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	<title>egoCheese</title>
	
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	<description>Brian Barbutti</description>
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		<title>“Taxa de ressurreição” na São Paulo do séc. XIX</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 12:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de São Paulo tem fama de ser uma das mais caras do mundo; em alguns índices até aparece como a mais cara das Américas. O Estadão tem um infográfico muito legal sobre o assunto, que explica os principais&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2011/04/27/taxa-de-ressurreicao-na-sao-paulo-do-sec-xix/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo tem fama de ser uma das mais caras do mundo; em <a href="http://www.guardian.co.uk/news/datablog/2010/jun/30/city-costs-living">alguns índices</a> até aparece como a mais cara das Américas. O <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110321/not_imp694838,0.php">Estadão</a> tem um infográfico muito legal sobre o assunto, que explica os principais fatores do alto custo de vida.</p>
<p>Além de todos os aspectos modernos e lógicos apresentados pelo Estadão, acho que a cidade sempre teve uma tendência ao ônus. O <em>Código de Posturas da Câmara Municipal de São Paulo</em>, de 1875, por exemplo, tem uma passagem no mínimo interessante sobre uma &#8220;taxa de ressurreição&#8221; para os cemitérios da cidade:</p>
<blockquote><p>
Quando acontecer que na sala de observações volte à vida algum indivíduo levado ao cemitério como morto para ser enterrado, não sendo indigente, será obrigado a pagar ao administrator e coveiros a gratificação de 100$000, dos quais terá o primeiro a metade, e outra metade se repartirá igualmente pelos coveiros que fizerem vigília; sendo indigente, a gratificação será paga pela Câmara Municipal.
</p></blockquote>
<p>Descobri o trecho acima no livro São Paulo &#8211; Três Cidades em Um Século (no <a href="http://books.google.com/books?id=GWEHamfPoq8C&#038;printsec=frontcover&#038;dq=S%C3%A3o+Paulo,+tr%C3%AAs+cidades+em+um+s%C3%A9culo&#038;hl=en&#038;ei=9Ci2Td6nIMndgQeBm_Vs&#038;sa=X&#038;oi=book_result&#038;ct=result&#038;resnum=1&#038;ved=0CDkQ6AEwAA#v=onepage&#038;q&#038;f=false">Google Books</a> e na <a href="http://editora.cosacnaify.com.br/Loja/PaginaLivro/10947/S%C3%A3o-Paulo-tr%C3%AAs-cidades-em-um-s%C3%A9culo.aspx">loja da editora</a>.</p>
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		<title>Vacas adoram abacate</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 02:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre aprendendo coisas novas…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="centeredImg"><a href="http://c1515552.r52.cf0.rackcdn.com/images/abacate2-full.jpg"><img src="http://c1515552.r52.cf0.rackcdn.com/images/abacate2.jpg" alt="Vacas que comem abacate" /></a></div>
<p>Sempre aprendendo coisas novas…</p>
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		<item>
		<title>Que país sairá dessas eleições? Até desanima imaginar.</title>
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		<comments>http://egocheese.com/archives/2010/10/14/desanima/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 23:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Luis Nassif sintetizou o que ando vendo e sentindo nessas eleições. A radicalização amoral e inconsequente promovida pela campanha de Serra realmente acordou monstros na sociedade Brasileira, e trouxe à tona preconceitos que eu, inocentemente, imaginava que não existissem mais.&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2010/10/14/desanima/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luis Nassif sintetizou o que ando vendo e sentindo nessas eleições. A radicalização amoral e inconsequente promovida pela campanha de Serra realmente acordou monstros na sociedade Brasileira, e trouxe à tona preconceitos que eu, inocentemente, imaginava que não existissem mais. O ódio parece ter tomado conta de ambos os lados, e nada muito bom pode sair disso.</p>
<p>Quem quer que ganhe as eleições, o país já perdeu. E muito.</p>
<blockquote><p>À falta de um projeto de país, esgotado o modelo no qual se escudou, FHC – seguido por seu discípulo José Serra – passou a apostar tudo na radicalização. Ajudou a referendar a idéia da república sindicalista, a espalhar rumores sobre tendências totalitárias de Lula, mesmo sabendo que tais temores eram infundados.</p>
<p>…as sementes do ódio frutificaram. E agora explodem em sua plenitude, misturando a exploração dos preconceitos da classe média com o da religiosidade das classes mais simples de um candidato que, por muitos anos, parecia ser a encarnação do Brasil moderno e hoje representa o oportunismo mais deslavado da moderna história política brasileira.</p>
<p>…</p>
<p>Em São Paulo esse clima está generalizado. Nos contatos com familiares, nesses feriados, recebi relatos de um sentimento difuso de ódio no ar como há muito tempo não se via, provavelmente nem na campanha do impeachment de Collor, talvez apenas em 1964, período em que amigos dedavam amigos e os piores sentimentos vinham à tona, da pequena cidade do interior à grande metrópole.</p>
<p>…</p>
<p>Os desdobramentos são imprevisíveis e transcendem o processo eleitoral. A irresponsabilidade da mídia de massa e de um candidato de uma ambição sem limites conseguiu introjetar na sociedade brasileira uma intolerância que, em outros tempos, se resolvia com golpes de Estado. Agora, não, mas será um veneno violento que afetará o jogo político posterior, seja quem for o vencedor.</p>
<p>Que país sairá dessas eleições?, até desanima imaginar.</p>
<p><strong>Mas demonstra cabalmente as dificuldades embutidas em qualquer espasmo de modernização brasileira, explica as raízes do subdesenvolvimento, a resistência história a qualquer processo de modernização. Não é a herança portuguesa. É a escassez de homens públicos de fôlego com responsabilidade institucional sobre o país. É a comprovação de porque o país sempre ficou para trás, abortou seus melhores momentos de modernização, apequenou-se nos momentos cruciais, cedendo a um vale-tudo sem projeto, uma guerra sem honra.</strong></p>
<p><a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-psicologia-de-massa-do-fascismo-a-brasileira">Leia o artigo completo &gt;</a></p>
</blockquote>
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		<title>A tragédia de Mahler</title>
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		<comments>http://egocheese.com/archives/2010/06/29/a-tragedia-de-mahler/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[mahler]]></category>
		<category><![CDATA[osesp]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao final do primeiro movimento, metade da plateia da Sala São Paulo chorava. Olhando para trás, eu via alguns disfarçando e outros pegando seus lenços, todos realmente comovidos. Esse é o tamanho da 6ª Sinfonia de Mahler – a “Trágica”&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2010/06/29/a-tragedia-de-mahler/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="floatRight"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Photo_of_Gustav_Mahler_by_Moritz_N%C3%A4hr_01.jpg"><img src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/mahler.jpg" alt="Gustav Mahler" /></a></div>
<p>Ao final do primeiro movimento, metade da plateia da Sala São Paulo chorava. Olhando para trás, eu via alguns disfarçando e outros pegando seus lenços, todos realmente comovidos. Esse é o tamanho da 6ª Sinfonia de Mahler – a “Trágica” – e a força de uma obra de arte realmente genial.</p>
<p>Mahler usou o nome “Trágica” referindo-se às <a href="http://faculty.gvsu.edu/websterm/Tragedy.htm">tragédias da Grécia antiga</a>, que apresentam um nobre herói lutando contra um destino implacável; depois de tribulações e lutas contra os limites de sua própria natureza humana, o protagonista chega à já anunciada queda.</p>
<p>Através de sua sexta, Mahler transpõe exatamente esse drama em música. Da maneira como os 3 principais temas do primeiro movimento se intercalam, e se desenvolvem intrinsecamente durante os épicos 20 minutos que parecem conter um mundo inteiro de ansiedade e sensações para explodir no atemorizante fechamento, até o triste movimento final que vai vagarosamente morrendo antes de ser interrompido por uma repentina e estrondosa fúria orquestral de um golpe só – que David Hurwitz expressa perfeitamente:</p>
<blockquote><p>Enquanto os últimos vestígios do tema inicial do movimento se arrastam para o silêncio, um súbito e chocante estrondo apresenta o destino em sua forma mais devastadora até aqui. A esperança, Mahler parece dizer, é uma ilusão. Existe apenas a sina, e então o silêncio.</p>
<p><em><small>David Hurwitz em “The Mahler Symphonies”</small></em></p></blockquote>
<p>Músicas como essa transcendem à nossa existência, e nos empurram cada vez mais próximos de sermos algo mais que simplesmente humanos. Elas definem o que é ser um gênio. Imagino como Mahler se sentia sobre suas obras…</p>
<div class="footnote">
<p><strong>Notas:</strong><br />
Essas poucas impressões são frutos do concerto do dia 19 de junho de 2010 da <a href="http://www.osesp.art.br">Osesp</a>, com regência do dinamarquês <a href="http://www.imgartists.com/?page=artist&#038;id=265">Thomas Dausgaard</a>. A execução da 6ª de Mahler, por sinal, contrastou-se com um enfadonho Concerto nº 26 para piano de Mozart – nenhuma culpa para o pianista Ricardo Castro, é simplesmente uma obra boba e previsível.</p>
<p>Para saber mais sobre Mahler, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mahler">artigo na Wikipedia</a> é um bom começo. Já para uma mergulhada nas sinfonias, recomendo o <a href="http://www.amazon.com/Mahler-Symphonies-Owners-Manual-CD/dp/1574670999/">livro de David Hurwitz sobre o assunto</a> – não se deixe enganar pelo subtítulo besta.</p>
<p>Já para ouvir a 6ª, muitos recomendam <a href="http://www.amazon.com/gp/product/B001TIQT98/">as gravações de Bernstein</a>; pessoalmente, gosto do ciclo de <a href="http://www.amazon.com/Mahler-Symphonies-Nos-1-9-Adagio/dp/B000269QUM/">Michael Gielen</a>, que é mais recente e portanto possui uma gravação tecnicamente superior.</p>
<p>PS: hesitei para escrever esse artigo, por algo que já falei no Twitter há algum tempo. Falar de música clássica sem parecer esnobe é difícil, talvez impossível, porém…</p>
</div>
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		<title>Reinventando os livros</title>
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		<comments>http://egocheese.com/archives/2010/05/12/reinventando-os-livros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 12:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A notícia de que o Google também vai entrar no mercado de livros digitais demonstra que a digitalização da literatura é um caminho sem volta. Em paralelo, a evolução dos gadgets e dos próprios mecanismos de interação nos computadores pessoais&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2010/05/12/reinventando-os-livros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="floatRight"><img src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/ibooks-smaller.jpg" alt="iBooks" /></div>
<p>A notícia de que o <a href="http://mashable.com/2010/05/04/google-editions/">Google também vai entrar no mercado de livros digitais</a> demonstra que a digitalização da literatura é um caminho sem volta. Em paralelo, a evolução dos gadgets e dos próprios mecanismos de interação nos computadores pessoais só vão acelerar esse processo daqui pra frente.</p>
<p>Não dá pra saber se os livros tradicionais vão morrer, porém é bastante provável que pelo menos tornem-se um nicho, como aconteceu com os discos de vinil – e está acontecendo com os CDs.</p>
<p>Estou terminando meu segundo livro da Kindle Store (pra iPhone) e entendo as vantagens: leio quando a namorada está vendo vitrines no shopping, facilmente reviso trechos sublinhados em uma tela dedicada, e mesmo da cama consigo um livro novo em poucos segundos.</p>
<p>Porém as desvantagens também aparecem, e acho que eventualmente teremos de repensar diversos conceitos ligados à forma como absorvemos, compartilhamos e gerimos o conhecimento.</p>
<p>Não poderemos mais emprestar livros aos amigos? O ato de trocar livros foi parte crucial da minha vida acadêmica e cultural, e já sinto falta – queria emprestar <a href="http://www.amazon.com/Syrup-ebook/dp/B002XNUWAU/">Syrup</a> pra meus amigos, como fiz com os outros 2 livros do <a href="http://maxxbarry.com/">Maxx Barry</a> que eu tenho, mas não dá.</p>
<p>E as bibliotecas públicas, como existirão em um futuro de livros digitais? Será que teremos de inventar DRM para isso? Ou talvez restringir novos cadastrados através da localização geográfica?</p>
<p>E como os monopólios de distribuição – Amazon, Apple e Google, provavelmente – influenciarão tudo isso? Agindo tanto como distribuidor e como ponto de venda, será que não é muito conhecimento concentrado na mão de poucos?</p>
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		<title>Paprika</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 02:28:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Paste]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[paprika browsers]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, nós da Paste lançamos o cadastro para a fase beta do nosso novo web app Paprika. Ainda não dá pra falar muito sobre o dito cujo além da tagline, ou seja: um organizador textual – de tarefas, projetos, ideias,&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2010/05/06/paprika/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://getpaprika.com"><img src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/paprika.png" alt="Paste's Paprika" class="floatRight" /></a>Hoje, nós da <a href="http://pasteinteractive.com">Paste</a> lançamos o cadastro para a fase beta do nosso novo web app <a href="http://getpaprika.com">Paprika</a>. Ainda não dá pra falar muito sobre o dito cujo além da tagline, ou seja: um organizador textual – de tarefas, projetos, ideias, etc. </p>
<p>Bom, entre na fila e participe do beta para saber mais! Esperamos começar a enviar os convites em breve.</p>
<h3>Nada de Internet Explorer</h3>
<p>Um aspecto interessante desse beta é que nós não estamos oferecendo convites para usuários do Internet Explorer – não só do IE6, mas qualquer uma das versões. Decidimos isso para poder focar mais em implementar coisas novas que melhorem o programa e menos em perder tempo com suporte a browsers ultrapassados.</p>
<div class="center"><img src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/paprika-notie.jpg" alt="Paste's Paprika" /></div>
<p>Claro que não tomamos a decisão sem conhecer nosso usuário médio; no <a href="http://jumpchart.com">Jumpchart</a>, por exemplo, apenas 10% dos usuários utilizam o IE. O IE6 representa apenas 1% da base de usuários, e por isso não nos preocupamos com ele há algum tempo em qualquer coisa que a Paste faz. Ainda no Jumpchart, o Firefox representa 44% das visitas, seguido por Safari e Chrome (com 25% e 19% respectivamente). </p>
<p>Com a evolução dos browsers, impulsionada pelo HTML5/CSS3, e a competição que o Google Chrome trouxe para o mercado, cada vez menos teremos que nos contorcer para fazer as coisas funcionarem corretamente no Internet Explorer. Mal posso esperar. </p>
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		<title>A alternativa do Greenpeace</title>
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		<comments>http://egocheese.com/archives/2010/04/30/a-alternativa-do-greenpeace/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 12:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[belo monte]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[greenpeace]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o Greenpeace é contra a construção da hidroelétrica de Belo Monte, acho que todos já sabemos. Semana passada, a ONG até despejou algumas toneladas de esterco na frente do prédio da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) como forma&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2010/04/30/a-alternativa-do-greenpeace/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o Greenpeace é contra a construção da hidroelétrica de Belo Monte, acho que todos já sabemos. Semana passada, a ONG até  <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/not_14458.htm">despejou algumas toneladas de esterco</a> na frente do prédio da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) como forma de protesto, para explicitar o sentimento da entidade em relação ao projeto.</p>
<div class="center"><a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Energia-sim-Belo-Monte-nao/"><img src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/greenpeace-belomonte.jpg" alt="O Greenpeace e Belo Monte" /></a></div>
<p>Fiquei na dúvida, porém, sobre qual é exatamente a solução do Greenpeace para o problema energético do Brasil. Entendo perfeitamente todos <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u723057.shtml">os problemas</a> advindos da construção de Belo Monte e pensei que através da ONG eu poderia encontrar informações e embasamento para defender um plano alternativo, de energia limpa e renovável, uma vez que estão sendo tão veementemente contra a hidroelétrica.</p>
<p>No site do Greenpeace, sob a <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Energia-sim-Belo-Monte-nao/">matéria que explica o protesto na ANEEL</a>, somente 1 dos 11 parágrafos é dedicado a falar sobre uma alternativa. Fala, porém, sem muita utilidade.</p>
<blockquote><p>
… O custo da geração eólica é de R$ 150/MWh, e das usinas de cogeração a biomassa, de R$ 160/MWh [o custo da Energia em Belo Monte gira em torno de R$ 78 por mW/hora]. “Hoje, as energias eólica e de biomassa são opções economicamente viáveis para o Brasil, com impactos socioambientais infinitamente inferiores aos de Belo Monte”, explica Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Energia do Greenpeace. “A diferença tarifária para o valor da usina planejada obviamente não compensa o grave passivo social e ambiental inerente ao empreendimento.”…
</p></blockquote>
<p>Em outras palavras, o parágrafo diz que a alternativa tem o dobro do custo, vindicado por razões ditas óbvias mas que na verdade não são – em especial para o público geral, como eu, que está tentando escolher um lado no imbroglio. </p>
<p>Acredito que o papel que o Greenpeace deveria exercer, além dos protestos necessários, é de apresentar um plano alternativo palpável, que faça sentido e que possa prover toda a energia que precisaremos nos próximos 5, 10 e 20 anos. O que a ONG precisa é definir claramente o quê, quando, onde, por quanto e por quem, para conseguir vencer os céticos e ajudar no progresso do Brasil. Caso a contraproposta apresente custos mais altos, então encontre maneiras de deixar bem claro quais são os ganhos desta escolha diferente, e porque ela é a melhor opção.</p>
<p>Ao simplesmente criticar determinada ideia e não apresentar uma contraproposta viável, o Greenpeace acaba tendo a mesma atitude xiita que estamos acostumados a ver em campanhas de oposição. E isso não leva ninguém a lugar algum.</p>
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		<title>Oasis em SP, desrespeito e decepção total</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 02:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado eu fui no show do Oasis em São Paulo e saí decepcionado e irritado com o que deveria ser uma noite divertida ouvindo um rock dos bons, e baladinhas clássicas. Não foi o típico mau humor dos irmãos Gallagher&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2009/05/11/oasis-em-sp-desrespeito-e-decepcao-total/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://musica.uol.com.br/album/Oasis_sp_2009_album.jhtm#fotoNav=9"><img class="floatRight" src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/oasis09.jpg" alt="Tecladista do Oasis. Estilo." /></a>Sábado eu fui no show do Oasis em São Paulo e saí decepcionado e irritado com o que deveria ser uma noite divertida ouvindo um rock dos bons, e baladinhas clássicas. Não foi o típico mau humor dos irmãos Gallagher que causou tudo isso, mas sim uma <strong>péssima organização</strong> que faltou com respeito tanto com quem pagou caro para estar na Arena Anhembi, como também com a banda de abertura Cachorro Grande.</p>
<p>O sistema de som do evento estava horrível. Muito baixo e mal balanceado, ele falhou completamente durante uma das músicas da banda de abertura, deixando os caras tocando para ninguém ouvir durante 3 ou 4 minutos. O volume das guitarras e do vocal eram fracos, e em momentos as guitarras era inaudíveis.</p>
<p>Eu esperava que a qualidade e altura fossem aumentar assim que o Oasis aparecesse, mas fiquei sonhando. Pra se ter uma noção de quão baixo o som estava, eu e meus amigos conversávamos calmamente, sem gritar, como se estivéssemos num bar sem música ao vivo – sim, porque em bar com música ao vivo o som é bem melhor e dificulta conversinhas paralelas.</p>
<p>O que me impressionou mais foi a avaliação do <a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/05/10/ult89u10598.jhtm">UOL Música</a>, que teve colhões pra dizer o seguinte:</p>
<blockquote><p>
Vale destacar a excelente qualidade de som, que contribuiu particularmente para a apreciação dos arranjos mais complexos do novo álbum.
</p></blockquote>
<p>Ahn!?!? Excelente qualidade de som? Apreciação dos arranjos complexos? De quatro alternativas, uma: (1) o Oasis fez uma apresentação especial para a imprensa, (2) o jornalista estava muito bêbado, (3) o jornalista estava em cima do palco, (4) o jornalista nem foi no show. Ah, nunca podemos descartar a possibilidade adicional da matéria ter sido paga pela organização também, né.</p>
<p>Já fui em vários shows na Arena Anhembi e esse com certeza esse foi o pior de todos. Aliás, não só entre os shows da Arena, mas de todos os shows que eu já fui. Show de rock com som ambiente é como cerveja sem álcool, ou churrasco sem carne, ou qualquer outra analogia mambembe dessas.</p>
<p>Com os 3 ingressos de meia entrada que eu comprei, mais o estacionamento, mais a gasolina e os pedágios, foram R$ 600. 600 reais para ter um experiência horrível, e só ganhar stress.</p>
<p>Mais uma vez, o mercado de serviços do Brasil mostra que está muito preocupado com seus clientes…</p>
<p>PS: eu fui no show do Oasis em 2006 e tudo que eu tive a dizer <a href="http://www.egocheese.com/archives/2006/03/18/oasis-em-sampa/">foi isso</a>.</p>
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		<title>O Mercado de Games</title>
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		<comments>http://egocheese.com/archives/2009/04/14/o-mercado-de-games/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 11:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
				<category><![CDATA[TCC Overplay]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é meu último ano na faculdade e, portanto, ano de TCC. O estudo da minha equipe é a Overplay, desenvolvedora de jogos de videogame daqui de Campinas, onde trabalhei por alguns anos até 2006. Já que está difícil encontrar&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2009/04/14/o-mercado-de-games/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é meu último ano na faculdade e, portanto, ano de TCC. O estudo da minha equipe é a <a href="http://www.overplay.com.br">Overplay</a>, desenvolvedora de jogos de videogame daqui de Campinas, onde trabalhei por alguns anos até 2006.</p>
<p>Já que está difícil encontrar tempo para escrever pro blog, decidi começar a postar alguns pedaços do TCC por aqui; não publicarei nada relacionado especificamente à empresa por motivos de sigilo e etc., portanto esperem somente assuntos gerais sobre o mercado.</p>
<p>Espero poder informar o pessoal que não seja totalmente familiarizado com a indústria, assim como quem quer que se interesse pelo mercado de games, que é realmente fascinante.</p>
<p><strong><a href="http://www.egocheese.com/files/O-Mercado-de-Games.pdf">Baixe aqui uma análise do mercado de games</a></strong>. É a primeira versão, que pode (e deve) ser muito alterada ainda.</p>
<div class="center"><img src="http://c1515552.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/images/mercado-de-games-graf.jpg" alt="Participação geográfica do mercado de games mundial" class="screenshot" /></div>
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		<title>Alinhamento</title>
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		<comments>http://egocheese.com/archives/2009/02/16/alinhamento/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 11:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Brian Barbutti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Alinhamento entre você e as coisas que você faz é a chave para uma vida tranqüila e feliz. Eu criei esse blog porque queria expor meus pensamentos; ele alinha o que eu penso com o que algumas pessoas querem ouvir.&#160;&#8230; <a href="http://egocheese.com/archives/2009/02/16/alinhamento/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alinhamento entre você e as coisas que você faz é a chave para uma vida tranqüila e feliz. Eu criei esse blog porque queria expor meus pensamentos; ele alinha o que eu penso com o que algumas pessoas querem ouvir. Trabalho em uma empresa que é pequena, focada e dá liberdade para todos criarem e serem pró-ativos; a visão da empresa é alinhada com o que eu entendo que uma boa e moderna empresa deve ser, por isso trabalho com orgulho.</p>
<p>Eu torço para a Ponte Preta porque ser o cara pequeno, azarão e determinado se alinha à minha visão das coisas. Já para a Seleção Brasileira eu não consigo torcer porque a minha visão de um atleta não está alinhada à visão de Ronaldinho, Robinho e do Adriano, e a minha visão de uma confederação de futebol está bem longe do que a CBF representa.</p>
<p>Muitos dos meus amigos reclamam incessantemente das empresas onde trabalham, dos chefes, dos colegas, dos sócios e de tudo o que imaginar. O problema não está na empresa, e na verdade o problema não está em nenhum dos lados. O fato é que a empresa tem uma visão de mundo, e meus amigos tem outra.</p>
<p>Quando as coisas não se alinham, não adianta forçar. Dizendo assim parece óbvio, mas é algo importante que é muitas vezes negligenciada. Quando você ficar bravo ou insatisfeito com alguma coisa, pense nisso. A vida é muito curta pra ficar dando murro em ponta de faca.</p>
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