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	<title>EE/TI</title>
	
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	<description>Engª Elétrica e Tecnologia da Informação</description>
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		<title>Brasil completa 30 anos de uso da energia nuclear. Comemorar ou chorar?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/engeletrica/~3/a6WoWy4OTEk/</link>
		<comments>http://blog.cleber.eng.br/index.php/2012/04/brasil-completa-30-anos-de-uso-da-energia-nuclear-comemorar-ou-chorar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[nuclear]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil chega aos 30 anos de uso da energia nuclear sem ter clara a questão de se isto é motivo para comemorar ou para lamentar. De um lado, o governo e todos os envolvidos na operação das usinas nucleares ressaltam a importância do projeto nuclear e da formação da mão-de-obra especializada na área. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a title="Angra" href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/angra.jpg"><img class=" wp-image-1605 alignleft" style="margin: 10px;" title="angra" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/angra-300x225.jpg" alt="" width="400" height="325" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil chega aos 30 anos de uso da energia nuclear sem ter clara a questão de se isto é motivo para comemorar ou para lamentar.</p>
<p style="text-align: justify;">De um lado, o governo e todos os envolvidos na operação das usinas nucleares ressaltam a importância do projeto nuclear e da formação da mão-de-obra especializada na área.</p>
<p style="text-align: justify;">De outro, especialistas e ambientalistas destacam que a energia gerada pelas usinas de Angra poderia ser gerada por usinas tradicionais a um custo muitíssimo menor. E questionam a formação de mão-de-obra, que afinal só serve para operar as próprias usinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um histórico de problemas técnicos, a matriz nuclear marcou em 2011 um recorde de produção, com 15,644 milhões de megawatts-hora (MWh).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o governo, se Angra 3 for realmente concluída em 2016, como previsto, será possível alcançar 60% do consumo de energia elétrica do estado do Rio de Janeiro abastecidos pela fonte nuclear. Hoje, as duas usinas nucleares em funcionamento no país, Angra 1 e Angra 2, geram o equivalente a 30% do que é consumido no estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Forma adequada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro, o uso da fonte nuclear para geração de energia trouxe ao país maturidade tecnológica na área, abrindo o campo de trabalho e colaborando para a formação de engenheiros nucleares de padrão internacional. &#8220;A principal vantagem que tivemos foi o aprendizado&#8221;, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Othon Pinheiro, hoje não se pode prescindir da fonte nuclear de energia que, na sua opinião, não pode ser descartada da matriz energética nacional. &#8220;É muito importante na geração de eletricidade, porque nós temos, hoje, no Brasil, 80% da população vivendo nas cidades. A sustentabilidade das cidades passa pela energia elétrica, da forma mais econômica e racional possível&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, &#8220;se tratada de forma adequada, [a energia nuclear] é uma fonte de energia limpa e não deve ser descartada da matriz energética nacional&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Othon Pinheiro lembrou da característica estratégica da energia nuclear, por ser opção em caso de problemas na oferta de energia elétrica devido a questões climáticas, já que a matriz energética é majoritariamente hidrelétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos da [fonte de energia] eólica, da solar. Seria bom se elas trabalhassem sozinhas. Mas a gente precisa das térmicas, para acionar em caso de problema da natureza. Energia é como ação [da Bolsa de Valores]. Por melhor que seja, a gente tem que comprar uma cesta de papéis para garantia do investimento&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da Eletronuclear, o país não pode descartar nenhuma fonte de energia renovável. Ele defende a geração de energia nuclear por considerá-la de baixo impacto ambiental e por questões de custo. Pinheiro ressalta que, dentre as térmicas, como as que produzem energia a partir do carvão, óleo combustível ou gás, a usina nuclear é a que tem menor custo. Além disso, ele lembra que o Brasil tem uma grande reserva de urânio, sendo &#8220;falta de imaginação&#8221; não aproveitar esse potencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto malsucedido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O físico Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobras, acredita que a geração de energia nuclear constitui um fato histórico. &#8220;A gente não pode se arrepender da história. Ela é como é&#8221;, disse Pinguelli à Agência Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ele contesta a real necessidade do Brasil lançar mão dessa fonte de energia tão controversa.</p>
<p style="text-align: justify;">Pinguelli enfatiza que geração de energia a partir da fonte nuclear não pode ser vista como imprescindível para o país. Para ele, a energia produzida pelas usinas Angra 1 e 2 poderia ser compensada por outras fontes de energia renováveis. &#8220;Por hidrelétricas mesmo. Até agora, não haveria problema&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele relembra o acordo nuclear bilateral, firmado entre o Brasil e a Alemanha, em 1975, que previa a construção de oito reatores, definindo que nem tudo correu bem em relação à energia nuclear no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Acho que o acordo com a Alemanha foi malsucedido do ponto de vista brasileiro,&#8221; afirma. Os custos elevados e as seguidas crises econômicas fizeram, no entanto, com que apenas duas usinas fossem construídas no país até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Pinguelli, por outro lado, concorda com Othon Pinheiro sobre o ganho tecnológico que a geração nuclear propiciou ao Brasil, embora a um custo muito elevado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Criou-se uma competência na engenharia nuclear. Os dois reatores que o Brasil tem funcionando têm bom desempenho técnico&#8221;. O físico destacou, ainda, como avanço tecnológico o aprendizado relativo ao enriquecimento do urânio. &#8220;Acho que esse é o ponto, tecnologicamente, mais elevado, promovido pela Marinha de Guerra&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caro e arriscado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A organização não-governamental (ONG) ambientalista Greenpeace continua a acreditar que a fonte nuclear para geração de energia elétrica pode ser descartada no Brasil. Hoje, &#8220;as usinas Angra 1 e 2 atendem só a 2% da geração elétrica brasileira&#8221;, argumenta o coordenador da Campanha de Clima e Energia da ONG, Pedro Henrique Torres.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, com um programa de eficiência energética, que inclua a instalação de placas solares nas casas, ou ampliação dos parques eólicos (que geram energia usando a força dos ventos), o país conseguiria produzir com facilidade esses mesmos 2% de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Torres destacou que os acidentes ocorridos em todo o mundo, como no Japão, no ano passado, e na Ucrânia, em 1986, reforçam a tese que não vale o risco de se investir na geração de energia nuclear. &#8220;É muito caro, é arriscado e o lixo atômico demora milhares de anos para se decompor&#8221;, alega.</p>
<p style="text-align: justify;">O ambientalista refuta a tese de que a energia nuclear é uma fonte limpa, que não emite gases poluentes. &#8220;No caso do Brasil, como o urânio não é enriquecido no nosso território, isso não é uma verdade&#8221;. Segundo Torres, o percurso pelo qual o urânio, minério usado para a geração de energia que abastece as usinas Angra, passa para ser levado ao enriquecimento, representa uma &#8220;grande queima de gás carbônico&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a fonte de urânio fica em Caetité, na Bahia. O minério sai de lá e percorre um longo caminho até seguir para o exterior, onde é enriquecido. Em estado puro, o urânio não serve como combustível para a produção de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desligar tudo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação é compartilhada pela Coalizão Brasileira contra Usinas Nucleares. O movimento, liderado pelo ativista social e ambientalista Chico Whitaker, está com uma campanha nas ruas coletando assinaturas para sensibilizar os legisladores do país no sentido de suspender as obras da Usina Angra 3 e descomissionar, ou seja, desligar e desmontar, as usinas em funcionamento hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Já está em tempo de a população e, principalmente, as autoridades, chegarem à conclusão de que não vale a pena construir a terceira usina&#8221;, disse Whitaker. Ele relembra que, mesmo em um país de alta tecnologia, como o Japão, o episódio de Fukushima mostrou que os reatores nucleares não estão livres de representar um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Whitaker quer levar à Câmara dos Deputados proposta de emenda à Constituição, baseada em uma iniciativa popular, semelhante à proposta que resultou na Lei da Ficha Limpa, pedindo a paralisação da construção de usinas no Brasil e o desmantelamento das unidades existentes. A proposta será encaminhada quando o abaixo-assinado completar, pelo menos, 1,5 milhão de assinaturas: &#8220;Estamos começando esse processo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rota de fuga</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para as comunidades do entorno da central nuclear brasileira, no município fluminense de Angra dos Reis (litoral sul do estado), a presença das usinas representa benefícios e desvantagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos ganhos mais visíveis se reflete na geração de empregos. De acordo com Evandro Vieira, presidente da Associação de Moradores e Amigos do Frade (bairro próximo da central nuclear), boa parte dos moradores da comunidade trabalha nas usinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vizinhos das usinas, no entanto, não se sentem seguros. A condições de segurança das usinas e o plano de evacuação em caso de acidente nuclear são pontos que preocupam os moradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Vieira, caso haja a real necessidade de evacuação, o plano não é suficiente. &#8220;Infelizmente, a BR-101 [Rodovia Rio-Santos, que passa em frente às instalações nucleares de Angra] é muito precária. É a única saída para a população. Pelo mar, não tem como embarcar. Porque não existe um cais decente para atender à necessidade, no caso de evacuação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Armazenamento do lixo atômico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras que administra a Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis, está construindo a primeira célula-demonstração para contenção do lixo atômico das usinas nucleares.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção deverá estar concluída dentro de três anos, conforme informou o presidente da estatal, Othon Luiz Pinheiro. Ele garante que o sistema de armazenamento dos rejeitos nucleares é seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">A técnica adotada faz o encapsulamento de cada célula do combustível e, depois, o encapsulamento do conjunto de elementos combustíveis atômicos. &#8220;É uma proteção a mais&#8221;, observa Othon Pinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, o armazenamento não será imposto a nenhum município, mas aquele que se dispuser a estocar esse lixo será remunerado. &#8220;[O município] ganhará<em>royalties</em> por isso. Se nós tivermos a competência para demonstrar que [o sistema] é seguro, vai ter muito município com densidade populacional baixa, sem utilização para terrenos públicos, que vai ganhar com isso, sem nenhuma consequência para a população&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reavaliação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o programa nuclear brasileiro estar sendo revisto, em função do acidente que abalou a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, há um ano, Othon Pinheiro acredita que não há razão para interromper a construção de centrais nucleares no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Em construção, Angra 3 deverá entrar em funcionamento em 2016 e vai gerar 1.405 megawatts (MW) de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da Eletrobras, o acidente de Fukushima, um grande vazamento de radiação depois que os reatores foram sacudidos por um forte terremoto e inundados pelo tsunami que se seguiu, em março do ano passado, acabará provando que a energia nuclear dificilmente será abandonada onde é adotada no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo descartando problemas similares aos de Fukushima, a Eletronuclear decidiu construir o prédio do reator de Angra 3 à prova de terremoto. De acordo com Othon Pinheiro, a rotina de trabalho na central nuclear brasileira prima pela segurança e pela qualidade de treinamento do pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja também: <a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=equipamentos-angra-3-serao-desencaixotados&amp;id=020175110816" target="_blank">Equipamentos de Angra 3 serão desencaixotados depois de 25 anos</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: <a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=uso-energia-nuclear-brasil&amp;id=020175120402">Inovação Tecnológica</a></span></p>

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		<title>Cientistas descobriram maneira de estender a expectativa de vida</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Outras tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>

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		<description><![CDATA[Há agora uma maneira de prolongar a vida útil de organismos e até mesmo seres humanos. Seria concebível uma pessoa viver até os 800 anos? Em um desenvolvimento surpreendente, cientistas da Universidade do Sul da Califórnia anunciaram que conseguiram estender o tempo de vida de leveduras (fungos usados na fermentação de pão e cerveja) em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/idade.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1597" style="margin: 10px;" title="idade" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/idade-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há agora uma maneira de prolongar a vida útil de organismos e até mesmo seres humanos.</p>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Seria concebível uma pessoa viver até os 800 anos?</p>
<p style="text-align: justify;">Em um desenvolvimento surpreendente, cientistas da Universidade do Sul da Califórnia anunciaram que conseguiram estender o tempo de vida de leveduras (fungos usados na fermentação de pão e cerveja) em 10 vezes e o estudo poderia ser aplicado em seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho relata que a grande “mágica” não é tão difícil: basta mexer em dois genes do DNA e cortar a ingestão de certas quantidades de caloria.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um comunicado oficial, os pesquisadores disseram: “<em>A descoberta mais importante ocorreu através da combinação de genética e dieta, o que nos permitiu ficarmos mais próximos de controlar a sobrevivência e a saúde de unidades básicas da vida: as células</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas retiraram dois genes do fermento de pão (conhecido como levedura, cujo nome científico é <em>Saccharomyces cerevisiae</em>) chamados de RAS2 e SCH9, sendo a eles atribuída a função de promover o envelhecimento nestes fungos e o desenvolvimento de câncer em mamíferos. “<em>Nós estamos criando a reprogramação de vida saudável</em>”, diz o líder do estudo Valter Longo.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Eu diria que fazer um organismo viver 10 vezes mais do que normalmente vive é algo muito significativo</em>”, comentou Anna McCormick, chefe de genética e biologia celular do Instituto Nacional do Envelhecimento nos EUA. Este órgão financia programas e pesquisas que visam o desenvolvimento de drogas que prolonguem a vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Leveduras usadas em panificação são um dos organismos mais bem estudos em todo o mundo. Em virtude de sua simplicidade foi possível encontrar os genes responsáveis por promover seu envelhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas já estão estudando uma técnica em humanos no Equador. Os estudiosos dizem que modificar genes em humanos para promover a longevidade pode gerar déficits de crescimento e sérios problemas de saúde. Encontrar uma droga que prolongue a vida humana sem nenhum efeito secundário será um passo extremamente difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns países a expectativa de vida é de 80 anos, multiplicar este número em 10 vezes pode soar como ficção científica. Vamos esperar para ver se um dia este fato será possível.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: <a href="http://jornalciencia.com/tecnologia/biotecnologia/1612-cientistas-descobriram-maneira-de-estender-a-expectativa-de-vida-para-800-anos">Jornal Ciência</a></span></p>
</div>
</div>

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		<title>Gerador de Energia Eólica que flutuará a 1 Km de altura</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 12:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eólica]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Os parques eólicos terrestres podem se tornar coisa do passado quando os geradores flutuantes entrarem em funcionamento. A empresa Altaeros Energies especializada em energia eólica, situada nos EUA, anunciou que desenvolveu com sucesso um gerador de energia, ainda em formato de protótipo, com uma potente turbina que funcionará flutuando no ar. A pesquisa contou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/eolica1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1550" title="eolica" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/eolica1.jpg" alt="" width="550" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os parques eólicos terrestres podem se tornar coisa do passado quando os geradores flutuantes entrarem em funcionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa Altaeros Energies especializada em energia eólica, situada nos EUA, anunciou que desenvolveu com sucesso um gerador de energia, ainda em formato de protótipo, com uma potente turbina que funcionará flutuando no ar. A pesquisa contou também com a participação do Massachusetts Institute of Technology.</p>
<p style="text-align: justify;">A versão final irá flutuar a mais de 1.000 metros, local onde os ventos são muito mais fortes e com mais consistência, de acordo com a empresa. Os responsáveis pela pesquisa mostraram no teste realizado que a altitude elevada proporcionou o dobro da produção de energia eólica tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa relata que sua invenção reduzirá os custos de uma usina eólica terrestre em 65%, visto que o tempo de instalação cairia de vários meses para apenas algumas semanas, gerando mais eletricidade em menor tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Durante décadas, as turbinas eólicas têm exigido guindastes e torres enormes para levantar algumas peças extremamente pesadas</em>”, explicou Bem Glass, o inventor da nova versão e chefe-executivo da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Estamos entusiasmados para demonstrar que os modernos materiais infláveis podem levantar turbinas eólicas em locais de ventos mais fortes em quase todas as partes do mundo. Com uma plataforma que reduz os custos a preços competitivos e de fácil configuração</em>”, salientou Glass.</p>
<p style="text-align: justify;">A AWT usa um escudo cheio de hélio para inflar e subir, com amarras fortes que seguram toda a estrutura, enviando eletricidade para um coletor no chão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: <a href="http://jornalciencia.com/tecnologia/industrial/1593-conheca-o-gerador-de-energia-eolica-que-flutuara-a-1-km-de-altura">Jornal Ciência</a></span></p>

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		<item>
		<title>Ideia luminosa: uma lâmpada comum com sensor de movimentos integrado</title>
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		<comments>http://blog.cleber.eng.br/index.php/2012/04/ideia-luminosa-uma-lampada-comum-com-sensor-de-movimentos-integrado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 22:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>
		<category><![CDATA[led's luminárias]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao contrário dos sensores de presença ou movimento tradicionais (“minuteiras”), que exigem uma instalação elétrica que mexe na fiação, esta lâmpada vem com o seu próprio sensor integrado. Isso significa que basta rosqueá-la no bocal de uma luminária da sua casa, deixar o interruptor permanentemente aceso (afinal ela se encarregará de decidir quando acender) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/lampada-com-sensor-262479.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1541" title="lampada-com-sensor-262479" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/04/lampada-com-sensor-262479.jpg" alt="" width="402" height="276" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário dos sensores de presença ou movimento tradicionais (“minuteiras”), que exigem uma instalação elétrica que mexe na fiação, esta lâmpada vem com o seu próprio sensor integrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que basta rosqueá-la no bocal de uma luminária da sua casa, deixar o interruptor permanentemente aceso (afinal ela se encarregará de decidir quando acender) e ter iluminação segura e consistente sempre que se mover pela casa à noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma configuração ideal para casas com crianças, idosos ou pessoas com dificuldades de locomoção, mas também serve para iluminar as cabeceiras de escadarias, porões, a porta de entrada (onde você precisa procurar a chave e ao mesmo tempo enxergar ao seu redor por segurança), corredores e mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O dispositivo tem um soquete compatível com o bocal padrão brasileiro (E27), dispensando qualquer adaptador, e funciona tanto em 110 quanto em 220 volts. Ele possui 48 leds e consome meros 3W enquanto aceso,  proporcionando uma luminosidade de 270 lúmens, suficiente para leitura em caso de necessidade, mas não com conforto – mas mais do que suficiente para enxergar todos os obstáculos do meu ambiente, localização das maçanetas, identificar chaves, encontrar roupas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O sensor de movimento é bem sensível, a ponto de eu não recomendar colocá-lo em áreas externas onde ele possa ser acionado pelo movimento de galhos de árvores ou similares. O ângulo de cobertura é amplo (100º x 4m), e quando o ambiente não está claro e um movimento é detectado a luz acende sem barulho e sem piscar, e fica acesa por 35 segundos após o movimento terminar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Efetividade.net</span></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1dOXcg7F6EJ12-jeXO9ftvoUpZc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1dOXcg7F6EJ12-jeXO9ftvoUpZc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1dOXcg7F6EJ12-jeXO9ftvoUpZc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1dOXcg7F6EJ12-jeXO9ftvoUpZc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
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		<title>Poste híbrido e sem fio</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/engeletrica/~3/ZCruMwxAzfo/</link>
		<comments>http://blog.cleber.eng.br/index.php/2012/02/poste-hibrido-e-sem-fio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A fiação elétrica aérea do sistema de iluminação pública está com os dias contados. Pelo menos no que depender da Greenluce, empresa de microgeração renovável do Grupo Alusa que planeja instalar este ano 5 mil postes de iluminação alimentados por um sistema híbrido eólico-solar. A maior vantagem da combinação das duas fontes, além de não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A fiação elétrica aérea do sistema de iluminação pública está com os dias contados. Pelo menos no que depender da Greenluce, empresa de microgeração renovável do Grupo Alusa que planeja instalar este ano 5 mil postes de iluminação alimentados por um sistema híbrido eólico-solar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/poste-q-gera-energia-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1527" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px; margin: 10px;" title="poste-q gera energia 2" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/poste-q-gera-energia-2.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A maior vantagem da combinação das duas fontes, além de não exigir cabeamento, é poder carregar as baterias mesmo em dias sem sol, aumentando a autonomia dos equipamentos. Os postes híbridos já são usados em outros países, como os Estados Unidos, mas não existiam no mercado brasileiro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/aviao_hibrido.jpg"><img class="size-full wp-image-1529" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px; margin: 10px;" title="aviao_hibrido" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/aviao_hibrido.jpg" alt="" width="351" height="433" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; text-align: right;">Os sistemas da Greenluce foram desenvolvidos para funcionar durante três noites sem carga, com lâmpadas de 30 W a 90 W LED. Os aerogeradores são fabricados pela norte-americana Southwest e os painéis fotovoltaicos são de fornecedores japoneses e chineses.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/foto_imprensa_interna_poste1.jpg"><img class="size-full wp-image-1530" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px; margin: 10px;" title="foto_imprensa_interna_poste" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/foto_imprensa_interna_poste1.jpg" alt="" width="400" height="510" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O custo dos sistemas varia de R$ 16,5 mil a R$ 21 mil, dependendo da potência dos equipamentos e da dificuldade de instalação. Segundo Carla Van Deursen, sócia e diretora comercial da Greenluce, o investimento está na faixa do cabeamento subterrâneo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"> “Se compararmos o custo, somos competitivos. O valor (do cabeamento subterrâneo) oscila entre 5% mais barato e 10% mais caro. Depende de cada caso. Se a extensão for longa e exigir uma bitola de cabo maior, definitivamente o poste híbrido é mais barato”, afirma Carla.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"> Os principais clientes hoje são empresas de infraestrutura. Os primeiros projetos estão instalados em grandes canteiros de obras, que não têm ligação com a rede elétrica e não podem usar cabeamento aéreo por motivos de segurança.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"> Atualmente há dez sistemas piloto, com 10 a 40 postes, funcionando em locais como as obras da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Ipojuca (PE), e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí (RJ). Após a fase de testes, a empresa agora negocia projetos de grande porte de 850 a 4 mil unidades cada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC016862.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1531" title="DSC016862" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC016862.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><br />
<span style="font-size: small;"> “Acredito que este ano vamos chegar a 5 mil unidades e, daí para frente, teremos um crescimento de 100% a 200% ao ano, até atingir um patamar de estabilização”, diz Carla. “Essa é a solução de iluminação publica para o futuro. Imagino que daqui a 20 anos não exista mais nenhum tipo de cabeamento.”</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.energiahoje.com/online/eletrica/eolica-e-solar/2012/02/02/446439/poste-hibrido-e-sem-fio.html" target="_blank">Portal Energia Hoje</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rgBBhxBCHg-znziuEYjn2LkpYjk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rgBBhxBCHg-znziuEYjn2LkpYjk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Carros elétricos com autonomia de 800 km</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos maiores entraves à popularização dos veículos elétricos é a chamada &#8220;ansiedade da autonomia&#8221;. Os motoristas parecem morrer de medo de que a carga da bateria não consiga levá-los até seu destino ou trazê-los de volta para casa. Agora, cientistas da IBM afirmam ter resolvido um problema fundamental que poderá levar à criação de uma bateria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos maiores entraves à popularização dos veículos elétricos é a chamada &#8220;ansiedade da autonomia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os motoristas parecem morrer de medo de que a carga da bateria não consiga levá-los até seu destino ou trazê-los de volta para casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, cientistas da IBM afirmam ter resolvido um problema fundamental que poderá levar à criação de uma bateria capaz de dar a um carro elétrico uma autonomia de 800 quilômetros &#8211; o dobro da autonomia da maioria dos carros a gasolina ou etanol.</p>
<p style="text-align: justify;">As melhores baterias disponíveis atualmente são do tipo íons de lítio, que são boas para telefones celulares, razoavelmente boas para notebooks, mas insuficientes para veículos elétricos, que não conseguem superar os 200 km de autonomia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/01/bateria-ar-litio-ibm-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1521" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px; margin: 10px;" title="bateria-ar-litio-ibm-1" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/01/bateria-ar-litio-ibm-1.jpg" alt="" width="350" height="257" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bateria de ar-lítio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um novo tipo de bateria, chamada bateria de ar-lítio, é muito mais interessante porque sua densidade teórica de energia é 1.000 vezes maior do que as baterias de íons de lítio, o que a coloca praticamente em condições de igualdade com a gasolina.</p>
<p style="text-align: justify;">Em vez de usar óxidos metálicos no eletrodo positivo, as baterias de ar-lítio usam carbono, que é mais leve e mais barato, e reage com o oxigênio do ar ambiente para produzir uma corrente elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há um problema: as instabilidades químicas limitam a vida útil das baterias de ar-lítio, que suportam poucos ciclos de carga e descarga &#8211; algo impraticável para os veículos elétricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, Winfried Wilcke e seus colegas dos laboratórios da IBM descobriram a causa dessa rápida degradação: o oxigênio do ar reage não apenas com o eletrodo de carbono, mas também com o eletrólito, a solução condutora que transporta os íons de lítio entre os eletrodos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa reação indesejada deteriora o eletrólito, danificando a bateria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eletrólito promissor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores usaram então um supercomputador para modelar essas reações químicas, em busca de eletrólitos alternativos, que não fossem danificados pela reação com o oxigênio.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nós agora descobrimos um [novo eletrólito] que parece muito promissor,&#8221; contou Wilcke.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa ainda não foi publicada, e os pesquisadores se recusam a dar mais detalhes sobre o novo composto, embora contem que o material funcionou como previsto nos modelos computadorizados &#8220;em vários protótipos em escala de laboratório&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Wilcke, a expectativa é que um protótipo em escala real esteja pronto até 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ainda há um grande desafio antes que as baterias de ar-lítio possam cumprir todas as suas promessas: como lidar com a umidade do ar ambiente, já que o lítio pega fogo espontaneamente quando imerso em água.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-ar-litio&amp;id=010115120110" target="_blank"> Inovação Tecnológica</a></p>

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		<item>
		<title>Maçaneta Ecologicamente correta, desliga tudo da Casa.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/engeletrica/~3/HuOi8pn2yWg/</link>
		<comments>http://blog.cleber.eng.br/index.php/2012/01/macaneta-ecologicamente-correta-desliga-tudo-da-casa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Outras tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem vai viajar ou passar longas temporadas longe de casa precisa tomar alguns cuidados com as instalações de gás e energia elétrica. Não são raros os casos de acidentes que aconteceram por vazamentos ou panes que acabam danificando o imóvel. Isso pode ser facilmente resolvido se você desligar tudo! Alguns projetos de automação residencial podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/01/Produtos-Sustentaveis.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1515" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px; margin: 0px;" title="Produtos Sustentaveis" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2012/01/Produtos-Sustentaveis.jpg" alt="Fechadura Inteligente" width="260" height="130" /></a>Quem vai viajar ou passar longas temporadas longe de casa precisa tomar alguns cuidados com as instalações de gás e energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são raros os casos de acidentes que aconteceram por vazamentos ou panes que acabam danificando o imóvel. Isso pode ser facilmente resolvido se você desligar tudo!</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns projetos de automação residencial podem ser complicados e pouco acessíveis. Por isso, uma maçaneta bastante moderna se apresenta como uma alternativa interessantíssima, por exemplo, para quem está precisando diminuir o consumo de energia da casa. O projeto “Off” é bastante simples e prático.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que você estiver saindo de casa deve girar a base da maçaneta selecionando qual dos abastecimentos você quer interromper: gás, luz ou ambos. Feito isso, você pressiona o botão ao lado e pronto! Já pode viajar ou até mesmo trabalhar sem se preocupar com eventuais acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo é ligado novamente a partir do momento em que você abre a porta e chega em casa. Assim, você só precisa refazer este processo na próxima vez que sair. É um projeto simples que preserva o meio ambiente e evita desperdícios do seu bolso.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.yankodesign.com</p>

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		<title>Nova tecnologia liga computadores à internet através da luz elétrica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 13:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[TI - Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma tecnologia criada no interior do estado de Minnesota (EUA) permite que computadores se conectem à internet através de pulsações enviadas pela luz elétrica. No sistema LVX, um sensor instalado no PC capta os impulsos enviados pela iluminação, que são invisíveis a olho nu. Uma empresa norte-americana sediada no interior do estado de Minnesota criou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/internetlvx.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1444" style="margin: 10px;" title="internetlvx" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/internetlvx.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a><br />
Uma tecnologia criada no interior do estado de Minnesota (EUA) permite que computadores se conectem à internet através de pulsações enviadas pela luz elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">No sistema LVX, um sensor instalado no PC capta os impulsos enviados pela iluminação, que são invisíveis a olho nu.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma empresa norte-americana sediada no interior do estado de Minnesota criou uma tecnologia que pode substituir as redes wi-fi e outras conexões que ligam computadores à internet.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema possui canais de iluminação específicos, que transmitem pulsações imperceptíveis a olho nu. Essas pulsações são recebidas por um sensor do PC, que as transforma em uma rede capaz de se conectar com o servidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns dias, a tecnologia será instalada em seis escritórios da prefeitura de St. Cloud, cidade onde o sistema foi desenvolvido. John Pederson, criador do LVX, afirma que a primeira geração terá velocidade de 3 megabits por segundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome é uma homenagem à palavra &#8220;lux&#8221;, que significa &#8220;luz&#8221; em latim. O LVX será apresentado como uma alternativa à tecnologia wi-fi, que usa ondas de rádio para enviar a receber dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das vantagens do novo modelo é que, diferentemente das redes wi-fi, ele não sofre interferência de televisores, rádios, telefones celulares e sem fio, entre outros eletrônicos. O aparelho pode ser instalado no teto e funciona muito bem em ambientes pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Fonte: <a href="http://www.zoha.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=20443:nova-tecnologia-liga-computadores-a-internet-atraves-da-luz-eletrica&amp;catid=55:tecnologia&amp;Itemid=80" target="_blank">Escrito por Equipe Zoha</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">

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		<title>Internet se encaminha para destronar a TV</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 11:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[TI - Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo realizado pela Pew Research Center mostra que a Internet está ganhando cada vez mais o terreno que era da Televisão como o principal meio de informação das pessoas (neste caso, especificamente os americanos). E, pela primeira vez, a rede lidera definitivamente o segmento de “consumidores de informação” entre 18 e 29 anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1438" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a title="Internet x TV" href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/internet_vs_tv-300x175.jpg"><img class="size-full wp-image-1438" style="margin: 10px;" title="internet_vs_tv-300x175" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/internet_vs_tv-300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Internet x TV</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Um estudo realizado pela Pew Research Center mostra que a Internet está ganhando cada vez mais o terreno que era da Televisão como o principal meio de informação das pessoas (neste caso, especificamente os americanos). E, pela primeira vez, a rede lidera definitivamente o segmento de “consumidores de informação” entre 18 e 29 anos de idade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Atualmente, 41% da população dos Estados Unidos se inteira das notícias principalmente pela Internet, o que representa um crescimento de 17 pontos percentuais desde 2007, enquanto a Televisão – que segue liderando a preferência – registrou 66% de uso com meio principal, mas já bastante menor que os 74% que ostentava em 2007.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Da mesma maneira, o estudo mostra como a leitura de jornais tradicionais tem caído bastante como fonte de informação, aparecendo com apenas 31% da preferência, enquanto o Rádio míngua nos 16%.<br />
</span><img class="alignright" style="margin: 10px;" title="TV_Internet_Grafico" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/TV_Internet_Grafico.jpg" alt="" width="290" height="277" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O mais interessante na análise se encontra nas preferências segmentadas por faixa etária, mostrando que, pela primeira vez, a Internet é a primeira opção de fonte de notícias entre os adultos jovens. Segundo o centro de investigação, cerca de<strong>65% dos entrevistados tem a rede como sua primeira fonte de informação, número que é quase o dobro dos 35% que declararam o mesmo em 2007</strong> – neste faixa etária, a televisão caiu de 68% para 52% na preferência.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Razões? Muito tem a ver com o sucesso das redes sociais:</strong> <strong>Facebook</strong> e <strong>Twitter</strong> explodiram em popularidade a partir de 2008. Enquanto os usuários da rede social de Mark Zuckerberg eram “apenas” 30 milhões, em 2007, este ano, já chegam os <strong>600 milhões</strong>; o <strong>Twitter</strong>, que já ultrapassa os <strong>90 milhões</strong> de usuários, ganha 5 mil novos deles a cada dia, e ambos os sites se tornaram grandes ferramentas de compartilhamento de notícias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fonte: <a href="http://www.fayerwayer.com.br/2011/01/internet-se-encaminha-para-destronar-a-tv-como-principal-meio-de-informacao/">FayerWayer</a>.</span></span></span></span></div>

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		<title>Cimento transparente ajuda a economizar energia</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 10:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleber Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Outras tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma empresa italiana lançou um prédio verde que, na verdade, é transparente. Arquitetos da Italcementi desenvolveram um cimento transparente que permite mais entrada de luz no edifício, diminuindo o gasto com energia. O único prédio construído com o material, batizado de i.light, hoje, é o pavilhão italiano de uma exposição em Xangai, na China, realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 335px"><a href="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/cimento-transparente-325x167.jpg"><img style="margin: 10px;" title="cimento-transparente-325x167" src="http://blog.cleber.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/cimento-transparente-325x167.jpg" alt="" width="325" height="167" /></a><p class="wp-caption-text">Cimento transparente</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Uma empresa italiana lançou um prédio verde que, na verdade, é transparente. Arquitetos da Italcementi desenvolveram um cimento transparente que permite mais entrada de luz no edifício, diminuindo o gasto com energia. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O único prédio construído com o material, batizado de <em>i.light</em>, hoje, é o pavilhão italiano de uma exposição em Xangai, na China, realizada ano passado. A construção usou o cimento em cerca de 40% de sua composição. Mas a empresa impulsionou o projeto com parcerias pelo mundo e já anunciou a próxima edificação a empregar o material: o prédio da embaixada italiana em Bangcoc, na Tailândia, cuja inauguração está prevista para este mês. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>COMO FUNCIONA</strong><br />
O conceito do <em>i.light</em> é relativamente simples. As paredes do prédio são erguidas com painéis que contêm minúsculos orifícios, espaçados entre dois e três milímetros. Essas aberturas permitem a entrada de luz sem comprometer a integridade da estrutura – ou pelo menos assim o promete a empresa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Cada painel tem uma matriz de resinas plásticas que confere aparência esburacada à mistura de cimento. À distância, a impressão é a de uma parede de concreto tradicional. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sua transparência é de cerca de 20%, garantida por mais ou menos 50 furos por painel. Em dias de sol, a estrutura poderia economizar a energia elétrica da iluminação, além de permitir melhor circulação do ar.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fonte: Planeta Sustentável</span></span></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Ekb3ehbOHbuovk3ZaRp04IQQEQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Ekb3ehbOHbuovk3ZaRp04IQQEQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Ekb3ehbOHbuovk3ZaRp04IQQEQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Ekb3ehbOHbuovk3ZaRp04IQQEQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
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