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	<title>Blog da Galeria Espaço Arte M. Mizrahi</title>
	
	<link>http://blog.espacoarte.com.br</link>
	<description>Um espaço que compartilha com você o melhor do mundo das artes.</description>
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		<title>LEILÃO – 31 de maio às 21h</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 18:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Galeria Espaço Arte organizará o segundo leilão de 2011, que está programado para o dia 31 de maio.
Renomados artistas farão parte de 140 lotes. Nomes como Di Cavalcanti, Leda Catunda, Sergio Ferro, Salvador Dali, Joan Miró, Aldemir Martins, Amilcar de Castro, Arcangelo Ianelli, Mario Zanini, Julio Le Parc, Kandinsky, Heitor dos Prazeres, Eduardo Sued, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/auction/photo/18/expo_leilao-maio-2011.jpg?1304980322" alt="Leilão Maio 2011. Participe..." width="189" height="280" /></p>
<p>A Galeria Espaço Arte organizará o segundo leilão de 2011, que está programado para o dia 31 de maio.</p>
<p>Renomados artistas farão parte de 140 lotes. Nomes como Di Cavalcanti, Leda Catunda, Sergio Ferro, Salvador Dali, Joan Miró, Aldemir Martins, Amilcar de Castro, Arcangelo Ianelli, Mario Zanini, Julio Le Parc, Kandinsky, Heitor dos Prazeres, Eduardo Sued, Milton Dacosta, Jeff Koons, Marcos Coelho Benjamim, Juarez Machado, Gonçalo Ivo, Gustavo Rosa, Vito Campanella, Manabu Mabe, Vik Muniz entre muitos outros.</p>
<p>O catálogo on-line e os lances iniciais prévios já estão disponíveis no site <a href="www.espacoarte.com.br">www.espacoarte.com.br</a>.</p>
<p>O leilão será realizado no Espaço B&#8217;nai B&#8217;rith na rua Caçapava, 105 &#8211; Travessa da Alameda Casa Branca &#8211; Jardins (estacionamento no local com manobrista). A partir das 21 horas.</p>
<p>A exposição dos lotes será nos dias 26, 27, 28, 29 e 30 de maio no shopping Pátio Higienópolis &#8211; Av. Higienópolis, 618 &#8211; Piso Higienópolis. Horários: das 10h às 22h (domingo das 14h às 20h).</p>
<p>Esperamos a presença de todos (amigos colecionadores e amigos apreciadores).</p>
<p>Informações: galeria@espacoarte.com.br ou pelos telefones 11-3823-2828 / 3826-3957</p>
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		<item>
		<title>VIBRAÇÕES: O desenvolvimento da obra de Arcangelo Ianelli</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/espacoarte/~3/LxzCqyPAG0Q/vibracoes-o-desenvolvimento-da-obra-de-arcangelo-ianelli</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 18:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1922 o cenário artístico brasileiro estava passando por uma revolução com a Semana da Arte Moderna. No mesmo ano nascia o pintor, escultor e desenhista Arcangelo Ianelli artista que mais tarde se tornaria um dos maiores e mais importantes nomes da cultura brasileira.
Ianelli iniciou sua jornada artística ainda na infância. Primeiro aprendeu a desenvolver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1922 o cenário artístico brasileiro estava passando por uma revolução com a Semana da Arte Moderna. No mesmo ano nascia o pintor, escultor e desenhista Arcangelo Ianelli artista que mais tarde se tornaria um dos maiores e mais importantes nomes da cultura brasileira.</p>
<p>Ianelli iniciou sua jornada artística ainda na infância. Primeiro aprendeu a desenvolver sua técnica autodidaticamente. Depois – após assumir aos pais que definitivamente não seria nem arquiteto, nem engenheiro, nem banqueiro – passou a frenquentar cursos de pintura e desenho.</p>
<p>Ainda adolescente Arcangelo ajudou seu pai nos desenhos de casas que ele, como construtor executava. Aos doze anos passou a trabalhar em um jornal japonês chamado Nippak-Shimbu, mas teve que sair pela intoxicação do chumbo presente nas máquinas de impressão.</p>
<p>Anos mais tarde abriu um escritório no edifício Martinelli onde fazia negociações com títulos de capitalização. Todo seu tempo livre era reservado para seus estudos de pintura.</p>
<p>Na década de 40 passou a frequentar aulas de perspectiva e  modelo vivo no Liceu de Artes e Ofícios e na Associação Paulista de Belas Artes onde recebeu orientações de grandes artistas como Waldemar da Costa, Maria Leontina, Lothar Charoux e Hermelindo Fiaminghi. A partir desse período, Ianelli passou a perceber que, para ele, a arte acadêmica seria apenas uma etapa inicial e que caberia a cada artista criar sua própria técnica e seus próprios frutos. Seus mestres e colegas sentiam o mesmo em relação aos seus próprios trabalhos assim sendo surgiu a necessidade de um grupo de estudo onde as grandes mentes artísticas e criativas pudessem crescer. Entre os grupos mais conhecidos ele ingressou no Grupo Guanabara trabalhando ao lado de Manabu Mabe, Yoshiya Takaoka, Jorge Mori, Tikashi Fukushima, entre outros.</p>
<p>Em seu círculo de amizades sempre esteve rodeado por grandes mentes (críticos de arte, escritores, pintores, escultores, jornalistas, arquitetos) da cultura brasileira como Abraham Palatnik, Aldemir Martins, Sansom Flexor, João Mendes de Almeida, Alfredo Volpi, Tomie Ohtake e muitos outros.</p>
<p>A partir dessas convivências o pensamento e o estilo das obras de Ianelli não parariam de se fortalecer.</p>
<p>Seja com os companheiros artistas ou com a família ele viajava constantemente para visitar museus, cidades e nesses ambientes estudar as alterações de luz e as formas de retratar o que via e sentia.</p>
<p>Assim como todos os artistas Ianelli teve diversas fases artísticas. Começou com a fase acadêmica onde seguiu as regras de luz/sombra, formas e normas e mostrou a todos que tinha talento para retratar o que é considerado clássico.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/06/arcangelo-ianelli-leitura-1945-desenho-a-carvao-55-x-43.jpg" alt="" width="250" height="329" /></p>
<p><strong> Leitura – Carvão sobre papel – 1945</strong></p>
<p>Alcançou o figurativismo onde mesmo seguindo os ideais modernistas/impressionistas já “assinava” os traços com originalidade. Nessa fase, suas cores lembram as cores dos impressionistas europeus talvez por ter grande influência desses mestres. Suas obras figurativistas tiveram assumidamente duas etapas: a primeira tem esse aspecto soturno citado anteriormente; a segunda introduz sua influência pelo cubismo juntamente com as cores e os motivos brasileiros.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www2.uol.com.br/arcangeloianelli/obras/02/p10.jpg" alt="" width="279" height="230" /></p>
<p><strong> Casario – Óleo sobre tela – 1958</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.arcadja.com/ianelli_arcangelo-casario~300~10114_20110414_abril-2011_88.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><strong> Paisagem Urbana – Óleo sobre tela – S.D.</strong></p>
<p>Após registrar seu traço na pintura, Ianelli passou a perseguir sua identidade artística. Descobriu o início de seu caminho no cubismo. Primeiro com o cubismo figurativo depois com o cubismo abstrato. Percebeu o quanto poderia abstrair das formas e o quanto as cores expressavam o que intencionava representar.</p>
<p>“As regras e teorias plásticas convencionais dariam lugar à criação espontânea. Embora os artistas da geração passassem por uma formação semelhante, o melhor caminho para se chegar à maturidade variava de acordo com a identidade de uma experiência individual e uma visão de mundo apenas importante ao próprio criador.” (MARIANA IANELLI, Pág. 56)</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_XuVEOtPpnNQ/Sju4pZwXRUI/AAAAAAAAAu4/Hvlb9QfX9Os/s320/barcos+ianelli.bmp" alt="" width="320" height="238" /></p>
<p><strong> Mastros e barcos – Óleo sobre tela – 1958</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://taste.uol.com.br/news/classicos/imagens/030609g_01.jpg" alt="" width="270" height="180" /></p>
<p><strong> Natureza Morta – Óleo sobre tela &#8211; 1960</strong></p>
<p>Durante esse percurso Arcangelo participou de diversas exposições (individuais e coletivas), ganhou inúmeros prêmios nacionais e internacionais e inspirou muitos artistas brasileiros e estrangeiros.</p>
<p>Na década de 70 ele direcionou seu estilo para o geometrismo simples onde uma ou duas formas geométricas e a utilização de duas ou três cores formavam a obra. Partilharam desse estilo os artistas Alfredo Volpi, Hermelindo Fiaminghi, Ivan Serpa e Luis Sacilotto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.palaciodosleiloes.art.br/leilao/2010/marco/images/DSC01212.JPG" alt="" width="222" height="277" /></p>
<p><strong> Geométrico – Óleo sobre tela – 1973</strong></p>
<p>Apesar de sua linha de desenvolvimento artístico ser visivelmente perceptível o ponto inicial para a maestria de sua obra começa a ser evidente a partir do final da década de 70 onde Ianelli passou a utilizar – quase que exclusivamente – o retângulo e criar o efeito de aparência sobreposta com as cores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://tariacuri.crefal.edu.mx/decisio/d18/imagenes/portada_18.jpg" alt="" width="233" height="324" /></p>
<p><strong> Sem Título – Óleo sobre tela &#8211; 1978</strong></p>
<p>Seu interesse cromático passou a ser o aliado para o alcance da pureza de sua última e mais significativa fase: as Vibrações.</p>
<p>Nessa etapa Ianelli, literalmente amplia seu campo de visão e o resultado desse aumento é semelhante ao zoom de uma câmera.</p>
<p>No abstracionismo absoluto de sua fase Vibrações, as cores são os elementos que basicamente predominam nas telas e embora aparentem simples são o resultado de uma vida de desenvolvimento e sensibilidade sem precendentes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_R1bny9VXgQ4/TChXHmYUB9I/AAAAAAAAAF0/d0GrjYofabo/s1600/ianelli2.jpg" alt="" width="259" height="322" /></p>
<p><strong> Sem Título – Óleo sobre tela – 2001</strong></p>
<p>Certa vez Mário Zanini disse a seguinte frase em relação a fase figurativa de Ianelli: “Do nada não se cria nada. O quadro está dentro de nós e não deve se limitar a reproduzir lugares comuns. O céu, o mar e a praia existem aqui para motivar nossa sensibilidade.”</p>
<p>Angelo Simeone complementou o artista nessa outra frase: “Sejam vermelhas ou verdes, as maçãs desaparecerão do arranjo e restará sempre e apenas o quadro. Este sim necessita estar bem composto, equilibrado, pouco importa se alterando ou mantendo a ordem original das coisas, formas e cores. Compete ao artista extrair de um objeto suas vibrações.”</p>
<p>Seja na fase acadêmica, geométrica, abstrata ou cubista Arcangelo Ianelli deixou marcado no cenário cultural brasileiro os traços que desejava marcar, os sentidos que pretendia expressar e as vibrações que almejava captar.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Bibliografia:</span></strong></p>
<p>IANELLI, Arcangelo. <strong><em>Ianelli</em></strong>. São Paulo: Ianelli: 2004.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sites Relacionados:</span></strong></p>
<p>WIKIPEDIA. Disponível em: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcangelo_Ianelli">http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcangelo_Ianelli</a>. Acesso em 05/12/2010.</p>
<p>ENCICLOPÉDIA VIRTUAL ITAÚ CULTURAL. Disponível em: <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=561&amp;cd_item=1&amp;cd_idioma=28555">http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=561&amp;cd_item=1&amp;cd_idioma=28555</a>. Acesso em 05/12/2010.</p>
<p>PITORESCO. Disponível em: <a href="http://www.pitoresco.com.br/brasil/ianelli/ianelli.htm">http://www.pitoresco.com.br/brasil/ianelli/ianelli.htm</a>. Acesso em 05/12/2010.</p>
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		<item>
		<title>Exposição Cores Nomes</title>
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		<comments>http://blog.espacoarte.com.br/geral/exposicao-cores-nomes#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 20:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Compareçam na exposição Cores Nomes na Mizrahi Galeria.
Sete artistas renomados e atuantes no mercado de arte irão expor seus trabalhos. Entre eles: José Roberto AGUILAR, Luiz AQUILA, Maciej Antoni BABINSKI, Antônio Hélio CABRAL, Ivald GRANATO, Antonio PETICOV e Claudio TOZZI.

Vernissage: 30 de novembro de 2010 às 19h (com a presença dos artistas).
 Exposição: 1⁰ a 15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compareçam na exposição <span style="color: #339966;"><strong>C</strong></span><span style="color: #ff00ff;"><strong>o</strong></span><span style="color: #ffcc00;"><strong>r</strong></span><span style="color: #00ccff;"><strong>e</strong></span><span style="color: #800080;"><strong>s</strong></span><strong> <span style="color: #ff0000;">N</span><span style="color: #0000ff;">o</span><span style="color: #808080;">m</span><span style="color: #ff99cc;">e</span><span style="color: #33cccc;">s</span></strong> na Mizrahi Galeria.</p>
<p>Sete artistas renomados e atuantes no mercado de arte irão expor seus trabalhos. Entre eles: José Roberto AGUILAR, Luiz AQUILA, Maciej Antoni BABINSKI, Antônio Hélio CABRAL, Ivald GRANATO, Antonio PETICOV e Claudio TOZZI.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.espacoarte.com.br/exposicoes"><img class="alignleft" src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/exhibition/photo/16/expo_exposicao-cores-nomes.jpg?1290550688" alt="Cores Nomes" /></a></p>
<p><strong>Vernissage: 30 de novembro de 2010 às 19h (com a presença dos artistas).</strong></p>
<p><strong> Exposição: 1⁰ a 15 de dezembro de 2010 das 10h às 19h.</strong></p>
<p><strong> Mizrahi Galeria</strong></p>
<p><strong> Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1326. </strong></p>
<p><strong> Informações pelos telefones: (11) 2339.3506 e (11) 3222.8695.</strong></p>
<p><strong>Catálogo on-line no link: <a href="http://www.espacoarte.com.br/exposicoes">http://www.espacoarte.com.br/exposicoes</a></strong></p>
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		<item>
		<title>ÚLTIMO LEILÃO DO ANO DE 2010</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/espacoarte/~3/FWFeecGU8NY/ultimo-leilao-do-ano-de-2010</link>
		<comments>http://blog.espacoarte.com.br/geral/ultimo-leilao-do-ano-de-2010#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 21:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Abraham Palatnik]]></category>
		<category><![CDATA[Aldemir Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Arcangelo Ianelli]]></category>
		<category><![CDATA[Ascânio MMM]]></category>
		<category><![CDATA[Clóvis Graciano]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Sued]]></category>
		<category><![CDATA[Guignard]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Gerchman]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador Dali]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastião Salgado]]></category>
		<category><![CDATA[Wassily Kandinsky]]></category>

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		<description><![CDATA[NÃO PERCAM O ÚLTIMO LEILÃO DE 2010 PROMOVIDO PELA GALERIA ESPAÇO ARTE.﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿
Para nos despedirmos do ano de 2010, a Galeria Espaço Arte organizará o último leilão do ano de 2010.
Serão 160 lotes de diversos estilos de arte (acadêmica, figurativa, contemporânea, moderna) entre pinturas, gravuras e esculturas.
Entre os artistas estão Milton Dacosta, Aldemir Martins, Arcangelo Ianelli, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">NÃO PERCAM O ÚLTIMO LEILÃO DE 2010 PROMOVIDO PELA GALERIA ESPAÇO ARTE.</span></strong><span style="color: #000000;">﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿</span></p>
<p style="text-align: justify;">Para nos despedirmos do ano de 2010, a Galeria Espaço Arte organizará o último leilão do ano de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Serão 160 lotes de diversos estilos de arte (acadêmica, figurativa, contemporânea, moderna) entre pinturas, gravuras e esculturas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os artistas estão Milton Dacosta, Aldemir Martins, Arcangelo Ianelli, Sebastião Salgado, Alberto da Veiga Guignard, Manabu Mabe, Gustavo Rosa, Clóvis Graciano, Abraham Palatnik, Wassily Kandinsky, Eduardo Sued, Ascânio MMM, Dario Mecatti, Rubens Gerchman entre muitos outros.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.espacoarte.com.br/leiloes/15/obras"><img src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/auction/photo/15/leilao-25-de-novembro-confira.jpg?1289251837" alt="Leilão 25 de novembro. Confira..." /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DIA 25 DE NOVEMBRO DE 2010 ÀS 21h</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LOCAL: ESPAÇO B&#8217;NAI B&#8217;RITH</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>RUA CAÇAPAVA, 105 &#8211; Trav. da Alameda Casa Branca</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Estacionamento no local com manobrista e segurança</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>EXPOSIÇÃO DOS LOTES DO LEILÃO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DE 18 A 24 DE NOVEMBRO DAS 10h ÀS 22h</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>AV. HIGIENÓPOLIS, 618 &#8211; Loja 342 &#8211; Piso HIGIENÓPOLIS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Informações e catálogo on-line completo: <a href="http://www.espacoarte.com.br/leiloes/15/obras">www.espacoarte.com.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>SALÃO DOS REVOLUCIONÁRIOS – XXXVIII Exposição Geral de Belas Artes</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/espacoarte/~3/w5WdU2hbjfY/salao-dos-revolucionario-xxxviii-exposicao-geral-de-belas-artes</link>
		<comments>http://blog.espacoarte.com.br/geral/salao-dos-revolucionario-xxxviii-exposicao-geral-de-belas-artes#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 15:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Imperial de Belas Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Anita Malfatti]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Belas Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Brecheret]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido Portinari]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Guignard]]></category>
		<category><![CDATA[José Pancetti]]></category>
		<category><![CDATA[Lasar Segall]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Dacosta]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Antropofágico]]></category>
		<category><![CDATA[Salão dos Revolucionários]]></category>
		<category><![CDATA[Salão Nacional de Belas Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de 22]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.espacoarte.com.br/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[Em 1840 a Academia Imperial de Belas Artes passou a sediar anualmente a Exposição Geral de Belas Artes. Inicialmente (nos anos de 1829 e 1830) estas exposições – nesses dois anos ainda não oficializadas – eram realizadas apenas por alunos da academia para um público seleto das belas artes e líderes do império.
No dia 31 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1840 a Academia Imperial de Belas Artes passou a sediar anualmente a Exposição Geral de Belas Artes. Inicialmente (nos anos de 1829 e 1830) estas exposições – nesses dois anos ainda não oficializadas – eram realizadas apenas por alunos da academia para um público seleto das belas artes e líderes do império.</p>
<p>No dia 31 de março de 1840 o pintor francês – também professor de desenho, língua grega e literatura do Imperador brasileiro D. Pedro II – Félix Taunay (1795-1881), instituiu que as Exposições Gerais de Belas Artes seriam públicas, ou seja, elas estariam abertas para todos que tivessem interesse nas artes (tanto artistas participantes como espectadores em geral). No entanto, no caso dos artistas, essa liberdade de expor estava vinculada com uma espécie de pré-avaliação; era necessário ser admitido para participar.</p>
<p>Os temas e as técnicas aceitas para os trabalhos da Exposição Geral eram impreterivelmente acadêmicos, ou seja, obras que seguissem o padrão clássico. Formas, cores, traços, luz e sombra, figuras e quaisquer elementos que compusessem o trabalho deveriam acatar as regras acadêmicas.</p>
<p>Os membros que compunham o júri da Academia eram os que selecionavam os artistas e seus trabalhos. Eram eles também que premiavam as obras com bolsas de estudos e prêmios de viagem pelo país e para o exterior.</p>
<p>Após a proclamação da República no ano de 1889, a Academia Imperial de Belas Artes passou a se chamar Escola Nacional de Belas Artes. Entretanto, a mudança fora apenas no nome, pois as rigorosas regras continuavam a não permitir distorções da realidade. Esse pensamento parnasiano perdurou – praticamente sem abalos – até meados de 1920, mas precisamente até a histórica Exposição de Arte Moderna de 1922 – apelidada de Semana de 22.</p>
<p>A Exposição de Arte Moderna de 1922 – apresentada nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro, é vista como uma revolução cultural envolvendo artistas do campo da pintura, gravura, escultura, literatura, música, teatro, dança e arquitetura.</p>
<p>O evento ocorreu em meio a agitações culturais, políticas, sociais e econômicas do país. A Semana de 22 foi desprezada e ignorada pela sociedade que permanecia com ideais tradicionais. Apesar de não ter sido compreendida em sua época – assim como ocorreu diversas vezes na história da humanidade, principalmente nas áreas de evoluções revolucionárias como as ciências, a tecnologia e desde o início dos tempos: as artes – por cultuar algo à frente de seu tempo (é da natureza humana temer o desconhecido) os ideais modernistas deram início a uma libertação da mente criativa e das emoções instintivas.</p>
<p>O evento em si não foi “O” ato revolucionário, mas o primeiro passo seguido por passos maiores e mais significativos para a liberdade de expressão artística. A formação de inúmeros grupos e movimentos exemplifica esse desenvolvimento cultural. O Movimento Pau-Brasil, o Movimento Verde-Amarelo e Grupo de Anta, o Movimento Antropofágico (todos movimentos literários), entre outros. Além dos movimentos e ideais formados nesse período, a Semana de 22 iniciou uma saga de outros eventos e ideais que fizeram (e ainda fazem) parte do cenário histórico-artístico brasileiro.</p>
<p>Menos de um ano após a Revolução de 30 (movimento armado liderado por três estados – Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul – que resultou no Golpe de 30 e que depôs o presidente atuante Washington Luís impedindo a posse de Júlio Prestes pondo, dessa maneira, um fim à chamada República Velha), o Brasil estava em constante, porém confusa (como até hoje), mudança em diversos setores.</p>
<p>O arquiteto e professor Lúcio Costa (1902-1998) foi nomeado diretor da Escola Nacional de Belas Artes em dezembro de 1930. Decidido a reestruturar o cenário cultural em prol modernista, ele contratou novos e dinâmicos professores, instituiu uma comissão organizadora para as Exposições Gerais de Belas Artes (a partir de 1933 chamada de Salão Nacional) tendo como participantes Anita Malfatti (1889-1964), Cândido Portinari (1903-1962) e Manuel Bandeira (1886-1968) e demitiu os integrantes tradicionalistas do júri de seleção.</p>
<p>Em protesto, muitos artistas acadêmicos não quiseram participar da exposição pois achavam que ela seria exclusivamente modernista (o que na verdade aconteceu de fato, pois as obras acadêmicas acabaram sendo ignoradas em matéria de organização expositiva), mas a maioria aproveitou essa oportunidade libertadora.</p>
<p>Inaugurada em 1º de setembro de 1931, a XXXVIII Exposição Geral de Belas Artes, conhecida como o Salão dos Revolucionários foi um marco na história do modernismo brasileiro.</p>
<p>Os artistas que participaram do Salão dos Revolucionários são: Cândido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976), Cícero Dias (1907-2009), Anita Malfatti, Ismael Nery (1900-1934), Antonio Gomide (1895-1967), Aldo Bonadei (1906-1974), Tarsila do Amaral (1886-1973), Waldemar da Costa (1904-1982), Vittorio Gobbis (1894-1968), Alberto da Veiga Guignard (1896-1962), Lasar Segall (1981-1957), Victor Brecheret (1894-1968), Vicente Leite (1900-1941), José Pancetti (1902-1958), Flávio de Carvalho (1899-1973), John Graz (1891-1980), Paulo Rossi Osir (1890-1959), entre outros. Alguns desses artistas tiveram mais de um de seus trabalhos expostos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/gallery/tarsila-do-amaral/feira-tarsila-do-amaral.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Tarsila do Amaral - A Feira - Óleo sobre tela - 1925 - 46&#215;55 cm - Zitta Penteado de Camargo, São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" src="http://pelepreta.zip.net/images/Tarsila.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong>Tarsila do Amaral - A Caipinha - Óleo sobre tela - 1923 - 60&#215;81 cm - Carolina Penteado da Silva Telles, São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_z4zfek9evFI/SOO9jeQ7adI/AAAAAAAABY4/h0M_5yjtfFc/s400/morrovermelho.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Lasar Segall - Morro Vermelho - Óleo sobre tela - 1926 - 115&#215;95 cm - Sonia Warchavchik Rotenberg, São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_qJ8sF9iiD94/S-dJ9OmPFvI/AAAAAAAAAEA/WvAtyXHakLc/s320/melancias.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Vittorio Gobbis - Melancia - Óleo sobre tela - s/d - 58,5&#215;73 cm - Mauris Ilia Warchavchik, São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_h92F2a-n9aY/Sgt_AJVAeKI/AAAAAAAAFdA/kzueZKdPHYI/s400/A+Estudante+Russa+Anita+Malfatti.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong>Anita Malfatti - A Estudante Russa - Óleo sobre tela - 1915 - 76,5&#215;61,2 cm - Mario de Andrade, IEB-USP, São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" src="http://coletaneartesanal.files.wordpress.com/2008/01/anita2.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong>Anita Malfatti - O Homem Amarelo - Óleo sobre tela - 1915/16 - 61&#215;51 cm - Mario de Andrade, IEB-USP, São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" src="http://bp2.blogger.com/_1Z9MuzUiu2E/RwAGhSH7TjI/AAAAAAAAAEo/sHXNjKQjkPE/s400/30.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong>Flávio de Carval</strong><strong>ho - Anteprojeto para Miss Brasil - Óleo sobre tela - 1931 - 40&#215;24 cm - Fulvia e Adolpho Leirner</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" src="http://static.flickr.com/34/93827137_183f9b1c9b.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong>Cândido Portinari - Retrato de Manuel Bandeira - Óleo sobre tela - 1931 - 73&#215;60 cm - Odilon Ribeiro Coutinho, Rio de Janeiro</strong></p>
<p>Rompendo com as barreiras do tradicionalismo acadêmico, o Salão de 1931 possuía obras de diversas gerações de artistas seduzidos pelo modernismo. Essa diversificação de estilos com ideais modernos resultou em uma rica produção artística.</p>
<p>Essa exposição acolheu artistas já atuantes no cenário das artes plásticas (como os que participaram da Semana de 22), assim como novos artistas que floresceram na época.</p>
<p>Foram os mesmos ideais revolucionários de 1922 que inspiraram os acontecimentos de 1931, no entanto, a reforma cultural incitada pela arte moderna dessa vez estava focada dentro de uma instituição conservadora como era a Escola de Belas Artes.</p>
<p>Ao contrário dos eventos anteriores, o Salão de 31 teve o apoio da imprensa – fator que demonstra a necessidade de um crescimento cultural da sociedade. Essa aceitação ressaltou na necessidade de transformação e consolidação da arte moderna no cenário cultural do Brasil.</p>
<p>Um dos motivos propostos, para a 38ª Exposição Geral de Belas Artes ser apelidada de Salão dos Revolucionário, foi o de atrair mais artistas com o perfil modernistas para o evento.</p>
<p>O resultado dessa quebra de paradigmas culturais foi além de uma riquíssima exposição moderna. Para dar continuidade ao ideal revolucionário artístico, os intelectuais dessa área criaram grupos de pensadores ativistas como o Núcleo Bernardelli – formado por Milton Dacosta (1915-1988), José Pancetti, Eugênio de Proença Sigaud (1899-1979), Joaquim Tenreiro (1906-1992) – , a Sociedade Pró-Arte Moderna (SPAM) – formada por Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Antonio Gomide, Lasar Segall, Paulo Rossi Osir, Vittorio Gobbis, John Graz – , o Clube dos Artistas Modernos (CAM) – formado por Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Antonio Gomide, Vittorio Gobis – , o Grupo Santa Helena – formado por Alfredo Volpi (1896-1988), Fúlvio Pennacchi (1905-1992), Aldo Bonadei, Mario Zanini (1907-1971), Francisco Rebolo (1902-1980) – , o Grupo Seibi &#8211; integrado por artistas japoneses e nipo-brasileiros como Flávio Shiró 1928), Tadashi Kaminagai (1899-1982), Tomie Ohtake (1913), Manabu Mabe (1924-1997) e Tikashi Fukushima (1920-2001) – , entre outros.</p>
<p>Relacionados a este período foram criados também museus, espaços culturais, eventos culturais (como os Salões de Maio e a Família Artística Paulista), leis culturais (como a que instituiu o Salão de Arte Moderna) e projetos (como o plano piloto de Brasília, o projeto arquitetônico do antigo Ministério da Educação e Saúde – atual palácio Gustavo Capanema – e o projeto de criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – o SPHAN ou IPHAN).</p>
<p>Para que toda essa revolução cultural/intelectual brasileira acontecesse, diversos nomes importantes (tanto dos setores públicos como dos setores privados) tiveram participações efetivas: o ministro Gustavo Capanema e o arquiteto e diretor da Escola Nacional de Belas Artes Lúcio Costa, os escritores e críticos Manuel Bandeira, Frederico Barata, Antonio Bento, Mário da Silva Brito, Mário Pedrosa, Mário Schenberg, Luis da Câmara Cascudo, Carlos Cavalcanti (todos esses escritores são os responsáveis pelos registros detalhados dessa época), os mecenas Ciccilo Matarazzo, Francisco de Assis Chateaubriand, Niomar Sodré Bittencourt, Raymundo Castro Maya e Pietro Maria Bardi.</p>
<p>Representados nas obras estão o expressionismo com temas brasileiros e cores tropicais. Os artistas revigorados pelo patriotismo passaram a focar motivos nacionais próprios do país em seus suportes.</p>
<p>Ao mesmo tempo que o modernismo seduziu novos admiradores ele também cultivou novos inimigos. Os resistentes conservadores moveram campanhas para frear o modernismo e seus “agitadores”. Uma dessas atitudes foi a demissão de Lúcio Costa da diretoria da Escola de Belas Artes – dezessete dias após a inauguração do Salão dos Revolucionários. Mesmo com essa demissão os idealistas anti-modernistas não conseguiram impedir as reformas culturais e o crescimento dos ideais de gerações dispostas a mudar o cenário artístico brasileiro.O Salão dos Revolucionários literalmente revolucionou o cenário histórico-artístico brasileiro pois suas atitudes mostraram à gerações posteriores a força que cada um, e todos unidos, possuem para redefinir o que não lhes agradar.</p>
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		<title>Espaço Arte M. Mizrahi e Mizrahi Galeria</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 15:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
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		<title>Conheçam nossos serviços</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 20:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além de suas áreas de galerias e exposições, a Espaço Arte organiza leilões bimensais, faz avaliações, consignações, compra e venda de obras de arte.
Para todos que possuírem peças que queiram comercializar entrem em contato.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de suas áreas de galerias e exposições, a Espaço Arte organiza leilões bimensais, faz avaliações, consignações, compra e venda de obras de arte.</p>
<p>Para todos que possuírem peças que queiram comercializar entrem em contato.</p>
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		<title>Mizrahi Galeria</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 16:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente, a Alameda Gabriel Monteiro da Silva passou a hospedar a Mizrahi Galeria. Localizada no número 1326, essa nova área reflete uma vertente voltada quase que exclusivamente aos trabalhos artísticos contemporâneos &#8211; diferente de sua principal unidade a Galeria Espaço Arte (no Shopping Pátio Higienópolis) que possui além de arte contemporânea, obras acadêmicas, figurativas, surrealistas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, a Alameda Gabriel Monteiro da Silva passou a hospedar a Mizrahi Galeria. Localizada no número 1326, essa nova área reflete uma vertente voltada quase que exclusivamente aos trabalhos artísticos contemporâneos &#8211; diferente de sua principal unidade a Galeria Espaço Arte (no Shopping Pátio Higienópolis) que possui além de arte contemporânea, obras acadêmicas, figurativas, surrealistas, impressionistas, entre outras.</p>
<p>Após ter sido especialmente reformada para abrigar o que existe de mais contemporâneo nas artes, o ambiente moderno consolida a paixão pelas artes tanto para sua utilização como objetos de decoração, como para peças de coleção e investimento.</p>
<p>Dentre seu rico e atual acervo, a Mizrahi Galeria possui peças de artistas já consagrados no mercado de arte. Tais peças incluem quadros, esculturas e esculturas de parede (com os mais variados materiais/suportes), desenhos, gravuras e fotografias.</p>
<p><img src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/artwork/photo/1817/large_geometrico-silvio-oppenheim.jpg?1264775275" alt="Geométrico  - Silvio Oppenheim" /></p>
<p><strong>Silvio Oppenheim &#8211; Geométrico &#8211; Acrílica sobre tela &#8211; 120 x 150 cm &#8211; 2009</strong></p>
<p><img src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/artwork/photo/4515/large_espaco-contraste-preto-yutaka-toyota.jpg?1271442932" alt="Espaço Contraste (Preto) - Yutaka Toyota" /></p>
<p><strong>Yutaka Toyota &#8211; Espaço Contraste &#8211; Aço Inox e Madeira &#8211; 31 x 89 x 11 cm &#8211; 2009</strong></p>
<p><strong><img src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/artwork/photo/4734/large_sem-titulo-francois-morellet.jpg?1282075476" alt="Sem Titulo - François Morellet" /></strong></p>
<p><strong>François Morellet &#8211; Sem Título &#8211; Serigrafia &#8211; 60 x 60 cm</strong></p>
<p>A galeria conta com uma equipe que auxiliará todos que a visitarem. Por esse motivo e pela paixão pela arte contemporânea visitem a Mizrahi Galeria virtualmente pelo site: <a href="http://www.mizarte.com.br">www.mizarte.com.br</a> ou pessoalmente na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1326 &#8211; Jardim na América (manobrista à disposição) tels. 2339-3506 / 3222-8695.</p>
<p>Visitem também a Espaço Arte pelo site: <a href="www.espacoarte.com.br">www.espacoarte.com.br</a> ou no shopping Pátio Higienópolis &#8211; Avenida Higienópolis, 618 &#8211; piso Higienópolis &#8211; loja 342, tels. 3823-2828 / 3826-3957<strong>. </strong></p>
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		<title>Uma Família de Artistas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 19:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Família Dutra]]></category>
		<category><![CDATA[Piracicaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem muitos legados de família que passam por gerações de herdeiros. Objetos, terrenos, jóias, histórias e semelhanças genéticas são os bens mais comuns.  A família Dutra possui em seu legado, uma linhagem de célebres artistas. O primeiro artista da família foi Tomás da Silva Dutra (s.d.-1835)  apelidado de Tomás Ourives, pois era esse seu trabalho; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitos legados de família que passam por gerações de herdeiros. Objetos, terrenos, jóias, histórias e semelhanças genéticas são os bens mais comuns.  A<a href="http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=3768"> família Dutra</a> possui em seu legado, uma linhagem de célebres artistas. O primeiro artista da família foi Tomás da Silva Dutra (s.d.-1835)  apelidado de Tomás Ourives, pois era esse seu trabalho; apesar de ser considerado mais um ofício de artesão do que de artista, não há como negar que um ourives utilize criatividade e  equilíbrio em suas peças. Seu filho Miguel Arcanjo Benício de Assunção Dutra (1812-1875) comumente conhecido como<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguelzinho_Dutra"> </a><a href="http://www.aprovincia.com/padrao.aspx?texto.aspx?idContent=4760">Miguelzinho Dutra</a> foi, principalmente, pintor.</p>
<p>Miguelzinho retratou paisagens das cidades interioranas de São Paulo, como Itú, Piracicaba e Itatiba.</p>
<p><img src="http://www.itatiba.sp.gov.br/gcon/usr_galeria_imagens/historia.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Miguelzinho Dutra &#8211; Itatiba &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; c. de 1860 &#8211; Museu Republicano de Itú</strong></p>
<p><img src="http://www.aprovincia.com/UserFiles/Image/cegocomcrianca,miguelzinho.jpg" alt="" width="336" height="547" /></p>
<p><strong>Miguelzinho Dutra &#8211; Cego com criança &#8211; Aquarela sobre papel &#8211; 1845</strong></p>
<p>A diversidade das obras de Miguelzinho é grande. Conhecido mais por suas pinturas, ele também produziu esculturas (em madeira) e desenhos; além de seu interesse por música e por poesia. Em seus trabalhos foram representadas paisagens, igrejas, plantações, rios, riachos e cachoeiras.</p>
<p>Miguelzinho passou sua virtude artística para o filho Miguel Ângelo Bonarroti Dutra cujas habilidades se destacaram na música (violino), decoração e um pouco à pintura. Por sua vez Miguel Ângelo teve um filho, Joaquim Miguel Dutra (1864-1930), que seguiu tanto os interesses do pai quanto do avô. Joaquim aventurou-se pela pintura, desenho, decoração, escultura e música.</p>
<p><img src="http://www.itaucultural.org.br/bcodeimagens/imagens_publico/013302045639.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Joaquim Miguel Dutra &#8211; Salto de Piracicaba &#8211; Óleo sobre tela &#8211; Déc. de 20 &#8211; Acervo do Banco Itaú (São Paulo, SP)</strong></p>
<p><img src="http://www.catalogodasartes.com.br/Upload/@Obras/Catalogo%20das%20Artes/19%20e%2020-06-07%20item83%20-%20a.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Joaquim Miguel Dutra &#8211; Fábrica de Piracicaba &#8211; Óleo sobre tela &#8211; 1903</strong></p>
<p>Joaquim optou pelas paisagens de Piracicaba e representou em inúmeros trabalhos, os rios e riachos da cidade e seus arredores. Paisagem também muito representada por ele foram as usinas de açúcar. Devido a falta de dinheiro (gastos por levar uma vida boêmia), ele executou trabalhos de pintura de paredes e forração de casas. Seus trabalhos como decorador foram exercidos em igrejas e teatros.</p>
<p>Seus quatro filhos deram continuidade ao legado artístico da família. Alípio Dutra (1892-1964) foi pintor, João Dutra (1893-1983) foi pintor e professor, Antônio de Pádua Dutra (1905-1939) também foi pintor e Archimedes Dutra (1908-1983) foi pintor, escultor e professor.</p>
<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3088/3172173903_63f5e3b242.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Alípio Dutra &#8211; Touceiras de Bambu &#8211; Óleo sobre cartão &#8211; 1916 &#8211; Pinacoteca do Estado (São Paulo)</strong></p>
<p><img src="http://www.espacoarte.com.br/uploads/production/artwork/photo/4730/large_as-margens-do-rio-piracicaba-joao-dutra.jpg?1282072899" alt="As Margens do Rio Piracicaba - João Dutra" /></p>
<p><strong>João Dutra &#8211; As Margens do Rio Piracicaba &#8211; Óleo sobre cartão &#8211; 1933</strong></p>
<p><img src="http://www.aprovincia.com/ModuleHandlers/Content/picture.aspx?&amp;IdContentPicture=9525&amp;w=286&amp;h=216&amp;q=90" alt="" /></p>
<p><strong>Antônio de Pádua Dutra &#8211; Paisagem &#8211; Óleo sobre papelão &#8211; 1927 &#8211; Acervo de Gilberto Dutra</strong></p>
<p><img src="http://www.aprovincia.com/ModuleHandlers/content/picture.aspx?idContentPicture=5827&amp;w=437&amp;h=327" alt="Clique para ampliar" /></p>
<p><strong>Archimedes Dutra - Vale do rio Piracicaba &#8211; Óleo sobre tela</strong></p>
<p>O segundo dos quatro irmãos, João Dutra, é pai do artista Gilberto Dutra (1927) cujas belíssimas obras dão continuidade no domínio das técnicas.</p>
<p><img src="http://galeriandre.com.br/imagens/gilb12064web.jpg" alt="Imagem: Reflexos Avenida São Luís" /></p>
<p><strong>Gilberto Dutra &#8211; Reflexos Avenida São Luís &#8211; Óleo sobre tela &#8211; 2002</strong></p>
<p>A família Dutra, deixou, deixa e deixará uma riquíssima herança artística, não somente para seus descendentes, mas para a história artística de nosso país. Como apreciadores das artes, nós agradecemos à família pelo legado deixado para a cultura brasileira.</p>
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