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    <title>Em Dia com a Saúde: Páginas</title>
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      <title>Em Dia com a Saúde: Páginas</title>
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      <title>glaucoma-conheca-as-diferentes-formas-da-doenca</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap"><img class="grid-imagem" src="/PublishingImages/home-glaucoma.jpg" alt="" />Glaucoma é uma doença do nervo óptico em que há morte das células que fazem conexão do olho com as áreas do cérebro responsáveis pela visão. Embora a pressão intraocular (pressão alta no olho) esteja presente em muitos casos de glaucoma, também pode ocorrer com pressões nos níveis normais e ainda existir pessoas com pressões altas que não desenvolvem a doença.</p>
 
<h3>Tipos de Glaucoma</h3>
 
<p>Existem mais de trinta tipos diferentes de glaucoma. Frequentemente ocorrem de maneira silenciosa, sem sintomas, até que esteja bastante avançado. A visão começa a ser afetada inicialmente no campo visual periférico progredindo até comprometer a visão central. </p>
<p>Quando falamos em tipos de glaucoma, uma forma de se classificar simplificadamente é se o glaucoma é de ângulo fechado ou aberto. O ângulo a que nos referimos é o que a íris faz com a córnea. É por esta região que o líquido produzido dentro do olho - nada tem a ver com a lágrima - é escoado. Se o ângulo for estreito, com tendência a fechamento, em situações particulares, como a dilatação da pupila, pode fechar causando hipertensão grave aguda ou ir fechando aos poucos sem muitos sintomas no início, podendo evoluir para cegueira se não tratado.</p>
<p>Também há uma forma rara e bastante grave de glaucoma que é a que ocorre em crianças. Na maioria das vezes, o tratamento é cirúrgico e tem quadro clínico bem específico: sensibilidade excessiva a luz, lacrimejamento, irritabilidade, o olho pode parecer maior que o normal e a córnea fica esbranquiçada ou azulada.</p>
 
<p>Existem ainda os chamados glaucomas secundários. Estes podem acontecer por vários motivos, como após cirurgias de catarata que complicaram ou mesmo após trauma ocular (às vezes anos após o trauma), secundários a tumores, ou com o uso de drogas como corticóides. </p>
 
<p>O glaucoma secundário ao uso de corticóide é um problema sério que poderia ser evitado. Não há como saber se a pessoa terá ou não esta forma de glaucoma e qualquer pessoa que usar corticóides, principalmente colírios, deve ser assistida por um oftalmologista. “Os corticóides são vendidos no Brasil sem necessidade de receita o que faz com que algumas pessoas fiquem cegas se automedicando”, explica o Dr. Augusto Paranhos, oftalmologista do Einstein. </p>
 
<p>Uma das formas mais comuns é o glaucoma crônico de ângulo aberto, com a característica de não ter um padrão de velocidade de progressão. Ou seja, há indivíduos que viveriam uma vida inteira sem que a doença cause efeitos na qualidade de vida, e outros com evolução bastante rápida para cegueira. Porém, somente uma sequência de exames seria capaz de identificar se o paciente tem maior ou menor risco de cegueira por glaucoma.</p>

<p>Os sintomas do glaucoma de ângulo aberto ou o crônico de ângulo fechado só aparecem em seus estágios mais avançados. Os principais são: limitação de campo visual que pode evoluir até ficar tubular (como se a pessoa enxergasse somente por um tubo estreito), podendo até levar a cegueira irreversível. “O paciente, para começar a ter sintomas, já perdeu mais da metade do nervo óptico e o problema é que o que perdeu não consegue recuperar”, diz o Dr. Augusto. Já o glaucoma de ângulo fechado agudo pode causar dor forte, baixa de visão, náuseas e vômitos.</p>
 
<p>A pressão intraocular elevada é o principal fator de risco e a única passível de tratamento. Mas existem outros fatores de risco que incluem:</p>
 
<ul>
<li>Raça, sendo que para raça negra o glaucoma de ângulo aberto tem o dobro da prevalência em relação a brancos, ficam mais cegos e respondem pior ao tratamento. Já os orientais têm mais glaucoma de ângulo fechado e glaucoma de pressão normal.</li>
<li>Miopia é fator de risco para glaucoma de ângulo aberto e hipermetropia para glaucoma de ângulo fechado. A idade é um fator de risco importante, uma vez que a prevalência aumenta principalmente com o aumento da idade.</li>
<li>Quanto a sexo, o glaucoma de pressão normal é mais prevalente em mulheres.</li>
<li>Enxaqueca é fator de risco para glaucoma de pressão normal.</li>
<li>História familiar de glaucoma comprovada é um parâmetro importante e considerado fator de risco para a maioria das formas.</li>
<li>Pressão arterial baixa com pressão intraocular elevada é uma combinação ruim para quem tem glaucoma.</li>
<li>Uso de medicações que podem induzir a dilatação de pupila para os pacientes com tendência a glaucoma de ângulo fechado, como é o caso dos antidepressivos ou drogas para incontinência urinária. </li>
 </ul>
<p>O diagnóstico é feito durante o exame oftalmológico, principalmente na avaliação do fundo do olho quando se podem detectar lesões características no nervo óptico. A medida da pressão intraocular é importante, mas não basta para que seja definido o diagnóstico. A amplitude do ângulo que a íris faz com a córnea, principalmente em orientais e pacientes com hipermetropia, é essencial para a avaliação de risco para glaucoma agudo de ângulo fechado. </p>
 
<p>Quando o médico suspeita de glaucoma poderá solicitar, principalmente, fotos do nervo óptico e campo visual, entre outros exames. Nos casos de glaucoma inicial, para se ter certeza do diagnóstico, exames em série ao longo do tempo podem ser necessários para fechar o diagnóstico. Já os pacientes com diagnóstico confirmado de glaucoma, os exames seriados também são necessários para avaliar se o tratamento está adequado.</p>
 
<p>Embora não exista cura para a maioria dos tipos de glaucoma, o controle é essencial. Na maioria das vezes, o tratamento é iniciado com colírios ou laser e, caso não sejam efetivos, é indicada cirurgia. “Negligenciar o tratamento pode resultar em cegueira irreversível para alguns pacientes”, complementa o oftalmologista. </p>
 
<p>Segundo o Dr. Augusto, para o glaucoma de angulo aberto, um dos mais comuns, previne-se a progressão do dano com tratamento, mas não o aparecimento da doença em si. Existem, no entanto, glaucomas evitáveis, como é o caso do que ocorre nos pacientes com ângulo estreito com risco de crise aguda – caracterizada por intensa dor ocular, baixa de visão, náuseas, vômitos e visão de halos coloridos. Estes devem realizar tratamento com um tipo de laser para gerar um pequeno furo na íris. “Este processo ajuda a prevenir as crises, na maioria das vezes”, afirma o médico. </p>

<p>Atualmente, existem pesquisas de ponta em glaucoma. “No Einstein, por exemplo, é avaliada a lesão cerebral que ocorre nos pacientes com a doença. Como há um fenômeno de morte celular em cadeia (chamada de degeneração transináptica) as células que fazem conexões com as células que morrem no glaucoma também morrem. Deste modo, estudamos por meio de ressonância funcional a função destas células no cérebro, assim como o volume cerebral desta região”, finaliza o Dr. Augusto. </p>

<p><em>Publicado em maio/2012</em></p>
<div class="class"></div>
</div>
<div><b>Título:</b> Glaucoma: conheça as diferentes formas da doença</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Tue, 22 May 2012 13:41:17 GMT</pubDate>
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      <title>tudo-e-virose</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <br /><div class="clear"></div>
</div>
<div><b>Título:</b> Tudo é virose?</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Tue, 22 May 2012 12:16:00 GMT</pubDate>
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      <title>sarampo-sem-tratamento-pode-levar-a-pneumonia</title>
      <link>http://www.einstein.br/espaco-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/sarampo-sem-tratamento-pode-levar-a-pneumonia.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap"><img class="grid-imagem" src="/PublishingImages/home-sarampo.jpg" alt="" />O sarampo é uma doença altamente contagiosa que, se não tratada adequadamente, pode levar a quadros de pneumonia e até a morte. </p>
<p>Em 2011, foram confirmados 41 casos de sarampo no Brasil. O estado mais afetado foi São Paulo, onde foram registrados 26 episódios de suspeita da doença. Em mais da metade destes casos, os pacientes não haviam tomado a vacina contra o sarampo, a principal forma de evitar a transmissão. </p>
<p>A boa notícia é que os casos foram todos “importados” para o Brasil por pessoas que viajaram para outros países e contraíram o vírus no exterior ou que tiveram contato com estrangeiros que “carregavam” o vírus. Desde 2006 o Brasil não registra casos autóctones de sarampo, ou seja, originados na região em que foram encontrados. </p>

<h3>O sarampo no mundo</h3>

<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), na Europa e nas Américas do Sul, Central e Norte o sarampo está praticamente extinto, representando 1% do total de casos registrados mundialmente. </p>
<p>Em 2008, a organização firmou uma meta de redução de 90% na mortalidade em decorrência de sarampo entre os anos de 2000 e 2010. Um estudo publicado em abril deste ano na revista The Lancet revela que o total de mortes global caiu 74%, de 535.300 mortes para 139.300. </p>
<p>A baixa cobertura da vacina na Índia e na África são as razões para a redução abaixo da expectativa no número de óbitos por sarampo. A perspectiva agora é que os números sejam reduzidos até 2020. </p>

<h3>Características da doença</h3>

<p>O sarampo tem um período de incubação de 10 a 14 dias após o contato com alguém doente. Esse período é o tempo entre o contato com o vírus e o aparecimento dos primeiros sinais da doença. </p>

<p>Os primeiros sintomas são febre, falta de apetite, conjuntivite e tosse. Logo depois surgem manchas brancas dentro da boca e na parte interna das bochechas, marcas características do sarampo. &quot;Na sequência vêm as erupções na pele - uma porção de manchas vermelhas - que se iniciam no rosto e progridem em direção aos braços e pernas&quot;, explica o infectologista do Einstein, Dr. Jacyr Pasternak.</p>

<p>&quot;A erupção dura até cinco dias e, nesta fase, o paciente tem mais febre e se sente pior. Quando as manchas começam a desbotar, o paciente se sente melhor e a febre cai, a menos que tenham ocorrido complicações da doença. A duração do sarampo é mais ou menos de dez dias e o último sintoma que some é a tosse&quot;, explica o médico.</p>

<h3>Complicações</h3>

<p>O sarampo é uma doença que pode ter implicações sérias. A mais comum é a pneumonia, que pode ser causada pelo próprio vírus do sarampo ou por infecção bacteriana, que se aproveita da lesão do vírus do sarampo no brônquio para se instalar. Esse é o motivo que mais matava crianças antes da implementação da vacina: 60% das mortes atribuídas ao sarampo tinham esta causa e outros 40% ocorriam por conta de encefalite (uma inflamação no cérebro). </p>

<p>Existe a encefalite aguda relacionada ao sarampo, que ocorre na fase inicial da doença ou até 25 dias após o término, e uma forma crônica de evolução severa, que ocorre anos depois do sarampo, com a persistência do vírus no sistema nervoso central. “Este é um excelente motivo para vacinar contra o sarampo, já que esta doença não tem tratamento&quot;, explica o Dr. Jacyr. Nos casos de sarampo existe tratamento somente para aliviar os sintomas, e não para impedir a atuação do vírus.</p>

<h3>Situação da doença no Brasil</h3>

<p>No Brasil, o sarampo é uma doença de notificação compulsória desde 1968. As Doenças de Notificação Compulsória (DNC) são selecionadas por uma série de critérios, como: potencial de disseminação, vulnerabilidade, disponibilidade de medidas de controle, compromisso internacional com programas de erradicação, entre outros.</p>

<p>Na década de 70, as epidemias chegaram a acometer de dois a três milhões de crianças. Até 1992, o país enfrentou dez epidemias, sendo uma a cada dois anos. A última grande epidemia ocorreu em 1997, com aproximadamente 50 mil casos. Após a implantação do Plano de Erradicação do Sarampo, em 1999, o número de casos autóctones confirmados foi reduzido de 908 para zero em 2001. Em 2000, ocorreu o último surto de sarampo no país, no Acre, com 15 casos. Em novembro do mesmo ano foi registrado o último caso autóctone no Mato Grosso do Sul. O controle da doença também diminuiu o número de óbitos por sarampo. Em 1980, ocorreram 3.236 mortes. Em 1999, foram notificados os últimos dois óbitos por sarampo no país. </p>

<p>Em 2010, também foram registrados casos de suspeita de sarampo. No Pará, três pessoas da mesma família teriam ‘importado’ a doença, pois não haviam sido vacinados contra o sarampo. Já no Rio Grande do Sul, dois irmãos apresentaram os sintomas – e também não haviam recebido a vacina por serem alérgicos a ovo - provavelmente trouxeram o vírus de Buenos Aires, onde estiveram no final de julho. Na capital da Argentina, foram confirmados casos da doença em pessoas que estiveram em viagem recente ao continente africano. </p>

<p>A interrupção do ciclo de transmissão da doença é consequente da melhoria dos níveis de vacinação da população brasileira. Por isso, para que o Brasil continue sem transmissão autóctone do sarampo, é importante a manutenção das coberturas vacinais na população infantil e a vacinação dos indivíduos adultos que pertencem aos grupos de risco, como as grávidas, pessoas que não tenham recebido a vacina e os imunosuprimidos.</p>

<em><p>Publicada em setembro/2010</p></em>
<em><p>Atualizada em maio/2012</p></em></div>
<div><b>Título:</b> Sarampo sem tratamento pode levar à pneumonia</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Tue, 15 May 2012 11:21:00 GMT</pubDate>
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      <title>enxaqueca-atinge-15-no-Brasil</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Título:</b> Enxaqueca atinge 15% no Brasil</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Mon, 14 May 2012 13:42:39 GMT</pubDate>
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      <title>papanicolaou-pode-detectar-cancer-anal-em-homens</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap">A frequência do câncer de ânus tem aumentado nos últimos 30 anos.  Neste período, passou de 10 para 20 casos por milhão de pessoas. A incidência gira ao redor de 6 mil casos novos por ano. Antes, acreditava-se que o câncer anal era oriundo de inflamação crônica desta região. Hoje, sabe-se da relação íntima entre o câncer e a infecção pelo HPV (papiloma vírus humano).</p>

<img src="/PublishingImages/home-papanicolau.jpg" class="grid-imagem" alt="" />

<p>Para Sidney Klajner, cirurgião do aparelho digestivo do Einstein, alguns fatores explicam este crescimento: “Isto ocorreu devido ao maior número de parceiros sexuais de cada indivíduo, aumento de relação sexual anal, tabagismo, verrugas em volta do ânus (HPV) e infecção pelo vírus do HIV. Dentre todos estes motivos, os principais são a infecção pelo HPV e a infecção pelo vírus do HIV, ou ambos”, alerta o médico.</p>

<p>A novidade é que tem sido cogitada a realização do papanicolaou em homens para detectar lesões causadas por HPV e diagnosticar o câncer de ânus precocemente. O exame é geralmente utilizado em mulheres para detecção de alterações nas células do colo do útero. </p>

<p>O papanicolaou em homens, entretanto, tem sido recomendado apenas para aqueles que são potenciais alvos da doença: homossexuais, portadores de HIV, praticantes de relação sexual anal e quem já apresentou verruga por HPV e teve que fazer cirurgia pelo mesmo motivo. </p>

<p>Nestes casos, a utilização do exame em homens e também na região em volta do ânus em mulheres apresenta grande eficácia na detecção precoce do HPV e, por sua vez, na prevenção do câncer anal. É importante salientar que: “A detecção não deve ser realizada apenas por papanicolaou, mas em suspeita de infecção, tem se popularizado muito a anuscopia de alta-resolução com uso de ácido acético, que identifica áreas de maior risco para a coleta do material, à semelhança da colposcopia para prevenção de câncer do colo uterino em mulheres”, adverte dr. Sidney Klajner.</p>

<p>Desta forma, a conscientização da realização do papanicolaou deve ser feita principalmente para os grupos de risco, em que o HPV chega a ter incidência de 50%, sendo um importante exame de detecção precoce.   </p>

<p>Dr. Sidney Klajner ressalta ainda os sintomas do câncer anal: “pode ter sangramento espontâneo ou após evacuação, assim como sensação de volume ou massa no local. A má interpretação por um médico não especialista pode levar a crer que são hemorróidas, o que atrasa o diagnóstico e, portanto, o seu tratamento. Também ocorre que 20% dos pacientes podem não apresentar sintomas da doença”, finaliza o médico.  O diagnóstico é feito por meio de biópsia e exame microscópico.</p>

<p><em>Publicado em maio de 2012</em></p>
</div>
<div><b>Título:</b> Papanicolaou pode detectar câncer anal em homens</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Wed, 02 May 2012 11:56:59 GMT</pubDate>
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      <title>saiba-quais-cuidados-voce-deve-ter-com-a-diarreia</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Título:</b> Saiba quais cuidados você deve ter com a diarreia</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Tue, 08 May 2012 12:53:21 GMT</pubDate>
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      <title>aumenta-numero-de-idosos-que-moram-sozinhos</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap">De acordo com dados do Censo, realizado pelo IBGE em 2011, existem três milhões de idosos que moram sozinhos, o que representa 14% do total de brasileiros com mais de 60 anos.</p>

<img class="grid-imagem" src="/PublishingImages/home-idoso-sozinho.jpg" alt="" />

<p>Para Fábio Nasri, geriatra do Einstein, alguns fatores ajudam a explicar o alto percentual: um deles é que, culturalmente, os latinos não estão habituados a colocar os idosos em casas de repouso. Além disso, estas instituições são caras no país e as seguradoras não fazem a cobertura dos custos. Outro motivo é que, diferentemente dos EUA e da Europa, em que os pais moram longe dos filhos, no Brasil eles acabam morando perto, o que torna possível prestar algum tipo de assistência.</p>

<p>Ana Cristina Procópio, psicóloga do Residencial Israelita Albert Einstein, também ressalta o aumento do número de idosas viúvas, isto é, a diferença de gênero na expectativa de vida, além do arranjo familiar contemporâneo, em que cada vez mais brasileiras possuem menos filhos e engravidam mais tarde.</p>

<p>Em relação à solidão na terceira idade, Ana Cristina salienta: “o envelhecimento é uma construção realizada ao longo da vida de um indivíduo. Se este, por exemplo, apresentou atitudes positivas, foi flexível frente às adversidades, provavelmente irá lidar da mesma maneira na velhice. Irá apresentar melhor capacidade de adaptação frente às perdas de entes queridos”.  </p>

<p>Fábio Nasri apresenta três dimensões que precisam ser levadas em consideração para envelhecer mantendo corpo e mente saudáveis:</p>

<ul>
<li>Corpo: fazer atividades, dieta balanceada, não se expor a riscos, fazer uso de remédios com a administração do médico, cuidar de doenças crônicas que potencialmente aparecem no processo de envelhecimento;</li>
<li>Saúde mental: cultivar relacionamentos como amizades, promover o autoconhecimento, o autoequilíbrio e a motivação própria;</li>
<li>Saúde espiritual: cada um pode ter a sua forma de se aproximar de Deus, de cuidar do próximo, cultivar alguma religião ou prestar assistência a uma instituição de caridade. Acima de tudo, a dica é: não brigar com o processo de envelhecimento.</li>
</ul>

<p>Além disso, o geriatra do Einstein recomenda fazer caminhadas e musculação, já que a massa muscular e a força diminuem de forma gradativa em todas as pessoas depois que atingem a maturidade. </p>
<p>Caso o idoso tenha alguma aptidão física, é aconselhável também fazer algum esporte de competição. Da mesma forma, buscar estimular a autonomia sempre, seja resgatando atividades que o idoso goste de realizar, mesmo que adaptadas, ou que tragam situações prazerosas. </p>
<p>Fabio Nasri acredita que faltam políticas públicas adequadas para a terceira idade. “O Brasil é hoje um país para jovens, apesar de o governo ter uma percepção pública da situação, leva-se tempo para operacionalizar e capacitar toda a rede governamental para atender e cuidar desta população”. </p>
<p>Saiba como também <a href="/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/mantenha-a-casa-segura-para-os-idosos.aspx">manter a casa segura para idosos</a>, prevenindo acidentes em casa. </p>

<p><em>Publicado em maio de 2012 </em></p>
</div>
<div><b>Título:</b> Aumenta número de idosos que moram sozinhos</div>
]]></description>
      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Wed, 02 May 2012 12:14:38 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>voce-sabia-que-asma-atinge-15-das-criancas-brasileiras</title>
      <link>http://www.einstein.br/espaco-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/voce-sabia-que-asma-atinge-15-das-criancas-brasileiras.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Título:</b> Você sabia que asma atinge 15% das crianças brasileiras?</div>
]]></description>
      <author>Conta de Sistema</author>
      <pubDate>Fri, 15 Oct 2010 19:45:27 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>reumatismo</title>
      <link>http://www.einstein.br/espaco-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/reumatismo.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap">Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, o reumatismo não é uma doença única. Trata-se de um grupo de enfermidades que atingem articulações, músculos e esqueleto e que, em geral, se caracteriza por dores e restrições dos movimentos. São mais de 100 doenças com características diferentes. Entre as mais populares estão artrites, mialgias, neurites e gota.</p>

<img src="/PublishingImages/home-reumatismo.jpg" class="grid-imagem" alt="" />

<p>As doenças reumáticas podem atingir qualquer pessoa, inclusive crianças. Normalmente se manifestam provocando dores no corpo, ossos, músculos, tendões e articulações. Por se tratar de doenças distintas, que vão desde autoimunes, metabólicas, degenerativas e inflamatórias até doenças associadas que afetam outros órgãos, é essencial que um médico avalie clinicamente o paciente para definir o diagnóstico e a gravidade da doença. </p>

<p>Fibromialgia, artrose, lombalgia e osteoporose são as que mais atingem a população e, consequentemente, as principais responsáveis pelo afastamento por incapacidade, que compromete a vida profissional e pessoal dos doentes. </p>

<p>Com a ajuda do Dr. Ari Halpern, reumatologista do Einstein, preparamos um especial com as principais doenças reumáticas, seus sintomas, formas de diagnóstico e tratamento. Confira abaixo.</p>

<h3>Artrite Reumatoide </h3>

<p>Trata-se de uma doença crônica que atinge cerca de 1% da população. Afeta várias articulações ao mesmo tempo, incluindo as pequenas articulações das mãos e pés, punhos, cotovelos e joelhos. Se não tratada corretamente, a artrite reumatóide evolui progressivamente causando deformidades graves. </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>Dores após o repouso ou ao acordar, afetando qualquer idade, mais frequentemente ao redor dos 40 anos.</p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>Basicamente clínico, ou seja, um médico precisa examinar o paciente, já que existem outras doenças que podem apresentar sintomas semelhantes. Alguns exames de laboratório podem auxiliar o médico, mas a confirmação do diagnóstico é eminentemente clínica</p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>É feito com medicamentos e os resultados costumam ser muito eficientes.</p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>Não existe. Alguns fatores, porém, podem influenciar o aparecimento da artrite reumatoide, particularmente, o cigarro (nestes casos, a doença costuma ser ainda mais agressiva). </p>

<h3>Osteoartrite ou Artrose</h3>

<p>A osteoartrite, mais conhecida como artrose, é a mais comum de todas as doenças reumáticas e a principal causa de incapacidade física em idosos. Sua freqüência aumenta com o envelhecimento. </p>
<p>A doença atinge principalmente as articulações dos joelhos, quadris, mãos e coluna. Sua forma mais comum é a primária, quando surge sem causa aparente. Mais raramente, a artrose ocorre como consequência de outras doenças (metabólicas, inflamatórias, etc) ou, secundariamente, a trauma, deformidades e cirurgias prévias (como por exemplo, retirada do menisco dos joelhos).</p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>Os sintomas variam de pessoa para pessoa e, em geral, se apresentam de maneira lenta e progressiva. Os mais comuns são dor e limitação dos movimentos. Eventualmente, a articulação pode ficar inchada e tipicamente a dor piora ao iniciar um movimento. </p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>Para se diagnosticar a artrose é necessária uma avaliação clínica com o médico e a realização de exames radiológicos. </p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>O tratamento depende da forma e localização da artrite, e inclui medicamentos, infiltrações locais, atividades físicas, reabilitação motora e, em alguns casos, cirurgia. Para os pacientes da terceira idade que já têm artrose, a atividade física é uma grande aliada para o tratamento da doença.</p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>A prática de exercícios físicos, fortalecimento e controle de peso são boas maneiras para prevenir a artrose nos joelhos. Existem casos em que o fator é genético, e não há como prevenir. Já a artrose secundária pode ser evitada tratando a doença que originou o problema.</p>


<h3>Tendinite</h3>

<p>É caracterizada por uma inflamação e degeneração do tendão. Na crise aguda, normalmente existe um fator desencadeante, como um esforço feito de maneira errada e repetidamente ou uma situação ergonômica inadequada. Casos não bem tratados na fase inicial podem evoluir de forma crônica e mais resistente ao tratamento.  </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>O principal sintoma é dor no local afetado. </p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>O diagnóstico deve ser feito pelo médico no consultório. </p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>A tendinite é uma doença curável e o tratamento depende do grau da lesão, sendo feito por meio de medicamentos, fisioterapia, uso de talas, medidas de melhoria ergonômicas e, em casos mais extremos, cirurgia. </p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>Para evitar a tendinite linkar para o info de postura, é importante ter atenção aos movimentos errados e repetitivos do cotidiano. Uma simples mudança no modo de digitar ao computador ou algum movimento repetido no trabalho pode fazer toda a diferença.   </p>


<h3>Gota</h3>

<p>Trata-se de uma doença articular relacionada ao metabolismo do ácido úrico no organismo. É mais comum ocorrer em homens a partir da segunda década de vida, e nas mulheres costuma aparecer somente após a menopausa. Também pode ser provocada por fatores genéticos associados. </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>Quando em excesso, o ácido úrico se precipita na articulação, causando as crises agudas e intensas de dor em locais como pés e joelhos. É comum as dores desaparecem por um longo período, até a ocorrência de uma nova crise. Se não tratada, a gota evolui com crises mais frequentes até se tornar uma doença crônica e persistente, afetando inúmeras articulações. </p>

<p>A gota pode ter relação com hábitos do paciente, como o alcoolismo. Pacientes com gota, frequentemente apresentam outras alterações metabólicas como obesidade, colesterol alto e diabetes. </p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>O diagnóstico é feito com a avaliação dos sintomas do paciente, a realização de exames de sangue e a coleta do líquido articular para visualizar a presença de cristais de ácido úrico. </p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>O tratamento é medicamentoso e varia de caso para caso. Se não tratada, a gota pode evoluir e virar uma doença crônica, afetando seriamente outros órgãos e as articulações. Por isso, o paciente deve fazer acompanhamento médico regular. </p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>Carne vermelha e bebida alcoólica são fatores de risco. Excessos devem ser evitados.</p>


<h3>Osteoporose</h3>
<p>Trata-se de uma doença metabólica que provoca fragilidade dos ossos e facilidade de fratura. É mais frequente em mulheres após a menopausa e na terceira idade e menos comum em homens. Pessoas com histórico familiar de osteoporose e indivíduos sedentários ou que fazem uso de corticóides também devem ficar atentos. </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>Normalmente, a osteoporose não apresenta sintomas. O paciente não percebe a sua presença até a ocorrência das primeiras fraturas. </p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica associada a exames de densidade óssea (densitometria óssea).</p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>O tratamento varia de caso para caso e inclui atividade física, medidas preventivas para quedas, suplementação alimentar de cálcio e vitamina D e vários tipos de medicamentos </p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>É possível prevenir com a prática regular de atividades físicas e com uma alimentação rica em cálcio. </p>


<h3>Lúpus</h3>

<p>Doença autoimune e crônica que se manifesta em qualquer órgão do corpo. Atinge principalmente mulheres em torno dos 20 anos de idade. </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>Os sintomas da doença variam muito de pessoa para pessoa, porém, o mais comum são manchas na pele que pioram com a exposição ao sol queda de cabelo, aftas orais, dor nas juntas associadas ou não com envolvimento de vários órgãos, como o rim e sistema nervoso. Existem casos de lúpus limitado à pele (lúpus cutâneo). No entanto, a forma sistêmica (chamada de Lúpus Eritematoso Sistêmico) se não tratada pode evoluir de forma bastante grave com a perda da função renal ou mesmo a morte.</p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>O diagnóstico depende do exame médico em consulta clínica. Alguns exames laboratoriais servem de apoio, mas, isoladamente, não permitem o diagnóstico.</p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>O tratamento é feito por meio de medicamentos</p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>A causa do lúpus ainda é desconhecida, portanto, ainda não há forma eficiente de prevenção.</p>

<h3>Espondilite anquilosante</h3>

<p>Trata-se de uma doença inflamatória e crônica, com maior incidência em homens jovens. A espondilite anquilosante pode afetar a coluna e as articulações periféricas, como joelhos, cotovelos e punhos, intensamente. Se não tratada, provoca deformidades que podem levar à perda de movimentos importantes. </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>O principal sintoma da espondilite é dor nas costas, que melhora com o movimento e piora com o repouso. </p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>Somente um médico pode confirmar o diagnóstico após avaliação clínica. </p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>O tratamento é feito por meio de medicamentos específicos e de uso contínuo. </p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>Não existe. </p>


<h4>Fibromialgia</h4>

<p>Trata-se de uma síndrome crônica ainda pouco conhecida, porém muito comum, principalmente em mulheres. </p>

<h4>Sintomas</h4>
<p>Os sintomas são dores no corpo generalizadas, associadas à fadiga, distúrbio do sono, depressão ou ansiedade, mas sem alteração anatômica no local da dor. </p>

<h4>Diagnóstico</h4>
<p>O diagnóstico é clínico, com avaliação médica.</p>

<h4>Tratamento</h4>
<p>O tratamento é feito com medicamento e reabilitação. Há outros fatores, porém, que devem ser avaliados, como mudanças no hábito de vida, correção do padrão de sono e atividade física regular.</p>

<h4>Prevenção</h4>
<p>Evitar o sedentarismo e boa higiene de sono</p>


<p><em>Publicado em maio de 2012</em></p>

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<div><b>Título:</b> Reumatismo</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Wed, 02 May 2012 11:10:24 GMT</pubDate>
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