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Verdade Prática: O Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições, de maneira direta e indireta.</p>
<p style="text-align: justify;">
- INTRODUÇÃO</p>
<p style="text-align: justify;">
Amados irmãos leitores, graças á Deus por tão maravilhosa oportunidade que temos aprendido cada vez mais através das lições bíblicas, principalmente deste trimestre. É bem verdade que lições como estas provavelmente deixaram algumas pessoas desconfortáveis quanto á auto intitulação de Profeta de Deus; logicamente que digo no sentido de ministério profético igual aos dos profetas do Antigo Testamento. Mas se cada vez mais procurarmos deixar o Espírito Santo falar através das Sagradas Escrituras, não cometeríamos tais erros, nem mesmo nos frustraríamos quando alcançássemos misericórdia da parte do Senhor ao sermos corrigidos. Digo assim porque necessitamos cada dia mais de sabedoria que vem do alto, não somos suficientemente conhecedores de todos os mistérios divinos para colocarmos nossos: “- Eu acho” acima do ensino da Bíblia Sagrada.<br />
A Palavra do Senhor nos exorta: “E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por Ele, fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então, bastardos e não filhos”. (Hb 12.5-8); “Bem-aventurado é o homem a que tu repreendes, ó SENHOR, e a quem ensinas a tua lei, para lhe dares descanso dos dias maus, até que se abra a cova para o ímpio”. (Sl 94.12,13); “Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”. (1º Co 11.32); “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te”. (Ap. 3.19).<br />
João Batista era profeta e consciente de sua missão terrestre (João 1. 29-34); mas, quando perguntaram para ele: “– És tu o profeta? E respondeu: NÃO&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
Que dizes de ti mesmo? Disse: Eu sou a voz (apenas a voz / grifo meu) do que clama no deserto&#8230;”. (João 1.20-23). Então vamos aprender com o irmão João em não procurar grandezas sabendo que posteriormente ele foi reconhecido por Jesus como o maior profeta nascido de mulher (Lucas 7.27-29).<br />
Mas para não haver desgaste sobre o tema, falarei um pouco, com ajuda do Espírito Santo, em nome de Jesus Cristo, sobre a Pessoa Bendita do Filho de Deus, não quero, portanto, reescrever o que está nas lições e demais comentários, sobre as profecias cumpridas em Jesus, mas sim sobre Ele.<br />
- JESUS CRISTO É O CENTRO DA BÍBLIA SAGRADA.<br />
Deus em sua maravilhosa soberania, sabedoria e poder cria os céus, o universo e a terra com tudo que contém neles pela Palavra do Seu Poder, dizendo: &#8211; HAJA! Tudo criou. Mas de forma especial, a Santíssima Trindade, particularmente cria o ser humano, “coroa da criação”. Sabemos que o homem foi criado para Adorar á Deus, pois tinha algo de Deus dentro de si, o sopro Divino, concedendo-lhe vida&#8230; Os dias passaram, e o homem não foi capaz de obedecer aos mandamentos do Criador Excelso e Bendito, havendo assim um rompimento da ligação entre Deus e o homem.<br />
Sendo conhecedor de todas as coisas o Deus Verdadeiro, não foi pego de surpresa, mas tinha já um plano para resgatar o homem, que por si só jamais conseguiria voltar-se a Deus, mesmo que empreendesse todas suas forças, mas o pecado faz separação entre Deus e o homem, e afasta o homem de Deus (Isaías 59. 1,2). Este plano já estava diante de Deus ainda antes da fundação do mundo, desde tempos remotos o homem só se salvaria através do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29; Apocalipse 13.8).<br />
Como Deus amou o mundo de tal maneira (João 3.16); providenciou também meios para a salvação do homem. E para estabelecer seu plano na face da terra, escolheu:<br />
· Um homem (Abraão);<br />
· Um povo (Israel);<br />
· Uma tribo (Judá);<br />
· Uma linhagem (Davi);<br />
· Uma família (José e Maria);<br />
· Uma cidade (Belém),<br />
· Um dia e uma hora exata, etc.. Para tal acontecer.<br />
- O ESTABELECIMENTO, A EXECUSÃO E CUMPRIMENTO DO PLANO&#8230;<br />
Vindo de Sete, Enos, Enoque até ao dilúvio nos dias de Noé a mão de Deus sempre esteve no comando da situação. De Sem a Abraão é visível a preocupação do Senhor em manter sua Palavra.<br />
De Abraão a Jacó, o cuidado do Senhor não foi deixado de lado. De Jacó até a saída do povo do Egito por meio de Moisés, Deus mostrou todo seu poderio e sua grandeza. Veio a Lei, o Tabernáculo, os sacerdotes, os sacrifícios, a páscoa e demais festas hebréias, tudo apontava para o Rei dos reis.<br />
Josué, os juízes, nem um til caiu por terra. De Samuel até Davi, o extraordinário estabelecimento da linhagem real do Messias. Cada rei que tinha compromisso com Deus, cada profeta verdadeiro enviados pelo Senhor, tudo fazia parte do plano Divino.<br />
Até um dia numa pequena cidade, uma jovem recebe a notícia que viria ser a mãe Daquele que era a esperança de Israel, Aquele que salvaria o homem dos seus pecados, Aquele que traria salvação até aos gentios dos confins da terra.<br />
Nasceu Jesus, os anjos louvam; os pastores celebram; os magos adoram; Simeão e Ana contemplam com seus olhos&#8230; Desde sua infância, não se ausentou de falar do Reino de Seu Pai. E na idade certa, na hora de Deus inicia seu ministério.Vai ao deserto e vence toda tentação, escolhe seus discípulos que levariam adiante a mensagem do Evangelho, faz curas e milagres, opera sinais e maravilhas, salva uma infinidade de pessoas, liberta do poder dos demônios, cura os oprimidos do diabo (Atos 10. 36-38).<br />
Passou pelo cálice terrível do julgamento injusto sobre si; passou pelas chicotas e pela coroa de espinhos, venceu a dor, salvou um ladrão, venceu a cruz, a natureza gemeu e envergonhou-se, foi traspassado e não abriu a sua boca, foi sepultado, mas ressuscitou com poder e grande glória, foi assunto ao céu, e era, é e sempre será o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, que estabeleceu a Sua Igreja na terra e um dia virá buscar seus servos, e vai levá-los ao céu de Glória onde reinarão para sempre ao lado de Jesus Cristo.<br />
Amado irmão! Jesus é a razão da nossa esperança! É a alegria do nosso ser! É a nossa Salvação!Adoremos e bendizemos á Deus o Pai, que nos amou, a Jesus que nos salvou e ao Espírito Santo que nos conduz.<br />
“Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso”. Apocalipse 1.8<br />
Amém.<br />
Thiago Rodrigues Teixeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://rxisaias.blogspot.com/">http://rxisaias.blogspot.com/</a></p>

                            <div id="aspdf">
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<p style="text-align: justify;">Pb. José Roberto A. Barbosa<br />
www.subsidioebd.blogspot.com</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Objetivo: Mostrar que o Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições, de maneira direta e indireta.</span></p>
<p style="text-align: justify;">INTRODUÇÃO<br />
As profecias bíblicas se cumprem fielmente, tal cumprimento é uma demonstração da autoridade bíblica. Na aula de hoje, estudaremos a respeito do cumprimento das profecias alusivas a Jesus, que o centro da profecia bíblica. No início da aula, trataremos a respeito da linguagem profética em relação a Cristo, em seguida, destacaremos algumas profecias sobre Ele que já se cumpriram. Ao final, mostraremos que Jesus é, verdadeiramente, o Espírito da profecia.</p>
<p style="text-align: justify;">1. A LINGUAGEM PROFÉTICA<br />
A linguagem profética não se pretende a ser científica, não prima pela exatidão lógica, se associa muito mais ao texto poético. Deus não busca, através da revelação profética, manifestar seus conhecimentos sobre dados científicos, antes revelar a Sua vontade para que o ser humano O ouça e possa ter um encontro pessoal com Ele. Apesar da Torre de Babel (Gn. 11), o Senhor tornou possível o conhecimento dEle, não apenas intelectivo, mas, principalmente, o relacional. A fim de que esse conhecimento se concretize, Ele lança mão, através da mensagem profética, da linguagem do ser humano no contexto da época. O Antigo Testamento foi escrito em Hebraico e o Novo Testamento em Grego, as línguas do contexto das Sagradas Escrituras. É, portanto, por meio da língua, e mais especificamente dos textos nessas línguas, que podemos ter um melhor conhecimento da verdade bíblica. Tal conhecimento, porém, não desconsidera o papel das traduções, pois, através delas, principalmente as mais conceituadas, a Palavra de Deus é difundida, crida e obedecida. O texto hebraico e grego, bem como as traduções, está repleto de figuras de linguagem, as prefigurações é um exemplo delas. Em relação a Cristo, destacamos a figura do cordeiro pascal que apontava para Jesus, o Cordeiro de Deus (Ex. 12.3-13; I Co. 5.17; Jo. 1.29).</p>
<p style="text-align: justify;">3. O FIEL CUMPRIMENTO PROFÉTICO EM JESUS<br />
Além das prefigurações, existem profecias específicas que apontam para Jesus, e essas se cumpriram fielmente: 1) Seria “semente de uma mulher” Profecia: Gn. 3.15 Cumprimento: Gl. 4.4; Lc. 2:7; Ap. 12:5; Mt. 1:18; 2) Seria descendente de Abraão &#8211; Profecia: Gn. 18:18 Cumprimento: At. 3:25; Mt 1:1; Lc. 3:34; Gl. 3:16; 3) Seria descendente de Isaque (filho de Abraão) Profecia: Gn. 17:19 Cumprimento: Mt. 1:2; Lc. 3:34; 4) Seria descendente de Jacó (filho de Isaque) &#8211; Profecia: Nm. 24:17 e Gn. 28:14 &#8211; Cumprimento: Lc. 3:34; Mt. 1:2; 5) Descenderia da Tribo de Judá Profecia: Gn. 49:10 &#8211; Cumprimento: Lc. 3:33; Mt. 1:2-3; 6) Descendente de Davi &#8211; Profecia: Jr. 23:5 e 6 &#8211; Cumprimento: Mt 22:41-46; 7) Seria herdeiro do trono de Davi &#8211; Profecia: Is 9:7 e 11:1-5; II Sm. 7:13 Cumprimento: Mt. 1:1, 6; 8) O Seu lugar de nascimento &#8211; Profecia: Mq. 5:2 &#8211; Cumprimento Mt. 2:1; Lc. 2:4-7; 9) A época do nascimento &#8211; Profecia: Dn. 9:25 Cumprimento: Lc. 2:1-2 e 2: 3-7; 10) Nascido de uma virgem &#8211; Profecia: Is. 7:14- Cumprimento: Mt. 1:18; Lc. 1:26-35; 11) A matança dos meninos &#8211; Profecia: Jr. 31:15 &#8211; Cumprimento: Mt. 2:16-18; 12) A fuga para o Egito &#8211; Profecia: Os. 11:1 &#8211; Cumprimento: Mt. 2:14, 15; 13) João Baptista preparando o caminho &#8211; Profecia: Ml. 3:1; Is. 40:3; II Rs. 1:8 &#8211; Cumprimento: Mt. 3:3; Mc. 1:4, 6; 14) O Seu ministério na Galiléia &#8211; Profecia: Is. 9:1 e 2 &#8211; Cumprimento: Mt. 4:12-16; 15) O Médico para todas as doenças (físicas, morais e espirituais), levando Ele mesmo os nossos sofrimentos &#8211; Profecia: Is. 53:4 &#8211; Cumprimento: Mt. 8:17; 16) Seria sacerdote como Melquisedeque &#8211; Profecia: Sl. 110:4 &#8211; Cumprimento: Hc. 6:20; 5:5, 6; 7:15-17; 17) O desprezo por parte do judeus &#8211; Profecia: Is. 53:3 &#8211; Cumprimento: Jo 1:11; 5:43; Lc 4:29; 17:25; 23:18; 18) Sua entrada triunfal em Jerusalém &#8211; Profecia: Zc. 9:9; Is. 62:11 &#8211; Cumprimento: Jo 12:12-14; Mt. 21:1-11; 19) Seria traído por um amigo &#8211; Profecia: Sl. 41:9 &#8211; Cumprimento: Mc. 14:10 e 43-45; Mt. 26:14-16; 20) Seria vendido por trinta moedas de prata &#8211; Profecia: Zc. 11:12 e 13 &#8211; Cumprimento: Mt. 26:15; 27:3-10; 21) O dinheiro seria devolvido para comprar um campo de um oleiro &#8211; Profecia: Zc. 11:13 &#8211; Cumprimento: Mt. 27:6, 7; 27:3-5; 8-10; 22) Seria golpeado e cuspido &#8211; Profecia: Is. 50:6 &#8211; Cumprimento: Mc. 14:65; 15:17; Jo 19:1-3; 18:22; 23) Seria crucificado com pecadores &#8211; Profecia: Is. 53:12 &#8211; Cumprimento: Mt. 27:38; 15:27 e 28; Lc. 23:33; 24) As Suas mãos e pés seriam traspassados &#8211; Profecia: Sl. 22:16; Zc. 12:10 &#8211; Cumprimento: Jo 20:27; 19:37; 20:25 e 26; 25) Seria escarnecido e insultado &#8211; Profecia: Sl. 22:6-8 &#8211; Cumprimento: Mt. 27:30-44; Mc. 15:29-32; 26) Os soldados lançariam sortes sobre suas roupas &#8211; Profecia: Sl. 22:18 &#8211; Cumprimento: Mc. 15:24; Jo 19:24; 27) Seus ossos não seriam quebrados &#8211; Profecia: Sl. 34:20; Ex. 12:46 &#8211; Cumprimento: Jo 19:33; 28) Seria sepultado com os ricos &#8211; Profecia: Is. 53:9 Cumprimento: Mt. 27:57-60; 29) Sua ressurreição &#8211; Profecia: Sl. 16:10, 110; Is. 53:8, 10; Zc. 6:12 e 13; Mt. 16:21; Atos 2: 24; 8:32, 33 &#8211; Cumprimento: Mt. 28:9; Lc. 24:36-48; 30) Sua ascensão &#8211; Profecia: Sl. 68:18 &#8211; Cumprimento: Lc. 24:50 e 51; At. 1:9.</p>
<p style="text-align: justify;">3. JESUS, O ESPÍRITO DA PROFECIA<br />
Em Ap. 19.10 está escrito: “E eu lancei-me a seus pés para O adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”. Em Jesus se cumprem as profecias do Antigo Pacto, os apóstolos ressaltaram essa verdade em At. 3.18-26. E mais que isso, Jesus não apenas cumpre as profecias, por meio dEle, tudo mais é compreendido escatologicamente. O Apocalipse, na verdade, trata das coisas que em breve deverão acontecer, por isso, são bem-aventurados todos aqueles que atentam para as palavras da profecia bíblica (Ap. 1.1-3). A trombeta soará, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, e os vivos serão transformados (I Ts. 4.13-17), naquela ocasião, o corruptível se revestirá da incorruptibilidade e a morte será tragada na vitória (I Co. 15). A Bíblia contem mais de 300 profecias a respeito da Vinda de Cristo e essa é a bendita esperança da Igreja (Tt. 2.13). Numa época marcada pelo desespero, Cristo é a Esperança para a Igreja. Devemos olhar para Ele, como uma Luz que brilha na escuridão. Se a mensagem dos profetas serviu de luz nas traves (II Pe. 1.19), quanto mais as palavras consoladoras do próprio Cristo, o Filho Unigênito do Pai (Hb. 1.1,2). Ele prometeu que não nos abandonaria, que nos levaria para Si mesmo, para que onde Ele estivesse, ali estaríamos com Ele também (Jo. 14.1,4), por isso, não temos motivos para viver como os demais, que não têm esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">CONCLUSÃO<br />
Aproximadamente 2500 profecias aparecem nas páginas da Bíblia, cerca de 2000 delas já se cumpriram. As outras 500 se cumprirão no futuro, de modo que podemos afirmar que as chances dessas não se cumprirem é de menos que um para dez. Dentre essas profecias, estão as alusivas a Jesus, que se cumpriram fielmente. Ele é o Espírito da Profecia, por meio dEle podemos ter esperança, confiamos em suas palavras confortadoras que nos garantem a vida eterna. Aguardamos ansiosamente Sua aparição quando, seremos levados para estar juntos dEle. Todo aquele que tem essa esperança deve purificar-se a si mesmo, assim como Ele é puro (I Jo. 3.3)</p>
<p style="text-align: justify;">BIBLIOGRAFIA<br />
GILBERTO, A. O calendário da profecia. Rio de Janeiro: CPAD, 1985.<br />
LAHAYE, T., HINDSON, E. Enciclopédia popular de profecia bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.</p>

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</div>]]></content:encoded><description>Texto Áureo: Lc. 24.44 &amp;#8211; Leitura Bíblica em Classe: At. 3.18-26
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Objetivo: Mostrar que o Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições, de maneira direta e indireta.
INTRODUÇÃO
As profecias bíblicas se cumprem fielmente, tal cumprimento é uma demonstração da autoridade bíblica. Na aula [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.ensinodominical.com.br/o-fiel-cumprimento-do-antigo-pacto-1/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><enclosure url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2287" length="770621" type="application/octet-stream" /><media:content url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2287" fileSize="770621" type="application/octet-stream" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Texto Áureo: Lc. 24.44 &amp;#8211; Leitura Bíblica em Classe: At. 3.18-26 Pb. José Roberto A. Barbosa www.subsidioebd.blogspot.com Objetivo: Mostrar que o Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições</itunes:subtitle><itunes:summary>Texto Áureo: Lc. 24.44 &amp;#8211; Leitura Bíblica em Classe: At. 3.18-26 Pb. José Roberto A. Barbosa www.subsidioebd.blogspot.com Objetivo: Mostrar que o Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições, de maneira direta e indireta. INTRODUÇÃO As profecias bíblicas se cumprem fielmente, tal cumprimento é uma demonstração da autoridade bíblica. Na aula [...]</itunes:summary><itunes:keywords>3º Trimestre 2010, José Roberto A. Barbosa</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.ensinodominical.com.br/o-fiel-cumprimento-do-antigo-pacto-1/</feedburner:origLink></item><item><title>João Batista, o último profeta do antigo pacto – 2</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ensinodominical/~3/Pv808J27-pE/</link><category>Links</category><category>José Roberto A. Barbosa</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:34:27 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.ensinodominical.com.br/?p=2285</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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Pb. José Roberto A. Barbosa<br />
www.subsidioebd.blogspot.com<br />
www.twitter.com/JoseRoberto_AB</p>
<p style="text-align: justify;">Objetivo: Destacar o papel profético de João Batista, o Precursor do Messias, no Antigo Pacto, um exemplo profético para a igreja de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">INTRODUÇÃO<br />
João Batista teve seu nascimento e ministério anunciado por Isaias, 700 anos antes (Is. 40.3-5). Seu ministério profético fora reconhecido pelos seus ouvintes (Mt. 14.5), e ele mesmo sabia que havia sido enviado pelo Senhor (Jo. 1.20-23). O próprio Jesus destacou a importância do ministério profético de João Batista (Mt. 11.11). Na lição de hoje, estudaremos a respeito desse que é o último profeta do Antigo Pacto.</p>
<p style="text-align: justify;">1. JOÃO BATISTA, VIDA E MINISTÉRIO<br />
O nascimento de João Batista foi profetizado por Isaias (40.3) e Malaquias (4.5) e aos seus pais idosos, através de um anjo (Lc. 1.5-23). Seu pai, Zacarias, era sacerdote, e sua mãe, Isabel, uma das “filhas de Arão”. Maria, a mãe de Jesus, também recebeu uma revelação a respeito do nascimento de João (Lc. 1.36). Pouco se sabe a respeito da sua infância e juventude, a não ser que ele “crescia e se fortalecia em espírito. E viveu nos desertos até ao dia em que havia de manifestar-se a Israel” (Lc. 1.80). Depois de passar vários anos no isolamento, já na idade adulta, João Batista começa a pregar e chamar o povo ao arrependimento. Suas vestes eram de pelo de camelo, e andava cingindo de um cinto de couro, e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre (Lv. 11.22; Sl. 81.16; Mt. 3.4). Ele começou seu ministério no deserto da Judéia (Mt. 3.1; Mc. 1.4; Lc. 3.3; Jo. 1.6). As pessoas vinham até ele a fim de serem batizadas no Rio Jordão (Mt. 3.5; Mc. 1.5). João Batista era um profeta corajoso, que não deixava de denunciar a religiosidade aparente dos fariseus e saduceus (Mt. 3.7) e as classes sociais abastardas (Lc. 3.7-14). A mensagem de João Batista era cristocêntrica, pois apontava para o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Lc. 3.15-17; Jô. 1.29-21). Ele nunca quis ser confundido com Cristo, sabia reconhecer o seu lugar no ministério (Lc. 3.15; Jo. 1.20). Devido ao seu comprometimento profético, foi perseguido e morto por Herodes, por denunciar suas práticas pecaminosas (Lc. 3.19; Mt. 14.3-12)</p>
<p style="text-align: justify;">2. O ÚLTIMO PROFETA DO ANTIGO PACTO<br />
O ministério de João Batista foi respaldado por Jesus, que asseverou ser esse um maior dos profetas nascidos de mulher (Mt.11.7-11; Lc. 7.19-23). Essa palavra do Senhor reforça o que anteriormente havia sido dito a respeito de João, que ele seria “profeta do Altíssimo” (Lc. 1.76). A singularidade de João Batista, em relação aos demais profetas do Antigo Pacto, repousa em seu caráter de envio para ser o precursor do Messias (Mt. 11.9, 11). Os estudiosos destacam algumas razões pelas quais João Batista é considerado o maior e o último profeta do Antigo Pacto: 1) por ter o privilégio de ver o cabal cumprimento das profecias do Antigo Testamento em relação à vinda do Messias; 2) por ter sido, ele mesmo, o precursor do Messias, e ser testemunha do Seu ministério; 3) por ter batizado o Senhor Jesus nas águas, assumindo a posição de participante do ministério da justiça do Messias; e 4) por ter testemunhado o ápice do ministério profético, fechando o ciclo dos profetas do Antigo Pacto (Lc. 16.16). Esse foi o último profeta a quem “veio a palavra de Deus”, do mesmo modo que falava o Senhor aos outro profetas do Antigo Testamento (Lc. 3.2; Jr. 1.2). Depois de João Batista, existiram, e ainda existe, o ministério profético, o dom de profecia, não mais profetas da mesma envergadura daqueles do Antigo Pacto.</p>
<p style="text-align: justify;">3. UM MODELO PROFÉTICO PARA HOJE<br />
O ministério profético de João Batista, conforme destacamos nos tópicos anteriores, é singular. Mas sua atuação, nos dias de hoje, ainda serve de exemplo para a igreja do Senhor. Como João Batista, devemos ter a consciência do chamado divino para anunciar a mensagem de condenação e salvação à humanidade (Mt. 3.12; Lc. 3.8,9). A igreja não pode pregar apenas um Deus bonachão, que não pune aos pecadores, e que está disposto a salvar a todos ao final, como defendem os universalistas. Por outro lado, não se pode apenas destacar a ira divina, sem apontar para sua graça maravilhosa, revelada em Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo. 1.29,36). Semelhantemente a João Batista, não podemos fugir da realidade do pecado, esse que já está sendo negado em alguns contextos evangélicos, influenciados pela psicologia moderna. O pecado é uma realidade, de gravíssimas proporções, pois afasta o ser humano da glória de Deus (Rm. 3.23), por isso, faz-se necessário o arrependimento (Mt. 3.10-14). Mas nem tudo está perdido, pois Deus amou a humanidade (Jo. 3.16), e entregou Seu Filho Amado, para que todos aqueles que crêem nEle tenham a vida eterna, esse é o Dom Gratuito de Deus (Rm. 6.23). Tal como João Batista, devemos assumir que Jesus é o centro da pregação, importa que Ele cresça e que nós diminuamos (Jo. 3.10), pois Ele é Maior do que João Batista (Mt. 3.11), a respeito do qual testemunhou dizendo achar-se indigno de desatar suas alparcas (Lc. 3.16). A igreja, assim como João Batista, não pode se conformar com o pecado, com a religiosidade aparente, e muito menos com a corrupção na política. A autoridade profética da Igreja se baseia na revelação da Palavra de Deus, e, a partir dela, pode também ser uma voz que clama no deserto (Mt. 3.3; Mc. 1.3; Lc. 3.4; Jo. 1.23).</p>
<p style="text-align: justify;">CONCLUSÃO<br />
João Batismo, como profeta, teve um ministério único. A singularidade do seu ministério está na predição do seu nascimento e atuação. Ele, diferentemente dos outros profetas do Antigo Pacto, teve a oportunidade de ser testemunha ocular dos oráculos do Senhor. Por esse motivo, Jesus, o tema central das profecias do Antigo Testamento, destacou que João, o Batista, era o maior dos profetas, sendo, este, verdadeiramente, uma lâmpada que ardia e iluminava (Jo. 5.35).</p>
<p style="text-align: justify;">BIBLIOGRAFIA<br />
BRUCE, F. F. João: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2007.<br />
LAHAYE, T., HINDSON, E. (ed.) Enciclopédia popular de profecia bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.</p>

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Pb. José Roberto A. Barbosa
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Objetivo: Destacar o papel profético de João Batista, o Precursor do Messias, no Antigo Pacto, um exemplo profético para a igreja de hoje.
INTRODUÇÃO
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<p style="text-align: justify;">A lição 8 deste trimestre nos permite, mais uma vez, discorrer sobre o ministério de João Batista.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a vida e ministério de João Batista, recomendo os links abaixo, sempre alertando para uma leitura crítica:</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://www.estudosdabiblia.net/a13_15.htm">João Batista &#8211; Preparando o Caminho do Senhor</a></p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://www.cacp.org.br/espiritismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&amp;article=185&amp;cont=0&amp;menu=5&amp;submenu=1">João Batista era Elias?</a></p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://www.estudos-biblicos.com/joaobat.html">João Batista</a></p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://www.monergismo.com/textos/cristologia/jesus_joaobatista_bruggen.pdf">João Batista e Jesus</a></p>
<p style="text-align: justify;">A Missão de João Batista no Contexto Profético</p>
<p style="text-align: justify;">Ao afirmar que a missão de João Batista &#8220;era converter os filhos de Israel a Deus e preparar ao Senhor um povo bem disposto (Lc 1.16-17)&#8221;, o comentarista da lição corrobora com a essência da missão do ministério profético, que é o de buscar a conversão dos corações ao Senhor:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR;E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.&#8221; (Ml 4.5-6)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao SENHOR, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao SENHOR, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus.&#8221; (1 Sm 7.3)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se voltares, ó Israel, diz o SENHOR, volta para mim; se removeres as tuas abominações de diante de mim, não mais andarás vagueando;&#8221; (Jr 4.1)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida.&#8221; (Os 6.1)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto.&#8221; (Jl 2.12)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Portanto, dize-lhes: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o SENHOR dos Exércitos, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos.&#8221; (Zc 1.3)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?&#8221; (Ml 3.7)</p>
<p style="text-align: justify;">João Batista, um Homem Destemido e Cheio do Espírito Santo</p>
<p style="text-align: justify;">João Batista foi cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe (Lc 1.15). Quando iniciou seu ministério, sua voz ecou em pleno deserto com poder e unção.</p>
<p style="text-align: justify;">O deserto foi um lugar estratégico para o ministério de João Batista. O sistema e as instituições religiosas em Isarel estavam falidas. Desde o período pós-cativeiro algumas insitituições se multiplicaram e se fortaleceram, como no caso da sinagoga, e juntamente com elas um grupo de especialista e doutores da Lei se formou, os escribas, que logo ocuparam o papel dos sacerdotes na interpretação e ensino das Sagradas Escrituras.</p>
<p style="text-align: justify;">Associado a esta nova realidade, o templo rescontruído por Herodes era puro explendor, com suas cerimônias e rituais marcados por uma liturgia rígida e formal.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos dessa forma novos espaços para o ensino da Escrituras, tínhamos também especialistas, mestres e doutores, e um belo templo. Mas, em todas estas novas realidades que passaram a fazer parte da vida da nação, não havia a presença real e poderosa de Deus. Não havia a unção do Espírito sobre os ministros religiosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi neste contexto que João começou estrategicamente a pregar no deserto da Judéia (Mt 3.1; Lc 3.3). O povo que afluia para a cidade, no sentido de cumprir suas obrigações e tradições religiosas, eram impactadas com as palavras de poder do simples e rude homem do deserto.</p>
<p style="text-align: justify;">Um fenômeno aconteceu. O povo começou a sair de Jerusalém (centro da religião oficial) e das demais cidades da Judéia, e de toda circunvizinhança do Jordão (Mt 3.5) para ouvir João Batista. Temos aqui uma clara manifestação da insatisfação do povo com sistema falido, associado a fome e a sede de ouvir a voz de Deus tocando a sua alma.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses fatos inquietaram os líderes e autoridades religiosas, que logo começaram a ir aos locais onde João pregava para se certicarem do que de fato acontecia (Mt 3.7). Isso não o intimidou. Cada vez mais, com a autoridade e o poder lhe outorgado, convidava a todos ao arrependimento (Mt 3.8-12).</p>
<p style="text-align: justify;">Nestes dias de pregadores formais, profissionais, atores, animadores de auditório e mercenários da Palavra de Deus, precisamos de homens como João Batista, que na sua simplicidade e verdadeiro compromisso com Deus, era cheios do Espírito Santo, compromissado e fiel aos princípios do Reino de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">João Batista, um Homem que não Temia as Ameaças dos Poderosos</p>
<p style="text-align: justify;">Rei, Sumo sacerdote, sacerdote, escriba, fariseu, saduceu, não importava. João não se intimidava com os poderosos e influentes de sua época. Ele não se intimidava, pelo menos, pelas seguintes razões:</p>
<p style="text-align: justify;">- Não tinha conchavo político (secular ou religioso) com ninguém. Muitos pregadores hoje se acovardam, silenciando diante dos pecados da liderança e da igreja, com medo de perderem cargos em igrejas e convenções, ou por terem &#8220;rabo preso&#8221; em torno destas questões. João não tinha cargos ou títulos a perder. Ele simplesmente era a &#8220;voz&#8221; (Mt 3.3; Mc 1.3; Lc 3.4; Jo 1.23).</p>
<p style="text-align: justify;">- Não tinha medo de perder o &#8220;emprego&#8221;. Uma outra razão do fracasso da pregação nos dias atuais é o medo de se perder cargos remunerados, e empregos nos setores administrativos das igrejas, das convenções e de outras organizações ligadas a estas instituições. João Batista não tinha emprego, mas tinha fé num Deus que garante e cuida de seus profetas (1 Rs 17.1-16; Mt 6.25-34). Enquanto houver rios e corvos, não faltará sustento e proteção para o profeta de Deus. Enquanto houver viúvas com um pouco de farinha e azeite, não faltará sustento e proteção para o profeta de Deus. Enquanto houver gafanhoto, mel silvestre e pêlos de camelo, não faltará sustento e proteção para o profeta de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não tinha medo de perder &#8220;agendas&#8221;. Uma miséria aconteceu nos últimos anos no Brasil, alimentada e sustentada por muitos pastores, líderes e igreja. Trata-se de um grupo pregadores mercenários, sem compromisso com a mensagem autêntica, verdadeira e necessária da Palavra de Deus. Pregam por conveniência. Suas mensagens são para provocar agrados e fortes emoções em seus ouvintes. Distorcem a interpretação e o texto bíblico com mensagens absurdas, sem nenhum temor a Deus, diante do que fazem. Se o pastor da igreja é contra o uso de televisão, tendo uma postura mais tradicional quanto aos usos e costumes, prega contra a televisão e contra a liberação de alguns usos e costumes. Se vai noutra igreja onde o pastor é a favor do uso da televisão, e favorável a abolição de alguns usos e costumes, prega favoravelmente. Tais pregadores são verdadeiros hipócritas. Fazem estas coisas, e muito mais, para garantirem o retorno àquela igreja, garantirem uma nova &#8220;agenda&#8221; e um novo &#8220;cachê&#8221;, que inclusive, por alguns é até &#8220;tabelado&#8221;. Esses pregadores prestarão contas diante de Deus por suas posturas e práticas. Precisam aprender com João Batista.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua postura íntegra, por sua vida reta e sincera diante de Deus, por sua fidelidade à missão lhe confiada, João Batista foi honrado por Jesus (Mt 11.7-11). Todos que seguirem o exemplo de João Batista, com certeza, serão da mesma maneira honrados pelo Senhor.</p>
<div></div>

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</div>]]></content:encoded><description>por Altair Germano
A lição 8 deste trimestre nos permite, mais uma vez, discorrer sobre o ministério de João Batista.
Sobre a vida e ministério de João Batista, recomendo os links abaixo, sempre alertando para uma leitura crítica:
- João Batista &amp;#8211; Preparando o Caminho do Senhor
- João Batista era Elias?
- João Batista
- João Batista e Jesus
A Missão de João Batista no Contexto [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.ensinodominical.com.br/joao-batista-o-ultimo-profeta-do-antigo-pacto-1/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">3</slash:comments><enclosure url="http://www.monergismo.com/textos/cristologia/jesus_joaobatista_bruggen.pdf" length="35645" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.monergismo.com/textos/cristologia/jesus_joaobatista_bruggen.pdf" fileSize="35645" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>por Altair Germano A lição 8 deste trimestre nos permite, mais uma vez, discorrer sobre o ministério de João Batista. Sobre a vida e ministério de João Batista, recomendo os links abaixo, sempre alertando para uma leitura crítica: - João Batista &amp;#8211; P</itunes:subtitle><itunes:summary>por Altair Germano A lição 8 deste trimestre nos permite, mais uma vez, discorrer sobre o ministério de João Batista. Sobre a vida e ministério de João Batista, recomendo os links abaixo, sempre alertando para uma leitura crítica: - João Batista &amp;#8211; Preparando o Caminho do Senhor - João Batista era Elias? - João Batista - João Batista e Jesus A Missão de João Batista no Contexto [...]</itunes:summary><itunes:keywords>3º Trimestre 2010, Altair Germano</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.ensinodominical.com.br/joao-batista-o-ultimo-profeta-do-antigo-pacto-1/</feedburner:origLink></item><item><title>Texto do leitor: A importância da EBD</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ensinodominical/~3/rLGawxWmQm0/</link><category>Escola Dominical</category><category>Texto do leitor</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 11 Aug 2010 07:28:01 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.ensinodominical.com.br/?p=2279</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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</strong></p>
<p style="text-align: justify;">por <strong>Jurema de Souza Martin</strong>s</p>
<p style="text-align: justify;">Qual o objetivo da escola dominical? Para que ela existe?</p>
<p style="text-align: justify;">Comparecer a escola dominical é um dilema para muitas pessoas. Alguns, a têm como  cansativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A referida escola tem sua importância na formação do cristão. Nos primeiros passos da nova vida em Cristo ocorre o discipulado. Posteriormente, o novo membro do corpo de Cristo passa a frequentar as classes comuns de EBD.</p>
<p style="text-align: justify;">O corpo de Cristo tem sua homogeneidade nos pontos fundamentais da fé cristã, sua heterogeneidade nas variantes da cultura, na individualidade do indivíduo, na identidade particular de cada igreja. Conjugado a isso, tem-se professores e alunos com concepções diferentes sobre o que seja a escola dominical.</p>
<p style="text-align: justify;">Refletir sobre a educação cristã requer uso de um instrumento delimitante, a Bíblia. O professor deve ter convicção nas verdades nela estabelecidas para que possa ensinar aos alunos. O discurso sem vivência, experiência e crença, é vazio, sem efeito positivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sociedade pós-moderna é ensinado e divulgado que não existem verdades absolutas e que tudo é relativo. Essa filosofia questiona autenticidade das Sagradas Escrituras e a sua veracidade. Surge a questão: Como trabalhar e desenvolver os conceitos bíblicos?</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2 Timóteo 3:16 diz: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;”. A Bíblia é a Palavra de Deus. Todo educador deve tê-la como alimento e sustento, para que possa cuidar do crescimento espiritual dos educandos.</p>
<p style="text-align: justify;">O ensino na escola dominical deve ser contextualizado, respondendo as questões da sociedade moderna, aos anseios dos alunos, construindo sólida formação para que o discípulo de Cristo para cumprir com eficiência e eficácia a carreira que está sendo proposta a cada um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Somado a isso, uma vida cristã com compreensão do que realmente seja a vontade de Deus para cada filho seu.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jurema de Souza Martins</strong><br />
Assembléia de Deus Ministério Barão de Petrópolis<br />
Congregação Filadélfia – RJ<br />
líder de mocidade, preletora, educadora cristã<br />
graduando teologia ministerial e pedagogia<br />
jusm_01@yahoo.com.br</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Envie seu texto para publicação: ensinodominical@gmail.com</p>

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Qual o objetivo da escola dominical? Para que ela existe?
Comparecer a escola dominical é um dilema para muitas pessoas. Alguns, a têm como  cansativa.
A referida escola tem sua importância na formação do cristão. Nos primeiros passos da nova vida em Cristo ocorre o discipulado. Posteriormente, o novo membro do corpo [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.ensinodominical.com.br/texto-do-leitor-a-importancia-da-ebd/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><enclosure url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2279" length="762974" type="application/octet-stream" /><media:content url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2279" fileSize="762974" type="application/octet-stream" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>por Jurema de Souza Martins Qual o objetivo da escola dominical? Para que ela existe? Comparecer a escola dominical é um dilema para muitas pessoas. Alguns, a têm como cansativa. A referida escola tem sua importância na formação do cristão. Nos primeiros </itunes:subtitle><itunes:summary>por Jurema de Souza Martins Qual o objetivo da escola dominical? Para que ela existe? Comparecer a escola dominical é um dilema para muitas pessoas. Alguns, a têm como cansativa. A referida escola tem sua importância na formação do cristão. Nos primeiros passos da nova vida em Cristo ocorre o discipulado. Posteriormente, o novo membro do corpo [...]</itunes:summary><itunes:keywords>Escola Dominical, Texto do leitor</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.ensinodominical.com.br/texto-do-leitor-a-importancia-da-ebd/</feedburner:origLink></item><item><title>Os falsos profetas – 3</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ensinodominical/~3/JUqraHpEitA/</link><category>3º Trimestre 2010</category><category>Isaías de Jesus</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 11 Aug 2010 07:18:01 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.ensinodominical.com.br/?p=2276</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;"><strong>TEXTO ÁUREO</strong> = “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade; como na presença de Deus” <strong>( 2 Co 2.17 )</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VERDADE PRÁTICA = </strong>A atual multiplicação de seitas falsas e seus falsos profetas é um evidente sinal dos últimos dias.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Nesta lição, por falta de maior espaço, abordaremos três igrejas falsas: O movimento Só Jesus, o Tabernáculo da Fé, e o Moonismo. Todos três “deixando o caminho direito, erraram”, como diz <strong>2 Pe 2.5</strong> e têm conduzido muita gente ao erro, mesmo bem intencionados como são, O grupo Só Jesus é também conhecido por Nova Luz, e Igreja Pentecostal Unida; dividiu- se de Assembléia de Deus em 1914. Organizou-se em 1917 sob John Scheppe, nos Estados Unidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O Tabernáculo da Fé teve seu início organizado em 1946,por William Branham, dai ser também conhecido por Branhamismo. Antes de 1946 os falsos ensinos do grupo já eram difundidos, mas sem organização formal. Teve origem nos Estados Unidos.Quanto à seita falsa do Moonismo, é de índole oriental e surgiu na Coréia em 1954, fundada por Sun Myung Moon. É mais conhecida por Igreja da Unificação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>1. CRENÇAS E ATIVIDADES</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>1.O movimento Só Jesus.</strong> Sabélio, um bispo da África do Norte, no Século 3 foi o primeiro a perverter a doutrina da Trindade. Agora no Século 20, são várias as perversões surgidas, desta doutrina, como já vimos nesta série de lições. John Scheppe, mencionado na Introdução, afirma que em 1913 teve uma revelação específica de Deus sobre esta doutrina. Ele passou a ensinar que o batismo em água era parte da salvação, e que para “nascer da água” <strong>( Jo 3.5)</strong> a pessoa terá que ser batizada em água. Além dos apropriadas referências bíblicas já apresentadas do Deus Triúno, aqui estão mais algumas: <strong>Gn 1.1 Hb 26; 3.22; 11.2; Is 6.8; Mt 3.16,17; 28.19; Jo 14.16; 1526; Is 6.8; 2Co 13.13; 1 Pe 1.2.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Crê e ensina que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são urna única pessoa, a saber, Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os textos mais debatidos são <strong>Mt 28.19</strong> comparado com <strong>At 2.38</strong>. O primeiro diz “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. O segundo diz: “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo”. Partindo daí, eles batizam com água só “em nome de Jesus”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a.</strong> Eles afirmam ainda que o título divino Senhor Jesus Cristo,como em <strong>At 16.31</strong>, corresponde aos nomes do Pai, Filho, e Espírito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>b.</strong> Textos que revelam Jesus e o Pai como pessoas divinas distintas: <strong>Jo 1.1; 2Jo</strong> <strong>v.2; At 7.55,56; Ap 3.21. Em 1 Tm 2.5</strong> vemos que se Jesus é o mediador entre Deus é o homem, logo Ele não é o mesmo que Deus o Pai.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>c.</strong> Eles ensinam que Deus consiste em única pessoa, apenas com diferentes manifestações. Citam <strong>Dt 6.4 e Mc 12.29</strong>. O termo “único” em <strong>Dt 4.6</strong> é “ echaci” que no original é um substantivo coletivo, indicando pluralidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>d. João 17.21.</strong> Aqui Jesus ora ao Pai para que todos os crentes sejam um. É porventura a Igreja uma única pessoa? De medo nenhum; somos milhões, Em que sentido, pois, devemos ser um? Em desejo, vontade, espírito, sentimento, propósito, etc., como temos em <strong>Ef 4.3- 6</strong>, Assim, na Trindade há três pessoas que são ao mesmo tempo uma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>e. Mateus 28.19 e Atos 2.38. Em Mt 28.19</strong> temos da parte de Jesus a fórmula do batismo, bem como a autoridade para batizar, Mas palavras: “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, No sentido bíblico, a expressão “em nome de” tem muito mais peso do que em nossas línguas da atualidade. “Nome”, tanto no hebraico, como no grego denota autoridade, poder, honra, caráter. Aqui temos a autoridade divina para batizar; a autoridade contida no nome do Deus Trino. A fórmula para o ato do batismo nós a temos na expressão completa: “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>Em At 238</strong> ternos apenas a autoridade expressa para batizar: “em nome de Jesus”; isto porque, das três pessoas da Trindade foi Ele quem ensinou sobre isso, estando comissionado para isso, conforme <strong>Mt 28.18; Fp 2.6-11.</strong> E não é só em <strong>At 2.38</strong> que temos apenas a autoridade divina para batizar: temo-la também em <strong>At 8.16; 10.48; 19.5.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>f. O batismo não salva.</strong> Ele deve ser um testemunho da salvação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>(a)</strong> “nascer da água”, em Jo 3.3, significa nascer de novo (espiritualmente) por instrumentalidade da Palavra de Deus <strong>(Ef 5.26; 1 Pe 1.23);</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>b)”</strong>nascer do Espírito”, <strong>em Jo 3.5</strong> é nascer de novo, pela instrumentalidade do Espírito Santo (<strong>Tt 3.5);</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>c) 1 Pe 3.21</strong> “Agora vos salva, batismo”, Este versículo deve ser estudado à luz do v. precedente <strong>(v.20).</strong> Ali falada água física do dilúvio, através da qual foram salvos da morte Noé e sua família. As condições essenciais à salvação são a fé em Cristo, e, o arrependimento de coração <strong>(Mc 1.15).</strong> A fé honra a pessoa de Deus, de onde vem a salvação, e o arrependimento honra a lei de Deus que foi ultrajada pelos nossos pecados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>2. O Tabernáculo da Fé.</strong> Esta igreja é chamada também Branhainismo devido ao seu fundador William Branham. Ensinam que Jesus é um ser criado, e portanto Ele não é o eterno Filho de Deus. Branham começou suas atividades por volta de 1933. Em 1946, ele conta que viu um anjo, o qual conferiu-lhe o poder de curar. Escreveu o livro AS SETE ERAS DA IGREJA, no qual ele fixa o ano de 1977 para o começo do Milênio, e mais outras coisas similares. Nada disto aconteceu. Não se deve confundir Branhamismo com Brahmanismo. Este último vem de Brahma, a principal divindade pagã dos antigos hindus. São muitas igrejas que já perderam membros para o Branhamismo, e que sofreram divisões por causa dos seus falsos ensinos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>3. O Moonismo.</strong> É populannente conhecido por Igreja da Unificação. O Moonismo não faz parte do Cristianismo, nem da Igreja como corpo de Cristo. Urna tática muito comum deles é persuadir e aliciar membros de igrejas evangélicas, e levá-los a causar uma divisão na congregação para conseguirem mais simpatizantes e enfraquecer a igreja local, Moon espalha por toda parte que sua missão é completar a obra de Cristo, e que numa visão que ele teve de Cristo, recebeu dele ordens para isso. Ele foi excluído da Igreja Presbiteriana da Coréia.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O Moonismo é uma potência financeira, e como chegou a isso e consegue manter-se assim é uma longa história de meios excusos. O próprio fundador ora cumpre sentença judicial em prisão, por lesar o fisco dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>a. Literatura.</strong> Usam a Bíblia apenas para impressionar o público. O livro que eles tem como inspirado é o “Princípios Divinos”, escritos por Moon.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>b. Filiação à Igreja.</strong> A preferência deles é pelos jovens de ambos os sexos, a quem os líderes ministram um curso secreto de iniciação, verdadeira lavagem cerebral, e a seguir procuram meios de interná-los, separando-os de suas famílias.</span></p>
<p style="text-align: justify;">É proibido esses jovens comunicar-se com seus familiares, A obediência aos pais passa a ser conforme os preceitos de Moon. Os moonistas não se identificam, para mais facilmente enganar suas vítimas Para atrair os estudiosos e profissionais, costumam realizar congressos científicos e nacionais e internacionais com todas as despesas pagas, mas não dizem quem são.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>c. Principais ensinos falsos.</strong> Afirmam que Moon é o Messias de Deus que veio completar a obra que Jesus não terminou porque foi morto. Para falar disso, eles misturam passagens bíblicas com o livro Princípios Divinos, escritos por Moon. Esse livro é a principal fonte de autoridade espiritual do Moonismo. A interpretação da Bíblia é toda pervertida para adaptar-se ao conteúdo do livro Princípios Divinos. Há rituais e normas nitidamente satânicas para desestruturar a família, pondo-a fora do plano divino, conforme nos ensina a Bíblia. Isso tem resultado em reações violentas da sociedade cristã e secular conta o Moonismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. FALSOS MESTRES = (2 Pe 2.1-22)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Heresias (2 Pe 2.1-3)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Nas ultimas linhas do capitulo 1, Pedro menciona a “palavra profética” falada da parte de Deus por homens movidos pelo Espírito Santo. No primeiro versículo do capítulo dois, ele relembra a seus leitores um outro “tipo” de mensagem que apareceria entre os crentes. Trata-se das heresias destrutivas dos falsos mestres. Por estranho que pareça, elas surgem, também, na Igreja (“entre vós”). Por esta razão o crente descuidado ode facilmente ser enganado. Ele precisa estar sempre alerta neste sentido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>Preparando os crentes, Pedro descreve cuidadosamente os falsos mestre sobre quatro aspectos;-</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">1. Seu Método</span></p>
<p style="text-align: justify;">2. Sua Mensagem</p>
<p style="text-align: justify;">3. Sua Motivação</p>
<p style="text-align: justify;">4. Sua Maldição.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>Método</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Diz o texto que eles introduzem dissimuladamente ( encobertamente) “heresias destruidoras” <strong>(2.1).</strong> Isto implica que não agem publicamente, mas, ensinam em “cultos” particulares, clandestinos, inclusive nos lares. Paulo denunciou o mesmo problema advertindo em suas cartas contra os que entram nos lares para ensinarem outras doutrinas e desviarem da verdade, famílias inteiras <strong>(2Tm 3.6).</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>Mensagem</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">A mensagem de tais mestres tem dois elementos principais: atacar a natureza divina de Cristo. Quanto ao primeiro, Pedro afirma que estes homens chegarão “&#8230; ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou <strong>(2Pe 2.1). </strong>Isto não significa que tal rejeição é feita somente por palavras e declarações. Esses falsos mestres se apresentam como crentes de grande maturidade e grande conhecimento espiritual, mas, seu modo de viver contradiz suas palavras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">O segundo aspecto do ensino falso é que elem toma o lugar de Deus ao homem, e nega a inspiração divina das Escrituras. Estes homens “&#8230; farão comércio de vás, com palavras fictícias&#8230;” <strong>(2Pe 2.3).</strong> Eles, astutamente, forjam histórias e ensinos que desviam os ouvintes da salvação de suas almas. Seria fácil identificar esses falsos mestres se eles rejeitassem publicamente a Cristo, mas seu ensino é realizado as escondidas. Quando um crente notório diz ser portador de conhecimento especial ou de revelações divinas, muitos podem ser enganados ao aceitarem novas doutrinas como a que permite viver no pecado sem qualquer condenação <strong>(2Pe 2.2).</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando um crente peca abertamente e continua assim, sem qualquer demonstração de remorso ou a n me o, “caminho da verdade” é blasfemado (infamado) <strong>( 2 Pe 2: 2 ).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Motivação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">A motivação desses falsos mestres é a avareza, um desejo anormal ou extremo de ter e possuir cada vez mais daquilo que já se tem. Freqüentemente trata-se de cobiça do dinheiro, de fama e de poder. Avareza é o que leva esses falsos mestres a se interessarem somente por sua própria pessoa e não pelo “rebanho de Deus”. Compare este trecho com <strong>João 10.11-13.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maldição</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Finalmente Pedro fala sobre a maldição que há de vir sobre esses hereges. O seu fim será a destruição, mesmo parecendo que o seu julgamento demora<strong>(2Pe 2.3).</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Julgamento de Deus (2 Pe 2.4-9)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">O julgamento de Deus não falha quando consideramos seu padrão estabelecido nas Escrituras. Nem os anjos escaparam do juízo de Deus quando pecaram. <strong>( 2Pe 2: 4 )</strong> O mesmo Deus não julgará também, o homem. O julgamento do mundo nos dias de Noé é prova de que Deus há de julgar o homem, não importa quantos estejam envolvidos no pecado. Ainda que toda a humanidade comete pecado<strong>, </strong>ainda que toda a humanidade comete pecado, Deus julgará cada pessoa individualmente <strong>( 2Pe 2: 5)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os casos dos dias de Noé, de Sodoma e Gomorra demonstram que, ainda que o julgamento divino pareça demorado em começar e o pecado se multiplique assustadoramente, por fim o Senhor efetuará o Seu julgamento. Os julgamentos ocorridos no passado servem de exemplos para os de hoje e do futuro <strong>(2Pe 2.6).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, Pedro acrescenta que “&#8230; o Senhor sabe livrar da provação os piedosos<strong>( 2 Pe 2. 9 )</strong>. Nos casos de Noé e Ló, como crentes eles se afligiam, por causa do vil pecado que prevalecia a sua volta, mas o Altíssimo os guardou<strong>(2Pe 2.7,8).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>3. FALSOS PROFETAS = (I Jo 4.1-6)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Provai os espíritos ( I Jo 4.1-2)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Nestes versículos temos um assunto vital para a vida da Igreja e do crente individualmente. Trata-se de provar os espíritos, isto é, sua procedência.</span></p>
<p style="text-align: justify;">João percebera que alguns crentes estavam aceitando qualquer ensino e, também, qualquer manifestação espiritual. Deste modo, influências e doutrinas nocivas que pareciam certas e justas estavam destruindo a fé.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Muitos na igreja estavam recebendo de braços abertos os falsos profetas, sem antes verificar que eles eram falsários ou não. Os apóstolos estava alertando, por ação do Espírito Santo, os crentes dos seus dias e de todas as épocas, para serem cautelosos nesse sentido. É possível os crentes serem enganados pelo inimigo. Daí, Deus ter guiado João a escrever esta mensagem. O perigo continua em nossos dias. O apóstolo amado os adverte: “&#8230; não deis crédito a qualquer espírito&#8230;” Isto envolve a pessoa do enganador, sua doutrina, os princípios e ensinos do mesmo. Provai (testai, examinai, verificai) os espíritos! Eles podem ser provados segundo maturidade, sabedoria e graça do crente; pela Palavra de Deus, pelo fruto e dons do Espírito Santo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>Por que provar os espíritos? Duas razões para se provar os espíritos:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">1. Para ver se procedem de Deus;</span></p>
<p style="text-align: justify;">2. Têm saído muitos falsos profetas pelo mundo afora.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Se não procede de Deus, o crente deve no mesmo instante rejeitar e repreender tal espírito e sua falsa doutrina. Uma maneira de reconhecer esses “espíritos” é observar sua confissão de fé a respeito de Jesus. Todo espírito que confessa que Jesus veio em carne é de Deus. Uma paráfrase diz o seguinte: “Todo espírito que confessa abertamente que Jesus veio em carne e é Cristo, tem sua origem em Deus.” Podemos ver nisto, que a encarnação de Cristo é central e vital à fé cristã.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Na sua primeira admoestação contra os anticristos, em 2.18-29, João diz: “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, que nega o Pai e o Filho”. Um dos ensinos dos gnósticos daqueles dias era que no homem, a matéria só contém-maldade e que somente o espírito é bom. Isto leva à conclusão de que Jesus não poderia ser Deus encarnado, porque Deus é espírito e desta forma, sendo Ele bom, não podia ter nada com a carne, uma vez que a matéria só contém maldade. Este ensino filosófico anula a doutrina da redenção e salvação, uma vez que somente através do sangue remidor de Cristo Jesus é que obtemos perdão dos nossos pecados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>O espírito do Anticristo = ( I Jo 4: 3 )</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">A prova fundamental de que um espírito é verdadeiro é a sua confissão de que Jesus Ci 1 veio em carne, isto é, como homem. E evidente que além dessa confissão, precisamos verificar seu sistema de doutrina e seu testemunho cristão autêntico. A prova fundamental do espírito falso é sua negação de que Cristo veio em carne. Tal pessoa não procede de Deus, Esse é o espírito do Anticristo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Observe que é o “espírito” do Anticristo e não o próprio Anticristo. Este espírito teve origem em Lúcifer, quando ele se rebelou contra Deus para ficar acima dele. Esse espírito de rebelião prevalece desde então no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Aqueles que são de Cristo sabem que há uma batalha espiritual se travando. Esta batalha se intensifica cada dia e incluí cada membro da Igreja do Senhor. A peleja entre a santidade mundanismo, a luz e as trevas, a verdade e a mentira, está aumentando. Um dia, o espírito do Anticristo será personificado num ser humano que será o verdadeiro Anticristo, o falso messias enviado de Satanás. Talvez, já esteja vivo por aí, apenas aguardando o tempo da sua manifestação <strong>(2Ts 2.3-9).</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maior é o nosso Deus ( I Jo 4: 4-6 )</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">“&#8230; sois de Deus”, diz João. Depois ele se inclui no grupo: “&#8230; somos de Deus!” Somos dEle e temos vencido estes falsos espíritos ou profetas. Somos vitoriosos contra o mal porque maior é o nosso Deus que em nós habita, do que enganador e príncipe das trevas que está no mundo. Isto prova que o mundo pecador não faz parte de nós. Há uma distinção, uma separação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Deus está conosco e através dEle temos vitória. Mas, não podemos esquecer da luta espiritual e nos tornar indolentes e acomodados. Se facilitarmos seremos arrastados pela força do mal e levados para dentro do círculo da mentira.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Nossa total dedicação ao Senhor é de suprema importância. Nossa oração diária deve ser: “Pai, permanece em mim; ocupa todo o meti coração com a tua verdade. Envolve a minha vida com teu amor e teu poder. Assim, serei vencedor e continuarei a crescer e a produzir frutos abundantes para o Teu reino. Amém.”</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>4. A IDENTIFICAÇÃO DO VERDADEIRO PROFETA DE DEUS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MEDITAÇÃO NOS CAPÍTULOS 1 2, 1 3, 14. 11 DE EZEQUIEL</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>CAPITULO 12. 1-20</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(Tema: o homem de Deus servindo de sinal para o povo)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>a)</strong> o profeta servindo de sinal, v.6,11. Incluía cavar um buraco na parede da sua casa, tirar os móveis às escuras, levando no ombro, <strong>v.3-7;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>b)</strong> Deus queria com isto chamar a atenção de Israel para o cumprimento</span></p>
<p style="text-align: justify;">das profecias que vinha falando, ao povo que se tornara indiferente: “bem pode ser que reparem nisso”, v.3, tudo porque o povo tinha se tornado “casa rebelde, que tem olhos para ver e não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve”, v.2;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>c)</strong> O profeta revelava por seus gestos e conduta o que logo aconteceria ao</span></p>
<p style="text-align: justify;">rei Zedequias, o que “endureceu a cerviz”, <strong>2 Rs 25.4; 2Cr 36.13-16.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>CAPÍTULO 12.21 ao 14.11 (Tema: A atitude do povo com relação às profecias e aos profetas)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>a)</strong> dois provérbios foram cunhados naqueles dias pelo povo: “Prolongar-seão os dias, e perecerá toda visão? <strong>v.22</strong>, e “A visão que este vê é para muitos dias, e ele profetiza de tempos que estão longe”, <strong>v.27</strong>. Ou seja, o primeiro demonstrava total descrença nas revelações e mensagens proféticas; o segundo, até cria nas mensagens, porém diziam que não aconteceriam já, era para tempo distante;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b)</strong> Certamente pelo fato do profeta Jeremias ter profetizado durante trinta anos sobre os juízos divinos que se aproximavam, fez com que o povo fizesse “ouvido de mercador” <strong>Jr 1.2-3;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>c)</strong> Deus responde a ambos: “Não será mais retardada nenhuma das minhas palavras, e a palavra que falei se cumprirá, &#8230;” v.28;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>CAPITULO 13 (Tema: Características do profeta falso)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>a) profetizam “o que vê o seu coração”,</strong> <strong>v.2,</strong> “seguem o seu próprio espírito e coisas que não viram “, ( imaginação<strong>) v.3</strong>. a imaginação é a faculdade de inventar, de criar inerente a todos os humanos, <strong>Gn 6.5, Pv 23.7 </strong>“Porque, como imaginou na sua alma, assim é;” <strong>Sl 2.1, Mq 2.1</strong> “Ai daqueles que, nas suas camas, intentam a iniquidade e maquinam o</span></p>
<p style="text-align: justify;">mal; &#8230;”</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>b) “vêem vaidade e adivinhação mentirosa”,</strong> <strong>v.6-8</strong>. Definindo: vaidade (Qualidade do que é vão, ilusório, instável ou pouco duradouro. Coisa fútil ou insignificante; frivolidade, futilidade, tolice) e adivinhar</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>1.</strong> Conhecer ou descobrir, por meios sobrenaturais ou artifícios hábeis, o que está oculto em (o passado, presente ou futuro).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;"><strong>2.</strong> Descobrir por interpretação, indução, conjetura, intuição, etc.Adivinhação (Arte de conhecer por meio sobrenaturais, sendo esta muito comum em quase todos os povos. A idéia quase universal é que certos deuses, ou certos espíritos, têm conhecimento, escondido aos homens, mas que, sob certas condições, esses espíritos ficam prontos a revelar);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c) A Bíblia aponta para os vários meios de adivinhar</strong>: astrologia ou</p>
<p style="text-align: justify;">astromancia, pela observação dos astros, Is 47.13, Hidromancia, pela observação de líquidos, <strong>Gn 44.5,</strong> Necromancia, pela evocação dos mortos,<strong>Dt 18.11</strong>, Rabdomancia, pela varinha mágica, <strong>Os 4.12</strong>, Sonhos, costume de adivinhar, dormindo junto à sepultura do antepassado, <strong>Dt 13.1; Is 65.4</strong>, Sortilégios, adivinhação por meio de lançar sortes, <strong>Mt 27.35</strong>, Belomancia, por meio de flechas, e Hepatoscopia, por mio da inspeção do fígado do animal sacrificado, <strong>Ez 21.21</strong>;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>d) Tais profetas são chamados por Deus de “loucos”,</strong> 13.3, e comparados a “raposas nos desertos”, <strong>13.4</strong>, isto é, são nocivos e destruidores;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>e)</strong> Tinham as “profetisas” que usavam determinados tipos de adereços nas roupas para “caçarem (Perseguir (animais silvestres) a tiro, a laço, a rede, etc., para os aprisionar ou matar) as almas”, <strong>13.18.</strong> Na igreja de Tiatira tinha Jezabel, “que a si mesmo se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos&#8230;”, <strong>Ap 2.20;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>f) A característica mais distintiva do verdadeiro para o falso profeta</strong>, é que, o falso, procura agradar o ouvinte, notadamente se tem interesse material, pois, disse o Senhor, “profetizam de Jerusalém e vêem para ela visão de paz, não havendo paz, ”, <strong>13.16,</strong> o que leva a entristecer o justo, não havendo Deus o entristecido, e animado o ímpio, não havendo Deus o animado, <strong>13.22.</strong> O profeta Jeremias teve um combate com o falso Hananias , <strong>Jr 28</strong>; porém, Deus não deixou Jeremias envergonhado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAPITULO 14.1-11</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>( Tema: o Juízo de Deus contra os falsos profetas e os que lhe procuravam)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>a)</strong> é estabelecida uma identidade entre o profeta falso e a pessoa que o procura, mesmo para ouvir a Palavra de Deus, <strong>v.10</strong>;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>b)</strong> o juízo de Deus se manifestaria em o consulente ouvir a mensagem que quer ouvir, e não a verdadeira mensagem, <strong>v.4,5,7</strong> “eu, o Senhor, vindo ele, lhe responderei conforme a multidão de seus ídolos, para que possa apanhar a casa de Israel no seu coração”, como conseqüência da alienação (alienar: afastar-se, distanciar-se; tornar-se alienado; manter-se alheio aos acontecimentos)de Deus ;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>c)</strong> a verdadeira mensagem de Deus ao pecador: “convertei- vos, e deixai os vossos ídolos, e desviai o vosso rosto. . . ”, <strong>v.6.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. OITO CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que tipo de pessoa era o profeta do AT?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>(1) Era alguém que tinha estreito relacionamento com Deus e que se tomava confidente do Senhor</strong> <strong>(Am 3.7).</strong> O profeta via o mundo e o povo do concerto sob a perspectiva divina, e não segundo o ponto de vista humano.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(2) O profeta, por estar próximo de Deus, achava-se em harmonia com Deus</strong>. E em simpatia com aquilo que Ele sofria por causa dos pecados do povo. Compreendia, melhor que qualquer outra pessoa, o propósito, vontade e desejos de Deus. Experimentava as mesmas reações de Deus. Noutras palavras, o profeta não somente ouvia a voz de Deus. Como também sentia o seu coração <strong>(Jr 6.11; 15.16,17; 20.9).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(3)</strong> <strong>À semelhança de Deus, o profeta amava profundamente o povo</strong>. Quando o povo sofria, o profeta sentia profundas dores (ver o livro de Lamentações). Ele almejava para Israel o melhor da parte de Deus <strong>(Ez 18.23).</strong> Por isso, suas mensagens continham, não somente advertências, como também palavras de esperança e consolo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(4) O profeta buscava o sumo bem do povo, i.e.,</strong> total confiança em Deus e lealdade a Ele. Eis porque advertia contra a confiança na sabedoria, riqueza e poder humanos. E nos falsos deuses <strong>(Jr 8.9,10; Os 10.13,14; Am 6.8).</strong> Os profetas continuamente conclamavam o povo a viver à altura de suas obrigações. Conforme o seu concerto estabelecido com Deus, para que viesse a receber as bênçãos da redenção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(5) O profeta tinha profunda sensibilidade diante do pecado. </strong>E do mal <strong>(Jr 2.12,13,19; 25.3-7 Am 8.4-7; Mq 3.8):</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não tolerava a crueldade, a imoralidade e a injustiça. O que o povo considerava leve desvio da Lei de Deus. O profeta interpretava, às vezes, como funesto. Não podia suportar transigência como mal, complacência, fingimento. E desculpas do povo <strong>(32.11; Jr 6.20; 7.8-15; Am 4.1; 6.1).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Compartilhava, mais que qualquer outra pessoa, do amor divino à retidão. E do ódio que o Senhor tem à iniqüidade <strong>(cf. Hb 1.9 nota).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(6) O profeta desafiava constantemente a santidade superficial e oca do povo. </strong>Procurando desesperadamente encorajar a obediência sincera às palavras que Deus revelara na Lei. <strong> </strong>Pemanecia totalmente dedicado ao Senhor; fugia da transigência com o mal e requeria fidelidade integral a Deus. <strong> </strong>Aceitava nada menos que a plenitude do reino de Deus e a sua justiça manifestadas no povo de Deus.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(7) O profeta tinha uma visão do futuro, revelada em condenação e destruição. (e.g., 63.1-6; Jr 11.22-23; 13.15-21; Ez 14.12-21; Am 5.16-20,27</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bem como em restauração e renovação <strong>(e.g., 61-62; 65.17-66.24; Jr 33; Ez 37).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os profetas enunciaram grande número de profecias acerca da vinda do Messias</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(8) Finalmente, o profeta era, via de regra, um homem solitário e triste (Jr 14.17-18; 20.14-18; Am 7.10-13 = Jn 3-4). </strong>perseguido pelos falsos profetas que prediziam paz, prosperidade e segurança para o povo<strong> </strong>que se achava em pecado diante de Deus <strong>(Jr 15.15; 20.1-6; 26.8-11: Am 5.10; cf. Mt 23.29-36; At 7.51-53). </strong>Ao mesmo tempo, o profeta verdadeiro era reconhecido como homem de Deus<strong>. </strong>Não havendo, pois, como ignorar o seu caráter e a sua mensagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elaboração pelo:-</strong> Evangelista Isaias Silva de Jesus<strong> </strong></p>
<p>Bibliografia</p>
<p><a href="http://www.adesal.org/">www.adesal.org</a></p>
<p>Lições bíblicas CPAD 1992</p>
<p>Livro As Epistolas Gerais EETAD</p>
<p>Livro As Epistolas Paulinas &#8211; EETAD</p>
<p>Bíblia de Estudo Pentecostal</p>

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TEXTO ÁUREO = “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade; como na presença de Deus” ( 2 Co 2.17 )
 
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INTRODUÇÃO
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<p style="text-align: justify;">www.subsidioebd.blogspot.com</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13.3333px;">Objetivo: Destacar o perigo que a igreja corre diante dos falsos profetas e mostrar que o falso ensinamento é combatido pela Palavra de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O engano sempre se apresentou como alternativa diante da verdade. Os falsos profetas ostentam serem donos da verdade, mas vendem mentiras. Na aula de hoje, aprenderemos a avaliar os falsos profetas, tais como Hananias, que se opôs à mensagem apregoada por Jeremias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. VERDADEIROS E FALSOS PROFETAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Antigo Testamento, a palavra profecia é naba, cujo sentido primário é “anunciar” ou o de “ser chamado”. O fenômeno da profecia não se limitava a Israel, já que os profetas de Baal, no Carmelo, também profetizaram (I Rs. 19.29). Mas tais profecias não tinham o aval divino. O Deus de Israel chama seus profetas para denunciar os erros dos governantes, ainda que esses tenham o apoio de falsos profetas ( I Rs. 22.1-28). Os profetas Jeremias e Ezequiel também se posicionaram contra aqueles que profetizavam de acordo com os intentos pessoais (Jr. 14.14-16. Ez. 11.4; 13.2). Diferentemente dos falsos profetas, o verdadeiro profeta não fala de si mesmo, mas em nome do Senhor. Para evitar que o povo fosse conduzido pelo engano, fazia-se necessário testar as profecias, avaliar se as palavras provinham do Senhor (Dt. 18.21,22; 13.1-3) e se a vida do profeta condizia com o que proclamavam (Jr; 23.9-13). No Novo Testamento, a profecia, propheteia em grego, é uma predição a respeito do futuro, ainda que, em sentido amplo, se refira a todo e qualquer anúncio feito a partir de Deus (Ap. 19.10; 11.6). Há citações constantes, ao longo do Novo Testamento, às profecias do Antigo Testamento (Mt. 13.14; II Pe. 1.10,20; Jd. 14). João Batista (Lc. 1.76) e Jesus (Mt. 21.11; Jo. 4.44) são reconhecidos como profetas. Mas existem outras menções a profetas no Novo Testamento, tais como Judas e Silas, que encorajavam os irmãos (At. 15.32) e Ágabo que predizia o futuro (At. 21.10,11).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. HANANIAS, UM FALSO PROFETA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jeremias, por volta do ano 594 a C., teve um encontro com um falso profeta que estava animando e consolando o povo, com palavras de paz. Seu nome era Hananias e se destacava por não levar a sério a proclamação de juízo de Jeremias. O Profeta estava ciente da verdade em suas palavras, pois havia sido o próprio Senhor que havia falado. O cumprimento cabal da mensagem profética iria demonstrar, àquele falso profeta e a todo o povo descrente, que Deus velava pelas suas palavras para cumpri-las. A resposta de Jeremias, à incredulidade do falso profeta, foi sarcástica, disse ele: “Amém! Assim faça o Senhor; confirme o Senhor as tuas palavras, que profetizaste, e torne ele a trazer os utensílios da casa do Senhor, e todos os do cativeiro de Babilônia a este lugar” (v. 6). Dentro de poucos dias o povo de Judá estaria debaixo do jugo de Nabucodonozor, o rei da Babilônia. Aqueles que falam em nome do Senhor, em conformidade com a Sua Palavra, não precisam se exasperar, basta apenas esperar, pois passará os céus e a terra, mas não a Palavra que o Senhor falou (Mc. 13.31). No caso específico de Hananias, sua incredulidade resultou em ruína e sua morte foi iminente. O julgamento imediato de uma pessoa, com a morte imediata, como aconteceu com os seguidores de Coré (Nm. 16), Uzá (II Sm. 6), Hananias (Jr. 28.17), Pelatias (Ez. 11.13) e Ananias e Safira (At. 5.1-11) não pode ser generalizada, mas também não pode ser descartada, pois o Senhor, em Sua soberania, age como quer. Essa verdade deve motivar à obediência, afinal, “horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb. 10.31).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. O DOM ESPIRITUAL DE PROFECIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em I Co. 14 Paulo categoriza os dons espirituais que atuam na igreja, esses com vistas à edificação do Corpo de Cristo. Dentre eles o da profecia, o qual recebe certa singularidade, haja vista sua função espiritual, comparada a de falar línguas, uma vez que quem fala línguas edifica apenas a si mesmo, e quem profetiza edifica toda a igreja (I Co. 14.1-4). Ainda assim é necessário que o dom profético seja manifestado com decência e ordem. Entre os que profetizam apenas dois ou três podem falar, e devem saber que a profecia está sujeita a julgamento. Como os bereanos, os crentes, na igreja, devam julgar a profecia à luz da palavra de Deus (At. 17.11). Isso porque existem profecias que partem dos próprios sentimentos humanos (At. 21.4,12). Alguns princípios devam ser observados em relação ao dom de profecia: 1) qualquer crente que tenha experimentado o enchimento do Espírito pode profetizar (At. 2.16-18); 2) a igreja não deve ter o dom profético como infalível (I Jo. 4.1; I Ts. 5.20,21); 3) toda profecia precisa ser avaliada pela Palavra de Deus e contribuir para a santificação da igreja; e 4) a direção do Espírito, através da profecia, é dada à igreja (I Co. 12.11). Portanto, urge que a igreja valorize os dons espirituais, principalmente o da profecia. Nesses tempos materialistas, há igrejas que não mais se importam com os dons espirituais. A esse respeito é válida a recomendação de Paulo: “Não extingais o Espírito” (I Ts. 5.19). Mas é preciso também atentar para o fruto do Espírito, pois o amor é o caminho sobremodo excelente (I Co. 13) e o andar no Espírito uma instrução para todo crente (Gl. 5.22).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem profecias que são falsas e verdadeiras. O Espírito Santo, porém, não é Deus de confusão. Por essa razão, não precisamos fugir das profecias dadas pelo Senhor. Antes devemos buscar, com zelo, os dons espirituais, dentre eles o de profetizar. Em relação às falsas profecias, como Jeremias, precisamos ficar atentos à voz de Deus. Quando conhecemos a verdade de Deus, identificamos facilmente o engano. As profecias verdadeiras, por sua vez, atuam poderosamente sobre a igreja, exortando, consolando e edificando os crentes (I Co. 14.3).</p>
<p style="text-align: justify;">BIBLIOGRAFIA<br />
BEVERE, J. Assim diz o Senhor? Rio de Janeiro: CPAD, 2006.<br />
HARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações. São Paulo: Vida Nova, 1980.</p>

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www.subsidioebd.blogspot.com
Objetivo: Destacar o perigo que a igreja corre diante dos falsos profetas e mostrar que o falso ensinamento é combatido pela Palavra de Deus.
INTRODUÇÃO
O engano sempre se apresentou como alternativa diante da verdade. Os falsos profetas ostentam serem donos da verdade, mas vendem mentiras. Na aula de hoje, aprenderemos a avaliar [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.ensinodominical.com.br/os-falsos-profetas-2/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><enclosure url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2274" length="769775" type="application/octet-stream" /><media:content url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2274" fileSize="769775" type="application/octet-stream" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Pb. José Roberto A. Barbosa www.subsidioebd.blogspot.com Objetivo: Destacar o perigo que a igreja corre diante dos falsos profetas e mostrar que o falso ensinamento é combatido pela Palavra de Deus. INTRODUÇÃO O engano sempre se apresentou como alternativ</itunes:subtitle><itunes:summary>Pb. José Roberto A. Barbosa www.subsidioebd.blogspot.com Objetivo: Destacar o perigo que a igreja corre diante dos falsos profetas e mostrar que o falso ensinamento é combatido pela Palavra de Deus. INTRODUÇÃO O engano sempre se apresentou como alternativa diante da verdade. Os falsos profetas ostentam serem donos da verdade, mas vendem mentiras. Na aula de hoje, aprenderemos a avaliar [...]</itunes:summary><itunes:keywords>3º Trimestre 2010, José Roberto A. Barbosa</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.ensinodominical.com.br/os-falsos-profetas-2/</feedburner:origLink></item><item><title>Os falsos profetas – 1</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ensinodominical/~3/6Jsn0rPUj4o/</link><category>3º Trimestre 2010</category><category>Altair Germano</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 11 Aug 2010 07:13:46 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.ensinodominical.com.br/?p=2272</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, e nunca é demais, o tema &#8220;Falsos Profetas&#8221; é retomados em nossas lições bíblicas. O texto abaixo já fez parte de outros subisídios, mas, contém algumas atualizações. Além de constar uma análise sobre os falsos profetas e falsas profecias, trato também de questões atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">O QUE É UM PROFETA</p>
<p style="text-align: justify;">O termo &#8220;profeta&#8221; deriva-se do hebraico nabhi (aquele que foi chamado, aquele que foi nomeado) e ocorre cerca de 309 vezes na Bíblia. O termo é usado tanto para se referir aos verdadeiros e aos falso profetas. A primeira ocorrência de nabhi está em Gênesis 20.7, onde Abraão é chamado de profeta. A segunda ocorrência acontece em Êxodo 7.1, que diz: &#8220;Então, disse o SENHOR a Moisés: Eis que te tenho posto por Deus sobre faraó; e Arão, teu irmão, será o teu profeta&#8221;. É exatamente neste sentido (porta-voz) que o termo é utilizado para aqueles que falam em nome de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">O termo grego para &#8220;profeta&#8221; é prophetes. Trata-se de um substantivo composto da raiz phe (dizer, proclamar), do prefixo pro (antes, de antemão). Embora possa ter o sentido de &#8220;aquele que prediz&#8221;, na literatura antiga a combinação do prefixo pro com os verbos para &#8220;falar&#8221; não possui a idéia de indicar o futuro. Dessa forma, profeta pode significar &#8220;o que proclama abertamente&#8221;, &#8220;o que proclama em alta voz&#8221;, &#8220;o que declara abertamente&#8221;, &#8220;o que denuncia abertamente&#8221; etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Unindo os termos do Antigo e do Novo Testamento, pode-se entender &#8220;profeta&#8221; como alguém nomeado por Deus para proclamar abertamente a sua palavra. Dessa forma, a autoridade do profeta reside naquele que o nomeou e na fidelidade para com a mensagem recebida.</p>
<p style="text-align: justify;">OS FALSOS PROFETAS</p>
<p style="text-align: justify;">Como já citados na lição passada, os falsos “profetas”, ou seja, aqueles que dizem falar em nome de Deus, são reconhecidos pela ausência de frutos (caráter cristão e compromisso com Deus) em suas vidas, ou pela má qualidade dos mesmos (Mt 7.15-20). Eles geralmente;</p>
<p style="text-align: justify;">- Falam para agradar seus ouvintes ou &#8220;patrões&#8221; ( I Rs 22.1-6 );<br />
- Falam sem serem autorizados por Deus ( Ez 13.1-9 );<br />
- Suas profecias tendem a afastar o povo da Palavra de Deus ( Dt 13.1-4 );<br />
- Sempre estão procurando tirar vantagens dos seus “dons” ( Nm 22.7; Jd 11 );</p>
<p style="text-align: justify;">Os falsos profetas agem também no que podemos chamar de &#8220;profecia pessoal&#8221;, e nesse âmbito eles fazem e desfazem namoros, noivados e casamentos, orientam líderes em decisões na igreja, atendem os &#8220;clientes&#8221; em relação às suas decisões nas diversas esferas da vida, são considerados em alguns lugares com mais autoridade do que o pastor da igreja, fazem e acontecem, pintam e bordam.</p>
<p style="text-align: justify;">O FALSO PROFETA HANANIAS (PROFETA X PROFETA)</p>
<p style="text-align: justify;">Hananias é o modelo do tipo de falso profeta que vemos nos dias atuais. Suas atitudes se enquadram claramente no perfil descrito acima. Os falsos profetas possuem o mesmo destino de Hananias, ou seja, mas cedo ou mais tarde morrerão, pois cavam a cova do seu ministério e destroem com as próprias atitudes a sua dignidade e credibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os profetas falsos geralmente se irritam com os profetas verdadeiros. Hananias, numa atitude grosseira e violenta &#8220;tomou o jugo do pescoço do profeta Jeremias e o quebrou&#8221; (Jr 28.10). Penso que uma das coisas que o deixou furioso foi a ironia de Jeremias diante da falsa profecia (Jr 28.1-4). Após ouvir a falsa profecia de Hananias, as palavras iniciais de Jeremias foram:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Amém! Assim faça o Senhor; confirme o SENHOR as tuas palavras, com que profetizaste, e torne ele a trazer da Babilônia a este lugar os utensílios da Casa do SENHOR e todos os exilados&#8221; (Jr 28.5-6)</p>
<p style="text-align: justify;">CUIDADO COM OS FALSOS PROFETAS (QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS)</p>
<p style="text-align: justify;">Os falsos profetas com as falsas profecias continuam agindo nos dias atuais. Eles estão por toda parte, proclamam absurdos e as mais diversas heresias. Nos últimos dias, um claro exemplo da gravidade deste problema acontece em plena tv aberta. Estou falando das profecias e ensinos acerca da Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Campanhas ridículas e argumentos heréticos estão conduzindo muita gente boa e simples para o engano. Em nome da salvação de almas se levanta recursos para a manutenção de programas que não pregam mais o Evangelho de Jesus, mas que se tornaram meros disseminadores da chamada &#8220;Teologia da auto-ajuda.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre isto já escrevi em:</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://www.altairgermano.net/2009/12/telogia-da-prosperidade-e-da-vitoria.html">TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E DA VITÓRIA FINANCEIRA: HERESIAS E HEREGES</a><br />
- <a href="http://www.altairgermano.net/2009/12/vacina-contra-peste-da-teologia-da.html">VACINA CONTRA A PESTE DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE</a></p>
<p style="text-align: justify;">Observe um trecho no mínimo interessante, e sua relação com o que temos visto e ouvido:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A Teologia ou Evangelho da Prosperidade (ou ainda da Vitória Financeira) tem suas origens nos Estados Unidos, onde por volta dos anos 30 e 40, através dos ensinos de Essek William Kenyon (1867-1948), pastor de várias igrejas na América e fundador de uma denominação própria, ele foi também escritor e radialista (MARIANO, 1999, p. 151). Seus ensinos eram focados na cura, saúde, abundância, prosperidade, riqueza e felicidade pelo poder da mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariano (idem, p. 152) afirma que Kenyon nunca pregou nem escreveu sobre prosperidade (talvez numa perspectiva doutrinária). Segundo ele, foi o evangelista Oral Roberts quem criou a noção de “Vida Abundante” e deu início à pregação da doutrina e evangelho da prosperidade, prometendo retorno financeiro sete vezes maior que o valor ofertado. Muito interessante, é o fato de que Oral Roberts passou a dar maior ênfase a tal mensagem a partir de 1954, quando ingressar na TV, suas despesas aumentaram consideravelmente. Nos anos 70, nos narra ainda Mariano que Kennet e Gloria Copeland radicalizaram, dando maior projeção ao evangelho da prosperidade, quando prometeram retorno centuplicado dos dízimos e ofertas (BARRON, 1987 apud MARIANO, ibidem).&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma lastimável manifestação do desespero para o pagamento de programa de televisão tem motivado falsas profecias. Veja os vídeos abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ron0rFLRvjo&amp;feature=related">VÍDEO 1</a><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JN66Nbokgv8&amp;feature=related">VÍDEO 2</a><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xhgrlxEF7lE&amp;feature=related">VÍDEO 3</a><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FfZAeLwPEck&amp;feature=related">VÍDEO 4</a><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KCTVnWOw99Y">VÍDEO 5</a><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZFzUsnQLBWU&amp;feature=player_embedded">VÍDEO 6</a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seu blog, o pastor Ciro Zibordi escreveu sobre a questão em <a href="http://cirozibordi.blogspot.com/2010/05/por-que-teologia-das-emente-e.html" target="_blank">POR QUE A TEOLOGIA DAS SEMENTES É INCONGRUENTE?, e no portal &#8220;O GALILEO</a>&#8221; consta um interessante debate sobre o assunto, inclusive contando com a participação do pastor Carlos Roberto, Secretário do Conselho de Doutrina da CGADB. Assista o debate AQUI.</p>
<p style="text-align: justify;">Ultimamente os falsos profetas da Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira que atuam no Brasil lançaram mais uma falsa profecia. Trata-se da &#8220;Unção Financeira dos Últimos Dias&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia <a href="http://www.vitoriaemcristo.org.br/_gutenweb/_site/hotsite/morris2010/">AQUI</a> ou assista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=av5VhPZSB3Y">AQUI</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Observe os textos bíblicos abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Sabe que, quando esse profeta falar em nome do Senhor, e a palavra de se não cumpri, nem suceder, como profetizou, esta é a palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenha temor dele.&#8221; (Dt 18.22)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis&#8221;. (Dt 13.1-4)</p>
<p style="text-align: justify;">Perceba que um falso profeta não é apenas alguém que fala (ou prediz) algo em nome de Deus e que este algo não acontece. O segundo texto deixa claro que um profeta ou sonhador pode anunciar um sinal ou prodígio, e que isto pode vir a acontecer, mas que tal fato não autentica a integridade e a autoridade do profeta, nem a legitimidade da profecia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para discernir o falso do verdadeiro a pergunta chave é: Juntamente com a profecia, há um cuidado do profeta em se manter fiel ao Deus da Palavra e à Palavra de Deus?</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras religiões as pessoas estão também &#8220;testemunhando&#8221; o recebimento de bênçãos ou graças da parte de Deus, dos santos, de anjos e de outras entidades espirituais. O recebimento ou alcance destas promessas ou bênçãos legitima estas religiões, seus líderes e guias?</p>
<p style="text-align: justify;">Ir após outros deuses é o mesmo que ir após aquilo que o SENHOR não prescreveu, que não se sustenta à luz da Sagrada Escritura.</p>
<p style="text-align: justify;">A prosperidade dos filhos de Deus é uma verdade bíblica? Sim (Js 1.8; Sl 1.1-3; 2 Co 9.10-11). Já a Teologia da Prosperidade, com sua ênfase demasiada nas riquezas, suas exegese deturpada, seus métodos grosseiros e seus falsos profetas, não passa de uma corrupção doutrinária clara e absurda, que deve ser veementemente combatida e repudiada em nosso meio.</p>
<p style="text-align: justify;">CONCLUSÃO</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu livro &#8220;Assim diz o Senhor?&#8221;, John Bevere nos adverte para o fato de que é se conhecendo bem o autêntico que teremos condições de discernir o falso. O discernimento espiritual, oriundo do conhecimento das Escrituras e da ação do Espírito é sem dúvida alguma extremamente necessário para este momento. O desespero e encanto pelo sobrenatural, o desejo de tempos melhores, são alguns, dentre vários fatores para que o povo caia no engano dos falsos profetas e das falsas profecias.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane&#8221; (Mt 24.4)</p>
<p style="text-align: justify;">3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO<br />
Pergunte aos alunos sobre experiências e conhecimento de fatos que eles sabem acerca da ação de falsos profetas nos dias atuais em termos gerais e pessoais. Se for possível, indique ou apresente para eles os vídeos aqui citados das falsas profecias dos profetas da Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira analizando-os à luz da Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">4. RECURSOS DIDÁTICOS</p>
<p style="text-align: justify;">Tv, vídeo, computar, quadro, mapa, cartolina, pincel ou giz, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p style="text-align: justify;">- Assim diz o Senhor?, CPAD.</p>
<p style="text-align: justify;">- Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD.</p>
<p style="text-align: justify;">- Bíblia de Estudo Almeida, SBB.</p>
<p style="text-align: justify;">- Dicionário VINE, CPAD.</p>
<p style="text-align: justify;">- Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD.</p>
<p style="text-align: justify;">- Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, VIDA NOVA.</p>
<p style="text-align: justify;">- Conheça Melhor o Antigo Testamento, VIDA.</p>
<p style="text-align: justify;">- Heresias e Modismo: uma análise crítica das sutilezas de Satanás, CPAD.</p>
<p style="text-align: justify;">- Jeremias e Lamentações: introdução e comentário, MUNDO CRISTÃO.</p>
<p style="text-align: justify;">Desejo a todos uma excelente aula para a glória de Deus!</p>

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</div>]]></content:encoded><description>Pr. Altair Germano
Mais uma vez, e nunca é demais, o tema &amp;#8220;Falsos Profetas&amp;#8221; é retomados em nossas lições bíblicas. O texto abaixo já fez parte de outros subisídios, mas, contém algumas atualizações. Além de constar uma análise sobre os falsos profetas e falsas profecias, trato também de questões atuais.
O QUE É UM PROFETA
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://rxisaias.blogspot.com/">http://rxisaias.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;">Texto Áureo = “E temos mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração” (2 Pe 1.19).<br />
Verdade Pratica = A coleção dos livros dos profetas Menores já era conhecida, nessa forma, desde o Período Interbíblico.<br />
Leitura Bíblica = 2 PEDRO 1.19-21, = AMOS 7.10-15</p>
<p style="text-align: justify;">
INTRODUÇÃO<br />
Os Profetas Menores, no nosso Antigo Testamento, estão na mesma seqüência do cânon judaico: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Os livros desses profetas receberam o nome de seus respectivos autores, cujos ministérios abrangem o tempo que vai de 800 a 435 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">
I. OS PRIMEIROS PROFETAS LITERARIOS</p>
<p style="text-align: justify;">
1. Jonas. No hebraico é Yonah, que significa “pombo”. Era filho do profeta Amítai, do Reino do Norte, e habitava em Gate Hefer (2 Rs 14.25); segundo Jerônimo, uma aldeia nos arredores de Nazaré. Jonas viveu na época de Jeroboão II, entre 791-753 a.C., quando os assírios atormentavam o Reino de Israel.<br />
O livro é um testemunho da soberania divina. Jeová não é apenas um Deus nacional, mas Senhor de toda a Terra, que faz justiça e usa de misericórdia para com todos os homens. Com exceção do segundo capítulo, o livro é uma narrativa da missão do próprio Jonas, enviado a Nínive, capital da Assíria, a fim de que o povo daquela cidade se arrependesse de seus pecados. O Senhor Jesus mencionou o “grande peixe” e a missão de Jonas em Mateus 12.39-41.<br />
2. Joel. No hebraico é Yoele significa “Jeová é Deus”, nome bastante comum no Antigo Testamento (1 Sm 8.2; 1 Cr11.38; 15.7). É o profeta pentecostal, por ter profetizado o derramamento do Espírito Santo para estes últimos dias; entretanto é também reconhecido como o profeta do “dia do SENHOR”.<br />
Joel e Jonas estão entre os primeiros profetas literários na ordem cronológica dos Profetas Menores. O primeiro capítulo anuncia uma grande devastação causa- da pela praga de gafanhotos, que muitos interpretam como a invasão dos caldeus. O segundo encerra-se com a promessa da efusão do Espírito Santo, cujo cumprimento iniciou-se no Pentecostes e continua até nossos dias. E o terceiro capítulo é escatológico; fala do julgamento das nações no vale de Josafá, parte oriental de Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">
II. OS PROFETAS CONTEMPORANEOS</p>
<p style="text-align: justify;">
1. Oséias. Oséias, Amós e Miquéias viveram na mesma época. Com o profeta Isaías, eles formam o quarteto do período áureo da profecia hebraica (790 e 695 a.C.). Oséias e Amós profetizaram no Reino do Norte, enquanto Miquéias, em Judá.<br />
a) Vida pessoal de Oséias. Tudo o que se sabe da vida pessoal do profeta Oséias é proveniente de seu próprio livro. Seu nome em hebraico é Oshea, e significa “Jeová é salvação”. Profetizou no Reino do Norte no período de sua maior anarquia nacional; época em que o povo vivia em apostasia generalizada.<br />
b) Conteúdo do livro. Oséias encabeça a lista dos Profetas Menores. Contém 14 capítulos e está dividido em duas partes: a primeira, relata a história do próprio profeta e o estado espiritual de seu povo naqueles dias (1-3). É o sumário do livro. A segunda parte refere-se ao mesmo assunto, porém, de maneira mais ampla e detalhada.<br />
Oséias é o livro do amor de Jeová. Sua mensagem aborda o alerta divino contra o pecado, advertências sobre o juízo divino, o amor eterno de Jeová e a profecia sobre a restauração de Israel, no fim dos tempos.<br />
O profeta é citado nominal- mente no Novo Testamento (Rm 9.25,26), e seu livro mencionado, em outras partes, como a profecia messiânica (11.1; Mt 2.15).<br />
2. Amós. No hebraico é Amos, e significa “fardo pesado, carga”. Este nome não aparece em outra parte do Antigo Testamento. Apesar de Deus tê-lo chamado do meio do rebanho em Tecoa para o ministério dos profetas, o próprio Amós se apresentou apenas como “boieiro e cultivador de sicômoros” (7.10-14).<br />
Em virtude de sua mensagem, foi perseguido por Amazias, sacerdote apóstata de Betel. Mesmo sendo de Judá, exerceu seu ministério no Reino do Norte.<br />
O livro de Amós consiste numa série de ameaças contra as nações vizinhas; é o livro da justiça de Jeová. Termina com a promessa do retorno de Judá à sua terra para nunca mais ser desarraigado (9.14,15). O livro foi citado por Estevão (At 7.42,43) e por Tiago, no Concílio de Jerusalém (At 15.16-18).<br />
3. Miquéias. No hebraico é Mikhah, e significa “quem é semelhante a Jeová?”. Ele era de Moresete-Gate (1.14). O livro está divido em três seções que começam com apalavra “Ouvi” (1.2; 3.1; 6.1). Cada parte inicia-se com repreensão aos transgressores por causa de seus pecados, e anuncia o juízo. Por fim, vem as promessas de bênção com a vinda do Messias. Miquéias é citado por Jeremias (26.18,19) e pelo Senhor Jesus (Mt 10.3 5,36). O livro contém profecias similares a de Isaías; alguns trechos são idênticos (4.1-3; Is 2.2-4).<br />
Em Miquéias encontramos a profecia da cidade natal do Messias (5.2; Mt 2.1-6).<br />
III. OBADIAS E NAUM<br />
1. Obadias. No hebraico é Obadiah, e significa “servo de Jeová”. Nome comum no Antigo Testamento (1 Rs 18.3; 2 Cr34.12; Ed 8.9). É o menor livro dos Profetas Menores, de apenas um capítulo. O conteúdo do livro de Obadias é uma mensagem profética acerca da condenação de Edom, em razão desta nação ter ajudado os caldeus durante o cerco de Jerusalém e se alegrado com a queda e desterro desta.<br />
2. Naum. No hebraico é Nahum, e significa “consolação”. Este nome não aparece em outra parte da Bíblia. Era de Elcose (1.1), lugar ainda desconhecido. Naum profetizou em Judá, pois nos seus dias o Reino do Norte estava no cativeiro, e é reconhecido como o mais veemente dos profetas. O conteúdo do livro é um sim- pies poema, porém, de elevada ordem. O tema da profecia é o fim do império assírio, cerca de 150 anos depois de Jonas. Há uma referência ao livro de Naum no Novo Testamento (1.15; Rm 10.15), Outra passagem similar em Isaías (52.7). É possível que o apóstolo tivesse em mente as duas passagens.<br />
1. Habacuque. Seu nome em hebraico é Habaquq, de significado incerto; mas pode significar “abraço ardente”, pois o verbo hebraico habaq quer dizer “abraçar”, idéia defendida por Martinho Lutero. Outros acham que o nome é proveniente de uma planta comum nos jardins assírios chamada hambaququ, todavia essa possibilidade é remota. Nada sabemos de sua vida pessoal.<br />
a) Conteúdo. O livro de Habacuque apresenta uma característica atípica em relação aos outros livros, pois os outros profetas falavam em nome de Deus, enquanto Habacuque interroga ao Todo- Poderoso; é o registro de sua própria experiência com Deus. “Por que olhas, pois, para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?” (1.13). Eis a resposta do Senhor a essa e a outras perguntas: “&#8230; o justo, pela sua fé, viverá” (2.4). O primeiro capítulo narra a invasão dos caldeus; o segundo prediz o juízo divino contra os invasores e o terceiro, a destruição das potências inimigas a vinda do Senhor Jesus.<br />
b) No Novo Testamento. A mensagem principal é a profunda declaração “o justo, pela sua fé, viverá”, citada três vezes no Novo Testamento (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38). O apóstolo Paulo citou Habacuque quando pregou na sinagoga de Antioquia da Pisídia (1.5; At 1.14,40,41).<br />
2. Sofonias. Seu nome em hebraico Tsephan-Yah, que significa “Jeová esconde”. Tudo que se sabe da vida pessoal desse profeta é que era filho de Cusi, tataraneto do rei Ezequias, e que seu ministério transcorreu nos dias de Josias, irei de Judá (1.1). O primeiro capítulo do seu livro anuncia juízos iminentes sobre Judá em conseqüência de sua injustiça, hipocrisia e idolatria; o segundo, os castigos divinos sobre diversas nações e, no terceiro, há uma censura à cidade de Jerusalém.<br />
Não há citação direta de Sofonias no Novo Testamento, no entanto, temos o seu tipo de linguagem e de suas expressões proféticas como o “dia da ira” (1.15,18; Rm 2.5; Ap 6.17) e também o derramamento da “indignação” divina (3.8; Ap 16.1).<br />
IV. OS PROFETAS MENORES II &#8211; ESDRAS 5.1 – 11<br />
A participação de Ageu e Zacarias foi marcante na construção da Casa de Deus. Essa história está registrada em Esdras e Neemias. O declínio espiritual dos judeus, descrito no final do livro de Neemias, parece coincidir com os dias difíceis de frieza espiritual e de indiferentismo religioso denunciados por Malaquias no seu livro.</p>
<p style="text-align: justify;">
V. LIVRO DO PROFETA AGEU</p>
<p style="text-align: justify;">
1. Ageu. Foi contemporâneo do líder Zorobabel e do profeta Zacarias. Seu nome hebraico é Haggai e significa “festivo”. Juntamente com Zacarias, o Espírito Santo levantou Ageu para despertarem no povo o interesse pela construção do Templo de Jerusalém (Ed 5.1,2).<br />
2. Conteúdo. O livro de Ageu consiste apenas de quatro curtas mensagens:<br />
a) A primeira mensagem (1.1). Foi um apelo à consciência do povo por causa do seu comodismo e falta de interesse pela construção da Casa de Deus. Infelizmente, ainda hoje existe este tipo de gente que não se dói pela Casa de Deus quando ela é profanada, ultrajada, abandonada e confundida com uni lugar comum.<br />
b) A segunda mensagem (2.1). O discurso sobre a bênção da segunda Casa. Deus confirmou sua palavra e o novo rei da Pérsia desembargou a construção. O Templo foi inaugurado em 516 a.C., “no sexto ano do reinado do rei Dano” (Ed 6.15).<br />
c) A terceira e a quarta mensagens (1.2). A terceira, veio “ao vigésimo &#8211; quarto dia do mês nono” (2.10), janeiro de 519 a.C., verberando contra o indiferentismo do povo. A quarta veio no mesmo dia (2.20); profecia dirigida a Zorobabel, príncipe de Judá, herdeiro legítimo do trono de Davi.<br />
3. No Novo Testamento. Zorobabel é mencionado na genealogia de Jesus (Mt 1.12,13; Lc 3.27) e há uma citação direta de Ageu no Novo Testamento (2.6; Hb 12.26,2 7).<br />
VI. O LIVRO DO PROFETA ZACARIAS<br />
1. Zacarias. Seu nome hebraico vem de Zachar-Yah, que significa “Jeová se lembrou”. Profetizou junto com Ageu nos dias de Zorobabel.<br />
2. Conteúdo. Seu livro se di- vide em duas partes principais.<br />
a) A primeira. Até o capítulo 6. É uma coletânea de oito visões que terminam com o sacerdote Josué coroado, figura do Messias, o único rei e sacerdote da história, depois de Melquisedeque (6.11-14).<br />
b) A segunda. Consiste numa exortação à obediência aos que estão ainda na Babilônia, e promessas futuras para os judeus (7,8). São mensagens proféticas sobre os últimos dias de Israel e Jerusalém. Falam do cerco de Jerusalém pelas grandes potências mundiais e o grande livramento dos judeus, no dia em que aceitarão e aclamarão o Senhor Jesus como o seu Messias (12.10; 12.2,3; 14.2,3).<br />
3. No Novo Testamento. A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Mt 2 1.5) é o cumprimento de Zacarias 9.9, e que o Messias seria traspassado por uma espada (12.10; Jo 19.37; Ap 1.7). Da mesma forma a profecia do Pastor ferido (13.7; Mt 26.31).</p>
<p style="text-align: justify;">
VII. O LIVRO DO PROFETA MALAQUIAS<br />
1. Malaquias. Seu nome hebraico é Mala kh-Yah, que significa “anjo”, ou “mensageiro de Jeová”. A Septuaginta traduziu o termo hebraico acima por angelou autou, que significa “seu anjo”, ou “mensageiro”.<br />
2. Seu ministério. Parece que o ministério de Malaquias coincide com o período em que Neemias havia retornado à Babilônia, “no ano trinta e dois de Artaxerxes” (Ne 13.6,7), uma referência a Artaxerxes 1, da Pérsia, que reinou entre 464 e 423. A mensagem de Malaquias teve lugar numa época em que o Templo já estava construído. O problema não era mais a falta do Templo para adorar a Deus, mas a decadência espiritual e o indiferentismo religioso do povo.<br />
3. Conteúdo. A infidelidade dos sacerdotes (1.12,13) e as advertências do profeta continuam no capítulo 2, até o versículo 9. A reprovação divina também inclui os casamentos mistos e a proliferação do divórcio. É parte da frieza espiritual o desprezo pelos dízimos e ofertas (3.7-11). O capítulo 4 reaviva a esperança messiânica com a promessa do “Sol da Justiça” (4.2).<br />
4. No Novo Testamento. O profeta Malaquias anunciou a vinda de Elias, a quem o Novo Testamento identifica na pessoa de João Batista, o precursor do Messias (3.1; 4.5,6; Mc 1.2; Mt 11.10,14; 17.11). Não há qualquer contradição quanto a Elias e João Batista. Eles tinham muitas similitudes em seus ministérios. Em Lucas 1.17, “no espírito e virtude de Elias” tão- somente significa que João Batista tinha um caráter como o de Elias: enérgico, positivo, impetuoso, zeloso e espiritual.<br />
VIII. OS PROFETAS MAIORES = Jeremias 1: 1 – 7<br />
Houve entre o povo os profetas orais, ou melhor, os que não escreveram suas mensagens, e os profetas literários, estes divididos em dois grupos: Profetas Maiores (cinco) e Profetas Menores (doze). Foram assim classificados por Agostinho em virtude do volume de seus escritos. Os Profetas Maiores são:<br />
Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel e Daniel, que constituem o assunto da lição de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">
IX. LIVRO DE ISAIAS<br />
1. Isaías. Isaías, o mais ilustre dos profetas literários, é conhecido como o profeta messiânico, pois o seu livro é o que mais faz menção da vinda do Messias. Nada sabemos sobre Amos, o pai de Isaías (1.1), porém o Talmude afirma que era irmão do rei Uzias. Assim, Isaías seria sobrinho de Uzias, rei de Judá. Isaias exerceu o ministério de profeta e conselheiro da corte, e viveu entre 740 e 660 a.C. Foi contemporâneo de Oséias, Amós e Miquéias (Os 1.1; Am 1.1; Mq 1.1).<br />
2. O livro. O livro recebe o nome de seu autor, Isaías, que em hebraico é Yeshaiahu, “Jeová é Salvação”. É o primeiro dos Profetas Posteriores, no cânon judaico, vindo logo depois dos livros dos Reis e seguido de Jeremias, Ezequiel e os Profetas Menores.<br />
3. Conteúdo da primeira parte. O livro apresenta duas partes principais: a primeira, que compreende os capítulos 1-3 9, e a segunda, os capítulos 40-66; apresentando assim uma similaridade face aos 39 livros do Antigo Testamento e os 27 do Novo, havendo nisso também uma semelhança de conteúdo.<br />
a) Contra as nações inimigas. A primeira parte consiste em discursos e mensagens proféticas visando, em primeiro plano, tudo o que diz respeito à vida e à piedade, ao bem-estar social e espiritual da nação eleita. Entretanto, há também advertências contra as nações inimigas, como a Babilônia (13.14- 23) e as nações vizinhas, a Filístia (14.28-32), Moabe (15; 16), Síria (17), Egito (19-20), Edom e Aribla (21.11-17).<br />
b) Alusões históricas. Há, ainda, nessa primeira parte, alusões históricas como sua chamada no capítulo 6; a aliança entre o Reino do Norte e Rezim, rei de Damasco, para destruir a casa de Davi; ocasião da promessa do Messias e seu nascimento de uma virgem (7.14). Relata também como Deus acrescentou mais 15 anos de vida ao rei Ezequias (38), e a invasão de Jerusalém por Senaqueribe, rei da Assíria, e sua derrota (39).<br />
c) Profecias messiânicas e escatológicas. Há profecias messiânicas (9.1-6; 11.1), e também escatológicas para o Milênio nos capítulos 2-4 e 11. A mensagem profética:<br />
“Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear” (2.4), encontra-se na entrada da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque.<br />
4. Conteúdo da segunda parte. Trata-se de uma mensagem profética e ininterrupta, diferindo assim da primeira parte. Começa com uma palavra de conforto (40.1), tendo como ponto de partida o cativeiro, previsto em 39.5-8. É um longo discurso de livramento e de promessas escatológicas de esperança — quer para Israel, quer para o mundo — por intermédio de Jesus Cristo (60.3; 66.12; Ap 21.24). Essa diferença entre as duas partes fez os críticos forjarem a Teoria do Deutero-Isaías, isto é, o segundo Isaías. Todavia há inúmeras citações de ambas as partes do livro de Isaias no Novo Testamento: da primeira (29.13; Mt 5.7,9), e da segunda (53.l; Jo 12.38) logo, essa teoria não passa de falatório vazio, humano.<br />
X. O LIVRO DE JEREMIAS<br />
1. Jeremias. Seu nome hebraico é YiremeYahu “Jeová eleva” ou “Jeová lança”. Foi perseguido pela casa real em Jerusalém muitas vezes (37.15), e após a destruição da Cidade Santa foi levado ao Egito, contra a sua vontade. A tradição judaica diz que morreu em Mênfis, no Egito, por volta de 577 a.C. (43.4- 7). Viu a destruição de Jerusalém e chorou por ela. É também conhecido como o Profeta das Lágrimas.<br />
2. Conteúdo. Seus discursos são intercalados pela história do próprio profeta e também pela de seu povo. Essas profecias não estão dispostas na mesma seqüência cronológica em que foram pronunciadas. O livro abrange o reinado de Josias e vai até o cativeiro na Babilônia.<br />
a) Profecias contra as nações inimigas. Há uma série de profecias contra as nações inimigas, proferidas em datas diferentes e agrupadas a partir do capítulo 46, envolvendo o Egito, Filistia, Moabe, Amom, Edom, Síria, Elão e Hazor; considerando que os capítulos 50 e 51 falam acerca da Babilônia. O último capítulo descreve a destruição de Jerusalém e o cativeiro de Judá (52).<br />
b) Promessa de retorno da Babilônia. Duas vezes a palavra profética fala do retorno de Judá após os 70 anos na Babilônia, que deu ao povo esperança da reconstrução nacional (25.11; 29.10). Jeremias anunciou a vinda do Messias, o rei da descendência de Davi (23.5,6). O livro é citado muitas vezes no Novo Testamento (31.15; Mt 2.17,18).<br />
XI. LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS<br />
1. Título. Seu título em hebraico é Eichah, “como?”, a primeira palavra do livro. Na Septuaginta seu nome é Threnoi, no singular threnos, que significa “lamento, gemido, cântico de dor, cântico fúnebre”.<br />
É o quarto livro dos Hagiógrafos, no Megilloth, no cânon judaico; e é lido no dia 9 de Abe (julho- agosto), data do jejum pela destruição do Templo (2 Rs 25.8,9).<br />
2. Conteúdo. São cinco capítulos compostos em forma poética, como um apêndice às profecias de Jeremias. O livro é, na verdade, o cântico fúnebre da cidade, exprimindo o sentimento de dor em decorrência da desolação de Jerusalém e destruição do Templo. Rico em expressão patriótica, seu objetivo é trazer os judeus ao arrependimento e ensinar o povo a se humilhar ante o castigo divino. No Novo Testamento temos uma possível alusão a Lamentações<br />
(3.45; 1 Co 4.13).<br />
XII. O LIVRO DE EZEQUIEL<br />
1. Ezequiel. Seu nome hebraico é Yehez’qel, “fortalecido por Deus”. É o terceiro livro dos Profetas Posteriores no cânon judaico. Um dos profetas do cativeiro, juntamente com Daniel. Foram levados na primeira deportação para Babilônia. Junto ao rio Quebar profetizou durante 22 anos (1.1; 43.3).<br />
2. Conteúdo. O livro está dividido cronologicamente em duas partes: antes e depois da queda de Jerusalém.<br />
a) A primeira parte. Os primeiros 24 capítulos são profecias anteriores à queda de Jerusalém. Neles estão registradas as visões da glória de Jeová, predição da destruição de Jerusalém e do Templo, idolatria no Templo e prenúncio da retirada da glória de Deus do Templo e da cidade (10.18; 11.23). Traz também uma série de advertências quanto aos falsos profetas e aos reis de Judá, afirmando que seus pecados eram idênticos aos das Dez Tribos do Norte.<br />
b) A segunda parte. A segunda parte começa com predições contra sete nações: Amom, Moabe, Edom, Filístia, Tiro, Sidom e Egito (25-32). Os capítulos 33 a 39 descrevem o retorno dos judeus dispersos à terra de seus antepassados. Profecias sobre a restauração nacional, que se cumprem em Israel na atualidade. A mensagem profética contida neste livro prevê que, antes da restauração espiritual de Israel, virão Gogue e seu bando para invadir a Terra Santa, e ali serão derrotados. Nesse contexto, estão presentes as profecias messiânicas, algumas vezes, de maneira explícita (37.25).<br />
c) A parte final. Ezequiel conclui sua mensagem com o Milênio, trazendo a descrição do novo Tem- pio e da restauração da ordem no país (40-48). O livro é citado várias vezes no Novo Testamento, sendo que a maior parte se acha em Apocalipse. Em Mateus 32.7; 24.29 e Apocalipse 26.16,17; 18.9,10.<br />
XIII. O LIVRO DE DANIEL<br />
1. Daniel. Foi levado cativo para a Babilônia ainda jovem. Testemunhou a queda da Babilônia e continuou no reino da Pérsia como ministro de estado. Seu nome hebraico é Daniyel, que significa “Deus é meu Juiz”, nome mudado na corte de Nabucodonosor para Beltessazar (1.7), isto é, “Bel proteja sua vida”. Bel era uma divindade pagã na Babilônia.<br />
2. Conteúdo. O livro faz parte dos Históricos, nos Hagiógrafos, no cânon judaico, e não dos Profetas (no referido cânon). Está dividido em duas partes: histórica (1-6) e apocalíptico-profética (7- 12). O próprio Daniel toma parte na história que escreve como profeta, conselheiro do rei Nabucodonosor e estadista. A segunda parte é apocalíptica e fala dos quatro últimos impérios mundiais que surgiram depois do profeta. Ele é citado por nome pelo Senhor Jesus (Mt 24.15).<br />
CONCLUSÃO<br />
Os Doze Profetas são considerados como um só livro desde o Período Interbíblico. Isso significa que todos os livros desses Profetas Menores são inspirados e reconhecidos no Novo Testamento, ainda que alguns deles não sejam citados de maneira direta, como Obadias e Sofonias.<br />
O Antigo Testamento anuncia bênçãos para toda a humanidade. Através de Jesus, cada crente pode hoje oferecer a Deus adoração pura e sincera: “Mas, desde o nascente do sol até ao poente, será grande entre as nações o meu nome; e, em todo lugar, se oferecerá ao meu nome incenso e uma oblação pura; porque o meu nome será grande entre as nações, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ml 1.11).<br />
É um convite para todos os povos adorarem a Deus em espírito e em verdade<br />
(Jo 4.2 3).<br />
Os profetas eram porta-vozes de Deus para ensinar o povo e anunciar as coisas futuras. Os sacerdotes apresentavam o povo a Deus; e os profetas, Deus ao povo.<br />
Nenhum povo da Terra experimentou o privilégio de ser instruído pelo Todo-Poderoso por meio dos profetas, a não ser Israel. Este, um povo privilegiado. Porém, privilégio implica responsabilidade, e nisso Israel falhou e sofreu as conseqüências.<br />
Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus<br />
Lições bíblicas CPAD 2003<br />
Bíblia de Estudo Pentecostal</p>

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http://rxisaias.blogspot.com/
Texto Áureo = “E temos mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração” (2 Pe 1.19).
Verdade Pratica = A coleção dos livros dos profetas Menores [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.ensinodominical.com.br/profetas-maiores-e-menores-3/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><enclosure url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2270" length="781967" type="application/octet-stream" /><media:content url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2270" fileSize="781967" type="application/octet-stream" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Isaías de Jesus http://rxisaias.blogspot.com/ Texto Áureo = “E temos mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração” (</itunes:subtitle><itunes:summary>Isaías de Jesus http://rxisaias.blogspot.com/ Texto Áureo = “E temos mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração” (2 Pe 1.19). Verdade Pratica = A coleção dos livros dos profetas Menores [...]</itunes:summary><itunes:keywords>3º Trimestre 2010, Isaías de Jesus</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.ensinodominical.com.br/profetas-maiores-e-menores-3/</feedburner:origLink></item><item><title>Profetas maiores e menores – 2</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ensinodominical/~3/GePPpkJ3XSE/</link><category>3º Trimestre 2010</category><category>Francisco A. Barbosa</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Sat, 07 Aug 2010 10:29:44 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.ensinodominical.com.br/?p=2268</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TDmielQUaKZ7zPm2j5vuSCrvypw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TDmielQUaKZ7zPm2j5vuSCrvypw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TDmielQUaKZ7zPm2j5vuSCrvypw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TDmielQUaKZ7zPm2j5vuSCrvypw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/uploads/2010/06/3_TRIMESTRE10.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2210" title="3trimestre" src="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/uploads/2010/06/3_TRIMESTRE10.jpg" alt="" width="132" height="200" /></a>por Francisco A. Barbosa</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://auxilioebd.blogspot.com/">http://auxilioebd.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;">COMENTÁRIO</p>
<p style="text-align: justify;">(I. INTRODUÇÃO)</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa lição de hoje objetiva despertar-nos a atenção para a organização do texto bíblico. Houve entre o povo os profetas orais, ou melhor, os que não escreveram suas mensagens, e os profetas literários, estes divididos em dois grupos: Profetas Maiores (cinco) e Profetas Menores (doze). Foram assim classificados por Agostinho[1] em virtude do volume de seus escritos. O estudo sistêmico das Escrituras é a chave para um fiel entendimento. Temos aprendido que os santos profetas falaram o que Deus queria transmitir à humanidade, e em muitos casos, encontramos oráculos que apontam um mesmo acontecimento sendo proferidos por profetas distintos, Sofonias e Jeremias, por exemplo. É preciso compreendermos a organização dos livros proféticos e, conseqüentemente, de toda a Bíblia, a fim de que tenhamos uma base firme para prosseguir nos estudos bíblicos e teológicos. Neste subsídio, faremos uma exegese do texto da Leitura Bíblica em Classe e um resumo dos livros proféticos. Boa aula!</p>
<p style="text-align: justify;">(II. DESENVOLVIMENTO)</p>
<p style="text-align: justify;">I. OSÉIAS &#8211; O PROFETA MENOR</p>
<p style="text-align: justify;">1. Oséias em o Novo Testamento. Oséias (hb ????????, Hošea, Salvação do/é o Senhor; gr ????, ?s?e), profeta em Israel no século VIII a.C., filho de Beeri. Casado com a prostituta Gomer, filha de Diblaim, por ordem de Deus, viveu no Reino do Norte durante o período de 780 a 725 a.C. A vida familiar de Oséias refletia a relação ‘adúltera’ que Israel havia construído com os deuses cananeus. Os nomes de seus filhos lhes transformaram em profecias ambulantes da queda da dinastia dominante e do pacto rompido com Deus &#8211; de maneira muito semelhante ao profeta Isaías uma geração mais tarde. Oséias freqüentemente é visto como um ‘profeta do destino’, porém sob sua mensagem de destruição está uma promessa de restauração. O Talmude[2] (Pesachim 87a) alega que ele teria sido o maior profeta de sua geração (que incluiu o mais notório Isaías). Os escritos sagrados hebraicos são conhecidos como Tanakh, escritos em hebraico e em aramaico a partir do século XVI e até o século V a.C. Tanakh ou Tanach (hb ????) é um acrônimo[3] utilizado dentro do judaísmo para denominar seu conjunto principal de livros sagrados, sendo o mais próximo do que se pode chamar de uma Bíblia Judaica. O conteúdo do Tanakh é equivalente ao Antigo Testamento, porém com outra divisão. O Tanach é às vezes chamado de Mikrá (????). Paulo fundamentava sua pregação e seu ensino na Torah (Lei) e nos Neviim (Profetas) e dizia que não pregava outra coisa senão o que “os profetas e Moisés disseram que devia acontecer” (At 26.22). Escrevendo aos Romanos (9.25), ele cita Oséias 2.23 e 1.10 que em sua composição original referem-se à restauração do Israel apóstata à Deus, para nos ensinar que há um Israel espiritual (a igreja) além de um Israel nacional fazendo referência ao texto do profeta. Ele faz referencia, ainda, à Is 10.22, 23 e 1.9 para falar da misericórdia divina em preservar um remanescente do Israel físico, não deixando a nação apóstata ser aniquilada. Ele claramente cita os livros proféticos em ordem sistêmica – Profetas Menores e Profetas Maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">2. A vocação dos gentios prevista em Oséias. A narrativa desse livro mostra a evidente misericórdia divina em seu tratamento com os gentios; Paulo defende seu ensino afirmando que nem todos os que são chamados para ser ‘vasos de misericórdia’ pertence ao Israel físico, mas ele via em Oséias a inclusão dos gentios (Rm 9.24-26). O apóstolo encarava as profecias do AT sobre a nação de Israel como realizadas na Igreja, o novo Israel espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">3. A interpretação apostólica. ‘As Escrituras do NT descrevem Oséias como o responsável por ensinar a vida e o ministério de Cristo. Mateus vê em 11.1, uma profecia que foi cumprida quando Jesus, quando bebê, foi literalmente levado e trazido do Egito, um paralelo com a longa estada de Israel no Egito e o êxodo (Mt 2.15). O autor aos Hebreus acha em Jesus Aquele que capacita os crentes a oferecerem sacrifícios aceitáveis de louvor pelos quais nós nos tornamos recipientes do perdão misericordioso de Deus (Os 14.2; Hb 13.15). A Pedro, Jesus provê a base pela qual aqueles que estavam fora da família de Deus agora são admitidos a um relacionamento com Ele (Os 1.6,9; 1Pe 2.10). A Paulo, Jesus cumpre a promessa de Oséias de que alguém quebraria o poder da morte e da sepultura e traria a vitória da ressurreição (Os 13.14; 1Co 15.55). Os ensinamentos de Paulo acerca de Cristo como o noivo e a Igreja como noiva correspondem à cerimônia de casamento e os votos pelos quais Deus entra num permanente relacionamento com Israel (Os 2.19,20; Ef 5.25-32).’ Bíblia de Estudo Plenitude, SBB, p. 852.</p>
<p style="text-align: justify;">SINÓPSE DO TÓPICO (1)</p>
<p style="text-align: justify;">O livro de Oséias tem sua autoridade escriturística reconhecida pelo apóstolo Paulo, que vê neste livro prevista a vocação dos gentios como povo de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">II. ISAÍAS &#8211; O PROFETA MAIOR</p>
<p style="text-align: justify;">1. Explanação apostólica (v.27). Paulo aplica a profecia de Isaías 10. 22, 23 e 1.9 para confirmar que Deus, em sua misericórdia, preservou um remanescente do Israel físico. Se não houvesse agido assim, toda a nação apóstata teria perecido. Isaías profetizou que uns poucos judeus seriam salvos e Paulo, conhecedor dessa profecia, em todos os lugares que pregou, antes se dirigiu às Sinagogas e pregou aos judeus, embora, poucos aceitaram a mensagem do Evangelho. Romanos 9.27, 28 refere-se a Isaías 10.22, 23 e Romanos 9.29, a Isaías 1.9.</p>
<p style="text-align: justify;">2. O cumprimento das promessas de Deus (v.28). Paulo trata da eleição de Israel no passado, da sua rejeição do evangelho no presente, e da sua salvação futura. Ele afirma que a promessa de Deus para Israel não falhou, ela era apenas para os fiéis da nação (Gn 12.1-3; 17.19). A maior parte dos judeus não pôde crer, porque suas decisões no tocante a Jesus produziram o seu endurecimento da parte de Deus. As promessas de Deus nunca deixam inalteradas as pessoas que se recusam a ouvir, arrepender-se e crer. O apóstolo Paulo diz que Israel foi afastado (quebrado) por causa da sua incredulidade (Rm 11.20; cf. Sl 95.8; Hb 3.8). Mesmo assim, o endurecimento não foi permanente para cada indivíduo naquela nação. Todo aquele que cria, recebia a vida eterna. Na realidade, muitos em Israel chegaram a crer depois do Pentecoste (At 2.41).</p>
<p style="text-align: justify;">3. A graça de Deus prenunciada por Isaías (v.29). Paulo apresenta a idéia de uma descendência tirada de um grupo maior, como uma expressão da graça divina, fazendo alusão a Isaías 1.9. O destino das cidades impenitentes tipifica o terrível juízo divino contra os irreconciliáveis. Paulo argumenta, com isso, que todas as pessoas do mundo são condenáveis diante de Deus e adverte os judeus a reconhecerem a graça de Deus e a converterem-se ao Senhor, a fim de serem salvos (Rm 3.9,23,30; Gl 3.22).</p>
<p style="text-align: justify;">SINÓPSE DO TÓPICO (2)</p>
<p style="text-align: justify;">O profeta Isaías é referido pelo apóstolo como autoridade escriturística em relação à rejeição de Israel.</p>
<p style="text-align: justify;">III. CLASSIFICAÇÃO DOS LIVROS PROFÉTICOS</p>
<p style="text-align: justify;">O Antigo Testamento é a primeira das duas principais partes da Bíblia, e contém 39 livros, classificados em quatro grupos: Lei, Históricos, Poéticos e Proféticos. Essa ordem é padronizada, aqui, no ocidente, pois em outros cânones há alterações, ainda mais nos outros ramos do cristianismo como os católicos romanos, ortodoxos, armênios, etíopes, cópticos, siríacos e nestorianos, que incluem os livros apócrifos[4], e em alguns casos os pseudo-epígrafos[5]. O Antigo testamento Hebraico não contém os apócrifos, porém, estão arranjados de forma diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">1. Os Profetas Maiores. A ordem dos livros proféticos é um consenso de consideração quanto à extensão, data e autoria dos livros. Isaías, Jeremias e Ezequiel, obviamente os ‘profetas maiores’, estão listados em ordem cronológica no início da coleção. Apesar de o livro de Lamentações conter apenas cinco capítulos e o de Daniel doze, ambos pertencem ao grupo dos profetas maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Os Profetas Menores. Os livros relativamente curtos, que na Bíblia Hebraica são tidos em conjunto como um único livro, seguem os Profetas Maiores sem uma ordem cronológica rígida.</p>
<p style="text-align: justify;">3. A autoridade do ministério profético do Antigo Testamento na Nova Aliança. As palavras dos profetas são a mensagem de Deus ao seu povo. O assunto do Antigo Testamento é a redenção humana. O Antigo Testamento não é um tratado de Teologia Sistemática, mas a teologia está presente do começo ao fim, nos relatos históricos, nas poesias, nas profecias, nos preceitos morais e cerimoniais. É, portanto, a fonte de toda a teologia. Não é também um compêndio sistemático da fé de Israel em Deus, cujo clímax dessa revelação é Jesus (Jo 1.18). Toda a história do Antigo Testamento mostra como Deus operou no processo da redenção humana. Registra o relacionamento de Deus com o homem até que o plano de redenção fosse realizado na cruz do Calvário. O AT era aceito pelos primeiros cristãos como coletânea de livros inspirados por Deus (2 Tm 3.16). Os cristãos e os judeus preservaram o Antigo Testamento até os nossos dias. A Igreja usou essa parte das Escrituras para a evangelização no seus primeiros dias (At 17.2,3; 24.14; 26.22). O fato de esses cristãos serem judeus justificaria a preservação de suas Escrituras, mas essa preservação não foi só por isso. Além disso, eles reconheciam-na ainda como o núcleo básico de sua fé ampliada em Jesus. O NT apresenta com muita freqüência o AT como a base para a fé cristã. (SOARES, Ezequias. Visão Panorâmica do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, p.23-4). Paulo citando Oseias e Isaías, reconhece a inspiração e a autoridade divinas de ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">(III. CONCLUSÃO)</p>
<p style="text-align: justify;">A Escritura Sagrada classifica os livros proféticos em dois grupos: maiores e menores, que têm sua autoridade escriturística reconhecida por Jesus e seus apóstolos. De uma forma ou de outra todos os profetas se empenharam numa mensagem de restauração e a promessa de uma paz eterna. Essa mensagem tem como objetivo anunciar o Messias, às vezes chamado de Emanuel, Servo do Senhor, Raiz de Jessé, ou seja, Filho de Davi. O principal objetivo da pregação nos tempos apostólicos foi por excelência identificar o Cristo de Nazaré com todos esses títulos.</p>
<p style="text-align: justify;">[1] Agostinho de Hipona ou Santo Agostinho (Tagaste, 13 de novembro de 354 — Hipona, 28 de agosto de 430), foi um bispo, escritor,teólogo, filósofo e Doutor da Igreja. Uma das figuras mais importantes no desenvolvimento do cristianismo no Ocidente. Ele aprofundou o conceito de pecado original e desenvolveu o conceito de Igreja como a cidade espiritual de Deus (em um livro de mesmo nome), distinta da cidade material do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">[2] O Talmude (hb ?????????, Talmud) é um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo. É um texto central para o judaísmo rabínico, perdendo em importância apenas para a Bíblia hebraica.</p>
<p style="text-align: justify;">[3] Acrônimo ou sigla, é uma palavra formada pelas letras ou sílabas iniciais de palavras sucessivas de uma locução, ou pela maioria destas partes. A palavra acrônimo deriva do grego: ?????, &#8220;extremo&#8221; + ?????, &#8220;nome&#8221;). ??????????. O acrônimo é pronunciado como uma palavra só, respeitando a estrutura silábica da língua.</p>
<p style="text-align: justify;">[4] O termo ‘apócrifo’ foi cunhado por Jerônimo, no quinto século, para designar basicamente antigos documentos judaicos escritos no período entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias e a vinda de Jesus Cristo. São livros que não foram inspirados e que não fazem parte de nenhum cânon.</p>
<p style="text-align: justify;">[5] Pseudepigrafia (do grego ?????????????) é o estudo dos pseudepígrafos ou pseudo-epígrafos, que são textos antigos, aos quais é atribuída falsa autoria.</p>
<p style="text-align: justify;">APLICAÇÃO PESSOAL</p>
<p style="text-align: justify;">Deus considera a fé dos crentes, hoje, maior do que a daqueles que viram e ouviram Jesus pessoalmente, até mesmo depois da sua ressurreição. Os crentes de hoje, embora nunca o tenham visto, amam-no e crêem nEle pelo que nos é revelado nas Escrituras Sagradas: ‘Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada’ (1 Pe 1.10). Conforme disse Jesus, há uma bênção especial para ‘os que não viram e creram’(Jo 20.29). Vivendo por fé, recebemos a alegria como um dom de Deus para nós (Sl 16.11; Jo 16.24; Rm 15.13; Gl 5.22).</p>
<p style="text-align: justify;">Os anúncios proféticos estão, em geral, direcionados para algum momento no futuro do povo ou da comunidade, em razão do que são entendidos como escatológicos. Não se trata, porém, de um juízo final da história, mas do anúncio de uma intervenção divina na realidade histórica, entendida como o ‘dia de Yahveh’ (Am 5,18-20), no qual a divindade promoveria transformações substanciais na história do povo. Essa intervenção divina é entendida por alguns profetas como historicamente mediada, por exemplo através de uma potência estrangeira (Assíria ou Babilônia), afirmada como braço estendido de Deus para julgar o povo (Is 10,5; Jr 36). De uma forma geral, a opressão dos pobres, viúvas, órfãos, a violência contra os humildes e o desprezo do direito divino (mishpat) e da justiça (sedaqah) são apresentados como motivos para o anúncio do juízo divino.</p>
<p style="text-align: justify;">Anannias e Safira (At 5.1-11) foram um modelo negativo, um exemplo de como Deus vela pelo cumprimento de sua Palavra. Pela hipocrisia de Ananias, Deus trouxe o castigo merecido; uma resposta imediata, severa e final. ‘Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes do que votares e não cumprires.’ (Ec 5. 4,5), Conferir também Dt 23.21-23). Deus leva a sério a pureza da igreja. Essa foi uma lição precoce e inesquecível acerca de como Deus vê o pecado na comunhão dos crentes. Em essência, Deus estava dizendo: ‘Eu não estou brincando de igreja; não brinco com pecadores; não estou interessado em ser amigável. Desejo retidão, verdade e corações sinceros’. Com isso, Ele testemunhou estar realmente falando com sinceridade. A igreja não é um ‘clube’ social. O resultado desse episódio foi: ‘E sobreveio grande temor a toda a igreja’ (At 5.11). Naquele dia houve um cuidadoso auto-exame entre todos os que estavam ligados à Igreja de Jerusalém. Muita gente, para agradar o próximo e ter sua aprovação, sacrifica sua fé, suas convicções e age contrariamente à Palavra. Os tais estão prontos para juntar-se à maioria (cf. Dn 11.32,34) e ficar ao lado da opinião dos grandes ou das massas. O crente não pode obter vitória sobre o receio dos homens e o desejo de reconhecimento da parte deles sem a fé (1 Jo 5.4); a fé que vê a Deus, a Cristo, o céu, o inferno, o juízo e a eternidade, como realidades básicas (Ef 3.16-19; Rm 1.20; Hb 11). Esse alicerce é fortalecido pelo escrutínio sistemático das Sagradas Escrituras. Em Romanos 10.17: ‘A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus’, e o mesmo texto diz: &#8220;16 Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: SENHOR, quem creu na nossa pregação? 17 De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. 18 Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por certo, pois Por toda a terra saiu a voz deles, E as suas palavras até aos confins do mundo. 19 Mas digo: Porventura Israel não o soube? Primeiramente diz Moisés: Eu vos porei em ciúmes com aqueles que não são povo, Com gente insensata vos provocarei à ira. 20 E Isaías ousadamente diz: Fui achado pelos que não me buscavam, Fui manifestado aos que por mim não perguntavam. 21 Mas para Israel diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo rebelde e contradizente’. É preciso compreendermos não só a organização dos livros proféticos mas, de toda a Bíblia, a fim de que tenhamos uma base sólida para prosseguir na carreira que nos foi proposta. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas!</p>
<p style="text-align: justify;">N’Ele, que me leva a refletir: &#8220;Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” (Rm 10.4),</p>
<p style="text-align: justify;">Francisco A Barbosa</p>
<p style="text-align: justify;">auxilioaomestre@bol.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">BIBLIOGRAFIA PESQUISADA</p>
<p style="text-align: justify;">- Lições Bíblicas 3º Trim – Livro do Mestre – versão eletrônica, CPAD (http://www.cpad.com.br);</p>
<p style="text-align: justify;">- Stamps, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD;</p>
<p style="text-align: justify;">- MacArthur, John. Com Vergonha do Evangelho, Editora Fiel, 1997;</p>
<p style="text-align: justify;">- Bíblia de Estudo de Genebra, São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e SBB, 1999;</p>
<p style="text-align: justify;">- Bíblia de Estudo Plenitude, SBB, p. 852</p>
<p style="text-align: justify;">- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, Editora Objetivo, Rio de Janeiro, 2001</p>
<p style="text-align: justify;">- SOARES, Ezequias. Visão Panorâmica do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, p.234;</p>
<p style="text-align: justify;">- Bíblia de Estudo Plenitude, SBB;</p>
<p style="text-align: justify;">- http://www.slideshare.net/gotchalk/profetismo;</p>
<p style="text-align: justify;">- Imagem: (Isaiah&#8217;s_Lips_Anointed_with_Fire.jpg).</p>
<p style="text-align: justify;">EXERCÍCIOS</p>
<p style="text-align: justify;">1. Qual o primeiro livro dos Profetas Maiores e dos Profetas Menores?</p>
<p style="text-align: justify;">R. Os livros de Isaías e Oseias.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Qual é a ordem dos livros proféticos em nosso Cânon?</p>
<p style="text-align: justify;">R. Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel e Daniel. Profetas menores: Oseias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Por que esses livros são chamados de &#8220;Profetas Maiores&#8221; e &#8220;Profetas Menores&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify;">R. Porque estas designações estão de acordo com o conteúdo literário dos livros.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Como é considerado o material literário dos profetas menores no Cânon Judaico?</p>
<p style="text-align: justify;">R. Como um só livro.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Quais os profetas maiores e menores mencionados por nome em o Novo Testamento?</p>
<p style="text-align: justify;">R. Maiores: Isaías, Jeremias e Daniel; Menores: Oseias, Jonas e Joel.</p>

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</div>]]></content:encoded><description>por Francisco A. Barbosa
http://auxilioebd.blogspot.com/
COMENTÁRIO
(I. INTRODUÇÃO)
Nossa lição de hoje objetiva despertar-nos a atenção para a organização do texto bíblico. Houve entre o povo os profetas orais, ou melhor, os que não escreveram suas mensagens, e os profetas literários, estes divididos em dois grupos: Profetas Maiores (cinco) e Profetas Menores (doze). Foram assim classificados por Agostinho[1] em [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.ensinodominical.com.br/profetas-maiores-e-menores-2/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><enclosure url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2268" length="780214" type="application/octet-stream" /><media:content url="http://www.ensinodominical.com.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=2268" fileSize="780214" type="application/octet-stream" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>por Francisco A. Barbosa http://auxilioebd.blogspot.com/ COMENTÁRIO (I. INTRODUÇÃO) Nossa lição de hoje objetiva despertar-nos a atenção para a organização do texto bíblico. Houve entre o povo os profetas orais, ou melhor, os que não escreveram suas mensa</itunes:subtitle><itunes:summary>por Francisco A. Barbosa http://auxilioebd.blogspot.com/ COMENTÁRIO (I. INTRODUÇÃO) Nossa lição de hoje objetiva despertar-nos a atenção para a organização do texto bíblico. Houve entre o povo os profetas orais, ou melhor, os que não escreveram suas mensagens, e os profetas literários, estes divididos em dois grupos: Profetas Maiores (cinco) e Profetas Menores (doze). Foram assim classificados por Agostinho[1] em [...]</itunes:summary><itunes:keywords>3º Trimestre 2010, Francisco A. Barbosa</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.ensinodominical.com.br/profetas-maiores-e-menores-2/</feedburner:origLink></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>
