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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FPovGLl9_qI5_j6wlmKZE_G7nDQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FPovGLl9_qI5_j6wlmKZE_G7nDQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quem faz parte do meu grupo de amigos no facebook recebeu meu convite para o lançamento do livro &lt;b&gt;Física do Futebol&lt;/b&gt; que aconteceu aqui em São Paulo no último mês. Recebi o livro da &lt;a href="http://www.ofitexto.com.br/home"&gt;Oficina de textos&lt;/a&gt;, que publica livros universitários e profissionais com o intuito de promover, consolidar e difundir Ciência e tecnologia brasileiras.

&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-zS8_rXDyi_I/T2iQ6kJvRUI/AAAAAAAACaA/leGrSGs3zlE/s400/images.jpg" width="190" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No curso de Física tive o privilégio de ser aluno da Professora Dra. Emico Okuno que em parceria com o também professor Dr. Marcos Duarte escreveram este belo livro. Sem dúvidas o que aprendi na sala de aula da professora Emico e lendo seus livros serão conhecimentos que levarei como referência por toda a vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O &lt;b&gt;livro Física do Futebol &lt;/b&gt;conta com uma apresentação de Marcelo Gleiser e outra de Tostão. Este dois nomes deixam claro que o “&lt;b&gt;Física do Futebol&lt;/b&gt;” é um &lt;b&gt;livro&lt;/b&gt; único e indispensável, para os amantes da Física e do Futebol. Eu sou um destes que ama as duas atividades e estou adorando conhecer um pouco mais sobre os personagens e, assim, a história do futebol brasileiro, além de poder contar com uma prazerosa e eficaz ferramenta de trabalho. Com certeza levarei este livro para sala de aula!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Leiam a apresentação de Marcelo Gleiser para o &lt;b&gt;Física do Futebol&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Eu sempre costumo dizer que, para se ensinar Física ou Ciências em geral, o ideal é começar fora da sala de aula, mostrando aos alunos que Física trata do mundo em que vivem e não de fórmulas obscuras escritas no quadro-negro pelo professor. Daí que fiquei entusiasmado quando fui procurado para escrever uma breve apresentação do Física do Futebol, de Emico Okuno e Marcos Duarte, um texto desenhado para alunos do primeiro ano do ensino médio, que usa o futebol como trampolim para introduzir alguns dos conceitos básicos da mecânica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se você é um aluno começando o ensino médio, considere-se um sortudo; quisera eu ter tido uma abordagem dessas quando iniciei meus estudos da Física. Na época, a Física e as outras Ciências eram ensinadas sem o menor charme, todas só no quadro-negro, sem nenhuma tentativa de usar o mundo como sala de aula. Pois bem, neste livro vocês vão usar a grande paixão brasileira como sala de aula! Nada mal, já que o futebol e os outros esportes são laboratórios ideais para se aprender um pouco sobre como o mundo funciona. Só como comparação, nos Estados Unidos os alunos usam um livro que explora a física do beisebol, um esporte que, mesmo após viver aqui por quase trinta anos, acho incrivelmente chato.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É importante lembrar que os conceitos introduzidos neste livro, como movimento, força e as três leis de Newton, o importante conceito de energia – tão determinante no mundo moderno – e as propriedades dos fluidos, não ocorrem só num jogo de futebol. Fazem parte de como a Natureza opera em todos os níveis, de uma pelada com os amigos à mecânica do clima terrestre, das órbitas dos planetas e das luas do sistema solar à rotação da galáxia inteira! Essa é a beleza da ciência, que usa um punhado de idéias para explicar um monte de coisas sobre o mundo em que vivemos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após estudar o conteúdo deste livro, escrito de modo simples e claro, e usando inúmeros exemplos extraídos diretamente do campo de futebol, o aluno estará muito bem equipado para seguir em frente em sua exploração da Natureza. De quebra, se aprender mesmo as sutilezas de como um chute deforma uma bola, do tempo de reflexo necessário para tornar um pênalti indefensável, ou sobre a relação entre energia potencial gravitacional e cinética, o aluno que gostar de jogar futebol vai poder melhorar a sua técnica. Afinal, mesmo que a intuição, tanto no futebol quanto na ciência, ajude muito, quando aliada ao conhecimento e ao estudo ajuda muito mais.”&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.ofitexto.com.br/home"&gt;Editora Oficina de Textos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Autores: Emico Okuno e Marcos Duarte&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Idioma: Português
Número de páginas 144




&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.ofitexto.com.br/produto/fisica-do-futebol.html"&gt;Para adquirir este livro entre no site da Oficina de Textos&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Este é um posta da série&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;"&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/11/livros-de-fisica-livro-fisica-livros-de.html" style="background-color: white; color: #249fa3; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;Livros de Física&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se você gostou,&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR" style="background-color: white; color: #249fa3; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-decoration: none;"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;. Você também pode seguir o Efeito joule no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" style="background-color: white; color: #249fa3; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou no&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" style="background-color: white; color: #249fa3; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br class="Apple-interchange-newline" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-6583943562147247546?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/5ngcqN_PbtM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-20T07:22:02.466-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-zS8_rXDyi_I/T2iQ6kJvRUI/AAAAAAAACaA/leGrSGs3zlE/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2012/03/livro-fisica-do-futebol.html</feedburner:origLink></item><item><title>Curso de desenho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/sE5CibbT0QU/curso-de-desenho.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 10:57:48 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-5504575296286373394</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I7efRW7YCHMC15dyPC8Xm27a7Qk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I7efRW7YCHMC15dyPC8Xm27a7Qk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I7efRW7YCHMC15dyPC8Xm27a7Qk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I7efRW7YCHMC15dyPC8Xm27a7Qk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;


&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class="post-header"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372942892476445298" src="http://2.bp.blogspot.com/_gAugfYjrfY8/SpCHF_iEsnI/AAAAAAAAAAk/Z90lvhIohWU/s320/quebraqueixo_dc.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 170px;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O &lt;a href="http://www.quantaacademia.com/escola/home.htm"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Curso de desenho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://www.quantaacademia.com/escola/home.htm"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quanta Academia de Artes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
 foi desenvolvido por profissionais de alto nível, desenhistas 
conhecidos nacional e internacionalmente, tanto na área editorial quanto
 publicitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;curso de desenho&lt;/span&gt;
 o aluno terá contato com as principais técnicas da linguagem visual, 
desenho de observação, perspectiva, conceitos de luz e sombra, anatomia e
 movimento da figura humana, e técnicas de diversos pigmentos, como 
nanquim, guache e ecoline.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final do curso de desenho da 
Quanta, o aluno poderá optar por um curso complementar, se 
especializando em Histórias em Quadrinhos ou em Pintura e Ilustração, e 
estará apto a atuar no mercado editorial (livros infantis, juvenis e 
revistas) e publicitário (storyboards e campanhas publicitárias).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O
 curso de desenho foi formatado em matérias (ou módulos) com duração de, em media, 3 semanas, independentes de uma ordem cronológica. Isso 
possibilita ao aluno ingressar no curso a qualquer momento, desde que 
seja no início de uma matéria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certificado ao final do curso.&lt;br /&gt;
Duração: 1 ano letivo.&lt;br /&gt;
3 ou 4 horas de aula por semana.&lt;br /&gt;
Faixa etária: a partir de 12 anos.&lt;br /&gt;
15 vagas por turma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo o resumo dos principais tópicos abordados no curso de desenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matérias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anatomia Humana&lt;br /&gt;
Anatomia Comparada&lt;br /&gt;
Anatomia Detalhada – Cabeça&lt;br /&gt;
Anatomia Detalhada – Cabelos e detalhes do rosto&lt;br /&gt;
Anatomia Detalhada – Mãos e pés&lt;br /&gt;
Anatomia Dinâmica&lt;br /&gt;
Anatomia Dinâmica em perspectiva&lt;br /&gt;
Anatomia Dinâmica de movimento&lt;br /&gt;
Anatomia – animais&lt;br /&gt;
Anamorfose&lt;br /&gt;
Composição&lt;br /&gt;
Luz e sombra&lt;br /&gt;
Introdução à ilustração &lt;br /&gt;
Produção fotográfica&lt;br /&gt;
Retrato&lt;br /&gt;
Auto-retrato&lt;br /&gt;
Retrato de modelo&lt;br /&gt;
Construção sólidos 3D&lt;br /&gt;
Natureza morta.&lt;br /&gt;
Observação – Desenho Cego&lt;br /&gt;
Observação – Medição de Construção&lt;br /&gt;
Observação – Perspectiva&lt;br /&gt;
Perspectiva – Pontos de fuga&lt;br /&gt;
Perspectiva – Referência fotográfica&lt;br /&gt;
Nanquim – básico&lt;br /&gt;
Nanquim – hachura&lt;br /&gt;
Nanquim – alto contraste&lt;br /&gt;
Nanquim – paisagem&lt;br /&gt;
Nanquim – aguado&lt;br /&gt;
Composição e Cor – Teoria Cromática&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais informações, entre em contato!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tel.: (11) 3214-0553&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ou mande um e-mail para quanta@quantaacademia.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.quantaacademia.com/escola/home.htm"&gt;www.quantaacademia.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-5504575296286373394?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/sE5CibbT0QU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-10T10:57:48.750-08:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_gAugfYjrfY8/SpCHF_iEsnI/AAAAAAAAAAk/Z90lvhIohWU/s72-c/quebraqueixo_dc.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2012/01/curso-de-desenho.html</feedburner:origLink></item><item><title>Vestibulário: O que é calor?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/lm3h3EEk0DA/vestibulario-o-que-e-calor.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 05:43:59 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-8863788363938345297</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DfJVjMW7JucOfJBXzEZUlpShV0w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DfJVjMW7JucOfJBXzEZUlpShV0w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DfJVjMW7JucOfJBXzEZUlpShV0w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DfJVjMW7JucOfJBXzEZUlpShV0w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-jVKmyP6N0oQ/TlTxcPy2QiI/AAAAAAAACS8/Jf1FEH3ypHY/s1600/Vestibulario-021_Alexander-Santos.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;       
 trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos        
publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista       
 Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É        
professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras     
   Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um    
    tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Entenda o conceito de &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/01/calor-energia-termica-calor-energia.html"&gt;calor e energia térmica&lt;/a&gt;, e leia sobre a diferência entre &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/01/temperatura-calor-e-temperatura.html"&gt;calor e temperatura&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;       
 trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos        
publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista       
 Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É        
professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras     
   Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um    
    tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
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Leia sobre as &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/12/as-leis-de-newton-leis-newton.html"&gt;leis de Newton&lt;/a&gt; e as &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/08/aplicacoes-leis-de-newton-blocos.html"&gt;aplicações das leis de Newton&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;Aristóteles &lt;/b&gt;de Estagira nasceu em Estagia na Macedônia por volta do ano de 384 a.C. e faleceu em Cálcis na Eubéia por volta de 322 a.C., é muitas vezes apontado como uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos, pois teve grande contribuição para a física, astronomia, política, poesia, biologia entre outras áreas. Foi aluno de Platão e professor de Alexandre, o grande.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aos 18 anos foi para Atenas e entro para a academia de Platão, onde ficou por bastante tempo, após a morte de Platão, a destacada sabedoria de &lt;b&gt;Aristóteles &lt;/b&gt;poderia o colocar no lugar de Platão, mas ele era considerado estrangeiro pelos atenienses então não pode ficar no lugar de Platão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Decepcionado com o que tinha acontecido deixou a academia e foi para a Ásia menor, onde foi convidado pelo rei Felipe II, rei da macedônia, para dar aulas pro seu filho Alexandre. Por volta de 335 a.C. &lt;b&gt;Aristóteles &lt;/b&gt;voltou para Atenas e fundou sua academia filosófica chamada de Liceu, em homenagem ao Deus Apolo Lúcio. Fundou um tipo de escola diferente, denominada Peripatética (é a palavra grega para 'ambulante' ou 'itinerante') Aristóteles dava aulas caminhando pelos pátios da escola ou embaixo de árvores em quanto lia para os alunos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Aristóteles&lt;/b&gt; foi um atento observado da natureza. As suas constatações e observações levaram-no a fazer afirmações sobre a natureza das coisas e a formular um modelo do universo.&lt;b&gt; Aristóteles&lt;/b&gt; encontrava um mundo em constante mudança ao seu redor: as mudanças das estações de ano produziam variações na beleza da natureza ao seu redor, ora havia flores nascendo, ora elas morriam por causa do sol forte, o progresso e a decadência do povo, o nascimento, desenvolvimento e morte do ser humano, entre outras mudanças fizeram com que Aristóteles associasse a terra a um mundo imperfeito, sujeito a continuas modificações.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ele acreditava que toda mudança resulta de um propósito intrínseco, assim um menino cresce porque é de sua natureza transformar-se em um homem; uma semente vira uma planta porque é de sua natureza fazer isso. Já por outro lado quando se voltava para o céu via a perfeição. Exceto pelo movimento dos astros, tudo parecia igual. Sempre a mesma lua, mesmo sol, mesmas estrelas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A terra e os céus eram bem diferentes na visão de Aristóteles, então deveriam apresentar constituições físicas diferentes. Isto ainda era reforçado pelo fato de que a terra parecia ocupar um lugar de destaque, pois acreditava que era o centro do universo e isso era reforçado pelo movimento, visto da terra, que o sol, a lua e os outros planetas apresentavam e a própria imobilidade da terra podia ser constatada pelo simples fato de ao atirarmos um objeto para cima ele retornará ao mesmo lugar de onde partiu. Se por outro lado a terra tivesse algum tipo de movimento, de acordo com o pensamento da época não deveria cair no mesmo lugar de onde saiu, pois enquanto o objeto estivesse no ar a terra se deslocaria e, desta forma, o objeto cairia num ponto mais afastado em relação àquele do lançamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estes fatos fizeram com que&lt;b&gt; Aristóteles&lt;/b&gt;, ao organizar o seu sistema filosófico natura, se voltasse às concepções de Empédocles, de que a terra, a água, o fogo e o ar se combinariam para criar todas as coisas. Ele, no entanto colocou a restrição de que esses elementos somente comporiam a Terra. Os corpos celestes eram diferentes, pois estavam no céu então deveriam se formados por uma Quinta substancia, o Éter, um elemento puro, inalterável, transparente e sem peso, que contrastava com os encontrados na Terra, que estão sujeitos a mudança e são corruptíveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O universo de &lt;b&gt;Aristóteles&lt;/b&gt; é finito e esférico. A Terra imóvel no centro da esfera e a região onde se encontram as estrelas como seu limite. Para além das estrelas não existia nada. Aristóteles propôs que 55 esferas eram necessárias para descrever os períodos dos planetas ao redor da Terra. Classificou-os de acordo com a seguinte ordem crescente de afastamento a partir da Terra: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Devido à maior proximidade com a Terra, a Lua era o único corpo celeste em que poderiam se observar imperfeições, devido às manchas escuras. Isto não representava um grande problema, pois ela constituía uma espécie de marco divisório entre a região terrestre e a região celeste, ou seja, abaixo da Lua teríamos a terra com as mudanças e acima da lua teríamos os céus com sua perfeição e incorruptibilidade. Não considerava os cometas como astros, mas como evaporações que tinham origem na terra e que ascendendo à alta atmosfera se inflamavam.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As esferas associadas aos movimentos eram esferas matérias, constituídas de Éter. Sete esferas constituíam o sol, a lua e os cinco planetas, que seriam condensações locais do Éter. O resto das esferas constituía as ligações mecânicas que criavam os movimentos observados. A esfera das estrelas é movida por algo divino, como se tivesse um motor para mover essa esfera das estrelas, que teríamos uma esfera só para as estrelas fixas. O atrito seria o responsável pelo movimento das outras esferas. Se a esfera das estrelas fixas se move através de um motor divino, por atrito as outras esferas começam a se movimentar, e esse atrito é responsável pelo calor e brilho irradiado.&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-eMHV3cUykrQ/Tjk2CE5m5II/AAAAAAAACQA/76w-cPje9FI/s1600/image1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(Exemplo de como ficariam ajustadas as esferas, sempre com a Terra no centro. Entre a Lua e a terra ainda teríamos as esferas da Terra, Água, Ar e Fogo.)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Já na parte da mecânica, suas considerações sobre o movimento, em particular o de movimento natural, é muito importante para suas concepções da cosmologia. Aristóteles acreditava que a terra, água, ar e fogo possuíam lugares definidos no universo físico, por exemplo, a terra e a água ficariam mais embaixo por serem mais pesadas. Já a água por ser mais leve que a terra se “moveria” para cima da terra. O fogo e o ar por serem mais leves ficariam acima da terra e da água. O fogo por ser mais leve que o ar “procuraria” seu lugar natural que é acima do ar. Esses 4 elementos, sem nenhuma perturbação, ficaria dispostos em camadas concêntricas . Isto não acontece porque a região terrestre é perturbada pelo movimento da esfera em que está a lua (esfera lunar). De modo que a água do rio é constituída principalmente pelo elemento água, mas tem pequenas quantidades de terra, pois quando colocar água do rio num copo tem um pouco de terra, tem ar porque os seres vivos respiram embaixo da água e fogo porque em alguns lugares a água era bem quente. &lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-2BDJK9v1HcM/Tjk2IJYSgNI/AAAAAAAACQE/2O4Mnu1I1mU/s1600/image2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(essa imagem mostra mais ou menos os lugares naturais dos elementos.) &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo Aristóteles, todas as substancias e objetos que existe deveriam ser formados pelos 4 elementos. O “peso” do corpo seria determinado pela quantidade de cada elemento que o corpo teria. Um corpo mais pesado teria uma quantidade maior de elementos pesados (terra e água) do que um mais leve que teria uma maior quantidade de elementos leves (ar e fogo). Usando essas concepções de que os corpos têm um lugar natural e da natureza da matéria, podia-se pensar que o correto era uma pedra cair por ser formada de terra – um elemento pesado- quando era solta no ar. O movimento da pedra em direção  ao solo é um movimento natural, já se soltassem  duas pedras, uma mais pesada e uma mais leve, a mais pesada chegaria primeiro porque contém mais terra que a outra pedra que não contém tanta terra. Uma chama seria para cima porque é o movimento natural do fogo se mover para cima, por ser um elemento mais leve.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sobre o movimento, agora numa visão mais geral, &lt;b&gt;Aristóteles&lt;/b&gt; acreditava que só era possível se tivesse uma força sobre o corpo que estaria se movendo. Mas pensando bem, até que não é tão difícil de imaginar isso, porque isso ocorre no nosso dia a dia, quando paramos de empurrar um objeto, ele cessa o movimento, quando um cavalo pára a carroça para de se mover também. A ênfase é sobre a força de contato, que põe em movimento quando puxamos algo ou empurramos. Então o que se move deve sempre estar em contato com o que o movimenta. O meio em que o corpo se movimenta também tem importância nas concepções de &lt;b&gt;Aristóteles&lt;/b&gt;. Os estudos sobre o movimento que Aristóteles realizou não eram voltados para uma situação abstrata (como um movimento no vácuo) já que ele não aceitava a existência de vácuo, eram todas voltadas para situações concretas encontradas na natureza. Aristóteles não concebia movimentos no vácuo, porque segundo ele, sem haver resistência ao movimento o corpo teria velocidade infinita. A força que fazia os corpos se moverem era relacionado com o meio em quem o corpo se moveria e a velocidade que ele teria, ou seja, a força aplicada no corpo serial proporcional à velocidade que ele teria e inversamente com a resistência do meio em que estava imerso. Se a resistência do meio* fosse grande e a força* pequena (R* &amp;gt;F*) não teríamos movimento. Mesmo caso para quando a força fosse zero. Se a força aplicada fosse maior que a resistência do meio (F &amp;gt; R) ai sim teria movimento. Se a resistência fosse nula a velocidade seria infinitamente grande, que estaria associado a uma idéia de universo infinito em extensão, que não era o que ele acreditava ser.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Referencias:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Peduzzi, L.O.Q. Física aristotélica: Por que não considerá-la no ensino de mecânica. (Imagem retirada desse artigo)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.colegioweb.com.br/matematica/aristoteles-de-estagira.html"&gt;http://www.colegioweb.com.br/matematica/aristoteles-de-estagira.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.euniverso.com.br/Psyche/Filosofia/Aristoteles.htm"&gt;http://www.euniverso.com.br/Psyche/Filosofia/Aristoteles.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://fisica-gravitacao.blogspot.com/"&gt;http://fisica-gravitacao.blogspot.com/&lt;/a&gt; (referencia da imagem do sistema solar de Aristóteles)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Texto enviado pelo &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/05/professor-de-fisica-natthan-ruschel.html"&gt;Professor de Física Natthan Ruschel Soares&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;         trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos         publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista         Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É         professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras         Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um         tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Já ouvi várias vezes esta história sobre &lt;b&gt;Niels Bohr e o barômetro&lt;/b&gt; que acabamos de ilustrar, se é verdadeira ou não, não sei responder. Mas, para entender o que é a &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/07/pressao-atmosferica-e-barometro.html"&gt;pressão atmosférica e o barômetro&lt;/a&gt; leia o texto abaixo:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/07/pressao-atmosferica-e-barometro.html"&gt;Pressão atmosférica e o barômetro&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/vestibulario-tirinhas-do-vestibular-de.html"&gt;Confira outras tirinhas do Vestibulário&lt;/a&gt;, ou um texto sobre &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/05/historia-em-quadrinhos-hqs-no-ensino-de.html"&gt;HQs no ensino de Física&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bGdzpSKd1b_jfYx20Vwdxmtah80/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bGdzpSKd1b_jfYx20Vwdxmtah80/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Saberia dizer de que é composta nossa &lt;b&gt;atmosfera&lt;/b&gt;? De uma forma mais simplificada, poderíamos dizer que é composta de gases que são classificados como fluidos assim como os líquidos, pois fluem. Apesar de terem a mesma classificação dos líquidos há uma diferença entre eles. A distância entre suas moléculas é o que diferencia um estado do outro, em um gás as moléculas estão mais afastadas umas das outras e livres de forças coesivas. Observe as camadas da &lt;b&gt;atmosfera&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-KuZiEEjyNU0/TjDOVSfEtFI/AAAAAAAACPM/mWzM-l49GyU/s1600/CamadaAtmosfera.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Fonte: suapesquisa.com&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Já que os gases têm certo grau de liberdade, como é mantida essa espessura em nossa atmosfera? Para compreender esta dinâmica usarei um exemplo prático do nosso cotidiano. Imagine que as moléculas dos gases seja milho de pipoca, a panela seja a gravidade e o fogo seja o sol. Ao aquecermos a panela, o milho começará a pipocar, como a panela está fechada o milho não irá muito longe, no máximo até as paredes da panela, limitando o movimento do milho. Então o sol aquece as moléculas que ganham energia cinética e espalham – se, ai entra a gravidade que limita seu movimento. Como os gases são fluidos, podemos fazer uma analogia e dizer que vivemos no fundo de um oceano de ar, ou seja, vivemos na troposfera e há uma enorme coluna de ar nos pressionando. Falando nisso, temos a &lt;b&gt;pressão atmosférica &lt;/b&gt;que é causada pelo peso do ar e como nosso corpo possui uma &lt;b&gt;pressão&lt;/b&gt; interna, esta se equilibra com a &lt;b&gt;pressão atmosférica &lt;/b&gt;na qual sua resultante é nula. Por isso não sentimos esse peso no fundo do oceano de ar. Há instrumentos para medir essa &lt;b&gt;pressão&lt;/b&gt;, chamamos de &lt;b&gt;barômetro&lt;/b&gt;. A figura a seguir mostra um exemplo de um &lt;b&gt;barômetro&lt;/b&gt; simples.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-i2aaRgJYv7E/TjDOb3r_P_I/AAAAAAAACPQ/--oyR44qFtQ/s1600/barometro.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Fonte: w3.ualg.pt&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essa medição feita no nível do mar faz com que o mercúrio dentro do tubo desça até a medida de 76 cm que é justamente a altura da coluna de mercúrio. Essa altura se mantém constante porque o peso da coluna de mercúrio se iguala com o peso da coluna de ar. Este comprimento mede o valor da pressão atmosférica de 760 mm Hg. Uma semelhança prática é quando tomamos uma bebida com canudo. Ao “chupar” o canudo reduzimos a &lt;b&gt;pressão &lt;/b&gt;no interior, o peso da &lt;b&gt;atmosfera &lt;/b&gt;sobre a bebida a empurra para cima, então quando o líquido sobe o canudo não é porque fazemos a sucção, mas pelo fato da &lt;b&gt;pressão atmosférica &lt;/b&gt;empurrar o liquido para cima.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-5427974629097646513?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/Lu2gE95niPc" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T19:53:17.463-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-KuZiEEjyNU0/TjDOVSfEtFI/AAAAAAAACPM/mWzM-l49GyU/s72-c/CamadaAtmosfera.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/pressao-atmosferica-e-barometro.html</feedburner:origLink></item><item><title>Professora de Física Maria Cristina Moyses</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/m70mTHlALKE/professora-de-fisica-maria-cristina.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 12:40:13 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-5136740172197843437</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/71L0QIiRpspXMel-CtKFLs7OpKY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/71L0QIiRpspXMel-CtKFLs7OpKY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/71L0QIiRpspXMel-CtKFLs7OpKY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/71L0QIiRpspXMel-CtKFLs7OpKY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Professora de Física Maria Cristina Moyses&lt;/b&gt;, colaboradora do Efeito Joule.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Apresentação:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Professora de cargo efetivo da rede Estadual de ensino do Estado de Minas Gerais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Cursos voltados para o Ensino Universitário de Física no BUZZERO,&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Física na Sala de Aula-SEE/MG/CERP (5 anos)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Nova Proposta Curricular de Ciências (4 anos e 10 meses)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Astronomia nas séries iniciais do Ensino Médio-SEE/MG-CERP (5 anos)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Desafios Contemporâneos da Educação em ciências -SEE/MG - CERP (14 anos)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Educação Sexual na pré-adolescência e nos finais dela (3 anos e 10 meses)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estrutura que se baseia em sequência histórica e segmentada em diferentes áreas da Física. (17 anos e 7 meses)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fundamentos de Educação Hambiental-CECIMIG/UFMG (3 meses)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Iniciação à Astronomia -SEE/MG-/CERP (5 anos)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ensino da Matemática e a Nova Proposta Curricular -SEE/MG e CERP (4 anos)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ensino de ciências e a Educação Sexual -CERP (1 mês)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Ensino de Ciências Numa Perspectiva Construtivista-SEE/MG/CERP (7 anos)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Uso do Laboratório de Ciências nas Series Iniciais-CERP (7 anos  e 9 meses)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Página de Maria Cristina Moyses no Rede Social FisicaNET. (1 ano)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Formação:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Engenharia de Minas - Universidade Federal De minas Gerais &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Especialização em Física - CEDERJ/CECIERJ &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Licenciatura em Física  - Universidade Federal de Itajubá&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Contato:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://twitter.com/#%21/mary_moyses"&gt;Mary_moyses TWITTER&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.facebook.com/Cristina.Moyses#%21/Cristina.Moyses"&gt;Cristina Moyses FACEBOOK&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3682410997124405808"&gt;Cristina Moyses ORKUT&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Horários e valores para aulas particulares de Física:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sob consulta.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Região em que atende para aulas particulares:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Belo Horizonte , Contagem , Betim , Eldorado e Grande BH.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Valor cobrado por hora/aula particular:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em local próprio: R$: 35,00&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com deslocamento: R$ 40,00&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Contribuições para o Efeito Joule:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/p/professores-de-fisica.html"&gt;&lt;b&gt;Conheça outros Professores de física.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-5136740172197843437?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/m70mTHlALKE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-21T12:40:13.513-07:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/professora-de-fisica-maria-cristina.html</feedburner:origLink></item><item><title>Vestibulário: Os super poderes e as Leis de Newton</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/rtCKOsHxxHs/os-super-poderes-e-as-leis-de-newton.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 20 Jul 2011 08:50:24 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-8687773840965901114</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg1F-bWGF4ZtO0u0ZIUfkUFIffo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg1F-bWGF4ZtO0u0ZIUfkUFIffo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg1F-bWGF4ZtO0u0ZIUfkUFIffo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg1F-bWGF4ZtO0u0ZIUfkUFIffo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Z-9MTq0lftM/Tib2lRZt_4I/AAAAAAAACOs/SvzIFhdwgtY/s1600/Vestibulario-016_Alexander-Santos.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;       
 trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos        
publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista       
 Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É        
professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras     
   Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um    
    tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entender as Leis de Newton leia nossos textos sobre o assunto:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/12/as-leis-de-newton-leis-newton.html"&gt;As Leis de Newton&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/08/aplicacoes-leis-de-newton-blocos.html"&gt;Aplicações das Leis de Newton&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/vestibulario-tirinhas-do-vestibular-de.html"&gt;Confira outras tirinhas do Vestibulário&lt;/a&gt;, ou um texto sobre &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/05/historia-em-quadrinhos-hqs-no-ensino-de.html"&gt;HQs no ensino de Física&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;
E, se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-8687773840965901114?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/rtCKOsHxxHs" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-20T08:50:24.934-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-Z-9MTq0lftM/Tib2lRZt_4I/AAAAAAAACOs/SvzIFhdwgtY/s72-c/Vestibulario-016_Alexander-Santos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/os-super-poderes-e-as-leis-de-newton.html</feedburner:origLink></item><item><title>Equação de Torricelli</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/TFAffinw2TE/equacao-de-torricelli-equacao-de.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Mon, 25 Jul 2011 08:37:30 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-4752377674008981277</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s56izFiaKw4rs43sYPlJTser4YQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s56izFiaKw4rs43sYPlJTser4YQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s56izFiaKw4rs43sYPlJTser4YQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s56izFiaKw4rs43sYPlJTser4YQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Evangelista &lt;b&gt;Torricelli &lt;/b&gt;(1608 – 1647), provavelmente mais conhecido por nós pela sua famosa equação que tanto utilizamos na física, mas deu importantes contribuições para a área como o barômetro, aperfeiçoou o telescópio, na matemática enunciou o teorema que determina o centro de gravidade de uma figura geométrica através de integrais. A &lt;b&gt;equação de Torricelli&lt;/b&gt; na qual iremos comentar pode ser facilmente deduzida por duas equações às quais são: a equação horário do espaço e o da velocidade, ambas do &lt;b&gt;movimento uniformemente variado&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-XygIRKySAow/TiWVQPYcQ9I/AAAAAAAACN8/xV92zz_V0Yo/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-c53krJEDBVs/TiWVSjB8s9I/AAAAAAAACOA/_bJX77U8NIk/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A &lt;b&gt;equação de Torricelli &lt;/b&gt;que é v&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;= v&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;+2a∆s, não depende do tempo. Então a idéia e pegarmos uma das equações são tirarmos o valor de t e substituirmos a outra equação, assim não teremos mais a incógnita t. Observe que a melhor equação e mais prática para tirarmos o valor de t é a &lt;b&gt;equação da velocidade,&lt;/b&gt; façamos assim:&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-RNDjLGvGG0M/TiWVqoN3OQI/AAAAAAAACOE/Q1PeWCJIeZ4/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o3.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora esse valor de t vamos substituir na equação horária do espaço, ou seja, onde houver a letra t substituiremos pela expressão (v-v&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;)/a. Vamos lá? Colocarei esta expressão de t com outra cor para que possamos visualizar a substituição.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-rxyQv-USK8w/TiWWC7ph_1I/AAAAAAAACOM/XPZ9xCrtAuE/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o4.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zvLm6P7k5Uk/TiWV3WcwbXI/AAAAAAAACOI/C44VByV-GeA/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora iremos desenvolver a expressão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-cC1KojqhOu0/Ti2NQ07DgvI/AAAAAAAACPA/O9iHWVFOfZU/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o5.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para facilitar nossa conta, vamos multiplicar todos os termos por 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-3PLX0SA3emg/Ti2NaJlz3XI/AAAAAAAACPE/bN_LYAJ016E/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o6.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
Assim obtivemos a &lt;b&gt;equação de Torricelli&lt;/b&gt;. Mas há um detalhe que devemos discutir sobre o resultado da velocidade. Como a velocidade está ao quadrado, podemos ter duas respostas satisfatórias, ou seja:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-iVEvMxdDhAU/TiWezBnPs3I/AAAAAAAACOk/hnEAlPxMczg/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o7.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Qual sinal usar? Isto dependerá do sentido da trajetória, pois o sinal indica qual o sentido do movimento do objeto. Observe a ilustração:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-5H1XloFjrio/TiWWv3cM2tI/AAAAAAAACOc/UR7WrA9TKpA/s1600/figuraTorricelli.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Caso o objeto esteja se movendo no sentido positivo da trajetória (situação A), temos a velocidade com sinal positivo e movendo – se no sentido contrário da trajetória (situação B) temos o sinal contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Texto enviado pelo &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/professor-de-fisica-adriano-marden-de.html"&gt;Professor Adriando Marden de Souza Bastos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-4752377674008981277?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/TFAffinw2TE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-25T08:37:30.050-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-XygIRKySAow/TiWVQPYcQ9I/AAAAAAAACN8/xV92zz_V0Yo/s72-c/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/equacao-de-torricelli-equacao-de.html</feedburner:origLink></item><item><title>Exercício resolvido: Pêndulo simples</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/QN0WPOSc2vM/exercicio-pendulo-simples-resolvido.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 13 Jul 2011 20:44:45 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-6018447185687858098</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qmbDMQP3wBxJfY_SV8QFqe6BMpI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qmbDMQP3wBxJfY_SV8QFqe6BMpI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qmbDMQP3wBxJfY_SV8QFqe6BMpI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qmbDMQP3wBxJfY_SV8QFqe6BMpI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Exercício de física resolvido&lt;/b&gt;. Questão da FUVEST que exige conhecimentos de&lt;b&gt; pêndulo simples&lt;/b&gt;: &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(&lt;b&gt;Pêndulo simples&lt;/b&gt;) Na Terra, certo pêndulo simples executa oscilações com período de 1s.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
a) Qual o período desse pêndulo se posto a oscilar na Lua, onde a aceleração da gravidade é 6 vezes menor?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
b) Que aconteceria com o período desse pêndulo à medida que fosse removido para uma região livre de ações gravitacionais?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Resolução &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Um &lt;b&gt;pêndulo simples&lt;/b&gt; é um corpo ideal, constituído por uma partícula suspensa por um fio inextensível e de massa desprezível. Quando esta partícula é afastada de sua posição de equilíbrio e solta, o pêndulo oscila em um plano vertical sob á ação da aceleração gravitacional. O &lt;b&gt;movimento do pêndulo é periódico &lt;/b&gt;e oscilatório e podemos determinar o período do movimento pela seguinte equação:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-QBtK8n5Rk94/Th5kxuIM5zI/AAAAAAAACNk/cOa4wXDL7I4/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
a) Aplicando a equação definimos o período de um pêndulo na Terra e outro na Lua:&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-NyB4KJEJCoE/Th5lFb7k-1I/AAAAAAAACNo/9DIuobH_hjM/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A razão entre estas duas equações nos fornecerá o período do pêndulo na Lua.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-RaeHFk2-Xps/Th5lM8CX6DI/AAAAAAAACNs/23bTBuDqWSs/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o3.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como g&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt; = g&lt;sub&gt;T&lt;/sub&gt; / 6, temos:&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-lnZ7wiw2iaI/Th5lZ5Yc6KI/AAAAAAAACNw/5IDRh6L4mUc/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o4.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sabendo que T&lt;sub&gt;T&lt;/sub&gt; = 1s:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-frrJtRxVxAQ/Th5lq-n8vnI/AAAAAAAACN0/vX5AyWZVozc/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o5.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
b) remover o pêndulo para uma região livre de ações gravitacionais é o mesmo que dizer que a aceleração gravitacional tende a zero. Pela equação do período do pêndulo simples, este período tenderia a infinito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/06/exercicios-resolvidos-vestibular.html"&gt;Exercícios  Resolvidos de Física&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #3333ff;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Se você gostou do blog, siga o Efeito Joule&amp;nbsp; &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;, no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; ou receba as atualizações &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR" target="_blank"&gt;por e-mail&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;Você também vai gostar de ler:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/04/apostilas-gratuitas-para-concursos.html"&gt;Como  conseguir apostilas gratuitas para concursos públicos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/05/vestibular-faculdades-funciona-estufa.html"&gt;Como  funciona uma estufa de plantas?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/06/aquecedor-solar-garrafa-aquecedor-solar.html"&gt;Aquecedor  solar feito com garrafas pet&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/06/como-passar-no-vestibular.html"&gt;Como  passar no vestibular&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/11/gua-forno-de-microondas-explode.html"&gt;Água  no forno de microondas, explode?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/01/blogs-ajudar-no-vestibular.html"&gt;Blogs  que irão te ajudar no vestibular&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XzQytEUeVv-9MFhNA9teqfvUavs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XzQytEUeVv-9MFhNA9teqfvUavs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-gxycHqvJeTE/Th2pM13GndI/AAAAAAAACM8/04v3f1YtpmE/s1600/Vestibulario-015_Alexander-Santos.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;        trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos        publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista        Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É        professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras        Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um        tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para saber mais sobre os gráficos do movimento uniformemente variado leia os textos:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/07/grafico-do-espaco-versus-tempo-do.html"&gt;Gráfico do espaço versus tempo do Movimento Uniformemente Variado&lt;/a&gt;  e &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/07/grafico-de-velocidade-versus-tempo-do.html"&gt;Gráfico de velocidade versus tempo do Movimento Uniformemente Variado &lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/vestibulario-tirinhas-do-vestibular-de.html"&gt;Confira outras tirinhas do Vestibulário&lt;/a&gt;, ou um texto sobre &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/05/historia-em-quadrinhos-hqs-no-ensino-de.html"&gt;HQs no ensino de Física&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E, se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-656738304134891604?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/1610jYXID0I" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-13T07:23:01.692-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-gxycHqvJeTE/Th2pM13GndI/AAAAAAAACM8/04v3f1YtpmE/s72-c/Vestibulario-015_Alexander-Santos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/graficos-do-movimento-uniformemente.html</feedburner:origLink></item><item><title>Gráfico de velocidade versus tempo do Movimento Uniformemente Variado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/lVT2lhPlk0s/grafico-de-velocidade-versus-tempo-do.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 13 Jul 2011 07:14:31 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-3165309461171557045</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kceIPeY7C-ire8p8nxp0de1SUFE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kceIPeY7C-ire8p8nxp0de1SUFE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kceIPeY7C-ire8p8nxp0de1SUFE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kceIPeY7C-ire8p8nxp0de1SUFE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O estudo dos &lt;b&gt;gráficos do movimento uniformemente variado&lt;/b&gt; foi iniciado com o texto de gráfico de espaço versus tempo, devido a inúmeras informações contidas no texto citado, agora iremos dar continuidade com o estudo de &lt;b&gt;gráfico de velocidade versus tempo&lt;/b&gt;. Através do cálculo da aceleração podemos encontrar a equação da velocidade em função do tempo que matematicamente representamos desta forma V(t).&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-9Ni13vjGHr4/Th2lWzDabYI/AAAAAAAACMc/UhKBa3jASlU/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Considerando t&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;, tempo inicial, igual a zero, temos:&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-YO6M33VXMW0/Th2lhOXxewI/AAAAAAAACMg/Uj_XqbqJ67U/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Então temos a equação de velocidade em função do tempo:&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nxd305_NbAY/Th2lpqDhmjI/AAAAAAAACMk/x-ZrxIWPHY0/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-nxd305_NbAY/Th2lpqDhmjI/AAAAAAAACMk/x-ZrxIWPHY0/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Coloquei v(t), mas na verdade isto representa a velocidade final. Esta representação é importante para que você saiba quem está em função de quem. A &lt;b&gt;equação da velocidade&lt;/b&gt; é uma função do 1º grau em t, com coordenadas (t, v) num sistema ortogonal. Nada melhor que um exemplo para podermos fazer uma análise detalhada sobre o gráfico. Considere a seguinte equação da velocidade no sistema (SI):&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
V = - 10 + 2t&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
V: velocidade final&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
10: representa o valor da velocidade inicial, isto é, v&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt; = - 10 m/s&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
2: representa o valor da aceleração, a = 2 m/s&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Antes de construirmos o gráfico, vale lembrar que está função pode ser crescente ou decrescente. Como sabemos disso? Basta olhar o sinal da aceleração, se (a &amp;gt; 0) positiva, temos uma função crescente, se (a &amp;lt; 0) negativa temos uma função decrescente. Vamos iniciar a construção do gráfico, achando os pontos (t, v). O tempo irá de 0 s a 10 s, substituindo os valores do tempo na equação temos esta tabela:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-xXKG2DP2sYQ/Th2mYDyccMI/AAAAAAAACMs/AvJP9U0EYno/s1600/tabela.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; Observando a tabela, veja que a aceleração realmente é constante de + 2m/s&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;, os valores da velocidade variam de – 10 a + 10 sempre a uma diferença de + 2. O gráfico fica desta forma:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" height="205" src="http://2.bp.blogspot.com/-jpISNUAjTM0/Th2nGA486bI/AAAAAAAACM0/09ib3VYwOBg/s400/Gr%25C3%25A1ficoVelocidadeTempo.JPG" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No eixo da velocidade a velocidade inicial é de – 10 m/s é justamente onde inicia o gráfico e termina no último valor da velocidade, percebeu? Observando os intervalos para t &amp;lt; 5s e t &amp;gt; 5s, fazemos a seguinte análise:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
I) t &amp;lt; 5s&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Temos v &amp;lt; 0 (negativa) e a &amp;gt; 0 (positiva).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Podemos dizer que este movimento é retardado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
II) t &amp;gt; 5s&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Temos v &amp;gt; 0 (positiva) e a &amp;gt; 0 (positiva)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Podemos dizer que este movimento é acelerado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No eixo cartesiano temos 4 quadrantes, como o tempo é sempre positivo o gráfico estará no primeiro quadrante, ou no segundo quadrante, ou nos dois como o nosso exemplo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Texto enviado pelo &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/professor-de-fisica-adriano-marden-de.html"&gt;Professor Adriando Marden de Souza Bastos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-3165309461171557045?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/lVT2lhPlk0s" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-13T07:14:31.192-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-9Ni13vjGHr4/Th2lWzDabYI/AAAAAAAACMc/UhKBa3jASlU/s72-c/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/grafico-de-velocidade-versus-tempo-do.html</feedburner:origLink></item><item><title>Gráfico do espaço versus tempo do Movimento Uniformemente Variado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/8_lLo-4CrWY/grafico-do-espaco-versus-tempo-do.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Mon, 11 Jul 2011 21:17:27 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-715796164175377072</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b-_-1n_RLXJnMCPfGXih-CIgcYw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b-_-1n_RLXJnMCPfGXih-CIgcYw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b-_-1n_RLXJnMCPfGXih-CIgcYw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b-_-1n_RLXJnMCPfGXih-CIgcYw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O estudo dos &lt;b&gt;gráficos do movimento uniformemente variado&lt;/b&gt; trata de explicar em forma de diagrama o movimento de objetos com a aceleração constante. Para obtermos as informações contidas no gráfico que explicam o movimento é necessário que saibamos ler, interpretar o gráfico. Neste estudo iremos ver apenas &lt;b&gt;gráficos de espaço versus tempo&lt;/b&gt; pelo fato de haver inúmeras informações relevantes, depois continuaremos em outro texto falando dos gráficos da velocidade versus tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Você sabe o que significa um objeto ter aceleração de 2m/s&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;? Significa dizer que este objeto a cada segundo varia sua velocidade em 2m/s, por isso que em sua unidade o símbolo do segundos está elevado ao quadrado. Então o que tem a ver o nome uniformemente? Observe que a velocidade está variando, certo? Isso você já sabe, mas a uniformidade está na sua variação, ou seja, a velocidade irá variar sempre a uma mesma taxa, no caso citado sempre será de 2m/s. Supondo que sua velocidade inicial seja zero e o objeto tenha uma aceleração de 2m/s&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;, em 1 segundo temos a velocidade de 2m/s, em 2 segundos a velocidade será de 4m/s, em 3 segundos será de 6m/s e assim por diante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora daremos inicio ao estudo do &lt;b&gt;gráfico do espaço versus tempo do movimento uniformemente variado&lt;/b&gt; no qual sua equação é classificada como equação do 2º grau. Falando em equação do 2º grau, você se lembra da sua forma geral? Vamos relembrar? A forma geral da equação é a seguinte:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-DnlAU-IY-WM/ThvGzUXlniI/AAAAAAAACLs/G6FtfM0fpb8/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A, B e C são constantes e A nunca poderá ser zero, pois deixará de ser uma equação do segundo grau. Antes de verificarmos aquelas propriedades da equação, vamos comparar com a equação horária do espaço do &lt;b&gt;movimento uniformemente variado&lt;/b&gt;. Sua equação é a seguinte:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-pOZX2e3EdUY/ThvG98OAFXI/AAAAAAAACLw/vzAt4LmO4r8/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Vamos comparar? Na verdade a estrutura é a mesma, apenas a simbologia é diferente, vejamos:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Y = S, essa foi fácil, não?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E os outros termos? Bom quem está elevado ao quadrado é o X. E na outra equação quem está? É o t, não é isso! Pois bem, o t representa o X, então:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
X&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; = t&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;, logo A = a/2&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
X = t, logo B = v&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E o último termo que é C será igual a S&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fiz esta comparação para mostrar que as propriedades que aprendemos na matemática para resolução de equações do 2º grau, nos serão muito úteis no estudo de &lt;b&gt;gráficos de espaço versus tempo do movimento uniformemente variado&lt;/b&gt;. Como forma de facilitar o aprendizado, darei uma situação problema, a equação e seu gráfico para analisarmos, a equação é a seguinte:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-GVpJAGyzVuc/ThvHlvHTJZI/AAAAAAAACL0/XFV2qL4YVa4/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o3.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" height="241" src="http://4.bp.blogspot.com/-kWxB_goF0m8/ThvHtTbUtHI/AAAAAAAACL4/rPRvbwn1am0/s400/Gr%25C3%25A1ficoMovimentoUniformementeVariado.JPG" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Faremos uma analise deste gráfico:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
I) Identificar os termos da equação:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
S&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt; = 21 metros,&amp;nbsp; v&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt; = - 10 m/s,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a/2=1→a=2m/s&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Lembra sobre a correspondência com os termos da equação do 2º? A = 1, B = -10 e C = 21. Não confunda o termo A que vale 1 com o valor da aceleração que tem o valor numérico 2. Esse gráfico foi feito em termos do valor de A.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
II) Calcular e analisar o Delta ∆:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
∆ = B&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; – 4AC&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
∆ = (-10)&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; – 4(1)(21) &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
∆ = 100 – 84 = 16&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Temos que ∆ &amp;gt; 0, as raízes da equação são reais e o gráfico tem concavidade para baixo, como você observou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
III) Achar as raízes da equação:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pelo gráfico é fácil perceber quais são as raízes da equação, é onde o gráfico toca o eixo do tempo, observe. O gráfico toca nos pontos 3 e 7, isto significa dizer que no instante 3 segundos o objeto estava na posição zero e no instante 7 segundos estava na posição zero também, estranho? Mais na frente saberemos o motivo. Mas caso queira calcular para encontrar as raízes, vamos lá:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-7fPlMMDWE7M/ThvIxcIavoI/AAAAAAAACMA/CL0AnlISlDI/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o4.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
IV) Estudo dos sinais:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-kabNepSQDHU/ThvJNF3JzcI/AAAAAAAACMI/x8nAMRJPhcs/s1600/EstudoDosSinais.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
V) Calculando o valor de mínimo:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando temos um gráfico de concavidade para baixo, podemos obter o valor de mínimo, ou seja, é o menor valor que o espaço assumirá em um tempo t. Neste ponto de coordenadas (t, s) a velocidade é nula. Primeiro acharemos essas coordenadas e depois verificaremos se realmente a velocidade é nula neste ponto. As coordenadas (t, s) achamos desta forma:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-IcxmhtMr2BY/ThvJgu42m7I/AAAAAAAACMM/rGDezncChP0/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o5.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Então o nosso ponto terá as coordenadas (5s, -4m), agora vamos verificar se a velocidade é nula, para isto usaremos a equação da velocidade:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
v = v&lt;sub&gt;0 &lt;/sub&gt;+ at&amp;nbsp; →&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
v = -10 + 2(5)&amp;nbsp;&amp;nbsp; →&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
v = 0&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Este resultado significa dizer que o objeto parou para mudar de direção, a figura abaixo ilustrará a situação do gráfico:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" height="101" src="http://2.bp.blogspot.com/-RKbXnlw7oxM/ThvKAUYi3rI/AAAAAAAACMQ/1niZNDd7O2o/s400/figuraMUV1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esta figura mostra o objeto saindo da sua posição inicial que é de 21 metros, no instante inicial, indo em direção ao marco zero, deslocando para o lado esquerdo. Ao chegar a origem dos espaços, é justamente quando o gráfico passa pela primeira vez no eixo do tempo e quando chega no instante 5 segundos o objeto zera sua velocidade. Observe a próxima ilustração a partir do instante em que a velocidade é nula e veja o que acontece:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" height="127" src="http://3.bp.blogspot.com/-l-xlUXDpb-c/ThvKNMsXO6I/AAAAAAAACMU/GM44jidsD80/s400/figuraMUV2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O objeto parou e mudou sua direção, agora se desloca na direção positiva do espaço, indo para a direita. Procure seguir esses passos e desenhar da forma das ilustrações anteriores que terá todas as informações necessárias para a resolução da sua questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto enviado pelo &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/professor-de-fisica-adriano-marden-de.html"&gt;Professor Adriando Marden de Souza Bastos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VamLC0O5jHSuc3VHI-waEt_j7zY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VamLC0O5jHSuc3VHI-waEt_j7zY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Este é o espaço reservado para os professores do estado de &lt;b&gt;Ceará&lt;/b&gt; que colaboram com o Efeito Joule e oferecem aulas particulares de física. Para quem está procurando ótimos professores para &lt;b&gt;aulas particulares de física no Ceará &lt;/b&gt;este é o lugar certo!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Abaixo temos uma lista com os professores de física que já fazem parte do nosso grupo, para ter mais informações de cada professor basta clicar no nome deles.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/professor-de-fisica-adriano-marden-de.html"&gt;Professor de Física Adriano Marden de Sousa Bastos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contatos:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Cel : 085 99887507 / 085 34672603&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
e-mail: Adriano.marden@gmail.com&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Facebook: &lt;a href="http://www.facebook.com/?ref=home#%21/profile.php?id=100000143122640&amp;amp;sk=info"&gt;Adriano Marden&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/goog_1998698377"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/12/professor-de-fisica-alan-costa-dos.html"&gt;Professor de Física Alan Costa dos Santos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contatos:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
e-mail: alan.costa.1991@gmail.com&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/goog_1998698381"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/11/professor-de-fisica-hildebrando-ponte.html"&gt;Professor de Física Hildebrando Ponte Ribeiro Ferreira&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contatos:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(85) 8789.6631&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(85) 9648.9658&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(85) 8121.1212&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(85) 9100.6303&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
e-mail: hrponte@gmail.com&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/p/professores-de-fisica.html"&gt;Professores de física &lt;/a&gt;de todo o Brasil podem colaborar com o projeto e divulgar gratuitamente suas aulas particulares aqui. Se você é professor de Física quero convidá-lo (a) a participar do projeto Efeito Joule como professor (a) colaborador (a). Se houver interesse, envie um e-mail para vanks @ efeitojoule.com e conversaremos a respeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Efeito Joule é visitado por alunos de ensino fundamental, ensino médio, ensino superior e professores de Física. Atualmente, temos 300 textos postados e 300 mil visitas por mês, um número que cresce à medida que novos conteúdos são acrescentados. Para saber mais sobre o blog Efeito Joule leia a página &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/10/sobre-o-projeto-efeito-joule.html"&gt;sobre o projeto&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-7994423789413018577?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/fyPyQEUXSv4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-11T16:06:58.718-07:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/aulas-particulares-de-fisica-ceara-ce.html</feedburner:origLink></item><item><title>Vestibulário: Oração do vestibulando</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/0GAz1JS4teE/vestibulario-oracao-do-vestibulando.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 06 Jul 2011 09:47:25 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-6989878519014221658</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QANmra8abPAdAnuRCR4iTmtO1ok/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QANmra8abPAdAnuRCR4iTmtO1ok/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;       trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos       publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista       Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É       professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras       Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um       tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-6989878519014221658?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/0GAz1JS4teE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-06T09:47:25.892-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-rDaMvvH2VuQ/ThSQ8zXi-bI/AAAAAAAACKY/9vFYD9TJUbk/s72-c/Vestibulario-014_Alexander-Santos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/vestibulario-oracao-do-vestibulando.html</feedburner:origLink></item><item><title>Gráficos do movimento uniforme</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/GO1XG9kx5kA/graficos-do-movimento-uniforme-graficos.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 06 Jul 2011 07:42:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-8642365202053883240</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/16NEFmjtBz71KtmtfA6iwuiLZRs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/16NEFmjtBz71KtmtfA6iwuiLZRs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/16NEFmjtBz71KtmtfA6iwuiLZRs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/16NEFmjtBz71KtmtfA6iwuiLZRs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de iniciarmos o estudo de &lt;b&gt;gráficos do movimento uniforme&lt;/b&gt; vale lembrar o que significa um objeto estar em &lt;b&gt;movimento uniforme&lt;/b&gt;, você se lembra? Bom, um objeto estar em movimento é quando sua posição varia com o tempo. Isso você já sabe, então o que significa o &lt;b&gt;movimento ser uniforme&lt;/b&gt;. Procurando em um dicionário encontramos: “adj. 1. Idêntico. 2. Regular”. Então algo nesse movimento é idêntico, regular, constante. Por definição o Movimento Uniforme (MU) é aquele em que sua velocidade escalar média é constante.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-348h41JMtJ0/ThRxYlndg_I/AAAAAAAACJs/LAZJPuucVgs/s1600/velocidade.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vm: Velocidade Média&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;∆S: Deslocamento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;∆t: Variação do tempo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que possamos estudar os &lt;b&gt;gráficos do movimento uniforme &lt;/b&gt;é necessário que tenhamos uma equação e a partir desta podemos ter idéia do traçado do &lt;b&gt;gráfico&lt;/b&gt;. Pela equação da velocidade média (Vm) conseguimos obter esta equação, sendo o espaço inicial S&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt; correspondente ao tempo inicial t&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt; que será igual a zero, temos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-7aNI1QMwOcc/ThRx8MRejkI/AAAAAAAACJw/N0Evc_B9Zmw/s1600/equa%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+espa%25C3%25A7o.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a equação horária do espaço, ou seja, é o espaço em função do tempo s(t), se você der um valor para t a função retorna a posição naquele instante e vice versa. Esta equação é classificada como do 1º grau e seu gráfico é uma reta. Para facilitar o entendimento da construção dos &lt;b&gt;gráficos do movimento uniforme&lt;/b&gt; darei a situação de um carro em movimento com velocidade constante de 10 m/s na posição inicial S&lt;sub&gt;0 &lt;/sub&gt;= 0 e t&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt; = 0 e posição final S = 30 m. Observe a ilustração abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="178" src="http://1.bp.blogspot.com/-D9QofMtkmH8/ThRyMwVQJ2I/AAAAAAAACJ0/0peBpomQ9Oo/s640/FiguraGraficoMovimentoUniforme.JPG" width="544" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora iremos transcrever essa situação para um eixo cartesiano que normalmente chamamos de eixo (x, y), mas no nosso caso será (t, s). Para construir um gráfico do espaço versus tempo no movimento uniforme precisamos de pelo menos dois pontos e para isso precisamos de coordenadas que no nosso caso serão (t, s) que estão indicados na figura os valores correspondentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/--ZNjOuGN5Io/ThRyoOFCC-I/AAAAAAAACJ4/4unbMv-DVa0/s1600/tabela.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com essa tabela podemos construir o gráfico da função s = 10t.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-UeOrHZXDPYE/ThRy0j_gUwI/AAAAAAAACJ8/g1ugKmksyck/s1600/GraficoMovimentoUniforme.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Através desta grade no gráfico é fácil observar os valores da tabela, lembrando que o valor de S&lt;sub&gt;0 &lt;/sub&gt; é a ordenada do ponto em que a reta corta o eixo vertical no caso S&lt;sub&gt;0 &lt;/sub&gt; = 0 e Vm é a inclinação da reta, mede a taxa de crescimento de s em função de x. Se o sinal de Vm for positivo como neste caso o espaço cresce com o tempo e temos um &lt;b&gt;gráfico de movimento uniforme&lt;/b&gt; progressivo, se Vm for negativo um gráfico de movimento retrógrado, o espaço decresce com o tempo e o gráfico ficaria assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/--fxjYeZq1mw/ThRzmIXQXNI/AAAAAAAACKI/92nWpL_hCKM/s1600/GraficoMovimentoUniformeRetardado.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O outro gráfico do movimento uniforme é o da velocidade em função do tempo. Como a velocidade é constante, você poderia imaginar como seria esse gráfico?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;V &amp;gt; 0 (sinal positivo)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ahgowyMrNiA/ThRzwpW2rQI/AAAAAAAACKM/mRqUP14_l4I/s1600/Gr%25C3%25A1ficoDaVelocidadeMovimentoUniforme.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;V &amp;gt; 0 (sinal negativo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-dmmL_TF1qK0/ThRz7kHaLmI/AAAAAAAACKQ/pZmqmzDfRPE/s1600/Gr%25C3%25A1ficoDaVelocidadeMovimentoUniformeRetardado.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;Texto enviado pelo &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/professor-de-fisica-adriano-marden-de.html"&gt;Professor Adriando Marden de Souza Bastos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-8642365202053883240?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/GO1XG9kx5kA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-06T07:42:29.716-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-348h41JMtJ0/ThRxYlndg_I/AAAAAAAACJs/LAZJPuucVgs/s72-c/velocidade.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/07/graficos-do-movimento-uniforme-graficos.html</feedburner:origLink></item><item><title>Vestibulário: Mecânica Quântica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/x8AfFDiM2wU/tirinha-mecanica-quantica.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 06 Jul 2011 09:46:57 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-2778506506924134717</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/J4tdIlpI5T3CZl8nWkJviqdoKGI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/J4tdIlpI5T3CZl8nWkJviqdoKGI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/J4tdIlpI5T3CZl8nWkJviqdoKGI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/J4tdIlpI5T3CZl8nWkJviqdoKGI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-h3c5C7qBvSU/TgsMOtXph4I/AAAAAAAACJI/4x0Z8sdHRo8/s1600/Vestibulario-013_Alexander-Santos.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;      trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos      publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista      Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É      professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras      Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um      tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/vestibulario-tirinhas-do-vestibular-de.html"&gt;Confira outras tirinhas do Vestibulário&lt;/a&gt;, ou um texto sobre &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/05/historia-em-quadrinhos-hqs-no-ensino-de.html"&gt;HQs no ensino de Física&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;Para entender o experimento&lt;b&gt; &lt;/b&gt;mental&lt;b&gt; gato de Schrödinger &lt;/b&gt;saber mais sobre os conceitos citados nesta tirinha&lt;b&gt; &lt;/b&gt;leia sobre a &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/06/mecanica-quantica-fisica-quantica.html"&gt;mecânica quântica&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;E, se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-2778506506924134717?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/x8AfFDiM2wU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-06T09:46:57.589-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-h3c5C7qBvSU/TgsMOtXph4I/AAAAAAAACJI/4x0Z8sdHRo8/s72-c/Vestibulario-013_Alexander-Santos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/06/tirinha-mecanica-quantica.html</feedburner:origLink></item><item><title>Plano Inclinado com atrito</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/M2QuGhlpFss/plano-inclinado-com-atrito-plano.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Sat, 25 Jun 2011 15:16:14 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-7394347908018747935</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qUTa5LLwFWBD8-Rfdsm8oSI2L_g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qUTa5LLwFWBD8-Rfdsm8oSI2L_g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qUTa5LLwFWBD8-Rfdsm8oSI2L_g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qUTa5LLwFWBD8-Rfdsm8oSI2L_g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos continuar estudando o &lt;b&gt;plano inclinado&lt;/b&gt;, mas agora vamos avançar um pouco mais estudando o &lt;b&gt;plano inclinado com atrito&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;b&gt;plano inclinado&lt;/b&gt; foi uma invenção muito eficiente dos povos antigos, pois possibilitava elevar objetos pesados aplicando forças reduzidas. Um dos exemplos mais antigos da utilização das propriedades benéficas do plano inclinado é o caso das extensas rampas, pelas quais os egípcios movimentavam as pesadas pedras que constituem as maravilhosas pirâmides.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabe ressaltar que a energia necessária para se elevar um objeto, seja elevando-o diretamente ou por intermédio de um &lt;b&gt;plano inclinado&lt;/b&gt;, é a mesma na ausência de efeitos dissipativos de energia (como atrito ou resistência do ar). Pela equação abaixo podemos ver que o trabalho (T) envolvido vale:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;T= F x d&lt;/i&gt; equação 1&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;onde:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;F &lt;/i&gt;= Força aplicada&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;d&lt;/i&gt; = Distância percorrida&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O plano inclinado tem o efeito de reduzir a força aplicada necessária para se mover objetos, para isto usando uma distância maior, e mantendo o mesmo trabalho executado. Como exemplo do quão útil é este efeito, imagine que se queira projetar uma máquina para elevar cargas. Através de um plano inclinado esta máquina vai suportar cargas menores do que se tivessem que trabalhar erguendo essas mesmas cargas diretamente. Assim, a máquina que operar no plano inclinado poderá ser bem mais barata e até ter uma vida útil maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos agora estudar um diagrama de um &lt;b&gt;plano inclinado com atrito&lt;/b&gt; para ver o que acontece com as forças:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://2.bp.blogspot.com/-_6MD3qNgw_8/TgZaFfiwEnI/AAAAAAAACIU/Rb7Nh_Qp5Hc/s640/T003_imagem1.JPG" width="576" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
No gráfico da direita percebemos que para se elevar o objeto, a força F aplicada deve ser maior ou igual ao peso do objeto (F&amp;gt;=mg ). Já no plano temos que a força necessária para elevar o objeto é:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-t_Y5uIiZotA/TgZbSpfmOjI/AAAAAAAACIc/G8JE3XfdOsI/s1600/imagem3.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;Reparem que no caso de não haver atrito (u=0 ), a mínima força F necessária para se elevar o objeto pelo plano inclinado vale:  F = m x g x senθ. Esta força é portanto menor, por um fator senθ  , do que a necessária se fosse feita uma elevação direta do objeto. Assim, podemos ver a utilidade do plano inclinado que tornou possível se aplicar uma força reduzida para se mover o mesmo objeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, analisando a equação 2, percebemos que se o fator entre parênteses for maior que 1, então, a força necessária para se elevar o objeto pelo plano inclinado será maior do que fosse feita por uma elevação direta. Isto ocorre quando:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ciiG-SE7kfw/TgZcYn3p9cI/AAAAAAAACIk/2UMlWWWJl4E/s1600/imagem4.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, se o coeficiente de atrito for superior a 0,577 para uma inclinação de 30 graus, será mais fácil elevar o objeto diretamente do que arrastá-lo por um plano inclinado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma outra aplicação interessante de &lt;b&gt;plano inclinado com atrito&lt;/b&gt; é a de um carro descendo uma ladeira e freando bruscamente (travando as rodas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-wyxlxIqpF-Y/TgZcnhWsy8I/AAAAAAAACIo/YCmkOt2jLMs/s320/T003_imagem2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste exemplo, desde o instante em que o carro freia até ele parar, o carro está sujeito a uma força resultante que é a própria força de atrito contrária ao movimento de descida do carro. Podemos então escrever:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-_yrc9Z8sh5o/TgZc30HuKKI/AAAAAAAACIs/0nHu_GcZkek/s1600/imagem5.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do jeito como esta equação está montada, o sentido da força de atrito é positivo (ou seja, subindo a ladeira é positivo e descendo a ladeira é negativo). Desenvolvendo a equação:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-TmRL7P29VLM/TgZdPlCdfbI/AAAAAAAACIw/MjRohSAcYC0/s1600/imagem6.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cortando as massas e rearrumando:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-rZFdZPEqitI/TgZdjuxOHZI/AAAAAAAACI0/j1CTuAPQPdU/s1600/imagem7.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dependendo do sinal do fator entre parênteses a aceleração do carro pode ser positiva (no sentido de frear) ou negativa (no sentido de acelerar). Pode parecer estranho, mas esta análise mostra que dependendo da conjunção entre os fatores de coeficiente de atrito e ângulo de inclinação, ao se frear o carro bruscamente você pode piorar ainda mais a situação, pois irá acelerar ao invés de frear. Este efeito prejudicial ocorre quando o fator entre parênteses é negativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-QilziXMLRf4/TgZdyfIAX2I/AAAAAAAACI4/cnERsU2SlSU/s1600/imagem8.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Por exemplo, suponha que você está de carro descendo uma ladeira. Se a inclinação da pista for de 15 graus e o coeficiente de atrito da pista for inferior a tg15 = 0,268 então tome muito cuidado. Não freie bruscamente jamais!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Texto enviado por &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/03/professor-de-fisica-leonardo-souza.html"&gt;Leonardo Souza Dunley&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-7394347908018747935?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/M2QuGhlpFss" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-25T15:16:14.081-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-_6MD3qNgw_8/TgZaFfiwEnI/AAAAAAAACIU/Rb7Nh_Qp5Hc/s72-c/T003_imagem1.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/06/plano-inclinado-com-atrito-plano.html</feedburner:origLink></item><item><title>Plano inclinado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/KVJcO1JOhJI/plano-inclinado.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Sat, 25 Jun 2011 14:52:08 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-3580622789382663807</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AO6MYxz-_g6kG1jjKy9J-4SV0no/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AO6MYxz-_g6kG1jjKy9J-4SV0no/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AO6MYxz-_g6kG1jjKy9J-4SV0no/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AO6MYxz-_g6kG1jjKy9J-4SV0no/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;b&gt;plano inclinado&lt;/b&gt; consiste em um sistema em que observa o movimento de objetos sobre &lt;b&gt;planos inclinados&lt;/b&gt;, seja esse objeto subindo ou descendo. Galileu Galilei (1564 – 1642) afirmava que um objeto móvel em linha reta, deveria manter seu estado de movimento em linha reta para sempre sem nenhuma força externa necessária para isto. Galileu testou sua hipótese fazendo experimentos com diversos objetos sobre &lt;b&gt;planos inclinados&lt;/b&gt;. Observou que bolas rolando para baixo tornavam – se mais velozes, enquanto as que rolavam para cima tornavam – se menos velozes em um plano inclinado. Considere a figura 1 abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://4.bp.blogspot.com/-FMXER7pen0s/TgZVhoSApFI/AAAAAAAACH4/7a_ZBp-7pYI/s320/imagem01.JPG" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Figura 1: Marion, Jerry B_ Thornton, Stephen T. - Classical Dynamics of particles and systems.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos um bloco de massa m deslizando em um &lt;b&gt;plano inclinado&lt;/b&gt; com ausência de atrito. As forças que atuam no bloco são o seu peso (Fg) e a normal (N) que é exercida pela superfície do plano inclinado sobre o bloco. Decompomos a força peso (Fg) em duas componentes que estão representadas na figura pelas setas tracejadas: Fgsenθ que está tangente a superfície do plano inclinado e a componente Fgcosθ que é perpendicular a mesma. De uma forma simplificada, isolando o bloco temos a seguinte configuração:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-aSDcZ_fzzD4/TgZW3Swe3gI/AAAAAAAACIA/N18rOIEHokc/s1600/imagem02.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como identificamos as forças que estão atuando em um plano inclinado, onde o objeto está descendo, podemos fazer algumas considerações:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I) O bloco está se movendo apenas na direção x, não há movimento na vertical, ou seja, no sentido do eixo y. Implica dizer que as forças que estão neste sentido de y não influenciam no movimento de descida no plano inclinado. Estas forças têm sua ação nula, logo podemos dizer que elas têm a mesma intensidade, direção, porém sentidos contrários.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-ke3uT-nEVW0/TgZXF0DGf3I/AAAAAAAACIE/IwhVJO-LJKA/s1600/imagem03.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II) Diante da primeira consideração e lembrando que o movimento está no sentido do eixo x do plano inclinado, a única força que sobrou, resultou foi Fgsenθ, considerando que não há atrito no sistema. Esta é a nossa força resultante. Como o bloco está descendo e sua velocidade aumentará, podemos dizer que este é um movimento acelerado. Tomando a 2ª lei de Newton podemos encontrar a aceleração no plano inclinado:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-ki0FbMTFNO0/TgZXL49rcZI/AAAAAAAACII/RTStiKEzSMg/s1600/imagem04.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembrando que o peso (Fg) é igual: Fg = m.g, então&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-7nMsYKWxh1s/TgZXbJAAnCI/AAAAAAAACIM/sfNv_3y38_Y/s1600/imagem05.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observe que a aceleração do objeto em um plano inclinado não depende da sua massa, mas da gravidade e do ângulo de &lt;b&gt;inclinação do plano&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do bloco ser lançado de baixo para cima, estar subindo, com velocidade v&lt;sub&gt;0&lt;/sub&gt;, assim como Galileu observou que o módulo da velocidade irá diminuir até zerar e neste instante o objeto descerá em movimento acelerado. Lembrando que na subia o movimento é desacelerado, porém tanto na subida como na descida a representação das forças são as mesmas, quer dizer suas direções e sentidos não mudam inclusive da aceleração que tem a mesma direção e sentido de Fgsenθ.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Texto enviado pelo &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/professor-de-fisica-adriano-marden-de.html"&gt;Professor Adriando Marden de Souza Bastos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dMEAqDp6qQ85HdDDVe6SJlQ18eY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dMEAqDp6qQ85HdDDVe6SJlQ18eY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-0klupYie0QU/TgI0hNnPjjI/AAAAAAAACHw/MjD6nOJFblo/s1600/Vestibulario-012_Alexander-Santos.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;Alexander Santos&lt;/a&gt;     trabalha como ilustrador freelancer há 14 anos, com trabalhos     publicados em diversas editoras como Editora Abril (só na revista     Recreio foram 9 anos), Moderna, Fisk, Positivo, entre outras. É     professor de desenho na Quanta Academia de Artes, criador das tiras     Nerdcast Tales do site Jovem Nerd, casado, pai, e quando sobra um     tempinho durme. Conheça mais do seu trabalho &lt;a href="http://www.alexandersantos.com.br/"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/vestibulario-tirinhas-do-vestibular-de.html"&gt;Confira outras tirinhas do Vestibulário&lt;/a&gt;, ou um texto sobre &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/05/historia-em-quadrinhos-hqs-no-ensino-de.html"&gt;HQs no ensino de Física&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Para entender o experimento do &lt;b&gt;gato de Schrödinger &lt;/b&gt;leia sobre a &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/06/mecanica-quantica-fisica-quantica.html"&gt;mecânica quântica&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, se você gostou, &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR"&gt;assine o blog e receba nossas atualizações por e-mail&lt;/a&gt;. Você também pode seguir o&amp;nbsp; Efeito Joule no &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; ou no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-3861313916611580062?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/5EZVD62M1QY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-22T11:35:13.108-07:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-0klupYie0QU/TgI0hNnPjjI/AAAAAAAACHw/MjD6nOJFblo/s72-c/Vestibulario-012_Alexander-Santos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/06/o-gato-de-schrodinger.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mecânica quântica</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/aqxcAfh7kHM/mecanica-quantica-fisica-quantica.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 19:26:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-6746233563568163940</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vxMg2uN2QP2B5mkje1UxiUSeTH0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vxMg2uN2QP2B5mkje1UxiUSeTH0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vxMg2uN2QP2B5mkje1UxiUSeTH0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vxMg2uN2QP2B5mkje1UxiUSeTH0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Várias das mais modernas tecnologias operam em uma escala onde os efeitos da &lt;b&gt;mecânica quântica&lt;/b&gt; são significativos.  A &lt;b&gt;mecânica quântica&lt;/b&gt; pode ser citada no laser, transistor, microscópio eletrônico, supercondutividade e até mesmo em imagens de ressonância magnética.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que é a &lt;b&gt;mecânica quântica&lt;/b&gt;? Bem, podemos dizer que a &lt;b&gt;mecânica quântica &lt;/b&gt;é o estudo de sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica como, por exemplo, &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2008/04/atomo-eletrons-protons-e-neutrons.html"&gt;átomos&lt;/a&gt;, elétrons, prótons e outras partículas subatômicas. Quando estudamos fenômenos em escalas microscópicas como a radicação do corpo negro e a natureza das órbitas estáveis do elétron, nos deparamos com descrições plausíveis fornecidas pela &lt;b&gt;mecânica quântica&lt;/b&gt;. Mas, alguns efeitos específicos da mecânica quântica são perceptíveis em escalas maiores como os fenômenos da supercondutividade já citada acima.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No termo mecânica quântica, a palavra quântica (do Latim, Quantum) se refere a uma porção discreta atribuída a certas quantidades físicas, como a energia de um fóton de luz ou pacotes de energia chamados quanta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para iniciar os estudos da mecânica quântica devemos antes perceber alguns problemas na física clássica, como este texto não tem nenhuma pretensão de se aprofundar nos estudos da mecânica quântica vou apenas citar um e falar um pouco mais sobre:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Efeito fotoelétrico: Descoberto por Hertz em 1897 e explicado por &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/03/albert-einstein-fisico-einstein-albert.html"&gt;Einstein&lt;/a&gt; através da hipótese de que a &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/02/natureza-da-luz-onda-eletromagnetica.html"&gt;luz&lt;/a&gt; é constituída de uma coleção de partículas (quanta), as quais possuem uma energia &lt;i&gt;hv&lt;/i&gt;, onde &lt;i&gt;ν&lt;/i&gt; é a frequência da luz e &lt;i&gt;h&lt;/i&gt; é a constante de Planck.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este efeito sugere que a radiação eletromagnética comporta-se com uma partícula quando interage com outros sistemas, assim exibindo uma dualidade. A radiação tem comportamento corpuscular nas suas interações, enquanto que na propagação o comportamento é ondulatório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes problemas na física clássica nos levam a algumas relações de incerteza, por exemplo, na propagação ondulatória das partículas não podemos medir simultaneamente a posição e o momento de uma partícula com precisões arbitrárias.  O que é contrário a &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/08/fisica-mecanica-newton-fisica-mecanica.html"&gt;mecânica clássica&lt;/a&gt;, onde o estado de uma partícula é especificado através da sua &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/01/cinematica-trajetoria-direcao-sentido.html"&gt;posição&lt;/a&gt; e da sua &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2009/01/velocidade-media-velocidade-instantanea.html"&gt;velocidade&lt;/a&gt; em relação a um dado referencial inercial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na mecânica quântica, o estado de um sistema é definido pelo conjunto de todas as informações que podem ser extraídas desse sistema ao se efetuar alguma medida. Portanto, dados dois estados quaisquer, a soma algébrica, ou superposição linear desses estados representa também um estado. Esta concepção é denominada de Princípio da Superposição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta concepção é muito diferente do que estamos acostumados a observar e estudar na mecânica clássica e sua matemática.  O físico austríaco Erwin Schrödinger em 1935 propôs um experimento mental para ilustrar o conceito de superposição de estados e colapso da função de onda e mostrar o quanto este conceito é diferente de tudo que chamamos de comum.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O experimento mental consiste em imaginar um gato aprisionado dentro de uma caixa que contém um perigoso dispositivo. Esse dispositivo constitui-se de uma ampola de vidro contendo veneno e um martelo suspenso sobre essa ampola de forma que, ao cair, essa se rompe, liberando o veneno com o qual o gato morrerá. O martelo está conectado a um mecanismo detector de partículas alfa, se uma partícula chega a este sensor ele é ativado, o martelo é liberado e o gato morre. Se nenhuma partícula chegar o gato continuará vivo. Um átomo radioativo que tem 50% de probabilidade de emitir uma partícula alga é colocado ao lado do dispositivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o conceito de superposição de estados podemos descrever o sistema ocmo sendo a superposição dos seus auto-estados, ou seja, como se o gato estivesse vivo &lt;b&gt;e&lt;/b&gt; morto. Porém, quando há uma intervenção externa, através de uma medida, por exemplo, abrindo a caixa, o sistema colapsa e se reduz a um dos auto-estados, e o gato estará vivo &lt;b&gt;ou&lt;/b&gt; morto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ilustramos este famoso experimento na &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/04/vestibulario-tirinhas-do-vestibular-de.html"&gt;tirinha Vestibulário&lt;/a&gt;, veja o &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2011/06/o-gato-de-schrodinger.html"&gt;gato de Schrödinger&lt;/a&gt;.  Este texto foi apenas uma tentativa de introduzir algumas ideias sobre mecânica quântica e pode ser utilizado nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio. E não se esqueça de que o experimento é mental, não vá envenenar nenhum gatinho por aí.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até mais,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3333ff;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Se você gostou do blog, siga o Efeito Joule&amp;nbsp; &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;, no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; ou receba as atualizações &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR" target="_blank"&gt;por e-mail&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-6746233563568163940?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/aqxcAfh7kHM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-22T19:26:19.013-07:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/06/mecanica-quantica-fisica-quantica.html</feedburner:origLink></item><item><title>Aulas particulares de Física São Paulo - SP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/EfeitoJoule/~3/tgQbR4dixsE/aulas-particulares-de-fisica-sao-paulo.html</link><author>vanks.e@gmail.com</author><pubDate>Tue, 21 Jun 2011 16:57:39 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1112679827296719313.post-8930768339894070848</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PGrT91cIIE_JAi6hEdmH_soZFec/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PGrT91cIIE_JAi6hEdmH_soZFec/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PGrT91cIIE_JAi6hEdmH_soZFec/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PGrT91cIIE_JAi6hEdmH_soZFec/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o espaço reservado para os professores do estado de São Paulo que colaboram com o Efeito Joule e oferecem &lt;b&gt;aulas particulares de física&lt;/b&gt;. Para quem está procurando ótimos professores para &lt;b&gt;aulas particulares de física&lt;/b&gt; este é o lugar certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo temos uma lista com os &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/p/professores-de-fisica.html"&gt;professores de física&lt;/a&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;que já fazem parte do nosso grupo, para ter mais informações de cada professor basta clicar no nome deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/11/professor-de-fisica-osvaldo-dias.html"&gt;Professor de Física Osvaldo Dias Venezuela&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contatos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(11)72524394&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Osvaldo@fisicasupimpa.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/12/professor-de-fisica-renato-martins-lobo.html"&gt;Professor de Física Renato Martins Lobo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contatos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cel: (11) 8618-5003 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e-mail: renatomartinslobo@hotmail.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/11/professor-de-fisica-tiago-araujo-kalile.html"&gt;Professor de Física Tiago Araujo Kalile&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contatos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cel: (19) 96470044&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e-mail: tiago.kalile@gmail.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Blog: &lt;a href="http://fisicaempratica.wordpress.com/"&gt;http://fisicaempratica.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Professores de física de todo o Brasil podem colaborar com o projeto e divulgar gratuitamente suas aulas particulares aqui. Se você é professor de Física quero convidá-lo (a) a participar do projeto Efeito Joule como professor (a) colaborador (a). Se houver interesse, envie  um e-mail para vanks @ efeitojoule.com e conversaremos a respeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Efeito Joule é visitado por alunos de ensino fundamental, ensino médio, ensino superior e professores de Física. Atualmente, temos 300 textos postados e 300 mil visitas por mês, um número que cresce à medida que novos conteúdos são acrescentados. Para saber mais sobre o blog Efeito Joule leia a página &lt;a href="http://www.efeitojoule.com/2010/10/sobre-o-projeto-efeito-joule.html"&gt;sobre o projeto&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #3333ff;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Se você gostou do blog, siga o Efeito Joule&amp;nbsp; &lt;a href="http://twitter.com/efeitojoule" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;, no &lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Vanks-Estev%C3%A3o/100001865425514" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; ou receba as atualizações &lt;a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=EfeitoJoule&amp;amp;loc=pt_BR" target="_blank"&gt;por e-mail&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1112679827296719313-8930768339894070848?l=www.efeitojoule.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EfeitoJoule/~4/tgQbR4dixsE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-21T16:57:39.898-07:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.efeitojoule.com/2011/06/aulas-particulares-de-fisica-sao-paulo.html</feedburner:origLink></item><media:rating>nonadult</media:rating><media:description type="plain">Efeito Joule</media:description></channel></rss>

