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	<title>Espaço Cultural Anália Franco</title>
	
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		<title>Coreografias</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 13:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Espaço Cultural Anália Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiba mais]]></category>

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		<description><![CDATA[O resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição Extraído do livro Tratado de Yôga Outra importante característica do SwáSthya Yôga é o resgate do conceito primitivo de treinamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição</p>
<p><a href="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/38497.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5984" title="38497" src="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/38497.jpg" alt="" width="720" height="480" /></a></p>
<p>Extraído do livro Tratado de Yôga</p>
<p>Outra importante característica do SwáSthya Yôga é o resgate do conceito primitivo de treinamento, que consiste em execuções mais naturais, anteriores ao costume de repetir as técnicas. A popularização do sistema repetitivo ocorreu por influência da ginástica ocidental, durante a colonização britânica da Índia, portanto, é moderna. As técnicas antigas, livres das limitações impostas pela repetição, tornavam-se ligadas entre si por encadeamentos espontâneos. No SwáSthya Yôga esses encadeamentos constituem movimentos de ligação entre os ásanas não repetitivos nem estanques, o que predispõe à elaboração de execuções coreográficas.</p>
<p>Assim, [A] a não repetição, [B] as passagens (movimentos de ligação) e [C] as coreografias (com ásanas, mudrás, bandhas, kriyás etc.), são consequências umas das outras, reciprocamente, e fazem parte desta terceira característica do SwáSthya Yôga.</p>
<p>As coreografias também não são uma criação contemporânea. Esse conceito remonta ao Yôga primitivo, do Período Neolítico, tempo em que o Homem não tinha religiões institucionalizadas e adorava o Sol. O último rudimento dessa maneira primitiva de execução coreográfica é a mais ancestral prática do Yôga: o súrya namaskara!</p>
<p>Ocorre que o súrya namaskara é a única reminiscência de coreografia registrada no acervo do Yôga moderno. Não constitui, portanto, característica sua. Vale lembrar que o Hatha Yôga é um Yôga moderno, um dos últimos a surgir, já no século XI depois de Cristo, cerca de 4000 anos após a origem primeira do Yôga.</p>
<p>Importante: o instrutor que declara ensinar SwáSthya Yôga, mas não monta a aula inteira com formato de coreografia não está transmitindo um SwáSthya 100% legítimo. Quem não consegue infundir nos seus alunos o entusiasmo pela prática em forma de coreografia, precisa fazer mais cursos e estreitar o contato com a nossa egrégora, pois ainda não compreendeu o ensinamento do codificador do SwáSthya Yôga.</p>
<p>Os melhores instrutores do SwáSthya estruturam sua aula de maneira que o aluno vá executando passagens entre uma técnica e outra, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar SwáSthya Yôga assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializados.</p>
<p>Aqueles que realmente entenderam a mensagem do sistematizador dão classes com o conteúdo, do início ao fim do sexto anga, em formato de coreografia. E, no final do anga ásana, ainda incentivam seus alunos para que improvisem uma coreografia propriamente dita, em regime de prática livre.</p>
<p>Se, eventualmente, alguém supuser que o Yôga Antigo não possuía coreografias e que foi este autor que as introduziu, devemos corrigi-lo: o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga que estava quase perdida.</p>
<p>O súrya namaskara é considerado um dos mais antigos conjuntos de técnicas corporais do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o Sol. Pois o súrya namaskara, saudação ao Sol, é o mais eloquente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga ancestral.</p>
<p>O súrya namaskara é a única coreografia ainda existente no acervo que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno surgido no século XI da era Cristã e perdeu quase toda a sua tradição iniciática.</p>
<p>Portanto, o que hoje chamamos coreografia, já existia e era uma forma de execução bem arcaica, só que atualmente é pouco conhecida por estar praticamente extinta. Quanto a parecer dança, não nos esqueçamos de que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino e foi imortalizado na mitologia com o título de Natarája (rei dos bailarinos).</p>
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		<title>Viva o que você tem de melhor</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 14:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Espaço Cultural Anália Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiba mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Dias desses, li uma reportagem de autoria de Dorrit Harazim que falava sobre o doping de atletas de alta perfomance. Num determinado momento, o jornalista abordou o fato de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/otimista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5971" title="otimista" src="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/otimista.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Dias desses, li uma reportagem de autoria de Dorrit Harazim que falava sobre o doping de atletas de alta perfomance. Num determinado momento, o jornalista abordou o fato de que nossa sociedade atual é convalescente devido ao uso de drogas. Segundo ele, trata-se do endosso da moral vigente à cultura do desempenho, que perpassa o nosso cotidiano em diversas áreas. Ele continua o texto dizendo que mantemos nossos idosos e enfermos aptos a continuarem sobrevivendo, que estabilizamos nossas emoções e revigoramos nosso desempenho sexual, graças ao avanço dos remédios. Após ler esse trecho, o sentimento momentâneo foi de uma tristeza profunda, pois os valores que consideramos corretos atualmente estão em total desacordo com nossa  verdadeira natureza. Sinto-me privilegiado por viver em um momento da Humanidade em que temos medicamentos e cura para quase todas as doenças e males. Porém, precisar de aditivos químicos, ou para lidar com nossas emoções ou gerar desejo sexual já é algo que considero um erro de percurso. É como a utilização errônea de uma máquina que, depois de certo tempo de mau uso, exige estimulantes que não faziam parte do projeto original. Ao mesmo tempo em que chegava a essas constatações, senti-me uma pessoa extremamente privilegiada por ter aprendido, desde os meus 15 anos, como lidar melhor com o meu organismo, fazendo-o funcionar corretamente e, ainda, aumentando cada vez mais seu poder de produção. Aprendi, com o Método DeRose,  que toda energia extra que precisamos para viver mais, sermos mais lúcidos, mais felizes e realizados, não é algo sintético e nem deve ser inserido em nosso corpo. Viva o que você tem de melhor. Se você é praticante do Método DeRose, pratique-o todos os dias, dentro e fora das escolas. Faça coisas que lhe dêem vontade de viver mais e com mais qualidade de vida. Que lhe conduzam a decisões mais lúcidas e de acordo com seus valores. Que o ensinem a lidar com seu corpo, a ouvi-lo e a dialogar com ele. Que lhe ajude a descobrir onde estão suas virtudes, mas também que lhe ensine a reconhecer suas dificuldades, superando os obstáculos. Que você desenvolva a habilidade de lidar melhor com suas emoções e a espargir bons sentimentos por onde quer que vá. E quando perceber que está passando por obstáculos com sabedoria e racionalidade; lidando com carinho e gentileza com todos que o cercam; quando estiver sentindo seu corpo leve e bem disposto, mesmo ao final do dia sem nenhuma xícara de café; quando puder acordar sorrindo pelas escolhas que fez; e levantar disposto da cama para mais um dia de trabalho; saberá que foi a escolha certa apostar em si mesmo, vivendo o que você tem de melhor.</p>
<p>Texto escrito pelo instrutor do Método DeRose Lucas De Nardi, da Unidade Rio Branco, Porto Alegre.</p>
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		<title>Os bichos curam</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 16:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Espaço Cultural Anália Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiba mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Achamos fantástica a iniciativa do hospital e queremos compartilhar com você. HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN LIBERA BICHOS DE ESTIMAÇÃO PARA VISITAR PACIENTES &#8211; Entre olhares de admiração, espanto, surpresa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achamos fantástica a iniciativa do hospital e queremos compartilhar com você.</p>
<p><a href="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/488163_471261576275547_321484470_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5965" title="488163_471261576275547_321484470_n" src="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/488163_471261576275547_321484470_n.jpg" alt="" width="400" height="334" /></a></p>
<p>HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN LIBERA BICHOS DE ESTIMAÇÃO PARA VISITAR PACIENTES &#8211; Entre olhares de admiração, espanto, surpresa e curiosidade, a cadela Clara, da raça fila, com três anos e 73 kg, entrou tranquilamente pela recepção e passou por corredores de um dos mais importantes hospitais do país, em São Paulo. Ela foi visitar o dono, que está em tratamento contra um câncer na bexiga. Após três anos de testes e preparo de equipes, o Hospital Israelita Albert Einstein liberou, sob rígido protocolo, que bichos de estimação visitem pessoas internadas &#8211; mesmo em unidades semi-intensivas. &#8220;Meus filhos moram fora de São Paulo, são muito ocupados. A Clara acaba me fazendo companhia em horas difíceis. Ela é parte da família. Poder tê-la comigo no hospital faz a diferença no meu ânimo, na minha disposição&#8221;, afirma o advogado Ennio de Paula Araújo, de 71 anos. A entrada de bichos no Einstein &#8211; gatos e passarinhos também são aceitos &#8211; faz parte do cumprimento de regras de uma certificação internacional de humanização que o hospital conseguiu no ano passado.</p>
<p>ALEF News</p>
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		<title>Método de Engenharia Corporal</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 18:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Espaço Cultural Anália Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Aluno]]></category>
		<category><![CDATA[Visitante]]></category>

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		<description><![CDATA[Grandes nomes da Nossa Cultura! É com muito prazer que teremos conosco na próxima semana um ilustre nome da Nossa Cultura: Edgardo Caramella, para ministrar o Curso Método de Engenharia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes nomes da Nossa Cultura!</p>
<p>É com muito prazer que teremos conosco na próxima semana um ilustre nome da Nossa Cultura: Edgardo Caramella, para ministrar o Curso Método de Engenharia Corporal.</p>
<p><a href="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/150420_4618810152311_378261169_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5961" title="Método de Engenharia Corporal" src="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/150420_4618810152311_378261169_n.jpg" alt="" width="357" height="505" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos temas serão abordados:</p>
<p>1. O corpo físico &#8211; Observação. A interpretação naturalista. O corpo consciente. A relação entre o homem e seu corpo físico em diferentes épocas e culturas. A anatomia experimental. Noções do processo fisiológico dos ásanas. A estética do movimento.</p>
<p>2. Os estados de consciência de SwáSthya &#8211; Meditação, descontração, ásana e outros.</p>
<p>3. Flexibilidade a frio &#8211; Alongamento frio, os corpos de Golgi. Energia muscular, como ela é obtida. A importância de poder.</p>
<p>4. Ásana, submergindo-nos o corpo. Definição. Diferenças entre ásana e exercício. Regras de execução. O valor do prazer na execução. Dhárana e bhava nos ásanas.</p>
<p>5. Prática &#8211; Sensorialidade grande. Percepção dos grupos musculares.<br />
Descubra o funcionamento e os efeitos dos ásanas durante a permanência. Indução e atitude mental. Coreografia, a sua importância. Shiva, o homem e o arquétipo.</p>
<p>6. A importância da descontração. Mais do que descontração, uma maior assimilação. Relação de prática de ásanas.</p>
<p>7. Conversa com participantes</p>
<p><strong>Investimento: R$372</strong></p>
<p><strong>Alunos de unidades agregadas: R$260</strong><br />
<strong>Instrutores de unidades agregadas: R$223</strong></p>
<p><strong>Alunos de unidades credenciadas: R$186</strong><br />
<strong>Instrutores de unidades credenciadas: R$162 </strong></p>
<p>Inscreva-se!</p>
<p>Entre em contato: Espaço Cultural Anália Franco F.: 2675-0878.</p>
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		<item>
		<title>Como a meditação pode atuar em sua carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 13:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Espaço Cultural Anália Franco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiba mais]]></category>

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		<description><![CDATA[(Texto adaptado de reportagem publicada na Revista Exame em 28/8/2012)Para suportar a pressão e a pesada carga de trabalho em tempos de julgamento do mensalão, o presidente do Supremo Tribunal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/executivos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5955" title="executivos" src="http://www.espacoculturalanaliafranco.org/wp-content/uploads/2013/04/executivos.jpg" alt="" width="257" height="196" /></a></p>
<p><em>(Texto adaptado de reportagem publicada na Revista Exame em 28/8/2012)</em>Para suportar a pressão e a pesada carga de trabalho em tempos de julgamento do mensalão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, recorre a um aliado milenar: a meditação. Para ele, 30 minutos de prática ao dia bastam para ajudá-lo a presidir o maior julgamento da história do Brasil. Embora a associação a crenças orientais seja comum, meditar não tem nada a ver com religião. A prática da meditação, existente há milhares de anos, é democrática: todo mundo que quiser pode se aventurar. 1. Concentração e atenção O treinamento de concentração e meditação consiste em manter a mente focada em um só ponto, eliminando-se qualquer tipo de interferência externa ou interna. Com isso sua mente torna-se mais treinada a manter-se concentrada somente naquilo que você está fazendo, o que torna cada experiência muito mais forte do que quando estamos dispersos. Mesmo depois de concluir a prática, o aluno carrega consigo estas habilidades. E profissionais que não se perdem em pensamentos e conseguem manter atenção total ao trabalho são muito mais produtivos. 2. Criatividade Boas ideias costumam desaparecer quando estamos nervosos, angustiados e com o coração querendo “sair” pela boca. Sensações desta ordem simplesmente bloqueiam a mente para a criatividade. Estar concentrado e com a mente relaxada ajuda você a manter-se aberto a ideias e soluções, sem passar pela ansiedade de &#8220;precisar ser criativo&#8221; a qualquer custo. 3. Observação Meditar é observar você mesmo. A respiração e a postura devem ser cuidadosamente notadas durante a prática. Enquanto isso, o desfile de pensamentos entra em cena. Sem julgamentos, sem juízo de valor, eles desfilam enquanto você os observa sem se envolver com eles. Saber observar antes de agir é uma habilidade que deve ser desenvolvida por quem busca sucesso na carreira profissional. 4. Menos stress Quem já experimentou sabe: acalmar a mente é condição básica para conseguir avançar na prática de meditação. E, com a mente serena, pensa-se melhor, age-se melhor e, com isso, diminui-se a carga de stress gerada por momentos de decisão. Agora que você já entendeu um pouco sobre como a prática da meditação age sobre você, que tal colocar em prática? Esse é só um dos feixes de técnicas que utilizamos nas aulas práticas do Método DeRose. Essas aulas podem ser adotadas em uma escola ou até mesmo implantadas dentro de empresas, como parte fundamental do treinamento de executivos que lidam diariamente com os desafios de tomar decisões e fazer suas empresas e carreiras prosperarem. Informe-se e dê o primeiro passo agora mesmo.</p>
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