidade e o futuro”. Também foram lidas declarações de voto do professor de Literatura Brasileira João Adolfo Hansen e do jurista Dalmo Dallari.</p>
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		<title>O que dizem os cadernos dos alunos - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Adriana Díaz]]></category>
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		<category><![CDATA[nova escola]]></category>
		<category><![CDATA[plano escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Edição 009 &#124; Agosto/Setembro 2010 &#124; Título original: O que diz o caderno
Anotações dos alunos revelam a maneira como o professor ensina e dão pistas para escolher os temas da formação continuada por Verônica Fraidenraich em http://revistaescola.abril.com.br
Para ajudar o docente a melhorar a prática profissional, o coordenador pedagógico conta com ferramentas importantes &#8211; como os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>Edição 009 | Agosto/Setembro 2010 | Título original: O que diz o caderno</code></p>
<p>Anotações dos alunos revelam a maneira como o professor ensina e dão pistas para escolher os temas da formação continuada por Verônica Fraidenraich em <a href="http://revistaescola.abril.com.br">http://revistaescola.abril.com.br</a></p>
<p>Para ajudar o docente a melhorar a prática profissional, o coordenador pedagógico conta com ferramentas importantes &#8211; como os planos de aula elaborados pelo professor, os resultados das provas e a observação da atuação em sala de aula. Mas há outro recurso muito útil para orientá-lo no planejamento dos encontros de formação para a equipe: os cadernos dos alunos.</p>
<p>A argentina Adriana Díaz, no livro Enseñar Matemática en la Escuela Primaria, explica que, para o estudante, o caderno é o lugar no qual ele guarda os registros do que e como aprendeu. &#8220;É onde escreve a história de sua aprendizagem&#8221;, acrescenta. Sendo assim, as atividades anotadas nas folhas de papel revelam a relação entre o aprendizado da criança e a condição de ensino oferecida pelo professor.</p>
<p>&#8220;Se a turma tirou nota ruim em ortografia, por meio do caderno é possível observar como o assunto foi discutido na sala de aula e, assim, orientar o professor em seu planejamento&#8221;, explica Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR. O coordenador deve deixar claro que não se trata de exercer uma fiscalização, mas observar de que forma os conteúdos são trabalhados, que tipo de anotação as crianças fazem e como o educador realiza as correções para, com base nisso, saber o que é preciso discutir nas reuniões de formação continuada.</p>
<p>A coordenadora pedagógica Fabiana Bargieri, da Escola Projeto Vida, em São Paulo, diz que os cadernos ajudam a detectar, por exemplo, se o professor não perdeu o foco de um conteúdo: &#8220;Se a aula era sobre as nações indígenas e eu vejo no registro das crianças anotações sobre as casas dos índios, os rituais e as plantas medicinais, tudo no mesmo dia, chamo o docente para uma reunião, peço que reflita sobre o uso do tempo didático e questiono se o aluno teve tempo de registrar tantas informações.&#8221;</p>
<p>Esse tipo de observação se torna mais eficaz quando é feita com certa periodicidade e com a comparação de dois ou três cadernos, sempre de estudantes com diferentes níveis de conhecimento da mesma turma (leia outras dicas no quadro abaixo). Note se existem análises e reflexões dos alunos usando palavras próprias. Em caso positivo, isso significa que o professor está explorando os conhecimentos prévios no processo de ensino (mais detalhes sobre essa e outras questões nos quatro exemplos). O uso de diferentes estratégias para resolver uma mesma operação matemática, por exemplo, indica que houve espaço para a turma pensar, valorizando assim o cálculo mental.</p>
<p>Os cadernos também revelam se há propostas diferenciadas que abranjam a diversidade de saberes dos alunos &#8211; essencial para que todos possam estabelecer uma relação com o que está sendo ensinado e consigam, assim, avançar, cada um no seu ritmo.</p>
<p>Outra questão importante é avaliar se as anotações são de autoria própria ou simples cópias do quadro-negro ou dos livros didáticos disponíveis. &#8220;É essencial que o estudante faça registros com base nas conclusões que ele tira, depois de um processo de pesquisa e discussão, de forma a construir um conhecimento que tenha sentido para ele&#8221;, afirma Priscila Monteiro, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, e selecionadora do Prêmio Victor Civita &#8211; Educador Nota 10.</p>
<p>As produções das crianças não podem ser adulteradas. Os erros devem permanecer, fazendo com que o conhecimento seja visto como um processo e não como um produto do que foi escrito no quadro. As correções feitas pelo professor também pedem atenção: ao dar a devolutiva por escrito aos alunos, não basta colocar o sinal de certo ou errado, um &#8220;parabéns&#8221; ou &#8220;precisa melhorar&#8221;. Para que todos avancem, é preciso explicar o que está errado e por quê, levando-os assim a refletir sobre como raciocinaram ao fazer a proposta. Também é possível avaliar se há continuidade entre as atividades e as sequências didáticas e se elas oferecem um desafio crescente. &#8220;A intenção é que os conhecimentos construídos anteriormente sirvam para resolver os problemas seguintes&#8221;, afirma Priscila Monteiro.</p>
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		<title>Estudo dos tipos humanos, os Biotipos, em setembro/2010 - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-806" title="Características físicas_1" src="http://www.educacaosuina.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Características-físicas_1.jpg" alt="Características físicas_1" width="960" height="471" /></p>
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		<title>Gêneros Textuais na Sala de Aula - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 13:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Erika de Souza Bueno]]></category>
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		<description><![CDATA[Este artigo contempla muitas horas de HTPC - Hora de trabalho pedagógico coletivo -, onde não conseguimos ter uma discussão tão profíqua como o artigo abaixo nos ilustra. Profª Geanete 
Em &#8220;planeta educação&#8221; por Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>Este artigo contempla muitas horas de HTPC - Hora de trabalho pedagógico coletivo -, onde não conseguimos ter uma discussão tão profíqua como o artigo abaixo nos ilustra. Profª <em>Geanete</em> </code></p>
<p>Em &#8220;planeta educação&#8221; por Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).</p>
<p>Entre as metodologias de trabalho em sala de aula, principalmente nas aulas de língua portuguesa, a abordagem dos gêneros textuais como pano de fundo é sempre <span id="more-798"></span>muito bem-vinda.</p>
<p>Como sabemos, gêneros textuais são as funções de cada texto, podendo ser o telefonema, o e-mail, a carta, a bula de remédio, a lista de compras, a resenha, a conferência, o cardápio de restaurante, o outdoor, a propaganda, a charge, a aula virtual, as notícias&#8230;</p>
<p>Não há comunicação que não esteja devidamente caracterizada em algum gênero e há tipos textuais que estruturam cada manifestação de gênero.</p>
<p>Isto pode ser de fácil compreensão, pois há grandes e nítidas diferenças, por exemplo, na forma como um livro didático é estruturado e na forma como elaboramos uma receita culinária.</p>
<p>Estes tipos textuais são, pelo menos, cinco: narração, argumentação, instrução, exposição e descrição.</p>
<p>Contudo, o que todo professor precisa considerar antes de abordar os gêneros textuais é o fato que muito mais importante do que estudar as características de cada gênero e sua estrutura, é fazer com que o aluno vivencie a prática de cada gênero textual, de acordo, principalmente, com a sua realidade.</p>
<p>Neste ponto, é interessante o professor colocar à disposição na sala de aula o maior número possível de gêneros, pois desta forma o aluno vai perceber, na prática, qual a funcionalidade de cada um, o que certamente facilitará a construção de seu conhecimento.</p>
<p>Ao dispor jornais, revistas, exemplos de conversa em chats online, charge, propaganda, entre outros, o professor terá muito menos trabalho para fazer com que o aluno compreenda que a fala precisará passar por processo de adequação em todos os momentos.</p>
<p>Esta adequação não é apenas estrutural, mas também contextual, ou seja, todo aquele que pretende ser aceito em sua forma de falar, seja por meio de propagandas, notícias, artigos, e-mail, telefonemas e muitos outros, precisará compreender qual o contexto que envolve a comunicação e adequar sua fala a ele.</p>
<p>Desta maneira, o fato de a estrutura de uma comunicação em chat online ser mais desprovida de regras gramaticais e ortográficas, não é adequado que assim se proceda em conversações mais formais, mesmo que esta seja no mesmo chat que é usado, em outros momentos, informalmente.</p>
<p>De acordo com determinados contextos, é perfeitamente possível e correto que se use abreviações e uma linguagem mais informal. É o que ocorre com os chats.</p>
<p>Contudo, se o chat for usado para se conversar com alguma pessoa com um grau social/profissional superior ao do outro falante envolvido, as abreviações e a informalidade deverão ser evitadas.</p>
<p>Sendo assim, não é o veículo em si que deve ser foco de trabalho do professor, mas o contexto que envolve não somente o chat, mas todos os demais gêneros textuais que se desejar abordar.</p>
<p>O aluno precisa vivenciar a prática dos gêneros para compreender com mais eficácia a razão de sabermos dar diferentes formas às nossas falas nas mais diferentes ocasiões.</p>
<p>É importante compreendermos, como pais e professores, que o fato de o aluno usar abreviações ao se comunicar na internet, não faz que ele as use em outros contextos, desde que, evidentemente, ele tenha acesso às orientações sobre como adaptar sua fala em diversos gêneros e contextos.</p>
<p>O aluno que é bem-orientado por seu professor a respeito dos gêneros textuais e suas estruturas saberá, por exemplo, que não é conveniente escrever numa prova escrita na escola da mesma maneira que ele escreve ao mandar um e-mail para um amigo, convidando-o para uma festa, por exemplo.</p>
<p>Se nós introduzirmos em nossas aulas os gêneros textuais de maneira que eles consigam perceber a funcionalidade prática da língua, certamente nossos alunos conseguirão adquirir as competências necessárias para adequar a fala para o objetivo que desejar atingir, cumprindo, assim, seu papel como cidadão que fala e é ouvido dentro de seus pontos de vistas.</p>
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		<title>Biotipologia na Escola e uma reflexão - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 13:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores em rede]]></category>
		<category><![CDATA[biotipologia]]></category>
		<category><![CDATA[efetivo exercício]]></category>
		<category><![CDATA[licença prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[PTS]]></category>
		<category><![CDATA[sala de aula]]></category>
		<category><![CDATA[São Bernardo dO Campo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estou de PTS, aqui em São Bernado do Campo.
O que é isto? isto é uma licença tipo um prêmio a cada 10 anos de efetivo trabalho em sala de aula por aqui. Na verdade, é a primeira licença como prêmio que tiro. Em 25 anos nunca alcancei os "méritos legais" oferecidos aos funcionários públicos.
Ah, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Wnms3rEuhr0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Wnms3rEuhr0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
Estou de PTS, aqui em São Bernado do Campo.<br />
O que é isto? isto é uma licença tipo um prêmio a cada 10 anos de efetivo trabalho em sala de aula por aqui. Na verdade, é a primeira licença como prêmio que tiro. Em 25 anos nunca alcancei os <code>"méritos legais"</code> oferecidos aos funcionários públicos.<br />
Ah, por quê? Por quê?<br />
Veja: licença saúde por muito tempo, licença prá cuidar de terceiros (mãe), faltas injustificadas por praticar greves <span id="more-790"></span>reivindicatórias e, quem sabe, por mesmo assim ter dado conta do recado (dentro do quadro brasileiro da educação) em sala de aula.<br />
Como?<br />
Estive verificando: um professor que não tenha assumido tais faltas e, portanto, tenha usufruido de todas as licenças prêmios a que o Estatuto do Magistério lhe proporciona esteve, na realidade, ausente da regência de sua classe por <code>470</code> dias ou: 3 meses de licença prêmio a cada 5 anos (considerando 25 anos de trabalho efetivo) = 3&#215;5 = 15 meses x 30 dias = 450 dias + 20 dias (10 dias a cada 10 anos) = 470<br />
Todos têm seu mérito. Porém, não voltaria atrás. Não deixaria de participar ativamente dos movimentos reivindicatórios e mesmo dos cuidados pessoais e familiares por conta de premiações. Jamais! A  minha participação direta da APEOESP ( sindicato dos professores do Estado de SP), em encontros regionais e estaduais da educação, a minha militância partidária, a minha participação nos conselhos de escola e outras atividades cidadãs construiram minha cidadania. Então, com certeza contribui com a construção da cidadania dos meus alunos com exemplos, mesmo que a priori, por vezes não compreendida ou mesmo aceita pela comunidade por ignorarem o movimento trabalhista brasileiro. Nossa, mas eu ia apenas lhes mostrar o vídeo abaixo. Então, deixo esse assunto prá próxima vez. Por agora, vejam este vídeo e multipliquem essa informação. Profª <em>Geanete</em></p>
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		<title>EDUCAÇÃO: Brasil em 88º no ranking mundial - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 10:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escola Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Soligo]]></category>
		<category><![CDATA[bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[equador]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Desenvolvimento educacional - IDE]]></category>
		<category><![CDATA[José Agripino]]></category>
		<category><![CDATA[Organização das Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado em 25/01/2010 by Jau
TRIBUNA DO NORTE: O alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que o Brasil conquistou há dois anos não chegou à educação. O relatório Educação para Todos, divulgado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), mostra que a baixa qualidade do ensino nas escolas deixa as crianças para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 25/01/2010 by Jau</p>
<p><strong>TRIBUNA DO NORTE</strong>: O alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que o Brasil conquistou há dois anos não chegou à educação. O relatório Educação para Todos, divulgado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), mostra que a baixa qualidade do ensino nas escolas deixa as crianças para trás. É diretamente responsável por colocar o País na 88ª posição no Índice de Desenvolvimento <span id="more-784"></span>Educacional (IDE).</p>
<p>O país obteve o resultado 0,883 (a nota varia de 0 a 1, sendo 1 a mais alta). O Brasil está atrás de Paraguai, Equador e Bolívia. Dos quatro dados utilizados pela Unesco, o Brasil vai bem em três e tem resultados acima de 0,900 – o mínimo para ser considerado de alto desenvolvimento educacional. São bons os números de atendimento universal, analfabetismo e igualdade de acesso à escola entre meninos e meninas. Já quando se analisa quantas crianças entram na 1ª série do ensino fundamental e concluem a 5ª série, o País cai para 0,756, um baixo IDE.</p>
<p>Mais do que isso, a situação piorou. No estudo anterior, com dados de 2005, o índice brasileiro ficou em 0,901. O recente relatório utiliza informações de 2007, ano em que há números comparáveis para os 128 países. Segundo Nicole Bella, analista de políticas da Unesco e uma das responsáveis pelo relatório, o Brasil perdeu pontos porque a matrícula caiu de 95,6% em 2005 para 93,5% em 2007 e a taxa de sobrevivência na 5ª série de 80,5% para 75,6% no mesmo período. “A reprovação e a retenção escolar, assim como a qualidade da educação, atrapalham o progresso do país”, disse.</p>
<p>O gargalo da 5ª série do ensino fundamental é conhecido. O relatório aponta três fatores que influenciam o resultado das crianças e a permanência na escola: a necessidade de identificar, nos primeiros anos de escolaridade, o quanto a criança está aprendendo e tomar medidas para sanar as dificuldades; ter escolas com um mínimo de infraestrutura física e um bom ambiente escolar; um número consistente de horas em sala de aula, garantindo que pelo menos 80% delas sejam de aprendizagem efetiva. Em nenhum deles o Brasil pode servir de exemplo.</p>
<p>Na rede pública, a média de horas de aula por dia é de 4,5 no ensino fundamental e 4,3 no médio, quando seriam necessárias ao menos 6. Mais de 17,8 mil escolas não têm energia elétrica e só 37% possuem bibliotecas.</p>
<p><strong>Maior desafio</strong><br />
Para o presidente executivo do Movimento Todos pela Educação, Mozart Ramos, os dados reforçam que o maior desafio do País é a aprendizagem na educação básica. “Melhorar a qualidade é mais caro do que colocar a criança na escola.” Para a educadora Ângela Soligo, da Unicamp, o País “investe demais em avaliação e de menos na melhoria da qualidade”. O Ministério da Educação informou que ainda vai analisar o relatório, mas, inicialmente, considerou os números “estranhos” porque houve a ampliação do ensino fundamental para nove anos e queda na evasão.<br />
apud José Agripino</p>
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		<title>Nestas férias&#8230; - Educação Suína</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 22:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde nas Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[produtos naturais]]></category>
		<category><![CDATA[recesso escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Se quiserem trocar idéias neste recesso de julho me encontram em:
www.ceab.pro.br/blog
ou em www.bioviva.com.br
Mudando de ares por aqui&#8230;isso é bom. Profª Geanete
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se quiserem trocar idéias neste recesso de julho me encontram em:<br />
<a href="http://www.ceab.pro.br/blog">www.ceab.pro.br/blog</a><br />
ou em <a href="http://www.bioviva.com.br">www.bioviva.com.br</a><br />
Mudando de ares por aqui&#8230;isso é bom. Profª <em>Geanete</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Moacyr fará o lançamento do seu livro &#8220;EU TENHO O MEU SONHO &#8211; A SABEDORIA E OS CAUSOS DO SEU ZÉ PEDRO&#8221;, mestre quilombola da Casa da Farinha de Ubatuba/SP, no litoral, com a presença do seu Zé Pedro - Educação Suína</title>
		<link>http://www.educacaosuina.com.br/outros/moacyr-fara-o-lancamento-do-seu-livro-eu-tenho-o-meu-sonho-a-sabedoria-e-os-causos-do-seu-ze-pedro-mestre-quilombola-da-casa-da-farinha-de-ubatubasp-no-litoral-com-a-presenca-do-seu-ze-pedro/</link>
		<comments>http://www.educacaosuina.com.br/outros/moacyr-fara-o-lancamento-do-seu-livro-eu-tenho-o-meu-sonho-a-sabedoria-e-os-causos-do-seu-ze-pedro-mestre-quilombola-da-casa-da-farinha-de-ubatubasp-no-litoral-com-a-presenca-do-seu-ze-pedro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 10:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Professores em rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias 10 e 17 de julho, Moacyr fará o lançamento do seu livro EU TENHO O MEU SONHO &#8211; A SABEDORIA E OS CAUSOS DO SEU ZÉ PEDRO, mestre quilombola da Casa da Farinha de Ubatuba / SP, no litoral, com a presença do seu Zé Pedro.
PROGRAME-SE PARA IR PARA UBATUBA NOS DIAS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias <strong>10 e 17 de julho</strong>, Moacyr fará o lançamento do seu livro <em>EU TENHO O MEU SONHO &#8211; A SABEDORIA E OS CAUSOS DO SEU ZÉ PEDRO</em>, mestre quilombola da Casa da Farinha de Ubatuba / SP, no litoral, com a presença do seu <code>Zé Pedro</code>.</p>
<p><strong>PROGRAME-SE PARA IR PARA UBATUBA NOS DIAS 10 e/ou 17</strong>, acessando:<br />
<code>Programação de lançamento em Ubatuba</code> fornecido pelo Entrementes:<br />
<a href="http://www.entrementes.com.br/EntreMentesWeb/paginas/Materia.aspx?ConteudoID=28&amp;MateriaID=73">http://www.entrementes.com.br/EntreMentesWeb/paginas/Materia.aspx?ConteudoID=28&amp;MateriaID=73</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4h-Tp3AFA3o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4h-Tp3AFA3o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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