<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-185597438267107846</id><updated>2026-05-02T21:40:16.944-03:00</updated><category term="Notas a Laico"/><category term="Séries"/><category term="Secularismo"/><category term="Religião"/><category term="Filosofia"/><category term="Ideologismo"/><category term="Política"/><category term="Arquivos de Gravação"/><category term="Desarquivamento"/><category term="Cartas Inquiridas"/><category term="Academicismo"/><category term="Instruções ao Pensador"/><category term="Investigação Cartesiana"/><category term="Mansão dos Mortos"/><category term="No Fio da Navalha"/><category term="Fumaça de Satanás"/><category term="POP"/><category term="Música"/><category term="Cinema"/><title type='text'>Enquirídio</title><subtitle type='html'>Ofício de Identidade Católica é o blog&#xa;onde seu autor partilha estudos e reflexões&#xa;sobre temas do próprio interesse a&#xa;partir do ponto de vista da fé.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.enquiridio.org/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Pedro Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10272111120053904740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY3jk3D2xQh23jpG6sGdrYKm53k0awALOEv0o61MJmTJEUmi1SuZM2DIfksp_A-jMru5BCkq0SoZwLvX3ODG_asT4MnhNCdSuihED27xNXHwolHDOdT3GM8p4Dq6_3MoFAynth-TJ-7IPkXYelddhJQcP-EOBHg0rsLDrK2k9seGm63A/s220/Foto_do_Blog_01A_2021.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>289</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-185597438267107846.post-219369032345462711</id><published>2026-04-30T05:00:00.001-03:00</published><updated>2026-04-30T05:00:00.119-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política"/><title type='text'>Uma das Rotas do Islã ao Brasil</title><content type='html'>Quando afirmamos que universidades federais promovem a recepção do islamismo no Brasil, o que é preciso perceber é que a realidade desta afirmação se dá, antes de tudo isso, pela exclusão da fé cristã de todos os ambientes acadêmicos, que é uma maneira de pavimentar a ocupação muçulmana.&lt;span style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqpgUnbM0xTpS3OW_msHDB2zSXsXYXEJmi0lt0wbifEA8IBvonABPLMtZa19HlALsQakOg2ZiovghuyfNhZu0wN9dFOKnGmCkQ2tv05KTfy0WHMNUnNLa7wVt65zwqLp54Y45GRxFvOvwrDx2xOYgjEDyGccTTdfeOJCN895YEufK5EJaPbOd02BAZX5gy/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_75A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;A Caravana. Alexandre Gabriel Decamps.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Essa ocupação seria geracional, ou seja, levaria algum tempo até que começasse a funcionar, pois, agora, como uma das rotas do Islã ao Brasil, além do empenho de universidades federais à recepção do islamismo, também governos estaduais, como se vê em São Paulo, ampliam suas políticas públicas para atração do capital muçulmano.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; As universidades federais, como se sabe, alinharam-se inteiramente às ideologias do partido que governa o Brasil desde 2001, salvo por causa do Impeachment de Dilma Rousseff em 2016 e a presidência de Jair Messias Bolsonaro, mas que retornou ao poder em 2023. Observe atentamente o porquê desse breve histórico ser importante.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Em 2001, depois de criado por Jim O’Neil, economista britânico, chefe do Goldman Sachs desde aquela data, surgiu o bloco econômico designado por ele como sendo o BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (“S” de “South Africa”). Porém, atualmente sua composição mudou radicalmente com a inclusão de outros países.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Goldman Sachs é a empresa fundada pelos judeus Marcus Goldman (1821-1904) e Samuel Sachs (1851-1935), mas que não vem ao caso, ao menos não agora. Então, desde 2024 o BRICS passou a incluir neste bloco os países: Arábia Saudita; Egito; Emirados Árabes Unidos; Etiópia; Indonésia e Irã. Mas o que é que eles têm em comum?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Certamente não é por capacidades semelhantes para investimentos, conforme isto pode ser visto na lista da sequência, segundo dados consolidados do Fundo Monetário Internacional — FMI. O que é comum nesses países é a união entre todos por uma formação social islâmica, seja esta antiga, recente ou em andamento.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Arábia Saudita:&lt;/b&gt; sunita, monarquista, PIB $1.2 tri. (2024, nominal).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Egito:&lt;/b&gt; sunita, semipresidencialista, PIB $383 bi. (2024, nominal).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Emirados Árabes Unidos:&lt;/b&gt; sunita, monarquista, PIB $552 bi. (2024, nominal).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Etiópia:&lt;/b&gt; em islamização, parlamentarista, PIB $142 bi. (2024, nominal).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Indonésia:&lt;/b&gt; sunita, presidencialista, PIB $1.3 tri. (2024, nominal).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Irã:&lt;/b&gt; xiita, teocrática, PIB $417 bi. (2024, nominal).&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Em termos geopolíticos, em suma, hoje o BRICS significa acesso à energia e produtos agrícolas, o que é interessante à todos os países deste bloco. Porém, isto pode terminar custando ao Brasil (já deteriorado em diversos setores econômicos, especialmente industriais) ainda mais perda religiosa, que por sua vez culmina em cultural etc.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Sim. Toda a ideia por trás das investidas contra as culturas cristãs, incluindo o posicionamento ostensivo do protestantismo em constante antagonismo ao catolicismo ultimamente, procura remover os alicerces de um modo de vida pautado pelos valores humanos em proveito do material, originando teologias da prosperidade.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Os muçulmanos são coranicamente materialistas, isto é, o livro máximo dessa religião promove a dimensão material como regra, o que é compatível com interesses acadêmicos anticatólicos, porém, antagônicos às ideologias sustentadas por professores e alunos dessas instituições, maiormente federais, havendo algumas estaduais.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Como se sabe, todo alinhamento universitário que flerta com muçulmanos se dá em oposição à Israel e EUA, que não é uma relação por conflitos recentes, quando Gleisi Hoffmann, do governo, já pedia apoio ao mundo árabe (islâmico) contra o Impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Luís Inácio “Lula” da Silva.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Se no Brasil a esquerda é antagônica a Israel, como fazer parte do BRICS, idealizado pelo O’Neil, chefe de um grupo econômico judeu? Simples: desassociando o judaísmo do Estado criado na Palestina enquanto o relaciona ao sionismo, porém, apenas dentro dos limites das militâncias estudantis, que já não prospera e tende a acabar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Voltando ao materialismo, que é o elo geopolítico entre culturas diversas, ao menos no Brasil, conforme a opinião do cientista político André Lajst, muçulmanos e judeus sempre se deram bem nas relações econômicas e sociais. Porém, diante da guerra entre Israel, EUA e Irã, parece não sustentar sua posição e denuncia o islamismo antijudaico.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;Mas que não é uma exclusividade das políticas de esquerda, uma vez que São Paulo, governado pela direita, também se vale do Islã.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Isto quer dizer que infelizmente a islamização é fato e cada vez mais têm procurado se estabelecer no Brasil, ainda mais agora, dada uma rota tão propícia para expandir essa influência através do comercio. Mas que não é uma exclusividade das políticas de esquerda, uma vez que São Paulo, governado pela direita, também se vale do Islã.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;13.&lt;/b&gt; O que o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, procura promover (situação atualmente percebida agora desde Bernardo Kuster até Centro Dom Bosco, porém constante desde sempre neste Enquirídio) é a islamização do coração produtivo do país, pois suas políticas públicas não vão só até uma parceria turística para muçulmanos, uma vez que engloba uma educação islamizada.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;14.&lt;/b&gt; Parceria realizada com a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil — FAMBRAS, aquela mesma que tem uma versão do Corão, que nos comentários intolerantes blasfema contra Jesus Cristo, Nosso Senhor, conforme este artigo aqui: &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/02/consenso-coranico-biblico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Consenso Corânico-Bíblico?&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; Tudo vira questão de dinheiro.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;15.&lt;/b&gt; De Freitas, governado de São Paulo, afirma-se católico — de boca para fora, pelo visto. Contudo, porém, todavia... através do próprio secretariado, pretende estender a iniciativa para dentro da educação estadual, certamente para que seja possível haver, ao menos na capital, um impacto imediato que beneficie o turismo muçulmano.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;16.&lt;/b&gt; Noutros termos, os investimentos exteriores, advindos dos membros recém aderidos ao BRICS, possuem requisitos que interferem diretamente na cultura do país, bastando perceber que se tal iniciativa pretende se alargar e atingir a maneira de como os brasileiros devem perceber os muçulmanos, evidentemente que diluir a Igreja é o ideal.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;17.&lt;/b&gt; Ideal que se une com pretensões revolucionárias, sejam de esquerda (de partidos mais radicais) ou de direita (com uma vertente neoliberal, beirando o fascismo, surgindo através de um certo movimento “livre”), onde a Igreja como única estrutura moral para esta sociedade, fundada por ela desde o início, termina sendo um grande limite.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;18.&lt;/b&gt; Um limite que vai sendo cada vez mais limitado pelos conflitos entre ideais isolados, como se vê em cismáticos, teólogos da libertação e renovadores carismáticos que não são difíceis de serem confundidos com protestantes neopentecostais. Enquanto isso acontece, muçulmanos estão à porta — você quer abri-la?
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/04/muculmanos-porta-i-ag-16.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Muçulmanos à Porta I&lt;/b&gt; (Enquirídio).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/04/muculmanos-porta-ii-ag-17.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Muçulmanos à Porta II&lt;/b&gt; (Enquirídio).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
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&lt;b&gt;19.&lt;/b&gt; Os sacerdotes já se ocupam de diversos serviços para os fiéis, devendo ser poupados de um posicionamento que precisa ser tomado pelo laicato, promovendo o conhecimento sobre esse problema e procurando penetrância em um Estado tomado por ideologias anticatólicas, sejam de esquerda ou de direita.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Uma das Rotas do Islã ao Brasil. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 30 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/uma-das-rotas-do-isla-ao-brasil.html.
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ROCHA, Pedro. Arquivos de Gravação #17. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 29 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/muculmanos-porta-ii-ag-17.html.
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ROCHA, Pedro. Arquivos de Gravação #16. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 28 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/muculmanos-porta-i-ag-16.html.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Diante dos artigos &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/02/consenso-coranico-biblico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Consenso Corânico-Bíblico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/04/discipulos-negam-cristo-pelo-isla.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Discípulos Negam a Cristo pelo Islã&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, percebemos a gravidade do ocidente, fundado sobre alicerces cristãos, quer gostem, quer odeiem, terminar consumido através do avanço islâmico, que não tem compatibilidade com qualquer outra religião.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Nenhuma religião no ocidente, mesmo aquelas neopagãs, poderá sobreviver ao avanço islâmico, sobretudo pelos fundamentos de tolerância estarem baseados no cristianismo, através do exemplo de Jesus Cristo, daquele que com publicanos e pecadores sentava à mesa e assim acabava sendo repudiado pelos fariseus (Mc 2, 15; Mt 9, 10).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Porém, depois da queda do Segundo Templo de Jerusalém (70 d.C.), conforme se encontra com abundância na Patrística, diversas investidas, sem que conseguissem impedir ou destruir o cristianismo, procuraram corromper a transmissão do Evangelho, desvirtuando contextos, personagens e a própria mensagem de salvação.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Para que isto pudesse ser realizado, contendo características verossimilhantes o suficiente para convencer tantos outros sobre uma causa, sobretudo beligerante, elementos de conexão precisavam ser trabalhados para subverter a verdade enquanto se implementava conteúdos aproximados, como certos textos apócrifos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Apócrifos são aqueles textos que não foram incluídos no cânon pela Igreja, como definido nos concílios de Hipona (393 d.C.) e Cartago (397 d.C.), como é o texto “Evangelho de Tomé sobre a Infância de Jesus”, que por sua vez foi cooptado, ao menos um trecho do segundo capítulo, na produção corânica.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Um único livro passou a sinalar o Corão ao universo islâmico somente em 653 d.C. Ou seja, um Novo Testamento já existia, ainda que sob forma de rolos, embora os volumes com lombadas costuradas estivessem sendo produzidos (chamados códices), porém, nada dele recebeu o apreço de Maomé (570-632).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Maomé, por sua vez, optou por usar dos apócrifos na produção do Corão ao invés do Novo Testamento, que não lhe era desconhecido, dado a fatos biográficos. Ao contrário, foi por conhecer que somente abordou na produção corânica aquilo que servia à causa da islamização do Oriente Médio, impedindo a penetrância do Evangelho naquela região.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Como é visto em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/02/consenso-coranico-biblico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Consenso Corânico-Bíblico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, Jesus Cristo é apresentado aos muçulmanos como quem jamais tivesse morrido na cruz, ou seja, blasfemando contra a Igreja e o Evangelho. Lendo o artigo citado é possível entender a dimensão desse problema e compreender a utilização dos apócrifos na produção corânica.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Segundo a tradução de Frederico Lourenço, respeitado também pelos trabalhos já realizados sobre os livros de Homero (928-898 a.C.), quais sejam, Odisseia e Ilíada, observa-se no segundo capítulo do “Evangelhos Apócrifos” uma narrativa que repercute aquilo que Maomé procurava aproveitar, como se lê nesta transcrição abaixo:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Este menino Jesus, tendo atingido a idade de cinco anos, brincava no vau de um riacho; e reuniu as águas correntes em lagoas e as fez logo puras; e realizou estas coisas apenas com a palavra.&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;E, fazendo barro maleável, plasmou a partir dele doze pardais. E era dia de sábado, quando os fez. E havia muitas outras crianças, que brincavam com ele.&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Tendo um judeu visto as coisas que Jesus fazia, brincando no sábado, foi imediatamente e anunciou [o sucedido] ao pai dele, José. “Eis que o teu filho está junto do riacho; e, tomando barro, plasmou doze pardais; e profanou o sábado.”&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;E José, indo para o local e vendo [o que se passava], gritou-lhe, dizendo: “Por que fazes estas coisas em dia de sábado, coisas que não é permitido fazer?”. Jesus, batendo as mãos, gritou aos pardais e disse-lhes: “Ide!”. E, voando, os pardais partiram, chilreando.&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Vendo [isto], os Judeus admiraram-se; e, afastando-se, contaram aos chefes deles o que viram Jesus fazer.&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Maomé ou parte do próprio séquito não perde tempo em se aproveitar desse conteúdo, encontrado cerca de 150 anos antes de existir o Corão, que por sua vez, como será visto, repercute esse apócrifo para legitimar o Islã e subverter o Evangelho, conforme a transcrição disposta na sequência:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;4:109.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Lembra-lhes, Muhammad, de que, um dia, Allah ajuntará os Mensageiros, então dirá: “O que nos foi respondido?” Dirão: “Não temos ciência disso. Por certo, Tu, Tu és O Profundo Sabedor das coisas invisíveis.”&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4:110.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Quando Allah dirá: “Ó Jesus, filho de Maria! Lembra-te com tua mãe, quando te amparei com o Espírito Sagrado: falaste aos homens, quando ainda no berço, e na maturidade. E quando te ensinei a Escritura e a Sabedoria e a Tora e o Evangelho. E quando criaste, do barro, a figura igual ao pássaro, com Minha permissão, e nela sopraste, e ela se tornou um pássaro, com Minha permissão. E curaste o cego de nascença e o leproso, com Minha permissão. E quando fizeste sair os mortos dos sepulcros, com Minha permissão. E quando detive os filhos de Israel, afastando-os de ti, quando lhes chegaste com as evidências; então, disseram que que, dentre eles, renegaram a Fé: ‘Isto não é senão evidente magia’.”&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4:111.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;“E quando inspirei aos discípulos: ‘Crede em Mim e em Meu Mensageiro’; disseram: ‘Cremos, e testemunha que somos moslimes’.”&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Observa-se, portanto, referências próximas aos testemunhos originais, porém, vagamente explorados, gerando a confusão que tanto Santo Afonso Maria de Ligório repudiou em “História das Heresias e suas Refutações”, conforme disposta em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/04/discipulos-negam-cristo-pelo-isla.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Discípulos Negam a Cristo pelo Islã?&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Veja que essa passagem acerca de um pássaro se equivoca, embora consiga, ainda assim, causar uma falsa ideia de que se vê ali um relato válido. Noutros termos, Maomé ou parte do séquito tinha que ter entrado em contato com aqueles que detinham o acesso ao apócrifo, que, para este caso, eram supostamente os monges sabaítas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;13.&lt;/b&gt; Faz até sentido, porém, carece-nos estudos mais precisos, embora a história seja coerente. Em 645, oito anos antes do Corão finalmente ser concluído, monges palestinos do Mosteiro de São Saba ou Savas fugiram para Itália no início da expansão do Califado Ortodoxo (632-661), posteriormente a realizada por Maomé.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;14.&lt;/b&gt; Ou seja, enquanto Maomé tinha conquistado as regiões que agora são Arábia Saudita, Iémen e Omã, foi o Califado Ortodoxo o responsável pela expansão islâmica que vai desde a Síria à Líbia, passando pelo Egito e Chipre, como ao Iraque, Irã e partes do Turcomenistão, Afeganistão e Paquistão.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;15.&lt;/b&gt; Desta forma, concluímos que não existia um Corão certo, definitivo, segundo a própria história, até o ano 653 d.C. Talvez este trecho sobre Jesus ter criado um pássaro a partir do barro se converta em denúncia concreta da invenção corânica, pois esta expansão posterior a Maomé ou já conhecia o “Hagios Saba 259”, ou conheceu na invasão.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/67/Codex_Sabaiticus_259_66r_Infancy_Gospel_of_Thomas.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Hagios Saba 259. Evangelho da Infância de Tomé.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;16.&lt;/b&gt; Os monges palestinos fugiram sete anos após essa invasão pelo Califado Ortodoxo, liderado pelo califa Omar ibne Alcatabe (586-644), que não parece ter gerado grandes restrições aos cristãos, até sua morte, posto que foi sucedido por Otomão ibne Afane (576-656), que por sua vez fixou o texto do Corão.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;17.&lt;/b&gt; Como se sabe, todo Corão fora “costurado” sem seguir uma ordem cronológica, sobretudo pela flagrante adição de um apócrifo que estaria sob posse dos sabaítas, presentes muito proximamente a Jerusalém, durante o califado de Omar, porém, evadidos para Itália assim que Otomão foi eleito califa em 644 d.C.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;18.&lt;/b&gt; Otomão assumiu o califado em dezembro daquele ano, que coincide dos monges palestinos, sabaítas, terem chegado na Itália em 645 d.C. Deste episódio até ser fixado o Corão, levou quase uma década, dando tempo suficiente para apreciação do “Hagios Saba 259”, assim como de outros textos, canônicos ou apócrifos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;19.&lt;/b&gt; Finalmente, o fato é que o Corão trama com uma informação tão específica, que não foi difícil traçar sua origem e mostrar que sua validade é criativa ao invés de revelada, motivo pelo qual Padre Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944) enfatiza seu caráter falsário em “São Gabriel, Maomé e o Islamismo”.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. “Tomé” Decai o Corão. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 27 fev. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/tome-decai-o-corao.html.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7ywVO_YGXRtLO_w3CJsLw9Ruq1hy2M1IO1VgsNon3ywvwnRUXEFQiMgcXIqngo-2vS5KJNhn5AX9YmiRCPYyJataEHMczdkgEvnGVrakBps2EMp7hjmu9xX9eliDgmM5WxCSE7Q5mOVGfIV-Cuy2RJLPo5rMMpwEvpFmY0CINR-fv6nG21yDh4aJzEahv/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_73A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Árabes no Deserto. Estudo do Alcorão. Vasili Vasilievich Vereshchagin.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Recorremos ao Corão em edições distintas, sendo uma do Rei Fahd bin Abdel Aziz Al-Saud (1921-2005), da Arábia Saudita, traduzida pelo Dr. Helmi Nasr, professor de Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade de São Paulo — USP, e a outra da Federação das associações Muçulmanas do Brasil — FAMBRAS.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Segundo o versículo 111 da quinta surata (Al-Mai’dah), “E quando inspirei aos discípulos: ‘Crede em Mim e em Meu mensageiro’; disseram: ‘Cremos, e testemunha que somos moslimes’.” (versão do Rei Fahd). Ou seja, isto seria Deus falando d’Ele e Seu “mensageiro”, Jesus Cristo, para Maomé (570-632).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Em idêntico versículo, porém na versão da FAMBRAS, lê-se “E de que, quando inspirei os discípulos, (dizendo-lhes): Crede em Mim e no Meu Mensageiro! Disseram: Cremos! Testemunha que somos muçulmanos.” — restando patente em pelo menos duas versões que são circuladas em países de língua portuguesa.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Noutros termos, o que o Alcorão diz é que, quando os discípulos, diante de Deus, pedem testemunho de que se assumem como muçulmanos, na verdade, pelo teor desse termo, querem estar entre aqueles que afirmam a unidade de Allah e que o Maomé é o único profeta. Portanto, estariam rejeitando a salvação em Jesus Cristo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Quais foram os discípulos que disseram essas coisas? Há um contexto de convívio de Maomé com judeus e cristãos ao longo do que se observa na história corânica, melhor exposta por Padre Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944) no livro “São Gabriel, Maomé e o Islamismo”, publicado pela Calvariae Editorial.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Todavia, em resumo, “Não chegando até Deus a religião de Maomé, não é uma religião divina. É obra de seu fundador, uma religião humana, em contradição com a religião divina.”, motivo pelo qual, “Logo, é uma religião falta” o islamismo, conforme o trabalho deste Missionário da Sagrada Família.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Mas para que ninguém se assuste com uma colocação assim, de um padre, ainda que possa ser imprescindível, recorreremos ao autor de “História das Heresias e suas Refutações”, Afonso Maria de Ligório (1696-1787), santo e doutor da Igreja Católica Apostólica Romana, acerca de tudo isso.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; “Maomé, fundador dessa seita assassina, que infestou a maior parte do mundo cristão [...]” (pág. 205) “Proíbe discutir sobre o Alcorão e as Escrituras Sagradas: e esse foi um achado muito eficaz do Demônio para fazer e continuar fazendo um perpétuo massacre de muitas pobres almas [...]” (pág. 207).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; De 1996 até 2026, diversos ataques com reivindicações muçulmanas corroboram o que o santo disse no livro, de que se fez de tudo para “[...] que as coitadas [daquelas muitas pobres almas] vivessem sempre na ignorância e, assim, permanecessem para sempre cegas e perdidas.” (pág. 207).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Quer dizer que todo muçulmano é terrorista? Evidentemente que não. Contudo, para eles, aquele trecho do Alcorão, de que os discípulos rejeitaram a divindade de Jesus Cristo para serem tidos como “moslimes”, profana a verdade salvífica! Claro que dirão: mas ser praticante do Islã significa se submeter somente a Deus.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Desta forma, os “discípulos”, conforme aquele versículo, pediram para Deus algo redundante sobre lhes serem submissos, que não tem outra razão, além de dizer que Nosso Senhor não era admitido como Salvador, mas tão somente um mensageiro, uma vez que não foi crucificado, como se vê no artigo &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/02/consenso-coranico-biblico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Consenso Bíblico-Corânico?&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Infelizmente os muçulmanos não respeitaram a cristandade e continuam profanando o que é sagrado aos católicos através do Alcorão, ou seja, de um texto dogmaticamente inalterável, donde se existe ao menos uma saída para isto, esta deverá ocorrer pela evangelização da interpretação corânica.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Discípulos Negam a Cristo pelo Islã? &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 26 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/discipulos-negam-cristo-pelo-isla.html.
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document.write (&quot;Acesso em: &quot; + now.getDate () + &quot; &quot; + monName [now.getMonth() ]   +  &quot; &quot;  +     now.getFullYear () + &quot;.&quot;)&lt;/script&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.enquiridio.org/feeds/2302267420850308086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/2026/04/discipulos-negam-cristo-pelo-isla.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default/2302267420850308086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default/2302267420850308086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/2026/04/discipulos-negam-cristo-pelo-isla.html' title='Discípulos Negam a Cristo pelo Islã?'/><author><name>Pedro Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10272111120053904740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY3jk3D2xQh23jpG6sGdrYKm53k0awALOEv0o61MJmTJEUmi1SuZM2DIfksp_A-jMru5BCkq0SoZwLvX3ODG_asT4MnhNCdSuihED27xNXHwolHDOdT3GM8p4Dq6_3MoFAynth-TJ-7IPkXYelddhJQcP-EOBHg0rsLDrK2k9seGm63A/s220/Foto_do_Blog_01A_2021.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7ywVO_YGXRtLO_w3CJsLw9Ruq1hy2M1IO1VgsNon3ywvwnRUXEFQiMgcXIqngo-2vS5KJNhn5AX9YmiRCPYyJataEHMczdkgEvnGVrakBps2EMp7hjmu9xX9eliDgmM5WxCSE7Q5mOVGfIV-Cuy2RJLPo5rMMpwEvpFmY0CINR-fv6nG21yDh4aJzEahv/s72-c/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_73A_2026.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Maceió</georss:featurename><georss:point>-9.6660417 -35.7352167</georss:point><georss:box>-37.976275536178846 -70.8914667 18.644192136178845 -0.57896670000000228</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-185597438267107846.post-2851521382127679862</id><published>2026-04-25T07:00:00.013-03:00</published><updated>2026-04-25T18:06:40.685-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fumaça de Satanás"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Séries"/><title type='text'>Fumaça de Satanás III</title><content type='html'>Voltamos à esta série para abordar as vontades trazidas em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/04/fumaca-de-satanas-ii.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Fumaça de Satanás II&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, relativas às aptidões para descobrir, participar e contemplar, próprias tanto à ciência, quanto à Igreja, mas que, conforme São Paulo VI, acabaram ofuscadas e passaram de soluções à problemas na atualidade.&lt;span style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNEdsS9cemVJNEUqNRG8NBxZzU4kTA613wP796q_gUeFaKXeettTLuAUzhK5V0w0z8MNqw3TlUtMjvBgHRK8y1GtcZdklKuYIlb9lRgv-v-R1qd72sFVSjLUVFD_SkhqXWM8181Z2JgaNbbaDkqEHIm8kw-DS2cmD-Oxv2VRBJYOcuIwgbEiV5MMmbhyphenhyphenfQ/s1600/Fuma%C3%A7a_de_Satan%C3%A1s_Enquir%C3%ADdio_03A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Falaremos como isso se vê na fé. Nosso Senhor disse: “Porque nada há oculto que não acabe por ser manifestado, nem escondido que não deva saber-se e tornar-se público.” (Lc 8, 17). Essa “fumaça de Satanás”, lembrando da relação com a “Homilia de Paulo VI”, interfere na descoberta, participação e contemplação por ocultação.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.vatican.va/content/paul-vi/it/homilies/1972/documents/hf_p-vi_hom_19720629.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Homilia de Paulo VI&lt;/b&gt; (Vaticano).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
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&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Oculta-se, de início, os reais motivos para que seja destacada a aparente intenção evangélica, porém, em um momento posterior, fechando-se somente para iniciados, que por sua vez, entrando numa pseudo hierarquia laical, realizam seus objetivos em paralelo ao plano geral da Igreja, podendo desta concordar ou discordar — nunca se sabe.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Aliás, sabe-se, porém, tornando-se secreto automaticamente, uma vez que indivíduos, participantes dessa trama, encontram-se tendenciados ao isolamento, muitas vezes em relacionamentos interfamiliares limitados, isentados da participação universal. Isto ocorre no âmbito da fé, donde se vê como essa “fumaça de Satanás”.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Na ciência, assim como na educação, fenômeno parecido acontece. Enquanto na fé os prejuízos se notam na evangelização paralelizada, com uma possível parcela desse empenho convencionado entre participantes, os cientistas e professores cada vez mais têm proposto resultados que são convenções que não refletem à realidade necessária.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Quando São Paulo VI disse “A escola se torna um campo de treinamento para confusões e, às vezes, contradições absurdas”, observa o &lt;i&gt;modus operandi&lt;/i&gt; dessa “fumaça de Satanás”, que vem corrompendo o que é verdadeiro, dizendo ainda que “Esse estado de incerteza também reina na Igreja” — extremamente prejudicial.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Neste ponto, as igrejas podem se tornar locais insalubres às pessoas de fé se os trabalhos pastorais se valerem de paralelismos destoantes da Igreja, assim como todos os ambientes que deveriam abordar a verdade, mas que subvertem os meios de praticar o que é científico, gerando prejuízos que atingem as pessoas de um modo geral.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Assim sendo, há um afastamento da descoberta, participação e contemplação que são igualmente necessárias, enquanto aptidões, tanto para fé, quanto para ciência, fazendo delas meras questões estéticas, donde a convenção é ponto de maior relevância em detrimento da verdade.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Se ao Evangelho é essencial a experiência da fé que se descubra, participe e contemple, como minar isto para diminuí-la? Ou desviá-la para que não seja integralmente vivenciada? Isto é o sinal da “fumaça de Satanás”, responsável por minar e/ou evitar enquanto parodia a verdade revelada sob pretextos uniformes.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Pretextos uniformes que são observados muitas vezes pelas imposições que condicionam a experiência da fé às exigências temerárias, que não confiam no poder de Deus para fazer suas obras nas almas que por Ele são inclinadas, pedindo provas públicas de dignidade à salvação — o que é reservado à Jesus Cristo, apenas.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Por tais pretextos uniformes há quem se veja desamparado pelo isolamento da verdadeira experiência de fé, muitas vezes ditadas por terríveis diretores que já não descobrem, participam e contemplam, mas que, ao invés disso, convencionam o que é ideal para todo aquele que a ele busca filiação, ainda que sem saber sobre sua visão.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Há na Igreja alguns redutos que já dão muitos sinais dessa “fumaça de Satanás”. Não que sejam assim, mas que foram transformadas pela vontade do homem que se viu na incumbência de Nosso Senhor, como se fosse um tipo de “procurador especial” de Deus para além ou paralelamente ao papa.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Amém Jesus Cristo por dizer: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão.” (Mt 24, 35), “Porque nada há oculto que não acabe por ser manifestado, nem escondido que não deva saber-se e tornar-se público.” (Lc 8, 17). No tempo certo os inimigos da fé deverão ser revelados, mas que seja por Ele, para cada qual.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Fumaça de Satanás III. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 25 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2025/09/fumaca-de-satanas-iii.html.
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monName = new Array (&quot;jan.&quot;, &quot;fev.&quot;, &quot;mar.&quot;, &quot;abr.&quot;, &quot;mai.&quot;, &quot;jun.&quot;, &quot;jul.&quot;, &quot;ago.&quot;, &quot;set.&quot;, &quot;out.&quot;, &quot;nov.&quot;, &quot;dez.&quot;)
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx1IO7BaFQoHDrQ4I4k7WJkHXMdZG6MI7sZn65sOCMN_n2qcC_cL6QRfkXkmoYU2PIUujJoV4ORV-g5_S_ECpxligJHYsORcFQmMQFJvHIEb3ePCeev7a7Rg7bMo-ALPu9hjIS0szBnekWU0q30F-GaiGUf0suxgw31MSS-sxf7CyTnx04VwhHxfw0ktO5/s1600/+55%2082%208112-3055%2020220712_105935.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 0px; margin-right: 1.5em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;150&quot; data-original-width=&quot;150&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx1IO7BaFQoHDrQ4I4k7WJkHXMdZG6MI7sZn65sOCMN_n2qcC_cL6QRfkXkmoYU2PIUujJoV4ORV-g5_S_ECpxligJHYsORcFQmMQFJvHIEb3ePCeev7a7Rg7bMo-ALPu9hjIS0szBnekWU0q30F-GaiGUf0suxgw31MSS-sxf7CyTnx04VwhHxfw0ktO5/s1600/+55%2082%208112-3055%2020220712_105935.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;Pedro Rocha&lt;/b&gt; é católico, casado desde 2014 com Larissa Rocha – temos dois filhos na terra e um(a) com Papai do Céu. Tem por Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) especial admiração, bem como por Dom Henrique Soares. Devoto por São Tomás de Aquino. Aluno de Padre Paulo Ricardo. Bacharel em Direito e Design, cursa nas áreas de Semiótica, Gestalt, Behaviorismo e Simbologia. Mantém particular interesse sobre gêneses e declínios civilizatórios na antiguidade e reflexos na modernidade.
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&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-instagram&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/enquiridio/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Instagram.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Siga o perfil do Enquirídio no Instagram.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuyK_BVD_4FWPDwhpAsogvupjSG6CbtjC8xzFqTznzCz2q9Sv8OBX5IyBZ3tX3DPhVLPXkAPKx_rH6g5CNIF-kdW6mPuLKy8pOVmSIigoDYDLbhL0qTz3jZ__IIi3hLjvjTZ91CkYfUZdxp0L_yZKkpKN1-eYN_LjdQF4e3oTDEh_bkJlNQGDFPgiNftgm/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_72A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;A Mentira. Salvator Rosa.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Sayão diz que judeus não reconhecem como inspirados por Deus, por exemplo, livros como os de Macabeus, embora no Talmud ou Lei Oral (transcrita) existam menções que usam dos deuterocanônicos como suportes à doutrina no judaísmo, omitindo que tal exclusão do cânon judaico se relaciona com o início da Igreja.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=-A0uNW7AKtI&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Evangelhos Apócrifos: Thiagfo Lima e Luiz Sayão&lt;/b&gt; (inteligência Ltda).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Depois, afirma que não existem afirmações, nesses textos, quais sejam, os apócrifos, de serem trabalhos inspirados, como se na Bíblia Sagrada, sobretudo no Novo Testamento, houvesse algum indicativo escrito — vindo do além — sobre sua nítida legitimidade, como se a Igreja não tivesse tal nitidez para tanto.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; A Igreja é justamente a legitimidade instituída por Nosso Senhor para sua obra, seja feita, falada ou escrita, como é o caso da Bíblia Sagrada, cujos 27 livros do Novo Testamento o Sayão admite, embora tenham sido assim postos canonicamente pelos sacerdotes católicos nos primeiros séculos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Ou seja, para Sayão, como ele expõe no vídeo, tanto os quatro evangelistas, quanto os autores epistolares, deveriam ter relacionado mais exaustivamente os apócrifos (que só são considerados assim pelos protestantes), pois eles deveriam ter previsto que mil quinhentos anos após alguém poderia duvidar da instituição do próprio Salvador.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;É a judaização da fé constantemente denunciada aqui no blog.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Contudo, Sayão deixa a coisa ainda pior, pois, conforme suas palavras, “[...] em 2ª Macabeus, você vai ver uma coisa curiosa, que tem a ver com a oração pelos mortos, coisa que não acontece no Novo Testamento, na tradição judaica, no Antigo Testamento.” (5:00-5:19). É a judaização da fé constantemente denunciada aqui no blog.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; E a coisa segue assim: “Então, são alguns ensinos assim, ou pelo menos sugestões de ideias, que parecem uma contradição em relação ao outros textos bíblicos que a gente reconhece como inspirados.” (5:19-5:34). Parece alegar, deste jeito, que uma doutrina de dois mil anos foi forjada.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Ele diz: “[...] quando você lê o final de 2ª Macabeus, o livro termina dizendo o seguinte: ‘Olha, o que eu fiz aqui, foi o que foi possível&#39;. Como a gente mistura água com vinho, o autor termina dizendo que foi o que ele pôde produzir, muito diferente de outros livros inspirados, que claramente diz: &#39;Olha, essa palavra ela é assim, diz o Senhor&#39;.” (5:34-6-06).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; O que é que está em 2ª Macabeus: “Se consegui deixá-la bem escrita e construída, isso é o que eu queria. Se saiu vulgar e medíocre, fiz o melhor que podia. É desagradável beber somente vinho ou somente água; porém, o vinho misturado com a água é agradável, é um prazer para o gosto.” (2 Mac 15, 38s) — mas por que fazer isso?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; “Pois o mesmo acontece numa obra literária, em que o estilo variado é um prazer para o ouvido do leitor. E com isso termino.” (2 Mac 15, 38). Luís Alonso Schökel (1920-1998), na Bíblia do Peregrino, comenta que tal autor se sente satisfeito com seu trabalho ao intercalar cenas terríveis com agradáveis — como assim está no texto!
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Mas o tal problema arranjado é que o final do texto não louva a Deus. Acontece que aquela trecho último da 2ª Macabeus é epílogo, que não diminui ou altera o término da história: “Todos levantaram os olhos ao céu, louvando o Senhor glorioso: — Bendito seja tu, que guardaste sem mancha teu lugar santo!” (15, 34).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Poder-se-ia estudar o motivo do epílogo se houver tal urgência, porém, depois de entender o conteúdo de 2ª Macabeus, difícil é tratá-lo como isento de inspiração — exceto aos protestantes, que por ele nutrem certo rancor, por haver ali episódios que atestam a intercessão dos mortos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Detalhes sobre, ainda que sejam superficiais, podem ser vistos em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2025/09/o-mito-de-jamnia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;O Mito de Jâmnia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/03/iconoclastas-idolatras-de-si-mesmos.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Iconoclastas: Idólatras de si Mesmos.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; Seria mais fácil forjarem os católicos tal mentira do que os protestantes surgirem por interesses políticos há 500 anos? Se mentiram sobre os textos antigos, o que é possível inferir dos novos? Sayão, Sayão...
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&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Sayão, Sayão... Não Saia Não! &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 24 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/sayao-sayao-nao-saia-nao.html.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOrDHHITu3wJPDSDRUI06SkYGNAzVJ7PakWGlaCEV8Ct6uQlWTe2Qn5b9EkAB-pww5lqdXFrB0sL3KhdwjS3OXZUOjw6E15hjCPLYzKhTgNysbHS956OadSIoRPG85rpmnYSExcjf46RrtE6sy3OwEMAPDPjTY0-CXVcC6PoK8vidFqHnqJdhMCs6_yv86/s1600/POP_Enquir%C3%ADrio_03A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Antes de tudo, vale a pena explicar que neste artigo há dados que precisam ser pormenorizados à compreensão dos pressupostos teóricos a respeito do comportamento humano. Porém, também não parece prudente, sabendo das mecânicas envolvidas, deixar essas informações perdidas, motivo pelo qual estão sendo compartilhadas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Não é que qualquer produção, por não ser católica, seja de logo imoral ou imprópria para pessoas que prezam pelo melhor entretenimento. Aliás, muitos filmes, que não são propriamente da fé ou minimamente relacionados ao conteúdo religioso, possuem excelentes enredos e lições de moral para crianças, jovens e adultos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Porém, o que é preocupante? Já há algum tempo (ou seja, a coisa é velha), cenas de sexo à beira do explícito ou uso de drogas (quando não essas duas coisas juntas) não são inseridas nas cenas por uma pretensão necessária de mostrar as “belezas naturais” de atrizes ou tornar aquele contexto mais convincente.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; As cenas de sexo funcionam como gatilhos para estimular as regiões do cérebro mais suscetíveis à respostas autônomas, incluindo aquilo que foi chamado por instinto. As reações do corpo em exposição audiovisual não são controláveis se as pessoas expostas não fizerem um esforço contrário aquele estímulo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Significa que aqueles que assistem a essas cenas terão vontade de fazer sexo no local? Se deixarem, também não duvidaríamos, mas tal finalidade primária é para o mercado de consumo, fazendo com que vontades reprimidas sejam canalizadas para prazeres como aquisição de comida: pipocas, refrigerantes, chocolates etc.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Entretanto, isso seria a tese para cinemas, pois, quanto aos streams, parece-nos que, somando-se às ideologias das libertinagens, os efeitos da hiperssexualização podem ser vistas através da relação direta, dada pelas respostas condizentes aos estímulos, ou seja, excluindo-se aquela inibição que canalizava a vontade para algum outro prazer.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Em suma, há mecânicas por trás das cenas de sexo, ou como de uso de drogas, voltadas às respostas das pessoas que são expostas, significando dizer que existe sim uma preocupação, que não é uma questão de “mimimi!”, muito menos de omissão “(lacuna)”, que faz com que cinéfilos católicos rejeitem muitos filmes.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Se para um filme um ato sexual tem relevância no roteiro, sempre é possível se valer da precognição ao invés da explicitação desnecessária. Ou seja, se na cena um casal entra numa casa ou quarto sozinhos cruzando olhares, já supre às pessoas já expostas à realidade do sexo os entendimentos necessários para concluir essa situação.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Ao mesmo tempo, aqueles que não conhecem a realidade do sexo terminam sendo poupados de algo que vão ser expostos em um momento futuro, dentro da correta relação, ao invés de verem coitos quase explícitos como maneira de se entreterem. Isso leva qualquer indivíduo a adotar comportamentos de ratazana, seja homem ou mulher.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Comportamentos de ratazana levam homens e mulheres a observarem tudo instintivamente, fazendo com que, mediante a satisfação dos prazeres, adotem posturas de descarte, abandono, tornando-se subespécies autocentradas e incapazes de se relacionarem em proveito do coletivo, da sociedade, para Deus.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Os filmes têm sim esse poder, pois ao formar uma cultura de massa, dadas as proporções ocidentais, os comportamentos são amplamente verificáveis, desde os nudismos urbanos aos estupros por recreação, como se estas, agora, tivessem se tornando necessidades fisiológicas de primeira importância.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Mas não é por causa das produções cinematográficas ultimamente serem ideológicas, socialmente suicidas, que outros filmes não católicos não prestam. Mas uma trama que tenha que ter sexo a todo tempo, ou uso de drogas (existe uma exceção, quando tende a abordar a dependência), prejudica e muito os seres humanos.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Já Assistiu ao Império das Ratazanas? &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 23 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/heavy-metal-funk-e-escolaridade-no-pais.html.
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&lt;b&gt;Pedro Rocha&lt;/b&gt; é católico, casado desde 2014 com Larissa Rocha – temos dois filhos na terra e um(a) com Papai do Céu. Bacharel em Direito e Design, cursa nas áreas de Semiótica, Gestalt, Behaviorismo e Simbologia. Agora, depois de ao menos uma década dedicada ao Enquirídio, procura explicar nesta seção pop que ninguém precisa adotar neuroses alheias acerca de cultura ao se firmar como cristão, sobretudo os jovens, diante de produções musicais, literárias e cinematográficas, principalmente.
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&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-instagram&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/enquiridio/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Instagram.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Siga o perfil do Enquirídio no Instagram.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHMVNUfST-CDQP0xWc8HVnW_mHHtMJ11OFIRPkT7NWpvf1PPQFmRHwVHZCaeuK6fKXiinlVo3zedEsZ4x4WtICi1oCqJusjlEQoGUtNyl9smKXw4I6_IfyJH2J00cIcbQZFEttvxO0O5eS_GQdC7_GVAkVMCPKsN3awFQFaPrkt4QQNrM4QmrkTGvUY5q7/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_71A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Menina que Confunde um Jovem Limpa-chaminés com o Diabo. Robert Salles.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Ou seja, quem se priva de algo, faz isso por vontade, mas se tal privação foi por imposição, significa que sua liberdade foi removida, motivo pelo qual, desse modo, não teria como se voltar para Deus, cuja vontade Ele demanda para que seja cumprida livremente ao invés de forma impositiva.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; O que é maligno tende a matar, desde a carne até a alma, pelo que nem todo fenômeno está relacionado às questões malignas, que são preternaturais. Há muito no mundo natural que acaba sendo percebido por superstição e atribuído aos demônios, geralmente por ignorância ao invés do orgulho.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Orgulho no sentido de “eu fui lá enfrentar o capiroto”, corroborando exemplos sensacionalistas, quando ninguém — exceto Nosso Senhor e o poder do vosso santo nome, Jesus — poderia se orgulhar dessas coisas. Na verdade, aquele que combate o maligno, obtém vitória pela força de Deus, ao qual tudo se deve.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Se os fenômenos preternaturais são malignos, então resta saber que não têm malignidade os originalmente naturais ou sobrenaturais, donde aquele advém do poder deste, ou seja, relativos às criações e o Criador, respectivamente. Porém, questionamos se realmente há na natureza alguma vulnerabilidade ao maligno.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Há correntes teológicas, como as parapsicológicas, que não reconhecem fenômenos preternaturais, mas tão somente eventos naturais desconhecidos, onde tudo ou é da natureza original, como feita por Deus, ou d’Ele próprio, diretamente, excluindo-se, dessa forma, qualquer existência maligna.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Assim sendo, sobra às teses (para)psicológicas, entre outras, descrever o comportamento humano baseado ou na graça de Deus, ou na desgraça causada pela própria pessoa em relação ao meio, como se os casos de interferências malignas fossem deliberadamente inventados.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Infelizmente, muitos casos, como alguns relatados em podcasts no YouTube, terminam causando mais confusão ao invés de gerarem o conhecimento necessário para auxiliar o discernimento do espectador a respeito daquilo que pose ser considerado natural, preternatural e sobrenatural.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; E o pior é a descrença gerada em aparente proveito de narrativas mais apropriadas para roteiros de filmes, donde se observa o natural como preternatural, e o sobrenatural como aquele, naturalmente advindo do homem. Contudo, para os dois casos, valem-se da ignorância alheia em proveito do orgulho pessoal.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Os fenômenos preternaturais não podem ser atrativos para curiosos ou expostos como anedotas. Os casos relativos precisam ser tratados com maior rigor. Assim como um médico tem obrigação de resguardar a intimidade do paciente, aqueles que lidam com essa realidade maligna devem proceder com prudência e discrição.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Afinal de contas, diante de tantos crimes hediondos, sobretudo contra crianças e idosos, além de furtos, roubos, adultérios e a própria mentira, que não informa e ainda gera o ruído para ocultar a verdade, como é que o maligno ainda é visto como uma mera peça de superstição ou incompreensão da realidade?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Ao mesmo tempo, os fenômenos preternaturais podem acontecer no intuito de minar as faculdades de um indivíduo, confundindo-o a depender do nível de suscetibilidade que ele possa ter. Às vezes não é por medo, mas por desejo de entrar em contato com tal realidade. Há quem desconheça o maligno e queira algo assim.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Mas se uma pessoa lembrar do Evangelho de Jesus Cristo conforme São João: “[...] Ele foi homicida desde o princípio [...]”, (8, 44), saberá que sua vontade é terminativa, ou seja, visa um assassínio, o que faz a partir da carne até tocar a alma. Portanto, acreditamos que tal malignidade não perde tempo com firulas e sempre parte para matar.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. A Confusão Maligna. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 21 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/a-confusao-maligna.html.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihvvnFG2o_4BTAs9PMC8_7-GfjSy67MpQ2GZitwxVvnxvfgMt_l3gnEFM7S_nXtnEPXXTYugTY8T-LnDoCRUPjDyEjOEWT7yiu7ETXpD5gxJm3f1Fb_2f_dghiac9zoEEeVw9fOYpcnV7vndkw9-WT7qgjI7s9b-245U1ea0juVsivwLKwROp_8HR93grl/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_70A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Santo Antônio Pregando ao Peixe. Paolo Veronese.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Assim como os degraus da escada, os legados dos santos são suportes para que seja possível ascender ao querer divino. Quem quer subir não para num degrau e pensa: pronto, agora sinto que conclui a subida — ignorando outros tantos que podem ajudar o fiel a seguir para cima, para um lugar mais alto.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Essas degraus, lembrando que não são propriamente os santos no céu, mas sim os legados que fizeram e/ou ficaram na terra, ao contrário da ordem na escada, onde há um primeiro, segundo, terceiro em diante, não têm qualquer relação com uma hierarquia, como se um fosse maior que outro.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Todos esses legados têm sua importância estabelecida no catolicismo através da Santa Igreja, desde a canonização do(a) santo(a) ao doutoramento, quando suas razões indicam um caminho de fé conforme a doutrina de Jesus Cristo. Não é uma invenção pessoal ou inovação, apesar de postas em outros termos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Neste ponto, há quem se aproxime do legado de São Tomás de Aquino por sua exposição ser realmente estruturada, um pilar de sustentação para aqueles que desejam aprofundamento doutrinal, mas, ainda assim, não tem tudo sobre Deus. Às vezes falta o que é necessário ao cotidiano, por exemplo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; São Josemaría Escrivá deixou um legado que auxilia no cotidiano, porém, pode ser que haja necessidade, em algum tempo, de explicações mais profundas a respeito da mística cristã, donde as obras de São João da Cruz certamente prestará imenso auxílio, assim como as de Santa Tereza d’Ávila.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Mas eis que atualmente as pessoas se percebem mais conectadas em mídias sociais e que a presença de Deus se faz em qualquer ambiente, motivo pelo qual existe, por Sua providência, São Carlo Acutis, cujo legado, para tantos jovens (ainda que “velhos”), nota-se no poder de tantos apostolados digitais.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Os legados dos santos são diversos! Todos apontam para Deus, de um modo ou de outro, porém, jamais buscando substituir sua majestade, sobretudo a Sagrada Escritura, que é a Sua própria palavra. As venerações que acontecem sem conhecimento dessas ações e a forma de pensar podem pender à superstição.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Como quem, desconhecendo o legado de Santo Antônio, também Doutor da Santa Igreja, utiliza-se da imagem dele (geralmente uma estatueta) para realizar “simpatias” no intuito de “atrair o amor”, que não são outras coisas além de meras feitiçarias — ao invés da devoção que lhe poderia ser atribuída.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Portanto, os legados dos santos não são hierarquizados ou isolados para que seja um só conhecido e adotado. Assim como eles estão em comunhão, também são uníssonos à doutrina de Nosso Senhor suas ações e a forma de pensar, donde um bom fiel se permite sempre a conhecê-los e adotá-los.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Os Legados dos Santos. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 15 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/os-legados-dos-santos.html.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8VJNFWhO7e6xoO7zPXFDWoziFNsI4KT80nH4-jvGY9ZDup72FweBMCs8gNu9Qod10n3cNzF3MzyDWum2R0Mc5ut6vZK92WGcSIC4etuf0uu2cg97tL5aCdc9e6aluPiIHEF9Qq_FNZFKgxxpu1lZ23AUn2Xe9jRFSKycSj2qgXjZjAWiIn4gp94bNIm8f/s1600/POP_Enquir%C3%ADrio_02A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Vamos seguir nesse espaço “pop” dentro do Enquirídio falando de Heavy Metal e o que ele significa atualmente. Mantendo os textos sempre curtinhos, como é praxe (costume) aqui no blog, vejamos primeiro o que é aquilo que achavam que ele era: uma espécie de arma para subverter culturas e alienar jovens contra sistemas capitalistas e coisas assim.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Olha, essa definição é realmente ruim, especialmente pelas primeiras bandas de Heavy Metal, que possamos nos lembrar, não serem russas (soviéticas, comunistas ou qualquer parada socialista). Ao contrário, os primeiros metaleiros bem gostavam e ainda gostam (muitos estão vivos e ativos) de um dinheirinho na conta, né?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Heavy Metal só pode ser coisa do Diabo — dizem. Claro! Os estereótipos assumidos por metaleiros são realmente diabólicos, poderíamos afirmar sem dúvida, exceto pela maior dúvida de todas: como é que o Diabo se veste e o que ele ouve? O que é composto por ele não parece ser difícil prever: “senta, senta, senta”. Percebe?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Ninguém compõe “Alexander The Great” para emburrecer os fãs ou provocar um movimento contrário aos estudos de história, embora o Iron Maiden tenha letras que sejam escandalosas para pessoas mais sensíveis, como “The Number of the Beast”, mas que são alegóricas, reflexivas, ainda que sobre alguns fatos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Diabólico é submeterem crianças ao som de “senta, senta, senta” na intenção de hiperssexualizar seus comportamentos. Afinal de contas, trata-se de “música” tocada até mesmo dentro das salas de aulas em escolas do Brasil! Mas como não devemos escutar Heavy Metal, vamos arrumar um problema para que ele seja de fato algo do Diabo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Ah! Todo maconheiro ouve Heavy Metal! Verdade que existem pessoas que preferem se entorpecer para aproveitarem algo, como um show do Iron Maiden. Como no Brasil os demais estilos “musicais” prevalecem, como o funk, então as drogas não são tão problemáticas, né? Mas que cabecinha oca pensar desse jeito! Diabo gosta, viu?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Não! Há droga em todos os lugares para quem deseja se drogar. Faz isso nos shows, mas também nas baladinhas, em bares ou mesmo em academias, onde o funk rola alto para infelicidade da inteligência de tanta gente — é que o estilo “musical” voltado às massas serve como se fosse uma anestesia, inibindo o senso crítico e a cognição.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Em duas estrofes de “Alexander The Great”, os alunos de escolas que tocam funk terão aprendido mais através da música do Iron Maiden do que com os professores militantes que, por sinal, muitos curtem tal banda, mas que não são metaleiros o suficiente para quebrarem o pau e coibirem o “senta, senta, senta” tocado nos recreios onde ensinam.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Enfim, dirão: Heavy Metal é muito barulhento! Um barulho que aborda “Macedônia, Rei Dário III, Batalha de Arbela”, independentemente da escala usada, se em Mi menor ou pentatônica, traz mais cultura ao Brasil do que os “sentas” do funk, cujo nome da “compositora” evitamos escrever por medo disso poder ser uma invocação do Diabo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Além do mais, as melodias do Iron Maiden, para não citar bandas que abusam dos arranjos mais diabólicos, como o Angra, brasileira, exigem sensibilidade, porém, raciocínio matemático para compreensão e reprodução, que, por fim, demanda bastante estudo ao devido progresso do conhecimento e aquisição de habilidades.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Não se tem resultados tão complexos e enriquecedores com o tal “senta, senta, senta”. Outros estilos musicais, para não dizer da erudição, podem ser até melhores em termos de elevação humana, porém, como o tema aborda o Heavy Metal, digamos as nossas últimas palavras acerca: Up The Iron’s!
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Novamente: “senta, senta, senta” é alienação cultural, que cria uma barreia cerebral, condicionando a mente a rejeitar tudo que pode ser complexo, fazendo com que possa pensar que uma sinfonia seja barulhenta por incapacidade cognitiva e o funk o sumo bom musical — e o Heavy Metal, neste ponto, torna-se antídoto contra o veneno da burrice.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Heavy Metal, Funk e a Escolaridade no País. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 06 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/heavy-metal-funk-e-escolaridade-no-pais.html.
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&lt;b&gt;Pedro Rocha&lt;/b&gt; é católico, casado desde 2014 com Larissa Rocha – temos dois filhos na terra e um(a) com Papai do Céu. Bacharel em Direito e Design, cursa nas áreas de Semiótica, Gestalt, Behaviorismo e Simbologia. Agora, depois de ao menos uma década dedicada ao Enquirídio, procura explicar nesta seção pop que ninguém precisa adotar neuroses alheias acerca de cultura ao se firmar como cristão, sobretudo os jovens, diante de produções musicais, literárias e cinematográficas, principalmente.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-instagram&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/enquiridio/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Instagram.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Siga o perfil do Enquirídio no Instagram.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiridmGzEhclqhxPqEkLWOYiC5us6ZSkGWg86WktvBWRfHSEGd_eK43sVT6bPoM0uockfeC831e9xshaarKvam9uZLw8qqlZSYNdC2zVj_7vay3bb-GpixGFZjlE8Q1V5cd3cZ1hIJ2K79SvKrglunA2u747EZ2o8uarofY66jFYL9wBjgxaT7JpFe15zK7/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_69A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Camaleão. Edwin John Alexander.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; No MBL, depois de tantos vídeos feitos pelo Nando Moura, denunciando suas inclinações ao supremacismo e admissões de membros com motivações inspiradas na ilegalidade, chama a atenção a eleição de Curtis Yarvin (Mencius Moldbug) como um tipo de mentor do libertarismo com aspirações “tecnoescatológicas”.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Libertarismo que não passa de ideia anárquica, uma vez que Yarvin, desgostoso com o catolicismo, produziu um manifesto ou “carta aberta” em defesa do progressismo anticatólico — e o motivo do pessoal do MBL se sentir representado por seu pensamento. Cremos que tal assunto se encerre nas primeiras linhas do texto a seguir:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://keithanyan.github.io/OpenLetterToOpenMindedProgressives.epub/OpenLetterToOpenMindedProgressives.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;An oppen letter to open-minded progressives&lt;/b&gt; (Curtis Yarvin).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Sugerimos ao católico aderido ao MBL sair de lá ou procurar uma catequese (para conseguir entender a fé e abandonar aquele movimento). Já os pormenores da Comunhão Popular não são tão evidentes, sobretudo por sua declaração de catolicidade, embora tenha deixado alguns rastros preocupantes.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Pedro Ribeiro é o presidente da Comunhão Popular, mas que tem aproximação com políticos como Heloísa Helena e Aldo Rebelo, ambos conhecidos pelo comunismo já praticado: aquela, petista por 18 anos antes de fundar o Partido Socialismo e Liberdade — PSOL, e; este, membro do Partido Comunista do Brasil — PCdoB por três décadas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Através da “Carta Pelo Novo Trabalhismo” do “1º Fórum Pelo Novo Trabalhismo”, datada no aniversário de morte de Getúlio Vargas (o que é bastante simbólico), repetem-se as mesmas expressões partidaristas lacunares “por isso” (apoio) ou “contra aquilo” (repúdio), mas sem explicar como de fato.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://novotrabalhismo.com.br/carta.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Carta Pelo Novo Trabalhismo&lt;/b&gt; (1º Fórum Pelo Novo Trabalhismo).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Neste fórum, participou também Robson Farinazzo, filiado ao Partido Democrático Trabalhista — PDT, que por sua vez participa como membro da Internacional Socialista, orientada pelo marxismo, o que não é indicativo de adesão às ideias da Comunhão Popular, embora a aproximação seja estranha.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/candidato/SUDESTE/sp/2045202024/250002173943/2024/71072&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais&lt;/b&gt; (TSE).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://pdt.org.br/index.php/internacional-socialista/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Internacional Socialista&lt;/b&gt; (PDT).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Preocupa que tal Comunhão Popular, pautada pela Doutrina Social da Igreja — DSI, possa de alguma forma torná-la apenas em utilitária — o que não é possível observar nas condutas e afirmações do presidente deste movimento, especificamente ao defender a &lt;i&gt;Rerum Novarum&lt;/i&gt; contra as ideias de Kim Kataguiri, do MBL, em um espaço de debate.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/justpeace/documents/rc_pc_justpeace_doc_20060526_compendio-dott-soc_po.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Compêndio da Doutrina Social da Igreja&lt;/b&gt; (Vaticano).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_15051891_rerum-novarum.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Rerum Novarum&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Varicano).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Aldo Rebelo se diz um católico e agora se filiou ao Democracia Cristã — DC, presidido por João Caldas, pai do JHC, que por sinal usa uma sigla como nome para escamotear seu parentesco com aquele que já foi condenado no “Escândalo dos Sanguessugas”, responsável por desviar verba pública destinada à compra de ambulâncias.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; As ambulâncias, em Alagoas, terminam sendo vitais, já que os pacientes são constantemente transferidos dos hospitais de cidades do interior à capital para acessarem recursos ali centralizados — sendo um outro problema grave! Diante de tantos pormenores, como dito, resta questionar a integridade da Comunhão Popular.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Acerca do Pedro Ribeiro, que é uma pessoa patrioticamente atenciosa, politicamente preocupada e catolicamente devotada, até onde foi acompanhado, nada se pode dizer ao contrário. Entretanto, as aproximações com figurões da política são pontos de grande preocupação, sobretudo com aqueles de Alagoas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Sobre Aldo Rebelo e a incompatibilidade automática com o catolicismo, que foi configurada por sua “escola política” ser dada em seio comunista, não nos compete excomungá-lo ou duvidar da conversão verdadeira que possa ter passado, porém, hão de ver que nos preocupa que católicos sejam enganados por politicagens.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Politicagens que podem se valer de concepções libertárias ao tornarem a Doutrina Social da Igreja — DSI num recurso político e isolado da Igreja, que é a sua fonte. Se as politizações no catolicismo ocorrerem dessa forma, Yarvin não pode ser considerado mais anticatólico em comparação com adeptos de um utilitarismo maquiavélico.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. MBL e a Comunhão Popular. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 03 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/mbl-e-comunhao-popular.html.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiD_BLohSFgzkj6Vx_jKrLz6lrn53RpJAzgb4OIYR8X9zsSIZK1Xl9A8FzDfJeIlfEsitgWGrj7xiIQk61x6mJm-RCqlQ4hD7MIoVyh9gPq0AecxKn0ZgPfgjrV8agfs8t9WQOTKJ-inWpZnlLvvlkKlJl_F1itoWT5EGnq44VucfzRwY3CYBMRmdf_rp08/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_68A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Passageiros no Metrô em Nova York. Francis Luis Mora.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; De outra forma, se ocorre nos EUA uma manifestação entre lados, ou na Itália, quem sabe no Azerbaijão, e se a questão vira notícia, especialmente em canais de TV como Globo, sintonizada em aparelhos de televisão de diversos ambientes, de negócios privados às repartições públicas, logo esta se torna politizada em extremos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Dizemos isto pela influência da Globo ainda ser grande no Brasil, sobretudo por meio dos telejornais, apesar dos portais online, talvez por senso comum, serem percebidos como maior fonte disto, uma vez que todos agora acessam por celulares, exceto pela faixa-etária mais adepta dessa emissora ainda aderir à audiência pela televisão.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Existe uma espécie de hipnose de que os jornais nunca mentem — o que é “verdade” — imperando nesta faixa-etária, embora as narrativas sobre os fatos sejam tendenciosas: a) “hoje, um carro explodiu em Israel”; b) “Israel amanhece apavorada em meio ao conflito, que mantém contra o Irã, por causa da explosão em um veículo ainda não identificado”.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; As apresentações são diferentes e indutivas, que põe expectadores à espera de maiores informações sobre um carro em Israel, supondo que poderia, por exemplo, ser de uma organização terrorista financiada pelos iranianos. Só de observarem essa conjectura como possível, as pessoas já começam a defender isto como fato.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Certa vez, uma aeronave estadunidense sem identificação estava voando pelo espaço aéreo brasileiro e pousando em aeroportos. Os jornais — que não mentem, certo? — começaram a noticiar verdadeiros devaneios como “Avião branco do governo dos EUA chega com ‘missão desconhecida’ ao Brasil”. As ideologias dos redatores são imediatamente decifradas quando tentam separar o estado do governo, como se as ações do presidente (desgostoso aos objetivos políticos daquela mídia) fossem alheias aos interesses da nação ou como se estivesse utilizando recursos estatais de maneira ilegítima, ainda assim desconsiderando o conhecimento das autoridades brasileiras a respeito do que se passava com tal voo. Depois, noutro portal, “Sem identificação, avião misterioso usado pela CIA pousa em Porto Alegre em missão não revelada pelos EUA”. As matérias, que deveriam informar, não passavam de enrolações ideologicamente recheadas, donde o efeito prático da notícia já ocorreu na própria manchete, influenciando as pessoas através de controvérsias projetadas, incluindo a veiculação de fotos de um modelo que foi usado para testar sensores e radares de caças como o Lockheed Martin F-35. Pesquisando a origem da questão, obtêm-se de logo um conteúdo em um site de aviação, donde os “jornalistas” subverteram tudo para gerarem iscas. No fim das contas, restou à Globo, como sempre, trazer a verdade em meio ao caos projetado por ela mesma e aliadas: “Avião misterioso dos EUA que pousou em Porto Alegre transportava diplomatas, diz a PF — Polícia Federal informou que fez o controle migratório e que os diplomatas foram para consulado na capital do Rio Grande do Sul”.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/aviao-branco-do-governo-dos-eua-chega-com-missao-desconhecida-ao-brasil/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Avião branco do governo dos EUA chega com &quot;missão desconhecida&quot; ao Brasil&lt;/b&gt; (CNN Brasil).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/08/19/sem-identificacao-aviao-misterioso-usado-pela-cia-pousa-em-porto-alegre-em-missao-nao-revelada-pelos-eua.ghtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Sem identificação: avião misterioso usado pela CIA pousa em Porto Alegre em missão dos EUA&lt;/b&gt; (O Globo).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/aviao-branco-do-governo-dos-eua-chega-com-missao-desconhecida-ao-brasil/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Avião branco do governo dos EUA chega com &quot;missão desconhecida&quot; ao Brasil&lt;/b&gt; (CNN Brasil).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.metropoles.com/brasil/ministerio-da-defesa-autorizou-pouso-de-aviao-militar-dos-eua-em-sp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Ministério da Defesa autorizou pouso de avião militar dos EUA em SP&lt;/b&gt; (Metrópoles).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://aeroin.net/boeing-757-americano-de-operacoes-especiais-todo-branco-e-sem-matricula-chega-a-porto-alegre/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Boeing 757 americano de operações especiais, todo branco e sem matrícula, chega a Porto Alegre&lt;/b&gt; (Aeroin).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/20/aviao-misterioso-dos-eua-que-pousou-em-porto-alegre-transportava-diplomatas-diz-pf.ghtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Avião misterioso dos EUA que pousou em Porto Alegre transportava diplomatas, diz PF&lt;/b&gt; (G1).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Ou seja, os “jornalistas”, ou se valem de ideias — criatividade pura — para criar iscas no intuito de atrair os leitores às matérias ideológicas que escrevem, ou procuram ser pioneiros na informação, ainda que não tenham confirmações (enquanto destilam ideologias), ou ideologicamente promovem operações psicológicas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Segundo o ‘Manual de Campanha C 45-4”, edição de 1999 do Exército Brasileiro, operações psicológicas “É o conjunto de ações de qualquer natureza, destinadas a influir nas emoções, nas atitudes e nas opiniões de um grupo social, com a finalidade de obter comportamentos predeterminados.” (págs. 4-5).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Ainda segundo esse manual, “Tais ações variam desde as mais simples e aparentemente banais até as mais complexas [...].” (pág. 5), o que não é afirmar que aqueles “jornalistas” utilizaram estas diretrizes ou que os militares se envolveram no assunto, mas que são eventos que coincidem com frequência no Brasil.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Ao menos a Globo cria sua autoridade em meio às desinformações que ela mesma lançou, através do portal de assinantes, porém, culminando numa nova redação mais condizente com uma matéria jornalista sem aparentes enviesamentos, incluindo imagens precisas e infográficos para aqueles que consomem imagens ao invés de textos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Noutros termos, vendo que não colou, remendou. Ou seja, às pessoas que não acompanharam o desenvolvimento dessa pauta ou ainda estão acreditando piamente que aquele era realmente um avião de espionagem, pouco importa a realidade, uma vez que incorporaram a mentira como sendo “verdade”.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Não querem nem saber sobre o responsável pela manchete, ao menos se as informações são equivalentes em outras mídias. Assim como fazem os “jornalistas”, os “leitores” só precisam que 1/3 dos dados ali dispostos corroborem seu pensamento para que usem tal matéria como base, fundação de algo infundado.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Assim é que o brasileiro tira o todo pela parte, aceitando imediatamente qualquer suposta informação, contanto que alinhada às próprias convicções. Sabendo disso, basta que sejam dadas meias verdades ou pequenas mentiras como incentivo à propagação midiática, incluindo sua ideologia — o que é semelhante às operações psicológicas.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Operações Psicológicas e a Mídia. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 02 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/operacoes-psicologicas-e-midia.html.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvv7mTc8gNzump7dI2wvPa62e7LiIFMjDzoFO1VCziUE-_sI0KGYNzjnYb_6HLHC9HA2XAPTRlGTt68dakFwMONjTTmolDATH0SZKrsq5-lNLCde3n2vnO7Xf7PNSDNcmgsFdvSf2nNlsavOBF6LNnlE2kN_NzDZgJVApbskRv7UMX7fVOV2731dePd_9f/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_67A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Colisão dos Cavaleiros Mouros. Eugène Delacroix.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Segundo informações da própria Comunidade Islâmica de Lisboa, há cerca de 50 mil muçulmanos em Portugal. Outras fontes dizem 65 mil, mas não vamos levá-las em consideração neste ponto. Inexistem dados concretos sobre quantitativo de homens, mulheres, crianças e idosos nestes números.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.comunidadeislamica.pt/sobre-o-isl%C3%A3o&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Sobre o Islão — 1&lt;/b&gt; (Comunidade Islâmica de Lisboa).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Chama a atenção que uma comunidade, que tem sua conduta estabelecida pelo islão, tenha crescido, incluindo os processos de imigração, ao ponto de superar até mesmo o exército do país, atualmente com 26 mil militares, ou seja, quase a metade da quantidade de muçulmanos estimados pela Comunidade Islâmica de Lisboa.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://sicnoticias.pt/pais/2025-12-09-portugal-precisa-de-mais-oito-mil-militares-e-esta-vulneravel-nas-defesas-antiaereas-0ca68387&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Portugal precisa de mais oito mil militares&lt;/b&gt; (SIC Notícias).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Os portugueses se declaram católicos majoritariamente, o que é corroborado por estatísticas da Agência Ecclesia, impressionando o número de descrentes ou pessoas sem religião, sugerindo o crescimento do ateísmo ou adesão ao neopaganismo, porém, sempre figurando como religião emergente o islamismo.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://agencia.ecclesia.pt/portal/sociedade-censos-2021-mostram-80-2-de-catolicos-em-portugal/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Censos 2021 mostra 80.2% de católicos em Portugal&lt;/b&gt; (Ecclesia).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Assim como no Brasil, os ideólogos de esquerda em Portugal, certamente integrantes da maior fatia do gráfico de descrentes da pesquisa da Agência Ecclesia, romantizam os muçulmanos e escamoteiam o medo do povo de denunciá-los com a ausência de denúncias, sobretudo de mulheres violadas (estupradas).
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://sociedadecivil.pt/2025/08/14/islamizacao-em-numeros-o-que-dizem-os-dados-sobre-os-muculmanos-em-portugal/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;O que dizem os dados sobre os muçulmanos em Portugal&lt;/b&gt; (Sociedade Civil).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Ao contrário, segundo a Fundação AIS, católica, “A violência contra as mulheres cristãs é uma arma que está a ser utilizada para travar uma guerra contra as minorias religiosas. Isto também tem algo a ver com a estrutura da lei islâmica” — o que é evidente. Vale a pena ler o que dispomos na sequência.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://fundacao-ais.pt/portugal-violencia-contra-mulheres-cristas-e-arma-de-guerra-denuncia-autora-de-investigacao-da-fundacao-ais/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Violência contra mulheres cristãs é arma de guerra&lt;/b&gt; (ACN Portugal).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Evidente por causa dos muçulmanos serem instruídos à hegemonia islâmica, uma vez que “[...] afirmam que as mensagens e revelações anteriores foram parcialmente alteradas ou corrompidas ao longo do tempo, mas consideram o Alcorão (ou Corão) como uma versão inalterada da revelação final de Deus.” — mas não para aí!
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.comunidadeislamica.pt/sobre-o-isl%C3%A3o&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Sobre o Islão — 2&lt;/b&gt; (Comunidade Islâmica de Lisboa).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; “Os conceitos e as práticas religiosas incluem os cinco pilares do islão, que são conceitos e atos básicos e obrigatórios de culto, e a prática da lei islâmica, que atinge praticamente todos os aspectos da vida e da sociedade [...]”, segundo a página “Sobre o Islã” da Comunidade Islâmica de Lisboa.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Como o Islã cresce? Muitos muçulmanos imigraram para Portugal, que tem metade das mulheres solteiras. “Se uma mulher cristã é forçada a converter-se ou é casada à força com um muçulmano, é impossível para ela regressar à sua fé cristã [...]. Se a mulher tiver filhos, esses filhos permanecerão sempre muçulmanos”, explica a Fundação AIS.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Portugal corre o risco de se tornar muçulmano? Ele já foi mouro por mais ou menos 500 anos. Talvez esteja querendo relembrar os velhos tempos. O que é percebido é que a população lusitana não entende patavinas do que se passa, apesar de reclamar da quantidade de muçulmanos ocupando seus espaços públicos.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Portugal Voltará ao Islamismo. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 30 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/portugal-voltara-ao-islamismo.html.
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monName = new Array (&quot;jan.&quot;, &quot;fev.&quot;, &quot;mar.&quot;, &quot;abr.&quot;, &quot;mai.&quot;, &quot;jun.&quot;, &quot;jul.&quot;, &quot;ago.&quot;, &quot;set.&quot;, &quot;out.&quot;, &quot;nov.&quot;, &quot;dez.&quot;)
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document.write (&quot;Acesso em: &quot; + now.getDate () + &quot; &quot; + monName [now.getMonth() ]   +  &quot; &quot;  +     now.getFullYear () + &quot;.&quot;)&lt;/script&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.enquiridio.org/feeds/5160330048076509471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/2026/03/portugal-voltara-ao-islamismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default/5160330048076509471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default/5160330048076509471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/2026/03/portugal-voltara-ao-islamismo.html' title='Portugal Voltará ao Islamismo'/><author><name>Pedro Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10272111120053904740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY3jk3D2xQh23jpG6sGdrYKm53k0awALOEv0o61MJmTJEUmi1SuZM2DIfksp_A-jMru5BCkq0SoZwLvX3ODG_asT4MnhNCdSuihED27xNXHwolHDOdT3GM8p4Dq6_3MoFAynth-TJ-7IPkXYelddhJQcP-EOBHg0rsLDrK2k9seGm63A/s220/Foto_do_Blog_01A_2021.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvv7mTc8gNzump7dI2wvPa62e7LiIFMjDzoFO1VCziUE-_sI0KGYNzjnYb_6HLHC9HA2XAPTRlGTt68dakFwMONjTTmolDATH0SZKrsq5-lNLCde3n2vnO7Xf7PNSDNcmgsFdvSf2nNlsavOBF6LNnlE2kN_NzDZgJVApbskRv7UMX7fVOV2731dePd_9f/s72-c/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_67A_2026.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Cascais</georss:featurename><georss:point>38.723700099999988 -9.400614599999999</georss:point><georss:box>10.413466263821142 -44.5568646 67.03393393617884 25.755635400000003</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-185597438267107846.post-4572037514868280174</id><published>2026-03-27T11:40:00.002-03:00</published><updated>2026-03-28T06:30:14.398-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cartas Inquiridas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Séries"/><title type='text'>A Pedra de que Mesmo? — C.I. #11</title><content type='html'>Por causa dos pulos de cerca de Henrique VIII (1491-1547) é que a Inglaterra atualmente tem uma “arcebispa”, Sarah Mullally. Os “sacerdotes” anglicanos estão eufóricos por causa disso, como se fosse um marco. Aliás, que foi uma virada ninguém duvida, mas para que lado?&lt;span style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdZoDtmOoQqNoTkaEZ-cfQa7JPQSo96Mq_b_9aHLg25HqwE5d8zj2BJT9zXOh_mmRFVPF_e4bdrfjTu3Ms55SmUEoF4_3qVUBSNNORPrz1gQBp-z9AZCjBFx3QGQdqxCT20LBdd7Qcu7RbrQsJv7hz_9BNyU_JKyQJwMjtqlbyfVIPSSaVpk6XATQPaf8I/s1600/Cartas_Inquirida_Enquir%C3%ADdio_11A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Como se sabe, esta Carta Inquirida, assim como as demais, possui um caráter mais pessoal e difere dos artigos do Enquirídio, justamente por ser redigida sem grandes filtros. Afinal de contas, não sou nenhum Chat GPT apático aos acontecimentos religiosos, especialmente quando envolvem o cristianismo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-caret-right&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Falando da Bíblia Sagrada, mas sem lê-la&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; “Ah, mas nós temos que amar uns aos outros.” — como dizem os espertalhões de plantão, que não creem em nada e ficam de citações evangélicas contra aqueles que procuram, ainda que com muita imperfeição, seguir a ordem de Nosso Senhor. Sobre isso, vamos dar uma olhada no que diz os testemunhos: “Convocando os doze (Apóstolos) deu-lhes a autoridade sobre todos os demônios e para curar as doenças.” (Lc 9, 1); “Depois disto, o Senhor escolheu outros setenta e dois mando-os dois a dois adiante de si por todas as cidades e lugares onde ele estava para ir.” (Lc 10, 1). Isto, pois: “Ide, eis que eu vos envio como cordeiros entre lobos.” (Lc 10, 3), ao que às mulheres, inclusive sua Mãe Santíssima, outras coisas estavam reservadas. Por que Jesus Cristo não quis que elas fossem em missões, dando-lhes ordens diretas? Vamos poupar exegeses complexas, pois Deus não pode ser incoerente — isto é o resultado da leitura de versículos isolados, como fazem os protestantes, incluindo os anglicanos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Depois das ordens dadas para ao menos oitenta e quatro pessoas do sexo masculino, conforme o Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Lucas, “Ide; eis que eu vos envio como cordeiros entre lobos.” (Lc 10, 3), já pensou Nosso Senhor dizendo para a dona Sarah Mullally, mulher, casada, mãe de dois filhos, “vai lá que eu te mando como cordeiro no meio de lobos”? Não, Ele não parece ser incoerente. Quando criou Adão do barro, ordenou para cultivar e guardar o Éden. Somente depois de feito o serviço inicial de nomear as coisas, ainda assim a partir da costela do homem ao invés da terra, como os demais bichos, então foi feita a mulher, sendo mais refinada. Claro! Deus a quis e “por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher, e os dois serão uma só carne.” (Gn 2, 24), donde a geração do pecado ocorre por Eva, inicialmente, porém, depois a salvação por Nossa Senhora, que não foi ordenada, pois nem isto Lhe parece ter cabido quando Ele enviou seu anjo para lhe fazer um anúncio. Ao contrário de qualquer comando, como aquele dado para irem os Apóstolos e tantos outros, é à Virgem Maria depositada a esperança que Ele mesmo nutria desde a queda do jardim, sem que jamais tivesse revogado a liberdade dada pelo arbítrio. Foi por ato livre, mas indubitavelmente inclinada ao compromisso religioso, que ela aceitou a mensagem do Arcanjo Gabriel, dizendo “Eis aqui serva do Senhor, faça-se em mim a tua palavra.” (Lc 1, 38). Tudo na Sagrada Escritura é clara e distante de leituras apartadas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-caret-right&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Do reizinho do adultério às ideologias da adulteração&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Os acovardados, como os bispos anglicanos, desejosos por vestirem saias e usarem maquiagens, pelo visto, agora colocam suas mulheres para fazerem as vezes de homens — enquanto a Inglaterra importa muçulmanos para aqueles trabalhos que acreditam ser demasiadamente subalternos para vossas purezas fazerem. Os ingleses inventam tantas modas, mas não conseguem se sustentar sozinhos. Tudo pela birrinha sem vergonha de um rei que não conseguia ser cristão, mas ainda assim queria a coroa. Querendo se livrar da rainha, Catarina de Aragão (1485-1536), talvez com inveja dos muçulmanos, que são adeptos da poligamia, livrou-se da influência do Romano Pontífice e inaugurou o anglicanismo, que por agora se torna nessa coisa tosca, estatizada, decidida não por inspiração, mas por vontades de pessoas movidas por ideologias.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; No evento que conferiu à Sarah Mullally o Arcebispado da Cantuária, provando que ideologias dão movimento no anglicanismo, manifestações com características africanas, dançantes e batucadas passaram a acompanhar a “liturgia” e dominar em um cenário de grande confusão, duvidas e certamente a incerteza de um cristianismo adulterado. Papa Leão XIV bem fez sua obrigação em cumprimentar e desejar que também se esforcem pelas questões comuns, mas não foi além disso. Neste ponto, deixemos que cuidem os ingleses do problema que inventaram para eles mesmos, mas não duvidemos que poderemos ter problemas por causa dessa “ordenação” ímpar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Vetem-se como se fossem católicos, fazem coisas como se fossem da Igreja, mas não são. Anglicanismo e catolicismo não são parecidos, sobretudo agora, posto que deste acontecimento as coisas só piorarão do ponto de vista da relativização servil às ideias revolucionárias, que tem por objetivo a destruição do cristianismo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-caret-right&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Isso pode acontecer na Igreja Católica?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Não é uma superstição ou alegação infundada. Passando pela Villa Romana de Freiria, edificada há mais de 2000 anos, portanto, talvez antes de Nosso Senhor, ainda se vê as estruturas fundamentais das construções, feitas com pedras. Embora tenham sucumbido ao tempo as paredes e telhados, as fundações permanecem — e o mesmo ocorre à Igreja! Os anglicanos, deixando de se fundarem na sucessão dos Apóstolos, atualmente firmada na autoridade do Papa Leão XVI, já não se veem sobre sólidas bases, mas sob escombros, que são deformações como estas, dadas pelas interpretações bíblicas que não encontram amparo nas vontades de Jesus Cristo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Ai daquele(a) que diz ser misoginia a vontade de Nosso Senhor, que não elegeu nem mesmo sua Mãe Santíssima como diaconisa, embora as santas mulheres sempre estivessem ocupadas, trabalhando arduamente pela obra salvífica, participando de um ministério que nem mesmo os dozes eram postos para fazê-lo. Eva foi persuadida pela serpente, que com astúcia, convenceu-a a comer do fruto da árvore proibida. Alguém deve ter feito o papel da cobra na entrega do Arcebispado da Cantuária à Sarah Mullally. Mas Deus não deixa de amar sua criação e antes mesmo de colocá-la para fora do Éden, “Fez também o Senhor Deus a Adão e a sua mulher umas túnicas de peles, e os vestiu.” (Gn 3, 21). Ficamos indignados e desejamos cada vez mais, especialmente pelas constantes orações, padres e bispos realmente católicos, isentos dessas vontades subversivas que dominaram os ingleses. Contudo, ainda que não sejam cristãos como se deve, tendo optado pelo caminho da desobediência, pensemos que também são amados pelo Criador e que o arbítrio é colocado para boas e más escolhas, embora possam ser remédios amargos para a cura de enfermidades gravíssimas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-caret-right&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Primeiro as damas, claro. Não, espera...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Voltamos à impressão de que os homens estão colocando as mulheres como primeiras diante das grades, dentro das jaulas dos leões, que são partes ao martírio em um mundo neopagão. Querem uma mãe de carne e osso na terra, como “arcebispa”, mostrando realmente que desconhecem o que é possível à Nossa Senhora nos Céus.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Papa Francisco era assediado constantemente para ordenasse as mulheres, porém, caindo no desgosto de um punhado de cardeais, bispos e padres, por seu sonoro não aos ditames ideológicos que infelizmente parte do clero come, como Adão e Eva comeram da serpente, como se lê em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2024/11/mulheres-no-diaconato.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Mulheres no Diaconato&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Além disso, em um outro artigo, expusemos o problema da &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2022/08/infiltracao-feminista-na-santa-se.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Infiltração Feminista na Santa Sé&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, dando provas de que ela de fato já se encontra presente na Igreja Católica, rastejando como serpente em busca de presas fáceis, como parte do clero notadamente corrompido —vale a pena dizer que isso existe ao invés de tapar o sol com a peneira.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Tomara que estejamos equivocados, mas não parece que movimentos cismáticos, diante de fatos como este no anglicanismo, deixarão de crescer. Porém, devem saber que eles são eles e nós somos nós. Anglicanos e católicos podem se unir em respeito às relações terrenas, mas não acerca do caminho celeste.
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&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Cartas Inquiridas #11. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 27 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/a-pedra-de-que-mesmo-ci-11.html.
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx1IO7BaFQoHDrQ4I4k7WJkHXMdZG6MI7sZn65sOCMN_n2qcC_cL6QRfkXkmoYU2PIUujJoV4ORV-g5_S_ECpxligJHYsORcFQmMQFJvHIEb3ePCeev7a7Rg7bMo-ALPu9hjIS0szBnekWU0q30F-GaiGUf0suxgw31MSS-sxf7CyTnx04VwhHxfw0ktO5/s1600/+55%2082%208112-3055%2020220712_105935.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 0px; margin-right: 1.5em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;150&quot; data-original-width=&quot;150&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhx1IO7BaFQoHDrQ4I4k7WJkHXMdZG6MI7sZn65sOCMN_n2qcC_cL6QRfkXkmoYU2PIUujJoV4ORV-g5_S_ECpxligJHYsORcFQmMQFJvHIEb3ePCeev7a7Rg7bMo-ALPu9hjIS0szBnekWU0q30F-GaiGUf0suxgw31MSS-sxf7CyTnx04VwhHxfw0ktO5/s1600/+55%2082%208112-3055%2020220712_105935.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;Pedro Rocha&lt;/b&gt; é católico, casado desde 2014 com Larissa Rocha – temos dois filhos na terra e um(a) com Papai do Céu. Tem por Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) especial admiração, bem como por Dom Henrique Soares. Devoto por São Tomás de Aquino. Aluno de Padre Paulo Ricardo. Bacharel em Direito e Design, cursa nas áreas de Semiótica, Gestalt, Behaviorismo e Simbologia. Mantém particular interesse sobre gêneses e declínios civilizatórios na antiguidade e reflexos na modernidade.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-instagram&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/enquiridio/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Instagram.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Siga o perfil do Enquirídio no Instagram.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX-HPhkyH4im-FmTgbDD7NlNMBfuJGtYpHlIrHg9tRIHNsrSC1q3SxGjEUxFGOPiAdVBaYcUxBupf2ErYYuG_7dh3k4VChKg3AE0TwL4Bs-M4VOf-s-7Sb48T0kJqdMBm_vRkLz-vUhwfB4gZZvYhfvbdyMD77a5QqWGk_OZF88vTBhjRJMbzzcD8axPVv/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_66A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Autorretrato, Bocejando. Joseph Ducreux.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Neste ponto é que a ciência é sempre trazida como última a explicar de maneira quase sempre definitiva um fenômeno. Contudo, desta vez ela não vai poder fazer muito, já que os estudos disponíveis acerca do bocejo não são conclusivos e geralmente mais especulam do que se propõe a resolver a questão.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Especulação por especulação, voltemos então aos padres que discordam entre si sobre o que é bocejar, pois isto não pode ser ora diabólico, ora normal. Tendemos a acreditar na segunda opinião ao invés da primeira, qual seja, de que as pessoas bocejam por estarem relaxadas — o que é normal ao entrar na igreja ou ao orar.
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&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/shorts/Sl1K-TB1cdA&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Vídeo do Padre Duarte de Lara&lt;/b&gt; (YouTube).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.tiktok.com/@padrejosileudoqueiroz/video/7405294929460743430&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Vídeo do Padre Josileudo Queiroz&lt;/b&gt; (TikTok).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Gostamos muito de ambos os padres, porém, de Lara traz uma preocupação em termos de fontes primárias sobre aquilo que disse acerca do bocejo. Ao abordar o assunto, Papa Francisco, talvez a última autoridade eclesiástica a relacionar tal fenômeno, menciona que bocejar tem a ver com a acédia.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.osservatoreromano.va/pt/news/2024-02/por-007/para-vencer-o-demonio-que-destroi-a-alegria-do-aqui-e-agora.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Para vencer o demônio que destrói a alegria do aqui e agora&lt;/b&gt; (L&#39;Osservatore Romano).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Ainda assim o bocejo é posto como efeito da acédia ao invés da causa. De onde de Lara, ainda que sem querer, pôde concluir algo diabólico sobre isso? Examinamos a jurisprudência islâmica e achamos a resposta em um Hadith ou tradição oral do Islã, sendo fonte secundária, mas tão importante quanto o Alcorão.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;Bocejar dentro da oração provém do diabo, então se algum de vocês bocejar, que ele suprima tanto quanto ele pode.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Nesse Hadith, um relato de Abu Hurayrah (603-679) sobre aquilo que disse Maomé (570-632), lê-se assim: “Bocejar dentro da oração provém do diabo, então se algum de vocês bocejar, que ele suprima tanto quanto ele pode.” — o que não é encontrado em outras fontes anteriores, exceto a acédia ou “demônio do meio-dia” na Patrística.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Fisiologicamente, o que é perceptível no bocejo é a relação com estágios de sono ou de relutância, podendo ser verificado em momentos diversificados, desde o tédio até o pós euforia. Mesmo um bebê ainda dentro da barriga da mamãe boceja — e não é dentro da igreja ou quando está orando. Porém, ainda assim a ciência não diz tudo sobre isso.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Também é importante verificar se os bocejos, se alguém faz com alguma frequência que lhe possa ser incômoda, não são consequências de alguma condição ou mesmo enfermidade física ou psicológica, motivo pelo qual deverá procurar um médico, especialmente se especializado, ainda que possa ter uma boa autoconsciência.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Mas não poderia ter alguma causa de ordem espiritual? Sim, com certeza, porém, qualquer coisa poderia ser resultado de um distúrbio diabólico, motivo pelo qual se deve esgotar antes as causas naturais para começar a investigar as preternaturais, donde o grande risco à fé é gerar confusão a respeito do que se manifesta objetivamente.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Objetivamente, absolutamente nada pode ser tido por distúrbio diabólico, mas que, esgotando-se as possibilidades científicas, descartar aquelas que são preternaturais também se torna em equívoco, pois pelo exorcismo, realizado por uma autoridade sacerdotal devidamente investida, verdadeiros milagres já aconteceram.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Embora o Padre Duarte de Lara seja exorcista e discípulo do famoso Padre Gabriele Amorth (1925-2016), aquelas considerações acerca do bocejo podem ser salvas com algum esforço nosso. Imaginemos, portanto, alguém que boceje sempre ao iniciar suas orações, causando impedimentos variados, ainda que não tenha sono.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Impedimentos que realmente dificultam entrar em oração como se deve ou se deseja (talvez uma dezena pelo santo de devoção), fazendo com que isso seja, ao invés de um exercício pacífico, um ato de imenso sacrifício, donde algumas vezes se torna impossível continuar — e a desistência não é uma questão de acédia.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Se isso acontecer, mesmo que uma única vez, melhor tratar disso diretamente com seu diretor espiritual, no intuito de encontrarem o discernimento necessário para prosseguirem, espiritualmente, com uma solução — mas não deixando de lado as possibilidades que poderão ser aferidas através de exames médicos.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Belzebu Boceja? &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 26 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/belzebu-boceja.html.
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIKeP08mbI7gpjbuSpneTXDgjl0oP46_OBumUZgQEiLop4-X6zMtmhJBiptCLlbtILg8IWcAwz48XOkSvYPMBBMeAuNq8DMq0xVhLQLf1pIRYyxHtyj6mBRNVHpXGj5Jc_DOQrgZYOpJZLAfstERDi81zI2hTV5w7eJ7zzXI7v6IB83BpnwJUtpBBuDOgN/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_65A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Os Iconoclastas. Jean Michel Ruyten.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Separemos os problemas que são atribuídos à idolatria em ao menos três partes: a) relativos à imagem; b) intercessão dos santos, e; c) excessos da fé. Sobre o primeiro, Zwinbli não parece tão incompreensível, porém, acerca do segundo e terceiro, realmente temos complicações, tanto protestantes, quanto católicas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Zwingli diz que imagens podem induzir à idolatria, conforme seu “artigo 38”, mas não repudia seu uso, exceto se se tornarem objeto de superstição ou culto, donde se desdobram os problemas segundo e terceiro, donde deste parte justamente toda ação supersticiosa no catolicismo e daquele a debilidade teológica no protestantismo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Pelo &lt;i&gt;sola scriptura&lt;/i&gt;, inexistem ensinamentos sobre a intercessão dos santos, como disposto no “artigo 37”. Logo se vê em Zwingli a origem de imagens na Igreja em decorrência de algo ausente na Bíblia Sagrada, portanto, indigna de existir. Desta forma, de fato, eles ganharam e o cristianismo é integralmente “reformado” — só que não.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Já tratamos de &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2025/09/o-mito-de-jamnia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;O Mito de Jâmnia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e a alegação de que os protestantes, acerca do Antigo Testamento, seguem um cânon judaico que não contemplou os textos deuterocanônicos, supostamente, enquanto endossam os 27 livros do Novo Testamento definidos justamente pela Igreja cuja tradição e Magistério tanto repudiam.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; O que o Zwingli e a descendência protestante (incluindo os russitas, luteranos e calvinistas) não tem interesse de explicar é que a intercessão dos santos existe sim, mas que removeram do cânon que ousam chamar de Bíblia Sagrada, como se vê nitidamente no segundo livro de Macabeus, conforme transcrição no parágrafo seguinte:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;2Mac 15, 12s:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Eis a visão que teve: Parecia-lhe que Onias, sumo sacerdote, que tinha sido homem de bem e afável, de feito retraído mas de modos delicados, distinto no falar, desde menino exercitado nas virtudes, orava de mãos estendidas por todo o povo judaico; depois disso, apareceu-lhe outro varão respeitável pelos seus cabelos todos brancos e pela sua glória, de aspecto majestoso. Onias, apontando para ele, disse: Este é o amigo de seus irmãos e do povo de Israel, é Jeremias, profeta de Deus, que ora muito pelo povo e por toda a cidade santa. Depois Jeremias, estendendo sua mão direita, deu a Judas uma espada de outo, dizendo-lhe: Toma esta santa espada como um presente de Deus, com a qual deitarás por terra os teus inimigos.&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Assim como se concretizou a Revolta dos Macabeus historicamente, os santos foram intercessores junto a Deus para isto. Se os protestantes rasgaram os livros relativos a este fato dentre os textos sagrados, contra a Igreja, como se vê em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/01/catolicos-protestantes-e-o-surto-de-amnesia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Católicos, Protestantes e o Surto de Amnésia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, imputam idolatria como mera esquiva da própria condição corrupta.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; “Ah, mas há padres, bispos e papas corruptos”, alegam, porém, ainda assim as portas do inferno não prevaleceram — jamais prevalecerão! Se os santos intercedem, as imagens os referenciam, somente. Contudo, há quem se veja colocando uma estatueta de Santo Antônio de cabeça para baixo ou em um copo d’água como simpatia para casar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Neste ponto, Zwingli estaria certo se motivado pelo espírito de verdade, pois toda “devoção” que interage com imagens supersticiosamente, de um modo ou de outro, tendenciam à percepção talismânica do objeto, ainda que não saiba o sujeito o que é magia, altamente condenada, conforme disposto no Catecismo da Igreja Católica:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;2117.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Todas as práticas de magia ou de feitiçaria, pelas quais se pretende domesticar os poderes ocultos para os pôr ao seu serviço e obter um poder sobrenatural sobre o próximo – ainda que seja para lhe obter a saúde – são gravemente contrárias à virtude de religião. Tais práticas são ainda mais condenáveis quando acompanhadas da intenção de fazer mal a outrem ou quando recorrem à intervenção dos demónios. O uso de amuletos também é repreensível. O espiritismo implica muitas vezes práticas divinatórias ou mágicas; por isso, a Igreja adverte os fiéis para que se acautelem dele. O recurso às medicinas ditas tradicionais não legitima nem a invocação dos poderes malignos, nem a exploração da credulidade alheia.&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Se os católicos de outro tempo faziam certas práticas, verdade que hoje são vetados, embora alguns ainda insistam nelas. O que não é possível admitir é que a mentalidade de um sujeito como Zwingli ainda consiga rodear o pensamento de protestantes, que se não fossem subterfúgios humanistas como estes, voltariam todos à Igreja.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Os humanistas, como Zwingli, ainda que tenham se inspirado em ideias de Erasmo de Roterdã (1466-1536), romperam com o catolicismo, inaugurando uma “versão cristã” de algo que está tão somente na mentalidade de homens limitados em próprias convicções, donde se obtém não uma “cristandade protestante”, mas, como se sabe, inúmeras!
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Cada qual hoje pode abrir uma “igreja” ou casa de culto, incluindo suas lanchonetes e palcos negros, donde Jesus Cristo se torna plano de fundo para suas blasfêmias, como são vistas nos links mais abaixo. De resto, sobra entender que tal humanismo antropoteísta é o ápice da mente idólatra, que põe homens, ditos pastores, como deuses.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2025/05/sexualizacao-do-evangelho-no-protestantismo.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Sexualização do Evangelho no Protestantismo&lt;/b&gt; (Enquirídio).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2024/04/protestantes-e-o-problema-com-o-sol.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Protestantes e o Problema com o Sol&lt;/b&gt; (Enquirídio).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2024/03/adventistas-modernos-ebionitas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Adventistas: Modernos Ebionitas&lt;/b&gt; (Enquirídio).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2023/10/nestorianismo-contemporaneo.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Nestorianismo Contemporâneo&lt;/b&gt; (Enquirídio).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
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&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Eles imputam aos católicos a idolatria que praticam ao erigirem templos para seus deuses, revelados nos pastores, em um humanismo antropoteísta, que não difere das crenças dos povos antigos do Egito ou Suméria, baseadas em divindades autoproclamadas à destruição de oponentes, incluindo suas estátuas, pelo visto.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Iconoclastas: Idólatras de si Mesmos. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 22 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/iconoclastas-idolatras-de-si-mesmos.html.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm-1kZ1F9AwHpu4LDtL7rbSvdtPo1DNacnMVj1jB3n_CoFPBqSEMnhKiwmhy3y2XuaPF-44vgRp3zJi8Mepcl-bIuoHUTWHzJunZe3tCNA07VqReMs_z-E1-8AGixGeecLuD-Z4q0CCqp4qcPJShndkSZLJttwejqnux6p3VMB6ctwV_AVRU1iY7ItEiKv/s1600/POP_Enquir%C3%ADrio_01A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; A outra é aquela que uma caravana de abigobais, limitados por radicalismos ideológicos, especialmente sob uma religiosidade tipo loja de $1,99, diz que não presta, sendo contra a moral e a fé — o que é mentira! Esta é a típica opinião de gente frouxa, que tem nojinho de se misturar no mundo por abalos de caráter e adesões às ideias toscas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; “Ah! 	Mas nós, cristãos, católicos, puritanos, tradicionalistas, nunca vamos ouvir Heavy Metal, ler o tal mangá e assistir Harry Potter” — que é uma máxima na doutrina debiloide, certamente. Antes disso, melhor ser sal que não salga, nem luz que ilumina, né? Mas vamos com paciência, sem assustar os beatinhos autoproclamados.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Sal, ainda que sejam vários grãozinhos, isolando-se, ou estão em salinas, ou no saleiro. Para que seja útil, precisa se misturar, podendo até realçar o sabor de uma sopa sem gosto. Ou você acha que ser cristão é entrar em um clubinho de donzelos que passam o tempo inteiro apontando quanto o mundo se tornou isento de Deus?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Nunca ouviu um Blind Guardian ou leu um Samurai X na vida e fica de criticismo contra quem, através da música, de um mangá, consegue evangelizar, ser sal e luz com sua presença, exemplo e testemunho: “como assim você está aqui, nesse show, mas vai nas missas, reza o terço e venera os santos como heróis?” — loucura, heresia?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Já foi ao menos em um show do Iron Maiden? “Ah! Mas não são cristãos”. Ué? Eu disse “missa do Eddie” por acaso? Só família lá! Avô, pai, filho. Casais, velhos e jovens. Gente preta, branca, amarela. Tem uns maconheiros sim, mas ofendem menos à moral cristã do que os sedevacantistas, ainda que debaixo dos traumas de um certo bispo excomungado.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Mas não vá dar uma de sal em carne podre! Há bandas, por exemplo, que são projetos ideológicos, difamatórios, como é o caso da Dogma, formada por mulheres, musicistas que são exploradas por empresários e produtores anticatólicos — vestem-nas com roupas de freiras (de sex shop, só pode) e pregam ideias eteias, meramente hedonistas.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;Então pare de ler as obras de J. R. R. Tolkien e George Orwell, viu? Fique aí, em “Nárnia”.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Antes de Harry Potter fazer sucesso como obra literária, ao menos os noventistas já desenvolviam um grande hábito de leitura através de mangás, que vão desde Sakura Card Captor até Evangelion. “Ah! Mas há muita magia, estórias que abalam a psiquê”. Então pare de ler as obras de J. R. R. Tolkien e George Orwell, viu? Fique aí, em “Nárnia”.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Sim, mas já que citamos Harry Potter, o que é possível dizer sobre? Se tiver saco, leia &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2025/12/harry-potter-e-o-paradigma-cultural.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Harry Poter e o Paradigma Cultural&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2025/12/bruxaria-de-harry-potter-em-provas-graficas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Harry Potter em Provas Gráficas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Daí, vai ser possível perceber esta afirmação: tem que ser evangelizada! Há exemplos bons na obra, mas sem uma interpretação cristã, tende ao neopaganismo anticristão por subversão.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; “Harry Potter nunca foi cristão! Como interpretar de forma cristã?” — assim podem bradar os já inadjetiváveis (neologismo). Sabe aquele madeiro de Nosso Senhor? Nunca foi cristão! Quando olhamos um crucifixo, vemos uma forma de matar persa (depois adotada pelos romanos) ou lembramos do sacrifício que fez Jesus Cristo por todos nós? 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; “O mestre aponta o céu: o tolo observa o dedo e o sábio enxerga a lua” — já dizia um antigo provérbio chinês. Há quem veja só um bruxo em Harry Potter, só um matador em Kenshin Himura ou só satanismo em “The Number of the Beast”. Houve em um tempo quem visse só um pescador frustrado, só um publicano corrupto ou somente uma meretriz endemoniada.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Jesus Cristo via tudo isso de outro jeito. Particularmente, escuto muita cultura e história em “Lord of the Flies” e “Alexander the Great”, leio como os irmãos Elric se mantém sempre unidos, éticos e resilientes contra tantos problemas, assisto como jovens respeitam mestres idosos, integram colegas mais novos e lutam contra vilões.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Longe de poder ver como Nosso Senhor vê todas as coisas, ao menos não ponho as traves em olhos de outros com preconceitos disfarçados de religiosidade. Ser sal, mas sem deixar as coisas intragáveis! Escute, leia, assista. Esteja entre os headbangers, os otakus, os geeks, mas que notem que tudo é feito sem que fique longe de Jesus Cristo.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. Ouvir, Ler, Assistir, Mas o Quê? &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Cascais, 18 nov. 2025. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/ouvir-ler-assistir-mas-o-que.html.
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&lt;b&gt;Pedro Rocha&lt;/b&gt; é católico, casado desde 2014 com Larissa Rocha – temos dois filhos na terra e um(a) com Papai do Céu. Bacharel em Direito e Design, cursa nas áreas de Semiótica, Gestalt, Behaviorismo e Simbologia. Agora, depois de ao menos uma década dedicada ao Enquirídio, procura explicar nesta seção pop que ninguém precisa adotar neuroses alheias acerca de cultura ao se firmar como cristão, sobretudo os jovens, diante de produções musicais, literárias e cinematográficas, principalmente.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-instagram&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/enquiridio/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Instagram.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Siga o perfil do Enquirídio no Instagram.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8EHiuUOdnatJpxrHt_f6iloOf3k3THBZjLl1xBGyLNZrcqhZ8fVsNFNxWvoRVqCxcfe9Mfe8Qdgw5nGiwhoMNa9lLP7PiZI8Sc6BqnhfnGf6ahJ6_Cuh_mlexK4kK4od1KbZcjA0d7xePk_hcq0PIwCvIvoK-pmeQXxzFlE2QegdI-UUFPR5PkT91p7Cs/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_64A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Pesca de Almas. Adriaen van de Venne.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Antes de tudo, no arquivo de gravação &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/03/debates-x-realidade-ag-15.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Debates X Realidade&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, criticamos as análises de “notas de rodapé” realizadas nas Bíblias Sagradas por apologetas católicos e pregadores protestantes em podcasts no YouTube. Aproveitamos para recomendar também a leitura de &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/01/catolicos-protestantes-e-o-surto-de-amnesia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Católicos, Protestantes e o Surto de Amnésia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt;  Tomemos como exemplo as participações do Ariel Lazari em um podcast de um pastor protestante. As explicações já apresentadas, mantendo-se propositalmente sempre nos limites da Bíblia Sagrada, atingiu seu objetivo no primeiro debate realizado, donde os outros dois depois foram completamente desnecessários.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Se “eu” sou convidado a debater num podcast de um certo pastor uma vez, mas, observando que tal foi mal repercutido entre protestantes, ir novamente é questionável. Porém, optando por retornar e sendo o resultado deste segundo debate parecido com o primeiro, ou seja, exitoso para “mim”, aceitar um terceiro convite é burrice.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Alguém pode dizer algo como “não acho que seja burrice, já que eu aprendo bastante com ele” — o que é ótimo! Não discordamos que ele bem catequise dessa forma. O que é completamente desnecessário é a abertura aos protestantes para continuarem explorando utilitariamente a Sagrada Escritura com temáticas impossíveis para eles.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Questões como “intercessão dos santos” ou “santidade da Virgem Maria” são grandes traumas aos protestantes e certamente não é com explicações do tipo &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2025/08/onde-esta-na-biblia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Onde Está na Bíblia?&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; que vão mudar essa noção — até porque nem é uma causa só de razão, mas de fé, real encontro com Jesus Cristo. Mas tal problema não é tão teológico como aparenta.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Enquanto leigos e clérigos vivem sob regras da Igreja, que por sua vez obedece a doutrina de Nosso Senhor, protestantes estão sobre isso tudo, valendo-se, dependendo da conveniência, de orientações da Patrística, por exemplo, mas daí estruturando suas narrativas de um ponto de vista meramente retórico, voltado a enganar e vencer debates.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Se dissermos que eles não enganam, mentiremos, pois se Deus encarnado constituiu sua Igreja sobre a pedra, não são joguetes de palavras feitos em cima da areia que vão contrariar a verdadeira fé em Jesus Cristo. Porém, por que mentem, ocultam a doutrina salvífica e afirmar que já são justificados, mas contrariando a própria Bíblia Sagrada?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Para salvação, através do &lt;i&gt;sola fide&lt;/i&gt; protestante, só a fé basta, ainda que sem boas obras — o que é inconsequência na filosofia e incoerência na teologia, pois: “Vedes, então, que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé.” (Tiago 3:24 da ARC). Observe na sequência duas explicações bem curtinhas, dadas pelo bispo Dom José Falcão:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=pmqN20SgK1c&amp;t=28s&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Como é concebida a justificação pelos protestantes&lt;/b&gt; (Rede Século 21).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=wPMsYz-bWzI&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;A diferença ente o catolicismo e o protestantismo&lt;/b&gt; (Rede Século 21).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Portanto, se os protestantes já se encontram plenamente justificados, como de certo modo se veem os judeus no Talmud, o que é pecado, do ponto de vista da Igreja (de Nosso Senhor Jesus Cristo), torna-se crença limitante na teologia da prosperidade no protestantismo — onde o Ariel gerou incômodo aos pastores de diversas denominações.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt;  Afinal de contas, se Ariel se vale da doutrina católica e mostra que ela supera as inconsistências protestantes, evidentemente, mas sem dúvida alguma os pastores já se preocupam com fieis que abandonarão suas denominações para regressarem ao legítimo âmbito da fé, consequentemente reduzindo a quantidade de “dizimistas”.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; No protestantismo, os “dizimistas”, havendo aqueles fieis que não raro são coagidos a fazerem doações e compras de objetos “ungidos”, quantitativamente indicam o poderio financeiro de determinada denominação, que por sua vez tem uma figura central no pastor, que se não consegue sustentar sua teologia, vê-se em prejuízo, perde sua moral.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Trata-se de um mercado, no qual os podcasts são apenas grandes vitrines para que eles, pastores, protestantes, possam encenar posturas “catões postais” enquanto repetem as mesmas pregações afirmarem “estão vendo que ele nada pode contra um ungido?” — enquanto adulteram o Evangelho no qual se encontra o capítulo sete de São Mateus.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro. A Grande Vitrine dos Pastores. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 17 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/a-grande-vitrine-dos-pastores.html.
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ROCHA, Pedro. Arquivos de Gravação #15. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 14 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/debates-x-realidade-ag-15.html.
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ROCHA, Pedro. Arquivos de Gravação #14. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 13 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/artigos-polemicos-ag-14.html.
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&lt;/script&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.enquiridio.org/feeds/4974997014330307299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/2026/03/artigos-polemicos-ag-14.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default/4974997014330307299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/185597438267107846/posts/default/4974997014330307299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.enquiridio.org/2026/03/artigos-polemicos-ag-14.html' title='Artigos Polêmicos? — A.G. #14'/><author><name>Pedro Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10272111120053904740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY3jk3D2xQh23jpG6sGdrYKm53k0awALOEv0o61MJmTJEUmi1SuZM2DIfksp_A-jMru5BCkq0SoZwLvX3ODG_asT4MnhNCdSuihED27xNXHwolHDOdT3GM8p4Dq6_3MoFAynth-TJ-7IPkXYelddhJQcP-EOBHg0rsLDrK2k9seGm63A/s220/Foto_do_Blog_01A_2021.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMDYS5CZPY2ftwpIj-YLaalzNWEsfooVW5oJFGaBkyEerT-Yd6KJznAvE9CCevdmBPkccO-TLkZUUzNmcQj4fq16VOJWOwT5v6X5SazURkPtG1QGGJLtKO-Nm2XnWJZvD5uo0cTPg31R41XrTOcxH_ET_gtnaEAKzbVxT5QxPzaw1gH6DzoJ4GtSQIop1U/s72-c/Thumbnail_Spotify_Enquir%C3%ADdio_14B_2026.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Maceió</georss:featurename><georss:point>-9.6660417 -35.7352167</georss:point><georss:box>-37.976275536178846 -70.8914667 18.644192136178845 -0.57896670000000228</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-185597438267107846.post-4282440798275856992</id><published>2026-03-06T14:38:00.000-03:00</published><updated>2026-03-06T14:38:21.578-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião"/><title type='text'>Jesus Cristo no Talmud</title><content type='html'>Sobre o artigo &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/03/narcisismo-talmudico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Narcisismo Talmúdico?&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, que traz uma denúncia ao conteúdo de um capítulo Talmud, precisamente o Gittin 57a, vale a pena antecipar as prováveis relativizações geralmente direcionadas ao texto sobre Nosso Senhor, Jesus Cristo, cujo teor se confirma indubitavelmente anticristão.&lt;span style=&quot;display: none;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgh_rl2u4FmZBY1ELy_XR1pHztc7uFz0O0x9tWsXo_zGQInjtoK0szHAysXqf_q9Ee2kxq3tajgwDecrh6NoeEeCpFgTWSgJ5a_FjJe8zjWzTBDpj8pD1RF67hVih29125Dx12diEfy4VxpnEfTsXyLAGog9WZMf4OebSVn8vfa5KakdE8yqwrgDF14KLg5/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_63B_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Discussão Talmúdica. Boris Dubrov.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Os judeus e alguns protestantes judaizados, observando os parágrafos iniciais do Gittin 57a, dizem que “Yeshu” não quer dizer “Jesus” (Cristo). Onkelos (35-120), quem narra a questão trazida no Talmud, consoante as explicações dos talmudistas, especifica tanto “Tito”, quanto “Balaão”, porém, subjetiva o terceiro personagem — o que é estranho.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; “Tito” é Tito Augusto (39-81), responsável por acabar com revoltas judaicas em Jerusalém, culminando na destruição do Segundo Templo. “Balaão” é Balaão mesmo (redundância necessária), figura da Torah (Números), quem pôs Israel em rota de pecado através de prostituição e idolatria, como se vê em Apocalipse 2, 14.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Ambos foram contra Israel, sendo personagens importantes e específicos numa perspectiva antijudaica. “Yeshu” (ou “Jesus”, já traduzido), sequer citado em certas edições do Talmud (censuradas ou evitadas), representaria indivíduos que desviassem o povo judeu da fé. Mas deixe que sejam os judeus a explicarem no Sanhedrin:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;43a:20.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;A mishna ensina que um chorador sai diante do homem condenado. Isso indica que é somente diante dele, ou seja, enquanto ele está sendo conduzido à sua execução, que sim, o chorador sai, mas desde o início, antes que o acusado seja condenado, ele não sai. A Gemara levanta uma dificuldade: mas não é ensinado em uma baraita: Na Páscoa, eles penduraram o cadáver de Jesus, o Nazareno, depois que o mataram por meio de apedrejamento. E um clamor saiu diante dele por quarenta dias, proclamando publicamente: Jesus, o Nazareno, está saindo para ser apedrejado porque ele praticou feitiçaria, incitou as pessoas à adoração de ídolos e desviou o povo judeu. Qualquer um que saiba de uma razão para absolvê-lo deve se apresentar e ensiná-lo em seu nome. E o tribunal não encontrou uma razão para absolvê-lo, e assim eles o apedrejaram e penduraram seu cadáver na véspera da Páscoa.&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;43a:21.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Ulla disse: E como você pode entender essa prova? Será que, foi digno de realizar uma busca por uma razão para absolvê-lo? Ele era um incitador para a adoração de ídolos, e o Misericordioso afirma com relação a um incitador à adoração de ídolos: “Nem vocês pouparão, nem o ocultarás” (Deuteronômio 13:9). Em vez disso, Jesus era diferente, pois ele tinha laços estreitos com o governo, e as autoridades gentias estavam interessadas em sua absolvição. Consequentemente, o tribunal deu-lhe todas as oportunidades para se limpar, de modo que não se poderia alegar que ele foi falsamente condenado.&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;43a:22.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Sobre o julgamento de Jesus, a Gemara cita outra baraita, onde os Sábios ensinavam: Jesus, o Nazareno, tinha cinco discípulos: Mattai, Nakai, Netzer, Buni e Toda. Trouxeram o Mattai para ser julgado. Mattai disse aos juízes: Mattai será executado? Mas não está escrito: “Quando [Mattai] eu virei e aparecer diante de Deus?” (Salmos 42:3). Mattai afirmou que este versículo alude ao fato de que ele é justo. Responderam-lhe: Sim, Mattai será executado, como está escrito: “Quando [Mattai] morrer, e o seu nome perecer?” (Salmos 41:6).&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Note que tanto usam o nome “Jesus” isoladamente ou na composição “Jesus, o Nazareno”, que por sua vez foi “apedrejado” até ser morto, como está aí no texto (segundo a história contada no judaísmo), motivo pelo qual as duas maneiras de se referirem são relativas ao mesmo personagem já identificado ao invés de qualquer um genérico.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Onkelos, conforme o Gittin 57a, apresenta três maneiras distintas de se certificar a respeito da própria conversão ao judaísmo, evidenciando “ensinamentos”, cada qual com seu teor para exaltação do povo judeu ao passo que revela os modos de penas sofridas ao ir contra essa gente, como está transcrito em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/03/narcisismo-talmudico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Narcisismo Talmúdico?&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Assim sendo, Onkelos, como está no Gittin 57a, se valeu de Tito, Balaão e Jesus, personagens conhecidos, tanto para trazer elementos que evidenciem sua conversão, quanto para realçar sua adesão àquela religião — o que é intrigante. Não faz sentido ele ter especificado dois desses, porém, generalizando um só.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Já no Sanhedrin 43a, consoante os parágrafos acima copiados, não existe mais espaço para dúvida, pois o texto indica tanto a pessoa, como o tempo, além de características essencialmente ligadas a Jesus Cristo, restando aos talmudistas tão somente o empenho de tentarem desvincular tal personagem daquele que consta no Gittin 57a.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Em suma, Jesus foi morto — o que é fato. Não foi por apedrejamento, como está no Talmud. Ele fez milagres, curando muitas pessoas, mas tal prática foi tratada pelos judeus como mera feitiçaria, sendo assim repercutida da tradição oral até sua transcrição, finalizada, supostamente, no ano de 550.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Quer dizer que Jesus fez coisas que aos judeus só Deus ou os demônios poderiam realizar, assim como, para o povo judeu, significou idolatria as pessoas O adorarem pelos prodígios e milagres, embora falseados no Talmud, pois não havia mais razão, diante do Messias, continuar seguindo os fariseus — sendo isto posto em texto como desvio.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Além de todas essas condições, retrataram como causa da morte de Jesus um “apedrejamento” realizado no tempo da Páscoa, marcando um momento indubitável na história, narrada não apenas no Talmud, como em textos para além dele ou mesmo do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Pelos “Anais” de Tácito (56-117), Nero (37-68) culpava os já odiados cristãos pelo incêndio da cidade de Roma, explicando: “O autor deste seu nome foi Cristo, que, no governo de Tibério, foi condenado ao último suplício pelo procurador Pôncio Pilatos.” (pág. 392 das Edições Colibri, publicada em novembro do ano de 2022 em Lisboa).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Flávio Josefo (37-100), em “História dos Hebreus”, admite Jesus como sendo Cristo, porém, “Os mais ilustres dentre os de nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e este o ordenou que o crucificassem.” (pág. 1185 da versão do Kindle). Ele foi apedrejado sim, mas sua morte foi por outra causa, como todos sabem.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;13.&lt;/b&gt; Então, esse trecho do texto, qual seja, “[...] e assim eles o apedrejaram e penduraram seu cadáver na véspera da Páscoa”, conforme parágrafo 20 do capítulo 43a do Sanhedrin, falsifica um contexto descrito de maneira diferente ao menos em outra fonte para além do Talmud ou mesmo do Evangelho, como foi visto.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;14.&lt;/b&gt; Como o tempo da Páscoa foi referido neste trecho do Sanhedrin, o que é realmente importante identificar, deixemos para observar mais descrições sobre Jesus no Talmud em artigos que devem ser publicados no Enquirídio. Convém, entretanto, destacar que aos talmudistas, Ele era próximo do governo. Qual a razão disto?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;15.&lt;/b&gt; Jesus não tinha cometido crime algum, certo? Ao menos não contra o Império Romano. Apenas aos judeus Ele teria que pagar por práticas que imputaram como blasfemas — mas isto nós sabemos com bastante clareza, enquanto os talmudistas procuram nas entrelinhas da tradição oral transcrita uma maneira de se legitimarem.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;16.&lt;/b&gt; Por fim, tornaram tão evidentes a perseguição aos cristãos que, conforme o parágrafo 22 do capítulo 43a do Sanhedrin, os talmudistas identificaram os seguidores de Jesus no intuito de matarem eles também, revelando uma sanguinolência que não estranhamente já havia sido exposta pela próprio Deus na Torah.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;17.&lt;/b&gt; Vamos lá: “Mattai” é São Mateus (aprox. “presente de Deus”); “Nakai” é São Lucas (aprox. “que traz luz”), “Netzer” é Santo André (aprox. “relativo ao homem”), “Buni” é São João (aprox. “abençoado”), e; “Toda” é São Tadeu (aprox. “coração corajoso”). Os significados hebreus às línguas latinas procuram se aproximar do originário.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;18.&lt;/b&gt; Ou seja, se Jesus tinha cinco discípulos, consoante o parágrafo 22 do capítulo 43a do Sanhedrin, que por vez relacionam os justamente os Apóstolos, concluir que tal pessoa, tantas vezes citada no Talmud com características tão determinadas, seria um “Jesus” ou “Yeshu” genérico, parecerá tão somente falsidade intelectual.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;19.&lt;/b&gt; Não tem como “Jesus, o Nazareno”, como visto, ser uma pessoa diversa, genérica, como dizem os judeus, aqueles que insistem em ocultar sua própria história. Portanto, “Yeshu” é “Jesus” e o Talmud revela um tratamento a Ele que é desrespeitoso, embora os judeus sempre cobrem um respeito que não dão, como se vê em &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2026/02/suquinho-sionista.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Suquinho Sionista&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Jesus Cristo no Talmud. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 06 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/jesus-cristo-no-talmud.html.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4jxTR1T3ynSgm3IZvoLsDhQNvjr-Vrdse-DHKFXziRWwaEfppHnu1tpZbPvx9-YiMvpR2VSvAiXwV4U_8ATefNyhyphenhyphen45fvenCEzIIxPb2v31PBZ3rXNBLoMI9hk4OuhoovsPC79nqpvrXQV4JQNJ7qj22DSZdYGJT3VjPQOD97uJ4DFnbvOM_K2qWkzlSw/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_62A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Uma Passagem Difícil no Talmud. Angelika Kauffmann.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; O que é narcisismo? Segundo o texto revisado da quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais — DSM-5-TR, resumidamente, consiste num “padrão de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia.” (pág. 545), sendo simplista alegar que todos os talmudistas se enquadram nos seguintes critérios:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;Transtorno da Personalidade Narcisista&lt;/b&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;Critérios Diagnósticos 301.81 (F60.81)&lt;/ul&gt;
&lt;br/&gt;
&lt;ul&gt;Um padrão difuso de grandiosidade (em fantasia ou comportamento), necessidade de admiração e falta de empatia que surge no início da vida adulta e está presente em vários contextos, conforme indicado por cinco (ou mais) dos seguintes:&lt;/ul&gt;
&lt;br/&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt; Tem uma sensação grandiosa da própria importância (p. ex., exagera conquistas e talentos, espera ser reconhecido como superior sem que tenha as conquistas correspondentes);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; É preocupado com fantasias de sucesso ilimitado, poder, brilho, beleza ou amor ideal;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Acredita ser “especial” e único e que pode ser somente compreendido por, ou associado a, outras pessoas (ou instituições) especiais ou com condição elevada;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Demanda admiração excessiva;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Apresenta um sentimento de possuir direitos (i.e., expectativas irracionais de tratamento especialmente favorável ou que estejam automaticamente de acordo com as próprias expectativas);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; É explorador em relações interpessoais (i.e., tirar vantagem de outros para atingir os próprios fins);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Carece de empatia: reluta em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e as necessidades dos outros;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; É frequentemente invejoso em relação aos outros ou acredita que os outros o invejam;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Demonstra comportamentos ou atitudes arrogantes e insolentes.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Voltaremos ao problema do narcisismo depois de trazer o trecho do Gittin, contido no Talmud Babilônico (450-550), que nos apresenta uma autoridade cuja participação na composição talmúdica é relativizada na fonte de senso comum (ou nenhum) na internet, qual seja, Wikipédia, cujo teor antecipamos na sequência.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Segundo a Wikipédia, pesquisando por tal autoridade na composição talmúdica, chamada Onkelos (35-120), segundo o verbete correspondente, encontramos uma falácia que diz que “Yeshu” seria o nome dado para quem desvia os judeus às práticas de idolatria — o que é feito por Jesus Cristo e o cristianismo, conforme os antagonistas da fé.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Onkelos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Onkelos&lt;/b&gt; (Wikipédia).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.sefaria.org/Gittin.57a.3?lang=bi&amp;with=all&amp;lang2=en&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Gittin 57a&lt;/b&gt; (Sefaria).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Entretanto, encontra-se registrado no Gittin, contrário à Wikipédia, não “Yeshu”, mas “Jesus, o Nazareno”, especificando pessoa e região de origem, pois isto tem sua necessidade de ser no contexto de Onkelos, no trecho do Talmud Babilônico que foi, por sua vez, integralmente reproduzido, como se vê logo abaixo:
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;57a:2.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Onkelos, em seguia, foi e levantou Balaão do túmulo através de necromancia. Ele disse a ele: Quem é mais importante naquele mundo onde você está agora? Balaão disse-lhe: O povo judeu. Onkelos perguntou-lhe: Devo então me ligar a eles aqui neste mundo? Balaão disse-lhe: Não buscareis a paz deles nem o seu bem-estar todos os dias (ver Deuteronômio 23, 7). Onkelos disse-lhe: Qual é o castigo daquele homem, um eufemismo para o próprio Balaão, no próximo mundo? Balaão disse-lhe: Ele é cozido em sêmen fervente, como ele fez com que Israel se envolvesse em comportamento licencioso com as filhas de Moabe.&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;57a:3.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Onkelos, em seguida, foi e levantou Jesus, o Nazareno, do túmulo através da necromancia. Onkelos disse a ele: Quem é mais importante naquele mundo onde você está agora? Jesus disse-lhe: O povo judeu. Onkelos perguntou-lhe: Devo então me prender a eles neste mundo? Jesus disse-lhe: O seu bem-estar procurarás, a sua desgraça não procurarás, pois qualquer um que os toque é considerado como se estivesse a tocar a maçã do seu olho (ver Zacarias 2, 12).&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;57a:4.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Onkelos disse-lhe: Qual é o castigo daquele homem, um eufemismo para o próprio Jesus, no próximo mundo? Respondeu-lhe Jesus: Ele é castigado com excrementos ferventes. Como disse o Mestre: Qualquer um que zombar das palavras dos Sábios será condenado a excrementos ebulitivos. E este era o seu pecado, como ele zombou das palavras dos sábios. Os comentários de Gemara: Venha ver a diferença entre os pecadores de Israel e os profetas das nações do mundo. Como Balaão, que era um profeta, desejou mal a Israel, enquanto Jesus, o Nazareno, que era um pecador judeu, procurou seu bem-estar.&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Blasfêmia! Note que “Jesus” e Balaão são distinguidos tão somente pelo critério judaico de pertença e apreço à Israel, ainda que sejam igualmente condenados. Antes disso ele havia ressuscitado Tito Augusto (39-81), donde esta forma de propagar a história de conversão de Onkelos é deveras satânica e totalmente anticristã!
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;b&gt;56b:18.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;A Gemara relata: Onkelos bar Kalonikos, filho da irmã de Tito, queria se converter ao judaísmo. Ele foi e levantou Tito do túmulo através da necromancia, e disse-lhe: Quem é mais importante naquele mundo onde você está agora? Tito disse-lhe: O povo judeu. Onkelos perguntou-lhe: Devo então me ligar a eles aqui neste mundo? Tito disse-lhe: Os seus mandamentos são numerosos, e não podereis cumpri-los. É melhor que você faça o seguinte: Saia e lute contra eles nesse mundo, e você se tornará o chefe, como está escrito: “Seus adversários [...] se tornaram o chefe” (Lamentações 1, 5), o que significa: Qualquer um que angustiar [...] se tornará o chefe. Onkelos disse-lhe: Qual é o castigo daquele homem, um eufemismo para o próprio Tito, no mundo seguinte? Tito disse-lhe:&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;57a:1.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Aquilo que ele decretou contra si mesmo, como ele passa pelo seguinte: Todos os dias suas cinzas estão reunidas, e eles o julgam, e eles o queimam, e eles o espalham sobre os sete mares.&lt;/i&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Adin Steinsaltz (1937-2020), rabino de grande importância internacional, laureado com o Prêmio Israel em 1988, maior honraria prestada pelo Estado de Israel, assim expõe em “Talmud Essencial”: &quot;Se a Bíblia é a pedra angular do judaísmo, o Talmud é o pilar central que se alça dos alicerces e sustenta todo o edifício espiritual e intelectual.” (pág. 22).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; “Bíblia”, para eles, quer dizer Tanakh. Continuando Steinsaltz: “Sob muitos aspectos, o Talmud é o mais importante livro da cultura judaica, o principal suporte de criatividade e vida judaica, dando forma a seu conteúdo espiritual e servindo de guia de conduta.” (pág. 22). Agora, talvez, consigamos compreender o parágrafo seguinte.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Mons. Henry Delassus (1836-1921), como está na terceira edição de “A Conjuração Anticristã” da Castela Editorial, explica: “O Talmud é para o Evangelho o que o inferno é para o Céu, o que Satã é para Nosso Senhor Jesus Cristo.” (pág. 626). Assim sendo, voltemos à resposta em atenção ao título deste artigo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Narcisismo talmúdico? Segundo os critérios expostos do DSM-5-TR, talvez o Talmud represente um compilado narcisista, sendo certo reter, ao longo de certos tratados, um caráter nitidamente anticristão, ainda que digam que sejam lendas — então os prosélitos (como esse Onkelos) gostavam de escrever fanfics acerca de Nosso Senhor?
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Narcisismo Talmúdico? &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 04 mar. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/03/narcisismo-talmudico.html.
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&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQAEJ1y7PXtvrQjMhV_uW2YKbbDPE_axi_jTOQh3g0YYk0nxmVDFdeHqRiUiCouD9v-q8p30ZXhXoVIEJHGco0Qp4YgBehVJPTYKzy75So2jysPCJODnJAbc5DKdSrgbjE5c7q1Oc62tzsj_sbzKI_oRPZU3rpMFhxOSUYwMDa9x0bRu1FtqBkwwq5RQSG/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_61A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Imagem por I.A. Primeiro Congresso Sionista e o Suquinho Sionista.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Em “O que é o Cristianismo”, Joseph Ratzinger (1927-2022) expõe ao menos uma carta que ele destinou ao Rabino-mor de Viena (Áustria), Arie Folger, tratando da relação judaico-cristã e a incoerência da teologia (ou teoria) da substituição, na qual os judeus não teriam mais acesso à graça de Deus.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Ratzinger refuta essa teoria no livro, antes da carta, em termos breves, explicando que São João, conforme seu Apocalipse (7, 9), vislumbrou dois grupos de salvos, quais sejam, os 144.000, relativos às 12 tribos de Israel e àquela “enorme multidão”, que são todos os gentios — usando a linguagem concernente à realidade apocalíptica.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Seja pelo teor neotestamentário ou da realidade temporal, os judeus do Apocalipse são em tão pouca monta em relação aos cristãos, que nos permite ao menos pensar na hipótese de um judaísmo de verdade não ser praticado por sua totalidade, que, consoante números aproximados, estão em torno de 15 milhões.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Em comparação com os três bilhões de cristãos no mundo, incluindo os protestantes, mas sem trazer os pagãos que podem ser salvos, poder-se-ia relacionar os números apocalípticos com uma teologia bem relativa. Talvez o senso possa ser formado por uma explicação ainda neste livro, quando Ratzinger mostra o problema sionista.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Segundo o emérito Papa Bento XVI, “Os sofrimentos da grande minoria judaica na Galícia e em todo o Oriente foi para Theodor Herzl [(1860-1904)] o ponto de partida para a fundação do sionismo, que tinha por objetivo dar novamente uma pátria aos judeus pobres que sofriam desprovidos de território.” (pág. 97).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) isso de fato aconteceu por intermédio da Organização das Nações Unidas — ONU, fundada no final de 1945, sobretudo na pessoa de Oswaldo Aranha (1894-1960), que por sua vez conseguiu segregar os territórios palestinos já ocupados por judeus (por guetos) em frações maiores.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Polêmicas à parte sobre Israel e Palestina, verdade é que o plano deu certo — e ele é sionista! Veremos seu sentido mais adiante. Aranha tinha três anos de idade na altura do Primeiro Congresso Sionista na Basileia (Suíça), em 1897. Então o que lhe chegou foi uma ideia ou ordem, porém, dentro de um governo getulista, com alas antissemitas?
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;Não foi por questões religiosas, mas tão somente políticas, que no fim das contas podem ser oriundas de definições maçônicas.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Getúlio Vargas (1882-1954) não era simpatizante do judaísmo, porém, gerou um hiato ao amigo Aranha nas funções do governo, de 1947 até 1948, quando este traçou um novo mapa para Israel e Palestina. Não foi por questões religiosas, mas tão somente políticas, que no fim das contas podem ser oriundas de definições maçônicas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Aranha, segundo a Loja Maçônica Independência, foi um dos maçons ilustres do mundo, donde a coisa toda sobre Israel pode encontrar algum fundamento, pois, durante o Estado Novo (1937-1945), Vargas, seguindo as orientações do notadamente católico Francisco Campos (1891-1968), restringiu as ações de todas as lojas no Brasil.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Daí, também, uma rixa que dura até hoje por eles (nota de rodapé). Aranha, como dito, traçou um novo mapa para Israel e Palestina, que, ainda que alguém não possa ser bom cartógrafo, vai verificar que não houve uma divisão como norte e sul, mas judeus dividindo palestinos ao meio! Seria questão de tempo os conflitos existirem.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Voltando um pouco na história, no Primeiro Congresso Sionista, Karpel Lippe (1830-1915), na condição de presidente, deu o tom inicial e deixou evidente a intenção sionista, qual seja, mostrar ao mundo o quão ideal é o judeu ao progresso humano, reforçando o aspecto que ensejou o sionismo: o antissemitismo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;13.&lt;/b&gt; É que o sionismo é a resposta ao antissemitismo, embora floreiem este fato. Em um discurso meramente demagógico, Lippe mostra que nunca houve uma Palestina para quem fosse um gentio. Ele mesmo diz que existiam já 32 “colônias judaicas” na Terra Santa, ou seja, um efetivo que precisava ganhar reforços.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;14.&lt;/b&gt; Conforme as atas do Primeiro Congresso Sionista, cujo texto lido precisou ser traduzido do alemão ao inglês, vários trechos trazem uma visão que seria perto de algo prudente acerca da intenção sionista, que não ignora haver judeus, pobres e ricos, cosmopolitas do mediterrâneos, europeizados, ditos “servos de Mamon”.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;15.&lt;/b&gt; Mamon é o dinheiro, riqueza, acúmulo material. É o senhor oposto a Deus (Mt 6, 24). Porém, Nathan Birnbaum (1864-1937), criador do termo “sionismo”, enfatiza o prejuízo gerado aos judeus por todos, praticamente, enquanto condiciona a solução da “questão judaica” à criação do Estado Judaico aos proveitos econômicos e espirituais.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;Só um Estado Judaico poderia melhorar a Palestina em termos econômicos, sociais, favorecendo tanto o oriente, quanto o ocidente  — disseram!&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;16.&lt;/b&gt; Nesse ponto, relaciona o problema da europeização à corrupção daqueles judeus “servos de Mamon”, mas, depois, coloca a Europa como sendo um tipo de berço que gerou a noiva ao marido (Israel). Só um Estado Judaico poderia melhorar a Palestina em termos econômicos, sociais, favorecendo tanto o oriente, quanto o ocidente — disseram!
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;17.&lt;/b&gt; Birnbaum não vislumbra em ata um Estado Judaico compatível com os palestinos. Não à toa, deixa claro: “É evidente que a escolha da Palestina — longe de ser arbitrária — pelo contrário, reforça a probabilidade de que uma anexação territorial por Israel seja inevitável.” — daqui voltamos nossa atenção para Aranha, confomre já exposto no décimo parágrafo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;18.&lt;/b&gt; Ratzinger, em “O que é o Cristianismo”, lembra que também o sionismo foi debatido na Igreja Católica: “Desde o início, a posição dominante foi a de que a ocupação do território entendida teologicamente como um novo messianismo político não era aceitável.” (pág. 97). Depois da criação de Israel, restou ao Vaticano acatá-lo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;19.&lt;/b&gt; Acatou, mas por uma condição dada pela “[...] decomposição do império otomano e do protetorado britânico [...]”, mas que “A sua origem, contudo, não se pode derivar diretamente das Sagradas Escrituras, mesmo que, num sentido mais amplo, possa ser uma expressão da fidelidade de Deus ao povo de Israel.” (pág. 97).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;20.&lt;/b&gt; Na carta a Folger, Ratzinger observa alguma afinidade entre Israel e a Igreja, explicando o antijudaísmo como pensamento de Martinho Lutero (1483-1546), quem nega até a lei, aplicando as heresias de Marcião de Sinope (85-160), que por sua vez rejeitava o judaísmo. Apesar dos esforços do emérito Papa Bento XVI, vejamos a resposta.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;21.&lt;/b&gt; Depois de vários elogios às colocações com uma cortesia de prelúdio, Folger volta ao ponto sionista de sempre, “[...] não se podem esquecer os crimes do passado [...]” (pág. 118), que não dialoga; apenas aponta um tempo que deveria ser sempre relembrado em reverência ao judaísmo — o que é patente no sionismo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;22.&lt;/b&gt; Mas ele continua dizendo sobre esse crimes: “[...] ainda que agora sejam considerados contrários aos princípios cristãos, foram cometidos por cristãos em nome do cristianismo.” (pág. 118). Como assim agora? Cristo, morto pelos judeus e posto como escória imunda no Talmud, pregou outra coisa além do amor?
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;Ou os “servos de Mamon”, conforme referidos nas atas do Primeiro Congresso Sionista, são tão judeus quanto Folger?&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;23.&lt;/b&gt; Eis que ele complementa: “Não se pode, porém, esquecer a história e defender que tudo na verdade ia bem porque os criminosos eram presumivelmente defensores de uma teologia errada.” (pág. 118) — ora, mas eles eram! Ou os “servos de Mamon”, conforme referidos nas atas do Primeiro Congresso Sionista, são tão judeus quanto Folger?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;24.&lt;/b&gt; Ironizando, diz que “Não ouso afirmar que o senhor queira diluir a história. Não queira Deus que isto seja verdade.”, porém, “Seria muito importante [...] para nós judeus, ver também que em certas épocas muitos cristãos defenderam [...] a tese da substituição — [...] contra a doutrina da Igreja — e justificaram desse modo uma dor indizível.” (pág. 118).
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;25.&lt;/b&gt; Se os judeus não tratam suas heresias, saibam que sempre a Igreja Católica cuidou de afastar dos hereges os fieis em Jesus Cristo, cuidando destes contra aqueles por muitos serem lobos em peles de cordeiros. Já sobre os “servos de Mamon” presentes no judaísmo, nada se pode fazer. Talvez indicar que existam com aquele emoji (🧃)?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;26.&lt;/b&gt; Por que tal emoji (🧃) segue sendo usado em mídias sociais para indicar um judeu, seja ele ou sua ação? Porque há censura. Por menor que seja uma crítica, ainda mais sendo fundamentada, porém, relacionada ao judaísmo, logo se torna digna de repúdio, mas não ela apenas, como seu autor, que logo vira antissemita.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;27.&lt;/b&gt; Se um antissemita é aquela pessoa contrária às atitudes erradas, equívocas, causadas por algum judeu, então não existe espaço no mundo para gentios, conforme lembrado em “A Conjuração Anticristã”, do Mons. Henri Delassus — o que é esclarecido pela arrogância com a qual o Rabino-mor de Viena se dirigiu ao emérito Papa Bento XVI.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;28.&lt;/b&gt; Um suquinho sionista! Em inglês, “juice” soa “Jews”, daí o tal emoji (🧃) para se referir a algum judeu, seja ele ou sua ação. No TikTok, já se encontra bloqueado. Afinal, 30% dessa mídia social pertence aos “servos de Mamon”, Larry Ellison (Oracle) e David Scott (GMX). Como dizia Folger: “Não queira Deus que isso seja verdade” — mas é sim!
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;29.&lt;/b&gt; Perdão pelo artigo ser tão irônico neste fim, mas talvez seja mais prudente procurar os 144.000 judeus que serão salvos. Esses não devem ser vistos pelo emoji (🧃), que bem poderia lembrar o distintivo da estrela amarela. Antes que digam que somos pró Hamas: &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2023/10/pacto-do-hamas-de-1988.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Pacto do Hamas de 1988&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.enquiridio.org/2023/10/hamas-e-midia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Hamas e a Mídia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div class=&quot;line&quot;&gt;&lt;/div&gt;
ROCHA, Pedro. Suquinho Sionista. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 27 fev. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/02/suquinho-sionista.html.
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monName = new Array (&quot;jan.&quot;, &quot;fev.&quot;, &quot;mar.&quot;, &quot;abr.&quot;, &quot;mai.&quot;, &quot;jun.&quot;, &quot;jul.&quot;, &quot;ago.&quot;, &quot;set.&quot;, &quot;out.&quot;, &quot;nov.&quot;, &quot;dez.&quot;)
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&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;1080&quot; data-original-width=&quot;1920&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMATpLuHv1ZmwvUYHJX_7Mpv_UpuUis6FI7D2ADWKH-Xo1V5DaV-PtykHBJz-wjsRKRjw912bkdeqUaPYV3-gj4m5xSKUG_1zx645ED8e9n1fGGtd1wPcEnz5daglQEUDIHo_rRKBVZmWVLK8_6BhyphenhyphenJRlTRnSDGNvXyqwknAYGDA1Np9LJkayTgzxzo476/s1600/Capa_Blogger_Enquir%C3%ADdio_60A_2026.jpg&quot; title=&quot;Enquirídio&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Rei Josias Limpa a Terra dos Ídolos. William Hole.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Se proposital, parece-nos que tal caricatura, de um jesuíta com sotaque estranho, ocultava algo polêmico. No “Programa do Jô”, Quevedo, explicando que demônios “non eczistem” (ao próprio, do lado dele), falou que Jesus Cristo, quando foi tentado pelo demônio (Mt 4, 1-11; Mc 1, 12s; Lc 4, 1-13), foi por Ele mesmo ao invés do diabo.
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&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/GoEKEDTU0vg?si=kF7e3rcPsCw10qR5&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Conversa com Padre Quevedo&lt;/b&gt; (Programa do Jô).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
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&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Explicou naquele programa que demônios eram atributos dos problemas dos homens, doenças (cegueira, paralisias, epilepsias etc.), que por conta da noção grega, atribuía-se às entidades de intermédio ou deuses menores, motivo pelo qual Nosso Senhor não foi tentado no deserto por algum diabo, mar por Ele mesmo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Há de se concordar com Quevedo no tocante às doenças que ainda são objetos da crendice supersticiosa, como se vê no protestantismo e comunidades que insistem num “catolicismo” paradoxalmente cismático. As alienações que acontecem com tais adeptos dão provas de que as enfermidades são colocadas às margens da ciência.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Diga-se de passagem, muito da ciência se deve à Igreja — como ainda hoje! Todavia, diante de um tópico teológico, próprio da fé, Quevedo estende a parapsicologia, que ele procurou defender a vida toda, para além do alcance, errando a doutrina que observa Satanás não como uma ação da psíquica, mas, neste ponto, por sua literalidade.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Poderíamos percorrer os volumes do “Catena Áurea”, de São Tomás de Aquino, só para dizer o óbvio: que Ele foi tentado pelo “demônio”, que era “Satanás”. Ou as palavras, dessa forma, estão todas equivocadas no Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus, Marcos e Lucas, ou Quevedo ignorou a inteligência dos evangelistas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Mateus e Lucas se referem ao “demônio”, porém, Marcos remete a “Satanás”, variando a palavra de um mesmo contexto, embora para ambos os casos os significados só corroborem uma compreensão: que foi Nosso Senhor tentado por alguém que não Ele mesmo. Por que Quevedo subverte o Evangelho?
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Resposta: para que nele caiba suas teses parapsicológicas, que não admitem a existência de demônios (assim como anjos, vale dizer). Não é que a parapsicologia esteja toda errada, pois como área aberta ao estudo, certamente contará com melhores horizontes. Apenas essa opinião de Quevedo é que é herética.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Estranho Quevedo ser mencionado no livro de Francesco Scalzotto, qual seja, “Fui Espião!”, objetivando demonstrar as “ordenações de falsos padres na Igreja do Brasil” pela ação da famigerada Propaganda Dois — P2, loja maçônica italiana que causou graves problemas à Igreja, incluindo as infiltrações de agentes no clero.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Todo o livro, datado de 1986 pelo editor, digna-se às evidentes suspeitas, dado o autor (que não é o jovem padre da Diocese de Bolonha) se colocar como um desses maçons. Contudo, Quevedo, sobretudo por seu trabalho “Antes que os Demônios Voltem”, termina dando algum ar de fundamento para essa denúncia. 
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&lt;i aria-hidden=&quot;true&quot; class=&quot;fa fa-quote-left&quot; style=&quot;color: #e7c889;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para referenciar esta postagem:&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
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ROCHA, Pedro.  “Isso Non Ecziste”. &lt;b&gt;Enquirídio.&lt;/b&gt; Maceió, 24 fev. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/02/isso-non-ecziste.html.
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