<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167</atom:id><lastBuildDate>Wed, 06 Nov 2024 03:03:29 +0000</lastBuildDate><category>D</category><category>N</category><category>TEM ORIGEM D</category><title>Farmacêutico Daniel</title><description>O Blog visa divulgar informações importantes, assuntos polêmicos, legislações que influenciam o varejo farmacêutico e cuidados referente a utilização de medicamentos.</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>944</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>O Blog visa divulgar informações importantes, assuntos polêmicos, legislações que influenciam o varejo farmacêutico e cuidados referente a utilização de medicamentos.</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-5279170063803698908</guid><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 20:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-22T13:02:03.020-08:00</atom:updated><title>Adaptação ao fim do horário de verão deve começar com antecedência</title><description>Segundo neurologista, mudanças podem causar alterações em nosso organismo, como problemas no sono, estresse, baixa produtividade e até o aumento da instabilidade vascular&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/fotos/Cena_de__.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 288px; height: 212px;" src="http://www.estadao.com.br/fotos/Cena_de__.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O horário de verão acaba no dia 26 de fevereiro, mas quem tem mais dificuldade em se adaptar à mudança deve começar a preparar o organismo com antecedência, antecipando o horário de dormir cerca de dez minutos a cada dia. A orientação é do coordenador do serviço de neurologia do Hospital Anchieta, Ricardo de Campos. “Ao invés de esperar o dia da virada do horário, o interessante é que a cada dia fosse dormindo dez minutos mais cedo, até estar dormindo uma hora mais cedo, e o corpo não vai padecer”.&lt;br /&gt;O médico explica que as mudanças sentidas pelo organismo com o início ou o fim do horário de verão são por causa de hormônios como o cortisol e a melatonina, que regem o nosso relógio biológico e são secretados de acordo com o tempo de exposição ao sol e à escuridão. “Dessa forma, todo o metabolismo do organismo passa a se pautar de acordo com as taxas de secreção desses hormônios. Quando uma hora do dia é suprimida ou acrescentada, passa a ter alterações nesse metabolismo”.&lt;br /&gt;Os efeitos dessas mudanças, segundo Campos, vão desde alterações no sono, que podem causar irritabilidade, estresse e baixa produtividade, até o aumento da instabilidade vascular. Além dos idosos, as mulheres sentem bastante as mudanças de horário, pois têm diversas oscilações no organismo relacionadas à produção de hormônios. “Mudanças abruptas no nosso relógio biológico trazem malefícios incontestáveis em relação à saúde”, diz o especialista.&lt;br /&gt;O governo federal ainda não tem um balanço da economia de energia proporcionada pelo horário de verão neste ano, mas a expectativa é que a mudança gere uma redução entre 4,5% e 5% na demanda de energia do horário de pico, nas regiões onde o sistema foi adotado (Sul, Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia). A redução total de consumo para o país deve ficar em torno de 0,5%, com uma economia entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões para o país durante o período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, explica que o principal ganho para a sociedade com a adoção do horário de verão é o aumento da segurança e da qualidade do suprimento de energia. Além disso, com a redução da demanda, não é preciso fazer novos investimentos em usinas hidrelétricas ou acionar energia de usinas termelétricas para complementar o fornecimento de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a redução do consumo de energia, proporcionada pelo aumento da utilização da luminosidade natural, não chega a ser sentida na conta de luz dos consumidores. “O consumidor sentiria se tivesse que fazer investimentos, aí apareceria um acréscimo na conta de luz”, disse Grüdtner à Agência Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o secretário, existem pesquisas que mostram a aprovação da população ao horário de verão, e a extinção da mudança não está nos planos do governo. “Pode até ser avaliado no futuro, mas em princípio sempre é um ganho. Se a sociedade inteira ganha com a aplicação do horário de verão, por que vou deixar de utilizar?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, o horário de verão começou no dia 16 de outubro, e terá uma semana a mais, porque a data estabelecida para o fim do horário diferenciado, que é o terceiro domingo de fevereiro, em 2012 coincidiu com o feriado do carnaval.</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/02/adaptacao-ao-fim-do-horario-de-verao.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-4651612735657664078</guid><pubDate>Sun, 19 Feb 2012 18:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-19T10:39:06.732-08:00</atom:updated><title>Carnaval é ótimo, mas costuma cobrar um alto preço da saúde dos foliões</title><description>O carnaval está no auge, mas ainda há muita festa pela frente até terça-feira. Ainda há tempo, infelizmente, para que vários problemas de saúde façam o reinado de Momo acabar antes da hora. Micoses, viroses, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), traumas e luxações são alguns dos problemas que disparam nessa época do ano, lotando os prontos-socorros. Apesar de ser um período em que ameaças vêm de vários lados, especialistas garantem que, com alguns cuidados bastante simples, é possível se proteger e chegar inteiro à quarta-feira de cinzas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação de álcool, grandes concentrações de pessoas e pouco sono garante a diversão de muita gente no período carnavalesco, mas deixa o organismo muito mais vulnerável a infeções por vírus e bactérias. “Aglomerações facilitam a transmissões de agentes via aérea pela proximidade entre as pessoas”, explica o infectologista do Instituto Sabin Alexandre Cunha. “Além das doenças transmitidas por vias respiratórias, há a mononucleose transmitida pelo beijo e as doenças sexualmente transmissíveis como HIV, sífilis e hepatite B”, completa Cunha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita para evitar a longa lista de males — que inclui queimaduras na pele, torções, fraturas nos ossos, problemas musculares, alergias, problemas auditivos e de voz, por exemplo —, é aprender a pular o carnaval de forma equilibrada. “Recomendo vacinação contra hepatite B, uso de preservativos, lavagem de mãos, cuidados com alimentação”, enumera o infectologista. Além disso, procurar descansar muito entre um dia e outro de festa pode ajudar o corpo a se recompor e enfrentar com mais força a maratona de alegria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a matéria abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKVwIzkET8eXZhvht95CzRhrmXUZ0Kc4jWECIMfWn85XHnqFnsnQGFSHQcEJey053C67qfTsbf_20Hw8VLgCEoGHjdfPyln7bu8yeDYcMpZDRqPo_K9IdmfGoeD3ux0c-Jdn2DjkTWnIg/s1600/carnaval.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKVwIzkET8eXZhvht95CzRhrmXUZ0Kc4jWECIMfWn85XHnqFnsnQGFSHQcEJey053C67qfTsbf_20Hw8VLgCEoGHjdfPyln7bu8yeDYcMpZDRqPo_K9IdmfGoeD3ux0c-Jdn2DjkTWnIg/s320/carnaval.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5710915834063256802" /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/02/carnaval-e-otimo-mas-costuma-cobrar-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKVwIzkET8eXZhvht95CzRhrmXUZ0Kc4jWECIMfWn85XHnqFnsnQGFSHQcEJey053C67qfTsbf_20Hw8VLgCEoGHjdfPyln7bu8yeDYcMpZDRqPo_K9IdmfGoeD3ux0c-Jdn2DjkTWnIg/s72-c/carnaval.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-3659672845947655244</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-16T15:06:23.782-08:00</atom:updated><title>Michel Teló canta versão de Ai Se Eu Te Pego para campanha de Carnaval do governo contra Aids</title><description>O Ministério da Saúde publicou na noite desta terça-feira (7) em seu canal no YouTube um vídeo em que o cantor Michel Teló é a estrela da campanha do governo federal para a prevenção da Aids durante o Carnaval. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No clipe, o cantor faz uma paródia de seu hit nacional e internacional Ai Se Eu Te Pego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No carnaval ou na balada. Se a pegação começou a rolar. Você com a pessoa mais linda. E camisinha pra não vacilar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito da campanha, segundo o Ministério da Saúde, é “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua” e tem como principal foco os jovens gays, de 15 a 24 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela será veiculada em dois momentos: antes do Carnaval, com alertas para o uso responsável do preservativo e, no período pós-festa, a partir do final de fevereiro, com a promoção do diagnóstico e a conscientização da necessidade da realização do teste.&lt;br /&gt;Assista ao vídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://embed.videolog.tv/v/index.php?id_video=751504&amp;width=560&amp;height=315&amp;related=&amp;hd=&amp;color1=&amp;color2=&amp;color3=&amp;slideshow=&amp;config_url=&amp;" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.videolog.tv/video.php?id=751504" target="_blank"&gt;Michel Teló canta versão de seu hit para a campanha de prevenção contra aids&lt;/a&gt; por &lt;a href="http://www.videolog.tv/esportesdagalera" target="_blank"&gt;esportesdagalera&lt;/a&gt;  no &lt;a href="http://www.videolog.tv" target="_blank"&gt;Videolog.tv&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/02/michel-telo-canta-versao-de-ai-se-eu-te.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-5481593456801870954</guid><pubDate>Sun, 22 Jan 2012 19:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-22T11:45:58.238-08:00</atom:updated><title>Aplicações clínicas do magnésio</title><description>&lt;a href="http://www.sigasuadieta.com.br/wp-content/uploads/2011/11/verdes-300x225.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 225px;" src="http://www.sigasuadieta.com.br/wp-content/uploads/2011/11/verdes-300x225.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; magnésio (Mg), sétimo elemento químico mais abundante na crosta terrestre, é o principal cátion intracelular. Sua principal função é a estabilização de ATP nos músculos e tecidos moles. Participa também da formação de AMPc, do transporte de íons potássio e cálcio, além de exercer funções enzimáticas e participar do controle da excitabilidade cardíaca, da pressão sanguínea e transmissão neuromuscular.&lt;br /&gt;Em linhas gerais, são muitos os sintomas e sinais clínicos relacionados à deficiência de Mg, dada a sua vasta participação em processos bioquímicos no organismo. Irritabilidade, ansiedade, mialgia, cãibras, confusão mental, insônia, diminuição da memória, tontura, zumbido ininterrupto, náuseas, astenia, constipação, formigamento, intolerância a glicose e taquicardia podem estar presentes na insuficiente ingestão.&lt;br /&gt;Sua deficiência promove aumento do cálcio intracelular, formação de espécies reativas de oxigênio, de agentes pró-inflamatórios e de fatores de crescimento, além de alterações na permeabilidade de membrana. Daí sua relação com o controle da pressão arterial. Ele ainda está envolvido na formação do vasodilatador óxido nítrico.&lt;br /&gt;Quadros de depressão, insônia e hiperatividade também podem estar relacionados com a baixa deste micronutriente, já que o Mg é requerido para a produção de serotonina e, portanto, também de melatonina. O humor de mulheres com TPM pode ser sensivelmente melhorado com a adequada ingestão de Mg.&lt;br /&gt;O Mg é essencial para o controle do pH sanguíneo. A insuficiente ingestão favorece a acidificação sanguínea e assim, a ação do paratormônio que leva a reabsorção óssea. Portanto para a prevenção da osteoporose, a ingestão de Mg mostra-se essencial.&lt;br /&gt;A avaliação bioquímica mais comum do Mg é a forma sérica, todavia seus resultados sempre tendem a normalidade e, portanto deve-se dar a atenção adequada à sintomatologia e sinais clínicos apresentados. O melhor parâmetro bioquímico para avaliação deste micronutriente é o Mg eritrocitário.&lt;br /&gt;Vegetais em tons verdes escuros são as melhores fontes, seguidos de legumes, produtos marinhos, nozes, cereais e derivados de leite. O consumo excessivo de magnésio proveniente de fontes não alimentares (como sais de magnésio utilizados com propósito farmacológico) pode provocar efeitos adversos, sendo a diarréia osmótica o principal efeito relacionado.</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/01/aplicacoes-clinicas-do-magnesio.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-5712404282105277245</guid><pubDate>Sun, 22 Jan 2012 19:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-22T11:31:32.631-08:00</atom:updated><title>Rápidos e eficientes</title><description>&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4221690067545498.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 324px; height: 490px;" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4221690067545498.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cientistas criam programas de treino com poucos minutos de duração para prevenir a diabetes e reduzir o apetite descontrolado por chocolate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico Neils Vollaard examina um voluntário de sua pesquisa após ciclo de 20 segundos na bike.&lt;br /&gt;Um minuto de exercício intenso por dia, três vezes por semana, seria suficiente para prevenir o aparecimento da diabetes tipo 2, associada ao sedentarismo e à obesidade? Dito assim, fica difícil resistir. Foi para facilitar a adesão dos indivíduos que não conseguem achar tempo para a atividade física que o pesquisador Neils Vollaard, da Universidade de Bath, na Inglaterra, uniu-se a cientistas de outras escolas para desenhar um programa singular e muito rápido de exercícios orientado para a prevenção da enfermidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No modelo, a indicação é pedalar com intensidade em três arrancadas de 20 segundos cada uma por dia. A prática deve ser repetida semanalmente, três vezes. “Isto é suficiente para reduzir os níveis de glicose no sangue e melhorar a função da insulina (hormônio que leva o açúcar para dentro das células), o que é importante para a prevenção da doença”, disse Vollaard à ISTOÉ. Na verdade, além do período de exercício intenso, cada sessão envolve alguns minutos de aquecimento e, ao final, movimentos de alongamento. Mas ainda assim o programa de Vollaard não toma mais de dez minutos por dia e, no total, 30 por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chegar a essa conclusão, Vollaard submeteu 15 voluntários saudáveis a três sessões breves de exercícios por seis semanas. Na primeira fase, as arrancadas foram de dez segundos, subindo para 15 segundos na segunda e terceira semanas até chegar a 20 segundos nas três derradeiras. Em todas essas situações, o batimento cardíaco dos voluntários foi controlado para não superar 90% da frequência cardíaca máxima de cada um. “Um programa de exercícios com a inclusão de arrancadas breves e de ritmo intenso permite reduzir substancialmente o tempo e esforço necessários para alcançar benefícios de saúde”, disse Vollaard. “Mas isso é completamente novo e por enquanto só foi feito em laboratório.” O trabalho foi publicado na última edição da revista científica Journal of Applied Physiology. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a orientação repetida aos pacientes em risco de diabetes ou acometidos pela doença é reservar 150 minutos semanais para uma atividade física moderada, o que equivale a 30 minutos por dia, cinco vezes por semana. No entanto, um levantamento mencionado pelo pesquisador Vollaard indica que cerca de 66% do público-alvo não atinge essa recomendação. A justificativa mais frequente para a falha é a falta de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O endocrinologista Alfredo Halpern, de São Paulo, considera o novo modelo bastante interessante. “Mas sugiro que os pacientes façam uma avaliação coronariana antes de pedalar intensivamente. Se forem liberados pelo cardiologista, podem experimentar o método”, diz Halpern, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Ele lembra que, para emagrecer, a carga de atividade deve ser maior. “É necessário pelo menos uma hora de atividade moderada, quatro vezes por semana.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação para os efeitos positivos do modelo estudado por Vollard é o maior gasto do glicogênio armazenado nos músculos durante os ciclos de arrancada. Glicogênio é um açúcar guardado no músculo, usado principalmente durante o exercício. Submetidas a um exercício rápido e intenso, as células musculares queimam seus estoques e precisam buscar mais açúcar do sangue para repor as reservas. Isso facilita também o trabalho da insulina, que é levar a glicose (a forma do açúcar no sangue) para dentro das células.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores da Universidade de Exeter descobriram mais uma aplicação surpreendentemente útil da atividade física rápida. O cientista inglês Adrian Taylor constatou que caminhadas de 15 minutos são eficientes para reduzir pela metade a quantidade de chocolate consumida por trabalhadores, mesmo em condições estressantes. O estudo avaliou 78 comedores regulares de chocolate. “A ação positiva da caminhada é reduzir manifestações do estresse, entre elas a tendência de comer doces e comidas altamente calóricas”, disse Taylor à ISTOÉ. Outros estudos recentes mostram também que a caminhada leve pode ter efeitos cumulativos, aumentando a proteção do organismo contra infecções respiratórias.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4221716977520248.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 642px; height: 378px;" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4221716977520248.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4221806807436332.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 550px; height: 560px;" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4221806807436332.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Istoé.com</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/01/rapidos-e-eficientes.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-2563815627860542972</guid><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 15:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-21T07:56:38.093-08:00</atom:updated><title>GENÉRICOS: INSEGURANÇA JURÍDICA AFETA SETOR PRODUTIVO</title><description>O Brasil ganhou há pouco mais de uma década, com a Lei dos Genéricos, uma importante ferramenta que garantiu a uma parcela significativa da população o acesso a tratamentos de saúde a baixo custo, com segurança, qualidade e eficácia comprovadas. E também permitiu às empresas brasileiras ampliar a participação em diversos segmentos da indústria farmacêutica nos quais antes não conseguia competir. Desde que chegaram ao mercado, os genéricos trouxeram resultados benéficos e consistentes para a melhora da saúde pública, mas este cenário corre hoje um sério risco.&lt;br /&gt;Recentes ações judiciais, impetradas por multinacionais, alegando que seus direitos proprietários sobre dados sigilosos relativos ao registro sanitário de medicamento foram utilizados pelas companhias produtoras de genéricos, ganharam espaço nos tribunais brasileiros. Por consequência, estas decisões judiciais, do modo como estão sendo tomadas, preocupam e estabelecem uma instabilidade jurí­dica a um setor essencial para o desenvolvimento do Brasil.&lt;br /&gt;Tomemos por exemplo o caso de um antidepressivo utilizado por mais de 150 mil pacientes no Brasil desde 2003 e que, a partir de 2009, ganhou um concorrente similar e outro genérico. A multinacional fabricante do produto de referência, mesmo com patente vencida, recentemente entrou na Justiça e acusou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de utilizar os dados do estudo clí­nico apresentados para o registro de seu medicamento para serem, equivocadamente, comparados com os dados presentes no dossiê dos produtos genéricos e similares. Mas não há equívoco nessa ação, é justamente essa prática que é obrigatoriamente definida pela Lei dos Genéricos.&lt;br /&gt;A multinacional apresentou sua reclamação baseada em práticas existentes em legislações de outros paí­ses, mas que não correspondem ao que é definido pela lei brasileira, que não estabelece tal direito para produtos farmacêuticos de uso humano e, assim, não existe qualquer prazo de uso exclusivo para medicamentos.&lt;br /&gt;O juiz de primeira instância que tratou do caso, porém, baseando-se em um cenário equivocado, decidiu pela suspensão de registros dos medicamentos genéricos e similares ao de referência, tirando do mercado opções seguras, eficazes e acessíveis ao tratamento a milhares de brasileiros. Mais do que isso, impediu a normal função administrativa da Anvisa; criou um ambiente em que interesses particulares de empresas se justaponham ao interesse da saúde pública; e, principalmente, pode inviabilizar o registro de novos genéricos e similares no País e a comercialização daqueles já registrados, uma vez que o procedimento utilizado pela Anvisa é o mesmo para todos.&lt;br /&gt;Enquanto a discussão ainda se alonga nos tribunais, a Abifina prepara, por meio de seu corpo jurídico, uma ação que será apresentada e divulgada em um futuro próximo. A entidade se dispõe a defender a lei vigente e entende ser fundamental a ampliação do debate público sobre a instabilidade nas regras e procedimentos legais que inibem o investimento no setor produtivo nacional, responsável que é pela grande evolução socioeconômica do Brasil nessa área.&lt;br /&gt;É preciso que o Congresso Nacional seja alertado para essa questão, já que foi nessa Casa que foi construída a lei vigente, e não nos Parlamentos do Primeiro Mundo. Que sejam realizadas audiências a sessões plenárias que permitam a discussão deste importante tema que, de nenhum modo, se baseia em infração aos códigos nacionais vigentes, mas sim na defesa da soberania brasileira. Há de se dar clareza à legislação, de modo a não mais permitir interpretações equivocadas da lei. A sociedade não pode ficar à mercê da dúvida, sob a pena de impactarmos negativamente o desenvolvimento da indústria nacional de medicamentos e a oferta de opções terapêuticas à população.&lt;br /&gt;Nelson Brasil de Oliveira é 1º Vice-Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Quí­mica Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina).</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/01/genericos-inseguranca-juridica-afeta.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-2385682527163773096</guid><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 15:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-21T07:53:12.946-08:00</atom:updated><title>NOVAS AQUISIÇÕES EM BIOTECNOLOGIA</title><description>As maiores companhias farmacêuticas da Europa devem apostar em aquisições de empresas de biotecnologia este ano, depois de gastar dinheiro em 2011 em recompras de acções e dividendos mais elevados, num esforço para acalmar os accionistas, relatou quinta-feira a BusinessWeek, citada pelo site FirstWord.&lt;br /&gt;Em 2011, as 10 maiores empresas farmacêuticas da Europa gastaram 2,1 mil milhões de dólares em aquisições, abaixo dos 42,7 mil milhões de dólares que tinham gasto no ano anterior, com as farmacêuticas a evitarem as grandes aquisições em que tinham apostado em anos anteriores. Ao mesmo tempo, as farmacêuticas intensificaram os programas de recompra de ações, com a AstraZeneca a anunciar uma iniciativa de recompra de ações de 5 mil milhões de dólares, a GlaxoSmithKline a lançar planos de recompra de ações no valor de 3,5 mil milhões de dólares e a Sanofi a gastar 1,4 mil milhões de dólares na recompra de ações.&lt;br /&gt;A AstraZeneca, por exemplo, é provável que retome em breve as aquisições, gastando até 5 mil milhões de dólares nos próximos cinco anos para ganhar um acesso mais amplo a terapias de baixo custo em mercados emergentes fora da China e do México, de acordo com o analista da UBS Gbola Amusa. A porta-voz da AstraZeneca, Isabelle Jouin, referiu que "em termos de aquisições, sempre dissemos que não estamos à procura de aquisições em grande escala, mas considero de pequenas aquisições, desde que haja um bom ajuste estratégico".&lt;br /&gt;Por sua parte, o CFO da GlaxoSmithKline, Simon Dingemans, disse esta semana que a farmacêutica também vai manter uma estratégia de pequenas aquisições, que se encaixam nos seus negócios já existentes, enquanto que o CEO da Sanofi, Chris Viehbacher, disse que está a planear aquisições até 2 mil milhões de euros este ano. No mês passado, o CEO da Roche, Severin Schwan, disse que a empresa está aberta a um negócio tão grande quanto 3 mil milhões de dólares, enquanto o CEO da Novartis, Joe Jimenez, disse no ano passado que a empresa também teria em consideração medicamentos genéricos, biotecnologia ou compra dede diagnósticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha Online</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/01/novas-aquisicoes-em-biotecnologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-3459155005031853925</guid><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 15:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-21T07:51:04.321-08:00</atom:updated><title>MÉDICOS E ADVOGADOS CRIAM FRENTE NACIONAL POR MAIS RECURSOS PARA A SAÚDE</title><description>Sancionada no último dia 16 de janeiro pela presidente Dilma Rousseff, com quinze vetos, a Lei Complementar nº 141/2012, que regulamenta a Emenda Constitucional 29, é motivo de insatisfação entre médicos, profissionais da saúde e no seio da sociedade civil. Depois de mais de dez anos de espera e de muita pressão social, o resultado frustrou as expectativas de solucionar o grave problema do sub-financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), mantendo as bases de cálculo da União, dos Estados e Municípios nos parâmetros atuais.&lt;br /&gt;Dessa forma, o SUS deixará de ter incrementados recursos novos de cerca de R$ 35 bilhões, o que ocorreria se a opção fosse pela aprovação do projeto original do Senado, o PLS 121/2007, de autoria do senador Tião Viana. Entre médicos, advogados e sociedade civil, o entendimento é que perdeu-se oportunidade histórica de respeito prático ao Artigo 196 da Constituição Federal que estabelece: "A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. &lt;br /&gt;Projeto de Lei de Iniciativa Popular e Reivindicação&lt;br /&gt;A AMB, OAB, Academia Nacional de Medicina e APM já iniciaram ampla mobilização para reverter o quadro. Já têm novas adesões e estão em contato com diversas instituições da entidade civil, para angariar novos apoios à Frente Nacional Por Mais Recursos à Saúde. O lançamento oficial da Frente e do Projeto de Lei de Iniciativa Popular para mudar a lei Complementar 141/2012 ocorrerão em 3 de fevereiro de 2012, na sede da Associação Médica Brasileira.&lt;br /&gt;“O aumento dos recursos para a saúde que pleiteávamos, lamentavelmente não se concretizou”, afirma Florentino Cardoso, presidente da AMB. “Entretanto, somos firmes em nossas convicções e não retrocederemos. A saúde do Brasil necessita de mais investimentos e essa é uma luta da qual não abrimos mão, inclusive em respeito aos nossos queridos pacientes. O Projeto de Lei de Iniciativa Popular visa, entre outras premissas, garantir legalmente que a União invista 10% da Receita Corrente Bruta (RCB) na saúde pública”.  &lt;br /&gt;“A despeito de o próprio ministro da Saúde já haver declarado publicamente a necessidade de mais R$ 45 bilhões para estruturar o sistema público de saúde do Brasil, os investimentos no setor continuarão praticamente nos mesmos patamares de hoje, conforme a Lei 141/2012, sancionada pela Presidência da República, complementa Florisval Meinão, presidente da APM. “Entendemos que o SUS não consegue atender plenamente as necessidades da população, em parte porque seu financiamento é insuficiente. Para se tornar um país desenvolvido, o Brasil precisa seguir o que as nações de primeiro mundo e da própria América do Sul já estão investindo hoje em saúde, isto é, em média, no mínimo 10% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo 70% de investimento público. Atualmente, aplicamos cerca de 8% do PIB, porém 4,5% relativos ao sistema privado e apenas 3,5% em saúde pública, ou seja, metade do que seria o mínimo adequado, ainda mais tendo em vista nossa proposta de atendimento integral”.&lt;br /&gt;Vale ressaltar que, simultaneamente ao lançamento da Frente e do projeto de Lei de Iniciativa Popular, as entidades também iniciarão amplo movimento contra a corrupção em todos os níveis de poder.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: SnifBrasil.com.br</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/01/medicos-e-advogados-criam-frente.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-1215082495232663775</guid><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 15:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-21T07:48:51.832-08:00</atom:updated><title>AÇÕES DIGITAIS AMPLIAM RELACIONAMENTO DA INDÚSTRIA COM A CLASSE MÉDICA</title><description>Semana de atividades do site Dr. Teuto pretende explorar o universo feminino e levar informações e dicas do cotidiano para as médicas &lt;br /&gt;Na próxima semana, entre os dias 23 e 27 de janeiro, o Laboratório Teuto promove uma semana especial de conteúdos voltados para a mulher médica. A ação acontecerá através do blog Dr. Teuto, site institucional voltado para médicos, bem como seus perfis no Twitter e no Facebook.&lt;br /&gt;De acordo com Thaísa Cristina, da Inédita Propaganda, a ação, batizada de MeDicas, vai trazer conteúdos que de alguma maneira se relacionem com o dia a dia do universo profissional das médicas. "Serão dicas sobre moda, beleza, saúde, nutrição, família, filhos etc através de postagens no blog da empresa voltado para a classe médica", explica.&lt;br /&gt;"A MeDicas também contará com sugestões enviadas por fãs e seguidores, além de depoimentos das próprias médicas", complementa Thaísa. &lt;br /&gt;Segundo o diretor de marketing, Ítalo Melo, uma das filosofias do Dr. Teuto é a pesquisa - com o objetivo de atender às necessidades específicas do público médico. Durante uma dessas pesquisas, a equipe identificou a palavra "médicas" como um dos termos mais buscados do Google. E então, surgiu a ideia do trocadilho MeDicas - dicas para médicas.&lt;br /&gt;"Estamos moldando o site para a classe, todo o conteúdo é pensado para eles. Estamos sempre em busca de informações relevantes que possam contribuir de alguma maneira no dia a dia do médico. Além disso, é uma forma inovadora de relacionamento, uma forma da indústria interagir e se relacionar de maneira mais efetiva com o público médico", finaliza o diretor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: SnifBrasil.com.br</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2012/01/acoes-digitais-ampliam-relacionamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-5999324774391169903</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 19:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-18T11:58:40.937-08:00</atom:updated><title>Melhoria real ou imaginária?</title><description>Prescrever tratamento placebo, com medicamentos que não têm indicação para cura, mas que deixam o paciente mais confiante, está cada vez mais comum entre os médicos estrangeiros. No Brasil, a prática é vista com ressalvas&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_620_600_placebo9-DC.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 620px; height: 413px;" src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_620_600_placebo9-DC.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Receitar um tratamento placebo (usando medicamentos que não possuem indicações específicas para curar uma doença e que fazem o paciente se sentir mais confiante) pode beirar a loucura, mas não para vários médicos estrangeiros e até para alguns profissionais brasileiros. Uma pesquisa publicada no British Medical Journal mostrou que, nos Estados Unidos, pelo menos 50% dos médicos prescrevem estes tratamentos a seus pacientes. E isso não acontece só lá. Um índice similar foi verificado em outros países, como Dina­marca, Israel, Suécia, Reino Unido e Nova Zelândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os americanos, os medicamentos prescritos variam de comprimidos para dor de cabeça a vitaminas, além de antibióticos e sedativos. Os médicos receitam estes remédios em busca do chamado “efeito placebo”. Ou seja, eles estão atrás das consequências do uso da droga sobre a mente do paciente e não do resultado químico da utilização do medicamento no organismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por mais controverso que seja o uso deste método, esses médicos encontram respaldo científico no que estão fazendo. Estudos internacionais sugerem que 60% a 90% das drogas prescritas pelos médicos dependem do efeito placebo para serem efetivas, o que significa que a cura também está na cabeça do paciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há uma expectativa do sistema nervoso em relação ao efeito das medicações: ele pode anular, reverter ou ampliar as ações farmacológicas de certos medicamentos, o que faz com que até substâncias inertes [o placebo puro] provoquem efeitos”, explica o psiquiatra e secretário da Associação Brasileira de Psiquiatria na Região Sul, Cláudio Meneghello Martins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não se tenha conhecimento para explicar cientificamente como e por que acontece o efeito placebo, sabe-se que o estímulo gerado pelo uso de um remédio pode alterar a percepção cerebral da dor e causar impactos físicos e emocionais. “As hipóteses giram em torno de uma alteração nos neurotransmissores como a serotonina, a noradrenalina e a dopamina”, diz Martins. Essas três substâncias são responsáveis pelas nossas variações de humor, disposição e energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O paciente tem a sensação de que alguém realmente se interessou pelo seu problema. Nesses casos, o tratamento placebo dá um apoio psicológico fantástico e faz com que a pessoa se sinta melhor e mais segura”, esclarece o presidente do Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, o urologista Renato Tâmbara. “Mas essa prática não deve ser usada indiscriminadamente”, adverte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto, a discussão sobre esta prática expõe seu ponto frágil, já que no tratamento placebo a droga é receitada sem que o paciente saiba que, na verdade, ela não possui ação efetiva contra o seu mal. “Se o profissional perceber que não há necessidade do uso de medicações, ele não deve receitar nada. Esse tipo de conduta não possui amparo ético: não se pode enganar o paciente”, critica o cardiologista, especialista em bioética, membro do Conselho Federal de Medicina e um dos revisores da última versão do código de ética médica brasileiro, José Eduardo de Siqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil proíbe o uso em pesquisas quando há alternativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comparação da eficácia de novos medicamentos com uma substância inerte, o placebo puro, é restrita no Brasil. Este recurso é autorizado somente quando uma doença ainda não possui tratamentos descobertos contra ela – segundo os médicos, uma situação cada vez mais rara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não aceitamos que, em um estudo, um grupo receba uma droga ativa e o outro fique sem tratamento. Isso contribuiria para a piora de pessoas que já estão em situação vulnerável. Se um paciente tem uma doença com tendência à progressão, ele tem direito a um tratamento efetivo durante uma pesquisa”, afirma a especialista em neurociência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e membro da Comissão Nacional de Ética em Pesquisas (Conep), Margareth Priel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta posição brasileira, porém, entra em rota de colisão com a Declaração de Helsinque, que autoriza a comparação de medicamentos novos com substâncias inertes, mesmo que já existam tratamentos estabelecidos. Esta declaração é responsável por normatizar universalmente a ética em pesquisas com seres humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse foi o único ponto da declaração que o Brasil não aceitou. A última revisão do nosso código de ética médica incluiu o artigo 106, que proíbe o profissional de manter qualquer vínculo com pesquisas médicas que usem placebos em seus experimentos quando já houver um tratamento eficaz em uso”, explica o especialista em bioética, José Eduardo Siqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação para esta relutância é simples. Segundo os médicos, utilizar o placebo seria mais vantajoso para os laboratórios farmacêuticos, não para o paciente. “Não tem cabimento comparar uma droga com uma substância inerte, pois é claro que a substância ativa terá efeito mais benéfico do que o placebo”, diz Siqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nocebo&lt;br /&gt;Tratamento com resultados ruins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito placebo também tem o seu reverso: o efeito colateral a substâncias inertes ou a tratamentos aos quais um paciente sente rejeição ou temor caracteriza o chamado efeito nocebo. De acordo com o artigo “Novos dados sobre o efeito nocebo”, da Harvard Health Publications, enquanto o efeito placebo libera endorfinas que aliviam a dor, o nocebo ativa receptores que estimulam a produção de hormônios relacionados ao estresse, como o cortisol, afetando a percepção de incômodos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se existe uma expectativa negativa por parte do paciente, a tendência é que o tratamento não corra bem. As consequên­cias seriam o aparecimento de queixas, efeitos colaterais e o abandono do acompanhamento médico”, diz o psiquiatra da Associação Brasileira de Psiquiatria Cláudio Meneghello Martins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito nocebo traz à tona até mesmo maus momentos do passado. “Experiências negativas ou efeitos colaterais ocorridos anteriormente podem se repetir diante de visões, sons ou outros sinais associados a um tratamento. Este ‘condicionamento’ ajuda a explicar por que cerca de uma a cada três pessoas sente náusea e até mesmo vomita ao entrar no local onde fez quimioterapia”, diz o artigo da universidade americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bê-á-bá&lt;br /&gt;Para ler com seu filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Placebo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é um termo técnico utilizado em pesquisas clínicas que comparam a ação de uma substância ativa com outra inerte – o medicamento placebo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento placebo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é usado na medicina, fora da pesquisa, quando um médico receita uma droga ciente de que ela não possui ação farmacológica contra uma doença específica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeito placebo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é o resultado esperado quando se faz um tratamento placebo. Sob o efeito placebo o paciente se sente mais confiante e até a apresenta melhoras em seus sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspas&lt;br /&gt;“Há uma expectativa do sistema nervoso em relação ao efeito das medicações: ele pode anular, reverter ou ampliar as ações farmacológicas, o que faz com que até substâncias inertes provoquem efeitos que não dependem delas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não aceitamos que em um estudo, um grupo receba uma droga ativa e o outro fique sem tratamento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:Margareth Priel, especialista em neurociência da Universidade Federal de São Paulo e membro da Comissão Nacional de Ética em Pesquisas (Conep)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cláudio Meneghello Martins, psiquiatra e secretário da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) na região Sul.</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/melhoria-real-ou-imaginaria.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-6698772105742717908</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 19:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-18T11:40:17.691-08:00</atom:updated><title>Unicamp revela os poderes medicinais de mais três frutas do cerrado</title><description>Elas são desconhecidas da maioria da população, sobretudo dos jovens. Passam ignoradas pela cadeia produtiva e comercial e raramente entram na dieta brasileira. Costumam crescer, aleatoriamente, em áreas de cerrado, caatinga e em regiões de transição — como as do semiárido e do Sudeste — que se limitam com o Centro-Oeste. Suas espécies são alvo frequente da destruição promovida pela mecanização agrícola. Ao mesmo tempo em que sofrem essas agressões, contudo, a guapeva, o murici e a gabiroba, entre outras frutas do cerrado, chamam a atenção de estudiosos de diversas universidades por seu incontestável poder de se defender e de se adaptar a situações adversas, além de manter as qualidades funcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram exatamente as características nutritivas e medicinais desses frutos que levaram a aluna de doutorado Luciana Malta, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a investigar as atividades biológicas de suas cascas, sementes e polpas. O trabalho comprovou o alto potencial antioxidante e anticarcinogênico das três espécies. “Na primeira etapa do projeto, in vitro, fizemos um mapeamento para conhecer qual dos extratos das frutas era mais eficiente, mas em todas elas foram identificadas substâncias de potencial bioativo (veja infografia), com destaque para a gabiroba, que apresentou um alto poder de ação antioxidante”, explica Luciana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda fase das pesquisas, in vivo, compostos bioativos encontrados na gabiroba e na casca da guapeva testados em camundongos revelaram efeitos positivos, como propriedades anti-inflamatórias, antimutagênicas e antigenotóxicas (para barrar a ação tóxica em genes que poderiam sofrer danos irreversíveis). A última etapa do doutorado de Luciana foi executada na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, onde ela testou o potencial antioxidante celular e antiproliferativo dos extratos das frutas em um banco de células no Departamento de Ciência de Alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora, outra vez a casca da guapeva se destacou. De acordo com Luciana, as conclusões de sua tese abriram perspectivas para que sejam feitos, no futuro, testes em humanos. Como numa corrida de revezamento, a aluna de pós-doutorado da Unicamp Aline Castaldi Sampaio será responsável pelas investigações com pacientes de câncer de mama, numa primeira fase. “Os extratos de gabiroba e de casca de guapeva, por exemplo, se revelaram nos testes feitos em Cornell como agentes que atuam na diminuição da proliferação celular de tumores de mama”, justifica Luciana Malta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voluntários&lt;br /&gt;A nutricionista Elisa Goulart, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, comemora a comprovação de benefícios de mais frutas do cerrado. “As substâncias presentes na composição dessas frutas impedem a liberação dos radicais livres e é claro que, se uma pessoa consumi-las diariamente, elas agem de forma preventiva.” Elisa explica que a oxidação causa desgaste no DNA e que o poder antioxidante de algumas frutas já foi comprovado em diversos estudos científicos. “É muito bom que existam agora mais três frutas daqui da região para oferecer qualidade de vida melhor às pessoas. É preciso divulgar essa pesquisa”, afirma a especialista, que também integra a equipe do Laboratório Sabin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora Gláucia Pastore, da FEA/Unicamp, orientadora de Luciana e de Aline, explica que está em fase de negociações com o corpo médico do Hospital das Clínicas da Unicamp para a seleção de pacientes voluntários. Em seguida, a ideia é apresentar a proposta à Comissão de Ética da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela espera que a nova etapa do projeto comece em março de 2012. “Além dos efeitos terapêuticos, pensamos em trabalhar também na prevenção, porque sabemos que o acesso regular a essas frutas vai causar efeitos benéficos. O problema no Brasil é que não há uma mobilização mais intensa em termos de prevenção. A visão aqui é mais clínica”, observa Gláucia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Conhecimento escasso&lt;br /&gt;A professora da Unicamp explica ainda que atualmente existe uma linha de pesquisa muito forte na instituição com frutas do cerrado — pouco conhecidas, mas altamente resistentes em condições ambientais adversas e “muito ricas” em compostos bioativos. “Embora pouco estudadas, sabemos que existe um conhecimento popular, sobretudo das gerações mais velhas, quanto às qualidades funcionais dessas frutas. O que estamos fazendo é procurar identificar essas propriedades e tornar mais fácil o acesso a elas pela população”, diz a especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Malta acrescenta que o potencial anticâncer dessas frutas pode ser aumentado com o fracionamento dos extratos, com o uso de diferentes solventes, para que outros compostos bioativos sejam revelados. Ela explica que o poder desses extratos é medido primeiramente em ensaios antiproliferativos testando-se diferentes linhagens de células cancerígenas humanas, tais como melanoma, mama, rim, fígado, pulmão, próstata, ovário, leucemia. Elas são incubadas com os extratos das frutas e, em seguida, é observada capacidade de redução da divisão celular desordenada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As melhores frações dos extratos da guapeva e da gabiroba serão avaliadas também como agentes que induzem a apoptose (morte celular) em células tumorais”, destaca. A pesquisadora lembra que a experiência na universidade norte-americana serviu também para que ela agregasse conhecimento e pudesse ter a oportunidade de usar no Laboratório de Bioaromas da Unicamp, pela primeira vez no Brasil, a técnica de determinação do potencial antioxidante em células humanas, baseada em uma descoberta da Universidade de Cornell. Foi possível observar, segundo Luciana, que o potencial antioxidante do murici, da gabiroba e da guapeva é maior que o de frutas consumidas nos Estados Unidos, como blueberry e ameixa, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riqueza regional&lt;br /&gt;Não é de hoje que a professora Gláucia Pastore e a doutoranda Luciana Malta se debruçam sobre propriedades funcionais de plantas do cerrado. Em 2005, uma parceria entre a Unicamp e a Universidade Católica de Goiás permitiu às pesquisadoras investigar o potencial antioxidante de outras cinco frutas típicas da savana brasileira — araticum, pequi, cagaita, banha-de-galinha e lobeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo que se observa hoje com o murici, a guapeva e a gabiroba, as frutas da pesquisa anterior são praticamente desconhecidas do grande público, consumidas apenas por uma parte da população local. Um dos resultados da pesquisa mostrou, naquela época, que a casca e a semente do pequi e do araticum apresentaram grande concentração de substâncias antioxidantes. Ao analisar as condições em que essas frutas nascem, crescem e resistem, Gláucia Pastore observa a necessidade de difusão dessas espécies como forma também de preservá-las e ampliar o acesso a elas tanto por parte da população, quanto da própria indústria alimentícia e farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora também expressa preocupação com a riqueza do bioma e a devastação do cerrado. Ela lembra que o deslocamento das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste, nas décadas de 1970 e 1980, provocou a mudanças em mais de 60% das áreas de cerrado. “Hoje, apenas 20% da área original de cerrado permanece preservada”, ressalta. (CT)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/unicamp-revela-os-poderes-medicinais-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-5719601654690848502</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 19:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-18T11:33:04.313-08:00</atom:updated><title>Pesquisadores europeus anunciam estar mais próximos da "partícula de Deus"</title><description>&lt;a href="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/12/14/282720/20111213212551958304u.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 500px; height: 333px;" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/12/14/282720/20111213212551958304u.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este ano, as grandes estrelas da ciência, ironicamente, pertencem ao mundo das minúsculas partículas. Depois de pesquisa-dores italianos terem medido neutrinos viajando mais rápido do que a luz, estruturas menores que os átomos voltaram a causar alvoroço na comunidade científica. Pesquisadores do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) anunciaram ontem ter “encurralado” o bóson de Higgs, ou “partícula de Deus”, hipoteticamente responsável pela matéria, logo pela existência da gravidade e de todo o Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Modelo Padrão de Partículas, principal teoria que explica a formação dos átomos, o bóson seria uma estrutura subatômica, ou seja, menor que um átomo, formada durante o big bang, há cerca de 13,7 bilhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo modelo, o bóson teria a capacidade de interagir com o campo magnético que permeia todas as partículas existentes no mundo. Dependendo de como acontece essa interação, as demais partículas ganham ou permanecem sem massa, como ocorre com a luz, por exemplo. Embora a teoria se encaixe na maioria dos experimentos existentes até hoje, ela nunca foi comprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encontrar o rastro dessa espécie de “tijolo” do cosmos, proposto pelo pesquisador britânico Peter Higgs na década de 1960, os pesquisadores precisaram investir tempo e recursos, além de contar um pouco com a sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/12/14/282720/20111213212600485369i.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 500px; height: 343px;" src="http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/12/14/282720/20111213212600485369i.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocorrência do bóson é extremamente rara. Dentro do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), um gigantesco equipamento com 27km de diâmetro, instalado no subsolo da fronteira entre a França e a Suíça, os cientistas enviaram em direções opostas prótons que, ao se chocarem, liberavam uma série de partículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada minúscula estrutura possuiu uma massa, medida na forma de energia por giga elétron-volts (GeV). O LHC tenta então encontrar os bósons observando aquelas partículas com massa entre 100 GeV a 600 GeV. Os dois grupos (Atlas e CMS) que pesquisam no laboratório europeu chegaram às mesmas conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossas análises confirmam a exclusão do bóson de Higgs em um intervalo de massa de 127 a 600 GeV, mas ao mesmo tempo mostram pela primeira vez alguns indícios, ainda não conclusivos, de que o bóson de Higgs pode existir com uma massa ao redor de 125 GeV”, contou o pesquisador do Cern Rogerio Rosenfeld, também ligado à Universidade Estadual Paulista (Unesp).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rastros importantes&lt;br /&gt;Além de descartar uma ampla gama de possibilidades de faixas de localização, os cientistas determinaram na faixa dos 127GeV a provável localização das ditas partículas divinas. “O que vemos hoje são apenas ‘rastros’ do que podem ser os bósons. Os resultados ainda são muito tênues para determinar conclusivamente a existência da partícula, mas dão uma pista importantíssima de onde procurá-la”, conta o também pesquisador do Cern e da Unesp Sérgio Novaes. “É como se fosse um rádio chiando. Conseguimos, em meio a todo o barulho, encontrar um sinal do que estamos procurando. Agora, precisamos tentar fazer esse sinal ocorrer novamente para confirmar sua existência.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa dos especialistas é de que o próximo ano seja histórico para a física. Seguindo o planejamento de experiências, até o final de 2012 os pesquisadores já terão realizado colisões de prótons suficientes para ter observado a liberação dos bósons. “O próximo passo agora é repetir os experimentos várias vezes para tentar localizar novamente essas alterações na faixa dos 127GeV, o que esperamos ter conseguido até o final do próximo ano, se tudo correr bem”, conta Novaes. “Somente resultados mais robustos podem confirmar a existência destas partículas, mas o apresentado hoje (ontem) mostra que estamos no caminho certo”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois anos em funcionamento, o LHC foi concebido justamente para confirmar a existência e compreender melhor essa partícula, que há décadas se esconde dos pesquisadores. Ela seria uma das últimas — e talvez a mais importante — peças do quebra-cabeça que explica o surgimento da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o restante do Modelo Padrão de Partículas e Interações já tenha sido desvendado, ainda faltava confirmar a existência da partícula e determinar sua massa. “Ao longo das últimas décadas, a massa de outras partículas elementares da matérias, os quarks e os léptons, foram determinadas. Mas, para confirmar essa teoria, ainda falta entender a cola que une essas informações: o bóson”, conta Eduardo do Couto e Silva, físico do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, embora ainda não seja possível determinar com exatidão a existência da partícula, este é um momento “extraordinário” para a física. “O homem foi capaz de criar condições para entender alguns dos processos que mais desafiam o nosso entendimento”, afirma Eduardo, que já trabalhou no Cern e é membro afiliado do Kavli Institute of Particle Astrophysics and Cosmology, da Universidade de Stanford. “Se ficar comprovada a existência do bóson, será uma descoberta importantíssima. Mas, se ficar comprovada a sua não existência, será ainda mais importante, pois veremos que existe algo que ainda não foi entendido”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maldição&lt;br /&gt;Embora o termo “partícula de Deus” tenha sido consagrado, ele desagrada muitos cientistas, que consideram a designação exagerada. A origem do apelido não se deve a um pesquisador, mas a uma editora de livros. Quando o vencedor no Nobel de Física de 1988, Leon Lederman, terminou de escrever, em 1993, um livro sobre o assunto, nomeou-o como the goddamn particle (expressão em inglês que pode ser traduzida como maldita partícula), em função da dificuldade que os cientistas enfrentam para localizá-la. No entanto, o editor do livro achou o termo agressivo e de pouco impacto, e sugeriu o título The God particle (A partícula de Deus), termo do qual os cientistas nunca mais conseguiram se livrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:http://www.correiobraziliense.com.br</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/pesquisadores-europeus-anunciam-estar.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-6897491969685186773</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 19:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-18T11:13:56.206-08:00</atom:updated><title>Segundo urologistas, homens se preocupam pouco com hábitos saudáveis</title><description>Todo mundo sabe que fumo e obesidade aumentam o risco de disfunção erétil e de doenças cardiovasculares. Da mesma forma, o álcool em excesso e uma dieta imprudente, à base de alimentos ricos em gordura saturada e condimentos, acionam o gatilho desses problemas de saúde. Mas os homens brasileiros parecem não se preocupar. Foi essa uma das conclusões de especialistas que participaram do 33º Congresso Brasileiro de Urologia, em Florianópolis (SC). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o evento, realizado no mês passado, foram debatidas questões revisionais em torno de uma das mais respeitadas pesquisas sobre a impotência masculina. O Estudo de Massachusetts sobre envelhecimento masculino (MMAS, sigla inglês), publicado em janeiro no The American Journal of Cardiology, investigou, durante décadas, a relação do problema com idade, diabetes, obesidade e males cardiovasculares. “Essa pesquisa mostra que, dependendo do estilo de vida do indivíduo, o processo de morte celular (apoptose) é acelerado, as células envelhecem, a pessoa envelhece, e passa a ser mais contemplada com doenças como hipertensão arterial, infarto e acidente vascular cerebral (AVC)”, analisa o urologista Cláudio Telöken, chefe do Departamento de Urologia da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o médico, o problema é a falta de autocuidado: o fumante não acredita que o cigarro faz mal, as pessoas não acreditam que o álcool diário é prejudicial, e os jovens que usam cocaína não acreditam que a droga é nociva. “A verdade é que quase ninguém pensa em controlar o colesterol, fazer caminhadas, dormir mais de seis horas por dia”, lamenta o especialista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo claro de uma doença cardiovascular anunciada por disfunção erétil é o do empresário gaúcho L.G.A*, 64 anos, fumante, obeso (98kg) e adepto de bebidas destiladas. Ele foi atendido este ano, de madrugada, em um hospital de Porto Alegre. Chegou acompanhado da mulher, suava muito, queixava-se de cefaleia e dor no peito. Disse que há dois anos perdera a libido, não tinha mais ereção matinal e que, há um ano, não praticava sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher contou ao médico que as últimas tentativas foram “trágicas”. Após os exames, identificou-se obstrução das coronárias e foram colocados dois stents para aliviar o fluxo sanguíneo. Seis meses depois do tratamento — que incluiu dieta, caminhadas semanais, exercícios com pilates, controle de colesterol e de triglicerídeos —, L.G.A perdeu 16kg e resgatou a atividade sexual de modo regular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um país doente&lt;br /&gt;Dezenas de milhares de casos semelhantes ao do empresário colaboram para que o Brasil venha a ser uma das nações mais debilitadas do planeta em termos de saúde humana. Dados recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que até 2040 o índice de doenças cardiovasculares no país deve aumentar em 250%. Hoje, 300 mil brasileiros morrem anualmente por causa desses problemas. Além disso, 30% dos brasileiros são hipertensos, e, de cada 100 pessoas, um grupo de apenas 25 a 30 consegue controlar a doença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na outra face da moeda, o país caminha para o topo do ranking das nações com população de baixa atividade sexual devido à impotência masculina. Pesquisas recentes mostram que mais de 150 milhões de homens em todo o mundo possuem algum nível de disfunção erétil, e estima-se que um número acima de 11 milhões de brasileiros conviva com a dificuldade de ereção. Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) feito em Salvador (BA) com 77 mil homens de 24 estados apontou que 65,6% dos entrevistados apresentavam algum grau de disfunção erétil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o urologista Eriston Ulmann, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, as pesquisas em discussão no congresso de Santa Catarina apenas consolidam uma certeza: “A disfunção erétil é um dos mais importantes sintomas de que algo não vai bem no sistema circulatório e serve para orientar o paciente a procurar ajuda”. De acordo com o urologista, o indivíduo que apresenta o problema tem três vezes mais chances de sofrer um acidente vascular cerebral. “A medicina já definiu claramente que o aparecimento da disfunção erétil pode ser um indício de um futuro quadro de isquemia ou um infarto do miocárdio”, atesta Ulmann. A disfunção está presente em cerca de 64% de homens com infarto agudo do miocárdio, em 57% dos candidatos a angioplastia ou cirurgia cardíaca, em 40% dos fumantes e em 68% dos hipertensos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuda aos 60&lt;br /&gt;Na primeira etapa da pesquisa de saúde masculina de Massachusetts, conduzida entre 1987 e 1989 em áreas ao redor de Boston, nos Estados Unidos, os cientistas analisaram 1.290 homens com idades entre 40 e70 anos. Eles observaram que 52% dos indivíduos apresentaram disfunção erétil leve, moderada ou completa. De acordo com o urologista Cláudio Telöken, o estudo envolveu mais de 27 mil homens, até a última revisão, em 2010. “Ele confirma que, a partir dos 40 anos, a cada década o homem perde parte de sua capacidade de ereção. Por exemplo, 50% dos homens acima dos 60 anos vão precisar de alguma ajuda para ter atividade sexual.” Segundo as investigações americanas, a disfunção sexual era mais provável entre homens de saúde física e emocional ruins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Telöken, a medicina não avançou apenas na descoberta de medicamentos nos últimos 20 anos, mas também nas pesquisas que levaram a importantes conclusões. “Por exemplo, em se sabendo que a doença crônica nos ataca e provoca a disfunção erétil, nós vamos, paulatinamente, mudando uma realidade atualmente complicada, que é a de convencer as pessoas de que elas precisam cuidar dos níveis da glicose, que temos de caminhar, alterar o estilo de vida para serem saudáveis etc.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, segundo o médico, foram descobertos princípios ativos fundamentais para o tratamento da disfunção erétil, como o sildenafil, a tadalafila, entre outros. “Essas drogas liberam o óxido nítrico, que é uma substância vasodilatadora indispensável para a ereção”, explica Telöken. Segundo o urologista, a tendência, hoje, é usar os fármacos de forma fixa, alternando-se os dias, ou duas vezes por semana, para manter a saúde do indivíduo e resgatar a ereção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Nome não divulgado por questões éticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relaxamento&lt;br /&gt;Os princípios ativos que ajudam a ereção liberam o óxido nítrico, substância que provoca relaxamento do músculo liso da parede do vaso e faz com que este se dilate, aumentando o fluxo sanguíneo, ao mesmo tempo em que diminui a pressão arterial. O óxido nítrico tem sido usado também para reduzir amputações do chamado pé diabético e melhorar as condições de pacientes com insuficiência respiratória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/12/16/interna_ciencia_saude,283093/segundo-urologistas-homens-se-preocupam-pouco-com-habitos-saudaveis.shtml</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/segundo-urologistas-homens-se-preocupam.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-4891930258804531881</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 18:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-18T10:54:59.001-08:00</atom:updated><title>Cientistas brasileiros defendem novo método para o uso de estatinas</title><description>Popularmente conhecido como “ataque do coração”, o infarto do miocárdio é hoje responsável por 10,28% das 742.779 mortes por doenças crônicas não transmissíveis, segundo dados do Ministério da Saúde. A dor e a sensação de aperto no peito que precedem o problema vêm acompanhadas de náuseas, vômitos e vertigem, e podem durar por longos 20 minutos. Durante o ataque, parte do músculo cardíaco é perdido, por falta de oxigênio e irrigação sanguínea. Para minimizar as lesões dos tecidos atingidos e reduzir as chances de complicações fatais no futuro, a ciência está constantemente em busca de novos métodos e tratamentos. Dois estudos, feitos pelo Grupo Brasileiro de Estudo do Coração (Coorte Brasil) e pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), descobriram que o uso de estatinas (lipoproteínas utilizadas para controlar níveis altos de colesterol no sangue) pode ajudar a conter a inflamação durante e após o infarto — e que ter um alto nível de de HDL (conhecido popularmente como colesterol “bom”) ajuda a prevenir a hiperglicemia durante a fase aguda do infarto, uma das principais causas de mortalidade entre esses pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrei Sposito, cardiologista e professor da Unicamp que liderou os estudos, explica que cerca de 50% das pessoas infartadas não conseguem ser atendidas. Dos pacientes que chegam ao hospital, até 15% morrem. “Mesmo depois que recebem alta, uma grande parte deles vai ter outro infarto nos primeiros dois anos”, completa o médico. “É uma doença que hoje mata mais que câncer ou infecções.” Sposito frisa que praticar atividade física e manter hábitos saudáveis, como não fumar e ter uma alimentação balanceada, ainda são atitudes essenciais para prevenir o infarto. Quando ele ocorre, contudo, um dos principais desafios da medicina é saber o que fazer quando o paciente chega ao hospital — e como evitar que ele sofra novas complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tentar responder a essas perguntas e aliviar os sintomas do infarto, o grupo de pesquisadores focou, em um primeiro momento, nas doses de estatina — capaz de diminuir em 1% a 2% o risco anual de infarto em pacientes crônicos, uma vez que, além de reduzir o colesterol, também diminui a formação de trombos e a atividade inflamatória do coração. De acordo com os estudos existentes até então, acreditava-se que o tratamento com o remédio deveria começar em até 12 horas após o início dos sintomas. Sabe-se, contudo, que é nas primeiras 24 horas que a atividade inflamatória tem seu ápice — e um tratamento tardio pode significar sequelas sérias, como a cicatrização irreversível do músculo cardíaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores resolveram, então, refazer os estudos com 125 pacientes infartados. As pessoas foram divididas em quatro grupos, que receberam, respectivamente, zero, 20, 40 e 80 miligramas do remédio assim que começaram os sintomas. Os médicos descobriram, então, que o coração daqueles que receberam altas doses do medicamento quase não apresentou inflamação, enquanto os tratados sem a estatina sofreram o maior aumento da atividade inflamatória. Nos outros grupos, quanto maior foi a dose do medicamento, mais a inflamação retrocedeu. “Essa pesquisa muda a maneira com que a gente trata os pacientes infartados”, comenta Andrei Sposito. “O que os estudos anteriores não sabiam é que a maneira correta de usar a estatina é com altas doses logo que o paciente chega, e não na pré-alta.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estresse&lt;br /&gt;Luiz Sérgio de Carvalho, um dos principais autores do segundo estudo, explica que a ideia central foi analisar como o HDL, também conhecido como o “colesterol bom”, ajuda na diminuição da glicose em pacientes infartados. Segundo o médico, após o infarto, hormônios sinalizam para o corpo que existe uma situação de estresse — e isso faz com que o nível glicêmico aumente. “No estresse agudo, logo depois que acontece o infarto, de 90% a 100% dos pacientes desenvolvem hiperglicemia”, reforça. Quando a tensão passa, o corpo volta ao normal. Partindo desse pressuposto, a equipe médica estudou 183 pacientes infartados e não diabéticos. A partir de amostras do sangue, foram medidos os níveis de glicose, colesterol total, triglicérides, HDL, proteína C reativa e insulina nas primeiras 24 horas e no quinto dia após o infarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores descobriram, então, que aqueles pacientes com níveis de HDL alto tinham uma recuperação melhor e mais rápida, já que esse tipo de colesterol acelera a recuperação da sensibilidade à insulina e estimula a secreção do hormônio pelo pâncreas. “O infarto tem que ser entendido como se fosse uma espinha dentro do vaso sanguíneo”, compara Carvalho. “Se ela aumenta demais, explode dentro do vaso e, com isso, o material necrótico rico em espécies inflamatórias se espalha e ocasiona a trombogênese. As plaquetas vão para lá tentar tirar essas células inflamatórias, o que causa o infarto.” Ele explica que, enquanto o LDL (o colesterol “ruim”) aumenta a quantidade dessas plaquetas — o que causa um “engarrafamento” ainda maior no vaso sanguíneo —, o HDL age como um anti-inflamatório, reduzindo a oxidação do LDL e parte da trombogênese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Branco de Araújo, diretor do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), diz que a dúvida sobre qual o melhor momento para receitar estatina a pacientes infartados já vem de muito tempo. “Já tínhamos a ideia de que o início imediato melhora os resultados, mas ainda faltavam pesquisas como essa para confirmar”, reforça. Contudo, ele acredita que esse é apenas o primeiro passo em direção à uma mudança efetiva no tratamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um estudo que precisa ser feito a longo prazo. Não sabemos se vai mudar a mortalidade dos pacientes, mas é importante para a gente ajustar a conduta em relação a isso.” O médico frisa que o “colesterol bom” tem ainda uma função restauradora das células envolvidas. “A dúvida que tínhamos era se prescrever medicamentos para diminuir o colesterol seria bom para o paciente, já que, depois do infarto, há o ‘machucado’ que precisa ser reparado”, detalha. “Com a pesquisa, vimos que isso não acontece.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos diretores da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), Carlos Magalhães explica que, embora ainda iniciais, os estudos feitos pela Unicamp representam novos caminhos para as pesquisas em cardiologia. “A coisa mais importante do primeiro estudo foi ter sido feito com pacientes não diabéticos”, completa. Para o médico, a análise sobre o colesterol embasa a necessidade de manter medicamentos que melhorem a inflamação endotelial e a atividade vascular. “A estatina é um remédio que precisa ser usado a vida toda, mas algumas pessoas não tomam. Os vasos sanguíneos não relaxam e há o aumento da produção de óxido nítrico”, justifica. “Um dos grandes desafios é descobrir como aumentar o HDL. É um problema que ainda não tem um tratamento definitivo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suprimento interrrompido&lt;br /&gt;No infarto do miocárdio, há a interrupção do suprimento de sangue ocasionada por uma obstrução da artéria. A falta de irrigação sanguínea faz com que a região do músculo cardíaco que costumava ser atendida por essa artéria morra. Além da dor, acontece a instabilidade do sistema de transmissão e de geração de impulsos elétricos que fazem o coração bater, que podem ocasionar a fibrilação ventricular (arritmia cardíaca grave em que há contrações ventriculares rápidas, porém fracas). Se o ritmo dos batimentos não for revertido rapidamente, podem ocorrer danos irreparáveis ao cérebro ou a morte do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/12/15/interna_ciencia_saude,282984/cientistas-brasileiros-defendem-novo-metodo-para-o-uso-de-estatinas.shtml</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/cientistas-brasileiros-defendem-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-8104285675750712201</guid><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-09T06:43:25.755-08:00</atom:updated><title>HIPOTIREOIDISMO</title><description>O que é HIPOTIREOIDISMO ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipotiroidismo é a condição em que a quantidade de hormônios produzidos pela tireóide, em nosso organismo, está abaixo do normal.&lt;br /&gt;A diminuição da quantidade de hormônios pode ocorrer devido a uma doença tiroideana congênita, após uma inflamação da tireóide, cirurgia de tireóide, tratamento da tireóide com iodo radioativo, após tratamento medicamentoso do hipertiroidismo ou por carência severa  de iodo na dieta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, as pessoas com hipotiroidismo leve não apresentam sintomas.&lt;br /&gt;Entretanto, alguns referem uma sensação de conforto ou de bem estar após tratamento com hormônio tiroideano.&lt;br /&gt;Estudos realizados em pacientes com hipotiroidismo leve mostraram que muitos deles irão  apresentar hipotiroidismo mais severo no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  hipotiroidismo é causado principalmente por uma inflamação da tireóide, chamada Tireoidite de Hashimoto. Esta doença auto imune faz com que o próprio corpo ataque a sua tireóide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exame em familiares pode revelar indivíduos com doença tiroidiana pois essas doenças tendem a ser hereditárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUAIS SÃO OS SINTOMAS DO HIPOTIROIDISMO ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas com hipotireoidismo leve não costumam apresentar sintomas nítidos ou os mesmos podem aparecer muito lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a piora do hipotireoidismo, as pessoas começam a sentir-se mais lentas, deprimidas, com frio, cansadas e perdem o interesse pelas atividades diárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros sintomas incluem pele seca, perda do brilho do cabelo, constipação, fraqueza muscular e aumento do fluxo menstrual.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.indatir.org.br/images/img_hipo.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 361px;" src="http://www.indatir.org.br/images/img_hipo.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE CAUSA O HIPOTIROIDISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HIPOTIROIDISMO E O IDOSO&lt;br /&gt;É muito comum a mulher, após 60 anos, desenvolver hipotiroidismo.&lt;br /&gt;Os idosos, homens ou mulheres, são vulneráveis à diminuição da função tireoideana portanto, é importante o exame anual para determinação do nível do TSH após os 60 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos sinais ou sintomas comuns aos idosos, como cansaço, queda do cabelo, pele seca, constipação e perda da memória podem ser curáveis se forem relacionadas ao hipotiroidismo. Pessoas que trataram hipertirodismo quando jovens, apresentam maior chance de apresentar hipotiroidismo no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TIROIDITE PÓS PARTO&lt;br /&gt;Aproximadamente 5 a 11% das mulheres após o parto apresentam a tireoidite pós parto e algumas delas podem evoluir para o hipotiroidismo, Muitos sintomas atribuídos ao período de depressão pós parto pode ser consequência do hipotireoidismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como qualquer outra doença, é importante que você perceba precocemente os sintomas do hipotiroidismo. Entretanto, somente o médico pode afirmar com segurança se você tem a doença.&lt;br /&gt;O seu médico pode examinar a sua história e exame físico, determinar a quantidade de hormônios da tireóide, o hormônio estimulador da tireóide (TSH) e os anti-corpos anti-tireóide no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO É FEITO O TRATAMENTO DO HIPOTIROIDISMO ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hipotiroidismo é tratado com comprimidos contendo hormônio tiroideano que a glândula não é mais capaz de produzir em quantidades suficientes&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Desta forma, os sintomas do hipertiroidismo são corrigidos em algumas semanas, sendo que o tratamento de reposição hormonal é necessário pelo resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, existem vários fabricantes de hormônios tiroidianos. Alguns indivíduos podem se sentir melhor com uma marca do que com outra, portanto, é recomendável que se use sempre a mesma marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pacientes tomam mais ou menos comprimidos que o recomendado, buscando agilizar a cura da doença mas isso pode acarretar sinais ou sintomas de hipertiroidismo, com todas as suas conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve tomar o comprimido na dosagem exata que o seu médico recomendou.&lt;br /&gt;Durante a sua vida, você pode precisar de quantidades diferentes do hormônio. Visite o seu médico regularmente para ter certeza que tudo está sob controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HIPOTIROIDISMO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dose de hormônio tireoidiano deve ser aumentada durante a gravidez, pois a mãe transfere parte do hormônio (LT4) ao feto. &lt;br /&gt;Os idosos necessitam de menos hormônio, portanto, as doses devem ser ajustadas de acordo com a idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra indicação para o uso do hormônio tireoidiano é a reposição nos pacientes tratados de câncer da tireóide.Nestes pacientes, a dose necessária de hormônio tiroidiano é maior para diminuir ao máximo a concentração sanguínea do TSH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TSH elevado pode estimular o crescimento e a disseminação do câncer da tireóide. Para se manter sempre o TSH baixo é necessário repetir freqüentemente os exames de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FALTA OU EXCESSO DE HORMÔNIO DURANTE O TRATAMENTO DE REPOSIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você estiver se tratando de uma doença que necessite a reposição hormonal e se você não estiver repondo adequadamente, os sintomas como cansaço, lentidão, sonolência, frio exagerado, dores musculares poderão surgir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso o seu nível do colesterol pode estar aumentado, aumentando o risco de obstrução das artérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você estiver consumindo uma quantidade excessiva do hormônio tireoidiano, você poderá sentir nervosismo, palpitações, insônia e tremores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O excesso de hormônio tiroideano pode levar também a uma grande perda de cálcio do osso, aumentando o risco de fratura no futuro. (osteoporose)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o tratamento correto procure seu médico de confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Instituto da tireóide &lt;br /&gt;http://www.indatir.org.br/a_tiroide_hipo.htm</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/hipotireoidismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-6491175808056139375</guid><pubDate>Sun, 04 Dec 2011 13:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-04T05:38:59.087-08:00</atom:updated><title>Alimentos que desintoxicam o organismo</title><description>&lt;a href="http://blog.naturalemcasa.com/wp-content/uploads/2011/01/desintoxicação.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 401px; height: 299px;" src="http://blog.naturalemcasa.com/wp-content/uploads/2011/01/desintoxicação.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os excessos cometidos nas festas de fim de ano acabam deixando muitas pessoas se sentindo culpadas e com vontade de promover uma limpeza geral no organismo. E, para isso, nada melhor do que fazer uma dieta de desintoxicação, que promete ajudar o corpo a eliminar substâncias nocivas, consumidas em demasia nas comemorações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupada sempre com a saúde e bem-estar dos seus consumidores, o Farmacêutico Daniel preparou 5 dicas para ajudar na sua dieta de desintoxacação. Veja abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Evite consumir produtos industrializados e opte pelos naturais, como frutas e verduras;&lt;br /&gt;2.Couve-flor e brócolis são ricos em glucosinolatos, que aumentam a produção de enzimas que participam da limpeza do fígado;&lt;br /&gt;3.Os sucos de laranja, limão, as nozes, castanhas do Pará e amêndoas são alimentos que ajudam a combater os radicais livres;&lt;br /&gt;4.A bebida alcoólica provoca a desidratação e a perda de potássio, portanto é importante beber água de coco, sucos e água;&lt;br /&gt;5.A coca-cola, café e mate têm efeito diurético e desidratam mais, então evite bebidas que possuem cafeína em sua composição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática de atividade física também é essencial para o processo de desintoxicação, lembrando que é importante voltar à prática esportiva aos poucos depois de certo tempo parada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal e Próspero Ano Novo!!!</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/12/alimentos-que-desintoxicam-o-organismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-2476587501746753518</guid><pubDate>Sat, 19 Nov 2011 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-19T05:03:43.029-08:00</atom:updated><title>REMÉDIOS PARA HUMANOS CUSTAM TRÊS VEZES MAIS    EM IMPOSTOS QUE OS DE USO VETERINÁRIO NO BRASIL</title><description>Enquanto a média mundial de tributos sobre medicamentos é de pouco mais de 6%, no Brasil quase 35% do valor dos remédios correspondem a impostos. Mesmo acostumados a uma carga tributária das mais altas do mundo, os brasileiros amargam o elevado índice de imposto sobre um produto cujo consumo não é opcional. Pagamos mais impostos nos remédios para humanos que em inseminadores para vacas.&lt;br /&gt;Medicamentos de consumo veterinário, para animais de grande porte, possuem uma carga tributária de 13,1%. Nos medicamentos para humanos, esse percentual é quase três vezes maior, 33,9%. Os dados do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de SP (Sindusfarma) apontam para a necessidade de rever e planejar a desoneração de produtos de primeira necessidade, como os fármacos. Com um giro comercial anual de R$ 30 bilhões no mercado farmacêutico, a população paga R$ 9 bilhões por ano de impostos em remédios; quase o dobro do que a União, Estados e Municípios gastam anualmente com medicamentos, que são R$ 5 bilhões.&lt;br /&gt;Tanto no longínquo e primeiro-mundista Canadá, quanto na vizinha e sub-desenvolvida Colômbia, a tributação para remédios é zero.  Apesar da carga tributária cinco vezes maior que a dos demais países, o comércio de medicamentos no Brasil alcançou o recorde, no ano passado, de 2 bilhões de caixas de remédios – o equivalente a 10,4 caixas por pessoa ao ano.&lt;br /&gt;O Brasil é hoje o nono maior consumidor de medicamentos do mundo e a previsão é que alcance a sétima posição em quatro anos, segundo a consultoria IMS Health. O aumento na expectativa de vida da nossa população contribui muito para a elevação do consumo de remédios, e para que o Brasil se torne também uma alterntiva de produção para o mercado internacional de fármacos.  &lt;br /&gt;Apesar do cenário positivo, ainda são necessárias melhorias na qualidade da assistência farmacêutica prestada no país e a universalização do acesso à população. Para tanto, buscam-se políticas efetivas de estímulo à inovação, um ambiente regulatório estável e transparente, a identificação de novas fontes de fomento, a desoneração da carga tributária, o aumento de verbas para a saúde e a formação de parcerias entre empresas públicas e privadas para o desenvolvimento de novos produtos.</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/11/remedios-para-humanos-custam-tres-vezes.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-3940804266249049334</guid><pubDate>Sat, 29 Oct 2011 12:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-29T05:07:40.803-07:00</atom:updated><title>Os fluxos de transportes no Brasil e no mundo</title><description>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/_LiMitgvobY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/10/os-fluxos-de-transportes-no-brasil-e-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/_LiMitgvobY/default.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-6351789934510802599</guid><pubDate>Sat, 29 Oct 2011 12:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-29T05:01:39.406-07:00</atom:updated><title>Estradas federais - Caos, incompetência e ladroagem</title><description>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/YI_3pTR9s9w" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/10/estradas-federais-caos-incompetencia-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/YI_3pTR9s9w/default.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-8244824246731609976</guid><pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-28T10:15:36.747-07:00</atom:updated><title>Armazenagem e expedição</title><description>Não é à toa que aqui estão dois setores que promovem o sucesso da logística dentro de uma empresa ou podem ser um grande fator gerador de problemas e de perdas. Não existe abismo entre facilitar e travar. Essas condições estão bem próximas.&lt;br /&gt;O homem sempre se utilizou dos recursos de armazenagem desde os primórdios para garantir sua sobrevivência. No Egito (a.C.) colheitas eram estocadas durante anos. Na década de 70, muitas empresas começaram a se destacar sobre seus concorrentes devido à redução dos custos de armazenagem. Esse “ouro” ainda está muito presente nos mais diversos segmentos do mercado. Mesmo com o afunilamento dessas técnicas e com o desenvolvimento de equipamentos para a área, ainda há muito que melhorar nesses processos. Cada empresa ou segmento dispõe de várias formas de lidar nessa área. Optar e executar bem as que mais se adéquam aos seus processos é o que as diferenciam.&lt;br /&gt;Tenho observado que várias empresas desprezam esses setores quando se focam apenas na captação da receita através dos departamentos Comercial e Financeiro. Vi Almoxarifados devolvendo requisições por não achar a peça requisitada por estar fora do sistema ou do alcance da vista, mas existia. Vi Expedições (que também armazenam o produto acabado) impossibilitadas de atender aos pedidos de clientes por não identificar e separar os produtos em tempo hábil ou praticarem métodos danosos. Ou seja, se deixo de produzir devido a um e deixo de faturar devido a outro, não preciso ser especialista para saber no que vai dar.&lt;br /&gt;Se você só se preocupa com o coração para não ter um infarto, mas não cuida de seus rins, pulmões, fígado, cérebro… Seu médico não vai conseguir isolar os outros órgãos e lhe deixar vivo apenas com aquilo que você julga importante e necessário – Algumas empresas buscam esse “médico” incessantemente. Às vezes, nem percebem esse absurdo.&lt;br /&gt;Sempre destaco a importância desses dois setores por ser um a fase final da logística de entrada e o outro a fase inicial da logística de saída (conhecidas como Inbound e Outbound, respectivamente). E é devido a essa lógica que a Expedição é o termômetro da logística interna (a intra-logística). Se esse setor possui deficiências, elas representarão diversos problemas na sua cadeia. Não dá para listar todos, mas basta citar a insatisfação dos clientes.&lt;br /&gt;Então, quais os segredos para evitar tais dificuldades nesses setores? Um só: seleção da equipe. Isso mesmo! PESSOAL. Claro que não significa que todos os problemas serão resolvidos, pois a MAM (Movimentação e Armazenagem de Materiais) é muito ampla e nesses setores podem surgir problemas originados nos métodos de transporte, produção, comercialização, coleta… Mas nisso também, a questão do preparo e atributos pessoais serão fundamentais para a identificação e solução desses problemas. Não quero desmerecer uma ou outra função dentro de uma empresa. Do zelador ao presidente, cada um tem sua importância. Mas não é qualquer pessoa que levará esses setores ao sucesso. Sempre digo que o setor de armazenagem abriga as “personae non gratae” (plural de ‘persona non grata’ que significa pessoa não bem-vinda) para os demais funcionários que necessitam de uma relação próxima com esses setores. Na verdade, é assim que tem que ser. Essas pessoas tratam a organização como mãe e o envolvimento do seu papel na empresa como pai. São elas que são chamadas de chatas pela primazia dos procedimentos corretos, seja na segurança, limpeza, organização e cuidados com o dinheiro da empresa investido nos materiais. Não só nos itens A, mas até num simples parafuso, numa simples arruela. Para a empresa, pessoas assim são mais do que bem-vindas, são essenciais.&lt;br /&gt;Nada adianta treinar alguém sem esse senso de organização e envolvimento para compor esses setores. É necessária muita responsabilidade para que pequenos atos não gerem grandes problemas. O controle é crucial. Também digo que, ao assumir essa função, o responsável deve solicitar um inventário de partida para que sua história seja iniciada sem falhas ou interferências anteriores. Afinal, estar-se-á lidando com os cofres da empresa. Parece exagero, mas não é.&lt;br /&gt;Com essa equipe selecionada, as soluções fluem. O preparo é constante. O aprimoramento através do conhecimento deve ser buscado com fome. As técnicas de armazenagem e movimentação são sempre renovadas e os profissionais têm que sintonizar isso para trazê-las para si e para a empresa. Claro, a empresa tem que investir nisso. Esse complemento é decisivo.&lt;br /&gt;No campo básico, a obediência a um layout bem definido que contemple seu espaço, localização, condição, acessibilidade e segurança vai facilitar sua movimentação e lhe trazer um ganho de tempo bem significativo. As definições de métodos e processos vão fluir naturalmente se bem organizados e bem executados. As ferramentas, os equipamentos devem ser voltados ao bom uso para agilizar e preservar os materiais e, assim, sempre agregar valor. Se internamente isso já representa muito para uma empresa, imagine tudo isso potencializado em empresas voltadas ao mercado da distribuição de produtos (os chamados Operadores e Centros de Distribuição).&lt;br /&gt;Os custos totais de movimentação podem variar de 15 a 50% do custo de produção de um produto. A redução desses custos de movimentação e armazenagem estará sempre associada às melhorias e essas sempre conduzirão às melhores condições de trabalho. Nenhum sistema será eficaz se esse contexto não partir da forma correta. Nenhuma empresa terá sucesso sem a dedicação desses setores. O cuidado com o todo é fundamental. Como já dito, não é só de infarto que se morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/armazenagem-e-expedicao/</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/10/armazenagem-e-expedicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-7744064096067910597</guid><pubDate>Sat, 15 Oct 2011 22:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-15T15:16:17.790-07:00</atom:updated><title>Com previsão de chuva, Marília está pronta para largada do Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo 2011</title><description>Cidade do interior paulista é a primeira a receber os melhores ciclistas da América Latina &lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQ6G4ntcptEfK2o3oKzs4trqhI_QUI8ljynMR3WFCRbZ1kPkrNwAifhcoH4cFaEt8msgmHp7uaFuGmhUtVgUcvXm5KKrGqzQG0HFcFAT5SF3YYI-I0lUEwjf2RIhQ5DfWM5sXc6enK5DIF/s1600/images2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 186px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQ6G4ntcptEfK2o3oKzs4trqhI_QUI8ljynMR3WFCRbZ1kPkrNwAifhcoH4cFaEt8msgmHp7uaFuGmhUtVgUcvXm5KKrGqzQG0HFcFAT5SF3YYI-I0lUEwjf2RIhQ5DfWM5sXc6enK5DIF/s400/images2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663844728016114914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A cidade de Marília está pronta para receber os 140 atletas que disputarão o 8º Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo 2011, a partir deste domingo (16). A largada será às 7h05 na Rua Jesus Montolar, próxima à Rodoviária Municipal. A Polícia Militar e a Rodoviária farão um trabalho especial de fechamento das principais vias e estradas da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino da primeira etapa com 114 quilômetros de extensão será Bauru pelas rodovias João Ribeiro de Barros e Marechal Rondon. A meteorologia prevê chuva durante todo o domingo e temperatura variando de 16 a 23 graus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com essas condições é preciso ter cautela para evitar quedas no pelotão. A dica é andar um pouco mais distante um do outro. Outro detalhe com chuva pode ser resolvido na parte técnica como calibragem de pneus”, contou o Marcelo Donnabella, diretor do São Francisco Saúde/ KHS/ Ribeirão Preto, que levará seis ciclistas para o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas equipes conhecem a região e as pistas por treinarem perto. Isso, segundo o líder do Velo/ Seme/ Rio Claro (SP), Walter Hohne Júnior, pode fazer a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando chove tudo fica mais liso e perigoso, se o atleta conhece as curvas e o tipo de asfalto fica um pouco mais seguro. É uma pequena vantagem para os ciclistas locais”, concluiu o ciclista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caravana do Tour do Brasil passará por Vera Cruz, Garça, Gália, Duartina e Avaí. A expectativa de chegada em Bauru será às 9h30 na Avenida Nações Unidas – Anfiteatro Vitória Régia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As equipes OGM – Macul (Chile), Seleção da Dinamarca (Dinamarca), Seleção do Uruguai (Uruguai), San Luis/Somos Todos (Argentina) e Start Cycling (Argentina) tem chegada prevista para sexta-feira (14), por volta das 15h. Os grupos brasileiros chegam a Marília no início da tarde do sábado (15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais sobre Marília – Conhecida como a capital nacional do alimento, o parque industrial mariliense conta com cerca de 1.100 empresas do setor alimentício, metalúrgico, construção, têxtil, gráfico e plástico. Marília está localizada na região Centro Oeste do Estado de São Paulo (443 quilômetros da capital paulista) e tem altitude de 675 metros. A cidade possui aproximadamente 226 mil habitantes, segundo dados do IBGE de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos 140 ciclistas, a caravana do Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional de São Paulo 2011 é formada por cerca de 300 pessoas, sendo 30 profissionais de apoio médico, 40 policiais rodoviários, staff das equipes e da organização, em 70 carros, 40 motos, 2 ônibus, 10 caminhões e 3 ambulâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação do trânsito será feita por profissionais especializados da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo que, conforme o grupo evolui, liberarão faixas das rodovias para o tráfego normal de veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre a primeira etapa Marília / Bauru – 114 quilômetros :&lt;br /&gt;13.2 km – Meta-Volante: Municipio Vera Cruz – Km 435&lt;br /&gt;34.0 km – Prêmio de Montanha – PM3 – Km 415&lt;br /&gt;50.0 km – Início de Abastecimento&lt;br /&gt;60.9 km – Prêmio de Montanha – PM3 – Km 389&lt;br /&gt;71.2 km – Meta-Volante: Km 379&lt;br /&gt;94.0 km – Fim de Abastecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Previsão de chegada em Bauru:&lt;br /&gt;40 km/h – tempo de prova : 2h51min00s e chegada às 9h51min do domingo&lt;br /&gt;43 km/h – tempo de prova: 2h39min04s e chegada às 9h39min do domingo&lt;br /&gt;47 km/h – tempo de prova : 2h25min32s e chegada às 9h25min do domingo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipes nacionais:&lt;br /&gt;ADF Liniers/São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Altolim/Assis/AMEA (SP)&lt;br /&gt;Avai/FME Florianópolis/APGF (SC)&lt;br /&gt;BM Suzano/Trotz/Microchift (SP)&lt;br /&gt;DataRO/Foz Do Iguaçu/Itaipu/Binacional (PR)&lt;br /&gt;Funvic/Marcondes Cesar/Pindamonhangaba (SP)&lt;br /&gt;FW Engenharia/Amazonas Bike (RJ)&lt;br /&gt;GRCE Memorial/Prefeitura De Santos/Giant (SP)&lt;br /&gt;Padaria Real/Caloi/Ceu Azul Alimentos/Sorocaba (SP)&lt;br /&gt;PZ Racing/Refactor/DKS Bike/SEJEL/Ribeirão Pires (SP)&lt;br /&gt;São Francisco Saúde/KHS/Ribeirão Preto (SP)&lt;br /&gt;São José Dos Campos/Cannondale (SP)&lt;br /&gt;São Lucas Ciclo Ravena Americana (SP)&lt;br /&gt;Velo/Seme/Rio Claro (SP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipes estrangeiras&lt;br /&gt;OGM – Macul (Chile)&lt;br /&gt;Panavial (Equador)&lt;br /&gt;San Luis/Somos Todos (Argentina)&lt;br /&gt;Seleção da Dinamarca (Dinamarca)&lt;br /&gt;Seleção do Uruguai (Uruguai)&lt;br /&gt;Start Cycling (Argentina)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A elite do ciclismo da América Latina percorrerá as cidades do interior paulista buscando pontos para o ranking da União Ciclística Internacional (UCI). O evento tem oito etapas bastante variadas. Algumas longas, outras curtas, de montanha e contra-relógio, características técnicas que o definem como o melhor do País e um dos mais importantes das Américas. A largada será em Marília e, durante os oito dias de prova, os ciclistas passarão por cidades como Bauru, São Carlos, Rio Claro,Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Jundiaí e finalizam em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etapas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª etapa, dia 16 – Marília – Bauru – 114 km (SP 294 e SP 300) – largada : 7h05min – chegada: 9h45min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª etapa, dia 17 - Bauru – São Carlos – 178 km (SP 225 e SP 310) – largada : 7h05min – chegada: 11h15min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3ª etapa, dia 18 - São Carlos – contra-relógio – 23,4 km (Parque Eco-Esportivo Dahma) – largada : 7h05min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4ª etapa, dia 19 - São Carlos – Rio Claro (neutralizado de 70 km) e Rio Claro – Sorocaba – 179 km (SP 310, SP 348 e SP 075) – largada : 11 horas – chegada: 15h10min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5ª etapa, dia 20 - Sorocaba – Atibaia – 150,2 km (SP 075, 102, 300, 360, 063 e 065) – largada : 7h05min – chegada: 10h30min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6ª etapa, dia 21 - Atibaia – Pindamonhangaba – 183,7 km (SP 65, 70, 123, 132) – largada : 7h05min – chegada: 11h20min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7ª etapa, dia 22 - Pindamonhangaba – Campos do Jordão – 62 km (SP 132, 123, 046, 050) – largada : 7h05min – chegada: 8h35min – Campos do Jordão – Campinas (neutralizado, 250 km)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8ª etapa, dia 23 - Jundiaí – São Paulo – 72 km (SP 330, 348, Marginal Pinheiros) – largada : 7h05min – chegada: 8h35min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total de competição : 962,3 km&lt;br /&gt;Total percorrido : 1.282,3 (320km neutralizados)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 8° Tour do Brasil – Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo 2011 é uma realização e organização da Rede Globo, Yescom, Ideeia, Governo do Estado de São Paulo, Federação Paulista de Ciclismo e Confederação Brasileira de Ciclismo, com transmissão da Rede Globo, SporTV e Globo Internacional. O patrocínio de arena é da Redecard e Fisk Centro de Ensino, com co-patrocínio de Montevérgine e HCor e apoio da Refactor. O apoio especial é da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo, SecretariaEstadual dos Transportes, Secretaria Estadual de Esportes, Lazer e Turismo de São Paulo, das prefeituras de Marília, Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Jundiaí e São Paulo, Artesp e das concessionárias Dersa, DER, Rota das Bandeiras, Eco Pista, Triângulo do Sol, Colinas, Rodovias do Tietê, CCR Autoban, Centrovias GrupoOHL, CCR. A supervisão é da União Ciclística Internacional , da Confederação Brasileira de Ciclismo , Federação Paulista de Ciclismo e Ideeia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://fpciclismo.org.br/?p=12675&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj___zMJ800-JZ9vr1df4CF2ymqZ2HEPGY8QEYCNfjLrZgTJ7L67bYceowMNygXxAQFZSiwPDYQ9tKq5yW-p11qgSR3yXdC-uzQrybOZFTvx9ceXjpFrlnAp4DdwfcPCz-VnLIvM04JWm9f/s1600/images1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 279px; height: 181px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj___zMJ800-JZ9vr1df4CF2ymqZ2HEPGY8QEYCNfjLrZgTJ7L67bYceowMNygXxAQFZSiwPDYQ9tKq5yW-p11qgSR3yXdC-uzQrybOZFTvx9ceXjpFrlnAp4DdwfcPCz-VnLIvM04JWm9f/s400/images1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5663844632193205618" /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/10/com-previsao-de-chuva-marilia-esta.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQ6G4ntcptEfK2o3oKzs4trqhI_QUI8ljynMR3WFCRbZ1kPkrNwAifhcoH4cFaEt8msgmHp7uaFuGmhUtVgUcvXm5KKrGqzQG0HFcFAT5SF3YYI-I0lUEwjf2RIhQ5DfWM5sXc6enK5DIF/s72-c/images2.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-7681820103788475647</guid><pubDate>Sun, 04 Sep 2011 19:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-04T12:38:02.493-07:00</atom:updated><title>Victoza Emagrece  - Novo medicamento para tratamento da Diabetes tipo 2</title><description>Na edição da revista Veja em 03/09/2011 foi publicada matéria de capa sobre o Victoza Liraglutide. O medicamento já lançado nos EUA e agora no Brasil foi aprovado para uso na diminuição do açúcar no sangue em pacientes com Diabetes do Tipo 2.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Mas assim como aconteceu com o Viagra e outros medicamentos o Vitoza deve ter suas indicações revistas, sua ação promete revolucionar o tratamento da obesidade, isso porque nos pacientes tratados com Victoza já é percebido uma grande redução de peso. Num estudo realizado na Dinamarca, num universo de 564 pessoas obesas em que um grupo recebeu o Victoza, outro Placebo, e o terceiro Orlistat percebeu-se que o grupo que recebeu Victoza perdeu 2 vezes mais peso do que o grupo tratado com Orlistat e quase 3 vezes mais quando comparado ao placebo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O que mais impressionou os pesquisadores foi que o Victoza ainda reduziu a pressão sanguínea em todas as dosagens utilizadas, e a sua dosagem mais alta também reduziu os sintomas da pré-diabetes. Os efeitos colaterais foram considerados leves e mais frequentemente náusea e vômitos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Victoza age por simular a liberação da insulina quando os níveis de glicose ficam muito altos no sangue. Victoza também ajuda a diminuir o apetite.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/09/victoza-emagrece-novo-medicamento-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-8090936656194859408</guid><pubDate>Sun, 04 Sep 2011 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-04T11:59:40.677-07:00</atom:updated><title>Perder peso: Medicamento contra diabetes tem o dobro da eficiência dos melhores emagrecedores</title><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiptarrxK4p4YOG76scdSz-vxbI_4wsdGf9B5tVKtQdZHJUXIxN2z0kDNwmVonBGle1r9zBGDcHTAkzRkF97B8UhCAevFam-nOxGJF9O5tyTVG2DNs4hUFc9D0EuPIJGlRQqbIfxZal6Rp6/s1600/remedio-emagrecer-grande.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 290px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiptarrxK4p4YOG76scdSz-vxbI_4wsdGf9B5tVKtQdZHJUXIxN2z0kDNwmVonBGle1r9zBGDcHTAkzRkF97B8UhCAevFam-nOxGJF9O5tyTVG2DNs4hUFc9D0EuPIJGlRQqbIfxZal6Rp6/s400/remedio-emagrecer-grande.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5648581062806035026" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Um medicamento que ainda está sendo testado nos Estados Unidos para o tratamento da diabetes de tipo 2 pode também promover a perda de peso. A substância, chamada liraglutide, foi aprovada no início do ano na Europa para o tratamento da diabetes, e lá já é comercializada com o nome de Victoza.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A injeção da substância simula a liberação da insulina quando os níveis de glicose ficam muito altos no sangue. Ela também ajuda a diminuir o apetite. No estudo feito com a substância, realizado na Dinamarca com 564 pessoas obesas, parte do grupo recebeu a liraglutide (liraglutídeo, em tradução livre), outra parte recebeu um placebo, e o resto recebeu orlistat, um medicamento para perda de peso. Todos os participantes receberam uma dieta com aproximadamente 500 calorias a menos do que seria necessário para manter o peso, e aumentaram os níveis de atividade física.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Após 20 semanas com o tratamento, as pessoas que receberam o medicamento perderam mais peso que aquelas que tomaram o placebo. Aquelas que receberam as maiores doses da substância perderam aproximadamente 8 quilos, enquanto aquelas que tomaram o placebo perderam 3, e os que receberam o orlistat emagreceram cerca de 4 quilos e meio.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A liraglutide também reduziu a pressão sanguínea em todas as dosagens, e a sua dosagem mais alta também reduziu os sintomas da pré-diabetes, quando os níveis de glicose no sangue são acima do normal, mas ainda não podem ser classificados como diabetes. Os efeitos colaterais mais comuns do medicamento foram náusea e vômitos, e os cientistas afirmam ter notado que os pacientes não se importam que a droga é injetável.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Apesar dos efeitos animadores mostrados pelo produto, George Bray, da Universidade de Louisiana (EUA), afirma que são necessários mais estudos sobre a substância, inclusive para verificar se o uso de um medicamento injetável para a obesidade é viável a longo prazo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O órgão de regulação de medicamentos estadunidense, FDA, também levantou dúvidas sobre a possibilidade da substância causar câncer de tireóide. “Até ser usada como medicamento para perda de peso, a liraglutide ainda tem que passar por muitos obstáculos”, afirma Mitchell Roslin, especialista em cirurgias de emagrecimento. Ainda assim, ele afirma que “Medicamentos que podem controlar a diabetes sem causar aumento de peso têm um enorme potencial”. [LA Times]
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;http://hypescience.com/23472-liraglutide-liraglutideo-remedio-emagrecer/</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/09/perder-peso-medicamento-contra-diabetes.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiptarrxK4p4YOG76scdSz-vxbI_4wsdGf9B5tVKtQdZHJUXIxN2z0kDNwmVonBGle1r9zBGDcHTAkzRkF97B8UhCAevFam-nOxGJF9O5tyTVG2DNs4hUFc9D0EuPIJGlRQqbIfxZal6Rp6/s72-c/remedio-emagrecer-grande.jpg" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-2164548333270027898</guid><pubDate>Fri, 02 Sep 2011 22:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-02T15:25:34.371-07:00</atom:updated><title>Comer batatas reduz pressão arterial, indica estudo</title><description>Um estudo científico apresentado na quarta-feira (31) nos Estados Unidos indica que o consumo moderado de batata reduz a pressão arterial e não produz aumento de peso.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11244268.jpeg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="220" width="300" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11244268.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Preparada sem fritar e sem manteiga, uma batata tem apenas 110 calorias e dezenas de fitoquímicos e vitaminas

O trabalho, dirigido pelo pesquisador Joe Vinson da Universidade de Stranton da Pensilvânia, foi apresentado ontem no Encontro Anual da Sociedade Química dos EUA (ACS, na sigla em inglês), realizado em Denver, Estado de americano do Colorado. 

"A batata, mais do que qualquer outro vegetal, tem uma desmerecida má reputação que levou muita gente que busca uma alimentação saudável a eliminá-la de sua dieta", explicou Vinson. 

O cientista indicou que, "na realidade, quando se prepara sem fritar e sem manteiga, uma batata só tem 110 calorias e dezenas de saudáveis fitoquímicos e vitaminas. Nosso estudo espera ajudar a refazer a popular imagem nutricional da batata". 

A pesquisa foi realizada com batatas preparadas no micro-ondas sem maionese nem ketchup, condimentos preferidos pelos consumidores, sobre 18 pacientes com sobrepeso e pressão alta, que comeram entre seis e oito batatas duas vezes por dia durante um mês. 

Após a dieta, a equipe de Vinson constatou que a pressão arterial média diastólica tinha caído 4,3% e a sistólica havia diminuído 3,5%. Além disso, nenhum dos participantes do estudo tinha ganhado peso. 

A batata é o vegetal mais consumido pelos americanos, no entanto o estudo explicou que as batatas fritas, devido às altas temperaturas empregadas em sua preparação, destroem a maior parte das substâncias saudáveis. 

Vinson destacou que, segundo os resultados obtidos, a maneira mais saudável de preservar os nutrientes da batata é "cozida simplesmente no micro-ondas". 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/968850-comer-batatas-reduz-pressao-arterial-indica-estudo.shtml</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/09/comer-batatas-reduz-pressao-arterial.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5136728234059890167.post-5453677811773898312</guid><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 22:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-31T15:44:38.403-07:00</atom:updated><title>Síndromes ansiosas - um vilão do nosso tempo?</title><description>Vivemos numa sociedade na qual a maioria das pessoas acabam naturalizando o sentimento de ansiedade e não percebem o mal que fazem a si mesmas. É importante saber diferenciar uma reação ansiosa de um estado ansioso. Conhecer os sintomas e estar atento também é fundamental, pois a ansiedade pode desencadear outros sintomas e acabar virando uma bola de neve, resultando em algo de maior gravidade. Além disso, dificulta que a pessoa viva a vida plenamente. O sentimento vivido pela ansiedade é de angustia, nervosismo, preocupação e irritação, podendo ocasionar também insônia, dificuldades de relaxar, de concentração e irritação em excesso. O corpo também sinaliza que algo não está bem, pois ocorrem dores de cabeça, tontura e dores musculares. A partir do momento em que se torna algo excessivo, é caracterizado como ansiedade generalizada, que pode levar a crises de pânico.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A síndrome do pânico caracteriza-se pela ocorrência inesperada de ataques de medo intenso de forma recorrente. Iniciam com um período de 5 a 10 minutos e vão aumentando de acordo com o desenvolvimento do quadro. Pode ou não ser acompanhado de agorafobia, que é o medo de ficar só em lugares públicos; este último tipo de fobia é a mais incapacitante, pois interfere na vida social e no desempenho escolar ou profissional da pessoa. Ocorre em ambos os sexos, em sua maioria no sexo feminino e costuma ocorrer no final da adolescência e na fase adulta, mas há indícios que os pacientes tenham passado também por experiências ansiosas durante a infância.
&lt;br /&gt;Os ataques de pânico podem ocorrer a qualquer momento e podem ou não estar associados a algum estímulo identificável, mas não necessariamente são apresentados dessa forma, podem estar relacionados à excitação, esforço físico ou trauma emocional moderado. Vale ressaltar também que esse transtorno, geralmente vem acompanhado de outros transtornos, como por exemplo, o transtorno depressivo.
&lt;br /&gt;Os sintomas mentais apresentados costumam ser de medo extremo e sensação de morte ou tragédia eminente; e como a causa é desconhecida pelo paciente, podem sentir-se confusos e com problemas de concentração. Quanto aos sintomas físicos, ocorre taquicardia, palpitações, formigamento, náuseas, falta de ar e sudorese. Alguns pacientes chegam a experimentar algum grau de despersonalização, no qual dizem sentir uma sensação da cabeça ficar leve, sentem o corpo estranho e um auto estranhamento.
&lt;br /&gt;Até o momento venho levantando os sinais apresentados pelo transtorno, mas o mais importante é o respeito pelo que o outro vivencia e o cuidado que se deve ter por esse sentimento. Já escutei pessoas dizendo que não tem tempo para passar por isso, como se pudéssemos prever tal acontecimento. É necessário respeitar o momento de cada um, não vendo como algo tolo ou como um fingimento. A maioria da sociedade só cuida do que acontece com o corpo, não se preocupando com o sofrimento da mente. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Vamos cuidar de ambos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Fonte:  bancodasaude.com.br
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://eliiasdaniel.blogspot.com/2011/08/sindromes-ansiosas-um-vilao-do-nosso.html</link><author>noreply@blogger.com (Farmacêutico Daniel)</author></item></channel></rss>