<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/rss2full.xsl" type="text/xsl" media="screen"?><?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css" type="text/css" media="screen"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Ensino Dominical</title><link>http://ensinodominical.com.br</link><description>O blog da Escola Dominical</description><language>en</language><generator>http://wordpress.org/?v=2.3.2</generator><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Religion &amp; Spirituality/Christianity</media:category><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>O Blog da Escola Dominical e do Ensinador Cristão</itunes:subtitle><itunes:category text="Religion &amp; Spirituality"><itunes:category text="Christianity" /></itunes:category><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/ensinodominical/TdCv" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>1188861</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://www.feedburner.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Vivendo sem medo - Ev. Isaias de Jesus</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/339618716/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 19:46:56 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vivendo-sem-medo-ev-isaias-de-jesus/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ev. Isaias de Jesus<br />
http://rxisaias.blogspot.com/</p>
<p>MEDO, FECHA ESSA PORTA<br />
INTRODUÇÃO</p>
<p>Por que as pessoas sofrem? Qual o enigma do sofrimento? Como explicar casos em que pessoas que gozam saúde e têm boa condição financeira vivam sofrendo?</p>
<p>Tenho pregado para verdadeiras multidões e a experiência tem me mostrado que ricos e pobres; religiosos e ateus; cultos e incultos; pessoas doentes e sadias, em qualquer parte do mundo, estão procurando uma solução para o problema do sofrimento.<br />
Não podemos comparar o sofrimento a uma doença ou a uma dor. Também não é a ausência de uni ser amado, ou uma aflição, ou tribulação, ou mesmo uma pressão. Estas coisas podem levar uma pessoa a sofrer, entretanto não são em essência o sofrimento.<br />
Sofrimento é um mal que oprime o corpo e o espírito. E padecimento, é amargura, é algo que vem de dentro do homem - um estado de alma! Há pessoas que não possuem nenhum mal físico e sofrem. Talvez o leitor seja uma dessas pessoas ou conheça alguém assim.</p>
<p>Medo: Feche Esta Porta</p>
<p>Conheci uma senhora que vivia chorando diariamente. Tinha um semblante sempre triste e era possuída de grande amargura. Tinha medo da morte, e não lhe saía da mente a idéia de morrer. Sofria por isso&#8230;<br />
Há alguma coisa que seja responsável pelo sofrimento? Quais os passos a serem seguidos para que possamos nos livrar deste mal? Essas e outras perguntas têm sido feitas pelos homens no decorrer dos séculos. Procuraremos esclarecer ao amado leitor, através deste pequeno opúsculo, o problema do sofrimento. Há uma causa para tudo o que existe, e fica mais fácil resolver os problemas, quando lhes conhecemos as causas. Assim, tenho a certeza de que todos os que lerem esta mensagem com interesse sincero, estarão aptos a encontrar a solução para todos os seus problemas, pois não só estamos mostrando a causa, como também indicamos o verdadeiro remédio para tão sério mal que aflige a humanidade.</p>
<p>1- MEDO - A CAUSA</p>
<p>Eu creio que o medo ou o temor é a causa principal do “porquê” muita gente anda sofrendo. Realmente o temor tem levado milhares de criaturas a serem escravizadas pelos espíritos, pela miséria, pelas doenças e enfermidades.<br />
Embora pareça um paradoxo, ter medo significa crer. Mas crer de maneira errada.<br />
Ter fé tem o mesmo significado, ou seja, crer, porém, de maneira certa.</p>
<p>Medo e Fé São Dois Modos de Crer Opostos Entre Si</p>
<p>A Palavra de Deus nos fala de modo claro sobre a causa do povo do Senhor sofrer e ser destruído: O meu POVO foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento (Os 4.6).<br />
Muitos são os que temem, porque não têm conhecimento da Verdade; e esse temor provoca as mais terríveis e demoníacas manifestações e perturbações.<br />
Há pessoas que vivem diariamente com medo. Para elas tudo é motivo de temor.<br />
Se aparece uma queimação no estômago, pensam imediatamente que é sintoma de úlcera. Esse pensamento afeta-lhes o espírito de tal forma, que admitem mesmo a possibilidade de estarem sofrendo de úlcera.<br />
Pela impressão, são conduzidas ao pavor; e daí vem o temor, o qual inundando os seus corações faz com que confessem que já são portadores deste mal e, em conseqüência, criam condições para que o inimigo consiga realizar o seu intento - materializando a dita úlcera, que poderá ser até constatada através de exames médicos. Conclui-se, então, que tais pessoas entram numa ciranda maligna, a qual não somente atrai a temida úlcera, mas proporciona meios para que ela venha existir.</p>
<p>Talvez você pergunte: “Só o pensamento é capaz de produzir úlcera?”<br />
Ora, quem melhor nos pode informar sobre o assunto são os entendidos em medicina. Dizem eles que o suco gástrico é estimulado pelo sistema nervoso através do nervo chamado vago. Quando a pessoa fica tensa, preocupada, o sistema nervoso trabalha mais e, assim procedendo, aumenta a produção de ácido. A quantidade exagerada de ácido vai abrir um buraco no estômago. Este buraco é úlcera.<br />
Existem outras pessoas que, ao notar o aparecimento de um caroço ou verruga em alguma parte do corpo, pensam logo que é sinal de câncer. Amedrontadas pela simples imaginação, oferecem oportunidade para que realmente a temível enfermidade surja. São impelidas pelo medo antecipado a transformar a simples hipótese em realidade.</p>
<p>Não é exagero afirmar que muitas vezes a doença está a 5.000 km de distância e certas pessoas já estão se considerando vitimas; metem-se debaixo do cobertor, tremendo de frio, quase sem poder falar, esperando que o mal não se desvie de sua trajetória. Mesmo sabendo o sofrimento por que passarão, aguardam o seu encontro rapidamente e pacientemente.<br />
Grande seria a lista de exemplos que poderiam ser citados, fosse esse o nosso desejo.</p>
<p>O Medo é do Diabo</p>
<p>O medo, conforme já se afirmou é a maneira errada de crer. Em outras palavras, é crer naquilo que o diabo apresenta para escravizar as pessoas desprovidas do conhecimento da verdade.<br />
Creio mesmo que o medo é uma porta bem larga e alta que o diabo mantém aberta para entrar na vida do povo que, não tendo o conhecimento do que é crer de maneira certa, aceita a sugestão de Satanás.<br />
Essa porta torna-se a arma poderosa para o diabo levar a cabo seu perverso intento, que<br />
é escravizar e destruir o ser humano. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir&#8230; (Jo 10.10).</p>
<p>Uma das ações do inimigo é rodear a terra, sondando as vidas.<br />
E, vindo outro dia, em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles apresentar-se perante o Senhor. Então o Senhor disse a Satanás: Donde vens? E respondeu Satanás ao Senhor, e disse: De rodear a terra, e passear por ela (Jó 2.1,2).</p>
<p>Tão logo fique ciente da sua situação, talvez, através de palavras proferidas por você mesmo, aproveita a oportunidade - a porta aberta, que é o medo e entra para derrotá-lo.</p>
<p>Podemos afirmar que nada acontece por acaso. Atrás de todas as desgraças e sofrimentos, está a mão do inimigo.<br />
Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu vôo, assim a maldição sem causa não virá (Pv 26.2).<br />
Vemos assim que para o mi r sucesso nos seus intentos, é necessário que nós lhe abramos a porta, ou seja: que aceitemos a sua sugestão - o medo, e que o confessemos.<br />
Confessar o medo é assinar o nosso fracasso. Quando confessamos o que o diabo está nos ameaçando fazer, estamos, em outras palavras, negando a Palavra de Deus, a qual nos afirma que em todas as situações, o Senhor é por nós. Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus: eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça (Is 41.10).</p>
<p>2 = AMEAÇA INSTRUMENTO DO MEDO</p>
<p>Até agora foi apresentado o temor à doença, aparentemente natural, mas que é pelo maligno infundido na mente das pessoas.<br />
Mas não é só esse o meio empregado para acionar sua perigosa arma - o medo, que é a grande porta de entrada. Vale-se também da ameaça. Eis um exemplo mais comum:<br />
Inúmeras pessoas já reconheceram que a feitiçaria é obra diabólica, no entanto, ante a ameaça do “guia” de quebrar-lhes a perna, matar-lhes o filho, caso o abandone, permanecem nessa atividade como escravos de Satanás e seus terríveis demônios.</p>
<p>Também pessoas são usadas como instrumentos para lançar o medo. É certa tal afirmação, porque muitos indivíduos vêm pedir ajuda para a solução de problemas sérios. Indagando sobre o caso que os aflige, a resposta quase invariavelmente é esta: “Fulano disse que vai fazer um trabalho de macumba jura mim; e sei que serei atingido!”<br />
Veja que a pessoa apenas ouviu falar que um trabalho ainda vai ser feito lá nos cafundós do inferno, ou melhor, existe apenas uma ameaça, e o infeliz já está sentindo as reações infernais.</p>
<p>É, Oséias, você foi feliz quando disse inspirado por Deus: O meu povo foi destruído, por que lhe faltou o conhecimento.<br />
Sim, é a falta de conhecimento da verdade, da nossa posição em Jesus diante de Deus, que faz com que muita gente sofra.<br />
O homem foi criado para ter vida feliz, para dominar, e afinal, é dominado até pelo ligeiro pensamento de derrota, fracasso ou de possível ataque do mal.</p>
<p>Não há dúvida de que existem pessoas boas, honestas, retas, íntegras, tementes a Deus, dizimistas e até membros de Igreja, que não sabem a razão do seu sofrimento. E para estas pessoas que estou editando esta mensagem.<br />
Insisto em afirmar: creio que muitos estão sofrendo pelo modo em que crêem.</p>
<p>Alguém pode perguntar: Então, o cristão não tem que sofrer mal algum? Somos especiais? Onde está escrito na Bíblia que podemos viver livre do mal?<br />
Eu respondo: Em toda a Bíblia.</p>
<p>Para que você se aqueça um pouco nas afirmações da Palavra de Deus sobre a nossa libertação do império do sofrimento, vou transcrever aqui algumas citações bíblicas<br />
Quem guarda o mandamento não experimentará nenhum mal; e o coração do sábio discernirá o tempo e o modo (Ec 8.5).</p>
<p>Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido (SI 91.7).</p>
<p>Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda (Sl 91.10).</p>
<p>O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor (Cl 1.13).</p>
<p>Sabendo que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca (1 Jo 5.18).</p>
<p>3 = JÓ UM EXEMPLO</p>
<p>Na Bíblia - encontramos a história de Jó. Homem reto, íntegro e temente a Deus. Diz a Escritura que Jó era o homem mais importante de todo o Oriente. Era próspero, tinha saúde; enfim, ninguém se igualava a ele, de modo que você poderia olhar e dizer: “aí está um homem que Deus cobriu com um manto de bênçãos.”<br />
Jó cria que seu sucesso vinha de Deus, que o vento estava soprando a seu favor, no que estava certo; e que, soprando, o vento trazia-lhe saúde, prosperidade, em suma, todas as bênçãos que estava recebendo e desfrutando.</p>
<p>Certo dia, porém, num abrir e fechar de olhos, da noite para o dia a Bíblia diz: Saiu Satanás da presença do Senhor, e feriu a Jó duma chaga maligna, desde a planta do pé até ao alto da cabeça (Jó 2.7).</p>
<p>De uma hora para outra, ficou todo o seu corpo como se fosse uma só ferida. Então, coberto de chagas, saiu de casa, assentou-se num monte de cinzas, passando a esfregá-las no corpo, tentando aplacar a dor; e com cacos de telha se raspava, removendo a carne já apodrecida pela enfermidade.</p>
<p>Sua mulher, ao ver a situação terrível em que ele se encontrava, aconselhou-o: “Ainda mantém a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre.” Respondeu-lhe Jó: “você fala como qualquer doida falaria!”</p>
<p>Jó, por que você passou por esse sofrimento<br />
Pergunta honesta que ele próprio fazia, e muitos de nós a temos feito.<br />
Quantos dizem: “Mas não é possível&#8230; Não roubo, não adultero, não minto; sou cristão, levo vida reta, justa e íntegra. Por que está acontecendo isso comigo? O que fiz para merecer tanto?”</p>
<p>Poderíamos ainda perguntar por que Deus, que é amor, permitiu que Jó passasse por tão grande sofrimento?<br />
Pergunta difícil de ser respondida. Nem Jó tinha condições de responder, pois ele mesmo indagava a razão.</p>
<p>Antes de ser visitado pelo mal, jovens e anciãos o procuravam para se ilustrar com a sua sabedoria. Todos viam-no como o abençoado de Deus.<br />
Chegados os maus dias, como ia acontecer, os jovens e os anciãos fugiram da sua presença; talvez pelo mau odor exalado de suas chagas.<br />
Jó não tinha mais amigos. Ninguém se aproximava dele. Jó que era tido como exemplo, tornou-se desprezado. Antes era louvado, pela sua retidão, e depois olhado como um desgraçado. Já não mais servia de exemplo!</p>
<p>Num determinado dia, três sábios, seus velhos amigos, foram visitá-lo. Tão grande era o seu sofrimento, que se assentaram de longe. Começaram a interrogar sobre a razão do estado de miséria e dor em que se encontrava. Jó respondia a todas as perguntas com sinceridade; e, quando os amigos tentavam insinua-lo a admitir alguma culpa como causa de seu sofrimento, ele os repelia com toda convicção, afirmando que nada do que estava sendo acusado praticara. Contendeu com seus amigos pela fé.</p>
<p>Mas por que Jó, afinal, você sofreu tinto ao ponto de dar oportunidade ao aparecimento da expressão muito usada “Paciência de Jó”?<br />
Assentado lá nas cinzas, ele fez exame introspectivo. Agora, olhando para dentro de si, descobriu a razão.</p>
<p>Medo de Jó</p>
<p>É que ele cria que o vento de Deus estava soprando a seu favor, mas temeu que houvesse inversão e voltasse a soprar ao contrário. Temeu que não fosse Deus suficientemente forte para o proteger e que, sendo atingido pelo mal, acabaria na desgraça. E justamente assim aconteceu.</p>
<p>Foi o próprio Jó quem declarou: Porque o que eu temia me veio; e o que receava me aconteceu (Jó 3.25)</p>
<p>Ah! Jó, porque você não fez de Deus seu lugar de abrigo e refúgio; por que não buscou sua proteção que lhe serviria de escudo e fortaleza para defender-se de tão grande mal?</p>
<p>Você atendeu o temor no seu coração em lugar da confiança no Senhor Deus.</p>
<p>Você não sabia que o medo é a semente que o diabo planta no coração para derrotar aquela vida, assim como a fé é a semente que Deus planta no coração para abençoar uma vida? Jó, por que você temeu?</p>
<p>Jó Não Tinha Conhecimento Que Temer É Crer, Mas Crer de Maneira Errada</p>
<p>Cria que o mal o pegaria, e de fato foi por ele alcançado. Com seu pensamento criou condições para o mal aparecer. O temor foi a porta ampla pela qual o diabo penetrou na vida de Jó.</p>
<p>Afirmam as Escrituras que Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará&#8230; Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa&#8230; Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda (Sl 91.1-3,7,10).</p>
<p>Se Jó tivesse feito de Deus a sua proteção, o seu auxilio, sua história poderia ter sido outra bem diferente.<br />
Precisamos dizer do Senhor aquilo que Ele diz de si próprio, ou seja; concordar com Ele, quando disse por nós: Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia (SI 46.1).</p>
<p>Ele só será para nós aquilo que O fizermos ser. Não adianta mostrar exteriormente que cremos nEle, que a nossa confiança está nEle, se dentro de nós reina o temor e o medo.<br />
Como já disse o temor ou o medo é uma semente que o diabo planta no nosso coração, e, se não for expulsa, certamente produzirá segundo a sua espécie.</p>
<p>Enquanto você diz de boca para fora que crê em Deus, que confia nEle e que absolutamente nenhum mal o dominará, mas dentro do seu coração, você carrega o medo de que haja uma possibilidade de o inimigo vencer e dominá-lo, pode estar certo de que isso acontecerá; pois, você agindo assim, está deixando uma porta aberta para que ele entre e faça a sua obra.</p>
<p>Entenda bem, você pode expulsar o diabo da sua vida, pode exigir que ele saia de todos os seus caminhos, mas se você não tirou o medo do seu coração, ele sabe que você irá mais cedo ou mais tarde assumir a derrota.</p>
<p>E que ele sabe que a semente plantada no seu espírito está agindo segundo a missão que<br />
ele a destinou.<br />
Você diz para todos que está livre do inimigo, que nada o dominará, e o;diabo fica sorrindo, pois ele sabe que o filhote dele ainda não foi expulso, e que, portanto, você será derrotado.</p>
<p>A Arma de Jesus</p>
<p>Até aqui você tomou conhecimento da porta larga e alta - o medo - usada pelo diabo, tendo ao mesmo tempo recebido orientação sobre o refúgio e fortaleza colocados a sua,<br />
disposição. Agora irá conhecer a arma usada por Jesus.</p>
<p>A Bíblia assim diz: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre (Ap 3.7).</p>
<p>Quem tem mais poder? É a porta ou a chave? É certo que é a chave que domina a porta.<br />
Se você quer obter uma cópia dessa chave para fechar todas as portas, a fim de que o diabo não penetre na sua vida, siga comigo na leitura desta mensagem.</p>
<p>4 = AUTORIDADE A CHAVE CONTRA O MEDO</p>
<p>Eu creio que uma das passagens mais importantes da Bíblia, se é que se pode classificar alguma como de menor importância, é a que se encontra em Lucas 10.19: Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano. Nesse trecho há uma palavra que expressa algo muito interessante, que todos, sem exceção, desejam possuir e que nesta passagem, pode ser considerada “chave”. Trata-se da palavra “autoridade”.</p>
<p>Até a criança procura exercer autoridade sobre outra menor; o chefe de família quer e deve ter certa autoridade em sua casa; a mãe de família necessita manter autoridade sobre seus filhos, se quer vê-los obedientes; os governantes necessitam de autoridade, que varia de acordo com seu grau de hierarquia. Enfim, a autoridade é desejada por todos. Mas neste versículo ela se reveste de força especial, dada a sua finalidade e procedência. Emanou da maior e suprema hierarquia em autoridade, uma vez que foi delegada por. Jesus Cristo, que afirmou: “É me dado todo poder no céu e na terra” (Mt 28.18).</p>
<p>Observe bem que estas palavras encerram grande poder e domínio.</p>
<p>Note a locução adverbial com que se iniciou a outorga dessa autoridade - “eis que”. Nestas duas palavrinhas está contida grande advertência.<br />
Jesus Cristo quis dizer: “Vejam, olhem bem, reparem, prestem atenção, acordem; vejam a posição que vos dou!”</p>
<p>Ciente dessa transmissão, você não pode mais olvidar a autoridade que Jesus Cristo lhe confiou. Pare um pouco e medite na dimensão da autoridade que lhe foi concedida. Não se pode medir, mas basta saber que é toda e para que fim. Isso está explícito no versículo 19 do capítulo 10 de Lucas.</p>
<p>Com essa autoridade você pode pisar serpentes e escorpiões. Na linguagem bíblica, essas duas palavras representam forças e são usadas para identificar os piores demônios.</p>
<p>Você que lê, extraia desta mensagem a recomendação de Jesus: meu povo observe não se esqueça de que já lhe dei autoridade. Você já possui poder para pisardes serpentes e escorpiões.<br />
Esta autoridade foi dada a todo cristão, entretanto, muitos filhos de Deus não assumem a posição concedida por Cristo, e em conseqüência, sofrem o desafio e as investidas dos terríveis inimigos - os demônios.</p>
<p>CRÊ SOMENTE</p>
<p>Creia caro leitor: nada, nada, absolutamente nada, vai nos causar dano algum. Nenhum sofrimento, nenhuma flecha ou dardo lançados pelo inimigo tios atingirão, segundo a palavra de Jesus.</p>
<p>Ora, se assim não é, Jesus foi o maior mentiroso que o mundo já conheceu, e absurdo será atribuir tal qualificação ao Filho de Deus. Ele é a verdade e n’Ele não há sombra de variação. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar = (Lc 21.33).</p>
<p>Por esta declaração, podemos investir-nos contra todos os poderes - das trevas, sabendo que temos autoridade sobre eles, não só para os expulsar, mas também para pisá-los, certos de que nada absolutamente nos causará dano algum. Louvado seja Deus!</p>
<p>Mas alguém poderá argumentar, dizendo:</p>
<p>Conheço certa pessoa que dizia ser guardada por Deus e durante certa provação da 1, sucumbiu. Eu também conheço várias que sucumbiram. Pregavam a santificação e viviam no pecado, pregavam uma vida próspera e viviam na miséria. Tudo isto é questão de crer.</p>
<p>Jó também era um pregador da justiça, mas cometia a injustiça de acreditar que Deus não era suficientemente forte para o guardar - ele temia que o mal o atacasse, e assim foi.</p>
<p>Se a Palavra de Deus não foro Senhor da sua vida, se Ela não ocupar todo o seu ser, haverá um espaço - uma porta para o inimigo e, através desta abertura, ele conseguirá dominá-lo e derrotá-lo.</p>
<p>Aprenda bem a sua posição em Cristo, descubra- a autoridade que os filhos de Deus têm nEle e coloque no seu coração as pa1avr pronunciadas por Jesus a seu respeito. Algumas delas lhe estão sendo reveladas através desta mensagem. Elas são armas em su mãos. Todas elas estão na sua Bíblia.</p>
<p>Saiba que Deus não nos criou para servimos de “peteca” para o diabo.</p>
<p>Criou-nos para sermos dominadores, fortes e corajosos, colocando ao nosso dispor a autoridade, a poderosa arma contra o diabo, Aleluia!</p>
<p>Levante-se agora pela fé e deixe o medo e o desespero. Assuma a sua posição de Filho de Deus, e comece a viver vitoriosamente. Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (2 Co 5.17).</p>
<p>O fracasso, o medo, a covardia são coisas do passado. A doença e os demônios não podem prendê-lo mais. Grande é a sua libertação! O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos; a pôr em liberdade os oprimidos; a anunciar o ano aceitável do Senhor (Lc 4. 18,19); Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (Jo 8.32).</p>
<p>Lembre-se agora do que disse Oséias: O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento (Os 4.6).</p>
<p>A partir deste instante, você não pode mais alegar falta de conhecimento.<br />
Declara ainda a Bíblia que, se você agir por fé,o diabo fugirá de você (Tg 4.7). Mesmo que ele tente, mal nenhum lhe sucederá (SI 91.10).</p>
<p>Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar (Lc 21.33).</p>
<p>Amigo não temas, crê somente: Se tu poder crer, tudo é possível ao que crê (Mc 9.23); Como creste te seja feito (Mt 8.13).<br />
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna (Jo 3.36). Estai pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou (Gl 5.1).</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>O medo é a causa do sofrimento - uma terrível arma usada por Satanás para intimidar os cristãos. Muitos crêem de maneira errada - por isso tem medo.<br />
A poderosa arma de Deus para vencermos o medo é a suprem a autoridade que nos foi outorgada por Jesus Cristo, o Filho de Deus, por ocasião da sua ressurreição.</p>
<p>Creia amigo leitor que você também foi investido da autoridade de Jesus. Basta que creia nisso para recebê-la. A morte de Jesus Cristo na cruz do Calvário, sua vitória sobre Satanás, sua ressurreição e a promessa de poder, autoridade para os seus discípulos, engloba também a sua vida!</p>
<p>O diabo e todos os demônios jã estão vencidos! São espíritos derrotados destinados ao suplício eterno. Ainda não chegou o momento de serem lançados no lago de fogo e, enquanto isso não acontece, estão por aí enganando os homens. Aproveitam-se do medo que infundem às pessoas para dominá-las, escravizá-las. Mas, felizmente, aqueles que tomam conhecimento da verdade divina acerca destes seres, e da autoridade de Jesus sobre eles, não somente se libertam, mas também passam a ajudar àqueles que estão imbuídos dessa tão sublime tarefa.</p>
<p>Não aceite nenhum sofrimento. Creia, caminhe com Jesus; seja vitorioso&#8230;</p>
<p>Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano. Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e, sim, porque os vossos nomes estão arrolados nos céus (Lc 10.19).</p>
<p>Quando tiver certeza de que os demônios estão submetendo-se a você, também terá a certeza de que o seu nome está escrito nos céus. Se o seu nome estiver escrito nos céus, os demônios o obedecerão quando você os ordenar em o Nome de Jesus.</p>
<p>Agora é o momento mais propício para você ir a Deus. Se você ainda não é salvo, entregue-se ao Senhor Deus, aceitando a Jesus como o seu Salvador. Se você já é salvo, assuma a sua posição em Cristo Jesus:</p>
<p>E nos ressuscitou juntamente com e te e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus (Ef 2.6).</p>
<p>Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados - MS</p>
<p>Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)</p>
<p>3° Trimestre 2008 - Tema: 3º Lição Vivendo sem Medo</p>
<p>Bibliografia:- Editora Graça</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=Uj9WdO"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=Uj9WdO" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=XErs6J"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=XErs6J" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Ev. Isaias de Jesus
http://rxisaias.blogspot.com/
MEDO, FECHA ESSA PORTA
INTRODUÇÃO
Por que as pessoas sofrem? Qual o enigma do sofrimento? Como explicar casos em que pessoas que gozam saúde e têm boa condição financeira vivam sofrendo?
Tenho pregado para verdadeiras multidões e a experiência tem me mostrado que ricos e pobres; religiosos e ateus; cultos e incultos; pessoas doentes e [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vivendo-sem-medo-ev-isaias-de-jesus/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vivendo-sem-medo-ev-isaias-de-jesus/</feedburner:origLink></item><item><title>Vivendo sem medo - Pr. Adilson Guilhermel</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/339618717/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 19:42:54 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vivendo-sem-medo-pr-adilson-guilhermel/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Lição 3 – 20/07/2008</p>
<p>Texto Bíblico: I Jo 4.18a Na caridade, não há temor; antes, a perfeita caridade lança fora o temor</p>
<p>EVITE OS TEMORES PARA QUE NÃO VIREM MEDO</p>
<p>1. NO AMOR DIVINO ESTA A PLENITUDE DA CONFIANÇA</p>
<p>    * Busque se comunicar com Deus – Jr 29.13 E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.<br />
    * Busque se relacionar com Deus – I Jo 1.6 Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.<br />
    * Busque se desabafar com Deus – Is 59.1 Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.</p>
<p>2. NO AMOR DIVINO ESTA A VINCULAÇÃO DA COMUNHÃO</p>
<p>    * O Senhor é presente em nossas vidas – Sl 22.24  Porque não desprezou nem abominou a aflição do aflito, nem escondeu dele o seu rosto; antes, quando ele clamou, o ouviu.<br />
    * O Senhor é benfeitor em nossas vidas – Hb 13.6 E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem.<br />
    * O Senhor é protetor em nossas vidas – Sl 27.1 O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O SENHOR é a força da minha vida; de quem me recearei?</p>
<p>3. NO AMOR DIVINO ESTA A SERENIDADE DA PROTEÇÃO</p>
<p>    * Não deixara os retrocessos nos abater – 2 Co 4.9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;<br />
    * Não deixara os sofrimentos nos abalar – Sl 55.22 Lança o teu cuidado sobre o SENHOR, e ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado.<br />
    * Não deixara as humilhações nos recuar – Sl 40.17 Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus.</p>
<p>Elaborado pelo Pr Adilson Guilhermel</p>
<p>www.pastorguilhermel.com.br</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=CJNINU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=CJNINU" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=s5WkLJ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=s5WkLJ" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Lição 3 – 20/07/2008
Texto Bíblico: I Jo 4.18a Na caridade, não há temor; antes, a perfeita caridade lança fora o temor
EVITE OS TEMORES PARA QUE NÃO VIREM MEDO
1. NO AMOR DIVINO ESTA A PLENITUDE DA CONFIANÇA
    * Busque se comunicar com Deus – Jr 29.13 E buscar-me-eis, e me achareis, quando me [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vivendo-sem-medo-pr-adilson-guilhermel/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vivendo-sem-medo-pr-adilson-guilhermel/</feedburner:origLink></item><item><title>Vivendo sem medo - Pr. Osiel Varela</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/339618718/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 19:41:56 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vevendo-sem-medo-pr-osiel-varela/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pr. Osiel Varela</p>
<p>TEXTO ÁUREO:</p>
<p>I JO. 4.18 a: NA CARIDADE, NÃO HÁ TEMOR; ANTES, A PERFEITA CARIDADE LANÇA FORA O TEMOR.</p>
<p>&#8220;O medo é um dos sintomas mais relevantes demonstrados pelo homem, nos dias de hoje. Muito embora, a sua presença tenha nascido junto com o pecado de Adão e Eva, no Éden.&#8221; O Editor.</p>
<p>O trompete soa ao longe&#8230;As tropas alinham-se, os arqueiros preparam as flechas&#8230;a batalha vai começar.O medo apodera-se de muitos&#8230;As faces espelham o terror, espelham a dor e o medo de morrer, o medo de perder o que de mais importante têm.O céu torna-se agora sombrio&#8230;<br />
Um manto negro cobre o azul celeste&#8230;a escuridão apodera-se do mundo.</p>
<p>A situação dos nossos dias:  </p>
<p>Estamos vivendo um momento de desconstrução e esgarçamento do tecido social. Este estado, além de atingir aos sem fé, está atingindo a própria vida da Igreja.</p>
<p>Crentes sem conhecimento do que é a sua fé e com falta de convicção da sua vida com Cristo, vivem quase em romaria em saber o que lhes acontecerá nos dias a vir, desconhecendo o que disse Jesus: &#8220;basta a cada dia o seu mal&#8221;.</p>
<p>O Medo como componente do ambiente social:</p>
<p>Quando era menino, andava nas ruas de minha cidade, a qualquer hora do dia ou da noite, principalmente a noite, quando vínhamos, num grupo de irmãos e seus filhos, à frente correndo pelas calçadas do bairro até chegar em casa, entre eles, eu, e ao longo do trajeto, o grupo ia se reduzindo, até a minha família, ser a última a seguir sozinha, pela noite, mas, sem nenhum temor, esta é a minha imagem daquela época.</p>
<p>Outras vezes, seguíamos por ruas de terra, e entre o negrume da noite até uma pequena igreja localizada junto a um cerrado de árvores, onde se realizavam as reuniões de vigília, chegávamos lá por volta das 21:00 hs e saíamos em grupos por volta das 4:00 hs da madrugada, do dia seguinte, cheios de sono, nós as crianças e os adultos cheios de poder, e muita das vezes, nós as crianças que já tínhamos entendimento, saímos também, cheios do poder de Deus.</p>
<p>Descrevo estas situações para sem exemplificar a total diferença de comportamento da sociedade de minha infância e a sociedade dos dias de hoje, em que o medo tomou conta de todos.</p>
<p>Os medos que nos atingiram neste século:</p>
<p>O homem deste século se deparou com novos e graves problemas, muitos criados por ele mesmo, outros pela extrema corrupção de nossos dias, que enchem o cálice da ira de Deus.</p>
<p>De nada adianta recearmos ou ficarmos atemorizados com questões como a nova versão do vírus da gripe das aves, que é fatal e contagioso para o ser humano.</p>
<p>De nada nos adianta ficar em pânico pelo risco da pandemia da gripe aviária ou da febre amarela ou da SIDA.</p>
<p>Se para umas doenças o homem consegue achar a cura, outras tantas se alastram sem cura, câncer e outras que surgem lá no mais remoto ponto do mundo e se espalha com velocidade da Internet.</p>
<p>Resta-nos confiar em Deus.</p>
<p>Devemos viver biblicamente, cada dia de sua vez!</p>
<p>Mas, estas ameaças que pairam no ar, nos fazem pensar no mais importante da vida:</p>
<p>Amar, sorrir, rir, brincar, abraçar, beijar, perdoar, reconciliar, dar e ajudar, compreender e não julgar.</p>
<p>Somos todos iguais.</p>
<p>Feitos da mesma &#8220;massa&#8221;, sujeitos aos mesmos perigos e paixões, anseios e desilusões.</p>
<p>Que possamos usar estes flagelos, que nos causam medo, para refletir sobre o que é importante na vida!</p>
<p>Sobre o que é viver sem Cristo e com Cristo!</p>
<p>Medos:</p>
<p>As situações descritas acima, servem para demonstrar o medo entre a sociedade em relação a crimes, roubos, seqüestros, doenças epidemias, e outras manchetes de jornais nas páginas policiais.</p>
<p>Mas, a questão do medo pode ser também encontrada em outras situações da vida do homem, seja cristão ou descrente.</p>
<p>MEDO:</p>
<p>Um exemplo simples, de medo, que todos conhecem, mas pode ser medo para uns e não para todos:</p>
<p>Supondo alguém que tenha medo de baratas, pois sabemos baratas fazem parte dos temores conscientes e inconscientes de muita gente; mas também sabemos que em determinadas culturas, pessoas idolatram a barata como objetos de fetiches, enquanto outros, a tem como uma fina iguaria em sua culinária. E assim podemos perguntar; por que a barata não assusta a todos? Porque o medo natural é vivenciado por temores pessoais. Tenho um irmão que já foi pára-quedista do Exército e saltou e deu treinamento, mas, tem medo de dirigir automóveis, tem uma causa por detrás deste medo (ele vai me ligar, depois desta&#8230;).</p>
<p>&#8220;Não existe medo sem causa, assim, a causa do medo já é o próprio medo.&#8221;</p>
<p>Mas o que é o medo afinal de contas, um estado emocional, um mecanismo de origem natural do qual foram dotados todos os seres vivos, ou algo exclusivamente humano?</p>
<p>Ter medo é uma condição essencialmente racional e emocional, pois só podemos temer aquilo que conscientemente seja capaz de nos fazer algum tipo de mal, algo conhecido. Sabemos o que sentimos quando a sensação de medo toma conta de nós, e é quase certo que também sabemos o porque, pois não podemos imaginar um receio sem motivo. Uma coisa é certa, como não existe medo sem causa, a causa de qualquer medo é o próprio medo.</p>
<p>Que temos inúmeros receios todos sabemos afinal, isso é algo comum, todos têm seus próprios temores. São temores pessoais, coletivos, inconscientes, e há um sem fim número de qualificações e explicações para todos os nossos medos. Mas saber as causas dos nossos receios, novos e velhos, não resolve o problema do medo, não elimina, nem erradica a condição medo do nosso ser. Fácil é enumerar nossos receios e temores, os receios dos nossos amigos, os receios de toda humanidade, mas o simples fato de enumerá-los não significa que os estamos transcendendo.</p>
<p>Autora: Anne Marie Lucille-</p>
<p>Prefiro apontar os medos relativos a questões que envolvem o homem no seu relacionamento com Deus, adotando a mesma postura quanto ao desconhecimento científico e acadêmico desta vertente produtora de Doenças.</p>
<p>Segundo os especialistas há uma causa ou coisa através da qual o medo se manifesta em nós, que não é propriamente o estado medo, e sim apenas uma causa que o desperta. O objeto causador do medo, não é o medo, mas a causa, o veículo através do qual o medo se apossará de nós. Através desse objeto, ele irá emergir das profundezas homem.</p>
<p>Como descrevemos acima, então esta causa que não pode ser estudada pelos homens e foi transferida como uma carga hereditária adâmica que esta instalada em todos os homens.</p>
<p>O homem nasceu para dominar toda e qualquer situação no seio da criação de Deus, isto implicava em autoridade sobre tudo que Deus criou.</p>
<p>Para tanto, Deus nomeia o homem como dominador, o que implica em essência, a ausência de medo de qualquer elemento que ele vislumbrasse, durante aquele estado de total inocência, em que foi criado. Este estado de bem-estar, que pressupõe a ausência de doença, era o único estado conhecido do homem, nem morte, nem doenças lhes eram conhecidos.</p>
<p>Esse princípio da geração dos homens era prazeroso, mormente pelo contato direto com Deus, na viração do dia. Este prazer foi conscurpado pelo evento edênico entre Eva e a serpente. Pois, à partir, deste momento, o pecado atinge o homem e este passa a ser escravo do pecado por esta porta aberta, no coração do homem e o pega sem a cobertura divina que afasta todo o medo.</p>
<p>Veja a expressão do homem para Deus, durante estes acontecimentos:</p>
<p>Gn.3.7.ss: Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais. E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim. Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás? Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim e tive medo, porque estava nu; e escondi-me.</p>
<p>Medo natural da Criação:</p>
<p>Como já dissemos, ao homem foi dada autoridade para dominar a Criação, mas o medo do desconhecido tornou-se uma coisa notória na vida humana, pelos motivos aqui preconizados.</p>
<p>Até mesmo aquilo que Deus criou para abençoar o homem, como os ventos que nos trazem o frescor e a conduzem a chuva em sua andança pelos quatro cantos do mundo, para que a terra frutifique, o mar que nos da alimento para muitos em toda a terra e serve de trabalho para muitos de nós, desperta com sua braveza o medo daquilo que o homem já não pode controlar.Só um homem, chamado Jesus pôde vencer este medo que há em nós em relação as forças da criação.</p>
<p>Mt. 8. 26: Ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se grande bonança.</p>
<p>Mas, até a autoridade de Jesus sobre a sua Criação trouxe temor ou medo aos seus discípulos, que vivenciavam todos os dias milagres após milagres.</p>
<p>Mc.4.41: Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?</p>
<p>Mt.14. 26: Os discípulos, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo.</p>
<p>Isto representa para nós que até os milagres, ou ação de Jesus sobre a sua Criação, ou o  que Deus faz em nossa vida pode se transformar em medo, medo daquilo que nos é sobrenatural.</p>
<p>O Medo e A Escolha:</p>
<p>Deus concedeu o livre-arbítrio ao homem e por este atributo personalístico, o homem fez uma má escolha, preferiu ouvir a voz da serpente a obedecer a voz de Deus.</p>
<p>O ato da escolha já gerou um conflito no homem:</p>
<p>Obedecer a Deus ou ouvir a voz da serpente?</p>
<p>Portanto a escolha que cria feridas no coração do homem pode transformar, o próprio ato da escolha em medo, tais como:</p>
<p>Escolher que caminho tomar;</p>
<p>Escolher uma profissão em plena adolescência;</p>
<p>Escolher um marido;</p>
<p>Escolher uma esposa;</p>
<p>Escolher a quem adorar: &#8220;Escolhei hoje a quem sirvais&#8230;&#8221;</p>
<p>Escolher se afastar de Deus;</p>
<p>Escolher aproximar-se de Deus;</p>
<p>Escolher entre os prazeres do mundo e uma vida com Deus, e aí voltamos a inicial.</p>
<p>Escolho porque tenho as opções, escolho porque sou livre para fazer o que quiser;</p>
<p>Escolho porque desejo para mim o melhor dentre os disponíveis.</p>
<p>Desejo enfim, garantia de satisfação.</p>
<p>Homem vive numa busca de garantias daquilo que escolhe:</p>
<p>Diz um especialista:</p>
<p>&#8220;Se todos estados emocionais do homem demandam um motivo para existir, estes motivos foram criados pelo próprio homem.&#8221;</p>
<p>Se a profissão vai lhe dar segurança.</p>
<p>Se a quem serve como deus lhe dará segurança de vida eterna.</p>
<p>Tudo quanto o homem tem que decidir pode gerar a insegurança, gerar o medo.</p>
<p>Medo de não conseguir, o que ainda não temos.</p>
<p>Medo de não ser aquilo que ainda não somos.</p>
<p>Se buscamos garantia em alguma coisa, é porque há a possibilidade de que aquilo não se concretize, ou não perdure o tempo que julgamos necessário à nossa plenitude.</p>
<p>Vencendo o medo em Cristo:</p>
<p>I Jo.5.14:E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.</p>
<p>A Bíblia nos fala da Plenitude de Deus, e onde podemos encontrá-la e nos enchermos da mesma até alcançarmos a estatura plena de Cristo.</p>
<p>Ef. 3. 19: e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus.</p>
<p>Ef. 4. 13: até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo;</p>
<p>A plenitude de vida em Cristo nos transmitida por sua própria ordem:</p>
<p>Tudo o que pedirdes em meu nome recebereis!</p>
<p>É uma virtude transformadora da mentalidade, deixamos de pensar como terrenos e discernimos tudo como espirituais, e como espirituais, desprezamos e vencemos todo o medo.</p>
<p>Porque a plenitude do amor [No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor.] é uma arma contra o medo?</p>
<p>Pois temos os nossos corações animados, há um só Espírito agindo em nós; e unidos em Deus nós somos mais que vencedores, por aquele que nos amou: Jesus Cristo!</p>
<p>Cl.2.1.ss: Pois quero que saibais quão grande luta tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram a minha pessoa; para que os seus corações sejam animados, estando unidos em amor, e enriquecidos da plenitude do entendimento para o pleno conhecimento do mistério de Deus-Cristo, no qual estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.</p>
<p>Um homem que atinge este estágio em sua vida espiritual pode ultrapassar todos os medos da vida moderna e deste século.</p>
<p>Seja o medo de perder.</p>
<p>Seja o medo de sofrer.</p>
<p>Seja o medo da concorrência em todos os setores da vida:</p>
<p>Profissional, física, espiritual ou na Vida Ministerial.</p>
<p>Jamais claudicará em pensamentos de timidez ou medo.</p>
<p>Ele vive na plenitude de Cristo e isto representa ser firmado em amor e o amor lança fora todo o medo!</p>
<p>A ótica do Mundo é: Ou você, se sujeita as condições, que ele impõe ou você será derrotado!</p>
<p>Mas, nada pode nos conter, com a pretensão de nos causar aprisionamento de mente ou espiritual, seja o que ocorre no Mundo seja o que ocorre em nossa vida secular ou espiritual.</p>
<p>Mas, graças a Deus que nos dá vitória por Nosso Senhor Jesus Cristo que nos libertou todos os medos inclusive o mais terrível o medo da morte e da Eternidade.</p>
<p>Jo.5. 24: Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida.</p>
<p>Qual a tua escolha?</p>
<p>Se nos submetemos ao medo é que já nos tornamos escravos.</p>
<p>Nós já estamos livres de todo o temor por Cristo, se nos submetermos as sombras do medo, já não somos dignos de sermos servos de Deus e sim servos do medo.</p>
<p>A Lição dos versículos seguintes, é que nós temos que deixar fora todo o medo, que vem sobre nós ou ficaremos escravos do mesmo.</p>
<p>Rm.6.16: Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?</p>
<p>Cl.2.8.ss: 8 Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, e tendes a vossa plenitude nele, que é a cabeça de todo principado e potestade.</p>
<p>Resposta para estas posições, só pode ser encontrada, na presença de Deus, através de seu Filho Jesus Cristo.</p>
<p>Os medos do Apóstolo Paulo e o oportunismo do pecado em lançar medo em nossos corações:</p>
<p>Paulo sofreu medo da própria Lei, achando que ela era um instrumento da morte, na verdade quem o queria atacar malignamente era o pecado até que o Apóstolo descobre a solução em:</p>
<p>Rm. 7. 7.ss: Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei&#8230;Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado. E outrora eu vivia sem a lei; mas assim que veio o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; e o mandamento que era para vida, esse achei que me era para morte. Porque o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento me enganou, e por ele me matou&#8230; Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo (escravo). Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei guerreando (ansiedade de ser livre e fazer o bem) contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo (pensa Paulo: me levou à escravidão!) à lei do pecado, que está nos meus membros.Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? [Ansioso por libertar-se das guerras da lei do pecado – agora ele entende toda a sua ansiedade e medo de praticar o mal] Graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor! De modo que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado [SOLUCIONADO O PROBLEMA].</p>
<p>Este é o medo de perder o que já temos: vida livre do pecar e do pensamento vicioso, do &#8220;schematio mundi&#8221;, transformados pela renovação de nosso entendimento pelo Espírito Santo.<br />
Medo da morte:<br />
&#8220;O medo de morrer impede-nos de viver!&#8221;</p>
<p>Hb.2.15: e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão.</p>
<p>Mt.10.28: E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.</p>
<p>Nascido desde o momento em que o homem se descobriu sem a oportunidade de não mais, comer da árvore da vida no Éden. Quando o homem encontra-se à beira de perder a vida ou ao saber de alguma doença que o pode levar à morte, ele procura de todas as maneiras uma solução para o seu caso.</p>
<p>Medo natural da Criação:</p>
<p>Como já dissemos ao homem foi dada autoridade para dominar a Criação, mas os medos do desconhecido tornou-se uma coisa notória na vida humana, pelos motivos aqui preconizados, pois até mesmo aquilo que deus criou para abençoar o homem, como os ventos que nos trazem o frescor e a conduzem a chuva em sua andança pelos quatro cantos do mundo, para que a terra frutifique, o mar que nos da alimento para muitos em toda a terra e serve de trabalho para nós, desperta com sua braveza o medo daquilo que o homem já não pode controlar.Só um homem, chamado Jesus pode vencer este medo que há em nós em relação as forças da criação.</p>
<p>Mt. 8. 26: Ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se grande bonança.</p>
<p>Mas, até a autoridade de Jesus sobre a sua Criação trouxe temor ou medo aos seus discípulos, que vivenciavam todos os dias milagres após milagres.</p>
<p>Mc.4.41: Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?</p>
<p>Mt.14. 26: Os discípulos, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo.</p>
<p>Isto representa para nós que até os milagres, ou ação de Jesus sobre a sua Criação, ou o  que Deus faz em nossa vida, pode se transformar em medo, medo daquilo que nos é sobrenatural, por isto, é necessário ter confiança real na nossa fé em Cristo uma vida de real conversão, o verdadeiro renascimento espiritual, para saber que Ele tem todo o Poder e nos delegou este poder, como novo homem espiritual, não mais adâmico, mas cristãos.</p>
<p>CONCLUSÃO:</p>
<p>Escondidos em Cristo estamos livre de todo o medo tal qual os heróis da fé de Hb. 11.33.ss: Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.</p>
<p>E há uma vitória que nos é garantida pela fé em Cristo.</p>
<p>I Jo5. 4: Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.5Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?</p>
<p>Rom 8:31: Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?</p>
<p>Fonte:</p>
<p>Bíblia Chamada</p>
<p>Dra. Anne Marie Lucille - A autora é pesquisadora em psico-pedagogia e escritora.</p>
<p>http://sitededicas.uol.com.br/integral_txt10.htm</p>
<p>Lição CPAD</p>
<p>Apontamentos do autor</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=HBbnFq"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=HBbnFq" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=6uGdUJ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=6uGdUJ" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Pr. Osiel Varela
TEXTO ÁUREO:
I JO. 4.18 a: NA CARIDADE, NÃO HÁ TEMOR; ANTES, A PERFEITA CARIDADE LANÇA FORA O TEMOR.
&amp;#8220;O medo é um dos sintomas mais relevantes demonstrados pelo homem, nos dias de hoje. Muito embora, a sua presença tenha nascido junto com o pecado de Adão e Eva, no Éden.&amp;#8221; O Editor.
O trompete soa [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vevendo-sem-medo-pr-osiel-varela/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/19/vevendo-sem-medo-pr-osiel-varela/</feedburner:origLink></item><item><title>Vivendo sem medo - Pr. Altair Germano</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/337657776/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:24:33 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/17/vivendo-sem-medo-pr-altair-germano/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pr. Altair Germano<br />
http://www.altairgermano.blogspot.com/</p>
<p>Na lição sobre a “ansiedade”, foi observado que alguns psicólogos não distinguem o medo da ansiedade. Ambos podem produzir as mesmas reações psicológicas (taquicardia, alterações na respiração, tremores, transpiração excessiva, secura na boca, mudanças no timbre da voz etc.) Continuaremos a seguir esta linha de pensamento. Abordaremos neste subsídio, o conceito, as várias descrições e o tratamento do medo à luz da psicologia e da Bíblia.</p>
<p>1. DEFINIÇÃO DE MEDO</p>
<p>Uma definição clássica de “medo” é aquela que o concebe como “uma emoção que se experimenta na presença ou na expectativa de perigo real, freqüentemente físico” (ALTROCCHI, 1980, p. 41 apud ALTROCCHI e SELL, 1991, p. 108)</p>
<p>Nem todo “medo” é necessariamente um sentimento ou emoção pecaminosa e doentia. Para Morosco (Apud, Idem, p. 111) “O medo, em e por si mesmo, não é moralmente mau ou errado; ele é neutro”. Neste sentido, o medo é um dispositivo emocional que nos faz agir com cuidado, preventivamente e cautelosamente. A prova disto, é que a própria Bíblia recomenda que devemos temer as autoridades superiores:</p>
<p>“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para o temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás o louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhes estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência” (Rm 13.1-5)</p>
<p>Devemos também temer a Deus:</p>
<p>“Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei e não te associes com os revoltosos.” (Pv 24.21)</p>
<p>“[&#8230;] temei a Deus, honrai o rei.” (1 Pe 2.17c)</p>
<p>É quando o medo sai da esfera do “normal” ou “natural”, que ele se torna uma “fobia”. Segundo Davidoff (2004, p. 562) “Uma fobia é um medo excessivo ou injustificável de algo específico ou de uma situação que é manipulada por esquiva persistente”, e ainda, “As fobias são consideradas distúrbios apenas quando são incapacitantes e destrutivas [&#8230;]” (idem).</p>
<p>As escolas de psicologia concordam em que o medo “é um problema anormal sempre que resultar em tornar a vida desagradável ou destrutiva para a pessoa que o possui” (ALTROCCHI e SELL, idem, p. 113).</p>
<p>2. OUTRAS DESCRIÇÕES DO “MEDO”</p>
<p>ALTROCCHI e SELL fazem ainda, outras colocações interessantes acerca do “medo”:</p>
<p>- O medo sob controle. O medo, segundo a Bíblia, pode ser controlado pela vontade humana (idem, p. 108-112). Dessa forma, como lidamos com o medo, pode nos conduzir ao pecado.</p>
<p>O medo, quando negligenciado ante um perigo real (como por exemplo, os perigos do trânsito), pode nos conduzir para ações imprudentes e desastrosas.</p>
<p>A falha humana se evidencia também em temer aquilo que não constitui perigo para nós. São dois extremos que devem e podem ser evitados.</p>
<p>Temermos as coisas que Deus nos diz para não temermos é tão pecado quanto não temermos o que ele e o bom senso nos orientam a temermos.</p>
<p>- O medo como uma luta diária. Mesmo diante das várias passagens bíblicas que nos ordenam que não tenhamos medo, é necessário reconhecer que a luta contra o medo pode ser prolongada e difícil. “Em me vindo o temor, hei de confiar em ti” (Sl 56.3). Eis o nosso grande desafio, confiar em Deus.</p>
<p>- A relação entre medo e idade. Cada fase de nossa vida trás os seus “medos”. Na infância, em suas diversas fases, o medo da ausência da mãe, de coisas, lugares e pessoas estranhas, de fenômenos naturais, do escuro, de ruídos é sempre uma constante. Na adolescência e início da idade adulta, os temores que mais se evidenciam, se voltam para o futuro acadêmico, profissional e afetivo. A meia-idade chega, e com ela o medo de ser substituído por pessoas mais jovens, a perda da saúde e da aparência física, o futuro dos filhos e a velhice. Já idoso, o ser humano, principalmente na cultura ocidental, se atemoriza diante do declínio da beleza, da agilidade e da força. A possibilidade da solidão e a iminência da morte são outros fatores geradores de medo.</p>
<p>3. COMO TRATAR E VENCER O MEDO</p>
<p>O medo pode ser tratado e vencido de várias maneiras. As sugestões de Davidoff, Perry e Sell são aqui colocadas:</p>
<p>- Confie em Deus. Em primeiro lugar é preciso confiar em Deus.</p>
<p>- Submeta-se a tratamento. Alguns casos de medo necessitarão de tratamento psicoterapêutico e medicação. É necessário, contudo, buscar auxílio de profissionais confiáveis.</p>
<p>- Enfrente o objeto do medo. Quanto mais nos familiarizamos com as causas do medo, mediante aproximação, enfrentamento e estudo, menos medo teremos. Fugir do que e teme, geralmente aumenta o medo. Obviamente, dependendo do objeto do medo, a cautela e a prudência são necessárias.</p>
<p>- Trate os temores mediante associação com outras pessoas. Agir com calma e confiança diante de pessoas com medo, promoverá tranqüilidade. Se associar com pessoas que não temem o que tememos, nos ajudará a vencermos o medo.</p>
<p>- Discuta o medo com outras pessoas. Quando se discute os temores com outras pessoas, não apenas compreendemos melhor o objeto temido, mas também o nosso próprio medo e as suas conseqüências.</p>
<p>Como crentes em Deus, devemos perceber a realidade do medo como emoção necessária e reguladora de nossas ações, sem deixar que ele nos controle e domine, promovendo ações desesperadas e emoções descontroladas, na certeza de que ao lado do Senhor estamos seguros e protegidos. A expressão “não temas” aparece na Bíblia mais de 300 vezes (alguns já afirmaram 366 e outros 394).</p>
<p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p>Bíblia de Estudo Almeida. Barueri-SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.</p>
<p>COLLINS, Gary R. Aconselhamento Cristão. São Paulo: Vida Nova, 1995.</p>
<p>DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2001.</p>
<p>PERRY, Lloyd M; SELL, Charles. Pregando sobre os problemas da vida. 2. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1991.</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=qabWzj"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=qabWzj" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=bUbPhJ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=bUbPhJ" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Pr. Altair Germano
http://www.altairgermano.blogspot.com/
Na lição sobre a “ansiedade”, foi observado que alguns psicólogos não distinguem o medo da ansiedade. Ambos podem produzir as mesmas reações psicológicas (taquicardia, alterações na respiração, tremores, transpiração excessiva, secura na boca, mudanças no timbre da voz etc.) Continuaremos a seguir esta linha de pensamento. Abordaremos neste subsídio, o conceito, as várias [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/17/vivendo-sem-medo-pr-altair-germano/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/17/vivendo-sem-medo-pr-altair-germano/</feedburner:origLink></item><item><title>Vivendo sem medo - Pb. José Roberto</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/336662370/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Tue, 15 Jul 2008 19:19:45 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/16/vivendo-sem-medo-pb-jose-roberto/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pb. José Roberto<br />
http://subsidioebd.blogspot.com/<br />
Texto Áureo: I Jo. 4.18 – Leitura Bíblica em Classe: Nm. 13.25-32.<br />
Objetivo: Mostrar que o amor de Deus, derramado em nossos corações, é a garantia da vitória sobre o medo, tão comum na sociedade moderna.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br />
O medo, ou mais precisamente, o pânico é uma das doenças do nosso século. Muitas pessoas, levadas pelo pavor, não conseguem sequer sair de casa, assustadas com o que lhes venha a acontecer, especialmente, em relação à morte. Nesta lição, após definir o que seja medo e mostrar as suas causas e conseqüências, nos voltaremos à cura que a Palavra de Deus nos oferece a fim de que, como o mundo, não sejamos tomados pelo terror o assola.</p>
<p>1. O MEDO, SUAS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS<br />
Na psicologia moderna, o “medo” é um sentimento caracterizado pela inquietação, falta de paz, desespero e insegurança. Tal sensação tem se manifestado de muitas maneiras, por meio de fobias – medos injustificados, e da síndrome do pânico – sensação irracional que pode levar o indivíduo ao isolamento em relação à sociedade. Esse tipo de medo, no entanto, pode ser identificado ainda nos tempos dos salmistas (Sl. 27.1-3; 121), pois aquele tempo, bem como o atual, era marcado pela violência e pelo terror (Sl. 55.4-6). No livro de Gênesis, após o pecado, Adão percebeu sua condição e teve medo: “Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.” (Gn. 3.10). A causa do medo, de acordo com o relato bíblico, é a forma como nos vemos pelos olhos dos outros, é o receio de como Deus nos verá. Por isso, estamos sempre tentando nos cobrir com folhas de figueira, na inútil tentativa de camuflar aquilo que realmente somos. O Deus de Israel já antecipara que caso aquele povo se distanciasse dEle, a conseqüência seria o sentimento de pavor (Lv. 26.36). A causa de todos esses medos modernos continua sendo a mesma, o homem encontra-se distanciado do Deus que o criou (Rm. 3.23).</p>
<p>2. O HOMEM DIANTE DA MORTE<br />
A morte é o maior dos temores do homem dos tempos modernos. Conta-se que Satre, famoso filósofo existencialista, costumava dizer que teria forças para enfrentar a morte nos dias finais. Isso, todavia, não aconteceu, e, seus últimos dias foram de intenso pavor. Ao ser perguntado a respeito da falta da causa de seu pânico em relação à morte, o filósofo respondeu que não tinha esperança, porque essa carecia de um fundamento. Os cristãos, diferentemente dos materialistas e dos existencialistas ateus, sabem que têm uma bendita esperança (I Ts. 4.13-17). Jesus trouxe à luz a imortalidade através do Seu evangelho (II Tm. 1.10). Por isso, quando esse tabernáculo humano se desfizer, receberemos, do Senhor, um corpo incorruptível, não mais sujeito às fragilidades temporais (II Co. 5.1). A meditação nessas verdades reveladas nos traz de volta a confiança, e repentinamente, o medo da morte se esvai, e sobrenaturalmente, podemos vê-la a partir do prisma do Senhor (Sl. 116.15; Ap. 21.4). Percebemos, então, que nada nos separará do amor de Cristo, nem mesmo a morte (Fp. 1.20; Rm. 8.38), e que, ao final, essa será definitivamente tragada pela vitória (I Co. 15.54). O poeta inglês John Donne, após vários anos de meditação sobre a morte, chegou a uma confortadora conclusão. Em versos diz: “Não te orgulhes, ó Morte, embora te hão chamado, poderosa e terrível, porque tal não és, já que quantos tu julgas ter pisado aos pés, não morrem, nem de ti eu posso ser tocado”. Com Donne, concordamos que a morte não pode tocar aquele cuja esperança repousa no Senhor da Vida. Ao ser vencida por Cristo, no ato da ressurreição, a morte perdeu o seu poder. Resta-nos, a partir de então, a agradável surpresa e a convicção de que “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (II Co. 2.9).</p>
<p>3. FÉ, A VITÓRIA QUE VENCE O MEDO<br />
Após refletir sobre o grande amor de Deus, o salmista afirmou com veemência: “o Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem me recearei?” (Sl. 27.1), e, mais adiante, “O Senhor está comigo; não temerei o que me pode fazer o homem” (Sl. 118.6). O principal problema do medo é que ele nos fecha diante dos outros. Ele destrói a razão para a qual fomos criados, para ter relacionamentos, tanto com Deus quanto com o próximo. Quando nos entregamos ao medo, somos impulsionados a fugir de Deus e das pessoas. Tornamos-nos construtores de muros ao invés de edificadores de pontes. Venceremos o medo quando formos capazes de vencer a nós mesmos. A principal ameaça para nós é o nosso próprio egoísmo. Na passagem bíblica de I Jo. 4.18, o apóstolo Amado, aquele que esteve por longo tempo preso na ilha de Patmos, nos mostra a saída para o medo, diz ele: “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor”. Em relação a Deus, é necessário, primeiramente, ter a convicção do seu imenso amor em Cristo, o qual morreu e ressuscitou para que tivéssemos vida e não mais temêssemos. O ser humano não precisa mais se esconder nas “folhas de figueira” dos paliativos humanos, em Cristo, o temor foi substituído pelo amor.</p>
<p>CONCLUSÃO<br />
Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Em relação aos outros, devemos tomar a decisão de pôr o amor acima de qualquer pavor. Esse é o caminho para nos abrirmos aos relacionamentos. Se tivermos que ter medo de alguma coisa, deve ser o medo de não amar, pois se não amarmos, verdadeiramente, não conseguiremos viver, já que não há vida sem amor. Jamais devemos esquecer de que Deus é amor (I Jo. 4.8), e, nEle e com Ele, não temos o que temer, pois, definitivamente, nada nos separará do amor de Deus em Cristo Jesus (Rm. 8.35-39). Não esqueçamos que o Senhor é o nosso Pastor, portanto, ainda que passemos pelo vale da sombra da morte, não temeremos (Sl. 23.4).<br />
BIBLIOGRAFIA<br />
COLSON, C. E agora como viveremos. Rio de Janeiro: CPAD, 2002<br />
SILVA, S. P. da. Entrando no campo da fé. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=mK1FvV"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=mK1FvV" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=LiEl9J"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=LiEl9J" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Pb. José Roberto
http://subsidioebd.blogspot.com/
Texto Áureo: I Jo. 4.18 – Leitura Bíblica em Classe: Nm. 13.25-32.
Objetivo: Mostrar que o amor de Deus, derramado em nossos corações, é a garantia da vitória sobre o medo, tão comum na sociedade moderna.
INTRODUÇÃO
O medo, ou mais precisamente, o pânico é uma das doenças do nosso século. Muitas pessoas, levadas pelo pavor, [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/16/vivendo-sem-medo-pb-jose-roberto/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/16/vivendo-sem-medo-pb-jose-roberto/</feedburner:origLink></item><item><title>Vencendo a ansiedade - Pr. Adilson Guilhermel</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/331405628/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:13:18 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pr-adilson-guilhermel/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Texto Bíblico: I Pe 5.7 Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.</p>
<p>Biblical text: I Pedro 5.7 throwing on him all your anxiety, because he has been taking care of you.<br />
LEARN HOW TO DEPEND ON GOD</p>
<p>APRENDA A VIVER NA DEPENDENCIA DE DEUS</p>
<p>1. ABANDONE AS PREOCUPAÇÕES INDIVIDUAIS</p>
<p>• Não se prenda ao materialismo - Mt 6.25a Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir.<br />
• Não se oprima na superfluidade - Mt 6.26b&#8230;Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?<br />
• Não se retraia na inferioridade - Mt 6.26 Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?</p>
<p>2. CONTROLE AS INSTABILIDADES EMOCIONAIS</p>
<p>• Evite as precipitações - Mt 6.27 E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?<br />
• Evite as inquietações - Mt 6.28 E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;<br />
• Evite se menosprezar - Mt 6.29 E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.</p>
<p>3. PERSEVERE NA ESPIRITUALIDADE FERVOROSA</p>
<p>• Confie nos cuidados divinos - Mt 6.30 Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?<br />
• Confie nas promessas divinas - Mt 6.33 Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.<br />
• Confie nas realizações divinas - Mt 6.34 Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.</p>
<p>Obs: Os esboços são elaborados pelos textos bíblicos da lição.<br />
Pr Adilson Guilhermel<br />
http://www.pastorguilhermel.com.br/noticia.php?not_cod=16</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=v5aauU"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=v5aauU" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=M6CzzJ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=M6CzzJ" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Texto Bíblico: I Pe 5.7 Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
Biblical text: I Pedro 5.7 throwing on him all your anxiety, because he has been taking care of you.
LEARN HOW TO DEPEND ON GOD
APRENDA A VIVER NA DEPENDENCIA DE DEUS
1. ABANDONE AS PREOCUPAÇÕES INDIVIDUAIS
• Não se prenda ao [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pr-adilson-guilhermel/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pr-adilson-guilhermel/</feedburner:origLink></item><item><title>Vencendo a ansiedade - Pr. Altair Germano</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/331405629/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:11:14 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pr-altair-germano/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pr. Altair Germano</p>
<p>http://altairgermano.blogspot.com/</p>
<p>Os psicólogos e os conselheiros cristãos falam da ansiedade como “um dos problemas mais urgentes de nossos dias. [&#8230;] a emoção oficial de nossa época, a base de todas as neuroses, e o fenômeno psicológico mais difundido hoje” (COLLINS, 1984, pg. 51).</p>
<p>A pós-modernidade trouxe consigo algumas mazelas da modernidade, responsáveis por mudanças no comportamento e nos hábitos profissionais, pessoais e familiares dos indivíduos. Perceba que em primeiro lugar citei os hábitos profissionais, por entender que são os principais responsáveis por desencadear mudanças nas demais esferas da nossa vida.</p>
<p>Na atual sociedade capitalista “selvagem”, poderíamos citar como exemplos a busca alucinada pelo sucesso profissional, a alta carga de trabalho, onde a maior produtividade e a qualidade são buscadas com o menor custo possível, a alta competitividade no mercado de trabalho, a necessidade constante de qualificação, o desejo de sempre ganhar mais, a pressão constante do concorrente, do patrão, do mercado etc.</p>
<p>As mudanças nos hábitos profissionais, tornaram os indivíduos mais egoístas, individualistas, gananciosos e materialistas. Explorados ou explorando, vivem do trabalho e para o trabalho. A lógica da pós-modernidade dissemina a idéia de que ganhando mais, você pode viver prazerosamente (hedonismo) e ser feliz. Felicidade tornou-se uma questão de “ter” e não de “ser”. No desejo de ter-mais o homem tornou-se um ser-menos. Ter mais coisas, para ter mais felicidade, lhe tirou o tempo para si, para sua família e para Deus.</p>
<p>No afã de ganhar o mundo, o homem abriu mão da presença da família e de Deus. Em casa, só há tempo para o repouso ou para a conclusão de tarefas inacabadas. O diálogo, o afago, o abraço, o carinho, o beijo, o riso, a alegria compartilhada entre marido e mulher, pais e filhos se foi. E o que ficou? Ficou a solidão, ficou a “ausência de”, e a “ausência de” pode produzir a frustração, o desespero existencial, a ansiedade.</p>
<p>O dia do Senhor é agora o dia da praia, do cinema, do shopping. Quando “sobra” tempo, dá para ir ao culto dominical cumprir as obrigações religiosas. A presença de Deus em muitos lugares é percebida apenas na letra dos hinos, na leitura da Bíblia e no sermão da noite. A presença de Deus, cada vez menos buscada e sentida, é cada vez mais negligenciada e ignorada. O que isto pode produzir? Ansiedade.</p>
<p>1. DEFINIÇÕES</p>
<p>Observaremos abaixo, algumas definições para a “ansiedade”:</p>
<p>“Estado emocional doloroso, marcado por inquietude, alarme ou medo e acompanhado por certo grau de excitação autônoma do sistema nervoso.” (ALTROCCHI apud PERRY; SELL, 191, p. 68).</p>
<p>“Um sentimento íntimo de apreensão, mal estar, preocupação, angústia e/ou medo, acompanhado de um despertar físico intenso. Ela pode surgir como uma reação a um perigo específico identificável (muitos escritores chamam isto de “medo” em lugar de ansiedade), ou em resposta a um perigo imaginário com a expressão “angústia vaga, flutuante”. A pessoa sente que alguma coisa terrível vai acontecer, mas não sabe o que é nem porque.” (COLLINS, idem)</p>
<p>“Definimos ansiedade como uma emoção caracterizada por sentimentos de antecipação de perigo, tensão e sofrimento e por tendência de esquiva e fulga.” (DAVIDOFF, 2001, p. 390).</p>
<p>Percebe-se nas definições citadas uma grande similaridade entre ansiedade e medo. Para diferenciá-los, Davidoff (idem), observa que:</p>
<p>- O objeto do medo é fácil de identificar (altura, falar em público etc.), enquanto as pessoas podem sentir-se ansiosas sem saber por quê.</p>
<p>- A intensidade de um medo é geralmente proporcional à magnitude do perigo. A intensidade da ansiedade é supostamente maior que o perigo objetivo (se for conhecido).</p>
<p>Concordando com estas diferenças, Perry e Sell (1991, p. 68) afirma que “Embora temor e ansiedade sejam semelhantes, os psicólogos geralmente fazem distinção entre os dois. O termo medo é usado quando a pessoa está na presença ou expectativa de algo real, muitas vezes físico. Sempre que existe medo sem qualquer perigo aparente ele é descrito como ansiedade.”</p>
<p>O termo bíblico traduzido por ansiedade é merimna, que conforme Vine; Unger e White JR. (2003, p. 523), pode significar “[&#8230;] um cuidado, sobretudo um cuidado ansioso (Mt 6.25; 13.22; Mc 4.19; Lc 8.14; 2 Co 11.28; Fp 4.6; 1 Pe 5.7)</p>
<p>2. TIPOS DE ANSIEDADE</p>
<p>Existem algumas variações quanto à classificação dos tipos de ansiedade. Consideraremos as seguintes:</p>
<p>- Ansiedade Geral ou Normal. Considera-se a ansiedade como um sentimento normal, quando descreve aqueles sentimentos que todos os seres humanos têm “quando existe uma ameaça real ou situação de perigo. A ansiedade é proporcional ao perigo (quanto maior o perigo maior a ansiedade). Ela pode ser reconhecida controla e reduzida.</p>
<p>- Ansiedade Aguda. Suas principais características são: o surgimento repentino, sua grande intensidade e pequena duração.</p>
<p>- Ansiedade Crônica. “A ansiedade crônica, em contraposição à aguda é persistente e duradoura, mas menos intensa. As pessoas que sofrem dessa espécie de ansiedade estão preocupadas a maior parte do tempo e têm medo especialmente de qualquer situação ameaçadora” (PERRY e SELL, idem).</p>
<p>Para Davidoff (Apud Fleming et al, 1984, idem), o termo estresse se refere tanto às condições que despertam ansiedade (causa) ou o medo quanto à ansiedade ou o medo despertados (causado).</p>
<p>Continua&#8230;</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=np0iKY"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=np0iKY" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=EqPLuJ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=EqPLuJ" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>Pr. Altair Germano
http://altairgermano.blogspot.com/
Os psicólogos e os conselheiros cristãos falam da ansiedade como “um dos problemas mais urgentes de nossos dias. [&amp;#8230;] a emoção oficial de nossa época, a base de todas as neuroses, e o fenômeno psicológico mais difundido hoje” (COLLINS, 1984, pg. 51).
A pós-modernidade trouxe consigo algumas mazelas da modernidade, responsáveis por mudanças no [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pr-altair-germano/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pr-altair-germano/</feedburner:origLink></item><item><title>Vencendo a ansiedade - Pb. José Roberto</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/331405631/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:09:37 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pb-jose-roberto/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>http://subsidioebd.blogspot.com/</p>
<p>Texto Áureo: I Pe. 5.7 – Leitura Bíblica em Classe: Mt. 6.25-30, 33,34.</p>
<p>Objetivo: Refletir a respeito dos efeitos danosos da ansiedade, bem como buscar o remédio bíblico para evitar que ela domine o viver cristão.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br />
Nesta lição, meditaremos a respeito de uma das principais doenças do século atual, a ansiedade. Veremos, inicialmente, que a causa de ansiedade é o sentimento constante de insatisfação. Em seguida, mostraremos que a ansiedade traz sérias conseqüências ao viver cristão. E, por fim, aprenderemos a encontrar plena satisfação em Deus, o antídoto contra a doença da ansiedade.</p>
<p>1. ANSIEDADE, QUANDO NADA SATISFAZ<br />
A raiz da ansiedade é a insatisfação contínua do ser humano. Desde a sua queda, o homem e a mulher perderam a fonte da completude que se encontrava em Deus. A partir de então, a existência costuma ser uma busca desenfreada a fim de preencher uma lacuna angustiante que somente pode ser completada pelo Criador. A causa central da ansiedade, nessa perspectiva, se encontra na ausência de fé (Mt. 6.30-34). E essa, por sua vez, está associada a uma cosmovisão, isto é, a uma vida pautada na tentativa de alcançar a felicidade através dos bens materiais. Somos ensinados a nos sentirmos seguros através dos bons empregos, do acúmulo das riquezas, dos prazeres carnais, e quem sabe, no acréscimo dos anos de vida por meio das técnicas científicas. Mas todos esses paliativos não nos garantem a satisfação plena, e, como Saul (I Sm. 18.7-16), nos perturbamos com muitos cuidados, especialmente em relação ao sucesso dos outros. Essa sensação é testemunhada numa música secular, dos Rolling Stones, por meio da qual, dizem que não conseguem obter satisfação plena: “I can’t get no satisfation”. A esse respeito, são apropriadas as palavras de Salomão, ao afirmar que, nessa ânsia desenfreada por satisfação sem Deus, “nem os seus olhos se fartam de riquezas” (Ec. 4.8).</p>
<p>2. CONSEQUÊNCIAS DA ANSIEDADE<br />
É muito comum, nos dias atuais, ouvir a lamentação de pessoas em relação ao estresse. Há, inclusive, quem considere ser essa uma situação normal. Os cursos de motivação oferecidos a preços nada modestos estimulam “os primeiros depois delas mesmas”. Não há lugar para os últimos, contrariando o ensinamento de Jesus (Mt. 19.30; 20.16). O espírito de competição é insuflado, todo mundo com medo de perder o seu lugar, e muitos outros, lutando para derrubar uns aos outros, tentando se manter ou obter mais poder, em muitos casos, sem atentar para a ética. Tanto dentro quanto fora da igreja, os cargos são vistos não em sua funcionalidade, para a edificação do Corpo de Cristo (Ef. 4.11,12), mas como se estivéssemos numa hierarquia militar. É como se vivêssemos numa selva de pedra, a seleção natural das espécies de Darwin domina o os relacionamentos. Como conseqüência, fica a frustração, por não ter um emprego melhor do que um outro almejado, uma casa luxuosa como aquela do seu vizinho ou um carro do ano repleto acessos desnecessários. Outro mal é o desânimo, o complexo de inferioridade, que arrasta o ser humano para uma perda total da identidade para a qual fora criado.</p>
<p>3. A PLENA SATISFAÇÃO EM DEUS<br />
Nada há de errado em buscar melhores condições de vida, reconhecendo, como cristãos, que tudo procede de Deus, e por isso, sendo a Ele gratos (I Tm. 4.4; 6.17). Mas a meta do cristão não pode ser o acúmulo descontrolado de riquezas, antes ter, com critério, o suprimento das necessidades familiares e também para ajudar os mais necessitados (I Ts. 1.11; Ef. 4.28). Para não entrarmos pelo caminho da ansiedade, o segredo é seguir o exemplo e a instrução da simplicidade experimentada por Paulo: “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Fp. 4.11-13) “Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes” (I Tm. 1.8).</p>
<p>CONCLUSÃO<br />
A solução contra os males da ansiedade, portanto, é a plena satisfação e contentamento em Deus, e, nesse contexto, podemos, como diz o texto áureo desta lição, lançar sobre ele toda a nossa ansiedade, porque ele tem cuidado de nós (I Pe. 5.7). Há uma tradução do versículo 1, do Salmo 23, bem mais equivalente com o texto hebraico, que reforça esse ensinamento bíblico. Diz assim: “O Senhor é o meu Pastor e de nada tenho falta”. Que essa palavra se aplique às nossas vidas, e só assim, venceremos a doença danosa da ansiedade.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA<br />
COLSON, C. E agora como viveremos. Rio de Janeiro: CPAD, 2002<br />
DORTCH, R. Orgulho fatal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=jmutBY"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=jmutBY" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=kyQ30J"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=kyQ30J" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>http://subsidioebd.blogspot.com/
Texto Áureo: I Pe. 5.7 – Leitura Bíblica em Classe: Mt. 6.25-30, 33,34.
Objetivo: Refletir a respeito dos efeitos danosos da ansiedade, bem como buscar o remédio bíblico para evitar que ela domine o viver cristão.
INTRODUÇÃO
Nesta lição, meditaremos a respeito de uma das principais doenças do século atual, a ansiedade. Veremos, inicialmente, que a causa de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pb-jose-roberto/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-pb-jose-roberto/</feedburner:origLink></item><item><title>Vencendo a ansiedade - Dr. Caramuru Afonso</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/331405632/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:06:16 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-dr-caramuru-afonso/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>http://www.escoladominical.com.br/index.asp<br />
INTRODUÇÃO</p>
<p>- Iniciamos o estudo das “doenças do nosso século” pela ansiedade, doença que o nosso ilustre comentarista considerou como sendo “a doença que está no topo da lista dos males que afligem a sociedade dos nossos dias”.</p>
<p>- A ansiedade é o efeito da incompatibilidade entre a natureza humana e a opção por uma vida sem Deus.</p>
<p>I – O QUE É ANSIEDADE</p>
<p>- Iniciamos o estudo das “doenças do nosso século” pelas chamadas “doenças intrapessoais” ou “doenças pessoais”, ou seja, os males que afligem o interior de cada ser humano, o seu relacionamento consigo mesmo.</p>
<p>- O homem foi criado para ser o mordomo de Deus na Terra, ou seja, a criatura que deveria dominar sobre todas as demais criaturas terrenas (Gn.1:26,28), tendo um relacionamento especial com o Criador. Foi feito, assim, para dominar sobre a criação terrena, mas devendo depender direta e exclusivamente de Deus para tal mister.</p>
<p>- O homem, desta maneira, foi constituído à imagem e semelhança de Deus, mas numa relação de nítida dependência do Senhor, com que, aliás, tinha um contato diário, no qual poderia exercer, na sua plenitude, o objetivo de sua criação. Não é à toa que é dito que o homem recebeu, em seu coração, a eternidade (Ec.3:11 ARA), ou seja, uma sensação de que foi criado para viver eternamente, para ter um contato duradouro com o seu Criador, o único ser eterno que existe (Gn.21:33; Is.40:28).</p>
<p>- No entanto, advindo o pecado, o homem perdeu a posição que detinha diante de Deus, tendo sido rompida aquela comunhão primitiva (Is.59:2), fazendo com que o laço indispensável para que pudesse exercer o objetivo para o que foi criado, ou seja, a dependência diante de Deus, desaparecesse.</p>
<p>- O pecado foi resultado da opção feita pelo primeiro casal de ter uma vida independente de Deus. Ao crer na mentira contada pela serpente, segundo a qual, o acesso ao fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal lhes faria iguais a Deus, ou seja, não mais necessitariam de Deus para subsistir (Gn.3:5), o homem preferiu seguir sua vida sem a presença de Deus e isto lhe causou um grande mal interior, pois, sem Deus, o homem nada pode fazer (Jo.15:5).</p>
<p>- Ora, este gesto de “libertação” de Deus, esta escolha pela subsistência ao largo do senhorio de Deus, trouxe ao homem a morte em seus três aspectos: a morte espiritual, a morte moral e a morte física. A morte espiritual é a separação de Deus; a morte moral, a submissão ao mal, ao pecado e a morte física, que é a separação entre o corpo e o homem interior, um dos juízos estabelecidos por Deus por causa do pecado (Gn.3:19).</p>
<p>- Tem-se, portanto, que, ao ser separado de Deus, inclusive expulso do Éden onde desfrutava de uma dimensão eterna (ainda que na Terra), o homem passou a viver um paradoxo: tinha a eternidade em seu coração, fora criado para ser eterno, mas, agora, sua existência terrena passou a ser temporária, passageira, extremamente curta como “a flor da erva”, como um “conto ligeiro” (Sl. 90:5,6,9; I Pe.1:24).</p>
<p>- Como se não bastasse isso, criado para servir a Deus, que o supria de toda uma situação de bem-estar em todos os aspectos de sua vida (Gn.2:8,9), o homem, por causa do pecado, gerou um desequilíbrio na ordem das coisas, de tal maneira que passou a ter de lutar por sua sobrevivência, tendo uma natureza que lhe passou a ser hostil (Gn.3:17-19).</p>
<p>- Criou-se, então, um conflito entre a natureza humana e a realidade trazida pelo pecado. O homem passou a se ver diante de uma existência temporária, passageira, com a inevitável conseqüência da morte física, tendo a eternidade em seu coração e, portanto, tendo uma natureza que fora feita para viver eternamente, que clama pela permanência, que é feita para algo que é duradouro. No entanto, sua natureza pecaminosa, que o domina, fá-lo almejar pelo que é temporário, pelo que é da terra, que se quer ter e usufruir para sempre, mas que se sabe ser temporário e destinado a acabar.</p>
<p>- Este conflito entre a eternidade que existe no interior do homem, mas do caráter passageiro e temporário da existência terrena, do almejo da eternidade, que, entretanto, diante da ruptura do relacionamento com Deus, que é o único ser eterno que existe, não pode ser satisfeito em lugar algum, é a principal fonte da ansiedade, ansiedade esta que se intensifica a partir do momento que o homem mais e mais se tenta endeusar e se afirmar contra o único e verdadeiro Deus, como ocorre neste período imediatamente anterior à volta de Jesus, quando o espírito de rebelião progride intensamente no seio da humanidade.</p>
<p>- “Ansiedade”, diz o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é “grande mal-estar físico e psíquico; aflição, agonia”; “desejo veemente e impaciente”; “falta de tranqüilidade; receio”; “estado afetivo penoso, caracterizado pela expectativa de algum perigo que se revela indeterminado e impreciso, e diante do qual o indivíduo se julga indefeso”.</p>
<p>- A origem da palavra “ansiedade” é a palavra latina “anxietas, atis”, que, por sua vez, tem origem no radical “ang-“, cujo significado é “&#8217;estreitar, oprimir, apertar (a garganta)”, que tem a mesma origem da palavra “angústia”, que a psicologia considera como sendo “estado de excitação emocional determinado pela percepção de sinais, por antecipações mais ou menos concretas e realistas, ou por representações gerais de perigo físico ou de ameaça psíquica” e a psicanálise, “reação do organismo a uma excitação impossível de ser assimilada, desencadeada pelo bloqueio da consecução da finalidade de uma pulsão (p.ex., a frustração do orgasmo) ou pela ameaça de perda de um objeto investido por uma pulsão (p.ex., a perda de um ser amado)”.</p>
<p>- O filósofo cristão dinamarquês Sören Kierkegaard (1813-1855), considerado o “pai do existencialismo”, foi o primeiro a enfrentar, no tempo histórico dos nossos dias, a questão da “angústia” como sendo um sentimento inerente à condição humana. Para este filósofo, a angústia nada mais é que “sentimento de ameaça impreciso e indeterminado inerente à condição humana, pelo fato de que a existência de um ser que projeta incessantemente o futuro se defronta de maneira inexorável com possibilidade de fracasso, sofrimento e, no limite, a morte”.</p>
<p>- Temos, então, que a ansiedade ou angústia é uma sensação que está presente no ser humano de modo inevitável, é o resultado do fato de o homem ter se distanciado de Deus e, portanto, ter de enfrentar uma existência temporária e que será inevitavelmente atingida pela morte física, num espectro de separação de Deus, tendo sido feito para viver eternamente com Deus, tendo, inclusive, a eternidade em seu coração.</p>
<p>- A existência da natureza pecaminosa em todo ser humano e a sua criação para viver eternamente com Deus gera uma frustração, uma sensação de fracasso. O homem interior (alma e espírito) contém a eternidade, ali posta por Deus, mas esta eternidade, numa vida alienada de Deus, numa vida dominada pela carne (a natureza pecaminosa), que o faz viver separado de Deus, o Eterno, não tem nenhum sentido, não é atingida e, por causa disso, o homem sente estreitar-se as suas possibilidades, sente a opressão do pecado sobre a sua vida, que passa a não ter qualquer significado. É esta sensação de angústia que passa a guiar o homem, trazendo-lhe frustrações, pois, apesar de buscar satisfazer esta sua inclinação para o eterno naquilo que o mundo oferece, chega à constatação que chegou o sábio Salomão: tudo é vaidade.</p>
<p>- A ansiedade, portanto, não é algo que possa ser eliminado na criatura humana. Faz parte da sua estrutura. Por isso, é interessante observar que na única vez em que, na Versão Almeida Revista e Corrigida, esta palavra é utilizada, em I Pe.5:7, o escritor sagrado não fala que devemos impedir a ansiedade de existir em nós, muito menos que ela pode ser eliminada, mas, sim, que devemos “lançar a ansiedade sobre Jesus Cristo”, ou seja, ela existe inevitavelmente em cada um de nós mas aquele que nasceu de novo, que é uma nova criatura, tem o poder, como filho de Deus, de lançar a ansiedade sobre o Senhor, ou seja, de não retê-la, mas entregá-la aos cuidados do Senhor.</p>
<p>- Isto significa que todo ser humano, salvo ou não, tem ansiedade, pois ela é o resultado de termos uma natureza pecaminosa e, ao mesmo tempo, termos sido criados para viver com Deus, o que é impossível por causa do pecado que praticamos. Destarte, neste conflito entre o objetivo da eternidade e o domínio do pecado que nos impele para o passageiro e temporário, surge uma “estreiteza”, um “aperto”, uma “opressão” no próprio ser humano, que gera a “ansiedade” ou “angústia”. Isto decorre da própria natureza humana e não há como dela nos livrarmos enquanto não atingirmos a glorificação, que é o estado final da salvação, quando nos livraremos desta natureza pecaminosa, deste “corpo do pecado”. Até lá, porém, quem passou a depender exclusivamente de Jesus, quem se tornou em vara da videira verdadeira (Jo.15:1), tem como se livrar desta ansiedade, lançando-a sobre o Senhor Jesus.</p>
<p>- A palavra “ansiedade”, em I Pe.5:7, é tradução da palavra grega “merimna” (???????), palavra que, em outras passagens das Escrituras, na Versão Almeida Revista e Corrigida, é traduzida também como “cuidados” (Mt.13:22; Mc.4:19; Lc.8:14), “preocupações” (Lc.21:34) e “preocupação” (II Co.11:28).</p>
<p>- Já a palavra “angústia” aparece por diversas vezes nas Escrituras, sendo, em hebraico, no mais das vezes, a tradução da palavra “tsarah” (???) (como em Gn.35:3, v.g.) ou alguma das suas variações, cujo significado é de “estreiteza”, “aperto”, “adversidade”, “dificuldade”.</p>
<p>- A ansiedade ou angústia, portanto, é algo que decorre da própria natureza humana decaída, é o resultado de nosso apartar do Senhor, da entrada do pecado no mundo e, portanto, não há como solucionar esta problemática, que é universal e alcança a todos os homens, a não ser nos reconciliando com Deus, o que se pode fazer somente na pessoa de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.</p>
<p>- Por isso, nos dias em que vivemos, de multiplicação da iniqüidade (Mt.24:12), temos o aumento da ansiedade e da angústia entre as nações, entre os seres humanos, até porque, ao se aproximar a data do arrebatamento da Igreja, não devemos nos esquecer de que se aproxima, também, a Grande Tribulação, que a Bíblia diz que será o tempo de maior angústia que houve sobre a face da Terra (Dn.12:1).</p>
<p>- Notamos a presença da ansiedade ou angústia assim que ocorreu a queda do primeiro casal. Na viração daquele fatídico dia, quando o Senhor Se apresentou ao homem, a Bíblia diz que o casal havia se escondido. Disse Adão ao Senhor que havia se escondido porque havia temido porque estava nu (Gn.3:10).</p>
<p>- Este medo de algo indeterminado, este receio de não se sabe o quê, como o demonstrado pelo primeiro casal ao tentar se esconder da presença de Deus é o que caracteriza a ansiedade ou angústia. Diz o médico psiquiatra brasileiro Isaac Efraim, que tem um site específico sobre a ansiedade, que “…A ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central conseqüente a interpretação de uma situação de perigo. Parente próximo do medo, (muitas vezes onde a diferenciação não é possível) é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável enquanto na ansiedade o fator de estimulo teria características mais subjetivas.…” (Ansiedade e seus transtornos. Disponível em: http://www.ansiedade.com.br/ansiedade/index.htm Acesso em 06 jun. 2008).</p>
<p>- A ansiedade caracteriza-se, portanto, por ser um receio, o medo de algo indeterminado e impreciso, resultado nítido do conflito entre a eternidade que está no coração do homem e o domínio do pecado que o leva a uma existência terrena passageira e a uma vida dominada pela busca do temporário, do passageiro. Daí porque o referido psiquiatra ter afirmado que “…O nosso Sistema Nervoso Central e a nossa mente necessitam de uma situação de conforto e de segurança para usufruir a sensação de repouso e de bem estar. Quando a nossa percepção nos alerta para uma situação de perigo a este estado acontece o estado ansioso…” (EFRAIM, Isaac. end. cit.). Como, sem a comunhão com Deus, gera-se a incerteza, o receio do que está por vir, como vemos nitidamente na reação do primeiro casal na viração do dia em que pecaram, surge a ansiedade, este “aperto no coração”, que somente poderá ser resolvido mediante o restabelecimento da comunhão com o Senhor, o que se faz única e exclusivamente por intermédio de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.</p>
<p>- A ansiedade é, ainda segundo Isaac Efraim, “…o grande sintoma de características psicológicas que mostra a intersecção entre o físico e psíquico, uma vez que tem claros sintomas físicos como taquicardia (batedeira), sudorese, tremores, tensão muscular aumento das secreções (urinárias e fecais) aumento da motilidade intestinal, cefaléia (dor de cabeça). Quando recorrente e intensa também é chamada de Síndrome do Pânico (Crise ansiosa aguda). Toda esta excitação acontece decorrente de uma descarga de um Neurotransmissor chamada Noradrenalina que é produzida nas Supra-renais, Lócus Cerúleos e Núcleo Amigdalóide.…” (end. cit.). Os dias em que vivemos, de intensa agitação e de excessiva oferta de prazeres e atrativos para saciar o vazio existente dentro do ser humano só fazem aumentar a ansiedade e toda a sua problemática entre os homens.</p>
<p>II – VIRAR-SE A DEUS – A CHAVE PARA SE LIBERTAR DA ANSIEDADE</p>
<p>- Visto o que é a ansiedade, tanto do ponto-de-vista espiritual, como também biológico, devemos atentar para o devido tratamento desta “doença do nosso século”, a fim de que, como servos de Deus, não só saibamos lidar com ela, como também contribuamos para que muitos possam também ser curados deste grande mal.</p>
<p>- Não devemos nos esquecer de que o objetivo deste nosso trimestre é não só identificar as doenças que têm vitimado a humanidade dos nossos dias, como também verificar as curas que a Bíblia oferece para elas, já que a Bíblia é a Palavra de Deus e nós, como membros do corpo de Cristo, temos a missão de “curar todos os oprimidos do diabo”, porque Deus é conosco.</p>
<p>- Por primeiro, como vimos, a ansiedade é algo que está presente em todos os seres humanos, inclusive os que aceitaram a Cristo como seu único e suficiente Senhor e Salvador. Desta maneira, quando falamos em ansiedade, não devemos olhar para os outros, mas, em primeiro lugar, olhar por nós mesmos para que não venhamos a cair (I Co.10:12).</p>
<p>- Ora, se a ansiedade, como vimos, surge do descompasso entre a eternidade existente em nosso coração, posta ali por Deus, e o domínio do pecado que nos leva a uma existência terrena e passageira, onde não se pode obter a satisfação desta inclinação ao eterno, vemos que o primeiro passo para bem nos conduzirmos com relação à ansiedade é o do domínio da natureza pecaminosa em nós.</p>
<p>- A salvação, portanto, é o primeiro e indispensável passo para cuidarmos da ansiedade. A ansiedade resulta do domínio da natureza pecaminosa sobre o homem, e não poderá ser tratada se a carne não estiver crucificada com Cristo. Devemos andar segundo o espírito e não segundo a carne para termos condição de lutar contra a ansiedade e, por isso, temos de ter nascido de novo, nascido da água e do Espírito (Jo.3:3-6).</p>
<p>- Como disse o psiquiatra Isaac Efraim, a ansiedade resulta da falta de uma sensação de bem-estar, e esta sensação de bem-estar somente advém ao ser humano quando a eternidade do seu interior se encontra com o Eterno, ou seja, quando alguém aceita a Cristo Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador, instante em que o próprio Deus vem morar no interior do homem, preenchendo aquele vazio de significado, aquele vácuo interior do ser humano, vácuo que só pode ser preenchido por Deus porque é “um vazio do tamanho de Deus”, o único ser eterno que existe.</p>
<p>- O novo nascimento faz com que o homem atinja a dimensão eterna perdida com o pecado, ele é uma nova criatura, gerada da semente incorruptível e que permanece para sempre, a Palavra do Senhor (I Pe.1:23,25). Por isso, as obras do salvo são permanentes (Jo.15:16; Sl.112:1,3,9; Sl.125:1).</p>
<p>- A primeira vez que a palavra “angústia” é mencionada nas Escrituras, na Versão Almeida Revista e Corrigida, em Gn.35:3, é mencionada por Jacó que afirma que iria construir um altar a Deus que O havia respondido no dia da angústia. Já por esta expressão, vemos que somente Deus pode atender e tratar da angústia do homem. Não há como nos livrarmos da angústia, dela cuidarmos, se não nos dirigirmos a Deus e, como é sabido, ninguém vai ao Pai a não ser por Jesus Cristo (Jo.14:6).</p>
<p>- Não é outro o ensinamento de Moisés ao povo de Israel, quando, em Dt.4:30, fala que, quando Israel estivesse em angústia, deveria virar-se ao Senhor e ouvir a Sua voz. Sendo a angústia o resultado da separação de Deus, temos que sem se voltar ao Senhor, sem buscar em Deus a solução deste problema, não há como vencer-se a angústia ou ansiedade.</p>
<p>- O ser humano, sob o domínio do pecado, em vez de virar-se para o Senhor, prefere esconder-se de Deus, buscar outro lugar ou outros seres para se abrigar, o que de nada adianta, pois só Deus pode suprir este vazio decorrente do fato de a eternidade estar em seu coração. Virar-se para Deus é aceitar se submeter ao Senhor, passar a fazer a Sua vontade. Quem faz a vontade do Senhor alcança o preenchimento do vazio da eternidade e, por isso, atinge a dimensão da eternidade. Por isso, é dito que “quem faz a vontade do Senhor permanece para sempre” (I Jo.2:17).</p>
<p>- Esta reação de se esconder da presença de Deus, esta fugra para outros lugares ou abrigos que não o Senhor, que tem sido a sistemática maneira pela qual o homem sem Deus tenta lidar com o problema da ansiedade e da angústia é completamente inócua e só traz mais angústias para o ser humano (Pv.1:27; 11:8; Rm.2:9).</p>
<p>- Israel tomou esta atitude no início do reinado de Saul, quando, desprezando completamente o escolhido por Deus para governá-los, ao se verem em dificuldade, ante a chegada dos filisteus, foram se esconder pelas cavernas, pelos espinhais, pelos penhascos, pelas fortificações e pelas covas (I Sm.13:6), quando a solução estava em enfrentar o inimigo sob o comando daquele que Deus havia escolhido para reinar sobre eles. De igual modo, os homens somente sairão do estado angustioso se decidirem lutar contra o mal sob o domínio daquele que é o Cristo do Senhor: Jesus.</p>
<p>- Aliás, o texto sagrado é claríssimo ao mostrar que, todas as vezes em que Israel estava em angústia e se converteu ao Senhor, teve solucionados os seus problemas (II Cr.15:4; 20:9; Ne.9:27; Sl.107:6,13,19).</p>
<p>- Davi, um homem segundo o coração de Deus, mais de uma vez, deixou registrado que o caminho para superação da angústia e da ansiedade é o de voltar-se a Deus, de buscar a presença do Senhor. Em II Sm.22:7, em um salmo, já no final de sua vida, disse que quando estava em angústia, clamou ao Senhor, que o ouviu e o tirou daquela situação, algo que, aliás, repetiu em diversos salmos de sua autoria, como no Sl.4:1, 9:9; 18:6; 37:39; 46:1, 60:11, 86:7; 108:12; 138:7; 142:2; 143:11. Quando confrontado com a conseqüência de sua desobediência ao mandar numerar o povo, também não teve dúvida em entender que somente poderia lidar com a angústia caindo nas mãos do Senhor e não na dos homens (II Sm.24:14; I Cr.21:13).</p>
<p>- Asafe, outro salmista, também dá seu testemunho de que foi buscando a Deus que se livrou da angústia (Sl.81:7), convicção que também possuía o autor anônimo do Salmo 91 (Sl.91:15) ou do Salmo 112, a chamada “oração do aflito” (Sl.102:2), ou, ainda, do Salmo 118 (Sl.118:5). Também, os chamados “cânticos dos degraus” (salmos 120 a 134), cantados pelo povo de Israel nas suas idas a Jerusalém, iniciam-se com a certeza que tinha o salmista de que a angústia é removida quando nos dirigimos a Deus (Sl.120:1). Os profetas também não deixaram de mostrar ao Senhor como a solução para a angústia humana. Isaías (Is.25:4), Jeremias (Jr.14:8; 15:11; 16:19), Jonas (Jn.2:2), Naum (Na.1:7) também atestam que o Senhor é quem livra da angústia.</p>
<p>III – A SANTIFICAÇÃO COMO MEIO DE SE LIBERTAR DA ANSIEDADE</p>
<p>- Assim, para tratarmos da angústia, precisamos, em primeiro lugar, voltarmo-nos para o Senhor, entregarmos-Lhe a vida, a fim de que tenhamos como nos libertar dela. Só o justo se liberta da angústia (Pv.11:8; 12:13) e a justiça somente é obtida mediante a justificação pela fé em Cristo Jesus (Rm.5:1).</p>
<p>- Daí vermos, de pronto, que a libertação da angústia, iniciada com a salvação do homem, é, assim como a salvação, um processo contínuo e que somente terminará na glorificação, quando nos livraremos da natureza pecaminosa, da carne, que, sempre em conflito com o nosso espírito, pode nos fazer pecar e ingressar em terreno propício à angústia (I Co.15:50-54).</p>
<p>- Mas, se ao aceitarmos a Cristo, temos acesso ao Pai e, portanto, condições de preenchermos o vazio que há em nós, que é a causa da angústia ou da ansiedade, como a salvação é um processo contínuo, temos que, também, continuamente nos voltarmos a Deus, a fim de que não sejamos alcançados pela ansiedade. Torna-se imperioso que, após o arrependimento dos nossos pecados e a nossa conversão, estejamos em santificação, pois, sem ela, ninguém verá o Senhor (Hb.12:14).</p>
<p>- A santificação progressiva, que é aquela que se dá enquanto aqui vivermos neste mundo, voltando-nos para Deus, é um grande e importante instrumento para que saibamos lidar com a angústia ou a ansiedade.</p>
<p>- A santificação progressiva nos faz santos, ou seja, nos mantêm separados do pecado. Esta separação do pecado, que é contínua e um processo de cada vez maior distanciamento do mal, é uma ação que é produzida, principalmente, por três agentes: a Palavra de Deus, o Espírito Santo e a oração.</p>
<p>- Jesus disse que a verdade, que é a Palavra de Deus, é o principal agente que nos santifica (Jo.17:17). Como ela testifica de Jesus, que é a luz do mundo (Jo.5:39), por ela podemos ter a visão espiritual, vermos assim como o Senhor as vê, pois estaremos iluminados pela luz do Evangelho de glória de Cristo (II Co.4:4). Jesus é a luz do mundo e, pela Sua Palavra, também nos tornamos luz do mundo (Mt.5:14; Jo.1:9; 8:12).</p>
<p>- Por isso, o salmista, no Salmo 119, o Salmo da Palavra de Deus, diz que a Palavra de Deus é a nossa consolação durante a angústia, aquela que nos vivifica e impede que nos separemos do Senhor. (Sl.119:50). A lei do Senhor é a alegria do salvo e, por isso, não perecemos quando vem a angústia (Sl.119:92). Como os mandamentos do Senhor são o prazer do salvo, o aperto e a angústia não se apoderam dele (Sl.119:143).</p>
<p>- Na parábola do semeador, o Senhor Jesus deixou bem claro que, quando damos lugar à Palavra do Senhor, ou seja, quando a semente cai em boa terra, não há risco de que a angústia venha a nos matar espiritualmente. Mas aquele que se deixa envolver pela angústia e não dá espaço para a Palavra de Deus, tendo uma vida que se assemelha ao terreno onde há pedregais, breve a vida espiritual se extingue, assim como aqueles que, mesmo tendo dado maior espaço à Palavra do Senhor, com o tempo, deixam-se envolver pelos cuidados deste mundo e, por isso, também acabam morrendo espiritualmente, como o terreno existente entre os espinhos (Mt.13:20-22).</p>
<p>- Sem buscarmos meditar na Palavra de Deus de dia e de noite, sem buscarmos cumprir o que nos ensinam as Escrituras, não teremos como vencer a angústia e a ansiedade. Ao conhecermos a Deus através da Sua Palavra, descobrimos qual é a Sua vontade, o que tem importância, o que significa o reino de Deus e, por isso, não nos deixamos iludir pelas coisas perecíveis deste mundo, não perdemos tempo com aquilo que perece.</p>
<p>- Muitos se portam, na atualidade, como a multidão que seguiu a Jesus depois da multiplicação dos pães. Aquela multidão empreendeu uma viagem cansativa, ao redor do mar da Galiléia (que é um lago), atrás de Jesus, caminhando toda uma noite, em estradas perigosas, num longo caminho, somente para encontrar-se com o Senhor logo na primeira hora da manhã. Todo este esforço, porém, não era resultado de devoção a Jesus ou de reconhecimento de Sua condição de Messias, mas um esforço para ter o que comer sem trabalhar, para, numa linguagem popular, “viver de sombra e água fresca”. O Senhor os admoestou a que não trabalhassem pela comida que perece, mas, sim, pela que permanece para a vida eterna (Jo.6:27).</p>
<p>- O desconhecimento da Palavra de Deus faz com que não saibamos o que é importante, em busca do que devemos correr, pois somente teremos uma carreira adequada e conveniente, nesta nossa existência terrena, se olharmos para Jesus, o autor e consumador da nossa fé (Hb.12:1,2).</p>
<p>- Muitos, assim como Marta, correm de uma para outra parte, pensando, inclusive, estar a agradar a Jesus, mas inverteram as prioridades de suas vidas, trabalham pelo que perece, correm atrás daquilo que não importa e, por isso, acabam se afadigando, perdendo o seu tempo. A estes, Jesus continua a dizer: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas,  mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.”(Lc.10:41b,42).</p>
<p>- O cansaço pelo esforço desmedido e em vão é uma das principais características que a ansiedade ou angústia tem gerado nos dias hodiernos. O “estresse”, um dos maiores males dos nossos dias, nada mais é que este estado de exaustão gerado pela ansiedade desmedida que faz com que as pessoas corram de um lado para outro por coisas fúteis e passageiras. Aliás, a palavra “estresse” tem origem no inglês “stress” que, por sua vez, tem origem no francês antigo “destrece”, cuja origem é a palavra latina “strictus”, que significa “estreito”, “apertado”, ou seja, a mesma origem de “angústia”.</p>
<p>- Jesus disse que uma das características dos homens sem Deus e sem salvação, os “gentios”, é a de que são inquietos, ansiosos, por causa da comida, da bebida e da vestimenta. Como não conseguem preencher o vazio da eternidade, angustiam-se com a necessidade de esforço e de luta pela sua própria sobrevivência, sentindo-se impotentes para garantir a própria subsistência, pois, ainda que tenham recursos suficientes para comer, beber e vestir, não podem alcançar a vida eterna, que lhes é impossível, embora a sintam pela eternidade que há em seu coração.</p>
<p>- Assim, os homens sem Deus e sem salvação, alienados do Criador, do Eterno, gastam-se e se angustiam em busca da sobrevivência, fazendo tudo o que for necessário para garantir comida, bebida e vestimenta, mesmo sabendo que, como um conto ligeiro, deixarão de existir perante a face desta Terra(Mt.6:31,32). Esta corrida desenfreada e sem qualquer sentido é criticada pelo Senhor Jesus, que diz que não devemos viver nesta perspectiva mundana e superficial, mas, como servos dEle, sabermos que o que realmente importa é o reino de Deus e a sua justiça, a manutenção da vida eterna em Jesus (Mt.6:33).</p>
<p>- Lamentavelmente, não são poucos os que cristãos se dizem ser que têm, como Marta, entrado em estresse e em graves problemas de saúde porque têm gastado suas forças naquilo que perece e desprezado o que realmente importa, o reino de Deus e a sua justiça. Quem conhece a Palavra de Deus, não comete este erro, mas, considerando o que é realmente importante, mantém-se em comunhão com o Senhor, sabendo que basta a cada dia o seu mal (Mt.6: 34) e que o mais importante da “vida debaixo do sol” é “temer a Deus e guardar os Seus mandamentos” (Ec.12:13).</p>
<p>- Mas, para vivermos nesta perspectiva da eternidade, em que cada dia que passa nos aproxima do dia perfeito (Pv.4:18), é preciso que tenhamos fé, que enxerguemos a mão do Senhor em cada passo que damos. Isto somente se dá mediante a Palavra do Senhor, meio pelo qual vem a fé (Rm.10:17), pois só pela fé podemos ver o invisível (Hb.11:1).</p>
<p>- Sem o conhecimento da Palavra de Deus, não há como obtermos fé e, assim, podermos descansar apesar de todas as adversidades da vida. Quando confiamos em Deus e Lhe entregamos os nossos passos, a nossa vida, o nosso caminho, sabemos que tudo que nos ocorre é para o nosso bem (Rn.8:28) e que é o Senhor quem fará todas as coisas (Sl.37:5). Ademais, como sabemos quem é o Senhor e quem somos nós e que dEle dependemos, não nos atrevemos a querer entender o caminho traçado por Ele em nossa vida (Pv.20:24).</p>
<p>- A falta de fé em Deus é um dos principais fatores que levam muitos dos que começaram a servir a Deus a enveredar pelo caminho da angústia e da ansiedade. Quando perdemos a visão espiritual, deixamos de nos levar pelo Senhor e passamos a prestar atenção às circunstâncias à nossa volta, entramos na ansiedade e na angústia, que nos leva ao naufrágio espiritual, se o Senhor não nos socorrer a tempo, como ocorreu com Pedro enquanto andava sobre as águas do mar da Galiléia.</p>
<p>- Quando se perde Jesus, como ficou bem figurado no episódio em que José e Maria perderam o menino em Jerusalém, logo sobrevém a angústia e a ansiedade na vida das pessoas (Lc.2:48). Quando deixamos de ver onde está o Senhor, não nos preocupamos mais em atender à Sua direção, não olhamos onde Ele está, não O temos mais como o autor e o consumador da nossa fé, somos levados a querer, por nós mesmos, resolver os problemas, solucionar as questões que se nos apresentam e, aí, ingressamos no campo da ansiedade e da angústia.</p>
<p>- Jamais devemos nos esquecer, para não entrarmos em angústia e ansiedade, de que dependemos exclusivamente do Senhor, de que sem Ele nada podemos fazer. Lembremo-nos, sempre, das palavras de Jesus que nos mostra que não podemos sequer fazer as coisas mínimas, como, por exemplo, aumentar em um côvado a nossa estatura, por que haveremos de ficar ansiosos por coisas maiores, como o futuro, que não nos pertence (Lc.12:22-26)?</p>
<p>- Evidentemente que os nossos deveres como seres humanos, como cidadãos, como pais de família, como membros de uma sociedade exigem de nós projetos, planejamentos, cuidados e uma certa ordenação, mas, repetindo aqui as palavras do pastor João Lundgren, das Assembléias de Deus em Caxias do Sul/RS, saibamos que, embora sejamos nós os que planejam, é Deus quem nos deve dirigir. Na direção do Deus e na confiança nesta direção, teremos uma grande arma contra a angústia e a ansiedade.</p>
<p>- Esta aqui á segunda fonte de santificação, que nos liberta da angústia e da ansiedade: o Espírito Santo (Rm.15:16; II Ts.2:13: I Pe.1:2). Seguindo a direção do Espírito, buscando sempre a Sua orientação, mediante uma vida de oração e de jejum, saberemos nos libertar das angústias e das ansiedades. O Espírito deve nos dirigir e devemos sempre atendê-lO e, deste modo, certamente não entraremos em ansiedade e angústia.</p>
<p>- O Espírito Santo faz-nos lembrar das palavras do Senhor (Jo.14:26), guia-nos em toda a verdade e nos anuncia o que há de vir (Jo.16:13), fazendo com que, com a mente de Cristo, saibamos tudo discernir (I Co.2:14-16). Ele está conosco para nos consolar (Jo.14:16), intercedendo por nós e nos impedindo de naufragar em nossa caminhada para o céu.</p>
<p>- Eis porque devemos nos voltar para Deus quando estamos em angústia ou ansiosos. Sem a direção do Espírito Santo, a tendência é que as circunstâncias nos sufoquem, que sejam “espiritualmente asfixiados” pelos problemas, pelos receios, pela perplexidade. Precisamos ser “arejados” pelo Espírito do Senhor, que nos consolará, que nos orientará, que nos dirigirá. Na hora da angústia, devemos olhar para o Senhor, elevar os olhos para acima dos montes, acima dos problemas, sabendo que o socorro vem do Senhor e que o Senhor nos mandou o Espírito Santo para que fique conosco e nos ajude a nos dirigir a Ele.</p>
<p>- A própria oração, por si só, santifica-nos (I Tm.4:5) e uma vida de oração nos fará aproximar-nos de Deus e, desta maneira, seremos libertos da ansiedade e da angústia. Podemos verificar que os homens e mulheres de oração (cada vez mais raros nas igrejas locais…), não pessoas que não apresentam os sintomas da ansiedade, da angústia, não são pessoas estressadas, que estão repletas de distúrbios psicológicos, físicos e psicossomáticos. Muito pelo contrário, são pessoas que se notabilizam pela sua vida comedida, pelo equilíbrio, pela sensatez. Por quê? Porque têm uma grande intimidade com o Senhor e, por isso, não se deixam levar pelas circunstâncias, não querem “abraçar o mundo”, buscando resolver aquilo que está fora do seu alcance, mas, bem ao contrário, sabem esperar no Senhor, onde têm o fortalecimento do seu coração (Sl.27:14).</p>
<p>- Muitos, em nossos dias, têm recorrido a expedientes vários para se recuperar do estresse, como, por exemplo, a prática de exercícios físicos, com destaque para as milenares práticas do yoga ou de outras técnicas de meditação vindas do Oriente e que, inclusive, são incentivadas e estimuladas pelo movimento Nova Era.</p>
<p>- Não resta dúvida de que a medicina tem reconhecido que o controle da respiração, que é um dos objetivos destas técnicas, tem um grande efeito no tratamento do estresse, estágio patológico da ansiedade e da angústia. Diz o dr. Isaac Efraim, por exemplo, “…Uma vez identificado este estado deve-se focar na respiração. A freqüência respiratória precisa ser diminuída. Deve se inspirar lentamente e encher o pulmão em mais ou menos 75%. Em seguida deve-se expirar e tirar todo o ar do pulmão(inclusive com a ajuda do diafragma),também de forma lenta. A respiração tem a capacidade de controlar o corpo e a mente. Este tipo de exercício deve ser feito por pelo menos 10 minutos e deve-se tentar manter a cabeça vazia. Os pensamentos precisam sair da mente junto com o ar expirado. Os Yogues já sabem destas coisas há mais de 3000 anos.A ansiedade é desencadeada por preocupações…” (Como diminuir a ansiedade? Disponível em:  http://www.ansiedade.com.br/ansiedade/diminuir.htm Acesso em 06 jun. 2008).</p>
<p>- Não contraria a Palavra de Deus a busca de um tratamento biológico ou médico para situações de estresse, mas, em primeiro lugar, devemos lembrar que o estresse não decorre tão somente de um problema físico, que, no mais das vezes, é apenas a conseqüência de uma situação psíquica, de um estado espiritual. O simples tratamento físico do problema não resolve e, o que é pior, muitas das vezes pessoas que se dizem cristãs recorrem a terapias que estão espiritualmente comprometidas com o maligno, que partem de pressupostos totalmente contrários à sã doutrina, como é o caso do yoga e de todas as técnicas fundadas em religiões ou seitas orientais.</p>
<p>- Em vez de se recorrer a “meditações transcendentais”, a experiências preconizadas por gurus e outras autoridades vinculadas direta ou indiretamente a filosofias e doutrinas que contrariam a Palavra de Deus, por que não buscarmos meditar na Palavra do Senhor? Por que não buscarmos na oração e na meditação da Palavra a solução para os nossos problemas de ansiedade e de angústia, que nada mais são que conseqüência de um distanciamento nosso da presença do Senhor?</p>
<p>- Em vez de recorrer a técnicas de relaxamento (muitas das quais igualmente vinculadas a doutrinas e filosofias contrárias à sã doutrina), por que não buscarmos orar mais, meditar nas coisas do Senhor e aplicar os ensinos de Jesus de que não devemos viver ansiosos pelo amanhã, mas confiarmos nEle, a Ele tudo entregarmos, sabendo que Ele sempre nos fará o melhor? É triste vermos que pessoas descompromissadas com as Escrituras, como o próprio dr. Isaac Efraim, advertirem que “…quanto maior a nossa pressa para atingir o objetivo maior a ansiedade. Não se pode ter pressa para atingir objetivo.É como dizem os ditados populares: ‘O apressado come cru’. ‘Devagar se vai ao longe’. É lógico que não devemos abrir mão de nossos objetivos, mas é preciso que ele seja atingido quando possível e necessário no plano do real e não na cabeça, o que nos protege é a nossa ação e não as nossas idéias, portanto as idéias servem para nos orientar e não para nos acelerar. Esvazie a cabeça quando estiver ansioso e confie que de forma lenta você chegará num ponto de proteção, abra mão mentalmente de sua meta e objetivo por um tempo. Só até recuperar o equilíbrio. ‘Mente acelerada é mente desequilibrada’ (Isaac Efraim)…” (Como diminuir a ansiedade ? end.cit.), conselhos que nada mais são que reprodução dos ensinamentos de Jesus no sermão do monte, enquanto muitos dos que cristãos se dizem ser estão afadigados, estressados e “espiritualmente asfixiados” e, o que é mais triste, na própria obra do Senhor!</p>
<p>- O inimigo tem conseguido cirandar com muitos nestes dias, levando-os à perda da saúde física, moral e espiritual, porque tais pessoas não têm se virado para o Senhor a fim de não serem atingidos pela ansiedade e pela angústia. Como servos do Senhor, embora nos seja inevitável ter ansiedade, pois ela é inerente à condição humana, como vimos supra, não podemos permitir que ela fique e domine o nosso ser. Não podemos permitir que a angústia venha a nos separar do amor de Deus que há em Cristo Jesus nosso Senhor, porque, diz-nos a Bíblia, ela não tem este poder (Rm.8:35,39).</p>
<p>- Voltemos para o Senhor Jesus, Ele está pronto a nos consolar, a nos dar força, a nos orientar, a nos dirigir, a nos ensinar a deixarmos tudo nas Suas mãos, vivendo a cada dia, na perspectiva do dia perfeito, que é o que devemos almejar. A angústia, a ansiedade vêm, são inevitáveis, mas, como o apóstolo Paulo, podemos muito bem viver neste mundo atribulados, surpreendidos pelos problemas, mas não podemos, de modo algum, vivermos angustiados (II Co.4:8).</p>
<p>- Quando a ansiedade ou angústia chegarem, devemos lembrar que somos dependentes de Deus, na Palavra, no Espírito e na oração, lancemos esta ansiedade sobre o Senhor Jesus, o que só é possível depois que nos humilhamos debaixo da potente mão de Deus, depois que nos rendemos ao Senhor e aceitamos Seu domínio sobre nós (I Pe.5:6,7) e, assim, até pela experiência que temos de que Ele tem cuidado de nós, pois mais valemos do que os lírios do campo, do que as aves dos céus (Mt.6:25-30), poderemos superar a angústia e a ansiedade, ter renovada a nossa fé e prosseguirmos a carreira que nos está proposta. Pense nisso, creia nisso e não permita que as tribulações da vida se transformem em ansiedade e angústia.</p>
<p>Hino 372 – Salmos e Hinos</p>
<p>Vai, alma tristonha</p>
<p>                                   Sarah Poulton Kelley</p>
<p>l .Vai, alma tristonha, teu pranto depor!</p>
<p>Enterra os cuidados aos pés do Senhor!</p>
<p>Ao mestre confia toda essa aflição,</p>
<p>Jesus te concede real compaixão!</p>
<p>2. Teus sustos e medos descobre ao Senhor! </p>
<p>Seu mando transforma a noite em fulgor!</p>
<p>Levanta a cabeça!  Cedo há de raiar</p>
<p>O sol que dissipa nuvens de pesar! </p>
<p>3. Há muitos que choram angústia maior;</p>
<p>Há corações tristes de culpas e dor!</p>
<p>Vai!  Leva a mensagem de perdão e luz!</p>
<p>Vai, deixa as tristezas na mão de Jesus!</p>
<p>Colaboração para o Portal Escola Dominical – Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco</p>

<p><a href="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?a=zw9Sy3"><img src="http://feeds.feedburner.com/~a/ensinodominical/TdCv?i=zw9Sy3" border="0"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?a=SCV7JJ"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/ensinodominical/TdCv?i=SCV7JJ" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded><description>http://www.escoladominical.com.br/index.asp
INTRODUÇÃO
- Iniciamos o estudo das “doenças do nosso século” pela ansiedade, doença que o nosso ilustre comentarista considerou como sendo “a doença que está no topo da lista dos males que afligem a sociedade dos nossos dias”.
- A ansiedade é o efeito da incompatibilidade entre a natureza humana e a opção por uma vida sem [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-dr-caramuru-afonso/feed/</wfw:commentRss><feedburner:origLink>http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/vencendo-a-ansiedade-dr-caramuru-afonso/</feedburner:origLink></item><item><title>Ansiedade, uma visão teológica - Pr. Esdras Bentho</title><link>http://feeds.feedburner.com/~r/ensinodominical/TdCv/~3/331405633/</link><category>Subsídios Lições</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Editor</dc:creator><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:04:47 -0500</pubDate><guid isPermaLink="false">http://ensinodominical.com.br/2008/07/10/ansiedade-uma-visao-teologica-pr-esdras-bentho/</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/cont