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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Enfermagem Virtual - Últimas Notícias</title><link>http://www.enfermagemvirtual.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>23/05/2012 06:34:36</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/enfermagemvirtual" /><feedburner:info uri="enfermagemvirtual" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Itália proíbe prótese de silicone com fins estéticos para menores de idade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/-GH7V8ZgTPg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Comissão de Assuntos Sociais da Câmara dos Deputados italiana deu sinal verde nesta terça-feira, 22, a um projeto de lei para a constituição de um registro de controle de operações com próteses mamárias, que proíbe também sua implantação com fins estéticos em menores de idade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O projeto já tinha sido aprovado no Senado, e hoje sua ratificação definitiva foi dada pela Câmara dos Deputados, que o fez se transformar em lei que entrará em vigor após publicação no Diário Oficial do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A nova norma estabelece que "o implante de próteses mamárias com fins estéticos será permitido apenas a pessoas que tenham alcançado a maioridade".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No entanto, ficarão isentos da proibição casos em que exista uma grave má-formação congênita, certificada por um médico ligado ao Serviço de Saúde nacional ou a uma instituição competente pública.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Após a entrada em vigor da lei, os cirurgiões que não a respeitarem poderão ser sancionados com uma multa de até 20 mil euros e três meses de suspensão de suas atividades, informou a imprensa italiana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O projeto de lei foi promovido no governo anterior, de Silvio Berlusconi.  &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/-GH7V8ZgTPg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53231</feedburner:origLink></item><item><title>Germes proliferam em micro-ondas usado coletivamente na empresa </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/sLoJx1ddh2M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Uma enorme quantidade de germes prolifera na superfície de pias e de micro-ondas usados de modo coletivo em ambientes de trabalho, segundo uma amostragem realizada com 5.000 pessoas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa --realizada em conjunto pela fabricante de produtos de limpeza Kimberly-Clark, e o professor de microbiologia Charles Gerga, da Universidade do Arizona-- mediu durante seis meses os níveis de contaminação de cozinhas e salas de descanso de escritórios de advocacia, call centers, companhias de seguro e médicas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O número de germes foi maior em acionadores de torneira (75%), micro-ondas (48%), alça de aparelhos (27%), puxadores de geladeira (26%), acionadores de bebedouros (23%) e botões de máquinas de venda automática (21%). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Várias pessoas estão cientes dos riscos que os germes oferecem no banheiro, mas as áreas de descanso não têm recebido o mesmo nível de atenção", comentou o pesquisador. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/sLoJx1ddh2M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:25:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53230</feedburner:origLink></item><item><title>Vítimas de violência doméstica também sofrem com despreparo de hospitais</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/JojKF9zxG7c/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Não bastasse o sofrimento de ser agredida por alguém íntimo, a mulher vítima da violência doméstica ainda trava uma batalha no atendimento hospitalar contra o preconceito e o descaso. A conclusão é de um estudo realizado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) que analisou as percepções de médicos e de enfermeiras da rede pública de saúde sobre esse tipo de crime. A ideia era compreender como os profissionais entendem essas agressões e se as percepções deles interferem no atendimento às pacientes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a autora do estudo, a psicóloga Mariana Hasse, médicos e enfermeiras têm dificuldades em identificar e acolher os casos de violência que chegam às unidades de saúde, mesmo eles sendo tão frequentes e repetitivos. &amp;ldquo;Cerca de 35% das mulheres que procuram os serviços de saúde já sofreram algum tipo de violência pelo menos uma vez na vida&amp;rdquo;, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os profissionais pesquisados associam as agressões contra as mulheres a questões íntimas dos casais e ao uso abusivo de álcool e de drogas. No caso das enfermeiras, o destaque foi para a atuação da mulher no mercado de trabalho. &amp;ldquo;Isso teria desestruturado as famílias e estimulado a violência. Essa percepção retrata muito a culpa dessas mulheres por duplicarem as jornadas ao irem trabalhar fora&amp;rdquo;, salienta Hasse. De uma forma geral, segundo a especialista, a postura dos entrevistados sobre a violência doméstica &amp;mdash; origem, motivações, tipos e consequências &amp;mdash; foi bem parecida. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/JojKF9zxG7c" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>23/05/2012 00:00:00 18:23:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53229</feedburner:origLink></item><item><title>Casos de malária aumentam 48% com cheias no Amazonas </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/_lkAXMgRdo0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Com as cheias nos rios e as fortes chuvas no Amazonas, os casos de malária cresceram 48% de janeiro a abril deste ano em relação ao mesmo período de 2011, segundo o Ministério da Saúde. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As águas limpas e paradas favorecem a proliferação do mosquito transmissor da doença, principalmente nas margens dos rios Juruá, Purus e Solimões. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A população rural ficou mais vulnerável porque mudou de áreas inundadas para terras firmes, onde vive aglomerada em abrigos ou casas de parentes. "Eles estão mal alojados. Tem gente doente nos aglomerados, e a transmissão se estabelece", afirma Bernardino Albuquerque, presidente da Fundação de Medicina em Saúde do AM. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Dados do Ministério da Saúde mostram que, neste ano, foram registrados 21.566 casos no Amazonas --no ano passado, foram 14.576. Não há registro de mortes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A malária é uma doença infecciosa aguda, causada por espécies de protozoários do gênero plasmódio, transmitido pela picada de mosquitos. Na Amazônia, as espécies mais comuns são vivax e falciparum (mais letal). Os sintomas são dores de cabeça e no corpo, febre alta e calafrios. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Albuquerque, o tratamento exige repouso. A medicação depende do tipo da espécie do protozoário. Medidas como o uso de mosquiteiros impregnados com inseticida estão coibindo a transmissão da doença. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O registro de picadas de serpentes também aumentou --29%, de janeiro a abril deste ano, em comparação com 2011. Houve 768, contra 592. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No hospital da Fundação de Medicina Tropical, um garoto e uma mulher estão tratando as picadas de surucucu e jararaca, respectivamente. O quadro deles é estável. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O infectologista Antônio Magela Tavares disse que durante a cheia as picadas aumentam porque as cobras são levadas pelas águas para dentro das casas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo ele, os casos de diarreia, hepatite e leptospirose, que estão estabilizados, vão aumentar quando as águas baixarem. "Vai aumentar a concentração das bactérias. Será um momento perigosíssimo para essas doenças", disse. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/_lkAXMgRdo0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:17:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53096</feedburner:origLink></item><item><title>Campanha fará testes gratuitos de hepatite C </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/dKP3GLkRv98/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Ao longo desta semana, até o sábado, o Cristo Redentor, na zona sul do Rio, ficará iluminado nas cores amarela e vermelha. A iniciativa faz parte de uma campanha de alerta sobre a hepatite C, promovida pela Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH) em parceria com o Santuário Cristo Redentor. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nesse período, voluntários da associação vão oferecer testes gratuitos para identificar a doença. A iniciativa estará disponível em vários pontos do País. O início da campanha é marcado pelo Dia Internacional da Hepatite C, comemorado hoje. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para o teste, é feita coleta de uma gota de sangue. O resultado fica pronto em cinco minutos. Esse tipo de hepatite é uma doença inflamatória do fígado causada pelo vírus VHC. Ele é transmitido por sangue contaminado (transfusão, transplante de órgãos, agulhas, seringas, ferimentos etc). A transmissão também pode ocorrer por contato sexual e de mãe para filho. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Homenagem. Durante o lançamento da campanha, anteontem, a ABPH e o Santuário Cristo Redentor homenagearam entidades e empresas que contribuíram para o combate à doença, entre eles o Bradesco, a Petrobrás, o Laboratório Roche e o Grupo Estado, com o prêmio "Amigos do Cristo Redentor". A entrega do prêmio coube ao arcebispo do Rio, d. Orani João Tempesta.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/dKP3GLkRv98" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:14:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53095</feedburner:origLink></item><item><title>Vacinação contra gripe acaba esta semana em todo o País</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/CrQ8VSJX7qg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será encerrada nesta próxima sexta-feira, 25, em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão de que o prazo seja prorrogado. Idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 2 anos incompletos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde devem procurar os postos de saúde das 8h às 17h.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A dose protege contra os três tipos de vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2011, inclusive o causador da influenza A (H1N1) - gripe suína. A meta do governo é imunizar 24,1 milhões de pessoas em todo o país, o equivalente a 80% do público-alvo. O último balanço indica que 13,4 milhões de pessoas já foram vacinadas (44,7% do público-alvo).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O maior alcance, de acordo com o Ministério da Saúde, foi verificado entre o público infantil: 2,2 milhões de crianças vacinadas (51,9% do público-alvo). Mais de 1 milhão de trabalhadores de saúde também foram imunizados (43,5%), além de 888,3 mil gestantes (41,1%), quase 9,1 milhões de idosos (44,3%) e 193,3 mil indígenas (32,9%).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os grupos foram escolhidos para tomar a vacina depois que estudos demonstraram que eles são mais suscetíveis a doenças respiratórias. Crianças que serão imunizadas pela primeira vez devem tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado devem receber apenas uma este ano. Os demais grupos devem tomar dose única.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo ou apresentou reações adversas às doses anteriores. Pacientes com doenças agudas, neurológicas ou febre devem consultar um médico antes de tomar a vacina. O Ministério da Saúde garante que a dose não provoca efeitos colaterais. A pessoa pode sentir apenas dor leve ou sensibilidade no local da injeção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, de acordo com dados da pasta, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas - 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocadas pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 mortes foram confirmadas. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230. &lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/CrQ8VSJX7qg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>21/05/2012 00:00:00 14:12:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53094</feedburner:origLink></item><item><title>Grupo pedirá metas mais amplas contra doenças crônicas à OMS </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/dgN4ko53M0I/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um grupo internacional de entidades da sociedade civil vai apresentar à Organização Mundial da Saúde um pedido para que sejam ampliadas as metas de combate às doenças crônicas não transmissíveis (NCDs, na sigla em inglês), como problemas cardíacos, diabetes e câncer. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a NCD Alliance, o estabelecimento de objetivos para enfrentar esses problemas de saúde deve ser insuficiente na próxima assembleia da OMS, marcada para a semana que vem, em Genebra. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A aliança critica, em especial, a redução de dez para cinco no número de metas propostas pela OMS para o combate às doenças, que hoje respondem por quase dois terços das mortes no mundo a cada ano. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um dos pontos que caíram da pauta foi a redução no consumo de álcool. A proposta inicial, feita após a reunião da OMS sobre doenças crônicas, em setembro do ano passado, previa uma redução de 10% no consumo per capita. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com Paula Joh-ns, diretora da Aliança de Controle do Tabagismo do Brasil e que estará em Genebra para um evento paralelo à assembleia da OMS, há uma influência grande das indústrias multinacionais de alimentos nas discussões. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Acredito que seria necessário haver maior transparência sobre esses conflitos de interesses." &lt;br /&gt;
A ausência da previsão de restrições à publicidade de alimentos não saudáveis no último documento publicado pela OMS sobre o assunto também é criticada por Johns. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Acredito que a experiência do combate ao tabagismo poderia ser aproveitada em outras áreas", afirma, referindo-se às leis que barraram a publicidade dos cigarros e ao aumento de impostos sobre o produto, medidas que, segundo ela, poderiam ser aplicadas a alimentos industrializados não saudáveis. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 2010, previa alertas em anúncios de alimentos com altos teores de gordura, açúcar e sódio. A regra foi contestada na Justiça pela indústria e não entrou em vigor.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/dgN4ko53M0I" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:43:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53010</feedburner:origLink></item><item><title>Senado aprova cobertura de quimio oral por planos </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/3wrCZqEngi8/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Senado deu ontem o primeiro passo para que pessoas com câncer possam fazer, em casa, o tratamento quimioterápico via oral com a cobertura dos planos de saúde. O projeto de lei foi votado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e segue para apreciação da Câmara.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No caso dos planos que cobrem a internação hospitalar, o projeto obriga a cobertura da quimioterapia ambulatorial e domiciliar, de radioterapia e da hemoterapia. O objetivo, segundo a autora do projeto, Ana Amélia Lemos (PP-RS), é garantir a continuidade da assistência prestada durante a internação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez aprovado pela Câmara e sancionada pela presidente Dilma, a nova lei entra em vigor após 180 dias da data de publicação no Diário Oficial da União.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Atualmente, sem a cobertura pelos planos de saúde, boa parte dos pacientes e de seus custos assistenciais são transferidos para o Sistema Único de Saúde.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/3wrCZqEngi8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53009</feedburner:origLink></item><item><title>Vacinação contra gripe termina dia 25; adesão de gestantes é baixa </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/f4tSi0HWdio/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Secretaria Saúde encerra na próxima sexta-feira (25), daqui uma semana, a campanha de vacinação contra a gripe no Estado de São Paulo, mas a adesão de gestantes ainda é baixa --apenas 36,8% delas receberam a vacina. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Desde o último dia 5 foram vacinados mais 2,7 milhões de paulistas, segundo balanço da Secretária. 47,5% das crianças entre seis meses e menores de dois anos de idade tomaram a dose. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A campanha também vale para trabalhadores da área da saúde, indígenas e população carcerária. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em números absolutos foram vacinados 426,2 mil crianças entre seis meses e dois anos, 1,97 milhão de idosos e 165,3 mil gestantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A meta da Secretaria é vacinar 5,3 milhões de paulistas até o fim da campanha, número correspondente à meta de 80% dos 6,6 milhões de pessoas que compõem o público-alvo da campanha. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, a campanha também irá proteger a população contra outros dois tipos do vírus influenza: A H3N2 e B. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na campanha, mais de 7.000 postos do Estado estão preparados para dar a vacina, entre fixos e volantes. Outros 3.500 mil veículos, 32 ônibus e cinco barcos também prestam o atendimento à população. Ao todo serão 41,6 mil profissionais da área da saúde, estaduais e municipais, envolvidos na ação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os postos de saúde abrem das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Na capital paulista, as salas de vacina das rodoviárias do Tietê e da Barra Funda também abrem aos sábados e domingos, das 8h às 20h.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
As crianças paulistas entre seis meses de idade e menores de dois anos deverão tomar duas doses da vacina contra a gripe. A segunda dose deverá ser aplicada um mês após a primeira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A medida vale para crianças que estiverem participando pela primeira vez da campanha de imunização, neste ano. Crianças que já foram levadas aos postos de saúde na campanha de 2011 só precisarão receber uma dose neste ano. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/f4tSi0HWdio" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>18/05/2012 00:00:00 17:36:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=53008</feedburner:origLink></item><item><title>Quatro casos de gripe suína são registrados em Cuiabá</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/WFXjRQC8j0o/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Quatro casos de Influenza A H1N1, gripe suína, foram confirmados nesta terça-feira, 15, em Cuiabá, no Mato Grosso. De acordo com a agência de notícias, Mostra GV, a Vigilância Epidemiológica de Cuiabá só reconhece um dos casos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
Uma mulher, de 26 anos, está internada com o vírus da Gripe Suína no Pronto Socorro de Cuiabá, conforme informações divulgadas pela Mostra GV. Este e outros casos foram confirmados por exames realizados no Instituto Adolfo Lutz em São Paulo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A paciente, que está na unidade de emergência e urgência, responde bem ao tratamento, mas deverá continuá-lo em casa, afirma nota divulgada pela agência de notícias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O diretor da Vigilância Epidemiológica de Cuiabá, Benedito Oscar Campos, disse desconhecer os três casos, afirmando que apenas um caso está registrado na gerência de laboratório do município, afirma nota da Mostra GV.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/WFXjRQC8j0o" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:44:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52954</feedburner:origLink></item><item><title>Gastos em saúde crescem, mas Brasil continua abaixo da média do mundo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/yGwHcGETYEs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O Brasil pode ser a sexta maior economia do mundo, mas em termos de gastos com a saúde, o governo brasileiro ainda se equipara à realidade africana e destina ao setor menos do que a média dos governos pelo mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertam que não faltam médicos no País. Ainda assim, a proporção de leitos é inferior à média mundial e comparável a vários países africanos. O Brasil é ainda um dos 30 países onde a população paga de seu próprio bolso mais de 50% dos gastos de saúde. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os números mostram que, na última década, as autoridades brasileiras incrementaram o orçamento destinado aos serviços de saúde. Este incremento, no entanto, não é suficiente nem mesmo para que o País chegue ao patamar da média mundial. A distância entre o que se gasta no Brasil com a saúde e o que se gasta nos países ricos é ainda ampla.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a OMS, em 2000 o governo brasileiro destinava 4,1% de seu orçamento para a saúde. Dez anos depois, a taxa subiu para 5,9%. A média mundial é de 14,3% e a taxa brasileira chega a ser inferior à média africana. Do total que se gasta no País com a saúde, 56% vem do bolso dos cidadãos e não dos serviços do Estado. Apenas 30 de 193 países vivem essa situação. Em 2000, a taxa era ainda pior, com 59% dos custos da saúde vindo do bolso do cidadão. Desta forma, a taxa de 56% está distante da média mundial, de 40%. Nos países ricos, apenas um terço dos custos da saúde são arcados pelos cidadãos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em uma década, o governo triplicou o gasto por habitante. Mas ainda assim destina a cada brasileiro apenas uma fração do que países ricos destinam a seus cidadãos. No Brasil no ano de 2000, o governo destinava em média US$ 107 pela saúde de cada brasileiro por ano. Em 2009, ao final da década, a taxa havia sido elevada para US$ 320,00. O valor é inferior aos US$ 549,00 que em média um habitante do planeta recebe em saúde de seus governos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos países europeus, os gastos médios dos governos com cada cidadão chega a ser dez vezes superior aos do Brasil. Em alguns casos, como Luxemburgo, gasta-se mais de US$ 6,9 mil por cidadão, quase 25 vezes o valor no Brasil. Na Noruega, o gasto é similar, enquanto a Dinamarca destina 20 vezes mais a cada cidadão em saúde que no Brasil. Mesmo na Grécia, quebrada e hoje sem governo, as autoridades destinam seis vezes mais recursos a cada cidadão que no Brasil. Os dados, porém, são do início da crise.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Governos como os da Romênia, Sérvia, Arábia Saudita ou Uruguai também destinam mais recursos por habitantes que no Brasil.&lt;br /&gt;
Outro dado preocupante: o País conta em média com 26 leitos para cada 10 mil pessoas. Os indicadores se referem ao período entre 2005 e 2011. 80 países tem um índice melhor que o do Brasil, que está empatado com Tonga e Suriname. A média mundial é de 30 leitos por cada 10 mil habitantes. Na Europa, a disponibilidade é três vezes superior a do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em termos de médicos, o Brasil vive uma situação mais confortável. Segundo a OMS, são 17,6 médicos para cada 10 mil habitantes, acima da média mundial de 14 por 10 mil. Mas ainda assim a taxa é a metade do número que se registra Europa. Já na África, são apenas dois médicos para cada 10 mil pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/yGwHcGETYEs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:41:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52953</feedburner:origLink></item><item><title>Saúde básica no País é menos desigual do que sistema de educação pública</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/HRHiYRkJ63Y/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A qualidade do sistema de atendimento básico à saúde nos municípios brasileiros é muito menos desigual do que a do sistema de educação pública no país. A constatação é de uma pesquisa feita no Centro de Estudos da Metrópole (CEM) - um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da Fapesp e também um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Nos últimos três anos, pesquisadores do CEM analisaram o desempenho das políticas públicas de educação e de saúde no Brasil na década de 2000 por meio de uma nova metodologia que desenvolveram, denominada Índice do Desempenho da Saúde e da Educação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Matriz composta por dez indicadores de desempenho de políticas sociais de saúde e educação, avaliados em uma escala de 0 a 1, de acordo com os pesquisadores a metodologia é mais confiável e permite avaliar melhor as políticas de educação e saúde no Brasil do que indicadores como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) da Organização das Nações Unidas (ONU).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Utilizado em larga escala para medir o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida oferecida à população de um país em comparação com outros, segundo os pesquisadores do CEM, o IDH não permite uma boa avaliação de sistemas descentralizados de prestação de serviços públicos - como os do Brasil, onde os estados e municípios são responsáveis por prover educação, saúde e outros serviços básicos à população.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O IDH mede fatores fora do alcance das políticas dos municípios e estados brasileiros, como níveis de analfabetismo e renda. Em função disso, desenvolvemos uma metodologia que consideramos mais confiável e que permite avaliar o desempenho de políticas sociais de saúde e de educação ao alcance de prefeitos ou governadores para que eles possam efetivamente mudar os resultados&amp;rdquo;, disse Marta Arretche, diretora do CEM e professora do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Ao aplicar a nova metodologia para avaliar o desempenho das políticas de saúde no país nos períodos de 2004 a 2006 e de 2007 a 2009, os pesquisadores constataram não haver grandes desigualdades no sistema de saúde básica no Brasil, inexistindo, por exemplo, de um lado municípios com padrão de excelência e, de outro, municípios cujo sistema público de saúde é muito ruim.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entretanto, de acordo com os pesquisadores, isto não significa que não houve retrocessos na área da saúde do Brasil na década de 2000. Comparando o período de 2007 a 2009 com o de 2004 a 2006, observou-se que um significativo número de municípios registrou ligeira piora em seu sistema de atendimento de saúde básica. O que, segundo os pesquisadores, está relacionado, em grande parte, ao aumento da taxa de incidência da dengue.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Cerca de 25% dos municípios chegaram a uma situação péssima em relação ao controle da dengue no período de 2007 a 2009, sendo que no período de 2004 a 2006 aproximadamente 5% dos municípios estavam nesse patamar&amp;rdquo;, disse Arretche.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já em relação à educação, há evidências de expressiva melhora em diversos indicadores, acompanhada de um aumento da desigualdade no sistema municipal brasileiro, caracterizado por &amp;ldquo;ilhas de excelência&amp;rdquo; - com poucos municípios em situação muito boa, situados nas regiões mais ricas do país, em meio a um &amp;ldquo;mar&amp;rdquo; de mau desempenho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Comparando as notas obtidas pelos municípios nos períodos de 2003 a 2005 e de 2007 a 2009 na Prova Brasil - criada pelo Ministério da Educação (MEC) para avaliar a educação básica no país -, os pesquisadores do CEM observaram que na média o desempenho dos municípios neste quesito melhorou. Contudo, a distância do grupo que apresenta melhor desempenho para os que estão melhorando mais lentamente também está aumentando.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;No sistema de educação municipal e estadual brasileiro há um conjunto de municípios cujo desempenho é melhor do que o restante. E está aumentando a desigualdade entre as escolas municipais brasileiras&amp;rdquo;, disse Arretche.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Alguns dos fatores responsáveis pela mudança de desempenho do sistema educacional municipal brasileiro no período de 2007 a 2009 em comparação com o de 2003 a 2005 foram a melhora da cobertura potencial de creche, a diminuição das taxas de reprovação e de abandono da primeira à oitava série do ensino fundamental, além de uma elevação das notas médias do municípios na Prova Brasil, que são resultados que não se devem apenas à melhoria do sistema escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Essa mudança de desempenho também está relacionada à melhor situação econômica e social do Brasil, que faz com que os alunos não tenham que abandonar a escola&amp;rdquo;, avaliou Arretche. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Diferenças de desempenho&lt;br /&gt;
Segundo os pesquisadores do CEM, uma hipótese para explicar por que a desigualdade no sistema municipal de saúde brasileiro é menor do que na educação estaria na melhor coordenação do primeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;No caso do sistema público de saúde, o governo federal tem maior capacidade de coordenar os municípios para que eles apresentem um determinado padrão de atendimento e de ações de assistência à população. Já em relação à educação, como as redes são municipais e estaduais, a capacidade de coordenação é muito menor&amp;rdquo;, disse Arretche.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Outro fator que afeta o desempenho das políticas de educação e saúde nos municípios brasileiros é o percentual de pobres. Enquanto na área da saúde os municípios brasileiros com 80% de pobres têm desempenho semelhante ao de municípios com 20% de pobres, na educação municípios com maior percentual de pobres têm desempenho pior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A pesquisa confirma os resultados de outros estudos que apontam uma relação negativa entre o percentual de pobres no município e o desempenho de seu sistema de educação. Essa relação foi ressaltada de modo consistente pela nova metodologia&amp;rdquo;, explicou Arretche.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com os pesquisadores do CEM, os resultados indicados pela pesquisa poderão ser testados com os dados gerais da mostra do Censo 2010, divulgados pelo IBGE no fim de abril, que apresentam uma série de mudanças ocorridas no país de 2000 a 2010, detalhadas por município.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/HRHiYRkJ63Y" height="1" width="1"/&gt;</description><author>estadao.com.br</author><pubDate>16/05/2012 00:00:00 15:39:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52952</feedburner:origLink></item><item><title>Projetos na Câmara podem pôr fim à proibição de fumo com sabor </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/y-jf-MnA1eE/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Embora a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tenha decidido, em março, retirar do mercado todos os cigarros com sabor até 2014, a novela dos aditivos do fumo pode estar longe do fim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma escalada de pressões sobre o Executivo, questionamentos judiciais e a aprovação de medidas no Congresso para tentar reverter ou retardar a entrada em vigor da decisão da Anvisa são tidos como certos por integrantes do governo federal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há quem fale até em contestações em instâncias internacionais, como a Organização Mundial do Comércio, o que já ocorreu com outros países que restringiram a presença do cigarro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A indústria tabagista vai jogar pesado", afirma o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), da bancada da saúde no Congresso. &lt;br /&gt;
O lobby contra as restrições chegou a atrasar a tomada de decisão da Anvisa e bateu à porta da Presidência -o setor tabagista encaminhou ofício à Casa Civil alertando contra a iniciativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mobilização continua, diz Romeu Schneider, presidente da câmara setorial do tabaco. "Não sei como o governo não viu as consequências da decisão. Acreditamos que na hora 'H' ele vai analisar com mais profundidade." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há duas semanas, foi apresentado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara o substitutivo do projeto de decreto legislativo que quer cassar a resolução da Anvisa. O texto, pronto para a pauta, diz que a agência extrapolou suas competências. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A agência não pode agir por conta própria, assumindo o papel de legislador", defende o relatório do deputado Arthur Maia (PMDB-BA). &lt;br /&gt;
O parlamentar, que afirma não ter relações com o setor fumageiro, faz ressalvas sobre o impacto da medida na produção nacional de cigarros e sobre a interferência do Estado na vida do cidadão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra alternativa é o projeto de lei do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), que pretende liberar o mentol no cigarro e proibir os demais aditivos. Sua aprovação invalidaria a resolução da Anvisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;BANHO-MARIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
"Acredito que vão ficar com essas possibilidades em 'banho-maria' até chegar próximo do prazo para a entrada em vigor do banimento. Assim, o governo não tem tempo de reagir", diz Paula Johns, da ONG Aliança de Controle do Tabagismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A agência não vai recuar, diz Agenor Álvares, diretor da Anvisa para o tema do fumo. "Acredito que não há a menor possibilidade de a norma ser revista pela Anvisa." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procurada, a Associação Brasileira da Indústria do Fumo disse não ter posição definida de como agir frente à medida e alertou para o risco que ela representa à produção nacional de cigarro e aos fumicultores. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/y-jf-MnA1eE" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 15:03:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52838</feedburner:origLink></item><item><title>Bancos de sangue têm queda de 20% em SP por causa do frio </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/BRJ3ousH8gA/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;O número de doadores de sangue caiu cerca de 20% na última semana em todo o Estado de São Paulo, segundo a Secretaria da Saúde. A situação deve ficar ainda mais crítica nos meses de junho e julho, quando o frio aumenta e as férias escolares também contribuem para a redução. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na última semana, os estoques do Hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), sentiram os primeiros reflexos da queda da temperatura e ficaram em apenas 30% do volume considerado ideal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido à redução, algumas cirurgias eletivas --que não são de urgência e emergência-- chegaram a ser canceladas no Hospital São Paulo e no Hospital do Rim e Hipertensão, que utilizam o mesmo banco de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Tivemos que priorizar os procedimentos de emergência, porque o estoque teve uma queda aguda", afirma a chefe do banco de sangue do Hospital São Paulo, Maria Angélica Camargo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As doações aumentaram no último fim de semana, mas ainda estão longe do ideal. Só o Hospital do Rim, que atende principalmente transplantes, necessita de oito a doze bolsas por dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Neste período do ano os estoques ficam mais baixos, então precisamos intensificar a campanha para que os procedimentos não sejam prejudicados", diz José Medina Pestana, coordenador do setor de transplantes da Unifesp e diretor do Hospital do Rim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Entre os tipos sanguíneos de Rh negativo as reduções costumam ser ainda mais significativas. "Eles são, geralmente, os primeiros a acusar uma diminuição importante", afirma Osvaldo Donini, coordenador da Hemorrede em São Paulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do inverno, os estoques de sangue costumam ter forte queda durante feriados prolongados e as festas de fim de ano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serviço - O Hemocentro do Hospital São Paulo fica na rua Botucatu, 620, Vila Clementino, zona sul de São Paulo. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/BRJ3ousH8gA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:58:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52837</feedburner:origLink></item><item><title>EUA discutem teste de HIV feito em casa </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/Wg5Qhc2fdmM/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um comitê consultivo externo da FDA (Agência que regula alimentos e medicamentos nos EUA) vai discutir nesta terça-feira se recomendará à agência a venda ao consumidor do teste de HIV para ser feito em casa, sem supervisão médica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teste OraQuick segue a linha dos exames de gravidez comprados em farmácias. Só que, ao invés de xixi, a pessoa usa saliva. Os resultados saem em 20 minutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pareceristas da FDA já deram uma sinalização positiva sobre o teste caseiro de HIV na última sexta-feira, quando afirmaram que o exame rápido feito em casa pode ajudar a reduzir a disseminação do vírus HIV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especialistas em saúde pública estimam que cerca de 20% das pessoas que contraíram Aids nos EUA (hoje são cerca de 1,2 milhões de portadores) não sabem que estão infectados pela vírus HIV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teste rápido e em casa seria uma maneira de conseguir retardar a evolução das infecções especialmente por quem não sabe que tem a doença. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A metodologia do exame OraQuick para identificação do vírus HIV pela boca é aprovada pela FDA desde 2004. Mas até hoje apenas médicos e demais profissionais de saúde podem fazer o teste. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas ONGs de saúde pública já usam o teste há alguns para conseguir detectar a doença principalmente em comunidades remotas, onde é mais difícil fazer o exame de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;NOVO DEBATE &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Essa é segunda vez que a Aids passa pelo crivo da FDA nos últimos dias. A revisão do OraQuick começou um dia depois de um painel consultivo da agência dar um pontapé inicial para a aprovação da primeira droga que previne a infecção pelo HIV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A FDA concluiu que uma pílula diária do antirretroviral Truvada, usado no tratamento de pessoas já contaminadas, pode ser eficiente para prevenir a infecção em grupos de risco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se aprovada, a Truvada será a primeira droga aprovada para evitar a infecção da Aids por pessoas saudáveis. &lt;br /&gt;
A FDA não é obrigada a seguir as recomendações do conselho consultivo -- embora geralmente o faz. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/Wg5Qhc2fdmM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>15/05/2012 00:00:00 14:54:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52836</feedburner:origLink></item><item><title>Técnica em teste usa sangue da mãe para determinar paternidade do feto </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/2qhlE8byXYs/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Fragmentos do material genético do feto que ficam circulando na corrente sanguínea da mãe são a chave para o próximo passo a ser dado pela &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; nos exames pré-natais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um grupo americano escreve em carta publicada nesta semana no "New England Journal of Medicine" que conseguiu determinar a paternidade do feto com base em um simples exame de sangue feito pela mãe. A técnica foi testada com sucesso em 30 mulheres, com tempo de gestação de oito a 14 semanas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O material genético coletado das grávidas foi comparado ao do pai do bebê e a um de outros 29 homens escolhido às cegas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;POR AQUI&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
No Brasil, o geneticista Ciro Martinhago está desenvolvendo um teste semelhante, que deve ser lançado no mercado até o fim deste ano. O preço deve ficar entre R$ 800 e R$ 1.000.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A tarefa, no entanto, não é fácil. O primeiro obstáculo é encontrar o material genético do feto no sangue da mãe e o segundo é encontrar fragmentos em "bom estado". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estudos anteriores mostraram que os fragmentos do DNA fetal correspondem a 3% a 6% do material genético contido no plasma, porção do sangue que não tem células. Quanto mais avançada a gestação, mais DNA fetal há no sangue da mãe. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Esse DNA de circulação livre (que não está dentro do núcleo de uma célula) tem degradação rápida. Três dias após a mulher dar à luz, não há mais material genético do feto em seu plasma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Martinhago diz que uma das pesquisas que ele está orientando agora tem como objetivo melhorar a qualidade do material colhido para permitir testes mais precisos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;AS RECEITAS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
São dois os métodos em avaliação para determinar a paternidade do feto. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um deles procura os chamados SNPs, trocas de uma só letra do DNA (A, C, T ou G) em uma região do cromossomo. Essa alteração costuma ser herdada, por isso serve como indicador de parentesco. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O segundo método, que é o padrão hoje para esse tipo de teste feito após o nascimento, é o de STR, que procura repetições de sequências de dois a cinco nucleotídeos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Colocando isso em letras: se a pessoa tem uma repetição da sequência GATA, ela se mostraria como GATAGATAGATA, por exemplo. &lt;br /&gt;
Em geral, essas partes repetidas não servem para codificar nenhuma proteína, mas são indicadores certeiros para o parentesco. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O problema no caso do exame na gestante é que é necessário ter DNA com qualidade suficiente para fazer essa análise, coisa que é mais difícil quando se trata de pedaços soltos de material genético no plasma e em franca degeneração.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Na pesquisa americana, foram comparados quatro sequências genéticas: da mãe, do feto e de dois pais em potencial. Escolheu-se uma região de SNP em que a mãe e os dois pais tinham o mesmo par de letras de DNA: a mãe era AA, um dos "pais" também e o outro era GG. Como o feto tinha uma letra G, o pai não poderia ser o AA, porque ele não tem o G nessa parte do material genético para dar ao filho. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo havendo mais de 99% de chance de o homem GG ser o pai, a certeza que o método SNP traz é para a exclusão de paternidade, segundo Martinhago, porque a resposta do teste é binária: sim ou não para cada "letrinha" avaliada. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os SNPs, no entanto, são abundantes no material genético humano e hoje há chips que conseguem processar até 500 mil deles. &lt;br /&gt;
O método STR, usado hoje nos testes convencionais, compara sequências repetidas e já é padronizado mundialmente. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/2qhlE8byXYs" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 16:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52764</feedburner:origLink></item><item><title>Técnica recupera parte da função cardíaca após infarto </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/voVMpzuAsBk/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pesquisadores "remendaram" o coração de camundongos ao induzir um tipo de célula a se transformar em outras que fazem o órgão bater. A pesquisa poderá, no futuro, levar a uma terapia para a insuficiência cardíaca. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A insuficiência do coração afeta mais de 14 milhões de pessoas no mundo. O obstáculo para se obter tratamento satisfatório é a limitada capacidade de regeneração das células do músculo cardíaco chamadas cardiomiócitos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A equipe de Deepak Srivastava, da Universidade da Califórnia em San Francisco, "reprogramou" outra célula, o fibroblasto, que representa 50% das células do coração dos mamíferos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; constitui em enviar diretamente ao coração proteínas conhecidas como "fatores de transcrição", que se grudam no material genético (DNA) e regulam a ativação dos genes. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A equipe usou três fatores de transcrição, conhecidos pela sigla GMT. Eles foram levados ao coração por um vírus que infectava as células. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os fibroblastos costumam se ativar e migrar para o local do dano no coração do caso de infarto do miocárdio. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os cientistas induziram dano cardíaco nos camundongos e depois injetaram os vírus com o GMT na zona contígua ao local do enfarto. &lt;br /&gt;
Complexos "rotulamentos genéticos" foram necessários para identificar a transformação celular e para checar se as células estavam eletricamente ativas e se "batiam". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Três meses depois do enfarto induzido o coração dos camundongos foi examinado por ressonância magnética e ecocardiografia. Houve uma "significativa melhoria". &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A capacidade de regenerar tecido cardíaco adulto a partir de células endógenas [do próprio organismo] é um enfoque promissor no tratamento de doença cardíaca", concluíram os autores no artigo na "Nature".&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Os pesquisadores ainda testarão a eficácia em um animal maior, como um porco, antes de testar em humanos. "Se funcionar, a técnica deve estar disponível entre cinco e sete anos para humanos", disse Srivastava à Folha. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/voVMpzuAsBk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52763</feedburner:origLink></item><item><title>MS avalia trabalho de 17,5 mil equipes de atenção básica </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/-hncttF2lQg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Como forma de incentivar a melhoria da qualidade do atendimento feito aos usuários do SUS, o Ministério da Saúde iniciou ontem (7), a avaliação das equipes de atenção básica que atuam nos municípios. A primeira análise in loco será feita na no Rio de Janeiro, na Clínica da Família Sérgio Vieira de Melo. Ela se dá através de um questionário realizado com o gestor, um trabalhador e quatro usuários atendidos por cada equipe de saúde. Avaliadores certificarão o trabalho de 17,5 mil equipes de saúde em 3.972 municípios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
O resultado servirá de indicador para aumento nos repasses às equipes que conseguirem desempenho positivo, que poderão receber até o dobro de recursos por mês. Além da entrevista, serão analisadas a qualidade do atendimento, a infraestrutura das unidades e a disponibilidade de medicamentos. Este conjunto de critérios compõe uma certificação, pelo qual será definido o desempenho das equipes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A avaliação faz parte da terceira fase do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), que busca a ampliação do acesso e a melhoria do atendimento, com garantia de um padrão de qualidade. Ao todo, serão destinados quase R$ 800 milhões para as equipes avaliadas pelo PMAQ apenas em 2012. Cada unidade participante receberá uma placa de participação no programa e, posteriormente, uma placa de certificação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
A equipe de avaliação conta com um supervisor e até quatro avaliadores, dependendo do tamanho da unidade a ser visitada. Para realizar o questionário, os membros estarão uniformizados e portarão tablets, nos quais serão respondidas as perguntas. Após a coleta das respostas, os dados são exportados para um banco do Ministério da Saúde. São quase 800 avaliadores em todo país, de 38 instituições de ensino e pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Hêider Pinto, diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, explica que a iniciativa vai melhorar o atendimento básico das equipes de todo país. &amp;ldquo;Com o PMAQ, tanto os trabalhadores quanto os usuários passam a ter um padrão a ser buscado. O usuário fica mais informado para cobrar e ajudar no serviço, enquanto o profissional passa a ter referência para qualificar mais sua ação e o Ministério da Saúde dá mais condições para os gestores investirem. O programa é um processo de melhoria permanente da qualidade dos serviços. É melhor atendimento para a população e melhores condições de trabalho aos profissionais&amp;rdquo;, afirma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Etapas &amp;ndash; O PMAQ está organizado em quatro fases que se complementam e formam um ciclo contínuo de melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Básica: Adesão e Contratualização; Desenvolvimento; Avaliação Externa (que se inicia hoje); e Recontratualização. O programa está dentro da Rede Saúde Mais Perto de Você, cujo objetivo é incentivar os gestores locais do Sistema Único de Saúde a melhorar o padrão de qualidade da assistência oferecida aos usuários do SUS nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e por meio das equipes de Atenção Básica de Saúde.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/-hncttF2lQg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>10/05/2012 00:00:00 16:18:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52762</feedburner:origLink></item><item><title>Prematuridade é 2ª causa de morte infantil </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/XklXl1M6I2g/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As complicações decorrentes do parto prematuro são a segunda maior causa de morte entre crianças com menos de cinco anos no mundo, atrás só da pneumonia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
São 15 milhões de bebês nascidos com menos de 37 semanas de gestação no mundo a cada ano, dos quais 1 milhão morre. &lt;br /&gt;
Os dados são de um relatório divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Lançado ontem em Nova York, o levantamento mobilizou mais de 40 agências da ONU, ONGs e governos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O problema é mais grave em países pobres, especialmente da África ao sul do Saara e da Ásia. Nessas regiões, a taxa de prematuros passa de 12 a cada cem nascidos vivos. Nas nações desenvolvidas, 9% dos bebês nascem antes do período normal de gestação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, a taxa é de 9,2%, a mesma da Alemanha. No entanto, em números absolutos, o país foi o décimo com mais prematuros entre os 185 listados, com 279,3 mil nascimentos em 2010. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A líder, Índia, teve 3,519 milhões. A China, segunda colocada, teve quase 1,2 milhão. &lt;br /&gt;
"Em números relativos, o Brasil tem 9,2 prematuros para cada cem nascimentos. É uma taxa intermediária, mas é um sinal de atenção", disse à Folha José Belizan, cientista do Iecs (Instituto de Políticas de Saúde e Efetividade Clínica), da Argentina, que participou da publicação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;CAUSAS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para o relatório, nos países mais pobres, os prematuros, em geral, nascem de grávidas com problemas de saúde como hipertensão, diabetes e HIV, além de fatores de risco, como tabagismo, alcoolismo e consumo de outras drogas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Já nos países desenvolvidos, o problema parece tender mais para questões como a gravidez tardia e o maior acesos à fertilização in vitro, com sua probabilidade elevada de gestações múltiplas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A quantidade de cesáreas realizadas antes do tempo, muitas vezes para "conveniência de médicos ou pais", também tem destaque. Um problema que, diz o relatório, cresce na América Latina. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, pela primeira vez, o percentual de cesarianas superou o de partos normais no país, chegando a 52% do total. Para a OMS, o recomendado é cerca de 15%. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Na opinião de Dário Pasche, diretor do Departamento de Ações Pragmáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, a alta quantidade de cesarianas marcadas com antecedência no Brasil é um fator que impulsiona a quantidade de prematuros. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Nossos números são altos, mas nos dados do ministério não são tão grandes quanto os do levantamento." &lt;br /&gt;
A pasta informou que, segundo seus registros, o número de prematuros em 2010 foi 204,3 mil, o que representaria 7,1% dos nascidos vivos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O estudo da OMS leva em conta diversas fontes e não apenas o governo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
DINHEIRO IMPORTA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Os bebês prematuros pobres são os que mais morrem. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Em países pobres, mais de 90% dos prematuros extremos [menos de 28 semanas de gestação] morrem nos primeiros dias de vida, enquanto menos de 10% deles morrem nos países mais ricos", diz Christopher Howson, coeditor do relatório.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Parte dessas mortes poderia ser evitada com medidas baratas. "Três quartos dessas crianças sobreviveriam com ações simples e efetivas, como injeções de corticoides nas grávidas [para 'amadurecer' a capacidade pulmonar dos bebês]", disse Belizan. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em regiões com carência de incubadoras e outros cuidados neonatais, o documento sugere o chamado "método canguru" -uma faixa que envolve o bebê e o liga à mãe, na altura do seio. Com ele, a criança fica aquecida pelo calor da mãe e ainda tem fácil acesso ao seio para mamar. O Brasil é um dos países que já adota esse sistema. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Do outro lado da lista, Belarus encabeça o time de países com menor percentual de prematuros, com 4,1%. O Equador vem depois, com 5,1%. Finlândia, Croácia, Japão e Suécia também estão entre os 11 melhores. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/XklXl1M6I2g" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:19:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52534</feedburner:origLink></item><item><title>5 dicas de saúde que perderam a validade </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/ZbeGiuiBDok/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt;1. Uma aspirina por dia faz bem para a saúde&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Se você é saudável, não é necessário fazer a terapia da aspirina, apesar de se saber que o consumo diário de aspirinas pode prevenir enfartes do coração em pessoas com doenças coronárias. Porém, um estudo da organização European-based Aspirin for Asymptomatic Atherosclerosis (AAA), publicado na Espanha, diz que pessoas saudáveis que tomam aspirinas diariamente para prevenir problemas do coração podem na realidade tornar-se mais propensas a terem acidentes vasculares cerebrais (AVC) hemorrágicos ou sangramentos internos no corpo, o que não compensaria o risco. Para essas pessoas, o exercício diário ainda é a melhor opção.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2. Correr faz mal ao joelho&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Durante muito tempo os médicos sugeriram que nadar e andar era melhor do que correr, pois se assumia que esta prática, com o tempo, destruiria o joelho. Novos estudos mostram que correr e ter problemas nos joelhos são duas coisas diferentes. Uma pesquisa da  Universidade de Stanford, EUA, mostrou que, em 20 anos, apenas 7% de um grupo de corredores pesquisados tiveram problemas nos joelhos. Os maiores problemas foram associados a ferimentos fora da corrida e por correr de forma errada ou com equipamento de má qualidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;
3. Bronzeado é sinônimo de saúde&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Radiação ultravioleta causa câncer, já se sabe. Em 2009, a superexposição ao sol se juntou ao tabaco na lista dos maiores causadores de câncer no mundo. Na realidade, é necessário algum tempo ao sol para que o organismo absorva vitamina D. O que se discute agora é qual o tempo mínimo que se deve ficar ao sol. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4. Comida saudável a qualquer custo&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Nada errado em uma alimentação saudável, certo? Mas qual o limite? Nos últimos anos os médicos identificaram um transtorno alimentar chamado por alguns de &amp;ldquo;ortorexia nervosa&amp;rdquo;. São aqueles indivíduos que simplesmente não aceitam a ideia de comer qualquer coisa que não seja natural. Outros adotam dietas restritivas em longo prazo e ainda há aqueles que optam por comer somente comidas de uma culinária exótica específica (normalmente ligada a uma ideia de purificação corporal). Seja qual for a opção, a obsessão pode resultar em falta de vitaminas. Quanto mais variada a alimentação, mais seu corpo se torna saudável. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5. Margarina é melhor que manteiga&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Margarina pode ter menos colesterol que a manteiga, mas agora se sabe que a gordura trans contida na margarina não só pode aumentar os índices de colesterol &amp;ldquo;ruim&amp;rdquo; como diminuir o colesterol &amp;ldquo;bom&amp;rdquo;. Em vez de substituir a manteiga, tente diminuir o consumo ou trocar por óleo de oliva (que é uma opção saborosa). &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/ZbeGiuiBDok" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:17:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52532</feedburner:origLink></item><item><title>Governo estuda política de atenção a doenças raras </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/tV_D3IWIQTg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Representantes do Ministério da Saúde, médicos e associações de pacientes se reuniram na semana passada, em Brasília, para tentar criar uma política de atenção às pessoas com doenças raras na rede pública. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O encontro instituiu um grupo de trabalho com 12 integrantes (quatro do Ministério da Saúde, quatro especialistas e quatro de associações de pacientes) que ajudará a discutir um modelo de atenção integral às pessoas com doenças raras no Brasil. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Trata-se de outra política para um grupo semelhante de doenças. Em 2009, foi publicada a portaria que instituiu a Política Nacional de Atenção Integral em Genética Clínica no SUS, mas até agora as ações não saíram do papel, como mostrou reportagem da Folha em 20 de fevereiro deste ano. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Marcial Francis Galera, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica e um dos integrantes do grupo técnico, 80% das doenças raras são genéticas. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A discussão sobre a atenção a portadores desses problemas na rede pública já ocorre há sete anos, segundo Galera. "Desde então, nada andou. Saiu a portaria, mas a implementação não foi para frente." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O geneticista diz que apesar de as negociações sobre a política de doenças raras terem sido "bastante ágeis", há ainda muito a se fazer em relação ao diagnóstico e o tratamento dessas doenças. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Todos estão em um fogo cruzado. O paciente, angustiado, entra na Justiça para pedir o tratamento, porque tem direito. O gestor de saúde local fica diante de um problema sério, porque pode não ter dinheiro para investir tudo isso em uma pessoa só. Quem acaba decidindo é o juiz, que não tem critério técnico para isso", diz Galera. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para algumas dessas doenças, como a de Gaucher e a mucopolissacaridose tipo 1, o tratamento custa até R$ 30 mil mensais por paciente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Doenças genéticas como essas, que causam erros no metabolismo, são as poucas para as quais há opções de tratamento. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Wanderlei Cento Fante, 51, fundador da Abraff (associação dos portadores da doença de Fabry), afirma que faltam políticas públicas. &lt;br /&gt;
"Nosso tratamento não está na lista do SUS, não existe outra forma de ter acesso além do processo judicial." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, Galera diz que o primeiro passo é definir protocolos que estabeleçam critérios diagnósticos e inclusão de tratamento no SUS. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"Tem que definir que o paciente com os sintomas x, y e z recebe o remédio. Se tiver só o x, não. Isso traz a discussão para o plano técnico", afirma. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o geneticista, o fato de os remédios serem novos e caros aumenta a necessidade de haver critérios médicos para sua distribuição. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A longo prazo, os efeitos dos medicamentos podem não ser tão bons quanto se espera. É absurdo que um juiz decida sobre a prescrição de um tratamento." &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A doença de Gaucher foi a primeira a contar com protocolo de atendimento definido pelo ministério, que compra os remédios e os distribui aos portadores. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/tV_D3IWIQTg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 18:13:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52530</feedburner:origLink></item><item><title>Dois em cada dez homens 'fogem' do exame de toque em hospital de SP</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/qzMcAGQ9cWo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Pelo menos 20% dos pacientes do Centro de Referência em Saúde do Homem, localizado na capital paulista, se recusaram a fazer o exame físico retal, mais conhecido como &amp;ldquo;exame de toque&amp;rdquo;. A informação faz parte de um levantamento do hospital divulgado nesta quinta-feira (3).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, dos mais de 15 mil homens com idade entre 45 e 70 anos que passaram em consultas médicas com os grupos de oncologia e doenças da próstata, 3.000 não fizeram o exame. Os outros 80% já conheciam a finalidade do exame na detecção precoce do câncer de próstata, e aceitaram fazê-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O câncer de próstata é o mais comum entre os homens e está entre as doenças que mais mata a população masculina. O diagnóstico precoce é fundamental no combate à doença e facilita, inclusive, o tratamento tornando-o menos invasivo. A partir dos 45 anos a realização de um check-up anual vira obrigação para todos os homens.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os especialistas relacionam o resultado da pesquisa a questões culturais, que ainda associam o homem ao único provedor da família, forte e imune às doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Não é só preconceito e medo de perder a masculinidade com o exame. O homem não se sente à vontade quando &amp;lsquo;perde&amp;rsquo; a sua posição de chefe da família para cuidar de sua própria saúde e iniciar tratamentos médicos&amp;rdquo;, ressalta o médico chefe do Centro de Saúde do Homem Joaquim Claro.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/qzMcAGQ9cWo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 14:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52475</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo questiona eficácia de exame de sangue contra câncer de próstata</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/6pnvRSrEbtY/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A eficácia de um exame de sangue usado para diagnosticar o câncer de próstata, foi posta em dúvida por um estudo divulgado nesta quarta-feira (4) pela Alta Autoridade de Saúde da França (HAS, na sigla em francês). A prova do antígeno prostático (PSA, na sigla em inglês) geralmente é acompanhada pelo exame de toque retal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A confiabilidade deste teste, considerado até a primeira década deste século um bom indicador para medir a evolução da doença, sofreu seu primeiro revés em 2010, quando a HAS anunciou que ele carecia de eficiência, quando aplicado à população masculina em geral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Agora, a entidade a descartou o exame de sangue inclusive para os indivíduos "de risco". Apesar de conhecer alguns fatores de perigo -- idade, antecedentes familiares e exposição a certos agentes químicos --, a &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; ainda não sabe ao certo o peso que cada um deles tem no desenvolvimento da doença.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por outra parte, a HAS constatou que, até o momento, não está provado que as pessoas com maior risco de contrair a doença, de evolução lenta, a desenvolvam de forma mais grave ou com maior rapidez, por isso o diagnóstico antecipado também não seria útil.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, segundo os responsáveis pelo estudo, os pacientes que se submetem a este exame estão suscetíveis a dar "falsos positivos", o que representa "riscos secundários", tanto de tipo físico, derivados da consequente biópsia para determinar se há câncer, como de tipo psicológico e sexual.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A HAS concluiu que os homens que se submetem o teste deveriam fazê-lo "com conhecimento de causa", sabendo que "este exame em algumas ocasiões termina em operações ou irradiações inúteis com duras consequências para a sexualidade e a continência de homens que ainda são jovens e ativos".&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/6pnvRSrEbtY" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 14:56:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52472</feedburner:origLink></item><item><title>Cientistas cubanos dizem ter criado vacina contra pneumococo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/6fTumjlk5Ns/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Cientistas cubanos devem iniciar neste ano o teste cl&amp;iacute;nico de uma vacina de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional contra a bact&amp;eacute;ria do pneumococo, que provoca pneumonia e meningite, anunciou nesta quinta-feira (3) uma prestigiada pesquisadora local.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A diretora do Instituto Finlay de Havana, Concepci&amp;oacute;n Campa, explicou, citada pelo jornal oficial &amp;quot;Granma&amp;quot;, que &amp;quot;Cuba iniciar&amp;aacute; neste ano os primeiros testes cl&amp;iacute;nicos da vacina contra o pneumococo&amp;quot;, elaborada por cientistas desta institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do Centro de Qu&amp;iacute;mica Biomolecular da ilha.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Campa liderou a equipe cient&amp;iacute;fica que criou a vacina Va-Mengoc-BC, a primeira e &amp;uacute;nica efetiva no mundo contra o meningococo do grupo B, segundo o Instituto, um centro dedicado &amp;agrave; pesquisa e ao desenvolvimento de ant&amp;iacute;genos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;A pneumonia &amp;eacute; uma das causas de morte n&amp;atilde;o apenas em crian&amp;ccedil;as, mas tamb&amp;eacute;m em idosos, e esta vacina (...) ap&amp;oacute;s as pesquisas em humanos, ficar&amp;aacute; &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de adultos e crian&amp;ccedil;as, para poder controlar a doen&amp;ccedil;a&amp;quot;, acrescentou a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O pneumococo &amp;eacute; o agente causador de pneumonia, meningite e outras doen&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o jornal, Campa deu uma coletiva de imprensa sobre o impacto que tiveram na sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica da ilha &amp;quot;as mais de dez vacinas elaboradas&amp;quot; por suas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es cient&amp;iacute;ficas, no &amp;acirc;mbito do XVI Semin&amp;aacute;rio Internacional da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o M&amp;eacute;dica do Caribe (AMECA), que ocorre em Havana.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Entre elas, al&amp;eacute;m da Va-Mengoc-BC, figuram uma vacina contra a hepatite B, que Cuba exporta para 40 pa&amp;iacute;ses; a primeira vacina terap&amp;ecirc;utica contra o c&amp;acirc;ncer de pulm&amp;atilde;o, e outra pentavalente (contra a difteria, coqueluche, t&amp;eacute;tano, hepatite B e a bact&amp;eacute;ria haemophilus influenzae tipo B), que Cuba aplica em seu programa de imuniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o infantil.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/6fTumjlk5Ns" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>03/05/2012 00:00:00 14:40:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52468</feedburner:origLink></item><item><title>Portal Educação, 12 Anos Mudando Vidas por meio do Conhecimento!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/xmmVzMYpPuk/noticia_view.asp</link><description>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="268" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r1_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="200" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r2_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="213" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r3_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="163" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r4_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="188" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r5_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="202" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r6_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="226" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r7_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="267" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r8_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="216" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r9_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="195" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r10_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center" width="670"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&lt;img border="0" width="670" height="198" src="http://static.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/04052012/anos_r11_c1.jpg" alt="Aniversário de 12 anos Portal Educação" style="display:block" /&gt;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr align="left" valign="top"&gt;
            &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/xmmVzMYpPuk" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Portal Educação</author><pubDate>04/05/2012 00:00:00 11:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52443</feedburner:origLink></item><item><title>Prós e contras da reposição hormonal</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/sMthuNdL-rA/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Primeiro, vem o climat&amp;eacute;rio, que marca o t&amp;eacute;rmino do per&amp;iacute;odo reprodutivo, em m&amp;eacute;dia a partir dos 45 anos. Depois, a menopausa, o fim definitivo da menstrua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por volta dos 50. Cerca de 60% das mulheres sofrem dos principais sintomas da baixa hormonal: ondas de calor, sudorese noturna, ins&amp;ocirc;nia, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no humor, diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da libido, fadiga e ressecamento vaginal. Em geral, os desconfortos duram entre um e dois anos. Mas, para 25% delas, a ang&amp;uacute;stia pode chegar a cinco anos. Para combater os inimigos da qualidade de vida, d&amp;aacute;-lhe reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o hormonal. Mas, aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, h&amp;aacute; alguns riscos que devem ser ponderados:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Na &amp;acirc;nsia de oferecer sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bem-estar, muitos ginecologistas chegam a receitar a reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para todas que chegaram &amp;agrave; menopausa. A pr&amp;aacute;tica foi reavaliada. Agora, vale o princ&amp;iacute;pio b&amp;aacute;sico da &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;: nenhum tratamento serve indiscriminadamente para todos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; A reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ficou reservada &amp;agrave;quelas que sentem os desconfortos da menopausa e que n&amp;atilde;o tenham contraindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como hist&amp;oacute;rico familiar de c&amp;acirc;ncer de mama.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; O tratamento de reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; feito com o uso dos horm&amp;ocirc;nios estrog&amp;ecirc;nio e progestag&amp;ecirc;nio ou de subst&amp;acirc;ncias com a mesma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como a tibolona e as isoflavonas. Sempre em diferentes dosagens, variando conforme o perfil cl&amp;iacute;nico da paciente. Podem ser usados por via oral, transd&amp;eacute;rmica, adesivo ou gel, e transvaginal, com implantes ou spray.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas de que a reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o hormonal melhora o ressecamento da pele e a lubrifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o vaginal, normaliza a libido, reduz a queda e melhora a textura dos cabelos, diminui a ins&amp;ocirc;nia e aumenta a qualidade dos ossos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; Mas estudos cl&amp;iacute;nicos relatam o aumento de risco de c&amp;acirc;ncer de &amp;uacute;tero devido ao uso exclusivo de estrog&amp;ecirc;nios. O problema praticamente desaparece quando associado &amp;agrave; progesterona. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; relatos dos riscos de diagn&amp;oacute;stico de c&amp;acirc;ncer de mama em mulheres que se submeteram &amp;agrave; reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o hormonal por v&amp;aacute;rios anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;bull; A terapia de reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode provocar ganho de peso de, em m&amp;eacute;dia, 2 quilos, em raz&amp;atilde;o do aumento do apetite e da reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de l&amp;iacute;quidos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/sMthuNdL-rA" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:57:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52354</feedburner:origLink></item><item><title>Entenda o que são as hepatites D e E</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/gJ4k2qXqNjo/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Al&amp;eacute;m dos tr&amp;ecirc;s casos mais comuns de hepatite (A, B e C), ainda existem mais 4 v&amp;iacute;rus: o tipo D, que se manifesta se a pessoa j&amp;aacute; estiver contaminada pelo B; o E, raro no Brasil e contra&amp;iacute;do da mesma forma que a hepatite A; e os tipos F e G, que s&amp;atilde;o considerados subgrupos da hepatite C.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba mais sobre as hepatites D e E:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hepatite D&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ela foi descoberta em 1977, com o v&amp;iacute;rus VHD ou v&amp;iacute;rus Delta. Esse v&amp;iacute;rus s&amp;oacute; se manifesta em conjunto com a hepatite B: surge por co-infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou por superinfec&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A hepatite D aguda pode ser severa, ou mesmo fulminante, no entanto, raramente evolui para uma forma cr&amp;ocirc;nica. 40% dos casos evoluem para cirrose. A preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o se d&amp;aacute; pelo uso de camisinha e vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra a hepatite B. O tratamento &amp;eacute; feito com medica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hepatite E&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Resulta da infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo v&amp;iacute;rus da hepatite E (VHE) e &amp;eacute; transmitida de pessoa a pessoa atrav&amp;eacute;s da &amp;aacute;gua e de alimentos contaminados com mat&amp;eacute;ria fecal. &amp;Eacute; uma doen&amp;ccedil;a que j&amp;aacute; foi respons&amp;aacute;vel por grandes epidemias no centro e sudeste da &amp;Aacute;sia, no norte e oeste de &amp;Aacute;frica e na Am&amp;eacute;rica Central.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Essa hepatite foi identificada em 1980, quando se realizavam testes para detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de anticorpos da hepatite A, na &amp;Iacute;ndia, durante o estudo de uma hepatite epid&amp;eacute;mica transmitida atrav&amp;eacute;s das &amp;aacute;guas, mas cujo agente infeccioso n&amp;atilde;o era o VHA. A gravidade da infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo VHE &amp;eacute; maior que a provocada pelo v&amp;iacute;rus da hepatite A, mas a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre ao fim de pouco tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o h&amp;aacute; vacina para a hepatite E e o &amp;uacute;nico meio de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a higiene. N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma doen&amp;ccedil;a que vira cr&amp;ocirc;nica, mas em gestantes pode ser bem grave. A hepatite E pode atingir taxas de mortalidade de 20% se o v&amp;iacute;rus for contra&amp;iacute;do durante o terceiro trimestre de gesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Existem tamb&amp;eacute;m registos de partos prematuros, com taxas de mortalidade infantil que atingem 33%. Nas crian&amp;ccedil;as, a co-infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os v&amp;iacute;rus A e E pode resultar em uma doen&amp;ccedil;a grave, incluindo a fal&amp;ecirc;ncia hep&amp;aacute;tica aguda.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Estat&amp;iacute;sticas indicam que a doen&amp;ccedil;a tem maior incid&amp;ecirc;ncia entre os adultos dos 15 aos 40 anos, mas, segundo a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Sa&amp;uacute;de, a baixa taxa registada entre as crian&amp;ccedil;as pode dever-se ao fato de a hepatite E normalmente n&amp;atilde;o provocar sintomas nos mais novos.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/gJ4k2qXqNjo" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:55:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52353</feedburner:origLink></item><item><title>Cuidados com as doenças da chuva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/88a8JnTgycg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A &amp;eacute;poca de chuvas fortes chegou e, com ela, aparecem doen&amp;ccedil;as que podem causar s&amp;eacute;rios danos &amp;agrave; sa&amp;uacute;de. Saiba quais s&amp;atilde;o quatro delas e como evit&amp;aacute;-las:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dengue&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Doen&amp;ccedil;a transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que procria onde h&amp;aacute; &amp;aacute;gua parada - latas, copos, pneus velhos, vasos, caixas d'&amp;aacute;gua, lixeiras, cisternas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O perigo: dengue cl&amp;aacute;ssica causa febre alta, forte dor na cabe&amp;ccedil;a e no corpo. &amp;quot;Dengue hemorr&amp;aacute;gica tamb&amp;eacute;m, mas o infectado pode ter sangramento em &amp;oacute;rg&amp;atilde;os&amp;quot;, explica Jaime Rocha, infectologista de Curitiba que atua no laborat&amp;oacute;rio Delboni Auriemo. A&amp;iacute;, pode ser fatal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A sa&amp;iacute;da: o melhor &amp;eacute; prevenir. Fique esperto para n&amp;atilde;o deixar &amp;aacute;gua acumular no jardim, na varanda, na lou&amp;ccedil;a p&amp;oacute;s-churrasco. Se sentir sintomas da dengue, n&amp;atilde;o tome rem&amp;eacute;dio. &amp;quot;Medicamentos &amp;agrave; base de acetil-salic&amp;iacute;lico e anti-inflamat&amp;oacute;rios, como aspirina, aumentam o risco de hemorragias&amp;quot;, diz Mauricio Gaspari Pupo, diretor t&amp;eacute;cnico da Consulfarma Assessoria Farmac&amp;ecirc;utica, de S&amp;atilde;o Paulo. V&amp;aacute; ao hospital.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Leptospirose&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute; causada por uma bact&amp;eacute;ria presente principalmente em urina de rato e transmitida ao homem, em muitos casos, nas enchentes. O contato da pele - especialmente se tiver cortes ou machucados - com a &amp;aacute;gua contaminada &amp;eacute; suficiente para isso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O perigo: &amp;quot;Febre alta, intensa dor de cabe&amp;ccedil;a e muscular, calafrios e olhos avermelhados s&amp;atilde;o os sintomas comuns - v&amp;ecirc;m cerca de dez dias ap&amp;oacute;s a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, diz Jaime. A leptospirose pode ser fatal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A sa&amp;iacute;da: evite contato com &amp;aacute;gua ou lama de rua. &amp;quot;Guarde a comida em locais &amp;agrave; prova de ratos, longe de por&amp;otilde;es ou garagens.&amp;quot; Caso sinta sintomas da leptospirose, n&amp;atilde;o use rem&amp;eacute;dios com acetil-salic&amp;iacute;lico. V&amp;aacute; ao m&amp;eacute;dico - o tratamento &amp;eacute; com antibi&amp;oacute;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Hepatite A&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute; causada pelo v&amp;iacute;rus HAV. Ele pode estar em alimentos mal lavados e &amp;aacute;gua contaminada. Se ingerir comida assim ou precisar atravessar uma rua alagada - e tiver uma fissura na pele -, pode pegar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O perigo: ataca principalmente o f&amp;iacute;gado. &amp;quot;Voc&amp;ecirc; tem n&amp;aacute;usea, febre e icter&amp;iacute;cia - corpo e olhos ficam amarelados; perde apetite; faz fezes claras&amp;quot;, diz Ricardo Ferreira da Cunha, m&amp;eacute;dico especializado em Sa&amp;uacute;de P&amp;uacute;blica pela Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP). Casos fatais s&amp;atilde;o raros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A sa&amp;iacute;da: vacine-se. &amp;quot;Lave sempre as m&amp;atilde;os, jamais as encoste na boca, limpe bem os alimentos&amp;quot;, diz St&amp;eacute;fano Gon&amp;ccedil;alves Jorge, m&amp;eacute;dico de Campinas e membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia. Se pegar hepatite A, v&amp;aacute; ao m&amp;eacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/88a8JnTgycg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:53:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52352</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo relaciona obesidade e sobrepeso ao câncer de mama</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/ePi1pqH6Y1M/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Mulheres obesas ou com sobrepeso que s&amp;atilde;o diagnosticadas com c&amp;acirc;ncer de mama t&amp;ecirc;m maiores riscos de terem reincid&amp;ecirc;ncia da doen&amp;ccedil;a ou de morrerem por problemas relacionados ao c&amp;acirc;ncer do que aquelas que est&amp;atilde;o em seu peso ideal. Essa &amp;eacute; a conclus&amp;atilde;o de um estudo apresentado nesta sexta-feira (23) na 8&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Europeia de C&amp;acirc;ncer de Mama.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa, desenvolvida por especialistas do Instituto de C&amp;acirc;ncer Dona-Farber e da Faculdade de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, ainda indicou que essa associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi semelhante mesmo com a quimioterapia sendo ajustada de acordo com o peso corporal de cada paciente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os autores do estudo analisaram dados de 1.909 pacientes que foram entre 1997 e 1999. Entre as participantes, 1,2% tinha baixo peso; 32,6% peso normal; 32,9% sobrepeso; e 33,3% obesidade. Os resultados mostraram uma forte associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre IMC (&amp;Iacute;ndice de Massa Corporal) e sobrevida em pacientes com c&amp;acirc;ncer de mama.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
As mulheres acima do peso tiveram mais chances de voltarem a ter a doen&amp;ccedil;a e tamb&amp;eacute;m de morrerem por algum problema acarretado pelo c&amp;acirc;ncer em um per&amp;iacute;odo de dez anos.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/ePi1pqH6Y1M" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:49:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52351</feedburner:origLink></item><item><title>Principais exames ginecológicos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/72fxVSQwqNU/noticia_view.asp</link><description>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Todas as mulheres devem ter por h&amp;aacute;bito fazer esses exames que podem salvar vidas. Abaixo, destacamos os que precisam ser realizados, no m&amp;iacute;nimo, uma vez ao ano, a partir da primeira rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o sexual:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ultrassom p&amp;eacute;lvico&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Ele examina o &amp;uacute;tero e os ov&amp;aacute;rios em busca de qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o (p&amp;oacute;lipo, mioma, cisto, n&amp;oacute;dulo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Papanicolau&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Localiza infec&amp;ccedil;&amp;otilde;es vaginais e identifica altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que podem virar c&amp;acirc;ncer (no colo do &amp;uacute;tero e na vagina).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Rastreamento infeccioso&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Detecta s&amp;iacute;filis, hepatites e o HIV no organismo. O ginecologista e obstetra Adriano Carneiro, de Salvador (BA).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Colposcopia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Visualiza o colo do &amp;uacute;tero e a vagina, podendo acusar diversas les&amp;otilde;es (benignas e malignas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Citologia e microflora vaginais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Diagnosticam um eventual c&amp;acirc;ncer antes de ele se instalar. Esses exames tamb&amp;eacute;m auxiliam na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tumores na mama, nos ov&amp;aacute;rios, no &amp;uacute;tero e nas trompas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mamografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Deve ser feita a cada dois anos ap&amp;oacute;s os 35 anos. A partir dos 40, anualmente. A maioria desses exames s&amp;atilde;o cobertos pelo Sistema &amp;Uacute;nico de Sa&amp;uacute;de (SUS). Portanto, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; medo nem vergonha que justifique n&amp;atilde;o faz&amp;ecirc;-los.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/72fxVSQwqNU" height="1" width="1"/&gt;</description><author>mdemulher.abril.com.br</author><pubDate>02/05/2012 00:00:00 16:47:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52350</feedburner:origLink></item><item><title>Plano nacional vai melhorar saúde do trabalhador </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/rjLAfMsXy64/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Os Ministérios da Saúde, da Previdência Social e do Trabalho e Emprego lançaram hoje, a Política e o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. A iniciativa faz parte da programação do Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidente de Trabalho. Os três ministérios irão atuar em conjunto para implementar, fiscalizar e avaliar as normas e processos na esfera pública e privada. O esforço conjunto representa um avanço nas garantias de melhores condições no ambiente e nas relações de trabalho. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A execução das diretrizes da política será feita por meio do plano nacional. Formado por oito objetivos, a estratégia é dividida em tarefas de curto, médio e longo prazo, além de um conjunto de regulamentações de caráter permanente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Para a rotina do trabalhador serão adotados dispositivos legais e princípios comuns de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), independentemente de sua inserção no mercado (do setor público e privado), com elaboração, aprovação e fiscalização conjunta do poder público, dialogando com as organizações dos empregadores e dos trabalhadores. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;O Brasil recebe muitos elogios sobre normas e leis. Agora é o momento oportuno para que temas como acidentes de trabalho, aspectos de capacitação e treinamento sejam levados a uma discussão mais aprofundada. Creio que a sociedade verá os resultados desse trabalho em curto prazo&amp;rdquo;, disse Guilherme Franco Netto, Diretor do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério do Trabalho e Emprego avalia que o entendimento sobre as relações trabalhistas também será afetado. Além disso, deverá ocorrer a padronização de critérios quanto à caracterização de riscos e agravos e a construção de um banco de dados único com indicadores de gestão. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Isso significa que os três ministérios irão compartilhar informações para fomentar as práticas pertinentes a cada área. &lt;br /&gt;
A educação continuada é uma das normas a serem seguidas com a inclusão de conhecimentos básicos no currículo do ensino fundamental e médio da rede pública e privada, bem como a revisão de referências curriculares para a formação de profissionais em saúde e segurança no trabalho, de nível técnico, superior e pós-graduação. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ELABORAÇÃO-&lt;/strong&gt; A política foi criada por uma Comissão Tripartite entre o governo, as principais organizações que representam empregadores e pela representação dos trabalhadores. A formalização aconteceu por meio de decreto (nº 7.602), assinado pela presidenta Dilma Rousseff, no dia 7 de novembro de 2011. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A implementação está de acordo com a Convenção n.º 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que dispõe sobre Segurança e Saúde dos Trabalhadores e o Meio Ambiente de Trabalho e estabelece o dever do Estado-Membro de elaborar uma política nacional sobre o tema. E também com o Plano de Ação Mundial sobre a Saúde dos Trabalhadores da Organização Mundial da Saúde (OMS), que reforça a necessidade de uma política com coordenação intersetorial das atividades. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;COMISSÃO TRIPARTITE&amp;ndash;&lt;/strong&gt; A comissão que foi instituída em 2008 é composta - paritariamente - por representações de governo, trabalhadores e empregadores. O objetivo é assegurar a atuação coerente e sistemática do Estado na promoção do trabalho seguro e saudável e na prevenção dos acidentes e doenças relacionados ao trabalho. A coordenação é feita pelos representantes de governo, em sistema de rodízio anual. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/rjLAfMsXy64" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 16:33:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52234</feedburner:origLink></item><item><title>Hipertensão não tem cura e raramente provoca sintomas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/OchanRcD6Nc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A hipertensão não tem cura, mas é possível evitar complicações. Para isso, é preciso fazer a medição da pressão periodicamente, já que raramente há sintomas. As manifestações mais comuns atribuídas à hipertensão, entre elas dor de cabeça, cansaço, tonturas e sangramento pelo nariz, podem não ter uma relação de causa e efeito com a elevação da pressão arterial, explica o médico Luiz Bortolotto, diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do Incor. O especialista lembra que muitos pacientes deixam de controlar o problema logo depois da melhora inicial nos níveis de pressão arterial.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, o programa federal Saúde Não Tem Preço proporcionou tratamento gratuito contra hipertensão para 6,9 milhões de pacientes em todo o País. Ao longo do ano, o número de farmácias credenciadas para retirada dos medicamentos aumentou cerca de 40%, segundo o Ministério da Saúde. Para retirar os medicamentos do programa é preciso levar receita médica, CPF e documento com foto.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/OchanRcD6Nc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 16:29:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52231</feedburner:origLink></item><item><title>Ministério estabelece regras para parcerias </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/jYbyA2kelNQ/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;As parcerias para o desenvolvimento produtivo (PDPs) entre laboratórios públicos e privados terão que seguir critérios e diretrizes estabelecidos pelo Ministério da Saúde, conforme portaria divulgada na última sexta-feira (27), no Diário Oficial da União. &amp;ldquo;Este marco regulatório vai favorecer o investimento em inovação no Brasil, dando maior rigor aos acordos estabelecidos, aumentando a sua eficácia  e garantindo o cumprimento dos prazos&amp;rdquo;, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a regulamentação, cada PDP será avaliada ao final de 12 meses, contados a partir da data em que foram firmadas. Em caso de descumprimento do cronograma estabelecido &amp;ndash; seja de adoção de boas práticas, ou finalização de fase de transferência de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &amp;ndash;, por exemplo, a parceria poderá ser extinta, sem prejuízos, e a avaliação de novos projetos, envolvendo outros parceiros, será feita para dar continuidade à transferência de &lt;a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. No caso das PDPs já iniciadas, o Ministério da Saúde estabelecerá um cronograma de avaliação das mesmas ainda neste semestre.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Entre os critérios para a formação de novas parcerias, terão preferência as instituições privadas com unidade fabril em território nacional. Serão evitadas PDPs envolvendo exclusivamente detentores de direitos em vias de expirar ou com expiração recente. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;PROCIS &amp;ndash;&lt;/strong&gt; O marco regulatório das PDPs está entre as medidas tomadas pelo Ministério da Saúde para fortalecer a indústria nacional, tornando os produtores públicos e privados nacionais competitivos e capacitados a enfrentar a concorrência global. No dia 22 deste mês, o governo lançou o Programa de Investimento no Complexo Industrial da Saúde (Procis) que, entre outras medidas de estímulo à produção pública, aumenta em cinco vezes os investimentos em 18 laboratórios públicos nacionais. Serão investidos R$ 270 milhões na infraestrutura e qualificação de mão de obra desses laboratórios. E, nos próximos quatro anos, o investimento será da ordem de R$ 2 bilhões, sendo R$ 1 bilhão do governo federal e R$ 1 bilhão de contrapartidas estaduais. É cinco vezes mais do que foi investido nos últimos 12 anos. Entre 2000 e 2011, o investimento total do governo foi de R$ 512 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Com estas medidas, a expectativa do governo é reduzir as desigualdades regionais a partir do estímulo ao fortalecimento dos laboratórios em diversas regiões do país. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O ministério também anunciou a ampliação das PDPs. Ainda este ano, deverão ser consolidadas nove novas parcerias e, no mínimo, 20 nos próximos quatro anos. Essas parcerias abrangem a fabricação de produtos biológicos (para artrite reumatoide, doenças genéticas e oncológicos), medicamentos para as chamadas &amp;ldquo;doenças negligenciadas&amp;rdquo; (que geralmente atingem populações de países menos desenvolvidos e despertam menos interesse da indústria farmacêutica) e equipamentos, principalmente na área de órteses e próteses. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;PDPs &amp;ndash;&lt;/strong&gt; Há 34 PDPs formalizadas para a produção de 33 produtos finais &amp;ndash; sendo 28 medicamentos, o DIU, um equipamento (kit de diagnóstico utilizado no pré-natal para identificar múltiplas doenças) e três vacinas. As parcerias envolvem 37 laboratórios, 12 públicos e 22 privados, nacionais e estrangeiros. A produção de sete medicamentos já começou: antirretroviral Tenofovir, antipsicóticos Clozapina, Quetiapina e Olanzapina, relaxante muscular Toxina Botulínica, imunossupressor Tacrolimo, e Rivastigmina, usado no tratamento de doença de Alzheimer. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A economia gerada pelas parcerias de medicamentos, insumos e equipamentos é de R$ 550 milhões por ano em compras públicas. Este valor &amp;ndash; somado à redução de custos gerada por inovação tecnológica e melhor gestão de recursos em vacinas, negociações e centralização de compras &amp;ndash; leva a uma economia geral de R$ 1,8 bilhão por ano no orçamento do Ministério da Saúde (uma economia de divisa esperada de 1 bilhão de dólares ao ano). &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Somente as sete parcerias que estão em atividade significa uma economia de 25% (R$ 240 milhões), saindo de R$ 1,122 bilhões para R$ 842 milhões, considerando o mesmo consumo. Com relação ao aumento de consumo, ele saiu de 124 milhões para 201 milhões de unidades, significando um aumento de 62% da oferta real do ministério. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/jYbyA2kelNQ" height="1" width="1"/&gt;</description><author>enfermagemesaude.com.br</author><pubDate>30/04/2012 00:00:00 16:26:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52228</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo: rastreio do tipo de câncer de mama evitaria quimioterapia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/Y60_0UxrGBM/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;As futuras gerações de mulheres poderão evitar o tratamento agressivo do câncer de mama após um estudo inovador. Pesquisadores descobriram que existem 10 tipos da doença que mudam drasticamente as chances de sobrevivência. A descoberta possibilitará o médico indicar o melhor tratamento para cada paciente e evitar o encaminhamento para a quimioterapia, quando não for necessária. As informações são do The Telegraph.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tratamento desnecessário com drogas tóxicas ainda é um grande risco no combate ao câncer de mama porque os médicos são incapazes de determinar quais pacientes responderão melhor a quais drogas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Departamento de Saúde e Pesquisa do Câncer do Reino Unido devem publicar uma revisão do programa de rastreio do cancro da mama no final deste ano, após estudos sugerirem que até 10 mulheres se submetem a tratamentos desnecessários para uma que tem vida é salva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expectativa é que nos casos futuros da doença possa se impedir um tratamento como a quimioterapia, que têm efeitos colaterais devastadores, quando for desnecessário.Estudar como cada tipo de tumor reage a diferentes terapias também pode ajudar as companhias farmacêuticas a desenvolver novos medicamentos, mas específicos e eficazes.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/Y60_0UxrGBM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:32:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52122</feedburner:origLink></item><item><title>Estudo mostra que vacina contra herpes-zóster em teste nos EUA é segura</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/iNXElba6A9Q/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Um estudo realizado com pessoas que receberam a vacina contra o herpes-zóster revelou que ela é segura e bem tolerada, e que a percentagem de efeitos colaterais é muito baixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais de 99% dos americanos com mais de 40 anos tiveram catapora e, por isso, correm o risco de ter herpes-zóster, inflamação aguda e dolorosa do nervo, que geralmente atinge pessoas mais velhas. Em um estudo, a vacina reduz em 55% a probabilidade de ocorrência em pessoas com mais de 60 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, embora a vacina seja aprovada pela Food and Drug Administration (órgão que fiscaliza alimentos e medicamentos nos Estados Unidos) para pessoas com mais de 50 anos, menos de 10 por cento delas foram vacinadas. Ocorreram interrupções no fornecimento da vacina, que custa US$ 160 e precisa ser armazena congelada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores estudaram os registros médicos de 193.083 pessoas com mais de 50 anos, e acompanharam essas pessoas durante 6 semanas após o recebimento da vacina. Eles descobriram que não houve aumento do risco de derrame, doenças cardíacas, ataque cardíaco, meningite ou encefalite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não ocorreu aumento do risco de contrair paralisia facial de Bell ou síndrome de Ramsay Hunt ou ainda, possíveis complicações da infecção pelo varicela-zóster, vírus causador do herpes-zóster e da catapora. O efeito colateral mais comum foi inchaço ou vermelhidão no local da injeção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Quando observamos os dados, não vemos nenhum risco de efeito colateral grave após a vacinação", afirmou Hung Fu Tseng, principal autor do estudo e pesquisador da Kaiser Permanente Califórnia do Sul. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/iNXElba6A9Q" height="1" width="1"/&gt;</description><author>noticias.uol.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:30:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52121</feedburner:origLink></item><item><title>Fundação patrocina pesquisa sobre Parkinson com grupo francês</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/VrobhNkFRC8/noticia_view.asp</link><description>&lt;div align="justify"&gt;Segundo um comunicado oficial, a fundação Michael J. Fox - criada pelo ator de mesmo nome diagnosticado com Parkinson - patrocinará o teste clínico para avaliar a segurança e tolerância do remédio "AVE 8112" em afetados pela doença neurodegenerativa e crônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nota ainda informa que "todos os dados e resultados gerados no teste clínico serão propriedade da fundação e compartilhadas com Sanofi". As provas serão realizadas em centros clínicos de Baltimore e Los Angeles, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ator Michael J. Fox, de 50 anos, foi diagnosticado com a doença em 1991. Sete anos depois, passou por uma operação cirúrgica no cérebro para reduzir os tremores que sofria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Parkinson, a segunda doença neurodegenerativa mais frequente em maiores de 65 anos depois do mal de Alzheimer, se caracteriza, entre outros sintomas, por tremores, rigidez muscular, lentidão e dificuldade para iniciar movimentos e problemas de estabilidade e coordenação.&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/VrobhNkFRC8" height="1" width="1"/&gt;</description><author>noticias.uol.com.br</author><pubDate>27/04/2012 00:00:00 14:27:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52120</feedburner:origLink></item><item><title>Você deve vacinar seus filhos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/TQun6cWpI8E/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;De acordo com o especialista Gregory Poland, você deve estar atento para três mitos: de que o sistema dos bebês não está pronto para o número de vacinas dado hoje; de que as vacinas podem causar doenças autoimunes; de que a imunidade natural é melhor e mais segura.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Milhares de crianças estão com um risco grande de doenças devido à baixa vacinação, e crises de doenças altamente transmissíveis já ocorreram&amp;rdquo;, afirma. &amp;ldquo;Médicos de cuidados primários têm pouco tempo para explicar a ciência por trás das vacinas&amp;rdquo;. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O especialista explica que o número de moléculas nas vacinas para recém-nascidos é muito menor do que antigamente, por isso a segurança. Além disso, foram revisados 1200 artigos que não conseguiram encontrar qualquer tipo de efeito autoimune nas vacinas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt; &lt;br /&gt;
Por isso, se você pensa em fazer seu filho desenvolver o próprio sistema imunológico a partir do contato com o mundo, talvez seja melhor optar pelo caminho tradicional da &lt;a href="http://www.medicinacursos.com.br"&gt;&lt;strong&gt;medicina&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, já que o risco de morte parece ser menor. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Como exemplo, o médico cita sarampo, que com a vacina é risco zero de mortalidade, mas sem já passa para 3 em cada 1000 crianças.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/TQun6cWpI8E" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 17:08:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52080</feedburner:origLink></item><item><title>Uma dica cientifica para parar de fumar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/Knd-FQCxGT4/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Voc&amp;ecirc; &amp;eacute; daqueles que apesar de tudo que j&amp;aacute; foi dito de ruim sobre o tacabo, continua fumando? Aqui vai mais uma dica cient&amp;iacute;fica para parar de fumar: exerc&amp;iacute;cio. Ali&amp;aacute;s, n&amp;atilde;o apenas para parar, mas para continuar sem fumar. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Um estudo realizado com 434.190 pessoas, durante 12 anos, revelou que os fumantes ativos que se exercitavam tinham 55% mais chances de parar de fumar do que os inativos. E depois tinham mais f&amp;ocirc;lego tamb&amp;eacute;m. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m disso, os ativos tinham 43% menos chance de ter uma reca&amp;iacute;da do que os pregui&amp;ccedil;osos. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
E a atividade f&amp;iacute;sica, como j&amp;aacute; fomos bem informados, ajuda em diversos aspectos, incluindo a expectativa de vida. Nesse estudo, foi registrado um aumento de 3,7 anos e uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mortalidade de 23% &amp;ndash; e isso entre os ex-fumantes inativos. Entre os ativos, os n&amp;uacute;meros passam para 5,6 anos e 43%!&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Lembrando que, no estudo, as pessoas consideradas ativas faziam pelo menos 30 minutos de exerc&amp;iacute;cios di&amp;aacute;rios. Hora de se mexer!&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/Knd-FQCxGT4" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 17:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52078</feedburner:origLink></item><item><title>Obesidade e pouco sono andam de mãos dadas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/6dIfYMlwbi0/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Falta de sono pode levar à obesidade? Uma pesquisa feita na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, e publicada no periódico especializado &amp;ldquo;The American Journal of Human Biology&amp;rdquo;, revela ligação entre obesidade e insônia, e explora como a falta de sono impacta a regulação de apetite, debilita o metabolismo da glicose e aumenta a pressão sanguínea.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;A obesidade se desenvolve quando a quantidade de energia que entra é maior que a quantidade gasta. Uma dieta inadequada e a falta de atividade física têm um papel importante quando se fala de obesidade, mas um fator adicional pode ser a falta de sono&amp;rdquo;, afirma a antropóloga biomédica Kristen Knutson, líder do estudo. &amp;ldquo;A insônia geralmente desregula o apetite e leva a um consumo maior de energia&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo Knutson, dormir menos de seis horas está altamente relacionado com índices maiores de massa corporal. Seus estudos mostraram como sinais cerebrais, que controlam a regulação do apetite, sofrem impactos com restrições do sono. A secreção de alguns hormônios, como a grelina e a leptina, que aumentam o apetite e indicam quando o corpo está satisfeito, respectivamente, é desregulada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;ldquo;Apenas nos Estados Unidos, estima-se que 18% dos adultos dormem menos que seis horas, o que totaliza 53 milhões de pessoas que estão associadas ao risco da obesidade&amp;rdquo;, explica a estadunidense. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é o quinto principal problema de saúde pública no mundo, levando ao óbito 2,8 milhões de adultos a cada ano. No Brasil, a doença vem crescendo em ritmo alarmante. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população adulta do país está acima do peso.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, uma boa noite de sono é sempre recomendável. &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/6dIfYMlwbi0" height="1" width="1"/&gt;</description><author>hypescience.com</author><pubDate>26/04/2012 00:00:00 17:02:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=52076</feedburner:origLink></item><item><title>Mortalidade por sarampo cai 74% no mundo em 10 anos </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/XOvivxKHAYM/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Um novo estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostrou que as mortes por sarampo caíram, mas, ainda assim, a taxa não alcançou a meta de 90% fixada para o período de 2000 a 2010. O estudo foi publicado na revista "Lancet". &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A mortalidade por sarampo foi reduzida em mais de três quartos no mundo todo, exceto no sudeste da Ásia. A Índia respondeu por 47% das mortes em 2010 e a África, 36%. Na América e na Europa, essa taxa foi menor que 1%. &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Os pesquisadores acreditam que a baixa cobertura vacinal na Índia seja uma das responsáveis pela alta mortalidade.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/XOvivxKHAYM" height="1" width="1"/&gt;</description><author>folha.uol.com.br</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 16:11:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=51943</feedburner:origLink></item><item><title>Rio anuncia epidemia de dengue</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/caX2Mak0vsc/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;A Secretaria municipal de Saúde anunciou, na tarde desta terça-feira (24), que o Rio registra epidemia de dengue. Isso significa que a cidade entrou num estágio em que há mais de 300 casos da doença por cada grupo de 100 mil habitantes e esse número é crescente. Do dia 1º de janeiro até 21 de abril de 2012, foram registrados 50.016 casos e 12 mortes pela doença na cidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em uma semana, o número de casos na cidade do Rio aumentou em quase 10 mil. O balanço anterior, com registros feitos até 14 de abril, contabilizava 40.252 casos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, o surto da doença já era esperado, como anunciou o secretário Hans Dohmann, em entrevista ao Bom Dia Rio na semana passada. A secretaria ressaltou, entretanto, que mesmo vivendo uma epidemia o número de mortes é inferior ao do ano passado e também aos outros anos quando houve o surto da dengue.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, quando não teve surto, de 1º de janeiro a 21 de abril, foram registrados 31 óbitos. No mesmo período, em 2002, quando houve a primeira epidemia de dengue na cidade, 62 pessoas morreram da doença. Em 2008, outro ano de epidemia, foram 136 mortes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo a secretaria, a baixa no número de óbitos se deve ao reforço que a prefeitura deu nos pólos de hidratação e ainda ao aumento da capacidade de atendimento na rede básica de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O município do Rio de Janeiro tem 75% dos casos de dengue em todo o estado neste ano de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o balanço da Secretaria estadual de Saúde, anunciado também nesta quarta, de 1º de janeiro a 21 de abril, foram notificados 64.423 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro. Foram registrados 13 óbitos por dengue no estado, sendo 12 pacientes do município do Rio de Janeiro e um em Niterói. De acordo com a secretaria, 96.253 casos de dengue foram contabilizados no estado.&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/caX2Mak0vsc" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 16:07:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=51942</feedburner:origLink></item><item><title>Governo faz campanha de vacinação antigripe entre 5 e 25 de maio</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/enfermagemvirtual/~3/qVivyJrX_Sg/noticia_view.asp</link><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;O governo federal lançou nesta terça-feira (24) a 14&amp;ordf; edição da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, que ocorrerá entre 5 e 25 de maio nos postos de saúde de todo o país, além de postos móveis que serão instalados para a campanha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face="Arial"&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% de 30,1 milhões de pessoas consideradas dentro da população vulnerável à manifestação grave da gripe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Além de idosos, indígenas, crianças com idade entre 6 meses e dois anos, gestantes e profissionais de saúde, que formavam o público-alvo da campanha no ano passado, o governo também prevê vacinar 500 mil detentos do sistema prisional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A vacina visa a proteger os grupos mais vulneráveis para reduzir casos graves e óbitos", disse o Secretário de Vigiância em Saúde, Jarbas Barbosa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o Ministério da Saúde, foram investidos R$ 260,3 milhões na aquisição de 33,9 milhões de doses de vacina contra gripe. Outros R$ 24,7 miilhões foram repassados a estados e municípios para custear, por exemplo, a infaestrutura das campanhas e e o deslocamento de equipes para vacinação.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, 25,2 milhões de pessoas foram vacinadas durante a campanha de vacinação. O número equivale a 84% dos 29,9 milhões de pessoas consideradas público-alvo da campanha do ano passado. Este ano, a vacina protege contra três tipos do vírus Influenza - H1N1, H3N2 e influenza B.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"É uma vacina diferente das outras, feita exclusivamente para uso em campanha com base nos tipos de gripe de maior transmissão no ano anterior", disse Barbosa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;H1N1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, o Ministério da Saúde registrou redução de 64,1% no número de mortes (53) causadas pelo agravamento da gripe do tipo H1N1 na comparação com o ano anterior, quando 148 pessoas morreram. Já o s casos  graves notificados diminuíram de 9.383 para 5.230, o que equivale a uma queda de 44%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
"A gripe H1N1 não é mais considerada pandêmica pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas é um tipo de vírus que ainda circula. Se a população se proteger ao se vacinar e se os profissionais de saúde prescreverem corretamente a população, nós podemos reduzir cada vez mais os óbitos nesses casos", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério da Saúde recomenda como medida de prevenção para evitar a gripe que se mantenham cuidados básicos de higiene. Entre eles está a lavagem frequente das mãos com água e sabão.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
O Ministério também sugere que se evite tocar olhos, boca e nariz depois de contato com superfície e que não se compartilhe objetos de uso pessoal. Ao tossir ou espirrar, a boca e o nariz devem ser cobertos com um lenço.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/enfermagemvirtual/~4/qVivyJrX_Sg" height="1" width="1"/&gt;</description><author>Globo.com</author><pubDate>25/04/2012 00:00:00 16:05:00</pubDate><feedburner:origLink>http://www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/noticia_view.asp?id=51940</feedburner:origLink></item></channel></rss>

