<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720</atom:id><lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 10:06:38 +0000</lastBuildDate><category>&quot;educação integrada&quot;</category><category>&quot;educar com o coração&quot;</category><category>&quot;educação consciente&quot;</category><category>&quot;educação infantil&quot;</category><category>&quot;pedagogia Waldorf&quot;</category><category>aprendizagem</category><category>educação</category><category>inovação</category><category>processo</category><category>&quot;aluno participante&quot;</category><category>&quot;formação holística&quot;</category><category>&quot;mercado de trabalho&quot;</category><category>&quot;nova matemática&quot;</category><category>Atualidades Educacionais</category><category>Paradigmas</category><category>bondade</category><category>cidadania</category><category>criatividade</category><category>deseducação</category><category>educação criativa</category><category>jovens</category><category>juventude</category><category>leitura</category><category>midiaeducação</category><category>sugestões de leitura</category><category>vestibular</category><title>Educar é preciso!</title><description>O propósito deste blog é reunir as experiências, ideias e opiniões de professores, pedagogos e outros profissionais envolvidos em educação e divulgar o Projeto Educação Proibida.</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Atena)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-6131980558348957087</guid><pubDate>Mon, 22 Apr 2013 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-22T09:31:46.039-03:00</atom:updated><title>Educar ...Deixar voar!!!!!!</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIrj4XA4PUSBeGER-8tuLqwYeZCUZbOXJOySsYRYL8B_yejw-1MBX9xgEgGBaRQNG5bSdu_z5898rMd7AEw3-Hi_0_NSzVFXZ93yOuDDctq1gXnwszWIWf-ouUSYpFCJfrQ6iuqk4V7jFk/s1600/Educar+e+orientar+o+voo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIrj4XA4PUSBeGER-8tuLqwYeZCUZbOXJOySsYRYL8B_yejw-1MBX9xgEgGBaRQNG5bSdu_z5898rMd7AEw3-Hi_0_NSzVFXZ93yOuDDctq1gXnwszWIWf-ouUSYpFCJfrQ6iuqk4V7jFk/s1600/Educar+e+orientar+o+voo.jpg&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;319&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Uma grande preocupação de pais e professores hoje em dia, está no que permitir ou não, para ensinar o melhor caminho para as crianças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Problemático, realmente, já que há um forte apelo social, empurrando os nossos pequenos(ou não tão pequenos assim), para escolhas nem sempre tão saudáveis e positivas.Como educadores, corremos o risco de perder para a mídia, seja ela qual for.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Então, como proceder?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Dialogando...Sempre...Dividindo experiências que caibam naquele determinado momento...Trocando idéias...Pedindo soluções para as mais diferentes situações...Demonstrando , acima de tudo, amor!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Não é tão fácil quanto parece, bem sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;A concorrência é grande.A Internet, os games, as facilidades são imensas....Mas nunca devemos desistir de tentar chegarmos o mais perto possível.Não adianta proibirmos...Ás vezes a proibição acaba por fazer o caminho contrário à nossa vontade...suscita curiosidade e vontade de fazer aquilo que é proibido.Isso acontece com os adultos também, por que seria diferente com a s crianças?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;É necessário que os valorizemos quando acertam, quando progridem, quando respondem adequadamente a aquilo que os propusemos...É um exercício constante e requer sensibilidade, carinho e atenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;É necessário que possam voar e isso será maravilhoso se o puderem fazer conosco, ao nosso lado, para que possamos ser o &amp;nbsp;GPS e isso só acontecerá se eles confiarem em nós...E como se aprende a confiar?Demonstrando coerência em nossas atitudes, naquilo que falamos...e realmente, vivenciamos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Para todos, bom dia e ótima semana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Não percam nenhuma oportunidade de estarem com suas crianças!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Beijo no coração de todos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;Ká&lt;/span&gt;</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2013/04/educar-deixar-voar.html</link><author>noreply@blogger.com (Kátia Kappel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIrj4XA4PUSBeGER-8tuLqwYeZCUZbOXJOySsYRYL8B_yejw-1MBX9xgEgGBaRQNG5bSdu_z5898rMd7AEw3-Hi_0_NSzVFXZ93yOuDDctq1gXnwszWIWf-ouUSYpFCJfrQ6iuqk4V7jFk/s72-c/Educar+e+orientar+o+voo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-7092219218548405846</guid><pubDate>Sat, 20 Apr 2013 20:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-20T17:31:07.486-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo</category><title>O COMPLEXO ATO DE EDUCAR</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyskYPz41OSl_qe10h6q7fNDi_hRKu2DyXlH3GTbMQHPwF6qgmjDPOOE-fH5ud4KCAfY0UgSRlXCp8F1vteWbyB9yAC-k5igrTmcsIEgl_i8W8WBm63omxv3EZ-3_ZwanSWsF-wPzx/s1600/lapis+de+cor.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyskYPz41OSl_qe10h6q7fNDi_hRKu2DyXlH3GTbMQHPwF6qgmjDPOOE-fH5ud4KCAfY0UgSRlXCp8F1vteWbyB9yAC-k5igrTmcsIEgl_i8W8WBm63omxv3EZ-3_ZwanSWsF-wPzx/s320/lapis+de+cor.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;Talvez nossos olhos estejam cansados. Talvez o coração bata aflito por não saber mais o que renovar.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Quem sabe espaços mais arejados? Tecnologia de ponta em todos os ambientes? Criação de todos os nichos que possam existir - cantinho da pintura, casinha da leitura, sala da música, toca da ciência...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O professor tenta arranjar uma forma de chamar a atenção!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Um que leva o violão e dá suas aulas cantarolando; a professora que vai vestida de fadinha; uma que se pinta de borboleta; tem um que vai para a sala descalço; tem quem se atreve a arrepiar os cabelos e se caracterizar de Einstein... e por aí vão cada uma de todas as imaginações que surgem como fórmulas, quase mágicas, na cabeça de todos os mestres.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Mas dei conta que estão todos entorpecidos e acabaram por entrar na engrenagem da desilusão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo afastada das salas de aula, recentemente, participei de uma palestra oferecida pela política municipal aos professores da rede. O assunto era a preocupação com o desinteresse em massa dos alunos durante o período que passam na escola.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Ouvi tantas asneiras! Ouvi tantos descasos do poder público em relação a alunos e docentes. Só não ouvi o professor... também não ouvi o aluno. Sim, seria importante ouvir o aluno e o que ele fala sobre a escola, como ele a vê e como ele queria que ela fosso. Isso! Não é utopia, não. Talvez pudesse dar certo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Sai com infinitas questões e mais um tanto de dúvidas, porque muito se disse e não se disse nada.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Mais uma vez a sensação de que se voltou para a casa de mãos vazias.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Logo que cheguei em casa, depois do banho para relaxar e do café bem quente para restaurar u ânimo voltei-me à reflexão...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Retomei uma conversa anterior com uma das minhas sobrinhas, a Larissa, que hoje está numa universidade. Menina brilhante, tranquila, que possui pensamentos claros desde muito cedo, talvez por conta da criação familiar. Um dia, enquanto fazíamos um bolo, ela com seus 14 anos, me disse &quot;a escola anda chata! Os professores entram, mandam a gente abrir o livro e ficar lendo. Dai ele sai da sala e diz que volta depois, pra tirar as nossas dúvidas. Toda aula é assim. E quando ele fica com a gente ele senta no fundo da sala e cruza as pernas e fica olhando para um lugar que não é a gente, tia!&quot;. Perguntei que matéria era, não que se justifique essa atitude para qualquer conteúdo. Acho que aulas são aulas e devem ser transmitidas com entusiasmo e uma sequência plausível. seja ela qual for. Ela respondeu-me que eram aulas de Literatura e que outras vezes era gramática. Sim, o professor fazia eles estudarem gramática lendo sozinhos as teorias e sem uma ligação com a leitura. Depois ela me disse - &quot;Mas não é só um professor que faz isso! São quase todos. Eles, muitas vezes dão os números das páginas ou colocam exercícios na lousa e depois saem na porta para ficar falando um com o outro. E quando agente começa a conversar na sala e o barulho vai aumentando eles ficam nervosos e mandam um monte de nós para a sala da diretora que nos coloca sentados no banco do pátio e gente tem que esperar até as aulas acabarem e daí a gente vai pra casa.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Fiquei chocada, na época ( 5 anos atrás). Mas me veio essa conversa à mente por se tratar da visão de um aluno, no caso minha sobrinha, muito dedicada e interessada que acabava por se desestimular da instituição escolar.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Na palestra que participei ouvi, na hora do cafezinho, duas professoras e um professor, que despejavam para mim, feito loucos, num processo catártico ou numa profunda ebulição, o descaso dos alunos em sala de aula, o desrespeito.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Bem, salas de aulas são movimentadas mesmo. O processo de ensino/aprendizagem requer experimentações, trocas, partilhas - a tão falada e nunca respeitada Zona de Desenvolvimento Proximal, lembra?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Fiquei pensando se esses professores que estavam aturdidos com seus alunos faziam o mesmo que os professores da minha sobrinha faziam - davam comandos e saiam de cena, ou se ficavam na cena não atuavam de acordo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
E mais uma vez concluí o quão complexo é o ato de EDUCAR, sistemática ou assistematicamente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Veio-me então que - EDUCAR É PRECISO! Mas educar o quê? Quem? Onde? Quando?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
A resposta foi ligeira! EDUCAR É PRECISO! Sempre, em todos os lugares. É preciso educar em todos os ambientes, em todos os tempos e idades. É um processo contínuo, vitalício no mundo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Há que se haver um limite para alunos e professores. Há que se repensar dos dois lados - do lado de quem educa e de quem é educado pela escola. Que por sua vez devemos promover situações que conduzam nosso educandos a fazer o mesmo.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Realmente, nossos olhos estão cansados e o coração apertado. Chegamos num tempo de transbordo. Muitos desgastes. Inesgotáveis teorias para práticas escassas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Depois deste texto, talvez não muito consistente e nem tanto pertinente, deixo uma sugestão de leitura que nos ajuda a redimensionar nossos pensamentos - SOBRE EDUCAÇÃO E JUVENTUDE, do sociólogo, Zygmunt Bauman.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Do livro:&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&quot;Qual o papel da educação num mundo em que não há mais visão clara de futuro? Que função devem desempenhar os educadores quando os jovens se defrontam com profundas incertezas quanto à sua sorte e às expectativas de uma vida estável? Atualmente, na era da modernidade líquida, já não são as universidades que formam os profissionais bem-sucedidos. Os valores do mundo de consumo exigem que as pessoas esqueçam hoje o que aprenderam ontem e aprendam hoje o que devem esquecer amanhã. Sendo assim, qual a tarefa da educação nesse universo que dispensa a aprendizagem e desdenha a acumulação de conhecimentos? Neste livro contundente, o renomado sociólogo Zygmunt Bauman reflete sobre o destino dos jovens e o papel da educação e do educador diante do panorama atual da sociedade, traçando para os educadores um novo caminho: fomentar a resistência e o espírito crítico. E prescreve: pela escola que devemos recomeçar.&quot;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;No mais vamos caminhando, certos de que ainda podemos fazer algo...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2013/04/o-complexo-ato-de-educar.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyskYPz41OSl_qe10h6q7fNDi_hRKu2DyXlH3GTbMQHPwF6qgmjDPOOE-fH5ud4KCAfY0UgSRlXCp8F1vteWbyB9yAC-k5igrTmcsIEgl_i8W8WBm63omxv3EZ-3_ZwanSWsF-wPzx/s72-c/lapis+de+cor.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-2938794977321638475</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2013 14:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-02-19T12:01:48.464-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Atualidades Educacionais</category><title>Quando a escola perde a crediblidade</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkYKEk96aDjrDpoDfADBDFUGrXRVSjh8tfQTC1I3ctyCYkUEhp5gBiCIKpb5-unMEj2jHNd4jE6V3BOG607hPc4DumgZZPBJdE-vrcsAwkPBmdDT8UqmW_U3WzsW1BV61uyDepw5xG/s1600/escola+1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkYKEk96aDjrDpoDfADBDFUGrXRVSjh8tfQTC1I3ctyCYkUEhp5gBiCIKpb5-unMEj2jHNd4jE6V3BOG607hPc4DumgZZPBJdE-vrcsAwkPBmdDT8UqmW_U3WzsW1BV61uyDepw5xG/s1600/escola+1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
O que falta?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Falta formação...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Falta espaço físico...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Falta verba...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Falta envolvimento...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Falta interesse...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Enfim, no fim, falta um pouco de tudo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Com o passar dos tempos tudo vai tomando outros rumos, mas os rumos da EDUCAÇÃO não foram tão bons.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Assistindo a um programa de variedades, ainda esta semana, deparei com um triste fato - &amp;nbsp;O SISTEMA POLÍTICO EDUCACIONAL PERDE SUA CREDIBILIDADE A CADA DIA QUE PASSA.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Há quem diga que é irreversível e outros que esse quadro pode ser mudado, mas não dizem se, para melhor ou pior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
A verdade é que tudo corre às soltas, o sistema fali e ninguém se posiciona.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Chegamos num tempo em que a ESCOLA seria o último lugar que um pai colocaria seu filho. Isso mesmo! Em entrevista, dada em rede nacional, uma família deu esta declaração e pontuando cada falha da nossa EDUCAÇÃO.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
O ambiente escolar se deteriorou de tal forma que não sabemos mais qual é o papel de cada um dentro do ato de EDUCAR.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Revendo então a história da EDUCAÇÃO BRASILEIRA me vejo voltando à época em que os infantes eram educados por um professor dentro dos domínios dos lares e de tantos outros momentos da evolução da escola e de todas as reformas pelas quais passou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
A escola sempre foi uma caixa de ressonância da sociedade. Até um certo tempo ela acompanhava o contexto social, de uma certa forma e de acordo com os governos, hoje, com a GLOBALIZAÇÃO, o caos da sociedade é mostrado na ESCOLA, ou como queiram pensar, incorporou-se à escola. Como estamos num voo cego em relação à sociedade, me parece que a ESCOLA está a acompanhar todo esse caos... só pode ser isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
É falando &amp;nbsp;e debatendo sobre isso que podemos fazer algo que transforme este quadro tão pernicioso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Mas antes precisamos olhar para esta sociedade que prioriza a INFORMAÇÃO e não a FORMAÇÃO.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Creio que ao longo da minha vida de educadora, que foi quase 3 décadas, e assim como muitas outras centenas de milhares de educadores, tive a nítida consciência de que os governos se preocuparam em formar cidadãos que mantivessem o &quot;status quo&quot; e que em nenhum momento estiveram preocupados com educação de FATO, mas até então isto era controlado e meio que &quot;IDEOLÓGICO&quot;, porém hoje vejo que a situação saiu do controle e os governantes não estão dando mais conta, devido a rapidez do processo de informação e informatização.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
A escola precisa de um upgrade e os governos não acharam o caminho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
O caos foi instalado e há que se dar conta de exterminar as consequências imensas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
A verdade é que os SECRETÁRIOS DE EDUCAÇÃO, MINISTROS, não veem como a gente vê as informações na mídia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Não querem deixar suas zonas de conforto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Eu que sou educadora, vi na mídia outro dia, um desenvolvedor de software que só faltava fazer chover.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Então pergunto - por que não existem programas para EDUCAÇÃO neste país, implantados nas escolas, que facilitem e que tornem a escola um lugar real?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
O mundo hoje é informatizado e o ambiente escolar não está acompanhando a velocidade desta transformação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Então falta sim a sincronicidade entre as políticas públicas educacionais, cada um dos seus setores, de suas esferas, pois os profissionais (professores, diretores, orientadores) que estão encontrando pedras pelo caminho tentam tirar uma a uma, dia após dia e, só não conseguem não por conta da formação profissional, mas por conta do descaso daqueles que se julgam dirigentes e nada dirigem...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Bem, façamos uma reflexão, uma análise concisa do que podemos fazer para melhorar as condições de formação educacional de nossas crianças, já que no final de tudo é preciso apresentar um DIPLOMA para alguém se efetivar no mercado formal de trabalho e abolir a expressão de que &quot; A ESCOLA É UM MAL NECESSÁRIO&quot; &amp;nbsp;e passar a ser &quot;UM BEM IMPRESCINDÍVEL&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 0px !important;&quot;&gt;
Nota: Texto feito a quatro mãos - Professor Expedito (Profex) e Malu&lt;/div&gt;
</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2013/02/quando-escola-perde-crediblidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkYKEk96aDjrDpoDfADBDFUGrXRVSjh8tfQTC1I3ctyCYkUEhp5gBiCIKpb5-unMEj2jHNd4jE6V3BOG607hPc4DumgZZPBJdE-vrcsAwkPBmdDT8UqmW_U3WzsW1BV61uyDepw5xG/s72-c/escola+1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>34</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-369109869729012922</guid><pubDate>Thu, 10 Jan 2013 19:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-10T17:11:50.983-02:00</atom:updated><title>A escola precisa transformar-se cada vez mais em laboratório</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhO0aEuJPvmwFe-R2g7usjJpuSpuAZriqslITIdG4RZtUpan9DIxPZGpdymPA5QNjgX116EG_-7qJlnBBgJN8oP_it14h9jT_Qj7u4aWzbZdj3LZ-jFAkiGcHWugxSSm2fpqo8RLKdVB3Pz/s1600/Fernand.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhO0aEuJPvmwFe-R2g7usjJpuSpuAZriqslITIdG4RZtUpan9DIxPZGpdymPA5QNjgX116EG_-7qJlnBBgJN8oP_it14h9jT_Qj7u4aWzbZdj3LZ-jFAkiGcHWugxSSm2fpqo8RLKdVB3Pz/s200/Fernand.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entrevista com Prof. Fernando Becker&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;IHU On-Line&lt;/b&gt; – A
partir dos ensinamentos de Piaget e Paulo Freire,&amp;nbsp; é possível pensar em melhorias para a escola
pública? Quais as sugestões dos autores para essa mudança?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Fernando Becker&lt;/b&gt; -
A escola pública tem muito a aprender e a mudar. A coisa mais fundamental dessa
aprendizagem é o seguinte: não se aprende porque se repete. Mas repete-se
porque se aprendeu. A repetição só é legítima quando se compreendeu um conteúdo
qualquer. A escola continua cometendo esse equívoco de achar que a repetição,
por si só, produz aprendizagem, mesmo quando se repete algo que não se
compreendeu. Esse equívoco custa muito caro, pois despende as preciosas
energias dos alunos que poderiam agir, cada vez com mais autonomia, sobre os
conteúdos, potencializando sua aprendizagem, e do professor que as despende com
arroubos disciplinares – controle de comportamento –, pois os alunos não
suportam repetir o que não lhes faz sentido. Por outro lado, a verdadeira
aprendizagem escolar deveria visar o aumento da capacidade de aprender, tão
importante nos dias atuais, em não apenas acumular conteúdos; conteúdos
freqüentemente inúteis.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Além disso, a escola pública poderia pensar em tentar
conjugar, na prática pedagógica e didática, outros verbos, além do verbo
repetir, para redefinir sua função didático-pedagógica: fazer, compreender,
criar, inventar, sentir, abstrair, experienciar, transformar, desafiar etc. E,
inspirada no pensamento de Paulo Freire, conjugar verbos como buscar, indagar,
intervir, escutar, dizer, falar, pensar, perguntar, dialogar, mudar,
transformar, pesquisar, conscientizar-se, refletir a prática, ousar o novo etc.
Só isso já provocaria uma mudança de perspectiva.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;IHU On-Line&lt;/b&gt; – Qual
é a contribuição da obra de Piaget para o estudo da socialização, do simbolismo
e da afetividade humana? Em que sentido isso se relaciona com a educação?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Fernando Becker&lt;/b&gt; -
Além de ter sido professor de Sociologia, na Universidade de Genebra, Piaget
escreveu Estudos sociológicos. Nesse livro, afirma que a sociedade não é a soma
de todos os indivíduos, mas a soma de todas as relações entre todos os
indivíduos. Podemos tirar daí uma conclusão no mínimo perturbadora para o
educador: a enorme responsabilidade, positiva ou negativa, que recai sobre o
indivíduo enquanto sujeito de relações, no interior de uma sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Além de várias obras geniais, Piaget escreveu uma que por si
só poderia dar-lhe o título de gênio: A formação do símbolo na criança:
imitação, jogo, sonho, imagem e representação (3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1978). Lamentavelmente, Vygotski&amp;nbsp;
não conheceu essa obra magistral, pois morreu doze anos antes de sua
publicação. Acredito que, se ele tivesse conhecido essa obra, teria se transformado
num admirador incondicional de Piaget.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Piaget escreveu também vários textos sobre psicanálise,
abordando a questão da afetividade humana, que ele considera a energética das
estruturas cognitivas. Sua teorização tem o poder de unificar as duas grandes
dimensões constitutivas do sujeito: a cognição e a emoção.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Todos esses aspectos relacionam-se direta e intimamente com
a educação. Na medida em que a educação age diretamente sobre a capacidade
ativa dos indivíduos, ela redesenha o mapa das relações entre os indivíduos,
refazendo o mapa das relações sociais, relações simbólicas constituídas no seio
das culturas e, como tais, carregadas de afetividade ou emoção. Ou seja, ela
poderá reconfigurar a cultura e a sociedade. Uma educação assim pensada, à base
do pensamento de Piaget, fará surgir indivíduos autônomos cujas ações
desafiarão a sociedade a produzir, nela mesma, profundas transformações.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;IHU On-Line&lt;/b&gt; – O
senhor disse certa vez que os professores precisam perceber que nada de
significativo irá acontecer enquanto eles não romperem com as concepções de
conhecimento e de aprendizagem que vigoram nas escolas. O senhor já percebe uma
mudança de paradigma positiva nesse sentido? Quais os grandes desafios dos
professores do século XXI?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Fernando Becker&lt;/b&gt; -
Com certeza, a escola tem produzido transformações significativas nessas duas
últimas décadas. É claro que estamos muito distantes dos sonhos que sonhamos.
Mas os sinais são animadores. E a quantidade de pesquisas feitas em nossos
mestrados e doutorados em educação, nas mais diferentes áreas de conhecimento,
e as iniciativas transformadoras de práticas escolares que ocorrem em muitos
lugares, em todos os níveis de ensino, constituem marcas muito claras de que há
algo acontecendo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O grande desafio do século XXI, pelo menos do início deste
século, é o de transformar o ensino na medida do processo de aprendizagem, e
esta na medida do processo de desenvolvimento do conhecimento humano. A
atividade da escola deve transformar-se a partir do princípio de que o aluno é
um centro de atividade, e não um receptáculo vazio a ser preenchido de
conteúdos, freqüentemente sem sentido. Simplificando, a escola precisa
transforma-se cada vez mais em laboratório, e ser cada vez menos auditório. Os
agentes dessa transformação são, em primeiríssimo lugar, os professores. Isso
demanda uma formação docente de grande envergadura. O professor precisa
aprender a ensinar pela atividade do aluno. O aluno que não age sobre um
conteúdo qualquer, não consegue aprender esse conteúdo, muito menos transformar
sua capacidade de aprendizagem, ampliando-a. Isto é, uma escola ativa não só
ajuda o aluno a aprender, mas a se desenvolver, isto é, a aumentar sua
capacidade de aprender; ou, como lembra Piaget, a aprender a aprender. Aliás,
Piaget tem muito a dizer para esse processo de formação docente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #000011; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Becker é graduado em Filosofia, pelas Faculdades Anchieta
de São Paulo, e especialista em Lógica e Metodologia Científica, pela Unisinos.
Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), cursou mestrado em
Educação, e, na Universidade de São Paulo (USP), concluiu doutorado &lt;st1:personname productid=&quot;em Psicologia Escolar&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em Psicologia Escolar&lt;/st1:personname&gt;
e do Desenvolvimento Humano&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Leia toda a entrevista em: &lt;a href=&quot;http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=11192&amp;amp;cod_canal=35&quot;&gt;http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=11192&amp;amp;cod_canal=35&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2013/01/a-escola-precisa-transformar-se-cada.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhO0aEuJPvmwFe-R2g7usjJpuSpuAZriqslITIdG4RZtUpan9DIxPZGpdymPA5QNjgX116EG_-7qJlnBBgJN8oP_it14h9jT_Qj7u4aWzbZdj3LZ-jFAkiGcHWugxSSm2fpqo8RLKdVB3Pz/s72-c/Fernand.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-1705190359507320170</guid><pubDate>Mon, 05 Nov 2012 17:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-11-05T15:43:12.670-02:00</atom:updated><title>UMA HISTÓRIA COMO POUCAS...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtulNJUeu_ZEUEJZHq_A-V_QZN3xODY557cvnxsX5Cy1YF6sb1DxG7k9084ewG8vg-OFxcGJDulTdhX00AOUKkEtjSLTIecLWObVzYIRrtAsD3ypGm0rgxUfrxZsBEBqeTke69H6SG/s1600/livrocompoesia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;histórias&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;177&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtulNJUeu_ZEUEJZHq_A-V_QZN3xODY557cvnxsX5Cy1YF6sb1DxG7k9084ewG8vg-OFxcGJDulTdhX00AOUKkEtjSLTIecLWObVzYIRrtAsD3ypGm0rgxUfrxZsBEBqeTke69H6SG/s200/livrocompoesia.jpg&quot; title=&quot;livro&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela era a caçula entre os sete irmãos homens. Com o pai formavam um exército de oito brutos, que arrancavam a comida da terra pouca e alheia que todos cultivavam com as mãos e o suor, inclusive ela.&lt;br /&gt;
A ignorância era a marca registrada de toda a família, menos da mãe, que, embora também não tivesse estudo, sabia o quanto era importante saber ler e escrever para ser gente.&lt;br /&gt;
Mas o trabalho era muito... Acordar antes do sol e dos homens para ajudar a preparar a rala boia. Com eles, ir para a pequena roça e, às 10 horas, comer a comida já fria e sem gosto. Voltar às quatro da tarde e lavar a casa, a roupa e a si própria. Ao término de tudo, se jogar na cama, literalmente morta de cansaço físico e espiritual.&lt;br /&gt;
Faltava-lhe algo, ela tinha certeza. Mas o quê? Ela não sabia palavras que pudessem expressar o que sentia. Era isso!... PALAVRAS.&lt;br /&gt;
Quando comunicou sua decisão de ir para a escola, pela primeira vez, aos 12 anos, o pai enfezou, os irmãos riram e a mãe chorou por todas aquelas reações. Elas, no entanto, Não se sentiu ameaçada.&lt;br /&gt;
Juntou as roupas ralas no saco de papel da mercearia e partiu sem olhar para a casa envolvida na escuridão da madrugada.&lt;br /&gt;
Depois de dormir na calçada de terra na frente da escola, viu quando a mulher que chamavam de diretora chegou. Foi falar com ela. Queria se matricular e se a diretora dissesse que podia, &amp;nbsp;ia procurar o emprego que precisava naquela cidade poeirenta que o progresso esqueceu de procurar. A diretora se comoveu e escolheu aquela magricela sardenta, de olhos esbugalhados, como babá de sua criança recém-nascida.&lt;br /&gt;
Mas, ainda assim, as coisas não ficaram fáceis.&lt;br /&gt;
Ela era uma estranha em sala de aula. Porque era a mais velha e mais alta da turma, foi relegada à última fileira, na carteira do canto escuro. assustada como bicho acuado, não cativou a professora, que vira e mexe a chamava de caipira e desajeitada, nomes que, definitivamente, afastaram os possíveis amigos... que nunca teve. Dias difíceis de muitas lágrimas engolidas a seco.&lt;br /&gt;
Mas ela era forte! Uma gigante de pouco mais de um metro de altivez.&lt;br /&gt;
Foram muitos dias de brincadeiras com a criança herdada e mais noites duras de estudos. Os anos perdidos pareciam irrecuperáveis... Pareciam!&lt;br /&gt;
Este ano ela se forma professora, de Português. A criança a qual cuidou saiu da cidadezinha o mês passado e foi para a capital atrás do seu sonho de ser médica. Segui o exemplo da tutora.&lt;br /&gt;
Não faz tanto tempo, Maria, como tantas Marias-modelo, voltou à pequena propriedade onde a família ainda mora. A mãe já não existe, mas a vizinha diz que ela morreu feliz, no tanque, porque uma de suas crias iria ser gente.&lt;br /&gt;
O pai, que proibiu sua figura por aquelas terras por tantos anos, ofendido que ele estava por aquilo que ele considerava desacato, agora é só orgulho. Já comprou até camisa nova para a formatura. Os irmãos pedem ajuda para alfabetizar os sobrinhos que são muitos...&lt;br /&gt;
Agora é ela quem sorri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Alzira Gonçalves da Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma história par se refletir.&lt;br /&gt;
Quantas Marias ainda existem por este mundo, espalhadas e relegadas à falta de possibilidades, na miséria humana que ainda é alarmante...&lt;br /&gt;
Mas quantas encontram forças para reavivarem seus sonhos e torná-los tão reais quanto a falta de perspectivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BOA LEITURA A TODOS QUE POR AQUI PASSAREM...</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/11/uma-historia-como-poucas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtulNJUeu_ZEUEJZHq_A-V_QZN3xODY557cvnxsX5Cy1YF6sb1DxG7k9084ewG8vg-OFxcGJDulTdhX00AOUKkEtjSLTIecLWObVzYIRrtAsD3ypGm0rgxUfrxZsBEBqeTke69H6SG/s72-c/livrocompoesia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>27</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-7838084580213599868</guid><pubDate>Tue, 02 Oct 2012 23:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-02T20:26:49.751-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educar com o coração&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação consciente&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aprendizagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><title>O que acontece com a educação brasileira é catastrófico (Rubem Alves)</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-nue_xUpyCHo/UGt4Np2XB6I/AAAAAAAAAHA/rbkhGgz1R3g/s1600-h/Escola%252520da%252520Ponte%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;Escola da Ponte&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Escola da Ponte&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-fc-Jt2qDWQs/UGt4OJBmu4I/AAAAAAAAAHI/IHaUAQqpqSQ/Escola%252520da%252520Ponte_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; height=&quot;184&quot;&gt;&lt;/a&gt; Países desenvolvidos já vem há algum tempo desenvolvendo um novo método de ensinar nas escolas. São as chamadas escolas livres ou democráticas. Nessas escolas não há grades curriculares. Cada aluno escolhe o que quer estudar e o faz no seu próprio tempo, claro que sempre tendo o auxílio de um docente da escola. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pena que em nosso país haja tão pouca liberdade para os pais escolherem o que é melhor para os seus filhos em se tratando de educação escolar. As poucas exceções que temos no Brasil são as escolas Montessori e as Waldorf que, por serem particulares, não têm como atender a todas as camadas da população. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Rubem Alves, numa entrevista, diz que a pior coisa que ele conhece na educação é a tal de “grade curricular”, ou, segundo ele, “Os nossos programas (escolares) seguem o modelo da linha de montagem: todos devem aprender a mesma coisa, no mesmo momento, na mesma velocidade.” &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Crianças não são peças de uma linha de montagem, portanto o nosso sistema educacional está fadado ao fracasso como as estatísticas vem demonstrando. O mundo mudou e o sistema educacional continua o mesmo. Aff! &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Abaixo vejam uma parte do projeto educativo de uma escola portuguesa situada em Vila das Aves, a cerca de 30 quilômetros da cidade do Porto, que segue o sistema escola livre. &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;Projeto educativo da Escola da Ponte &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;SOBRE ALUNOS E CURRÍCULO  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;1 - Como cada ser humano é único e irrepetível, a experiência de escolarização e o trajeto dedesenvolvimento de cada aluno são também únicos e irrepetíveis.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;2 - O aluno, como ser em permanente desenvolvimento, deve ver valorizada a construção da sua identidade pessoal, assente nos valores de iniciativa, criatividade e responsabilidade.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;3 - As necessidades individuais e específicas de cada educando deverão ser atendidas singularmente, já que as características singulares de cada aluno implicam formas próprias de apreensão da realidade. Neste sentido, todo o aluno tem necessidades educativas especiais, manifestando--se em formas de aprendizagem sociais e cognitivas diversas.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;4 - Prestar atenção ao aluno tal qual ele é; reconhecê-lo no que o torna único e irrepetível, recebendo-o na sua complexidade; tentar descobrir e valorizar a cultura de que é portador; ajudá-lo a descobrir-se e a ser ele próprio em equilibrada interação com os outros - são atitudes fundadoras do ato educativo e as únicas verdadeiramente indutoras da necessidade e do desejo de aprendizagem.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;5 - Na sua dupla dimensão individual e social, o percurso educativo de cada aluno supõe um conhecimento cada vez mais aprofundado de si próprio e o relacionamento solidário com os outros.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;6 - A singularidade do percurso educativo de cada aluno supõe a apropriação individual (subsecutiva) do currículo, tutelada e avaliada pelos orientadores educativos.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;7 - Considera-se como currículo o conjunto de atitudes e competências que, ao longo do seu percurso escolar, e de acordo com as suas potencialidades, os alunos deverão adquirir e desenvolver.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;8 - O conceito de currículo é entendido numa dupla asserção, conforme a sua exterioridade ou interioridade relativamente a cada aluno: o currículo exterior ou objetivo é um perfil, um horizonte de realização, uma meta; o currículo interior ou subjetiva é um percurso (único) de desenvolvimento pessoal, um caminho, um trajeto. Só o currículo subjetiva (o conjunto de aquisições de cada aluno) está em condições de validar a pertinência do currículo objetivo.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;9 - Fundado no currículo nacional, o currículo objetivo é o referencial de aprendizagens e realização pessoal que decorre do Projeto Educativo da Escola.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;10 - Na sua projeção eminentemente disciplinar, o currículo objetivo organiza-se e é articulado em cinco dimensões fundamentais: linguística, lógico-matemática, naturalista, identitária e artística.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;11 - Não pode igualmente ser descurado o desenvolvimento afetivo e emocional dos alunos, ou ignorada a necessidade da educação de atitudes com referência ao quadro de valores subjacente ao Projeto Educativo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://escoladaponte.com.pt/documen/concursos/projecto.pdf&quot;&gt;http://escoladaponte.com.pt/documen/concursos/projecto.pdf&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo a Alternative Education Resource Organization (&lt;a href=&quot;http://www.educationrevolution.org/&quot;&gt;http://www.educationrevolution.org/&lt;/a&gt;) , existem no mundo milhares de escolas livres desde as décadas de 1960 e 1970. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A AERO é o principal recurso para famílias que procuram por alternativas educacionais, iniciadores de centros de recursos/escola e pesquisadores de educação alternativa. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A missão do AERO é ajudar a conectar pessoas e grupos e compartilhar idéias relacionadas com a educação alternativa. O objetivo é ajudar as pessoas ao redor do mundo com experiências em educação centrada no aluno. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Saiba mais no site da AERO ou digitando num buscador: schools without grades. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: pedagogiaaopedaletra.com   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/10/o-que-acontece-com-educacao-brasileira.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-fc-Jt2qDWQs/UGt4OJBmu4I/AAAAAAAAAHI/IHaUAQqpqSQ/s72-c/Escola%252520da%252520Ponte_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-4222667067053514304</guid><pubDate>Sat, 08 Sep 2012 17:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-02T20:34:00.345-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><title>AINDA HÁ ESPERANÇAS?</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj0MprxH5CbsmA_xmspjtTxdzTbuYcovAMPphr61OWBqDD3vRqpwydkLX0Fhyphenhyphen19jJpQj9VtBLZrrO7llN3RzD3hQbmqFA5ZPjfxUF3MjdT9MoA59T6ZYracICaeaodoYhmQH7TPCIZ/s1600/lapis+d4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj0MprxH5CbsmA_xmspjtTxdzTbuYcovAMPphr61OWBqDD3vRqpwydkLX0Fhyphenhyphen19jJpQj9VtBLZrrO7llN3RzD3hQbmqFA5ZPjfxUF3MjdT9MoA59T6ZYracICaeaodoYhmQH7TPCIZ/s320/lapis+d4.jpg&quot; width=&quot;184&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre as mesmas questões que acabam se tornando questiúnculas quando, na verdade, deveriam levar este assunto a sério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu queria, ainda, acreditar em tudo o que leio, mas nem sempre é viável e conveniente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que acredita em tudo acaba por cair em ciladas... principalmente aqueles que já levaram muitas surras da vida, na sua luta do dia-a-dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lendo uma reportagem sobre EDUCAÇÃO, ainda esta semana, deparei-me com uma pesquisa que falava DO OTIMISMO DO BRASILEIRO EM RELAÇÃO AO FUTURO DA EDUCAÇÃO.&lt;br /&gt;
Dizia a matéria que os brasileiros são os mais otimistas acerca do futuro educacional do país para os próximos dez anos. Parece-me que estou tendo um dèjá vu ou que já vi este filme em tempos passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot; É o que aponta a pesquisa Olhares sobre a Educação Ibero-Americana, divulgada nesta quinta-feira pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). O levantamento entrevistou mais de 22 mil pessoas em 18 países da região. Nos países das Américas Central e do Sul, a população acredita que a educação irá melhorar na próxima década, mas muitos cidadãos ainda dão &quot;nota vermelha&quot; para os sistemas locais de ensino.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Engraçado, brasileiro é otimista mesmo!!! E olha que os brasileiros são os que tem a pior avaliação da qualidade do ensino público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é! Cada qual é otimista naquilo que quer ser. Vamos fazer valer o ditado  - A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também queria acreditar numa melhora EDUCACIONAL, mas a vejo falir a cada dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há cinco anos fora de salas de aula por determinação médica, pois como sabem perdi uma das visões e estou em baixa na outra, o que tenho acompanhado são as degradações altíssimas de todos os lados - FAMÍLIA/EDUCADOR/EDUCANDO/POLÍTICAS EDUCACIONAIS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde vamos parar? Sinceramente não sei!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas queria cultivar e exteriorizar este OTIMISMO peculiar do nosso POVO que pensa sempre no melhor, porém não corrobora para tais feitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O relatório está disponível em espanhol aqu&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #5d5850; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 14px;&quot;&gt;i -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.oei.es/miradas2012.pdf&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: blue; font-size: large;&quot;&gt;http://www.oei.es/miradas2012.pdf&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leiam e reflitam!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços!&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #5d5850; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;background-color: white; color: #5d5850; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/09/ainda-ha-esperancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj0MprxH5CbsmA_xmspjtTxdzTbuYcovAMPphr61OWBqDD3vRqpwydkLX0Fhyphenhyphen19jJpQj9VtBLZrrO7llN3RzD3hQbmqFA5ZPjfxUF3MjdT9MoA59T6ZYracICaeaodoYhmQH7TPCIZ/s72-c/lapis+d4.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-4281963225707106957</guid><pubDate>Mon, 04 Jun 2012 17:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-06-04T19:45:30.180-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo</category><title>ESCOLA... ESCOLA... HISTÓRIAS...HISTÓRIAS...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTzkPtgS9GkQRAtothMvH_LDbi22gAzqX2xNidwrhvbGQfR5Bvoz3NgElaqGQ4dT-JxxNbdrP8IaEu43oINMKvHIVNdWkPt-D-phtfAs1fM9NFBKCwMVDzFldXGDP3bU82RFZChGAd/s1600/vitoria.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;153&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTzkPtgS9GkQRAtothMvH_LDbi22gAzqX2xNidwrhvbGQfR5Bvoz3NgElaqGQ4dT-JxxNbdrP8IaEu43oINMKvHIVNdWkPt-D-phtfAs1fM9NFBKCwMVDzFldXGDP3bU82RFZChGAd/s200/vitoria.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No final doa anos 90, mais precisamente em 1997, o governo do Estado de São Paulo, junto à Secretaria Estadual de Educação, lançou uma coletânea de belas histórias de professores. Era produto de um desafio lançado à ESCOLA PÚBLICA, na época.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os professores deram a resposta, mostrando a qualidade do trabalho das salas de aula, do seu dia-a-dia de mestres e que, apesar de todos os percalços é sempre possível fazer a diferença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos deles ainda permanecem em salas de aulas, outros já se aposentaram, mas suas histórias se eternizam, ecoam pelos cantos e pelos corações daqueles que sabem que EDUCAR é mais que uma profissão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um volume de AMOR, CARINHO, AFEIÇÃO pela ARTE da EDUCAÇÃO.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Hoje deixo aqui a história de Ana Maria da Costa - professora, nesta data, da EEPSG &quot;Anhanguera&quot; - Capital&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
UM PÉ NA ÁFRICA E O CORAÇÃO TAMBÉM&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A sala de aula era clara. Quatro janelas grandes, sujas, com alguns vidros quebrados. Lousa bem colocada, escrivaninha normal, desas que não cabe nada daquele monte que a gente carrega. Poderia ser uma escola pública qualquer de São Paulo ou de outro lugar, não fosse pelos alunos que me olhavam. A grande maioria negra; dos tons de pele mais variados do negro-negro ao achocolatado e enormes olhos atentos. O restante dos alunos era descendente de indianos ou mulatos. Todos atentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fazia mais ou menos uns quatro meses que eu estava em Maputo, capital de Moçambique. Por algum tempo, andei vazia e estrangeira pela minha terra. Para encontrar algum sentido, mudei de país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sonhei, sonhava e sonhava com a África, com suas Savanas e, mais ainda, com a utopia de um povo que se reconstrói.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aproximadamente uns quarenta olhos me olhavam quando entrei na sala de aula; maiores do que o normal, curiosos e observadores. Negros olhos da negra África. Misteriosos. Perscrutaram-me.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estranhei a organização impecável dos alunos e o silêncio pairante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desde que assumira as aulas de Língua Portuguesa dos alunos de uma escola técnica do segundo grau em Maputo incomodava-me desenvolver o conteúdo do planejamento fornecido pelo outro professor e avalizado pelo Ministério da Educação. O conteúdo era idêntico ao programa brasileiro para o segundo grau na área de Língua Portuguesa: teoria da comunicação, signos linguísticos, funções da linguagem e por aí afora. Genialíssimo processo da abstração para quem tem o domínio da língua.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eu percebia que, durante as exposições das aulas, a rapaziada olhava-me com simpatia (eu os fazia rir), mas aquilo que era explicado, desastre! Eles mantinham uma postura corporal estranhamente imóvel, bastante incômoda para mim. Com o tempo aprendi ser uma forma de resistência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao longo das semanas de trabalho, passados o primeiro impacto e a primeira estranheza quanto à língua, posturas, atitudes, problemas na comunicação, descobrimo-nos como amigos curiosos. Que delícia!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Conversávamos sobre nossas culturas. Senti liberdade para discutir com uma turma do curso de Mecânica, por quem eu sentia muito carinho, o problema do conteúdo da Língua Portuguesa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eu argumentava sobre uns problemas que dificultavam o processo ensino-aprendizagem; todos sentiam uma imensa dificuldade para compreender os conceitos trabalhados ou, pior, não entendiam nada. Alguns alunos, em função de term excelente memória (relacionada a tradição oral), reproduziam falas inteiras, sem compreensão alguma. O problema maior, no entanto, era o fato de a maioria dos alunos não dominar a língua portuguesa. O léxico era pobre e muitos alunos simplesmente não falavam. Sorriam somente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tivemos conversas sobre isto; conversas sérias e frequentes. Os que eram desinibidos e mais falantes argumentavam sobre a necessidade de eu trabalhar o programa estabelecido. Eu dizia que nós podíamos mudá-lo, buscando uma maneira de trabalhar a língua que fosse mais rica, dinâmica e participativa. E vivia um tanto quanto desanimada e meio pesada. Mal sabia que aquilo que vinha acontecendo já fazia parte de um processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesta manhã de céu azul, quando entrei em sala sob os olhares atentos de meus alunos, fui surpreendida. Talvez tenha ganho um desses presentes que só professor entende.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O mais velho dos mais velhos dos alunos daquela classe pediu licença para falar. Disse-me: &quot;A senhora professora está a a olhar a classe organizada. Cada fileira de aluno tem um representante, que é o mais velho desse grupo e irá organizar a equipe. Eu sou o representante de todos porque sou o mais velho.&quot; Prosseguiu: &quot;Sabe, senhora professora, temos estado preocupados com tudo o que a senhora vem dizendo sobre as aulas de Língua Portuguesa. Faz uma semana que estamos a conversar sobre os seus argumentos. Queremos saber qual a sua proposta. Ouviremos. Se gostarmos aceitaremos mudar&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Imaginem o meu espanto. Maravilhosa, encantadora, surpreendente e sábia cultura desse negro povo. Por dentro, eu não tinha sangue, tinha a corredeira de um rio nas veias e um nó na garganta que me deixou muda por longos segundos. Quantos mil pensamentos tive: a compreensão do que acontecia, a emoção e o respeito por todos aqueles olhos luminosos...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Amei-os. Juntos aprendemos a construir nossas aulas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Parece pouco?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Este é um texto que nos mostra o quanto muitos EDUCADORES podem fazer a diferença e que o professor nada mais é do que um grande mediador, mas que para acontecer esta mediação tem que existir senso, consenso e muita, mais muita sabedoria.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Boa leitura a todos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malu</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/06/escola-escola-historiashistorias.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTzkPtgS9GkQRAtothMvH_LDbi22gAzqX2xNidwrhvbGQfR5Bvoz3NgElaqGQ4dT-JxxNbdrP8IaEu43oINMKvHIVNdWkPt-D-phtfAs1fM9NFBKCwMVDzFldXGDP3bU82RFZChGAd/s72-c/vitoria.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>31</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-3511575967827803882</guid><pubDate>Sat, 28 Apr 2012 23:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-28T20:29:52.700-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educar com o coração&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;pedagogia Waldorf&quot;</category><title>Razões para tirar um filho de uma escola Waldorf - Parte final</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-cN0b7NY1ATg/T5x9bONwyKI/AAAAAAAAAGA/sul3PZVvMb4/s1600-h/waldorf3%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;waldorf3&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;waldorf3&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-nmWzD29OQB8/T5x9brNhvgI/AAAAAAAAAGI/Ju6YD8a6gzk/waldorf3_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; height=&quot;166&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Ambiente irreal&lt;/b&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sim, as escolas Waldorf apresentam aos seus alunos, desde o jardim da infância (horrorosamente denominado fora delas de &quot;educação infantil&quot;) um ambiente que não é o comum. Um exemplo trivial: vá-se a qualquer festa de uma escola Waldorf digna dessa denominação, por exemplo uma festa junina, ou um bazar natalino (onde o mais importante para se ver é a exposição dos cadernos e trabalhos dos alunos de todas as classes – é mais interessante do que um museu, pois reflete de maneira viva o amadurecimento progressivo das crianças e adolescentes). Nessas festas, observe-se o ambiente tranquilo, sem uso de alto-falantes berrando e agredindo os ouvidos dos presentes, tão comum em outras escolas. Com esses sistemas de som só se pode conversar gritando. Observe-se ainda a decoração artística, sem figuras monstruosas ou caricatas, como é tão comum nos ambientes onde não há sensibilidade artística. Para outra demonstração de como o ambiente das escolas Waldorf é incomum, visitem-se algumas classes, começando pelos jardins de infância; nessa visita, qualquer um sente vontade de ser criança novamente! Nos ensinos médio e fundamental as paredes das classes são decoradas com trabalhos artísticos dos próprios alunos, bem como com pinturas de grandes artistas. Há também decoração com cristais e nos primeiros anos há sempre o ‘cantinho da época do ano’ etc. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esse ambiente das escolas Waldorf é incomum justamente pelo fato de ser artístico e sadio. Agora deve-se perguntar: quem está errado, o método Waldorf ou os outros? Qual o ambiente que se deseja para crianças e jovens? &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O mundo está cada vez mais agressivo. O ataque à infância e à juventude, que no meu entender começou na década de 1950, está cada vez mais intenso. Neste momento em que estou escrevendo a primeira versão deste artigo, tenho à minha frente o caderno Metrópole do jornal O Estado de São Paulo de hoje, domingo 1/8/10. No artigo &quot;Autoexibição de adolescentes na web ganha audiência e desafia autoridades&quot;, ocupando as pp. C1 e C3 inteiras, há extensa reportagem sobre a exibição de adolescentes em frente a câmeras trasmitindo-os pela Internet para sites de relacionamento, enquanto se despem ou até se masturbam, ignorando o perigo que correm e como o erotismo não é sadio nessa idade. Como bem chamou a atenção Gregory Smith no livro já citado, crianças e adolescentes simplesmente são todos ingênuos (Smith 2009). Aquilo que venho declarando e escrevendo há dezenas de anos desde o início do uso do computador e da Internet por crianças e jovens está cada vez mais patente: esses meios não são para crianças e adolescentes, pois exigem um discernimento muito grande do que é correto ou falso, do que é belo ou feio, do que é bom ou mau, bem como do que é apropriado a cada maturidade e cultura. Além disso, exigem uma enorme autodisciplina (que crianças e adolescentes não têm), pois são extremamente atraentes e viciantes. O ambiente das escolar Waldorf não incentiva o uso desses meios eletrônicos, incluindo a TV e os terríveis video games. Pelo contrário, uma escola Waldorf digna desse nome reconhece os malefícios que esses meios representam para os seus alunos e procura desencorajá-los a os usarem, alertando explicitamente os pais sobre os problemas que podem decorrer de sua utilização. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O que os pais desejam para seus filhos: um ambiente ideal, sadio, sensível, artístico, altamente social e amoroso, ou um ambiente agressivo, brutalizado, monstruoso (veja-se a admiração pelos horríveis dinossauros), antiartístico, mostrando com figuras de histórias em quadrinhos uma caricatura do mundo, levando a um desrespeito pelo mesmo? Se o mundo está torto, criemos um ambiente contrário a ele para nossas crianças e adolescentes, tanto na escola como no lar. O argumento padrão nesta altura seria: &quot;Mas é impossível impedir que nossos filhos tenham contato com essas coisas horrorosas!&quot; Pois compare-se o tempo de uso desses meios no lar e na escola, se eles estiverem disponíveis nesses ambientes, com o seu uso na casa de amiguinhos ou em outros ambientes, como as Lan Houses (cujo uso deveria ser proibido pelos pais!). O segundo tempo será muitíssimo menor do que o primeiro. Além disso, em termos de uso do computador e da Internet no lar, é facílimo controlá-los: é só não dar a senha de acesso e só ligar o computador para usos especiais. Só há uma maneira de controlar efetivamente o uso da Internet pelos filhos: ficar ao lado deles. Reconheço o problema de se fazer isso com adolescentes, mas talvez se fossem mostrados todos os perigos e males que podem advir do acesso (ver os já citados Smith 2009 e Setzer 2010), eles compreenderiam e se deixariam controlar. Com adolescentes, é fundamental explicar os problemas e citar casos dos desastres provocados pela Internet. O problema principal é o acesso livre, o que já acontecia com a TV. Mas os piores casos ocorrem quando esses meios encontram-se no quarto de dormir dos filhos, bem como com telefones celulares, smartphones e similares com acesso à Internet, pois nesses casos não há absolutamente nenhum controle. No caso dos celulares, nem há a possibilidade de se instalar software de controle de acesso e de monitoramento daquilo que foi usado na Internet. O uso desse software é a principal recomendação de Gregory Smith (Smith 2009) que, como acontece em geral, simplesmente não tem coragem de levar suas corretas observações às últimas consequências e dizer que a Internet não é para crianças e adolescentes. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(...) As escolas Waldorf representam hoje em dia talvez o maior ninho protetor escolar existente. Quando os jovens tiverem maturidade, sairão do ninho sem problema, tendo a capacidade de reconhecer o que é falso, feio e mau e terão segurança, energia e força de vontade para enfrentá-los. Manter os filhos no ensino médio Waldorf significa adiar essa saída até os 18 anos, quando eles já terão suficiente maturidade para enfrentar e reconhecer as misérias do mundo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não é o ambiente das escolas Waldorf que é irreal, pelo contrário, ele é impregnado de uma profunda realidade sobre o que significa o desenvolvimento sadio de uma criança e de um adolescente; é o ambiente fora delas que é em geral irreal frente ao que os jovens necessitam. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Problemas adicionais do ensino tradicional&lt;/b&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um dos principais problemas do ensino tradicional é a tensão que ele provoca em crianças e adolescentes, sempre com o perigo de serem punidos, tirarem notas baixas e serem reprovados. É absolutamente necessário que se compreenda que as notas são o que chamei há dezenas de anos de &quot;varinha de marmelo moral&quot;. Quando se dava um castigo físico para um aluno, ele podia sofrer no momento, mas com o tempo iria esquecer o ocorrido. As notas, quando são baixas, são verdadeiros castigos morais indeléveis, pois ficam registrados para sempre. Na falta de habilidade do professor para despertar em seus alunos um entusiasmo pela matéria, ele usa a varinha de marmelo moral para forçar os alunos a estudar. Mas quem estuda sem interesse e entusiasmo acaba sempre frustrado e com dificuldade de estudar. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pergunto aos leitores: quem se lembra do que aprendeu no ensino médio? Garanto que as lembranças são impressões, e não os detalhes que eles tiveram que saber para tirar boas notas nas provas. Então, por que tiveram que estudar para elas, e passar pela tensão que passaram? O que sobrou foi um amadurecimento, uma técnica mental, uma vaga lembrança, e não todos os detalhes que tiveram que saber ou mesmo decorar. Mas amadurecimento e técnica mental é justamente o que não se pode medir com provas. Adolescentes ainda não estão suficientemente maduros para enfrentar a frustração de tirar notas baixas e a tensão que passam antes das provas e com a perspectiva de serem reprovados. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;E por falar em reprovação, observe-se a sabedoria do ensino totalmente continuado das escolas Waldorf, existente desde 1919, e como ele funciona maravilhosamente. Ele não funciona fora dessas escolas simplesmente por que os professores e pais não foram preparados para esse sistema, proposto pela UNESCO justamente baseado na experiência da pedagogia Waldorf. Uma das principais razões é que os professores raramente sentem amor pelos seus alunos, algo que justamente não é ensinado nos cursos de pedagogia e de licenciatura. Steiner afirmou o seguinte: &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;As três regras de ouro da arte de educar e de lecionar que, em cada professor, em cada educador, devem ser disposição total, impulso total para o trabalho, que não podem ser concebidas simplesmente de maneira intelectual, mas devem ser apreendidas a partir do ser humano global, devem ser: [1] Gratidão religiosa frente ao cosmo que se manifesta na criança, [2] unida à consciência de que a criança representa um enigma divino, que se deve solucionar mediante a arte de ensinar. [3] Praticar com amor um método de ensino pelo qual a criança se educa instintivamente junto a nós, de modo que não se ameace a sua liberdade, que deve ser considerada também onde se encontra o elemento inconsciente da força orgânica de crescimento.&quot; (Steiner 1979, palestra de 19/8/1922, p. 75; minha tradução e numeração.) &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um outro fator é o desconhecimento que os professores têm do que se passa no íntimo dos jovens em cada idade, o que é dado pelo conhecimento do desenvolvimento estabelecido por Rudolf Steiner, uma das bases que distingue a pedagogia Waldorf de outros métodos. Com esse conhecimento, o professor pode apresentar a matéria de maneira adequada para a idade, facilitando o entusiasmo dos alunos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A respeito do interesse dos alunos pela matéria, ele disse: &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Se o erotismo assume entre os jovens uma importância desmedida, a culpa é dos professores, que são medíocres e não sabem despertar o interesse. Se as crianças não têm interesse pelo mundo, o que lhes resta para pensar? Quando se fala de maneira enfadonha na aula de matemática ou de história, só lhes resta pensar no que se passa em seu corpo – no coração, no estômago e nos pulmões. Isso pode ser evitado se desviamos o interesse dos jovens para o mundo; isso é sumamente importante. Se o erotismo predomina, se recebe uma atenção excessiva enquanto as crianças estão na escola, toda a culpa cabe à escola.&quot; (Steiner 1978, palestra de 21/6/1922, p. 15) &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(...) Finalmente, vou mencionar um aspecto que talvez toque alguns pais. Além da falta de um conhecimento profundo sobre a natureza íntima do jovem, há uma outra praga que assola o ensino tradicional: o materialismo dos professores. Por materialismo entendo uma concepção de mundo que admite nele exclusivamente a existência de matéria e energia físicas, bem como apenas de processos físicos. Uma pessoa é materialista se somente pensa nesses termos. A grande maioria da humanidade com uma certa cultura é hoje em dia materialista, o que é perfeitamente natural, pois a humanidade tem que passar por essa visão de mundo para poder chegar consciente e livremente a uma visão muito mais ampla e profunda, espiritualista, como a dada por Rudolf Steiner em sua Antroposofia. Em particular, o ensino médio e universitário padrões são profundamente materialistas, o que em geral torna os jovens adeptos dessa concepção. As escolas Waldorf não ensinam espiritualismo, e devem apresentar no ensino médio a visão materialista corrente, na filosofia, na história e nas ciências. No entanto, isso deve ser feito de maneira crítica, por exemplo dando-se a teoria da evolução neodarwinista como ela é, uma teoria, e não como uma verdade. Em especial, é fundamental que se apresentem as questões em aberto dessa teoria (como o aparecimento da fala humana, o fato de o corpo humano não ter pelo ou couro etc.) e os problemas que ela apresenta (como os cálculos recentes mostrando que não houve tempo suficiente para mutações coordenadas e o resultante aparecimento de novas espécies, como é o caso do período denominado de &#39;explosão cambriana&#39;). Na Física, deve-se mostrar, por exemplo, que não se sabe o que é um átomo: como já citado em 3.1, ele não é um sistema planetário, se bem que esse modelo serve para certos fins, como por exemplo para se lidar com elementos e combinações químicos. É absolutamente fundamental que se esclareçam os alunos sobre o que é a modelagem matemática e suas limitações, e como esse método tornou-se o padrão científico moderno. Nada disso é feito no ensino tradicional, pois há uma intenção consciente ou inconsciente de se endeusar a ciência, sem mostrar seus problemas e limitações. A intenção subjacente é a de induzir uma mentalidade materialista. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(...) Apesar de não ensinarem espiritualismo, as escolas Waldorf querem produzir jovens com pensamentos flexíveis e com sensibilidade, de modo que não sejam acorrentados irremediavelmente ao materialismo. Por sua própria evolução, talvez alguns deles cheguem mais tarde a um espiritualismo moderno, sem dogmas e sem crenças. Uma educação exaltando a ciência materialista é certamente um obstáculo para esse passo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/tirar-de-waldorf.html&quot;&gt;http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/tirar-de-waldorf.html&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: comshalom.org   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/04/razoes-para-tirar-um-filho-de-uma_28.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-nmWzD29OQB8/T5x9brNhvgI/AAAAAAAAAGI/Ju6YD8a6gzk/s72-c/waldorf3_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-3759973488345922249</guid><pubDate>Sat, 14 Apr 2012 15:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-08T17:34:27.207-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação criativa</category><title>A ARTE COMO RECURSO PEDAGÓGICO...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7fGSbetZXBZBvf62oWr8gRWnd-xM1K37n6O2X9KtFXVzYl9byg3Bj6pkmg4k-A3IAqOx8NZ3Uj6oCck556xgQm_GrBYfeq_OkZEMk3GIcwwRQnCK8VAx-PPmPTyf0w1KhR1hYakIs/s1600/janelas2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;149&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7fGSbetZXBZBvf62oWr8gRWnd-xM1K37n6O2X9KtFXVzYl9byg3Bj6pkmg4k-A3IAqOx8NZ3Uj6oCck556xgQm_GrBYfeq_OkZEMk3GIcwwRQnCK8VAx-PPmPTyf0w1KhR1hYakIs/s200/janelas2.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A ARTE é a grande janela para o MUNDO!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ela cura!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ela cria!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ela faz viajar por uma estrada cheia de possibilidades!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A linguagem subliminar da ARTE tem o poder cortante de extrair da humanidade as mais variadas sensações e sensibilidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E foi pensando assim que o professor Rui Ribeiro de Campos, com experiência de 25 anos no Ensino Médio, passou a utilizar-se de recursos pedagógicos associados à ARTE.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Descobriu a importância de introduzir a música, literatura e filmes em conteúdos de geografia, tornando a assimilação da matéria muito mais agradável e eficaz.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas para apropriar-se desta forma de ensinar é preciso ser criterioso sempre e fazer constantes pesquisas para trabalhar com as analogias corretas. Tudo tem que ser planejado antecipadamente e escolhido da maneira mais adequada, para só então introduzir a ARTE como uma aliada pedagógica em sala de aula.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eis aqui algumas colocações deste MESTRE à Fátima Schenini:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;Doutor em geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, mestre em educação pela PUC de Campinas, Campos é graduado em filosofia e em geografia e tem licenciatura curta em estudos sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-weight: bold; line-height: 21px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong style=&quot;color: inherit; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;color: inherit; font-size: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Jornal do Professor&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;—&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Há assuntos que se adequam mais ao uso de letras de músicas ou há letras para todos os temas de geografia?&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-weight: bold; line-height: 21px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong style=&quot;color: inherit; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: inherit; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;color: inherit; font-size: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Rui Ribeiro de Campos&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;— Não sei se existem letras de músicas para todos os temas. É necessário pegar um tema e pesquisar letras sobre o mesmo. Mas diversos temas têm letras de músicas que podem ser usadas. Para discussão sobre a nação brasileira, por exemplo, temos, entre outras,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Kizomba&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;a Festa da Raça&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Rodolpho, Jonas e Luiz Carlos Silva),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Positivismo&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Orestes Barbosa e Noel Rosa),&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Bem Brasil&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Premeditando o Breque),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Querelas do Brasil&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(Maurício Tapajós e Aldir Blanc) ou&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Cara do Brasil&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(Celso Viáfora e Vicente Barreto). Sobre o período da ditadura,&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Calabouço&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Sérgio Ricardo), Sabiá (Tom Jobim e Chico Buarque),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Capitão&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Joyce e Fernando Brant),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Apesar de Você&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;e&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Deus lhe Pague&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Chico Buarque),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Cálice&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Gilberto Gil e Chico Buarque),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Sina de Lampião&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Sérgio Ricardo),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Pesadelo&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Angélica&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Miltinho e Chico Buarque),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O Patrão Mandou&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Paulinho Soares),&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Inútil&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Roger Moreira),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O Bêbado e a Equilibrista&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(João Bosco e Aldir Blanc) e muitas outras. Em cada região pode ser estimulada a composição de raps pela turma da sala de aula, principalmente para retratar a realidade dos alunos. Sobre a água ou a questão ambiental, desde&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Medo da Chuva&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Raul Seixas),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Planeta Água&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Guilherme Arantes) e&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Águas de Março&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Tom Jobim), até&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Chuá, Chuá&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(Pedro Sá Pereira e Ary Pavão) ou&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Cai Água, Cai Barraco&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Álvaro, Bruno, Miguel, Sheik e Coelho). Sobre o Pantanal, há&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Chalana&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(Mário Zan e Arlindo Pinto),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Terra dos Sonhos e Peão&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(ambas de Almir Sater e Renato Teixeira). A citação seria longa se incluirmos o preconceito (principalmente através de marchinhas de Carnaval), o espaço religioso, a semiaridez do Nordeste brasileiro, a questão da posse da terra no Brasil e outros temas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;—&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O senhor também defende o uso de filmes ou vídeos nas aulas de geografia. Por quê? Poderia citar alguns exemplos de filmes que podem ser usados, relacionando-os a conteúdos de geografia da educação básica?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;— A arte é um recurso pedagógico importante. O ensino pode ser ilustrado ou até melhor compreendido por meio de textos literários, poesias e filmes. O cinema tem a vantagem de poder usar várias formas de linguagem pelas outras artes. Consegue, dessa maneira, comunicar-se com profundidade e envolvimento. Ele se constitui em uma fonte de cultura e informação. Não é o filme um substituto de professores, nem seu uso pode ser aleatório. É algo importante como recurso para a aprendizagem e, por isso, deve-se sempre refletir sobre sua utilização. Pode ser usado para criar condições de conhecimento maior da realidade e para uma reflexão mais profunda. A quantidade cada vez maior de documentários e de investigação científica de boa qualidade torna desejável a utilização do filme como um instrumento de complementação e ou substituição do material pedagógico tradicional. Mas é necessário ter critério para usá-lo. Não somente para estar em dia com a modernidade. Não deve ser usado como mais uma ilusão, como algo novo, mas que não diz nada. O filme, quando é o comum, tem um empecilho: é longo. Pode ser mais útil na forma de documentário ou curta de ficção. Pode ser usado de acordo com o conteúdo estudado. Exemplo:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Dersu Uzala&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(1975, URSS-Japão; direção: Akira Kurosawa); O&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Dia Depois de Amanhã&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(T&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;he Day After Tomorrow&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 2004, EUA; direção: Roland Emmerich);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Queimada!&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Quemada! ou Burn!&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 1969, Itália-França; direção: Gillo Pontecorvo);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Tempos Modernos&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Modern Times&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 1936, EUA; direção: Charles Chaplin);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O Grande Ditador&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;The Great Dictator&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 1940, EUA; direção: Charles Chaplin);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Pra Frente Brasil&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(1983, Brasil; direção: Roberto Farias);&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Um Dia sem Mexicanos&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;One Day without Mexicans&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 2004, EUA-México-Espanha; direção: Sérgio Arau);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Gaijin — Os Caminhos da Liberdade&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(1980, Brasil; direção: Tizuka Yamazaki);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Amazônia em Chamas&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;The Burning Season&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 1994, EUA; direção: John Frankenheimer);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Filhos do Ódio&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Children of a Rage&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 1977, Israel; direção: Arthur Allan Seidelman);&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Crianças de Gaza&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Children of Gaza&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 2010, Grã-Bretanha; direção: Jezza Neumann);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Conrack&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Conrack&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 1974, EUA; direção: Martin Ritt);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Machuca&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Machuca&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 2004, Chile-Espanha-Reino Unido-França; direção: Andrés Wood);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Vozes Inocentes&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Voces Inocentes&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;, 2004, México-EUA-Porto Rico; direção: Luis Mandoki)&amp;nbsp; e outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;—&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O senhor costuma usar músicas ou filmes com seus alunos universitários? Quais os resultados?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #f1f6e4; color: #343434; font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 25px;&quot;&gt;— Atualmente não tenho usado filmes em sala de aula no ensino universitário. Uso somente um ou outro documentário. A razão é a carência de tempo para ensinar o conteúdo. Normalmente, dou uma pequena lista de filmes e dois ou três devem ser assistidos pelos alunos, que têm de elaborar resenhas. Os resultados têm sido bons porque faço referência aos mesmos durantes as aulas. Escrevo sobre letras de músicas mais em razão de minha experiência por 25 anos no ensino médio, mas pouco as uso em sala de aula no ensino superior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, &#39;Bitstream Vera Sans&#39;, Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 21px;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #343434;&quot;&gt;E para quem quiser saber de maiores detalhes pode acessar-&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/jornal.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #660000;&quot;&gt;&lt;b&gt;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/jornal.html&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Uma boa leitura a todos aqueles que se preocupam com uma EDUCAÇÃO de QUALIDADE.</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/04/arte-como-recurso-pedagogico.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7fGSbetZXBZBvf62oWr8gRWnd-xM1K37n6O2X9KtFXVzYl9byg3Bj6pkmg4k-A3IAqOx8NZ3Uj6oCck556xgQm_GrBYfeq_OkZEMk3GIcwwRQnCK8VAx-PPmPTyf0w1KhR1hYakIs/s72-c/janelas2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-6311651948442655724</guid><pubDate>Sat, 07 Apr 2012 19:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-07T16:12:55.643-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação integrada&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;mercado de trabalho&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;pedagogia Waldorf&quot;</category><title>Razões para tirar um filho de uma escola Waldorf – Parte 2</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Valdemar W. Setzer &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-se4lWh-MDQ8/T4CRs-pnwfI/AAAAAAAAAFw/wC2VBV8HNzE/s1600-h/mercado%252520de%252520trabalho%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;mercado de trabalho&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;mercado de trabalho&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-u2hpZnurHQ0/T4CRtdAbFVI/AAAAAAAAAF4/7a-hxhIALzU/mercado%252520de%252520trabalho_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; height=&quot;146&quot;&gt;&lt;/a&gt; Exame dos argumentos &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;2) Falta de ênfase científica &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como já expus, a pedagogia Waldorf tem como missão preparar o aluno harmoniosamente em seus conhecimentos e habilidades intelectuais, artísticas e sociais. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Acontece que no ensino fundamental Waldorf o aprendizado é essencialmente fenomenológico, por vivências, e não abstrato, intelectual, o que pode dar uma idéia errada da pedagogia no ensino médio. Neste último, devem ser abordados os aspectos formais, teóricos, em todas as áreas. Isso se deve ao fato de a pedagogia Waldorf basear-se fundamentalmente no que é chamado de &quot;estudo do ser humano&quot; (Menschenkunde) de Rudolf Steiner, mostrando a evolução das crianças e jovens de acordo com a idade. O sucesso mundial da pedagogia Waldorf mostra na prática como ele estava correto. Segundo ele, somente depois da puberdade, idealmente aos 14-15 anos, o jovem tem seu pensamento desenvolvido para se dedicar a puras abstrações como são as explicações teóricas em qualquer campo. Se no ensino fundamental uma experiência de física era observada e descrita em todos os seus aspectos fenomenológicos, no ensino médio deve-se explicá-la com a teoria correspondente. É portanto no ensino médio que se deve desenvolver o intelecto abstrato dos alunos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É fundamental entender que um desenvolvimento intelectual pode ser feito com pouca informação, concentrando-se em alguns aspectos essenciais de cada matéria científica. O vestibular exige um conhecimento muito amplo (mas muito menor do que se exigia quando eu o prestei, em 1958). Se as escolas Waldorf fossem cobrir todo o programa do vestibular, iriam ter que deixar de lado todo o resto da formação do jovem – como o fazem as escolas especializadas em vestibulares –, e não poderiam apresentar os tópicos científicos de maneira adequada para a maturidade do jovem em cada idade. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pode ser que em alguma escola Waldorf o ensino intelectual seja fraco demais. Cabe aos pais exigirem que a escola trate esse ensino adequadamente. O currículo Waldorf estabelecido por Steiner é riquíssimo e muito profundo. Por exemplo, na matemática ele estabeleceu que se deveria estudar probabilidade, principalmente por que ela é muito usada; todos os dias os jornais trazem algum levantamento estatístico. Os pais deveriam verificar pelo currículo Waldorf se ele está sendo seguido, e exigir que o seja. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para uma certificação da profundidade do desenvolvimento intelectual produzido pelas escolas Waldorf, basta examinar os magníficos trabalhos de conclusão de curso (TCCs) que os alunos fazem nos 12° anos, em geral expostos nos bazares natalinos. Tive uma experiência muito interessante em 1980, na escola Waldorf de Engelberg, perto de Stuttgart, então frequentada pelos meus filhos. Assisti a apresentações públicas dos TCCs dos formandos daquele ano: eram trabalhos e exposições tão interessantes e profundos que o grande teatro da escola, com 900 lugares, enchia-se de pessoas da redondeza que vinham aproveitar os ensinamentos transmitidos pelos alunos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Alguns pais podem achar estranho que as escolas Waldorf dão muito pouca importância ao uso do computador e da Internet. Ocorre que não é necessário aprender a utilizá-los, pois seu uso está cada vez mais simples e autoexplicativo. Assim, qualquer pessoa os aprende simplesmente usando-os, e com poucas orientações de pessoas mais experientes. Pelo contrário, o uso da Internet por crianças e adolescentes é extremamente perigoso, pois todas elas são ingênuas (Smith 2009; veja-se também minha resenha dele &quot;Como proteger seus filhos e alunos da Internet&quot;). Vou estender-me sobre essa questão no item 4. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;3) Preparo para o mercado de trabalho &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como foi exposto no item 3, o mais importante para um sucesso profissional são as habilidades sociais, e não técnicas. Nesse sentido, não há melhor preparo do que o feito nas escolas Waldorf. Rudolf Steiner estabeleceu a ausência de repetição de ano em parte para que uma classe começasse no 1º ano Waldorf e seguisse junta até o 12º ano. Imagine-se o que essa intensa convivência e conhecimento profundo de cada individualidade dos colegas significa do ponto de vista social. Imagine-se o grau de tolerância que deve ser desenvolvido para que cada um conviva harmoniosamente com seus colegas durante tantos anos, o que é orientado pelo professor de classe no ensino fundamental e depois pelo tutor no ensino médio. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Professores de classe e tutores cientes da necessidade de desenvolvimento social de cada aluno devem cuidar para que isso ocorra, por exemplo fazendo os alunos ajudarem-se mutuamente, promovendo jogos cooperativos, expondo biografias de pessoas ilustres que muito sofreram mas que conseguiram grandes realizações etc. Nos dias de hoje os impulsos antisociais são infinitamente maiores do que os da época de Steiner. Vejam-se, por exemplo, a falta de respeito dos jovens para com outras pessoas, incluindo as mais velhas, começando pelos seus pais, o aumento brutal da agressividade (como já dito, causado em grande parte pelos meios eletrônicos; veja-se o cap. 4, &quot;Agressividade e comportamento antissocial&quot; de meu artigo &quot;Os efeitos negativos dos meios eletrônicos em crianças e adolescentes&quot;, Setzer 2010). Isso exige uma consciência muito maior dos professores no sentido do desenvolvimento social, do que tinham os da primeira escola Waldorf. Esse tipo de pedagogia apresenta o ambiente escolar ideal para isso, pois nela cada aluno é conhecido profundamente e tratado individualmente como pessoa humana e não como uma coisa à qual se atribuem notas que têm pouquíssimo ou mesmo nenhum significado humano. O tratamento individual de cada aluno também ajuda seu desenvolvimento social, pois ele se sente tratado com dignidade, um exemplo que ficará para o resto da vida. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um caso específico de preparo para o mercado de trabalho são as apresentações públicas semestrais feitas pelos alunos e, principalmente, as peças teatrais do 8º e do 11º ou 12º anos, partes essenciais do currículo Waldorf. Nelas, crianças e jovens aprendem a enfrentar o público, a falar com dicção decente, a perceber como os colegas estão atuando e a reação do público, fora o preparo de todo o cenário feito pelos alunos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Vou permitir-me citar alguns casos pessoais. Meu 3º filho, Michel, logo que terminou a Escola Waldorf Rudolf Steiner de São Paulo (EWRS) passou sem cursinho o vestibular para o Instituto de Matemática e Estatística da USP. Depois de um ano, sem ter repetido nenhuma matéria, o que é bem raro, resolveu que &quot;tinha se sacrificado suficientemente&quot; e resolveu atravessar a rua e ir fazer Administração de Empresas na Faculdade de Economia e Administração da USP (para isso, teve que fazer um cursinho; aliás, ele achou ótimo isso, pois completou sua formação básica). Antes de terminar o curso já tinha sido contratado por uma empresa (e tinha o problema de não poder se apresentar aos clientes como ainda aluno de graduação, pois isso deporia contra a empresa...), e aos 33 anos tornou-se vice-presidente da Oracle Corporation, a 2ª maior empresa de software do mundo, onde a tensão de trabalho era enorme, pois coordenava o trabalho de 200 consultores. Aos 36 anos, resolveu mudar totalmente e formou uma firma de construção de casas populares, com grande sucesso e para sua grande satisfação. Aliás, a maleabilidade profissional foi uma das constatações de um antigo estudo do Ministério da Educação alemão sobre ex-alunos Waldorf. Tenho certeza de que o sucesso profissional do Michel deveu-se em grande parte ao desenvolvimento social que ele teve na escola; ele tem uma incrível sensibilidade social. Por outro lado, minha filha menor Ariela, também ex-aluna de todo o curso da EWRS, formou-se em veterinária na USP, e depois fez lá um brilhante mestrado. Seu preparo intelectual na escola Waldorf, mais o cursinho, foram obviamente mais do que suficientes para sua carreira acadêmica. Para completar, minhas duas filhas mais velhas tornaram-se musicistas, uma tendo se graduado no Departamento do Música da USP e depois feito o seminário de formação de professores Waldorf em paralelo com mais uma graduação em música na Faculdade de Música (Musikhochschule), ambos em Stuttgart, e a segunda formou-se na faculdade de Música de Weimar. Ambas são professoras de música na Alemanha, sendo que a segunda teve que passar por uma seleção rigorosíssima para ser contratada pela escola de música de Heidelberg (conquistando uma das duas únicas vagas para violoncelo em escolas de música naquele ano, em toda a Alemanha), um caso demonstrando que quando é necessário competir, um jovem que não foi educado dentro dessa mentalidade adapta-se rapidamente a essa situação. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/tirar-de-waldorf.html&quot;&gt;http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/tirar-de-waldorf.html&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: suaoportunidadedenegocio.blogspot.com   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/04/razoes-para-tirar-um-filho-de-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-u2hpZnurHQ0/T4CRtdAbFVI/AAAAAAAAAF4/7a-hxhIALzU/s72-c/mercado%252520de%252520trabalho_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-2437127022948581975</guid><pubDate>Sat, 24 Mar 2012 16:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-24T20:11:36.819-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sugestões de leitura</category><title>HISTÓRIAS DE PROFESSORES...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyARgRu0DQNVoTHi4WWzcFVnqsthe66TJQFAYnwjsxEatmeW0lX68xd6zP2T7d5i0CDkPZC2EtAWb4erYQRDy2JeVeQukKD9e5S6Dczj2aLWysF4NN6zUaiyyiGmm-e6b_MfA1Linn/s1600/BOT%C3%83O.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;152&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyARgRu0DQNVoTHi4WWzcFVnqsthe66TJQFAYnwjsxEatmeW0lX68xd6zP2T7d5i0CDkPZC2EtAWb4erYQRDy2JeVeQukKD9e5S6Dczj2aLWysF4NN6zUaiyyiGmm-e6b_MfA1Linn/s200/BOT%C3%83O.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se existe gente que tem história para contar são os professores. E são passagens das mais pitorescas - umas cheias de cores, beleza e alegria e outras com pontos obscuros e tristes - mas sempre há o que se contar porque em sala de aula acontece de tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estado de São Paulo lançou há muito tempo atrás um livro que trazia muitas histórias de sala de aula que nos transmitiam verdadeiras lições de vida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A vida é mesmo assim - ensina por paradigmas, uns bons e outros não tão bons assim... aquela coisa - EU TAMBÉM PASSEI OU POSSO PASSAR POR ISSO...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim fez Gabriel Chalita, há um tempinho atrás lançou um livro: HISTÓRIAS DE PROFESSOR QUE NINGUÉM CONTOU.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sua forma de organizar esta obra foi muito parecida com o livro do Rubem Alves - FESTA DE MARIA - Alves fez analogias e utilizou-se de metáforas entre as emoções e a comida, já Chalita fez uso de expressões do latim, para explanar sobre fatos que ocorrem na educação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muito felizes e sensíveis suas abordagens, mostrando que a EDUCAÇÃO é cheia de possibilidades e que para EDUCAR é preciso uma alma receptíva e aberta, e que o trabalho é, quase sempre, ÁRDUO.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não sou tão fã assim deste homem que no fim de tudo tornou-se mais político do que EDUCADOR, mas com certeza ele possui seus méritos e qualidades, afinal todos possuem um caráter dotado de dicotomias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Deixo aqui a sugestão de leitura e excertos do livro que muito me tocou...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot; Algumas pessoas olham pela janela e vêem as rosas murchas e ficam tristes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outras pessoas olham pela janela, vêem as roas murchas e ficam felizes... são capazes de ver a semente.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot; É preciso ser especial para entender o que significa educar na heterogeneidade. Na verdade, todos os alunos são sempre especiais e todos são carentes de afeto, de atenção, de amor.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot; Educar é possibilitar ao outro as condições necessárias à transcendência, à superação de suas limitações, à concretização dos seus ideais, à realização dos sonhos. Educar é criar impulsionar e capacitar para a vida. É conceder ao outro a aquisição de saberes essenciais a uma existência digna e promissora.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Das primitivas e milenares histórias de amor aos grandes sucessos tecnológicos do novo milênio, sempre há a figura do professor. São fundamentais essas criaturas, e não importa se ganham a fama e o reconhecimento geral ou se permanecem no anonimato da vida nos rincões afastados , todas praticam a saudável premissa de acreditar na semeadura e na colheita.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;[...] Se há no mundo alguns magoados que vivem de lamúrias, que reclamam a cada novo amanhecer porque nem tem olhos para contemplá-lo... se há no mundo alguns magoados que vivem de queixumes clamando contra tudo e todos - há no mundo inquietos, pessoas que acreditam na própria luz e que iluminam. Trabalham, rompem os obstáculos e se lançam no horizonte que podem construir.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Espero que gostem da sugestão de leitura!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;EDUCAR É PRECISO!!!! Sim, antes de mais nada EDUCAR a nós para depois EDUCAR o outro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Abraços a todos.</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/03/historias-de-professores.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyARgRu0DQNVoTHi4WWzcFVnqsthe66TJQFAYnwjsxEatmeW0lX68xd6zP2T7d5i0CDkPZC2EtAWb4erYQRDy2JeVeQukKD9e5S6Dczj2aLWysF4NN6zUaiyyiGmm-e6b_MfA1Linn/s72-c/BOT%C3%83O.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>28</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-5865243339022295327</guid><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 22:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-23T19:49:11.834-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação integrada&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;formação holística&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vestibular</category><title>Razões para tirar um filho de uma escola Waldorf – Parte 1</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-7lLwzHWqCFw/T2z95BOQaeI/AAAAAAAAAFg/AUjnv9_ad50/s1600-h/vestibular%25255B3%25255D.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;vestibular&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;vestibular&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-CEmTNTEQ5gU/T2z95hIcWXI/AAAAAAAAAFo/smFLWGAOXkM/vestibular_thumb%25255B1%25255D.gif?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; height=&quot;233&quot;&gt;&lt;/a&gt; Penso que os argumentos contra um aluno fazer o ensino médio em uma escola Waldorf sejam os seguintes: &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- As escolas Waldorf não preparam para os exames vestibulares. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- As escolas Waldorf dão mais ênfase a matérias não científicas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- As escolas Waldorf não preparam os alunos para enfrentar o mercado de trabalho. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- As escolas Waldorf apresentam um ambiente irreal. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Exame dos argumentos &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;1) A questão dos exames vestibulares &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A primeira consideração que se deve fazer é que esses exames são uma realidade, mas &lt;u&gt;são absurdos&lt;/u&gt;. Depois de ter experiência de ensino universitário na USP desde 1964 considero que o resultado do vestibular não tem quase nada a ver com o desempenho do aluno na faculdade. Em outras palavras, passar um vestibular não é garantia de que o jovem será um bom aluno na universidade. Pior, não é em absoluto garantia de que ele será posteriormente um bom profissional. A única coisa que um vestibular garante é que o jovem que o passou sabia responder as perguntas específicas daquele exame melhor do que outros jovens. É praticamente garantido que, passados alguns meses sem a continuidade do preparo para o exame, o desempenho será totalmente diferente, isto é, muito pior. Também é praticamente garantido que os professores universitários não passariam um vestibular concorrido sem que se preparassem para ele. Em outras palavras, &lt;u&gt;o conhecimento necessário para passar um vestibular é momentâneo e não tem quase nada a ver com a vida acadêmica e profissional posterior.&lt;/u&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se uma escola é especializada em preparar para vestibulares específicos, ela se torna também um absurdo. O que o jovem deve ter é uma formação geral, e não uma formação específica. Mas formação geral significa o desenvolvimento global em conhecimento, em maturidade e em capacidade em três áreas absolutamente fundamentais: as áreas intelectual, artística/artesanal e social. Para os exames vestibulares, apenas o desenvolvimento intelectual é essencial; com um bom desenvolvimento nessa área, um semestre ou dois de cursinho preparatório razoável colocam dentro de qualquer faculdade qualquer aluno com capacidade de estudo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por que as outras duas áreas, a artística/artesanal e a social são essenciais? Acontece que o ser humano não é só intelecto. A atividade artística está relacionada com dois aspectos fundamentais: a sensibilidade artística, isto é, para com o belo, e a capacidade criativa. Criatividade é baseada em fantasia, isto é, ter novas ideias, e na capacidade de concretizá-las no mundo real. Ora, fantasia tem que ser desenvolvida e exercida em um ambiente mal definido, como é justamente o ambiente sobre o qual se exerce qualquer atividade artística, contrariamente ao ambiente científico ou intelectual apresentado aos alunos nesse nível. Em geral, os professores de ciências tendem a passar uma imagem de conhecimento absoluto da ciência. Por exemplo, pergunto aos meus leitores: quantos de vocês aprenderam no ensino médio que um átomo não é um sistema planetário, com os elétrons girando em torno do núcleo? Como eles têm carga elétrica, a aceleração para mudarem de direção produziria irradiação eletromagnética, com isso eles iriam perder energia e deveriam cair no núcleo em um movimento espiral. Gostaria imensamente de conhecer pessoas cujos professores lhes tivessem ensinado, no ensino médio, que não se sabe o que é um elétron e nem um átomo. Essa imagem de conhecimento absoluto da ciência é extremamente prejudicial&lt;u&gt;, apassivadora (tudo o que o professor diz na aula é transmitido e absorvido como verdade), e produz um intelecto rígido.&lt;/u&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Compare-se o tipo de conhecimento intelectual (também usado em outras áreas, como a história, se é que ela é ensinada, se não é pedida no vestibular), com o de uma arte como o teatro. Dado um texto teatral, ele pode ser interpretado com entonações de voz e com gestos de infinitas maneiras diferentes, o que é denominado de ‘subtexto’, pois não consta explicitamente do texto. Na atuação numa peça teatral nada é rígido, tudo tem que ser imaginado e interpretado. Essa imaginação e essa liberdade simplesmente não existem no aprendizado de matérias intelectuais onde, seguindo os passos da ciência, procura-se formalizar tudo. Com isso, cria-se um modelo da natureza simplificado e, portanto, absolutamente irreal, pois a realidade é extremamente complexa. Toda ciência, ao ser expressa conceitualmente, tem que necessariamente simplificar a realidade, isto é, afastar-se dela. Pode ser que o ensino universitário também seja mentalmente castrador, e não dê margem para a criatividade, o que é muito comum. No entanto, &lt;u&gt;o que é importante na posterior vida profissional é justamente a criatividade&lt;/u&gt;, precisamente aquilo que a atividade artística desenvolve. Uma outra consequência da atividade artística é que a sensibilidade assim desenvolvida leva a uma sensibilidade social pois, como nas artes, o ser humano também é mal definido e imprevisível. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ter sensibilidade social significa perceber as necessidades e capacidades das pessoas e conseguir dirigir-se a cada uma individualmente segundo as suas características. A habilidade de atuar em equipe e de liderar, e até mesmo o convívio social depende totalmente dessa sensibilidade. Mas há outra característica social fundamental: a compaixão, isto é, a capacidade de compartilhar o sofrimento do outro. Infelizmente, há dois fatores que produzem uma trágica dessensibilização, impedindo a manifestação da compaixão: a competição e os meios eletrônicos. Competição é absolutamente antissocial: quem ganha fica contente, às custas da frustração e mesmo infelicidade de quem perde. Produzir essa frustração e ficar contente em ter ganho a competição significa dar mais valor à felicidade pessoal do que ao sofrimento do outro. Quem compete não pode ter dó do concorrente. Assim&lt;u&gt;, a competição desenvolve o egoísmo&lt;/u&gt;, que é altamente antissocial. O próprio vestibular é uma competição, e seria muito bom que o jovem se conscientizasse o mais tarde possível de que a sociedade é cruel e competitiva. A propósito, a própria vida vai ensinar a competir: não há, em absoluto, necessidade de se ensinar isso na escola, pelo contrário, o que precisamos é o ensino da cooperação. Somente uma sociedade cooperativa poderá reverter a crescente miséria social e individual, fruto do egoísmo e da ambição. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Howard Gardner (Gardner 1995) e Daniel Goleman (1995) mostraram muito bem que a mais importante habilidade para o sucesso profissional não é a técnica, e sim a social. Em particular, Gardner chama a atenção para o fato de as escolas desenvolverem principalmente o que ele denominou de &quot;inteligências lógico-matemática e linguística&quot;, as quais ele caracteriza como as menos importantes para um sucesso profissional. A &quot;inteligência emocional&quot; de Goleman (correspondendo à &quot;interpessoal&quot; de Gardner) nada mais é do que o conjunto das habilidades sociais. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quanto aos meios eletrônicos, a TV e os jogos eletrônicos transmitem uma quantidade enorme de ações antissociais, como por exemplo a violência, sendo que os segundos são muito piores do que a primeira, pois neles não existe condicionamento apenas pela imagem e pelo som, mas também pela ação executada pelo jogador (os jogos mais apreciados, principalmente pelos jovens, são os do tipo ‘mata-mata’). A escola deveria ter hoje em dia uma missão fundamental, muitíssimo mais importante do que o conhecimento teórico que é transmitido: justamente contrabalançar essa dessensibilização fazendo com que os jovens adquiram sensibilidade social e compaixão. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As escolas Waldorf não preparam para os exames vestibulares. Ainda bem! Assim elas podem dar uma formação ampla, intelectual, artística e social, produzindo jovens equilibrados e não pernetas com uma só perna intelectual. No entanto, como mostra tão bem o levantamento estatístico feito por Wanda Ribeiro e Juan Pablo de J. Pereira (Ribeiro, 2007), os alunos Waldorf não têm dificuldades em passar nos vestibulares; certamente os mais concorridos exigirão um semestre ou um ano de cursinho, mas o tipo de ensino daquelas escolas produz um tal desenvolvimento intelectual e uma tal capacidade de concentração e firmeza de objetivos que facilita enormemente o aprendizado compacto do cursinho. O estudo citado mostra também várias características interessantes dos ex-alunos Waldorf. Um outro trabalho nesse sentido é o de Douglas Gerwin e David Mitchell (Gerwin 2007), sobre ex-alunos Waldorf nos EUA. Todos os levantamentos feitos com ex-alunos Waldorf mostram vidas acadêmicas e profissionais posteriores muito boas, praticamente sem problemas de adaptação. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Alguns pais poderiam dizer: &quot;Mas eu não quero que meu filho perca um ano de cursinho!&quot; Acontece que não há nenhuma vantagem em entrar cedo numa faculdade. Pelo contrário, um ou dois anos de espera significarão uma enorme maturidade nos objetivos e na capacidade de estudo. Infelizmente nosso ensino universitário é excessivamente especializado profissionalmente; o ideal seria que todas as universidades tivessem um ou dois anos de ensino básico, e que os alunos pudessem escolher sua especialização profissional quando estivessem mais maduros.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O preparo para um vestibular concorrido significa um esgotamento mental. Se isso for feito durante todo o ensino médio, o aluno entrará na faculdade intelectualmente exausto. Quanto menos ele tiver que se preparar para essa experiência traumatizante, melhor. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Uma pergunta muito interessante é a seguinte: se as escolas Waldorf são independentes, cada uma adotando suas próprias características, por que nenhuma das inúmeras brasileiras (ver o diretório de escolas Waldorf já citado) prepara para o vestibular? Na Alemanha, por exemplo, não há um exame assim, mas há um exame de estado parecido com o ENEM, mas muito mais amplo, e cujo resultado é usado pelas faculdades para selecionar seus alunos, o ‘Abitur’. Pois bem, as escolas Waldorf alemãs terminam o ensino médio, na 12a série, e oferecem um 13o preparatório para o Abitur. Assim, elas podem concluir na 12a série o grandioso currículo introduzido por Rudolf Steiner, que visa o desenvolvimento harmônico do jovem em todos os sentidos. As escolas Waldorf não preparam para o vestibular, pois isso tomaria quase todo o tempo de ensino e do aluno, e seria introduzir uma unilateralidade extremamente prejudicial à formação harmônica dos jovens, produzindo pernetas intelectuais, cabeças ambulantes com pouco ou nenhum coração e sem força de vontade para a ação. Mas não sou contra as escolas Waldorf, por iniciativa dos pais, e administrado essencialmente por estes, introduzirem um cursinho dentro da escola, a ser frequentado pelos alunos formados que querem se preparar para um vestibular. A grande vantagem disso seria, por exemplo, equilibrar um pouco o necessário ensino exclusivamente intelectual, com algumas atividades artísticas. Além disso, poder-se-ia dar ao jovem um ano a mais de um ambiente social sadio. &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Valdemar W. Setzer &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font color=&quot;#8000ff&quot;&gt;No próximo post virá o exame do argumento seguinte.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/tirar-de-waldorf.html&quot;&gt;http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/tirar-de-waldorf.html&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: pedrovaladares.wordpress.com   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/03/razoes-para-tirar-um-filho-de-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-CEmTNTEQ5gU/T2z95hIcWXI/AAAAAAAAAFo/smFLWGAOXkM/s72-c/vestibular_thumb%25255B1%25255D.gif?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-2723661112242078752</guid><pubDate>Mon, 27 Feb 2012 19:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-27T16:43:50.539-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">deseducação</category><title>Carta de um professor desiludido</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font color=&quot;#008000&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-GIb_NZap0Vo/T0vc800T8NI/AAAAAAAAAFQ/v4LSvbb7-1g/s1600-h/bagun%2525C3%2525A7a%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;bagun&amp;ccedil;a&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;bagun&amp;ccedil;a&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-ps-AbZW0GTE/T0vc9SjrAhI/AAAAAAAAAFY/cBv7rObueIc/bagun%2525C3%2525A7a_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; height=&quot;162&quot;&gt;&lt;/a&gt; Se a educação, de um modo geral e não apenas a oferecida pelas escolas, não mudar, este país está perdido. Este é um depoimento real de um professor dos nossos dias que retrata perfeitamente o que a maioria dos professores tem de aturar em sala de aula e de pais de alunos.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font color=&quot;#008000&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font color=&quot;#008000&quot;&gt;Professores, uni-vos, façam alguma coisa!&lt;/font&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Caro Juremir! &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Meu nome é Maurício Girardi. Sou Físico. Pela manhã sou vice-diretor no Colégio Estadual Piratini, em Porto Alegre, onde à noite leciono a disciplina de Física para os três anos do Ensino Médio. Pois bem, olha só o que me aconteceu: estou eu dando aula para uma turma de segundo ano. Era 21/06/11 e talvez pela entrada do inverno, resolveu também ir à aula uma daquelas alunas “turista” que aparece uma que outra vez para “fazer uma social”. Para rever os conhecidos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por três vezes tive que pedir licença para a mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos. Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava bastante atenção de todos, toca o celular da menina, interrompendo todo um processo de desenvolvimento de uma idéia e prejudicando o andamento da aula. Mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender e que o Colégio é um local onde se vai para estudar. Então, a “estudante” quis argumentar, quando falei que não discutiria com ela. Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas. De casa, a mãe da menina ligou para a Escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretora da Escola. Qual passo dado pela mãe? Polícia Civil! Isso mesmo, tive que comparecer no dia 13/07/11 na oitava delegacia de polícia de Porto Alegre para prestar esclarecimento por ter constrangido (?) uma adolescente (17 anos), que muito pouco freqüenta a aula e quando o faz é para importunar, atrapalhar seus colegas e professores. A que ponto que chegamos? Isso é um desabafo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Tenho 39 anos e resolvi ser professor porque sempre gostei de ensinar, de ver alguém se apropriar do conhecimento e crescer. Mas te confesso, está cada vez mais difícil. Sinceramente, acho que é mais um professor que o Estado perde. Tenho outras opções no mercado. Em situações como essa, enxergamos a nossa fragilidade frente ao sistema. Como leitor da tua coluna, e sabendo que abordas com freqüência temas relacionados à educação, te peço que dediques umas linhas a respeito da violência contra o professor. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Parabéns pelo teu trabalho e um grande abraço! &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Maurício Girardi &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.cpers15nucleo.com.br/index.php?id=art892&quot;&gt;http://www.cpers15nucleo.com.br/index.php?id=art892&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: leilacordeiro.blogspot.com   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/02/carta-de-um-professor-desiludido.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-ps-AbZW0GTE/T0vc9SjrAhI/AAAAAAAAAFY/cBv7rObueIc/s72-c/bagun%2525C3%2525A7a_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>22</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-5050072345125035495</guid><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 22:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-11T20:13:32.394-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educar com o coração&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação infantil&quot;</category><title>O sorriso dos professores e professoras</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;José María Toro &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-pL7s2XF2MWA/TzboCCgT-_I/AAAAAAAAAFA/cwm9QEqBNhc/s1600-h/CriancaSorrindo%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px&quot; title=&quot;CriancaSorrindo&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;CriancaSorrindo&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-NsBCN-InnrM/TzboCkijdEI/AAAAAAAAAFI/GYjYQeze_bI/CriancaSorrindo_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; height=&quot;185&quot;&gt;&lt;/a&gt; O sorriso de uma criança que está feliz na escola não tem preço. O sorriso de um professor que é feliz na escola .... isso tampouco tem preço. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O sorriso deve ser considerado um elemento tipicamente escolar, tais como livros, cadernos, lápis e quadros negros. Hoje, talvez mais do que nunca, é preciso devolver o sorriso para os rostos de meninos e meninas e ao semblante de seus professores. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A presença ou não de sorrisos é um dos mais fiéis e sensíveis barômetros para medir o nível de pressão (ou opressão) na atmosfera de una classe. O sorriso é um termômetro preciso que reflete a calidez ou frialdade do encontro humano no qual se mantém um determinado modo de intervenção pedagógica. O sorriso marca nas faces de alunos e professores, de pais e filhos, qual é a temperatura com que se cozinha o processo educativo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nossas classes podiam ser entendidas, consideradas e vividas como um campo de cultivo de sorrisos. Fui reconhecendo que, como professor, estava chamado a ser, em certo modo, um semeador de sorrisos, um cultivador de alegrias. Por isso procurava que o primeiro que encontrassem as crianças cada manhã, ao começar uma nova jornada escolar, fosse meu sorriso. Esta era, conscientemente, minha primeira atividade ou lição do dia: a energia do sorriso, o presente do sorriso, a arte de sorrir, mas, sobretudo, o direito ao sorriso. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O sorriso é também uma energia que é preciso atender, enfocar, ativar e cultivar. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O sorriso constitui um extraordinário alimento que há de estar presente e servir-se à mesa de cada dia. É um remédio que atua de maneira fulminante e eficaz, é a vitamina por excelência para nosso coração. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O sorriso aplaina e abre o caminho para chegar aos demais e nos abre suas portas. Desenhar um sorriso no momento do encontro é como dizer: Aqui estou! Quem devolve o sorriso não está senão respondendo: “Passa e entra”. O sorriso põe a chave e abre a porta. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eu presenteava a meus alunos meu sorriso e eles o devolviam multiplicado. E fomos polindo-os, limpando-os, distinguindo-os desses outros sorrisos moldados pela malicia, sarcasmo, cinismo, mordacidade ou acritude. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quando um menino ou uma menina sorria ante minha presença sentia que com ele ou ela era toda a Criação, o Universo inteiro o que se regozijava em seu sorriso. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Cada vez que sorria a uma criança lhe estava dizendo: “Gosto de estar aqui”. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Cada vez que uma criança me sorria estava dizendo-me: “Sou feliz estando aqui e contigo”. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta é uma das máximas felicidades deste trabalho: escutar como cantam e como riem as crianças que se vão depois de haver passado toda uma manhã contigo. &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;(Extraído do livro “Educar con Co-razón”. Editorial Desclée) &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;José María Toro é professor de ensino primário e especialista em criatividade, técnicas de estudo e em distintos âmbitos da Expressão e Comunicação. Autor e palestrante.&lt;/font&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.enpaz.com/modules.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=390&quot;&gt;http://www.enpaz.com/modules.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=390&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: camaqua.rs.gov.br   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/02/o-sorriso-dos-professores-e-professoras.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-NsBCN-InnrM/TzboCkijdEI/AAAAAAAAAFI/GYjYQeze_bI/s72-c/CriancaSorrindo_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-4032320138505588736</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-30T17:08:21.786-02:00</atom:updated><title>ARTE PARA CRIANÇAS...</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPedSACcWTzGBxhq-QF_jjF2eboeuRA0wSP1VJeXbB3zKxaSyMWipV4xaFZy91nxM5SHhPgYS8ESShlZh6DRLdZYr9WzG2Wz8aYS_RhcjcO57BSySWUYu-3W8U0cMOLxjy5WkKNw07/s1600/Comic.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;254&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPedSACcWTzGBxhq-QF_jjF2eboeuRA0wSP1VJeXbB3zKxaSyMWipV4xaFZy91nxM5SHhPgYS8ESShlZh6DRLdZYr9WzG2Wz8aYS_RhcjcO57BSySWUYu-3W8U0cMOLxjy5WkKNw07/s320/Comic.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;(Imagem da Prefeitura Municipal de Varginha - Um dos Projetos Infantis aprovado pelo COMIC )&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
É notável que um grande escritor, antes de mais nada, será sempre o sábio leitor. Aquele que lê, saboreando cada palavra na semântica e na sintaxe, mesmo que imperceptivelmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, diante de tal afirmação faz-se necessário, desde a mais tenra idade fazer nossas crianças tomarem contato com textos de excelências, com vocábulos ricos, narrativas detalhadas e ao mesmo tempo que possibilitem subjetividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém vamos adiante!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como nem só de pão vive o homem, mas também de tudo aquilo que alimenta sua alma, não só a LITERATURA infantil tem que ser de suprema qualidade, mas também a ARTE num contexto mais amplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi assim que surgiu um material de relevância na área musical, tendo por premissa dois nomes imensos - &amp;nbsp;EDWARD LEAR e LEWIS CARROLL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cid Campos, faz versões de textos destes escritores criando um CD maravilhoso onde a criança pode ter contato com a ARTE NONSENSE, até então feita para adultos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Traduzindo poemas de Lear e de Carrol, Augusto de Campos cria um rico mundo de novas descobertas e possibilidades para a ARTE INFANTIL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste mesmo trabalho há poemas do próprio Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Luís Turiba, &amp;nbsp;Paulo Leminski e Walter Silveira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lewis Carrol é criador do clássico ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS. Edward Lear criador do gênero &quot;nonsense&quot;.&amp;nbsp;Suas obras “A Book of Nonsense” (1846) e “Nonsense Songs, Stories, Botany and Alphabets” (1871) contêm poemas e ilustrações de sua autoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante deste princípio nasceu CRIANÇA CRIONÇA, utilizando-se dos jogos de linguagens e dos poemas destes mestres citados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para uma nova geração, que nasce diante de uma sociedade completamente hiperativa em todas as atividades, que tem contato com os mais vazios dos conteúdos, poder deparar com um conjunto de obras musicadas em perfeita consonância é realmente ganhar um valioso presente que nem todos os dias chega até nossas mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra traz à tona um LEITOR-OUVINTE, que pode descobrir outros caminhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ter uma vaga e deliciosa ideia, a música carro-chefe deste CD - CRIANÇA CRIONÇA faz-se valer das modas de viola, combinando violão e viola de dez cordas, mandolim e harpa midi que deixa um ar &amp;nbsp;de camuflagem dos sentidos. um toque de sonhos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afinal, ARTE para CRIANÇAS não é BRINCADEIRA!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui uma pequena mostragem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/B85WDrx1xK8?fs=1&quot; width=&quot;300&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partilhando uma possibilidade para grandes divagações em salas de aulas.&lt;br /&gt;
As mais belas filosofias surgem de tudo aquilo que nem sempre é visível, mas que pode vir a sê-lo.</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/01/arte-para-criancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPedSACcWTzGBxhq-QF_jjF2eboeuRA0wSP1VJeXbB3zKxaSyMWipV4xaFZy91nxM5SHhPgYS8ESShlZh6DRLdZYr9WzG2Wz8aYS_RhcjcO57BSySWUYu-3W8U0cMOLxjy5WkKNw07/s72-c/Comic.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-6154472256334519767</guid><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-21T17:07:11.086-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação infantil&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bondade</category><title>Criando crianças de bom coração</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-Adickv8Ngqk/TxsM3MJNRhI/AAAAAAAAAEw/X4w6jD703L4/s1600-h/crian%2525C3%2525A7as%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;crian&amp;ccedil;as&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;244&quot; alt=&quot;crian&amp;ccedil;as&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-24sqtlibf1A/TxsM3Rji5zI/AAAAAAAAAE4/X8sxEtcuVxU/crian%2525C3%2525A7as_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;243&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt; Abaixo, estão palavras lindas que espero que sirvam de exemplo para reconstruir nossa sociedade, que hoje anda na contramão, e, para que os pais se conscientizem em deixar valores de bondade à seus filhos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“Bondade não está na moda. Crianças boazinhas passam a impressão de que estão com medo ou são meio lerdinhas. Por que isso? Porque os contravalores que a sociedade está construindo e a mídia divulgando são outros. Vencer é melhor. Ser o mais rápido, mais esperto ou mais forte é alvo da molecada. As mensagens divulgadas estão impregnadas dessas idéias, enquanto as que valorizam o “bom coração” nem aparecem. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Minha avó já dizia: “Marcos, vá brincar com aquele menino, ele tem bom coração.” Eu ia. Mesmo sem saber o que realmente isso significava. E as brincadeiras eram muito legais, a gente se divertia muito. Quando eu brincava com alguém que não recebia esse título, logo desistia. Eram brincadeiras de empurrar, bater, sacanear alguém, jogar pedras em cachorros, quebrar vidraças. Parecia diversão, mas não era. Ficava aquele gostinho de “eu não devia estar fazendo isso”. Minha consciência pesava. Fazer o mal a alguém ou a algum animal para se divertir não era certo, nem no passado nem hoje. Ninguém precisa da dor do outro para rir. Podemos rir de tantas outras coisas. Podemos rir de nós mesmos e das nossas trapalhadas. Humilhar alguém para aparecer na turma, para ser o “popular” não é o caminho ao qual devemos incentivar nossos filhos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como ensinar os valores corretos? Falando, explicando, mostrando o que é humilhação, mostrando a dor do outro e fazendo nossos filhos refletirem a respeito. Esse é o começo. Além disso, podemos incentivar e elogiar todas as vezes que nossos filhos apresentarem algum comportamento solidário, honesto ou de caráter. Isso os fará perceber que o caminho para a maturidade está na construção e não na destruição. Está em agir de forma a aproximar as pessoas ao invés de afastar. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Recentemente estive conversando com um empresário em um vôo para São Paulo. Conversávamos sobre contratação e demissão. Como é difícil acertar. Um dos critérios que ele utiliza para demitir é a forma como o funcionário fez amigos ou inimigos dentro da empresa. Tem gente muito chata, meticulosa, legalista, mas ajuda é solidário. Outros são barulhentos, divertidos, falastrões, mas não ajudam ninguém, são egoístas e autocentrados. Ficam esperando elogios ao invés de trabalhar e de levar outros consigo para a vitória. Querem vencer sozinhos. Esses não permanecem na empresa. Os que ficam são aqueles que, não importando a personalidade que tem, são amigos, batalhadores, que elogiam os colegas quando acertam e criticam quando erram, mas o fazem discretamente. Pessoas assim não crescem por acaso, não tem sucesso por sorte. Crescem porque desde a infância aprenderam a valorizar o outro. São pessoas de “bom coração”. ” &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;(Revista Viver Curitiba, 2010) &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://opiniaosa.wordpress.com/2011/12/10/educacao-infantil-criando-criancas-de-bom-coracao/&quot;&gt;http://opiniaosa.wordpress.com/2011/12/10/educacao-infantil-criando-criancas-de-bom-coracao/&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Imagem: Blog Lysuziereflection   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/01/criando-criancas-de-bom-coracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-24sqtlibf1A/TxsM3Rji5zI/AAAAAAAAAE4/X8sxEtcuVxU/s72-c/crian%2525C3%2525A7as_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-1240159551312960753</guid><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 19:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-10T17:40:33.412-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Paradigmas</category><title>EM QUAL ESTAÇÃO PERDEMOS O TREM...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjliypYcvt4Fevg5ouTDey1p7AskXNZMWNtezQKUWMQweIT98s75Kin8Wswykn8utUTBzxnCv7pT050SZRe4HIx1x35JeCUHkHu-9VGHq8zXMZVBCpabttxVFiD7O_i5FxnY3Wo4UNh/s1600/esolaeducar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;172&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjliypYcvt4Fevg5ouTDey1p7AskXNZMWNtezQKUWMQweIT98s75Kin8Wswykn8utUTBzxnCv7pT050SZRe4HIx1x35JeCUHkHu-9VGHq8zXMZVBCpabttxVFiD7O_i5FxnY3Wo4UNh/s320/esolaeducar.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Gosto de prosear.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem proseia coloca naquilo que fala uma dose a mais de sentimento, energia, mágica. Retira de dentro o que há de mais profundo e simples, sem muito compromisso com teorias, mesmo sabendo que estas são importantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É sempre bom ter alguém para prosear e rever conceitos que sempre surgem nas divagações das prosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes as prosas têm rumo certo. Há vezes que vão tão longe que não se chega a resposta alguma e sim deixam mais perguntas... mas dizem que o que move o mundo são as perguntas então, que haja prosa para uma pergunta a mais, sempre!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dias desses estava proseando com Rubem, sim, o ALVES - RUBEM ALVES.&lt;br /&gt;
Muitas vezes proseio com ele. Ele em seus livros e eu com meus olhos, atenta em todas as extensões de suas palavras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele também proseava comigo, dizendo-me assim :&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&quot;Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;não começaria com partituras, notas e pautas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;sobre os instrumentos que fazem a música.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Então fiquei a pensar - EM QUAL ESTAÇÃO PERDEMOS O TREM?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O trem da EDUCAÇÃO descarrilhou, perdeu os freios, saiu dos trilhos, revirou os dormentes... levantou cancelas e passou direto por muitas estações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O amigo com quem detive-me à prosa fez-me pensar no desencantamento que a escola sofreu nos últimos anos por parte de todos seus elementos (aluno, professor, direção, políticas públicas, família).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Se antes tínhamos uma EDUCAÇÃO austera, dogmática, reprodutora e com ela o silenciar dos alunos e suas estáticas atuações hoje temos uma EDUCAÇÃO absolutamente livre e dinâmica carregada de teorias mas quem está estático e desprovido de atuação são os professores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Talvez precisemos fazer como o grande Rubem, ensinar primeiro a beleza seja ela qual for - das flores, dos sonhos, da vida... semear as origens que aos poucos foram se perdendo, porque os infantes de hoje são absolutamente diferentes daqueles de décadas atrás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O dinamismo da sociedade fez com que toda sua estrutura mudasse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A família mudou e é de dentro dela que saem os alunos nossos de cada dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O aluno, hoje, vem abastecido de tudo aquilo que não precisamos como material didático em sala de aula. Traz consigo a desestrutura familiar, a fome, a miséria social absoluta tanto na amplitude &amp;nbsp;material quanto nas questões que vão para além da matéria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E para isto há que se rever de dentro para fora, enquanto educador, saber se antes de encantar o aluno este mestre/professor sabe se encantar, contemplar a beleza de ensinar, se ele está ou foi preparado para ouvir junto com seus educandos as mais belas melodias, juntos, para só então adentrar na tão difícil ARTE de ensinar sistematicamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A caminhada ainda é grande! Os caminhos cheios de bifurcações. Impasses de que a culpa não é de ninguém, quando na verdade todos nós somos responsáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Com olhar sereno, de quem passou muitos anos em salas de aula e com uma criticidade muito grande tento todos os dias arregaçar as mangas e não deixar a impotência me dominar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Há soluções, porém não há fórmulas mágicas!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Professor não é sacerdócio. É uma profissão que sempre viveu à beira de abismos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sabe-se todo aquele que agarra este trabalho que quem entra na chuva molha-se todos os dias em que esta cai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Não sei mesmo dizer em qual estação fiquei esperando o trem passar, mas o que ouvi foi só o ruído da máquina ao longe... apenas sei que talvez um outro passe, mais moderno, mais autêntico, mais cheio de passageiros dispostos a uma boa prosa, a partilhas, ao encantamento dos sonhos, mesmo aqueles que foram desfeitos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Piui...Piui...Piui...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Vamos subir ao EXPRESSO ORIENTE que nos levará a uma viagem entre o TEMPO e o ESPAÇO e que esta viagem possa nos abastecer de ESPERANÇAS para continuarmos a saga da EDUCAÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; (Malu Silva)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij-1AHJxJNDchG6pb3Y7LJXvS7xdRYb8yDwyoAwz8cG9WXL7fBdNIXOxkOVgbQ1EEewefZn-2NLyMHhserhyphenhyphen8vuXku5YXNM1ml7qvKzHH_tJw4x_aVtShOob4paZwZjwy1jlkjp-Yx/s1600/expresso.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij-1AHJxJNDchG6pb3Y7LJXvS7xdRYb8yDwyoAwz8cG9WXL7fBdNIXOxkOVgbQ1EEewefZn-2NLyMHhserhyphenhyphen8vuXku5YXNM1ml7qvKzHH_tJw4x_aVtShOob4paZwZjwy1jlkjp-Yx/s320/expresso.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2012/01/em-qual-estacao-perdemos-o-trem.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjliypYcvt4Fevg5ouTDey1p7AskXNZMWNtezQKUWMQweIT98s75Kin8Wswykn8utUTBzxnCv7pT050SZRe4HIx1x35JeCUHkHu-9VGHq8zXMZVBCpabttxVFiD7O_i5FxnY3Wo4UNh/s72-c/esolaeducar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>19</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-3024510196775688826</guid><pubDate>Fri, 16 Dec 2011 19:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-16T17:33:39.754-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">jovens</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">juventude</category><title>Sinto pena dessa juventude</title><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;Este não é um texto sobre educação, mas se lerem nas entrelinhas a falta da mesma será aí encontrada.&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;Há circunstâncias que não podem ser mudadas pelas pessoas comuns, como as falhas das políticas públicas de educação, mas a mudança também pode e deve vir dos pais e professores do ensino fundamental para que os futuros jovens não se enquadrem no que o professor Antonio, de forma contundente, expõe neste texto.&lt;/i&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-UyjFviuF5Bk/TuudEcKHrNI/AAAAAAAAAEI/PGUHW-X3-Q8/s1600-h/tribos%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;tribos&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;244&quot; alt=&quot;tribos&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-08v39Ez09nk/TuudEgUmJjI/AAAAAAAAAEQ/MfeqxtIB4w8/tribos_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;237&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt; Cedo aprendi que o &quot;sentir pena&quot; não era um bom sentimento, estaria ligado à inação, à incapacidade de aliar a compaixão com a ação de ajuda efetiva. Mas, eu sinto pena dessa juventude, dividida por tribos, assumindo estereótipos e posturas morais que estão distantes das melhores, tentando encontrar caminhos que não os levam a lugar algum.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sinto pena dessa juventude, quando rapazes e moças dissociam o sexo da contrapartida afetiva, encontrada nas relações construídas, buscando vivenciar emoções que mais tarde verificarão serem efêmeras. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sinto pena dessa juventude, quando vejo a unidade familiar destroçada pelo abandono dos pais, pela disseminação das drogas, por políticas públicas equivocadas, pela alienação que parece se alastrar de forma epidêmica e pelo uso da vodka com energéticos, que os fazem pular enlouquecidos durante toda a noite, como que em uma dança tribal ancestral, que pudesse afastar os seus medos, sem saberem, que apenas estão conseguindo postergar seus futuros, se tiverem algum, e enfraquecendo os seus frágeis corpos e as suas frágeis mentes. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sinto pena dessa juventude, exposta a todo o tipo de violência, sem destino e sem remetente, que lhes ceifa as vidas, fornecendo dados às estatísticas que justificarão as suas ausências na vida adulta. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sinto pena dessa juventude, que escolhe viver as suas orientações sexuais, inseridos em uma sociedade hipócrita e perversa, que finge aceitá-los, para parecerem politicamente corretos.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sinto pena dessa juventude que se aglomera com esforço em faculdades noturnas, com ensino de péssima qualidade, que não lhes garantirão conhecimento e nem habilidades que os ajudem a ascender profissionalmente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sinto pena dessa juventude, que de &quot;vacilo em vacilo”, sai vagando pela vida se colocando nas mãos frias e pegajosas do acaso, e como diria o poeta Luiz Melodia, ainda por cima, &quot; sem o auxílio luxuoso de um pandeiro &quot; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Professor Antonio Carlos Muniz Macedo &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://observatoriodaexperiencia.blogspot.com/&quot;&gt;http://observatoriodaexperiencia.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Imagem: fashionbubbles.com&lt;/p&gt;  </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/12/sinto-pena-dessa-juventude.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-08v39Ez09nk/TuudEgUmJjI/AAAAAAAAAEQ/MfeqxtIB4w8/s72-c/tribos_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-2098335555971422244</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 19:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-22T17:31:05.496-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação consciente&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação integrada&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aprendizagem</category><title>Escola da complexidade</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-C6puNTnU2LM/Tsv36-_sH9I/AAAAAAAAAD4/gkI7S8ht-ow/s1600-h/complexidade%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img align=&quot;left&quot; alt=&quot;complexidade&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;244&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-pohGdrXn6yA/Tsv37es1JAI/AAAAAAAAAD8/FQK8bvomyLU/complexidade_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;&quot; title=&quot;complexidade&quot; width=&quot;243&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Sempre defendi a máxima “quem educa sempre aprende”. Esse ano, uma aluna, de 15 anos, confessou em uma das redações que propus, que um dos seus sonhos, além de ser médica e conhecer sua banda de rock favorita, era poder seguir a vida sendo ela mesma. Fiquei algum tempo pensando naquela frase, questionando qual seria o nosso papel. Afinal, o que a escola pode contribuir para o autoconhecimento e formação do aluno? Acredito também, que o fato de termos vivenciado a escola de uma determinada maneira, não nos impede de repensar nossa atuação. É fundamental discutir a relação professor e aluno e, consequentemente, o significado da expressão “ensino-aprendizagem”, reconhecer a importância dessa relação e reinventar a escola e o seu papel humano de comunicar e formar pessoas.  &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Os materiais humanos que temos em mãos, as diversas culturas, personalidades, interesses e vivências compõem um mosaico potencialmente belo e enriquecedor, que sem sombra de dúvidas poderiam conquistar um olhar mais atencioso de qualquer educador. Mas esse caldeirão de possibilidades está fadado a uma terrível dicotomia: os hábitos classificadores estão treinados em rotular os destinados ao fracasso e ao sucesso. Nota vermelha ou azul. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Como resultado dessa ausência de reformulações colhemos uma tensão entre todos aqueles que compõem o cenário educacional. O atual sistema, em muitas situações, ainda impõe aos professores um perfil nada amigável, observado inclusive na própria infraestrutura das instituições educacionais, com seus muros altos, grades, cadeados ou portas fechadas. Não como forma de proteção, mas sim de controle, representado também por proibições do tipo: permissão para ir (ou não) ao banheiro, para não falar “gracinha”, para não se expressar, para se manter sentado (e concentrado). Quem nunca conheceu um professor, que tinha em seu discurso um tom ameaçador? Ameaçar é desmoralizar. Se a ameaça se torna relevante no método de ensino está estagnada qualquer possibilidade de educar. Daí, é natural que os estudantes vejam os &quot;professores&quot; como meros capatazes, reprodutores de conhecimento, e não educadores. O instrucionismo, que não confia no estudante, que não o responsabiliza e não estimula a autonomia, só força o condicionamento e a memorização. Jamais poderá gerar o autoconhecimento, que a minha aluna necessita para que siga em frente sendo ela mesma. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O saber carece de sentido para estar integrado ao conteúdo. Não são os simples conhecimentos que dão sentido à vida e estimulam o interesse na escola, mas o valor empregado nesses processos de aprendizagem e contextualizações humanas. Não podemos continuar insistindo em velhas fórmulas defendidas ainda com paixão, mas que colocam uma divisão entre o saber da vida e o pedagógico, deixando os estudantes à mercê de um discurso carente de sentido para eles. Afinal, qual é o sentido de acomodar essas deficiências? &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Muito ainda se deve discutir e propagar sobre as implicações das nossas ações em um ambiente de aprendizagem. Compreender e pensar sobre novos sentidos e dimensões, novas tentativas. Vamos refletir para além das burocratizações profissionais necessárias, trazer à tona o que é importante para a prática docente questionando quais os atributos possuímos para melhorarmos nossa atuação como mediador, a fim de para alcançar novas dimensões para a sala aula. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Aqui, o trailler do filme “Entre os Muros da Escola” (que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2008). Retrata bem o tema abordado. É a história de um professor que se vê diante de uma turma de alunos bagunceiros e acredita que conseguirá “domá-los”, mesmo que seus colegas professores tentem desanimá-lo. Entre esses alunos estão estereótipos facilmente identificáveis: o menino que tem problemas com os pais, aquele outro que é mais tímido, uma garota que é a porta-voz da turma, o bagunceiro de plantão, e por aí vai. Indico que o assistam na íntegra. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;Cleide Monteiro &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.jornaldomestre.com.br/&quot;&gt;http://www.jornaldomestre.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: complexidade.ning.com &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/WHkcfDjbsgM&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/11/sempre-defendi-maxima-quem-educa-sempre.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-pohGdrXn6yA/Tsv37es1JAI/AAAAAAAAAD8/FQK8bvomyLU/s72-c/complexidade_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>14</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-5229793942513449713</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 20:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-14T18:32:50.993-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo</category><title>Educação é um processo dinâmico!</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_cLBtnHokNlw/S9CIpsZ_E6I/AAAAAAAAAB0/TQYPK3gm3dw/s1600/amp_098200b7540f812610ccf290da5d0ac510475_educacao_jpg.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_cLBtnHokNlw/S9CIpsZ_E6I/AAAAAAAAAB0/TQYPK3gm3dw/s320/amp_098200b7540f812610ccf290da5d0ac510475_educacao_jpg.jpg&quot; width=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sempre vi a educação como algo mutante, dinâmico, crescente. Com esse pensamento fui alvo de críticas, por querer trazer mudanças ao que há muito tempo já vinha sendo feito.&lt;br /&gt;
Talvez porque, apesar da intensa adrenalina, aprecio desafios, novidades, ares novos. Discuto modelos pré-existentes: o ser humano é complexo demais para ser analisado sob um único método padronizado. Parto dessa ideia quando analiso também a educação.&lt;br /&gt;
Como educadores, temos que ver à nossa frente, um ser pensante, influenciado pela cultura que traz do meio em que vive, com elementos psíquicos próprios e muitos outros detalhes que o diferenciam uns dos outros &amp;nbsp;numa classe, por exemplo. Dessa forma, há de se ter um olhar específico para cada aluno. Sem contar que cada um tem sua própria maneira de expressar-se a respeito de qualquer estímulo.&lt;br /&gt;
Mas como ter essa postura sensível e abrangente em nossa sociedade? Seu trabalho é exaustante, mal remunerado, não reconhecido pelos governantes, pelas famílias.....? Mesmo com toda essa problemática que envolve aspectos nada educacionais, o educador deve ser o gerenciador de mudanças e reafirmo que para que ocorram, é imprescindível uma postura desafiadora, interessada, questionadora, aberta à aprendizagens!&lt;br /&gt;
Temos que observar o que gera progresso no processo educacional. Analisar currículos, programas, métodos de avaliação... Temos que, para isso, trazer o aluno para mais perto de nós, conhecê-lo melhor para propor um aprendizado eficaz e efetivo. Podemos errar, mas temos que tentar.&lt;br /&gt;
Avaliações, provas... O que estamos medindo? Um exame é capaz de registrar exatamente o que o aluno sabe?&lt;br /&gt;
Com minhas turmas, em qualquer série em que atuei, costumava fazer anotações de cada progresso individual; a participação oral durante apresentação de trabalhos, envolvimento em pesquisas, respostas espontâneas, argumentação frente às mais diversas situações, trabalhos em grupos ...enfim, diariamente tinha o perfil do aluno e essas anotações , junto com o que chamava de exercícios com nota (provas para outros), davam-me critérios para avaliar os alunos.&lt;br /&gt;
Outra questão que levanto, é sobre o que fazer para que os alunos atinjam as metas curriculares. Como motivá-lo?&lt;br /&gt;
Onde trabalhei com currículos adaptados, tínhamos propostas individuais de acordo com as necessidades. Os alunos ficavam após as aulas normais . Mesclávamos aprendizado com as matérias específicas e atividades lúdicas pertinentes ao que se estava trabalhando. Esse trabalho proporcionava ótimos resultados.&lt;br /&gt;
Finalizando, não basta preocuparmo-nos apenas com a programação curricular. Educar é um processo amplo, dinâmico, integrado...Temos que estar dispostos a recomeçar sempre e ter a humildade de nos posicionarmos como mediadores entre alunos e aprendizado, procurando adequar-nos ao processo individual de cada educando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://elosdosaber.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/11/educacao-e-um-processo-dinamico.html</link><author>noreply@blogger.com (Kátia Kappel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_cLBtnHokNlw/S9CIpsZ_E6I/AAAAAAAAAB0/TQYPK3gm3dw/s72-c/amp_098200b7540f812610ccf290da5d0ac510475_educacao_jpg.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-2769347548266172254</guid><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 21:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-11T19:18:16.328-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;aluno participante&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação integrada&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><title>Blue School</title><description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-AENiLjj9fIc/Tr2REPayj4I/AAAAAAAAADc/4sWF86-jy50/s1600-h/Blue%252520school%25255B7%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Blue school&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;133&quot; alt=&quot;Blue school&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-RSTg1_VtURs/Tr2REknDVCI/AAAAAAAAADk/HqsMiuZW_M8/Blue%252520school_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sei que no Brasil existem escolas que utilizam métodos pedagógicos mais condizentes com o que propõe a Educação Proibida, mas hoje lhes trago um exemplo do que já existe nos Estados Unidos. Esta é apenas uma das escolas que por lá já vem trabalhando de uma forma mais progressista e voltada para o desenvolvimento integral do aluno. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Blue School&lt;/b&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A Blue School abriu no outono de 2006 com o sonho de criar uma experiência alegre, educacional e integrada para as famílias de nossa comunidade e além. Nosso belo edifício novo na Water Street em Manhattan permite à nossa inspirada equipe de professores e administradores servir crianças da idade de 2 anos ao 5° Grau e ter uma base permanente a partir da qual podemos compartilhar o aprendizado com educadores de todo o mundo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao longo de sua jornada na Blue School, as crianças desenvolvem uma compreensão profunda de si mesmas como aprendizes. Como elas exploram o mundo ao redor e dentro de si mesmas, elas adquirem instrumental e motivação interna para perseguir as suas ideias e dúvidas com profundidade e amplitude incomum. Elas estão acostumadas a levar o seu ponto de vista único para os desafios não só acadêmicos, mas também sociais e tem o apoio de que necessitam, dentro da comunidade, às suas grandes chances e de ter sucesso ou não com todo o empenho e humor. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Abordagem&lt;/b&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na Blue School é adotada uma abordagem criança-todo que não apenas identifica o forte vínculo entre todos os domínios do desenvolvimento, mas também reconhece que todos são parte do processo de desenvolvimento curricular. Cada criança se desenvolve entre e dentro dos domínios sócio-emocional, cognitivo e físico de forma única e individualizada. É importante identificar onde cada criança está no processo, a fim de satisfazer as suas necessidades e nível de sua aprendizagem de maneira a apoiar o seu percurso educativo e objetivos de vida. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É implementado um sistema integrado e emergente de, currículo centrado na criança, onde as áreas de conteúdo do mesmo são integradas e interdependentes. Tópicos curriculares emergem dos interesses das crianças e são usados para desenvolver projetos que atingirão o nível do modelo-padrão. Por exemplo, quando engajados em um projeto de uma única classe, as crianças desenvolvem habilidades de alfabetização por meio de resolução de problemas, raciocínio e habilidades de compreensão, e ampliam seu vocabulário enquanto exploram o uso da linguagem. Através deste mesmo projeto as crianças desenvolvem habilidades sociais, tais como troca de liderança, construindo autoconfiança. Elas também usam observação, previsão e reflexão e toda a ciência básica e necessária de matemática. Aprendizagem é integrada em todo o conteúdo e se aprofunda com a integração dos professores especializados. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um currículo centrado na criança foca e é projetado para atender às necessidades individuais das mesmas. Identifica as necessidades de desenvolvimento, as habilidades, os interesses e os estilos de aprendizagem. O professor é um facilitador da aprendizagem em vez de um diretor. As crianças socialmente co-constroem conhecimento uns com os outros e com os adultos e o desenvolvimento da criança é parte integrante deste contexto social. As crianças são participantes ativos na sua própria aprendizagem e o currículo emerge do interesse, do conhecimento passado, e das experiências das crianças e professores. A aprendizagem torna-se um processo ativo e focado mais sobre o aluno ao invés de sobre o tema ou lição a ser ensinada. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os professores usam a observação, reflexão e avaliação para identificar o perfil de desenvolvimento de cada criança. Os perfis de desenvolvimento então conduzem o conteúdo curricular, estratégias de ensino e diferenciação de instrução. Isso é referido como um modelo recursivo de planejamento. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os professores utilizam esses perfis de desenvolvimento em conjunto com cada série de graus do modelo padrão, o escopo e a seqüência e as expectativas de desenvolvimento para se engajar na avaliação dinâmica que ocorre no momento. Professores usam observações, notas de campo, fotografias, portfólios e outras formas apropriadas de documentação feitas por eles e pelos alunos para refletir a aprendizagem que está ocorrendo. Esta informação é então ligada com o modelo de currículo para individualizar, projetar e implementar o currículo que vai dar suporte e níveis de aprendizagem para todas as crianças e alcançar os objetivos individuais e os do nível do grau em que estão. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A abordagem e sua implementação são baseadas em pesquisas, experiências passadas e sólidas teorias educacionais. Blue School, no entanto, também é um ambiente único que incentiva, apóia valores e promove a exuberância, a alegria da aprendizagem, criatividade, perseverança, espírito brincalhão, a verdadeira integração e comunidade. A abordagem fornece uma forte fundação social-emocional para a aprendizagem, incentiva processo versus produto e permite que as crianças sejam livres para serem elas mesmas enquanto exploram e se conectam com o assunto de uma forma que os motiva e utiliza seus estilos de aprendizagem. &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.theblueschool.org/&quot;&gt;http://www.theblueschool.org/&lt;/a&gt;  </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/11/blue-school.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-RSTg1_VtURs/Tr2REknDVCI/AAAAAAAAADk/HqsMiuZW_M8/s72-c/Blue%252520school_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>13</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-3253268757229518467</guid><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 22:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-07T20:08:38.660-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criatividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><title>Projeto Imagine it! (imagine-o!)</title><description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-fanrHHcM-Xs/TrhW5NOtoQI/AAAAAAAAADI/QRVXa7fNRzU/s1600-h/imagine%25255B3%25255D.png&quot;&gt;&lt;img title=&quot;imagine&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;99&quot; alt=&quot;imagine&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-kIli4izfVx0/TrhW5aK4pwI/AAAAAAAAADQ/vgmmo4meRl4/imagine_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É, o mundo está caminhando a passos largos para uma mudança de conceitos e paradigmas. Na educação vejo que já se faz tarde para uma mudança, mas antes tarde do que nunca.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão inspirar você a imaginar o mundo como um lugar melhor e então envolver-se em solucionar desafios para si mesmo, sua comunidade e seu mundo.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;O que eles fazem? Promovem pensamento criativo.&lt;/b&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Acreditam que a criatividade e a imaginação são a esperança para um futuro positivo.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por que? Porque agora é um ponto de inflexão na história humana de mudança aparentemente incontrolável quando o cruzamento de problemas globais, um decréscimo alarmante do interesse dos alunos em ciência e tecnologia e uma &quot;crise de criatividade&quot; convida professores e pais, líderes empresariais e do governo para capacitar os ativos incalculáveis do engenho humano para tornar o mundo um lugar melhor, mais seguro e mais próspero para todos.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Projeto Imagine-o! é uma comunidade global de professores, pais e alunos que reconhecem que:  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- pensamento criativo pode mudar o mundo,  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- imaginação em ação é uma força poderosa,  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- problemas têm de ser resolvidos agora,  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;- uma única pessoa pode fazer a diferença.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O projeto disponibiliza vídeos para professores, porém todos em inglês.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Alguns envolvidos no projeto:&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;MIT  &lt;p&gt;Pixar Animation Studios  &lt;p&gt;Smithsonian Institution  &lt;p&gt;Stanford University  &lt;p&gt;Blue Man Group  &lt;p&gt;FIRST Robotics  &lt;p&gt;Intel  &lt;p&gt;Licoln Center Institute  &lt;p&gt;National Academy of Engineering  &lt;p&gt;National Teacher’s Advisory Council  &lt;p&gt;NewSchools Venture Fund  &lt;p&gt;X PRIZE Foundation  &lt;p&gt;Grupo de peso, não?  &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.imagineitproject.com/&quot;&gt;http://www.imagineitproject.com/&lt;/a&gt;  </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/11/projeto-imagine-it-imagine-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-kIli4izfVx0/TrhW5aK4pwI/AAAAAAAAADQ/vgmmo4meRl4/s72-c/imagine_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-930776508390786364</guid><pubDate>Tue, 18 Oct 2011 19:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-18T17:21:10.595-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;educação infantil&quot;</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">midiaeducação</category><title>A educação infantil na era da internet, uma reflexão</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-OmlNa33mQpE/Tp3RoVKQl7I/AAAAAAAAAC4/c9spFAOR56g/s1600-h/image%25255B3%25255D.png&quot;&gt;&lt;img title=&quot;image&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;181&quot; alt=&quot;image&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-fOH1lQ50_Eg/Tp3RpWINV7I/AAAAAAAAADA/c2rsv8llt3o/image_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt; Se eu fosse criança, talvez pudesse prestar mais atenção sobre a frase dita por Steve Jobs, em 12 de junho de 2005, aos formandos da Universidade de Stanford nos EUA: “Stay Hungry. Stay Foolish”. Perceberia que a fome a que o gênio dos dispositivos tecnológicos se referiu é a de conhecimento, e quando disse “stay foolish”, talvez sugerisse aos jovens “nunca deixem de sonhar, acreditem nas suas ideias mais loucas”. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Conectadas: conteúdo que vem da mídia ajuda a decidir o futuro das crianças. Se eu fosse criança, num mundo com tantas máquinas maravilhosas a desafiar minha curiosidade e inteligência, perguntaria: para que tudo isso serve? O que sou capaz de fazer com tantas inovações? O que posso transformar com tudo isso que me convida a mudar, evoluir? &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se eu fosse criança, talvez dissesse aos adultos que eles deveriam agir com mais maturidade em relação a todos estes novos brinquedos tecnológicos que não cansam de brotar de tantas mentes geniais, como John Baird, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, e tantos outros revolucionários criativos que, com suas parafernálias midiáticas, encantam, seduzem, hipnotizam e, muitas vezes, transformam a todos num bando de seguidores de vaga-lumes eletrocibernéticos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Conectadas: conteúdo que vem da mídia ajuda a decidir o futuro das crianças &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se eu fosse criança poderia confessar aos meus pais que internet vicia. TV vicia. Jogos eletrônicos viciam também. Que eu sou completamente mídiaviciado. Que embora não tenha sido muito justo ter me deixado com as babás eletrônicas, eu não culpo ninguém por isso. Talvez eu contasse a eles que TV e internet são capazes de oferecer muito mais do que notícias e diversão. Porque toda criança é capaz de entender à sua maneira o que vem da TV ou da web e atribuir significado a tudo. E quando uma criança dá novo significado ao que consome pela mídia, imediatamente, em tempo real, &lt;b&gt;transforma esses conteúdos em educação.&lt;/b&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se eu fosse criança, não esconderia de ninguém que o conteúdo que recebemos da mídia ajuda a constituir o que seremos no futuro. Então, eu daria um jeito de contar a todo mundo que, em muitos países, como na Áustria e no Reino Unido, por exemplo, muitos professores já descobriram que é importante mídia-alfabetizar na escola, para que todas as crianças e adolescentes possam aprender a compreender&lt;b&gt; criticamente &lt;/b&gt;a mídia. Se lá, as crianças aprendem a selecionar o que vem da TV e da internet, pode ser que aqui também funcione. Eu contaria que, para essas pessoas, liberdade de expressão é um princípio sagrado, liberdade de imprensa é um direito fundamental, mas, o que é oferecido pela mídia às crianças também é responsabilidade do Estado, que deve assegurar a maior de todas as liberdades: a liberdade de escolha. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se eu fosse criança pensaria em contar ao meu melhor amigo que às vezes eu também me sinto mídia. Tipo mídia-menino com alma digital e segunda vida na web. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se eu fosse criança diria ao meu professor que eu não quero trocar o livro pelo tablet. Quero os dois. Explicaria que eu quero aprender mais sobre ciberespaço, inteligência coletiva e tudo que me faz gostar tanto de assistir TV, acessar o Second Life, jogar no Facebook, falar no MSN e mandar mensagens pelo celular, tudo ao mesmo tempo, triturado e junto. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se eu fosse criança, tentaria convencer os adultos que não basta a tecnologia da informação mudar o mundo. É preciso decidir o que fazer com ela. Me esforçaria para fazê-los aceitar que, daqui pra frente, vou estar cada vez mais ligado, antenado, conectado, ciberespacializado. E que eles precisam decidir que tipo de educação vai ser midiatizada para todos nós. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Agora, como não sou mais criança, faço da mídiaeducação uma profissão de fé, para que pais, professores e gestores da educação incluam permanentemente a alfabetização para os meios no cardápio literário do público infanto-juvenil; para que se ampliem os benefícios oriundos do conteúdo positivo da TV e internet; para que &lt;b&gt;o lixo midiático&lt;/b&gt; seja reciclado pelos próprios midiacidadãos; para que a tecnologia da informação e os novos recursos digitais estejam, cada vez mais, em comunhão com a formação de cidadãos críticos e esclarecidos. Crianças, sejam famintos, mas, jamais sejam tolos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Wagner Bezerra é Publicitário, midiaeducador, diretor de programas educativos para TV. Autor do &quot;O Segredo da Caverna - A Fábula da TV e da Internet”; Cortez Editora, 2011 -http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/10/12/a-educacao-infantil-na-era-da-internet-uma-reflexao/ &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://educacaonobrasil2011.blogspot.com/&quot;&gt;http://educacaonobrasil2011.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Imagem: hardware.com.br   </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/10/educacao-infantil-na-era-da-internet.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-fOH1lQ50_Eg/Tp3RpWINV7I/AAAAAAAAADA/c2rsv8llt3o/s72-c/image_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-408821667361598720.post-7413690484192687409</guid><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 22:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-04T19:07:09.367-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">&quot;nova matemática&quot;</category><title>Novo olhar sobre a Matemática</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;por Paulo Henrique Gadelha /Abril 2011  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-Rypy74GnLJo/TjsYCYHCDwI/AAAAAAAAACw/JwK6ocIs82w/s1600-h/matem%2525C3%2525A1tica%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;matem&amp;aacute;tica&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;176&quot; alt=&quot;matem&amp;aacute;tica&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-LFCwW85mh8c/TjsYDAxaOTI/AAAAAAAAAC0/bTnVYkaybRw/matem%2525C3%2525A1tica_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;244&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt; Historicamente, a Matemática foi concebida como uma ciência hermética e desinteressante. É comum escutarmos relatos de experiências traumáticas quando o assunto em questão é o aprendizado da disciplina. Seria possível, então, estudar os conteúdos matemáticos de uma forma alternativa e atraente, tornando-os inteligíveis para os alunos e eficiente para o professor?  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para essa indagação, o professor João Batista do Nascimento, da Faculdade de Matemática do Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN) da Universidade Federal do Pará (UFPA), não titubeia em afirmar que sim. A resposta tem respaldo na metodologia criada pelo próprio docente: o uso do teatro na aula de Matemática.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;De acordo com o professor, a didática consiste em trabalhar os conceitos dessa área de conhecimento de uma maneira em que os alunos possam assimilar os conteúdos de forma lúdica e prazerosa. “Com o auxílio do teatro, a criança vai perder o medo da Matemática e passar a ter uma nova visão sobre a disciplina, pois a linguagem teatral tem o poder de despertar os nossos sentimentos e emoções. Dessa forma, após vivenciar no palco o que sempre foi considerado enfadonho, o aluno vai ter mais sensibilidade para aplicar a Matemática no seu cotidiano”, afirma o professor João Nascimento.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com o primeiro resultado prático de sua metodologia, o professor criou, em 2003, o Projeto de Extensão “Atividades de Matemática para 3ª e 4ª séries”, o qual vigorou durante aquele ano na UFPA e contou com a ajuda de quatro alunos que cursavam Licenciatura em Matemática na Universidade, na época. A iniciativa recebeu, ainda, apoio do Clube de Ciências do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação Matemática e Científica (NPADC), atualmente Instituto de Educação Matemática e Científica (IEMCI), e da Faculdade de Matemática.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As atividades da iniciativa aconteciam aos sábados no Clube de Ciências. Nesses encontros, crianças do bairro Guamá entravam em contato com a Matemática não só por meio de peças de teatro, mas também por utilização de jogos e outras brincadeiras. Essas dinâmicas, segundo João Nascimento, são eficientes, pois contribuíam para uma melhor fixação dos conteúdos.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Espetáculo conta origem das figuras geométricas&lt;/strong&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Após essa experiência, o professor pensou em criar um espetáculo teatral que pudesse consolidar o seu trabalho. Então, João Nascimento elaborou a proposta da peça chamada “De ponto em ponto formamos...”, na qual os personagens representam elementos da Geometria Plana. O objetivo era discorrer a respeito dos conceitos básicos desse tópico da Matemática, tudo de forma informal e bem humorada.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A peça era dividida em cinco atos: OH! Sujeito quadrado! (ato 1); Triângulo Amoroso (ato 2); Círculo Vicioso (ato 3); Tem que andar na linha (ato 4); Ponto Finalmente (ato 5). No momento das encenações, os personagens (elementos matemáticos) se apresentavam, explicavam suas funções e peculiaridades contracenando uns com os outros. A proposta foi apresentada em instituições de ensino superior no Pará, adequando o conteúdo à realidade local. No Campus Universitário do Baixo Tocantins (CUBT) da UFPA, em Abaetetuba, isso aconteceu durante a realização da disciplina Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino de Matemática, ministrada pelo professor Aubedir Seixas Costa, que também desenvolveu o trabalho nos municípios de Breves, Tailândia e Concórdia do Pará.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A metodologia foi batizada de “Matemática e Teatro – da construção lúdica à formalização”. A forma alternativa de ensinar Matemática ganhou notoriedade na mídia local, nacional e até internacional, sendo divulgada em Portugal.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Modelo tradicional é deficiente e ultrapassado&lt;/strong&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apesar de defender com afinco o seu método, o professor mostra-se cético quanto a possíveis mudanças no modelo tradicional de se ensinar a ciência na rede básica, o qual ele considera extremamente deficiente e ultrapassado. Um problema que não se restringe ao Brasil, “o ensino de Matemática praticado aqui é de péssima qualidade. Essa realidade ultrapassa as fronteiras do País e se estende por toda a América Latina. É premente a necessidade de melhorar o ensino. Não adianta mais o professor apenas se limitar a escrever uma definição no quadro e o aluno copiar. E para atingir a qualificação esperada, o docente precisa buscar novos métodos. Porém não vejo uma movimentação intensa nesse sentido”, declara João Nascimento.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para o professor, um dos fatores que contribuem para essa realidade é a concepção de que o aluno da rede básica não faz ciência. “Isso é falso. Eles produzem ciência tanto quanto quem está na universidade. Agora, é claro que existe uma diferença na densidade da produção. Isso é natural. Mas a produção do ensino básico não deixa de ser científica por ser menos complexa”, considera.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O próximo desafio de João Nascimento é produzir um livro que contemple todo o histórico da sua metodologia, para auxiliar estudantes e professores. A obra deve conter as dinâmicas envolvendo teatro e também poesia, música e outras vivências. O projeto já tem título “Matemática para Aprender e Ensinar”. Faltam alguns detalhes para a publicação, no entanto o professor já usa o esboço do material para auxiliar alguns colegas que têm interesse no trabalho.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“Não consigo visualizar grandes mudanças. Porém continuo insistindo em relacionar o teatro com a Matemática. Quero que as crianças não se limitem a aplicar o conhecimento em um papel frio de prova, mas possam defender o seu saber com todos os recursos e emoções disponíveis”, finaliza João Nascimento.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fonte:  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/leia-tambem/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica&quot;&gt;http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/leia-tambem/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica&lt;/a&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;foto Acervo do Pesquisador    </description><link>http://edupreciso.blogspot.com/2011/08/novo-olhar-sobre-matematica.html</link><author>noreply@blogger.com (Atena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-LFCwW85mh8c/TjsYDAxaOTI/AAAAAAAAAC0/bTnVYkaybRw/s72-c/matem%2525C3%2525A1tica_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item></channel></rss>