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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Enfermagem Virtual - Últimas Notícias</title><link>http://www.enfermagemvirtual.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>06/08/2012 06:43:01</lastBuildDate><qtdP>0</qtdP><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/enfermagemvirtual" /><feedburner:info uri="enfermagemvirtual" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Cientistas criam tratamento em spray para úlceras que atingem a pele</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/JSWKz_iE8bc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas anunciaram na última sexta-feira (3/8) ter desenvolvido um tratamento revolucionário em spray a ser aplicado sobre a pele para tratar úlceras varicosas, uma moléstia comum que costuma provocar ferimentos superficiais abertos e persistentes nos tornozelos ou na parte baixa da perna.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Empregando um spray de células da pele suspensas em uma mistura de proteínas que ajudam a coagulação, a equipe de pesquisadores tratou 228 pacientes nos Estados Unidos e no Canadá, obtendo uma cicatrização melhor e mais rápida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O tratamento que testamos neste estudo tem o potencial de melhorar amplamente o tempo de recuperação e a recuperação geral de úlceras varicosas sem a necessidade de aplicação de enxerto", disse o cientista Herbert Slade, do Healthpoint Biotherapeutics, no Texas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pacientes também tiveram os ferimentos cobertos com faixas de compressão, o tratamento padrão. As úlceras varicosas afetam uma em 500 pessoas no Reino Unido, mas a proporção aumenta nitidamente com a idade e chega a afetar uma em 50 pessoas abaixo dos 80 anos, segundo um comunicado sobre o estudo publicado na revista científica The Lancet.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As úlceras se desenvolvem quando a pressão alta persistente nas veias da perna causa danos à pele. Elas afetam, sobretudo, pessoas que não conseguem se movimentar adequadamente, como os idosos e os obesos, e aquelas com veias varicosas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O tratamento padrão consiste no uso de faixas de compressão, controle de infecções e limpeza do ferimento, mas nem todas as feridas saram.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Enxertos de pele às vezes são utilizados, mas estes resultam em um novo ferimento no local de onde a pele é tirada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em um comentário que acompanhou o artigo, o cientista Matthias Augustin, do Centro Médico Universitário de Hamburgo, disse ser crucial desenvolver novos tratamentos, uma vez que as úlceras varicosas representam, além do incômodo, um custo para os pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Úlceras que não saram são um fardo econômico importante", escreveu. "Na Alemanha, por exemplo, os custos totais de úlceras venosas chegam a cerca de 10 mil euros por paciente", acrescentou.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/JSWKz_iE8bc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 18:38:00</pubDate><id>56184</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56184</feedburner:origLink></item><item><title>Mesmo modesta, perda de peso já surte benefícios duradouros à saúde</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/N6nrRYySgPI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pessoas com obesidade ou sobrepeso que emagrecem de maneira modesta já podem obter benefícios à saúde ao longo de uma década, mesmo se recuperarem esse peso mais tarde. Esses efeitos positivos incluem, por exemplo, a redução do risco de diabetes tipo 2 e de hipertensão e a melhora dos sintomas de apneia do sono. Essas conclusões fazem parte de um estudo apresentado no 120&amp;ordf; Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia na cidade de Orlando, na Flórida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadores da Universidade Brown, nos Estados Unidos, se basearam nos dados de 3.000 pessoas inscritas no Programa Nacional de Prevenção de Diabetes, um estudo que incentivou pacientes com a doença a mudarem seus hábitos alimentares e estilo de vida para atenuar os sintomas do problema. De acordo com o estudo, os indivíduos que perderam uma média de 6,5 quilos apresentaram um risco 58% menor de desenvolver diabetes tipo 2 em relação àqueles que mantiveram o peso. Esse benefício permaneceu o mesmo ao longo dos dez anos seguintes do emagrecimento e não se alterou mesmo quando o participante recuperou o peso que havia perdido.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, as pessoas que reduziram seu peso corporal em 10% apresentaram uma melhora a longo prazo nos sintomas relacionados a problemas do sono, como a apneia do sono ou a insônia, e nos níveis de pressão sanguínea. A taxa de mortalidade também diminuiu com essa perda de peso. &amp;ldquo;Estamos tentando mostrar que as mudanças de comportamento e de hábitos alimentares não só tornam os indivíduos mais saudáveis em termos de redução do risco de doenças cardíacas, por exemplo, mas também fazem com que eles vivam por mais tempo&amp;rdquo;, afirmou Rena Wing, que coordenou a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Falta de consciência &amp;mdash; Uma pesquisa feita recentemente na Universidade de Washington, também nos Estados Unidos, apontou para um problema que atinge a maioria das pessoas com excesso de peso e que pode estar associado ao aumento das taxas de obesidade ao redor do mundo. De acordo com o estudo, a maioria das pessoas não tem consciência da quantidade de peso que ganha ou perde. O trabalho, publicado neste mês no periódico Preventive Medicine, se baseou nos dados de mais de 700.000 indivíduos maiores do que 18 anos e ainda revelou que grande parte dos entrevistados que havia engordado em um período de um ano relatou acreditar ter emagrecido. Para Catherine Wetmore, que coordenou a pesquisa, essas conclusões são alarmantes, uma vez que a autoconsciência do peso corporal é essencial para a redução da obesidade a longo prazo.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/N6nrRYySgPI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>06/08/2012 00:00:00 18:36:00</pubDate><id>56183</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56183</feedburner:origLink></item><item><title>Agência da ONU lembra importância de permitir amamentação no trabalho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/pZBP84e9zzo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Na Semana Mundial da Amamentação, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lembrou nesta sexta-feira (3) a importância de as mães amamentarem seus bebês nos locais de trabalho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O direito a continuar amamentando após a volta ao trabalho, uma vez terminada a licença-maternidade, é importante para a saúde da mãe e especialmente para o filho", disse Manuela Tomei, diretora do Departamento de Proteção dos Trabalhadores da OIT.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os empresários também têm benefícios ao permitirem que as mães prolonguem o aleitamento ao máximo, acrescentou Tomei. Segundo ela, a prática garante um maior índice de reintegração laboral após a licença-maternidade e promove uma maior identificação com a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Os empresários que dão tempo para as mães amamentarem e oferecem um local em que elas possam fazer isso com condições de higiene se beneficiam porque a produtividade aumenta, ao diminuírem as faltas, há uma maior taxa de volta ao trabalho e mais motivação", explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação materna prolongada é a melhor maneira de alimentar os bebês e fortalecer o sistema imunológico deles.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O órgão recomenda o leite materno como único alimento até os 6 meses de vida e indica mantê-lo, junto com outros elementos, até os 2 anos de idade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A OIT lembrou que, em 92 países do mundo, as legislações nacionais concedem às mães pausas em suas jornadas de trabalho para amamentar os filhos. Em geral, esse intervalo é de até 1 hora por dia, que costuma ser dividida em dois períodos de meia hora.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, ainda são muitas as mães, segundo a organização, que se veem obrigadas a escolher entre voltar a trabalhar e deixar a amamentação, ou enfrentar o risco de perder o emprego.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/pZBP84e9zzo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 15:08:00</pubDate><id>56156</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56156</feedburner:origLink></item><item><title>Nova epidemia de Ebola já deixou 16 mortos em Uganda, confirma OMS</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/U0GGMxguPDs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A mais recente epidemia com o vírus Ebola já deixou um saldo de 16 pessoas mortas em Uganda, enquanto outros 50 pacientes estão sendo tratados como possíveis vítimas, informou nesta sexta-feira (3) a Organização Mundial de Saúde (OMS).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Atualmente temos 50 casos sob suspeita e 16 pessoas mortas", disse em Genebra o porta-voz da OMS, Tarek Jasarevic.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por enquanto a epidemia se limita ao oeste do país, disse o porta-voz, que acrescentou que o caso de uma mulher morta na capital, Kampala, se tratou de uma infecção contraída na região ocidental e que ela viajou à cidade para se submeter a um tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nova epidemia de Ebola foi declarada em julho na região de Kibale, a 200 km de Kampala e a 50 km da fronteira com a República Democrática do Congo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Países vizinhos, como Quênia, Ruanda, Sudão do Sul e Tanzânia já emitiram alertas para que seus cidadãos denunciem aos centros médicos qualquer caso que tenha sintomas parecidos com os gerados pelo Ebola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Presidente pede que contato físico seja evitado&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, fez pronunciamento pela televisão e rádio no último dia 30 e pediu à população que evite qualquer contato físico para evitar a propagação do vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"O Ebola se propaga através do contato, quando uma pessoa toca fisicamente outras pessoas. Evitem apertar as mãos (de outras pessoas) porque o suor das mãos pode causar problemas", disse Museveni.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O presidente também pediu à população que "não lance fogo no corpo de uma pessoa que morreu com sintomas que parecem ser de Ebola. Em vez disso, chamem os funcionários de saúde porque eles sabem como agir. Evitem promiscuidade porque esta doença pode ser transmitida através de relações sexuais".&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/U0GGMxguPDs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 15:03:00</pubDate><id>56155</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56155</feedburner:origLink></item><item><title>Novo critério muda cálculo do Índice de Massa Corporal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/RFVrTCMNN6c/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisa da nutricionista Mirele Savegnago Mialich Grecco propõe que o indicativo de obesidade, o corte no Índice de Massa Corporal (IMC), hoje de 30 quilos por metro quadrado (kg/m2), seja de 28,38 kg/m2 para homens e 25,24 kg/m2 para mulheres. O trabalho também propõe uma nova fórmula para obter o IMC, que hoje leva em conta apenas peso e altura, passando a incluir a quantidade de massa gorda (gordura) do corpo. O estudo teve início no mestrado e continuou no doutorado, defendido em junho último no Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, sob orientação do professor Alceu Afonso Jordão Junior.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O IMC atualmente utilizado foi proposto em 1835, pelo estatístico belga Lambert Adolphe Jacques Quételet, e adotado em 1997 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como referência de medida para a obesidade. Ele é obtido pela divisão do peso da pessoa (em quilos) pelo quadrado de sua estatura (em metros). Além de indicar obesidade para pessoas com IMC igual ou superior a 30,0 kg/m2, ele é referência também para o sobrepeso, que é de 25,0 kg/m2 a 29,9 Kg/m2, e para os considerados normais, que devem estar na faixa entre 18,5 kg/m2 e 24,9 kg/m2. São considerados desnutridos aqueles que estão abaixo de 18,5kg/m2.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo, segundo a pesquisadora, segue uma tendência mundial e ela acredita que no futuro os pontos de corte serão vários e divididos por faixa etária, sexo e etnia, por exemplo. &amp;ldquo;Nesse sentido, os japoneses já conseguiram a redução do índice deles, que está na faixa de 23 kg/m2. Outros países estudam sua realidade, como nos Estados Unidos. Lá, a principal pesquisa, realizada com mais de 13 mil pessoas, propõe que a classificação de obesidade deve ficar por volta de 25 kg/m2. Levando-se em consideração o IMC tradicional, esse valor, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, atualmente, é o início do sobrepeso&amp;rdquo;, explica Mirele.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No mestrado, Mirele além de propor um valor mais baixo no corte para a obesidade, também desenvolveu um novo índice, levando-se em conta a massa gorda da pessoa. O peso é multiplicado por 3 e a massa gorda por 4, e o valor é dividido pela estatura (em centímetros). No doutorado, esse índice foi aplicado e ajustado, criando-se as faixas de classificação. Dentro dessa nova proposta, os valores de risco nutricional para subnutrição ficaram entre 1,35 a 1,65; para a normalidade, entre 1,65 e 2,0, e acima de 2,0, para a obesidade. &amp;ldquo;Essas são faixas iniciais; pesquisas futuras podem ajustar ainda mais esses números. Eles são mais precisos na detecção de obesidade. O ponto desfavorável para esse novo índice é a necessidade de equipamento de impedância bioelétrica para obtenção do valor e massa gorda&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sobrepeso&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Estudos iniciais, diz Mirele, mostram que muitas pessoas que são obesas, levando-se em conta a porcentagem de gordura corporal são classificados como normais ou apenas como sobrepeso, segundo o IMC tradicional. A pesquisadora alerta, ainda, que esperar a pessoa chegar a 30 kg/m2 pode ser tarde demais, pois ela pode já apresentar início de doenças decorrentes da obesidade, como pressão alta, diabetes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com esse novo índice, Mirele acredita que serão identificados, por exemplo, os &amp;ldquo;falsos magros&amp;rdquo;, aqueles que perderam músculo, mas acumularam gordura. Por outro lado, também poderão ser encontrados os &amp;ldquo;falsos gordos&amp;rdquo;, aqueles com valor alto de IMC, mas em decorrência de ganho de músculo e não de gordura. Esses índices, explica Mirele, são obtidos com um aparelho de impedância bioelétrica, que é facilmente encontrado em clínicas e hospitais&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o doutorado, Validação de índice de massa corporal (IMC) ajustado pela massa gorda obtido por impedância bioelétrica, Mirele fez um estudo transversal com 501 pessoas  de ambos os gêneros, com idade entre 17 e 38 anos, matriculados em &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"&gt;&lt;strong&gt;cursos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; de graduação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Aferiu peso, altura e fez avaliação de composição corporal por impedância bioelétrica. Foram coletadas informações sobre padrão alimentar e prática de atividade física. Nas duas pesquisas, mestrado e doutorado, a pesquisadora brasileira encontrou valores muito próximos aos dos EUA. &amp;ldquo;Essa pesquisas de grandes grupos geram uma mobilização na OMS e, no futuro, os resultados devem trazer mudanças nos parâmetros do IMC&amp;rdquo;, avalia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela lembra que outros grupos no mundo estão se mobilizando no mesmo sentido. &amp;ldquo;No nosso caso, precisamos aprofundar um pouco mais o IMC, misturando um pouco mais as faixas etárias e aumentando o número de participantes para chegarmos o mais próximo possível de um índice válido para todos. Nosso estudo é a contribuição brasileira para uma tendência mundial&amp;rdquo;, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/RFVrTCMNN6c" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>03/08/2012 00:00:00 14:54:00</pubDate><id>56154</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56154</feedburner:origLink></item><item><title>Incentivar o banho de sol é o mesmo que estimular alguém a fumar, diz especialista</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/KsLfLKl9vhI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O médico argentino Fernando Stengel não acredita em bronzeamento saudável. De pele clara, não usa protetor solar com fator menor que 50 quando está no Brasil. Na maior parte das vezes, nem usa protetor &amp;mdash; prefere se esconder do sol com casacos e chapéus. Chefe do setor de dermatologia do Centro de Educação Médica e Investigação Clinica (CEMIC) da Argentina, além de presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele, ele diz que a população em geral não sabe como se proteger do sol, o que tem contribuído para o número cada vez maior de diagnósticos de melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba mais:&lt;br /&gt;
CÂNCER DE PELE NÃO MELANOMA&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Tipo de câncer mais comum no Brasil, esse câncer corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país. Apesar da sua alta incidência, apresenta baixa taxa de mortalidade. Atinge principalmente pessoas de pele clara ou com doenças de pele prévias. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam para 134.170 novos casos em 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;CÂNCER DE PELE MELANOMA&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O melanoma tem origem nas células produtoras de melanina, substância que dá cor à pele. Esse tipo de câncer de pele é menos frequente, sendo responsável por apenas 4% de todos os tumores malignos no país. Estimativas do Inca sugerem que, em 2012, teremos 6.230 novos casos da doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Stengel esteve em São Paulo participando do XIV Congresso Mundial de Cânceres de Pele, que ocorre entre os dias 1 e 4 de agosto, onde falou sobre a eficácia da fotoproteção feita hoje na prevenção do câncer de pele. Em entrevista ao site de Veja, o médico diz que existe muita ignorância quanto aos efeitos do Sol &amp;mdash; inclusive entre os médicos &amp;mdash; e explicou que só existe um modo de diminuir os números do câncer de pele no futuro: a fotoeducação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Onde estamos errando na proteção contra o Sol? As companhias farmacêuticas falam em bronzeamento seguro, o que não é verdade. Não existe bronzeado saudável. Existe muita gente que, desde jovem, se expõem ao Sol sem preocupação. No entanto, quando conversamos com pessoas de meia idade que têm melanoma, a maior parte delas relata que teve muitas queimaduras de Sol durante a vida &amp;mdash; o que é um grande incentivador do câncer. Mas ninguém quer escutar esse alerta. A cultura do bronzeamento está em todo lugar. Existe uma glorificação em torno disso. Na Argentina, nós temos uma campanha em que mostramos a foto de uma mulher em trajes de banho. Um homem comenta: &amp;ldquo;Você tem um bronzeado que mata.&amp;rdquo; Literalmente. Ela está matando a si mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Então o senhor está dizendo que tomar banho de Sol é perigoso? Sim, definitivamente. Mais que isso, a cultura do banho de Sol é estúpida. As pessoas estão buscando algo que não é saudável. É como incentivar o uso de cigarros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como mudar essa cultura? Eu defendo a fotoeducação, ensinar a sociedade a se defender dos efeitos do Sol. Devemos fazer campanhas de educação na comunidade, na imprensa, no governo, na indústria, entre os médicos. Por exemplo, temos que ensinar que a pessoa deve se proteger dos efeitos do Sol não só no verão, mas muitos meses antes. Em São Paulo, por exemplo, a proteção deve começar em setembro, quando o Sol começa a ficar forte. O ápice é em dezembro, com o solstício, e ele vai enfraquecendo até abril. Por que não ensinar isso nas escolas, durante as aulas de geografia? O professor quando estiver ensinando sobre o solstício, pode explicar para o aluno os efeitos que isso pode ter sobre sua pele. Se o professor perder um minuto nisso, o aluno pode se proteger corretamente por toda a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Qual a melhor maneira de se proteger do Sol? É a mesma lógica de proteção de quando você está dirigindo. Em primeiro lugar, você deve respeitar as regras de trânsito, depois saber adaptar sua maneira de dirigir às condições encontradas pelo caminho. Mesmo assim, é sempre bom usar cinto de segurança. Para proteger a pele, você deve, em primeiro lugar, respeitar os horários onde o Sol está mais forte. Olhe para sua sombra. Quando ela estiver mais curta que sua estatura, isso significa que o Sol está sobre a sua cabeça, muito forte. Respeite essa hora. Em segundo lugar, se adapte às condições do Sol. Se ele estiver muito forte cubra sua pele, proteja-se. Por último em prioridade está o protetor solar, que tem sua importância. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Então, usar protetores solares não é o mais importante? A questão é que você não precisa usar o protetor. A pessoa pode não gostar dele, ele é grudento, brilhante e irrita os olhos. Eu pessoalmente prefiro me vestir quando vou me expor ao Sol. Desde a antiguidade, nos protegemos com roupas &amp;mdash; pense nos beduínos, por exemplo. Desse modo, sobrevivemos e chegamos até aqui como espécie. Só passo protetor quando quero entrar na água. Os protetores são realmente bons para evitar a radiação solar, mas a verdade é que não os usamos do modo correto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O que fazemos de errado? Não sabemos a quantidade certa do produto que deve ser usada. Os testes que permitem às empresas dizerem que um produto tem fator de proteção 30 ou 50 é feito com dois miligramas do produto por cada centímetro quadrado de pele. Quem passa essa quantidade de protetor solar? Eu prefiro usar protetores fortes, sempre acima do fator 30. Não acredito em fatores de proteção mais baixos. No Brasil, que tem Sol muito forte, uso 50, porque tenho pele clara.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nós sabemos onde passar o protetor? Existem partes da pele que são cronicamente expostas ao Sol, como a face e o dorso das mãos, onde costumamos dar mais atenção. Mas a pele é a mesma em todos os lugares, com a mesma chance de desenvolver melanoma. Pesquisas mostram que as mulheres usam 60% do protetor na face, porque não querem rugas. Outros 40% vão na altura dos seios, para não deixar marcas. E só 2% nas pernas, porque querem bronzear a região. E é justamente aí que está aparecendo o maior número de melanomas em mulheres hoje em dia. Isso é ridículo, um exemplo de como as campanhas de proteção solar de hoje em dia não estão funcionando.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os médicos não têm parte da culpa? Com certeza. Existe um artigo da Sociedade Britânica de Cirurgia Plástica e Medicina Estética que mostrou que metade dos médicos do país não sabe responder perguntas sobre protetores solares. Na Argentina, cerca de 45% dos médicos não sabe dizer o que é o fator de proteção do produto. E têm dermatologistas entre eles, que não se importam com isso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Trabalhar com a prevenção do câncer é muito difícil, não dá dinheiro. Quem faz escola de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, faz com a intenção de curar o doente. Um cirurgião vê o tumor, o corta fora e acabou. Na prevenção, você impede que o paciente fique doente. Não é excitante, o resultado pode demorar décadas para aparecer. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/KsLfLKl9vhI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 17:14:00</pubDate><id>56047</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56047</feedburner:origLink></item><item><title>Reposição hormonal também traz efeitos para os homens</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/jspeknGQcuk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os anos se passam, a idade chega e com ela vão embora a força física, a disposição e o desejo sexual. Parece um processo natural, mas não precisa ser assim. Tanto nas mulheres quanto nos homens, isso pode ser provocado pela queda na taxa dos hormônios sexuais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;
Nas mulheres, a queda é brusca. O estrógeno cai 30% aos 50 anos, com flutuações na menopausa. Já a progesterona cai 75% entre 35 e 50 anos com contínuo declínio, e praticamente desaparece após a menopausa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esses hormônios regulam o ciclo menstrual e a fertilidade feminina, mas não só. Eles também têm relação com a libido, com a circulação e com o fortalecimento dos ossos. Por isso, a queda na produção hormonal aumenta as chances do aparecimento de doenças cardiovasculares e da osteoporose nas mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A reposição hormonal foi o tema do Bem Estar nesta quarta-feira (1º), com a participação dos endocrinologistas Alfredo Halpern e João Eduardo Salles.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos homens, a queda é bem menor e mais lenta que nas mulheres. É normal muitos homens passarem a vida sem uma queda expressiva de hormônios. A reposição da testosterona só é indicada quando os níveis caem muito e provocam claramente os sintomas apresentados no quadro acima.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos casos em que é recomendada, a reposição hormonal entre os homens não é só uma questão de qualidade de vida. Há estudos que mostram que a reposição da testosterona reduz a mortalidade, exatamente pelas as funções que o hormônio tem no corpo como um todo.&lt;br /&gt;
A obesidade pode ser um fator relacionado à queda nos níveis de testosterona. Estudos mostram que obesos produzem menor quantidade do hormônio, independentemente da idade. Isso forma um ciclo vicioso, porque, assim como a obesidade diminui a testosterona, a baixa taxa do hormônio também leva à obesidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tanto nos homens quanto nas mulheres, a reposição hormonal não é recomendada para quem tem doenças no fígado, altos níveis de gordura no sangue ou teve algum caso recente de trombose. O câncer de próstata, nos homens, e o de mama, nas mulheres, também são fatores de contraindicação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tireoide&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Nem só de tumores sexuais vive o corpo humano. Na região da garganta, existe uma glândula chamada tireóide, que regula o coração, o cérebro, o fígado e os rins. Nela são produzidos os hormônios T3 e T4, com funções essenciais para o equilíbrio do organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Quando a tireoide não funciona corretamente, pode liberar hormônios de menos &amp;ndash; hipotireoidismo &amp;ndash; ou demais &amp;ndash; hipertiroidismo. No primeiro, o corpo passa a funcionar mais lentamente, e a pessoa se cansa com facilidade; no segundo, acontece o contrário. Esses problemas podem ocorrer em qualquer etapa da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 10% dos adultos têm nódulos na tireoide, mas, desse número, cerca de 90% são benignos. No entanto, um nódulo benigno pode se tornar maligno. Após identificar o nódulo, o endocrinologista solicita uma série de exames para confirmar se existe ou não risco de câncer. O diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de sucesso do tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/jspeknGQcuk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 17:11:00</pubDate><id>56046</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56046</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas encontram vírus ligados ao câncer de próstata</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/HQa8O9k5DsI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os vírus papiloma vírus humano (HPV) e Epstein-Barr (EBV), conhecidos pela associação com tumores humanos, estão presentes na maioria dos cânceres de próstata. Segundo um novo estudo conduzido por pesquisadores australianos, eles podem estar agindo de maneira conjunta para causar e dar progressão ao tumor.  A pesquisa foi liderada pelos professores Noel Whitaker e James Lawson, da Universidade de New South Wales, e foi publicada na revista The Prostate.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;HPV&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O HPV é a doença sexualmente transmissível mais comum, e tem mais de 40 subtipos, alguns dos quais podem causar câncer cervical e verrugas genitais. Normalmente, porém, o HPV não causa sintomas. Pelo menos 50% dos homens e mulheres sexualmente ativos contrairão HPV em algum momento de suas vidas. Geralmente o organismo humano consegue eliminar a infecção sozinho em dois anos, mas certos suptipos do vírus, conhecidos como cepas oncogênicas, podem evoluir para o câncer e precisam ser acompanhados de perto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;VÍRUS EPSTEIN-BARR &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Um dos vírus mais comuns em seres humanos, ele é transmitido pela saliva. Em grande parte dos casos, sua infecção não apresenta sintomas. No entanto, em alguns casos ele causa a mononucleose infecciosa, doença caracterizada por febre, inflamação das gargantas e fadiga, entre outros sintomas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores analisaram mais de 100 amostras de próstatas normais, e com tumores benignos e malignos. O estudo revelou que tanto o papiloma vírus humano (HPV) como o vírus Epstein-Barr (EBV) estavam presentes em mais da metade dos cânceres malignos. O HPV, sozinho, estava presente em cerca de 70% dos tumores de próstata estudados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
 &amp;ldquo;Evidências experimentais recentes e não publicadas de outros pesquisadores sugerem que o HPV e o EBV podem colaborar para promover a sobrevivência e proliferação das células de câncer. Então, nossas descobertas podem ter implicações importantes para o entendimento e prevenção do câncer de próstata&amp;rdquo;, diz Whitaker.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nas amostras de próstata analisadas, foi encontrada também uma variedade de alto risco do vírus, o HPV 18, que está associado a outros cânceres humanos, como o câncer cervical. Essa variedade é combatida pela vacina contra o HPV, mas, muitas vezes, a imunização só é sugerida para as mulheres. &amp;ldquo;Se o HPV 18 também estiver associado com o câncer de próstata, como a nossa pesquisa sugere, vacinar os meninos pode se provar um benefício para eles também&amp;rdquo;, afirma o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/HQa8O9k5DsI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>02/08/2012 00:00:00 17:09:00</pubDate><id>56045</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=56045</feedburner:origLink></item><item><title>Ministério libera 8 milhões de reais para unidades básicas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/50pdLwome_U/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Saúde vai repassar R$ 8 milhões para a melhoria de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para reforma de 47 unidades em 16 municípios brasileiros serão destinados R$ 4,2 milhões. E mais R$ 3,8 milhões serão aplicados ampliação de outras 61 UBS. As medidas constam das portarias 1.640  e 1.641, publicadas ontem (31), no Diário Oficial da União (DOU).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
As Unidades Básicas de Saúde resolvem 80% dos problemas de saúde da população, além de promoverem hábitos saudáveis de vida. &lt;br /&gt;
Como incentivo à qualificação das UBS, o Ministério da Saúde lançou ano passado a estratégia &amp;ldquo;Saúde Mais Perto de Você&amp;rdquo;. O novo modelo previsto na reestruturação da Política Nacional de Atenção Básica prevê o orçamento de R$ 4 bilhões, até 2014. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Unidades Básicas de Saúde (UBS) são locais onde o cidadão pode receber atendimentos básicos e gratuitos em pediatria, ginecologia, clínica geral, &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.portalodontologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;odontologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Nas UBS são oferecidos serviços como consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica. Sempre que procurar uma unidade, o cidadão deve levar um documento de identificação pessoal como a carteira de identidade ou de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/50pdLwome_U" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:03:00</pubDate><id>55948</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55948</feedburner:origLink></item><item><title>Brasil intensifica ações para redução da hanseníase</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/q579wVMHng8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;País fortalece as ações no combate à hanseníase como problema de saúde pública. O Ministério da Saúde lançou o &amp;ldquo;Plano Integrado de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças em Eliminação&amp;rdquo; com foco em 796 municípios prioritários para eliminação da Hanseníase, Tracoma, Geohelmintíases e Esquistossomose (ver quadro). O governo federal disponibilizará, ao todo, R$ 45,7 milhões para essas localidades que são consideradas endêmicas e estão inseridas nos programas do Governo Federal, como o Brasil Sem Miséria, que prevê a redução da pobreza extrema e beneficia 16,2 milhões de brasileiros. Já foram repassados recursos da ordem de R$ 25,9 milhões. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Embora o Brasil registre quedas contínuas de casos novos de hanseníase, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste são consideradas mais endêmicas, com áreas de importante manutenção da transmissão. &amp;ldquo;Estamos obtendo um avanço sustentado no combate à hanseníase.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Queremos ampliar esse esforço para obter a eliminação da doença como problema de saúde pública no país&amp;rdquo;, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. O SUS trabalha ainda para reduzir em 26,9% o coeficiente de detecção de casos novos em menores de 15 anos, aumentar o percentual de cura (90% dos casos novos) e examinar 80% dos contatos intradomiciliares dos casos novos de hanseníase. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No período de dez anos, de 2000 a 2010, a incidência de novos casos de hanseníase caiu 35,1%. O Brasil mantém a queda na incidência da hanseníase no país. Entre 2010 e 2011, o coeficiente de detecção de casos novos caiu 15%. Os dados mostram que, em 2011, houve 33.955 casos novos detectados, um coeficiente de 17,6 casos novos por 100 mil habitantes. É importante ressaltar, que do total de casos novos, 2.420 foram diagnosticados em menores de 15 anos de idade. Em 2010, o coeficiente de detecção geral foi de 18,22 por 100 mil habitantes, correspondendo a 34.894 casos novos da doença no país. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Plano Integrado de Ações Estratégicas de Eliminação da Hanseníase, Filariose, Esquistossomose e Oncocercose como Problema de Saúde Pública, Tracoma como Causa de Cegueira e Controle das Geohelmintíases tem como principal objetivo o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas integradas para a eliminação como problema de saúde pública ou redução das doenças em eliminação. O plano apresenta estratégias relacionadas à detecção precoce e ao tratamento oportuno de casos, definindo as metas e prioridades até 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A coordenadora de Hanseníase e Doenças em Eliminação da SVS, Rosa Castália Ribeiro Soares, ressaltou a importância da publicação para a eliminação dessas doenças. &amp;ldquo;Esse Plano inicialmente dá visibilidade a este grupo de doenças e quando implantado pelos municípios poderá contribuir significativamente para a redução da extrema pobreza no país. O fato de ser um trabalho integrado com os estados e municípios nos auxiliará a potencializar as ações. Esperamos conseguir atingir, ainda, as metas contidas na Resolução 19 da Organização Pan-Americana da Saúde, que dispõe sobre a eliminação dessas doenças na Região da América Latina e Caribe&amp;rdquo;, reforçou a coordenadora. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
HANSENÍASE - É uma doença infecciosa e atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo e varia de dois a cinco anos. É importante que, ao perceber algum sinal, a pessoa com suspeita de hanseníase não se automedique e procure imediatamente um serviço de saúde mais próximo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É preciso observar manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo e áreas da pele que não coçam; mas, que causam a sensação de formigamento e ficam dormentes, com diminuição ou ausência de dor, da sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;TRATAMENTO -&lt;/strong&gt; Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. A doença pode causar incapacidades físicas, evitadas com o diagnóstico precoce e o tratamento imediato, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento, gratuito e eficaz pode durar de seis a doze meses.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Os medicamentos devem ser tomados todos os dias em casa e uma vez por mês no serviço de saúde. Também fazem parte do tratamento exercícios para prevenir as incapacidades físicas, além de orientações da equipe de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/q579wVMHng8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 17:01:00</pubDate><id>55947</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55947</feedburner:origLink></item><item><title>Para se tornar um doador é preciso conversar com familiares</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/qPr25XtatkA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As informações de doador de órgão presente em algumas carteiras de identidade e de habilitação perderam a validade em 2000, quando uma lei alterou o sistema de doação presumida. Hoje, somente a família pode autorizar a retirada de órgãos e tecidos para doações, segundo informações do Portal da Saúde.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para se tornar um doador é preciso conversar com os familiares e deixar claro o desejo de doação. Não é necessário deixar documento por escrito, pois ele não terá valor legal. Na segunda-feira, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen, lançaram no Brasil uma ferramenta que permite ao usuário da rede social se declarar doador de órgãos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na prática, isso não muda em nada a regra de hoje. Por enquanto, só conseguirá adicionar esse status de doador quem já aderiu à "linha do tempo" do site, versão mais nova e completa de perfil de usuário. Mas nas próximas semanas a empresa migrará compulsoriamente o perfil de todos os usuários que ainda não usam o novo formato. Mesmo assim, o ministro defendeu que o Facebook servirá como "mais um instrumento para que se possa deixar claro em vida a parentes e amigos o desejo de ajudar". &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/qPr25XtatkA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>01/08/2012 00:00:00 16:59:00</pubDate><id>55946</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55946</feedburner:origLink></item><item><title>Usuário brasileiro do Facebook vai poder declarar ser doador de órgãos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/yBeOrsooG7k/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A partir desta segunda-feira, os usuários do Facebook no Brasil vão poder declarar em seu perfil a intenção de ser doadores de órgãos. A iniciativa é fruto de uma parceria da rede social com o Ministério da Saúde, com a intenção de aumentar o número de doadores no país. A opção não deve substituir o caminho formal para a doação de órgãos, cuja decisão ainda fica a cargo da família. &amp;ldquo;A nova funcionalidade vai permitir que milhões de usuários possam, de maneira simples, declarar sua vontade de doar órgãos. Ela vai tornar a intenção mais clara para família e amigos&amp;rdquo;, diz Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook na América Latina.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para declarar sua intenção, o usuário deve entrar em seu perfil na rede social e escolher atualizar seu status. Ali, ele deve clicar em evento cotidiano e na opção saúde e bem estar. Finalmente, ele vai escolher se declarar um doador de órgãos para todos os seus contatos na rede social. &amp;ldquo;O usuário também poderá escolher quem vai ver essa informação, dentro da opção critérios de privacidade&amp;rdquo;, diz Alexandre Hohagen.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Alexandre Padilha, ministro da Saúde, além de ajudar os doadores atuais a declarar sua intenção, a campanha deve incentivar a prática e trazer novos voluntários. &amp;ldquo;Vamos criar um burburinho sobre isso, dialogando com o público jovem. A intenção é criar uma onda de solidariedade&amp;rdquo;, diz. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Balanço - No começo deste ano, o Brasil atingiu um recorde no número de doadores de órgãos. &amp;ldquo;No começo da década, tínhamos cinco doadores por milhão. Agora somos 13,6 por milhão&amp;rdquo;, diz Alexandre Padilha. Esse número superou as expectativas do Ministério, que esperava atingir a marca só no final de 2013. Além disso, o número de transplantes subiu 37% entre os primeiros quatro meses deste ano e o mesmo período do ano passado. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Agora, sua intenção é usar  o poder das redes sócias para aumentar ainda mais esse número. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/yBeOrsooG7k" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:34:00</pubDate><id>55892</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55892</feedburner:origLink></item><item><title>Uma bomba relógio prestes a explodir</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/Giqix-gjaBw/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Desde o ano passado, o dia 28 de julho é reconhecido como Dia Mundial do Combate à Hepatite. Instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ele tem por objetivo alertar a população sobre os perigos cada vez mais visíveis da doença, que atinge mais de 500 milhões de pessoas no mundo, e mata 1 milhão por ano. No Brasil, são 1,5 milhão de infectados pela hepatite C, o tipo mais grave da doença. No entanto, o desconhecimento é tanto que somente  82.000 desses pacientes procuraram tratamento médico até agora.&lt;br /&gt;
A hepatite C é provocada por um vírus que instala-se no fígado e pode demorar décadas para provocar qualquer tipo de sintoma. Mas, quando a hepatite se manifesta, pode ser na forma de cirrose ou câncer no fígado, potencialmente mortais. &amp;ldquo;Ela é uma doença traiçoeira e silenciosa. Até se manifestar, os pacientes não sabem que ela existe", diz a médica Maria Lúcia Ferraz, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desde a década de 90, esforços de prevenção têm diminuído o número de novos casos. A preocupação agora é com o grande número de pacientes que se infectaram nas décadas de 70 e 80, vão começar a manifestar os problemas nos próximos anos e necessitarão de tratamento médico. É uma bomba relógio, prestes a atingir o sistema de saúde brasileiro e mundial &amp;ndash; nos EUA, a hepatite já mata mais do que a aids. &amp;ldquo;Isso acende um alerta. A partir de 2020, vamos ter de lidar com as formas mais graves da doença&amp;rdquo;, afirma Maria Lúcia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao contrário da aids, a hepatite tem cura. Na última quarta-feira, o SUS colocou à disposição dos pacientes dois novos remédios, o Telaprevir e o Boceprevir. Com o novo tratamento, os médicos conseguem remover o vírus em 90% dos casos. Novas pesquisas devem aumentar as chances de cura para perto de 100% nos próximos quatro anos (veja algumas dessas pesquisas abaixo). Por isso, os pesquisadores dizem ser tão necessário que se informe a população e se diagnostique a doença antes que provoque danos irreparáveis nos fígados dos pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quem deve fazer o teste para detecção da Hepatite C:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas que receberam transfusão de sangue ou de qualquer derivado de sangue antes de 1993;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas que receberam transplante de órgãos ou tecidos, além de doadores de esperma, óvulos e medula óssea&lt;br /&gt;
 &amp;bull; Doentes renais em hemodiálise&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas que usam, ou usaram alguma vez, drogas injetáveis ou cocaína inalada&lt;br /&gt;
&amp;bull; Indivíduos que usaram medicamentos intravenosos por meio de seringa de vidro nas décadas de 1970 e 1980&lt;br /&gt;
&amp;bull; Portadores do vírus HIV&lt;br /&gt;
&amp;bull; Filhos de mães contaminadas com a hepatite C&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas que tenham feito tatuagens ou piercings em locais não vistoriados pela vigilância sanitária;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas com parceiros sexuais de longo tempo infectados com hepatite C&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas com múltiplos parceiros sexuais ou com histórico de doenças sexualmente transmissíveis&lt;br /&gt;
&amp;bull; Pessoas com necessidade de diagnóstico diferencial de agressão ao fígado&lt;br /&gt;
&amp;bull; Profissionais da área da saúde, após acidente biológico ou exposição percutânea ou das mucosas a sangue contaminado&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desconhecimento - A hepatite pode ser causada por cinco tipos de vírus: A, B, C, D, e E. No Brasil, no entanto quase só há registros dos tipos A, B e C. Destes, o mais grave é o terceiro, responsável por 70% dos casos de hepatite crônica, que danifica o fígado no longo prazo. Pelo menos 40% dos casos de cirrose e 60% dos cânceres primários de fígado são causados pelo vírus da hepatite C. Ele é transmitido principalmente pelo sangue contaminado, mas também existem casos de transmissão pela via sexual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Até a década de 80 pouco se conhecia sobre a doença, e não existiam meios de evitar que uma transfusão de sangue propagasse o vírus. Por isso, todos que receberam transfusão antes de 1993 devem fazer o teste para saber se estão infectados. (Veja no box quem mais deve fazer o exame) &amp;ldquo;A maior parte dos doentes foi contaminada por transfusões de sangue dessa época.  Hoje temos um grande avanço na prevenção da doença, e as transfusões não oferecem risco. A maior parte dos novos casos é registrada em usuários de drogas injetáveis&amp;rdquo;, diz Artur Timerman, médico infectologista do Hospital Albert Einstein.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O grande obstáculo para que a maior parte dos casos seja diagnosticada é o desconhecimento da população. Durante muito tempo, a doença recebeu pouca destaque, inclusive em campanhas governamentais. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Hepatologia mostrou que 29% dos brasileiros não conheciam a Hepatite C. Além disso, somente 51% das pessoas sabiam dizer o que era a doença, e só 5% a citam como uma doença de maior gravidade. Por isso os médicos são unânimes em defender estratégias de conscientização da população &amp;ndash; entre elas o Dia Mundial do Combate à Hepatite. Eles dizem que só existe um modo de desarmar essa bomba relógio: o conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/Giqix-gjaBw" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:31:00</pubDate><id>55891</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55891</feedburner:origLink></item><item><title>Mulheres flexibilizam licença maternidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/y9AKZdNldIA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; Com gêmeos recém-nascidos e mamadas de três em três horas, o cálculo era exato: Cláudia Zapparolli tinha 40 minutos de pausa entre uma amamentação e outra. Era esse tempinho que a executiva da Samsung aproveitava para ler os e-mails corporativos e receber telefonemas profissionais. &amp;ldquo;Montei uma estrutura antes do parto e, nos meses fora do escritório, fiquei disponível para a empresa, mas até certo ponto&amp;rdquo;, diz ela. A maratona começou no segundo mês de vida dos meninos - hoje eles têm 1 ano e 2 meses - e durou até o fim da licença-maternidade, emendada com um mês de férias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A história de Cláudia é um exemplo da realidade de muitas executivas ante à maternidade. Ocupantes de cargos estratégicos, essas mulheres acabam não se ausentando do trabalho, mesmo que não estejam fisicamente no escritório. Isso se tornou mais fácil com as tecnologias, as conferências telefônicas e as reuniões por Skype.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A legislação brasileira estabelece o afastamento mínimo e remunerado de 16 semanas, tempo considerado pequeno por muitas mães, mas exagerado por boa parte das empresas. Esse período, contudo, não é aleatório. Os seis meses são defendidos pelos pediatras porque correspondem ao tempo do aleitamento materno exclusivo, importante para evitar alergias e doenças como pneumonia. &amp;ldquo;Pode não parecer, mas a legislação brasileira é muito rígida. E isso, ao mesmo tempo em que protege a mulher, pode também atrapalhar. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Especialmente para cargos de alto escalão&amp;rdquo;, diz o consultor Jeffrey Abrahams, que trabalha no recrutamento de executivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É por essa razão, explica ele, que, apesar de o tabu de contratar mulheres ter sido vencido, grande parte das empresas ainda resiste à ideia de recrutar gestantes. Mas há exceções. No sexto mês de gravidez, a americana Marissa Mayer, de 37 anos, uma das executivas mais bem pagas do mundo, deixou o Google, onde atuava havia 13 anos, para assumir o cargo de presidente executiva do Yahoo! - por um contrato de US$ 1 milhão por ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O caso virou notícia em todo o mundo, principalmente pelo compromisso de Marissa de retornar ao trabalho apenas duas semanas após o parto. &amp;ldquo;Mas se ela for amamentar, por exemplo, é impossível ficar fora com 15 dias de vida do filho. Vai mandar o leite por e-mail?&amp;rdquo;, questiona Cláudia. &amp;ldquo;Não há milagre, mas também não deve haver extremismo. A gente entende a organização, mas a empresa precisa ser compreensiva.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É esse ceder recíproco que defende Renata Fabrini, sócia de uma empresa de recrutamento de altos executivos, a Fesa. &amp;ldquo;Eu percebo as lideranças mais flexíveis e abertas mas, é óbvio, esperando uma contrapartida da mulher. Não dá para ter ingenuidade nesse sentido&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ela conta que recentemente indicou uma grávida a um cliente e o processo só não progrediu porque a candidata desistiu da vaga. &amp;ldquo;Se houver comprometimento mútuo, não vejo por que isso não acontecer&amp;rdquo;, defende. E alfineta: &amp;ldquo;Quinze dias após o parto, se há uma infraestrutura adequada, a mulher vai ao shopping e ao cinema com o marido. Por que não poderia ir a uma reunião? É preconceito, até&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dilce Madureira concorda. Gerente de vendas da Promega, empresa americana de &lt;a href="http://www.portalbiologia.com.br"&gt;&lt;strong&gt;biologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; molecular, ela não foi ao escritório durante a licença-maternidade, mas, a partir do segundo mês, participou de tudo. &amp;ldquo;Eu ligava, me envolvia nas decisões. Até poderia ter ficado de fora, mas sabia que tinha metas a cumprir e tinha em mente que minha participação influenciaria nisso&amp;rdquo;. Ela é mãe de uma garota de 8 anos e de gêmeos de 4.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Executiva de uma empresa de agronegócio alemã, Andrea Veríssimo discorda totalmente dessa decisão. Quando seu filho nasceu, em 2005, emendou licença-maternidade e férias. &amp;ldquo;Desliguei-me completamente e nada saiu do eixo na minha ausência&amp;rdquo;. Para ela, há diferenças culturais. &amp;ldquo;Organizações americanas cumprem os quatro meses obrigatórios. Já a maioria das alemãs aderiu aos seis meses&amp;rdquo;. As informações são do Jornal da Tarde.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/y9AKZdNldIA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:29:00</pubDate><id>55890</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55890</feedburner:origLink></item><item><title>Apneia do sono leva à pressão alta e a outros problemas circulatórios</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/5YZYkITc0Ok/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A apneia do sono é uma doença que ataca durante a noite, e a pessoa muitas vezes nem sabe que tem, mas o corpo vai sofrendo aos poucos, e o sistema circulatório pode ficar comprometido. Apesar dessas características, a apneia não pode ser considerada uma doença silenciosa, já que o seu principal sintoma é o ronco &amp;ndash; repetido e bem alto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Apneia, literalmente, é a ausência de respiração. Se ocorre quando o indivíduo dorme, é chamada de apneia obstrutiva do sono, pois a passagem do ar é dificultada. A falta de oxigênio leva a pessoa a acordar várias vezes durante a noite, muitas vezes sem perceber.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em determinados momentos, o paciente literalmente para de respirar. As asfixias duram pelo menos 10 segundos, mas podem ser bem mais longas. Quando o cérebro percebe a falta de oxigênio, o corpo libera adrenalina e a pessoa acorda para respirar. Nesse processo, a pressão arterial sobe e o coração dispara.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse é o grande risco oferecido pela doença. A pessoa fica com arritmia cardíaca, que é quando o coração se acelera muitas vezes, e então ele corre maior risco de falhar. Além disso, a constante falta de oxigenação faz aumentar a pressão sanguínea, e com isso crescem os riscos de infartos e de acidentes vasculares cerebrais (AVCs).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ronco é o principal sinal da apneia, mas nem todo mundo que ronca tem a doença. Outros sinais são cansaço e sonolência durante o dia, falta de energia, baixa concentração, perda de memória, pressão alta, dores de cabeça matinais, irritação e até impotência sexual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O principal fator de risco é a obesidade, mas é cada vez mais comum encontrar o problema em quem não é obeso. Mulheres depois da menopausa e crianças com amídala ou adenóide aumentada também podem sofrer apneia. Além disso, pessoas com alguma alteração de mandíbula, como queixo para trás, têm mais propensão a ter a doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tratamento&lt;br /&gt;
Para detectar a apneia, existe um exame chamado polissonografia. Ele mede quantas vezes por hora a pessoa deixa de respirar durante o sono. Quando isso acontece mais de 30 vezes por hora, o caso é considerado grave.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para melhorar a respiração durante o sono e evitar a apneia existe um aparelho chamado CPAP &amp;ndash; é a sigla em inglês para pressão positiva contínua do ar. O paciente tem que dormir com uma máscara que puxa o ar de fora e o lança para dentro das vias respiratórias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com isso, a pressão do ar abre o caminho obstruído, leva oxigênio até os pulmões e evita o ronco porque a pessoa não precisa mais abrir a boca para respirar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O aparelho é regulado com uma pressão diferente para cada paciente. Isso é importante, porque se a pressão for forte demais, pode provocar irritação nas vias respiratórias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O exame de polissonografia é oferecido gratuitamente pela rede pública em alguns lugares, mas o tratamento com CPAP não. O aparelho custa por volta de R$ 1 mil.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/5YZYkITc0Ok" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:26:00</pubDate><id>55889</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55889</feedburner:origLink></item><item><title>Gravidez tardia pode reduzir risco de câncer no endométrio, aponta estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/sD2QJPlzEnY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Apesar de não recomendada pela maioria dos médicos, a gravidez tardia pode ter um benefício: reduzir o risco de câncer de endométrio, camada que reveste o útero.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É o que aponta uma análise de 17 estudos feita pela Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, e publicada na revista "American Journal of Epidemiology".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisadora Veronica Setiawan e sua equipe observaram 8.671 pacientes com câncer de endométrio e 16.562 mulheres saudáveis.&lt;br /&gt;
Os autores chegaram à conclusão de que as mães que tiveram o último filho após os 40 anos de idade apresentavam 44% menos chance de desenvolver esse tipo de tumor, em comparação com mulheres que deram à luz antes dos 25 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os benefícios foram vistos mesmo depois de décadas. Aos 70 anos, as mães mais velhas ainda tinham 33% menos risco da doença.&lt;br /&gt;
As razões para isso ainda não estão claras. Entre as possíveis explicações, está a hipótese de que quem engravida depois teria um endométrio mais intacto e saudável ou de que a gestação tardia seria capaz de diminuir o número de células pré-cancerosas na região.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Veronica diz que, quando esse mecanismo for descoberto, os cientistas poderão criar meios para prevenir esse tipo de câncer.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/sD2QJPlzEnY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>31/07/2012 00:00:00 19:24:00</pubDate><id>55888</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55888</feedburner:origLink></item><item><title>Ministério da Saúde vai ampliar serviços de radioterapia no país</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/_6_jPITY1NA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Saúde decidiu ampliar os serviços de radioterapia oferecidos a pacientes com câncer no país. A medida deve atingir 80 hospitais em 58 cidades de 20 estados brasileiros até o início de 2013.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desse total, 48 unidades vão começar a oferecer o atendimento e 32 vão incrementar o que já existe. Veja a lista das unidades beneficiadas a partir da página 92 deste documento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A meta do governo é aumentar em 32% o total de atendimentos por ano no Sistema Único de Saúde (SUS), o que deve passar de 149 mil para 197 mil. O investimento será de R$ 505 milhões: R$ 325 milhões em infraestrutura e R$ 175 milhões para a compra de 80 equipamentos de alta &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &amp;ndash; chamados aceleradores lineares &amp;ndash; e outros acessórios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com isso, a população passará a contar com 328 equipamentos em todo o Brasil, o que deve cobrir 196.800 casos por ano, ou seja, 600 por aparelho. O ministério estima que a ampliação desse parque também deve reduzir em 59% o deficit dos serviços de radioterapia no país.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a assistência aos pacientes com câncer é uma das prioridades do governo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma audiência pública sobre a aquisição de novos equipamentos de radioterapia foi convocada pelo ministério para o dia 10 de agosto, em Brasília. Nessa data, os fornecedores vão conhecer o edital para a contratação da empresa que ficará encarregada das duas fases dessa implantação. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (26).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após a audiência, o ministério deverá publicar em até 15 dias úteis o edital definitivo, que dará início à apresentação das propostas e a outros trâmites.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/_6_jPITY1NA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 18:32:00</pubDate><id>55764</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55764</feedburner:origLink></item><item><title>Seis em dez pacientes com problema no fígado têm hepatite, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/qSJ8fzBcUbs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um levantamento feito pelo Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo mostra que as hepatites atingem seis em cada dez pacientes com problemas no fígado atendidos no local.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A doença também é responsável por casos de cirrose hepática e por quase metade dos transplantes desse órgão realizados na instituição. Cerca de 40% das cirurgias ocorrem em pessoas contaminadas pelo vírus C, contra 8% de quem tem o tipo B.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Além disso, o risco de esses indivíduos desenvolverem câncer de fígado aumenta consideravelmente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Dia Mundial de Luta contra as Hepatite Virais é lembrado neste sábado (28), razão pela qual o Ministério da Saúde está promovendo uma campanha nacional para detecção precoce da doença, principalmente dos tipos B e C, considerados os mais perigosos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A ação inclui um concurso para manicures e tatuadores, que lidam no dia a dia com objetos cortantes que, se contaminados, podem transmitir o vírus de pessoa para pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ministério destacou que pretende aumentar o índice de diagnóstico das hepatites por meio da realização de novos testes rápidos. Este ano, já foram feitos 400 mil, mas há um total de 2,8 milhões de unidades já adquiridas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 33 mil casos dos três tipos de hepatites são notificados por ano no país. Atualmente, há 1,5 milhão de brasileiros com hepatite C. Médicos estimam que o contato com esse tipo de vírus é cerca de cem vezes maior que o risco de se expor ao HIV, que causa a Aids, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A hepatite C é uma doença crônica, de evolução lenta e silenciosa, que pode levar à cirrose e ao câncer de fígado. O período de incubação do vírus pode levar de 10 a 30 anos. Os danos causados pela inflamação nas células do órgão são irreversíveis e comprometem suas funções vitais, como a produção de proteínas do sangue e a refinação de alimentos absorvidos pelo intestino.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maior parte dos casos de hepatites B e C ocorre por contaminação do sangue em transfusões feitas antes de 1993, mas o contágio acontece ainda por meio de objetos infectados com sangue, como instrumentos de dentistas, manicures e tatuadores, que incluem a colocação de piercings.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda não há vacina contra a hepatite C. Na quarta-feira (25), o SUS anunciou que vai oferecer dois novos medicamentos &amp;ndash; Boceprevir e Telaprevir &amp;ndash; contra esse tipo da doença até o fim do ano. A medida deve elevar a eficácia do tratamento de 40% para 80% e beneficiar 5.500 pacientes em todo o Brasil, segundo o ministério.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso da hepatite B, a vacina está disponível gratuitamente na rede pública para pessoas entre 14 e 29 anos. Além disso, medicamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) podem curar a doença, principalmente se ela for diagnosticada no início.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dicas para evitar hepatites:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
- Use camisinha nas relações sexuais, responsáveis por 70% das transmissões de hepatite B&lt;br /&gt;
- Não compartilhe objetos cortantes, como alicates, seringas e lâminas de barbear&lt;br /&gt;
- Certifique-se de que piercings e tatuagens sejam feitos com objetos esterilizados&lt;br /&gt;
- Fique atento à higiene de alimentos e utensílios de cozinha, para evitar a contaminação por hepatite A&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/qSJ8fzBcUbs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 18:30:00</pubDate><id>55763</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55763</feedburner:origLink></item><item><title>Pesquisadores vão criar centros de prevenção de transtornos mentais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/-juZbK_IY0Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores de saúde mental da Unifesp e da USP se reuniram-se para criar um modelo de um centro de prevenção de transtornos mentais voltado aos jovens. A informação é do professor de Psiquiatria Jair de Jesus Mari, da Unifesp, que apresentou ontem o projeto na 64&amp;ordf; Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em São Luís.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O objetivo do programa é instalar, a princípio, três desses centros. Um na Vila Maria, que seria administrado pela Unifesp e atenderia uma comunidade de 300 mil pessoas; um no Butantã, liderado pela USP, para 400 mil pessoas; e outro em Ribeirão Preto, gerenciado pela USP de lá, para quase 200 mil pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para os especialistas, os transtornos mentais são negligenciados pela saúde pública, apesar de serem responsáveis por parcelas consideráveis de incapacitação da população. Como metade dessas doenças têm início na adolescência e levando em conta que os pacientes demoram para buscar ajuda médica, os pesquisadores defendem uma ferramenta de prevenção mais eficaz para essa faixa etária.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Ainda temos a impressão que o jovem é muito saudável", disse Mari, em sua apresentação. Segundo estudo na revista The Lancet, entre os eventos incapacitantes que atingem os jovens de 10 a 24 anos com mais frequência estão a depressão, a esquizofrenia e o transtorno bipolar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre as atividades previstas estão o incentivo aos esportes e às artes, o combate às drogas e intervenções contra o bullying. O projeto aguarda aprovação da Fapesp. Os pesquisadores solicitam R$ 4 milhões por ano. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/-juZbK_IY0Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 18:29:00</pubDate><id>55762</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55762</feedburner:origLink></item><item><title>Programas de prevenção e tratamento da aids devem focar nas mulheres, advertem especialistas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/sYbqujF1Y-g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Na 19&amp;ordf; Conferência Internacional sobre Aids, em Washington, nos Estados Unidos, especialistas alertaram que as mulheres estão mais vulneráveis à doença. Segundo eles, é necessário ampliar a rede de programas para além das grávidas e lactantes. Só em 2011, 1,2 milhão de mulheres, incluindo adolescentes e jovens, foram infectadas, a maioria nos países em desenvolvimento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A infeção pelo vírus HIV é a principal causa de mortalidade entre as mulheres em idade fértil, dizem os especialistas. De acordo com os dados apresentados na conferência, os casos de infecção entre as mulheres jovens, de 15 a 24 anos, são duas vezes maiores aos dos homens da mesma faixa etária. Pelo menos 63% das mulheres jovens contaminadas vivem com o vírus. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Não podemos sequer começar a falar em pôr fim à aids enquanto uma parte tão importante do impacto da epidemia continuar a afetar tão fortemente as mulheres", disse a professora de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da Universidade da Califórnia, em São Francisco, e copresidente da conferência de Washington, Diane Havlir. A conferência reúne cerca de 20 mil delegados de 190 países. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a professora de &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, é necessário adotar novas abordagens de prevenção utilizando antirretrovirais e microbicidas (substâncias aplicadas no órgão genital que diminuem infecções por doenças sexualmente transmissíveis, como em forma de creme e gel, por exemplo). Diane Havlir lembrou que o hábito de sexo sem preservativo ainda é frequente. Segundo ela, em vários países, a cultura da relação sexual sem proteção é a comum, assim como os abusos sexuais.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/sYbqujF1Y-g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>27/07/2012 00:00:00 18:26:00</pubDate><id>55761</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55761</feedburner:origLink></item><item><title>Leite materno é a causa de mais da metade das infecções pediátricas por HIV</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/PGBInk8wuSg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O leite materno é a principal fonte de &lt;a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;nutrição&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e proteção imunológica do recém-nascido, capaz de prevenir 15 milhões de óbitos em uma única década. No entanto, a transmissão do HIV pela amamentação também é responsável por mais da metade do volume de novas infecções pediátricas. A duplicidade na ação do leite materno de gestantes portadoras do vírus desafia a comunidade médica mundial a buscar novas estratégias para o uso mais efetivo da medicação antirretroviral. A preocupação de impedir completamente a transmissão do vírus ao bebê é um dos principais temas discutidos na 19&amp;ordf; Conferência Internacional de Aids 2012, que começa hoje, em Washington DC, nos Estados Unidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A transmissão vertical &amp;mdash;&lt;/strong&gt; situação em que a criança é infectada pelo vírus durante a gestação, o parto ou por meio da amamentação &amp;mdash; também foi o tema de destaque da última edição da revista especializada Science Translational Medicine. Philippe Van de Perre e sua equipe mostraram que a existência de reservatórios de HIV no leite materno pode ajudar a entender os fatores que influenciam a transmissão do vírus da mãe para o feto (veja infografia). Segundo o pesquisador da universidade francesa de Montpellier, mulheres com respostas bem-sucedidas à terapia antirretroviral e taxas indetectáveis de HIV no plasma sanguíneo e no leite materno não podem ser consideradas livres do HIV replicante, que transmite o vírus ao bebê.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ainda que a terapia resulte em uma grande queda na presença do HIV, células que carregam secretamente o vírus podem ser detectadas em todas as mulheres infectadas, até mesmo aquelas tratadas com a medicação adequada. &amp;ldquo;Essas células podem ser as responsáveis por uma transmissão viral residual de mãe para filho&amp;rdquo;, afirma o artigo. Dessa forma, a equipe sugere que novas abordagens de terapia profilática são necessárias para prevenir a transmissão de HIV a crianças durante a amamentação. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/PGBInk8wuSg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 14:04:00</pubDate><id>55697</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55697</feedburner:origLink></item><item><title>Um em cada quatro idosos não recebe diagnóstico de doenças cardíacas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/C7z-xUF59XY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cerca de um em cada quatro idosos tem problemas card&amp;iacute;acos n&amp;atilde;o diagnosticados, apontou um levantamento feito pela Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brit&amp;acirc;nica do Cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o (BHF, sigla em ingl&amp;ecirc;s). De acordo com os pesquisadores, essas pessoas est&amp;atilde;o sendo privadas de receber tratamentos simples que poderiam melhorar a qualidade e ampliar a expectativa. Essas conclus&amp;otilde;es foram divulgadas nesta quarta-feira no peri&amp;oacute;dico Heart, uma publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do British Medical Journal (BMJ). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nesse estudo, uma equipe de especialistas da Universidade de Newcastle, na Austr&amp;aacute;lia, visitou a casa de 376 idosos com idades entre 87 e 89 anos para aplicar testes de rotina neles. Para isso, eles usaram instrumentos port&amp;aacute;teis que realizam exames como ecocardiograma, exame que avalia a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o card&amp;iacute;aca por meio de ultrassom. Os resultados indicaram que o principal problema card&amp;iacute;aco n&amp;atilde;o diagnosticado apresentado por esses participantes foi a insufici&amp;ecirc;ncia card&amp;iacute;aca &amp;mdash; comprometimento que pode ser facilmente tratado com medicamentos espec&amp;iacute;ficos, de acordo com os pesquisadores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Observamos que h&amp;aacute; muito mais idosos com problemas card&amp;iacute;acos do que se supunha anteriormente, e que e muitos, embora apresentem sintomas que limitam suas atividades di&amp;aacute;rias, como falta de ar, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o diagnosticados com suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, diz Shannon Amoils, pesquisadora da BHF. &amp;ldquo;Nossa pesquisa sugere que oferecer exames de rotina a pessoas com mais de 85 anos que sentem falta de ar pode ser uma maneira pr&amp;aacute;tica de diagnosticar problemas card&amp;iacute;acos mais s&amp;eacute;rios. Como idosos apresentam doen&amp;ccedil;as do cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com frequ&amp;ecirc;ncia, estabelecer uma rotina de exames de sa&amp;uacute;de &amp;eacute; uma maneira de melhorar a qualidade de vida deles e retardar o avan&amp;ccedil;o das enfermidades&amp;rdquo;, diz o coordenador do estudo, Bernard Keavney. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/C7z-xUF59XY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 14:02:00</pubDate><id>55696</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55696</feedburner:origLink></item><item><title>Mães de primeira viagem buscam apoio online</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/ISdsKRdpjBs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Embora o nosso mundo mude quando nos tornamos pais, uma coisa fundamental não muda: os genitores precisam da ajuda de toda a aldeia. Consequentemente, muitas mães de primeira viagem procuram apoio e conselhos nos blogs e no Facebook, mostram alguns estudos recentes feitos nos EUA.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Cerca de 44% das mães novatas passam mais tempo no Facebook nos primeiros nove meses após o nascimento do filho do que antes, diz pesquisa publicada na revista Family Relations. Quase todas as entrevistadas postaram fotos e 63% delas disseram que aumentaram o compartilhamento de fotos após o nascimento. E 73% dos pais novatos que participaram do estudo disseram que postaram mais fotos após o nascimento de um filho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Eles acham que com isso recebem um retorno positivo sobre o seu papel de pais&amp;rdquo;, afirmou Sarah Schoppe-Sullivan, professora adjunta de desenvolvimento humano e ciência da família na Ohio State University, que contribuiu para o estudo. &amp;ldquo;Trata-se de pais novatos e eles precisam dessa aprovação&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores da universidade entrevistaram 150 casais do Centro-Oeste americano e concluíram que 58% das mães visitavam suas contas pelo menos uma vez por dia, em comparação com 44% dos pais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O autor do estudo, Mitchell Bartholomew, afirmou que &amp;ldquo;essas mães provavelmente se ausentam do trabalho, e talvez até estejam longe de casa, por isso esta rede que elas criaram no Facebook pode ser muito importante para ajudá-las a enfrentar a nova situação&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As mães novatas que leem e escrevem blogs talvez se sintam menos solitárias que as que não participam da comunidade dos blogueiros, opina outro grupo de pesquisadores em estudos sobre a família. &amp;ldquo;Parece que o blog ajuda essas mulheres quando ingressam na maternidade porque faz com que se sintam mais relacionadas a uma família mais ampla e aos amigos, e portanto se sintam mais amparadas&amp;rdquo;, afirmou Brandon T. McDaniel, da Penn State University. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/ISdsKRdpjBs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>25/07/2012 00:00:00 13:59:00</pubDate><id>55695</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55695</feedburner:origLink></item><item><title>Gripe suína mata mais doentes crônicos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/AdFXhDzCYHE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Estado de Santa Catarina registrou neste ano 685 casos de gripe su&amp;iacute;na e 62 mortes - n&amp;uacute;mero que equivale a 42% do registrado durante a pandemia da doen&amp;ccedil;a, em 2009, quando 144 pessoas morreram. Uma das causas para o n&amp;uacute;mero de casos e mortes &amp;eacute; a dificuldade de imunizar um dos grupos mais vulner&amp;aacute;veis ao v&amp;iacute;rus: pacientes com doen&amp;ccedil;as cr&amp;ocirc;nicas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo F&amp;aacute;bio Gaudenzi, diretor de Vigil&amp;acirc;ncia Epidemiol&amp;oacute;gica (Dive), as primeiras 28 mortes do ano est&amp;atilde;o sendo estudados, em parceria com o Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de, para avaliar as causas do crescimento do registro da doen&amp;ccedil;a em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano passado. Dados preliminares indicam que 85% dos mortos tinham doen&amp;ccedil;a cr&amp;ocirc;nica. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;O grupo &amp;eacute; formado, em sua maioria, por adultos com doen&amp;ccedil;as do cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pulm&amp;atilde;o ou obesos. &amp;Eacute; um grupo priorit&amp;aacute;rio para a vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas sempre obtivemos baixa ades&amp;atilde;o dessas pessoas, o que as torna ainda mais vulner&amp;aacute;veis&amp;quot;, diz o diretor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Estado colocou a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 1,3 milh&amp;atilde;o de doses da vacina contra a influenza. Quase todas foram utilizadas, mas em especial nos grupos mais tradicionais, como gestantes, idosos e crian&amp;ccedil;as menores de 2 anos de idade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Outro fator que teria levado ao aumento da ocorr&amp;ecirc;ncia da gripe su&amp;iacute;na seria o relaxamento da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos profissionais de sa&amp;uacute;de com os cuidados b&amp;aacute;sicos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;As pessoas voltaram a pensar que gripe &amp;eacute; apenas uma gripe e que basta ficar em casa e tomar um ch&amp;aacute; para ficarem curadas&amp;quot;, explicou Gaudenzi. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dessa forma, os doentes voltaram a demorar a procurar ajuda especializada. Segundo o diretor, at&amp;eacute; mesmo os m&amp;eacute;dicos baixaram a guarda e deixaram de lado o tratamento medicamentoso recomendado, com o uso do Oseltamivir, al&amp;eacute;m de outros cuidados, como o raio X do t&amp;oacute;rax. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Em 2009 as pessoas ficaram alertas, mas agora os cuidados est&amp;atilde;o caindo em desuso. Sequer vemos mais &amp;aacute;lcool gel nos restaurantes e locais p&amp;uacute;blicos&amp;quot;, afirma Gaudenzi. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/AdFXhDzCYHE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 17:27:00</pubDate><id>55602</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55602</feedburner:origLink></item><item><title>Número de mortes por aids cai 24 por cento no mundo entre 2005 e 2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/FrjRzeDb6L8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O n&amp;uacute;mero de mortes causadas pela aids caiu 24% de 2005 a 2011 no mundo. De acordo com o relat&amp;oacute;rio &amp;ldquo;Together We Will End Aids&amp;rdquo; (Juntos vamos acabar com a aids, em tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o livre), divulgado nesta quarta-feira pela Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas (ONU), enquanto 2,2 milh&amp;otilde;es pessoas morreram por causa da doen&amp;ccedil;a em 2005, per&amp;iacute;odo considerado &amp;aacute;pice em mortalidade, 1,7 milh&amp;otilde;es morreram em 2011. O documento aponta ainda que, nos &amp;uacute;ltimos dez anos, houve uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 11,1% nas mortes por aids no Brasil.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, segundo a ONU, 2,5 milh&amp;otilde;es de pessoas foram infectadas com o v&amp;iacute;rus HIV, o que representa uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20% desde 2001. Cerca de 330.000 crian&amp;ccedil;as contra&amp;iacute;ram o HIV em 2011, uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 24% em dois anos &amp;ndash; de 2009 a 2011. Ainda em 2011, mais de 8 milh&amp;otilde;es de pessoas conseguiram ter acesso a terapia com antirretrovirais, o n&amp;uacute;mero, que &amp;eacute; recorde, representa um aumento de 20% em apenas um ano. A quantidade de pacientes que recebem as drogas representa 54% das 14,8 milh&amp;otilde;es de pessoas que, estima-se, podem receber o tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o levantamento, os jovens at&amp;eacute; 24 anos respondem por 40% de total de pessoas acima de 15 anos infectadas por HIV. Entre as mulheres de 15 a 24 anos, os casos de infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o duas vezes mais elevados quando comparadas aos homens. De acordo com o relat&amp;oacute;rio, mais de 34,2 milh&amp;otilde;es de pessoas conviviam com o HIV em 2011 &amp;ndash; n&amp;uacute;mero mais elevado j&amp;aacute; registrado pela entidade, poss&amp;iacute;vel apenas pela efic&amp;aacute;cia da terapia antirretroviral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Investimentos &amp;ndash; De acordo com a ONU, os investimentos globais no combate ao HIV totalizaram 16,8 bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em 2011, um aumento de 11% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2010. Juntos, pa&amp;iacute;ses de baixa e m&amp;eacute;dia renda fizeram um investimento de 8,6 bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares apenas em 2011 &amp;ndash; um aumento de mais de 15% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O financiamento internacional, no entanto, permanece est&amp;aacute;vel desde 2008. Essa assist&amp;ecirc;ncia internacional foi respons&amp;aacute;vel por enviar 8,2 bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares para pa&amp;iacute;ses de baixa e m&amp;eacute;dia renda em 2011 &amp;ndash; os Estados Unidos responderam por 48% desse montante. Os BRICS (Brasil, R&amp;uacute;ssia, &amp;Iacute;ndia, China e &amp;Aacute;frica do Sul) aumentaram seus gastos nacionais p&amp;uacute;blicos para o combate ao HIV em mais de 120% entre 2006 e 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Brasil &amp;ndash; No pa&amp;iacute;s, a incid&amp;ecirc;ncia da doen&amp;ccedil;a, que &amp;eacute; de 18 pessoas infectadas para cada 100.000 habitantes, permanece est&amp;aacute;vel h&amp;aacute; 12 anos. Entre 1980 e junho de 2011 foram notificados 608.230 novos casos de aids, dos quais 56,4% concentram-se no sudeste. Em 2010, foram 34.218 novos casos no pa&amp;iacute;s. Nesse per&amp;iacute;odo, oito estados apresentaram &amp;iacute;ndices de incid&amp;ecirc;ncia maiores que a m&amp;eacute;dia nacional: Amazonas, Roraima, Par&amp;aacute;, Espirito Santo, Rio de Janeiro, Paran&amp;aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/FrjRzeDb6L8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>veja.abril.com.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 17:24:00</pubDate><id>55601</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55601</feedburner:origLink></item><item><title>Conselho de Enfermagem do Rio entrará com ação civil contra resoluções do Cremerj</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/9S9ouicJRG0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) anunciou que irá entrar com ação civil pública contra as resoluções 265 e 266/2012 do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) que proíbem a participação de médicos obstetras em partos domiciliares e a presença das obstetrizes (profissionais da área de saúde que acompanham as gestantes no pré-natal, parto e pós-parto), doulas (acompanhantes) ou parteiras em ambientes hospitalares. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;As resoluções do Cremerj inibem o direito da mulher de decidir onde e por quem será acompanhada no seu parto, praticamente a obrigando a dar à luz no hospital. O Cremerj desrespeita os preceitos dos manuais do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre os direitos sexuais e reprodutivos, além dos decretos do Ministério da Saúde referentes à humanização no parto&amp;rdquo;, afirmou a entidade em nota divulgada em seu site na última sexta-feira (20). O documento é assinado pelo presidente da entidade, o enfermeiro Pedro de Jesus. O Coren representa os enfermeiros, auxiliares e técnicos de &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, além de obstetrizes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a nota o Coren critica os vetos e os classifica de &amp;ldquo;atitude arbitrária, inconsequente, antiética e ilegal&amp;rdquo;. A entidade informou que finaliza um documento para ser encaminhado ao Ministério Público, solicitando medidas contra as resoluções. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Coren reclama ainda de um abuso de poder por parte da entidade representativa dos médicos. &amp;ldquo;[O Cremerj age] impondo fiscalizações ao trabalho de enfermeiras e parteiras, bem como das casas de Parto, quando obriga as equipes de emergência a notificarem o Conselho de Medicina, sempre que ocorrerem complicações em pacientes submetidas a partos domiciliares e seus conceptos ou oriundas das chamadas casas de Parto.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A coordenadora do curso de Obstetrícia da USP, Nadia Zanon Narchi, disse que encarou com surpresa as duas resoluções do Cremerj, em especial pela inclusão das obstetrizes. A USP formou, desde 2008, cerca de 120 profissionais do ramo, que são registradas oficialmente como enfermeiras obstetrizes no Coren, após quatro anos e meio de curso. Não há notícias, segundo Narchi, de atuação desses profissionais fora do estado de São Paulo, o que causa uma sensação de estranhamento diante da inclusão da categoria na resolução. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O mercado de trabalho exige uma mudança na forma como as mulheres são atendidas. O atendimento obstétrico hoje é muito ruim, o Brasil consegue ser o campeão mundial de cesáreas, hospitais privados não tem vaga, e os médicos ficam loucos porque agendam cesáreas desnecessárias&amp;rdquo;, critica Narchi. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em relação à presença das acompanhantes nos hospitais, o conselheiro do Cremerj Luís Fernando Moraes esclareceu ontem (22), em entrevista à Agência Brasil, que elas não têm nenhuma formação na área da saúde. &amp;ldquo;Pessoas leigas dentro de uma sala cirúrgica, atuando, nós achamos que isso é inseguro também para a paciente, porque essas pessoas não têm formação, não têm noções de assepsia, de cuidados. Por isso, a gente tenta proteger a paciente com essas resoluções&amp;rdquo;, disse. Além disso, segundo ele, o Conselho Federal de Medicina e a própria Sociedade de Ginecologia consideram o parto domiciliar &amp;ldquo;um retrocesso e inseguro&amp;rdquo;. O profissional que desobeder a resolução responderá a processo disciplinar. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A Associação de Alunos e Egressos do Curso de Obstetrícia da Universidade de São Paulo estuda entrar com ação, com auxílio do Ministério Público paulista, contra as resoluções do Cremerj. Segundo Narchi, aguardam somente a definição das formas legais que estão a seu alcance para tal. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Estamos em um processo mundial de fortalecimento da parteira, a começar pela Organização Mundial da Saúde, dizendo que os países que conseguiram melhorar os seus indicadores de atendimento a assistência obstétrica foram aqueles países que inseriram obstetrizes e enfermeiras obstetrizes na assistência. Os médicos ficam resistentes, eles têm medo disso, por ignorância, medo por perda de poder, medo porque o mercado da cesárea é um mercado altamente lucrativo, e começam a atirar em todo mundo&amp;rdquo;, afirmou Narchi. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Principal programa do governo para a maternidade, a Rede Cegonha prevê que a gestante conheça previamente a unidade de saúde onde terá o bebê e tenha direito a um acompanhante, de livre escolha, durante a internação. A Rede Cegonha, lançada em março de 2011, é uma estratégia do Ministério da Saúde operacionalizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e fundamentada nos princípios da humanização e assistência às gestantes e aos bebês. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/9S9ouicJRG0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>24/07/2012 00:00:00 17:22:00</pubDate><id>55600</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55600</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo analisa efeitos da dengue durante gestação</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/MRnVLJ4tlSI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um estudo epidemiológico buscando explorar a distribuição de efeitos reprodutivos na Região Sudeste do Brasil em decorrência da infecção por dengue durante a gestação, foi o tema da dissertação de mestrado em saúde pública e meio ambiente da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Os efeitos da infecção pelo vírus da dengue na gestação, de Anne Karin Madureira da Mota, apresentada em abril de 2012. O trabalho resultou em um artigo em parceria com o pesquisador Sergio Koifman, com o doutorando Adalberto Luiz Miranda Filho e com a representante da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro Valéria Saraceni. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O trabalho envolveu 154 municípios que no censo do ano 2000 apresentaram população superior a 80 mil habitantes. As variáveis de estudo consistiram nas taxas de incidência de dengue em mulheres de 15 a 39 anos e nas taxas de mortalidade materna, fetal, perinatal, neonatal, neonatal precoce e infantil. Segundo os autores, tais dados foram obtidos por meio de consulta ao Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ao Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e ao Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan). Já os dados populacionais foram obtidos mediante estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Após a análise dos dados nos cinco anos compreendidos no estudo, verificou-se que ocorreram 146.332 casos de dengue em mulheres de 15 a 39 anos nesses municípios, sendo que os casos notificados de doença aumentaram 246% entre 2001 e 2002, período em que o Brasil foi marcado por uma das maiores epidemias de dengue. Após esse ano, os casos da doença foram consideravelmente reduzidos, passando para 3.782 em 2005, na faixa etária em questão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Os autores revelam que "o trabalho encontrou uma forte correlação positiva entre as medianas das taxas de incidência de dengue em mulheres de 15 a 39 anos e as medianas das taxas de mortalidade materna em municípios da Região Sudeste. Tal resultado indica que, no nível ecológico, o aumento de ambas as variáveis apresenta a mesma direcionalidade nos municípios correspondentes". Explicam, ainda, que por se tratar de estudo ecológico, tais achados podem não ser observados no nível individual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
No entanto, quando a unidade de análise é o indivíduo, a ocorrência de óbito materno tem sido influenciada por meio da infecção pelo vírus da dengue durante a gestação, sendo associado à dengue grave. "A dengue durante a gestação também tem sido apontada como possível causa de óbito fetal/perinatal, principalmente na vigência de doença grave e/ou da ocorrência da infecção no primeiro trimestre da gestação. A patogênese que leva ao óbito fetal/perinatal é desconhecida", afirmam. Entretanto, os fatores relacionados com a dificuldade de acesso, a baixa qualidade do atendimento e a falta de ações de capacitação de profissionais de saúde voltadas para os riscos específicos aos quais as gestantes estão expostas devem ser consideradas como importantes definidores do padrão da mortalidade materna nos municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Levando em conta as ressalvas apresentadas na interpretação dos resultados, é necessário que as autoridades de saúde ampliem o monitoramento das gestantes como grupo de risco de óbito, sobretudo nas epidemias de dengue. "Os resultados observados nessa investigação reforçam o conceito vigente de que a infecção pelo vírus da dengue durante a gestação pode acarretar riscos elevados de óbito materno, sendo necessário implementar medidas de vigilância epidemiológicas pertinentes na presença daquela infecção no subgrupo populacional considerado", concluem os autores. O artigo foi publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, volume 28, número 6, de junho de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/MRnVLJ4tlSI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 14:40:00</pubDate><id>55487</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55487</feedburner:origLink></item><item><title>Saúde amplia equipes que atuam na Atenção Básica </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/wM3H2KCUPz4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Ministério da Saúde habilitou 42 Equipes de Saúde da Família (ESF), 865 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), 95 Equipes de Saúde Bucal (ESB) e 44 Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), na última quarta-feira (18). As habilitações beneficiam os estados da Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. As portarias publicadas autorizam a liberação de recursos para os respectivos fundos municipais, com o objetivo de ampliar o acesso da população à Atenção Básica. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente o país conta com 32.970 ESFs espalhadas por todo país. A estratégia Saúde da Família é a principal do Ministério da Saúde para reorientar o modelo de atenção à saúde da população, a partir da atenção primária, considerada a mais próxima da porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e capaz de resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As equipes são multidisciplinares, formadas por médicos, enfermeiros, técnicos ou auxiliares de &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e até doze Agentes Comunitários de Saúde. Os agentes atuam junto às comunidades, desenvolvendo ações de promoção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico e tratamento, recuperação, reabilitação de doenças. Hoje são 253.613 ACS em todo Brasil. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os valores repassados aos municípios integram o Piso da Atenção Básica Variável, que prevê um incentivo que varia de R$ 85,5 mil a R$ 128,3 mil por ESF e R$ 10 mil por ACS, ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro Programa que reorganiza a Atenção Básica é o Brasil Sorridente, que conta com as equipes de Saúde Bucal. Atualmente, o país conta com 21.700 equipes. Os valores de custeio variam de acordo com a modalidade escolhida pelo gestor, que vão de R$ 26,7 mil por ano a R$ 35,7 mil. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
APOIO- O Ministério da Saúde também habilitou novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Atualmente, o país possui 1.783 núcleos. Nos NASFs Tipo I, os profissionais devem cumprir, no mínimo, 200 horas semanais de trabalho e, nos tipo II, os servidores devem cumprir 120 horas semanais mínimas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os municípios que aderirem ao NASF Tipo I recebem do Ministério da Saúde, R$ 20 mil para a implantação do núcleo e mais R$ 240 mil anuais para o custeio das equipes. A modalidade Tipo II conta com R$ 8 mil para implantação do núcleo e mais R$ 96 mil de custeio por ano. Os recursos são repassados do Fundo Nacional de Saúde para os fundos municipais de saúde. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os NASF são constituídos por equipes multiprofissionais que trabalham afinadas e vinculadas às Equipes de Saúde da Família. Nos núcleos, os profissionais desenvolvem atividades como consultas, discussões de casos e ações de educação permanente em saúde com a população. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/wM3H2KCUPz4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>20/07/2012 00:00:00 14:38:00</pubDate><id>55486</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55486</feedburner:origLink></item><item><title>Mais de 34 milhões de pessoas vivem com HIV no mundo, aponta relatório da ONU</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/16iJ9cddgPI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Relatório divulgado hoje (18) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) indica que 34,2 milhões de pessoas vivem com HIV no mundo, sendo 30,7 milhões de adultos, 16,7 milhões de mulheres e 3,4 milhões de menores de 15 anos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A África Subsaariana registra o maior número de pessoas infectadas, com 23,5 milhões, seguida pela Ásia Meridional e Sul-oriental, com 4,2 milhões. A Oceania tem a menor estimativa com 53 mil infectados. Na América Latina, são 1,4 milhão. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dados indicam ainda que, em 2011, 2,5 milhões de novas infecções foram identificadas no mundo, sendo 2,2 milhões em adultos e 330 mil em menores de 15 anos. O número representa mais de 7 mil novas infecções por dia e 97% delas foram notificadas em países de baixa e média renda. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A África Subsaariana lidera o ranking com 1,7 milhão de novas infecções. Em seguida, aparecem a Ásia Meridional e Sul-oriental (300 mil) e a Europa Oriental e Ásia Central (170 mil). Na América Latina, 86 mil pessoas foram infectadas pelo vírus em 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já as mortes provocadas pelo HIV no mesmo período totalizaram 1,7 milhão, sendo 1,5 milhão entre adultos e 230 mil entre menores de 15 anos de idade. Na América do Norte, 20 mil pessoas morreram no ano passado em decorrência do HIV; na região do Caribe, 10 mil; na América Latina, 57 mil; na Europa Ocidental e Central, 9,3 mil; na Europa Oriental e Ásia Central, 90 mil; na Ásia Oriental, 60 mil; na Ásia Meridional e Sul-oriental, 270 mil; no Norte da África e Oriente Médio, 25 mil; na África Subsaariana, 1,2 milhões; e na Oceania, 1,3 mil. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O coordenador do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, explicou que o alto número de pessoas com HIV no mundo é reflexo da queda das mortes provocadas pela doença, sobretudo em razão da ampliação do acesso a medicamentos antirretrovirais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;São pessoas que estão vivendo mais e não morrendo, como antes&amp;rdquo;, disse. &amp;ldquo;Esta é a primeira vez que a ONU publica um relatório com uma perspectiva positiva, de que poderemos alcançar em 2015 o controle da epidemia&amp;rdquo;, completou. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ele destacou a queda de registros da doença na África Subsaariana, resultado pouco esperado diante das perspectivas apresentadas nos anos 1980 e 1990. Mas ressaltou que a doença avança na Rússia e na Ásia Central. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Chequer alertou também que as mulheres representam quase a metade do contingente de pessoas que vivem com HIV no mundo. Segundo ele, há preocupação, em particular, com as novas infecções entre mulheres e homossexuais jovens. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/16iJ9cddgPI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:19:00</pubDate><id>55412</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55412</feedburner:origLink></item><item><title>Sedentarismo causa tantas mortes quanto cigarro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/6UZiWhv0smM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O sedentarismo pode ser tão letal quanto o tabagismo. Segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista médica The Lancet, a falta de atividade física foi responsável por 5,3 milhões das 57 milhões de mortes registradas no mundo em 2008. O cigarro, por sua vez, leva cerca de cinco milhões de indivíduos a óbito todos os anos, apontam os pesquisadores. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Tais números, de acordo com o relatório, fazem com que o sedentarismo possa ser classificado como uma pandemia. Esse trabalho faz parte de uma série de artigos que o periódico vem divulgando sobre exercícios físicos, aproveitando a proximidade da Olimpíada de 2012, que começa na próxima semana em Londres. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa considerou inatividade física como a prática de menos do que 150 minutos de atividade física moderada (caminhada rápida, por exemplo) ou menos do que 60 minutos de exercícios intensos (como corrida) por semana. Segundo os dados, esse quadro atinge um terço da população mundial adulta (maior do que 15 anos), e é ainda mais prevalente entre os adolescentes: quatro em cinco jovens de 13 a 15 anos não atingem os níveis mínimos de atividade física. O sedentarismo se torna mais comum conforme as pessoas ficam mais velhas e atinge mais mulheres do que homens e pessoas de países risco. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse estudo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores das universidades de Harvard e da Carolina do Sul, ambas nos Estados Unidos, do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês), órgão de saúde americano, e do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia. Para os autores, um dos grandes responsáveis pela inatividade física no mundo são os meios de transportes motorizados, que acabam aumentando o número de horas em que um indivíduo permanece sentado durante o dia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No artigo, eles reforçam a importância de as autoridades dos países promoverem a atividade física entre a população, ampliarem o acesso das pessoas a espaços públicos onde elas possam exercitar-se e garantirem a segurança de pedestres e ciclistas. Segundo estimativas dos pesquisadores, aumentar os níveis de atividade física entre a população mundial em 10% poderia evitar mais de 500.000 mortes em todo o mundo ao ano. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Fator de risco &amp;mdash; De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a inatividade física é o quarto maior fator de risco para doenças crônicas, ficando atrás somente da hipertensão, do tabagismo e do colesterol alto. A pesquisa publicada na revista The Lancet mostrou que o sedentarismo causa 6% dos casos de doença cardíaca coronariana, 7% de diabetes tipo 2 e 10% dos casos de cânceres de mama e cólon. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/6UZiWhv0smM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:15:00</pubDate><id>55411</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55411</feedburner:origLink></item><item><title>Hospital alerta para aumento de casos de caxumba</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/TqhzOArdE_c/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, vinculado à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, emitiu nesta quarta-feira um alerta para o risco de aumento de casos de caxumba no inverno. A incidência da doença cresce consideravelmente nesta época do ano, informa o instituto, por isso é preciso estar ainda mais atento aos seus sintomas. Em 2011, foram registrados em todo o Estado 89 casos entre junho e setembro, meses mais frios. O número é 18% maior que os 75 casos registrados na soma dos demais oito meses do ano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A caxumba é caracterizada por febre alta, aumento das glândulas salivares próximas ao ouvido e dificuldade para mastigar ou salivar, com inchaço no rosto. Quando os sintomas forem percebidos, deve-se procurar um médico para evitar as complicações mais graves, recomenda o Emílio Ribas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Se não tratada corretamente, a doença pode provocar meningite, surdez, orquite (inflamação nos testículos) e ooforite (inflamação nos ovários), com risco deesterilidade em ambos os sexos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Altamente contagiosa, a doença é causada pelo vírus Paramyxovirus e transmitidapor meio da saliva, do espirro ou de tosse. O tratamento é feito com analgésicos, anti-inflamatórios e repouso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A vacina contra caxumba é parte da tríplice viral, usada para imunizar contra caxumba, sarampo e rubéola e disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).]Ela deve ser tomada em duas doses: a primeira, com um ano de vida, e a segunda aos quatro anos de idade. Além da imunização pela vacina, recomenda-se cobrir a boca ao tossir e espirrar e evitar aglomerações. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/TqhzOArdE_c" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>18/07/2012 00:00:00 18:13:00</pubDate><id>55410</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55410</feedburner:origLink></item><item><title>Mitos e verdades: H1N1 atinge mais jovens </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/coIRcD1EFj0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Mesmo após o surto da gripe suína em 2009, muito se fala sobre a doença no país. O número de pessoas que contraem o vírus H1N1 diminuiu, mas os mitos com relação a ele ainda são muitos. Para esclarecer o que é verdade sobre o assunto, foi listado algumas das maiores dúvidas em relação ao assunto. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O vírus influenza A (H1N1) é o mais violento e mata mais do que o normal? &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus A (H1N1) não se apresentou mais violento ou mortal. No entanto, estudos mais aprofundados ainda devem ser realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O ar é a única forma de transmissão do vírus?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;O vírus é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou do espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. No entanto, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Lavar as mãos com água e sabão ajuda a prevenir a doença?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A população deve ser orientada a tomar alguns cuidados de higiene, como lavar bem e com frequência as mãos com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os jovens são os que mais pegam a doença?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim. Porém, embora a incidência da doença seja maior entre esse público, ainda não há estudos mundiais conclusivos sobre a transmissibilidade da doença, ou seja, que esclareça melhor o comportamento da nova doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É preciso evitar locais fechados?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A recomendação é evitar locais com aglomerados de pessoas, pois isso reduz o risco de contrair a doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É preciso usar máscara em lugares de grande circulação, para evitar o contágio?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Por isso o uso de máscaras pela população não é recomendado pelo Ministério da Saúde. Entretanto, quem está doente deve fazer uso de máscara quando houver necessidade de contato com outras pessoas, para não transmitir o vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É possível ser infectado com a influenza A (H1N1) enquanto está com gripe comum?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Não. Um dos motivos para que isso ocorra é a concorrência natural entre os vírus, o que leva à predominância de um em detrimento do outro. Por isso, não há infecção simultânea pelo vírus influenza.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Uma pessoa pode ter influenza mais de uma vez? &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim, mas não causada pelo mesmo subtipo de vírus e nem em um curso espaço de tempo. Isso porque a pessoa fica imunizada pelo subtipo de vírus depois de ter a doença. Também porque o vírus circula mais em um determinado período do ano (por isso é chamado de sazonal), especialmente no inverno, estação que varia de acordo com o hemisfério do planeta. No caso do Brasil, a circulação do vírus da gripe aumento no período de junho a outubro. Portanto, a probabilidade de uma pessoa contrair gripe nesse intervalo de tempo é maior. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A pessoa que teve influenza cria imunidade ao vírus?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim. Esse comportamento é comum em infecções por vírus. Depois de contrair a doença, o organismo humano cria defesas contra o &amp;ldquo;inimigo&amp;rdquo;, evitando futuras infecções pelo mesmo vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;No inverno é mais comum a disseminação do vírus?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Em virtude das baixas temperaturas e da maior permanência das pessoas em locais fechados, o risco de transmissão é maior. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A pessoa assintomática pode transmitir o vírus?&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim. É importante lembrar que as medidas de higiene respiratória e pessoal devem ser praticadas independentemente da presença ou não de sintomas, pois apresentam resultado muito importante na interrupção da transmissão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O vírus resiste mesmo fora do organismo? &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim. O vírus resiste de 24 horas a 72 horas fora do organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Há possibilidade de o paciente ter a doença e não ter os sintomas? &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim. Podem ocorrer casos assintomáticos, quando a pessoa tem o vírus no organismo, mas não apresenta os sintomas mais comuns, como febre alta repentina, tosse e dor nas articulações, entre outros. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/coIRcD1EFj0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 15:48:00</pubDate><id>55390</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55390</feedburner:origLink></item><item><title>Você sabe o que é o efeito nocebo, o inverso do efeito placebo?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/-UzhiH6x7mE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O efeito nocebo, ao contrário do efeito placebo, é quando uma pessoa sente a piora de sintomas específicos ao ingerir um um fármaco inerte, ou placebo &amp;ndash; um comprimido de açúcar, por exemplo. Esta resposta, sublinham pesquisadores da Universidade Técnica de Munique, pode ser provocada por sugestão negativa não intencional por parte dos médicos ou enfermeiros ao informar o paciente sobre as possíveis complicações de um tratamento. &amp;ldquo;Os eventos adversos em tratamento com medicamentos, por vezes, acontece por um efeito nocebo&amp;rdquo;, apontam. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As conclusões foram feitas com base em uma metanálise &amp;ndash; uma revisão de estudos. Foram pesquisados todos os estudos que continham como palavras-chave &amp;ldquo;efeito nocebo&amp;rdquo; e &amp;ldquo;nocebo&amp;rdquo; publicados no PudMed até 2011. O PubMed é um banco de dados que contém mais de 17 milhões de referências de artigos médicos publicados em cerca de 3,8 mil periódicos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Só recentemente o efeito nocebo recebeu maior atenção dos pesquisadores. Em um dos resultados, os autores mostram que em cinco de outubro de 2011 haviam 151 publicações sobre o tema &amp;ldquo;nocebo&amp;rdquo;, em comparação com mais de 150 mil em &amp;ldquo;placebo&amp;rdquo;. E destas 151 publicações, apenas pouco mais de 20% eram estudos empíricos: o resto eram cartas ao editor, comentários, editoriais e opiniões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mecanismos psciológicos e neurobiológicos &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;No estudo, eles levantaram que os mesmos mecanismos psicológicos por trás do efeito placebo são também responsáveis pela resposta nocebo, que seriam a aprendizagem por condicionamento e reação às expectativas da informação verbal ou por sugestão dos possíveis efeitos colaterais. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em um estudo experimental pesquisado, 50 pacientes com dor lombar crônica foram divididos aleatoriamente em dois grupos. Antes de um teste de flexão de perna um dos grupos foi informado que o teste poderia levar a um ligeiro aumento da dor, enquanto o outro grupo foi informado de que o teste não tinha efeito sobre o nível de dor. O grupo com informações negativas, realizou menos flexões e relataram sentir dores mais fortes em comparação ao outro grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores descobriram também que os &amp;ldquo;mensageiros&amp;rdquo; químicos centrais responsáveis pelo efeito placebo estão envolvidos na resposta nocebo, no entanto eles agem de forma inversa. Enquanto a secreção de dopamina e os opióides endógenos é aumentada no grupo do placebo gerando a analgesia (fim da dor), no efeito nocebo, esta reação é diminuída gerando a hiperalgesia (sensibilidade à dor).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Porque o agravamento dos sintomas, por exemplo, aumento da sensibilidade à dor é frequentemente associado com a ansiedade, outros processos centrais estão envolvidos na dor. Até à data, uma predisposição genética para resposta ao placebo foi demonstrado apenas para a depressão e ansiedade social; tal predisposição para uma resposta nocebo até agora não foi mostrado. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E quais são as consequências para a prática clínica? &amp;ldquo;Os médicos encontram-se em um dilema ético entre a sua obrigação de informar o paciente sobre os possíveis efeitos colaterais de um tratamento e seu dever de minimizar o risco de uma intervenção médica e, portanto, para evitar que que se desencadeie o efeito nocebo&amp;rdquo;, respondem os autores em artigo publicado no periódico Deutsch Arztebl Int. &amp;ldquo;Como uma estratégia possível para resolver este dilema, sugere-se enfatizar a tolerância de medidas terapêuticas. Outra opção, com a permissão do paciente, seria a de não se discutir os efeitos indesejáveis&amp;rdquo;, finalizam. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/-UzhiH6x7mE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 15:46:00</pubDate><id>55389</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55389</feedburner:origLink></item><item><title>Após 13 mortes em uma semana, governo reforça medidas contra gripe A</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/cFoT5uD4ZgU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; Após registrar 13 mortes em uma semana, o Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira, 17, que reforçará as medidas de controle contra a gripe H1N1, doença que já fez 108 vítimas neste ano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A maioria dos casos foi registrado na região sul do país, onde aproximadamente 1,8 mil pessoas contraíram essa doença desde janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Saúde confirmou que a incidência da gripe aumentou durante essas últimas semanas e, principalmente, com a chegada do inverno, que se estende até o dia 21 de setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos últimos oito dias, nove pessoas faleceram por causa da gripe H1N1 no estado do Paraná, enquanto outras quatro mortes foram registradas no Rio Grande do Sul, regiões situadas próximas a tríplice fronteira com a Argentina, Uruguai e Paraguai.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo as autoridades, a região sul do país recebeu nos últimos dias cerca de 2 milhões de doses da vacina contra essa gripe, que serão distribuídas primeiramente entre o chamado "grupos de risco", que inclui mulheres grávidas, pacientes de doenças crônicas e crianças de seis meses a dois anos de idade. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/cFoT5uD4ZgU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>17/07/2012 00:00:00 15:39:00</pubDate><id>55388</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55388</feedburner:origLink></item><item><title>Unidades de Pronto-Atendimento ajudam a melhorar saúde pública</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/FPv6RIvwrTE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda, 16, que as 200 unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) em funcionamento no País têm ajudado a melhorar não apenas os serviços de urgência e emergência, mas todo o sistema de saúde pública brasileiro. As unidades, segundo ela, atendem a 2 milhões de pessoas todos os meses. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No programa semanal de rádio Café com a Presidenta, Dilma reforçou a previsão de entrega de 900 UPAs até 2014, com um investimento estimado em R$ 2,7 bilhões. &amp;ldquo;Sabemos que o desafio é imenso porque quase 140 milhões de brasileiros e brasileiras dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde &amp;rdquo;, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A presidenta lembrou que as UPAs foram criadas com o objetivo de oferecer, com rapidez, atendimento a urgências e emergências. Em casos mais graves, o paciente recebe o socorro inicial na unidade e, em seguida, é transferido por meio do Serviço Móvel de Urgência (Samu) para o hospital mais próximo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Mas a maioria dos casos é resolvida na própria UPA. Para você ter uma ideia, de cada 100 pessoas que procuram atendimento nas UPAs, apenas três precisam ser transferidas para um hospital; 97 resolvem o seu problema lá mesmo e voltam para casa&amp;rdquo;, ressaltou.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Dilma, o serviço oferecido pelas unidades contribui para desafogar as urgências e emergências dos hospitais. Ela destacou que, no Pronto-Socorro do Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, por exemplo, aproximadamente 850 pessoas buscavam atendimento todos os dias antes da construção das UPAs na cidade. Atualmente, a procura diária caiu para 350 pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso de pacientes que são atendidos na UPA mas precisam dar continuidade ao tratamento médico, a orientação, de acordo com a presidenta, é buscar as unidades básicas de saúde, mais conhecidas como postos de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Nós ainda precisamos avançar muito mas, hoje, o SUS é uma rede que conta com hospitais, com o socorro e o transporte eficiente do Samu, com as UPAs e com o Programa Saúde da Família, que atende nas unidades básicas. Para funcionar bem, um serviço precisa completar o outro&amp;rdquo;, disse a presidenta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de melhorias nas UPAs, o governo federal prevê investimentos de R$ 3,5 bilhões para construir e equipar quase 4 mil unidades básicas de saúde e reformar e ampliar 21 mil em todo o País.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/FPv6RIvwrTE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 18:43:00</pubDate><id>55342</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55342</feedburner:origLink></item><item><title>Bactérias transgênicas evitam que inseto transmita malária, diz estudo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/FUmcYxyZVtA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas americanos descobriram que bactérias geneticamente modificadas podem evitar que o mosquito transmissor da malária passe a doença adiante. Os resultados do estudo estão publicados na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Malária da Universidade Johns Hopkins, no estado de Maryland, alteraram os genes de uma espécie de bactéria chamada Pantoea agglomerans, encontrada no intestino do inseto do gênero Anopheles.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Assim, o micro-organismo começou a secretar substâncias tóxicas ao parasita da malária &amp;ndash; protozoário dos gêneros Plasmodium falciparum (que atinge o homem) e Plasmodium berghei (comum em roedores) &amp;ndash;, sem prejudicar o mosquito ou o ser humano, que acaba se infectando pela picada da fêmea do inseto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores dizem que o índice de redução de parasitas no Anopheles chegou a 98%. E a prevalência de mosquitos portadores desses protozoários diminuiu até 84%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o pesquisador Marcelo Jacobs-Lorena, os cientistas já tentaram criar mosquitos transgênicos, mas essa seria uma abordagem mais simples para prevenir a contaminação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em todo o mundo, a malária mata mais de 800 mil pessoas por ano, muitas delas crianças.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/FUmcYxyZVtA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>16/07/2012 00:00:00 18:40:00</pubDate><id>55341</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55341</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo identifica os principais hábitos na adolescência que provocam hipertensão na vida adulta</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/8d-XPZOhLRQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O estilo de vida de um adolescente pode determinar um maior risco de doenças cardiovasculares na vida adulta. Uma pesquisa australiana concluiu que fazer uso de pílulas anticoncepcionais, consumir bebida alcoólica, ingerir muito sal e ter um elevado índice de massa corporal na juventude são os principais causadores de hipertensão entre indivíduos mais velhos. O estudo foi publicado no periódico European Journal of Preventive Cardiology. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma equipe da Universidade da Austrália Ocidental acompanhou 1.771 pessoas desde o nascimento até os 17 anos de idade. Ao longo desse período e por diversas vezes, os participantes foram questionados sobre prática de atividade física, consumo de álcool, tabagismo, uso de medicamentos &amp;mdash; inclusive de contraceptivos orais &amp;mdash; e hábitos alimentares. A pressão arterial, o peso e a altura desses indivíduos também foram calculados. Ao final da pesquisa, 24% dos participantes eram hipertensos ou pré-hipertensos e 34% tinham sobrepeso. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre o sexo masculino, uma maior pressão arterial aos 17 anos foi associada principalmente a um maior IMC, à alta ingestão de sal e ao consumo de álcool quando mais jovens. Além disso, aqueles que praticavam atividade física regularmente foram os que apresentaram os melhores resultados de pressão arterial. Já em relação ao sexo feminino, pílulas anticoncepcionais tomadas na adolescência, além de também um aumento do IMC nessa fase, foram os principais responsáveis pelo aumento da pressão arterial na vida adulta. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com os pesquisadores, a maior pressão arterial provocada por tais hábitos afetou especialmente o risco de doença isquêmica do coração e de acidente vascular cerebral (AVC) desses indivíduos. &amp;ldquo;Os adolescentes precisam estar cientes de que o estilo de vida adotado na juventude, especialmente em relação à alimentação, ao alcoolismo e ao sedentarismo, podem ter consequências adversas na vida adulta, já que seus efeitos são cumulativos. Os profissionais de saúde devem alertar essas consequências aos jovens e monitorar regularmente a pressão arterial deles&amp;rdquo;, diz Chi Le-Há, pesquisador que coordenou o trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/8d-XPZOhLRQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:25:00</pubDate><id>55268</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55268</feedburner:origLink></item><item><title>Alivie a cólica do bebê sem precisar de funchicória</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/haUIGEtyr44/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O primeiro trimestre de vida dos bebês costuma ser um período de grande aprendizado para a mãe de primeira viagem. Calor, frio, coceira, fome, tudo é motivo para choro - haja paciência! - e para desespero dos pais. Quando a criança está trocada e já mamou, é comum culpar a cólica pelo inconveniente. "A cólica é muito comum nesta fase porque o sistema digestivo ainda não está pronto, os movimentos peristálticos (que empurram o alimento através do tubo) ainda são desordenados", afirma o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além disso, o especialista lembra que há muita formação de gases - eles surgem porque, quando o bebê mama, acaba engolindo ar ou por causa da fermentação, mais acentuada ainda na digestão do leite de vaca.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Restringir à dieta ao leite materno nos primeiros seis meses de vida (fase de amadurecimento do sistema digestivo e de cólicas mais fortes) é o primeiro passo para acalmar seu bebê. Mas nem sempre isso é suficiente e são necessários outros recursos para aliviar a dor - a funchicória, remédio que prometia dar fim ao problema, era um dos mais comuns. Composta por folhas de chicória, raiz de ruibarbo e flores de funcho, a fórmula está proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde abril de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Além dos extratos de plantas, a funchicória possui sacarina, um adoçante muito usado por adultos com diabetes e que pode ter efeitos graves nos bebês", afirma o pediatra. De acordo com ele, nenhum estudo conseguiu comprovar o benefício da funchicória no combate à cólica, mas existem várias pesquisas identificando os efeitos nocivos da sacarina, principalmente no desenvolvimento de câncer. "A ação calmante da funchicória tem relação com a sacarina, que estimula a liberação do neurotransmissor serotonina (gatilho natural de bem-estar)". Para substituir a fórmula de efeito duvidoso, especialistas indicam nove artimanhas saudáveis para livrar seu bebê da cólica. &lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/haUIGEtyr44" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate><id>55267</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55267</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo avalia efeito de anestesia na reação inflamatória após cirurgia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/Faxid_zTP2M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma pesquisa feita na Universidade Estadual Paulista (Unesp) investigou o efeito dos dois anestésicos inalatórios mais usados &amp;ndash; o isoflurano e o servoflurano &amp;ndash; na reação inflamatória desencadeada no organismo após uma cirurgia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A investigação foi feita em ratos submetidos a um procedimento para a retirada de um dos rins e revelou que a droga isoflurano causou maior liberação de uma das substâncias inflamatórias avaliadas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Quando passamos por uma cirurgia, o organismo entende que está sofrendo uma agressão e libera as chamadas citocinas inflamatórias. Elas ativam a coagulação sanguínea e ajudam a evitar hemorragias&amp;rdquo;, explicou Norma Sueli Pinheiro Módolo, coordenadora da pesquisa financiada pela FAPESP.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Módolo, essa reação é esperada mas não pode ser exagerada por causa do risco de trombose. &amp;ldquo;Estamos tentando descobrir um anestésico capaz de modular a resposta inflamatória. Ela não pode ser anulada, pois o paciente sofreria hemorragia. Mas também não pode ser muito exacerbada pela droga. Isso é importante principalmente em pacientes de maior risco, como cardiopatas&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para comparar o efeito das duas substâncias, 16 animais foram divididos em dois grupos. Metade recebeu isoflurano e os demais, servoflurano. Amostras de sangue da cauda foram colhidas em quatro momentos diferentes: antes da aplicação dos anestésicos (M0), uma hora após a anestesia (M1), meia hora após a cirurgia (M3) e 24 horas após a cirurgia (M4).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Medimos cinco diferentes citocinas inflamatórias: o fator de necrose tumoral alfa (TNF-?), o interferon gama (INF-?) e as interleucinas 12, 6 e 10. Com exceção da interleucina 10, que tem ação anti-inflamatória, as demais são todas pró-inflamatórias&amp;rdquo;, contou Módolo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O resultado dos testes mostrou que as drogas causaram alteração significativa apenas na liberação do TNF-? e principalmente no grupo que recebeu a droga isoflurano.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O TNF-? é a primeira citocina liberada após uma lesão e tem a missão de ativar a chamada cascata inflamatória no organismo. &amp;ldquo;Em uma situação de trauma ou infecção, ela induz febre, ativa a coagulação, causa vasodilatação sistêmica e pode levar à hipoglicemia&amp;rdquo;, explicou Módolo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No grupo do isoflurano, a concentração de TNF-? no sangue passou de 0 nanogramas por mililitro (ng/ml) no M1 para 10,54 ng/ml no M3, ou seja, logo após a cirurgia. Na análise feita no dia seguinte, a dosagem já havia caído para 4,55 ng/ml.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No grupo do sevoflurano, o TNF-? passou de 0 ng/ml no M1 para 4,43 ng/ml no M3. No dia seguinte, a dosagem havia caído para 1,76 ng/ml. &amp;ldquo;Foi possível perceber que o anestésico alterou a reposta inflamatória, mas não de forma exagerada. A situação já estava se normalizando no dia seguinte&amp;rdquo;, avaliou Módolo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisadora ressalta, no entanto, que a investigação foi feita em animais sadios. &amp;ldquo;Imagino que um paciente hígido submetido a uma cirurgia relativamente simples não teria problemas com nenhum dos dois anestésicos. Mas em pessoas obesas, que já possuem mais substâncias inflamatórias no organismo, ou em cardiopatas, pneumopatas e recém-nascidos, talvez esses anestésicos possam causar uma resposta inflamatória mais exacerbada&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A equipe pretende seguir essa linha de investigação, primeiro avaliando o efeito das drogas em ratos com problemas de saúde e, no futuro, em seres humanos. &amp;ldquo;Também queremos investigar a ação de outros anestésicos, inclusive os endovenosos&amp;rdquo;, disse Módolo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa deu origem ao projeto de iniciação científica de Diego Freitas Tavares, que contou com Bolsa FAPESP.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/Faxid_zTP2M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate><id>55266</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55266</feedburner:origLink></item><item><title>Representantes da Enfermagem se reúnem com governo para tratar sobre o PL 2295/00</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/qEDgJwRFHsI/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A deputada Alice Portugal (PCdoB) articulou reunião, nesta terça-feira (10/07), entre o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e representantes das diversas entidades ligadas à &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e que compõem o &amp;lsquo;Fórum Nacional 30 horas Já&amp;rsquo;. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A reunião, que ocorreu na sala da liderança de governo, na Câmara dos Deputados, teve o objetivo de sensibilizar a liderança do governo na Câmara para que sejam criadas as condições para o estabelecimento de um acordo para a aprovação do PL 2.295/00, que regulamenta a jornada de trabalho da categoria. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O encontro contou com a presença, além da deputada Alice Portugal (PCdoB), das deputadas Rosane Ferreira (PV-PR) e Carmen Zanotto (PPS-SC); da enfermeira e vereadora pelo PCdoB-Salvador, Aladilce Sousa; da enfermeira Aline Soares, representante do Coren-BA, também da Bahia, Isolda Cardoso, do Sindicato dos Enfermeiros da Bahia. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estiveram presentes representantes nacionais como Ivone Cabral, presidenta da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), Solange Caetano, presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) e assessores representando o Conselho Federal de Enfermagem - Cofen.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ouviu as proposições e expectativas da categoria e sugeriu a manutenção de um grupo de parlamentares e representantes da &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; brasileira, coordenado pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS), vice-líder do Governo e relator da reforma política, para a promoção de uma agenda de sensibilização do governo, a partir de audiências com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, na busca de um entendimento para fechar uma posição do governo para encaminhamento da votação do projeto pelos deputados. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A deputada Alice Portugal acredita ser importante a manutenção do diálogo com o governo, mas ressalta que a jornada de 30h já é uma realidade praticada no dia a dia da categoria, pois &amp;ldquo;são diversos municípios e estados que têm adotado essa carga horária&amp;rdquo; e que é preciso legitimar definitivamente essa perspectiva. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Alice também considera importante o agendamento de audiências, sugeridas pelo deputado Arlindo Chinaglia, com os ministros Alexandre Padilha e Ideli Salvati no sentido da &amp;ldquo;retomada do diálogo com o governo, num esforço das representações da categoria, como também, de forma suprapartidária dos deputados na busca de garantir para essa categoria, conforme uma orientação da Organização Mundial de Saúde, melhores condições de trabalho e qualidade de vida, algo que trará melhora significativa na qualidade do atendimento da população&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na reunião ficou definido, por solicitação da deputada Alice Portugal, um novo encontro, no dia 7 de agosto, entre a liderança do governo, deputados e representantes da categoria para avaliar o resultado da agenda de sensibilização do governo. &lt;br /&gt;
  &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Manoel Neri, assessor do Cofen, destaca a importância da reunião articulada pela deputada Alice Portugal, pois, &amp;ldquo;representa um reinicio das negociações com o governo&amp;rdquo;, através da intermediação do líder do governo, &amp;ldquo;na busca de um entendimento que garanta a aprovação das 30h&amp;rdquo;. Ivone Cabral, presidenta da Aben, acredita que a reunião foi a possibilidade de &amp;ldquo;reabertura de diálogo com o governo e com o parlamento na Câmara dos Deputados&amp;rdquo; e que o &amp;ldquo;resultado foi animador, diante do retrocesso ocorrido no último dia 27&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Solange Caetano, presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros, aponta que &amp;ldquo;é uma abertura de um canal de discussão com o governo&amp;rdquo; as audiências com os ministros Alexandre Padilha e Ideli Salvati, contudo, afirma que &amp;ldquo;a categoria encontra-se mobilizada e não existindo avanços, no sentido de um entendimento, a &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; brasileira poderá paralisar as atividades em todo Brasil a partir da segunda quinzena de agosto&amp;rdquo;. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A vereadora Aladilce Sousa acredita que após o esforço dos deputados, em especial, da deputada Alice Portugal &amp;ldquo;seja possível a retomada das negociações para aprovação das 30h da &lt;a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;enfermagem&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&amp;rdquo;. Destaca ainda que essa aprovação não é importante apenas para a categoria, mas também para a &amp;ldquo;assistência a saúde da população, especialmente, no sistema único de saúde&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já enfermeira Isolda Cardoso, do Sindicato dos Enfermeiros da Bahia reconhece avanços, a partir do envolvimento do líder do governo como um intermediador das discussões, entretanto, afirma que caso não avancem as negociações &amp;ldquo;o embate com o governo possa ocorrer, na medida, que não sejam atendidas as reivindicações&amp;rdquo;. Representando o Coren-BA, a enfermeira Aline Soares, reforça que a categoria está unida, &amp;ldquo;somos mais de 1,6 milhão de profissionais, em todo o Brasil, e que qualquer paralisação produzirá grande impacto na sociedade&amp;rdquo;. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/qEDgJwRFHsI" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>13/07/2012 00:00:00 16:16:00</pubDate><id>55265</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55265</feedburner:origLink></item><item><title>Risco de hepatite B é de 1 a cada 30 mil doações de sangue </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/cjZVJr9K_JE/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Estudo inédito sobre o cenário das transfusões de sangue no Brasil revelou que o risco de se contrair hepatite B por contaminação da bolsa de sangue é de uma pessoa para 30 mil doações. O risco é cinco vezes superior ao de se contrair hepatite C e aids, cujas proporções são de um contaminado para 150 mil doações. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O trabalho foi apresentado ontem pelo médico Silvano Wendel, diretor do banco de sangue do Hospital Sírio Libanês e presidente da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, no congresso da entidade, em Cancún, no México. Wendel fez um levantamento nos serviços que realizam os testes NAT (sigla em inglês para teste de ácido nucleico) nas bolsas de sangue.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse exame reconhece o material genético do vírus e detecta a sua presença mais cedo no organismo. O teste convencional (Elisa) só informa a presença do vírus se o organismo já estiver produzindo anticorpos - o que pode ocorrer 70 dias depois da infecção, dependendo do vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao comparar os resultados dos testes NAT e Elisa, ele identificou bolsas de sangue contaminadas que teriam sido liberadas para transfusão se não tivessem passado pelo exame mais moderno. Os dados de risco no Brasil são de um infectado pelo vírus da hepatite B para 29.240 doações, um contaminado por HIV para 159.744 doações e uma pessoa contrairá o vírus da hepatite C para 154.321 doações. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Todos os anos o País recebe 4 milhões de doações de sangue, estamos falando de 20 a 30 casos de janela imunológica (tempo entre a infecção e a detecção do vírus no organismo) para hepatite C e aids. Preocupa ainda mais a hepatite B: são cem casos com potencial de contaminação por ano no País", afirmou Wendel.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o hematologista Cármino Antonio de Souza, professor da Universidade de Estadual de Campinas e presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, o País está caminhando lentamente na disseminação do NAT. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"É preciso universalizar o teste no País e tornar obrigatório que toda bolsa de sangue seja testada. Os planos de saúde não são obrigados a pagar o NAT aos segurados que recebem transfusão. É um absurdo você ter um banco de sangue em que uma geladeira tem bolsas testadas pelo NAT e outra em que as doações não foram testadas. Isso cria pacientes de segunda classe", afirmou o médico. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para Souza, o risco calculado por Wendel "não pode ser considerado desprezível". "É preciso levar em conta o número de doações feitas no País".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Realidade. Em 2010, o Brasil começou a implementar o NAT nos bancos de sangue públicos, para a detecção dos vírus HIV e da hepatite C. A previsão do Ministério da Saúde era de que em março o teste estivesse disponível em toda a rede. Mas, em junho, o coordenador da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, informou que portaria sobre o tema só será publicada em novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Saúde informou, por e-mail, que não houve atraso. "O teste NAT é implementado progressivamente nos Estados brasileiros. A republicação da portaria trará como obrigatório o teste em toda a rede de saúde do País: pública e privada". Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Brasília e Minas Gerais são Estados que já fazem o teste. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outros cinco serviços farão o exame ainda este ano - Ribeirão Preto (SP), Ceará, Paraná, Amazonas e Pará.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/cjZVJr9K_JE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>www.estadao.com.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 14:52:00</pubDate><id>55193</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55193</feedburner:origLink></item><item><title>Relatório mostra que criminalizar Aids dificulta tratamento da doença </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/4FvNaV4SQ5Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Leis que criminalizam, discriminam e punem as populações com maior risco de contágio do HIV, como homossexuais, transexuais, prostitutas e usuários de drogas injetáveis, prejudicam o tratamento e atrapalham a luta contra a Aids. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
É o que afirma um relatório divulgado na tarde desta segunda-feira (09) em Nova York, elaborado pela Comissão Global sobre HIV e Lei, ligado à ONU. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A comissão, que é apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, é liderada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e formada por especialistas em políticas públicas, direitos humanos, legislação e HIV/Aids. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O texto detalha as leis ligadas ao HIV e à Aids em governos de 140 países. E mostra que, em mais de 60 deles, é crime expor outra pessoa ao HIV ou transmitir o vírus. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
NO BRASIL &lt;br /&gt;
Não há lei específica que criminalize a transmissão do HIV no Brasil. No entanto, há registro de condenações por perigo de contágio venéreo, perigo para a vida ou a saúde, lesão corporal e até tentativa de homicídio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo levantamento da Abia (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids), já houve 11 sentenças condenatórias por exposição ou transmissão sexual de HIV nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A entidade afirma que, nos anos 80 e 90, o indiciamento mais frequente ligado a casos de transmissão de Aids no Brasil era por homicídio doloso (com intenção). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas, segundo Marclei Guimarães, ex-assessor de projetos da Abia e um dos relatores do levantamento da entidade, há uma tendência no Brasil de julgar o ato como lesão ou crime de perigo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Guimarães afirma que a legislação atual permite variadas interpretações. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
ONGs e movimentos sociais ligados ao tema, no entanto, consideram que transmitir o vírus não pode ser considerado tentativa de homicídio. Isso porque os tratamentos existentes hoje fazem com que o HIV não seja uma sentença de morte. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2008, a própria ONU recomendou a revogação de leis criminais específicas para o HIV que obriguem a revelação do status sorológico e que sejam contraproducentes para a prevenção do HIV e seu tratamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;HOMOSSEXUAIS &lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Outro entrave para conter a pandemia da Aids, de acordo com o novo relatório, é a criminalização de atividades sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Isso ocorre em 78 países do mundo. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essas leis e práticas desencorajam as pessoas a divulgarem a sua condição e a procurarem serviços de saúde. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A comissão chegou a essas conclusões por meio da revisão de 680 textos de mais de mil autores de 140 países. Também foram ouvidas cerca de 700 pessoas afetadas por leis ligadas ao HIV. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/4FvNaV4SQ5Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>11/07/2012 00:00:00 14:50:00</pubDate><id>55192</id><imagem /><legenda /><tipo>0</tipo><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=55192</feedburner:origLink></item></channel></rss>
